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Atos do Prefeito de Petrópolis - Junho 2018

Direitos autorais
© All Rights Reserved
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BERNARDO ROSSI

Prefeito

Albano Batista Filho


Vice-Prefeito

RENAN SOUSA CAMPOS


Secretário-Chefe de Gabinete

RENAN SOUSA CAMPOS


Coordenador Especial de Articulação Institucional
(interino)

SEBASTIÃO MEDICI
Procurador-Geral
D.O.
DIÁRIO OFICIAL
MUNICÍPIO DE PETRÓPOLIS
internet
Reprodução

ANO XVII – Nº 5456 Sábado, 16 de junho de 2018


MARCUS WILSON von SEEHAUSEN
Secretário de Administração e de Recursos Humanos

FÁBIO ALVES FERREIRA


Controlador-Geral

ELAINE CRISTINA SILVA DO NASCIMENTO


Secretária de Fazenda

DENISE MARIA RESPEITA QUINTELLA COELHO


Secretária de Assistência Social

PAULO RENATO MARTINS VAZ


Secretário de Defesa Civil e Ações Voluntárias

MARCELO FIORINI
Secretário de Desenvolvimento Econômico

SAMEA ÁZARA DE CARVALHO


Secretária de Educação
PODER EXECUTIVO
RONALDO CARLOS DE MEDEIROS JÚNIOR
Secretário de Obras, Habitação e Regularização Fundiária

DJALMA GONÇALO E SILVA JANUZZI Atos do Prefeito PORTARIA Nº 1.455 de 15 de junho de 2018
Secretário de Serviços, Segurança e Ordem Pública O Prefeito do Município de Petrópolis, usando de
FREDERICO PROCÓPIO MENDES suas atribuições legais,
PORTARIA Nº 1.452 de 15 de junho de 2018
Secretário de Meio Ambiente
RESOLVE substituir, a partir de 01/06/2018, os mem-
SILMAR LEITE FORTES O Prefeito do Município de Petrópolis, usando de bros: Esio Peres da Silva, Robson Vitor dos Santos e Regina
Secretário de Saúde suas atribuições legais, Claudia Gomes de Melo Massur por CLEIDE DA SILVA
ROBERTO RIZZO BRANCO RESOLVE substituir, Antonio Lopes Neves por ANTO- FERREIRA LEAL, ANDREA DA SILVA GIMEZEZ PEREIRA e
Coordenador de Planejamento e Gestão Estratégica
NIO NEVES RETONDARO, como membro titular, represen- PAULO JOSÉ SANTANA VIANA, na composição Grupo de
Trabalho – MAIS VALIA, designado através da Portaria nº
MARCELO VALENTE tante do Instituto de Previdência e Assistência Social do
Secretário da Turispetro 1.014/2017. (Of. nº 369/2018 – SOHRF)
Servidor Público do Município de Petrópolis – INPAS, junto
LEONARDO RANDOLFO ao CONSELHO MUNICIPAL DE DEFESA DOS DIREITOS DA Gabinete do Prefeito de Petrópolis, em 15 de
Diretor-Presidente do PESSOA IDOSA – CMDDP, designada através da Portaria junho de 2018.
Instituto Municipal de Cultura e Esportes nº 226/2017. (Of. nº 220/2018 – CCCAC/GAP)
BERNARDO ROSSI
ESTELA SIQUEIRA
Coordenadora de Comunicação Social / Editora do D.O. Gabinete do Prefeito de Petrópolis, em 15 de Prefeito
junho de 2018.
BERNARDO ROSSI PORTARIA Nº 1.456 de 15 de junho de 2018
ADMINISTRAÇÃO VINCULADA
Prefeito
WAGNER LUIZ FERREIRA DA SILVA O Prefeito do Município de Petrópolis, usando de
Diretor-Presidente da COMDEP suas atribuições legais.
JAIRO DA CUNHA PEREIRA PORTARIA Nº 1.453 de 15 de junho de 2018
RESOLVE designar as servidoras abaixo relaciona-
Diretor-Presidente da CPTRANS das para exercer a função de Gestoras das parcerias
O Prefeito do Município de Petrópolis, usando de
FERNANDO LEITE FORTES suas atribuições legais, celebradas entre a Prefeitura de Petrópolis, através do
Diretor-Presidente do INPAS Fundo Municipal de Educação e as Organizações da
RESOLVE substituir, a partir de 07/06/2018, Bruno Sociedade Civil, com poder de controlar e fiscalizar a

D.O.
Leal Malheiros – mat. nº 23446-0 (Substituto do Pre- execução da parcerias, nos termos da Lei nº13.019 de
sidente) por JOSÉ LUIZ MOURA DE OLIVEIRA VOIGT 31 de julho de 2014 e no Decreto Municipal nº064 de
– mat. nº 23381-1, na Comissão de Desenvolvimento 06 de abril de 2017, a partir de 19/05/2018.
Funcional, designada através da Portaria nº 183/2017. – CARLA ALESSANDRA AZEVEDO PASSOS RAMOS,
DIÁRIO OFICIAL (Of. nº 012/2018 – SADRH/CDF) matr. nº 17454-8
MUNICÍPIO DE PETRÓPOLIS
Gabinete do Prefeito de Petrópolis, em 15 de – FRANCINETE SERPA DE JESUS DIAS, matr. nº 14558-2
junho de 2018. – RACHEL LEÃO DE OLIVEIRA PEREIRA, matr. nº 14526-2
Criado pelo Decreto nº 192 de 11/04/1990 e regu-
lamentado pelo Decreto nº 361 de 20/02/1991 (Of. nº 1164/2018 – SED)
BERNARDO ROSSI
Os textos para publicação deverão ser enviados em arquivo Prefeito Gabinete do Prefeito de Petrópolis, em 15 de
digital para gapdo@[Link] e entregues com junho de 2018.
cópia em papel, até às 16h, à Chefia do Núcleo Adminis-
trativo do Gabinete do Prefeito de Petrópolis, na Avenida PORTARIA Nº 1.454 de 15 de junho de 2018 BERNARDO ROSSI
Koeler, 260, Centro. Tel/fax: 2246.9354 / 2246.9356. Prefeito
Preços – Exemplar avulso: R$ 0, 30. Assinatura semestral: O Prefeito do Município de Petrópolis, usando de
R$ 30,00. Exemplar atrasado: R$ 0,60. suas atribuições legais,
PORTARIA Nº 1.457 de 15 de junho de 2018
Preços para publicações – Centímetro por coluna RESOLVE incluir, a partir de 01/06/2018, HERITON DE
para publicações de Atas, Balanços e Editais: R$ 5,00. O Prefeito do Município de Petrópolis, usando de
MIRANDA VIVEIROS, como membro, junto Câmara Técnica
Coordenação – Coordenadoria de Comunicação Social. do Grupo de Análise de Empreendimento – GAE, designada suas atribuições legais,
Assinaturas – Informações 2246.9352. através da Portaria nº 389/2017. (Of. 337/2018 – SOHRF)
RESOLVE exonerar RODRIGO OLIVEIRA DA SILVA,
Venda: Banca do Marchese
Venda: Banca do Amaral (em frente ao HSBC) Gabinete do Prefeito de Petrópolis, em 15 de do Cargo de Direção e Assessoramento Superior, de
Venda: Banca Imperador 1080 (ao lado Itau) junho de 2018. Assessor Administrativo e Financeiro, da Secretaria
de Administração e de Recursos Humanos, símbolo
[Link] BERNARDO ROSSI
Prefeito
DAS-5, a partir de 16/06/2018.
2 internet Reprodução
DIÁRIO OFICIAL
p o d e r e x e c u t i v o
PETRÓPOLIS ANO XXVI Nº 5456
16/6/2018 sábado

Gabinete do Prefeito de Petrópolis, em 15 de


junho de 2018.
Secretaria de Educação VII. estimular no educando e na comunidade escolar
o desenvolvimento de uma consciência reflexiva, amplian-
do a visão de mundo e fornecendo condições para uma
BERNARDO ROSSI leitura crítica das relações entre a sociedade e a natureza;
RESOLUÇÃO Nº 011 de 23 de maio de 2018
Prefeito
VIII. desenvolver trabalho de integração comu-
A Secretária de Educação, no uso de suas atribui-
nitária, incluindo programas voltados para cultura,
ções legais, após apreciação e aprovação do Conselho
PORTARIA Nº 1.458 de 15 de junho de 2018 desporto, recreação, lazer e meio ambiente.
Municipal de Educação em Sessão Ordinária de 17 de
O Prefeito do Município de Petrópolis, usando de maio de 2018, resolve IX. constituir-se em espaço de produção e cons-
suas atribuições legais, trução de saberes, mediante a formação continuada
Tornar público o Regimento Escolar das Escolas de professores enquanto agentes de mudança.
RESOLVE nomear, nos termos da Lei nº 6.946/12, e Centros de Educação Infantil da Rede Municipal de
c/c a nº 7.510/2017, JORGE PAULINO DA SILVA, para Ensino de Petrópolis.
exercer Cargo de Direção e Assessoramento Superior, TÍTULO II
de Assessor Administrativo e Financeiro, da Secretaria DA ESTRUTURA DAS ESCOLAS
TÍTULO I E CENTROS DE EDUCAÇÃO INFANTIL
de Administração e de Recursos Humanos, símbolo DA NATUREZA, DAS FINALIDADES
DAS-5, a partir de 16/06/2018. E DOS OBJETIVOS Art. 5º – A estrutura das Escolas e dos Centros
Gabinete do Prefeito de Petrópolis, em 15 de CAPÍTULO I de Educação Infantil da Rede Municipal de Ensino
junho de 2018. DA NATUREZA obedecerá à seguinte disposição:
I. Gestão Escolar:
BERNARDO ROSSI Art. 1º – A Rede Municipal de Ensino de Petrópolis a) Diretor
Prefeito é constituída pelo conjunto de Escolas municipais, b) Diretor Adjunto
parceiras, municipalizadas e Centros de Educação c) Orientador Escolar
Infantil, conforme anexo I, com sede nos distritos
de sua abrangência, tendo como objetivo maior a II. Corpo Docente
Secretaria de Administração oferta de ensino público, laico e gratuito, para alunos III. Instrutor de Libras
e de Recursos Humanos da Educação Infantil, do Ensino Fundamental e, em
caráter excepcional, para alunos do Ensino Médio.
IV. Corpo Discente
V. Serviços de Apoio ao Educando:
Art. 2º – O presente regimento foi elaborado de a) Sala de Recursos Multifuncionais
PORTARIA Nº 638 de 08 de junho de 2018
acordo com a Lei nº 9.394/96 e está sujeito à legislação VI. Atividades de Apoio à Educação Básica:
O Secretário de Administração e de Recursos vigente e suas alterações posteriores. a) Secretário escolar
Humanos da Prefeitura de Petrópolis, usando de suas b) Auxiliar de secretaria
atribuições legais, c) Inspetor de disciplina
CAPÍTULO II
RESOLVE, conceder nos termos do Arts. 163 e DAS FINALIDADES d) Educador de Educação Infantil
165 da Lei nº 6.946/12, 15 (quinze) meses de licença e) Cozinheiro
Art. 3º – São finalidades das Escolas e dos Centros de f) Auxiliar de serviços gerais
prêmio aos servidores abaixo relacionados:
Educação Infantil da Rede Municipal de Ensino de Petrópolis: g) Cuidador escolar
– DENISE MOREIRA DOS SANTOS CHARÃO, Pro- h) Intérprete de Linguagem Brasileira de Sinais – Libras
I. colaborar para a formação de pessoas criativas,
fessor de Educação Básica P7C do Q.P., matr. nº
críticas e conhecedoras de seu contexto histórico e social; VII. Associação de Apoio à Escola/Centro de Educação Infantil
06648-6, empenhando os quinquênios de 15/04/92
a 14/04/97, 15/04/97 a 14/04/02, 15/04/02 a II. oferecer oportunidades para a comunidade VIII. Conselho Escolar
14/04/07, 15/04/07 a 14/04/12 e 15/04/12 a escolar desenvolver e aperfeiçoar o conhecimento de
14/04/17, a partir da data de publicação, Art. 165 mundo e do sujeito em sociedade; Parágrafo único. A estrutura das Escolas e dos
da Lei nº 6.946/12. (Proc. nº 19.622/15). Centros de Educação Infantil da Rede Municipal de
III. desenvolver, na comunidade escolar, o sen-
Ensino será determinada em função das características
– MÁRCIA REGINA DA CRUZ, Professor de Educação timento de zelo e proteção do patrimônio natural e
e do porte das unidades escolares, o que deverá ser
Básica P6C do Q.P., matr. nº 08170-1, empenhando cultural local, regional e nacional;
objeto de regulamentação específica.
os quinquênios de 02/10/91 a 01/10/96, 02/10/96 a IV. criar condições para o desenvolvimento de
01/10/01, 02/10/01 a 01/10/06, 02/10/06 a 01/10/11 um trabalho educativo contínuo, em que a comuni-
e 02/10/11 a 01/10/16, a partir da data de publica- dade escolar perceba a importância e a necessidade CAPÍTULO I
ção, Art. 165 da Lei nº 6.946/12. (Proc. nº 6.390/16). do conhecimento e das aplicações do mesmo na DA GESTÃO ESCOLAR
– MIRTES GOMES, Professor de Educação Básica P5C vida cidadã; SEÇÃO I
do Q.P., matr. nº 08562-6, empenhando os quinqu- V. produzir e desenvolver pesquisas nos diversos DA DIREÇÃO
ênios de 12/05/93 a 11/05/98, 12/05/98 a 11/05/03, campos da ação educacional, apresentando publica-
Art. 6º – As funções de diretor e diretor adjunto
12/05/03 a 11/05/08, 12/05/08 a 11/05/13 e ções, registros e experiências que ofereçam análises
das Escolas municipais, municipalizadas e parceiras e
12/05/13 a 11/05/18, a partir da data de publicação, e novos rumos para a ação educativa como um todo.
dos Centros de Educação Infantil serão exercidas por
Art. 165 da Lei nº 6.946/12. (Proc. nº 409.229/16).
professores do magistério público municipal, formados
– MARIA CRISTINA MACHADO BERNARDES OLI- em Curso de Licenciatura em Pedagogia ou em nível
CAPÍTULO III
VEIRA, Professor de Educação Básica P5A do Q.P., de Pós-Graduação, na área de Administração Escolar,
DOS OBJETIVOS
matr. nº 10707-7, empenhando os quinquênios de designados segundo a legislação vigente.
01/02/91 a 31/01/96, 01/02/96 a 31/01/01, 01/02/01 Art. 4º – As Escolas e os Centros de Educação
a 31/01/06, 01/02/06 a 31/01/11 e 01/02/11 a Infantil da Rede Municipal de Ensino, em sua ação Art. 7°. A designação dos diretores e diretores adjun-
31/01/16, a partir da data de publicação, Art. 165 educativa e cultural, têm como objetivos: tos das escolas parceiras à Secretaria Municipal de Edu-
da Lei nº 6.946/12. (Proc. nº 17932/14). cação obedecerá critérios específicos, estabelecidos pelas
I. atender ao educando nos seus direitos básicos
parceiras e em consonância com a legislação vigente.
– ROSANE CRISTINA VARGAS DUTRA, Professor de Edu- à educação, respeitando a pluralidade cultural e pro-
cação Básica P4C do Q.P., matr. nº 11318-2, empenhan- movendo a integração social; Art. 8º – São competências do diretor e do diretor
do os quinquênios de 09/03/92 a 08/03/97, 09/03/97 a II. oferecer ensino de qualidade, atendendo aos adjunto:
08/03/02, 09/03/02 a 08/03/07, 09/03/07 a 08/03/12 anseios e necessidades da comunidade local; I. exercer autoridade representativa na unidade
e 09/03/12 a 08/03/17, a partir da data de publicação,
III. proporcionar condições ao educando de escolar, respeitado o princípio de gestão democrática;
Art. 165 da Lei nº 6.946/12. (Proc. nº 78.076/16).
refletir, levantar hipóteses, descobrir soluções e de- II. coordenar as atividades fins da unidade escolar
– VANILDA TERESINHA SALDANHA, Professor de Educa- fender suas ideias na apreensão das diversas formas de ensino, contribuindo para que a escola cumpra a sua
ção Básica P4B do Q.P., matr. nº 11686-6, empenhan- de conhecimento; função de socialização e construção de conhecimento;
do os quinquênios de 22/10/92 a 21/10/97, 22/10/97
a 21/10/02, 22/10/02 a 21/10/07, 22/10/07 a 21/10/12 IV. desenvolver no educando o pensamento crítico III. cumprir e fazer cumprir as leis de ensino e as
e 22/10/12 a 22/10/17, a partir de 04/06/18, Art. 165 e interpretativo na utilização de diferentes códigos e determinações legais das autoridades competentes,
da Lei nº 6.946/12. (Proc. nº 78.682/15). linguagens; na esfera de suas atribuições;
V. propiciar ao educando a compreensão e a IV. garantir mecanismos de participação neces-
Gabinete da Secretaria de Administração e de apropriação das leis que regem os fenômenos naturais, sários ao processo de construção coletiva do Projeto
Recursos Humanos, em 08 de junho de 2018. inserindo-o no universo do conhecimento científico Político Pedagógico da unidade escolar, sua imple-
MARCUS WILSON von SEEHAUSEN por meio de observações, experimentações, coleta mentação e avaliação;
Secretário de Administração e de Recursos Humanos de dados e formulação de hipóteses;
V. divulgar, no âmbito da unidade de ensino,
VI. criar condições para que o educando perceba informações, atividades e projetos propostos pela
o seu papel como agente de preservação e de trans- Secretaria Municipal de Educação, promovendo a
A ssinaturas  2246.9354 formação da realidade em que se insere; participação dos membros da comunidade escolar;
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DIÁRIO OFICIAL
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VI. representar a unidade de ensino em reuniões Art. 12. São competências do corpo docente: XI. Participar da elaboração de currículos, meto-
e eventos; I. participar da elaboração da proposta pedagó- dologias e técnicas pedagógicas no que se refere ao
VII. mediar conflitos e propor ações que desen- gica da unidade escolar; aprendizado da gramática de LIBRAS por parte dos
volvam e aperfeiçoem o relacionamento interpessoal alunos surdos e surdocegos.
II. elaborar e cumprir plano de trabalho, segundo
dos membros da comunidade escolar; a proposta pedagógica da unidade de ensino; XII. Participar da elaboração do Projeto Pedagógi-
VIII. promover a articulação com as famílias e co das unidades escolares, colaborando na definição
III. zelar pela aprendizagem dos alunos;
a comunidade, criando processos de integração da de ações, atividades e procedimentos de avaliação
IV. estabelecer estratégias de recuperação para os no processo de ensino aprendizagem de alunos com
sociedade com a escola;
alunos de menor rendimento; surdez ou surdocegueira.
IX. garantir o cumprimento dos dias letivos de-
V. ministrar os dias letivos e horas-aula estabelecidos; XIII. Acompanhar aulas ministradas nas classes
terminados pela legislação em vigor, de acordo com
o calendário vigente; VI. colaborar com as atividades de articulação da bilíngues, considerando a LIBRAS como primeira língua
escola com as famílias e a comunidade; e o português escrito como segunda língua dos alunos
X. integrar a Associação de Apoio à Escola e
VII. efetuar registros pedagógicos; surdos, colaborando e intermediando a transmissão de
gerir os recursos financeiros disponibilizados para a
conhecimentos estabelecidos no Projeto Pedagógico
unidade de ensino; VIII. atuar em reuniões administrativas e peda-
de acordo com as diretrizes curriculares em vigor, com
XI. participar dos Conselhos de Classe; gógicas;
assiduidade e pontualidade.
XII. zelar pelos bens públicos sob sua responsa- IX. cumprir a legislação referente ao ensino;
XIV. Realizar atividades junto aos alunos surdos
bilidade; X. elaborar e cumprir planos de trabalho, pro- e surdocegos favorecendo o convívio com a LIBRAS;
gramas e metas;
XIII avaliar seu desempenho profissional, buscan- XV. Acompanhar o pleno desenvolvimento dos
do formas de aperfeiçoamento permanente; XI. comparecer às reuniões marcadas pela direção alunos surdos e surdocegos ao longo do ano letivo.
da escola ou pela Secretaria de Educação, sempre que
XIV. na ausência do Diretor, o Diretor Adjunto XVI. Participar do planejamento e execução de ativi-
convocados, dentro do horário de trabalho;
responde pela Unidade Escolar. dades pedagógicas junto aos professores intermediando
XII. encaminhar os alunos, quando necessário, ao as ações no que se refere a LIBRAS e à cultura surda.
Serviço de Orientação Escolar;
SEÇÃO II XVII. Coletar informações sobre o conteúdo a ser
XIII. zelar pela conservação do material que lhe
Da Orientação Escolar trabalhado para facilitar a intermediação da língua no
for confiado;
momento das aulas e atividades escolares.
Art. 9º – A função de orientador escolar das XIV. participar de comissões, quando designados;
XVIII. Propor estratégias linguísticas e culturais que
unidades escolares da Rede Municipal de Ensino será XV. participar de reuniões ou grupos de trabalhos favoreçam a interação dos alunos com a comunidade
exercida por professores do magistério público munici- com setores da Secretaria Municipal de Educação e escolar de maneira ampla, considerando a diversidade
pal, formados em Curso de Pedagogia ou em nível de outras entidades, oferecendo sugestões e discutindo
Pós-Graduação em Supervisão ou Orientação Escolar, de raça, gênero, situação econômica, social, deficiên-
programas de trabalho; cias entre outras no contexto escolar.
designados segundo a legislação vigente.
XVI. participar do Conselho de Classe; XIX. Manter articulação permanente com a
Art. 10. São competências do Orientador Escolar: XVII. participar de atividades de aperfeiçoamento equipe técnicopedagógica e administrativa de sua
I. coordenar e participar da elaboração do Projeto e treinamento. unidade escolar.
Político-Pedagógico da escola; XX. Participar dos programas de capacitação
Art. 13. São competências do Instrutor de Lin-
II. compor a equipe gestora da escola e atuar, guagem Brasileira de Sinais – Libras: em serviço oferecidos pela Secretaria Municipal de
participativamente, na coordenação do trabalho Educação de Petrópolis.
I. O Instrutor de Libras deverá planejar, ministrar
pedagógico e educacional; XXI. Participar de atividades educacionais internas
e avaliar o ensino da Língua Brasileira de Sinais ao
III. promover reuniões e atividades que visem ao educando da Educação Básica e suas modalidades, e e externas que contribuam para o seu enriquecimento
desenvolvimento e ao aperfeiçoamento dos docentes, for- aos profissionais da Educação, em quaisquer atividades profissional, agindo sempre com ética e equilíbrio
talecendo a escola como lócus da formação continuada; constantes dos planos de estudos da Unidade Escolar emocional.
IV. planejar e desenvolver projetos de atendimento e da Secretaria Municipal de Educação. XXII. Participar de reuniões com pais, mães e
e acompanhamento escolar dos alunos, contribuindo II. Planejar as ações pedagógicas da área disciplinar, responsáveis e demais profissionais de educação e exe-
para que a escola cumpra sua função de socialização respeitando e articulando-as aos objetos do Projeto cutar outras atividades afins, determinadas pela direção
e construção do conhecimento; Político Pedagógico da Escola Municipal, na qual atua; e pela coordenação pedagógica da Unidade Escolar.
V. acompanhar a execução do plano de trabalho III. Promover avaliação baseada na integridade XXIII. Comparecer ao local de trabalho com assi-
dos docentes; do/a aluno/a, com acompanhamento individualizado, duidade e pontualidade, executando suas atribuições
VI. orientar a elaboração e a implementação de estra- bem como possibilitar a recuperação paralela ao longo com eficiência, presteza, solidariedade e ética;
tégias de recuperação dos alunos de menor rendimento; do processo ensino-aprendizagem;

VII. promover, de acordo com as normas regimentais, IV. Elaborar e realizar registros solicitados pela
CAPÍTULO III
Escola e pela Secretaria Municipal de Educação, em
o processo de classificação e reclassificação de aluno; DO CORPO DISCENTE
documentos como: planos de trabalho, cadernos de fre-
VIII. participar da organização das turmas e do quência, relatórios, pareceres descritivos, entre outros; Art. 14. O corpo discente é formado pelos alunos
horário escolar; regularmente matriculados nas Escolas e nos Centros
V. Participar da elaboração da proposta peda-
IX. coordenar e avaliar a implementação de pro- gógica da Rede Municipal de Ensino, bem como de de Educação Infantil da Rede Municipal de Ensino.
jetos educacionais; reuniões administrativas e pedagógicas, de espaços
de formação e projetos promovidos pela Secretaria Art. 15. No atendimento ao corpo discente devem
X. apresentar levantamentos e registros de in-
Municipal de Educação e/ou Escola; ser considerados os seguintes aspectos:
formações sobre os perfis dos educandos e sobre o
processo avaliativo do desempenho escolar; VI. Realizar trabalhos de pesquisa e proporcionar I. a liberdade de expressão;
XI. fomentar a pesquisa de novas metodologias o estudo, além de possibilitar os conhecimentos sobre II. o reconhecimento da identidade, respeitando
e de enriquecimento escolar curricular; Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), Língua Portuguesa as diferenças de credo, raça, sexo e situação social;
como Segunda Língua, Cultura Surda, Identidade III. o estímulo à iniciativa de decisões e sugestões
XII. coordenar, junto à direção escolar, as ativi- Surda, História da Educação de Surdos;
dades de planejamento, execução e avaliação dos sobre as atividades das quais participa ou deseja
Conselhos de Classe; VII. Participar do planejamento, execução e avalia- participar;
ção de atividades de formação em LIBRAS voltada aos
XIII. mediar conflitos e propor ações que desen- IV. o conhecimento e a reflexão sobre a sua exis-
trabalhadores da Rede Municipal de Ensino;
volvam e aperfeiçoem o relacionamento interpessoal tência, as relações com os outros e com o ambiente
dos membros da comunidade escolar; VIII. Promover espaços nos quais os educandos em que vive;
possam expressar suas ideias, avaliar suas possibilida-
XIV. zelar pelos bens públicos sob sua respon- V. o conhecimento da realidade através de seus
des, participar em grupos, desenvolvendo o conhe-
sabilidade; códigos, simbologias, fatos, fenômenos e evolução;
cimento da Língua Brasileira de Sinais, bem como a
XV. avaliar seu desempenho profissional, buscan- conversação e fluência nesta linguagem. VI. o papel e a posição individual no grupo da
do formas de aperfeiçoamento permanente. IX. O Instrutor de LIBRAS deverá ministrar cursos escola;
para surdos e ouvintes; desenvolver atividades progra- VII. o constante desenvolvimento e a transfor-
máticas como oficinas pedagógicas para professores, mação pessoal;
CAPÍTULO II
coordenação e comunidade escolar. VIII. a busca pela auto-estima e pelo aprimora-
DO CORPO DOCENTE
X. Ministrar aulas de LIBRAS para alunos e profissio- mento da sensibilidade;
Art. 11. Compõem o corpo docente das Escolas nais em exercício nas unidades escolares e por solicitação IX. a capacidade de ultrapassar obstáculos e de
e dos Centros de Educação Infantil os professores da da Secretaria de Educação, com objetivo de promover
enfrentar situações variadas;
Rede Municipal de Ensino, admitidos mediante con- o conhecimento sobre a língua e a cultura das pessoas
curso público para as respectivas funções. surdas de maneira a promover a inclusão escolar. X. a autonomia e a construção do conhecimento.
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Art. 16. São direitos dos alunos: Art. 23. Para atuar nas salas de leitura, serão en- I. estabelecer as normas operacionais de seu
I. ambiente favorável e acolhedor na unidade caminhados, pela Secretaria Municipal de Educação, setor, definindo as responsabilidades funcionais e
de ensino; professores do magistério público municipal. submetendo-as à aprovação da direção;
II. pessoal capacitado para a sua orientação; Parágrafo único. O não encaminhamento de pro- II. organizar, superintender e distribuir entre
fessores para as salas de leitura não inviabiliza sua im- seus auxiliares serviços de protocolo, escrituração,
III. acesso à informação e aos mecanismos de mecanografia, arquivo e estatística escolar;
aprendizagem para enfrentar situações diversas; plementação nas escolas e centros de educação infantil.
III. elaborar relatórios e instruir processos exigidos
IV. segurança, respeito e reconhecimento; por órgãos da Administração Pública;
V. garantia dos dias letivos determinados pela SEÇÃO II
DA SALA DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS IV. manter e fazer manter atualizada a escrituração
Lei nº 9.394/96, de acordo com o calendário vigente; de livros, fichas e documentos relativos à vida escolar
VI. alimentação escolar diária e de qualidade. Art. 24. As Salas de Recursos Multifuncionais são dos alunos;
espaços das unidades escolares onde se realiza o Aten-
Art. 17. Aos alunos cabem as seguintes respon- V. redigir e fazer expedir toda a correspondência
dimento Educacional Especializado – AEE – a alunos
sabilidades: submetendo-a a assinatura do diretor;
com necessidades educacionais especiais.
I. a busca dos conhecimentos necessários para VI. receber o supervisor educacional, atendendo
Art. 25. Constituem objetivos das Salas de Recur- suas solicitações dentro do prazo estabelecido;
o desenvolvimento e o aperfeiçoamento de sua
sos Multifuncionais:
personalidade; VII. manter atualizada e ordenada toda legislação
I. oferecer profissionais capacitados, bem como de ensino;
II. o zelo pelo prédio e pelos recursos materiais
equipamentos e recursos pedagógicos adequados às
existentes nas instituições de ensino; VIII. assinar, juntamente com o diretor, os docu-
necessidades educacionais especiais dos alunos;
III. a participação efetiva nos eventos e atividades mentos de vida escolar;
II. desenvolver estratégias de aprendizagem que
que busquem a integração da comunidade escolar; IX. lavrar e subscrever todas as atas;
favoreçam a construção de conhecimentos, subsi-
IV. a frequência às aulas e o empenho nas ativi- diando os alunos para que desenvolvam o currículo e X. rubricar todas as páginas dos livros de secretaria;
dades educacionais; participem da vida escolar; XI. promover incineração de documentos, de
V. a execução das atividades escolares a eles III. complementar e suplementar o currículo es- acordo com a legislação vigente;
solicitadas; colar, não substituindo a escolarização em qualquer XII. participar sempre que possível dos Conselhos
VI. o respeito a todos os membros da comuni- nível de ensino. de Classe.
dade escolar;
Art. 26. As Salas de Recursos Multifuncionais Art. 30. São competências do Auxiliar de Se-
VII. o porte do material necessário ao cumprimen- oferecerão o AEE nos seguintes moldes: cretaria:
to das atividades escolares.
I. em turno contrário àquele correspondente à I. atender ao público, interno e externo, prestando
Art. 18. As questões disciplinares serão tratadas escolarização regular; informações simples, anotando recados, recebendo
em conformidade com a Lei nº 8.069/90 (Estatuto da II. em caráter temporário, ou seja, apenas du- correspondências e efetuando encaminhamentos;
Criança e do Adolescente) e o Referencial Disciplinar rante o período de tempo necessário para que sejam II. digitar textos, documentos, tabelas e outros
das Unidades Escolares da Rede Municipal de Ensino. construídas com o aluno alternativas para a superação originais;
das barreiras de acesso ao currículo e participação nas
III. operar microcomputador, utilizando programas
atividades escolares;
CAPÍTULO IV básicos e aplicativos, para incluir, alterar e obter dados
DOS SERVIÇOS DE APOIO AO EDUCANDO III. em diferentes etapas do percurso escolar para em informações, bem como consultar registros;
o mesmo aluno, quando e, se necessário, desde que IV. arquivar processos, leis, publicações, atos nor-
Art.19. As escolas e centros de educação infantil
mantido o caráter temporário de que trata o inciso II. mativos e documentos diversos de interesses da unida-
poderão oferecer os seguintes serviços de apoio ao
educando, sem prejuízo de outros, definidos nos pro- de administrativa, segundo normas preestabelecidas;
Art. 27. Para atuar nas Salas de Recursos Multifun-
jetos políticos-pedagógicos, respeitadas a identidade cionais, serão encaminhados, pela Secretaria Municipal V. receber, conferir e registrar a tramitação de
e a autonomia das unidades escolares: de Educação, professores do magistério público muni- papéis, fiscalizando o cumprimento das normas refe-
I. Sala de Leitura; cipal com formação específica em Educação Especial. rentes a protocolo;

II. Sala de Recursos Multifuncionais. VI. preencher fichas, formulários e mapas, con-
Art. 28. São atribuições do professor da Sala
ferindo as informações e os documentos originais;
de Recursos Multifuncionais, sem prejuízo daquelas
definidas no Art. 12 deste Regimento: VII. elaborar, sob orientação, demonstrativos e
SEÇÃO I relações, realizando os levantamentos necessários.
DA SALA DE LEITURA I. identificar, elaborar, produzir e organizar
serviços, recursos pedagógicos, de acessibilidade e Art. 31. São competências do Inspetor de Disciplina:
Art. 20. Considera-se Sala de Leitura o espaço estratégias considerando as necessidades específicas
destinado ao acervo de livros e materiais videográficos I. fiscalizar o cumprimento do horário de entrada
dos alunos público-alvo da Educação Especial;
em qualquer suporte para consulta, pesquisa, estudo e de saída dos alunos, bem como os horários desti-
II. elaborar e executar plano de Atendimento Educa- nados ao recreio e a outras atividades, fazendo soar
ou leitura.
cional Especializado, avaliando a funcionalidade e a apli- campainha nos horários determinados, organizando
Art. 21. Constituem objetivos da sala de leitura: cabilidade dos recursos pedagógicos e de acessibilidade; a formação dos alunos e sua entrada em sala de aula;
I. oferecer aos alunos o acesso a livros, revistas, III. organizar o tipo e o número de atendimentos II. fiscalizar a entrada e a saída dos alunos, verifican-
jornais, folhetos, catálogos, vídeos, DVDs, CDs e aos alunos na sala de recursos multifuncionais; do se há autorização para a retirada da criança ou se a
outros recursos complementares, quando houver; IV. acompanhar a funcionalidade e a aplicabilida- mesma pode sair da unidade escolar desacompanhada;
II. ser um espaço privilegiado de incentivo à lei- de dos recursos pedagógicos e de acessibilidade na III. contatar, quando solicitado por superiores, pais
tura, fonte de informação, prazer, entretenimento e sala de aula comum do ensino regular, bem como em de alunos, para recados ou comunicações;
formação de leitor crítico, criativo e autônomo. outros ambientes da escola;
IV. supervisionar as atividades recreativas procu-
III. despertar o interesse pela leitura por meio do V. estabelecer parcerias com as áreas intersetoriais rando evitar brigas e discussões entre alunos durante
manuseio de livros, revistas e outros textos e da vivência na elaboração de estratégias e na disponibilização de os horários de recreio;
de diversas situações nas quais seu uso se faça necessário; recursos de acessibilidade;
V. entregar pautas de presença, mensagens espe-
IV. favorecer a aprendizagem dos diferentes VI. orientar professores e famílias sobre os recursos ciais, notas e bilhetes em sala de aula certificando-se
procedimentos de leitura e uso dos diversos gêneros pedagógicos e de acessibilidade utilizados pelo aluno; do recebimento pelo professor e recolhendo as pautas
de circulação social; VII. ensinar e usar a tecnologia assistiva de forma de presença antes que as aulas se encerrem para
V. disponibilizar o acervo de forma organizada, a ampliar habilidades funcionais dos alunos, promo- devolvê-las à Secretaria;
de modo a favorecer o desenvolvimento dos projetos vendo autonomia e participação; VI. acompanhar alunos em atividades extracur-
didáticos e/ou sequências de atividades de leitura e VIII. estabelecer articulação com os professores da riculares auxiliando os professores na manutenção
escrita, trabalhadas em sala de aula ou na própria sala de aula comum, visando à disponibilização dos da disciplina e assegurando a segurança dos alunos;
Sala de Leitura; serviços, dos recursos pedagógicos e de acessibilidade VII. acompanhar alunos em desfiles e solenidades
VI. possibilitar o desenvolvimento do comportamen- e das estratégias que promovem a participação dos que sejam organizadas pela escola;
to leitor e propiciar a formação de leitores autônomos. alunos nas atividades escolares.
VIII. zelar pela segurança de materiais e equipa-
Art. 22. A implantação das Salas de Leitura nas mentos postos sob sua responsabilidade.
escolas e nos centros de educação infantil levará em SEÇÃO II
Art. 32. São competências do Educador de Edu-
consideração os seguintes critérios: DAS ATIVIDADES DE APOIO
cação Infantil:
I. disponibilidade de espaço, À EDUCAÇÃO BÁSICA
I. promover, nos horários determinados, a higiene
II. condições de acervo, Art. 29. São competências do Secretário Escolar: corporal e bucal das crianças;
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II. promover atividades recreativas, empregando III. Auxiliar nos cuidados e hábitos de higiene, tar outras atividades afins, determinadas pela direção
técnicas e materiais apropriados, conforme a faixa etá- excluindo ministrar medicamentos; e pela coordenação pedagógica da unidade escolar.
ria, a fim de despertar e desenvolver comportamento IV. Estimular e ajudar na alimentação e na cons- XV. O intérprete deve exercer sua profissão com
sadio, social e criativo entre os menores; tituição de hábitos alimentares; rigor técnico, zelando pelos valores éticos a ela ine-
III. acompanhar e cuidar dos menores, durante V. Auxiliar na locomoção; rentes, pelo respeito à pessoa humana e à cultura do
sua permanência na unidade, proporcionando-lhes surdo e, em especial:
VI. Realizar mudanças de posição para maior
um ambiente tranquilo, afetuoso e seguro, bem a) pela honestidade e discrição, protegendo o direito
conforto;
como prestando-lhes assistência e orientação quanto de sigilo da informação recebida;
a higiene, saúde e educação; VII. Comunicar à equipe da instituição sobre quais-
b) pela atuação livre de preconceito de origem, raça, credo
quer alterações de comportamento da pessoa cuidada
IV. observar e cumprir os horários, normas e reco- religioso, idade, sexo ou orientação sexual ou gênero;
que possam ser observadas durante o período de contato;
mendações determinadas pela Secretaria de Educação; c) pela imparcialidade e fidelidade aos conteúdos que
VIII. Outras situações que se fizerem necessárias lhe couber traduzir;
V. reunir-se periodicamente com a direção e com
para a realização das atividades cotidianas da pessoa
os professores de educação infantil para o planejamen- d) pelas postura e conduta adequadas aos ambientes
com deficiência durante a permanência na instituição;
to de atividades e discussão de problemas; que frequentar por causa do exercício profissional;
IX. Comparecer ao local de trabalho com assidui- e) pela solidariedade e consciência de que o direito de
VI. zelar pelo material sob sua responsabilidade;
dade e pontualidade executando suas atribuições com expressão é um direito social, independentemente
VII. colaborar e participar de festas, eventos co- eficiência, presteza, solidariedade e ética. da condição social e econômica daqueles que dele
memorativos dentro do horário de trabalho.
X. Realizar pela pessoa assistida ou auxiliar parcial- necessitem;
Art. 33. São competências do Cozinheiro: mente: na alimentação, no ato de vestir ou trocar de f) pelo conhecimento das especificidades da comu-
roupa, na deambulação ou locomoção, na realização nidade surda.
I. preparar refeições, selecionando, lavando,
da higiene corporal, na manipulação de objetos, no
cortando, temperando e cozinhando os alimentos, XVI. Comparecer ao local de trabalho com assi-
ato de sentar, levantar e na transferência postural, na
de acordo com orientação recebida; duidade e pontualidade executando suas atribuições
orientação espacial, nos jogos e brincadeiras; atuar na
II. verificar o estado de conservação dos alimentos, monitoria do traslado de alunos. com eficiência, presteza, solidariedade e ética.
separando os que não estejam em condições adequa-
das de utilização, a fim de assegurar a qualidade das Art. 36. São competências do Intérprete de Lin-
guagem Brasileira de Sinais – Libras: CAPÍTULO V
refeições preparadas; DAS ASSOCIAÇÕES DE APOIO À ESCOLA/
III. distribuir as refeições preparadas, servindo-as I. Traduzir e interpretar de maneira simultânea a CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL
conforme rotina predeterminada, para atender aos Língua Brasileira de Sinais em aulas da Educação Básica
comensais; e suas modalidades da Rede Municipal de Ensino; Art.37. As Associações de Apoio à Escola/Centro
II. Traduzir e interpretar de maneira simultânea a de Educação Infantil constituem unidades executo-
IV. registrar, em formulários específicos, o número ras dos programas de gerenciamento de recursos
de refeições servidas, bem como a aceitabilidade dos Língua Brasileira de Sinais em reuniões, cerimônias, festi-
vidades e outras atividades ligadas no ambiente escolar; financeiros das unidades escolares da Rede Municipal
alimentos oferecidos, para efeito de controle; de Ensino e têm como finalidades:
V. requisitar material e mantimentos, quando III. Desenvolver atividades de pesquisa e asses-
soramento relacionadas à tradução, a interpretação, I. aplicar com correção e eficácia os recursos
necessário; financeiros recebidos;
a linguística, a Língua Brasileira de Sinais, a outras
VI. receber e armazenar os gêneros alimentícios, línguas de sinais, a Língua Portuguesa como Segunda II. promover atividades que captem recursos
de acordo com normas e instruções estabelecidas, a Língua, a Cultura Surda, a Identidade Surda, a História financeiros, de acordo com os critérios definidos na
fim de atender aos requisitos de conservação e higiene; da Educação de Surdos; legislação vigente;
VII. proceder a limpeza, lavagem e guarda de IV. Utilizar a LIBRAS considerando-a como primeira III. apresentar e divulgar para a comunidade
pratos, panelas, garfos, facas e demais utensílios de língua e o português escrito como segunda língua do escolar os balancetes e as ações desenvolvidas com a
copa e cozinha; aluno surdo, interpretando os conhecimentos transmi- aplicação das verbas recolhidas e/ou captadas;
VIII. dispor adequadamente, observando as normas tidos pelos professores em aulas, passeios, atividades
IV. cumprir as determinações contábeis e legais
de coleta seletiva do lixo, os restos de comida e lixo da extraclasses, festividades escolares e outras atividades
concernentes a qualquer associação com caráter de
cozinha, de forma a evitar proliferação de insetos; pedagógicas com assiduidade e pontualidade.
pessoa jurídica.
IX. zelar pela conservação e limpeza do local de V. Auxiliar na comunicação de alunos com surdez
trabalho, bem como dos instrumentos e equipamentos e surdo cegueira, no contexto educacional, conside- Parágrafo único. A criação, a composição, as
que utiliza. rando a LIBRAS e a cultura surda em consonância com ações e as atividades das Associações de Apoio à Es-
a proposta pedagógica bilíngue em vigor. cola/Centro de Educação Infantil são regulamentadas
Art.34. São competências do Auxiliar de Serviços pelas Leis Municipais nº 5.775/01 e 6.248/05.
Gerais: VI. Coletar informações sobre o conteúdo a ser
trabalhado para facilitar a tradução da língua no
I. percorrer as dependências das Unidades Esco- momento das aulas e atividades escolares. CAPÍTULO VI
lares, abrindo e fechando janelas, portas e portões,
VII. Planejar antecipadamente, em conjunto com DOS CONSELHOS ESCOLARES
bem como ligando e desligando pontos de iluminação,
máquinas e aparelhos elétricos; os professores responsáveis pelas disciplinas, sua atu-
Art. 38. As Escolas e Centros de Educação
ação e limites no trabalho a ser executado.
II. limpar chão, paredes, aparelhos sanitários, Infantil da Rede Municipal de Ensino contarão com
bancadas, portas, janelas e mobiliário, utilizando VIII. Atuar facilitando a comunicação entre pessoas Conselhos Escolares, constituídos pelos segmentos da
materiais e equipamentos próprios, de modo a manter surdas e ouvintes nas diversas situações do cotidiano es- comunidade escolar e local, conforme regulamentação
e conservar as dependências das Unidades Escolares; colar como horários de intervalo de aulas, passeios, festas, específica.
atividades extraclasses, palestras, reuniões, cursos, jogos,
III. efetuar a reposição de materiais como sabão, encontros, debates e visitas, junto com alunos ou profis- Art. 39. Os Conselhos Escolares terão as funções
sabonete, toalhas, panos de mão, de copa e de chão, sionais surdos em que exercite a atividade como intérprete. deliberativa, consultiva, fiscalizadora e mobilizadora,
papel toalha e papel higiênico; constituindo-se no órgão máximo da gestão escolar
IX. Favorecer a interação dos alunos surdos e
IV. recolher o lixo, acondicionando detritos e depo- nos assuntos alusivos à gestão pedagógica, financeira,
surdocegos com a comunidade escolar de maneira
sitando-os de acordo com as determinações definidas; ampla, considerando a diversidade de raça, gênero, administrativa, organizacional e de relacionamento
V. verificar a existência de material de limpeza e situação econômica, social, deficiências entre outras com a comunidade escolar e local, respeitadas as
alimentação e outros itens relacionados com seu traba- no contexto escolar. políticas educacionais do Sistema Municipal de Ensino.
lho, comunicando ao superior imediato a necessidade X. Participar de atividades educacionais internas e
de reposição, quando for o caso; externas que contribuam para o seu enriquecimento pro- TÍTULO III
VI. zelar pelo material sob sua guarda; fissional, agindo sempre com ética e equilíbrio emocional. DO FUNCIONAMENTO DAS ESCOLAS E DOS
VII. comunicar ao superior imediato qualquer XI. Manter articulação permanente com a equipe téc- CENTROS DE EDUCAÇÃO INFANTIL
irregularidade verificada, bem como a necessidade de nicopedagógica e administrativa de sua unidade escolar. CAPÍTULO I
consertos e reparos nas dependências, móveis e utensí- XII. Interpretar avaliações, provas e atividades diver- DA ORGANIZAÇÃO EDUCACIONAL
lios que lhe cabe manter limpos e com boa aparência; sificadas, em acordo e planejamento com os professores, Art. 40. As unidades escolares da Rede Municipal de
VIII. respeitar as normas de segurança e higiene garantindo o acesso às informações por parte dos alunos Ensino manterão Educação Infantil, Ensino Fundamental
no trabalho. surdos e surdo cegos em consonância com o Projeto Pe- e, conforme Lei Orgânica Municipal, o Ensino Médio
dagógico da unidade escolar e o Programa de Bilinguismo no Liceu Municipal Prefeito Cordolino Ambrósio, assim
Art. 35. São competências do Cuidador Escolar: da Rede Municipal de Educação de Petrópolis. como as modalidades de Educação Especial e Educação
I. Atuar como elo entre a/o estudante cuidado, a XIII. Participar dos programas de capacitação em de Jovens e Adultos e a Educação em Tempo Integral,
família e a equipe da instituição escolar; serviço oferecidos pela Secretaria Municipal de Educação. sendo assegurada a autonomia didático-administrativa
II. Escutar, estar atento e ser solidário com a XIV. Participar de reuniões com pais, mães e res- e o respeito ao pluralismo de ideias e concepções peda-
pessoa cuidada; ponsáveis e demais profissionais de educação e execu- gógicas, de acordo com a legislação vigente.
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CAPÍTULO II Art. 46. O currículo da Educação Infantil deve Ano de escolaridade Quantitativo de alunos
DOS NÍVEIS, MODALIDADES DE ENSINO ser concebido como um conjunto de práticas que 1º 30
SEÇÃO I busquem articular as experiências e os saberes das 2º 30
DA EDUCAÇÃO INFANTIL crianças com os conhecimentos que fazem parte do 3º 35
patrimônio cultural, artístico, ambiental, científico e 4º 35
Art. 41. A Educação Infantil, primeira etapa tecnológico, de modo a promover o desenvolvimento 5º 35
da Educação Básica, será oferecida em creches e integral de crianças de 0 a 5 anos de idade. 6º 40
pré-escolas, as quais se caracterizam como espaços 7º 40
educacionais não domésticos e constituem instituições Parágrafo único. Respeitadas as Diretrizes Curri-
8º 40
culares Nacionais para a Educação Infantil, o currículo
educacionais que educam e cuidam de crianças de 0 9º 40
para esse nível de ensino deve garantir à criança acesso
(zero) a 5 (cinco) anos de idade.
a processos de apropriação, renovação e articulação Parágrafo único. Admitir-se-ão variações de até
Art. 42. A Educação Infantil tem como finalidade de conhecimentos e aprendizagens de diferentes 20% (vinte por cento) no número de alunos esta-
o desenvolvimento integral da criança em seus aspec- linguagens, assim como o direito à proteção, à saúde, belecido neste artigo, quando houver necessidade
tos físico, psicológico, intelectual e social, complemen- à liberdade, à confiança, ao respeito, à dignidade, à de adequação para o atendimento à demanda de
tando a ação da família e da comunidade. brincadeira, à convivência e à interação com outras matrícula na Rede Municipal de Ensino.
crianças.
Art. 43. A Educação Infantil tem como objetivo Art. 51. O currículo do Ensino Fundamental terá
proporcionar condições adequadas para promover uma Base Nacional Comum, em conformidade com as
o bem-estar da criança, seu desenvolvimento físi- SEÇÃO II Diretrizes Curriculares Nacionais, a ser complementada
co, motor, emocional, intelectual, moral e social, a DO ENSINO FUNDAMENTAL por uma parte diversificada, definida pelo Sistema
ampliação de suas experiências e a participação no Municipal de Ensino e pelas escolas em seu Projeto
Art.47. O Ensino Fundamental, com duração de
processo de construção do conhecimento de mundo Político Pedagógico.
9 (nove) anos, atende a população na faixa etária dos
e formação pessoal.
6 (seis) aos 14 (catorze) anos de idade e se estende a § 1º – Os componentes curriculares do Ensino
Parágrafo único. Dadas as particularidades do todos os que na idade própria não tiveram condições Fundamental articulam-se com as áreas do conhe-
desenvolvimento da criança nesta faixa etária, a Edu- de frequentá-lo. cimento de Linguagens, Matemática, Ciências da
cação Infantil cumpre duas funções indispensáveis e Natureza, Ciências Humanas e Ensino Religioso,
§ 1º – O Ensino Fundamental será ministrado nas
indissociáveis: educar e cuidar. obedecido o disposto na matriz curricular desse nível
Escolas municipais, municipalizadas e parceiras, de
de ensino (anexo II).
Art. 44. A Educação Infantil será oferecida no perí- forma regular e nas modalidades de Educação Espe-
odo diurno, em regime integral ou parcial para crianças cial e de Educação de Jovens e Adultos, obedecidas § 2º – O currículo do Ensino Fundamental
de 0 (zero) a 5 (cinco) anos de idade e ministrada nas a legislação em vigor e as normas deste Regimento. abrangerá, obrigatoriamente, o estudo da Língua
instituições de ensino municipais, municipalizadas Portuguesa e da Matemática, o conhecimento do
§ 2º – Poderão ser criadas, a critério da Secretaria
e parceiras, obedecendo à legislação em vigor e às mundo físico e natural e da realidade social e política,
Municipal de Educação, Escolas de Tempo Integral, com jor-
normas da Secretaria de Educação. especialmente do Brasil.
nada de oito horas diárias, respeitada a legislação vigente.
§ 1º – O atendimento a que se refere o caput § 3º – O ensino da História do Brasil deverá levar
§ 3º – O Ensino Fundamental será oferecido em
deste artigo será realizado conforme a seguinte em conta as contribuições das diferentes culturas e et-
regime misto, abrangendo um ciclo de alfabetização
especificação: nias para a formação do povo brasileiro, especialmente
de três anos e seis anos seriados.
das matrizes indígena, africana e europeia.
I. em turmas de Educação Infantil, inseridas em
escolas da Rede Municipal de Ensino, para crianças § 4º – O ciclo de alfabetização corresponde aos três
§ 4º – O ensino de História e Cultura Afro-
de 4 (quatro) e 5 (cinco) anos de idade, em regime primeiros anos do Ensino Fundamental e deve assegurar:
-Brasileira, conteúdo obrigatório nas unidades de
de horário parcial; I. a alfabetização e o letramento; Ensino Fundamental, será ministrado no âmbito de
II. em Escolas da Rede Municipal de Ensino que II. o desenvolvimento das diversas formas de ex- todo o currículo escolar, em especial nas áreas de Arte,
atendam exclusivamente a Educação Infantil, para pressão, incluindo o aprendizado da Língua Portugue- Literatura e História Brasileira.
crianças de 3 (três), 4 (quatro) e 5 (cinco) anos de sa, a Literatura, a Música e demais artes, a Educação
§ 5º – O ensino da Arte, especialmente em
idade, em regime de horário parcial; Física, assim como o aprendizado da Matemática, da
suas expressões regionais, constituirá componente
Ciência, da História e da Geografia;
III. em Centros de Educação Infantil da Rede curricular do Ensino Fundamental, em todos os anos
Municipal de Ensino, destinados ao atendimento de III. a continuidade da aprendizagem, tendo em de escolaridade, e deverá abordar a música como
crianças de 0 a 5 anos de idade, em regime de horário conta a complexidade do processo de alfabetização conteúdo obrigatório, mas não exclusivo, além das
integral ou, excepcionalmente, parcial; e os prejuízos que a repetência pode causar no Ensino artes visuais, do teatro e da dança.
Fundamental como um todo e, particularmente, na
IV. em Escolas de Tempo Integral da Rede Munici- § 6º – A Educação Física, componente obriga-
passagem do primeiro para o segundo ano de esco-
pal de Ensino, para crianças de 4 (quatro) e 5 (cinco) tório do currículo do Ensino Fundamental, integra a
laridade e deste para o terceiro.
anos de idade. proposta pedagógica da escola e será facultativa ao
Art. 48. O Ensino Fundamental visa desenvolver aluno apenas nas circunstâncias previstas no § 3º do
§ 2º – É considerada Educação Infantil em tempo
o educando, assegurar-lhe a formação comum indis- Art. 26 da Lei nº 9.394/96.
parcial a jornada de 4 (quatro) horas diárias.
pensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhe
§ 3º – A jornada em Tempo Integral será organi- os meios para progredir no trabalho e em estudos § 7º – Na parte diversificada do currículo do
zada: nos Centros de Educação Infantil, em período posteriores mediante: Ensino Fundamental será incluído, obrigatoriamente,
de 10 (dez) horas diárias, compreendendo o tempo a partir do 6º ano, o ensino de Língua Inglesa e da
I. o desenvolvimento da capacidade de aprender,
total que a criança permanece na unidade escolar; nas História, da Geografia e do Turismo de Petrópolis,
tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura,
Escolas de Tempo Integral, em período de 8 (oito) horas bem como da Educação para o Trânsito (HGPT/ET).
da escrita e do cálculo;
diárias, compreendendo o tempo total que a criança II. a compreensão do ambiente natural e social, do § 8º – O Ensino Religioso, de caráter plural e de
permanece na unidade escolar; sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores matrícula facultativa ao aluno, é parte integrante da
em que se fundamenta a sociedade; formação básica do cidadão e constitui componente
§ 4º – Excepcionalmente, poderão ser autorizadas
curricular dos horários normais das escolas públicas
pela Secretaria Municipal de Educação a abertura de III. a aquisição de conhecimentos e habilidades,
de Ensino Fundamental, assegurado o respeito à
turmas de 4 e 5 anos em período parcial nos Centros assim como a formação de atitudes e valores;
diversidade cultural e religiosa do Brasil e vedadas
de Educação Infantil. IV. o fortalecimento dos vínculos de família, dos quaisquer formas de proselitismo, conforme o Art.33
§ 5º – Excepcionalmente, poderão ser autorizadas laços de solidariedade humana e de tolerância recí- da Lei nº 9.394/96.
pela Secretaria Municipal de Educação a abertura proca em que se assenta a vida social.
Art. 52. As escolas, ao definirem seu Projeto Polí-
de turmas de 3 anos em período parcial nas escolas Art. 49. As escolas com turmas de Ensino tico Pedagógico, deverão valorizar o uso da tecnologia
municipais, municipalizadas e parceiras. Fundamental respeitarão a seguinte organização: educacional para o desenvolvimento de práticas inter-
Art. 45. A Educação Infantil será organizada por 1º(primeiro), 2º (segundo), 3º (terceiro), 4º (quarto), 5º disciplinares, integrando as diversas áreas do currículo,
etapas, respeitada a seguinte especificação, sempre (quinto), 6º (sexto), 7º (sétimo), 8º (oitavo) e 9º (nono) bem como assegurar o tratamento transversal no
que o espaço físico permitir: anos de escolaridade. currículo de temas abrangentes e contemporâneos, de
grande relevância social, a exemplo de: ética; saúde,
Idade Nível de Ensino Etapa Quant. alunos Parágrafo único. Para efeito de regularização de
diversidade; vida familiar e social; direito das crianças,
0............ Creche.................. Berçário..........8 a 10 estudos de alunos com atraso escolar, poderão ser criadas
adolescentes, mulheres e idosos; preservação do meio
1............ Creche.................. 1º período......8 a 10 classes ou turmas de aceleração de aprendizagem, respei-
ambiente; noções de defesa civil, com ênfase na
2............ Creche.................. 2º período......8 a 10 tadas as orientações da Secretaria Municipal de Educação.
prevenção de desastres naturais; educação alimentar
3............ Creche.................. 3º período......15 Art. 50. O número de alunos nas turmas de Ensi- e nutricional; educação para o consumo; educação
4............ Pré-escola.............. 4º período......20 no Fundamental deverá, sempre que o espaço físico fiscal; trabalho, ciência e tecnologia; diversidade
5............ Pré-escola.............. 5º período......25 permitir, obedecer à seguinte modulação: cultural; estudo dos símbolos nacionais.
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SEÇÃO III § 4º – Com tratamento transversal e integrado, IV. seja promovida a motivação e a orientação per-
DO ENSINO MÉDIO permeando todo o currículo, no âmbito dos demais manente dos estudantes, visando maior participação
componentes curriculares, deve-se considerar, também nas aulas e seu melhor aproveitamento e desempenho;
Art. 53. Em conformidade com a Lei Orgânica de modo obrigatório: a educação alimentar e nutricional;
do Município de Petrópolis, o Ensino Médio será ofe- V. seja realizada, sistematicamente a formação
o respeito e a valorização da criança, do adolescente, da continuada, destinada, especificamente, aos educa-
recido apenas no Liceu Municipal Prefeito Cordolino mulher e do idoso, a educação ambiental, a educação
Ambrósio, tendo como finalidades: dores de jovens e adultos.
para o trânsito e a educação em direitos humanos.
I. a consolidação e o aprofundamento dos Art. 62. A Matriz Curricular da Educação de
conhecimentos adquiridos no Ensino Fundamental, Art. 56. Os conteúdos, as metodologias e as Jovens e Adultos obedecerá ao disposto no anexo II.
possibilitando o prosseguimento de estudos; formas de avaliação serão organizados de tal modo
que ao final do Ensino Médio o educando demonstre:
II. a preparação básica para o trabalho e a cidada- SEÇÃO V
nia do educando, de modo que ele seja capaz de se I – domínio dos princípios científicos e tecnológi- DA EDUCAÇÃO ESPECIAL
adaptar com flexibilidade a novas condições de vida cos que presidem a produção moderna;
e aperfeiçoamento posteriores; Art. 63. Por Educação Especial entende-se a
II – conhecimento das formas contemporâneas modalidade da educação escolar, definida por uma
III. o aprimoramento do educando como pessoa de linguagem. proposta pedagógica que assegure recursos e serviços
humana, incluindo a formação ética e o desenvolvimen-
educacionais especiais, organizados institucional-
to da autonomia intelectual e do pensamento crítico;
SEÇÃO IV mente para apoiar, complementar e suplementar os
IV. a compreensão dos fundamentos científico- serviços educacionais comuns, de modo a garantir e
DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS
tecnológicos dos processos produtivos, relacionando promover o desenvolvimento das potencialidades do
a teoria com a prática no ensino de cada disciplina. Art. 57. A Educação de Jovens e Adultos constitui educando, em todos os níveis da Educação Básica.
modalidade de ensino, ministrada de forma presencial,
Art. 54. O Ensino Médio terá duração de 3 (três) em período diurno ou noturno, nas escolas da Rede Art. 64. A Educação Especial será oferecida, prefe-
anos de escolaridade, respeitada a carga horária Municipal de Ensino, para alunos que não tiveram rencialmente, nas escolas regulares da Rede Municipal
mínima definida pela legislação em vigor, e será or- acesso ou continuidade de estudos na idade própria. de Ensino, considerando a especificidade dos alunos
ganizado em turmas com, no máximo, 40 (quarenta) com deficiências, fundamentadas na concepção dos
alunos, permitida a variação de 20% (vinte por cento) Art. 58. A modalidade de Educação de Jovens e direitos humanos e pautadas pelos princípios éticos,
no número de alunos, quando houver necessidade Adultos será oferecida no nível do ensino fundamental políticos, estéticos e de equidade, de modo a assegurar:
de adequação para o atendimento à demanda de e organizada em nove fases, da seguinte forma: I. o respeito à dignidade humana;
matrícula na Rede Municipal de Ensino. FASE Ano de escolaridade correspondente II. a busca da identidade;
Art. 55. O currículo do Ensino Médio terá uma Fase I...................1º Ano
III. a igualdade de oportunidades;
Base Nacional Comum, em conformidade com as Fase II..................2º Ano
Diretrizes Curriculares Nacionais, a ser complementada Fase III..................3º Ano IV. o exercício da cidadania;
por uma parte diversificada, definida pelo Sistema Fase IV.................4º Ano V. a valorização da diferença.
Municipal de Ensino e pela escola em seu Projeto Fase V..................5º Ano
Fase VI.................6º Ano Art. 65. Caberá à escola, com apoio da Secretaria
Político Pedagógico, observadas as seguintes diretrizes:
Fase VII................7º Ano Municipal de Educação, oferecer o Atendimento Educa-
I. destacará a educação tecnológica básica, a com- cional Especializado – AEE – para os alunos que apresen-
Fase VIII...............8º Ano
preensão do significado da ciência, das letras e das artes; Fase IX.................9º Ano tam deficiência matriculados em suas classes regulares.
o processo histórico de transformação da sociedade e da
cultura; a língua portuguesa como instrumento de comu- § 1º – Da Fase I à Fase V será organizada em perí- Parágrafo único. Para efeito do que trata o caput
nicação, acesso ao conhecimento e exercício da cidadania; odo anual, com 800 (oitocentas) horas, distribuídas em deste artigo, considera-se público-alvo do AEE:
II. adotará metodologias de ensino e de avaliação 200 (duzentos) dias letivos. Posteriormente, obedecer- I. educandos com deficiência: aqueles que têm
que estimulem a iniciativa dos estudantes; -se-á uma organização semestral, da seguinte forma: impedimento, de longo prazo, de natureza física,
– 520 (quinhentas e vinte) horas distribuídas em 100 intelectual, mental ou sensorial;
III. será incluída uma língua estrangeira moderna,
como disciplina obrigatória, escolhida pela comunida- (cem) dias letivos, da Fase VI à Fase IX (cursos diurnos); II. educandos com transtornos globais do desen-
de escolar, e uma segunda, em caráter optativo, dentro – 440 (quatrocentas e quarenta) horas distribuídas em 100 volvimento: aqueles que apresentam um quadro de
das disponibilidades da unidade escolar. (cem) dias letivos, da Fase VI à Fase IX (cursos noturnos). alteração no desenvolvimento neuropsicomotor, com-
prometimento nas relações sociais, na comunicação
IV. serão incluídas a Filosofia e a Sociologia como dis- § 2º – As Fases I, II e III compõem o Ciclo de Alfa- ou estereotipias motoras, incluindo-se educando com
ciplinas obrigatórias em todos os anos do ensino médio. betização na Educação de Jovens e Adultos, devendo autismo clássico, síndrome de Asperger, síndrome de
§ 1º – Os componentes curriculares do Ensino assegurar os objetivos previstos no § 4º do Art. 41. Rett, transtorno desintegrativo da infância (psicoses)
Médio articulam-se com as áreas do conhecimento e transtornos invasivos sem outras especificações;
Art. 59. A idade mínima para a matrícula na
de Linguagens, Matemática, Ciências da Natureza e modalidade da Educação de Jovens e adultos será de III. educandos com altas habilidades/superdota-
Ciências Humanas, obedecido o disposto na matriz 15 (quinze) anos completos. ção: aqueles que apresentam um potencial elevado e
curricular desse nível de ensino (anexo II). grande envolvimento com as áreas do conhecimento
Art. 60. Considerando as situações, os perfis e humano, isoladas ou combinadas – intelectual, lide-
§ 2º – O currículo deve contemplar as quatro áreas as faixas etárias dos adolescentes, jovens e adultos, rança, psicomotora, artes e criatividade.
do conhecimento, com tratamento metodológico que os projetos políticos pedagógicos das escolas deverão
evidencie a contextualização e a interdisciplinaridade viabilizar um modelo pedagógico próprio para essa Art. 66. Entende-se por AEE, o serviço educacional
ou outras formas de interação e articulação entre modalidade de ensino que assegure: ofertado aos alunos com deficiências matriculados nas
diferentes campos de saberes específicos. escolas regulares da rede municipal de ensino, como
I. a identificação e o reconhecimento das formas
§ 3º – O currículo do Ensino Médio abrangerá, de aprender dos adolescentes, jovens e adultos e a garantia do acesso ao currículo e à plena participação
obrigatoriamente: valorização de seus conhecimentos e experiências; no cotidiano escolar.

I. o estudo da Língua Portuguesa e da Matemá- II. a distribuição dos componentes curriculares, Parágrafo único: O AEE identifica, elabora e or-
tica, o conhecimento do mundo físico e natural e da de modo a proporcionar um patamar igualitário de ganiza recursos pedagógicos e de acessibilidade que
realidade social e política, especialmente do Brasil; formação, bem como a sua disposição adequada nos eliminem as barreiras para a plena participação dos
II. o ensino da História do Brasil, o qual levará em tempos e espaços educativos, em face às necessidades alunos, considerando as suas necessidades específicas.
conta as contribuições das diferentes culturas e etnias específicas dos estudantes.
Art. 67. A Rede Municipal de Ensino assegurará
para a formação do povo brasileiro, especialmente das Art. 61. A Educação de Jovens e Adultos deve ainda, aos educandos com deficiência:
matrizes indígena, africana e européia; pautar-se pela flexibilidade, tanto de currículo quanto I. currículos, métodos, técnicas, e recursos educa-
III. o ensino da Arte, especialmente em suas expres- de tempo e espaço, para que: tivos específicos e organização para atender às suas
sões regionais, em todos os anos de escolaridade, o qual I. seja rompida a simetria com o ensino regular necessidades;
deverá abordar a música como conteúdo obrigatório, mas para crianças e adolescentes, de modo a permitir
não exclusivo, além das artes visuais, do teatro e da dança; II. terminalidade específica para aqueles que não
percursos individualizados e conteúdos significativos puderem atingir o nível exigido para a conclusão do
IV. a Educação Física, integrada à proposta pedagó- para os jovens e adultos; Ensino Fundamental, em virtude de suas deficiências, e
gica da escola e facultativa ao aluno apenas nas circuns- II. sejam providos o suporte e a atenção individuais aceleração para concluir em menor tempo o programa
tâncias previstas no § 3º do Art. 26 da Lei nº 9.394/96; às diferentes necessidades dos estudantes no processo escolar para os superdotados;
V. o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira, de aprendizagem, mediante atividades diversificadas; III. professores com especialização adequada
ministrado no âmbito de todo o currículo, em especial III. seja valorizada a realização de atividades e em nível médio ou superior, para atendimento espe-
nas áreas de Arte, Literatura e História Brasileira. vivências socializadoras, culturais, recreativas e es- cializado, bem como professores do ensino regular,
VI. o ensino de Filosofia e de Sociologia, disciplinas portivas, geradoras de enriquecimento do percurso capacitados para a inclusão desses educandos nas
obrigatórias para todos os anos deste nível de ensino. formativo dos estudantes; classes comuns;
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IV. educação especial para o trabalho, visando a II – possibilitar a articulação de ações, projetos e Parágrafo único. Fica assegurada autonomia
sua efetiva integração na vida em sociedade, inclusive programas e suas contribuições às propostas, às visões pedagógica às Escolas e Centros de Educação Infan-
condições adequadas para os que não revelarem capa- e às práticas curriculares, alterando o ambiente escolar; til, para efeito de elaboração e execução do projeto
cidade de inserção no trabalho competitivo, mediante III – ampliar a oferta de saberes, métodos, pro- político pedagógico, a qual deve ser entendida na
articulação com os órgãos oficiais afins, bem como cessos e conteúdos educativos em outros espaços perspectiva da busca de sua identidade.
para aqueles que apresentam uma habilidade superior socioculturais, no contraturno escolar; Art. 76. Os projetos político pedagógicos das
nas áreas artística, intelectual ou psicomotora;
IV – incluir os campos das artes, cultura, esporte, Escolas e dos Centros de Educação infantil, respeitadas
V. acesso igualitário aos benefícios dos programas lazer, mobilizando-os para a melhoria do desem- as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação
sociais suplementares disponíveis para o respectivo penho educacional e o cultivo de relações entre Básica, devem contemplar:
nível do Ensino Regular; professores, alunos e suas comunidades através dos I. o diagnóstico da realidade concreta dos sujeitos
VI. processos de avaliação adequados ao seu seguintes eixos: arte, cultura e memória, orientação do processo educativo, contextualizados no espaço e
desenvolvimento. de estudos, iniciação científica, iniciação ao esporte, no tempo;
educo-comunicação, prevenção e promoção da saúde,
§ 1º – O aluno receberá certificação de conclusão direitos humanos e cidadania e educação ambiental; II. a concepção sobre educação, conhecimento,
de escolaridade específica quando, pelas suas defi- avaliação da aprendizagem e mobilidade escolar;
V – contribuir para a redução da evasão, reprova-
ciências mesmo com os atendimentos realizados e III. o perfil real dos sujeitos – crianças, jovens e
ção, distorção idade – ano de escolaridade, mediante a
necessários ao longo do seu processo educativo, não adultos – que justificam e instituem a vida da e na escola;
implementação de ações pedagógicas para melhoria de
atingir os objetivos básicos do Ensino Fundamental.
condições para o rendimento e aproveitamento escolares; IV. as bases norteadoras da organização do tra-
§ 2º – A terminalidade específica deverá encami- balho pedagógico;
VI – oferecer atendimento educacional especia-
nhar o aluno a novas possibilidades educacionais ou lizado às crianças, adolescentes e jovens com defici- V. a definição de qualidade das aprendizagens e,
a cursos de educação profissional, para inserção na ência, integrando à proposta curricular das escolas por consequência, da escola, no contexto das desigual-
sociedade e no trabalho. de ensino regular o convívio com a diversidade de dades que se refletem no espaço escolar;
§ 3º – Será de responsabilidade do setor de expressões e linguagens corporais, incluindo ações VI. os fundamentos da gestão democrática,
atendimento aos alunos com deficiência da Secre- de acessibilidade voltadas àqueles com deficiência compartilhada e participativa (órgãos colegiados e de
ou com mobilidade reduzida; está no PME/Petrópolis representação estudantil);
taria Municipal de Educação, orientar e aprovar os
procedimentos nos casos de terminalidade específica VII – promover a formação da sensibilidade, percep- VII. o programa de acompanhamento de acesso,
e de aceleração. ção e expressão de crianças, adolescentes e jovens nas de permanência dos estudantes e de superação da
linguagens artísticas, literárias e estéticas, aproximando o retenção escolar;
Art. 68. As classes regulares com atendimento a ambiente educacional da diversidade cultural brasileira,
alunos que apresentam deficiências deverão respeitar VIII. o programa de formação inicial e continuada
estimulando a sensorialidade, leitura e criatividade;
o limite máximo de 2 (dois) alunos incluídos, exceto dos profissionais da educação;
VIII – estimular crianças, adolescentes e jovens a man-
quando de alunos surdos. IX. as ações de acompanhamento sistemático
ter uma interação efetiva em torno de práticas esportivas
dos resultados de processos de avaliação interna e
Parágrafo único. Admitir-se-á redução de até 20% educacionais e de lazer direcionadas ao processo de de-
externa, incluindo dados referentes ao IDEB e/ou que
(vinte por cento) no número de alunos estabelecido senvolvimento humano, da cidadania e da solidariedade;
complementem ou substituam os desenvolvidos pelas
por turma neste Regimento (Artigos 48 e 52) quando IX – promover a aproximação entre a escola, as unidades da federação e outros;
da inclusão de alunos com deficiência nas classes regu- famílias e as comunidades, mediante atividades que
lares, caracterizados no Art. 63, caso haja necessidade X. a concepção da organização do espaço físico
visem à responsabilização e à interação com o processo
de adequação para o atendimento pedagógico quali- da unidade escolar de tal modo que este seja compatí-
educacional, integrando os equipamentos sociais e
ficado aos alunos, o que será objeto de avaliação pela vel com as características de seus sujeitos, que atenda
comunitários entre si e à vida escolar;
Equipe Técnica da Secretaria Municipal de Educação. as normas de acessibilidade, além da natureza e das
X – prestar assistência financeira e técnica às finalidades da educação, deliberadas e assumidas pela
escolas, de modo a estimular novas tecnologias e comunidade educacional;
CAPÍTULO III capacidades para o desenvolvimento de projetos com
XI. a organização curricular enquanto manifesta-
EDUCAÇÃO INTEGRAL vistas a atender o disposto no art. 1º;
ção de uma proposta de ação educativa constituída
Art. 69 – A Educação Integral e Integrada visa a Art. 72 – A Secretaria Municipal de Educação aplicará pela seleção de conhecimentos construídos historica-
assegurar o acesso e a permanência dos estudantes como estratégia operacional para implementação da mente pela sociedade, expressando-se por práticas
na educação básica, com a melhoria da qualidade Educação Integral e Integrada a constituição de Escolas de escolares que se desdobram em torno de conhecimen-
do ensino e o respeito à diversidade, garantindo-se Tempo Integral e de Instituições Polo de Educação Integral. tos relevantes e pertinentes, permeadas pelas relações
as condições necessárias ao desenvolvimento dos sociais, articulando vivências e saberes dos estudantes
§ 1º – As Escolas de Tempo Integral são unidades e contribuindo para o desenvolvimento de suas identi-
diversos saberes e habilidades pelos estudantes e a
de ensino que desenvolverão atividades curriculares dades e condições cognitivas e sócio-afetivas.
ampliação da oferta da jornada em tempo integral,
em período integral, contemplando os componentes
em consonância com as metas estabelecidas no Plano
da Base Nacional Comum Curricular – BNCC –, bem
Nacional de Educação e Plano Municipal de Educação. TÍTULO IV
como os diferentes campos de conhecimento e de
práticas socioculturais sendo obrigatório o acompa- DO PROCESSO DE AVALIAÇÃO
§ 1º – A Educação Básica em Tempo Integral
assegurará a jornada escolar com duração de sete nhamento pedagógico e a iniciação científica. CAPÍTULO I
horas podendo chegar a dez horas diárias, durante DA AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL
§ 2º – As Instituições Polo de Educação Integral
todo o período letivo, compreendendo o tempo total
são unidades educativas externas às unidades esco- Art. 77. As Escolas e Centros de Educação Infantil da
em que os estudantes permanecerem na escola ou
lares que ofertam atividades educativas e culturais, Rede Municipal de Ensino de Petrópolis serão submetidos
em outros espaços educacionais, em atividades edu-
possibilitando a ampliação do quantitativo de estu- a processos de avaliação institucional, caracterizados por
cativas. (Darcy e outros) avaliação interna, a ser organizada pela unidade escolar, e
dantes atendidos pela educação integral.
Art. 70 – São princípios da Educação Integral e por avaliação externa, realizada pela Secretaria Municipal
Art. 73 – A Secretaria Municipal de Educação desen- de Educação e/ou outros órgãos governamentais.
Integrada:
volverá metodologias para monitoramento e avaliação
I – igualdade de condições para o acesso e perma- da implementação da Educação Integral e Integrada no Art. 78. A avaliação institucional tem como ob-
nência na escola; município, levando-se em consideração as dimensões que jetivo permitir o acompanhamento:
II – liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar afetam o desempenho escolar dos estudantes, tais como I. sistemático e contínuo do processo de ensino e
a cultura, o pensamento, a arte e o saber; o clima escolar, o nível socioeconômico, a gestão escolar, aprendizagem, de acordo com os objetivos propostos;
as condições docentes e a infraestrutura das escolas.
III – pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas; II. do desempenho da direção, professores, alunos
IV – respeito à liberdade e apreço à tolerância; Art. 74. Nas Escolas e Instituições Polo de Tempo e demais funcionários nos diferentes momentos do
Integral, os alunos serão organizados em turmas e/ou processo educacional;
V – valorização do profissional da educação;
grupamentos respeitando-se o nível de escolaridade. III. da participação efetiva da comunidade escolar
VI – gestão democrática do ensino público; nas mais diversas atividades propostas pela escola;
VII – valorização da experiência extraescolar; IV. da sequência e da reformulação do planeja-
CAPÍTULO IV
VIII – vinculação entre a educação escolar, o trabalho DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO mento curricular;
e as práticas sociais; V. dos indicadores do desempenho escolar em
Art. 75. Às Escolas e aos Centros de Educação
IX – consideração com a diversidade étnico-racial. termos de rendimento.
Infantil, respeitada a legislação vigente e as diretrizes da
Art. 71 – São objetivos da Educação Integral e Secretaria Municipal de Educação, compete elaborar e Art. 79. A periodicidade, os procedimentos e
Integrada: executar projeto político pedagógico, enquanto manifes- instrumentos da avaliação institucional serão regula-
tação de seu ideal de educação e como resultado de um mentados pela Secretaria Municipal de Educação em
I – contribuir para a formação integral de crianças,
trabalho coletivo que envolva toda a comunidade escolar. documento próprio.
adolescentes e jovens da Rede Municipal de Ensino;
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Art. 80. Os resultados de diferentes avaliações insti- integral do aluno não sendo atribuídas notas e não Parágrafo único. A decisão pela promoção dos
tucionais serão consubstanciados em relatórios, a serem tendo caráter de promoção. alunos deve ser fruto de uma discussão envolvendo
divulgados à comunidade e apreciados pela escola para os docentes responsáveis pela turma em questão,
subsidiar o projeto político pedagógico e nortear os considerando o desenvolvimento do educando em
CAPÍTULO III
momentos de planejamento e replanejamento. todas as áreas do conhecimento.
DA PROMOÇÃO
Art. 96. Excepcionalmente, poderão ser realizados
Art. 89. A promoção em cada ano dar-se-á da
CAPÍTULO II Conselhos de Promoção extraordinários, autorizados
seguinte forma:
DA AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM pela Secretaria de Educação.
I. ao final do 3º ano/Fase III do Ensino Fundamen-
Art. 81. A avaliação da aprendizagem é um pro- tal para os alunos que, de acordo com os registros Art. 97. Não haverá pendência de resultados no
cesso contínuo, cumulativo e sistemático, de caráter realizados ao longo do período letivo, tiverem atingido desempenho escolar de um ano letivo para o outro.
diagnóstico e formativo, fundamentado em uma os objetivos propostos;
concepção de educação que considera o aluno sujeito
II. a partir do 4º ano/Fase IV do Ensino Funda- CAPÍTULO VI
de sua aprendizagem.
mental para os alunos que obtiverem, ao final do ano DA RECLASSIFICAÇÃO
Art. 82. A avaliação visa ao acompanhamento letivo, média ponderada igual ou superior a 5,0 (cinco).
da aprendizagem do aluno e à verificação da eficácia Art. 98. O aluno poderá ser reclassificado no
Parágrafo único. Em ambos os casos, será exigi- Ensino Fundamental e no Ensino Médio, tendo como
das estratégias de ensino, permitindo a realização de do, para efeito de promoção, o mínimo de 75% de
ajustes no planejamento didático e a superação de base as normas curriculares gerais, mediante avaliação
frequência sobre o total dos dias letivos, independen- de conhecimentos, elaborada pela equipe gestora,
eventuais dificuldades apresentadas pelos estudantes. temente da carga horária de cada disciplina, conforme aplicando-se aos seguintes casos:
Art. 83. A avaliação da aprendizagem, articulada ao o § 1º do Art. 94 deste Regimento.
I. alunos que demonstrem desempenho suficiente
Projeto Político Pedagógico da escola, se processará com
para avanço nos anos de escolaridade;
prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos. CAPÍTULO IV
II. alunos com distorção entre a idade e o ano
Parágrafo único. A avaliação qualitativa abarca DA RECUPERAÇÃO
de escolaridade;
todo o processo de aprendizagem do aluno, envol- Art. 90. A recuperação paralela, de responsabili- III. alunos oriundos de classes de aceleração;
vendo aspectos como observação, análise e registro, dade direta do professor, sob o acompanhamento da
próprios da ação docente. IV. alunos retidos por frequência, com bom de-
equipe gestora, com o apoio da família, deverá acon-
sempenho no ano anterior;
Art. 84. Na Educação Infantil, a avaliação da tecer no decorrer dos bimestres, por meio de atividades
especificamente programadas, considerando as dificul- V. alunos transferidos de unidades de ensinos
aprendizagem será realizada mediante observação
dades de aprendizagem apresentadas pelos alunos. situados no país e no exterior.
e registro descritivo do desenvolvimento da criança,
na forma de relatórios bimestrais, tomando-se como Parágrafo único: as atividades referentes à recu- Parágrafo único. A reclassificação será sempre
referência os objetivos estabelecidos para esta etapa peração deverão ser registradas pelo professor em realizada com objetivo de promoção.
da educação, sem caráter de promoção, mesmo para documento próprio formulado pela equipe gestora e
o acesso ao Ensino Fundamental. pelo corpo docente da unidade escolar. Art. 99. O resultado da reclassificação deverá
constar, obrigatoriamente, na ficha individual do aluno
Art. 85. No ciclo de alfabetização (1º, 2º e 3° ano do e no seu histórico escolar, devendo o instrumento
Ensino Fundamental) a avaliação será realizada mediante CAPÍTULO V utilizado para este fim ser arquivado na secretaria da
observação e registro descritivo do desenvolvimento do DO CONSELHO DE CLASSE escola, além da ata de reclassificação.
aluno na forma de relatórios bimestrais, tomando-se
como referência os objetivos estabelecidos, não sendo Art. 91. O Conselho de Classe, entendido como
atribuídas notas nestes anos de escolarização. instância maior de reflexão, discussão e avaliação do TÍTULO V
processo educativo nas instituições de ensino, é um ins- DA FREQUÊNCIA E DO CALENDÁRIO ESCOLAR
§ 1º – Consideradas as características e os obje- trumento do processo de avaliação por meio do qual cada
tivos estabelecidos neste Regimento para o ciclo de aluno é avaliado em conjunto por todos os professores Art. 100. O controle de frequência será feito
alfabetização, a transição entre o 1º, 2º e 3° ano do da turma a que pertence e pela equipe de gestão escolar. pelas Escolas e Centros de Educação Infantil em
Ensino Fundamental será realizada sem interrupção registros diários.
do processo de ensino e aprendizagem. Art. 92. O Conselho de Classe é constituído pelos
professores da turma, direção e secretário escolar, §1º – Na Pré-escola será exigida a frequência míni-
§ 2º – A transição dos alunos público alvo da Educa- sendo coordenado pelo orientador escolar. ma de 60% do total de horas, sem efeito de retenção.
ção Especial, conforme definição apresentada pelo MEC,
§ 1º – A ausência do professor no Conselho de § 2º – Para a transição entre os anos que compõem
no Ciclo de Alfabetização, será submetida à análise da
Classe, implica na aceitação pelo mesmo das decisões o ciclo de alfabetização e para a progressão do 3º ao 9º
equipe gestora da Unidade Escolar em parceria com a
tomadas pelos demais participantes. ano do Ensino Fundamental e nos anos do Ensino Médio,
equipe de Educação Especial da Secretaria de Educação.
será exigida a frequência mínima de 75% dos dias letivos
Art. 86. Os resultados das avaliações bimestrais, a § 2º – Ao iniciar o Conselho de Classe, os pro- e de carga horária obrigatória.
partir do 4º ano do Ensino Fundamental, serão regis- fessores devem estar com todo o material necessário
trados em escala de 1 (um) a 10 (dez), admitindo-se à avaliação dos alunos. Art. 101. A ausência não justificada do aluno
apenas a fração meio, sendo atribuídos pesos diferen- implicará providências junto à família do mesmo, em
§ 3º – Os integrantes do Conselho de Classe todos os níveis de Ensino.
ciados aos bimestres, conforme segue: devem, com base na ética profissional, manter sigilo
I. 1º bimestre: peso 1 (um); sobre os problemas abordados e garantir clima de §1º – Caberá às Escolas e aos Centros de Educa-
II. 2º bimestre: peso 2 (dois); confiança e respeito mútuo. ção Infantil notificar o Conselho Tutelar os casos dos
alunos que apresentem quantidade de faltas acima de
III. 3º bimestre: peso 3 (três); Art. 93. Os Conselhos de Classe realizar-se-ão, 50% do percentual permitido em Lei.
IV. 4º bimestre: peso 4 (quatro). no mínimo, 4 (quatro) vezes ao ano, devendo ser
registradas as decisões em ata específica. §2º – Considerar-se-á desistente o aluno:
Parágrafo único. Na modalidade de Educação de
Art. 94. Os Conselhos de Classe terão como a) do ensino regular, que obtiver 50 (cinquenta) faltas
Jovens e Adultos, serão atribuídos pesos diferenciados
objetivos: consecutivas e não justificadas;
aos resultados dos bimestres, a partir da Fase IV, de
acordo com o que segue, permanecendo a avaliação I. analisar o desempenho de cada aluno indivi- b) da modalidade de Educação de Jovens e Adultos, da
nas Fases I, II e III conforme o disposto no Art. 77 para dualmente, o desenvolvimento geral da turma e o Fase I, que obtiver 50 (cinquenta) faltas consecutivas
o ciclo de alfabetização: processo de ensino e aprendizagem; e não justificadas;
I. 1º bimestre: peso 1 (um); II. propor alternativas para a solução dos problemas c) da modalidade de Educação de Jovens e Adultos, a
II. 2º bimestre: peso 2 (dois). identificados no processo de ensino e aprendizagem; partir da Fase II, que obtiver 25 (vinte e cinco) faltas
consecutivas e não justificadas.
Art. 87. A avaliação dos alunos que apresentam III. fazer a apreciação dos alunos e das estratégias
necessidades educacionais especiais será realizada metodológicas do professor, visando a um maior Art.102. O aluno atendido em Tempo Integral
mediante observação e registro descritivo do seu conhecimento dos mesmos, a fim de atender às dife- deverá cumprir o que determina a Lei de Diretrizes
desenvolvimento, na forma de relatórios bimestrais, renças individuais e às potencialidades de cada um; e Bases da Educação Nacional no que tange aos dias
levando-se em consideração as adaptações curriculares IV. decidir sobre a promoção do aluno, registrando letivos e à carga horária obrigatória.
estabelecidas, podendo também ser utilizado o critério obrigatoriamente, em ata, diários de classe e fichas
determinado no Artigo 78 deste Regimento. escolares, a decisão tomada.
CAPÍTULO I
Artigo 88. A avaliação nas áreas de conhecimen- Art. 95. Ao final do ano letivo será realizado o DO CALENDÁRIO ESCOLAR
to específicas da Educação em Tempo Integral será Conselho de Promoção, que terá poder decisório na
Art. 103. O período letivo no Ensino Regular terá,
formativa-qualitativa visando ao desenvolvimento análise do desempenho dos alunos.
no mínimo, 200 (duzentos) dias divididos em dois
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semestres, correspondendo a 800 (oitocentas) horas que comprove escolaridade anterior, defina o nível de de- ANEXO I
anuais de efetivo trabalho escolar na Educação Básica. senvolvimento cognitivo do aluno e permita sua inscrição Relação das Unidades Escolares
no ano de escolaridade adequado, devendo esta avaliação pertencentes à Rede Municipal de Ensino
§1º – Para efeito da distribuição da carga horária, ser registrada e arquivada na secretaria da escola:
as escolas que atendem aos anos finais do Ensino a) Escolas Municipais e Municipalizadas
a) a avaliação do desenvolvimento do aluno deverá
Fundamental deverão prever horas/aula de 50 minu- CIEP Brizolão 474 – CIEP Maestro Guerra Peixe
abranger os conteúdos da Base Nacional Comum,
tos, para o período diurno e de 45 minutos, para o Colégio Gunnar Vingren de Petrópolis
distribuídos nas áreas do respectivo nível de ensino;
período noturno, excluído o tempo reservado para Escola Germano Valente
alimentação escolar. b) o responsável pelo aluno, ou este, se maior de
idade, deverá declarar, por escrito, a inexistência E.M. Abelardo de Lamare
§2º – O período letivo da modalidade de Educação ou a impossibilidade justificada de comprovar sua E.M. Alto Independência
de Jovens e Adultos será estabelecido conforme o vida escolar anterior; E.M. Amélia Antunes Rabello
disposto no Artigo 56 do presente Regimento Escolar. E.M. Américo Fernandes Ribeiro
Parágrafo único: fica assegurado ao aluno não E.M. Ana Mohammad
Art. 104. Na elaboração do calendário escolar vinculado a estabelecimento de ensino a possibilidade E.M. Antônio José de Lima
deverão ser observadas as atividades cívicas, artísticas de ingressar nas unidades escolares da Rede Municipal E.M. Antônio Leite Garcia
e desportivas, bem como outras atividades curriculares de Ensino a qualquer tempo. Neste caso, para efeito do E.M. Arnaldo Dyckerhoff
que tenham a participação dos alunos. cumprimento do percentual mínimo estabelecido no E.M. Augusto Pugnaloni
Art. 100 deste Regimento, a frequência será apurada E.M. Bataillard
Art. 105. O calendário escolar será estabelecido
tendo como referencial o total de dias letivos a contar E.M. Beatriz Zaleski
pela Secretaria Municipal de Educação, de acordo com
da data da matrícula. E.M. Carlos Canedo
os critérios da legislação em vigor.
E.M. Celina Schechner
Art. 111. Para alunos matriculados nas escolas da
Art. 106. O período de recesso escolar nas E.M. Clemente Fernandes
Rede Municipal de Ensino, a renovação da matrícula,
unidades escolares será estabelecido pela Secretaria E.M. Darcy Corrêa da Veiga
em todos os níveis da Educação Básica, será auto-
Municipal de Educação. E.M. de Educação Especial Santos Dumont
mática, garantindo-se o direito ao prosseguimento
E.M. Dom Manoel Pedro da Cunha Cintra
Art. 107. Os dias destinados exclusivamente a con- dos estudos.
E.M. Dom Pedro de Alcântara
selhos de classe, reuniões, atualização e aprimoramento E.M. Dr. Barros Franco
Parágrafo único. O cancelamento da matrícula
dos profissionais, estabelecidos no calendário escolar, E.M. Dr. Paula Buarque
será efetivado por solicitação do responsável, ou do
não poderão ser computados como dias letivos. E.M. Dr. Rubens de Castro Bomtempo
próprio aluno, se maior de 18 anos, ou pela própria
escola, nos casos de desistência escolar. E.M. Dr. Theodoro Machado
TÍTULO VI E.M. Duque de Caxias
DA MATRÍCULA E DAS TRANSFERÊNCIAS E.M. Fábrica do Saber
CAPÍTULO II E.M. Felix Wan-Erven de Barros
CAPÍTULO I DAS TRANSFERÊNCIAS E.M. General Heitor Borges
DA MATRÍCULA
Art. 112. As transferências escolares serão efe- E.M. Geraldo Ventura Dias
Art. 108. As matrículas na Rede Municipal de tivadas a partir da emissão do histórico escolar por E.M. Governador Marcello Alencar
Ensino serão realizadas pelas Escolas e Centros de solicitação dos responsáveis ou da equipe gestora das E.M. Hildebrando de Carvalho
Educação Infantil, obedecidas as determinações da unidades escolares, respeitadas, no segundo caso, as E.M. João Kopke
Secretaria Municipal de Educação. normas estabelecidas pela Secretaria de Educação. E.M. Johann Noel
E.M. Jorge Amado
§1º – Para efeito de matrícula inicial na Educação Art. 113. As Escolas municipais, municipalizadas E.M. Leonardo Boff
Infantil e no Ensino Fundamental, o aluno deverá ter idade e parceiras expedirão, em no máximo 20 (vinte) dias E.M. Lúcia de Almeida Braga
completa ou a completar até 31 de março do ano a cursar. úteis, a pedido dos interessados, o histórico escolar E.M. Luiz Carlos Soares
do aluno. E.M. Magdalena Tagliaferro
Art. 109. Para efetivação da matrícula serão
solicitados: E.M. Major Júlio Frederico Koeler
Parágrafo único. A retirada do histórico escolar
E.M. Major Theófilo de Carvalho
I. memorando de encaminhamento do aluno pela deverá ser feita pelo responsável ou representante
E.M. Marieta Gonçalves
Secretaria de Educação; legal do aluno, quando menor de idade, e registrada
E.M. Monsenhor João de Deus Rodrigues
em livro próprio.
II. cópia da certidão de nascimento e/ou docu- E.M. Nilo Peçanha
mento de identidade do aluno; E.M. Odette Fonseca
TÍTULO VII E.M. Odette Young Monteiro
III. duas fotos em formato 3 x 4;
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E.M. Oswaldo Costa Frias
IV. documentos comprobatórios de escolarização E.M. Papa João Paulo II
anterior; Art. 114. As responsabilidades, direitos e deveres E.M. Paulo Freire
a) declaração escolar (válida por 30 dias); dos servidores municipais são aqueles inerentes ao E.M. Paulo Saldanha
exercício de quaisquer funções públicas, determinadas E.M. Prefeito Jamil Sabrá
b) histórico escolar original
pela Lei 7556/17 e Estatuto dos Servidores Públicos E.M. Professor Flávio Maciel
V. cópia dos registros de vacina contidos na Cartei- do Município, assim como outras disposições legais. E.M. Professor Joaquim Deister
ra de Vacinação para alunos que efetivarem matrículas
Art. 115. Mediante constatação de necessidade E.M. Professor Josemar Contage
até o 2º ano do Ensino Fundamental;
na Rede Municipal de Ensino poderão ser criados E.M. Professor Nilton Costa Pereira de São Thiago
VI. comprovante de residência; E.M. Professor Paulo Monte
projetos de Aceleração de Aprendizagem, integrados
VII. cópia da Carteira de Identidade e do CPF do ao Ensino Fundamental e Médio. E.M. Professora Jandira Peixoto Bordignon
responsável; E.M. Professora Maria Campos da Silva
VIII. cópia do cartão do Bolsa Família (se bene- Art. 116. A Secretaria Municipal de Educação E.M. Robert Kennedy
ficiário) incentivará o aperfeiçoamento dos profissionais da E.M. Rosalina Nicolay
educação através da garantia de formação continuada E.M. Rosemira de Oliveira Cavalcanti
IX. parecer clínico específico para alunos da mo-
E.M. Rotary
dalidade da educação especial; Art. 117. Os profissionais da educação deverão
E.M. Salvador Kling
X. comprovante de tipo sanguíneo e fator RH (Lei assumir o compromisso com as propostas de formação
E.M. Senador Mario Martins
Municipal nº 7.216, de 27/08/2014). continuada implementadas pela Secretaria Municipal
E.M. Soroptimista
de Educação, com vistas ao aperfeiçoamento perma-
E.M. Stefan Zweig
Parágrafo único. Apenas o responsável pelo aluno nente das práticas pedagógicas.
E.M. Taquaril
(pai, mãe ou representante legal) poderá efetivar a
Art. 118. Somente serão admitidas alterações no E.M. Vereador José Fernandes da Silva
matrícula.
calendário escolar mediante a autorização da Secre- [Link]. Almirante Tamandaré
Art. 110. As matrículas no Ensino Fundamental taria Municipal de Educação. [Link]. Avelino de Carvalho
e no Ensino Médio nas Escolas municipais, muni- [Link]. Carmem Nunes Martins
cipalizadas e parceiras poderão ser efetivadas da Art. 119. Os casos omissos a este Regimento [Link]. Frei Aniceto
seguinte forma: Escolar serão objeto de análise da Secretaria Municipal [Link]. Hercília Henriques Moret
de Educação. [Link]. Moysés Furtado Bravo
I. por promoção, para alunos que cursaram com
aproveitamento o ano anterior na própria escola; Art. 120. Este regimento entrará em vigor a [Link]. Pedro Amado
partir da data de sua publicação, revogando-se as [Link]. Profa. Maria da Glória Queiroz de Vasconcelos
II. por transferência, para alunos oriundos de
disposições contrárias. [Link]. Santa Terezinha
outras escolas;
[Link]. Sebastião Lacerda
III. por classificação, mediante avaliação feita pela SAMEA ÁZARA DE CARVALHO Liceu Municipal Carlos Chagas Filho
equipe gestora da escola, que, na falta de documentação Secretária de Educação Liceu Municipal Prefeito Cordolino Ambrósio
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b) Escolas Parceiras ANEXO II – MATRIZES CURRICULARES
Centro Educacional Comunidade São Jorge a) Educação Infantil (período parcial)
Colégio Anglicano de Araras Âmbitos de Experiências
Colégio Padre Correa
Formação Pessoal e Social Conhecimento de Mundo
Educandário Terra Santa
Escola das Comunidades Santo Antônio Eixos de trabalho Eixos de trabalho
Escola Doméstica Nossa Senhora do Amparo Identidade e autonomia Movimento
Escola Monsenhor Gentil Música
Escola Nossa Senhora de Fátima Artes visuais
Escola Paroquial Bom Jesus Linguagem oral e escrita
Escola Paroquial Carlos Demiá
Natureza e sociedade
Escola Paroquial da Alcobaça
Escola Paroquial do Loteamento Samambaia Matemática
Escola Paroquial Nossa Senhora da Glória Carga horária semanal 20
Escola Paroquial Nossa Senhora das Graças Carga horária anual 800
Escola Paroquial Nossa Senhora do Carmo
Escola Paroquial Santa Bernadete
b) Educação Infantil (período integral)
Escola Paroquial São Francisco de Assis (BV)
Escola Paroquial São Pedro de Alcântara Âmbitos de Experiências
Escola Paroquial São Pio X Formação Pessoal e Social Conhecimento de Mundo
Escola Santa Luíza de Marillac Eixos de trabalho Eixos de trabalho
Escola Santa Maria Goretti Identidade e autonomia Movimento
Escola Santa Rita de Cássia
Música
Escola Santo Antônio (Cuiabá)
Artes visuais
Escola São Cristóvão
Escola São Francisco de Assis (MP) Linguagem oral e escrita
Escola São Geraldo Natureza e sociedade
Escola São João Batista Matemática
Escola São José do Caetitu Carga horária semanal 40
Escola São Judas Tadeu
Carga horária anual 1600
Liceu São José de Itaipava
c) Centros de Educação Infantil (Municipais)
Ensino Fundamental – Anos Iniciais
CEI A Sementeira
CEI Aldeia da Criança Áreas do conhecimento Disciplinas 1º 2º 3º 4º 5º
CEI André Rebouças Linguagens Língua Portuguesa x x x x x
CEI André Vanzan Arte x x x x x
CEI Angela Maria da Conceição Silva Educação Física x x x x x
CEI Associação Beneficente Fazenda Inglesa – ABEFI
Matemática Matemática x x x x x
CEI Carangola
CEI Carolina Amorim Ciências da Natureza Ciências x x x x x
CEI Casa da Paz Ciências Humanas Geografia x x x x x
CEI Casa da Solidariedade Nossa Senhora Aparecida História x x x x x
CEI Célia Lôbo Paulo
Ensino Religioso Ensino Religioso x x x x x
CEI Chiquinha Rolla
CEI Criança Moinho Preto Carga horária semanal 20 20 20 20 20
CEI Criança Santa Edwiges Carga horária anual 800 800 800 800 800
CEI Déa Lucia Cordeiro
CEI Deise Eloy Gomes Ensino Fundamental – Anos Iniciais (período integral)
CEI Denise Besa de Oliva Maya Áreas do conhecimento Disciplinas 1º 2º 3º 4º 5º
CEI Dona Esperanza de Bourbon de Orleans e Bragança
Cei Giuseppe Neva Volonterio Linguagens Língua Portuguesa x x x x x
CURRÍCULO BÁSICO

CEI Dra. Zilda Arns Neumann Arte x x x x x


CEI Frei Leão Educação Física x x x x x
CEI Inês Belarmino de Souza Matemática Matemática x x x x x
CEI Irmã Silvana
Ciências da Natureza Ciências x x x x x
CEI José Gonçalves da Motta
CEI Jorge Rolando da Silva Ciências Humanas Geografia x x x x x
CEI Lions Clube de Petrópolis História x x x x x
CEI Luiz Marchiori Ensino Religioso Ensino Religioso x x x x x
CEI Lulu Monteiro de Castro Carga horária semanal 20 20 20 20 20
CEI da Mãe Comerciária
Eixos Atividades
CEI Maria Thereza Kling do Valle
CEI Marli Soares Ferreira Netto Arte, Cultura e Memória Opcionais x x x x x
CEI Olívia Machado da Costa Nogueira Orientação de Estudos Obrigatória x x x x x
OFICINAS/ATIVIDADES

CEI Oswaldo Cruz Iniciação Científica Obrigatória x x x x x


COMPLEMENTARES

CEI Pedras Brancas


CEI Prefeito Sérgio Fadel
Iniciação ao Esporte Opcionais x x x x x
CEI Primeira Infância
CEI Professora Dora Killer Educo-comunicação Opcionais x x x x x
CEI Professora Graça Costa Prevenção e Promoção da Opcionais x x x x x
CEI Professora Hermínia Matheus Saúde
CEI Professora Marluce de Souza Pestana Direitos Humanos e Opcionais x x x x x
CEI Professora Patrícia Ferreira e Silva Freitas Cidadania
CEI Romano Canavese
Educação Ambiental Opcionais x x x x x
CEI Rosângela da Silva Leonardo
CEI Sagrada Família Carga horária semanal 20 20 20 20 20
CEI São Francisco de Assis TOTAL SEMANAL 40 40 40 40 40
CEI São João Batista TOTAL ANUAL 1600 1600 1600 1600 1600
CEI Sebastião da Rocha
CEI Sônia Regina Scudesi Dessimoni Pinto
CEI Tia Alice
CEI Vila Ipanema
CEI Vila Leopoldina
CEI Vila São Francisco de Assis
CEI Vila São José D I S Q U E M E I O A M B I E N T E ✆ 2 2 4 6 . 8 9 6 6
CEI Vista Alegre
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d) Centros de Educação Infantil (Parceiros)


Associação Mantenedora Creche São Francisco de Assis
f) Ensino Fundamental – Anos Finais
Associação Mantenedora Creche São José do Itamarati
Associação Recrear Áreas do conhecimento Disciplinas 6º 7º 8º 9º CH
CEI Terra Santa Linguagens Língua Portuguesa 05 05 05 05 800
CEI São Judas Tadeu da Mosela Arte 01 01 01 01 160
Centro de Educação Infantil Nossa Senhora da Glória Educação Física 02 02 02 02 320
Centro Educacional Alto Independência
Matemática Matemática 05 05 05 05 800
Creche Escola Castelo São Manoel
Centro Paroquial de Educação Infantil N. Sra. Aparecida Ciências da Natureza Ciências Físicas e Biológicas 03 03 03 03 480
Creche Santo Antonio Ciências Humanas Geografia 03 03 03 03 480
Creche São Charbel História 03 03 03 03 480
Creche São José das Irmãs Oblatas de Nazaré Ensino Religioso Ensino Religioso 01 01 01 01 160
e) Polos de Educação Integral Parte Diversificada Língua Estrangeira 02 02 02 02 320
Centro de Ensino Professor Darcy Ribeiro História e Geografia de Petrópolis 01 01 01 01 160
Casa da Educação Visconde de Mauá e Turismo e Educação p/ o Trânsito
f) Centro de Referência de Educação Inclusiva João Pedro Carga horária semanal 26 26 26 26 -
de Souza Rosa
Carga horária anual 1040 1040 1040 1040 4160

g) Educação de Jovens e Adultos – da Fase I à Fase V (Períodos diurno e noturno)


Secretaria de Saúde Áreas do conhecimento Disciplinas 1º 2º 3º 4º 5º
Linguagens Língua Portuguesa x x x x x
PORTARIA Nº 114 Dereh de 05 de junho de 2018 Arte x x x x x
CORRIGENDA Educação Física x x x x x
PORTARIA Nº 104/18 Dereh de 23 de maio de Matemática Matemática x x x x x
2018, por ter saído incorreta no DOM nº 5444 de Ciências da Natureza Ciências x x x x x
30/05/2018. Ciências Humanas Geografia x x x x x
Onde se lê: “O Secretário Municipal de Saúde, História x x x x x
usando de suas atribuições legais: Ensino Religioso Ensino Religioso x x x x x
Resolve designar MARCELO JOSE DA SILVEIRA, Carga horária semanal 20 20 20 20 20
matr. 5658, como Membro, da Comissão Permanente Carga horária anual 800 800 800 800 800
de Contratualização e Credenciamento de Prestadores
de Serviços do Sistema Único de Saúde, a partir de
h) Educação de Jovens e Adultos – da Fase VI à Fase IX (Período Diurno)
01/05/2018;”
Áreas do conhecimento Disciplinas VI VII VIII IX CH
Leia-se: “O Secretário Municipal de Saúde, usan- Linguagens Língua Portuguesa 05 05 05 05 400
do de suas atribuições legais: Arte 01 01 01 01 80
Resolve designar MARCELO GOMES DO CAR- Educação Física 02 02 02 02 160
MO, matr.230243, como Membro, da Comissão
Matemática Matemática 05 05 05 05 400
Permanente de Contratualização e Credenciamento
de Prestadores de Serviços do Sistema Único de Saúde, Ciências da Natureza Ciências Físicas e Biológicas 03 03 03 03 240
a partir de 01/05/2018;” Ciências Humanas Geografia 03 03 03 03 240
História 03 03 03 03 240
SILMAR LEITE FORTES
Secretário de Saúde Ensino Religioso Ensino Religioso 01 01 01 01 80
Parte Diversificada Língua Estrangeira 02 02 02 02 160
História e Geografia de Petrópolis e 01 01 01 01 80

SEHAC Carga horária semanal


Turismo e Educação p/ o Trânsito
26 26 26 26 -
Carga horária semestral 520 520 520 520 2080
SERVIÇO SOCIAL AUTÔNOMO
HOSPITAL ALCIDES CARNEIRO
i) Educação de Jovens e Adultos – da Fase VI à Fase IX (`Período Noturno)
Áreas do conhecimento Disciplinas VI VII VIII IX CH
AVISO DE LICITAÇÃO Linguagens Língua Portuguesa 04 04 04 04 320
(PROCEDIMENTO COMPETITIVO) Arte 01 01 01 01 80
COTAÇÃO ELETRÔNICA Nº 037/2018 Educação Física 02 02 02 02 160
REPETIÇÃO – PROCESSO Nº 219/2018 Matemática Matemática 04 04 04 04 320
OBJETO: CONTRATAR EMPRESA PARA O FORNECI- Ciências da Natureza Ciências Físicas e Biológicas 03 03 03 03 240
MENTO DE MATERIAL MÉDICO PARA C.P.R.E, PELO Ciências Humanas Geografia 02 02 02 02 160
PERÍODO DE 06 (SEIS) MESES. Apresentação de História 02 02 02 02 160
Proposta e Cadastramento a partir de 18/06/2018 Ensino Religioso Ensino Religioso 01 01 01 01 80
às 10h até 27/06/2018 às 10h, no endereço ele-
Parte Diversificada Língua Estrangeira 02 02 02 02 160
trônico [Link].
História e Geografia de Petrópolis e 01 01 01 01 80
O Edital estará disponível no endereço eletrô- Turismo e Educação p/ o Trânsito
nico citado (termos e condições) e [Link]- Carga horária semanal 22 22 22 22 -
[Link]. Valor Estimado: R$ 147.924,24. As
Carga horária semestral 440 440 440 440 1760
solicitações de esclarecimentos deverão ser enca-
minhadas ao Serviço Social Autônomo do Hospital
Alcides Carneiro – Setor de Compras e Licitações,
através dos endereços eletrônicos: [Link]@alci-
[Link] ou pelo telefone (24) 2236-6677.
Petrópolis, 15/06/2018.
FILIPE FORTUNA DE SOUZA
Diretor-Presidente do SEHAC
PETRÓPOLIS A NO XXVI Nº 5456
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COMDEP
AVISO DE LICITAÇÃO AVISO DE LICITAÇÃO
(PROCEDIMENTO COMPETITIVO) (PROCEDIMENTO COMPETITIVO)
PORTARIA 018 de 25 de maio de 2018
COTAÇÃO ELETRÔNICA Nº 041/2018 COTAÇÃO ELETRÔNICA Nº 044/2018
PROCESSO Nº 302/2018 PROCESSO Nº 310/2018 O Diretor-Presidente da COMDEP – Companhia
Municipal de Desenvolvimento de Petrópolis, no uso
OBJETO: CONTRATAR EMPRESA PARA O OBJETO: CONTRATAR EMPRESA PARA O
de suas atribuições que lhe confere o Estatuto Social;
FORNECIMENTO DE CLIPS DE TITÂNIO COM FORNECIMENTO DE MATERIAL DE LIMPEZA E
CLIPADORES EM COMODATO, PELO PERÍODO HIGIENE, PELO PERÍODO DE 06 (SEIS) MESES. CONSIDERANDO o grande volume de documen-
DE 06 (SEIS) MESES. Apresentação de Proposta Apresentação de Proposta e Cadastramento a tos existente no arquivo da COMDEP a serem avaliados
e Cadastramento a partir de 18/06/2018 às 11h partir de 18/06/2018 às 16h30 até 27/06/2018 para incineração;
até 27/06/2018 às 11h, no endereço eletrônico às 16h30, no endereço eletrônico www.
[Link]. CONSIDERANDO a necessidade de maior seguran-
[Link].
ça no que diz respeito à análise dos mesmo;
O Edital estará disponível no endereço O Edital estará disponível no endereço
eletrônico citado (termos e condições) e CONSIDERANDO que a Comissão nomeada na
eletrônico citado (termos e condições) e
[Link]. Valor Estimado: R$ portaria nº 014/2017 ainda não concluiu os trabalhos
[Link]. Valor Estimado: R$
365.065,36. As solicitações de esclarecimentos de análise, resolve
18.060,00. As solicitações de esclarecimentos
deverão ser encaminhadas ao Serviço Social deverão ser encaminhadas ao Serviço Social PRORROGAR o prazo de encerramento dos traba-
Autônomo do Hospital Alcides Carneiro – Setor Autônomo do Hospital Alcides Carneiro – Setor lhos por mais 60dias a contar desta data, mantendo-se
de Compras e Licitações, através dos endereços de Compras e Licitações, através dos endereços os membros já designados, tudo conforme consta dos
eletrônicos: [Link]@[Link] ou eletrônicos: [Link]@[Link] ou processos administrativos nº 19093 e 19094/2017,
pelo telefone (24) 2236-6677. pelo telefone (24) 2236-6677. quais sejam:
Petrópolis, 15/06/2018. Petrópolis, 15/06/2018. – Presidente: PAULO TROCCOLI NETO, Assessor Jurí-
dico, OAB/RJ 40.226
FILIPE FORTUNA DE SOUZA FILIPE FORTUNA DE SOUZA
Diretor-Presidente do SEHAC – Membros: CARLA LEMOS FERREIRA, Assistente Ad-
Diretor-Presidente do SEHAC
ministrativa, CI 764099-5 MB e FERNANDO CÉSAR
FERREIRA DOS SANTOS, Gerente de Saneamento,
CI 057906836,IFP/RJ

AVISO DE LICITAÇÃO AVISO DE LICITAÇÃO Os componentes ora designados receberão re-


(PROCEDIMENTO COMPETITIVO) (PROCEDIMENTO COMPETITIVO) muneração suplementar no desempenho da função,
COTAÇÃO ELETRÔNICA Nº 045/2018 se for o caso.
COTAÇÃO ELETRÔNICA Nº 043/2018
PROCESSO Nº 292/2018 PROCESSO Nº 334/2018
Esta portaria entra em vigor a partir desta data,
OBJETO: CONTRATAR EMPRESA PARA AQUI- revogando-se as disposições em contrário.
OBJETO: CONTRATAR EMPRESA PARA O FOR-
NECIMENTO DE ENXOVAL, PELO PERÍODO DE SIÇÃO DE MACA FOWLER E POLTRONA
Petrópolis, 25 de maio de 2018.
06 (SEIS) MESES. Apresentação de Proposta e HOSPITALAR. Apresentação de Proposta e
Cadastramento a partir de 18/06/2018 às 15h Cadastramento a partir de 18/06/2018 às 12h WAGNER LUIZ FERREIRA DA SILVA
até 27/06/2018 às 15h, no endereço eletrônico até 27/06/2018 às 12h, no endereço eletrônico Diretor Presidente
[Link]. [Link].

O Edital estará disponível no endereço O Edital estará disponível no endereço


eletrônico citado (termos e condições) e eletrônico citado (termos e condições) e Secretaria de Serviços,
[Link]. Valor Estimado: R$
[Link]. Valor Estimado: R$
222.984,00. As solicitações de esclarecimentos 35.284,20. As solicitações de esclarecimentos Segurança e Ordem Publica
deverão ser encaminhadas ao Serviço Social deverão ser encaminhadas ao Serviço Social
Autônomo do Hospital Alcides Carneiro – Setor Autônomo do Hospital Alcides Carneiro – Setor
DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO DE CEMITÉRIOS
de Compras e Licitações, através dos endereços de Compras e Licitações, através dos endereços
eletrônicos: [Link]@[Link] ou eletrônicos: [Link]@[Link] ou Para tratar assunto de seus interesses, o chefe dos
pelo telefone (24) 2236-6677. pelo telefone (24) 2236-6677. cemitérios, solicita o comparecimento, urgente, das pessoas
Petrópolis, 15/06/2018. responsáveis pela locação de gavetões ocupados pelos inu-
Petrópolis, 15/06/2018. mados abaixo relacionados, à Administração do Cemitério
FILIPE FORTUNA DE SOUZA FILIPE FORTUNA DE SOUZA Municipal, até as datas de vencimento, impreterivelmente.
Diretor-Presidente do SEHAC Diretor-Presidente do SEHAC
Nome Vencimento
SERGIO CISCOTTO...............................................01/06/2018
j) Ensino Médio (Período Noturno) Quadra 04, 2º Platô, Fila C, Ordem 12
Áreas do conhecimento Disciplinas 1º 2º 3º C.S C.T DORALICE RODRIGUES CHAVES........................01/06/2018
Linguagens Língua Portuguesa 04 04 04 12 480 Quadra 11 Direito, 1º Platô, Fila A, Ordem 05
Literatura 02 02 02 06 240 Nome Vencimento
Arte 01 - - 01 40
SONIA REGINA FERREIRA DA SILVA....................03/06/2018
Educação Física 02 02 02 06 240 Quadra 16 Direito, 1º Platô, Fila C, Ordem 12
Matemática Matemática 04 04 04 12 480
MANOEL SILVESTRE DE ALMEIDA......................04/06/2018
Ciências da Natureza Física 02 03 03 08 320
Quadra 11 Esquerdo, 1º Platô, Fila C, Ordem 20
Química 02 03 03 08 320
PAULO DA SILVA OLIVEIRA..................................05/06/2018
Biologia 02 03 03 08 320
Quadra 11 Direito, 2º Platô, Fila B, Ordem 31
Ciências Humanas História 02 02 02 06 240
Geografia 02 02 02 06 240 IVONE WINTER PROENCA...................................05/06/2018
Quadra 09, 2º Platô, Fila A, Ordem 14
Filosofia 01 01 01 03 120
Sociologia 01 01 01 03 120 EFISIA SIMONE CAGNACCI.................................06/06/2018
Diversificada Língua Estrangeira – Inglês 02 02 02 06 240 Quadra 11 Direito, 3º Platô, Fila A, Ordem 07
Língua Estrangeira – Espanhol - 01 01 02 80 MARCOS CESAR DE MEDEIROS.........................07/06/2018
Quadra 09, 3º Platô, Fila A, Ordem 12

TOTAL 27 30 30 - 3480 HERCILIA MACHADO DE PAULA........................08/06/2018


Quadra 16 Direito, 1º Platô, Fila A, Ordem 10
JONAS PINHEIRO DO NASCIMENTO..................09/06/2018
Quadra 11 Fundos, 5º Platô, Fila B, Ordem 08
ONOFRE DE OLIVEIRA..........................................10/06/2018
Quadra 11 Direito, 1º Platô, Fila B, Ordem 07
14 internet Reprodução
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PETRÓPOLIS ANO XXVI Nº 5456
16/6/2018 sábado

Nome Vencimento Nome Vencimento Nome Vencimento


WALDEMAR MARCULINO DA SILVA..................11/06/2018 IRINEU CORREA DOS SANTOS FILHO.................28/06/2018 PEDRO INÁCIO DE SOUZA..................................14/06/2018
Quadra 09, 2º Platô, Fila A, Ordem 27 Quadra 16 Direito, 1º Platô, Fila A, Ordem 16 SMP 056, Quadra 10, Gaveta A
NADIR TEREZA DA SILVA ROCHA.......................11/06/2018 AVANY FUSCALDI FARIAS...................................28/06/2018 TEREZINHA CANHACI RODOLPHI.......................16/06/2018
Quadra 11 Direito, 3º Platô, Fila B, Ordem 29 Quadra 16 Direito, 1º Platô, Fila C, Ordem 14 SMP 056, Quadra 10, Gaveta B
HILTON SEBASTIAO DOS SANTOS......................11/06/2018 AMELIA XAVIER....................................................30/06/2018 ANGÉLICA DE SOUZA CABRAL..........................18/06/2018
Quadra 11 Direito, 4º Platô, Fila A, Ordem 21 Quadra 15 C, 1º Platô, Fila A, Ordem 06 SMP 056, Quadra 10, Gaveta C
VERA LUCIA VIEIRA GOMES COELHO...............12/06/2018 SEBASTIÃO CESAR DE SOUSA............................30/06/2018 ANTONIO DA SILVA RODRIGUES DE OLIVEIRA..18/06/2018
Quadra 11 Direito, 1º Platô, Fila C, Ordem 16 Quadra 15 C, 3º Platô, Fila A, Ordem 07 SMP 056, Quadra 10, Gaveta D
MARIA REGINA DA SILVA DE SOUZA.................13/06/2018 MARIA DA GLORIA LUIZETO RODRIGUES.........19/06/2018
Quadra 16 Direito, 1º Platô, Fila B, Ordem 13 CARNEIRO SMP 058, Quadra 09, Fila 09 Ordem 02, Gaveta A
JOSE LUIZ DE SOUZA...........................................08/06/2018 AYDA JOSE...........................................................19/06/2018
EFIGENIA DE PAULA DO COUTO........................13/06/2018
Quadra 15 Esqeurdo, Fila A, Ordem 02 SMP 058, Quadra 09, Fila 09 Ordem 02, Gaveta B
Quadra 16 Esquerdo, 1º Platô, Fila B, Ordem 07
ENEDINA CORDEIRO FERNANDES......................13/06/2018 CEMITÉRIO ITAIPAVA MANOEL HENRIQUE DO COUTO CORREA.......19/06/2018
Quadra 11 Fundos, 3º Platô, Fila C, Ordem 12 SMP 058, Quadra 09, Fila 09 Ordem 02, Gaveta C
SEPULTURA MUNICIPAL
AGUINORIO DA SILVA.........................................14/06/2018 ALZIRA GOMES SOARES.....................................28/06/2018
MANOEL LOPES DA SILVA...................................03/06/2018
Quadra 15 C, 2º Platô, Fila C, Ordem 22 SMP 058, Quadra 09, Fila 09 Ordem 02, Gaveta D
SMP 030, Quadra 06, Fila 07 Ordem 09, Gaveta C
SILVIO PINTO.........................................................15/06/2018 MARIO DE NAZARETH SERPA.............................29/06/2018
ANA MARIA MATOS PACHECO.........................06/06/2018
Quadra 11 Direito, 3º Platô, Fila A, Ordem 11 SMP 058, Quadra 09, Fila 09 Ordem 02, Gaveta E
SMP 032, Quadra 10, Gaveta A
JORGE LUIZ CARVALHO......................................15/06/2018 JOÃO PEDRO GOMES AZEVEDO........................29/06/2018
MAYARA DE SOUZA MORAES...........................08/06/2018 SMP 060, Quadra 09, Fila 10 Ordem 02, Gaveta A
Quadra 16 Direito, 1º Platô, Fila A, Ordem 03
SMP 032, Quadra 10, Gaveta B
CARLOS FERREIRA DE OLIVEIRA.........................15/06/2018 Aos 25 dias do mês de maio de dois mil e dezoito
VERA REGINA RIBEIRO DA SILVA........................09/06/2018
Quadra 16 Direito, 1º Platô, Fila B Ordem 04
SMP 032, Quadra 10, Gaveta C ULISSES DOS REIS SAMPAIO
ELVIRA WILBERG COX.........................................15/06/2018 Chefe do Departamento de Administração
MARIANA NOBRE CAVA.....................................09/06/2018
Quadra 09, 2º Platô, Fila B, Ordem 22
SMP 032, Quadra 10, Gaveta D..............................................
JOÃO GONZAGA NETO......................................16/06/2018
Quadra 11 Direito, 2º Platô, Fila A, Ordem 27
EDUARDO DE ABREU PALMEIRA........................16/06/2018
Quadra 11 Direito, 3º Platô, Fila A Ordem 13
DEGMAR GERALDA DE CASTRO.......................17/06/2018
Quadra 15 C, 3º Platô, Fila B, Ordem 09
GERALDA MARIA DE JESUS LOPES....................17/06/2018
Quadra 16 Direito, 1º Platô, Fila B, Ordem 11
MARGARIDA RAMOS DE ALMEIDA..................18/06/2018
Quadra 04, 2º Platô, Fila B, Ordem 11
MARCIO COELHO DE SOUSA............................18/06/2018
Quadra 11 Fundos, 9º Platô, Fila A, Ordem 23
RITA CLEMENTE TEIXEIRA....................................18/06/2018
Quadra 16 Direito, 1º Platô, Fila C, Ordem 11
ELZA DE SOUZA...................................................19/06/2018
Quadra 11 Direito, 4º Platô, Fila A, Ordem 16
ZILDA MARIA DOS SANTOS................................20/06/2018
Quadra 16 Direito, 1º Platô, Fila A, Ordem 11
JACIRENE MARCOLINO DE ALMEIDA................20/06/2018
Quadra 16 Direito, 1º Platô, Fila B, Ordem 09
PAULO JOSÉ DE LIMA..........................................21/06/2018
Quadra 11Direito, 2º Platô, Fila B, Ordem 26
DULCINEA DE MATTOS COSTA..........................21/06/2018
Quadra 16 Direito, 1º Platô, Fila B, Ordem 15
SEBASTIAO MARCOS DO NASCIMENTO..........23/06/2018
Quadra 16 Direito, 1º Platô, Fila A, Ordem 07
EMILIO NEUMANN..............................................23/06/2018
Quadra 16 Direito, 1º Platô, Fila A, Ordem 01
CARLOS HENRIQUES DE ALMEIDA....................24/06/2018
Quadra 09, 2º Platô, Fila B, Ordem 19
HERCILIO PROCOPIO...........................................25/06/2018
Quadra 11 Direito, 1º Platô, Fila C, Ordem 35
CLARISE DE MELLO ALVES..................................26/06/2018
Quadra 16 Direito, 1º Platô, Fila A, Ordem 08
VENÂNCIO DE ALMEIDA.....................................26/06/2018
Quadra 16 Direito, 1º Platô, Fila B, Ordem 16
PAULO ROBERTO ENGOLEMATO CORREA.......27/06/2018
Quadra 16 Direito, 1º Platô, Fila A, Ordem 14
MALVINA PINHEIRO MARTINS............................27/06/2018
Quadra 15 C, 2º Platô, Fila A, Ordem 09
MARIA ROSA MOTA............................................28/06/2018
Quadra 04, 2º Platô, Fila C, Ordem 10

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