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Poeta clama por ajuda das Ninfas

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1.

O Poeta pede ajuda às Ninfas do Tejo e do Mondego,


devido às dificuldades que tem enfrentado para escrever o
seu poema épico (“Por caminho tão árduo, longo e vário!” ;
“Por alto mar, com vento tão contrário”). Na verdade,
perante os obstáculos, receia não conseguir terminar a sua
tarefa sem a ajuda dessas divindades (“Que, se não me
ajudais, hei grande medo / Que o meu fraco batel se alague
cedo.”).

3.

Através da comparação com Cânace, o poeta enfatiza


tudo o enfrentou, ao longo da vida (viagens marítimas
perigosas, batalhas), sem nunca ter desistido de compor Os
Lusíadas.

4.

O Poeta critica os portugueses seus contemporâneos.


Acusa- os de ingratidão, porque não reconhecem o seu
valor.

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