ÍNDICE
1. INTRODUÇÃO ..................................................................................................................... 1
1.1. Justificativa ......................................................................................................................... 1
1.2. Descrição do Problema ....................................................................................................... 2
1.3. Hipóteses ............................................................................................................................. 3
1.4. Objectivos ........................................................................................................................... 3
1.4.1. Objectivo Geral ................................................................................................................ 3
1.4.2. Objectivos Específicos ..................................................................................................... 3
1.6. Delimitação da Pesquisa ..................................................................................................... 4
2. REVISÃO DE LITERATURA .............................................................................................. 5
2.1. Auditoria ............................................................................................................................. 5
2.1.1. Auditoria Externa ............................................................................................................. 6
2.1.2. Auditoria Interna .............................................................................................................. 7
2.2. Controlo Interno .................................................................................................................. 8
2.3. Importância da Auditoria nas Empresas ............................................................................. 9
2.4. Diferenças fundamentais entre a auditoria interna e auditoria externa ou ........................ 10
3. CRONOLOGIA DAS ACTIVIDADES E ESTRUTURA ORÇAMENTAL ..................... 12
3.1. Cronologia das actividades ............................................................................................... 12
Fonte: Elaborado pela Proponente (2022) ............................................................................ 12
3.2. Estrutura orçamental ......................................................................................................... 12
4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS................................................................................. 13
1. INTRODUÇÃO
De acordo com Jund (2001) citado por Carvalho (2012), “a auditoria externa é uma das técnicas
utilizadas pela contabilidade, ou seja, aquela destinada a examinar a escrituração e
demonstrações contabilísticas, a fim de confirmar sua adequação”. Basicamente, a auditoria
externa executa a conferência dos dados obtidos através das escriturações contabilísticas, com
o intuito de confirmar a veracidade destes dados. CARVALHO (2012)
Neste contexto, observa-se que os gestores tem a responsabilidade de garantir com que as
actividades contabilísticas sejam executadas em conformidade com o previsto na lei e de
acordo com as orientações contabilísticas de modo com que a verificação externa não culmine
em detenção de erros mas sim na credibilização dos gestores confiados para a execução da
actividade financeira. É importante realçar a necessidade da clareza e objectividade durante a
execução das actividades financeiras, para que o auditor externos tenham uma actividade
“facilitada” durante a realização das suas actividades.
O presente trabalho de pesquisa, abordar-se-á aspectos relacionados com a importância da
auditoria externa no alcance dos objectivos previamente definidos pelas organizações,
concretamente, no Departamento Financeiro do Serviço Provincial da Economia e Finanças,
onde o mesmo irá sustentar-se nos conceitos apresentados na visão de vários autores.
Quanto à organização, o trabalho apresenta quatro capítulos, sendo o primeiro referente a
Introdução, no qual se insere a contextualização da pesquisa, o problema da pesquisa, os
objectivos geral e específicos, a justificativa, a delimitação do tema e as hipóteses. No segundo
encontra-se a Revisão da Literatura, onde são definidos os principais conceitos e teorias em
torno do tema de pesquisa. Para o terceiro capítulo insere-se a metodologia de pesquisa e as
técnicas que serão aplicados no processo de colecta de dados. Por fim, o quarto e último
capítulo, constituído pela conclusão e as sugestões por volta do desfecho do projecto de
pesquisa.
1.1. Justificativa
Embora o tema em alusão tem sido alvo de muitas pesquisas, ainda carece de aprofundamento
concernente ao impacto da auditoria externa para o alcance dos objectivos do Serviço
Provincial da Economia e Finanças de Gaza.
1
De acordo com os autores Bell & Jonhs (1942) citados por Carvalho (2012), os principais
objetivos de um programa de auditoria, giram em torno da detecção de fraudes. Através da
auditoria, pode-se verificar as contas de uma empresa com a finalidade de determinar qual a
sua posição financeira e o resultado de suas operações, para que se possa comunicar o resultado
dos exames aos proprietários, acionistas, gerentes ou a quem de interesse. CARVALHO (2012)
No entanto, o objectivo da pesquisa é avaliar especificamente a vantagem e contribuição que
que a auditoria externa trás ao Estado como uma ferramenta de avaliação de desempenho do
Departamento Financeiro do Serviço Provincial da Economia e Finanças de Gaza.
Os resultados da presente pesquisa serão importantes na tomada de decisões políticas, na
medida em que, possibilitarão a visualização das possíveis limitações assim como pontos
positivos durante a execução do orçamento, podendo tomar acções correctivas e desenvolver
estratégias para uma gestão eficiente e eficaz do orçamento comunicado à nível deste Serviço,
podendo alastrar à nível de outras Províncias do País.
Na academia, o estudo poderá servir posteriormente de sustento ou referência na realização de
outros trabalhos da mesma ou áreas similares, e que a metodologia utilizada nesta pesquisa
ajude e facilite aos respectivos pesquisadores o alcance dos objectivos por eles a serem traçados
1.2. Descrição do Problema
Todo ano económico inicia com a comunicação do orçamento direcionado às instituições
pertencentes ao Estado, sendo da responsabilidade do sector contabilístico o registo das
actividades financeiras nos livros apropriados.
Daí surge a necessidade de se supervisionar essas actividades, cabendo a auditoria a
averiguação da autenticidade dos registros contabilísticos podendo ser internamente ou ao nível
externo (auditoria interna e externa respectivamente), e o Departamento financeiro do Serviço
Provincial da Economia e Finanças não é excepção.
Deste modo, surge a questão que irá conduzir a presente pesquisa, sendo a seguinte:
Em que medida a auditoria externa contribui para o alcance dos objectivos definidos
pelas organizações, concretamente no Serviço Provincial da Economia e Finanças de
Gaza?
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1.3. Hipóteses
Hipótese Positiva
A auditoria externa contribui positivamente para o alcance dos objectivos do Serviço
Provincial da Economia e Finanças de Gaza.
Hipótese Negativa
A auditoria externa não contribui para o alcance dos objectivos do Serviço Provincial
da Economia e Finanças de Gaza.
1.4. Objectivos
1.4.1. Objectivo Geral
Compreender de que forma a auditoria externa influencia no alcance dos objectivos do
Serviço Provincial da Economia e Finanças de Gaza.
1.4.2. Objectivos Específicos
Conceituar Auditoria e sua contribuição no alcance dos objectivos das organizações;
Descrever as diferenças entre auditoria externa e interna; e
Demonstrar de que forma a auditoria externa constitui instrumento impulsionador para
o alcance dos objectivos financeiros do Serviço Provincial da Economia e Finanças.
1.5. Metodologia
Pesquisa é o processo formal e sistemático de desenvolvimento do método científico que tem
como objectivo fundamental descobrir respostas para problemas mediante o emprego e
procedimentos científicos (Gil, 2006).
Lakatos e Marconi (2003) destacam que a pesquisa bibliográfica pode ser entendida como
pesquisa de fontes secundárias, tratando-se basicamente da realização de um levantamento da
bibliografia já publicada e apresentada em forma de livros técnicos, artigos e revistas
científicas, dentre outras. Pode-se afirmar que sua finalidade é colocar o pesquisador em
contacto directo com a literatura escrita sobre um determinado assunto, no intuito de
3
possibilitar ao cientista uma espécie de reforço conceitual para suportar a análise de sua linha
de pesquisa.
O presente trabalho foi elaborado a partir de informações apuradas e seleccionadas por meio
de pesquisas bibliográficas, em livros, artigos, temas leccionados anteriormente noutras
disciplinas do ramo Gestão e por outros meios electrónicos (internet), onde extraiu-se
informações mais relevantes que fazem alusão ao tema.
Para Gil (2006), a pesquisa bibliográfica é efectuada a partir do material já elaborado
(constituído principalmente por livros e artigos científicos). No entanto, a pesquisa
bibliográfica consistiu na leitura e análise de livros, manuais e outros artigos científicos que
abordam informações inerentes aos efeitos das mudanças das taxas de câmbio.
1.6. Delimitação da Pesquisa
De modo que se prosseguisse com a realização da presente pesquisa, tomou-se como amostra
uma instituição pertencente ao Estado Moçambicano na Província de Gaza, concretamente na
Cidade de Xai-Xai, tratando-se do Serviço Provincial da Economia e Finanças. O estudo de
caso será realizado no intervalo fechado de (2021 a 2022).
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2. REVISÃO DE LITERATURA
2.1. Auditoria
De acordo com Dutra et al. (2017) a auditoria surgiu da necessidade de controlar e confirma a
própria contabilidade por parte dos investidores e proprietários, sendo que contabilidade foi à
primeira disciplina desenvolvida para tal função. Foi relacionada ao início das atividades
econômicas desenvolvidas pelo homem.
Hoje, entende-se a auditoria como sendo uma especialização contabilística, que se volta a testar
a eficiência do controlo patrimonial.
“A auditoria é, simplesmente, a comparação imparcial entre o fato concreto e o desejado, com
o intuito de expressar uma opinião ou de emitir comentários, materializados em relatórios de
auditoria.” (ARAÚJO, 2001 p.13) citado por DUTRA ET AL.(2017)
O crescimento da auditoria se deu pelo desenvolvimento do sistema familiar após a revolução
industrial. As empresas começaram a buscar novos mercados, competindo por espaço. Como
consequência, foi necessário rever as formas de controle das empresas, visando, sobretudo, a
redução dos custos de produção (ALMEIDA, 1996) citado por CARVALHO.(2012)
Com a expansão das organizações e dos mercados consumidores, impulsionados pelo
fenômeno da globalização, o controle e a adequada utilização das normas e procedimentos
contábeis se tornaram fundamentais para um bom desempenho econômico das empresas.
De acordo com Ricardo Ferreira citado por Dutra et al. (2017), os procedimentos de auditoria
são o conjunto de procedimentos técnicos com base nos quais o auditor obtém evidências ou
provas que sejam suficientes e adequadas para fundamentar o seu parecer sobre as
demonstrações contábeis auditadas. Os procedimentos de auditoria são adotados: antes do
encerramento do exercício; na data de seu término; após o encerramento do exercício e antes
da elaboração das demonstrações; depois da elaboração das demonstrações.
De acordo com Gil (1999,p.59) citado por Dutra et al. (2017) a auditoria é uma função
administrativa que exerce a verificação/constatação/validação, via testes e analises dos
resultados dos testes, com consequente emissão de opinião, em momento independente das
demais três funções administrativas (planeamento, execução, controle), consoante os três
níveis empresariais principais (operacional, tático e estratégico).
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Tipos de Auditoria
2.1.1. Auditoria Externa
De acordo com Jund (2001) citado por Carvalho (2012), “a auditoria externa é uma das técnicas
utilizadas pela contabilidade, ou seja, aquela destinada a examinar a escrituração e
demonstrações contábeis, a fim de confirmar sua adequação”. Basicamente, a auditoria externa
executa a conferência dos dados obtidos através das escriturações contábeis, com o intuito de
confirmar a veracidade destes dados.
A auditoria externa ou auditoria independente surgiu como parte da evolução do sistema
capitalista. Com a expansão do mercado e o crescimento da concorrência, houve a necessidade
de a empresa ampliar suas instalações fabris e administrativas, investir no desenvolvimento
tecnológico e aprimorar os controlos e procedimentos internos em geral, principalmente
visando à redução de custos e, portanto, tornando mais competitivos seus produtos no mercado.
DUTRA ET AL. (2017)
Segundo Crepaldi (2009,p.286) citado por Carvalho (2012) o auditor independente necessita
planejar adequadamente seu trabalho, avaliar o sistema de controlo interno relacionado com a
parte contábil e proceder á revisão analítica das contas do ativo, passivo, despesas e receitas, a
fim de estabelecer a natureza, datas e extensão dos procedimentos de auditoria, colher as
evidências comprobatórias das informações das demonstrações financeiras e avaliar essas
evidencias.
Os futuros investidores precisavam conhecer a posição patrimonial e financeira, a capacidade
de gerar lucros e como estava sendo efetuada a administração financeira dos recursos na
empresa. Essa necessidade de informação era para que o investidor pudesse avaliar a segurança,
a liquidez e a rentabilidade de seu futuro investimento. A melhor forma de o investidor obter
essas informações era por meio das demonstrações contábeis da empresa. DUTRA ET AL.
(2017)
A auditoria externa é dividida em inúmeras segmentações de gestão, existindo muitas
derivações, tais como: auditoria de demonstrações financeiras, auditoria de recursos humanos,
auditoria contábil, auditoria jurídica, auditoria de sistemas, auditoria de qualidade, entre outras.
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A Auditoria Externa não e realizada para detectar fraudes, erros ou para interferir na
administração da empresa, ou ainda, reorganizar o processo produtivo ou demitir pessoas
ineficientes. Naturalmente, no decorrer do processo da auditoria, o auditor pode encontrar
fraudes ou erros, mas seu objetivo não e este. Seu objetivo é emitir um parecer. DUTRA ET
AL. (2017)
Segundo Almeida (1996,p.32) citado por Dutra et al. (2017) “O auditor externo deve examinar
as demonstrações contábeis de acordo com as normas de Auditoria geralmente aceitas;
portanto, não é seu objetivo principal detectar irregularidades (roubos, erros propositais, etc.)”
2.1.2. Auditoria Interna
Surgiu o auditor interno como uma ramificação da profissão de auditor externo, e
consequentemente, do contador. DUTRA ET AL. (2017)
O objetivo geral da Auditoria Interna é avaliar e prestar ajuda a alta administração e
desenvolver adequadamente suas atribuições, proporcionando-lhes analises, recomendações de
comentários e comentários objetivos, acerca das atividades examinadas, sendo assim é o
conjunto de procedimentos com o objetivo de examinar a integridade e adequação dos controles
internos da entidade. DUTRA ET AL. (2017)
O auditor interno é um empregado da empresa, e dentro da organização ele não deve estar
subordinado aqueles cujo trabalho examina. O mesmo não poderá desenvolver atividades que
ele possa vir um dia examinar, para que não interfira e sua independência, portanto, deve
preocupar-se com qualquer fase das atividades da empresa na qual possa ser de utilidade à
administração. DUTRA ET AL. (2017)
Podemos definir Auditoria Interna como uma função continua, completa e independente,
desenvolvida na empresa, por pessoal desta ou não, baseada na avaliação do risco, verifica a
existência o cumprimento, a eficácia, e a optimização dos controles internos e dos processos
de governação, ajudando o cumprimento de seus objetivos. DUTRA ET AL. (2017)
Sem tais indagações, a organização pode ficar a mercê de fraudes, erros, ineficiências e outras
irregularidades, praticadas por agentes internos ou externos. DUTRA ET AL. (2017)
Através do relatório, o auditor interno prescreverá recomendações e as providências a serem
tomadas pela administração. Portanto, não basta a simples existência do aparato de auditoria,
7
mas a responsável implementação das recomendações e procedimentos cabíveis a rotinas
organizacionais. Daí sua importância como instrumento de mudança e controlo. DUTRA ET
AL. (2017)
Se o Controle Interno for bom, a probabilidade de se haver erros ou fraudes é menor. Sendo
assim, o auditor aplicará menos testes substantivos (testes substantivos são os exames de fato
que o auditor faz.). E vice-versa. A realização de procedimentos regulares visando identificar
as falhas e preveni-las, reforçando os controlos, é imprescindível para qualquer gestão
organizacional. DUTRA ET AL. (2017)
2.2. Controlo Interno
O controlo interno consiste em um plano de organização de todos os métodos e medidas
coordenadas, aplicadas a uma empresa, a fim de proteger seus bens, conferir a exatidão e a
fidelidade de seus dados contábeis, para que assim possa promover a eficiência e estimular a
obediência às diretrizes administrativas estabelecidas.
Os meios de controlo incluem as formas de organização, instruções, padrões, comitês, planos
de contas, orçamentos, relatórios, registros, projetos, inventários, treinamentos, entre outros.
Controle Interno também deve verificar e assegurar a proteção do patrimônio e a veracidade e
fidedignidade das informações contábeis e não contábeis da organização, através de
conciliação de documentos e planos de contas.
É necessário também analisar se as normas e procedimentos estabelecidos estão sendo
cumpridos por pessoal qualificado com o treinamento para desenvolver suas atividades e
devidamente supervisionado pelos seus supervisores de cada setor. E averiguar mediante as
situações que sugerem nos departamentos qual o melhor a ser seguido, indicando as
responsáveis por cada departamento qual é a melhor maneira para efetuar determinada
operação, para reduzir custos e atingir o maior grau de Eficiência e Eficácia dos sistemas
operacionais.
De acordo com a Organização Internacional das Entidades Fiscalizadoras Superiores –
(INTOSAI) citado por Dutra et al. (2017), controlo interno é um processo integrado efetuado
pela direção e corpo de funcionários, e é estruturado para enfrentar os riscos e fornecer razoável
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segurança de que na consecução da missão da entidade os seguintes objetivos gerais serão
alcançados:
Execução ordenada, ética, econômica, eficiente e eficaz das operações;
Cumprimento das obrigações de accountability (responsabilidade);
Cumprimento das leis e regulamentos aplicáveis;
Salvaguarda dos recursos para evitar perdas, mau uso e dano.
2.3. Importância da Auditoria nas Empresas
Grandes empresas começaram a ter dentro de suas organizações uma auditoria interna com a
finalidade de trazer melhorias para o controle interno e garantir eficiência e eficácia na gestão
da empresa. Portanto a auditoria é o exame de demonstrações e registros administrativos. O
auditor observa a exatidão, integridade e autenticidade de tais demonstrações, registros e
documentos. DUTRA ET AL. (2017)
Portanto tem como finalidade a verificação geral das contas de uma empresa, para determinar
sua posição financeira, o resultado de suas operações e a probabilidade de seus administradores,
com o fim de comunicar o resultado do exame aos proprietários, acionistas, gerentes,
conselheiros, bolsas e outros órgãos oficiais, síndicos atuais ou prováveis arrendatários, futuros
interventores ou compradores, juntas de credores, agências mercantis, hipotecários ou
quaisquer outros interessados. DUTRA ET AL. (2017)
O auditor deve determinar se houve prestação justa de contas de um patrimônio e se os negócios
foram convenientemente administrados, deve também comunicar aos interessados (sócios) se
ouve prejuízo ou lucro, determinas custos, inventários, tem também como objetivo investigar
se ouve fraude ou não, averiguar a dimensão da fraude se houve, e impedir fraudes que possam
vir a acontecer. DUTRA ET AL. (2017)
Auditoria Interna Operacional têm por objetivo assessorar a administração nas áreas
operacionais que as funções e responsabilidades estão sendo cumpridos, avaliando cada setor.
Auditoria de Sistemas realiza pesquisas nos sistemas informatizados, ou seja, buscam verificar
a adequação, eficácia e eficiência destes sistemas e os respectivos procedimentos de segurança,
no ambiente de tecnologia de informações. Auditoria de Qualidade em função da globalização
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dos mercados passa-se a exigir maior qualidade dos produtos e serviços. Efetuando uma
avaliação sobre determinada área, para avaliar o sistema implantado, opinando sobre o
aperfeiçoamento que poderá ser feito. Auditoria Ambiental é onde são analisados os possíveis
danos que as empresas podem causar ao meio ambiente, avaliando possíveis prejuízos que a
atividade da empresa poderá acarretar sobre a vida da população e ao meio ambiente. DUTRA
ET AL. (2017)
Na auditoria de Gestão também chamada de Auditoria dos três “E” (economia, eficácia e
eficiência), sua função é desempenhada em nível de planeamento e no processo de tomada de
decisão e tendo como base a auditoria operacional. DUTRA ET AL. (2017)
2.4. Diferenças fundamentais entre a auditoria interna e auditoria externa ou
independente
Auditoria interna e auditoria externa não se confundem. Apesar de possuírem alguns pontos
em comum, são fundamentalmente diferentes e existem com objetivos distintos. DUTRA ET
AL. (2017)
O auditor interno não restringe suas atividades à simples verificação da correta aplicação de
normas e procedimentos. Tem a atuação de um consultor para a organização, promovendo
medidas de incentivo e propondo aperfeiçoamentos no funcionamento organizacional. DUTRA
ET AL. (2017)
A finalidade do trabalho realizado pelo auditor externo difere da realizada pelo auditor interno
na medida em que o seu principal objetivo é a emissão da opinião sobre as demonstrações
contábeis, destinado, principalmente, ao público externo (acionistas, credores, Fisco etc.).
DUTRA ET AL. (2017)
Na auditoria interna, a preocupação principal é no sentido da elaboração de um relatório que
comunique os trabalhos realizados, as conclusões obtidas e as recomendações e providências a
serem tomadas pela administração. Também, pode-se afirmar que a auditoria interna exerce
uma auditoria contábil e operacional, enquanto a auditoria independente é somente auditoria
contábil. DUTRA ET AL. (2017)
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Ainda, na auditoria externa os trabalhos são realizados esporadicamente, de acordo com as
exigências legais ou outras necessidades. Por outro lado, na auditoria interna, os trabalhos são
realizados de forma contínua ao longo do tempo. DUTRA ET AL. (2017)
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3. CRONOLOGIA DAS ACTIVIDADES E ESTRUTURA ORÇAMENTAL
3.1. Cronologia das actividades
Período para Realização das Actividades (Mês/Semana)
Actividades Maio Junho
1ͣ 2ͣ 3ͣ 4ͣ 1ͣ 2ͣ 3ͣ 4ͣ
Escolha do tema
Revisão da literatura
Colecta de dados
Análise e compilação de
dados
Entrega do trabalho
Fonte: Elaborado pela Proponente (2022)
3.2. Estrutura orçamental
Itens Descrição Quant. Pu (MT) P.T (MT)
Internet Movitel 01 200,00 200,00
Esferográficas 02 10,00 20,00
Material didáctico Flash 1GB 01 1.000,00 1.000,00
e Internet Bloco de notas 01 300,00 300,00
Papel A4 (Resma) 01 600,00 600,00
Sub-total 2.120,00
Impressão/Pág.(P&B) 20 2,00 20,00
Impressão e Encadernação 1 45,00 45,00
encadernação
Sub-total 65,00
Custos de Viagens pela Cidade 10 15
Deslocação de Xai-Xai 150,00
Sub-total 150,00
Total 2.335,00
Fonte: Elaborado pela Proponente (2022)
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4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1. Carvalho, F. L. (2012). A Importância da Auditoria Externa na Detecção de Fraudes. Brasil
2. Dutra, E., Silva, L. Araujo, B., Borges, Alessandra (2017). A Importância da Auditoria nas
Organizações e seu Papel estratégico
3. GIL, António Carlos (2006). Métodos e Técnica de Pesquisa Social (5ª ed.). São Paulo:
Atlas.
4. Lakatos, E. M., Marconi, M. A., (2003). Fundamentos da metodologia científica. São Paulo:
Atlas;
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