Atos do Prefeito de Petrópolis - Junho 2018
Atos do Prefeito de Petrópolis - Junho 2018
Prefeito
SEBASTIÃO MEDICI
Procurador-Geral
D.O.
DIÁRIO OFICIAL
MUNICÍPIO DE PETRÓPOLIS
internet
Reprodução
MARCELO FIORINI
Secretário de Desenvolvimento Econômico
DJALMA GONÇALO E SILVA JANUZZI Atos do Prefeito PORTARIA Nº 1.455 de 15 de junho de 2018
Secretário de Serviços, Segurança e Ordem Pública O Prefeito do Município de Petrópolis, usando de
FREDERICO PROCÓPIO MENDES suas atribuições legais,
PORTARIA Nº 1.452 de 15 de junho de 2018
Secretário de Meio Ambiente
RESOLVE substituir, a partir de 01/06/2018, os mem-
SILMAR LEITE FORTES O Prefeito do Município de Petrópolis, usando de bros: Esio Peres da Silva, Robson Vitor dos Santos e Regina
Secretário de Saúde suas atribuições legais, Claudia Gomes de Melo Massur por CLEIDE DA SILVA
ROBERTO RIZZO BRANCO RESOLVE substituir, Antonio Lopes Neves por ANTO- FERREIRA LEAL, ANDREA DA SILVA GIMEZEZ PEREIRA e
Coordenador de Planejamento e Gestão Estratégica
NIO NEVES RETONDARO, como membro titular, represen- PAULO JOSÉ SANTANA VIANA, na composição Grupo de
Trabalho – MAIS VALIA, designado através da Portaria nº
MARCELO VALENTE tante do Instituto de Previdência e Assistência Social do
Secretário da Turispetro 1.014/2017. (Of. nº 369/2018 – SOHRF)
Servidor Público do Município de Petrópolis – INPAS, junto
LEONARDO RANDOLFO ao CONSELHO MUNICIPAL DE DEFESA DOS DIREITOS DA Gabinete do Prefeito de Petrópolis, em 15 de
Diretor-Presidente do PESSOA IDOSA – CMDDP, designada através da Portaria junho de 2018.
Instituto Municipal de Cultura e Esportes nº 226/2017. (Of. nº 220/2018 – CCCAC/GAP)
BERNARDO ROSSI
ESTELA SIQUEIRA
Coordenadora de Comunicação Social / Editora do D.O. Gabinete do Prefeito de Petrópolis, em 15 de Prefeito
junho de 2018.
BERNARDO ROSSI PORTARIA Nº 1.456 de 15 de junho de 2018
ADMINISTRAÇÃO VINCULADA
Prefeito
WAGNER LUIZ FERREIRA DA SILVA O Prefeito do Município de Petrópolis, usando de
Diretor-Presidente da COMDEP suas atribuições legais.
JAIRO DA CUNHA PEREIRA PORTARIA Nº 1.453 de 15 de junho de 2018
RESOLVE designar as servidoras abaixo relaciona-
Diretor-Presidente da CPTRANS das para exercer a função de Gestoras das parcerias
O Prefeito do Município de Petrópolis, usando de
FERNANDO LEITE FORTES suas atribuições legais, celebradas entre a Prefeitura de Petrópolis, através do
Diretor-Presidente do INPAS Fundo Municipal de Educação e as Organizações da
RESOLVE substituir, a partir de 07/06/2018, Bruno Sociedade Civil, com poder de controlar e fiscalizar a
D.O.
Leal Malheiros – mat. nº 23446-0 (Substituto do Pre- execução da parcerias, nos termos da Lei nº13.019 de
sidente) por JOSÉ LUIZ MOURA DE OLIVEIRA VOIGT 31 de julho de 2014 e no Decreto Municipal nº064 de
– mat. nº 23381-1, na Comissão de Desenvolvimento 06 de abril de 2017, a partir de 19/05/2018.
Funcional, designada através da Portaria nº 183/2017. – CARLA ALESSANDRA AZEVEDO PASSOS RAMOS,
DIÁRIO OFICIAL (Of. nº 012/2018 – SADRH/CDF) matr. nº 17454-8
MUNICÍPIO DE PETRÓPOLIS
Gabinete do Prefeito de Petrópolis, em 15 de – FRANCINETE SERPA DE JESUS DIAS, matr. nº 14558-2
junho de 2018. – RACHEL LEÃO DE OLIVEIRA PEREIRA, matr. nº 14526-2
Criado pelo Decreto nº 192 de 11/04/1990 e regu-
lamentado pelo Decreto nº 361 de 20/02/1991 (Of. nº 1164/2018 – SED)
BERNARDO ROSSI
Os textos para publicação deverão ser enviados em arquivo Prefeito Gabinete do Prefeito de Petrópolis, em 15 de
digital para gapdo@[Link] e entregues com junho de 2018.
cópia em papel, até às 16h, à Chefia do Núcleo Adminis-
trativo do Gabinete do Prefeito de Petrópolis, na Avenida PORTARIA Nº 1.454 de 15 de junho de 2018 BERNARDO ROSSI
Koeler, 260, Centro. Tel/fax: 2246.9354 / 2246.9356. Prefeito
Preços – Exemplar avulso: R$ 0, 30. Assinatura semestral: O Prefeito do Município de Petrópolis, usando de
R$ 30,00. Exemplar atrasado: R$ 0,60. suas atribuições legais,
PORTARIA Nº 1.457 de 15 de junho de 2018
Preços para publicações – Centímetro por coluna RESOLVE incluir, a partir de 01/06/2018, HERITON DE
para publicações de Atas, Balanços e Editais: R$ 5,00. O Prefeito do Município de Petrópolis, usando de
MIRANDA VIVEIROS, como membro, junto Câmara Técnica
Coordenação – Coordenadoria de Comunicação Social. do Grupo de Análise de Empreendimento – GAE, designada suas atribuições legais,
Assinaturas – Informações 2246.9352. através da Portaria nº 389/2017. (Of. 337/2018 – SOHRF)
RESOLVE exonerar RODRIGO OLIVEIRA DA SILVA,
Venda: Banca do Marchese
Venda: Banca do Amaral (em frente ao HSBC) Gabinete do Prefeito de Petrópolis, em 15 de do Cargo de Direção e Assessoramento Superior, de
Venda: Banca Imperador 1080 (ao lado Itau) junho de 2018. Assessor Administrativo e Financeiro, da Secretaria
de Administração e de Recursos Humanos, símbolo
[Link] BERNARDO ROSSI
Prefeito
DAS-5, a partir de 16/06/2018.
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VII. promover, de acordo com as normas regimentais, IV. Elaborar e realizar registros solicitados pela
CAPÍTULO III
Escola e pela Secretaria Municipal de Educação, em
o processo de classificação e reclassificação de aluno; DO CORPO DISCENTE
documentos como: planos de trabalho, cadernos de fre-
VIII. participar da organização das turmas e do quência, relatórios, pareceres descritivos, entre outros; Art. 14. O corpo discente é formado pelos alunos
horário escolar; regularmente matriculados nas Escolas e nos Centros
V. Participar da elaboração da proposta peda-
IX. coordenar e avaliar a implementação de pro- gógica da Rede Municipal de Ensino, bem como de de Educação Infantil da Rede Municipal de Ensino.
jetos educacionais; reuniões administrativas e pedagógicas, de espaços
de formação e projetos promovidos pela Secretaria Art. 15. No atendimento ao corpo discente devem
X. apresentar levantamentos e registros de in-
Municipal de Educação e/ou Escola; ser considerados os seguintes aspectos:
formações sobre os perfis dos educandos e sobre o
processo avaliativo do desempenho escolar; VI. Realizar trabalhos de pesquisa e proporcionar I. a liberdade de expressão;
XI. fomentar a pesquisa de novas metodologias o estudo, além de possibilitar os conhecimentos sobre II. o reconhecimento da identidade, respeitando
e de enriquecimento escolar curricular; Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), Língua Portuguesa as diferenças de credo, raça, sexo e situação social;
como Segunda Língua, Cultura Surda, Identidade III. o estímulo à iniciativa de decisões e sugestões
XII. coordenar, junto à direção escolar, as ativi- Surda, História da Educação de Surdos;
dades de planejamento, execução e avaliação dos sobre as atividades das quais participa ou deseja
Conselhos de Classe; VII. Participar do planejamento, execução e avalia- participar;
ção de atividades de formação em LIBRAS voltada aos
XIII. mediar conflitos e propor ações que desen- IV. o conhecimento e a reflexão sobre a sua exis-
trabalhadores da Rede Municipal de Ensino;
volvam e aperfeiçoem o relacionamento interpessoal tência, as relações com os outros e com o ambiente
dos membros da comunidade escolar; VIII. Promover espaços nos quais os educandos em que vive;
possam expressar suas ideias, avaliar suas possibilida-
XIV. zelar pelos bens públicos sob sua respon- V. o conhecimento da realidade através de seus
des, participar em grupos, desenvolvendo o conhe-
sabilidade; códigos, simbologias, fatos, fenômenos e evolução;
cimento da Língua Brasileira de Sinais, bem como a
XV. avaliar seu desempenho profissional, buscan- conversação e fluência nesta linguagem. VI. o papel e a posição individual no grupo da
do formas de aperfeiçoamento permanente. IX. O Instrutor de LIBRAS deverá ministrar cursos escola;
para surdos e ouvintes; desenvolver atividades progra- VII. o constante desenvolvimento e a transfor-
máticas como oficinas pedagógicas para professores, mação pessoal;
CAPÍTULO II
coordenação e comunidade escolar. VIII. a busca pela auto-estima e pelo aprimora-
DO CORPO DOCENTE
X. Ministrar aulas de LIBRAS para alunos e profissio- mento da sensibilidade;
Art. 11. Compõem o corpo docente das Escolas nais em exercício nas unidades escolares e por solicitação IX. a capacidade de ultrapassar obstáculos e de
e dos Centros de Educação Infantil os professores da da Secretaria de Educação, com objetivo de promover
enfrentar situações variadas;
Rede Municipal de Ensino, admitidos mediante con- o conhecimento sobre a língua e a cultura das pessoas
curso público para as respectivas funções. surdas de maneira a promover a inclusão escolar. X. a autonomia e a construção do conhecimento.
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Art. 16. São direitos dos alunos: Art. 23. Para atuar nas salas de leitura, serão en- I. estabelecer as normas operacionais de seu
I. ambiente favorável e acolhedor na unidade caminhados, pela Secretaria Municipal de Educação, setor, definindo as responsabilidades funcionais e
de ensino; professores do magistério público municipal. submetendo-as à aprovação da direção;
II. pessoal capacitado para a sua orientação; Parágrafo único. O não encaminhamento de pro- II. organizar, superintender e distribuir entre
fessores para as salas de leitura não inviabiliza sua im- seus auxiliares serviços de protocolo, escrituração,
III. acesso à informação e aos mecanismos de mecanografia, arquivo e estatística escolar;
aprendizagem para enfrentar situações diversas; plementação nas escolas e centros de educação infantil.
III. elaborar relatórios e instruir processos exigidos
IV. segurança, respeito e reconhecimento; por órgãos da Administração Pública;
V. garantia dos dias letivos determinados pela SEÇÃO II
DA SALA DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS IV. manter e fazer manter atualizada a escrituração
Lei nº 9.394/96, de acordo com o calendário vigente; de livros, fichas e documentos relativos à vida escolar
VI. alimentação escolar diária e de qualidade. Art. 24. As Salas de Recursos Multifuncionais são dos alunos;
espaços das unidades escolares onde se realiza o Aten-
Art. 17. Aos alunos cabem as seguintes respon- V. redigir e fazer expedir toda a correspondência
dimento Educacional Especializado – AEE – a alunos
sabilidades: submetendo-a a assinatura do diretor;
com necessidades educacionais especiais.
I. a busca dos conhecimentos necessários para VI. receber o supervisor educacional, atendendo
Art. 25. Constituem objetivos das Salas de Recur- suas solicitações dentro do prazo estabelecido;
o desenvolvimento e o aperfeiçoamento de sua
sos Multifuncionais:
personalidade; VII. manter atualizada e ordenada toda legislação
I. oferecer profissionais capacitados, bem como de ensino;
II. o zelo pelo prédio e pelos recursos materiais
equipamentos e recursos pedagógicos adequados às
existentes nas instituições de ensino; VIII. assinar, juntamente com o diretor, os docu-
necessidades educacionais especiais dos alunos;
III. a participação efetiva nos eventos e atividades mentos de vida escolar;
II. desenvolver estratégias de aprendizagem que
que busquem a integração da comunidade escolar; IX. lavrar e subscrever todas as atas;
favoreçam a construção de conhecimentos, subsi-
IV. a frequência às aulas e o empenho nas ativi- diando os alunos para que desenvolvam o currículo e X. rubricar todas as páginas dos livros de secretaria;
dades educacionais; participem da vida escolar; XI. promover incineração de documentos, de
V. a execução das atividades escolares a eles III. complementar e suplementar o currículo es- acordo com a legislação vigente;
solicitadas; colar, não substituindo a escolarização em qualquer XII. participar sempre que possível dos Conselhos
VI. o respeito a todos os membros da comuni- nível de ensino. de Classe.
dade escolar;
Art. 26. As Salas de Recursos Multifuncionais Art. 30. São competências do Auxiliar de Se-
VII. o porte do material necessário ao cumprimen- oferecerão o AEE nos seguintes moldes: cretaria:
to das atividades escolares.
I. em turno contrário àquele correspondente à I. atender ao público, interno e externo, prestando
Art. 18. As questões disciplinares serão tratadas escolarização regular; informações simples, anotando recados, recebendo
em conformidade com a Lei nº 8.069/90 (Estatuto da II. em caráter temporário, ou seja, apenas du- correspondências e efetuando encaminhamentos;
Criança e do Adolescente) e o Referencial Disciplinar rante o período de tempo necessário para que sejam II. digitar textos, documentos, tabelas e outros
das Unidades Escolares da Rede Municipal de Ensino. construídas com o aluno alternativas para a superação originais;
das barreiras de acesso ao currículo e participação nas
III. operar microcomputador, utilizando programas
atividades escolares;
CAPÍTULO IV básicos e aplicativos, para incluir, alterar e obter dados
DOS SERVIÇOS DE APOIO AO EDUCANDO III. em diferentes etapas do percurso escolar para em informações, bem como consultar registros;
o mesmo aluno, quando e, se necessário, desde que IV. arquivar processos, leis, publicações, atos nor-
Art.19. As escolas e centros de educação infantil
mantido o caráter temporário de que trata o inciso II. mativos e documentos diversos de interesses da unida-
poderão oferecer os seguintes serviços de apoio ao
educando, sem prejuízo de outros, definidos nos pro- de administrativa, segundo normas preestabelecidas;
Art. 27. Para atuar nas Salas de Recursos Multifun-
jetos políticos-pedagógicos, respeitadas a identidade cionais, serão encaminhados, pela Secretaria Municipal V. receber, conferir e registrar a tramitação de
e a autonomia das unidades escolares: de Educação, professores do magistério público muni- papéis, fiscalizando o cumprimento das normas refe-
I. Sala de Leitura; cipal com formação específica em Educação Especial. rentes a protocolo;
II. Sala de Recursos Multifuncionais. VI. preencher fichas, formulários e mapas, con-
Art. 28. São atribuições do professor da Sala
ferindo as informações e os documentos originais;
de Recursos Multifuncionais, sem prejuízo daquelas
definidas no Art. 12 deste Regimento: VII. elaborar, sob orientação, demonstrativos e
SEÇÃO I relações, realizando os levantamentos necessários.
DA SALA DE LEITURA I. identificar, elaborar, produzir e organizar
serviços, recursos pedagógicos, de acessibilidade e Art. 31. São competências do Inspetor de Disciplina:
Art. 20. Considera-se Sala de Leitura o espaço estratégias considerando as necessidades específicas
destinado ao acervo de livros e materiais videográficos I. fiscalizar o cumprimento do horário de entrada
dos alunos público-alvo da Educação Especial;
em qualquer suporte para consulta, pesquisa, estudo e de saída dos alunos, bem como os horários desti-
II. elaborar e executar plano de Atendimento Educa- nados ao recreio e a outras atividades, fazendo soar
ou leitura.
cional Especializado, avaliando a funcionalidade e a apli- campainha nos horários determinados, organizando
Art. 21. Constituem objetivos da sala de leitura: cabilidade dos recursos pedagógicos e de acessibilidade; a formação dos alunos e sua entrada em sala de aula;
I. oferecer aos alunos o acesso a livros, revistas, III. organizar o tipo e o número de atendimentos II. fiscalizar a entrada e a saída dos alunos, verifican-
jornais, folhetos, catálogos, vídeos, DVDs, CDs e aos alunos na sala de recursos multifuncionais; do se há autorização para a retirada da criança ou se a
outros recursos complementares, quando houver; IV. acompanhar a funcionalidade e a aplicabilida- mesma pode sair da unidade escolar desacompanhada;
II. ser um espaço privilegiado de incentivo à lei- de dos recursos pedagógicos e de acessibilidade na III. contatar, quando solicitado por superiores, pais
tura, fonte de informação, prazer, entretenimento e sala de aula comum do ensino regular, bem como em de alunos, para recados ou comunicações;
formação de leitor crítico, criativo e autônomo. outros ambientes da escola;
IV. supervisionar as atividades recreativas procu-
III. despertar o interesse pela leitura por meio do V. estabelecer parcerias com as áreas intersetoriais rando evitar brigas e discussões entre alunos durante
manuseio de livros, revistas e outros textos e da vivência na elaboração de estratégias e na disponibilização de os horários de recreio;
de diversas situações nas quais seu uso se faça necessário; recursos de acessibilidade;
V. entregar pautas de presença, mensagens espe-
IV. favorecer a aprendizagem dos diferentes VI. orientar professores e famílias sobre os recursos ciais, notas e bilhetes em sala de aula certificando-se
procedimentos de leitura e uso dos diversos gêneros pedagógicos e de acessibilidade utilizados pelo aluno; do recebimento pelo professor e recolhendo as pautas
de circulação social; VII. ensinar e usar a tecnologia assistiva de forma de presença antes que as aulas se encerrem para
V. disponibilizar o acervo de forma organizada, a ampliar habilidades funcionais dos alunos, promo- devolvê-las à Secretaria;
de modo a favorecer o desenvolvimento dos projetos vendo autonomia e participação; VI. acompanhar alunos em atividades extracur-
didáticos e/ou sequências de atividades de leitura e VIII. estabelecer articulação com os professores da riculares auxiliando os professores na manutenção
escrita, trabalhadas em sala de aula ou na própria sala de aula comum, visando à disponibilização dos da disciplina e assegurando a segurança dos alunos;
Sala de Leitura; serviços, dos recursos pedagógicos e de acessibilidade VII. acompanhar alunos em desfiles e solenidades
VI. possibilitar o desenvolvimento do comportamen- e das estratégias que promovem a participação dos que sejam organizadas pela escola;
to leitor e propiciar a formação de leitores autônomos. alunos nas atividades escolares.
VIII. zelar pela segurança de materiais e equipa-
Art. 22. A implantação das Salas de Leitura nas mentos postos sob sua responsabilidade.
escolas e nos centros de educação infantil levará em SEÇÃO II
Art. 32. São competências do Educador de Edu-
consideração os seguintes critérios: DAS ATIVIDADES DE APOIO
cação Infantil:
I. disponibilidade de espaço, À EDUCAÇÃO BÁSICA
I. promover, nos horários determinados, a higiene
II. condições de acervo, Art. 29. São competências do Secretário Escolar: corporal e bucal das crianças;
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II. promover atividades recreativas, empregando III. Auxiliar nos cuidados e hábitos de higiene, tar outras atividades afins, determinadas pela direção
técnicas e materiais apropriados, conforme a faixa etá- excluindo ministrar medicamentos; e pela coordenação pedagógica da unidade escolar.
ria, a fim de despertar e desenvolver comportamento IV. Estimular e ajudar na alimentação e na cons- XV. O intérprete deve exercer sua profissão com
sadio, social e criativo entre os menores; tituição de hábitos alimentares; rigor técnico, zelando pelos valores éticos a ela ine-
III. acompanhar e cuidar dos menores, durante V. Auxiliar na locomoção; rentes, pelo respeito à pessoa humana e à cultura do
sua permanência na unidade, proporcionando-lhes surdo e, em especial:
VI. Realizar mudanças de posição para maior
um ambiente tranquilo, afetuoso e seguro, bem a) pela honestidade e discrição, protegendo o direito
conforto;
como prestando-lhes assistência e orientação quanto de sigilo da informação recebida;
a higiene, saúde e educação; VII. Comunicar à equipe da instituição sobre quais-
b) pela atuação livre de preconceito de origem, raça, credo
quer alterações de comportamento da pessoa cuidada
IV. observar e cumprir os horários, normas e reco- religioso, idade, sexo ou orientação sexual ou gênero;
que possam ser observadas durante o período de contato;
mendações determinadas pela Secretaria de Educação; c) pela imparcialidade e fidelidade aos conteúdos que
VIII. Outras situações que se fizerem necessárias lhe couber traduzir;
V. reunir-se periodicamente com a direção e com
para a realização das atividades cotidianas da pessoa
os professores de educação infantil para o planejamen- d) pelas postura e conduta adequadas aos ambientes
com deficiência durante a permanência na instituição;
to de atividades e discussão de problemas; que frequentar por causa do exercício profissional;
IX. Comparecer ao local de trabalho com assidui- e) pela solidariedade e consciência de que o direito de
VI. zelar pelo material sob sua responsabilidade;
dade e pontualidade executando suas atribuições com expressão é um direito social, independentemente
VII. colaborar e participar de festas, eventos co- eficiência, presteza, solidariedade e ética. da condição social e econômica daqueles que dele
memorativos dentro do horário de trabalho.
X. Realizar pela pessoa assistida ou auxiliar parcial- necessitem;
Art. 33. São competências do Cozinheiro: mente: na alimentação, no ato de vestir ou trocar de f) pelo conhecimento das especificidades da comu-
roupa, na deambulação ou locomoção, na realização nidade surda.
I. preparar refeições, selecionando, lavando,
da higiene corporal, na manipulação de objetos, no
cortando, temperando e cozinhando os alimentos, XVI. Comparecer ao local de trabalho com assi-
ato de sentar, levantar e na transferência postural, na
de acordo com orientação recebida; duidade e pontualidade executando suas atribuições
orientação espacial, nos jogos e brincadeiras; atuar na
II. verificar o estado de conservação dos alimentos, monitoria do traslado de alunos. com eficiência, presteza, solidariedade e ética.
separando os que não estejam em condições adequa-
das de utilização, a fim de assegurar a qualidade das Art. 36. São competências do Intérprete de Lin-
guagem Brasileira de Sinais – Libras: CAPÍTULO V
refeições preparadas; DAS ASSOCIAÇÕES DE APOIO À ESCOLA/
III. distribuir as refeições preparadas, servindo-as I. Traduzir e interpretar de maneira simultânea a CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL
conforme rotina predeterminada, para atender aos Língua Brasileira de Sinais em aulas da Educação Básica
comensais; e suas modalidades da Rede Municipal de Ensino; Art.37. As Associações de Apoio à Escola/Centro
II. Traduzir e interpretar de maneira simultânea a de Educação Infantil constituem unidades executo-
IV. registrar, em formulários específicos, o número ras dos programas de gerenciamento de recursos
de refeições servidas, bem como a aceitabilidade dos Língua Brasileira de Sinais em reuniões, cerimônias, festi-
vidades e outras atividades ligadas no ambiente escolar; financeiros das unidades escolares da Rede Municipal
alimentos oferecidos, para efeito de controle; de Ensino e têm como finalidades:
V. requisitar material e mantimentos, quando III. Desenvolver atividades de pesquisa e asses-
soramento relacionadas à tradução, a interpretação, I. aplicar com correção e eficácia os recursos
necessário; financeiros recebidos;
a linguística, a Língua Brasileira de Sinais, a outras
VI. receber e armazenar os gêneros alimentícios, línguas de sinais, a Língua Portuguesa como Segunda II. promover atividades que captem recursos
de acordo com normas e instruções estabelecidas, a Língua, a Cultura Surda, a Identidade Surda, a História financeiros, de acordo com os critérios definidos na
fim de atender aos requisitos de conservação e higiene; da Educação de Surdos; legislação vigente;
VII. proceder a limpeza, lavagem e guarda de IV. Utilizar a LIBRAS considerando-a como primeira III. apresentar e divulgar para a comunidade
pratos, panelas, garfos, facas e demais utensílios de língua e o português escrito como segunda língua do escolar os balancetes e as ações desenvolvidas com a
copa e cozinha; aluno surdo, interpretando os conhecimentos transmi- aplicação das verbas recolhidas e/ou captadas;
VIII. dispor adequadamente, observando as normas tidos pelos professores em aulas, passeios, atividades
IV. cumprir as determinações contábeis e legais
de coleta seletiva do lixo, os restos de comida e lixo da extraclasses, festividades escolares e outras atividades
concernentes a qualquer associação com caráter de
cozinha, de forma a evitar proliferação de insetos; pedagógicas com assiduidade e pontualidade.
pessoa jurídica.
IX. zelar pela conservação e limpeza do local de V. Auxiliar na comunicação de alunos com surdez
trabalho, bem como dos instrumentos e equipamentos e surdo cegueira, no contexto educacional, conside- Parágrafo único. A criação, a composição, as
que utiliza. rando a LIBRAS e a cultura surda em consonância com ações e as atividades das Associações de Apoio à Es-
a proposta pedagógica bilíngue em vigor. cola/Centro de Educação Infantil são regulamentadas
Art.34. São competências do Auxiliar de Serviços pelas Leis Municipais nº 5.775/01 e 6.248/05.
Gerais: VI. Coletar informações sobre o conteúdo a ser
trabalhado para facilitar a tradução da língua no
I. percorrer as dependências das Unidades Esco- momento das aulas e atividades escolares. CAPÍTULO VI
lares, abrindo e fechando janelas, portas e portões,
VII. Planejar antecipadamente, em conjunto com DOS CONSELHOS ESCOLARES
bem como ligando e desligando pontos de iluminação,
máquinas e aparelhos elétricos; os professores responsáveis pelas disciplinas, sua atu-
Art. 38. As Escolas e Centros de Educação
ação e limites no trabalho a ser executado.
II. limpar chão, paredes, aparelhos sanitários, Infantil da Rede Municipal de Ensino contarão com
bancadas, portas, janelas e mobiliário, utilizando VIII. Atuar facilitando a comunicação entre pessoas Conselhos Escolares, constituídos pelos segmentos da
materiais e equipamentos próprios, de modo a manter surdas e ouvintes nas diversas situações do cotidiano es- comunidade escolar e local, conforme regulamentação
e conservar as dependências das Unidades Escolares; colar como horários de intervalo de aulas, passeios, festas, específica.
atividades extraclasses, palestras, reuniões, cursos, jogos,
III. efetuar a reposição de materiais como sabão, encontros, debates e visitas, junto com alunos ou profis- Art. 39. Os Conselhos Escolares terão as funções
sabonete, toalhas, panos de mão, de copa e de chão, sionais surdos em que exercite a atividade como intérprete. deliberativa, consultiva, fiscalizadora e mobilizadora,
papel toalha e papel higiênico; constituindo-se no órgão máximo da gestão escolar
IX. Favorecer a interação dos alunos surdos e
IV. recolher o lixo, acondicionando detritos e depo- nos assuntos alusivos à gestão pedagógica, financeira,
surdocegos com a comunidade escolar de maneira
sitando-os de acordo com as determinações definidas; ampla, considerando a diversidade de raça, gênero, administrativa, organizacional e de relacionamento
V. verificar a existência de material de limpeza e situação econômica, social, deficiências entre outras com a comunidade escolar e local, respeitadas as
alimentação e outros itens relacionados com seu traba- no contexto escolar. políticas educacionais do Sistema Municipal de Ensino.
lho, comunicando ao superior imediato a necessidade X. Participar de atividades educacionais internas e
de reposição, quando for o caso; externas que contribuam para o seu enriquecimento pro- TÍTULO III
VI. zelar pelo material sob sua guarda; fissional, agindo sempre com ética e equilíbrio emocional. DO FUNCIONAMENTO DAS ESCOLAS E DOS
VII. comunicar ao superior imediato qualquer XI. Manter articulação permanente com a equipe téc- CENTROS DE EDUCAÇÃO INFANTIL
irregularidade verificada, bem como a necessidade de nicopedagógica e administrativa de sua unidade escolar. CAPÍTULO I
consertos e reparos nas dependências, móveis e utensí- XII. Interpretar avaliações, provas e atividades diver- DA ORGANIZAÇÃO EDUCACIONAL
lios que lhe cabe manter limpos e com boa aparência; sificadas, em acordo e planejamento com os professores, Art. 40. As unidades escolares da Rede Municipal de
VIII. respeitar as normas de segurança e higiene garantindo o acesso às informações por parte dos alunos Ensino manterão Educação Infantil, Ensino Fundamental
no trabalho. surdos e surdo cegos em consonância com o Projeto Pe- e, conforme Lei Orgânica Municipal, o Ensino Médio
dagógico da unidade escolar e o Programa de Bilinguismo no Liceu Municipal Prefeito Cordolino Ambrósio, assim
Art. 35. São competências do Cuidador Escolar: da Rede Municipal de Educação de Petrópolis. como as modalidades de Educação Especial e Educação
I. Atuar como elo entre a/o estudante cuidado, a XIII. Participar dos programas de capacitação em de Jovens e Adultos e a Educação em Tempo Integral,
família e a equipe da instituição escolar; serviço oferecidos pela Secretaria Municipal de Educação. sendo assegurada a autonomia didático-administrativa
II. Escutar, estar atento e ser solidário com a XIV. Participar de reuniões com pais, mães e res- e o respeito ao pluralismo de ideias e concepções peda-
pessoa cuidada; ponsáveis e demais profissionais de educação e execu- gógicas, de acordo com a legislação vigente.
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CAPÍTULO II Art. 46. O currículo da Educação Infantil deve Ano de escolaridade Quantitativo de alunos
DOS NÍVEIS, MODALIDADES DE ENSINO ser concebido como um conjunto de práticas que 1º 30
SEÇÃO I busquem articular as experiências e os saberes das 2º 30
DA EDUCAÇÃO INFANTIL crianças com os conhecimentos que fazem parte do 3º 35
patrimônio cultural, artístico, ambiental, científico e 4º 35
Art. 41. A Educação Infantil, primeira etapa tecnológico, de modo a promover o desenvolvimento 5º 35
da Educação Básica, será oferecida em creches e integral de crianças de 0 a 5 anos de idade. 6º 40
pré-escolas, as quais se caracterizam como espaços 7º 40
educacionais não domésticos e constituem instituições Parágrafo único. Respeitadas as Diretrizes Curri-
8º 40
culares Nacionais para a Educação Infantil, o currículo
educacionais que educam e cuidam de crianças de 0 9º 40
para esse nível de ensino deve garantir à criança acesso
(zero) a 5 (cinco) anos de idade.
a processos de apropriação, renovação e articulação Parágrafo único. Admitir-se-ão variações de até
Art. 42. A Educação Infantil tem como finalidade de conhecimentos e aprendizagens de diferentes 20% (vinte por cento) no número de alunos esta-
o desenvolvimento integral da criança em seus aspec- linguagens, assim como o direito à proteção, à saúde, belecido neste artigo, quando houver necessidade
tos físico, psicológico, intelectual e social, complemen- à liberdade, à confiança, ao respeito, à dignidade, à de adequação para o atendimento à demanda de
tando a ação da família e da comunidade. brincadeira, à convivência e à interação com outras matrícula na Rede Municipal de Ensino.
crianças.
Art. 43. A Educação Infantil tem como objetivo Art. 51. O currículo do Ensino Fundamental terá
proporcionar condições adequadas para promover uma Base Nacional Comum, em conformidade com as
o bem-estar da criança, seu desenvolvimento físi- SEÇÃO II Diretrizes Curriculares Nacionais, a ser complementada
co, motor, emocional, intelectual, moral e social, a DO ENSINO FUNDAMENTAL por uma parte diversificada, definida pelo Sistema
ampliação de suas experiências e a participação no Municipal de Ensino e pelas escolas em seu Projeto
Art.47. O Ensino Fundamental, com duração de
processo de construção do conhecimento de mundo Político Pedagógico.
9 (nove) anos, atende a população na faixa etária dos
e formação pessoal.
6 (seis) aos 14 (catorze) anos de idade e se estende a § 1º – Os componentes curriculares do Ensino
Parágrafo único. Dadas as particularidades do todos os que na idade própria não tiveram condições Fundamental articulam-se com as áreas do conhe-
desenvolvimento da criança nesta faixa etária, a Edu- de frequentá-lo. cimento de Linguagens, Matemática, Ciências da
cação Infantil cumpre duas funções indispensáveis e Natureza, Ciências Humanas e Ensino Religioso,
§ 1º – O Ensino Fundamental será ministrado nas
indissociáveis: educar e cuidar. obedecido o disposto na matriz curricular desse nível
Escolas municipais, municipalizadas e parceiras, de
de ensino (anexo II).
Art. 44. A Educação Infantil será oferecida no perí- forma regular e nas modalidades de Educação Espe-
odo diurno, em regime integral ou parcial para crianças cial e de Educação de Jovens e Adultos, obedecidas § 2º – O currículo do Ensino Fundamental
de 0 (zero) a 5 (cinco) anos de idade e ministrada nas a legislação em vigor e as normas deste Regimento. abrangerá, obrigatoriamente, o estudo da Língua
instituições de ensino municipais, municipalizadas Portuguesa e da Matemática, o conhecimento do
§ 2º – Poderão ser criadas, a critério da Secretaria
e parceiras, obedecendo à legislação em vigor e às mundo físico e natural e da realidade social e política,
Municipal de Educação, Escolas de Tempo Integral, com jor-
normas da Secretaria de Educação. especialmente do Brasil.
nada de oito horas diárias, respeitada a legislação vigente.
§ 1º – O atendimento a que se refere o caput § 3º – O ensino da História do Brasil deverá levar
§ 3º – O Ensino Fundamental será oferecido em
deste artigo será realizado conforme a seguinte em conta as contribuições das diferentes culturas e et-
regime misto, abrangendo um ciclo de alfabetização
especificação: nias para a formação do povo brasileiro, especialmente
de três anos e seis anos seriados.
das matrizes indígena, africana e europeia.
I. em turmas de Educação Infantil, inseridas em
escolas da Rede Municipal de Ensino, para crianças § 4º – O ciclo de alfabetização corresponde aos três
§ 4º – O ensino de História e Cultura Afro-
de 4 (quatro) e 5 (cinco) anos de idade, em regime primeiros anos do Ensino Fundamental e deve assegurar:
-Brasileira, conteúdo obrigatório nas unidades de
de horário parcial; I. a alfabetização e o letramento; Ensino Fundamental, será ministrado no âmbito de
II. em Escolas da Rede Municipal de Ensino que II. o desenvolvimento das diversas formas de ex- todo o currículo escolar, em especial nas áreas de Arte,
atendam exclusivamente a Educação Infantil, para pressão, incluindo o aprendizado da Língua Portugue- Literatura e História Brasileira.
crianças de 3 (três), 4 (quatro) e 5 (cinco) anos de sa, a Literatura, a Música e demais artes, a Educação
§ 5º – O ensino da Arte, especialmente em
idade, em regime de horário parcial; Física, assim como o aprendizado da Matemática, da
suas expressões regionais, constituirá componente
Ciência, da História e da Geografia;
III. em Centros de Educação Infantil da Rede curricular do Ensino Fundamental, em todos os anos
Municipal de Ensino, destinados ao atendimento de III. a continuidade da aprendizagem, tendo em de escolaridade, e deverá abordar a música como
crianças de 0 a 5 anos de idade, em regime de horário conta a complexidade do processo de alfabetização conteúdo obrigatório, mas não exclusivo, além das
integral ou, excepcionalmente, parcial; e os prejuízos que a repetência pode causar no Ensino artes visuais, do teatro e da dança.
Fundamental como um todo e, particularmente, na
IV. em Escolas de Tempo Integral da Rede Munici- § 6º – A Educação Física, componente obriga-
passagem do primeiro para o segundo ano de esco-
pal de Ensino, para crianças de 4 (quatro) e 5 (cinco) tório do currículo do Ensino Fundamental, integra a
laridade e deste para o terceiro.
anos de idade. proposta pedagógica da escola e será facultativa ao
Art. 48. O Ensino Fundamental visa desenvolver aluno apenas nas circunstâncias previstas no § 3º do
§ 2º – É considerada Educação Infantil em tempo
o educando, assegurar-lhe a formação comum indis- Art. 26 da Lei nº 9.394/96.
parcial a jornada de 4 (quatro) horas diárias.
pensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhe
§ 3º – A jornada em Tempo Integral será organi- os meios para progredir no trabalho e em estudos § 7º – Na parte diversificada do currículo do
zada: nos Centros de Educação Infantil, em período posteriores mediante: Ensino Fundamental será incluído, obrigatoriamente,
de 10 (dez) horas diárias, compreendendo o tempo a partir do 6º ano, o ensino de Língua Inglesa e da
I. o desenvolvimento da capacidade de aprender,
total que a criança permanece na unidade escolar; nas História, da Geografia e do Turismo de Petrópolis,
tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura,
Escolas de Tempo Integral, em período de 8 (oito) horas bem como da Educação para o Trânsito (HGPT/ET).
da escrita e do cálculo;
diárias, compreendendo o tempo total que a criança II. a compreensão do ambiente natural e social, do § 8º – O Ensino Religioso, de caráter plural e de
permanece na unidade escolar; sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores matrícula facultativa ao aluno, é parte integrante da
em que se fundamenta a sociedade; formação básica do cidadão e constitui componente
§ 4º – Excepcionalmente, poderão ser autorizadas
curricular dos horários normais das escolas públicas
pela Secretaria Municipal de Educação a abertura de III. a aquisição de conhecimentos e habilidades,
de Ensino Fundamental, assegurado o respeito à
turmas de 4 e 5 anos em período parcial nos Centros assim como a formação de atitudes e valores;
diversidade cultural e religiosa do Brasil e vedadas
de Educação Infantil. IV. o fortalecimento dos vínculos de família, dos quaisquer formas de proselitismo, conforme o Art.33
§ 5º – Excepcionalmente, poderão ser autorizadas laços de solidariedade humana e de tolerância recí- da Lei nº 9.394/96.
pela Secretaria Municipal de Educação a abertura proca em que se assenta a vida social.
Art. 52. As escolas, ao definirem seu Projeto Polí-
de turmas de 3 anos em período parcial nas escolas Art. 49. As escolas com turmas de Ensino tico Pedagógico, deverão valorizar o uso da tecnologia
municipais, municipalizadas e parceiras. Fundamental respeitarão a seguinte organização: educacional para o desenvolvimento de práticas inter-
Art. 45. A Educação Infantil será organizada por 1º(primeiro), 2º (segundo), 3º (terceiro), 4º (quarto), 5º disciplinares, integrando as diversas áreas do currículo,
etapas, respeitada a seguinte especificação, sempre (quinto), 6º (sexto), 7º (sétimo), 8º (oitavo) e 9º (nono) bem como assegurar o tratamento transversal no
que o espaço físico permitir: anos de escolaridade. currículo de temas abrangentes e contemporâneos, de
grande relevância social, a exemplo de: ética; saúde,
Idade Nível de Ensino Etapa Quant. alunos Parágrafo único. Para efeito de regularização de
diversidade; vida familiar e social; direito das crianças,
0............ Creche.................. Berçário..........8 a 10 estudos de alunos com atraso escolar, poderão ser criadas
adolescentes, mulheres e idosos; preservação do meio
1............ Creche.................. 1º período......8 a 10 classes ou turmas de aceleração de aprendizagem, respei-
ambiente; noções de defesa civil, com ênfase na
2............ Creche.................. 2º período......8 a 10 tadas as orientações da Secretaria Municipal de Educação.
prevenção de desastres naturais; educação alimentar
3............ Creche.................. 3º período......15 Art. 50. O número de alunos nas turmas de Ensi- e nutricional; educação para o consumo; educação
4............ Pré-escola.............. 4º período......20 no Fundamental deverá, sempre que o espaço físico fiscal; trabalho, ciência e tecnologia; diversidade
5............ Pré-escola.............. 5º período......25 permitir, obedecer à seguinte modulação: cultural; estudo dos símbolos nacionais.
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SEÇÃO III § 4º – Com tratamento transversal e integrado, IV. seja promovida a motivação e a orientação per-
DO ENSINO MÉDIO permeando todo o currículo, no âmbito dos demais manente dos estudantes, visando maior participação
componentes curriculares, deve-se considerar, também nas aulas e seu melhor aproveitamento e desempenho;
Art. 53. Em conformidade com a Lei Orgânica de modo obrigatório: a educação alimentar e nutricional;
do Município de Petrópolis, o Ensino Médio será ofe- V. seja realizada, sistematicamente a formação
o respeito e a valorização da criança, do adolescente, da continuada, destinada, especificamente, aos educa-
recido apenas no Liceu Municipal Prefeito Cordolino mulher e do idoso, a educação ambiental, a educação
Ambrósio, tendo como finalidades: dores de jovens e adultos.
para o trânsito e a educação em direitos humanos.
I. a consolidação e o aprofundamento dos Art. 62. A Matriz Curricular da Educação de
conhecimentos adquiridos no Ensino Fundamental, Art. 56. Os conteúdos, as metodologias e as Jovens e Adultos obedecerá ao disposto no anexo II.
possibilitando o prosseguimento de estudos; formas de avaliação serão organizados de tal modo
que ao final do Ensino Médio o educando demonstre:
II. a preparação básica para o trabalho e a cidada- SEÇÃO V
nia do educando, de modo que ele seja capaz de se I – domínio dos princípios científicos e tecnológi- DA EDUCAÇÃO ESPECIAL
adaptar com flexibilidade a novas condições de vida cos que presidem a produção moderna;
e aperfeiçoamento posteriores; Art. 63. Por Educação Especial entende-se a
II – conhecimento das formas contemporâneas modalidade da educação escolar, definida por uma
III. o aprimoramento do educando como pessoa de linguagem. proposta pedagógica que assegure recursos e serviços
humana, incluindo a formação ética e o desenvolvimen-
educacionais especiais, organizados institucional-
to da autonomia intelectual e do pensamento crítico;
SEÇÃO IV mente para apoiar, complementar e suplementar os
IV. a compreensão dos fundamentos científico- serviços educacionais comuns, de modo a garantir e
DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS
tecnológicos dos processos produtivos, relacionando promover o desenvolvimento das potencialidades do
a teoria com a prática no ensino de cada disciplina. Art. 57. A Educação de Jovens e Adultos constitui educando, em todos os níveis da Educação Básica.
modalidade de ensino, ministrada de forma presencial,
Art. 54. O Ensino Médio terá duração de 3 (três) em período diurno ou noturno, nas escolas da Rede Art. 64. A Educação Especial será oferecida, prefe-
anos de escolaridade, respeitada a carga horária Municipal de Ensino, para alunos que não tiveram rencialmente, nas escolas regulares da Rede Municipal
mínima definida pela legislação em vigor, e será or- acesso ou continuidade de estudos na idade própria. de Ensino, considerando a especificidade dos alunos
ganizado em turmas com, no máximo, 40 (quarenta) com deficiências, fundamentadas na concepção dos
alunos, permitida a variação de 20% (vinte por cento) Art. 58. A modalidade de Educação de Jovens e direitos humanos e pautadas pelos princípios éticos,
no número de alunos, quando houver necessidade Adultos será oferecida no nível do ensino fundamental políticos, estéticos e de equidade, de modo a assegurar:
de adequação para o atendimento à demanda de e organizada em nove fases, da seguinte forma: I. o respeito à dignidade humana;
matrícula na Rede Municipal de Ensino. FASE Ano de escolaridade correspondente II. a busca da identidade;
Art. 55. O currículo do Ensino Médio terá uma Fase I...................1º Ano
III. a igualdade de oportunidades;
Base Nacional Comum, em conformidade com as Fase II..................2º Ano
Diretrizes Curriculares Nacionais, a ser complementada Fase III..................3º Ano IV. o exercício da cidadania;
por uma parte diversificada, definida pelo Sistema Fase IV.................4º Ano V. a valorização da diferença.
Municipal de Ensino e pela escola em seu Projeto Fase V..................5º Ano
Fase VI.................6º Ano Art. 65. Caberá à escola, com apoio da Secretaria
Político Pedagógico, observadas as seguintes diretrizes:
Fase VII................7º Ano Municipal de Educação, oferecer o Atendimento Educa-
I. destacará a educação tecnológica básica, a com- cional Especializado – AEE – para os alunos que apresen-
Fase VIII...............8º Ano
preensão do significado da ciência, das letras e das artes; Fase IX.................9º Ano tam deficiência matriculados em suas classes regulares.
o processo histórico de transformação da sociedade e da
cultura; a língua portuguesa como instrumento de comu- § 1º – Da Fase I à Fase V será organizada em perí- Parágrafo único. Para efeito do que trata o caput
nicação, acesso ao conhecimento e exercício da cidadania; odo anual, com 800 (oitocentas) horas, distribuídas em deste artigo, considera-se público-alvo do AEE:
II. adotará metodologias de ensino e de avaliação 200 (duzentos) dias letivos. Posteriormente, obedecer- I. educandos com deficiência: aqueles que têm
que estimulem a iniciativa dos estudantes; -se-á uma organização semestral, da seguinte forma: impedimento, de longo prazo, de natureza física,
– 520 (quinhentas e vinte) horas distribuídas em 100 intelectual, mental ou sensorial;
III. será incluída uma língua estrangeira moderna,
como disciplina obrigatória, escolhida pela comunida- (cem) dias letivos, da Fase VI à Fase IX (cursos diurnos); II. educandos com transtornos globais do desen-
de escolar, e uma segunda, em caráter optativo, dentro – 440 (quatrocentas e quarenta) horas distribuídas em 100 volvimento: aqueles que apresentam um quadro de
das disponibilidades da unidade escolar. (cem) dias letivos, da Fase VI à Fase IX (cursos noturnos). alteração no desenvolvimento neuropsicomotor, com-
prometimento nas relações sociais, na comunicação
IV. serão incluídas a Filosofia e a Sociologia como dis- § 2º – As Fases I, II e III compõem o Ciclo de Alfa- ou estereotipias motoras, incluindo-se educando com
ciplinas obrigatórias em todos os anos do ensino médio. betização na Educação de Jovens e Adultos, devendo autismo clássico, síndrome de Asperger, síndrome de
§ 1º – Os componentes curriculares do Ensino assegurar os objetivos previstos no § 4º do Art. 41. Rett, transtorno desintegrativo da infância (psicoses)
Médio articulam-se com as áreas do conhecimento e transtornos invasivos sem outras especificações;
Art. 59. A idade mínima para a matrícula na
de Linguagens, Matemática, Ciências da Natureza e modalidade da Educação de Jovens e adultos será de III. educandos com altas habilidades/superdota-
Ciências Humanas, obedecido o disposto na matriz 15 (quinze) anos completos. ção: aqueles que apresentam um potencial elevado e
curricular desse nível de ensino (anexo II). grande envolvimento com as áreas do conhecimento
Art. 60. Considerando as situações, os perfis e humano, isoladas ou combinadas – intelectual, lide-
§ 2º – O currículo deve contemplar as quatro áreas as faixas etárias dos adolescentes, jovens e adultos, rança, psicomotora, artes e criatividade.
do conhecimento, com tratamento metodológico que os projetos políticos pedagógicos das escolas deverão
evidencie a contextualização e a interdisciplinaridade viabilizar um modelo pedagógico próprio para essa Art. 66. Entende-se por AEE, o serviço educacional
ou outras formas de interação e articulação entre modalidade de ensino que assegure: ofertado aos alunos com deficiências matriculados nas
diferentes campos de saberes específicos. escolas regulares da rede municipal de ensino, como
I. a identificação e o reconhecimento das formas
§ 3º – O currículo do Ensino Médio abrangerá, de aprender dos adolescentes, jovens e adultos e a garantia do acesso ao currículo e à plena participação
obrigatoriamente: valorização de seus conhecimentos e experiências; no cotidiano escolar.
I. o estudo da Língua Portuguesa e da Matemá- II. a distribuição dos componentes curriculares, Parágrafo único: O AEE identifica, elabora e or-
tica, o conhecimento do mundo físico e natural e da de modo a proporcionar um patamar igualitário de ganiza recursos pedagógicos e de acessibilidade que
realidade social e política, especialmente do Brasil; formação, bem como a sua disposição adequada nos eliminem as barreiras para a plena participação dos
II. o ensino da História do Brasil, o qual levará em tempos e espaços educativos, em face às necessidades alunos, considerando as suas necessidades específicas.
conta as contribuições das diferentes culturas e etnias específicas dos estudantes.
Art. 67. A Rede Municipal de Ensino assegurará
para a formação do povo brasileiro, especialmente das Art. 61. A Educação de Jovens e Adultos deve ainda, aos educandos com deficiência:
matrizes indígena, africana e européia; pautar-se pela flexibilidade, tanto de currículo quanto I. currículos, métodos, técnicas, e recursos educa-
III. o ensino da Arte, especialmente em suas expres- de tempo e espaço, para que: tivos específicos e organização para atender às suas
sões regionais, em todos os anos de escolaridade, o qual I. seja rompida a simetria com o ensino regular necessidades;
deverá abordar a música como conteúdo obrigatório, mas para crianças e adolescentes, de modo a permitir
não exclusivo, além das artes visuais, do teatro e da dança; II. terminalidade específica para aqueles que não
percursos individualizados e conteúdos significativos puderem atingir o nível exigido para a conclusão do
IV. a Educação Física, integrada à proposta pedagó- para os jovens e adultos; Ensino Fundamental, em virtude de suas deficiências, e
gica da escola e facultativa ao aluno apenas nas circuns- II. sejam providos o suporte e a atenção individuais aceleração para concluir em menor tempo o programa
tâncias previstas no § 3º do Art. 26 da Lei nº 9.394/96; às diferentes necessidades dos estudantes no processo escolar para os superdotados;
V. o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira, de aprendizagem, mediante atividades diversificadas; III. professores com especialização adequada
ministrado no âmbito de todo o currículo, em especial III. seja valorizada a realização de atividades e em nível médio ou superior, para atendimento espe-
nas áreas de Arte, Literatura e História Brasileira. vivências socializadoras, culturais, recreativas e es- cializado, bem como professores do ensino regular,
VI. o ensino de Filosofia e de Sociologia, disciplinas portivas, geradoras de enriquecimento do percurso capacitados para a inclusão desses educandos nas
obrigatórias para todos os anos deste nível de ensino. formativo dos estudantes; classes comuns;
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IV. educação especial para o trabalho, visando a II – possibilitar a articulação de ações, projetos e Parágrafo único. Fica assegurada autonomia
sua efetiva integração na vida em sociedade, inclusive programas e suas contribuições às propostas, às visões pedagógica às Escolas e Centros de Educação Infan-
condições adequadas para os que não revelarem capa- e às práticas curriculares, alterando o ambiente escolar; til, para efeito de elaboração e execução do projeto
cidade de inserção no trabalho competitivo, mediante III – ampliar a oferta de saberes, métodos, pro- político pedagógico, a qual deve ser entendida na
articulação com os órgãos oficiais afins, bem como cessos e conteúdos educativos em outros espaços perspectiva da busca de sua identidade.
para aqueles que apresentam uma habilidade superior socioculturais, no contraturno escolar; Art. 76. Os projetos político pedagógicos das
nas áreas artística, intelectual ou psicomotora;
IV – incluir os campos das artes, cultura, esporte, Escolas e dos Centros de Educação infantil, respeitadas
V. acesso igualitário aos benefícios dos programas lazer, mobilizando-os para a melhoria do desem- as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação
sociais suplementares disponíveis para o respectivo penho educacional e o cultivo de relações entre Básica, devem contemplar:
nível do Ensino Regular; professores, alunos e suas comunidades através dos I. o diagnóstico da realidade concreta dos sujeitos
VI. processos de avaliação adequados ao seu seguintes eixos: arte, cultura e memória, orientação do processo educativo, contextualizados no espaço e
desenvolvimento. de estudos, iniciação científica, iniciação ao esporte, no tempo;
educo-comunicação, prevenção e promoção da saúde,
§ 1º – O aluno receberá certificação de conclusão direitos humanos e cidadania e educação ambiental; II. a concepção sobre educação, conhecimento,
de escolaridade específica quando, pelas suas defi- avaliação da aprendizagem e mobilidade escolar;
V – contribuir para a redução da evasão, reprova-
ciências mesmo com os atendimentos realizados e III. o perfil real dos sujeitos – crianças, jovens e
ção, distorção idade – ano de escolaridade, mediante a
necessários ao longo do seu processo educativo, não adultos – que justificam e instituem a vida da e na escola;
implementação de ações pedagógicas para melhoria de
atingir os objetivos básicos do Ensino Fundamental.
condições para o rendimento e aproveitamento escolares; IV. as bases norteadoras da organização do tra-
§ 2º – A terminalidade específica deverá encami- balho pedagógico;
VI – oferecer atendimento educacional especia-
nhar o aluno a novas possibilidades educacionais ou lizado às crianças, adolescentes e jovens com defici- V. a definição de qualidade das aprendizagens e,
a cursos de educação profissional, para inserção na ência, integrando à proposta curricular das escolas por consequência, da escola, no contexto das desigual-
sociedade e no trabalho. de ensino regular o convívio com a diversidade de dades que se refletem no espaço escolar;
§ 3º – Será de responsabilidade do setor de expressões e linguagens corporais, incluindo ações VI. os fundamentos da gestão democrática,
atendimento aos alunos com deficiência da Secre- de acessibilidade voltadas àqueles com deficiência compartilhada e participativa (órgãos colegiados e de
ou com mobilidade reduzida; está no PME/Petrópolis representação estudantil);
taria Municipal de Educação, orientar e aprovar os
procedimentos nos casos de terminalidade específica VII – promover a formação da sensibilidade, percep- VII. o programa de acompanhamento de acesso,
e de aceleração. ção e expressão de crianças, adolescentes e jovens nas de permanência dos estudantes e de superação da
linguagens artísticas, literárias e estéticas, aproximando o retenção escolar;
Art. 68. As classes regulares com atendimento a ambiente educacional da diversidade cultural brasileira,
alunos que apresentam deficiências deverão respeitar VIII. o programa de formação inicial e continuada
estimulando a sensorialidade, leitura e criatividade;
o limite máximo de 2 (dois) alunos incluídos, exceto dos profissionais da educação;
VIII – estimular crianças, adolescentes e jovens a man-
quando de alunos surdos. IX. as ações de acompanhamento sistemático
ter uma interação efetiva em torno de práticas esportivas
dos resultados de processos de avaliação interna e
Parágrafo único. Admitir-se-á redução de até 20% educacionais e de lazer direcionadas ao processo de de-
externa, incluindo dados referentes ao IDEB e/ou que
(vinte por cento) no número de alunos estabelecido senvolvimento humano, da cidadania e da solidariedade;
complementem ou substituam os desenvolvidos pelas
por turma neste Regimento (Artigos 48 e 52) quando IX – promover a aproximação entre a escola, as unidades da federação e outros;
da inclusão de alunos com deficiência nas classes regu- famílias e as comunidades, mediante atividades que
lares, caracterizados no Art. 63, caso haja necessidade X. a concepção da organização do espaço físico
visem à responsabilização e à interação com o processo
de adequação para o atendimento pedagógico quali- da unidade escolar de tal modo que este seja compatí-
educacional, integrando os equipamentos sociais e
ficado aos alunos, o que será objeto de avaliação pela vel com as características de seus sujeitos, que atenda
comunitários entre si e à vida escolar;
Equipe Técnica da Secretaria Municipal de Educação. as normas de acessibilidade, além da natureza e das
X – prestar assistência financeira e técnica às finalidades da educação, deliberadas e assumidas pela
escolas, de modo a estimular novas tecnologias e comunidade educacional;
CAPÍTULO III capacidades para o desenvolvimento de projetos com
XI. a organização curricular enquanto manifesta-
EDUCAÇÃO INTEGRAL vistas a atender o disposto no art. 1º;
ção de uma proposta de ação educativa constituída
Art. 69 – A Educação Integral e Integrada visa a Art. 72 – A Secretaria Municipal de Educação aplicará pela seleção de conhecimentos construídos historica-
assegurar o acesso e a permanência dos estudantes como estratégia operacional para implementação da mente pela sociedade, expressando-se por práticas
na educação básica, com a melhoria da qualidade Educação Integral e Integrada a constituição de Escolas de escolares que se desdobram em torno de conhecimen-
do ensino e o respeito à diversidade, garantindo-se Tempo Integral e de Instituições Polo de Educação Integral. tos relevantes e pertinentes, permeadas pelas relações
as condições necessárias ao desenvolvimento dos sociais, articulando vivências e saberes dos estudantes
§ 1º – As Escolas de Tempo Integral são unidades e contribuindo para o desenvolvimento de suas identi-
diversos saberes e habilidades pelos estudantes e a
de ensino que desenvolverão atividades curriculares dades e condições cognitivas e sócio-afetivas.
ampliação da oferta da jornada em tempo integral,
em período integral, contemplando os componentes
em consonância com as metas estabelecidas no Plano
da Base Nacional Comum Curricular – BNCC –, bem
Nacional de Educação e Plano Municipal de Educação. TÍTULO IV
como os diferentes campos de conhecimento e de
práticas socioculturais sendo obrigatório o acompa- DO PROCESSO DE AVALIAÇÃO
§ 1º – A Educação Básica em Tempo Integral
assegurará a jornada escolar com duração de sete nhamento pedagógico e a iniciação científica. CAPÍTULO I
horas podendo chegar a dez horas diárias, durante DA AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL
§ 2º – As Instituições Polo de Educação Integral
todo o período letivo, compreendendo o tempo total
são unidades educativas externas às unidades esco- Art. 77. As Escolas e Centros de Educação Infantil da
em que os estudantes permanecerem na escola ou
lares que ofertam atividades educativas e culturais, Rede Municipal de Ensino de Petrópolis serão submetidos
em outros espaços educacionais, em atividades edu-
possibilitando a ampliação do quantitativo de estu- a processos de avaliação institucional, caracterizados por
cativas. (Darcy e outros) avaliação interna, a ser organizada pela unidade escolar, e
dantes atendidos pela educação integral.
Art. 70 – São princípios da Educação Integral e por avaliação externa, realizada pela Secretaria Municipal
Art. 73 – A Secretaria Municipal de Educação desen- de Educação e/ou outros órgãos governamentais.
Integrada:
volverá metodologias para monitoramento e avaliação
I – igualdade de condições para o acesso e perma- da implementação da Educação Integral e Integrada no Art. 78. A avaliação institucional tem como ob-
nência na escola; município, levando-se em consideração as dimensões que jetivo permitir o acompanhamento:
II – liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar afetam o desempenho escolar dos estudantes, tais como I. sistemático e contínuo do processo de ensino e
a cultura, o pensamento, a arte e o saber; o clima escolar, o nível socioeconômico, a gestão escolar, aprendizagem, de acordo com os objetivos propostos;
as condições docentes e a infraestrutura das escolas.
III – pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas; II. do desempenho da direção, professores, alunos
IV – respeito à liberdade e apreço à tolerância; Art. 74. Nas Escolas e Instituições Polo de Tempo e demais funcionários nos diferentes momentos do
Integral, os alunos serão organizados em turmas e/ou processo educacional;
V – valorização do profissional da educação;
grupamentos respeitando-se o nível de escolaridade. III. da participação efetiva da comunidade escolar
VI – gestão democrática do ensino público; nas mais diversas atividades propostas pela escola;
VII – valorização da experiência extraescolar; IV. da sequência e da reformulação do planeja-
CAPÍTULO IV
VIII – vinculação entre a educação escolar, o trabalho DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO mento curricular;
e as práticas sociais; V. dos indicadores do desempenho escolar em
Art. 75. Às Escolas e aos Centros de Educação
IX – consideração com a diversidade étnico-racial. termos de rendimento.
Infantil, respeitada a legislação vigente e as diretrizes da
Art. 71 – São objetivos da Educação Integral e Secretaria Municipal de Educação, compete elaborar e Art. 79. A periodicidade, os procedimentos e
Integrada: executar projeto político pedagógico, enquanto manifes- instrumentos da avaliação institucional serão regula-
tação de seu ideal de educação e como resultado de um mentados pela Secretaria Municipal de Educação em
I – contribuir para a formação integral de crianças,
trabalho coletivo que envolva toda a comunidade escolar. documento próprio.
adolescentes e jovens da Rede Municipal de Ensino;
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Art. 80. Os resultados de diferentes avaliações insti- integral do aluno não sendo atribuídas notas e não Parágrafo único. A decisão pela promoção dos
tucionais serão consubstanciados em relatórios, a serem tendo caráter de promoção. alunos deve ser fruto de uma discussão envolvendo
divulgados à comunidade e apreciados pela escola para os docentes responsáveis pela turma em questão,
subsidiar o projeto político pedagógico e nortear os considerando o desenvolvimento do educando em
CAPÍTULO III
momentos de planejamento e replanejamento. todas as áreas do conhecimento.
DA PROMOÇÃO
Art. 96. Excepcionalmente, poderão ser realizados
Art. 89. A promoção em cada ano dar-se-á da
CAPÍTULO II Conselhos de Promoção extraordinários, autorizados
seguinte forma:
DA AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM pela Secretaria de Educação.
I. ao final do 3º ano/Fase III do Ensino Fundamen-
Art. 81. A avaliação da aprendizagem é um pro- tal para os alunos que, de acordo com os registros Art. 97. Não haverá pendência de resultados no
cesso contínuo, cumulativo e sistemático, de caráter realizados ao longo do período letivo, tiverem atingido desempenho escolar de um ano letivo para o outro.
diagnóstico e formativo, fundamentado em uma os objetivos propostos;
concepção de educação que considera o aluno sujeito
II. a partir do 4º ano/Fase IV do Ensino Funda- CAPÍTULO VI
de sua aprendizagem.
mental para os alunos que obtiverem, ao final do ano DA RECLASSIFICAÇÃO
Art. 82. A avaliação visa ao acompanhamento letivo, média ponderada igual ou superior a 5,0 (cinco).
da aprendizagem do aluno e à verificação da eficácia Art. 98. O aluno poderá ser reclassificado no
Parágrafo único. Em ambos os casos, será exigi- Ensino Fundamental e no Ensino Médio, tendo como
das estratégias de ensino, permitindo a realização de do, para efeito de promoção, o mínimo de 75% de
ajustes no planejamento didático e a superação de base as normas curriculares gerais, mediante avaliação
frequência sobre o total dos dias letivos, independen- de conhecimentos, elaborada pela equipe gestora,
eventuais dificuldades apresentadas pelos estudantes. temente da carga horária de cada disciplina, conforme aplicando-se aos seguintes casos:
Art. 83. A avaliação da aprendizagem, articulada ao o § 1º do Art. 94 deste Regimento.
I. alunos que demonstrem desempenho suficiente
Projeto Político Pedagógico da escola, se processará com
para avanço nos anos de escolaridade;
prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos. CAPÍTULO IV
II. alunos com distorção entre a idade e o ano
Parágrafo único. A avaliação qualitativa abarca DA RECUPERAÇÃO
de escolaridade;
todo o processo de aprendizagem do aluno, envol- Art. 90. A recuperação paralela, de responsabili- III. alunos oriundos de classes de aceleração;
vendo aspectos como observação, análise e registro, dade direta do professor, sob o acompanhamento da
próprios da ação docente. IV. alunos retidos por frequência, com bom de-
equipe gestora, com o apoio da família, deverá acon-
sempenho no ano anterior;
Art. 84. Na Educação Infantil, a avaliação da tecer no decorrer dos bimestres, por meio de atividades
especificamente programadas, considerando as dificul- V. alunos transferidos de unidades de ensinos
aprendizagem será realizada mediante observação
dades de aprendizagem apresentadas pelos alunos. situados no país e no exterior.
e registro descritivo do desenvolvimento da criança,
na forma de relatórios bimestrais, tomando-se como Parágrafo único: as atividades referentes à recu- Parágrafo único. A reclassificação será sempre
referência os objetivos estabelecidos para esta etapa peração deverão ser registradas pelo professor em realizada com objetivo de promoção.
da educação, sem caráter de promoção, mesmo para documento próprio formulado pela equipe gestora e
o acesso ao Ensino Fundamental. pelo corpo docente da unidade escolar. Art. 99. O resultado da reclassificação deverá
constar, obrigatoriamente, na ficha individual do aluno
Art. 85. No ciclo de alfabetização (1º, 2º e 3° ano do e no seu histórico escolar, devendo o instrumento
Ensino Fundamental) a avaliação será realizada mediante CAPÍTULO V utilizado para este fim ser arquivado na secretaria da
observação e registro descritivo do desenvolvimento do DO CONSELHO DE CLASSE escola, além da ata de reclassificação.
aluno na forma de relatórios bimestrais, tomando-se
como referência os objetivos estabelecidos, não sendo Art. 91. O Conselho de Classe, entendido como
atribuídas notas nestes anos de escolarização. instância maior de reflexão, discussão e avaliação do TÍTULO V
processo educativo nas instituições de ensino, é um ins- DA FREQUÊNCIA E DO CALENDÁRIO ESCOLAR
§ 1º – Consideradas as características e os obje- trumento do processo de avaliação por meio do qual cada
tivos estabelecidos neste Regimento para o ciclo de aluno é avaliado em conjunto por todos os professores Art. 100. O controle de frequência será feito
alfabetização, a transição entre o 1º, 2º e 3° ano do da turma a que pertence e pela equipe de gestão escolar. pelas Escolas e Centros de Educação Infantil em
Ensino Fundamental será realizada sem interrupção registros diários.
do processo de ensino e aprendizagem. Art. 92. O Conselho de Classe é constituído pelos
professores da turma, direção e secretário escolar, §1º – Na Pré-escola será exigida a frequência míni-
§ 2º – A transição dos alunos público alvo da Educa- sendo coordenado pelo orientador escolar. ma de 60% do total de horas, sem efeito de retenção.
ção Especial, conforme definição apresentada pelo MEC,
§ 1º – A ausência do professor no Conselho de § 2º – Para a transição entre os anos que compõem
no Ciclo de Alfabetização, será submetida à análise da
Classe, implica na aceitação pelo mesmo das decisões o ciclo de alfabetização e para a progressão do 3º ao 9º
equipe gestora da Unidade Escolar em parceria com a
tomadas pelos demais participantes. ano do Ensino Fundamental e nos anos do Ensino Médio,
equipe de Educação Especial da Secretaria de Educação.
será exigida a frequência mínima de 75% dos dias letivos
Art. 86. Os resultados das avaliações bimestrais, a § 2º – Ao iniciar o Conselho de Classe, os pro- e de carga horária obrigatória.
partir do 4º ano do Ensino Fundamental, serão regis- fessores devem estar com todo o material necessário
trados em escala de 1 (um) a 10 (dez), admitindo-se à avaliação dos alunos. Art. 101. A ausência não justificada do aluno
apenas a fração meio, sendo atribuídos pesos diferen- implicará providências junto à família do mesmo, em
§ 3º – Os integrantes do Conselho de Classe todos os níveis de Ensino.
ciados aos bimestres, conforme segue: devem, com base na ética profissional, manter sigilo
I. 1º bimestre: peso 1 (um); sobre os problemas abordados e garantir clima de §1º – Caberá às Escolas e aos Centros de Educa-
II. 2º bimestre: peso 2 (dois); confiança e respeito mútuo. ção Infantil notificar o Conselho Tutelar os casos dos
alunos que apresentem quantidade de faltas acima de
III. 3º bimestre: peso 3 (três); Art. 93. Os Conselhos de Classe realizar-se-ão, 50% do percentual permitido em Lei.
IV. 4º bimestre: peso 4 (quatro). no mínimo, 4 (quatro) vezes ao ano, devendo ser
registradas as decisões em ata específica. §2º – Considerar-se-á desistente o aluno:
Parágrafo único. Na modalidade de Educação de
Art. 94. Os Conselhos de Classe terão como a) do ensino regular, que obtiver 50 (cinquenta) faltas
Jovens e Adultos, serão atribuídos pesos diferenciados
objetivos: consecutivas e não justificadas;
aos resultados dos bimestres, a partir da Fase IV, de
acordo com o que segue, permanecendo a avaliação I. analisar o desempenho de cada aluno indivi- b) da modalidade de Educação de Jovens e Adultos, da
nas Fases I, II e III conforme o disposto no Art. 77 para dualmente, o desenvolvimento geral da turma e o Fase I, que obtiver 50 (cinquenta) faltas consecutivas
o ciclo de alfabetização: processo de ensino e aprendizagem; e não justificadas;
I. 1º bimestre: peso 1 (um); II. propor alternativas para a solução dos problemas c) da modalidade de Educação de Jovens e Adultos, a
II. 2º bimestre: peso 2 (dois). identificados no processo de ensino e aprendizagem; partir da Fase II, que obtiver 25 (vinte e cinco) faltas
consecutivas e não justificadas.
Art. 87. A avaliação dos alunos que apresentam III. fazer a apreciação dos alunos e das estratégias
necessidades educacionais especiais será realizada metodológicas do professor, visando a um maior Art.102. O aluno atendido em Tempo Integral
mediante observação e registro descritivo do seu conhecimento dos mesmos, a fim de atender às dife- deverá cumprir o que determina a Lei de Diretrizes
desenvolvimento, na forma de relatórios bimestrais, renças individuais e às potencialidades de cada um; e Bases da Educação Nacional no que tange aos dias
levando-se em consideração as adaptações curriculares IV. decidir sobre a promoção do aluno, registrando letivos e à carga horária obrigatória.
estabelecidas, podendo também ser utilizado o critério obrigatoriamente, em ata, diários de classe e fichas
determinado no Artigo 78 deste Regimento. escolares, a decisão tomada.
CAPÍTULO I
Artigo 88. A avaliação nas áreas de conhecimen- Art. 95. Ao final do ano letivo será realizado o DO CALENDÁRIO ESCOLAR
to específicas da Educação em Tempo Integral será Conselho de Promoção, que terá poder decisório na
Art. 103. O período letivo no Ensino Regular terá,
formativa-qualitativa visando ao desenvolvimento análise do desempenho dos alunos.
no mínimo, 200 (duzentos) dias divididos em dois
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DIÁRIO OFICIAL
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PETRÓPOLIS ANO XXVI Nº 5456
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semestres, correspondendo a 800 (oitocentas) horas que comprove escolaridade anterior, defina o nível de de- ANEXO I
anuais de efetivo trabalho escolar na Educação Básica. senvolvimento cognitivo do aluno e permita sua inscrição Relação das Unidades Escolares
no ano de escolaridade adequado, devendo esta avaliação pertencentes à Rede Municipal de Ensino
§1º – Para efeito da distribuição da carga horária, ser registrada e arquivada na secretaria da escola:
as escolas que atendem aos anos finais do Ensino a) Escolas Municipais e Municipalizadas
a) a avaliação do desenvolvimento do aluno deverá
Fundamental deverão prever horas/aula de 50 minu- CIEP Brizolão 474 – CIEP Maestro Guerra Peixe
abranger os conteúdos da Base Nacional Comum,
tos, para o período diurno e de 45 minutos, para o Colégio Gunnar Vingren de Petrópolis
distribuídos nas áreas do respectivo nível de ensino;
período noturno, excluído o tempo reservado para Escola Germano Valente
alimentação escolar. b) o responsável pelo aluno, ou este, se maior de
idade, deverá declarar, por escrito, a inexistência E.M. Abelardo de Lamare
§2º – O período letivo da modalidade de Educação ou a impossibilidade justificada de comprovar sua E.M. Alto Independência
de Jovens e Adultos será estabelecido conforme o vida escolar anterior; E.M. Amélia Antunes Rabello
disposto no Artigo 56 do presente Regimento Escolar. E.M. Américo Fernandes Ribeiro
Parágrafo único: fica assegurado ao aluno não E.M. Ana Mohammad
Art. 104. Na elaboração do calendário escolar vinculado a estabelecimento de ensino a possibilidade E.M. Antônio José de Lima
deverão ser observadas as atividades cívicas, artísticas de ingressar nas unidades escolares da Rede Municipal E.M. Antônio Leite Garcia
e desportivas, bem como outras atividades curriculares de Ensino a qualquer tempo. Neste caso, para efeito do E.M. Arnaldo Dyckerhoff
que tenham a participação dos alunos. cumprimento do percentual mínimo estabelecido no E.M. Augusto Pugnaloni
Art. 100 deste Regimento, a frequência será apurada E.M. Bataillard
Art. 105. O calendário escolar será estabelecido
tendo como referencial o total de dias letivos a contar E.M. Beatriz Zaleski
pela Secretaria Municipal de Educação, de acordo com
da data da matrícula. E.M. Carlos Canedo
os critérios da legislação em vigor.
E.M. Celina Schechner
Art. 111. Para alunos matriculados nas escolas da
Art. 106. O período de recesso escolar nas E.M. Clemente Fernandes
Rede Municipal de Ensino, a renovação da matrícula,
unidades escolares será estabelecido pela Secretaria E.M. Darcy Corrêa da Veiga
em todos os níveis da Educação Básica, será auto-
Municipal de Educação. E.M. de Educação Especial Santos Dumont
mática, garantindo-se o direito ao prosseguimento
E.M. Dom Manoel Pedro da Cunha Cintra
Art. 107. Os dias destinados exclusivamente a con- dos estudos.
E.M. Dom Pedro de Alcântara
selhos de classe, reuniões, atualização e aprimoramento E.M. Dr. Barros Franco
Parágrafo único. O cancelamento da matrícula
dos profissionais, estabelecidos no calendário escolar, E.M. Dr. Paula Buarque
será efetivado por solicitação do responsável, ou do
não poderão ser computados como dias letivos. E.M. Dr. Rubens de Castro Bomtempo
próprio aluno, se maior de 18 anos, ou pela própria
escola, nos casos de desistência escolar. E.M. Dr. Theodoro Machado
TÍTULO VI E.M. Duque de Caxias
DA MATRÍCULA E DAS TRANSFERÊNCIAS E.M. Fábrica do Saber
CAPÍTULO II E.M. Felix Wan-Erven de Barros
CAPÍTULO I DAS TRANSFERÊNCIAS E.M. General Heitor Borges
DA MATRÍCULA
Art. 112. As transferências escolares serão efe- E.M. Geraldo Ventura Dias
Art. 108. As matrículas na Rede Municipal de tivadas a partir da emissão do histórico escolar por E.M. Governador Marcello Alencar
Ensino serão realizadas pelas Escolas e Centros de solicitação dos responsáveis ou da equipe gestora das E.M. Hildebrando de Carvalho
Educação Infantil, obedecidas as determinações da unidades escolares, respeitadas, no segundo caso, as E.M. João Kopke
Secretaria Municipal de Educação. normas estabelecidas pela Secretaria de Educação. E.M. Johann Noel
E.M. Jorge Amado
§1º – Para efeito de matrícula inicial na Educação Art. 113. As Escolas municipais, municipalizadas E.M. Leonardo Boff
Infantil e no Ensino Fundamental, o aluno deverá ter idade e parceiras expedirão, em no máximo 20 (vinte) dias E.M. Lúcia de Almeida Braga
completa ou a completar até 31 de março do ano a cursar. úteis, a pedido dos interessados, o histórico escolar E.M. Luiz Carlos Soares
do aluno. E.M. Magdalena Tagliaferro
Art. 109. Para efetivação da matrícula serão
solicitados: E.M. Major Júlio Frederico Koeler
Parágrafo único. A retirada do histórico escolar
E.M. Major Theófilo de Carvalho
I. memorando de encaminhamento do aluno pela deverá ser feita pelo responsável ou representante
E.M. Marieta Gonçalves
Secretaria de Educação; legal do aluno, quando menor de idade, e registrada
E.M. Monsenhor João de Deus Rodrigues
em livro próprio.
II. cópia da certidão de nascimento e/ou docu- E.M. Nilo Peçanha
mento de identidade do aluno; E.M. Odette Fonseca
TÍTULO VII E.M. Odette Young Monteiro
III. duas fotos em formato 3 x 4;
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E.M. Oswaldo Costa Frias
IV. documentos comprobatórios de escolarização E.M. Papa João Paulo II
anterior; Art. 114. As responsabilidades, direitos e deveres E.M. Paulo Freire
a) declaração escolar (válida por 30 dias); dos servidores municipais são aqueles inerentes ao E.M. Paulo Saldanha
exercício de quaisquer funções públicas, determinadas E.M. Prefeito Jamil Sabrá
b) histórico escolar original
pela Lei 7556/17 e Estatuto dos Servidores Públicos E.M. Professor Flávio Maciel
V. cópia dos registros de vacina contidos na Cartei- do Município, assim como outras disposições legais. E.M. Professor Joaquim Deister
ra de Vacinação para alunos que efetivarem matrículas
Art. 115. Mediante constatação de necessidade E.M. Professor Josemar Contage
até o 2º ano do Ensino Fundamental;
na Rede Municipal de Ensino poderão ser criados E.M. Professor Nilton Costa Pereira de São Thiago
VI. comprovante de residência; E.M. Professor Paulo Monte
projetos de Aceleração de Aprendizagem, integrados
VII. cópia da Carteira de Identidade e do CPF do ao Ensino Fundamental e Médio. E.M. Professora Jandira Peixoto Bordignon
responsável; E.M. Professora Maria Campos da Silva
VIII. cópia do cartão do Bolsa Família (se bene- Art. 116. A Secretaria Municipal de Educação E.M. Robert Kennedy
ficiário) incentivará o aperfeiçoamento dos profissionais da E.M. Rosalina Nicolay
educação através da garantia de formação continuada E.M. Rosemira de Oliveira Cavalcanti
IX. parecer clínico específico para alunos da mo-
E.M. Rotary
dalidade da educação especial; Art. 117. Os profissionais da educação deverão
E.M. Salvador Kling
X. comprovante de tipo sanguíneo e fator RH (Lei assumir o compromisso com as propostas de formação
E.M. Senador Mario Martins
Municipal nº 7.216, de 27/08/2014). continuada implementadas pela Secretaria Municipal
E.M. Soroptimista
de Educação, com vistas ao aperfeiçoamento perma-
E.M. Stefan Zweig
Parágrafo único. Apenas o responsável pelo aluno nente das práticas pedagógicas.
E.M. Taquaril
(pai, mãe ou representante legal) poderá efetivar a
Art. 118. Somente serão admitidas alterações no E.M. Vereador José Fernandes da Silva
matrícula.
calendário escolar mediante a autorização da Secre- [Link]. Almirante Tamandaré
Art. 110. As matrículas no Ensino Fundamental taria Municipal de Educação. [Link]. Avelino de Carvalho
e no Ensino Médio nas Escolas municipais, muni- [Link]. Carmem Nunes Martins
cipalizadas e parceiras poderão ser efetivadas da Art. 119. Os casos omissos a este Regimento [Link]. Frei Aniceto
seguinte forma: Escolar serão objeto de análise da Secretaria Municipal [Link]. Hercília Henriques Moret
de Educação. [Link]. Moysés Furtado Bravo
I. por promoção, para alunos que cursaram com
aproveitamento o ano anterior na própria escola; Art. 120. Este regimento entrará em vigor a [Link]. Pedro Amado
partir da data de sua publicação, revogando-se as [Link]. Profa. Maria da Glória Queiroz de Vasconcelos
II. por transferência, para alunos oriundos de
disposições contrárias. [Link]. Santa Terezinha
outras escolas;
[Link]. Sebastião Lacerda
III. por classificação, mediante avaliação feita pela SAMEA ÁZARA DE CARVALHO Liceu Municipal Carlos Chagas Filho
equipe gestora da escola, que, na falta de documentação Secretária de Educação Liceu Municipal Prefeito Cordolino Ambrósio
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b) Escolas Parceiras ANEXO II – MATRIZES CURRICULARES
Centro Educacional Comunidade São Jorge a) Educação Infantil (período parcial)
Colégio Anglicano de Araras Âmbitos de Experiências
Colégio Padre Correa
Formação Pessoal e Social Conhecimento de Mundo
Educandário Terra Santa
Escola das Comunidades Santo Antônio Eixos de trabalho Eixos de trabalho
Escola Doméstica Nossa Senhora do Amparo Identidade e autonomia Movimento
Escola Monsenhor Gentil Música
Escola Nossa Senhora de Fátima Artes visuais
Escola Paroquial Bom Jesus Linguagem oral e escrita
Escola Paroquial Carlos Demiá
Natureza e sociedade
Escola Paroquial da Alcobaça
Escola Paroquial do Loteamento Samambaia Matemática
Escola Paroquial Nossa Senhora da Glória Carga horária semanal 20
Escola Paroquial Nossa Senhora das Graças Carga horária anual 800
Escola Paroquial Nossa Senhora do Carmo
Escola Paroquial Santa Bernadete
b) Educação Infantil (período integral)
Escola Paroquial São Francisco de Assis (BV)
Escola Paroquial São Pedro de Alcântara Âmbitos de Experiências
Escola Paroquial São Pio X Formação Pessoal e Social Conhecimento de Mundo
Escola Santa Luíza de Marillac Eixos de trabalho Eixos de trabalho
Escola Santa Maria Goretti Identidade e autonomia Movimento
Escola Santa Rita de Cássia
Música
Escola Santo Antônio (Cuiabá)
Artes visuais
Escola São Cristóvão
Escola São Francisco de Assis (MP) Linguagem oral e escrita
Escola São Geraldo Natureza e sociedade
Escola São João Batista Matemática
Escola São José do Caetitu Carga horária semanal 40
Escola São Judas Tadeu
Carga horária anual 1600
Liceu São José de Itaipava
c) Centros de Educação Infantil (Municipais)
Ensino Fundamental – Anos Iniciais
CEI A Sementeira
CEI Aldeia da Criança Áreas do conhecimento Disciplinas 1º 2º 3º 4º 5º
CEI André Rebouças Linguagens Língua Portuguesa x x x x x
CEI André Vanzan Arte x x x x x
CEI Angela Maria da Conceição Silva Educação Física x x x x x
CEI Associação Beneficente Fazenda Inglesa – ABEFI
Matemática Matemática x x x x x
CEI Carangola
CEI Carolina Amorim Ciências da Natureza Ciências x x x x x
CEI Casa da Paz Ciências Humanas Geografia x x x x x
CEI Casa da Solidariedade Nossa Senhora Aparecida História x x x x x
CEI Célia Lôbo Paulo
Ensino Religioso Ensino Religioso x x x x x
CEI Chiquinha Rolla
CEI Criança Moinho Preto Carga horária semanal 20 20 20 20 20
CEI Criança Santa Edwiges Carga horária anual 800 800 800 800 800
CEI Déa Lucia Cordeiro
CEI Deise Eloy Gomes Ensino Fundamental – Anos Iniciais (período integral)
CEI Denise Besa de Oliva Maya Áreas do conhecimento Disciplinas 1º 2º 3º 4º 5º
CEI Dona Esperanza de Bourbon de Orleans e Bragança
Cei Giuseppe Neva Volonterio Linguagens Língua Portuguesa x x x x x
CURRÍCULO BÁSICO