0% acharam este documento útil (0 voto)
4 visualizações19 páginas

Estudo da Torção em Eixos Circulares

Enviado por

paulo.lachoski
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
4 visualizações19 páginas

Estudo da Torção em Eixos Circulares

Enviado por

paulo.lachoski
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

86

5. Torção

Nos capítulos anteriores foram discutidas estruturas


submetidas a forças axiais, aplicadas na direção das barras
analisadas. Este capítulo vai estudar peças submetidas a efeito
de torção. Serão estudados tensões e deformações produzidas em
peças de seção transversal circular e não circular, sujeitas à
ação de conjugados que tendem a torcer essas peças.

5.1 Definições

Então, existe uma torção quando uma seção


transversal de uma peça está sob a ação de um conjugado que
tende a torce-la. O plano de ação do conjugado é o próprio da
seção transversal. Estes conjugados são chamados de momentos
de torção, momentos torcionais ou torque T , T ' , figura 5.1, e
que têm a mesma intensidade T e sentidos opostos (Nash,1982).

−F

o
d
T
T
F

Figura 5.1 Torção

O centro de torção o é o ponto em torno do qual a seção


transversal gira. Para seções simétricas, coincide como o centro
de gravidade. Eixo de torção é o lugar geométrico dos centros de
torção.
87

5.2 Deformações nos Eixos Circulares

Um eixo circular está fixado a um suporte por uma de


suas extremidades e aplicando-se à extremidade livre um
momento de torção T , o eixo gira, e a seção transversal da
extremidade apresenta uma rotação representada pelo ângulo φ ,
chamado ângulo de torção, figura 5.2 (Beer and Johnston, 1989).

B T
B
A A
φ
L

Figura 5.2 Ângulo de Torção

O ângulo de torção, para uma certa faixa de variação de


T, é proporcional tanto a T como ao comprimento do eixo L.
A figura 5.3 mostra um prisma de seção circular, tendo
uma de suas extremidades fixas, submetido a um momento de
torção T.

geratriz T
seções
transversais

Figura 5.3 Prisma de seção circular


88

Da figura 5.3, conclui-se que:


a) as geratrizes se transformam em hélices;
b) o “quadrado” se transforma em um “losango” com os
lados sofrendo a mesma deformação angular;
c) as seções normais permanecem planas e normais ao eixo
de rotação e conservam sua forma. Neste caso, é preciso
assegurar que os momentos sejam aplicados de tal forma
que as extremidades também permaneçam planas sem
deformação.
Considerando agora uma eixo circular de comprimento L e
raio c, que foi torcido em um ângulo de torção φ , e passa-se à
determinação da distribuição de tensões de cisalhamento na
seção transversal, figura 5.4a. Retirando do interior do eixo um
cilindro de raio ρ, marcando-se um “quadrado” sobre a superfície
do mesmo, sem atuação de momento de torção, figura 5.4b. Após
a aplicação da torção o “quadrado” se transforma em “losango”,
figura 5.4c. No Capitulo 3, foi visto que as deformações de
cisalhamento em um certo elemento são medidas pela variação
de dois lados; no presente caso os dois lados do elemento são
formados por dois círculos, que permanecem inalterados. Deste
modo, a deformação de cisalhamento γ deve ser igual ao ângulo
formado pelas linhas AB e A’B.

T
o o ρ o ρA
A’
c Φ A Φ

L
ϒ

B B

a b c
Figura 5.4 Deformação de cisalhamento
89

Pela figura 5.4c observa-se que quando γ é pequeno, o


comprimento de arco AA’ é dado por AA’=L.γ e na seção
transversal AA’= ρ. φ , ou

ρ.φ
γ= , (5.1)
L
onde γ e φ são expressos em radianos; observa-se que γ é
proporcional tanto ao ângulo de giro φ como à distância ρ do
centro do eixo circular ao ponto considerado. Então se pode
concluir que a deformação de cisalhamento em uma barra
circular varia linearmente com a distância ao eixo da barra.
Da equação 5.1, conclui-se, que γ é máximo na
superfície da barra circular, onde ρ = c, então:

c.φ
γ max = , (5.2)
L
Das equações 5.1 e 5.2, vem que

ρ
γ= .γ max . (5.3)
c

5.3 Tensões no Regime Elástico

Na análise sobre torção de eixos circulares, não foi


adotada até agora nenhuma relação entre tensões e deformações.
Considerando agora o caso em que a torção T tem um valor tal
que as tensões no material se mantém abaixo da tensão de
cisalhamento de escoamento τe. Nesse caso, as tensões no
material permanecem abaixo dos limites de proporcionalidade e
elasticidade. Então, pode-se aplicar a Lei de Hooke, pois não
haverá deformação permanente.
Então, da equação 3.3:
90

τ = G.γ, ( 5.4)
e multiplicando a equação. 5.3 por G, vem:

ρ
G.γ = .G.γ max ,
c
e da equação. 5.4, tem se que:

ρ
τ= .τ max . (5.5)
c
A equação 5.5 mostra que enquanto a tensão de
escoamento (ou limite de proporcionalidade) não for atingida, a
tensão de cisalhamento na barra varia linearmente com a
distância ρ do eixo da barra.
A figura 5.5a mostra a distribuição das tensões de
cisalhamento na seção transversal de eixo circular maciço
enquanto que a figura 5.5b apresenta a distribuição para um
eixo circular vazado, de raio interno c1, e raio externo c2.

τ τ τmin
τmax τmax

o c ρ o c1 c2 ρ

a b
) )
Figura 5.5 Distribuição de tensões

Da equação 5.5 vem que, para o segundo caso:

c1
τ min = .τ max . (5.6)
c2

É possível demonstrar que,


91

T.c
τ max = , (5.7)
J
sendo J o momento de inércia polar da seção transversal.
Substituindo a equação 5.7 na equação 5.5, encontra-se,

T.ρ
τ= , (5.8)
J
que é a tensão de cisalhamento a uma distância ρ do eixo da
barra.
As equações 5.7 e 5.8 são conhecidas como as fórmulas
da torção em regime elástico. Dá estática tem-se que:
1
J = .π.c 4 , momento de inércia polar de circulo de raio c;
2

1
J = .π.(c 42 − c14 ), momento de inércia polar de um eixo circular
2
de seção vazada com raio interno c1 e raio externo c2.

T Ö N.m,
c,ρ Ö m,
J Ö m4,
τ Ö N/m4,
γ, φ Ö radianos.

5.4 Ângulo de Torção no Regime Elástico

Considera-se inicialmente o caso de um eixo circular de


comprimento L, seção transversal uniforme de raio c. O eixo
está sujeito à ação de um momento de torção T, figura 5.4c.
O ângulo de torção φ e a deformação de cisalhamento
máxima γmax estão relacionados por:
92

c.φ
γ max = , (5.9)
L
e como em regime elástico a tensão de escoamento não é exigida
em nenhum ponto do eixo, pode-se aplicar a Lei de Hooke,
τ max
escrevendo γ max = , e da equação 5.7, vem que:
G

τ max T.c
γ max = = . (5.10)
G J.G
Igualando as equações 5.9 e 5.10, encontra-se:

T.L
φ= , (5.11)
J.G
onde φ é expresso radianos. A relação obtida mostra que, dentro
do regime elástico, o ângulo de torção φ é proporcional ao
momento de torção T aplicado no eixo circular.
A equação 5.11 para o cálculo do ângulo de torção só
pode ser usada no caso de material homogêneo, para eixos de
seção transversal constante e momentos aplicados nas
extremidades da barra. Se os eixos estiverem submetidos a
momentos de torção aplicados em outros pontos, com seções
transversais compostas de materiais diferentes, ou seções
transversais variáveis, deve-se dividi-lo em várias partes, onde
cada uma delas, individualmente, satisfaça as condições de
emprego da equação 5.11.
TD TC
B A

TB E D C
TA
Figura 5.6 Seções variáveis
93

No caso do eixo AB, figura 5.6, deve-se considerar


quatro partes diferentes: AC,CD, DE e EB. O ângulo de torção
total do eixo, isto é, o ângulo segundo o qual a seção A gira em
relação a seção B, será obtido somando algebricamente os
ângulos de torção de dada parte componente. Então o ângulo de
torção total será dado por:

Ti .L i
φ=∑ , (5.12)
i J i .G i

onde Ti, Li , Ji e Gi correspondem a parte i do eixo.


Os eixos de transmissão podem ser maciços ou vazados
(ocos). Por exemplo, a figura 5.7a. mostra a turbina A conectada
ao gerador B por meio do eixo de transmissão AB. Dividindo o
conjunto nas três partes componentes, figura 5.7b, observa-se
que a turbina exerce sobre o eixo um momento torcional ou
torque T , e o eixo exerce sobre o gerador um torque de mesma
intensidade. O gerador reage, exercendo sobre o eixo o momento
torcional contrário T ' , da mesma maneira que a reação do eixo à
ação da turbina é também o torque T ' (Beer and Johnston,
1989).

B A

B A

Gerador Turbina

Figura 5.7a Eixo de Transmissão AB


T
T
B A

T’ T’

Gerador Turbina
Figura 5.7b Partes do eixo de transmissão
94

Os eixos mostrados anteriormente, figura 5.4 e para a


dedução da equação 5.12 tinham uma extremidade livre e outra
engastada a um suporte fixo. Neste caso, o ângulo de torção φ
do eixo circular é igual ao ângulo de rotação da extremidade
livre. No entanto, quando as duas extremidades do eixo giram, o
ângulo de torção do eixo é igual ao ângulo segundo o qual um
extremidade girou em relação a outra. Por exemplo:

Figura 5.7c Ângulo relativo

Ângulo de torção da seção A é medido pelo ângulo de


rotação φ A .
Para o eixo BE, que tem as extremidades livres, o ângulo
de torção é igual a diferença entre os ângulos de rotação φ A e
φ B , isto é, segundo a extremide E gira em relação à extremidade
B. Chamando esse ângulo relativo de φ E / B , vem que (figura 5.7c)

T.L
φE / B = φE − φB = . (5.13)
J.G
Exemplo

No conjunto da figura 5.7c, rA=[Link] , determinar o


ângulo de rotação da extremidade do eixo BE, quando o
momento de torção T é aplicado em E.
Calcula-se inicialmente o momento de torção TAD que
95

atua no eixo AD. No ponto de contato, C, das duas rodas


dentadas ocorrem duas forças iguais e de sentido contrário, F e
F' . Sabe-se que rA=[Link] Ö TAD= 2.T, onde T é o momento de
torção do eixo BE.

Então:
Extremidade D fixa Ö ângulo de rotação de A Ö φ A

TAD .L 2.T.L
φA = =
J.G J.G
Da figura 5.7c: Arco CC’ = Arco CC” Ö rA. φ A = rB. φ B , então:
rA
ΦB = .φ A = 2.Φ A ,
rB

então:
4.T.L
φ B = 2.φ A =
J.G
TBE .L T.L
E no eixo BE : ângulo de torção Ö φ E / B Ö φ E / B = =
J.G J.G

φE / B = φE − φB Ö φE = φE / B + φB

T.L 4.T.L 5.T.L


φE = + =
J.G J.G J.G
96

5.5 Torção em Barras de Seção Transversal não Circular

As equações deduzidas nas seções anteriores, para a


determinação das tensões e distribuição das deformações
provocadas por carregamento torcional, são válidas para eixos de
seção circular, e foi estabelecido que estas seções transversais
permanecem planas após a deformação e mantêm sua forma.
Essa hipótese depende da assimetria da barra.
Em uma barra de seção transversal quadrada, quando
submetida a uma torção, as suas diagonais bem como as linhas
que ligam os pontos médios dos lados se conservam retas, figura
5.8. Porém, qualquer outra linha se deformará quando a barra
for torcida, devido a falta de assimetria, e a própria seção
transversal sairá do seu plano original (Popov, 1976).

Figura 5.8 Barra de seção quadrada torcida

Deste modo, as equações 5.4 e 5.5, que definem a


distribuição de deformações e tensões em um eixo circular de
material elástico, não podem ser usadas para seções não
circulares. Assim, seria errado adotar uma barra de seção
quadrada, uma distribuição de tensões linear a partir do eixo da
barra, variando com a distância ao centro da seção, que
levassem a um máximo de tensões nos vértices do quadrado.
A determinação das tensões nas barras não circulares
submetidas à torção, está além do alcance deste texto. Por
conveniência, indicam-se aqui alguns resultados da Teoria da
Elasticidade, para o caso de barras de eixo reto, com seção
retangular constante.
A barra da figura 5.9, tem comprimento L e lados a e b
(respectivamente lado maior e lado menor), está submetida ao
torque T . A tensão máxima de cisalhamento e o ângulo de
torção são dados por:
97

a>b

a
L

T’ T
b

Figura 5.9 Seção transversal não circular

T
τ max = , (5.14)
c1 .a.b 2

T.L
φ= , (5.15)
c 2 .a.b 3 .G

onde os coeficientes c1 e c2, dados na tabela 5.1, dependem da


relação a/b, G é o módulo de elasticidade transversal. As
equações 5.13 e 5.14 são válidas apenas para o regime elástico.

Tabela 5.1 Coeficientes para a torção de barras retangulares

a/b c1 c2
1,0 0,208 0,141
1,2 0,219 0,166
1,5 0,231 0,196
2,0 0,246 0,229
2,5 0,258 0,249
3,0 0,267 0,263
4,0 0,282 0,281
5,0 0,291 0,291
10,0 0,312 0,312
∞ 0,333 0,333
98

5.6 Teorema de Bredt

“Em uma barra cilíndrica vazada de seção não-circular


de espessura t fina, submetida a torção, as tensões de
cisalhamento nos pontos de uma mesma espessura, são
representadas por um valor médio da tensão de cisalhamento.”
A figura 5.10 mostra este caso (Gomes, 1976).

T T’

Figura 5.10 Teorema de Bredt

Este teorema conduz a uma distribuição uniforme de


tensões de cisalhamento ao longo de uma linha (uma espessura),
conforme mostra a figura 5.11.
τ3 t3

τ2
t1

t2

τ1

Figura 5.11 Distribuição de tensões

Devido ao fato que a espessura t é muito fina, a


distribuição de tensões de cisalhamento ao longo da espessura
pode ser representada por um valor médio da tensão de
cisalhamento (teorema de Bredt) figura 5.12 e matematicamente
é dada por :
99

Figura 5.12 Valor médio da tensão

T
τ= (5.16)
2tA

onde A é a área limitada pela linha central, ou seja, é


aproximadamente uma média das duas áreas entre as paredes
interna e externa da barra.

Exercícios Propostos

1) Um eixo circular vazado de aço tem comprimento de 1,5 m e


diâmetros interno e externo respectivamente de 40 mm e 60
mm, conforme a figura abaixo. Qual é o maior momento de
torção que pode se aplicado ao eixo, para que as tensões de
cisalhamento não excedam 120 MPa? Qual é o valor mínimo
da tensão de cisalhamento para esse caso?

c2= 30 mm
L = 1,5 m c1= 20 mm
100

2) Um eixo de seção circular de diâmetro igual a 4,45 cm está


submetido a T = 10 kNcm. Calcular a tensão máxima de
cisalhamento e o deslocamento angular correspondente a 1
m de comprimento, sendo G = 800 kN/cm2 .

3) Que valor de momento de torção deve ser aplicado à


extremidade do eixo circular, figura abaixo, de modo que o
ângulo de torção produzido seja 2º, sendo G = 80GPa para o
aço.

c2= 30 mm
L = 1,5 m c1= 20 mm

4) Calcular, para o eixo da seção vazada, do exercício 1, o valor


do ângulo de torção que provoca uma tensão de cisalhamento
de 70 MPa na face interna do eixo, com G = 80GPa.

5) Considere-se um eixo de aço de diâmetro externo igual a 25


cm e interno 15 cm. Qual o momento de torção que lhe pode
ser aplicado, admitindo τmax = 800 kgf/cm2.

6) Um eixo vazado, tem 3 m de comprimento e transmite o


momento de torção de T = 2.500 Nm e o ângulo de
deformação φ não deve exceder a 0,0303º. A tensão máxima
de cisalhamento τmax = 1,779x106 N/m2, quais são os
diâmetros externo e interno. Dado: G= 84x105 N/cm2.

7) Um momento de torção de 3.000Nm é aplicado sobre uma


barra de seção circular com 20 cm de diâmetro externo. Qual
será o máximo diâmetro interno, de modo que a tensão
máxima de cisalhamento não ultrapasse 600 N/cm2.
101

8) Um momento de torção de 3 kNm é aplicado ao cilindro


maciço de bronze. Determinar:
a) máxima tensão de cisalhamento;
b) a tensão de cisalhamento no ponto D que fica em uma
circunferência de 15 mm de raio;
c) a parcela do momento resistida pelo cilindro interior.

3kN

D
r = 30 mm
L = 200 rD= 15 mm
mm

9) Um tubo de alumínio de seção retangular 60x100 mm foi


fabricado por extrusão (pressão). Determinar a tensão de
cisalhamento em cada uma das quatro paredes do tubo,
quando este fica submetido a um momento de torção de 3
kNm adotando:
a) espessura da parede constante de 4 mm;
b) que por defeito de fabricação as paredes AB e AC são de 3
mm, e as paredes BD e CD são de 5 mm.
A 100 mm B A 100 mm B

3 mm
60 mm 60 mm
5 mm
4 mm

C D C D
A 96 mm
B

A 56 mm
4 mm

C D
102

10) Determinar o maior valor do momento torçor que pode ser


aplicado a cada uma das barras de latão, figura a seguir,
adotando τ max = 40MPa .

T2
T3
T1

64 mm
a 6 mm
25 mm

40 mm
40 mm

40 mm 40 mm
b

11) Pede-se determinar:


a) o ângulo de torção causado por um torque de 4.500 Nm,
em um eixo de alumínio maciço de 75 mm de diâmetro;
b) idem à parte a, assumindo que o eixo maciço tenha sido
substituído por um eixo vazado como o mesmo diâmetro
externo e com 24,4 mm de diâmetro interno. O comprimento
do eixo é de 1,2 m e G= 25,5 GPa.

12) Sabe-se que as tensões de cisalhamento admissíveis das


barras circulares AB e CD são de respectivamente 83 MPa e
48 MPa. O momento torçor aplicado em A é de 7,5 kNm.
Determinar o diâmetro necessário:
a) da barra AB;.
b) da barra BC.
103

T
latão aço
C
B A

13) O eixo de seção não constante, conforme mostra a figura, é de


aço com G = 0,84x106 kgf/cm2. Na extremidade inferior está
aplicado um torque de 60x103 [Link], e na seção B, o torque de
90x103 [Link] com os sentidos indicados na figura. Determinar a
tensão máxima de cisalhamento em cada um dos trechos da
seção constante, e os ângulos de torção em B e C.
engastada
Seção A

10,16cm 100 cm

Seção B

7,62cm
70 cm
Seção C
TB

Tc

14) Um eixo maciço de aço, de seção transversal circular, é


envolvido por um tubo de cobre, rigidamente ligado ao aço. O
conjunto está solicitado à torção. Sabendo-se que o cobre
absorve 1,5 vezes o momento de torção absorvido pelo aço,
pede-se determinar a relação entre os diâmetros externo e
interno, do tubo de cobre. Para o cobre G = 0,42x106
kgf/cm2, e para o aço, G= 0,84x106kgf/cm2.
104

Respostas dos Exercícios Propostos

1- 4,08 kNm; 80 MPa.


2- 578 N/cm2; 1,860.
3- 1,901 kNm;
4- 3,760.
5- 2,136x106 kgfcm.
6- 0,20 m; 0,24 m.
7- 18 cm.
8- 70,74 MPa; 35,37 MPa; 6,25%.
9- 69,8x106 N/m2; 93x106 N/m2; 55,8x106 N/m2.
10- 532,5 Nm; 414,4 Nm; 555Nm.
11- 3,9060; 3,9530.
12- 77,21 mm; 92,67 mm.
13- 145,7 kgf/cm2; 690,6 kgf/cm2; 0,6700.
14- 2.

Você também pode gostar