Regimento Interno do Loteamento Brisas do Vale
Regimento Interno do Loteamento Brisas do Vale
REV. 02
Sumário
1. 41.1. INFORMAÇÕES PRELIMINARES
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1.2. DESCRIÇÃO DO LOTEAMENTO 5
1.3. DO PROJETO 5
1.4. MARCOS DEMARCATÓRIOS 5
1.5. TERRAPLENAGEM 6
1.6. SERVIÇOS DE INFRAESTRUTURA GERAL 6
1.6.1. Pavimentação 6
1.6.2. Drenagem de Águas Pluviais 7
1.6.3. Sistema de Abastecimento de Água 7
1.6.4. Sistema de Coleta e Tratamento de Esgotos Sanitários 7
1.6.5. Fornecimento de Energia Elétrica e Iluminação Pública 7
1.6.6. Entrada de Telefone, TV a cabo e Internet 8
1.6.7. Paisagismo e arborização 8
1.6.8. Fechamentos Laterais 8
1.7. EQUIPAMENTOS INTERNOS AO LOTEAMENTO FECHADO 8
1.7.1. Portaria 8
1.7.2. Salão de Festas 9
1.7.3. Churrasqueira 9
1.7.4. Sanitários Externos 9
1.7.5. Playground 10
1.7.6. Quadras de Beach Tennis 10
1.7.7. Jardins de Contemplação 10
1.7.8. Pet Place 10
1.7.9. Gazebo 10
1.8. COMUNICAÇÃO 10
1.9. SEGURANÇA 11
1.10. SERVIÇOS PÚBLICOS 11
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VEGETAÇÃO EXISTENTE 17
2.9. RESTRIÇÕES A OCUPAÇÃO DO LOTE - RESTRIÇÕES DE CONSTRUÇÃO 19
2.10. DOS MUROS E AFASTAMENTOS DE DIVISAS 19
2.11. PROCESSO PARA DESENVOLVIMENTO E APROVAÇÃO DO PROJETO ARQUITETÔNICO 21
2.12. RESUMO ETAPAS DE APROVAÇÃO DO PROJETO PARA CONSTRUÇÃO 28
2.13. CONSIDERAÇÕES DIVERSAS SOBRE AS OBRAS 28
2.14. IMPLANTAÇÃO DO CANTEIRO DE OBRAS 29
2.15. ÁGUAS PLUVIAIS 32
2.16. ESPECIFICAÇÕES PARA IMPLANTAÇÃO DOS RAMAIS DOMICILIARES 32
2.16.1. Ramal de Eletricidade 32
2.16.2. Ramal de Telecomunicação 34
2.16.3. Ramal Hidráulico 34
2.17. OBRIGAÇÕES DO ASSOCIADO DURANTE AS OBRAS 35
2.18. PRAZOS PARA REGULARIZAÇÃO DAS PENDÊNCIAS 36
2.19. EXIGÊNCIAS AO ASSOCIADO PARA OCUPAÇ ÃO DA RESIDÊNCIA 36
2.20. PENALIDADES 37
2.21. DISPOSIÇÕES FINAIS 38
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1. MEMORIAL DESCRITIVO DO EMPREENDIMENTO
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o Acessos principais: O acesso principal se dá pela Avenida do Cerrado, a 1,5km do
Este memorial descritivo tem por finalidade determinar as áreas de uso comum, de
lazer e serviço do loteamento, suas características principais e seus acabamentos.
A área onde se implantará o loteamento BRISAS DO VALE apresenta limites com áreas
verdes, avenida e lotes confrontantes do bairro Reserva do Vale. O acesso à área do
loteamento é feito a partir da Avenida Cerrado.
A área apresenta em sua extensão diferentes percentuais de aclividade e declividade,
bem como solo arenoso com silte pedregulhoso e argiloso.
1.3. DO PROJETO
Os lotes foram demarcados para execução pelo PROPRIETÁRIO GRAN PACAEMBU LTDA., com
marcos nas dimensões de 5cm x 5cm x 30cm, ficando enterrado 20 cm. 6 IMPORTANTE: O
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associado, ao adquirir o lote deverá conferir, via profissional indicado pela ASSOCIAÇÃO
GESTORA DO EMPREENDIMENTO, a posição dos marcos, tendo em vista que os mesmos estão
expostos a várias situações (rodas de veículos, escavações próximas, etc.), as quais,
eventualmente, poderão provocar seu deslocamento físico, ocorrências estas impossíveis de
serem fiscalizadas. Daí a necessidade de conferência quando da utilização definitiva.
1.5. TERRAPLENAGEM
1.6.1. Pavimentação
As ruas do Loteamento BRISAS DO VALE foram executadas, segundo as Normas
Técnicas Brasileiras, empregando-se pavimento asfáltico à quente - CBUQ (variação de 3cm a
5cm de espessura, dependendo do local), de acordo com dimensionamento dos projetos e
boa técnica de execução, em função do tráfego previsto.
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1.6.2. Drenagem de Águas Pluviais
Realizou-se a construção de valas ao longo das vias pavimentadas para onde escoam
as águas da chuva drenadas pelas sarjetas com destino às galerias pluviais feitas de TUBOS
PEAD da Marca Tigre, que transportam e drenam as águas até os córregos que circunda m o
empreendimento, tudo conforme previstos nos projetos contratados. Obras de escadas
hidráulicas, colchões drenantes e gabiões foram executadas para reduzir a velocidade e fazer
a ordenação das águas que chegam até os córregos.
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serão LED (light-emitting diode em inglês ou diodo emissor de luz em tradução livre).
1.7.1. Portaria
Localizada de acordo com o projeto de arquitetura, será executada em alvenaria,
pintura interna em PVA, piso em cerâmica comercial, esquadrias em alumínio e vidro.
a) O Acesso de veículos pela portaria foi executado em pavimentação asfáltica e terá
portões automatizados feitos em metalon, sendo um portão de entrada exclusivo
para os moradores, outro para visitantes e outro de saída comum a ambos, tudo
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conforme projeto de arquitetura. Já o portão de pedestre será entregue com
fechadura eletrônica, comandadas pela portaria.
1.7.3. Churrasqueira
Localizada de acordo com o projeto arquitetônico, a churrasqueira será executada no
estilo quiosque, com:
▪ Estrutura em madeira;
▪ Estrutura de telhado em madeira e telha cerâmica;
▪ Internamente, as paredes receberão pintura PVA;
▪ Soleiras em granito;
▪ Revestimento de piso em cerâmica anti derrapante 40x40cm;
▪ Bancada em granito com cuba INOX de embutir.
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▪ Serão usadas esquadrias de alumínio nas janelas e esquadrias de madeira nas
portas;
▪ Peitoril de janelas e soleiras em granito;
▪ Revestimento de piso em cerâmica 40x40cm;
▪ Vidros liso incolor de 4mm;
1.7.5. Playground
Localizado de acordo com o projeto urbanístico, o Playground será estruturado
conforme projeto de arquitetura específico.
1.7.9. Gazebo
O gazebo será executado em madeira, com pergolado em madeira, piso cimentado,
tudo conforme projeto arquitetônico.
1.8. COMUNICAÇÃO
Todas as casas deverão ser dotadas de comunicação direta com a portaria por
intermédio de sistema de interfone compatível com o utilizado pela Portaria e Administração
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da Associação dos Moradores Brisas do Vale e que deverá ser implantado conforme
cronograma de obras do próprio proprietário do imóvel e seguindo as orientações e políticas
específica da própria associação de moradores.
1.9. SEGURANÇA
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2. REGULAMENTO DE OBRAS - ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES
2.1. IDENTIFICAÇÃO
2.2. DO OBJETO
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§ 3º - É responsabilidade do Associado informar aos projetistas, empreiteiros e a
todos os demais envolvidos na execução das obras sobre as disposições contidas neste
regulamento.
§ 4º - O Associado responde pelas infrações às presentes disposições, ainda que
cometidas por seus contratados, sujeitando-se ao cumprimento das penalidades previstas
neste regulamento.
Artigo 2º - Somente será permitida a construção de uma unidade familiar por lote,
observadas as restrições destas Diretrizes e as normas aplicadas pela Municipalidade e sem
prejuízo do caráter exclusivamente residencial dessas edificações. (Multa C)
Artigo 3º - Não é permitida a construção e tampouco a transformação da edificação
residencial em multifamiliar, edificações para fins comerciais, industriais e de escritórios, de
forma a nunca se exercerem nelas atividades como as de comércio, indústria, todo e qualquer
estabelecimento de ensino ou que se preste a ministração de aulas complementares de
reforço, hospital, clínica, consultório, ateliê para prestação de serviços, lan houses, templos,
cinema, teatro, hotel, motel, pensão, clubes e associações recreativas, etc. (Multa C)
Artigo 4º - É permitida a criação de animais domésticos, desde que não interfiram nas
relações de vizinhança, e que permaneçam restritos aos limites do lote do Associado. (Multa
C)
Artigo 5º - Não serão permitidas a construção de dependências destinadas à criação
de animais tais como galinheiro e afins.
Artigo 6º - Os Lotes serão demarcados pelo Associado por ocasião do início das obras.
Os marcos deverão ter dimensões de 5cm x 5cm x 30cm, ficando enterrado 20cm. Estes
serviços só poderão ser executados por profissional indicado pela Comissão de Análise Prévia
e Aprovação de Projetos (COAP).
Parágrafo único: O Associado, ao adquirir o lote, o receberá demarcado. No entanto,
por ocasião do início de suas obras, este deverá contratar os serviços de um profissional
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indicado ou credenciado pela COAP para a devida conferência. Isso se faz necessário para
evitar erros, pois os mesmos estão expostos a várias situações (rodas de veículos, obras,
escavações próximas, etc.) que, eventualmente, podem provocar seu deslocamento físico. O
Associado deverá sempre de forma antecipada avaliar suas confrontações e limites de terreno
validados através projeto de arquitetura que deverá ter sido submetido a COAP e assim
aprovado, se responsabilizando por qualquer ocupação ilegal e inadequada, sobre pena de
multa (Multa C) e demolição de construções fora do liberado.
Artigo 8º - Além das obrigações previstas por lei e pelas normas deste Regimento, são
deveres dos Associados e demais frequentadores:
a) Preservar o respeito às pessoas, zelando pela propriedade e não a utilizar ou
permitir o uso para fins diversos daqueles que se destinam;
b) Manter a ordem e a boa reputação do Loteamento Fechado BRISAS DO VALE e
não permitir atos ou atividades que possam comprometer o nível do
empreendimento;
c) Quitar suas contribuições destinadas ao custeio das despesas, ordinárias e
extraordinárias, dentro do prazo estabelecido;
d) Contratar serviços de reparo, por sua conta, mas mediante a indicação e
supervisão da COAP, para danos causados, seja por moradores, seus locatários ou
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visitantes de sua unidade ao empreendimento;
e) Construir de acordo com as normas deste Regimento, seguindo projeto aprovado
previamente pela COAP, criada pela ASSOCIAÇÃO RESERVA DO VALE para fins de
aprovação dos projetos arquitetônicos e fiscalização e liberação das obras para
habitação pelo Associado;
f) Aprovar junto à COAP obras de reforma que vierem a objetivar ou causar
ampliação da área construída de edificação;
g) Consentir desde já a inspeção pela COAP das obras e reformas sempre que esta
2.6. DA SEGURANÇA
Artigo 9º - O Loteamento Fechado BRISAS DO VALE conta com portaria para vigilância
com funcionamento durante 24 horas por dia, sendo responsável pela identificação e registro
de todas as pessoas que entrarem e saírem do Loteamento. Portanto, somente será permitida
a entrada de moradores, associados, trabalhadores de obras, empregados domésticos e
outros congêneres caso estejam cadastrados na Administração e estejam portando sua senha
eletrônica individual;
Artigo 10º - Afim de permitir a entrada de prestadores de serviços e funcionários, o
Associado deverá enviar o nome completo e RG e/ou CPF e número telefônico de contato de
cada pessoa com ao menos 24 horas de antecedência;
Parágrafo Único: Revistas nos veículos de prestadores de serviços e funcionários
podem ser solicitadas na entrada e saída do Empreendimento.
Artigo 11º - Funcionários de obra, fornecedores e prestadores de serviço, além de
caminhões de carga e outras entregas tais como areia, concreto e outros insumos, somente
terão acesso permitido ao Empreendimento de segunda-feira à sexta-feira, entre as 7:00 e
17:00 horas, e aos sábados das 8:00 as 13:00 horas. Obras também serão limitadas a estes
horários. Tais serviços não serão autorizados aos sábados após as 13:00 horas, nem aos
domingos e feriados;
Artigo 12º - A entrada para a entrega de materiais somente será permitida se as
cargas estiverem cobertas com lona e devidamente presas ao veículo, evitando
transbordamento;
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Artigo 13º - Caso o prestador de serviço seja reincidente em infrações, sua entrada
poderá́ ser proibida;
2.7. DO REMEMBRAMENTO
Artigo 14º - Poderão ser unidos ou recompostos dois ou mais lotes que sejam
contíguos, de modo a formar um novo lote. Todas as normas desse regimento continuarão a
ser aplicadas para os novos lotes resultantes do remembramento ou desmembramento;
Artigo 15º - Os novos lotes devem seguir as seguintes restrições:
a) Frente mínima de um lote para casos de lotes contíguos por divisa lateral: 20,00
(vinte)
b) A área mínima do lote não poderá́ ser inferior à 400,00 (quatrocentos) metros
quadrados;
c) Para os lotes contíguos por divisa lateral, haverá obrigatoriamente que se manter
a profundidade padrão da quadra em que estão situados, podendo a sua
recomposição ser feita unicamente por testada de frente do terreno;
d) Para lotes contíguos por divisa de fundos, só será permitida a sua união para
obtenção de um único lote, com duas frentes, sendo cada uma com mínimo de
10,00 (dez) metros. As duas frentes deverão obedecer ao recuo frontal mínimo
de 3,0 m (três) metros, bem como os demais recuos laterais, para quem optar
acesso por apenas uma frente a fachada posterior não deverá em hipótese
alguma ter fechamento com muro, aderir soluções alternativas de fechamento
como: alambrado, barreira natural com plantas, árvores ornamentais, jardim
vertical, e afins.
e) Nos novos lotes resultantes somente será permitido a construção de uma única
unidade residencial;
f) As edificações residenciais nos terrenos remembrados deverão ter área
construída mínima de 100,00m², nos padrões e tipos de construções aprovados
pela COAP.
Artigo 16º - Não será permitido, sob nenhuma hipótese, a abertura de vielas, ruas,
praças ou passagens de pedestres, quando do remembramento ou desmembramento dos
lotes.
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2.8. RESTRIÇÕES A OCUPAÇÃO DO LOTE - MOVIMENTO DE TERRA E INTERFERÊNCIA NA
VEGETAÇÃO EXISTENTE
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§ 6º - Os custos decorrentes dos serviços de remoção de terra indiscriminadamente
espalhada nas vias públicas, nos lotes ou área verdes, serão cobrados do Associado
proprietário do lote que deu causa, acrescidos de multa. (Multa C)
Artigo 19º - Após a execução dos serviços de terraplanagem, deverá ser executada
a contenção de terra.
Artigo 20º - Toda e qualquer retirada de vegetação natural do terreno não poderá ́
ser feita sem a anuência prévia da COAP e sem o devido licenciamento ambiental exigido pela
Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Agricultura. No caso da necessidade de retirada de
árvore para implantação de construções, é obrigatório o replantio pelo associado,
obedecendo a proporção mínima de duas para uma, sendo que as espécies e a localização de
plantio serão definidas em conjunto com a administração.
Artigo 21º - A topografia da faixa do passeio público deverá ser mantida no seu
padrão original. A pavimentação do acesso de veículos deve concordar em nível com a calçada
e em hipótese nenhuma deve criar obstáculos;
Artigo 22º - Não poderá ser feito no terreno qualquer aterro que ultrapasse 1,00m
(um metro) da altura do solo natural do terreno (Imperativo estabelecer como “nível 0” o
ponto médio do alinhamento frontal do terreno);
Artigo 23º - A movimentação de terra da obra é item avaliado pela COAP quando da
aprovação do projeto de arquitetura, devendo:
a) Nos 3,00 metros (três) iniciais do lote, a topografia original do terreno deverá ser
mantida, salvo nos casos em que, após análise da COAP, seja permitida a
movimentação para acesso de veículos, devido às condições específicas de
topografia;
b) Deverá ser feita movimentação de terra para regularizar o terreno, adequando-o
com os lotes vizinhos e com o recuo frontal, que deve ser mantido com a
topografia original;
c) Rampas de acesso ao subsolo ou acesso de pedestres à unidade residencial
devem respeitar a distância mínima da divisa de 1,00 metro a partir do
alinhamento frontal do lote. Caso o acesso de veículos seja feito no recuo, este
deverá estar adequado ao terreno natural. Sendo assim, para garagens laterais
com acessos laterais sobre afastamento, assegurando assim que o recuo não seja
descaracterizado;
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d) Para esta regularização, os taludes de acertos de movimentações de terra, de
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2.10. DOS MUROS E AFASTAMENTOS DE DIVISAS
salvo exceções em que o lote tenha menos de 20m (vinte metros) metros de
extensão e se enquadre no Artº 62-E, da lei complementar Nº 090.
§ 1º - No pavimento térreo, uma das laterais do lote poderá ser edificada, podendo
ser construído na divisa, respeitado o recuo frontal e dos fundos, desde que não possua
abertura lateral; (Multa C)
§ 2º - No caso do pavimento superior, somente será permitida a construção na divisa ou com
o afastamento, preferencialmente do lado esquerdo do lote, observador do lote para a rua.
§ 3º - A faixa de recuo frontal somente poderá ser usada como jardim, não sendo
permitido qualquer elemento arquitetônico, exceto equipamentos de interesse paisagístico
como espelhos d'água, fontes, estátuas, bancos de jardins, pérgolas bem como a instalação
de pisos intertravados de concreto nos locais onde for ocorrer o acesso a garagem. (Multa C).
§ 4º - Somente é permitida a construção de muros de divisa lateral com altura
máxima de 2,20m e até o limite de 50% (cinquenta por cento) do afastamento frontal, que é
de 3,00 (três) metros. Também é permitido a construção de muro ou gradil nos fundos com
altura máxima de 2,20m (dois metros e vinte) em relação ao meio fio. (Multa C).
§ 5º - Não é permitido a construção de muros ou fechamentos em qualquer material
tanto na frente do lote bem como nas laterais até o limite de 50% (cinquenta por cento) do
afastamento frontal.
§ 6º - Todo muro deverá ser revestido externamente mesmo quando não houver
edificação no lote vizinho. (Multa C)
§ 7º - Os muros podem ser construídos no eixo do limite do terreno, ou seja, estará
metade sobre um lote e metade sobre o terreno do vizinho, desde que em comum acordo
entre as partes e que, em nenhuma das laterais, a construção cole na divisa. No caso de se
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construir avançando sobre o recuo lateral, todos os muros deverão estar integralmente
dentro do lote, em todas as dimensões. (Multa C)
§ 8º - A calçada sugerida deverá ter padrão definido com as seguintes dimensões:
0,50m (cinquenta centímetros) referente a rampa de acesso com meio-fio incluso, 1,20m (um
metro e vinte centímetros) de largura de pista calçada(faixa livre), sendo completado por faixa
de grama de 0,80m (oitenta centímetros), conforme projeto previamente aprovado pela
COAP. (FIGURA 02):
Artigo 26º - Todos os recuos são medidos entre o alinhamento do limite do lote e o
limite externo da alvenaria;
Parágrafo Único - Poderá ser instalado portão na garagem, desde que esteja fora do
afastamento frontal e não seja superior a 05 (cinco) metros de largura. (Multa C)
Artigo 27º - É permitida a locação da piscina sobre o recuo lateral ou de fundo até no
máximo 0,50m (cinquenta centímetros) da divisa do lote, obedecendo às condições
estabelecidas sobre arrimos;
Artigo 28º - A projeção do telhado e/ou das sacadas e jardineiras poderão avançar
sobre os recuos até no máximo 1,00m (um metro);
Artigo 29º - O acesso de veículos na parte frontal do lote fica limitado a 3,50m (Três
metros e cinquenta centímetros) de largura máxima, o restante devendo ser mantido como
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jardim.
Artigo 30º - Os lotes de esquina deverão obedecer ao recuo somente na divisa
considerada frontal, que é aquela definida no memorial descritivo devidamente
registrado(certidão de matrícula), sendo que este recuo poderá somente ser utilizado como
jardim;
Artigo 31º - É permitida a execução de pérgolas dentro das medidas dos recuos
laterais e de fundo, desde que seja construída em madeira ou similar, com piso permeável,
altura máxima de 2,20m (dois metros e vinte centímetros).
Artigo 32º - O Associado que desejar construir sua unidade residencial deverá ter seu
projeto arquitetônico aprovado pela COAP que verificará a observância das diretrizes da
ASSOCIAÇÃO RESERVA DO VALE, este procedimento será feito totalmente online através do
sistema APROVA DIGITAL, pelo link, previamente cedido pela Comissão Interna de Aprovação
de Projetos - COAP.
Artigo 33º - Preliminarmente devem ser observadas as seguintes diretrizes:
a) O perfil natural do terreno tem que ser mantido na faixa de passeio público junto
às divisas laterais do lote.
b) Quando existirem taludes, eles deverão obedecer a proporção mínima de 1:1,5
(altura: largura).
c) No projeto, as medidas dos beirais representarão a cobertura acabada, incluindo
calhas e rufos.
d) Quaisquer alterações realizadas no passeio público deverão ser restauradas ao
seu estado original.
e) Apresentar sondagem com mínimo de 02 furos perfurados, feito por empresa
especializada e com a Responsabilidade Técnica registrada junto ao CREA -GO;
f) Constar quadro de esquadrias das janelas e portas, com suas devidas
especificações de dimensão, quantidade e tipo.
g) Constar quadro de áreas.
h) Constar terreno, pavimento térreo (edificação principal, edícula e total do
pavimento térreo), pavimento superior, pavimento subsolo, área total
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construída, piscina, ocupação e área permeável.
i) Memoriais de cálculo.
j) É permitida a construção de muros de divisa lateral até o limite de 50% do
afastamento frontal. Também é permitido a construção de muro nos fundos com
altura máxima de 2,20m (dois metros e vinte) em relação ao meio fio. (Multa C).
k) Não é permitida a construção de muros ou fechamentos em qualquer material
tanto na frente do lote bem como nas laterais até o limite de 50% do afastamento
frontal.
Artigo 34º - O processo para desenvolvimento do projeto arquitetônico consistirá em
3 etapas principais:
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e Venda ou Escritura Pública.
b) Desenhar a(s) rua(s) frontal(is) com seu(s) respectivo(s) nome(s), bem como o(s)
passeio(s) público(s), cotando-o(s) de conformidade com as dimensões
constantes da planta do loteamento.
c) Desenhar todos os lotes confrontantes com seus respectivos números.
d) Caso o terreno construído seja resultante da soma de dois lotes, inicialmente
deverá ser realizado o remembramento dos mesmos, junto à Prefeitura
Municipal, com a entrega desse documento à COAP.
e) Indicar o Norte Magnético.
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k) Desenhar, com suas respectivas cotas, os acessos de automóveis, de pedestres e
pisos externos, juntamente com a especificação do tipo de revestimento de cada
um, se permeável ou impermeável.
l) Desenhar taludes, jardins, muretas (altura), rampas (cotas e inclinações) e
elementos arquitetônicos com suas dimensões.
m) Indicar e especificar os muros de arrimo (quando existentes) cotando-os em
relação ao perfil natural do terreno (PNT).
n) Indicar e especificar alturas de muros ou qualquer outro fechamento especial.
Caso não haja qualquer fechamento, anotar: “Sem fechamento”.
o) Indicar e cotar a localização de medidores de água, energia, telefone, TV a cabo,
placa de endereço e caixa de correspondência localizados dentro do recuo
frontal, junto ao alinhamento do lote e casa de gás no recuo lateral (altura
máxima de 2,20m), conforme especificado mais adiante na (FIGURA 03).
p) Desenhar piscina e projeção da casa de máquinas, cotando seus afastamentos das
divisas do terreno. Dimensionar a casa de máquinas com profundidade máxima
de 1,50m, enterrada e com acesso por alçapão.
q) A piscina pode invadir os recuos laterais e de fundos, até́ no máximo 0,50m
(cinquenta centímetros) da divisa do lote, desde que não obstrua a servidão para
passagem de águas pluviais.
r) Havendo cascata, esta pode se localizar nos recuos laterais e de fundos, todavia
sem ultrapassar a altura dos muros.
s) Fica vedada a construção de duchas nos recuos.
t) Havendo espelho d’água frontal, o máximo que ele poderá avançar sobre o recuo
frontal será 1,50m.
u) Indicar a lateral escolhida para passagem de tubulações de águas pluviais e
esgoto, inclusive para atender ao vizinho de fundos, caso isto se faça necessário
pela declividade do terreno.
v) Indicar o Norte Magnético.
w) Indicar o nome do pavimento (subsolo, térreo ou pavimento superior) e sua
escala.
x) Cotar o perímetro externo da edificação em coincidência com as cotas indicadas
no Memorial de Cálculo de áreas.
25
y) Indicar função e área útil de todos os ambientes.
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c) Indicar função e área útil de cada ambiente.
d) Indicar a localização e volume da caixa d’água, discriminando “Espaço inabitável,
acesso único por alçapão”.
e) Indicar e cotar os muros e fechamentos de divisa.
f) Cotar altura da cobertura em relação à face superior da laje de cobertura.
g) Indicar e cotar a piscina em relação ao recuo e afastamentos.
h) Indicar via de passeio público e recuo frontal.
i) É obrigatório fazer um dos cortes no sentido longitudinal do lote, passando pelo
nível mais baixo, cortando inclusive a guia fronteira.
j) Passar corte na garagem mostrando sua altura quando esta estiver utilizando a
divisa, mostrando seu ponto mais alto em relação à construção.
k) Passar corte na edícula ou construções menores e cotar.
l) Cotar a edificação com sua altura total.
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c) Documento de Identificação com foto;
d) Quadro de Áreas;
e) Projeto Arquitetônico
f) RRT de Projeto Arquitetônico
g) Levantamento Planialtimétrico;
h) ART ou RRT de Levantamento Planialtimétrico;
i) Laudo de Sondagem, com mínimo de 02 furos perfurados, feito por empresa
especializada e com a Responsabilidade Técnica registrada junto aos devidos
conselhos;
j) Taxa de Análise - COAP. (Para a aprovação do projeto pela COAP, será cobrado
uma taxa de um salário mínimo);
k) No caso de mudança ou alteração de projeto será cobrada uma taxa de 50% do
salário mínimo, a ser paga no ato do pedido. Alterações que envolvam mais de
50% da área construída serão consideradas novo projeto, devendo pagar a taxa
completa;
l) Comprovação de quitação do lote ou pagamento mínimo de 3 parcelas, além da
comprovação de adimplência dos pagamentos se estiver em prazo superior ao
pagamento das parcela.
Artigo 35º - Concluídas as correções e complementos exigidos, para segunda análise
serão entregues três cópias do projeto arquitetônico, juntamente com o material original que
constem todas as observações preliminares com vistas a correções. Após aprovado pela COAP,
esta reterá uma via e entregará duas vias ao Associado, que encaminhará o projeto para
aprovação junto à Prefeitura Municipal de Valparaíso.
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2.12. RESUMO ETAPAS DE APROVAÇÃO DO PROJETO PARA CONSTRUÇÃO
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Artigo 42º - Antes do início da obra, o canteiro deverá ser isolado com tapume. Esse
serviço poderá ser feito após sondagem, levantamento planialtimétrico e terraplanagem.
Somente após a execução do tapume nos limites do terreno a construção do barracão de
obras poderá ser iniciada as obras da nova residência.
Artigo 43º O tapume que isola a obra deve ter altura mínima de 1,80m (um metro e
oitenta centímetros), em Madeirite ou Telha galvanizada sendo ambas pintadas na cor verde
escuro, e se manter em boas condições até o final da obra, onde devem ser inseridas placa de
Responsabilidade Técnica e dos prestadores de serviço.
§1° O portão da obra deve ser mantido permanentemente fechado;
§2° Ao alocar o portão de acesso na obra, além de não ocupar a área da calçada,
deverá ser respeitado o afastamento de 1,00m (um metro) do perímetro de qualquer caixa de
inspeção existente no passeio público fronteiriço ao lote, objetivando evitar o trâns ito de
veículos pesados sobre ela, o que pode vir a danificá-las.
§3° O tapume e o barracão da obra só poderão ultrapassar os limites dos lotes em
1,5 metros em relação à calçada, que deverá ter no mínimo 1,0 metros de largura.
§4° Todos os tapumes, barracões e portões da obra devem ser pintados de verde
escuro e conservados em bom estado durante todo o andamento da obra.
§5° Tapumes de obra só poderão ser retirados durante a fase de acabamento da
construção, quando a mesma já estiver com pintura externa executada, esquadrias colocadas
e sem materiais e restos de obra na área externa.
§6° Tapumes não podem ser mantidos após a finalização da construção.
Artigo 44º - Durante a obra, será permitida a construção de um barracão provisório
para depósito de materiais de construção ou a instalação de um container. Portas e janelas do
barracão devem estar voltadas para a área interna do lote. Esse barracão deverá ser demolido
se a obra não for iniciada dentro de um prazo de 60 (sessenta) dias a contar da data de
expedição do alvará de liberação. No caso de paralisação da obra, a COAP poderá tomar as
medidas para demolição do barracão, retirada do tapume ou quaisquer outras intervenções
que se fizerem necessárias para manter o sossego, segurança e bem estar dos moradores
(Infração B);
Artigo 45º - O barracão de obras, ou container, deverá ter banheiro para uso dos
funcionários da obra, cujo esgoto terá que ser ligado à rede coletora de esgoto, não sendo
admitida fossa em hipótese alguma.
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Artigo 46º - Caso alguma construção demande a utilização de outro terreno
desocupado como apoio, para depósito de materiais e equipamentos, isso só será permitido
mediante autorização por escrito do associado proprietário deste outro terreno, antes de sua
utilização. Quando a obra for finalizada, este lote de apoio deverá ser devolvido nas mesmas
condições iniciais, no terreno natural, livre de entulhos, masseiras, restos de materiais de
construção ou qualquer outro tipo de lixo. (Infração D).
Artigo 47º - Caso a construção não seja iniciada em até 60 (sessenta) dias, a contar
da data de expedição do alvará de liberação, o Associado deverá arcar com a retirada dos
materiais de obra e detritos, aterrar as escavações, reunir todos os materiais remanescentes
e trancá-los em um dos cômodos da obra. Neste caso, deverá ser instalado um tapume com
altura mínima de 1,80m (um metro e oitenta) em todo o perímetro do lote da construção
(Infração B);
Artigo 48º - Não é permitido o depósito e a colocação de materiais e entulhos de obra
fora dos limites do tapume ou fora das caçambas próprias sendo terminantemente proibido
seu depósito nas vias públicas (Infração D);
Artigo 49º - Todo o entulho deve ser colocado em caçambas próprias, sendo
permitido seu depósito no recuo frontal, mas nunca na calçada. A remoção e destinação de
entulhos são de responsabilidade do proprietário do terreno ou do responsável pela obra, não
podendo ser depositados em áreas internas do loteamento, mesmo que se trate de lotes
vagos do mesmo proprietário. Este entulho não poderá́ ser despejado nas cercanias do
RESERVA DO VALE – BAIRRO ‘PLANEJADO, devendo ser destinado para locais próprios
(Infração D).
Artigo 50º - Deve ser providenciado a limpeza, ao final de cada dia de trabalho, de
possíveis sujeiras da obra nos espaços públicos do loteamento durante todas as etapas,
incluindo a terraplanagem. Caso seja necessário a lavagem da pista, a administração p oderá
contratar um caminhão pipa para o serviço, ficando a cargo do Associado o seu pagamento. A
infraestrutura (pavimentação, caixas de inspeção e tampas, postes de iluminação, cancelas,
etc.) e o paisagismo não podem ser danificados, sendo que, caso ocorra eventuais danos, o
Associado será o responsável pelos custos da manutenção/recuperação, cujo serviço poderá
ser contratado pela Associação, cujo valor será acrescido de multa (Infração B).
Artigo 51º - O acesso ao lote deve ser feito unicamente pelo alinhamento frontal do
terreno, não sendo permitido o acesso por lotes vizinhos, áreas verdes, áreas públicas ou
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equipamentos (Infração D);
Artigo 52º - A obra não deve comprometer a perfeita conservação da faixa do passeio
e dos terrenos vizinhos, sendo que, caso ocorra danos ou estragos, o proprietário deve arcar
com a imediata correção (Infração B);
Artigo 53º - O Associado deverá manter a piscina, estando concluída ou não, limpa e
tratada, de acordo com o código sanitário. Caso contrário, o Associado será́ notificado por
escrito para que, no prazo de 05 (cinco) dias, seja providenciada a limpeza e tratamento da
mesma e na reincidência, e se concluída ou com vala aberta, deverá estar totalmente
sinalizada e isolada por tela ou fitas zebradas para evitar riscos de acidente (Infração D).
Artigo 54º - É expressamente proibido o acesso de caminhões com mais de dois eixos
(Infração B).
Artigo 55º - É expressamente proibido o acesso de veículos de tração animal (Infração
A).
Artigo 56º - Só será permitida a entrada de insumos e equipamentos para construção
em obras já aprovadas pela COAP. (Infração B).
Artigo 57º - É proibido o preparo de concreto, massas, armações de ferro e outras
atividades relacionadas à construção em ruas, calçadas, terrenos vizinhos usados sem
autorização do proprietário e devidamente vedado ou outros espaços comuns do
Empreendimento. (Infração C).
Artigo 58º - É expressamente proibida a queima de entulho e sobra de materiais.
(Infração D).
§ 1º- Escavações e recipientes deverão ser protegidos para evitar o acúmulo de água
e focos de contaminação de larvas de mosquitos. (Multa B)
§ 2º - É proibida a colocação de entulhos de obras em lixeiras públicas. (Multa B)
§ 3º - É expressamente proibido o trânsito de veículos e máquinas sobre as áreas
verdes e áreas comuns do Loteamento Fechado BRISAS DO VALE.
§ 4º - É expressamente proibido a permanência de veículos de qualquer natureza nas
áreas comuns do Loteamento após o horário permitido para execução das obras.
Artigo 59º - É proibida qualquer interferência na disposição dos equipamentos de
trânsito tais como cones, cavaletes e outros itens sem a expressa autorização da Associação.
(Infração B).
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2.15. ÁGUAS PLUVIAIS
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Artigo 64º - Deverá ser executada a ligação entre a mureta de medição e a caixa de
passagem do passeio público, conforme especificação abaixo: (Infração B).
a) Abrir valeta com profundidade mínima de 60 cm.
b) Instalar dois dutos corrugados de 50 mm, da marca Kanaflex ou similar,
interligando a mureta e a caixa de passagem no passeio público.
c) Após a instalação dos dutos, a parede da caixa de passagem deverá ser
recuperada dos danos causados com o serviço.
d) A tubulação acima deverá ser envolvida por concreto antes do reaterro da valeta.
e) Os cabos para alimentação da residência deverão ter um metro de folga dentro
da caixa de passagem e serem instalados nos dutos, tudo em conformidade com
o projeto elétrico da residência.
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f) Concluídos estes serviços, o proprietário deverá solicitar uma vistoria junto à
Administração;
g) Recebendo a aprovação da Associação, a ligação domiciliar deverá ser solicitada
junto a EQUATORIALL;
Parágrafo Único: A instalação elétrica, telefonia, campainha e similares serão
obrigatoriamente subterrâneas, desde o poste da rua até os pontos de entrada e até a
edificação principal. (Multa C)
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2.16.3. Ramal Hidráulico
Artigo 66º - Tanto a mureta de medição quanto a Caixa Padrão EQUATORIAL devem
ser executadas conforme padrão já determinado. Sendo assim, a parede de serviço (padrão
de energia e medidor de água) deverá ter uma altura de 2,20m (dois metros e vinte
centímetros), e largura de 1,50m ( um metro e cinquenta centímetros), pintado na cor cinza
médio, seguindo locação adequada ao croqui acima (Figura 03):
a) Instalar o kit cavalete, deixando um registro de emergência junto à mureta de
medição, posicionado entre o kit cavalete e a rede interna da residência;
b) Concluídos estes serviços, o Associado deverá solicitar uma vistoria junto à
Administração;
c) Recebendo a aprovação da COAP, a ligação domiciliar deverá ser solicitada.
Artigo 67º - A solicitação da abertura do ramal de água e esgoto deve ser solicitada à
COAP. A ligação do hidrômetro e do ramal de esgoto deverá ser executada pelo proprietário
do lote, assim como a montagem do quadro elétrico e a execução da mureta de energia
(Infração A).
Artigo 68º - O fornecimento de água para os procedimentos de início de obra é de
responsabilidade do Associado (Infração A).
Artigo 69º - A instalação sanitária do canteiro de obras deverá estar ligada ao ramal
de esgoto aberto para a obra, sendo que fossas são terminantemente proibidas. (Infração D).
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(Infração B).
Artigo 74º - Exigir das concreteiras a proteção das áreas públicas, colocando areia
abaixo da bomba de lançamento, no momento de fornecimento do concreto usinado.
(Infração B).
Artigo 75º - Recuperar todo e qualquer dano causado à via por conta de sua obra.
(Infração B).
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situação.
2.19. EXIGÊNCIAS AO ASSOCIADO PARA OCUPAÇÃO DA RESIDÊNCIA
Artigo 77º - Solicitar junto à Associação um laudo de vistoria técnica final da obra.
(Infração B).
Artigo 78º - Após a liberação da vistoria final pela COAP e a emissão da “Carta de
baixa e Habite-se” pela Prefeitura Municipal de Valparaiso, o Associado deverá comunicar à
Associação a mudança, com no mínimo 5 (cinco) dias úteis de antecedência. As muda nças
poderão ser feitas de segunda a sexta-feira, das 8:00 às 18:00 horas. (Infração B).
Artigo 79º - É obrigatório estar adimplente com a ASSOCIAÇÃO para solicitar a
mudança. (Infração B).
Artigo 80º - É obrigatório estar com as esquadrias da casa (portas e janelas)
devidamente instaladas e concluídas, inclusive com os vidros assentados. (Infração D).
Artigo 81º - É obrigatório estar com o acesso de veículos e de pedestres devidamente
concluídos. (Infração D).
Artigo 82º - É obrigatório estar com o recuo frontal completamente gramado.
(Infração B).
Artigo 83º - É obrigatório estar com todo o acabamento externo da residência
devidamente concluído de forma a não comprometer o aspecto estético do loteamento.
(Infração B).
Artigo 84º - É obrigatório ter retirado todo material, equipamento e entulho de obra
dos recuos da casa. (Infração C).
Artigo 85º - É obrigatório restaurar qualquer dano que tenha sido feito pela obra ao
espaço público. (Infração B).
Artigo 86º - É obrigatório ter desocupado o lote vizinho, se utilizado como apoio da
obra, e recuperado toda a sua característica original. (Infração A).
Artigo 87º - Após a vistoria da obra feita pela COAP, será entregue ao proprietário
uma notificação com pendências a serem resolvidas, se necessário, ou a Autorização Definitiva
para Mudança.
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2.20. PENALIDADES
Artigo 90º - O cumprimento das disposições previstas neste regulamento será exigido
pela ASSOCIAÇÃO BRISAS DO VALE ou por qualquer Associado.
Artigo 91º - As normas previstas neste regulamento retratam as necessidades de
regulamentação existentes por ocasião de sua elaboração, podendo, no entanto, serem
modificadas ou acrescidas a qualquer momento pela Assembleia Geral especialmente
convocada para este fim, desde que novos fatos ou necessidades as prejudiquem.
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Artigo 92º - Os casos omissos serão avaliados e decididos pelo Conselho Deliberativo.
Artigo 93º - A falta de expressa aceitação de todas as normas implica no impedimento
da aprovação do projeto e consequentemente do início da construção.
Este documento compõe as exigências técnicas, legais e operacionais do loteamento
fechado Brisas do Vale e será incorporado e validado pela Associação de Moradores do próprio
Loteamento conforme normas e legislação brasileira.
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