Procedimentos Operacionais Padrão em Saúde
Procedimentos Operacionais Padrão em Saúde
FICHA TÉCNICA
Prefeito Municípal:
Edson Flávio Hoffmann
Aprovado:
Secretário Minicipal de saúde: Vanderlei Honório
ORIENTAÇÕES:
• Cada sala de procedimento deverá ter seu POP disponível para toda a equipe;
• Este instrumento deverá ser atualizado sempre que necessário pela equipe da unidade,
de forma a encaminhar suas considerações para a equipe que foi nomeada para
elaborara-lo e valida-lo;
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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
ORIENTAÇÕES:
HIGIENE PESSOAL:
Deve o profissional de saúde manter a higiene corporal, que está diretamente ligada a aparência
pessoal.
Através da execução do serviço de assepsia entra-se em contato com microrganismos que ficam
aderidos à pele, unhas e cabelos. Somente o banho poderá eliminar o suor, sujidades e os
microrganismos e tornar a aparência agradável.
Os cabelos devem estar limpos e, presos, se compridos. A touca, que consta do uniforme,
deverá cobrir todo o cabelo pois seu objetivo é a proteção dos cabelos.
As unhas devem estar sempre aparadas para evitar que a sujidade fique depositada entre as
unhas e a pele dos dedos; Deve-se dar preferência ao uso de esmaltes transparentes para
visualizar a sujidade e poder eliminá-la. Deve-se evitar a retirada de cutículas para se manter a
pele íntegra.
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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
PRECAUÇÃO PADRÃO
EXECUTANTE: Todos os profissionais da equipe de saúde
OBJETIVO: Garantir o cumprimento das práticas assépticas, evitando a transmissão de
infecções.
MATERIAIS:
• Luvas;
• Máscaras;
• Óculos protetores;
• Capote.
ORIENTAÇÕES
USO DE LUVAS
• Utilizar sempre que for antecipado o contato com sangue e líquidos corporais, secreções e
excreções, membranas mucosas, pele lesada, artigos ou superfícies sujas com material
biológico; • Usar luvas devidamente ajustadas;
• Trocar as luvas entre procedimentos no mesmo paciente se houver contato com material
infectado;
• Desprezar as luvas imediatamente após uso.
USO DE AVENTAL:
• Utilizar como barreira física, quando existir possibilidade de contaminar as roupas ou a pele de
profissional da saúde com material biológico;
• Utilizar avental de manga longa e sempre fechado;
• Desprezar o avental de proteção de contato imediatamente após uso.
USO DE MÁSCARA:
• É uma barreira de uso individual que cobre o nariz e a boca
• Objetivo de proteger o trabalhador de saúde de infecções por inalação de gotículas
transmitidas à curta distância e pela projeção de sangue ou outros fluidos corpóreos que possam
atingir suas vias respiratórias.
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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
POP
Data da Validação: Data da Revisão:
N° 04 11/2023 11/2024
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
OBSERVAÇÕES:
• A Higiene das mãos compreende as técnicas de Higiene simples das mãos (POP 03) e
Fricção antisséptica das mãos com preparação alcoólica (POP 04).
• A Norma Regulamentadora 32 (NR 32) veda o uso de adornos nos serviços de saúde
bem como o uso de calçados abertos.
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PROCEDIMENTO OPERACIONAL
PADRÃO
POP
Data da Validação: Data da Revisão:
N° 05 11/2023 11/2024
EXECUTANTE: : Recepcionista
ORIENTAÇÕES
1. Manter-se em postura adequada, receptiva, acolhedora;
2. Ser cordial, respeitoso e gentil;
3. Olhar para o cliente;
4. Saudá-lo (bom dia, boa tarde, boa noite, em que posso ajudá-lo?);
5. Chamar o paciente sempre pelo seu nome;
[Link]-lo sempre;
7. Informá-lo e orientá-lo, por escrito quando necessário;
8. Quando em atendimento a um usuário e outro chegar: sinalizar que percebeu sua
presença e solicitar gentilmente que aguarde (sugestão: em alguns minutos já vou
atendê-lo).
9. Ser educado;
10. Usar tom de voz baixo, porém audível;
11. Manter a equidade no atendimento;
12. Estar atento às urgências e emergências;
13. Estar atento ao seu atendimento e à pessoa que está atendendo;
14. Manter-se calmo em situações conflituosas que surjam durante o seu atendimento,
demonstrando paciência e não revidando a agressões;
15. Manter a recepção organizada.
16. Participar efetivamente nas reuniões de equipe;
17. Sempre solicitar o documento do paciente, e lançar no sistema para qualquer tipo
de atendimento.
28. Jamais dispensar o paciente sem passar pela avaliação do enfermeiro (a).
ATENDIMENTO DO TELEFONE
1. Procurar atender ao 1º toque;
2. Caso esteja em atendimento, pedir licença ao usuário;
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3. Atender dizendo o nome do local, seu nome, seguido do cumprimento oportuno.
4. Pergunte o nome da pessoa que está ligando e anote para não esquecer;
5. Ouvi-lo sempre antes de falar;
6. Entender o objetivo da ligação;
7. Não deixar o usuário esperando na ligação, se necessário peça o telefone para
retorno e retorne o mais breve possível;
8. Usar tom de voz baixo, porém audível;
9. Ser gentil;
10. Concentre-se na ligação, solicitando clareza na explicação quantas vezes for
necessária para o seu atendimento;
11. Fale compassadamente e claramente;
12. Evite expressões confusas e de má interpretação;
13. Anote os pontos principais ou dados fornecidos;
14. Evite interpretações bruscas;
15. Evite termos técnicos;
16. Tenha cautela, não cometa exageros;
17. Evite expressões como “bem”, “meu anjo”, “mãezinha”, etc., chamando pelo nome a
pessoa que ligou;
18. Retorne sempre as ligações que prometeu fazer;
19. Encerre a conversa com cortesia (Ex: obrigado!);
20. Seja breve e eficiente nas ligações;
21. Ao chamar o colega dirija-se pelo nome em tom de voz agradável.
22. Caso a ligação seja para solicitar atendimento de saúde, repassar o telefone
imediatamente ao enfermeiro (a) mais próximo para que avalie a situação e se
necessário desloque até o domicílio do paciente.
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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
CLASSIFICAÇÃO DE RISCO
EXECUTANTE: Enfermeiros.
RECURSOS NECESSÁRIOS:
• Algodão;
• Álcool a 70%;
• Balança adulto e infantil;
• Esfigmomanômetro;
• Estetoscópio;
• Glicosímetro;
• Canetas, marcador de texto ou lápis de cor;
• Luvas de procedimento de látex;
• Mesa clínica;
• Máscaras;
• Receituário;
• Termômetro digital;
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
1. Atender com cordialidade, identificando-se ao paciente e/ou acompanhante.
Informar ao paciente e/ou acompanhante sobre o procedimento.
2. Lavar as mãos antes e após o atendimento, conforme POP Nº 03, e/ou higienizar com
álcool 70%.
3. Realizar escuta qualificada do paciente que procura o serviços de
urgência/emergência;
4. Sistematizar o acolhimento com classificação de risco com o propósito de pronta
identificação do paciente crítico ou mais grave, permitindo um atendimento rápido e
seguro de acordo com o potencial de risco;
5. Estabelecer instrumento para ordenação e orientação da assistência, de modo a
identificar os pacientes com necessidade de atendimento médico imediato e mediato.
6. Verificar/ avaliar os sinais vitais.
7. Realizar a classificação de risco, ofertando o cuidado de acordo com as necessidades
e tempo adequado para o atendimento (mediato ou imediato), sinalizando na ficha do
paciente a cor relacionada a sua classificação.
8. Encaminhar para o atendimento conforme a classificação de risco de manchester.
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COR PRIORIDADE TEMPO ALVO
Vermelho Emergência 0
Laranja Urgência 10 minutos
Verde Pouco urgente 120 minutos
Azul Não urgente 240 minutos
CLASSIFICAÇÃO
A Sistematização do ACOLHIMENTO E CLASSIFICAÇÃO DE RISCO deve acontecer
conforme descrito abaixo:
VERDE: Por definição, são pacientes sem risco de agravo e serão atendidos por ordem de
chegada.
Tempo de atendimento alvo: 120 minutos.
AZUL: Por definição, são pacientes não urgentes, que demandam atendimento por ordem de
chegada. Poderão ser encaminhados para atendimento na Unidade Básica de Saúde (UBS),
exceto em condições que demandem atendimento mediato em horários de não
funcionamento da UBS; O enfermeiro classificador deverá orientar quanto relação de serviços
disponibilizados pelas UBS.
Tempo de atendimento alvo: 240 minutos.
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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
RECURSOS NECESSÁRIOS:
1. Papel toalha;
2. Pia com torneira e água limpa;
3. Sabão líquido;
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
4. Retirar os adornos (anéis, pulseiras, relógio) das mãos e antebraços;
5. Abrir a torneira e molhar as mãos, sem encostar na pia;
6. Ensaboar as mãos, friccionando-as no mínimo por 30 segundos conforme a sequência:
• Palma contra palma, realizando movimentos circulares;
• Palma direita sobre o dorso da mão esquerda com os dedos entremeados e
vice-versa;
• Palma contra palma, friccionando a região interdigital com os dedos
entremeados;
• Dedos semifechados em gancho da mão esquerda contra a mão direita e vice-
versa;
• Esfregue o polegar esquerdo com o auxílio da palma da mão direita utilizando-
se de movimento circular e vice-versa;
• Movimento circular para frente e para trás friccionando as polpas digitais e
unhas da mão direita sobre a palma da mão esquerda e vice-versa
• Lavar os punhos de uma mão com o auxílio da outra;
7. Enxaguar as mãos retirando totalmente o resíduo de sabão, iniciando com os dedos
voltados para cima para que a água escorra pelos punhos;
8. Enxugar com papel toalha, iniciando pelas mãos e seguindo pelos punhos;
9. No caso de torneiras de fechamento manual, fechar a torneira com papel toalha;
10. Desprezar o papel-toalha na lixeira para resíduos comuns.
OBSERVAÇÕES
• A duração de todo o procedimento deve durar de 40 a 60 segundos;
• Os cinco momentos certos para higienização das mãos compreendem: antes de tocar
o paciente, antes de realizar procedimento limpo/asséptico, após o risco de exposição
a fluidos corporais ou excreções, após tocar o paciente e após tocar superfícies
próximas ao paciente.
• Mantenha as unhas naturais, curtas e limpas. Vale ressaltar que esmaltes na cor
escura e unhas postiças dificultam a visualização de sujidades e a execução correta da
higienização das mãos.
• A NR 32 veda o uso de adornos no ambiente de trabalho.
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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
RECURSOS NECESSÁRIOS:
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
OBSERVAÇÕES
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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
AFERIÇÃO DE ESTATURA
EXECUTANTE: Profissionais das Equipes de Saúde da Atenção Primária.
RECURSOS NECESSÁRIOS:
• Álcool a 70%.
• Régua Antropométrica ou Antropômetro;
• Sabão líquido.
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
Crianças menores de 01 metro:
1. Acolher o paciente e/ou acompanhante, conforme POP 01
2. Higienizar as mãos, antes e após o procedimento, conforme POP 03;
3. Deitar a criança na maca, em decúbito dorsal, descalça e com a cabeça livre de adereços;
Manter, com a ajuda do responsável:
4. A cabeça da criança, apoiada firmemente contra a parte fixa do equipamento, com o
pescoço reto e o queixo afastado do peito; Os ombros totalmente em contato com a
superfície de apoio do antropômetro; Os braços estendidos ao longo do corpo, as
nádegas e os calcanhares da criança em pleno contato com a superfície que apoia o
antropômetro.
5. Pressionar, cuidadosamente, os joelhos da criança para baixo, com uma das mãos,
mantendo-os estendidos. Manter os membros inferiores unidos, com pés em ângulo de
90ºem relação ao antropômetro.
6. Levar a parte móvel do equipamento até as plantas dos pés, com cuidado para que não
se mexam.
7. Realizar a leitura do comprimento quando estiver seguro de que a criança não se moveu
da posição indicada. Retirar a criança.
8. Realizar anotação.
9. Manter a sala em ordem
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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
RECURSOS NECESSÁRIOS:
• Álcool a 70%.
• Balança;
• Sabão líquido;
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
Em balança pediátrica:
1. Ligar a balança; Constatar que a balança está calibrada, caso contrário calibrá-la;
2. Acolher o paciente e/ou acompanhante, conforme POP 01;
3. Higienizar as mãos, antes e após o procedimento, conforme POP 003;
4. Limpar o prato da balança pediátrica com álcool a 70%, antes e após o procedimento;
5. Despir a criança com o auxílio do responsável;
6. Colocar a criança sentada ou deitada no centro do prato;
7. Orientar o responsável a manter-se próximo, sem tocar na criança e no equipamento;
8. Esperar até que o peso no visor estabilize e realizar a leitura;
9. Retirar a criança e informar ao responsável o valor aferido;
10. Realizar anotação; Manter a sala em ordem.
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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
RECURSOS NECESSÁRIOS:
1. Álcool a 70%
2. Bolas de algodão
3. Termômetro digital;
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
Observações:
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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
RECURSOS NECESSÁRIOS:
• Algodão;
• Álcool a 70%.
• Esfigmomanômetro;
• Estetoscópio.
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
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1. Posicionar o manômetro verticalmente, no nível do olho;
2. Inflar o esfigmomanômetro até não sentir a pulsação na artéria palpada. Infle
mais 30mmHg após o ponto de desaparecimento;
3. Desinflar lentamente e anotar o ponto onde reaparece a pulsação. Desinfle
totalmente e aguarde 30 segundos;
4. Colocar os receptores do estetoscópio no ouvido e assegurar-se que os sons
são claros e não abafados;
5. Inflar novamente o esfigmomanômetro até o ponto encontrado como o mais
forte;
6. Desinfle lentamente (2-3 mmHg/ segundo);
7. Observar onde se ouve o ponto mais alto (sístole);
8. Desinflar em 10-20 mmHg até ouvir o ponto mais fraco (diástole);
9. Remover o manguito do membro;
10. Informar ao usuário os valores encontrados e anotar;
11. Guardar o equipamento em local adequado,
12. Manter a sala em ordem.
Observações:
PAD PAS
Classificação
(mmHg) (mmHg)
< 85 < 130 Normal
85-89 130-139 Normal limítrofe
90-99 140-159 Hipertensão leve (estágio 1)
100-109 160-179 Hipertensão grave (estágio 3)
Hipertensão moderada (estágio
> 110 > 180
2)
< 90
> 140 Hipertensão sistólica isolada
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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
RECURSOS NECESSÁRIOS:
• Álcool a 70%;
• Algodão;
• Caixa coletora de material perfurocortante;
• Cuba rim ou bandeja;
• EPI (luvas de procedimento e jaleco);
• Fitas reagentes para glicose, específica ao aparelho utilizado no momento;
• Glicosímetro;
• Lancetas e/ou agulha 13x4,5mmou 13x3,8mm estéreis;
• Papel toalha,
• Sabão líquido;
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
1. Acolher o paciente e/ou acompanhante, conforme POP 01;
2. Higienizar as mãos, antes e após o procedimento, conforme POP 03;
3. Realizar a desinfecção da bandeja e separar o material necessário;
4. Certificar-se se a fita reagente está na validade e a calibragem do aparelho;
5. Orientar o usuário ou acompanhante sobre o procedimento;
6. Calçar as luvas de procedimento;
7. Ligar o aparelho e posicionar a fita e o glicosímetro de modo a facilitar a deposição da
gota de sangue no local adequado;
8. Segurar a lanceta sem tampa ou agulha e fazer uma leve pressão na ponta do dedo
escolhido de modo a favorecer o seu enchimento capilar;
9. Com a outra mão, limpar a área com algodão seco (o álcool pode se misturar com
sangue e alterar o resultado do teste). Em caso de sujidade visível, solicitar que o
usuário lave as mãos;
10. Com a lanceta ou agulha, fazer uma punção na ponta do dedo escolhido,
preferencialmente na lateral do dedo, onde a dor é minimizada;
11. Lancetar o dedo e obter uma gota suficiente para preencher o campo reagente;
12. Pressionar o local da punção com algodão seco enquanto aguarda o tempo
necessário para o resultado do exame;
13. Informar o resultado obtido ao usuário ou acompanhante;
14. Desprezar a fita reagente e a lanceta na caixa específica para material
perfurocortante;
15. Lavar a bandeja com água e sabão, secar com papel toalha e fazer a desinfecção com
álcool a 70%;
16. Fazer a desinfecção do glicosímetro com álcool a 70%;
17. Retirar as luvas de procedimento e desprezar em lixo de material infectante;
18. Guardar o equipamento em local adequado;
19. Registrar em prontuário e manter a sala em ordem
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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
RECURSOS NECESSÁRIOS:
• Luvas de procedimento não estéril, se necessário;
• Relógio com ponteiros de segundos;
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
1. Higienizar as mãos conforme procedimento operacional padrão;
2. Reunir o material;
3. Identificar o usuário;
4. Colocar o usuário sentado ou em decúbito dorsal, de forma confortável;
5. Promover privacidade do usuário;
6. Simular verificação do pulso radial do usuário, observando os movimentos
respiratórios;
7. Contar o número de inspirações por 60;
8. Higienizar as mãos;
9. Evoluir no prontuário;
10. Comunicar a enfermeira e/ou o médico em caso de eventuais anormalidades, tais
como: assimetria, bradipneia, taquipneia, apneia, entre outras anormalidades
relacionadas a frequência respiratória;
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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
RECURSOS NECESSÁRIOS:
1. Luvas de procedimento não estéril se necessário
2. Oxímetro de pulso
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
RECURSOS NECESSÁRIOS:
• Algodão;
• Álcool a 70%
• EPI: Jaleco e Luvas de procedimento, se necessário.
• Fita Métrica
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
RECURSOS NECESSÁRIOS:
• Álcool a 70%;
• Algodão;
• EPI (jaleco e luvas de procedimento, se necessário)
• Fita Métrica.
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
RECURSOS NECESSÁRIOS:
• Álcool a 70%;
• Algodão;
• EPI: Jaleco e Luvas de procedimento, se necessário
• Fita Métrica
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
1. Acolher o paciente e/ou acompanhante, conforme POP 01;
2. Higienizar as mãos, antes e após procedimento, conforme POP 03;
3. Separar o material necessário;
4. Fazer desinfecção da fita métrica com algodão umedecido em álcool a 70% e aguardar
secagem espontânea;
5. Calçar as luvas de procedimentos;
6. Posicionamento:
• Se criança, posicionar sobre a maca em decúbito dorsal;
• Se adulto, solicitar ao paciente que afaste a roupa, de forma que a região da
cintura fique despida. A medida não deve ser feita sobre a roupa ou cinto.
7. Mantenha-se de frente para o paciente, segure o ponto zero da fita métrica em
suamão dominante e, com a outra mão, passar a fita ao redor da cintura, na linha
umbilical;
8. Ajustar a fita métrica no mesmo nível em todas as partes, em seguida, solicite que o
usuário expire totalmente e realizar a leitura imediata antes que o mesmo inspire
novamente;
9. Registrar em prontuário, livros de registro e formulários para sistemas de informação;
10. Manter a sala em ordem
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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
RECURSOS NECESSÁRIOS:
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
OBSERVAÇÕES:
• Solicitar orientação do enfermeiro/cirurgião - dentista sempre que houver dúvida no
desenvolvimento das atividades.
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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
LIMPEZA DA AUTOCLAVE
EXECUTANTE: Auxiliar/Técnico de Enfermagem e Auxiliar/Técnico de Saúde Bucal.
OBJETVO: Higienizar o equipamento de maneira correta e efetiva.
RECURSOS NECESSÁRIOS:
• Compressas;
• Detergente neutro;
• Água limpa;
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
4. Colocar os EPI’s
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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
HIGIENIZAÇÃO, DESINFECÇÃO E ESTERILIZAÇÃO.
RECURSOS NECESSÁRIOS:
• Bacia, caixa plástica com tampa, balde ou cuba de plástico de tamanho compatível
com a quantidade de material;
• Compressas não-estéreis ou pano limpo e macio;
• Detergente enzimático;
• EPI (avental impermeável, máscara, touca, óculos, luvas de autoproteção);
• Escova de cerdas duras e finas
• Pia com torneira e água limpa.
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
1. Higienizar as mãos, antes e após o procedimento, de acordo com POP 03;
2. Paramentar-se com os EPIs;
3. Manipular o material cuidadosamente evitando batidas ou quedas;
4. Separar as pinças de pontas traumáticas e lavar separadamente, evitando acidentes;
5. Imergir o instrumental aberto na solução de água e detergente (conforme orientação do
fabricante), para remoção dos resíduos de matéria orgânica, em recipiente devidamente
tampado;
6. Observar para que o instrumental mais pesado e maior fique sob os pequenos e leves;
7. Lavar o instrumental peça por peça, cuidadosamente com escova, realizando
movimentos no sentido das serrilhas. Dar atenção especial para as articulações,
serrilhas e cremalheiras;
8. Enxaguar rigorosamente o instrumental em água corrente, abrindo e fechando as
articulações;
9. Enxugar as peças com compressa não estéril ou pano limpo e macio, em toda a sua
extensão, dando especial atenção para as articulações, serrilhas e cremalheiras.
[Link] os instrumentais assegurando que estejam visivelmente limpos, sem
avarias, caso contrário realize a limpeza novamente ou encaminhe para a manutenção
e/ou descarte.
[Link] os instrumentais apropriados para uso na área de preparo e esterilização;
12. Registrar em livro próprio a data, a solução fracionada, a quantidade de almotolias
processadas e assinar
13. Manter a sala em ordem.
OBSERVAÇÕES:
• A qualidade da água deve ser assegurada através de certificados emitidos por
empresas apropriadas periodicamente.
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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
RECURSOS NECESSÁRIOS:
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
7. Colocar as almotolias e tampas para escorrer sobre o pano limpo e seco, retirando o
excesso de água;
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10. Trocar as luvas para reabastecer, preencher as almotolias até, no máximo, 2/3 da sua
capacidade;
11. Colar as etiquetas nas almotolias identificando o tipo de solução, concentração, data
do envase e da validade e nome do responsável pelo fracionamento.
12. Deixar o expurgo limpo e em ordem;
13. Retirar os EPI’s e realizar a Técnica de Higiene Simples das Mãos (POP 02)
14. Registrar em livro próprio a data, a solução fracionada, a quantidade de almotolias
processadas e assinar.
15. Distribuir as almotolias nos setores necessários;
16. As almotolias vazias deverão ser acondicionadas em local limpo e seco.
17. Registrar em livro próprio a data, a solução fracionada, a quantidade de almotolias
processadas e assinar
OBSERVAÇÕES:
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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
RECURSOS NECESSÁRIOS:
• Balde ou bacia plástica de cor escura, sem transparência e com tampa. Não usar
recipientes metálicos;
• Compressas não estéreis ou panos limpos e secos;
• Embalagens individuais,
• EPI (avental impermeável, máscara, touca, óculos e luvas de autoproteção – cano
longo e de borracha);
• Hipoclorito de sódio a 1% ou 2%;
• Recipiente com tampa;
• Seringa de 20ml, sem rosca e
• Solução de água e detergente neutro;
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
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1. Colocar para escorrer ou secar com ar comprimido;
2. Enxaguar as demais peças rigorosamente interna e externamente;
3. Deixar escorrer sobre um pano limpo, completar a secagem manualmente se
necessário;
4. Imergir todas as peças em solução de hipoclorito a 1% por 30 minutos ou
hipoclorito a 2% por 60 minutos (diluição – 20 ml de cloro a 1% + 980 ml de água
destilada) no recipiente opaco e com tampa.
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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
RECURSOS NECESSÁRIOS:
• Balde ou bacia;
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
1. Separar o material a ser limpo;
2. Higienizar as mãos e paramentar-se com EPI para iniciar a limpeza (avental
impermeável, luvas de borracha, óculos de proteção, máscara e sapato
fechado)
3. Esvaziar os umidificadores, desprezando a solução na pia;
4. Lavar externamente, incluindo a tampa e tubo, com solução de água e
detergente usando a esponja de limpeza;
5. Usar o mesmo processo internamente utilizando a escova de mamadeira;
6. Enxaguar abundantemente por dentro e por fora em água corrente;
7. Colocar para escorrer sobre o pano limpo e seco, até secarem completamente;
8. Imergir em solução de hipoclorito de sódio a 1% por 30 minutos (somente o
recipiente plástico);
9. Retirar o material da solução de hipoclorito, enxaguar rigorosamente em água
corrente e deixar escorrer sobre pano limpo e seco;
10. Após estar seco realizar a montagem do kit de oxigenioterapia, colocar am
papel grau cirurgico e identificar conforme protocolo;
11. Retirar e organizar os EPI's utilizados;
12. Manter o ambiente limpo e organizado.
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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
RECURSOS NECESSÁRIOS:
• Ambu;
• Avental;
• Compressa limpa e seca;
• Detergente neutro ou enzimático;
• Escova;
• Luvas;
• Óculos;
• Recipiente próprio com tampa para o desinfetante,
• Solução de hipoclorito 1%,
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
RECURSOS NECESSÁRIOS:
• Álcool a 70%
• Avental;
• Compressa limpa e seca ou gaze não estéril;
• Detergente neutro;
• EPI’s (luvas de procedimento, óculos e máscara)
• Escova;
• Luvas;
• Óculos;
• Recipiente próprio com tampa para o desinfetante,
• Solução de hipoclorito 1%.
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
41
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
Recursos Necessários:
• Álcool a 70%
• EPI (avental impermeável, máscara, touca, óculos e luvas de cano longo e de
borracha)
• Sabão líquido
Descrição do procedimento:
7. Fixar o rótulo no pacote, em local visível e plano, observando para que a fita teste não
cubra a identificação.
8. Manter a sala em ordem.
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PROCEDIMENTO OPERACIONAL
PADRÃO
RECURSOS NECESSÁRIOS:
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
1. Higienizar as mãos, antes e após o procedimento, de acordo com POP 03;
2. Paramentar-se com os EPIs;
3. Iniciar a limpeza da altoclave antes da primeira carga do dia;
4. Colocar uma ampola de indicador biológico em papel grau cirúrgico e eterilizar
juntamente com os materiais.
5. Após esterilização deve ser quebrada ambas as ampolas, e colocadas na
incubadora até 24 horas. Após 24h proceder à leitura das ampolas e etiquetas.
Observar coloração das ampolas lilás para negativo e amarelo para positivo.
Anotar dados em impresso próprio colando etiqueta da ampola escurecida para
ampola autoclavada e rosa para ampola teste.
6. A ampola de controle, que não foi esterilizada deverá mudar para a cor amarela,
e a ampola que foi esterilizada deverá permanecer com a cor roxa. Após a
leitura das ampolas realizar o preenchimento do formulário de avaliação do
equipamento.
7. O teste que já foi esterilizado poderá ser desprezado no lixo infectante e o teste
de controle deve ser embalado em grau cirúrgico e esterilizado, e após
desprezado no lixo infectante
OBSERVAÇÕES:
• Posicionar o pacote com o indicador biológico sempre alternando o local da
autoclave a ser colocado entre o fundo e o meio e a frente;
• O teste biológico deve ser realizado 01 vez por semana ou após manutenção
do autoclave. Em caso de manutenção registrar o motivo do teste. A cada teste
deve ser o rodizio do local do autoclave em frente meio e fundo.
43
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
1. Higienizar as mãos, antes e após o procedimento, de acordo com POP 03;
2. Paramentar-se com os EPIs;
3. Fazer limpeza da autoclave, conforme recomendação do fabricante;
4. Passar álcool a 70% em toda a superfície dos móveis e bancadas;
5. Controlar o funcionamento da autoclave, registrando todos os parâmetros de cada ciclo
da esterilização, verificando se o processo está dentro do padrão estabelecido;
6. Registrar no rótulo do material a sua identificação a data da esterilização, validade e o
nome do profissional executante;
7. Montar a carga de acordo com as orientações básicas:
8. Utilizar cestos de aço para acondicionar os pacotes;
9. Colocar os pacotes na posição vertical, dentro dos cestos ou no rack.
10. O material não deve entrar em contato com as paredes da câmara;
11. Deixar espaço entre um pacote e outro para permitir a penetração do vapor;
12. Posicionar os pacotes pesados na parte inferior do rack;
13. Colocar os materiais: bacias, vidros e cubas com a abertura voltada para baixo;
14. Utilizar no máximo 85% da capacidade da autoclave;
15. Colocar na autoclave os pacotes com os testes biológicos no primeiro ciclo diariamente;
16. Entreabrir a porta da autoclave ao final do ciclo de esterilização e aguardar 15 minutos
para retirar o material;
17. Após o esfriamento dos pacotes, observar:
18. Modificação ocorrida na coloração da fita teste, para autoclave a vapor;
19. Preenchimento do rótulo e Integridade do pacote.
20. Manter a sala em ordem.
44
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
RECURSOS NECESSÁRIOS:
• Álcool a 70%;
• EPI (jaleco, touca e luvas de procedimento)
• Sabão líquido
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
45
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
PRONTO SOCORRO
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
1. Organizar a sala;
2. Verificar a higienização da sala e solicitar limpeza se necessário;
3. Executar os procedimentos conforme prescrição do médico ou enfermeiro, checando
na própria receita ou prontuário a data, horário, registro de classe, nome legível e
preenchendo boletim de produção;
4. Conferir e repor materiais de uso diário;
5. Verificar diariamente o nível da caixa de perfuro –cortante, atentando-se para fecha-la
quando atingido dois terços da sua capacidade. Montar nova caixa e acondiciona-la
em suporte adequado;
6. Realizar triagem de todos os pacientes antes das consultas:
7. Realizar: aferição de Pressão Arterial Sistêmica, Glicemia Capilar e Temperatura
Corporal, quando necessário.
8. Manter a sala limpa, organizada e abastecida.
46
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
RECURSOS NECESSÁRIOS:
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
47
9. Ter o cuidado de não tocar em nenhuma parte do corpo e/ou objetos após o
calçamento das luvas para evitar a contaminação, podendo cruzar as mãos até
que se realize algum procedimento;
10. Retirar as luvas estéreis após o uso pela borda externa da luva da mão não
dominante em direção à ponta dos seus dedos até que a luva se dobre, Pegue
cuidadosamente a dobra e puxe em direção às pontas dos seus dedos. À medida
que puxar você estará colocando a luva ao avesso Continue puxando a dobra até
que a luva esteja quase que totalmente removida, mantendo-a segura na palma da
mão dominante;
11. Escorregue o dedo indicador da mão sem luva por baixo da luva que permanece.
Continue a inserir seu dedo em direção à sua ponta até que quase metade do
dedo esteja sob a luva. Gire o seu dedo a 180º e puxe a luva ao avesso e em
direção à ponta dos seus dedos. À medida que fazer isso a primeira luva será
contida dentro da segunda luva. O lado interno da segunda luva também será
virada ao avesso.
12. Pegue as luvas firmemente por meio da superfície não-contaminada (o lado que
estava inicialmente tocando sua mão e as despreze na lixeira de resíduo
contaminado (saco branco);
OBSERVAÇÕES
• O uso das luvas não substitui a higiene das mãos, o que deve ocorrer antes e após a
retirada das mesmas.
• A luva estéril está indicada para procedimentos cirúrgicos, procedimentos invasivos
(cateterismo vesical) e em curativos que necessitem de técnica estéril na ausência de
pinças estéreis.
48
PROCEDIMENTO OPERACIONAL
PADRÃO
Data da Validação: Data da Revisão:
POP 11/2023 11/2024
N° 36
LAVAGEM AURICULAR
EXECUTANTE: Enfermeiros e Médicos
OBJETIVO: Retirada de cerume presente no canal auditivo.
RECURSOS NECESSÁRIOS:
• Compressa
• Cuba rim;
• Dispositivo de infusão intravenosa, calibroso, pelo menos calibre 19 (scalp)
• EPI: Jaleco, sapato fechado, luva de procedimento, máscara cirúrgica, óculos
de proteção, touca descartável;
• Frasco estéril de solução salina isotônica a 0,9% (soro fisiológico), sugere-se
usar frascos de 100 ml (é possível a necessidade de uso de mais de um
frasco);
• Luvas de procedimento de látex;
• Microondas
• Otoscópio com otocone (calibre médio);
• Seringa de 20 ml;
• Tesoura;
• Termômetro a laser
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
Técnica de realização de otoscopia:
1. Acolher o paciente, explicando-o sobre o procedimento, conforme POP 01;
2. Higienizar as mãos, antes e após o procedimento, de acordo com POP 03;
3. O otoscópio deve ser testado e o otocone, devidamente limpo, deve ser
acoplado a ele.
4. O paciente deve estar preferencialmente sentado, em posição confortável.
5. Recomenda-se iniciar o exame no ouvido contralateral àquele afetado.
6. Realiza-se a inspeção e palpação cuidadosas do ouvido externo.
7. Com a mão não dominante do examinador, traciona-se a orelha pela hélice,
no sentido posterior e superior, e a orelha deve ser mantida nessa posição
até o final do exame. O objetivo da tração é a retificação do conduto auditivo
externo.
8. Segura-se o otoscópio pelo cabo, com a cabeça voltada para baixo. Sempre
se deve apoiar levemente a região hipotenar da mão que segura o cabo do
otoscópio na cabeça do paciente, para evitar trauma se houver
movimentação brusca da cabeça.
49
9. Verificar esporadicamente por meio da otoscopia se há mais
cerume a ser removido.
10. O procedimento deve ser suspenso diante das seguintes
situações:
• Se não houver mais cerume a ser removido;
• Insucesso após várias tentativas de remoção do cerume;
• Desistência do paciente;
• Dor ou outra intercorrência.
CONTRAINDICAÇÕES:
1. Otite aguda.
2. História pregressa ou atual de perfuração timpânica.
3. História de cirurgia otológica.
4. Paciente não cooperativo.
OBSERVAÇÕES:
• Cerume é uma condição normal no canal auditivo externo e geralmente confere
proteção contra otites agudas.
• Para realização desse procedimento pelo Enfermeiro, é necessário que o
mesmo seja capacitado.
50
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
RECURSOS NECESSÁRIOS:
• Abaixador de língua;
• Algodão;
• Anestésico tópico (xilocaína spray);
• Compressa de gaze;
• Compressa cirúrgica
• Pinça hemostática reta;
• Soro fisiológico 250 ml; -;
• Sonda de Foley 12, 16 ou 18.
• Vasoconstritor tópico Nitrato de prata;
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
1. Acolher o paciente e acompanhante, conforme POP 01
2. Higienizar as mãos, antes e após o procedimento, conforme POP 003;
3. Avaliar causa do sangramento;
4. Realizar limpeza da cavidade anterior; -
5. Remover corpo estranho, se necessário;
6. Proceder as técnicas em ordem sequência de insucesso:
6.1. Embeber bola de algodão com vasoconstritor tópico – se disponível –
realizar pressão digital por 5 minutos;
6.2. Cauterização química com nitrato de prata seguida de gaze vaselinada
impregnada com antibiótico;
6.3. Tamponamento anterior: - Gaze estéril impregnada com vaselina e
antibiótico: a gaze é disposta em tiras ao longo da fossa nasal, em "pilha"
ou "sanfona", até preencher por completo a fossa (introduzi-lo
profundamente na fossa nasal, para que toda a mucosa seja pressionada,
e não apenas a da região anterior do septo) – tamponamento por 48 a
72h.
7. Retirar as luvas de procedimento;
51
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
AÇÕES:
1. Receber o paciente no consultório;
2. Orientar quanto ao procedimento, diminuindo sua ansiedade;
3. Lavar as mãos;
4. Calçar as luvas;
5. Solicitar ao paciente que retire a blusa e o sutiã se for mulher;
6. Posicionar o paciente sentado na maca;
7. Iniciar o exame clínico das mamas;
INSPEÇÃO ESTÁTICA:
INSPEÇÃO DINÂMICA:
PALPAÇÃO AXILAS:
52
PALPAÇÃO MAMAS:
1. Colocar o paciente em decúbito dorsal, com a mão correspondente a mama a ser
examinada colocada sob a cabeça;
2. Cada área de tecido deve ser examinada aplicando-se três níveis de pressão em
sequência: leve, média e profunda, correspondendo ao tecido subcutâneo, ao nível
intermediário e mais profundamente à parede torácica.
3. Realizar movimentos circulares com as polpas digitais do 2º, 3º e 4º dedos da
mão como se tivesse contornando as extremidades de uma moeda.
4. Palpar a região da aréola e da papila (mamilo) sem comprimi-las.
PALPAÇÃO MULHERES MASTECTOMIZADAS:
1. Palpar a parede do tórax, a pele e a cicatriz cirúrgica;
2. Observar possíveis alterações na temperatura da pele e a existência de nódulos.
3. Na presença de nódulos descrever: o tamanho, consistência, contorno, superfície,
mobilidade e localização.
PESQUISA DE DESCARGA PAPILAR:
1. Aplicar compressão unidigital suave sobre a região areolar, em sentido radial,
contornando a papila.
2. Descrever se a descarga é uni ou bilateral, uni ou multiductal, espontânea ou
provocada pela compressão de algum ponto específico, coloração e relação com
algum nódulo ou espessamento palpável.
3. Encerrar o exame e pedir para o paciente se vestir;
4. Retirar as luvas;
5. Lavar as mãos;
6. Anotar no prontuário as observações realizadas no exame.
7. Encaminhar para serviço especializado os casos alterados:
53
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
RECURSOS NECESSÁRIOS:
• Álcool a 70%;
• Coletor universal;
• EPI (jaleco e luvas de procedimento de látex);
• Papel toalha;
• Kit de teste de gravidez;
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
Público alvo para indicação do Teste Rápido de Gravidez (TRG):
• O TRG é indicado para mulheres em idade fértil que apresentem atraso menstrual;
• As mulheres com menos de 10 ou mais de 49 anos, podem realizar o exame, desde
que previamente avaliadas por profissional de nível superior (médico, enfermeiro);
• Ao ser apresentado desejo de realização do teste por menores de 10 anos, atentar para
abuso de vulnerável.
Atenção: É recomendado utilizar a primeira urina da manhã. Caso não seja possível
a coleta da primeira urina do dia, recomenda-se que a mulher não tenha urinado nas
quatro horas que antecedem a coleta. Antes disso, a concentração de hormônio
BHCG pode ser insuficiente para detecção pelo TRG;
54
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
RECURSOS NECESSÁRIOS:
• Álcool a 70%;
• Algodão;
• Agulha descartável (40mm x 12mm ou equivalente);
• Bandeja;
• Caixa para descarte de material perfurocortante;
• Cateter tipo gelco ou
• scalpe, de calibre adequado;
• EPI’s (jaleco, luva para procedimento, óculos de proteção, sapato fechado);
• Extensor de 2 vias (polifix), para infusões concomitantes ou de média a longa
permanência;
• Garrote;
• Luvas de procedimento de látex;
• Micropore ou esparadrapo;
• Seringa descartável, preferencialmente 10 ml
• Soro fisiológico a 0,9%;
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
55
6. Com a seringa, aspirar 10 ml de solução fisiológica a 0,9% e preencher o
extensor de duas vias com a mesma. (Obs.: o extensor é necessário para
acoplagem ao gelco, que é o cateter indicado para infusões concomitantes ou de
média e longa permanência);
7. Colocar os óculos de proteção;
8. Calçar luvas de procedimento de látex;
9. Inspecionar MMSS, a fim de identificar previamente veias pouco tortuosas e com
calibre adequado para a medicação ou infusão a ser ministrada;
10. Garrotear o membro escolhido acima do local da punção. Obs.: quando possível,
optar por puncionar inicialmente a extremidade distal do membro escolhido;
11. Realizar antissepsia do local, com algodão embebido em álcool a 70% e
aguardar secar;
12. Tracionar levemente a pele abaixo do local escolhido para inserção de
gelco/scalpe;
13. Inserir o cateter paralelamente à veia, em uma inclinação de 30 a 45%, com bisel
voltado para cima, até ocorrer refluxo sanguíneo;
14. Após retorno do sangue, reduzir o ângulo de inclinação do cateter a fim de evitar
transfixar a veia até sua completa introdução. Obs.: no caso de gelco, avançar o
cateter dentro da veia, enquanto o guia/agulha é simultaneamente retirado;
15. Retirar o garrote;
16. Conectar extensor à extremidade do cateter;
17. Realizar curativo do acesso, fixando-o acesso com micropore ou esparadrapo.
Identificar data, hora, tipo e calibre de cateter e profissional que realizou o
procedimento;
18. Testar acesso venoso com solução fisiológica a 0,9%, quanto a sinais de
infiltração e obstrução;
19. Descartar material utilizado, atentando para os perfurocortante;
20. Organizar ambiente de trabalho;
21. Registrar em prontuário, livros de registro e formulários para sistemas de
informação;
22. Manter a sala em ordem
56
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
RECURSOS NECESSÁRIOS:
• Álcool a 70%;
• Algodão;
• Agulha para aspirar medicação (40mm x 12mm ou equivalente);
• Bandeja;
• EPI’s (jaleco, luva para procedimento e óculos de proteção, sapato fechado);
• Equipo macrogotas;
• Fita crepe ou etiqueta para identificação;
• Medicamento e diluente prescritos;
• Seringa (conforme o volume da medicação a ser ministrada);
• Soro, se infusão endovenosa,
• Suporte de soro;
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
1. Conferir os nove certos: paciente certo, medicamento certo, dose certa, hora certa, via
certa, registro certo, ação, forma farmacêutica e monitoramento;
2. Acolher o paciente e/ou acompanhante, conforme POP 01;
3. Higienizar as mãos, antes e após procedimento, conforme POP 03;
4. Solicitar a prescrição ao paciente
5. Orientar o usuário a deitar na maca, em posição supina, com membros superiores em
extensão;
6. Reunir e organizar materiais necessários;
7. Se paciente sem acesso, puncionar acesso venoso periférico, conforme POP 31;
8. Selecionar a ampola, observando nome, validade, alteração de cor e presença de
resíduos;
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9. Escolher seringa de acordo com a quantidade de líquidos a ser administrado.
Obs.: recomenda-se, em caso de paciente com acesso hidrolisado e já
puncionado anteriormente, preencher uma seringa de 10 ml com solução
fisiológica para testar acesso e "lavagem" do mesmo, após infundir medicação;
10. Fazer antissepsia das ampolas com auxílio do algodão e álcool 70%. Em caso de
frasco-ampola retirar a proteção metálica com o auxílio de um pedaço de algodão
e realizar desinfecção;
11. Quebrar a ampola, envolvendo-a com um pedaço de algodão ou gaze,
pressionando- a entre os dedos indicador e polegar da mão dominante;
12. Abrir a seringa e acoplá-la à agulha para aspiração do medicamento, com
cuidado a fim de não contamina-la;
13. Pegar a seringa já com a agulha acoplada, desencapar a agulha para preparo da
medicação, conforme técnica descrita. Aspirar medicação:
14. Se ampola, aspirar o volume do medicamento de medicação, conforme dose
prescrita, para diluição ou administração em bolus;
15. Se frasco-ampola, introduzir o volume recomendado de diluente até
homogeinização. Aspirar medicamento conforme dose prescrita, para
administração ou reconstituição;
16. Colocar a seringa em posição vertical, retirar o ar de seu interior e reencapar
passivamente a agulha;
17. Se o medicamento for administrado ou reconstituído em frasco de soro ou se
paciente em uso de infusão contínua, acoplar equipo à solução e proceder
escovação do mesmo, retirando todo ar de sua extensão; solução ou infusão
contínua;
18. Afixar o rótulo de identificação na seringa ou solução;
19. Realizar desinfecção de via de infusão de polifix ou injetor lateral de equipo com
algodão embebido em álcool a 70% e aguardar secar;
20. Testar acesso venoso periférico, com solução fisiológica a 0,9% em seringa de 10
ml, atentando para permeabilidade, sinais de infiltração e/ou flebite;
21. Administrar a medicação lentamente, observando o paciente e as reações
apresentadas;
22. Desprezar o conjunto de seringa e agulha (sem encapá-la) na caixa de descarte
de material perfurocortante e demais resíduos em lixo comum;
23. Organizar ambiente de trabalho;
24. Registrar em prontuário, livros de registro e formulários para sistemas de
informação.
25. Manter a sala em ordem.
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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
RECURSOS NECESSÁRIOS:
• Ampola ou frasco de SF 0,9% ou água destilada
• Aparelho nebulizador;
• EPI’s (jaleco, luvas de procedimento, máscara descartável, sapato fechado);
• Extensor;
• Máscara facial;
• Medicamento prescrito (se houver)
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
1. Conferir os nove certos: paciente certo, medicamento certo, dose certa, hora certa,
via certa, registro certo, ação, forma farmacêutica e monitoramento;
2. Acolher o paciente e/ou acompanhante, conforme POP 01;
3. Higienizar as mãos, antes e após procedimento, conforme POP 03;
4. Solicitar a prescrição ao paciente
5. Separar os medicamentos prescritos;
6. Colocar os medicamentos no reservatório;
7. Conectar o reservatório ao extensor;
8. Ligar o aparelho nebulizador;
9. Observar a saída de vapor pela máscara;
10. Fixar a máscara ao rosto do paciente (na indisponibilidade de fixação, orientar ao
mesmo que mantenha a máscara junto ao rosto);
11. Orientar que o paciente mantenha a respiração normal;
12. Observar alterações de sinais vitais durante a terapia.
13. Registrar em prontuário, livros de registro e formulários para sistemas de informação
14. Manter a sala em ordem
Observações:
• Observar o tamanho correto da máscara de acordo com o tamanho da face do
paciente.
• Deve-se fazer a inalação com o usuário sentado ou em decúbito elevado, sempre
que possível, para facilitar a expectoração
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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
RECURSOS NECESSÁRIOS:
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
1. Conferir os nove certos: paciente certo, medicamento certo, dose certa, hora
certa, via certa, registro certo, ação, forma farmacêutica e monitoramento;
2. Acolher o paciente e/ou acompanhante, conforme POP 01;
3. Higienizar as mãos antes e após o procedimento, conforme POP 03;
4. Solicitar a prescrição ao paciente;
5. Desinfectar a ampola ou frasco ampola com álcool a 70%;
6. Preparar (se necessário) e aspirar o medicamento utilizando a agulha de
aspiração e a seringa de 1 ml;
7. Trocar a agulha de aspiração pela agulha 13x4,5 e retirar o ar da seringa;
8. Realizar a desinfecção da bandeja com álcool a 70%;
9. Colocar o material a ser utilizado na bandeja;
10. Fazer a antissepsia do local com gaze ou algodão umedecido em álcool a 70%;
11. Escolher o local da administração (pouca pigmentação, pouco pêlo, pouca
vascularização, fácil acesso para leitura): a face anterior do antebraço é o local
mais utilizado
60
12. Distender a pele do local de aplicação;
13. Retirar a tampa e Introduzir a agulha com bisel voltado para cima em um ângulo
de 15 graus, quase paralelamente à superfície da pele;
14. Injetar lentamente, empurrando o bisel com a mão oposta à que segura à
seringa, e observar a formação de pápula;
15. Retirar a agulha no mesmo ângulo que a inseriu;
16. Orientar o paciente para não coçar/ friccionar o local;
17. Recolher o material utilizado e desprezar os resíduos;
18. Descartar o material perfurocortante na Caixa apropriada (sem desconectar a
agulha da seringa e sem reencapá-la);
19. Lavar a bandeja com água e sabão, secar com papel toalha e realizar a
desinfecção com álcool a 70%;
20. Informar o procedimento ao paciente;
21. Posicionar o paciente de forma adequada ao procedimento;
22. Retirar e desprezar a luva,
23. Registrar em prontuário, livros de registro e formulários para sistemas de
informação.
24. Manter a sala em ordem
Observações:
• Registrar qualquer tipo de reação que o paciente possa ter após receber a
medicação e comunicar ao enfermeiro responsável e/ou o médico;
• Administrar um volume máximo de 0,5 ml;
• A injeção ID pode ser feita sem antissepsia para não interferir na absorção do
medicamento; Os locais para aplicação ID são: a face anterior do antebraço e a
região subescapular;
• Não fazer massagem no local após a aplicação.
• Locais de Aplicação: Face superior externa do braço; Região anterior da coxa; Face
externa da coxa; Região abdominal (entre os rebordos costais e as cristas ilíacas);
Região superior do dorso
61
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
RECURSOS NECESSÁRIOS:
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
1. Conferir os nove certos: paciente certo, medicamento certo, dose certa, hora
certa, via certa, registro certo, ação, forma farmacêutica e monitoramento;
2. Acolher o paciente e/ou acompanhante, conforme POP 01;
3. Higienizar as mãos, antes e após procedimento, conforme POP 03;
4. Solicitar a prescrição ao paciente;
5. Realizar a desinfecção da bandeja com álcool a 70%;
6. Fazer a desinfecção no frasco ou ampola com algodão umedecido em álcool a
70%;
7. Preparar (diluir) a medicação, se necessário;
8. Aspirar o conteúdo do frasco;
9. Trocar a agulha (25x7,25x8,30x7 ou 30x8, de acordo com a características do
paciente e da medicação,
10. Retirar o ar da seringa;
11. Informar e explicar o procedimento ao paciente;
12. Realizar a higienização das mãos
62
13. Posicionar o paciente de forma adequada ao procedimento; Calçar as luvas
de procedimento;
14. Expor a área de aplicação e definir o local da administração;
15. Palpar o músculo (medição do local);
16. Fazer a antissepsia do local
17. Remover a capa da agulha
18. Pinçar com os dedos a pele ao redor do local da administração;
19. Inserir a agulha da injeção em um ângulo de 90º em relação ao músculo;
20. Aspirar lentamente o êmbolo da seringa e certificar-se de que não atingiu
nenhum vaso sanguíneo; caso retorne sangue descarta-se seringa agulha e
medicamento e repete-se o procedimento com medicamento e material
estéreis
21. Injetar lentamente o conteúdo da seringa;
22. Retirar a agulha e a seringa em um movimento rápido; Aplicar leve
compressão ao local com gaze ou algodão;
23. Recolher o material utilizado; Desprezar os resíduos;
24. Descartar o material perfurocortante no Descarpax® (sem desconectar a
agulha da seringa e sem reencapá-la);
25. Retirar a luva de procedimento;
26. Lavar a bandeja com água e sabão, secar com papel toalha e realizar a
desinfecção com álcool a 70%.
27. Fazer anotação de enfermagem se houver intercorrências.
28. Registrar em prontuário, livros de registro e formulários para sistemas de
informação
29. Manter a sala em ordem
Observações:
• Registrar qualquer tipo de reação que o paciente possa ter após receber a
medicação e comunicar ao enfermeiro responsável e/ou o médico;
• Administrar um volume máximo de 4 ml;
• No caso de administração de vacinas não é utilizado álcool na antissepsia;
• Locais de Aplicação: deltóide, ventroglúteo, dorso glúteo ou vastolateral.
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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
RECURSOS NECESSÁRIOS:
• Álcool a 70%.
• Algodão;
• Bandeja;
• EPI’s (jaleco, luvas de procedimento, máscara descartável, sapato fechado);
• Gaze estéril;
• Luvas de procedimento;
• Medicamento prescrito;
• Seringa de 1 ml, agulha 13 x 4,5 mm;
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
1. Conferir os nove certos: paciente certo, medicamento certo, dose certa, hora certa,
via certa, registro certo, ação, forma farmacêutica e monitoramento;
2. Acolher o paciente e/ou acompanhante, conforme POP 01;
3. Higienizar as mãos, antes e após procedimento, conforme POP 03;
4. Solicitar a prescrição ao paciente
5. Preparar o medicamento utilizando a agulha de aspiração e a seringa de 1 ml;
6. Retirar a agulha de aspiração e inserir a agulha 13 x 4,5 mm na seringa;
7. Realizar a desinfecção da bandeja com álcool a 70%;
8. Reunir o material a ser utilizado na bandeja;
9. Informar e explicar o procedimento ao paciente;
10. Realizar a higienização das mãos;
11. Posicionar o paciente de forma adequada ao procedimento;
13. Fazer a antissepsia do local;
14. Pinçar com os dedos a pele do local de administração (correta posição das mãos
no instante de aplicar a injeção: a seringa deve estar posicionada entre o polegar
e o indicador da mão dominante);
64
15. Pinçar com os dedos a pele do local de administração (correta posição das
16. Inserir em um único movimento a seringa com a agulha 13x4,5 mm no tecido
subcutâneo em um ângulo de 90º;
17. Injetar lentamente o medicamento com a mão oposta que segura a seringa
(soltar a prega do tecido);
18. Retirar a agulha e a seringa em um movimento rápido;
19. Aplicar leve compressão ao local com gaze;
20. Recolher o material utilizado;
21. Desprezar os resíduos;
22. Descartar o material perfurocortante na caixa apropriada (sem desconectar a
agulha da seringa e sem reencapá-la);
23. Lavar a bandeja com água e sabão, secar com papel toalha e realizar a
desinfecção com álcool a 70%;
24. Registrar em prontuário, livros de registro e formulários para sistemas de
informação
25. Manter a sala em ordem
Observações
• Registrar qualquer tipo de reação que o paciente possa ter após receber a
medicação e comunicar ao enfermeiro responsável e/ou o médico;
• Administrar um volume máximo entre 0,5 ml e 1 ml (o tecido subcutâneo é
extremamente sensível à soluções irritantes e grandes volumes de medicamento;
• Locais mais indicados para aplicação de medicamentos por via subcutânea:
deltóide, face externa do braço, face externa da coxa, parede abdominal e região
escapular;
• Introduzir a agulha em ângulo de 90º quando hipodérmica ou 45º quando agulhas
comuns ou hipodérmicas em crianças;
• Após aplicação de insulina ou heparina, o local não deve ser massageado
• Realizar rodízio nos locais de aplicação.
65
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
RECURSOS NECESSÁRIOS:
• Álcool a 70%;
• Bandeja;
• EPI’s (jaleco, luvas de procedimento, máscara descartável, sapato fechado);
• Lenço de papel ou gaze;
• Medicamento prescrito;
• Papel toalha
• Sabão líquido
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
1. Conferir os nove certos: paciente certo, medicamento certo, dose certa, hora certa,
via certa, registro certo, ação, forma farmacêutica e monitoramento;
2. Acolher o paciente e/ou acompanhante, conforme POP 01;
3. Higienizar as mãos, antes e após procedimento, conforme POP 03;
4. Solicitar a prescrição ao paciente
5. Realizar a desinfecção da bandeja com álcool a 70%;
6. Conferir o rótulo com os dados do paciente e a prescrição médica;
7. Reunir o material a ser utilizado na bandeja;
8. Informar o procedimento ao paciente e posiciona-lo o de forma que o pescoço fique
em leve hiperextensão;
9. Limpar os olhos com gaze do canto interno para o externo (não pode ter secreção);
10. Solicitar que o paciente olhe para cima e depositar o medicamento no saco
conjuntival; Solicitar que o paciente feche os olhos suavemente;
11. Solicitar ao paciente que movimente o globo ocular com as pálpebras cerradas e
com o pescoço em hiperextensão;
12. Recolher o material utilizado;
13. Lavar a cuba rim com água e sabão, secar com papel toalha e higienizá-la com
álcool a 70%.
14. Registrar em prontuário
15. Manter a sala em ordem
66
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
RECURSOS NECESSÁRIOS:
• Bandeja;
• Conta gotas (s/n);
• Canudinho (s/n);
• Copinho descartável;
• Copo com água (s/n).
• Espátula (s/n);
• Medicamento prescrito;
• Seringa se necessário (s/n);
• Triturador de comprimidos (s/n);
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
1. Conferir os nove certos: paciente certo, medicamento certo, dose certa, hora certa,
via certa, registro certo, ação, forma farmacêutica e monitoramento;
2. Acolher o paciente e/ou acompanhante, conforme POP 01;
3. Higienizar as mãos, antes e após procedimento, conforme POP 03;
4. Solicitar a prescrição ao paciente;
5. Colocar o medicamento no copinho (diluir s/n);
6. Informar o procedimento ao paciente;
7. Entregar o copinho com o medicamento e o copo com água ao paciente e esperar o
paciente deglutir todos o(s) medicamento(s);
8. Recolher o material utilizado e desprezar os resíduos;
9. Lavar a bandeja com água e sabão, secar com papel toalha e realizar a
desinfecção com álcool a 70%;
10. Registrar em prontuário;
11. Manter a sala em ordem
Observações:
• Registrar qualquer tipo de reação que o paciente possa ter após receber a medicação
e comunicar ao enfermeiro responsável e/ou o médico;
• Caso o paciente esteja impossibilitado, colocar o medicamento direto em sua boca
(necessidade do uso da luva de procedimento) e verificar sua efetiva deglutição;
• Essa via é contra indicada em pacientes comatosos ou com dificuldade de deglutição
e naqueles que apresentam náuseas e vômitos;
• Apresentação em pó deve ser diluída antes de ser ingerida;
Conferir necessidade de refrigeração e prazo de validade após reconstituição do
medicamento;
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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
Recursos necessários:
• Bandeja.
• Gaze;
• Luva de procedimento;
• Medicamento prescrito;
Descrição do procedimento:
1. Conferir os nove certos: paciente certo, medicamento certo, dose certa, hora certa, via
certa, registro certo, ação, forma farmacêutica e monitoramento;
2. Acolher o paciente e/ou acompanhante, conforme POP 01;
3. Higienizar as mãos, antes e após procedimento, conforme POP 03;
4. Solicitar a prescrição ao paciente
5. Reunir o material a ser utilizado na bandeja;
6. Realizar a desinfecção da bandeja com álcool a 70% e realizar a higienização das
mãos;
7. Calçar as luvas, colocar o paciente sentado, com a cabeça ligeiramente inclinada
para o lado.;
8. Segurar a porção superior do pavilhão auricular puxar suavemente o lóbulo, para cima
e para fora;
9. Instilar a quantidade de gotas prescritas sem contaminar o frasco do medicamento;
Solicitar ao paciente que permaneça em decúbito lateral por 2 a 3 minutos;
10. Repetir o procedimento no lado oposto se houver prescrição;
11. Recolher o material utilizado e desprezar os resíduos;
12. Lavar a bandeja com água e sabão, secar com papel toalha e realizar a desinfecção
com álcool a 70%;
13. Realizar a higienização das mãos e registrar em prontuário;
14. Manter a sala em ordem
Observação:
• Registrar qualquer tipo de reação que o paciente possa ter após receber a medicação
e comunicar ao enfermeiro responsável e/ou o médico.
68
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
RECURSOS NECESSÁRIOS:
• Bandeja;
• Caixa de material perfurocortante;
• Conta-gotas;
• EPI’s (jaleco, luvas de procedimento, máscara descartável, sapato fechado);
• Lenço de papel ou gaze;
• Luvas de procedimento de látex;
• Medicamento prescrito;
• Papel toalha;
• Sabão líquido,
• Soro fisiológico s/n.
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
1. Conferir os nove certos: paciente certo, medicamento certo, dose certa, hora certa,
via certa, registro certo, ação, forma farmacêutica e monitoramento;
2. Acolher o paciente e/ou acompanhante, conforme POP 01;
3. Higienizar as mãos, antes e após procedimento, conforme POP 03;
4. Solicitar a prescrição ao paciente
5. Realizar a desinfecção da bandeja com álcool a 70%;
6. Reunir o material a ser utilizado na bandeja;
7. Calçar a luva de procedimentos;
8. Solicitar para que o paciente limpe as narinas com lenço de papel ou gaze
umedecida com soro fisiológico se necessário;
9. Colocar o paciente sentado ou elevar a cabeceira, solicitando que incline a cabeça
para trás;
10. Inserir o conta - gotas ½ a 1 cm na cavidade nasal direita e esquerda com a ponta
do gotejador na direção do septo- nasal, apertando o gotejador com os dedos
indicador e polegar da mão dominante;
11. Orientar ao paciente para permanecer na mesma posição por 2 minutos;
12. Oferecer lenço de papel ou gaze para o paciente colocar debaixo do nariz, mas
69
solicitar para não assoar durante alguns minutos;
13. Auxiliar o paciente a retornar a uma posição confortável após o medicamento ser
absorvido;
14. Recolher o material utilizado;
15. Desprezar os resíduos;
16. Lavar a bandeja com água e sabão, secar com papel toalha e realizar a desinfecção
com álcool a 70%.
17. Retirar as luvas de procedimento
18. Registrar em prontuário, livros de registro e formulários para sistemas de
informação.
19. Manter a sala em ordem.
70
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
RECURSOS NECESSÁRIOS:
• Bandeja de materiais estéreis para cateterismo (preferencialmente: cuba rim, cuba
redonda, pinça cheron);
• Biombo.
• Campo fenestrado;
• Compressas de gaze estéril;
• Frasco para coleta de urina se necessário;
• Lençol;
• Lidocaína gel;
• Luvas estéreis e luvas de procedimento;
• PVPI tópico ou clorexidina degermante;
• Seringa de 20ml;
• Sonda uretral estéril descartável de tamanho apropriado;
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
71
22. Retire as luvas de procedimento;
23. Registrar quantidade e características da urina drenada;
24. Registrar em prontuário;
25. Manter a sala em ordem
72
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
RECURSOS NECESSÁRIOS:
• Água destilada;
• Agulha 25x7 ou 30x8;
• Bandeja de materiais estéreis para cateterismo (preferencialmente: cuba rim,
cuba redonda, pinça cheron);
• Biombo.
• Bolsa coletora;
• Campo fenestrado;
• Coletor de urina sistema fechado;
• Compressas de gaze estéril;
• Lençol;
• Lidocaína gel;
• Luvas estéreis e luvas de procedimento;
• PVPI tópico ou clorexidina –degermante;
• Seringa de 20ml;
• Sonda de Folley de tamanho apropriado;
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
Paciente do sexo feminino
1. Acolher o paciente e/ou acompanhante, conforme POP 01;
2. Higienizar as mãos, antes e após procedimento, conforme POP 03;
3. Reunir o material;
4. Proporcionar privacidade a paciente fechando a porta ou posicionando biombo;
5. Posicionar a paciente confortavelmente;
6. Realizar higiene íntima;
7. Abrir a bandeja de cateterismo usando a técnica asséptica;
8. Colocar solução antisséptica na cuba redonda;
9. Abrir pacotes de gaze no campo estéril;
10. Proporcionar privacidade a paciente fechando a porta ou posicionando biombo;
11. Posicionar a paciente em decúbito dorsal com os joelhos flexionados, os pés sobre o
leito mantendo os joelhos afastados;
12. Solicitar ou desnudar a paciente da cintura para baixo, expondo somente a parte
geniturinária;
73
13. Realizar higiene íntima;
14. Retirar o material utilizado na higiene íntima;
15. Desprezar as luvas e higienizar as mãos;
16. Abrir a bandeja de cateterismo usando a técnica asséptica;
17. Colocar solução antisséptica na cuba redonda;
18. Abrir pacotes de gaze, agulha e seringa e colocá-los no campo estéril;
19. Colocar anestésico na gaze com técnica asséptica;
20. Abrir o invólucro da sonda de Foley e da bolsa coletora, colocando-as no campo
estéril, com técnica asséptica;
21. Calçar as luvas estéreis, conforme POP 04;
22. Conectar bolsa coletora na extremidade correta da sonda de Foley;
23. Aspirar, com a ajuda de outra pessoa, água destilada com a agulha conectada na
seringa;
24. Lubrificar extremidade da sonda com pomada anestésica;
25. Com a mão dominante, introduzir a sonda lubrificada (mais ou menos 10 cm);
26. Aguardar a drenagem de urina até a bolsa coletora;
27. Insuflar o balão com água destilada, de acordo com orientação do fabricante, e
puxar a sonda até sentir a ancoragem do balão no trígono vesical;
28. Realizar a limpeza da solução antisséptica;
29. Realizar fixação da sonda em região interna da coxa;
30. Deixar paciente confortável;
31. Recolher material;
32. Lavar a bandeja com água e sabão, seque com papel toalha e passe álcool a 70
33. Retire e despreza as luvas de procedimento;
34. Registrar quantidade e características da urina drenada;
35. Registrar em prontuário, livros de registro e formulários para sistemas de informação
36. Manter a sala em ordem.
Paciente do sexo masculino
1. Acolher o paciente e/ou acompanhante, conforme POP 01;
2. Higienizar as mãos, antes e após procedimento, conforme POP 03;
3. Reunir o material;
4. Proporcionar privacidade ao paciente fechando a porta ou posicionando biombo;
5. Posicionar o paciente confortavelmente;
6. Lavar as mãos;
7. Calçar luvas de procedimento;
8. Calçar luvas de procedimento;
9. Realizar higiene íntima ou solicitar que paciente realize;
74
10. Retirar material utilizado na higiene íntima;
11. Desprezar luva de procedimento;
12. Abrir a bandeja de cateterismo usando a técnica asséptica;
13. Colocar solução antisséptica na cuba redonda;
14. Abrir pacotes de gaze no campo estéril;
15. Colocar anestésico na gaze com técnica asséptica;
16. Abrir o invólucro da sonda de Foley e da bolsa coletora, colocando-as no campo
estéril, com técnica asséptica;
17. Colocar o paciente em posição de decúbito dorsal com as pernas estendidas;
18. Calçar as luvas estéreis;
19. Após enluvar as mãos, colocar 8 ml de geleia anestésica na seringa com o auxílio
de outra pessoa;
20. Conectar bolsa coletora na extremidade correta da sonda de Foley;
21. Aspirar, com a ajuda de outra pessoa, água destilada com a agulha conectada na
seringa;
22. Realizar antissepsia com pinça e gaze embebida em antisséptico, na seguinte
ordem: região inguinal distal, região inguinal proximal, monte púbico, bolsa escrotal;
23. Segurar o corpo do pênis com a mão não-dominante e auxílio de uma gaze e
realizar antissepsia da base do pênis a glande. Retrair o prepúcio e realizar
antissepsia da glande e meato uretral. (Toda a técnica é realizada em sentido único
e a gaze utilizada em cada etapa deve ser desprezada);
24. Segurar o pênis perpendicular ao corpo do paciente;
25. Introduzir anestésico com auxílio da seringa;
26. Introduzir a sonda uretral até a sua extremidade (18 a 20 cm), com movimentos
circulares com o pênis elevado perpendicularmente e baixar o pênis lentamente
para facilitar a passagem;
27. Aguardar a drenagem de urina até a bolsa coletora;
28. Insuflar o balão com água destilada e puxar a sonda até sentir a ancoragem do
balão no trígono vesical;
29. Realizar ou solicitar que paciente realize limpeza da solução antisséptica;
30. Deixar paciente confortável;
31. Recolher material.
75
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
SONDAGEM NASOGÁSTRICA
EXECUTANTE: Enfermeiro e Médico.
RECURSOS NECESSÁRIOS:
• Copo com água;
• Cuba rim;
• Esparadrapo;
• Estetoscópio;
• Lubrificante hidrossolúvel;
• Seringa 10 ou 20 ml;
• Sonda nasogástrica,
• Toalha de papel.
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
1. Acolher o paciente e/ou acompanhante, conforme POP 01
2. Higienizar as mãos, antes e após o procedimento, conforme POP 03;
3. Reunir o material;
4. Proporcionar privacidade ao paciente fechando a porta ou posicionando biombo.
5. Posicionar o paciente confortavelmente.
6. Calçar luvas de procedimento de látex
7. Colocar o paciente em posição sentada ou semi-sentado;
8. Remover dentaduras se necessário;
9. Colocar cuba rim e toalhas de papel ao alcance do paciente;
10. Selecionar o número da sonda de acordo com o diâmetro da narina do paciente;
11. Medir a sonda: distância do lóbulo da orelha ao ápice da pirâmide nasal até o
apêndice xifóide, marcando-a neste local com esparadrapo.
12. Lubrificar a ponta da sonda com lidocaína em gel;
76
13. Solicitar ao paciente que respire pela boca e permaneça com o queixo próximo ao
peito, se necessário, auxiliá-lo;
14. Introduzir a sonda pela narina do paciente fazendo movimentos para cima e para
trás;
15. Interromper a introdução da sonda se o paciente começar a tossir ou engasgar,
observar cianose, angústia respiratória e dispneia. Recuar a sonda ligeiramente
para trás caso ele continue tossindo;
16. Após a sonda passar pela orofaringe, solicitar ao paciente que faça movimento de
deglutição;
17. Introduzir até a marcação realizada anteriormente;
18. Comprovar localização da sonda pela injeção de ar (cerca de 20 ml no adulto e 5 a
10 ml na criança) realizando ausculta da região epigástrica, com objetivo de ouvir
ruído brusco e borbulhante. Pode-se, também, confirmar o posicionamento da
sonda aspirando-se o conteúdo gástrico;
19. Fixar a sonda no nariz do paciente;
20. Retirar as luvas;
21. Registrar em prontuário, livros de registro e formulários para sistemas de
informação
22. Manter a sala em ordem.
77
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
1. Verificar a higienização da sala e solicitar limpeza se necessário, conforme rotina
estabelecida
2. Realizar checagem de materiais, medicamentos e almotolias da sala de curativo
antes de iniciar o atendimento
3. Solicitar a reposição de materiais necessários (máscara, luvas, gorro, SF a 0,9%,
gaze, atadura, esparadrapo, micropore, agulha 40x12, bisturi, curativos especiais);
Observações:
1. Os curativos limpos devem ser preferencialmente realizados antes dos contaminados;
2. Após a realização dos curativos infectados deve ser realizada limpeza terminal;
3. Caso sejam usadas cubas ou bacias de metal, usar sacos plásticos individuais para
cobri-las, dando destinação apropriada aos mesmos após o procedimento;
4. Quando o curativo for realizado em domicílio, levar o saco de resíduo infectante e
caixa de perfurocortante.
5. Consolidar os dados, mensalmente dos atendimentos da sala com o enfermeiro
responsável pelo setor;
6. Colocar o material utilizado em recipiente adequado, encaminhando-o ao expurgo ao
término do dia;
7. Proceder à desinfecção da bandeja ou mesa de curativos após a execução de cada
curativo com álcool a 70%;
78
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
RECURSOS NECESSÁRIOS:
• Bandeja
• Kit para curativo estéril, preferencialmente composto por 3 pinças (hemostática,
anatômica e dente de rato) e/ou luva estéril;
• Tesoura Íris ou bisturi;
• Soro Fisiológico a 0,9%;
• Álcool a 70%
• Agulha 40x12 mm;
• Pacotes de gaze estéril;
• Luvas de procedimentos de látex;
• Equipamentos de Proteção Individual (máscara, óculos, gorro, jaleco/avental).
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
1. Acolher o paciente e acompanhante conforme POP 01;
2. Reunir todo o material necessário;
3. Colocar o paciente em posição confortável;
4. Fechar a porta da sala para manter a privacidade do paciente;
5. Higienizar as mãos, antes e após procedimento, conforme POP 02;
6. Fazer uso dos EPIs;
7. Manter postura correta durante a realização do procedimento;
8. Investigar histórico da ferida, situação vacinal, comorbidades, uso de medicações e
alergias prévias;
9. Calçar luvas de procedimentos de látex;
10. Antes da remoção, observar o curativo anterior quanto às características do exsudato;
11. Remover a cobertura anterior com a pinça dente de rato ou luva de procedimento,
desprezando-a;
79
1. Observar a ferida operatória, identificando a presença de áreas com
afastamento de bordas, exsudato e pontos inclusos;
2. Verificar as condições da cicatrização, avaliando se os pontos podem ser
retirados totalmente ou de forma alternada;
3. Solicitar avaliação médica ou de enfermagem mediante sinais de processos
inflamatórios ou infecciosos;
4. Montar a pinça hemostática com gaze, auxiliada pela pinça anatômica ou
utilizar luva estéril;
5. Umedecer a gaze com soro fisiológico a 0,9%;
6. Proceder à limpeza da incisão, sem voltar ao início da lesão, em sentido
único, usando cada gaze uma única vez, fazendo movimentos de rotação
com o punho;
7. Secar a incisão em sentido único;
8. Manter uma gaze próxima à ferida operatória para a identificação dos pontos
cirúrgicos removidos;
9. Tracionar o fio de sutura utilizando a pinça anatômica (ou luva estéril), até
expor o local do nó;
10. Inserir a ponta da lâmina de bisturi (ou tesoura), com o corte voltado para
cima, entre o fio de sutura e o nível da pele;
11. Cortar unilateralmente o fio de sutura, logo abaixo do nó, e removê-lo com a
pinça. Em caso de ponto intradérmico, observar as extremidades e escolher o
“nó” mais visível e cortar o fio de sutura (próximo ao “nó”), tracionando o lado
oposto delicadamente. Caso haja resistência, durante a retirada, encaminhar
o usuário(a) à unidade de origem;
12. Fazer curativo compressivo em caso de sangramento e solicitar avaliação
médica;
13. Dispor os pontos retirados sobre a gaze;
14. Após a remoção dos pontos da ferida operatória, realizar novamente limpeza
local com gaze estéril embebida com soro fisiológico a 0,9%
15. Secar a incisão com gaze seca. Não ocluir a incisão se a mesma se
apresentar totalmente cicatrizada;
16. Observar as reações do paciente durante o procedimento e orientá-lo sobre
os cuidados com a incisão;
17. Recolher todo o material;
18. Registrar os dados do paciente, informações sobre a lesão e procedimento
realizado;
19. Deixar a sala em ordem;
20. Agendar retorno para nova avaliação, se necessário.
80
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
RECURSOS NECESSÁRIOS:
• Agulha 40 x 12;
• Agulha hipodérmica (de insulina);
• Atadura;
• Bandeja
• Campos estéreis;
• Dreno de Penrose, se necessário;
• Esparadrapo;
• EPI’s (máscara, óculos, gorro, jaleco/avental);
• Fio de sutura nylon 3.0;
• Gaze;
• Kit para curativo estéril, preferencialmente composto por 3 pinças (hemostática,
anatômica e dente de rato) e/ou luva estéril;
• Lâmina de bisturi nº 11;
• Lidocaína 1% sem vasoconstrictor para anestesia local;
• Luva de procedimento de látex e luva estéril;
• Seringa de 5 ml;
• Solução de clorexidina;
• Soro fisiológico para irrigação.
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
81
7. O procedimento deve ser realizado de maneira asséptica. Com as luvas estéreis,
máscara e óculos de proteção, prepare a área afetada com um agente tópico
disponível e cubra-a com o campo estéril;
8. Usando a agulha 40 x 12, aspira-se o anestésico do frasco (dose de 7-10 mg/kg).
Troca-se a agulha pela hipodérmica. Introduzir o anestésico numa técnica de
bloqueio de campo regional. A anestesia deve realizar-se aproximadamente a 1
cm do perímetro do local do objeto. Cuidar com o edema que resulta, pois se
podem perder os parâmetros da localização. Utiliza-se o orifício de entrada
quando existente ou utiliza-se a cicatriz prévia como referência;
9. Depois, continue a fazer o bloqueio de maneira linear, ao longo da linha de
incisão projetada, que deve ser longa;
10. Uma vez realizada a anestesia, faz-se incisão longa e profunda o suficiente ao
longo da linha da pele para promover a retirada do objeto, com auxílio das pinças;
11. Irrigar a cavidade com soro fisiológico para limpeza do local;
12. Se o ferimento permitir, e for necessário, pode-se confeccionar uma sutura com
pontos simples como nylon 3.0;
13. Fixar o curativo com adesivo hipoalergênico ou enfaixar com atadura de crepe;
14. Recolher todo o material;
15. Registrar os dados do paciente, informações sobre a lesão e procedimento
realizado;
16. Deixar a sala em ordem;
17. Agendar retorno para nova avaliação, se necessário.
82
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
DRENAGEM DE ABSCESSO
EXECUTANTE: Cirurgião-dentista e Médicos
RECURSOS NECESSÁRIOS:
• Agulha 40 x 12;
• Agulha hipodérmica (de insulina);
• Atadura;
• Bandeja
• Campos estéreis;
• Dreno de Penrose, se necessário;
• Esparadrapo;
• EPI’s (máscara, óculos, gorro, jaleco/avental);
• Fio de sutura nylon 3.0;
• Gaze;
• Kit para curativo estéril, preferencialmente composto por 3 pinças (hemostática,
anatômica e dente de rato) e/ou luva estéril;
• Lâmina de bisturi nº 11;
• Lidocaína 1% sem vasoconstrictor para anestesia local;
• Luva de procedimento de látex e luva estéril;
• Seringa de 5 ml;
• Solução de clorexidina;
• Soro fisiológico para irrigação;
• Swab de cultura, se necessário.
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
83
9. Troca-se a agulha pela hipodérmica;
10. Introduza o anestésico numa técnica de bloqueio de campo regional. A
anestesia deve realizar-se aproximadamente a 1 cm do perímetro de maior sinal
de flutuação, com o cuidado de injetar no subcutâneo;
11. Depois, continue a fazer o bloqueio de maneira linear, ao longo da linha de
incisão projetada, que deve ser longa;
12. Uma vez realizada a anestesia, faz-se uma incisão longa e profunda o suficiente
ao longo da linha da pele para promover a drenagem espontânea da secreção
purulenta. Não adianta fazer pequenas incisões, pois isso pode levar à recidiva
dos abscessos;
13. Depois da drenagem espontânea, evite espremer a pele circunjacente, pois
pode promover a proliferação da infecção para o tecido subcutâneo adjacente.
Coloca-se a pinça hemostática na cavidade, a fim de quebrar as loculações e
liberar quaisquer bolsas de material purulento residuais;
14. Irrigue a cavidade com soro fisiológico para limpeza do local;
15. Introduza uma gaze ou um dreno de Penrose no local, com 1 a 2 cm para fora
da incisão, para permitir drenagem adequada e impedir que a incisão fique
selada. Se necessário, pode ser fixado com um ponto simples frouxo de nylon
3.0; 11. Curativo com gaze;
16. Recolher todo o material;
17. Registrar os dados do paciente, informações sobre a lesão e procedimento
realizado;
18. Deixar a sala em ordem;
19. Agendar retorno para nova avaliação, se necessário
84
PROCEDIMENTO OPERACIONAL
PADRÃO
RECURSOS NECESSÁRIOS:
• Agulha 40 x 12;
• Agulha hipodérmica (de insulina);
• Atadura;
• Bandeja;
• Campos estéreis;
• Dreno de Penrose, se necessário;
• Esparadrapo;
• EPI’s (máscara, óculos, gorro, jaleco/avental);
• Fio de sutura nylon 3.0;
• Gaze;
• Kit para curativo estéril, preferencialmente composto por tentacânula e pinças
(hemostática, anatômica e dente de rato) e/ou luva estéril.
• Lâmina de bisturi nº 11;
• Lidocaína 1% sem vasoconstrictor para anestesia local;
• Luva de procedimento de látex e luva estéril;
• Seringa de 5 ml;
• Solução de clorexidina;
• Soro fisiológico para irrigação;
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
85
7. Realiza-se o bloqueio digital com lidocaína sem vasoconstritor, pois o
procedimento é extremamente doloroso;
8. Procede-se à limpeza do dedo com sabão e água, degermação com clorexidina.
Inicia-se o procedimento propriamente dito com a introdução de uma
tentacânula, ou instrumental semelhante, a mais ou menos 3 mm da margem
lateral, longitudinalmente até a matriz. Descola-se o leito ungueal, provocando
avulsão parcial do segmento que está encravado
9. Resseca-se esse segmento da unha com uma tesoura reta, ou lâmina de bisturi,
até a base da unha, juntamente com a matriz
10. Em seguida, corta-se em elipse o tecido de granulação e pode-se realizar a
curetagem do leito. Se não houver infecção associada, pode-se retirar uma
elipse de pele e tecido subcutâneo da borda com tecido de granulação,
suturando-se após com nylon, propiciando cicatrização por primeira intenção;
11. Lavar o ferimento com soro fisiológico;
12. Ocluir o curativo, conforme necessidade
13. Fixar com esparadrapo ou micropore;
14. Recolher todo o material;
15. Registrar os dados do paciente, informações sobre a lesão e procedimento
realizado;
16. Deixar a sala em ordem;
17. Agendar retorno para nova avaliação, se necessário
86
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
1. Acolher o paciente e/ou acompanhante, conforme POP 01;
2. Reunir todo o material necessário;
3. Colocar o paciente em posição confortável;
4. Fechar a porta da sala para manter a privacidade do paciente;
5. Higienizar as mãos, antes e após procedimento, conforme POP 03;
6. Fazer uso dos EPIs;
7. Manter postura correta durante a realização do procedimento;
8. Investigar histórico da ferida, situação vacinal, comorbidades, uso de medicações e
alergias prévias;
9. Calçar luvas de procedimentos de látex;
10. Antes da remoção, observar o curativo anterior quanto às características do
exsudato;
11. Realizar desinfecção com álcool a 70% na borda superior do frasco de soro
fisiológico a 0,9% e fazer um furo único neste local usando agulha 25 x 8 ou 40x12
(Obs.: usar preferencialmente frasco de SF 0,9% de 250 ml para não haver
desperdícios). Pode- se também usar uma seringa de 20 ml conectada a uma
agulha 25 x 8 ou 40 x 12.O frasco ou a seringa devem ser posicionados a 20 cm da
lesão;
12. Remover a cobertura anterior com a pinça dente de rato ou luva de procedimento,
desprezando-a
13. Realizar a limpeza do membro, das adjacências da ferida e pele peri-ferida, com
sabão líquido e enxaguar com água limpa e corrente ou soro fisiológico a 0,9%;
secar com papel toalha;
87
14. Solicitar avaliação médica ou de enfermagem mediante qualquer alteração na
incisão;
15. Montar a pinça hemostática com gaze, auxiliada pela pinça anatômica ou utilizar
luva estéril
16. Umedecer a gaze com soro fisiológico a 0,9%;
17. Proceder à limpeza da incisão de dentro para fora, sem voltar ao início da lesão,
em sentido único, usando cada gaze uma única vez, fazendo movimentos de
rotação com o punho;
18. Secar a incisão de cima para baixo;
19. Ocluir com gaze ou outro curativo prescrito;
20. Fixar com esparadrapo ou micropore;
21. Observar as reações do paciente durante o procedimento e orientá-lo sobre os
cuidados com o curativo;
22. Trocar o curativo a cada 24 horas ou sempre que estiver saturado (úmido);
23. Manter a incisão aberta, se estiver limpa e seca, no período de 48 horas após o
procedimento cirúrgico ou conforme prescrição médica e/ou de enfermagem;
24. Recolher todo o material;
25. Registrar os dados do paciente, informações sobre a lesão e procedimento
realizado;
26. Deixar a sala em ordem;
27. Agendar retorno para nova avaliação, se necessário.
Observação:
• Iniciar o curativo pela lesão menos contaminada, em caso de lesões múltiplas;
• Limpar as feridas da área menos contaminada para a mais contaminada (feridas
limpas: iniciar a limpeza pelo centro da lesão; feridas infectadas: iniciar a limpeza
pela região peri-lesional, passando pelas bordas, até o centro;
• Ao usar pinças estéreis, estas devem ficar com a superfície onde são tocadas fora
do campo estéril ou do pacote de curativos, e suas pontas sobre o campo estéril,
voltadas para baixo;
• Secar apenas a pele perilesional, nunca o leito da ferida;
• Todo curativo especial, ao ser realizado pela primeira vez, deve ser avaliado pelo
enfermeiro.
88
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
RECURSOS NECESSÁRIOS:
• Agulha 40x12 mm;
• Álcool a 70%;
• Ataduras de crepom;
• Bandeja;
• Caixa plástica contendo coberturas padronizadas pela SMS;
• Esparadrapo e/ou micropore;
• EPI’s (máscara, óculos, gorro, jaleco/avental).
• Kit para curativo estéril, preferencialmente composto por 3 pinças (hemostática,
anatômica e dente de rato) e/ou luva estéril;
• Luvas de procedimentos de látex;
• Pacotes de gaze estéril;
• Sabão líquido (para uso em pele íntegra);
• Soro Fisiológico a 0,9%;
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
89
13. Desprezar o curativo retirado, juntamente com as luvas;
14. Calçar novas luvas de procedimento de látex;
15. Realizar a limpeza do membro, das adjacências da ferida e pele peri-ferida,
com sabão líquido e enxaguar com água limpa e corrente ou soro fisiológico a
0,9%; secar com papel toalha;
16. Irrigar o leito da ferida com o jato de soro a uma distância de20 cm até a
retirada de toda a sujidade. Havendo tecido desvitalizado solto, sua remoção
pode ser auxiliada suavemente com a pinça hemostática do pacote de curativo,
com gaze embebida em solução fisiológica a 0,9%, sem esfregação e com
cuidado para não provocar sangramento;
17. Não secar o leito da ferida;
18. Realizar debridamento, se necessário;
19. Realizar a mensuração com a régua e anotar em prontuário. Dependendo do
tamanho da ferida, pode ser mensurada a cada 15 dias ou semanalmente;
20. Realizar avaliação da fase da ferida, o tipo de tecido presente no leito da ferida,
e escolher a cobertura mais indicada;
21. Aplicar a cobertura escolhida;
22. Ocluir o curativo, conforme necessidade (cobertura secundária, gazes,
compressas algodoadas, ataduras ou bota de Unna);
23. Fixar com esparadrapo ou micropore;
24. Observar as reações do paciente durante o procedimento e orientá-lo sobre os
cuidados com o curativo;
25. Recolher todo o material;
26. Registrar os dados do paciente, informações sobre a lesão e procedimento
realizado;
27. Deixar a sala em ordem;
28. Agendar retorno para nova avaliação, se necessário.
Observação:
• Iniciar o curativo pela lesão menos contaminada, em caso de lesões múltiplas;
• Limpar as feridas da área menos contaminada para a mais contaminada (feridas
limpas: iniciar a limpeza pelo centro da lesão; feridas infectadas: iniciar a limpeza
pela região perilesional, passando pelas bordas, até o centro;
• Ao usar pinças estéreis, estas devem ficar com a superfície onde são tocadas fora
do campo estéril ou do pacote de curativos, e suas pontas sobre o campo estéril,
voltadas para baixo;
• Secar apenas a pele perilesional, nunca o leito da ferida;
• Todo curativo especial, ao ser realizado pela primeira vez, deve ser avaliado pelo
enfermeiro.
90
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
Indicação:
• Qualquer lesão de pele, infectada ou não, indiferente da fase em que se encontra o
processo de epitelização;
• Proteção e restauração do epitélio;
• Profilaxia de úlceras de pressão;
• Dermatite perilesão;
• Perigastrostomia;
• Queimaduras de 1º e 2º graus.
Uso:
• Cobertura primária.
• Necessita de cobertura secundária não absorvente.
• Preferencialmente uso individualizado.
• Podem ser usados com outros produtos.
Mecanismo de ação:
• Hidrata a pele, promove cicatrização de lesões com tecido de granulação.
Contraindicação:
• Não há.
• Periodicidade de troca:
• Sempre que o curativo secundário estiver saturado ou no máximo 24h.
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
91
6. Fazer uso dos EPIs;
7. Manter postura correta durante a realização do procedimento;
8. Investigar histórico da ferida, situação vacinal, comorbidades, uso de medicações
e alergias prévias;
9. Calçar luvas de procedimentos de látex;
10. Antes da remoção, observar o curativo anterior quanto às características do
exsudato;
11. Realizar desinfecção com álcool a 70% na borda superior do frasco de soro
fisiológico a 0,9% e fazer um furo único neste local usando agulha 25 x 8 ou 40 x
12 (Obs: usar preferencialmente frasco de SF 0,9% de 250 ml para não haver
desperdícios). Pode- se também usar uma seringa de 20 ml conectada a uma
agulha 25 x 8 ou 40 x 12.O frasco ou a seringa devem ser posicionados a 20 cm
da lesão.
12. Remover cuidadosamente as fitas adesivas com solução fisiológica a 0,9%. Caso
haja aderência aos tecidos recém-formados, umedeça-os com solução fisiológica
a 0,9% até que se desprendam. Este cuidado reduz as chances de traumatizar o
tecido de granulação no leito da ferida;
13. Desprezar o curativo retirado, juntamente com as luvas;
14. Calçar novas luvas de procedimento de látex;
15. Realizar a limpeza do membro, das adjacências da ferida e pele peri-ferida, com
sabão neutro e enxaguar com água limpa e corrente ou soro fisiológico a 0,9%;
secar com papel toalha;
16. Irrigar a lesão com soro fisiológicoa uma distância de 20 cm, até a retirada de
toda a sujidade. Secar a pele ao redor e aplicar o óleo diretamente sobre a lesão.
Não secar o leito da ferida; na prevenção de úlceras por pressão aplicar o óleo
nas regiões afetadas, após higienização da pele.
17. Realizar a mensuração com a régua e registro fotográfico (se possível e mediante
assinatura do termo de consentimento livre e esclarecido). Dependendo do
tamanho da ferida, pode ser mensurada a cada 15 dias ou semanalmente;
18. O cluir a ferida com uma cobertura secundária estéril e fixá-la com esparadrapo
ou
19. micropore; pode ser reaplicado a cada 12 horas;
20. Observar as reações do paciente durante o procedimento e orientar sobre os
cuidados com o curativo;
21. Recolher todo o material;
22. Registrar os dados do paciente, informações sobre a lesão e procedimento
realizado;
23. Deixar a sala em ordem;
24. Agendar retorno para nova avaliação, se necessário.
92
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
Indicação:
• Tecido desvitalizado;
• Feridas com ou sem infecção;
• Feridas com pequena ou média exsudação;
• Esfacelo úmido.
Uso:
• Cobertura primária.
• Necessita de cobertura secundária oclusiva
• Preferencialmente uso individualizado.
Mecanismo de ação:
• Debridamento autolítico.
• Reidrata e ajuda na remoção do tecido necrótico, promovendo a granulação e
epitelização.
Contraindicação:
• Feridas com grande quantidade de exsudato; queimaduras de 3º grau.
Periodicidade de troca:
• Pode permanecer até 72h; para feridas infectadas permanecer no máximo 24h.
Recursos necessários:
• Reunir o material;
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
1. Acolher o paciente e/ou acompanhante, conforme POP 01;
2. Reunir todo o material necessário;
3. Colocar o paciente em posição confortável e orientá-lo quanto ao procedimento a
ser realizado;
4. Fechar a porta da sala para manter a privacidade do paciente;
5. Higienizar as mãos, antes e após procedimento, conforme POP 03;
6. Fazer uso dos EPIs;
7. Manter postura correta durante a realização do procedimento;
8. Investigar histórico da ferida, situação vacinal, comorbidades, uso de medicações e
alergias prévias;
93
9. Calçar luvas de procedimentos de látex;
10. Antes da remoção, observar o curativo anterior quanto às características do
exsudato;
11. Realizar desinfecção com álcool a 70% na borda superior do frasco de soro
fisiológico a 0,9% e fazer um furo único neste local usando agulha 25 x 8 ou 40 x
12 (Obs: usar preferencialmente frasco de SF 0,9% de 250 ml para não haver
desperdícios). Pode- se também usar uma seringa de 20 ml conectada a uma
agulha 25 x 8 ou 40 x 12.O frasco ou a seringa devem ser posicionados a 20 cm
da lesão.
12. Remover cuidadosamente as fitas adesivas com solução fisiológica a 0,9%. Caso
haja aderência aos tecidos recém-formados, umedeça-os com solução fisiológica
a 0,9% até que se desprendam. Este cuidado reduz as chances de traumatizar o
tecido de granulação no leito da ferida;
13. Desprezar o curativo retirado, juntamente com as luvas;
14. Calçar novas luvas de procedimento;
15. Realizar a limpeza do membro, das adjacências da ferida e pele peri-ferida, com
sabonete neutro e enxaguar com água limpa e corrente ou soro fisiológico a
0,9%; secar com papel toalha.
16. Irrigar o leito da ferida com o jato de soro a uma distância de 20 cm até a retirada
de toda a sujidade. Havendo tecido desvitalizado solto, sua remoção pode ser
auxiliada suavemente com a pinça hemostática, com gaze embebida em solução
fisiológica a 0,9%, sem esfregação e com cuidado para não provocar
sangramento;
17. Não secar o leito da ferida;
18. Realizar a mensuração com a régua. Dependendo do tamanho da ferida, pode
ser mensurada a cada 15 dias ou semanalmente;
19. Colocar o curativo de forma que o gel seja aplicado dentro da ferida
assepticamente, máximo 5 mm de espessura, não excedendo o nível da pele ao
redor da ferida. Ocluir a ferida com uma cobertura secundária estéril e fixá-la com
esparadrapo ou micropore;
20. Observar as reações do paciente durante o procedimento e orientar sobre os
cuidados com o curativo;
21. Registrar os dados do paciente, informações sobre a lesão e procedimento
realizado;
22. Deixar a sala em ordem;
94
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
Indicação:
• Tecido desvitalizado;
• Necrose;
• Bactericida.
Uso:
• Cobertura primária.
• Necessita de cobertura secundária oclusiva.
• Preferencialmente uso individualizado.
Mecanismo de ação:
• Debridamento químico.
Contraindicação:
• Tecido viável.
Periodicidade de troca:
• A cada 24h
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
95
10. Antes da remoção, observar o curativo anterior quanto às características do
exsudato;
11. Realizar desinfecção com álcool a 70% na borda superior do frasco de soro
fisiológico a 0,9% e fazer um furo único neste local usando agulha 25 x 8 ou 40 x
12 (Obs: usar preferencialmente frasco de SF 0,9% de 250 ml para não haver
desperdícios). Pode- se também usar uma seringa de 20 ml conectada a uma
agulha 25 x 8 ou 40 x 12.O frasco ou a seringa devem ser posicionados a 20 cm
da lesão;
12. Remover cuidadosamente as fitas adesivas com solução fisiológica a 0,9%. Caso
haja aderência aos tecidos recém-formados, umedeça-os com solução fisiológica
a 0,9% até que se desprendam. Este cuidado reduz as chances de traumatizar o
tecido de granulação no leito da ferida;
13. Desprezar o curativo retirado, juntamente com as luvas;
14. Calçar novas luvas de procedimento;
15. Realizar a limpeza do membro, das adjacências da ferida e pele peri-ferida, com
sabonete neutro e enxaguar com água limpa e corrente ou soro fisiológico a 0,9%;
16. secar com papel toalha;
17. Irrigar o leito da ferida com o jato de soro a uma distância de 20 cm até a retirada
de toda a sujidade. Havendo tecido desvitalizado solto, sua remoção pode ser
auxiliada suavemente com a pinça hemostática do pacote de curativo, com gaze
embebida em solução fisiológica a 0,9%, sem esfregação e com cuidado para não
provocar sangramento;
18. Não secar o leito da ferida;
19. Realizar a mensuração com a régua. Dependendo do tamanho da ferida, pode ser
mensurada a cada 15 dias ou semanalmente;
20. Colocar o curativo de forma que a Colagenase seja aplicada dentro da ferida
assepticamente, não excedendo o nível da pele ao redor da ferida;
21. O cluir a ferida com uma cobertura secundária estéril e fixá-la com esparadrapo
ou micropore;
22. Observar as reações do paciente durante o procedimento e orientar sobre os
cuidados com o curativo;
23. Recolher todo o material;
24. Registrar os dados do paciente, informações sobre a lesão e procedimento
realizado;
25. Deixar a sala em ordem;
26. Agendar retorno para nova avaliação, se necessário.
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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
Indicação:
• Tecido desvitalizado;
• Feridas com ou sem infecção;
• Esfacelo seco;
• Necrose.
Uso:
• Cobertura primária.
• Necessita de cobertura secundária.
• Preferencialmente uso individualizado.
Mecanismo de ação:
• Debridamento autolítico.
• Remove crostas e tecido desvitalizado.
Contraindicação:
• Tecido viável.
Periodicidade de troca:
• Pode permanecer até 72h; para feridas infectadas permanecer no máximo 24h.
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
1. Acolher o paciente e/ou acompanhante, conforme POP 01;
2. Reunir todo o material necessário;
3. Colocar o paciente em posição confortável e orientá-lo quanto ao procedimento a
ser realizado;
4. Fechar a porta da sala para manter a privacidade do paciente;
5. Higienizar as mãos, antes e após procedimento, conforme POP 03;
6. Fazer uso dos EPIs;
7. Manter postura correta durante a realização do procedimento;
8. Investigar histórico da ferida, situação vacinal, comorbidades, uso de medicações e
alergias prévias;
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9. Calçar luvas de procedimentos de látex;
10. Antes da remoção, observar o curativo anterior quanto às características do
exsudato;
11. Realizar desinfecção com álcool a 70% na borda superior do frasco de soro
fisiológico a 0,9% e fazer um furo único neste local usando agulha 25 x 8 ou 40 x
12 (Obs: usar preferencialmente frasco de SF 0,9% de 250 ml para não haver
desperdícios). Pode- se também usar uma seringa de 20 ml conectada a uma
agulha 25 x 8 ou 40 x 12.O frasco ou a seringa devem ser posicionados a 20 cm
da lesão;
12. Remover cuidadosamente as fitas adesivas com solução fisiológica a 0,9%. Caso
haja aderência aos tecidos recém-formados, umedeça-os com solução fisiológica
a 0,9% até que se desprendam. Este cuidado reduz as chances de traumatizar o
tecido de granulação no leito da ferida;
13. Desprezar o curativo retirado, juntamente com as luvas;
14. Calçar novas luvas de procedimento de látex;
15. Realizar a limpeza do membro, das adjacências da ferida e pele peri-ferida, com
sabonete neutro e enxaguar com água limpa e corrente ou soro fisiológico a 0,9%;
secar com papel toalha;
16. Irrigar o leito da ferida com o jato de soro a uma distância de 20 cm até a retirada
de toda a sujidade. Havendo tecido desvitalizado solto, sua remoção pode ser
auxiliada suavemente com a pinça hemostática do pacote de curativo, com gaze
embebida em solução fisiológica a 0,9%, sem esfregação e com cuidado para não
provocar sangramento;
17. Não secar o leito da ferida;
18. Realizar a mensuração com a régua. Dependendo do tamanho da ferida, pode ser
mensurada a cada 15 dias ou semanalmente;
19. Colocar o curativo de forma que o gel seja aplicado dentro da ferida
assepticamente, não excedendo o nível da pele ao redor da ferida;
20. O cluir a ferida com uma cobertura secundária estéril e fixá-la com esparadrapo
ou micropore;
21. Observar as reações do paciente durante o procedimento e orientar sobre os
cuidados com o curativo;
22. Recolher todo o material;
23. Registrar os dados do paciente;
24. Deixar a sala em ordem;
25. Agendar retorno para nova avaliação, se necessário.
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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
Indicação:
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
01. Acolher o paciente e/ou acompanhante, conforme POP 01;
02. Reunir todo o material necessário;
03. Colocar o paciente em posição confortável e orientá-lo quanto ao procedimento a ser
realizado;
04. Fechar a porta da sala para manter a privacidade do paciente;
05. Higienizar as mãos, antes e após procedimento, conforme POP 02;
06. Fazer uso dos EPIs;
07. Manter postura correta durante a realização do procedimento;
08. Investigar histórico da ferida, situação vacinal, comorbidades, uso de medicações e
alergias prévias;
09. Calçar luvas de procedimentos de látex;
10. Antes da remoção, observar o curativo anterior quanto às características do
exsudato;
11. Remover o curativo cuidadosamente, umedecendo a gaze ou cobertura primária com
soro fisiológico a 0,9 % em jato para facilitar a remoção;
12. Calçar luva estéril;
13. Realizar a limpeza de pele perilesional e bordas, utilizando uma gaze úmida em soro
fisiológico, com movimento de fricção suave;
14. Realizar a limpeza da ferida, utilizando o jato de Soro Fisiológico 0,9%;
99
15. Identificar o tipo de tecido presente no leito da lesão, avaliar bordas e pele
perilesional;
16. Retirar as larvas da lesão com auxílio de uma pinça
17. Aplicar vaselina sólida em toda lesão;
18. Aplicar cobertura secundária utilizando-se gaze seca para efetuar oclusão;
19. Fechar o curativo com cobertura adesiva do tipo esparadrapo impermeável ou
atadura de crepom e fixar com fita adesiva;
20. Repetir o procedimento após 24horas, e até a confirmação da remoção total das
larvas;
21. Deixar o paciente confortável;
22. Manter a organização da unidade do paciente;
23. Recolher todo o material;
24. Registrar os dados do paciente, informações sobre a lesão;
25. Deixar a sala em ordem;
26. Agendar retorno para nova avaliação, se necessário.
Observações:
• Em casos de difícil retirada das larvas nas lesões de pele pode-se alargar o
orifício realizando pequena incisão, e assim favorecer a remoção com pinça e leve
expressão na lesão.
• Pode-se utilizar previamente algumas substâncias para se bloquear a via de
respiração da larva, causando a migração desta para a superfície e posterior
retirada, por exemplo, oclusão com gaze vaselinada.
• Deve-se reforçar ao paciente e acompanhante os cuidados com a higiene e da
realização do curativo diário para evitar deposição de novos ovos.
100
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
Indicação:
• Úlcera Venosa;
• Edema linfático de membros inferiores.
Contra-indicação:
• Úlcera arterial;
• Em indivíduo com sensibilidade conhecida ao produto ou seus componentes;
• Insuficiência cardíaca descompensada;
• DPOC;
• TVP;
• Pacientes que não deambulam;
• Infecção;
• Úlcera mista;
• Miíase.
Uso:
• Cobertura primária ou secundária (neste caso, quando associada a um curativo
primário).
• O curativo só será aplicado após avaliação e prescrição médica.
Mecanismo de ação:
• Apresenta efeito apenas durante a deambulação, quando ocorre a contração e
relaxamento dos músculos dos membros inferiores, auxiliando o retorno venoso;
diminui o edema; promove proteção; favorece a cicatrização da ferida.
Periodicidade de troca:
• Pode permanecer até 7 dias.
• Trocar antes, se houver exsudato na cobertura secundária.
Validade:
• De acordo com orientação do fabricante.
Material:
• Atadura;
• Bota de ulna (pasta);
• Luva de procedimento;
• Vasilha para derreter a pasta;
101
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
01. Acolher o paciente e/ou acompanhante, conforme POP 01;
02. Reunir todo o material necessário;
03. Colocar o paciente em posição confortável e orientá-lo quanto ao procedimento a
ser realizado;
04. Poderá utilizar a técnica em oito ou técnica em espiral ou conforme o fabricante;
05. Ao aplicar fazer pressão suficiente para manter firme o enfaixamento , porém sem
garrotear o membro;
06. Aplicar preferencialmente no período da manhã;
07. Higienizar as mãos antes e após procedimento, conforme POP 03;
08. Fazer uso dos EPIs e manter postura correta durante a realização do
procedimento;
09. Investigar histórico da ferida, situação vacinal, comorbidades, uso de medicações e
alergias prévias;
10. Calçar luvas de procedimentos de látex;
11. Antes da remoção, observar o curativo anterior quanto às características do
exsudato;
12. Realizar desinfecção com álcool a 70% na borda superior do frasco de soro
fisiológico a 0,9% e fazer um furo único neste local usando agulha 25 x 8 ou 40 x
12 (Obs: usar preferencialmente frasco de SF 0,9% de 250 ml para não haver
desperdícios). Pode- se também usar uma seringa de 20 ml conectada a uma
agulha 25 x 8 ou 40 x 12.O frasco ou a seringa devem ser posicionados a 20 cm da
lesão.
13. Remover cuidadosamente atadura e coberturas secundárias que possam existir; se
necessário, irrigar com soro fisiológico a 0,9%. Remover a bandagem
desenrolando- a ao longo da perna;
14. Desprezar o curativo retirado, juntamente com as luvas;
15. Calçar novas luvas de procedimento de látex;
16. Realizar a limpeza do membro, das adjacências da ferida e pele peri-ferida, com
sabonete neutro e soro fisiológico a 0,9%, secar com papel toalha;
17. Irrigar o leito da ferida com o jato de soro a uma distância de 20 cm até a retirada
de toda a sujidade. Havendo tecido desvitalizado solto, sua remoção pode ser
auxiliada suavemente com a pinça hemostática do pacote de curativo, com gaze
embebida em solução fisiológica a 0,9%, sem esfregação e com cuidado para não
provocar sangramento;
18. Não secar o leito da ferida;
19. Realizar a mensuração com a régua e registro fotográfico. Dependendo do
tamanho da ferida, pode ser mensurada a cada 15 dias ou semanalmente;
102
20. Antes de iniciar o procedimento, colocar o paciente em repouso, com os membros
inferiores elevados por, no mínimo, 30 minutos
21. Durante o enfaixamento, manter o pé em ângulo de 90º em relação à perna;
22. Iniciar o enfaixamento da região distal do metatarso, incluindo o calcanhar, até 3
cm abaixo do joelho. Cortar e desprezar o excedente. O enfaixamento deverá ser
sobreposto em 50% em espiral ou “8”; na região do calcanhar utilizar sempre o
enfaixamento em “8”;
23. Fazer pressão suficiente para manter o enfaixamento firme, porém, sem garrotear
o membro. A bota deverá envolver a perna sem apertá-la, sem deixar abertura,
dobras ou rugas na atadura durante o enfaixamento;
24. Aplicar um curativo secundário, gaze estéril ou compressa cirúrgica no local da
lesão para absorver o excesso de exsudato, se necessário. Colocar atadura para
fixação do curativo absorvente; trocar o curativo absorvente e sua faixa de fixação
sempre que sujos ou molhados;
25. Fixar a bota com atadura, iniciando pelo pé. O enfaixamento deverá ser o mesmo
utilizado na aplicação da bota. Manter pressão uniforme até recobri-la
completamente e fixá-la com esparadrapo ou micropore;
26. Recolher todo o material;
27. Registrar os dados do paciente, informações sobre a lesão e procedimento
realizado.
28. Deixar a sala em ordem;
29. Agendar retorno para nova avaliação, se necessário.
Observações:
• O curativo só será aplicado após avaliação e solicitação médica ou do
enfermeiro (a).
103
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
Indicação:
• Queimaduras;
• Feridas colonizadas ou infectadas
Contraindicação:
• Hipersensibilidade ao produto;
• Presença de grande exsudação;
• Gestantes no final da gestação;
• Crianças prematuras e menores de dois meses.
Uso:
• Cobertura primária
Mecanismo de ação:
• Antimicrobiano tópico.
Periodicidade de troca:
• No máximo 24 horas ou quando houver saturação da cobertura secundária.
Observação:
• Recomenda-se não ultrapassar 10 dias de uso.
Validade:
• De acordo com orientação do fabricante.
Material:
• Bandeja;
• EPI’s (máscara, óculos, gorro, jaleco/avental);
• Esparadrapo e/ou micropore;
• Kit para curativo estéril, preferencialmente composto por 3 pinças
(hemostática, anatômica e dente de rato) e/ou luva estéril;
• Luvas de procedimentos de látex;
• Pacotes de gaze estéril;
• Sulfadiazina de prata a 1%
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
1. Acolher o paciente e/ou acompanhante, conforme POP 01;
104
2. Reunir todo o material necessário;
3. Colocar o paciente em posição confortável e orientá-lo quanto ao procedimento a
ser realizado;
4. Fechar a porta da sala para manter a privacidade do paciente;
5. Higienizar as mãos, antes e após procedimento, conforme POP 03;
6. Fazer uso dos EPIs e manter postura correta durante a realização do
procedimento;
7. Investigar histórico da ferida, situação vacinal, comorbidades, uso de medicações
e alergias prévias;
8. Antes da remoção, observar o curativo anterior quanto às características do
exsudato;
9. Realizar desinfecção com álcool a 70% na borda superior do frasco de soro
fisiológico a 0,9% e fazer um furo único neste local usando agulha 25 x 8 ou 40 x
12 (Obs: usar preferencialmente frasco de SF 0,9% de 250 ml para não haver
desperdícios). Pode- se também usar uma seringa de 20 ml conectada a uma
agulha 25 x 8 ou 40 x 12.O frasco ou a seringa devem ser posicionados a 20 cm
da lesão.
10. Remover cuidadosamente as fitas adesivas com solução fisiológica a 0,9%, caso
haja aderência aos tecidos recém-formados, umedeça-os com solução fisiológica
a 0,9% até que se desprendam. Este cuidado reduz as chances de traumatizar o
tecido de granulação no leito da ferida;
11. Desprezar o curativo retirado, juntamente com as luvas;
12. Calçar novas luvas de procedimento de látex;
13. Realizar a limpeza do membro, das adjacências da ferida e pele peri-ferida, com
sabonete neutro e soro fisiológico a 0,9%, secar com papel toalha;
14. Irrigar o leito da ferida com o jato de soro a uma distância em de 20 cm até a
retirada de toda a sujidade. Havendo tecido desvitalizado solto, sua remoção
pode ser auxiliada suavemente com a pinça hemostática do pacote de curativo,
com gaze embebida em solução fisiológica a 0,9%, sem esfregação e com
cuidado para não provocar sangramento;
15. Não secar o leito da ferida;
16. Realizar a mensuração com a régua. Dependendo do tamanho da ferida, pode
ser mensurada a cada 15 dias ou semanalmente;
17. C olocar a sulfadiazina de prata a 1% em camada de 1 mm, de forma que o
creme
18. seja aplicado dentro da ferida assepticamente, não excedendo o nível da pele
ao redor da ferida;
19. O cluir a ferida com uma cobertura secundária estéril e fixá-la com esparadrapo
ou micropore;
20. Recolher todo o material;
21. Registrar os dados do paciente, informações sobre a lesão e procedimento
realizado.
22. Deixar a sala em ordem;
23. Agendar retorno para nova avaliação, se necessário
105
PROCEDIMENTO OPERACIONAL
PADRÃO
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
1. Acolher o paciente, conforme POP 01, e realizar aconselhamento pré e pós
teste.
2. Higienizar as mãos, antes e após o procedimento, de acordo com POP 03;
3. Usar EPI;
4. Abrir kit de testagem rápida;
5. Passar algodão com álcool a 70% na ponta do dedo para antissepsia da área
que será utilizada para a punção.
6. Passar algodão seco na ponta do dedo que será utilizado para a punção;
7. Pressionar a ponta do dedo que será perfurado com a lanceta;
8. Perfurar o dedo com a lanceta;
9. Encostar pipeta na gota de sangue e colocar no frasco de diluição, de modo
que este toque no fundo do frasco. Quebre a haste do coletor no ponto de
quebra e, em seguida, recoloque a tampa;
10. Homogeneíze gentilmente o frasco, fazendo movimentos circulares sobre uma
superfície plana, por 10 segundos;
106
11. Desenrosque somente a tampa colorida do dosador e, com o frasco na
posição vertical, adicione duas gotas da solução no poço 1 do dispositivo
de teste. Evite a formação de bolhas de ar ao dispensar as gotas;
12. Acione o cronômetro e marque 5 minutos. Observe que na janela de leitura
existem duas linhas: uma linha azul na área de teste (T) e uma linha verde
na área de controle (C). Após os 5 minutos, essas linhas deverão
desaparecer;
13. Em seguida, com o frasco do tampão na posição vertical e sem tocar o
dispositivo do teste, adicione quatro gotas de tampão de corrida ao poço 2.
Evite a formação de bolhas de ar ao dispensar as gotas;
14. Acione o cronômetro após a colocação do diluente e faça a leitura do teste
entre 10 e 25 minutos.
15. A leitura é feita através da visualização de linhas, o teste é negativo ao
aparecer apenas à linha no C, e positivo quando aparece uma linha no C e
no T;
13. Se a linha no C não surgir dentro do período determinado pelo fabricante
para leitura do resultado, isto é, 10 minutos após a adição do diluente, o
teste não será considerado válido, mesmo que apareça alguma linha
colorida na área de T. Nesse caso, o mesmo será repetido.
16. Registrar em laudo de resultado e prontuário,
17. Em caso de resultado reagente, deve ser preenchida ficha de notificação
do Sinan, ficha de referência e realizado encaminhamento para serviço
especializado do munícipio
18. Em caso de teste reagente, realizar teste confirmatório de outro fabricante
Observação
• A lanceta e a fita reagente devem ser desprezadas na caixa de
material perfurocortante.
107
PROCEDIMENTO OPERACIONAL
PADRÃO
RECURSOS NECESSÁRIOS:
• Álcool à 70%;
• Algodão;
• Caixa de material perfurocortante;
• EPI: Jaleco, luva de procedimento;
• Papel toalha;
• Sabão líquido;
• 01 lanceta,
• 01 kit testagem rápida (pipeta, diluente e fita reagente)
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
108
11. O dispositivo apresenta uma área chamada janela de leitura de resultados
onde há as letras C (CONTROLE) e T (TESTE). O mesmo foi validado a
partir do aparecimento da linha C, em casos não reagentes aparecerá uma
linha na letra C, e em casos reagentes aparecerão duas linhas uma no C e
uma na área T.
12. Aguardar tempo da leitura recomendado pelo fabricante;
13. Registrar em laudo de resultado, prontuário, livros de registro e formulários
para sistemas de informação;
14. Em caso de resultado reagente, deve ser preenchida ficha de notificação do
Sinan, ficha de referência e realizado encaminhamento par serviço
especializado do munícipio.
Observação
• A lanceta e a fita reagente devem ser desprezadas na caixa de
material perfurocortante.
109
PROCEDIMENTO OPERACIONAL
PADRÃO
POP Data da Validação: Data da Revisão:
N° 69 11/2023 11/2024
TESTE RÁPIDO PARA HEPATITE C – ABON HCV
EXECUTANTE: Enfeimeiros devidamente habilitados e capacitados da Atenção
Primária
OBJETIVO: Estabelecer procedimento quanto à realização de testagem rápida para
Hepatite C.
RECURSOS NECESSÁRIOS:
• Álcool à 70%;
• Algodão;
• Caixa de material perfurocortante;
• EPI: Jaleco, luva de procedimento;
• Papel toalha;
• Sabão líquido;
• 01 lanceta,
• 01 kit testagem rápida (pipeta, diluente e fita reagente)
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
1. Acolher o paciente, conforme POP 01, e realizar aconselhamento pré e pós
teste;
2. Higienizar as mãos, antes e após o procedimento, de acordo com POP 03;
3. Usar EPI;
4. Abrir kit de testagem rápida;
5. Passar algodão com álcool a 70% na ponta do dedo para antissepsia da área
que será utilizada para a punção, em seguida passar algodão seco na ponta
do dedo que será utilizado para a punção;
6. Pressionar a ponta do dedo que será perfurado com a lanceta e perfurar o
dedo com a lanceta;
7. Coletar com a pipeta uma gota de sangue, e colocar na fita reagente 01 gota
de sangue e 01 gota de solução tampão;
8. O dispositivo apresenta uma área chamada janela de leitura de resultados
onde há as letras C (CONTROLE) e T (TESTE). O mesmo foi validado a partir
do aparecimento da linha C, em casos não reagentes aparecerá uma linha na
letra C, e em casos reagentes aparecerão duas linhas uma no C e uma na
área T.
9. Aguardar tempo da leitura (10 minutos, recomendado pelo fabricante); Não
interpretar após 20 minutos
10. Registrar em laudo de resultado em prontuário;
11. Em caso de resultado reagente, deve ser preenchida ficha de notificação do
Sinan, ficha de referência e realizado encaminhamento par serviço
especializado do munícipio;
110
PROCEDIMENTO OPERACIONAL
PADRÃO
POP Data da Validação: Data da Revisão:
N° 70 11/2023 11/2024
TESTE RÁPIDO PARA SÍFILIS – BIOCLIN HCV
EXECUTANTE: Enfeimeiros devidamente habilitados e capacitados da Atenção
Primária
OBJETIVO: Estabelecer procedimento quanto à realização de testagem rápida para
Hepatite C.
RECURSOS NECESSÁRIOS:
• Álcool à 70%;
• Algodão;
• Caixa de material perfurocortante;
• EPI: Jaleco, luva de procedimento;
• Papel toalha;
• Sabão líquido;
• 01 lanceta,
• 01 kit testagem rápida (pipeta, diluente e fita reagente)
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
12. Acolher o paciente, conforme POP 01, e realizar aconselhamento pré e pós
teste;
13. Higienizar as mãos, antes e após o procedimento, de acordo com POP 03;
14. Usar EPI;
15. Abrir kit de testagem rápida;
16. Passar algodão com álcool a 70% na ponta do dedo para antissepsia da área
que será utilizada para a punção, em seguida passar algodão seco na ponta
do dedo que será utilizado para a punção;
17. Pressionar a ponta do dedo que será perfurado com a lanceta e perfurar o
dedo com a lanceta;
18. Coletar o sangue com auxílio da pipeta plástica descartável que acompanha o
kit. Aperte a pipeta plástica acima do traço marcado e encoste a cavidade
aberta da pipeta plástica na gota de sangue. Alivie a pressão na pipeta
plástica para que o sangue seja aspirado. Aspire o sangue até o traço
marcado na pipeta plástica descartável (equivalente a 10 mL de sangue).
19. No poço de amostra, poço menor (A), dispensar o sangue pressionando
novamente a pipeta;
20. Segurar o frasco de Diluente (Reagente Nº 2) verticalmente e aplicar 2 gotas
(70 mL) no poço de diluente, poço maior.
21. Aguardar a formação das linhas. Interpretar os resultados entre 15 e 30
minutos. Não interpretar após 30 minutos.
22. O dispositivo apresenta uma área chamada janela de leitura de resultados
onde há as letras C (CONTROLE) e T (TESTE). O mesmo foi validado a partir
do aparecimento da linha C, em casos não reagentes aparecerá uma linha na
letra C, e em casos reagentes aparecerão duas linhas uma no C e uma na
área T.
23. Registrar em laudo de resultado em prontuário;
24. Em caso de resultado reagente, deve ser preenchida ficha de notificação do
Sinan, ficha de referência e realizado encaminhamento par serviço
especializado do munícipio;
111
PROCEDIMENTO OPERACIONAL
PADRÃO
112
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
RECURSOS NECESSÁRIOS:
113
PROCEDIMENTO OPERACIONAL
PADRÃO
• Álcool 70%;
• Aparelho de ECG completo (papel milimetrado, braçadeiras e peras/eletrodos
descartáveis);
• Biombo, se necessário;
• Dispositivo para realização de tricotomia, se necessário;
• Gaze;
• Gel condutor;
• Luvas de procedimento.
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
1. Higienizar as mãos;
2. Reunir o material e levar próximo ao leito do paciente;
3. Explicar o procedimento que será realizado ao paciente e/ou acompanhante;
4. Proporcionar privacidade ao paciente, colocando biombo, se necessário;
5. Checar o funcionamento do eletrocardiográfico e atentar-se para voltagem antes
de conectá-lo à tomada;
6. Solicitar que o paciente retire objetos metálicos e/ou eletrônicos ou auxiliá-lo na
retirada, se necessário;
7. Calçar luvas de procedimento;
8. Posicionar o paciente em decúbito dorsal com os braços paralelos ao corpo e
pernas em um ângulo de 30º; OBS: Em casos de dispneia posicionar o paciente
de 0 a 45º (posição de Fowler);
9. Colocar gel condutor nos locais onde sera posicionado as peras/eletrodos
10. Posicionar as braçadeiras superiores na face interna do MMSS no 1/3 distal;
11. Colocar a placa sob o pulso arterial devido a melhor condução da artéria em
relação às veias;
12. Posicionar as braçadeiras inferiores em 1/3 distal na face interna dos MMII (trajeto
do pulso pedial);
13. Utilizar gel condutor nas braçadeiras para registro das derivações periféricas
(monopolares e bipolares). No caso de utilizar os eletrodos descartáveis não é
necessário o uso do gel condutor;
14. Os cabos das derivações periféricas (monopolares e bipolares) devem ser
colocados da seguinte maneira
• Cabo Vermelho (RA) em membro superior direito (MSD) – artéria radial;
• Cabo Amarelo (LA) em membro superior esquerdo (MSE) – artéria radial;
• c) Cabo Preto (RL) em membro inferior direito (MID) – artéria tibial anterior;
• d) Cabo Verde (LL) em membro inferior esquerdo (MIE) – artéria tibial anterior.
114
OBS: Orientar-se sempre pela sigla dos cabos e não pelas cores das braçadeiras, pois
elas podem variar de acordo com a marca do eletrocardiógrafo ou serem todas
brancas.
15. Colocar as peras com gel condutor ou eletrodos descartáveis (de preferência)
no tórax do paciente para obtenção dos registros das derivações precordiais,
conforme arranjo abaixo. Fazer tricotomia, se necessário;
• Cabo vermelho (V1) em 4º espaço intercostal direito, paraesternal;
• Cabo amarelo (V2) em 4º espaço intercostal esquerdo, paraesternal;
• Cabo verde (V3) em 5º espaço intercostal, diagonalmente entre V2 e V4;
• Cabo marrom (V4) em 5º espaço intercostal esquerdo (EIE), na linha
hemiclavicular;
• Cabo preto (V5) em 5º espaço intercostal esquerdo (EIE), na linha axilar
anterior;
• Cabo roxo (V6) em 5º espaço intercostal esquerdo (EIE), na linha axilar média.
OBS: Orientar-se sempre pela sigla dos cabos e não pelas cores, pois elas podem
variar de acordo com a marca do eletrocardiógrafo.
115
PROCEDIMENTO OPERACIONAL
PADRÃO
• Vítima inconsciente.
• Sem respiração.
• Sem pulso.
RECURSOS NECESSÁRIOS:
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
1 - MODO DESFIBRILADOR
116
Os eletrodos devem ficar em posição que maximize a
corrente que atravessa o miocárdio. A posição padrão é:
a) Eletrodo identificado como “STERNUM” no 2º espaço
intercostal direito midclavicular.
b) Eletrodo identificado como “APEX” posicionado no 6º
espaço intercostal esquerdo, na linha médio-axilar.
117
UTILIZAÇÃO DAS PÁS MULTIFUNCIONAIS
A utilização das pás multifuncionais (descartáveis) requer que o
usuário utilize o adaptador fornecido (cabo extensor) para conectá-
las na entrada padrão das pás externas, conforme descrito abaixo:
1 - Conecte o cabo extensor de marcapasso/DEA ao DualMax.
118
DESFIBRILAÇÃO
1 - Selecione a energia Gire a chave de seleção até a energia
desejada. As opções de energia variam de 1 a 360 J. Na
maioria dos casos, para a uso adulto, recomendase a energia
de 200 J.
Passo 2 – Carga
Pressione o botão de carga (verde) no painel frontal ou utilize o
botão de carga localizado nas pás externas (laranja). Enquanto
o DualMax estiver carregando, um som é emitido e a medida de
energia carregada aparece no display. A energia selecionada
pode ser aumentada ou diminuída em qualquer instante,
bastando para isso girar a chave seletora para nova carga. Para
cancelar o choque pressione “ANULA”. Quando a carga estiver
completa o aparelho emite um sinal sonoro e informa no visor
“Carga Pronta”.
Passo 3 – Choque
Após o aviso de “carga pronta”, pressione o botão 3 de choque
(laranja) no painel frontal ou utilize os dois botões (laranja)
localizados nas pás externas. Somente com as pás externas
adulto/infantil é possível desfibrilar pelos botões das pás.
119
Em vermelho, é indicada a energia a ser carregada.
4- MODO D.E.A
120
3 - Selecione a função DEA.
Posicione a chave seletora na posição “DEA”. O DualMax
entrará automaticamente no modo de análise do ritmo
cardíaco e iniciará as instruções por meio de áudio, de
forma clara e pausada, para que o usuário possa
entender perfeitamente.
ATENÇÃO: o paciente precisa estar em uma superfície
fixa. Qualquer movimento durante o processo de
avaliação clínica resultará em leituras equivocadas.
ATENÇÃO: as pás são descartáveis e poderão ser
utilizadas em apenas um paciente por vez. Lembre-se de
manter pares reservas sempre junto ao aparelho.
4 - Aplique o choque.
Se for detectada a necessidade de choque, o indicador
de choque piscará na tela e o aparelho solicitará ao
usuário que aperte o botão “CHOQUE”. Pressione o
botão “CHOQUE”. O choque será aplicado. ATENÇÃO: o
operador não deve tocar no paciente ou em qualquer
material condutivo ligado a ele, durante a aplicação do
choque, sob risco de receber uma elevada descarga
elétrica. NOTA: a energia entregue é pré-ajustada. O
operador não pode alterar este protocolo. Para eletrodo
adulto: 1º choque 150 J e os seguintes 200 J; para
eletrodo infantil os choques serão de 50 J.
5 - Inicie o RCP.
Após o choque, inicie a técnica de RCP.
121
PROCEDIMENTO OPERACIONAL
PADRÃO
RECURSOS NECESSÁRIOS:
• Compressa descartável;
• Álcool a 70%;
• EPI;
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
• Coloca EPI;
• Retirar lençol da maca;
• Higienizar a maca, bancos e bancadas com alcool 70% utilizando compressa
descartável;
• Despresar a compressa utilizada em lixo infectante;
• Recolher o lixo infectante;
• Repor o material de enfermagem utilizado no transporte;
• Colocar lençol na maca;
• Se necessario realizar a troca do material de oxigênioterapia;
RECURSOS NECESSÁRIOS:
• Compressa descartável;
• Água;
• Hipoclorito de Sódio a 1%;
• Detergente apropriado;
• 02 Blades;
• EPI;
122
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
• Coloca EPI;
• Retirar lençol da maca;
• Retirar a maca;
• Retirar todo o material da ambulância e acomoda-lo dentro de caixa
apropriada
• Utilizar em 01 balde com agua + Hipoclorito de Sódio a 1% + Detergente
apropriado; No outro balde apenas água. Higienizar com agua + Hipoclorito
de Sódio a 1% + Detergente o teto, paredes, maca, bancos, bancadas e
demais compartimentos, em seguida utilizar compressa com agua limpa.
• Despresar a compressa utilizada em lixo infectante;
• Recolher o lixo infectante;
• Recolocar os materiais na ambulância, checando a sua validade. Repor
material caso esteja em falta.
• Registrar o procedimento em livro controle.
OBS 01: Sempre que o chão da ambulância estiver com sujidades como
sangue, excretas, etc retirar com o auxilio de compressas antes de
encaminhar para lavagem. Sempre que o chão estiver com presença de
barro encaminhar para lavagem.
123
PROCEDIMENTO OPERACIONAL
PADRÃO
124
PROCEDIMENTO OPERACIONAL
PADRÃO
CRONOGRAMA
• Cozinha: Limpar o chão com água + sabão + água sanitária;
Realizar a higienização dos mobiliários e eletrodomésticos.
• Sala Vigilância: Limpar o chão com água + sabão + água
sanitária; Realizar a higienização dos mobiliários.
• Sala motoristas: Limpar o chão com água + sabão + água
sanitária; Realizar a higienização dos mobiliários.
• Quarto enfermagem: Limpar o chão com água + sabão + água
sanitária; Realizar a higienização dos mobiliários.
• Sala agendamento de Exames: Limpar o chão com água +
sabão + água sanitária; Realizar a higienização dos mobiliários.
• Pré consulta: Limpar o chão com água + sabão + água sanitária;
Realizar a higienização dos mobiliários, pia e cadeiras.
Reposição de detergente, papel higiênico e papel toalha.
• Sala agendamento de transporte: Limpar o chão com água +
sabão + água sanitária; Realizar a higienização dos mobiliários.
• Almoxarifado 01 e 02: Limpar o chão com água + sabão + água
sanitária; Higienizar as prateleiras.
• Quarto médico: Limpar o chão com água + sabão + água
sanitária; Realizar a higienização dos mobiliários.
TODOS OS • Sala administrativo: Limpar o chão com água + sabão + água
DIAS sanitária; Realizar a higienização dos mobiliário.
• Sala secretário de saúde: Limpar o chão com água + sabão +
água sanitária; Realizar a higienização dos mobiliários.
• Sala de observação masculina: Limpar o chão com água +
sabão + água sanitária; Realizar a higienização dos mobiliários,
cadeiras. Reposição de detergente e papel toalha.
• Sala de observação feminina: Limpar o chão com água + sabão
+ água sanitária; Realizar a higienização dos mobiliários,
cadeiras. Reposição de detergente, papel higiênico e papel
toalha.
• Banheiros: Limpar o chão com agua + sabão + água sanitária;
Limpeza dos vasos sanitários, pias, maçanetas, Reposição de
detergente, papel higiênico e papel toalha.
• Espuro e esterilização: Limpar o chão com água + sabão +
água sanitária; Realizar a higienização dos mobiliários,
bancadas. Reposição de detergente e papel toalha.
• Consultório de enfermagem: Limpar o chão com água + sabão
+ água sanitária; Realizar a higienização dos mobiliários, pia e
cadeiras. Reposição de detergente e papel toalha.
• Consultório médico: Limpar o chão com água + sabão + água
sanitária; Realizar a higienização dos mobiliários, pia, cadeiras.
Realizar reposição de sabonete liquido e papel toalha.
• Sala de emergência: Limpar o chão com água + sabão + água
125
sanitária; Realizar a higienização dos mobiliários, pia, cadeiras.
Realizar reposição de sabonete liquido e papel toalha.
• Corredor: Limpar o chão com água + sabão + água sanitária;
Realizar a higienização do bebedouro e cadeiras. Realizar
reposição de sabonete liquido e papel toalha.
• Cozinha: Realizar higienização da soleira da janela e lixeiras.
• Sala Vigilância: Realizar higienização da soleira da janela e
lixeiras.
• Sala motoristas: Realizar higienização da soleira da janela e
lixeiras.
• Quarto enfermagem: Realizar higienização da soleira da janela
e lixeiras.
• Sala agendamento de Exames: Realizar higienização das
soleiras das janelas, lixeiras e prateleiras.
• Pré consulta: Realizar higienização do acrilico e lixeiras.
• Sala agendamento de transporte: Realizar higienização da
soleira da janela, e lixeiras.
• Almoxarifado 02: Realizar higienização da soleira da janela.
• Sala administrativo: Realizar higienização da soleira da janela e
lixeiras.
• Sala secretário de saúde: Realizar higienização da soleira da
janela e lixeiras.
1 VEZ POR
• Sala de observação masculina: Realizar higienização da soleira
SEMANA
das janela e lixeiras. Higienizar paredes e teto com pano úmido
com agua + sabão + água sanitária.
• Sala de observação feminina: Realizar higienização da soleira
das janela e lixeiras. Higienizar paredes e teto com pano úmido
com agua + sabão + água sanitária.
• Banheiros: Realizar higienização da soleira da janela e lixeiras.
• Consultório de enfermagem: Realizar higienização da soleira
da janela, porta de vidro e lixeiras.
• Consultório médico: Realizar higienização da soleira da janela
e lixeiras.
• Sala de emergência: Higienizar paredes e teto com pano úmido
com agua + sabão + água sanitária. Realizar higienização da
soleira da janela, portas de vidro e lixeiras.
• Corredor: Realizar higienização das soleiras das janelas e
lixeiras.
• Cozinha: Limpar a geladeira, armários e vidros das janelas.
• Sala Vigilância: Limpar os vidros das janelas.
• Sala motoristas: Limpar os vidros das janelas.
• Quarto enfermagem: Limpar os vidros das janelas.
• Sala agendamento de Exames: Limpar os vidros das janelas.
• Pré consulta: Higienizar paredes e teto com pano úmido com
agua + sabão + água sanitária.
• Sala agendamento de transporte: Limpar o vidro da janela.
A CADA 15 • Almoxarifado 02: Limpar o vidro da janela.
DIAS • Sala de observação masculina: : Limpar o vidro da janela.
• Sala de observação feminina: Limpar o vidro da janela.
• Espuro e esterilização: Higienizar paredes e teto com pano
úmido com agua + sabão + água sanitária.
• Consultório de enfermagem: Higienizar paredes e teto com
pano úmido com agua + sabão + água sanitária.
• Consultório médico: Higienizar paredes e teto com pano úmido
com agua + sabão + água sanitária.
126
• Corredor: Higienizar paredes e teto com pano úmido com água
+ sabão + água sanitária.
• Cozinha: Higienizar paredes e teto com pano úmido com agua +
sabão + água sanitária.
• Sala Vigilância: Higienizar paredes e teto com pano úmido com
agua + sabão + água sanitária.
• Sala motoristas Higienizar paredes e teto com pano úmido com
agua + sabão + água sanitária.
• Quarto enfermagem: Higienizar paredes e teto com pano úmido
01 VEZ com agua + sabão + água sanitária.
POR MÊS • Sala agendamento de Exames: Higienizar paredes e teto com
pano úmido com agua + sabão + água sanitária.
• Sala agendamento de transporte: Higienizar paredes e teto
com pano úmido com agua + sabão + água sanitária.
• Almoxarifado 01 e 02: Higienizar paredes e teto com pano
úmido com agua + sabão + água sanitária.
• Quarto médico: Higienizar paredes e teto com pano úmido com
agua + sabão + água sanitária.
• Sala administrativo: Higienizar paredes e teto com pano úmido
com agua + sabão + água sanitária..
• Sala secretário de saúde: Higienizar paredes e teto com pano
úmido com agua + sabão + água sanitária.
127
PROCEDIMENTO OPERACIONAL
PADRÃO
MATERIAIS:
• Sacos de lixo de material plástico conforme classificação do material;
• Material de proteção individual.
ORIENTAÇÕES
1. Reunir o material para recolher o lixo
2. Colocar o EPI;
3. Recolher o saco de lixo que se encontra na lixeira, amarrando bem as
bordas;
4. Colocar um saco de lixo novo na lixeira, fixando-o firmemente nas bordas;
5. Transportar o lixo recolhido até o depósito para a remoção pela coleta
externa.
6. Acondicionar o lixo no depósito adequado a cada tipo de resíduo, comum
(doméstico), contaminado ou material reciclável.
Observação:
• As lixeiras devem ser esvaziadas uma vez ao dia ou sempre que
atingirem 2/3 do volume da embalagem;
• As lixeiras devem ser lavadas com água e sabão, semanalmente e
sempre que necessário;
• Os resíduos não devem ficar expostos na via pública e sim em
contêineres e/ou recintos exclusivos.
128
PROCEDIMENTO OPERACIONAL
PADRÃO
TIPOS DE RESÍDUOS
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Acondicionar os resíduos em lixeiras com sacos plásticos brancos leitosos
especificados na NBR 9190, de forma que os mesmos preencham até 2/3 do
volume da embalagem, possibilitando que esta seja amarrada acima do
conteúdo, para evitar o transbordamento na hora da coleta;
3. Para resíduos do grupo B:
Acondicionar os resíduos em galões coletores específicos para o material,
mantendo-o sempre fechado.
4. Para resíduos do grupo D:
Acondicionar os resíduos em lixeira com saco de lixo preto, provendo o seu
descarte adequado.
5. Para resíduos do grupo E:
Devem ser acondicionados em recipientes resistentes, reforçados
impermeáveis e grandes o suficiente para receber o material de uso diário do
local. As agulhas não devem ser destacadas das seringas ou manuseadas, a
fim de evitar acidente de trabalho. Ao ser descartado, o recipiente deve estar
devidamente fechado.
6. Todos os resíduos devem estar corretamente acondicionados e identificados
oferecendo condições adequadas para manuseio.
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PROCEDIMENTO OPERACIONAL
PADRÃO
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
1. Lavar as mãos com água e sabão líquido e aplicar álcool glicerinado a 70%
friccionando por 30 segundos:
• antes de iniciar as tarefas de limpeza;
• ao constatar sujidade;
• antes e após uso de toalete;
• após tossir, espirrar ou assoar o nariz;
• antes de se alimentar;
• após término das atividades.
2. Não comer ou fumar quando executar tarefas de limpeza;
3. Evitar o uso de bijouterias, jóias e relógios durante a execução do trabalho.
4. Usar uniforme durante o trabalho e o equipamento de proteção individual (EPI)
de acordo com as circunstâncias de risco.
5. Preparar previamente todo o material necessàrio ao procedimento de limpeza
e desinfecção a ser executado.
6. Remover o lixo do recinto, as roupas sujas e o material usado para os locais
devidos, antes de iniciar a limpeza.
7. Não agitar peças de roupas, sacos de lixo, ou qualquer material contaminado;
8. Não espanar e não fazer varredura a seco nas áreas internas da Central de
Material Esterilizado e Unidade de Saúde.
9. Iniciar pelo mobiliàrio e/ ou paredes e terminar pelo piso.
10. Limpar com movimentos amplos, do lugar mais alto para o mais baixo e da
parte mais distante para a mais próxima.
11. Começar a limpeza sempre do fundo dos recintos, salas e corredores e
prosseguir em direção à saída.
12. Limpar primeiro uma metade do recinto e depois a outra metade, deixando
espaço livre para passagem de pessoas, remoção de equipamentos e
mobiliàrios.
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PROCEDIMENTO OPERACIONAL
PADRÃO
Limpeza e conservação:
• Lavar com água e sabão;
• Fazer desinfecção com hipoclorito de sódio a 1%, por 30 minutos
• Enxaguar;
• Colocar para secar.
ESPONJAS:
Esponjas de aço: Usada para limpeza de superfícies com manchas ou resíduos. É
descartável.
Esponja sintética: Usada na limpeza de superfícies que sofrem danos com
esponjas de aço.
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BALDES: Devem ser de plástico rígido; geralmente são estabelecidas duas
cores: uma para água e outra para solução detergente.
Limpeza e conservação:
• Lavar com água e sabão;
• Colocar emborcados para secar.
PÀS DE LIXO: São de metal ou plàstico com cabo longo de plàstico ou madeira,
usados para recolher pequenas porções de lixo e pó.
Limpeza e conservação:
• Lavar com água e sabão;
• Esfregar com esponja de aço;
• Guardar pendurada pelo cabo.
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PROCEDIMENTO OPERACIONAL
PADRÃO
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
• Preparar o ambiente para limpeza e reunir mobiliàrio leve para deixar a área
livre;
• Encher os baldes até a metade, um com água limpa e o outro com água e
detergente líquido.
• Imergir o pano no balde com solução detergente, retirar o excesso e enrolar na
vassoura ou rodo.
• Passar o pano no piso, sem retirar o pano do chão, iniciando do fundo da sala e
se dirigindo para a porta, de forma que todas as áreas do piso sejam limpas.
• Recolher a sujidade e jogar no lixo.
• Imergir outro pano no balde de água limpa, torcer e enrolar na vassoura.
• Retirar o sabão do piso, iniciando do fundo da sala e se dirigindo para a porta.
• Secar o piso usando o pano bem torcido.
• Limpar os rodapés.
• Recolocar o mobiliàrio no local original.
• Limpar o material de trabalho e guardar em local apropriado.
• Este procedimento deve ser realizado diariamente;
• Toda área que permanece úmida ou molhada tem mais condições de albergar e
reproduzir germes gram negativos e fungos, as áreas empoeiradas podem
albergar germes gram positivos, micobactérias e outros.
Conclui-se dessa forma que deve-se evitar excesso de água na limpeza, secar
muito bem o piso e abolir varredura seca.
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PROCEDIMENTO OPERACIONAL
PADRÃO
RECURSOS NECESSÁRIOS:
• 02 baldes;
• Rodo;
• Panos limpos;
• Escova manual;
• Água e detergente líquido;
• Desinfetante;
• Luvas de autoproteção;
• Epi.
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
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PROCEDIMENTO OPERACIONAL
PADRÃO
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
• Preparar o ambiente para limpeza e reunir mobiliàrio leve para deixar a área
livre;
• Encher os baldes até a metade, um com água limpa e o outro com água e
detergente líquido.
• Imergir o pano no balde com solução detergente, retirar o excesso e enrolar na
vassoura ou rodo.
• Passar o pano no piso, sem retirar o pano do chão, iniciando do fundo da sala e
se dirigindo para a porta, de forma que todas as áreas do piso sejam limpas.
• Recolher a sujidade e jogar no lixo.
• Imergir outro pano no balde de água limpa, torcer e enrolar na vassoura.
• Retirar o sabão do piso, iniciando do fundo da sala e se dirigindo para a porta.
• Secar o piso usando o pano bem torcido.
• Limpar os rodapés.
• Recolocar o mobiliàrio no local original.
• Limpar o material de trabalho e guardar em local apropriado.
• Este procedimento deve ser realizado diariamente;
• Toda área que permanece úmida ou molhada tem mais condições de albergar e
reproduzir germes gram negativos e fungos, as áreas empoeiradas podem
albergar germes gram positivos, micobactérias e outros.
Conclui-se dessa forma que deve-se evitar excesso de água na limpeza, secar muito
bem o piso e abolir varredura seca.
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PROCEDIMENTO OPERACIONAL
PADRÃO
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
1. Afastar os móveis e os equipamentos das janelas e portas;
2. Forrar o piso com pano de chão, colocando-o debaixo da janela ou porta;
3. Encher metade de dois baldes, um com água e outro com água e detergente
líquido;
4. Imergir o pano no balde com água limpa e torcer;
5. Remover a poeira passando o pano de cima para baixo e da esquerda para a
direita;
6. Imergir o outro pano no balde com solução detergente; retirar o excesso e
passar no vidro, moldura da janela ou porta, soleira da janela e maçanetas;
7. Imergir o outro pano de limpeza no balde com água limpa;
8. Passar o pano em toda a extensão da janela ou porta para remover a solução
detergente;
9. Secar a janela ou porta, com pano de limpeza seco;
10. Retirar o pano de chão colocado debaixo da janela ou porta;
11. Recolocar o mobiliário e equipamento no local original;
12. Limpar o material de trabalho e guardar em local apropriado.
Observação:
• Este procedimento deve ser realizado quinzenalmente.
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PROCEDIMENTO OPERACIONAL
PADRÃO
RECURSOS NECESSÁRIOS:
• Panos de limpeza
• 02 baldes
• Água
• Detergente líquido
• Escova
• EPI.
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
1. Encher metade dos baldes, um com água limpa e outro com água e detergente
líquido;
2. Retirar os objetos de cima e, se possível, do interior do móvel ou equipamento
a ser limpo;
3. Retirar a poeira do móvel ou equipamento com o pano úmido dobrado, para
obter várias superfícies de limpeza;
4. Imergir o outro pano na solução detergente e retirar o excesso;
5. Limpar o móvel ou equipamento, esfregando o pano dobrado com solução
detergente; se necessàrio usar a escova;
6. Retirar toda a solução detergente com pano umedecido em água limpa;
7. Enxugar o móvel ou equipamento;
8. Limpar o material de trabalho e guardar em local apropriado.
Observação:
• Este procedimento devera ser realizado diariamente e sempre que necessário.
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PROCEDIMENTO OPERACIONAL
PADRÃO
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PROCEDIMENTO OPERACIONAL
PADRÃO
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO:
1. Recolher o lixo (conforme rotina);
2. Limpar tetos e paredes (conforme rotina);
3. Limpar janelas e portas (conforme rotina);
4. Limpar pias;
5. Umedecer a esponja de aço e espalhar detergente sobre ela;
6. Esfregar a esponja sintética
7. na parte interna da pia;
8. Passar a esponja com detergente líquido na torneira;
9. Retirar os detritos localizados no interior da válvula, usando um gancho de
arame;
10. Esfregar a parte externa da pia, as torneiras e encanamentos sob a pia com
pano umedecido em água e detergente líquido;
11. Enxaguar a parte interna e externa da pia com água limpa;
12. Secar a pia com um pano seco, polindo a torneira;
13. Limpar o material de trabalho e guarda-lo em local apropriado;
14. Limpar instalações sanitárias:
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PROCEDIMENTO OPERACIONAL
PADRÃO
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• A equipe de saúde da unidade geradora deve ser orientada a evitar que objetos
perfuro cortantes, instrumentos ou outros artigos que possam causar danos aos
trabalhadores e/ou aos equipamentos sejam deixados juntamente com a roupa
suja nos sacos de coleta;
ACONDICIONAMENTO DE ROUPAS:
• Recomenda-se saco hamper de plásticos ou de tecido, que tenha qualidade
suficiente para resistir ao peso da roupa, de modo a não romper durante a sua
manipulação e transporte;
• Os sacos de tecido são adequados para a maioria das roupas e devem ser
submetidos ao mesmo processo de lavagem da roupa antes de serem
reutilizados;
• Sacos plásticos são de uso único;
• O acondicionamento de roupas deve incluir: fechar os sacos adequadamente de
forma a impedir a sua abertura durante o transporte, não exceder ¾ da sua
capacidade;
• Armazená-los em local destinado para esse fim que, segundo a RDC 50/02,
pode ser a sala de utilidades;
• O local destinado para o armazenamento da roupa suja na unidade geradora
deve ser arejado e higienizado, conforme rotina pré-estabelecida, a fim de evitar
o aparecimento de insetos e roedores;
• A coleta deve ser realizada em horário pré-estabelecido e a roupa deve
permanecer o menor tempo possível na unidade geradora antes de ser
transportada para a unidade de processamento;
• O tempo em que a roupa suja permanece depositada antes de ser processada
está mais relacionado a questões práticas, como remoção de manchas e
aspectos estéticos, do que o controle de infecção;
• Não utilizar saco solúvel, uma vez que esse requer o uso de água quente, pode
causar manchas na roupa ou dificultar a remoção de manchas e não oferece
nenhum benefício relacionado ao controle de infecção, além de aumentar o
custo do processamento da roupa;
SEPARAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO
• A qualidade da lavagem começa na separação da roupa suja, quando esta é
classificada de acordo com o grau de sujidade, tipo de tecido e cor;
• É a fase do processamento que oferece maior risco aos trabalhadores sob o
ponto de vista de infecção e saúde ocupacional;
• Apesar de infrequentes, infecções associadas a essa fase têm sido atribuídas à
inadequação na higienização e uso de EPI.
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• Localizar e retirar objetos estranhos que possam estar presentes junto com a
roupa;
• Esses objetos podem, além de aumentar a exposição ocupacional a injúrias e
infecção, danificar os equipamentos e tecidos.
Coloração da roupa:
• A classificação por cor tem o objetivo de evitar manchas;
• Roupa branca e cores claras;
• Roupa de cores firmes;
• Roupa de cores desbotáveis.
Nota: A frequente higienização das mãos pelo pessoal que manuseia roupa suja é
essencial para a prevenção de infecções.
PROCESSO DE LAVAGEM:
• Após a classificação da roupa suja, a mesma é colocada dentro da lavadora e
no final do processo de lavagem, é retirada e enxaguada em agua abundante.
• O processo de lavagem da roupa consiste na eliminação da sujeira, deixando-a
com aspecto e cheiro agradável, além do nível bacteriológico reduzido ao
mínimo;
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• São aspectos importantes dessa etapa: a restituição da maciez e elasticidade
dos tecidos e a preservação das fibras e cores, de forma a propiciar conforto
para o uso.
• A roupa é desinfetada durante o processo de lavagem, tornando-se livre de
patógenos vegetativos, mas não se torna estéril.
• A lavagem consiste numa sequência de operações ordenadas, que leva em
consideração o tipo e a dosagem dos produtos químicos, a ação mecânica
produzida pelo batimento e esfregação das roupas nas lavadoras, a
temperatura e o tempo de contato entre essas variáveis;
• O perfeito balanceamento desses fatores é que define o resultado final do
processo de lavagem;
• A descontaminação de qualquer tipo de roupa antes do processo de lavagem é
desnecessária.
Umectação:
• Consiste no uso de produtos que dilatam as fibras e reduzem a tensão
superficial da água, facilitando a penetração da solução e a remoção de
sujidades, como sangue, albuminas, dentre outras;
• Nesta fase a água deve estar à temperatura ambiente, uma vez que a água
aquecida favorece a fixação da matéria orgânica ao tecido.
Pré-lavagem:
• A pré-lavagem tem como função emulsionar as gorduras ácidas, dilatar as
fibras dos tecidos, preparando-os para as operações seguintes e,
consequentemente, diminuir o uso de produtos químicos;
• Nesta fase são usados detergentes que têm propriedades de remoção,
suspensão e emulsão da sujidade;
• A remoção da sujidade ocorre pela ação química do detergente nas partículas
de sujeira e o seu deslocamento por meio da ação mecânica;
• A suspensão ocorre em consequência da ação do detergente sobre a sujidade,
deixando-a suspensa na água;
• A emulsão ocorre pelo poder de umectação do detergente tenso ativo, que
reage com a sujidade de natureza oleosa;
• O consumo de produtos químicos é menor usando-se a pré-lavagem, que
remove grande parte da sujidade presente na roupa, enquanto que o restante
será eliminado nas demais etapas.
Lavagem:
• São de ordem física: mecânica, temperatura e tempo;
• Química: detergência, alvejamento, desinfecção, acidulação e amaciamento;
• Na fase da lavagem, a combinação das ações mecânica, da temperatura, do
tempo e da detergência tem a finalidade de remover o restante da sujidade.
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Ação mecânica:
• É produzida pelo batimento e esfregação das roupas nas lavadoras;
• Isso ocorre devido à rotação do tambor, que exerce a ação mecânica
esfregando uma peça de roupa à outra, levantando-as com as pás para, logo
em seguida, deixá-las cair na solução de lavagem;
• Dentre os fatores que interferem na ação mecânica, destacam-se: o excesso
de roupa na lavadora, a rotação irregular do motor, a velocidade de rotação do
cesto e o nível da água;
• Portanto deve-se evitar a ocorrência desses fatores, a fim de garantir uma
adequada ação mecânica na lavagem da roupa.
Temperatura:
• A temperatura é um fator importante no processo de lavagem, pois diminui a
tensão superficial da água, facilitando a sua penetração nas fibras do tecido;
• Enfraquece as forças de adesão que unem a sujeira ao tecido;
• Diminui a viscosidade de graxas e óleos, facilitando a sua remoção;
• Aumenta a ação dos produtos químicos e contribui para a desinfecção das
roupas;
• Como resultado, melhora a qualidade do processo e colabora com a economia
de tempo e de produtos químicos;
• Apesar dessas vantagens, a temperatura elevada não é fator essencial para o
processamento de roupas, uma vez que outros fatores também contribuem para
a qualidade e segurança do processo.
Tempo:
• O tempo em que a roupa é submetida à lavagem também interfere na qualidade
do processo;
• Quando o tempo de lavagem está acima do necessário, gera aumento de
custos e de consumo de energia, desgaste da roupa e diminuição da
produtividade das lavadoras;
• Abaixo do necessário, não promove uma efetiva higienização da roupa.
Nível da água:
• A água é o diluente dos produtos químicos que formam a solução de lavagem e
o meio para carrear as sujidades em suspensão;
• É necessário que o nível da água esteja adequado para a quantidade de roupa
a ser lavada;
• O nível de água no tambor interno da lavadora é fator importante para a eficácia
da ação mecânica da lavagem;
• Se o nível de água estiver alto demais pode ocorrer: menor ação mecânica, em
virtude da diminuição da altura da queda;
• Necessidade de aumento da quantidade de produto de lavagem;
• Maior ônus, causado pelo gasto desnecessário de água;
• Se o nível de água estiver baixo demais durante os enxágues, provocará: maior
dificuldade e lentidão na remoção da sujeira e produtos;
• Permanência de resíduos de produtos que podem provocar odor desagradável;
• Amarelamento da roupa.
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Nota: Em todas as etapas após a lavagem, a qualidade da limpeza deve ser avaliada
para determinar a necessidade de seu retorno para o início do processo e a existência
de peças danificadas para posterior reparo ou baixa.
Alvejamento:
• Reestabelece a tonalidade natural do tecido e colabora com a redução da
contaminação microbiana;
• Esta é uma fase complementar da lavagem e nunca deve substituir a mesma;
• Pode ser realizado por alvejantes químicos, sendo que os mais eficientes são
aqueles a base de cloro, ou por meio de branqueador ótico;
• Os mais utilizados são: peróxido de hidrogênio, perborato de sódio, ácido
peracético e ozônio.
Enxágue:
• É uma ação mecânica destinada à remoção por diluição da sujidade e dos
produtos químicos presentes nas roupas;
• O risco de dano ao tecido pode ser minimizado por um adequado enxágue e
neutralização.
Amaciamento:
• É uma operação que consiste em adicionar, no último enxágue, um produto que
contém ácidos graxos em sua composição para realinhar as fibras, lubrificá-las
e eliminar a carga estática. É realizado juntamente com a neutralização;
• O amaciamento melhora a elasticidade das fibras, torna o tecido suave e macio,
aromatiza suavemente a roupa, evita o enrugamento do tecido na calandra e
melhora o acabamento.
Secagem:
• É a operação que visa retirar a umidade das roupas como uniformes,
toalhas, cobertores e roupas de tecido felpudo.
Embalagem da roupa:
• A roupa limpa é dobrada, podendo ser armazenada embalada ou não.
Sacos plásticos ou de tecidos podem ser utilizados para embalar roupas
separadamente ou em forma de kits.
O local onde as roupas serão armazenadas deve ser limpo, livre de umidade e
exclusivo para esse fim. Além disso, deve-se proibir que funcionários alimentem-se
nesse local. Pode-se utilizar armário, estante ou outro mobiliário, que devem ser
fechados e possuir superfícies passíveis de limpeza. A roupa limpa deve ser
manuseada somente quando necessário e com prévia higienização das mãos.
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