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Manual de Instalação e Manutenção de Bombas INK

Enviado por

Ak• ShAaRaWy
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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MANUAL DE INSTALAÇÃO,

OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO

BOMBAS INK
Sr. Proprietário
Parabéns! Você acaba de adquirir um equipamento de construção simples, projetado
e fabricado com a mais avançada tecnologia, com excelente desempenho e que
proporciona fácil manutenção.

A finalidade deste Manual é informar ao usuário, os detalhes do equipamento e as


técnicas corretas de Instalação, Operação e Manutenção.

A IMBIL recomenda que o equipamento seja instalado e cuidado conforme


recomenda a boa técnica e de acordo com as instruções contidas neste Manual, e
seja utilizado de acordo com as condições de serviço para o qual foi selecionado
(vazão, altura manométrica total, velocidade, voltagem, frequência e temperatura).

A IMBIL não se responsabiliza por defeitos decorrentes da inobservância destas


prescrições de serviço e recomenda que este Manual seja utilizado pelo pessoal
responsável pela instalação, operação e manutenção.

No caso de consulta sobre o equipamento ou na encomenda de peças


sobressalentes, indicar o código da peça, modelo, linha da bomba e também o no de
série encontrado na plaqueta de identificação e gravado em baixo relevo no flange de
sucção.

NOTA
A IMBIL pede ao cliente que, logo após receber o TERMO DE GARANTIA do seu
equipamento , preencha os dados e envie o canhoto à IMBIL, facilitando a troca de
informações entre a IMBIL e o CLIENTE.

1
Índice

ASSUNTO PÁGINA

APLICAÇÃO 3
PRECAUÇÕES 3
INSTALAÇÃO DA BOMBA 3
Alinhamento da Base 3
Acoplamento 4
Tubulação e Conexões 4
Instrumentação 5
OPERAÇÃO DA BOMBA 5
Partida da Bomba 5
Parada da Bomba 6
Cuidados durante a Operação 6
Vedação através de Gaxetas 7
Vedação através de Selo Mecânico 7
Lubrificação 8
Problemas durante a Operação e as prováveis causas 8
LISTA DE PEÇAS 9
MANUTENÇÃO DA BOMBA 10
Desmontagem da Bomba 10
Remontagem da Bomba 11

Peças Sobressalentes Recomendadas 12


Descarte Seletivo 13

2
Aplicação
As Bombas Químicas INK foram desenvolvidas para atender as necessidades das
indústrias químicas e petroquímicas, no bombeamento de produtos orgânicos e
inorgânicos.
Podem ser utilizadas em usinas siderúrgicas e de açúcar, na indústria de papel e
celulose, na indústria alimentícia e de bebidas, na indústria de borrachas e fibras
sintéticas, no bombeamento de gases liqüefeitos, na circulação de óleo térmicos e
condensados.
São especialmente aplicadas no bombeamento de líquidos que sejam extremamente
agressivos, que devem ser mantidos limpos, que tenham temperaturas elevadas, que
possuam um elevado peso específico ou que requeiram exigências especiais na
selagem do eixo.

Precauções
Antes de submeter a bomba a um trabalho diferente dos dados contratuais, com
outros líquidos, com diferentes concentrações ou temperaturas, será necessário
consultar a Imbil.
Durante a manutenção, antes de retirar a bomba de suas instalações certificar-se de
que as válvulas e os registros do lado da pressão e da sução da bomba estejam
fechados e vedem efetivamente. A bomba deve estar completamente drenada. A
temperatura da Carcaça deve estar no máximo em 60ºC. Assegure-se também que a
Carcaça não esteja sob pressão, antes de soltar as porcas.

Instalação da Bomba
Alinhamento da Base
As bombas devem ser instaladas e alinhadas por pessoas habilitadas. Uma
instalação incorreta pode trazer como conseqüência desgastes prematuros e
transtornos na operação. Quando a bomba é fornecida com motor, acoplamento e
base a conjugação e a montagem são feitos cuidadosamente na fábrica. Na
instalação deverão ser observados os seguintes pontos:
 A base deverá ser cuidadosamente nivelada sobre seu bloco de fundação com
auxílio de um nível d’água.
 Se necessário, inserir calços de metal, principalmente junto aos chumbadores.
 O conjunto girante deve girar livremente, ao se virar o acoplamento, entre o motor
e a bomba, com a mão.
 Após o nivelamento da base, procede-se ao enchimento desta com argamassa
de cimento.
 Apenas após a cura e a secagem completa da argamassa, é que se pode apertar
as porcas dos chumbadores de forma igual e subsequente até firmeza total.

3
 Em seguida deve ser feito um novo controle do alinhamento do acoplamento.

Acoplamento
 Executar o alinhamento com as tubulações de sucção e recalque já conectadas.
 A instalação do acoplamento deve ser feita a quente (forno ou banho de óleo a
100ºC). Não bater para efetuar a operação de montagem do acoplamento.
 Com auxílio de relógio comparador ou, na sua falta, régua metálica e cálibre de
lâminas, controlar o desalinhamento radial e axial para evitar vibrações anormais
que interferem na vida útil do equipamento.

Controle Radial Controle Axial Alinhamento com Régua


Metálica e Cálibre de
Lâminas
RÉGUA METÁLICA

CÁLIBRE DE
LÂMINAS

 Os alinhamentos radial e axial deverão permanecer dentro da tolerância de 0,15


mm, obedecida a folga entre as pontas de eixo do motor e da bomba, conforme
especificado pelo fabricante do acoplamento.
 Para melhor segurança na operação, deve ser instalado um Protetor de
Acoplamento ou um Protetor de Acionamento (exemplo: Guarda-Correias),
conforme Lei 65/4 portaria MTb 3214 (NR 12 item 12.3).

Tubulação e Conexões
 As tubulações de sucção e de pressão não devem transferir tensões mecânicas
sobre a bomba, que não deve ser usada como apoio para os tubos.
 As perdas de carga nos tubos de sucção devem ser mantidas a pequenos
valores. Por isso devem ser evitadas reduções curtas, curvas acentuadas, etc.
 Deve-se selecionar o diâmetro dos tubos a uma velocidade de fluxo não superior
a 3m/seg.
 Prever um registro na tubulação de pressão, instalado preferivelmente logo após
a flange de pressão da bomba, para se regular adequadamente o volume e a
pressão de bombeamento.

4
 Recomenda-se a instalação de uma válvula de retenção entre a bomba e o
registro, quando a tubulação de pressão for muito longa.
 Em novas instalações é recomendado a instalação de um crivo protetor junto a
flange de sucção da bomba, e este deverá ter uma área livre de 3 a 4 vezes a
seção correspondente ao tubo de sucção da bomba. O crivo deverá ser limpo
periodicamente e poderá ser removido quando se estiver certeza que a tubulação
está limpa.
 As bombas com selo mecânico incluem as linhas de circulação entre selo e
carcaça da bomba, quando esta circulação é feita com o próprio líquido
bombeado. Quando a circulação é feita por fonte externa, a ligação
correspondente será feita na instalação e por conta do cliente.
 Em casos de selagem de engaxetamentos de fonte separada, ou resfriamentos,
as ligações deverão ser também feitas pelo cliente. As conexões correspondentes
encontram-se devidamente identificadas nas bombas.
 As linhas das fontes externas deverão ser limpas convenientemente, antes da
conexão da bomba.

Instrumentação
 É recomendado o uso de manômetro e manovacuômetro nas tubulações de
pressão e de sucção respectivamente, para um melhor controle de operação da
bomba. As escalas deverão corresponder a aproximadamente a 150% da maior
pressão de bombeamento. Os instrumentos devem ser providos de registro.
 Quando tratar-se de líquidos quimicamente agressivos, tanto instrumentos como
registros terão de ser de material adequado.
 Quando os líquidos tiverem suspensões ou partículas sólidas, deve-se usar
separadores ou instrumentos de membranas.
 Para uma maior vida útil dos instrumentos, os registros auxiliares devem ficar
normalmente fechados, e permanecerem abertos somente quando se
processarem as leituras.

Operação da Bomba
Partida da Bomba
Antes de colocar a bomba em operação certificar-se do sentido de rotação correto do
motor, o alinhamento do acoplamento, a conexão dos tubos de pressão, sucção e
auxiliares sem tensão mecânica e a limpeza do crivo da tubulação de sucção.
Antes de partir o motor, será necessário a observação dos seguintes requisitos:
 Verificação do nível de óleo no mancal.
 Em casos onde for previsto resfriamento, abrir o registro de alimentação
correspondente e controlar o livre fluxo de água, na descarga.
 A tubulação de pressão e sucção e a bomba devem estar cheios do líquido a ser
bombeado.

5
 O registro do lado de sucção deve estar totalmente aberto e, do lado pressão,
fechado.
 Verificar a vedação do engaxetamento, cujo aperta-gaxeta não deve estar
exageradamente apertado. No caso de selo mecânico, este não deve apresentar
vazamentos.
 Abrir as válvulas das linhas de alimentação separada, aos engaxetamentos ou
selos mecânicos, quando as mesmas existirem.
 Após serem verificados os pontos acima, dar uma partida curta no motor e
controlar a desaceleração gradativa e suave do conjunto.
 Em seguida, dar partida no motor e abrir o registro de sucção, até alcançar o
volume e a pressão determinados. O manômetro indicará sempre a elevação em
termos de pressão, composta da coluna de água especificada para a bomba,
multiplicada pelo peso específico do líquido bombeado. A bomba não deverá
operar por muito tempo contra registro fechado, para não danificar as gaxetas ou
o selo mecânico.
 Proceder a regulagem conveniente dos órgãos reguladores de vazão ou pressão
nas linhas auxiliares de circulação dos engaxetamentos ou selos mecânicos,
quando as mesmas existirem.

Parada da Bomba
 Fechar o registro da tubulação de pressão (quando não forem instalações de
partida e parada automáticas).
 Desligar o motor e observar a gradativa e suave desaceleração do conjunto.
 Fechar o registro da tubulação de sucção (quando não se tratar de operação
automática).
 Fechar as válvulas alimentadoras das linhas auxiliares de selagem ou lavagem do
engaxetamento ou do selo mecânico (desde que não haja eventual contra-
indicação por parte do fabricante do selo).
 A válvula alimentadora da câmara de resfriamento deverá ser fechada somente
quando se deu o resfriamento total da bomba.
 Nas regiões muito frias onde houver risco de congelamento, a bomba e sua
câmara de resfriamento deverão ser completamente drenadas.

Cuidados durante a Operação


 A bomba deve trabalhar sempre sem vibrações e com suavidade.
 O nível do líquido no reservatório de sucção nunca deverá ser inferior aos
requisitos de NPSH da bomba, adicionado à pressão de vapor do líquido
bombeado, e às perdas de carga até o flange de sucção da bomba.
 O motor não deverá ser sobrecarregado.
 A bomba nunca poderá trabalhar a seco, ou por muito tempo com o registro
fechado.
 É recomendado um controle constante do nível de óleo e da temperatura de
trabalho dos mancais.

6
 O Aperta Gaxeta nunca deverá estar muito apertado, para permitir um pequeno
gotejamento durante a operação, em bombas onde foi previsto engaxetamento.

Vedação através de Gaxetas


 A qualidade e o tipo da gaxeta usada e o cuidado durante a sua montagem são
fatores determinantes para uma correta vedação.
 O material da gaxeta deverá ser adequado ao líquido bombeado. Recomenda-se
o uso de gaxetas prensadas em anéis, para garantir a exatidão das medidas e
acabamento do conjunto vedante.
 As gaxetas são normalmente fornecidas como tiras contínuas, que deverão ser
cortadas em anéis com as extremidades oblíquas no tamanho adequado ao
diâmetro da Bucha Protetora.
 Para o corte dos anéis de gaxeta, aconselhamos
utilizar um dispositivo simples conforme mostra a
figura ao lado. Após ter cortado o primeiro anel,
certifique-se que o seu tamanho está correto,
para a perfeita ajustagem no alojamento das
gaxetas.
 O alojamento das gaxetas deverá passar por
uma cuidadosa limpeza, antes da colocação de
novos anéis.
 É importante verificar a lisura da superfície da Bucha Protetora, que sempre
deverá ser trocada quando apresentar mínimos desgastes, para que se garanta a
vedação e se evite uma curta vida útil para as gaxetas.
 Ao se substituir as gaxetas de uma bomba, o anel cadeado deverá se localizar
exatamente junto ao canal alimentador do líquido de selagem.
 É importante fazer com que as emendas dos anéis não se encontrem. Para isso,
desloque a emenda do segundo anel, cerca de 120 graus em relação a posição
do primeiro anel e assim proceder consecutivamente, até o último anel de gaxeta.
 O Aperta Gaxeta deve ser apertado inicialmente de leve, e só após uma operação
mais demorada, apertada em definitivo até atingir um gotejamento intermitente.

Vedação através de Selo Mecânico


 Apesar das vantagens de um Selo Mecânico sobre um engaxetamento, o mesmo
está sujeito a desgastes, que dependem de fatores como qualidades lubrificantes
do líquido bombeado e impurezas contidas. Sendo assim, não é possível
estipular-se um espaço de tempo recomendado para manutenção e cada caso
deverá acumular experiência própria.
 É recomendada uma inspeção rigorosa do selo, após cada 4.000 horas de
operação, repetindo essa inspeção com maior ou menor espaço de tempo,
conforme o desgaste verificado. Peças com desgaste limite deverão ser trocadas
antes de causarem vazamentos.

7
 As peças deslizantes terão que ser sempre trocadas em pares. No início da
operação e até que as superfícies deslizantes se acomodem, é normal que
ocorram pequenos vazamentos.
 Caso deva uma bomba com engaxetamento, ser modificada para selo mecânico,
uma série de marcas de selo poderão ser instaladas sem adaptações especiais
no corpo da bomba. Apenas a Bucha Protetora deverá ser trocada, e o Aperta
Gaxeta deverá ser substituído por uma Sobreposta para o selo.

Lubrificação
 Se a bomba for colocada em operação depois de um longo período estacionário
ou de estocagem, será necessário lavar os mancais e o suporte com gasolina ou
benzol, antes da primeira operação.
 O controle do nível do óleo e da temperatura no Mancal é extremamente
importante durante a operação. A temperatura pode elevar-se até a 50ºC acima
da temperatura ambiente, não devendo ultrapassar 80ºC totais. O nível do óleo
deverá ficar entre as marcas existentes no indicador de nível de óleo.
 A primeira troca de óleo deverá ser feita após as primeiras 200 horas de
operação. Depois, uma troca anual será suficiente.

Tabela de óleos recomendados:

Fabricante Até 3000 rpm Acima de 3000 rpm


CASTROL HYSPIN - 68 HYSPIN - 46
ATLANTIC EUREKA - 68 EUREKA - 46
ESSO ÓLEO PARA TURBINA - 68 ÓLEO PARA TURBINA - 46
MOBIL OIL DTE - 26 DTE - 24
IPIRANGA IPTUR AW - 68 IPTUR AW - 46
PETROBRÁS MARBRAX TR - 68 MARBRAX TR - 46
SHELL TELLUS - 68 TELLUS - 46
TEXACO REGAL R & O - 68 REGAL R & O - 46

Problemas durante a operação e as prováveis causas


Se o volume de bombeamento diminuir, as causas prováveis poderão ser as
seguintes:
 Redução da velocidade do motor.
 Elevação da contra-pressão do sistema:
Uma readaptação poderá ser feita mediante elevação da velocidade do motor, ou
substituição do rotor da bomba, com diâmetro maior
 A bomba trabalha em regime de cavitação:
A pressão de sucção é insuficiente.
Isto pode ser motivado por perdas muito grandes na tubulação de sucção (por
exemplo, um crivo entupido) ou ainda se a contra-pressão do sistema diminuir. Neste

8
caso, a bomba bombeia um volume maior do que previsto, para o qual a pressão na
sucção não é mais suficiente.
Uma limpeza no crivo, respectivamente um aumento de pressão no sistema, por
estrangulamento do registro de sucção, eliminam estes problemas.
 Desgaste pronunciado nos anéis de vedação:
Peças desgastadas devem ser trocadas e partes principais recuperadas.
 Entrada de ar através do engaxetamento, nas operações com sucção negativa ou
de reservatório sob vácuo:
Providenciar líquido de vedação sobre o anel cadeado do engaxetamento.

Quando se perceber vazamentos em selos mecânicos, os motivos poderão ser os


seguintes:
 Se não for notado aquecimento na sobreposta ou no corpo da caixa do selo, o
defeito poderá ser localizado nas vedações secundárias do anel rotativo sobre o
eixo ou do anel fixo na sobreposta. Estas vedações devem ser substituídas.
 Se for notado um aquecimento na caixa ou na sobreposta do selo, as faces de
contato do anel rotativo e do anel fixo estão defeituosas e deverão ser trocadas. É
importante que estas peças sejam sempre trocadas em pares. Na troca deve ser
observado se o desgaste deu-se devido a suspensões e partículas no líquido ou
por entupimento das linhas de recirculação, que preveem o resfriamento.

Lista de Peças

9
Código Qtde. Descrição
AC 01 Anel Cadeado
ANCE 01 Anel Centrifugador
AG 01 Aperta Gaxeta
BF 01 Bucha de Fundo
BP 01 Bucha Protetora
CA 01 Carcaça
CV 01 Cavalete
[Link] 01 Chaveta do Acoplamento
[Link] 01 Chaveta do Rotor
EX 01 Eixo
GAXE 04 Gaxeta
[Link] 01 Junta da Carcaça
[Link] 01 Junta da Porca do Eixo
[Link] 02 Junta da Tampa do Cavalete
LA 01 Lanterna
PÉ 01 Pé de Apoio
PD 01 Anel de Desgaste
PEX 01 Porca do Eixo
PRO 01 Porca do Rolamento
RETE 02 Retentor
[Link] 01 Rolamento de Esferas
[Link] 01 Rolamento de Rolos
RO 01 Rotor
TP 01 Tampa de Pressão
TC 02 Tampa do Cavalete
NÍVEL 01 Vareta do Nível de Óleo

Manutenção da Bomba
 Não será necessário afastar o corpo da bomba de sua tubulação de sucção e
pressão.
 Os componentes da bomba deverão ser tratados com o máximo cuidado durante
as desmontagens e remontagens.
 Trancos e batidas devem ser evitados.
 Qualquer peça presa sobre o eixo, poderá ser facilmente removida após
conveniente aquecimento.

10
Desmontagem da Bomba
1. Retirar o Acoplamento e a peça espaçadora, quando esta existir.
2. Drenar a Carcaça da bomba através do orifício localizado na parte inferior da
mesma.
3. Desligar as tubulações auxiliares dos líquidos de vedação, de resfriamento ou de
lavagem.
4. Remover as porcas que fixam a Lanterna na Carcaça.
5. Remover o Pé de Apoio do Cavalete.
6. Retirar a Lanterna juntamente com Conjunto Cavalete e Rotor.
7. Drenar o óleo do Cavalete.
8. Desrosquear a Porca do Rotor, retirar o Rotor e extrair a chaveta.
9. Desmontar a vedação do eixo:
A- Quando a bomba for equipada com Gaxetas, remover o Aperta Gaxeta, os
Anéis de Gaxeta e o Anel Cadeado.
B- Quando a bomba for equipada com Selo Mecânico, observar as instruções do
fabricante do Selo.
10. Retirar a Tampa de Pressão
11. Soltar as porcas que fixam a Lanterna no Cavalete, e retirá-la.
12. Retirar a Bucha Protetora e o Anel Centrifugador do Eixo.
13. Remover a metade do Acoplamento que está no Eixo, se isto já não tiver sido
feito.
14. Soltar e retirar as duas Tampas do Cavalete.
15. Remover cuidadosamente o Eixo com os Rolamentos.
16. Se os Rolamentos tiverem que ser trocados, deverão ser aquecidos com bico ou
lâmpada de solda (cuidando para que o eixo se mantenha frio).
Notas:
 As guarnições devem ser inspecionadas e trocadas, quando necessário.
 Rolamentos, Eixo, Cavalete e os componentes do engaxetamento devem
ser limpos com benzina ou benzol.

Remontagem da Bomba
A remontagem deve ser feita na ordem inversa, com todo cuidado, em posse da
figura da Bomba em corte, com a finalidade de garantir uma remontagem sem
problemas e um funcionamento suave.
Os seguintes itens devem ser especialmente observados:
 Na colocação de novos Rolamentos, é importante que estes sejam os mesmos
recomendados pelo projeto. Ao se fazer a substituição, os Rolamentos novos
devem ser aquecidos em banho de óleo, até aproximadamente 80ºC e colocados
sobre o Eixo previamente limpo, deslizando-os até os ressaltos de encosto.
 Cuidar para que as vedações das tampas do Cavalete não sejam danificadas, ao
se introduzir o conjunto Eixo/Rolamento no Cavalete.
 Em bombas que tiverem Selo Mecânico, é importante cuidar para que o anel fixo
do selo não seja danificado na montagem.

11
 Em bombas com gaxetas, a Bucha Protetora deve estar livre de riscos, sulcos e
restos da gaxeta anterior.
 Ao introduzir as chavetas e as vedações do rotor, certificar-se de que as
superfícies a serem vedadas estejam limpas.
 Dar aperto firme na Porca do Rotor .

Peças Sobressalentes Recomendadas

A IMBIL recomenda a quantidade de peças sobressalentes de acordo com o número


de Bombas conforme tabela abaixo:

Quantidade de Bombas
Denominação 2 3 4 6 8 10
Quantidade de sobressalentes

Carcaça - - - - 1 2
Tampa de Pressão - - - - 1 2
Pé de Apoio - - - - 1 2

Eixo 1 1 2 2 2 2
Porca do Rotor 1 1 2 2 2 2
Rotor 1 1 2 2 3 4

Jogo de Rolamentos 1 1 2 3 3 4
Cavalete - - - - 1 2
Tampas do Cavalete - - - - 1 2

Lanterna - - - - 1 2
Aperta Gaxeta - - - - 1 2
Anel Cadeado 1 1 2 2 2 2

Anéis de gaxeta 8 8 10 12 16 20
Anel de Desgaste 1 2 2 2 3 3
Anel Centrifugador - - - - 1 2
Bucha Protetora 1 2 2 3 3 4

12
DESCARTE SELETIVO

 O Material da embalagem deste produto é reciclável,


EMBALAGEM procure selecionar plástico, papel, papelão e descarte de
acordo com as normas locais , ou entregue a um serviço
de tratamento de resíduos.

 Durante a desmontagem das bombas/motobomba separe


BOMBA os materiais como metal, plásticos, lixo eletrônico, graxas e
lubrificantes e faça o descarte de acordo com as normas
locais ou entregue a um serviço de tratamento de resíduos.

 Recolha e descarte o liquido de lavagem e eventualmente


o líquido residual que apresentam risco a saúde.
FLUIDO
 Se necessário, use vestuários e mascara de proteção.

 Cumpra a legislação referente ao descarte de fluidos


perigosos para a saúde.

13
Soluções em Bombeamento
Soluções em Bombeamento
PESQUISA DE SATISFAÇÃO DE CLIENTES
Prezado Cliente,
A maior preocupação do Grupo IMBIL é lhe oferecer o melhor Atendimento, Produto, Serviço e Assistência Técnica, e para nós, é muito importante conhecer a sua
opinião sobre a Qualidade IMBIL, pois através dela o Grupo IMBIL poderá melhorar continuamente. Contribua preenchendo o Formulário de Pesquisa de Satisfação
de Clientes.

O GRUPO IMBIL agradece a sua participação.

Empresa:

Endereço:

Cidade: UF: CEP:

Nome: Data: / /

Departamento: Cargo:

Telefone: ( ) - E-mail:

Região: Norte Africa Segmento: Usinas de Açucar e Álcool Ar Condidionado

América Central Destilarias Industrias Química / Petroquímica/ Naval


Nordeste
América do Norte
MUNDIAL

Mineração / Siderúrgica Alimentícia / Têxtil


BRASIL

Sul
América do Sul Saneamento básico Geração de vapor / Cogeração
Sudeste
Asia
Papel e celulose Combate a Incêndio
Centro-Oeste
Europa
Irrigação Outros
Oceania
Válvula

Produto adquirido: (Favor indicar a descrição e/ou nº série do produto)

Aquisição via: IMBIL Distribuidor Autorizado Representante:

1. ATENDIMENTO Totalmente satisfeito Muito satisfeito Satisfeito Pouco satisfeito Nada satisfeito

* Facilidade para contato, agilidade e eficiência no fornecimento de


informações solicitadas.

2. COMERCIAL Totalmente satisfeito Muito satisfeito Satisfeito Pouco satisfeito Nada satisfeito

* Atendimento de suas expectativas com relação às condições comerciais.

3. PRAZO DE ENTREGA Totalmente satisfeito Muito satisfeito Satisfeito Pouco satisfeito Nada satisfeito

* Atendimento de suas necessidades com relação ao prazo.

4. INFORMAÇÕES TÉCNICAS Totalmente satisfeito Muito satisfeito Satisfeito Pouco satisfeito Nada satisfeito

* Atendimento de suas necessidades com relação às informações técnicas


fornecidas com o produto.

5. QUALIDADE NA ENTREGA Totalmente satisfeito Muito satisfeito Satisfeito Pouco satisfeito Nada satisfeito

* Atendimento de suas expectativas com relação às condições de entrega do


produto (aspectos visuais, embalagem)

6. QUALIDADE NA OPERAÇÃO Totalmente satisfeito Muito satisfeito Satisfeito Pouco satisfeito Nada satisfeito

* Atendimento do produto com relação às condições de operação acordada.

7. POS-VENDA Totalmente satisfeito Muito satisfeito Satisfeito Pouco satisfeito Nada satisfeito

* Eficiência nos serviços prestados.

Você teria alguma sugestão para aumentar a sua satisfação em relação aos Produtos / Serviços do Grupo IMBIL?

Telefones para Contatos


PABX: (19) 3843-9833 - FAX Vendas (19) 3863-0714
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Atendimento ao Consumidor: DDG 0800 - 148500

Rev. 24 Fevereiro /17


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REV. 10/2017

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Rua Jacob Audi, 690 - Vila Izaura - CEP 13971-045 - Itapira-SP
PABX: *(019) 3843.9833 - FAX: Depto. Vendas (019) 3863.0714
Atendimento ao Consumidor DDG 0800.148500
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