Nutrição e Saúde na Adolescência
Nutrição e Saúde na Adolescência
Planejamento nos
Ciclos de Vida
Material Teórico
Recomendações Nutricionais para o Adolescente
Revisão Textual:
Prof.ª Dr.ª Selma Aparecida Cesarin
Recomendações Nutricionais
para o Adolescente
OBJETIVO DE APRENDIZADO
• Conhecer os principais aspectos que envolvem a alimentação na adolescência e os princi-
pais transtornos alimentares na idade.
Orientações de estudo
Para que o conteúdo desta Disciplina seja bem
aproveitado e haja maior aplicabilidade na sua
formação acadêmica e atuação profissional, siga
algumas recomendações básicas:
Conserve seu
material e local de
estudos sempre
organizados.
Aproveite as
Procure manter indicações
contato com seus de Material
colegas e tutores Complementar.
para trocar ideias!
Determine um Isso amplia a
horário fixo aprendizagem.
para estudar.
Mantenha o foco!
Evite se distrair com
as redes sociais.
Seja original!
Nunca plagie
trabalhos.
Não se esqueça
de se alimentar
Assim: e de se manter
Organize seus estudos de maneira que passem a fazer parte hidratado.
da sua rotina. Por exemplo, você poderá determinar um dia e
horário fixos como seu “momento do estudo”;
No material de cada Unidade, há leituras indicadas e, entre elas, artigos científicos, livros, vídeos
e sites para aprofundar os conhecimentos adquiridos ao longo da Unidade. Além disso, você tam-
bém encontrará sugestões de conteúdo extra no item Material Complementar, que ampliarão sua
interpretação e auxiliarão no pleno entendimento dos temas abordados;
Após o contato com o conteúdo proposto, participe dos debates mediados em fóruns de discus-
são, pois irão auxiliar a verificar o quanto você absorveu de conhecimento, além de propiciar o
contato com seus colegas e tutores, o que se apresenta como rico espaço de troca de ideias e
de aprendizagem.
UNIDADE Recomendações Nutricionais para o Adolescente
Para lidar da melhor forma com essa fase, é importante que se tenha uma
compreensão de como essas alterações do desenvolvimento podem afetar o es-
tado nutricional, não apenas durante a adolescência, mas suas consequências nas
próximas fases da vida, devendo o profissional de saúde estimular um estilo de vida
saudável e uma boa relação, tanto com os alimentos quanto com a saúde e o corpo
(MAHAM, 2013; BRASIL, 2010).
Tabela 1 – Estimativas populacionais produzidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e
enviadas ao Tribunal de Contas da União (TCU), estratificadas por idade pela Fundação Abrinq (2016)
População entre zero % da população entre zero e 19 anos
Grandes regiões População total
e 19 anos de idade de idade
Região norte 17.707.783 7.365.216 41,6
Região nordeste 56.915.936 20.633.044 36,3
Região sudeste 86.356.952 25.845.691 29,9
Região sul 29.439.773 8.958.357 30,4
Região centro-oeste 15.660.988 5.244.996 33,5
Brasil 206.081.432 68.018.239 33,0
Fonte: IBGE, 2016
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Alterações Corporais do Adolescente
A puberdade (início da adolescência) é um período em que, ao mesmo tempo,
acontecem mudanças no corpo, acontecem mudanças nos sentimentos, no humor,
no jeito de enxergar a si mesmo e ao mundo (MAHAN, 2013; BRASIL, 2010).
A autoimagem passa a sofrer mais influência da mídia, dos amigos e das Redes
Sociais. É uma fase na qual aumenta muito a incidência de transtornos alimentares.
O adolescente passa a construir seus próprios valores. Todo esse processo se refle-
te nas escolhas alimentares e no estado de saúde do adolescente (MAHAN, 2013;
BRASIL, 2010).
Adolescentes tendem a dormir tarde, acordar muito cedo e a passar muito tempo
em atividades que exigem atenção e concentração. A privação de sono, associada
à ansiedade, pode levar ao aumento do índice de massa corporal, quando o ado-
lescente não pratica atividade física ou não tem uma boa alimentação (MAHAN,
2013; BRASIL, 2010).
Alterações Hormonais
Nesta fase, ocorre o aumento da transpiração e dos odores, tanto em meninos
quanto em meninas, principalmente nas axilas e nos pés. Também pode ocorrer
o surgimento de espinhas devido ao processo de amadurecimento hormonal do
corpo e pela oleosidade da pele aumentada.
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UNIDADE Recomendações Nutricionais para o Adolescente
Excesso de rigidez pode levar tanto o adolescente a não seguir a dieta como a
transtornos alimentares. Afinal, essa é uma fase de grandes mudanças, em que o
adolescente se compara e busca se encaixar em grupos. Exigir demais, cobrar ou
colocar um “peso” sobre a alimentação saudável pode levar a traumas e à intensi-
ficação da má alimentação.
Recomendações Nutricionais
Alimentação adequada e saudável é uma prática alimentar apropriada
aos aspectos biológicos e socioculturais dos indivíduos, bem como ao
uso sustentável do meio ambiente. Deve estar de acordo com as necessi-
dades de cada fase do curso da vida e com as necessidades alimentares
especiais; ser referenciada pela cultura alimentar e pelas dimensões de
gênero, raça e etnia; ser acessível do ponto de vista físico e financeiro;
harmônica em quantidade e qualidade; baseada em práticas produtivas
adequadas e sustentáveis; com quantidades mínimas de contaminantes fí-
sicos, químicos e biológicos Política Nacional de Alimentação e Nutrição.
(PNAN) (BRASIL, 2013)
Nesta fase da vida, em que o crescimento é acelerado, deve-se ter atenção es-
pecial a alguns nutrientes, cujas necessidades estão aumentadas por estarem forte-
mente ligados ao padrão de crescimento, como proteína, ferro, cálcio e vitaminas
A e C.
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A prescrição dietética pode ser calculada por meio de algumas fórmulas, apre-
sentadas no Quadro a seguir.
9 a 18 anos 135,3- (30,8 x I) + FA x [(10 x P)] + (539,6 x E)] 88,5 – (61,9 x I) + FA x[(26,7 x P)] + (903 x E)] + 25
19 anos ou
354- (6,91 x I) + FA x [(9,36 x P) + (726 x E)] 662 – (9,53 x I) + FA x [(15,91 x P) + (539, E)]
mais
Fonte: IOM, 2002
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UNIDADE Recomendações Nutricionais para o Adolescente
Tabela 5 – Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica com obesidade
Fórmula de cálculo para manutenção do p eso em meninos com excesso de peso entre 3 e 18 anos
TEE= 114 - (50,9 x idade[anos]) + PA (19,5 x peso [kg] +1161,4 x estatura[m])
Em que o PA é o coeficiente de atividade física:
PA= 1,00 se PAL estimado em ≥1,0 1,4 (sedentário)
PA= 1,12 se PAL estimado em ≥1,4 1,6 (pouco ativo)
PA= 1,24 se PAL estimado em ≥1,6 1,9 (ativo)
PA= 1,45 se PAL estimado em ≥1,9 2,5 (muito ativo)
Fórmula de cálculo para manutenção do peso em meninas com excesso de peso entre 3 e 18 anos
TEE= 389 - (41,2 x idade[anos]) + PA x 15,0 x peso [kg] + 701,6 x estatura [m])
Em que PA é o coeficiente de atividade física:
PA= 1,00 se PAL estimado em ≥1,0 1,4 (sedentário)
PA= 1,18 se PAL estimado em ≥1,4 1,6 (pouco ativo)
PA= 1,35 se PAL estimado em ≥1,6 1,9 (ativo)
PA= 1,60 se PAL estimado em ≥1,9 2,5 (muito ativo)
Fonte: MS, 2014
Tabela 6
Macronutrientes
Proteínas, Carboidratos e Lipídeos
Proteína
Segundo as DRIs, é recomendada ingestão proteica de 12 a 15% do VET, sendo
a recomendação em g/kg/d de acordo com a idade:
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Tabela 7 – NME, necessidades médias estimadas. RDA, ingestão diária recomendada
Idade (anos) RDA (g /kg /dia)
9-13 0,95 ou 34 g/dia*
Carboidrato
45 a 65% do VET, sendo aproximadamente 130g/d.
Fibras
Os valores recomendados para adolescentes são: para garotos com 9 a 13 anos
– 31 g/dia; com 14 a 18 anos – 38 g/dia, e garotas com 9 a 18 anos – 26 g/dia
(IOM, 2006).
Lipídeo
25 a 35% do VET, sendo que os Ácidos Graxos Saturados não devem exceder
10% das calorias de lipídeos.
Tabela 8 – IA para ácidos graxos poli-insaturados (ácido linoleico) por sexo e idade
Ácidos graxos poliinsaturados (ácido linoleico) Ácidos graxos poli-insaturados ω-3 (α-ácido linoleico)
Idade Meninos Meninas Idade Meninos Meninas
9 a 13 anos 12 g/dia 10 g/dia 9 a 13 anos 1,2 g/dia 1 g/dia
14 a 18 anos 16 g/dia 11 g/dia 14 a 18 anos 1,6 g/dia 1,1 g/dia
Fonte: IOM, 2006
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UNIDADE Recomendações Nutricionais para o Adolescente
Micronutrientes
Tabela 9
DRI: Adolescentes do Sexo Masculino (M) e Feminino (F)
Micronutriente RDA/IA dos 9-13 de idade RDA/IA dos 14-18 de idade
Vitaminas
Vitamina A (mcg RAE) 600 (M e F) 700 (M e F)
Vitamina E (mg) 11 (M e F) 15 (M e F)
1,2 (M)
Tiamina (mg) 0,9 (M e F)
1 (F)
1,3 (M)
Riboflavina (mg) 0,9 (F e M)
1,0 (F)
16 (M)
Niacina (mg) 12 (F e M)
14 (F)
1,3 (M)
Vitamina B6 (mg) 1 (F e M)
1,2 (F)
Folato (Ug DEF) 300 (F e M) 400 (F e M)
Vitamina B12 (mcg) 1,8 (F e M) 2,4 (F e M)
75 (M)
Vitamina C (mg) 45 (F e M)
65 (F)
Vitamina K (mg) 60 (F e M) 75 (F e M)
Vitamina D 5 (F e M) 5 (F e M)
Minerais
Fósforo (mg) 1.250 (F e M) 1.250 (F e M)
410 (M)
Magnésio (mg) 240 (F e M)
360 (F)
11 (M)
Ferro (mg) 8 (F e M)
15 (F)
11 (M)
Zinco (mg) 8 (F e M)
9 (F)
Cálcio (mg) 1.300 (F e M) 1.300 (F e M)
Sódio (mg) 1.500 (F e M) 1.500 (F e M)
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Alimentos fonte de ferro: carnes, gema de ovos, vegetais verde-escuros, beter-
raba, leguminosas, soja, tofu e algumas algas. Podemos combinar com alimentos
fonte de vitamina C (que ajudam na sua absorção), o que é uma estratégia eficiente.
Uma opção simples é temperar a salada com limão ou orientar o consumo de frutas
de sobremesa.
Cálcio
A necessidade é maior do que em adultos, devido ao acelerado crescimento
muscular e ósseo, e para a manutenção da função endócrina. Pode haver baixo
consumo pela omissão do café da manhã, alto consumo de refrigerantes e café
(aumento da excreção de cálcio pela urina).
O adolescente deve ser orientado, também, para não incluir, na mesma refeição,
laticínios e alimentos fonte de ferro, visto que eles competem pelo mesmo sítio de
absorção, atrapalhando a absorção de ambos.
Vitamina A
Sua deficiência pode prejudicar os processos de crescimento, a diferenciação celular,
a visão e a integridade da pele, entre outras funções no processo de desenvolvimento.
Alguns óleos também são fonte de vitamina A: dendê, pequi, buriti, pupunha
e tucumã.
Vitamina C
Devemos ficar mais atentos aos adolescentes que fumam ou fazem uso de con-
traceptivos orais, pois atrapalham a absorção das vitaminas.
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UNIDADE Recomendações Nutricionais para o Adolescente
Ácido fólico
O ácido fólico atua no processo de multiplicação celular, na formação de pro-
teínas estruturais e na hemoglobina. Como o adolescente passa pelo estirão, é
fundamental incluir esses alimentos diariamente na alimentação.
O ácido fólico está presente nos vegetais de folhas verde-escuras e nas frutas
cítricas. Hoje, muitos alimentos já são fortificados com ácido fólico e podem ser
indicados, especialmente os cereais (MAHAN, 2013).
É importante ter cuidado com o tipo de alimento fortificado que será indicado, já
que muitos possuem antinutrientes, gordura hidrogenada e muito açúcar.
Tabela 10
Nível Pirâmide Grupo Alimentar Adolescentes
1 Cereais, pães, tubérculos e raízes 5a9
Número de porções Verduras e legumes 4a5
2
diárias recomendadas Frutas 4a5
de acordo com a faixa Leites, queijos e iogurtes 3
etária, por grupo da 3 Carnes e ovos 1a2
Pirâmide Alimentar Feijões 1
Óleos e gorduras 1a2
4
Açúcar e doces 1a2
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria, 2012
Por meio das Tabelas de percentis, é possível identificar eutrofia, magreza, so-
brepeso ou obesidade, pelo valor de IMC obtido.
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A seguir, temos três modelos de planejamento alimentar, sendo um deles vege-
tariano, atendendo a todas as necessidades de um adolescente.
Esse plano foi calculado nas necessidades diárias de uma adolescente entre 15
a 19 anos, com necessidades diárias de aproximadamente 1600kcal, seguindo as
recomendações de 15% de proteína e 25% de lipídeos.
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UNIDADE Recomendações Nutricionais para o Adolescente
Nessa fase, a maioria dos adolescentes não é capaz de correlacionar seus com-
portamentos atuais com os riscos futuros na saúde. Além de sofrerem concomi-
tantemente uma pressão midiática dos e da própria cultura e sociedade para que
tenham um corpo “ideal”. Isso ocorre, principalmente, com as meninas.
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De acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) (2015), uma
em cada cinco meninas brasileiras com idade entre 13 e 15 anos se considera gorda
ou muito gorda. E, embora as meninas que se consideram gordas ou muito gordas
representem 21,8% das entrevistadas, o desejo de perder peso atinge 30,3% delas.
Até o final do século XIX, as pessoas eram bem vistas com sobrepeso e o estere-
ótipo de uma pessoa saudável tinha umas “curvinhas” a mais. O sobrepeso estava
relacionado à riqueza, à beleza e à força.
Não vamos entrar no mérito das dietas: se cada uma “funciona” em seus meta-
bolismos, o que importa para nós nutricionistas é que, para os adolescentes, existe
um risco forte de trazer como consequência o desenvolvimento de transtornos ali-
mentares, como bulimia ou anorexia.
A forma como o adolescente lida com suas insatisfações pode desencadear com-
portamentos de risco ou transtornos alimentares, tanto a restrição alimentar extre-
ma quanto a compulsão e o uso de métodos compensatórios.
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UNIDADE Recomendações Nutricionais para o Adolescente
Transtornos Alimentares
Os Transtornos Alimentares (TA) têm critérios diagnósticos baseados em carac-
terísticas psicológicas, comportamentais e fisiológicas. A Anorexia Nervosa (AN) e
a Bulimia Nervosa (BN) são os quadros mais conhecidos.
Existem outros tipos de transtornos, que são classificados como: Transtorno Ali-
mentar sem Outra Especificação (TASOE), como é o caso de Transtorno da Compul-
são Alimentar Periódica (TCAP). São mais frequentes entre mulheres adolescentes ou
adultas jovens, entre 18 e 30 anos (ADA, 2006).
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• Convulsões;
• Indução de osteoporose severa em idade precoce.
Bulimia Nervosa
A Bulimia Nervosa (BN) é caracterizada pela rápida ingestão de alimentos em gran-
des quantidades e está relacionada à sensação de perda do controle (episódios bulímicos).
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UNIDADE Recomendações Nutricionais para o Adolescente
Bons estudos!
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Material Complementar
Indicações para saber mais sobre os assuntos abordados nesta Unidade:
Livros
Perfil nutricional e autopercepção corporal de bailarinas adolescentes
Vargas, J.; Bernardi, J.; Gallon, C. Perfil nutricional e autopercepção corporal de
bailarinas adolescentes. Revista Brasileira de Nutrição Esportiva, São Paulo. v. 5. n.
29. p. 425-433. Setembro/Outubro. 2011.
Problematização como estratégia de educação nutricional com adolescentes obesos
Rodrigues, E.; Boog, M. C. Problematização como estratégia de educação nutricional
com adolescentes obesos. Cad. Saúde Pública vol.22 no.5 Rio de Janeiro May 2006.
Leitura
Diretrizes nacionais para a atenção integral à saúde de adolescentes e jovens na promoção, proteção e recuperação
da saúde
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção em Saúde. Departamento de
Ações Programáticas Estratégicas. Diretrizes nacionais para a atenção integral à saúde
de adolescentes e jovens na promoção, proteção e recuperação da saúde. Brasília:
Ministério da Saúde, 2010.
[Link]
Centro Colaborador em Alimentação e Nutrição-Região Sudeste
Centro Colaborador em Alimentação e Nutrição-Região Sudeste (CECAN-SUDESTE)
/ENSP/FIOCRUZ/MS. Guia alimentar do adolescente. 2017.
[Link]
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UNIDADE Recomendações Nutricionais para o Adolescente
Referências
ALVARENGA, M. et. al. Nutrição Comportamental. Barueri, Manole Ltda., 2015.
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IBGE. Síntese de indicadores sociais: uma análise das condições de vida da popula-
ção brasileira. Rio de Janeiro: Coordenação de População e Indicadores Sociais, 2016.
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