Índice
Introdução..........................................................................................................................4
Objectivo...........................................................................................................................5
O SUCESSO DA ECONOMIA DE MOÇAMBIQUE.....................................................6
As principais actividades económicas de Moçambique....................................................6
A economia de Moçambique.............................................................................................6
Agricultura.........................................................................................................................7
Recursos geológicos..........................................................................................................8
Comércio exterior..............................................................................................................8
Turismo..............................................................................................................................8
Perspectiva.........................................................................................................................9
Conclusão........................................................................................................................10
Bibliografia......................................................................................................................11
Introdução
A Actualidade Económica de Moçambique é uma série de relatórios do Banco Mundial
que avalia as tendências económicas, perspectivas e políticas em Moçambique. Todas as
edições incluem uma secção sobre desenvolvimentos económicos recentes e
perspectivas, seguida de uma secção focalizada que analisa tópicos de particular
importância. A secção temática da presente edição explora as oportunidades de
crescimento no sector dos serviços e apresenta opções de reforma para alavancar o
potencial dos serviços em prol do crescimento inclusivo e do emprego.
Objectivo
Geral
Saber o sucesso da economia de Moçambique.
Especifico
Identificar as principais actividades económicas de Moçambique;
Mencionar os recursos geológicos existentes no pais.
O SUCESSO DA ECONOMIA DE MOÇAMBIQUE
A situação económica de Moçambique
A economia de Moçambique é pouco desenvolvida e industrializada. O país é
frequentemente classificado como uma nação pobre, apesar das grandes reservas de
recursos naturais, como petróleo, ferro, bauxita, cobre, mármore e pedras preciosas.
As principais actividades económicas de Moçambique
O potencial económico do País para a atracção de investimentos na agro-indústria,
agricultura, turismo, pesca e mineração é enorme.
A economia de Moçambique
Desenvolveu-se desde o fim da Guerra Civil Moçambicana (1977 – 1992). Em 1987, o
governo embarcou em uma série de reformas macroeconómicas destinadas a estabilizar
a economia. Essas medidas, combinadas com a assistência dos doadores e com a
estabilidade política desde as eleições multipartidárias em 1994, levaram a melhorias
dramáticas na taxa de crescimento do país. A inflação foi reduzida para um dígito
durante o final dos anos 1990, embora tenha voltado para dois dígitos em 2000-02.
As reformas fiscais, incluindo a introdução de um imposto sobre o valor acrescentado e
a reforma do serviço alfandegário, melhoraram a capacidade do governo de arrecadar
receitas. Apesar destes ganhos, Moçambique contínua dependente da assistência externa
para grande parte do seu orçamento anual. A agricultura de subsistência continua a
empregar a grande maioria da força de trabalho do país.
Um desequilíbrio comercial substancial persiste, embora a abertura da fundição da
Mozal alumínio, o maior projeto de investimento estrangeiro do país até hoje, tenha
aumentado as receitas de exportação. Projectos de investimento adicionais na extracção
e processamento de titânio e na fabricação de roupas devem fechar ainda mais a lacuna
de importação / exportação.
A outrora substancial dívida externa de Moçambique foi reduzida através do perdão e
reescalonamento no âmbito das dívidas de Países pobres altamente endividados (HIPC)
e das iniciativas HIPC reforçadas pelo Fundo Monetário Internacional e está agora a um
nível administrável.
O desenvolvimento é dificultado pela existência de minas terrestres não desactivadas e
também por conta disso ainda fica no grupo dos países subdesenvolvidos.
Agricultura
Em Moçambique, a agricultura é o esteio da economia e o país tem um grande potencial
de crescimento no sector. A agricultura emprega mais de 80% da força de trabalho e
fornece meios de subsistência para a vasta maioria de mais de 23 milhões de habitantes.
A agricultura contribuiu com 31,5% do PIB em 2009, enquanto o comércio e os
serviços responderam com 44,9%. Em contraste, 20 por cento do valor total das
exportações em 2009 teve origem no sector agrícola, principalmente por meio da
exportação de peixes (principalmente camarões e camarões), a
madeira, copra, caju noze Citrus, algodão, cocos, chá e tabaco.
O potencial agrícola é alto, principalmente nas férteis regiões do norte, que respondem
pela maior parte do excedente agrícola do país. As principais culturas de rendimento são
açúcar, copra, castanha de caju, chá e tabaco.
Esperava-se que a produção total de açúcar aumentasse 160% na década de 2000, o que
tornaria o país um grande exportador líquido pela primeira vez desde a independência.
Todas as plantações e refinarias foram privatizadas.
Os produtos marinhos, particularmente os camarões, são o maior produto de exportação
de Moçambique. Há uma abundância de recursos marinhos que não são totalmente
explorados. Após a Guerra Civil Moçambicana, o regresso dos deslocados internos e a
restauração gradual dos mercados rurais permitiram a Moçambique aumentar
drasticamente a produção agrícola. Moçambique produziu, em 2018.
Recursos geológicos
Nas energias não-renováveis
Em 2015, o país era o 49º maior produtor mundial de gás natural, (5,6 bilhões de m3 ao
ano). Na produção de carvão, o país foi o 29º maior produtor do mundo em 2015: 7,2
milhões de toneladas.
Na mineração
Em 2019, o país era o 5º maior produtor mundial de titânio Na produção de ouro, em
2016 houve um grande aumento da produção, que era mínima (perto de 0,2 tonelada):
neste ano o país produziu 2,6 toneladas.
Em meados dos anos 2000, a produção de alumínio e gás natural aumentou
drasticamente.
A maioria das operações de mineração e processamento mineral de Moçambique são
propriedade privada, incluindo as fábricas de cimento, a fundição de alumínio da Mozal
e a fábrica de processamento de gás de Temane. Os mineiros artesanais produzem ouro
e água-marinha, turmalina e outras pedras preciosas. A Carbono EE, que era o único
produtor de carvão do país, era estatal.
Comércio exterior
Em 2020, o país foi o 110º maior exportador do mundo (US $ 5,9 milhões em
mercadorias e serviços). Já nas importações, em 2019, foi o 114º maior importador do
mundo: US $ 6,4 bilhões. O país é plenamente integrado a economia globalizada com
altos níveis de crescimento capitalistas apesar disto ter gerado corrupção.
Turismo
Em 2017, Moçambique recebeu 1,4 milhões de turistas internacionais. As receitas do
turismo, em 2018, foram de US $ 0,2 bilhões. O país tem um grande potencial turístico,
destacando-se as zonas propícias ao mergulho nos seus mais de 2 mil km de litoral, e
os parques e reservas de animais no interior do país. Para atrair investimentos
estrangeiros, criou o Corredor de Desenvolvimento do Norte (CDN), junto
ao porto daquela cidade, com acesso rodoviário, suprimento de energia eléctrica, e com
ligação por ferrovia até o vizinho Malaui
Perspectiva
Esperava-se as perspectivas para os minerais de titânio em Moçambique dependiam
fortemente das tendências do mercado global. A mina de carvão de Matize poderia
impulsionar o crescimento económico em 2010; o desenvolvimento da mina dependia
das tendências do mercado global e da reabilitação da infra-estrutura ferroviária e
portuária. O desenvolvimento dos projectos Corredor Sands e Mozal 3 dependia de
fontes de energia confiáveis. Demanda para materiais de construção pode aumentar em
2007 devido a projectos de obras públicas; o desenvolvimento dos projectos Corridor
Sands, Moatize e Mozal, também pode levar ao crescimento no sector da construção.
.
Conclusão
Apesar da expansão da capacidade de alojamento turístico, existem ainda apenas
pequenos aglomerados de alojamentos turísticos de alto valor e poucas estâncias de
marca internacional. Os projectos de investimento aprovados no sector também
diminuíram significativamente nos últimos anos, em parte devido a um ambiente
empresarial desfavorável (por exemplo, falta de clareza na Lei do Investimento e o
papel dos diferentes organismos). Para além de infra-estruturas e serviços deficientes
(como estradas, água e electricidade), a escassez de mão-de-obra qualificada no sector
comprometeu os padrões e a qualidade dos serviços, reflectindo a fragilidade do sistema
educativo em geral e a inadequação das instituições de formação hoteleira e turística
existentes. Em geral, a promoção do desempenho do sector requer intervenções nas
áreas da construção de infra-estruturas, atraindo investimento, estimulando a procura, e
reforçando a ligação dos operadores locais à cadeia de valor do turismo, de modo a
reduzir a dependência das importações e colmatar as lacunas de competência
Bibliografia
Hanlon, Joseph (2009a). “Mozambique: The Panic and Rage of the Poor,” in Review of
African Political Economy 119 (March, 2009). Hanlon, Joseph, and Marcelo Mosse
(2009b). “Is Mozambique’s elite moving from corruption to development.” UNU-
WIDER Conference on the Role of Elites in Economic Development, Helsinki, Finland,
June 12-13, 2009.
Wernau, Matt Wirz and Julie (27 de Dezembro de 2016). «SEC Probes Banks' Sale of
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World Bank. «GDP (current US$) - Mozambique». Consultado em 4 de Dezembro de
2020