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FACULDADE CONCEITO EDUCACIONAL

CURSO DE BACHALERADO- CIÊNCIAS CONTABÉIS E ADMINISTRAÇÃO


DISCIPLINA: ECONOMIA E MERCADO
PROFESSOR: RAFAEL ARCANJO
ALUNA: EDILMA PEREIRA DA SILVA
ANA
DAYSE
MATHEUS

MERCADO DE CRÉDITO

ARCOVERDE – PE

2019
FACULDADE CONCEITO EDUCACIONAL

EDILMA PEREIRA DA SILVA


ANNA
DAYSE
MATHEUS

MERCADO DE CRÉDITO

Trabalho apresentado ao professor


Rafael Arcanjo para obtenção da nota
no curso de Bacharelado - Ciências Contábeise administração

ARCOVERDE
2019
SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO------------------------------------------------------------------------------------ 01

2 DESENVOLVIMENTO-------------------------------------------------------------------------- 03

2.1 ANÁLISE DE CRÉDITO E SUA HISTÓRIA AO LONGO DOS TEMPOS------- 05


2.2 CONCEITUAÇÃO DE ANÁLISE DE CRÉDITO----------------------------------------- 06
2.3 ANÁLISE DE CONCESSÃO DE CRÉDITO---------------------------------------------- 07
2.4 TÉCNICAS DE ANÁLISE DE CRÉDITO-------------------------------------------------- 08
2.5 PRINCIPAIS LINHAS DE CRÉDITO A PESSOAS FÍSICAS------------------------ 10
2.6 LINHAS DE CRÉDITOS ROTATIVAS----------------------------------------------------- 10
2.7 LINHAS DE CRÉDITOS PONTUAIS------------------------------------------------------- 11
2.8 RISCOS E GARANTIAS----------------------------------------------------------------------- 13
2.9 GARANTIAS-------------------------------------------------------------------------------------- 14
2.10 CENÁRIO HISTÓRICO DO MERCADO DE CRÉDITO NO BRASIL------------ 17

3 CONCLUSÃO--------------------------------------------------------------------------------------- 20

4 REFERÊNCIAS------------------------------------------------------------------------------------- 21
1

1 INTRODUÇÃO

Objetivo desse trabalho é explicar o mercado de crédito e como ele atua den-
tro do sistema financeiro, da qual disponibiliza a concessão e a tomada de crédito
para os indivíduos, incluindo operações financeira de curto, médio e longo prazo. O
mercado financeiro tem uma importância fundamental para o crescimento econô-
mico de um país, levando em consideração que a globalização possibilitou às em-
presas diversas vantagens, como, a agilidade ao comércio mundial de compra e
venda de produtos e a ampliação do leque de opções das empresas para a capta-
ção de mais recursos. E para que o crescimento acompanhe essa rapidez do mer-
cado é indiscutível que haja transferência de recursos. É necessário então um inter-
mediário financeiro para que esse possa fazer a ligação dos agentes econômicos no
mercado, os agentes superavitários os considerados poupadores e os agentes defi-
citários que são aqueles que necessitam de recursos para se financiar. Para tal defi-
nição Assaf Neto (2012, p. 112) explica:

A intermediação financeira ocorre na relação entre os agentes econômi-


cos superavitários (poupadores) e deficitários (tomadores de recursos).Os
intermediários financeiros procuram atender as expectativas e necessidades
de ambos segmentos de agentes econômicos, oferecendo alternativas ade-
quadas para guarda e aplicação de recursos, e acesso a fontes de financi-
amentos para viabilizar investimentos e consumo

O objetivo do mercado de crédito é fornecer financiamento para pessoas físi-


cas e/ou jurídicas para que esses possam, por sua vez, conseguirem se sobressair
na busca de seus objetivos específicos.

Um aspecto importante é que o mercado dos bancos no Brasil não é elevado.


De fato, uma margem líquida do total do spread de quase 40% é muito [Link]
cálculos do spread, a margem líquida é extraída por resíduos, o que inclui uma série
de outros fatores tais como os subsídios cruzados. Outro fator importante é a
assimetria de informação, e custos de transferências. Por exemplo, as práticas de
fidelização de clientes geram altos custos. Existem no Brasil, instituições, como o
2

SERASA e SPC que ajudam no sentido de se diminuir o “gap” de informações sobre


maus tomadores (assimetrias) de recursos e assim acabam por contribuir para a
redução do spread. Ainda assim, os bancos possuem uma série de informações
sobre seus clientes que não são compartilhadas e que se fossem, ajudariam
também na redução do mesmo. A falta de histórico dos clientes faz com que, ao
mudarem de banco, esses clientes se defrontem com um custo informacional,
fazendo com que paguem um spread maior do que o correspondente ao seu risco
de crédito. “Se uma significativa proporção das margens dos bancos em um certo
país é determinada pela volatilidade da taxa de juros, em vez do comportamento
monopolístico dos bancos, a atenção da política pública deve ser mais bem focada
nas políticas
3

2 DESENVOLVIMENTO

O mercado de crédito tem diversas formas e soluções para os mais diferentes


públicos na esfera financeira, os principais exemplos desses tipos de soluções ofe-
recidas pelas instituições financeiras podem ser subdividas nas categorias pessoas
físicas e jurídicas, conforme abaixo demonstrados: Mercado de Crédito Pessoa
Física: crédito consignado, crédito consignado, crédito direto ao consumidor, che-
que especial, cartão de crédito, leasing, entre outros. Mercado de Crédito Pessoa
Jurídica: empréstimo para capital de giro, financiamento para máquinas e equipa-
mentos, financiamento de projetos etc.
É interessante fazer um breve comentário sobre cada uma dessas variáveis:
Forma de liquidação: pode ser estabelecida em uma única operação, ao final do
contrato ou, ainda de maneira parcelada; Garantias: para pessoas físicas, normal-
mente as formas de garantias podem ser o aval, um fiador, imóveis, recebíveis ou
até mesmo o próprio bem a ser financiado. No caso de pessoas jurídicas, esses las-
tros podem ser recebíveis, máquinas, equipamentos, ativos financeiros, participa-
ções nas empresas, entre outros. Taxa de juros: pode ser definido com o “preço do
dinheiro”, isso por que esse parâmetro define o custo do capital. Assim sendo, a taxa
de juros pode ser Pré ou Pós-Fixada e, geralmente, é adicionado um Spread ou ao
CDI ou à Taxa Selic. Vale lembrar que um Spread bancário é a diferença entre a
taxa de juros que o banco cobra ao emprestar recursos e a taxa que o mesmo pa -
gou ao captar esse dinheiro. Ainda no âmbito das garantias, normalmente aquelas
que os bancos consideram como sendo bons ativos possibilitam melhores taxas de
juros para o tomador de crédito, isto por que os bancos sentem, nesses casos, que
possuam uma margem de segurança satisfatória na transação.
Na decomposição do spread bancário, verificamos que inadimplência e custos
administrativos, respondem por cerca de 45%. Os recolhimentos do compulsório
podem também ser um fator de impedimento à redução dos custos, no ponto em
que impedem os ganhos de escala. Evidências apontam para uma relação entre
compulsório e spread bastante próxima de zero.
A Evolução do crédito está intimamente ligada ao crescimento e
desenvolvimento, principalmente da indústria, e da economia como um todo.
4

Em abril de 2017, o Banco Central passou a divulgar o Indicador de Custo do


Crédito (ICC), que representa o custo médio das operações de crédito ativas para o
tomador. O ICC considera os pagamentos de juros e os encargos fiscais e
operacionais da contratação do crédito e tem como objetivo apresentar uma medida
de spread que seja mais precisa e que melhor represente os números contábeis das
instituições financeiras que compõem o sistema. Nessa nova metodologia, o Banco
Central busca mensurar o spread bancário com base nos seguintes componentes:

Custo de captação: estimativa dos juros pagos pelas instituições financeiras


nas suas captações; •
Inadimplência: estimativa das perdas em função do não pagamento das
dívidas e dos juros e considerando possíveis descontos concedidos;
Despesas administrativas: estimativa das despesas diversas, como de
pessoal e marketing, envolvidas nas operações de crédito;
Tributos e FGC: estimativa das contribuições pelas instituições associadas
ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC) e dos tributos pagos nas operações de
crédito. Estes são pagos pelos tomadores – Imposto sobre Operações Financeiras
(IOF) – e pelos credores – contribuições ao Programa de Integração Social (PIS),
Contribuição para o Financiamento da Seguridade (Cofins), Imposto de Renda (IR) e
Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).
Margem financeira do ICC: estimativa do lucro das instituições financeiras
com as operações de crédito, de outros fatores não mapeados pela metodologia e
de possíveis erros e omissões nos cálculos. O Banco Central calculou o ICC para os
últimos três anos – 2015 a 2017 – e concluiu que o custo de captação foi o que mais
contribuiu para o custo do crédito para os tomadores, seguido da inadimplência.
5

2.1 ANÁLISE DE CRÉDITO E SUA HISTÓRIA AO LONGO DOS TEMPOS

Crédito é todo ato de disposição de alguém de ceder temporariamente


parte do seu patrimônio, a um terceiro, com o intuito de que esta parcela volte
a sua posse integralmente, após decorrido o tempo estipulado.
A história do crédito está diretamente ligada a evolução dos povos, e à
criação da moeda como instrumento de trocas, , basta lembrar rapidamente a
evolução inicial das trocas entre produtos até a troca pelas moedas em ouro
ou outros metais nobres. O crédito foi, em seu primeiro estágio, utilizado até
mesmo como forma minimizadora de riscos, quando se evitava a transferência
física de moeda obtida na troca por mercadorias.
Com o aumento dos negócios entre a população mundial, grande quan-
tidade de metais preciosos eram transferidos, principalmente, nos países da
Europa, desenvolvendo-se uma nova economia em que se acumulavam es-
toques de ouro como base ou lastro de capital.
Foi nos séculos XVI e XVII que os homens de negócios criariam novos
métodos. Neste período houve a criação de notas promissórias, não somente
para facilitar as trocas, mas também para minimizar os riscos decorrentes de
grandes transferências de metais preciosos. A crescente expansão das ativid-
ades comerciais e industriais nos períodos mais recentes tem criado a neces-
sidade de desenvolvimento de novas especializações de crédito.
A utilização do crédito tem-se tornado cada vez mais importante quando
considerada a necessidade de consumo em massa , destaca ainda o período
de prosperidade dado o maior consumo de bens duráveis, de produção ou de
capital e serviços. Com o aumento das facilidades de acesso a bens e
serviços por grande parcela da população, a atuação de bancos, financeiras e
cooperativas passaram a ser fundamental para o pleno desenvolvimento do
acesso ao crédito. Assim, a organização de um sistema de crédito constitui
elemento vital ao desenvolvimento de qualquer nação, figurando como a
ligação entre a produção e o consumo.
6

2.2 CONCEITUAÇÃO DE ANÁLISE DE CRÉDITO

Para conceituar análise de crédito, e estabelecer objetivos para este


sistema, é indispensável conhecer a definição de crédito, que pode ser enten-
dido como à troca de um valor presente por uma promessa de reembolso Pelo
fato de esta cessão patrimonial envolver expectativas quanto ao recebimento
da parte cedida, é imprescindível reconhecer que a qualquer crédito esta asso-
ciado a noção de risco. Assim, pode-se perceber duas características funda-
mentais no conceito de crédito, confiança, expressa na promessa de pa-
gamento e tempo, que é o período fixado entre a concessão e a liquidação da
dívida. O crédito atende a múltiplas necessidades econômicas e pode estar
presente em todo tipo de atividade, financiamento às pessoas físicas, como a
compra de bens imóveis, veículos, máquinas e equipamentos, reforma de
imóveis, gastos com saúde, educação e lazer e financiamento às empresas,
tais como a compra de matéria-prima, compra de máquinas e equipamentos,
ampliação de fábricas, financiamentos aos clientes.
A análise de crédito é uma das ferramentas indispensáveis para uma
boa decisão de crédito. “A análise de crédito consiste em um estudo da situ-
ação global de um devedor em perspectiva, visando a elaboração de um
parecer que retrate, de forma clara e objetiva, o desempenho econômico-finan-
ceiro do mesmo. No entanto, deve-se ficar atento para o fato de ser difícil
mensurar a confiança e o risco de crédito, o credor deve ter subsídios para
traduzir o risco em valores numéricos, podendo dividir o crédito em linhas de
crédito, o risco pode ser traduzido em valores, porém a confiança por ser um
conceito subjetivo, não, portanto, sempre sujeito a interpretação pessoal do
analista. A análise de crédito envolve a habilidade de construir uma decisão de
crédito, dentro de um cenário de incertezas e constantes mutações e in-
formações incompletas. Esta habilidade depende da capacidade de analisar
situações.
Portanto, a análise de crédito consiste em atribuir valores à um conjunto
de fatores que permitam a emissão de um parecer sobre determinada
operação de crédito.
7

2.3 ANÁLISE DE CONCESSÃO DE CRÉDITO

Inicialmente tem-se a observação de, ressaltando que o objetivo do


processo de análise de crédito é o de averiguar a compatibilidade do crédito
solicitado com a capacidade financeira do cliente. A análise de crédito é deci-
siva para a atividade financeira, ao possibilitar a redução do risco de crédito,
após a identificação dos pontos fortes e pontos fracos de clientes. O objetivo
da análise de crédito é o de identificar os riscos nas situações de empréstimo,
evidenciar conclusões quanto à capacidade de pagamento do tomador e fazer
recomendações relativas à melhor estruturação e tipo de empréstimo a con-
[Link] destacar que diante da concessão de um crédito, existem
duas etapas a percorrer, análise retrospectiva, que objetiva principalmente a
avaliação do desempenho histórico do potencial tomador com relação à
empréstimos obtidos anteriormente, análise de tendências, que tem como foco
principal a efetivação de uma projeção da condição financeira futura do toma-
dor, isto é, que o empréstimo concedido esteja compatível com o fluxo de caixa
futuro.
Dentre os objetivos da análise de concessão de crédito, uma das princi-
pais preocupações é a determinação do risco de inadimplência do empréstimo
concedido , o assunto destacando aborda dois principais fatores que tendem a
ser determinantes dos riscos de inadimplência, a fraca qualidade no processo
de análise de crédito e o agravamento da situação econômica que pode re-
sultar na escassez de tomadores saudáveis que são os tomadores com grande
capacidade de pagamento.
8

2.4 TÉCNICAS DE ANÁLISE DE CRÉDITO

Os bancos, de maneira geral, apelam a duas técnicas de análise de


crédito para avaliar pessoas físicas em suas demandas por empréstimos, quais
sejam:Técnica subjetiva; que envolve decisões individuais baseadas na experiência
do analista, disponibilidade de informações e sensibilidade do decisor

Técnica objetiva; que é um instrumento estatístico desenvolvido para que o


analista avalie, via sistema informatizado, a probabilidade de que um determi-
nado tomador venha tornar-se inadimplente.

Técnica subjetiva, também conhecida como “análise tradicional” de crédito,


aplicada a pleitos de crédito por pessoas físicas e que objetiva avaliar o risco
do negócio, o analista concessor utiliza como referencial um conjunto de
fatores denominados de “C's do Crédito” que são cinco palavras que se ini-
ciam com a letra C.
Caráter; refere-se à intenção, a determinação, a vontade que o tomador
tem em honrar uma operação. É o elemento básico para a decisão e con-
cessão do crédito e é um dos critérios mais difíceis de serem analisados. Nesta
fase busca-se avaliar, através de comportamentos/posturas evidenciados na
vida pessoal e/ou profissional, a imagem que o cliente desfruta junto às pes-
soas com as quais convive e/ou negocia. A perspectiva é de que o comporta-
mento pessoal se repita na administração do crédito. A busca de informações
em empresas especializadas e contatos com outras instituições credoras, con-
stituem-se importantes fontes de informações externas que contribuem forte-
mente com informações sobre a idoneidade do postulante ao crédito;
Capacidade; pode ser definido como a capacidade de pagamento de
um cliente de honrar suas dívidas e obrigações, bem como a habilidade e/ou a
competência de administrar seu patrimônio. Compreende a avaliação quantita-
tiva do negócio, com vistas a analisar o grau de risco da operação de crédito,
sob o ponto de vista econômico- financeiro do cliente. Este "C" deve fornecer
informações que possibilitem avaliar a necessidade do crédito e se as receitas
e despesas permitem o cumprimento das obrigações assumidas. Busca-se in-
9

formações quanto à habilidade do cliente na sua capacidade de geração de re-


ceitas para fazer frente ao encargo assumido;
Capital; fator importantíssimo em um análise de crédito, pois refere-se a
situação econômica, financeira e patrimonial do cliente. Analisa-se sua fonte de
recursos e bens que podem ser utilizados para honrar suas dívidas. Para este
“C”, a principal fonte de

informações é a declaração do imposto de renda;


Colateral; são as garantias, ou seja, é uma segurança adicional à
operação de crédito dada pelo tomador para aumentar o grau de segurança do
negócio e muitas vezes para fortalecer algum dos outros fatores da análise.
Contudo, não é salutar utilizar garantias para fortalecer uma proposta de um
tomador que apresente restrições em relação seu caráter e possua uma ca-
pacidade de pagamento inferior a desejada pelo credor. Este “C” está associ-
ado com a análise de riqueza patrimonial e contribuirá para um maior compro-
metimento do cliente para honrar com os compromissos assumidos;
Condições; na análise de crédito são os fatores externos e macroe-
conômicos, que, muitas vezes imprevisíveis, não são controláveis pelo cliente.
Mudanças no ambiente macroeconômico podem afetar positivamente ou nega-
tivamente a situação em que se encontra. Busca-se analisar o impacto destes
fatores sobre a fonte de recursos do cliente, procurando identificar e medir
como isso influenciará no retorno do negócio efetuado.
10

2.5 PRINCIPAIS LINHAS DE CRÉDITO A PESSOAS FÍSICAS

Como uma das finalidades do crédito é atender as necessidades do


tomador, os bancos procuram adaptar-se a estes perfis, e lançam seus
produtos de créditos alinhados ao que o mercado procura. Assim, as linhas de
crédito podem atender a três necessidades básicas
Empréstimos emergenciais, destinados basicamente ao atendimento de
necessidades imediatas do cliente, principalmente em situações de desequilíb-
rios orçamentários. Estes créditos são de curtíssimo prazo na maior parte infe-
rior a um mês, sendo amortizado em data concentrada no vencimento; Finan-
ciamentos de compras, são linhas de crédito que permitem ao cliente, princi-
palmente, a atender suas necessidade de aquisição de produtos e serviços
para consumo e bem estar. São operações de curto prazo na maior parte infe-
rior a doze meses, sendo que a amortização é efetuada mensalmente, ou com
data concentrada na data de vencimento; Investimentos, são operações de
maior valor, que permitem ao cliente adquirir bens ou mesmo para o desenvol-
vimento de suas atividades profissionais. Estas linhas, geralmente são longo
prazo superior a doze meses, com amortização parcelada.

2.6 LINHAS DE CRÉDITOS ROTATIVAS

Dentre os produtos de créditos bancários, os créditos rotativos, são lin-


has que permanecem a disposição do cliente, mediante prévia aprovação dos
valores, prazos e garantias. Neste tipo de modalidade de crédito, o cliente po-
derá utilizá- lo quantas vezes assim desejar. A seguir são destacadas as prin-
cipais linhas de crédito rotativas:
Cheque especial: fica estabelecido um “limite” onde o cliente poderá
utilizá-lo sem qualquer comunicação prévia ao banco concessor. Esta modali-
dade funciona como uma “cobertura” da conta corrente quando o saldo não for
suficiente para os débitos existentes. Sua liquidação dar-se-á pelo depósito na
11

conta corrente pelo total utilizado do limite concedido.


Cartão de crédito: É a modalidade que permite, através de um cartão
fornecido ao cliente, sua utilização até o limite de crédito estabelecido. Fun-
ciona sem qualquer comunicação prévia ao concessor e sua utilidade está em
permitir realizar operações de saques e compras de bens e serviços.

2.7 LINHAS DE CRÉDITOS PONTUAIS

São linhas de créditos bancários que se destinam a financiar neces-


sidades de crédito previamente definidas com relação a finalidade, valor, prazo
e garantia (SANTOS, 2000). Este tipo de concessão de crédito caracteriza-se
pela não repetitividade deve ser solicitado um novo crédito quando for o caso,
ao contrário dos créditos rotativos anteriormente definidos. A seguir são
destacadas as principais linhas de crédito pontuais:

Contrato de crédito: É o chamado “empréstimo pessoal”. Modalidade


de crédito onde o banco concessor tem o conhecimento prévio do direciona-
mento dos recursos tomados. Sua liquidação dar-se pela amortização do con-
trato em parcelas mensais através de débito em conta corrente.

Crédito imobiliário: Trata-se da modalidade de financiamento desti-


nada a aquisição, construção, reforma/ampliação de imóvel. São créditos que
têm um perfil de longo prazo geralmente superior a cinco anos. Sua liquidação
dar-se pela amortização do contrato em parcelas mensais através de débito em
conta corrente ou documento de arrecadação chamado de Boleto Bancário
previamente enviado ao cliente.

Crédito direto ao consumidor (CDC): É a modalidade de crédito, que


mediante a prévia aprovação de um contrato “mãe”, dá a oportunidade ao cli-
ente de efetuar quantos contratos desejar via terminais bancários sem a
presença do gerente, até um limite pré-estabelecido. Diferentemente do Crédito
Rotativo, aqui, para cada operação realizada, configura-se um novo contrato. A
12

liquidação do contrato ou contratos, dar-se pela sua amortização em parcelas


mensais através de débito em conta corrente.

Leasing: Trata-se de uma operação de arrendamento ou aluguel, objeti-


vando a aquisição de um bem móvel, geralmente automóvel e que ao final do
contrato o cliente arrendatário poderá optar por: comprar o bem pelo valor re-
sidual; ou devolver o bem à arrendadora. A liquidação da operação, dar-se pela
sua amortização em parcelas mensais.

Crédito rural: Trata-se de uma linha de crédito que tem como objetivo
estimular os investimentos rurais efetuados pelos produtores ou por suas co-
operativas, favorecer o oportuno e adequado custeio da produção e a comer-
cialização de produtos agropecuários, fortalecer o setor rural, incentivar a intro-
dução de métodos racionais no sistema de produção, visando ao aumento de
produtividade, à melhoria do padrão de vida das populações rurais e à ade-
quada utilização dos recursos naturais, propiciar, pelo crédito fundiário, a aqui-
sição e regularização de terras pelos pequenos produtores, posseiros e ar-
rendatários e trabalhadores rurais; desenvolver atividades florestais e pesquei-
ras, estimular a geração de renda e o melhor uso da mão-de-obra na agricul-
tura familiar. A liquidação da operação, dar-se em sua maioria por amortização
parcial ou total anual. (BANCO CENTRAL DO BRASIL, 2010).
13

2.8 RISCOS E GARANTIAS

Risco é algo que está ligado ao futuro, ou seja, só existe risco em


decisões que ainda vamos tomar, nas decisões já tomadas, o risco virou histó-
rico alguns estudiosos do assunto afirmam que o risco é constituído pela ocor-
rência de qualquer fato adverso para uma dada situação esperada. Salientam,
também, que no ambiente mais específico da concessão de crédito, o risco se
caracteriza pela ocorrência de perdas por inadimplência com relação a uma
situação esperada, que é o retorno integral dos créditos.
.

Classificação de riscos de crédito

Classificação de risco de crédito segundo Roetz (2000 apud SILVA 2003).


Perfeito: empréstimos sem garantia de tomadores de crédito, porém de alta
qualidade e solidez financeira. Programa de pagamento definido e histórico de
crédito superior.
Excelente: empréstimos não garantidos com excelente qualidade de crédito e
solidez financeira. Programa de pagamento definido e real, conforme acordo.
Satisfatório: empréstimos não segurados a tomadores com qualidade satis-
fatória de crédito, pagando conforme contratado.
Considerável por Méritos: empréstimos sendo pagos conforme contratado,
porém fora dos padrões. Apresenta sinais de debilidade, falta de informação,
valor com garantia questionável. Pode incluir um tomador individual fraco com
um forte avalista. São empréstimos de fácil resgate, mas carecem de um con-
trato de pagamento aceitável.
Registro Especial : empréstimos com bom desempenho atual, mas poten-
cialmente fraco, incluindo tendências adversas nas operações do tomador e
em sua solidez financeira.
Abaixo do padrão: empréstimos protegidos inadequadamente pela capaci-
dade de pagamento ou garantia. É provável haver alguma perda se as falhas
não forem corrigidas.
14

Duvidoso: Falhas tornam improvável o recebimento total, mas há fatores ra-


zoáveis suficientes para adiar a condição da perda.
Prejudicial : a duração como um ativo bancário não é garantida, contudo, isso
não impede futuras tentativas de recuperação parcial.
Blatt, (1999 apud SILVA 2003) estabelece os vários fatores de riscos de crédito que
devem ser observados com vistas a diminuição da probabilidade de que o tomador
venha tornar-se inadimplente, riscos inerentes a atividade profissionais
(empregados) ligados a empresas que passam por dificuldades ou até mesmo
profissionais liberais (autônomos) ligados a setores econômicos que manifestam
sinais de deterioração ou profissões, que com o avanço tecnológico, passem a
representar riscos relacionados permanência do profissional no mercado. Riscos
inerentes ao nível de endividamento manifesta-se quando o tomador busca
recursos

2.9 GARANTIAS

Em uma operação de crédito, as garantias tem como objetivo dar


segurança a concessão e devem ser examinadas em conjunto com outras
informações necessárias ao bom desempenho da operação. Em seu aspecto
de risco, a garantia é definida “como a vinculação de um bem ou de uma
responsabilidade conversível em numerários que assegure a liquidez de
empréstimo” (SANTOS, 2000, p. 33). Salienta ainda, este autor, que a
finalidade básica da garantia é evitar que situações imprevisíveis, ocorridas
após o ato da concessão, inviabilizem a integral liquidação do empréstimo.
As garantias normalmente exigidas são pessoais ou reais. Importante
salientar que os avalistas e fiadores devem receber a mesma atenção da
análise creditícia que o proponente, pois caso o cliente não honre seus
compromissos, o avalista ou fiador terá que fazê- lo, portanto é necessário que
ele tenha condições econômicas e financeiras para isto. Da mesma forma,
quando o aval ou fiança for dado por pessoa jurídica, necessária se faz a
verificação se no contrato ou estatuto social da empresa existe esta
possibilidade expressa, pois caso não haja, o aval ou a fiança não terá validade
15

jurídica. Quando da análise de crédito, o gerente concessor deve ter em mente


e considerar que nenhum empréstimo deve ser concedido exclusivamente em
função das garantias, por melhor que seja. Ao contrário, ele deve ter a
convicção de que a operação foi bem concedida e está baseada na capacidade
de pagamento do tomador, e que, portanto a garantia não vai ser utilizada.

Assim, entende-se que a decisão de conceder crédito deve ser baseada


na capacidade de reembolso do cliente e não sobre as garantias concedidas.

Garantias pessoais

As garantias pessoais são garantias nas quais as pessoas físicas ou


jurídicas assumem, como avalistas ou fiadores, a obrigação de honrar os
compromissos referentes a operação de crédito, são elas (SANTOS, 2000):
Aval - é a promessa que alguém faz de cumprir obrigação de terceiros
realizada através de um título de crédito, se o obrigado não vier a cumprir. O
avalista é quem concede o aval, sendo que o avalizado é a pessoa que recebe
o aval. Importante destacar que não existe aval em contrato, somente em
títulos de crédito. Sendo o aval uma garantia pessoal, deve ser aceita, como já
frisado anteriormente, desde que se possa constatar sua capacidade
econômica e financeira e sua idoneidade moral, além de capacidade jurídica,
pois o avalista responde pelo título como um todo. No caso de operação
garantida por aval é importante observar que, quando prestado por pessoas
casadas compromete o patrimônio do casal até o limite da meação do cônjuge,
que é a metade do patrimônio do casal, portanto é recomendável que se tome
também o aval do cônjuge;
Fiança - é uma garantia cujo fiador, seja pessoa física ou pessoa
jurídica, se constitui como principal responsável pelo pagamento das
obrigações assumidas pelo afiançado, pessoa física ou pessoa jurídica, caso
esta não cumpra as obrigações contratadas. À semelhança do aval, na fiança
prestada por pessoa física, é importante a outorga uxória, isto é, a assinatura
do cônjuge do contratante, a fim de coobrigar a responsabilidade pelo contrato.
A fiança é uma garantia contratual e não cambial, o que significa que é uma
16

garantia sempre dada em contratos.


Garantias reais

As garantias reais, são bens ou direitos de recebimentos dados em


garantia de obrigações relativas à operações de crédito, conforme a seguir
(SANTOS, 2000): Alienação fiduciária; é o contrato no qual o devedor transfere
ao credor a propriedade de bens móveis para garantir pagamento de dívida
com a condição de tornar a ter a propriedade do bem, quando liquidar a dívida.
A principal característica desse tipo de garantia, é que a instituição financeira
passa a ter o domínio e a posse indireta do bem alienado fiduciariamente,
enquanto que o cliente mantém a posse direta, porém não podendo se
desfazer do bem. Cabe destacar para o fato que existem bens que necessitam
de algum tipo de registro em órgão, cartório, etc. No caso de veículos
automotores, a alienação deve constar na documentação do veículo e a
informação deve ser prestada ao órgão de trânsito competente. Para outros
tipos de bem, como máquinas e equipamentos, deverá constar no original da
nota fiscal ou recibo de compra e venda a expressão: "Bem alienado
fiduciariamente ao Banco". Uma segurança maior em relação a esta garantia
pode ser obtida se o bem estiver segurado;
Caução; depósito de títulos ou valores efetuados para o credor, visando
garantir o cumprimento de obrigação assumida, é essencial que haja a entrega
dos títulos para caracterizar este tipo de garantia. Os direitos cedidos podem
ser: penhor, hipoteca, depósito em dinheiro, valores e títulos;

Hipoteca; garantia baseada no direito real sobre bens imóveis,


embarcações ou aeronaves, de forma a assegurar o pagamento da dívida, sem
que exista a transferência da posse do bem ao credor. É uma garantia
normalmente utilizada para operações de longo prazo, tendo como objetivo dar
segurança ao banco ao ter bens imóveis garantindo a operação de crédito.
Importante destacar o cuidado com a formalização desta garantia, pois sua
característica principal é estar registrada em cartório de registro de imóveis, em
primeiro grau e sem concorrência de terceiros, pois se não houver o registro,
não existe a hipoteca. Após a liquidação da dívida, a hipoteca será liberada e
17

deve ocorrer o cancelamento junto ao cartório. Cabe considerar a liquidez do


bem recebido em hipoteca, pois em caso de inadimplência e no caso da venda
desta garantia, este bem somente atrairá interessados se apresentar valor
econômico. Assim, o valor do bem deve ser compatível com o risco
assumido, principal somado aos encargos, que ele garante hipotecariamente,
durante o período integral da operação.

2.10 CENÁRIO HISTÓRICO DO MERCADO DE CRÉDITO NO BRASIL

Por longo período, o Brasil sofreu com altas taxas de inflação, que inibiram o
crescimento econômico e por sua vez o mercado de crédito no Brasil e o mercado de
capitais. O governo brasileiro implantou diversos planos econômicos, visando
combater essas
taxas de inflação, tais como: Plano Cruzado (1986), Plano Bresser (1987), Plano
Verão (1989), Plano Collor (1990) e Plano Collor II (1991).

Todos esses planos não lograram êxito no controle da inflação. No início de


1990, a taxa de inflação era da ordem de 56% e alcançou 84% no mês de março
daquele
ano, caracterizando um ambiente de hiperinflação.

O último plano econômico lançado pelo governo brasileiro para combate à


hiperinflação foi em 1994 - o Plano Real. Desde então, o país tem vivenciado um período
de estabilidade econômica.

Assim dentro de um cenário econômico mais estável, o Brasil tem experimentado


um dos mais prolongados ciclos de expansão do crédito, e as instituições financeiras
passaram a priorizar o crescimento das suas carteiras de crédito para pessoas físicas e
jurídicas.

O mercado de créditos e o de capitais desenvolvidos são instrumentos para


promover o desenvolvimento econômico. E o acesso ao crédito pelas famílias aumenta o
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consumo assim também a obtenção de capital pelas empresas permite o aumento da


produção.

Existem algumas variáveis que são apresentadas como:

 Forma de liquidação: pode ser estabelecida em uma única operação, ao final


do contrato ou, ainda de maneira parcelada;
 Garantias: para pessoas físicas, normalmente as formas de garantias podem
ser o aval, um fiador, imóveis, recebíveis ou até mesmo o próprio bem a ser
financiado.
 No caso de pessoas jurídicas, esses lastros podem ser recebíveis, máquinas,
equipamentos, ativos financeiros, participações nas empresas, entre outros.
 Taxa de juros: pode ser definido com o “preço do dinheiro”, isso por que esse
parâmetro define o custo do capital. Assim sendo, a taxa de juros pode ser
Pré ou Pós-Fixada e, geralmente, é adicionado um Spread ou ao CDI ou à
Taxa Selic.
 Vale lembrar que um Spread bancário é a diferença entre a taxa de juros que
o banco cobra ao emprestar recursos e a taxa que o mesmo pagou ao captar
esse dinheiro. Ainda no âmbito das garantias, normalmente aquelas que os
bancos consideram como sendo bons ativos possibilitam melhores taxas de
juros para o tomador de crédito, isto por que os bancos sentem, nesses ca-
sos, que possuam uma margem de segurança satisfatória na transação.

Modalidades de créditos

 O cartão de crédito

Surgiu nos Estados Unidos na década de 20. Ele chegou ao Brasil na década de 50,
porém, ate os anos 90, sua utilização era incipiente. Todavia se tornou um dos mer-
cados financeiros que mais cresceram após 1994.
Sendo um meio de pagamento eletrônico que permite ao portador efetuar compras
de produtos e serviços em estabelecimentos comerciais credenciados.
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 Crédito Bancário

Operação pela qual uma instituição bancária coloca a disposição de um cliente de-
terminado montante e este se compromete a reembolsar a instituição na data fixada
acrescidos dos juros previamente combinados.

 Capital de giro

Tem como objetivo ultrapassar dificuldades de tesouraria momentâneas e implica


aceitação por parte da instituição bancária. Esse tipo de crédito é mais caro que o
crédito normal, pois as taxas de operações activas acrescentam-se dois pontos per-
centuais.

 Crédito documentário

É um contrato irrevogável no qual o Banco Emitente, atuando por instruções do Im-


portador (ordenador), assume o compromisso irrevogável de honrar um pagamento
ao Exportador (beneficiário) ou à sua ordem, contra a apresentação dos documentos
estipulados, e desde que os termos e condições do crédito.
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3 CONCLUSÃO

O trabalho busca avaliar o modelo atual de análise de crédito.


Problemas desta natureza continuarão a existir, incertezas geradas
principalmente pelo ambiente macroeconômico, podem gerar dificuldades
financeiras para qualquer tomador de crédito, presente em diversos setores da
economia onde os tomadores de crédito estão sempre vulneráveis a qualquer
eventualidade do setor economico.
O objetivo do processo de análise de crédito é o de averiguar a
compatibilidade do crédito solicitado com a capacidade financeira do cliente. A
análise de crédito é decisiva para a atividade financeira, ao possibilitar a
redução do risco de crédito, após a identificação dos pontos fortes e pontos
fracos de clientes. O objetivo da análise de crédito é o de identificar os riscos
nas situações de empréstimo, evidenciar conclusões quanto à capacidade de
pagamento do tomador e fazer recomendações relativas à melhor estruturação
e tipo de empréstimo a conceder.
Pode-se destacar que num cenário econômico financeiro, que é
marcado por rápidas mudanças, as incertezas e riscos aumentam,
principalmente na área de concessão de crédito. Dessa forma o conhecimento
torna-se obsoleto em pouco tempo, exigindo rapidamente adaptação. A
possibilidade de dispor de uma ferramenta que possibilite esta adaptação,
passa a ser um diferencial competitivo para qualquer profissional na tomada de
decisão para concessão de crédito
É possível perceber a importância dessa engrenagem financeira para toda a
economia do país, isso por que essa conjuntura oferece uma vasta amplitude no que
diz respeito à movimentação de recursos. Entretanto, é preciso se destacar que
existe uma diferença entre esse mercado e o mercado de capitais, isto por que o
primeiro as instituições financeiras são intermediárias, distribuidoras dos títulos e,
por isso, não ficam com o risco da operação. Dessa forma, pode-se entender que o
mercado de crédito fornece à sociedade uma capacidade muito grande de financiar
projetos que podem gerar valor de maneira direta para vários setores de nossa eco-
nomia como um todo.
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4 REFERÊNCIAS

BANCO CENTRAL DO BRASIL. F A Q crédito rural. 2010. Disponível em:


<[Link] Acesso em: 28 maio 2011.

Fonte: Suno Research em [Link]


credito/

[Link]

[Link]

[Link]
Entendendo_mercado_valores.html

[Link]

[Link]

[Link]

[Link]/?instcred

SANTOS, J. Análise de Crédito: Empresas e pessoas físicas . São Paulo : Atlas, 2000.

SILVA, Marcio Antonio da. Elaboração de um modelo de análise e con-


cessão de crédito para pessoas físicas em um banco: Florianópolis:
Março 2003

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