Manual do Proprietário: Guia Completo
Manual do Proprietário: Guia Completo
MANUAL DO PROPRIETÁRIO
Apresentação
PREZADO(A) CLIENTE,
É com imensa alegria que parabenizamos você pela decisão de escolher um dos nossos empreendimentos.
O propósito deste Manual do Proprietário é proporcionar a você uma introdução abrangente ao seu novo
imóvel, guiando-o de maneira detalhada sobre seu uso adequado e as práticas recomendadas para sua
conservação ao longo do tempo.
Agradecemos a confiança em nossa empresa e estamos à sua disposição para atender quaisquer
necessidades ou dúvidas que possam surgir.
Sinta-se à vontade para contar conosco em todas as etapas desta jornada. Esperamos que seu novo espaço
seja não apenas uma residência, mas também um lugar de conforto, segurança e realizações.
Atenciosamente,
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Construção Construção
de 42 U.H em de 100 U.H em
Araguaína-TO Araguaína-TO
Todo o material contido neste manual baseia-se em informações disponíveis na época de sua aprovação.
Construção
em Araguaína-TO
Residencial Mandela
Construção de 121 U.H
Parque d
Palmas - TO Aragua
Reservamo-nos o direito de publicar atualizações ou revisões, com o intuito de aprimorá-lo ou de tornar o
de 210 U.H em em Goiânia-GO, 123 U.H
Itumbiara-TO em Araguaína-TO
Terraço 21 Parq
em Jataí-GO, 300 casas casas em Araguaína-TO,
U.H em Gurupi-TO 400 casas em Paraíso-GO,
500 casas em Colinas-TO
Casas Ipês
Araguaína - TO Araguaína - TO Aragua
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Índice
APRESENTAÇÃO ........................................................................................................................................... 2
INTRODUÇÃO ..................................................................................................................................................6
Itens gerais ............................................................................................................................................................6
Condomínio: como funciona ................................................................................................................................. 7
Definições ..............................................................................................................................................................8
Orientações de como você deve solicitar as ligações .........................................................................................12
Mudança e transporte de móveis .........................................................................................................................13
REFORMAS ................................................................................................................................................... 19
Norma ABNT NBR 16280 - Reformas em edificações ..........................................................................................19
Decoração ............................................................................................................................................................23
MANUTENÇÃO ..............................................................................................................................................29
Norma ABNT NBR 16747 - Inspeção predial .........................................................................................................29
Norma ABNT NBR 5674 - Manutenção de edificações ........................................................................................29
Programa de Manutenção Preventiva .................................................................................................................30
Planejamento da Manutenção Preventiva ...........................................................................................................30
Registro da realização da manutenção ...............................................................................................................31
Verificações do Programa de Manutenção ..........................................................................................................31
Responsabilidades relacionadas à manutenção da edificação .........................................................................32
Manutenções corretivas ......................................................................................................................................35
Periodicidade e Programa de Manutenção Preventiva .......................................................................................36
Modelo para elaboração do Programa de Manutenção Preventiva .................................................................... 37
ESTRUTURA ................................................................................................................................................ 46
VIDROS ........................................................................................................................................................ 62
IMPERMEABILIZAÇÃO ...................................................................................................................................65
ELEVADORES ..............................................................................................................................................111
AR CONDICIONADO ......................................................................................................................................114
Introdução
Itens gerais
Como ocorre com qualquer outro produto, a utilização e manutenção do imóvel, além da qualidade dos
materiais e serviços empregados na construção, dependem do uso adequado de seus equipamentos e
componentes.
Todos os dados mencionados a seguir fizeram parte da construção de seu apartamento. Apresentamos as
principais definições técnicas e indicamos, de acordo com os fornecedores, o adequado uso e manutenção
dos materiais utilizados.
É muito importante que você leia com atenção este manual e o tenha sempre à mão para consultá-lo quando for
necessário.
O condômino tem seus direitos, mas também tem deveres correspondentes, cujo descumprimento pode
configurar negligência e acarretar a perda de suas prerrogativas de garantia, conforme tabela no tópico
“Garantia”.
O condômino deve ler todas as instruções deste manual sobre a utilização do imóvel e dos equipamentos. A
negligência pode caracterizar má conservação ou uso inadequado da unidade, isentando a construtora e os
demais fornecedores de qualquer responsabilidade.
Todas as informações do manual são válidas somente nas condições originais de entrega do imóvel pela construtora
e o desempenho da edificação só é garantido dentro das condições de uso e manutenção aqui referidas.
A vida útil dos produtos também depende de sua utilização pelo condômino, que deve conservar e usar o
imóvel nos termos recomendados pela construtora/fabricante, para usufruir da garantia oferecida.
A manutenção passa a ser de responsabilidade do adquirente quando ele recebe as chaves ou quando elas
estão à sua disposição. A inexistência de manutenção pode, até mesmo, afetar a segurança da construção. O
adquirente é responsável:
• Pela conservação de sua unidade, cuja vida útil está intimamente ligada aos cuidados permanentes,
observando o estabelecido no manual do proprietário e as normas técnicas aplicáveis;
• Pela conservação, no que lhe couber, das unidades que limitam com a sua;
• Pela conservação das partes comuns do edifício;
• Pelo cumprimento da convenção do condomínio e de seu regulamento interno; F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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I n tro d u ç ã o
• Pelo arquivamento dos documentos do imóvel, bem como o manual do proprietário entregue pela
construtora;
• Pela guarda de documentos legais e fiscais durante os prazos legais;
• Pelo repasse deste Manual, ou de cópia, ao proprietário que lhe suceder ou outro qualquer ocupante,
exigindo que este procedimento seja observado em toda cadeia de sucessores.
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EMPREENDIMENTO
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I n tro d u ç ã o
Definições
Com a finalidade de facilitar o entendimento deste Manual, esclarecemos o significado das nomenclaturas
utilizadas:
• ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas, responsável pela normalização técnica no país.
• ABNT NBR 5674 - Norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas, que estabelece os requisitos do
sistema de gestão de manutenção de edificações.
• ABNT NBR 14037 - Norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas que estabelece os requisitos
mínimos para elaboração e apresentação dos conteúdos dos manuais do proprietário e áreas comuns
das edificações. O conteúdo é elaborado e entregue pelo construtor e/ou incorporador ao condomínio por
ocasião da entrega do empreendimento.
• ABNT NBR 15575 - Norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas, que estabelece e avalia os
requisitos e critérios de desempenho que se aplicam às edificações habitacionais, tanto como um todo
quanto, como de forma isolada para um ou mais sistemas específicos.
• ABNT NBR 16280 - Norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas, que estabelece os requisitos do
sistema de gestão de reformas em edificações.
• ABNT NBR 16747 - Norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas, que estabelece procedimentos
de inspeção predial.
• Administradora - O síndico poderá contratar terceiros (pessoa física ou jurídica) para lhe auxiliar na
gestão do condomínio (artigo 1.348, § 2º, do Código Civil). A administradora funciona como o braço direito
do síndico, com a finalidade de orientá-lo na correta condução do condomínio. O síndico é o responsável
pelo condomínio, transferindo à empresa contratada as funções administrativas.
• Auto de conclusão - Documento público expedido pela autoridade competente municipal onde se localiza
a construção, confirmando a conclusão da obra nas condições do projeto aprovado e em condições de
habitabilidade. Também denominado “Habite-se”.
• CAU - Conselho de Arquitetura e Urbanismo que, analogamente ao CREA, regula o exercício profissional,
fiscaliza e assessora os profissionais da área de Arquitetura e Urbanismo no Brasil. Para exercer a
profissão, o arquiteto e urbanista deve estar inscrito e com situação regular no CAU e, da mesma forma,
as empresas que, pela legislação, precisam ter profissionais de arquitetura como responsáveis técnicos.
• Código Civil Brasileiro - É a lei 10.406 de 10 de janeiro 2002, que regulamenta a legislação aplicável às
relações civis em geral, dispondo, entre outros assuntos, sobre o condomínio edilício. Nele são estabelecidas
as diretrizes para elaboração da convenção de condomínio e ali estão também contemplados os aspectos
de responsabilidade, uso e administração das edificações.
• Código de Defesa do Consumidor - É a lei 8078/90, que institui o Código de Proteção e Defesa do
Consumidor, definindo os direitos e obrigações de consumidores e fornecedores, bem como das empresas
construtoras e/ou incorporadoras.
• Comissionamento - É o processo de assegurar que os sistemas e componentes de uma edificação
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I n tro d u ç ã o
• Condomínio - O condomínio é formado por partes comuns e privativas dentro de um mesmo edifício. O
condomínio edilício está disciplinado nos artigos 1.331 a 1.358 do Código Civil.
• CREA - Conselho Regional de Engenharia e Agronomia. Órgão que regula o exercício profissional, fiscaliza
e assessora os profissionais da área de engenharia e agronomia no Brasil. Para ser habilitado a exercer a
profissão, o engenheiro deve estar inscrito e com situação regular no CREA, assim como as empresas que
a legislação específica de exercício da profissão exige a responsabilidade técnica de engenheiro.
• Degradação - Redução do desempenho devido à atuação de um ou de vários agentes de degradação
que podem ser resultantes do meio externo (umidade, ventos, temperaturas elevadas ou baixas, chuvas,
poluição, salinidade do ar, da água ou do solo) ou da ação de uso (falta de realização das atividades de
manutenção, falta de limpeza, cargas além das que foram previstas em projeto, etc.).
• Desempenho - Comportamento em uso de uma edificação e de seus sistemas como estruturas, fachadas,
paredes externas, pisos e instalações.
• Durabilidade - É a capacidade da edificação – ou de seus sistemas – de desempenhar suas funções ao longo
do tempo e sob condições de uso e manutenção especificadas nos Manuais do Proprietário e Áreas Comuns.
O termo “durabilidade” é comumente utilizado como qualitativo para expressar a condição em que
a edificação ou seus sistemas mantêm o desempenho requerido durante a vida útil. A durabilidade de
um produto se extingue quando ele deixa de atender as funções que lhe foram atribuídas, quer seja
pela degradação, que o conduz a um estado insatisfatório de desempenho, quer seja por obsolescência
funcional.
• Empresa autorizada pelo fabricante - Organização ou profissional liberal que exerce função para a
qual são exigidas qualificação e competência técnica específica e que são indicados e treinados pelo
fabricante.
• Empresa capacitada - Nos termos da Norma ABNT NBR 5674, organização ou pessoa que tenha recebido
capacitação, orientação e responsabilidade de profissional habilitado e que trabalhe sob responsabilidade
de profissional habilitado.
• Empresa especializada - Nos termos da Norma ABNT NBR 5674, organização ou profissional liberal que
exerce função para a qual são exigidas qualificação e competência técnica específica.
• Equipe de manutenção local - Nos termos da Norma ABNT NBR 5674, são pessoas que realizam serviços na
edificação, que tenham recebido orientação e possuam conhecimento de prevenção de riscos e acidentes.
Observação: O trabalho somente deverá ser realizado se estiver em conformidade com contrato de
trabalho e convenção coletiva e de acordo com a função que o mesmo desempenha.
• Garantia contratual - Período de tempo igual ou superior ao prazo de garantia legal e condições
complementares oferecidas voluntariamente pelo fornecedor (incorporador, construtor ou fabricante) na
forma de certificado ou termo de garantia ou contrato no qual constam prazos e condições complementares
à garantia legal, para que o consumidor possa reclamar dos vícios ou defeitos verificados na entrega de
seu produto.
Este prazo pode ser diferenciado para cada um dos componentes do produto, a critério do fornecedor.
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EMPREENDIMENTO
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I n tro d u ç ã o
Na norma ABNT NBR 15575 são detalhados prazos de garantia recomendados, usualmente praticados pelo
setor da construção civil, correspondentes ao período de tempo em que é elevada a probabilidade de que
eventuais vícios ou defeitos em um sistema, em estado de novo, venham a se manifestar, decorrentes de
anomalias que repercutam em desempenho inferior àquele previsto.
• Garantia legal - Período de tempo previsto em lei que o comprador dispõe para reclamar do vício ou
defeito verificado na compra de seu produto durável.
• Incorporador - Pessoa física ou jurídica, comerciante ou não, que embora não efetuando a construção,
participa ou efetua a venda de frações ideais de terreno, objetivando a vinculação de tais frações a
unidades autônomas, em edificações a serem construídas ou em construção em regime condominial, ou
que meramente aceita propostas para efetivação de tais transações, coordenando e levando a termo a
incorporação e responsabilizando-se, conforme o caso, pela entrega em certo prazo, preço e determinadas
condições das obras concluídas.
• Incorporação imobiliária - Ato ou efeito de incorporar ou empreender um projeto imobiliário.
• Lei 4.591 de 16 de dezembro de 1964 - É a lei que dispõe sobre as incorporações imobiliárias e, naquilo
que não regrado pelo Código Civil, sobre o condomínio em edificações.
• Manutenção - Nos termos da Norma ABNT NBR 15575, conjunto de atividades a serem realizadas ao longo
da vida útil da edificação, para conservar ou recuperar a sua capacidade funcional e de seus sistemas
constituintes e atender as necessidades e segurança dos seus usuários.
• Manutenção corretiva - Nos termos da Norma ABNT NBR 5674, caracteriza-se por serviços que demandam
ação ou intervenção imediata, a fim de permitir a continuidade do uso dos sistemas, elementos ou
componentes das edificações, ou evitar graves riscos ou prejuízos pessoais e/ou patrimoniais aos seus
usuários ou proprietários.
• Manutenção preventiva - Nos termos da Norma ABNT NBR 5674, caracteriza-se por serviços cuja
realização seja programada com antecedência, priorizando as solicitações dos usuários, estimativas da
durabilidade esperada dos sistemas, elementos ou componentes das edificações em uso, gravidade e
urgência, e relatórios de verificações periódicas sobre o seu estado de degradação.
• Manutenção rotineira - Nos termos da Norma ABNT NBR 5674, caracteriza-se por um fluxo constante de
serviços, padronizados e cíclicos, citando-se, por exemplo, limpeza geral e lavagem de áreas comuns.
• Operação - Conjunto de atividades a serem realizadas em sistemas e equipamentos com a finalidade de
manter a edificação em funcionamento adequado.
• Profissional habilitado - Pessoa física e/ou jurídica, prestadora de serviço, legalmente habilitada, com
registro válido em órgãos legais competentes para exercício da profissão, prevenção de respectivos riscos
e implicações de sua atividade nos demais sistemas do edifício.
• Síndico - Representante legal do condomínio. Suas obrigações legais estão previstas nos artigos 1.348 a
1.350 do Código Civil, além daquelas previstas na convenção do condomínio.
• Solidez da construção - São itens relacionados à solidez da edificação e que possam comprometer a sua
segurança. Neles são incluídas peças e componentes da estrutura do edifício, tais como lajes, pilares, F A C H A D A
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I n tro d u ç ã o
• Unidade autônoma - Parte de uma edificação (residencial ou comercial) vinculada a uma fração ideal
de terreno, constituída de dependências e instalações de uso privativo e de parcela de dependências e
instalações de uso comum.
• Vício aparente - Defeito perceptível por simples observação.
• Vício oculto - Defeito não perceptível por simples observação.
• Vida útil - VU - Nos termos da ABNT NBR 15575, vida útil é o período de tempo em que uma edificação e/
ou seus sistemas se prestam às atividades para as quais foram projetados e construídos, considerando a
periodicidade e a correta execução dos processos de manutenção especificados nos respectivos Manuais
do Proprietário e Áreas Comuns (a vida útil não pode ser confundida com prazo de garantia legal ou
contratual).
• Vida útil de projeto - VUP - É o período estimado de tempo em que um sistema é projetado para atender
aos requisitos de desempenho, desde que cumprido o programa de manutenção previsto nos respectivos
manuais do proprietário e áreas comuns (a vida útil de projeto não pode ser confundida com tempo de vida
útil da edificação, durabilidade, prazo de garantia legal ou contratual).
As normas da ABNT referidas acima podem ser adquiridas pelo site: [Link]
As normas técnicas podem sofrer atualizações. Na elaboração deste manual, foram consideradas as normas em
sua versão mais atualizada:
- Norma ABNT NBR 14037;
- Norma ABNT NBR 5674;
- Norma ABNT NBR 15575;
- Norma ABNT NBR 16280;
- Norma ABNT NBR 16747.
Além da vida útil de projeto, das características dos materiais e da qualidade da construção como um todo,
interferem na vida útil da edificação o correto uso e operação da edificação e de suas partes, a constância e
efetividade das operações de limpeza e manutenção, alterações climáticas e níveis de poluição no local da obra,
mudanças no entorno da obra ao longo do tempo (trânsito de veículos, obras de infraestrutura, expansão urbana,
etc.). A vida útil de projeto só se reverterá em realidade caso sejam realizadas as manutenções preventivas e
corretivas de acordo com os materiais e processos indicados neste manual.
O valor real de tempo de vida útil da edificação será uma composição do valor teórico de vida útil de projeto
devidamente influenciado pelas ações da manutenção, da utilização, da natureza e da sua vizinhança. As
negligências no atendimento integral dos programas definidos neste manual, bem como ações anormais do meio
ambiente, reduzirão o tempo de vida útil da edificação, podendo este ficar menor que o prazo teórico calculado
como vida útil de projeto.
Considera-se atendida a vida útil de projeto (VUP) quando seu prazo atingir a metade do tempo previsto, sem F A C H A D A
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I n tro d u ç ã o
ÁGUA
O fornecimento de água corrente e as disposições sanitárias de esgoto já estão em pleno funcionamento.
BRK Ambiental
Telefone: 0800 644 0195
Site: [Link]/
ENERGIA ELÉTRICA
Solicite a ligação à Energisa. Você deve informar nome, CPF, RG e endereço do condomínio.
Telefone: 0800 721 3330
Site: [Link]/
TELEFONE E TELEVISÃO
A solicitação de instalação ou transferência da linha telefônica/TV deverá ser feita à operadora disponível em
sua região e de sua preferência.
Tenha em mãos seus documentos.
GÁS
O gás utilizado no condomínio é o gás GLP, fornecido através de um contrato de comodato a ser definido pelo
condomínio.
Consulte junto às concessionárias como devem ser feitos os pedidos de ligações individuais.
Verifique se a sua cidade possui programas específicos que permitem ao condomínio solicitar taxas reduzidas de
consumo e inscreva-o.
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I n tro d u ç ã o
ATENÇÃO
É expressamente proibida a entrada de veículos de carga nas áreas de circulação interna do condomínio. A
construtora/incorporadora se exime de qualquer responsabilidade por danos que venham a ser causados em
decorrência desse fato.
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N orma de D esempenho - A B N T N B R 1 5 . 5 7 5
Norma de Desempenho
- ABNT NBR 15.575
Requisitos do Usuário
A lista a seguir apresenta requisitos do usuário que foram utilizados como referência para o estabelecimento
de critérios.
SEGURANÇA ESTRUTURAL
O empreendimento atende aos requisitos mínimos exigidos pela norma ABNT NBR 15575 e reúne características
que atendem às exigências de segurança e apresenta as sobrecargas limitantes no uso das edificações neste
manual.
ESTANQUEIDADE
O empreendimento atende aos requisitos mínimos exigidos pela norma ABNT NBR 15575 e reúne características
que atendam às exigências de estanqueidade, de forma a assegurar estanqueidade às fontes de umidades
externas ao sistema.
F A C H A D A
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N orma de D esempenho - A B N T N B R 1 5 . 5 7 5
DESEMPENHO TÉRMICO
O empreendimento atende aos requisitos mínimos exigidos pela norma ABNT NBR 15575 e reúne características
que atendam às exigências de desempenho térmico, considerando-se a zona bioclimática.
Os requisitos de desempenho no inverno e no verão apresentam condições térmicas no interior do edifício
melhores ou iguais às do ambiente externo.
DESEMPENHO ACÚSTICO
O empreendimento atende aos requisitos mínimos no que se refere ao isolamento acústico adequado das
vedações externas, aos ruídos aéreos provenientes do exterior da edificação e ao isolamento acústico
adequado entre áreas comuns e privativas, que são exigidos pela norma ABNT NBR 15575.
Isolação acústica de vedações externas:
O empreendimento propicia condições mínimas de desempenho acústico da edificação, com relação a fontes
normalizadas de ruídos externos aéreos.
Isolação acústica entre ambientes:
O empreendimento propicia condições de isolação acústica entre as áreas comuns e ambientes de unidades
habitacionais e entre unidades habitacionais distintas, já que os pisos e vedações foram projetados de forma
a atender os requisitos mínimos da norma de desempenho.
Ruídos de impactos:
O empreendimento propicia condições mínimas de desempenho acústico no interior da edificação, com
relação a fontes padronizadas de ruídos de impacto.
O uso incorreto dos revestimentos, vedações e sistemas de isolamento acústico, poderão comprometer o
desempenho acústico da sua unidade, das demais unidades e áreas da edificação.
DESEMPENHO LUMÍNICO
Iluminação natural:
Durante o dia as dependências da edificação recebem iluminação natural conveniente, oriunda diretamente
do exterior ou indiretamente, através de recintos adjacentes, atendendo desta forma a NBR ABNT 15575.
O empreendimento atende aos requisitos mínimos exigidos pela norma no que se refere as iluminâncias
requeridas para várias tarefas e atividades.
Iluminação artificial:
O empreendimento atende aos requisitos mínimos de iluminação artificial interna para ocupação de recintos
e circulação nos ambientes com conforto e segurança, segundo a NBR ABNT 15575.
DURABILIDADE
A durabilidade de um produto se extingue quando ele deixa de cumprir as funções que lhe forem atribuídas, quer F A C H A D A
seja pela degradação que o conduz a um estado insatisfatório de desempenho, quer seja por obsolescência
funcional.
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N orma de D esempenho - A B N T N B R 1 5 . 5 7 5
A durabilidade do edifício e de seus sistemas é uma exigência econômica do usuário, pois está diretamente
associada ao custo global do bem imóvel.
O período de tempo compreendido entre o início de operação ou uso de um produto e o momento em que o seu
desempenho deixa de atender às exigências do usuário pré-estabelecidas é denominado vida útil.
Vida útil de projeto de acordo com a norma ABNT NBR 15575:
A vida útil é uma medida temporal da durabilidade de um edifício ou de suas partes que é definida previamente
em projeto.
Para atingir a VUP (Vida Útil de Projeto), os usuários devem realizar os programas de manutenção, além de
seguir as instruções dos Manuais, dos fabricantes de equipamentos e recomendações técnicas das inspeções
prediais.
A vida útil de projeto, para edifícios que tiveram seus projetos protocolados para aprovação nos órgãos
competentes posteriormente à validade da norma ABNT NBR 15575, não deverá ser inferior aos valores
descritos abaixo. Recomendação de prazos de vida útil de projeto:
Estrutura ≥ 50
Pisos internos ≥ 13
Cobertura ≥ 20
Hidrossanitário ≥ 20
Obs.: O Prazo de garantia não pode ser confundido com prazo de vida útil e o prazo de vida útil de projeto é prazo
teórico estimado, e pode não acontecer na prática. Como consta na ABNT NBR 15575-1.
ATENÇÃO
A VUP é uma estimativa teórica do tempo que compõe o tempo de vida útil. O tempo de VU pode ou não ser atingido
em função da eficiência e registro das manutenções, de alterações no entorno da obra, fatores climáticos, etc.
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EMPREENDIMENTO
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N orma de D esempenho - A B N T N B R 1 5 . 5 7 5
Projetistas, construtores e incorporadores são responsáveis pelos valores teóricos de vida útil de projeto.
Não obstante, não podem prever, estimar ou se responsabilizar pelo valor atingido de vida útil (VU), uma
vez que este depende de fatores fora de seu controle, como o correto uso e operação do edifício e de suas
partes, a constância e efetividade das operações de limpeza e manutenção, alterações climáticas e níveis
de poluição do local, mudanças no entorno ao longo do tempo (trânsito de veículos, rebaixamento do nível do
lençol freático, obras de infraestrutura, expansão urbana, etc.).
Para se atingir a VUP, os usuários devem desenvolver os programas de manutenção segundo ABNT NBR 5674.
A inspeção predial configura-se como ferramenta útil para avaliação das condições de conservação das
edificações em geral, para atestar se os procedimentos de manutenção adotados são insuficientes ou
inexistentes, além de fornecer subsídios para orientar e eventualmente ajustar o plano e programas de
manutenção.
E finalmente, os compradores e condôminos devem registrar adequadamente todas as ações de manutenção
ocorridas, guardando os respectivos documentos (contratos, notas fiscais, ARTs ou RRTs), evitando assim que
os fornecedores e instaladoras possam alegar falta da manutenção como causa das patologias eventualmente
constatadas.
MANUTENIBILIDADE
Em conformidade com a norma NBR 15575, o empreendimento atende o requisito de manter a capacidade do
edifício e de seus sistemas e permite ou favorece as inspeções prediais, como por exemplo, a instalação de
suportes para fixação de andaimes, balancins ou outro meio que possibilite a realização da manutenção, bem
como as intervenções de manutenção previstas neste manual e na norma NBR 5674, que deve ser seguida a
fim de preservar as características originais e evitar a perda de desempenho decorrente da degradação de
seus sistemas, elementos ou componentes.
FUNCIONALIDADE E ACESSIBILIDADE
Conforme norma NBR 15575, o empreendimento apresenta espaços e altura mínima de pé direito dos
ambientes compatíveis com as necessidades humanas. Além disso, é adequado a pessoas com deficiência e/
ou mobilidade reduzida.
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EMPREENDIMENTO
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N orma de D esempenho - A B N T N B R 1 5 . 5 7 5
ADEQUAÇÃO AMBIENTAL
O empreendimento e sua infraestrutura foram projetados, construídos e mantidos de forma a minimizar
alterações no ambiente, portanto seguindo a norma NBR 15575, foi construído mediante exploração e
consumo racional dos recursos naturais, com requisitos relativos ao consumo de água e à deposição de
esgotos sanitários atendidos.
Ao longo deste manual estão descritos critérios atendidos pela norma, e Cuidados de uso e manutenção que
deverão ser realizados visando alcançar a vida útil de projeto.
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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R eformas
Reformas
• Garantia de que a reforma não prejudica a continuidade dos diferentes tipos de manutenção das
edificações, após a obra.
O PRIMEIRO HOME RESORT
DE ARAGUAÍNA
MANUAL DO PROPRIETÁRIO | 19
EMPREENDIMENTO
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R eformas
As reformas realizadas nas áreas privativas e áreas comuns do empreendimento devem seguir a norma ABNT NBR
16280 (Reformas em Edificações). Esta norma pode ser obtida através do site: [Link]
• É recomendada a realização de proteção durante as atividades na sacada, inclusive quando houver manuseio
de material, a fim de evitar queda dos materiais e ferramentas;
• Ao realizar reformas, deve-se respeitar os horários de entrada e saída estabelecidos pelo condomínio;
• O responsável legal pode a qualquer momento solicitar informações para o profissional habilitado
executante sobre a execução dos serviços, em atendimento ao plano de reforma.
Caso sejam executadas reformas nas áreas comuns ou privativas, é importante que se tomem os seguintes
cuidados:
• O edifício foi construído a partir de projetos elaborados por empresas especializadas, obedecendo à legislação
brasileira e às normas técnicas. A construtora e/ou incorporadora não assume responsabilidade sobre
mudanças (reformas). Esses procedimentos acarretam perda da garantia;
• Alterações das características originais podem afetar os desempenhos estruturais, térmicos e acústicos dos
sistemas do edifício, etc. Portanto, devem ser feitas sob orientação de profissionais/empresas especializadas
para tal fim. As alterações nas áreas comuns, incluindo a alteração de elementos na fachada, só podem ser
feitas após aprovação em assembleia de condomínio, conforme definido na convenção do empreendimento;
• Consulte sempre profissional habilitado tecnicamente para avaliar as implicações nas condições de
estabilidade, segurança, salubridade e conforto, decorrentes de modificações efetuadas;
• As reformas deverão seguir as diretrizes das normas da ABNT referentes aos sistemas que sofrerão alterações;
• As reformas somente deverão ocorrer em consonância com a norma ABNT específica sobre a gestão das
reformas;
• As reformas do edifício deverão atender na íntegra as definições descritas no regimento interno do condomínio
e legislações que tratam desse assunto;
• Após as reformas, os manuais da edificação deverão ser adequados conforme determina a ABNT NBR 14037.
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EMPREENDIMENTO
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R eformas
Antes do início da obra Quando for condomínio, disponibilizar o termo da Convenção de Condomínio e
Regulamento Interno
Durante a obra de reforma Tomar as ações necessárias, sob qualquer condição de risco iminente para a
edificação, seu entorno e seus usuários
Após a obra Receber o Termo de Encerramento da Reforma, conforme o plano aprovado elaborado
pelo executante e seu profissional habilitado, e o manual atualizado, segundo a norma
ABNT NBR 14037
Antes do início da obra Encaminhar para o síndico ou responsável legal pela edificação o Plano de Reforma e
as documentações necessárias, que comprovem o atendimento à legislação vigente,
normalização e regulamentos para a realização de reformas F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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R eformas
Durante a obra de reforma Diligenciar para que a reforma seja executada dentro das referências de segurança e
que atenda a todos os regulamentos
Após a obra Atualizar o Manual do Proprietário, nos pontos em que as reformas interferem,
conforme os termos da norma ABNT NBR 14037. No caso de inexistência deste manual
da edificação reformada, as intervenções que compõem a reforma devem ter o Manual
do Proprietário elaborado de acordo com a norma ABNT NBR 14037
ATENÇÃO
Os pilares, vigas e lajes de concreto não podem ser alterados, sob risco de comprometer a estabilidade do edifício.
As prumadas de elétrica, hidráulica e gás também devem ser preservadas, sob risco de interrupção do seu uso
pelos demais condôminos.
Ainda quanto à estrutura, há que se respeitar os limites de carga para os quais as lajes foram projetadas.
Os serviços de reforma e manutenção, dependendo da sua complexidade (como na alteração dos sistemas
de vedação que não sejam estruturais, sistemas elétricos, hidráulicos e gás), devem requerer a atuação de
empresas capacitadas, especializadas ou responsáveis habilitados (arquitetos ou engenheiros) que possam
seguir as condições de projeto e de características técnicas do edifício, sem colocar em risco a segurança e
a durabilidade do mesmo, bem como não alterar as características estéticas do edifício.
Para alguns destes serviços, é necessária a contratação de empresas ou profissionais com registro nos
Conselhos de Engenharia (CREA) ou Arquitetura (CAU). No caso de um engenheiro, é necessário emitir uma ART
(Anotação de Responsabilidade Técnica) e, no caso de um arquiteto, um RRT (Registro de Responsabilidade
Técnica), que deverá ser exigido pelo proprietário.
Também deverão ser consultados os projetos específicos disponíveis com o síndico/administradora e, se
necessário, a construtora ou projetista.
F A C H A D A
Todo o entulho resultante da reforma deverá ser acondicionado em sacos apropriados e levados por empresa
licenciada de coleta de entulho (caçambas), que deverá ser contratada pelo proprietário/responsável.
EMPREENDIMENTO
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R eformas
Só confie reformas ou obras em sua unidade a empresas idôneas, que tenham efetivo conhecimento técnico.
Para tanto, antes de contratar mão de obra para reforma ou manutenção, verifique se o profissional é
habilitado tecnicamente, se possui referências e/ou trabalhos anteriores, a fim de se certificar de que possui
conhecimento no serviço que será executado.
Será perdida a garantia da construtora nos itens que forem reformados/alterados pelo proprietário.
A construtora/incorporadora poderá solicitar ao proprietário evidências da aplicação da norma ABNT NBR 16280.
Decoração
MÓVEIS
• No momento da decoração, verifique as dimensões dos ambientes in loco, a fim de evitar inconvenientes
no que diz respeito à aquisição de mobília e/ou equipamentos com dimensões inadequadas;
• Atente-se também para a disposição das janelas, dos pontos de luz, das tomadas e dos interruptores;
• Não encoste o fundo dos armários nas paredes para evitar a umidade proveniente da condensação ou
cuide para que os mesmos não tenham fundo ou que haja um isolamento no fundo com cortiça ou EPS;
• Dê preferência a gaveteiros, prateleiras e portas de correr;
• Não prever rodapés nos móveis de cozinha. Quando existentes, devem ser recuados para dentro em
relação à face dos móveis e ter recuo de 0,15 m e altura mínima de 0,15 m;
• Quando forem entregues móveis sob a pia da cozinha ou do banheiro, prever que sua parte frontal seja
desmontável e dê acesso a um espaço livre mínimo de 0,73 m de altura a partir do piso.
Nunca bloqueie ambientes que possuam dispositivos de gás ou medidores. Caso seja necessário instalar
armário/gabinete, confinando registro ou ponto de gás, o mesmo deverá ter ventilação permanente, de
acordo com as exigências originais.
Para o envidraçamento do terraço/ sacada/ varanda/ aba a empresa contratada deve fornecer ao proprietário
um documento de Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) ou Registro de Responsabilidade Técnica
(RRT), que deve ser entregue ao síndico doO condomínio
P R I M E I R O Hantes
O M E Rdo
E S início
O R T dos trabalhos.
DE ARAGUAÍNA
MANUAL DO PROPRIETÁRIO | 23
EMPREENDIMENTO
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R eformas
A empresa responsável pela instalação deve seguir criteriosamente todos os requisitos presentes na ABNT
NBR 16046-3 - Redes de Proteção para Edificações, e ABNT NBR 16259 - Sistemas de Envidraçamento de
Sacadas, que estipula os requisitos e procedimentos de ensaio e instalação.
Após realizada a instalação, a empresa deverá certificar ao proprietário que realizou a vedação e
impermeabilização das furações e frestas, evitando futuras patologias (como fissuras, manchas, infiltrações e
até a corrosão do guarda-corpo) e danos ao seu imóvel e dos vizinhos, pois a garantia da empresa construtora/
incorporadora não contempla essa situação.
ACESSÓRIOS
Para fixação de acessórios (quadros, armários, cortinas, saboneteiras, papeleiras, suportes) que necessitem
de furação nas paredes, é importante tomar os seguintes cuidados:
• Inicialmente, consulte a página com as informações específicas de fixação correspondentes ao sistema
construtivo no qual será realizada a instalação;
• Observe se o local escolhido não é passagem de tubulações hidráulicas e gás, conforme o projeto de
instalações hidráulicas, correspondente à sua unidade, contidas nesse manual;
• Evite perfuração na parede próxima ao quadro de distribuição e nos alinhamentos verticais de interruptores
e tomadas, para evitar acidentes com os fios elétricos;
• Atente-se para o tipo de revestimento, bem como sua espessura, tanto para parede, quanto para teto e
piso;
• Na instalação de armários sob as bancadas de lavatório, cozinha, etc., deve-se tomar muito cuidado para
que os sifões e ligações flexíveis não sofram impactos, pois as junções podem ser danificadas, provocando
vazamentos. Além disso, atente-se para que os sifões flexíveis mantenham a curvatura para assim evitar
o retorno do mau cheiro;
• Não fure elementos estruturais.
EMPREENDIMENTO
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R eformas
TIPOS DE UMIDADE
Umidade decorrente de É um tipo de infiltração decorrente da água da chuva, que penetra diretamente pela
intempéries fachada e/ou cobertura do edifício.
Umidade por condensação É produzida quando o vapor de água existente no interior de um local (sala, cozinha,
dormitórios, etc.) entra em contato com superfícies mais frias (vidros, metais,
paredes, etc.), formando pequenas gotas de água. Esse fenômeno normalmente
acontece no inverno e favorece o crescimento de micro-organismos prejudiciais à
saúde (mofo e bolor), alterando também a estética do local.
Umidade ascendente por É aquela que aparece nas áreas inferiores das paredes, que absorvem a água do solo
através da fundação. A umidade por ascensão capilar pode ser permanente, quando
capilaridade
o nível do lençol freático estiver muito alto ao sazonal, decorrente da variação
climática.
Umidade por infiltração É aquela causada pela penetração direta da água no interior dos edifícios através de
suas paredes. É muito frequente esse tipo de umidade em subsolos que encontram-
se abaixo do nível do lençol freático.
EMPREENDIMENTO
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R eformas
Procure usar proteção para os olhos, luvas e uma máscara para o rosto para evitar o contato com os fungos.
Proteja pisos e móveis, abra as janelas e use um ventilador.
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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R eformas
Em reformas e manutenções realizadas em unidades privativas, alguns serviços precisam de ART (Anotação
de Responsabilidade Técnica) ou RRT (Registro de Responsabilidade Técnica), dependendo do profissional
envolvido (engenheiro ou arquiteto). Esses documentos são obrigatórios para garantir que as intervenções
estejam em conformidade com as normas técnicas e de segurança, além de proteger a estrutura do edifício
como um todo.
1. Alterações Estruturais
Qualquer mudança que envolva elementos estruturais do edifício, como vigas, lajes ou pilares.
Exemplo: Remoção ou modificação de paredes de sustentação, abertura de vãos ou ampliação de cômodos.
4. Instalações de Gás
Modificações no sistema de gás da unidade, especialmente em redes de gás encanado (GN ou GLP).
Exemplo: Instalação ou realocação de pontos de gás para fogões, aquecedores, lareiras ou churrasqueiras.
8. Demolições Parciais
Demolição de paredes internas não estruturais ou outras partes da unidade que possam afetar a segurança. F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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R eformas
5. Recuperação Estrutural
Manutenção em partes da estrutura do imóvel, como vigas e lajes, que estejam apresentando patologias.
Exemplo: Reforço de lajes, recuperação de fissuras ou trincas em paredes.
EMPREENDIMENTO
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M anuten ç ã o
Manutenção
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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M anuten ç ã o
EMPREENDIMENTO
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M anuten ç ã o
A previsão orçamentária para a realização dos serviços do programa de manutenção deve incluir também
uma reserva de recursos destinados à realização de serviços de manutenção não planejados. Ressalte-se
que para alguns serviços específicos, tais como limpeza de fachada, o consumo de água e energia é maior e,
portanto, as contas poderão sofrer acréscimo neste período.
Conforme NBR 5674, também deverá ser feito um controle de todo o processo de manutenção, que englobe
desde o orçamento e a contratação de serviços, até a execução da manutenção, verificando se a execução
dos serviços irá alterar o uso comum do edifício e certificando se estará garantida a segurança dos usuários.
É importante ressaltar que durante a execução dos serviços de manutenção todos os sistemas de segurança
da edificação deverão permanecer em funcionamento.
EMPREENDIMENTO
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M anuten ç ã o
Responsabilidades relacionadas à
manutenção da edificação
A Convenção de Condomínio, elaborada de acordo com as diretrizes do Código Civil Brasileiro (nos seus artigos
1.332, 1.333 e 1.334), estipula as responsabilidades, direitos e deveres dos condôminos, síndico, assembleia
e conselho consultivo e/ou fiscal. O Regulamento Interno, aprovado conjuntamente com a Convenção na
Assembleia de Instalação do Condomínio, complementa as regras de utilização do edifício.
Lembramos da importância dos envolvidos em praticar os atos que lhe são atribuídos pela lei do condomínio,
a Convenção e o Regulamento Interno.
Relacionamos abaixo algumas responsabilidades referentes à manutenção das edificações, diretamente
relacionadas às normas ABNT NBR 5674, ABNT NBR 14037, e normas específicas de diversos sistemas que
possuem descrições de manutenções necessárias:
EMPREENDIMENTO
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M anuten ç ã o
Obs.: O síndico poderá delegar a gestão da manutenção da edificação a uma empresa ou profissional contratado. No
entanto, a responsabilidade pela gestão continuará sendo do síndico.
EMPREENDIMENTO
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M anuten ç ã o
PROPRIETÁRIO/USUÁRIO
• Realizar a manutenção em seu imóvel observando o estabelecido no Manual do Proprietário e nas normas
técnicas aplicáveis;
• Cumprir o estabelecido pela Convenção do Condomínio e Regulamento Interno;
• Fazer cumprir e prover os recursos para o Programa de Manutenção Preventiva das Áreas Comuns.
ADMINISTRADORA
• Realizar, total ou parcialmente, as funções administrativas do síndico, conforme condições de contrato
entre o condomínio e a administradora aprovado pela assembleia;
• Prestar assessoria para a elaboração e implantação do Programa de Manutenção Preventiva, bem como
para as decisões que envolvam a manutenção da edificação, inclusive quanto à adaptação do sistema de
manutenção e planejamento anual das atividades, quando achar pertinente;
• Assessorar o síndico na contratação de serviços terceirizados para a realização da manutenção da
edificação.
ZELADOR/GERENTE PREDIAL
• Fazer cumprir os regulamentos do edifício e as determinações do síndico e da administradora;
• Monitorar os serviços executados pela equipe de manutenção local e pelas empresas terceirizadas;
• Registrar as manutenções realizadas e comunicar à administradora e ao síndico;
• Comunicar imediatamente ao síndico ou à administradora qualquer defeito ou problema em sistemas e/ou
subsistemas da edificação, ou seja, qualquer detalhe funcional do edifício;
• Auxiliar o síndico ou a administradora na coleta e arquivamento dos documentos relacionados às atividades
de manutenção (notas fiscais, contratos, certificados, etc.);
• Fiscalizar para que as normas de segurança e saúde dos trabalhadores sejam rigorosamente cumpridas
por todos os funcionários e/ou terceirizados que atuem no condomínio.
• O trabalho somente deverá ser realizado se estiver em conformidade com contrato de trabalho, convenção
coletiva e com a função por ele desempenhada.
O PRIMEIRO HOME RESORT
DE ARAGUAÍNA
MANUAL DO PROPRIETÁRIO | 34
EMPREENDIMENTO
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M anuten ç ã o
EMPRESA CAPACITADA
• Realizar os serviços de acordo com as normas técnicas e capacitação ou orientação recebida, conforme
a gestão da manutenção;
• Fornecer documentos que comprovem a realização dos serviços de manutenção, tais como contratos,
notas fiscais, garantias, certificados, etc.;
• Utilizar materiais, equipamentos e executar os serviços em conformidade com normas e legislação,
mantendo, no mínimo, o desempenho original do sistema;
• Utilizar peças originais na manutenção dos equipamentos;
• Cumprir as normas vigentes de segurança e saúde do trabalhador.
EMPRESA ESPECIALIZADA
• Realizar os serviços de acordo com as normas técnicas, projetos, orientações do Manual do Proprietário,
Manual das Áreas Comuns e orientações do manual do fabricante do equipamento;
• Fornecer documentos que comprovem a realização dos serviços de manutenção, tais como contratos,
notas fiscais, garantias, certificados, etc.;
• Utilizar materiais e produtos de qualidade na execução dos serviços, mantendo ou melhorando as
condições originais;
• Utilizar peças originais na manutenção dos equipamentos;
• Fornecer, quando necessário, documentação de responsabilidade técnica pela realização dos serviços e
suas implicações;
• Cumprir as normas vigentes de segurança do trabalho.
Manutenções corretivas
As manutenções corretivas devem ser realizadas assim que o problema se manifestar, para impedir que
pequenas falhas progridam para extensas patologias.
As manutenções devem ser realizadas em obediência ao manual de uso, operação e manutenção fornecido
pela construtora/incorporadora.
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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M anuten ç ã o
Ao usuário ou seu preposto, cabe realizar a manutenção, de acordo com o estabelecido na ABNT NBR 5674 e o
Manual do Proprietário.
O usuário não pode efetuar modificações que piorem o desempenho original entregue pela construtora.
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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M anuten ç ã o
ELEMENTO/
PERIODICIDADE ATIVIDADE RESPONSÁVEL
COMPONENTE
A cada 1 mês Pedras naturais No caso de peças polidas (ex.: pisos, Empresa
(mármore, granito, bancadas de granito, etc.), verificar e, se especializada
pedra mineira, necessário, encerar
mosaico e outros)
EMPREENDIMENTO
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M anuten ç ã o
ELEMENTO/
PERIODICIDADE ATIVIDADE RESPONSÁVEL
COMPONENTE
A cada 3 meses Esquadrias de Efetuar limpeza geral das esquadrias e seus Equipe de
alumínio componentes manutenção local/
proprietário
A cada 6 meses Água potável/não Limpar os aeradores (bicos removíveis) das Equipe de
potável torneiras manutenção local/
proprietário
EMPREENDIMENTO
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M anuten ç ã o
ELEMENTO/
PERIODICIDADE ATIVIDADE RESPONSÁVEL
COMPONENTE
A cada 1 ano Água potável/não Verificar e limpar quando necessário, ralos Proprietário
potável e grelhas no sistema de águas pluviais e
ajustar a periodicidade em função de época
de chuvas intensas (ralo da varanda/sacada/
terraços/cobertura)
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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M anuten ç ã o
ELEMENTO/
PERIODICIDADE ATIVIDADE RESPONSÁVEL
COMPONENTE
A cada 1 ano Instalações de gás Verificar a validade da mangueira de gás que Equipe de
tem prazo de cinco anos manutenção local
EMPREENDIMENTO
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M anuten ç ã o
ELEMENTO/
PERIODICIDADE ATIVIDADE RESPONSÁVEL
COMPONENTE
A cada 1 ano Paredes e tetos Repintar os forros dos banheiros e áreas Empresa
em argamassa ou úmidas capacitada/empresa
gesso e forro de especializada
gesso (interno e
externo)
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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M anuten ç ã o
ELEMENTO/
PERIODICIDADE ATIVIDADE RESPONSÁVEL
COMPONENTE
EMPREENDIMENTO
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M anuten ç ã o
ELEMENTO/
PERIODICIDADE ATIVIDADE RESPONSÁVEL
COMPONENTE
A cada 2 anos Paredes e tetos Revisar a pintura das áreas secas e, se Empresa
em argamassa ou necessário, repintá-las, evitando, assim, capacitada/empresa
gesso e forro de o envelhecimento, a perda de brilho, o especializada
gesso (interno e descascamento e eventuais fissuras
externo)
A cada 3 anos Revestimento Realizar a lavagem das paredes externas, Empresa capacitada/
Cerâmico por exemplo, terraços ou sacadas, para proprietário
retirar o acúmulo de sujeira, fuligem, fungos
e sua proliferação. Utilizar sabão neutro para
lavagem
A cada 3 anos Paredes e tetos Repintar paredes e tetos das áreas secas Empresa
em argamassa ou capacitada/empresa
gesso e forro de especializada
gesso (interno e
externo) F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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M anuten ç ã o
ELEMENTO/
PERIODICIDADE ATIVIDADE RESPONSÁVEL
COMPONENTE
A cada 3 anos Pintura Repintar paredes e tetos das áreas secas Empresa
capacitada/empresa
especializada
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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C omo utilizar o manual
Especificações técnicas
Cuidados de uso
Manutenção preventiva
Prazo de garantia
Perda de garantia
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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E strutura
Estrutura
Especificações técnicas
A estrutura da edificação é composta por um sistema reticulado, na qual foi utilizado concreto armado.
Na estrutura, a transferência de todas as cargas atuantes para as fundações é feita através de elementos
lineares denominados lajes, vigas e pilares.
Durante sua execução, os materiais e componentes são submetidos a controle tecnológico, garantindo a
conformidade com o projeto.
LAJES:
Elementos estruturais planos que recebem as
ações diretas das cargas (pisos, alvenarias, móveis,
etc.). Os carregamentos são aplicados ao longo de
sua superfície.
VIGAS:
Peças lineares horizontais que recebem os
carregamentos advindos das lajes. São peças LAJE
periféricas às lajes e responsáveis pelas
distribuições das cargas para os pilares.
PILAR
PILARES:
Peças lineares verticais, cujos carregamentos
principais provenientes das vigas são neles con
centrados e distribuídos para as fundações.
VIGA
Todo o peso próprio da estrutura e das cargas posteriores é transmitido para as lajes, vigas e pilares
sucessivamente, sendo este finalmente descarregado no solo, em elementos estruturais denominados
fundações.
FUNDAÇÕES:
São elementos de fundamental importância na estabilidade do edifício, respondendo por boa parte dos
aspectos relacionados à solidez e à segurança do mesmo.
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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E strutura
ATENÇÃO
Numa edificação realizada em concreto armado não é possível a retirada total, parcial ou efetuar furos para
passagens de dutos ou tubulações em pilares, vigas e lajes. Da mesma forma, não se deve sobrecarregá-los além
dos limites previstos no projeto original como, por exemplo, grandes cargas nos terraços (vasos e/ou equipamentos
não previstos em projeto), arquivos mortos ou bibliotecas. As lajes foram calculadas para suportar cargas de até
150 kgf/m².
Portanto, para qualquer reforma deverão ser consultados os projetos específicos, disponíveis com o síndico/
administradora e, se necessário, o autor do projeto estrutural e a construtora.
Cuidados de uso
• Não retirar, alterar seção ou efetuar furos de passagens de dutos ou tubulações em quaisquer elementos
estruturais para evitar danos à solidez e à segurança da edificação;
• Não sobrecarregar as estruturas e paredes além dos limites previstos em projeto, sob o risco de gerar
fissuras ou comprometimento dos elementos estruturais e de vedação, como, por exemplo, troca de uso
dos ambientes e colocação de ornamentos decorativos com carga excessiva;
• Após a ocupação do imóvel, é de responsabilidade do cliente realizar a inspeção visual em todos os
elementos estruturais, identificando oxidações, calcinações, deteriorações, fissuras, trincas e rachaduras
(inclusive se existe sobrecarga devido à fixação de estantes). Durante o período de garantia, caso seja
verificada alguma anormalidade, comunique ao responsável imediatamente. Após esse período, uma
empresa especializada deve ser contratada para recompor possíveis ocorrências.
Prazo de garantia
• Segurança e estabilidade global - 5 anos;
• Estanqueidade de fundações e contenções - 5 anos.
Perda de garantia
Todas as condições descritas no item Perda de garantia do capítulo “Garantia”, acrescidas de:
• Se forem retirados ou alterados quaisquer elementos estruturais, como pilares, vigas e lajes;
• Se forem identificadas sobrecargas além dos limites normais de utilização previstos nas estruturas ou
vedações.
EMPREENDIMENTO
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E strutura
A fim de que seja alcançada a vida útil de projeto (VUP) para a estrutura e seus elementos, conforme ABNT
NBR 15575, devem ser previstas e realizadas manutenções preventivas sistemáticas e, sempre que necessário,
manutenções com caráter corretivo. Estas últimas devem ser realizadas assim que o problema se manifestar,
impedindo que pequenas falhas progridam, às vezes, rapidamente para extensas patologias.
As manutenções devem ser realizadas obedecendo-se a este manual e a ABNT NBR 5674.
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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A lvenaria de V eda ç ã o
Alvenaria de Vedação
Especificações técnicas
As alvenarias constituem-se em elementos de vedações ou fechamentos, não possuindo características
estruturais. Porém, a sua retirada poderá gerar uma acomodação nos apartamentos lindeiros (superior e
inferior), que podem apresentar fissuras provenientes desta acomodação, sendo de responsabilidade do
autor desta modificação o ressarcimento dos reparos das unidades eventualmente danificadas.
As paredes foram executadas com blocos cerâmicos, com espessuras de paredes variando em cada
ambiente. Estes materiais são resistentes mecanicamente, possibilitando a fixação de quadros ou elementos
decorativos.
Não se deve realizar “recortes” para execução de nichos na alvenaria, a fim de evitar quaisquer danos.
TIPOLOGIA DO FIXADOR
São buchas de nylon para serem aplicadas em superfícies ocas. Ideal na fixação de objetos
que exigem um desempenho médio de carga de fixação.
Bucha Universal
Observe se na base vem um número impresso. Este número informa a broca adequada para a
perfuração e indica também que se trata de um produto confiável.
Bucha “S”
Para qualquer tipo de tijolo – oco, maciço ou perfurado. Também para blocos de gesso e
concreto, inclusive celular, ou qualquer outro material, contanto que tenha espessura de, no
mínimo, 6 milímetros.
Bucha “FU”
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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A lvenaria de V eda ç ã o
ATENÇÃO
Antes de perfurar paredes para colocação de quadros, armários ou outros objetos, consulte os projetos e
detalhamentos do seu imóvel e os desenhos neste manual.
Procedendo assim, você evitará furar as tubulações de água e instalações elétricas, bem como elementos
estruturais, sendo estes de mais difícil perfuração. Sugerimos a não utilização de pregos e martelos que têm
grande capacidade de penetração e poderão danificar o acabamento da parede.
Obs.: Os materiais utilizados na estrutura, alvenaria e revestimento das paredes são de naturezas diversas,
possuindo diferentes coeficientes de resistência e dilatação térmica. Assim sendo, diante de variações bruscas
da temperatura ambiente, da acomodação natural da estrutura causada pela ocupação gradativa do edifício, bem
como quando submetidos a cargas específicas, podem se comportar de forma diferente, o que eventualmente
acarreta no aparecimento de fissuras localizadas no revestimento das paredes, fato este que NÃO compromete de
forma alguma a segurança da edificação.
No caso de paredes internas, são consideradas aceitáveis e normais as fissuras não perceptíveis a distância de
pelo menos 1 metro. Com relação às paredes externas, as eventuais fissuras que surgirem e que não provoquem
infiltração para o interior da edificação serão consideradas aceitáveis e normais.
Não se deve efetuar reformas no seu apartamento que envolvam demolição ou construção de paredes, abertura ou
fechamento de vãos ou nichos, sem a prévia consulta aos projetos e acompanhamento de um responsável técnico
habilitado.
Cuidados de uso
• Antes de perfurar as vedações, consulte os projetos e vistas contidas no Manual do Proprietário, evitando,
deste modo, a perfuração de tubulações de água, energia elétrica ou gás nelas embutidas;
• Para melhor fixação de peças ou acessórios, use apenas parafusos com buchas especiais, de acordo com
o tipo de elemento de vedação utilizado.
Manutenção preventiva
• Procure manter os ambientes bem ventilados. Nos períodos de inverno ou de chuva, pode ocorrer o
surgimento de mofo nas paredes, decorrente de condensação de água por deficiência de ventilação,
principalmente em ambientes fechados (armários, atrás de cortinas e forros de banheiro);
• Combata o mofo com produto químico específico e que não danifique os componentes de acabamento;
• As áreas internas e a fachada da edificação devem ser pintadas conforme plano de manutenção do
condomínio, a fim de evitar envelhecimento, perda de brilho, descascamento e eventuais fissuras que
possam causar infiltrações.
Após a entrega da edificação, sempre que for realizada uma repintura deverá ser feito um tratamento nas
fissuras, evitando, assim, infiltrações futuras de água.
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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A lvenaria de V eda ç ã o
Prazo de garantia
• Segurança e integridade - 5 anos.
As fissuras nas fachadas que não geram infiltração são consideradas normais, aceitáveis e deverão ser tratadas
pelo condomínio no processo de manutenção preventiva da edificação.
Perda de garantia
Todas as condições descritas no item Perda de garantia do capítulo “Garantia”, acrescidas de:
• Se forem retirados ou alterados quaisquer elementos de vedação com relação ao projeto original;
• Se forem identificadas sobrecargas além dos limites normais de utilização previstos nas estruturas ou
vedações;
• Se não forem tomados os cuidados de uso ou não for feita a manutenção preventiva necessária.
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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P aredes de G esso A cartonado
Especificações técnicas
Alguns shafts foram executados em placas de gesso acartonado (sistema conhecido como drywall) e
parafusadas em uma estrutura metálica.
Estas paredes resistem a impactos normais de uso. Quaisquer eventuais problemas poderão ser reparados ou
as placas poderão ser substituídas com facilidade.
CONCEITO BÁSICO
Basicamente os shafts são executadas através de uma estrutura de perfis de aço zincado e montantes
verticais, sobre os quais são parafusadas chapas de gesso acartonado com parafusos especiais evitando
qualquer tipo de oxidação. Após o tratamento das juntas das chapas, as superfícies das paredes tornam-se
monolíticas, planas e lisas, prontas para receber qualquer tipo de acabamento, tais como pintura, papel de
parede, cerâmica ou laminados plásticos.
No caso de paredes internas, são consideradas aceitáveis e normais, as fissuras não perceptíveis a distância
de pelo menos 1 metro.
DISTÂNCIA DA EXEMPLO
LOCAL DA CARGA TIPOLOGIA DO
CARGA À FACE DE PEÇA
FIXAÇÃO MÁXIMA ² FIXADOR ³
DA PAREDE SUSPENSA
Bucha Rosqueável
15 kg
Bucha de expansão
para-ôco
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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P aredes de G esso A cartonado
DISTÂNCIA DA EXEMPLO
LOCAL DA CARGA TIPOLOGIA DO
CARGA À FACE DE PEÇA
FIXAÇÃO MÁXIMA ² FIXADOR ³
DA PAREDE SUSPENSA
1. Para duas chapas de gesso utilizar buchas de expansão com tronco duplo ou maior.
3. Em face a existência de uma extensa gama de componentes, recomendamos consultar as instruções do fabricante.
Obs.: Sempre utilizar pontos de fixação onde estejam montantes de aço para dar mais capacidade de carga à
fixação no drywall. Para localizar a posição dos montantes metálicos nas paredes de drywall pode ser utilizado
um ímã. Ao passar o ímã pela parede você sentirá uma atração, naquele ponto, no alinhamento vertical. Significa F A C H A D A
que tem um montante metálico que pode ser utilizado para executar furos com melhor sustentação.
Cabe ressaltar que antes da fixação de itens com cargas maiores, será necessário instalar reforços de madeira,
além de mais pontos de fixação no drywall. Neste caso, contratar empresa capacitada para execução do serviço.
O PRIMEIRO HOME RESORT
DE ARAGUAÍNA
MANUAL DO PROPRIETÁRIO | 53
EMPREENDIMENTO
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P aredes de G esso A cartonado
Cuidados de uso
• Procure manter os ambientes bem ventilados. Nos períodos de inverno ou de chuva, pode ocorrer o
surgimento de mofo nas paredes decorrente de condensação de água por deficiência de ventilação,
principalmente em ambientes fechados (armários, atrás de cortinas e forros de banheiro);
• Combata o mofo com produto químico específico e que não danifique os componentes de acabamento.
Prazo de garantia
• Fissuras - 2 anos;
• Má aderência do revestimento e dos componentes do sistema - 5 anos.
Perda de garantia
Todas as condições descritas no item Perda de garantia do capítulo “Garantia”, acrescidas de:
• Aberturas/cortes nas placas de gesso.
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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P ortas e batentes de madeira
Especificações técnicas
BATENTES E GUARNIÇÕES
Os batentes são de madeira própria para pintura, sendo fixados com espuma de poliuretano e as guarnições
fixadas com pregos sem cabeça ou kit porta pronta
PORTAS
As portas são da marca Pormade, modelo lisa - estrutura interna colméia, com acabamento em pintura.
Internas
Banheiros/ lavabo
Cuidados de uso
• Evitar fechamentos abruptos das esquadrias;
• Não forçar a abertura das esquadrias;
• As ferragens devem ser manuseadas com cuidado, evitando aplicação de força excessiva;
• Recomenda-se manter as portas permanentemente fechadas, o que evita danos decorrentes de impacto;
• A limpeza das esquadrias e de seus componentes deve ser realizada com pano levemente umedecido. Todo
e qualquer excesso deve ser retirado com pano seco. Em hipótese alguma deverão ser usados materiais
abrasivos, como esponjas de aço, saponáceos, entre outros;
• Evitar o uso de material cortante ou perfurante na limpeza de arestas ou cantos;
F A C H A D A
• As esquadrias não foram dimensionadas para receber aparelhos esportivos ou equipamentos que causem
esforços adicionais;
O PRIMEIRO HOME RESORT
DE ARAGUAÍNA
MANUAL DO PROPRIETÁRIO | 55
EMPREENDIMENTO
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P ortas e batentes de madeira
Manutenção preventiva
• Este sistema da edificação necessita de um plano de manutenção específico, que atenda às recomendações
dos fabricantes, diretivas da norma ABNT NBR 5674 e normas específicas do sistema, quando houver;
• Utilizar somente componentes originais ou com desempenho de características comprovadamente
equivalentes.
A cada 6 meses Verificar a existência de fungos, mofos, bolores e Equipe de manutenção local/
focos de insetos e tratar, quando necessário empresa capacitada
A cada 1 ano Verificar falhas de vedação, fixação das esquadrias e Empresa capacitada/ empresa
reconstituir sua integridade, onde for necessário especializada
Prazo de garantia
• Empenamento, descolamento e fixação - 1 ano;
• Fechaduras e ferragens em geral: funcionamento e acabamento - 1 ano.
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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P ortas e batentes de madeira
Perda de garantia
Todas as condições descritas no item Perda de garantia do capítulo “Garantia”, acrescidas de:
• Alteração das ferragens fornecidas na entrega da unidade;
• Instalação de molas (dobradiças/aéreas);
• Remoção da folha da porta por quaisquer motivos;
• Batidas bruscas de portas ocasionando danos às fechaduras, dobradiças, batentes, guarnições, vedações
adjacentes, etc.;
• Exposição das esquadrias à umidade;
• Se for feita mudança na instalação, acabamento (especialmente pintura), entre outras modificações na
esquadria, que altere suas características originais;
• Se for feito corte do encabeçamento (reforço da folha) da porta, devido à instalação de piso;
• Se não forem tomados os cuidados de uso ou não for realizada a manutenção preventiva necessária.
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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E squadrias de A lum í nio
Esquadrias de Alumínio
Especificações técnicas
As esquadrias de alumínio (janelas, portas de correr e guarda-corpo) foram fabricadas com perfis de alumínio
de várias dimensões e bitolas e receberam acabamento em pintura eletrostática, cor Branca Neve fosca.
Os perfis usados nas esquadrias são suficientemente resistentes para suportar a ação do vento e outros
esforços ordinários. Foram montados de modo a conferir estabilidade e estanqueidade a cada tipo de
esquadria, impedindo a infiltração de água.
Não permita que pessoas não capacitadas tentem fazer qualquer reparo, pois isso poderá causar estragos
maiores e a consequente perda da garantia.
Cuidados de uso
• Evitar fechamentos abruptos das esquadrias;
• As esquadrias devem correr suavemente, sem serem forçadas;
• As ferragens devem ser manuseadas com cuidado, evitando aplicação de força excessiva;
• Recomenda-se manter as portas permanentemente fechadas, evitando danos decorrentes de impacto;
• A limpeza das esquadrias e de seus componentes deve ser realizada com pano levemente umedecido.
Todo e qualquer excesso deve ser retirado com pano seco. Em hipótese alguma, deverão ser usados
materiais abrasivos, como esponjas de aço, saponáceos, entre outros;
• As janelas e portas de correr exigem que seus trilhos inferiores sejam frequentemente limpos, evitando-se
o acúmulo de sujeira;
• Deve-se manter os drenos (orifícios) dos trilhos inferiores sempre bem limpos e desobstruídos,
principalmente na época de chuvas mais intensas, pois esta é a causa principal de problemas de infiltração;
• Evitar o uso de material cortante ou perfurante na limpeza de arestas ou cantos, para garantir o perfeito
funcionamento dos seus componentes;
• As esquadrias não foram dimensionadas para receber aparelhos esportivos ou equipamentos que causem
esforços adicionais;
• Evitar a colocação ou fixação de objetos nas esquadrias;
• Não use produtos ácidos ou alcalinos (verifique a embalagem do produto), sua aplicação poderá causar
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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E squadrias de A lum í nio
• Não utilize vaselina, removedor, thinner ou qualquer outro produto derivado do petróleo, pois ressecam
plásticos ou borrachas, fazendo com que percam sua função de vedação;
• Não utilize jato de água de alta pressão para lavagem das fachadas. A força do jato pode arrancar as partes
calafetadas com silicone ou qualquer outro material vedante;
• Não utilize objetos cortantes ou perfurantes para auxiliar na limpeza dos cantos de difícil acesso, esta
operação pode ser feita com o auxílio de um pincel de cerdas macias;
• Não remova as borrachas ou massas de vedação;
• Caso ocorram respingos de cimento, gesso, ácido ou tinta, remova-os imediatamente com um pano
umedecido com detergente neutro a 5% e logo após passe uma flanela seca;
• Reaperte com chave de fenda todos os parafusos aparentes dos fechos, fechaduras ou puxadores e
roldanas responsáveis pela folga do caixilho de correr junto ao trilho, sempre que necessário;
• As janelas Maxim-ar podem ser mantidas abertas, com pequena angulação, em caso de chuvas moderadas.
Entretanto, em caso de rajadas de vento, os caixilhos podem ser danificados, portanto fique atento para
travar as janelas nessas situações.
Janelas e portas de correr exigem que seus trilhos inferiores sejam sempre limpos.
Manutenção preventiva
• Este sistema da edificação necessita de um plano de manutenção específico, que atenda às recomendações
dos fabricantes, diretivas da ABNT NBR 5674 e normas específicas do sistema, quando houver;
• Utilizar somente componentes originais ou com desempenho de características comprovadamente
equivalentes;
• Serviços de manutenção corretiva nas esquadrias devem ser executados por empresas especializadas,
pois quando não executados de forma adequada, a estanqueidade da esquadria poderá ser comprometida,
gerando infiltrações de água na parede;
• As esquadrias são fabricadas com utilização de acessórios articuláveis (braços, fechos e dobradiças)
e deslizantes (roldanas e rolamentos) de nylon, que não exigem qualquer tipo de lubrificação, uma
vez que suas partes móveis, eixos e pinos são envolvidos por uma camada deste material especial,
autolubrificante, de grande resistência ao atrito e às intempéries;
• Manter as janelas do tipo Maxim-ar fechadas e travadas em caso de rajadas de vento, pois pode ocorrer
danos irreparáveis em seu mecanismo.
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E squadrias de A lum í nio
A cada 3 meses Efetuar limpeza geral das esquadrias e seus Equipe de manutenção local/
componentes proprietário
A cada 1 ano ou sempre Reapertar os parafusos aparentes de fechos, Empresa capacitada/ empresa
que necessário fechaduras ou puxadores e roldanas especializada
A cada 1 ano Verificar vedação e fixação dos vidros Equipe de manutenção local
Prazo de garantia
• Perfis de alumínio, fixadores e revestimentos em painel de alumínio - 5 anos;
• Borrachas, escovas, articulações, fechos e roldanas - 2 anos;
• Partes móveis - problemas com a vedação e funcionamento - 1 ano.
Perda de garantia
Todas as condições descritas no item Perda de garantia do capítulo “Garantia”, acrescidas de:
• Se forem feitas instalações de cortinas ou quaisquer equipamentos, tais como: persianas, ar-condicionado,
molas, etc., diretamente na estrutura das esquadrias ou que com elas possam interferir;
• Se for feita qualquer mudança na esquadria, na sua forma de instalação e na modificação de seu
acabamento (especialmente pintura), que altere suas características originais;
• Se não forem tomados os cuidados de uso ou não for feita a manutenção preventiva necessária.
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EMPREENDIMENTO
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E squadrias de A lum í nio
ATENÇÃO
É muito importante fazer a manutenção preventiva das esquadrias de alumínio, pois com a incidência de sol,
chuva, manuseio natural, falta de limpeza periódica, podem haver problemas de vedação, além de outras avarias,
envolvendo, inclusive, a segurança dos usuários do edifício. Vale lembrar que a manutenção preventiva serve para
evitar problemas futuros.
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EMPREENDIMENTO
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V i d ros
Vidros
Especificações técnicas
O sistema de vedação com vidros é utilizado em esquadrias com a finalidade de proteger os ambientes de
intempéries, permitindo, ao mesmo tempo, a passagem de luz.
A tabela abaixo contém informações referentes aos vidros dos ambientes de sua unidade:
RESIDENCIAL
Laje técnica Porta de correr - 2 folhas, com folha Vidro Temperado Incolor
móvel e baguete, sem travessa.
Dimensões: 1400x2300mm,
espessura 8mm
Cozinha/ Área de Serviço Janela de Correr - 2 folhas, com folha Vidro Incolor Comum
móvel, com baguete. Dimensões:
1150x1150mm espessura 6mm
EMPREENDIMENTO
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V i d ros
RESIDENCIAL
Cuidados de uso
• Os vidros possuem espessura compatível com a resistência necessária para o seu uso normal. Por essa
razão, evite qualquer tipo de impacto na sua superfície ou nos caixilhos;
• Não abrir janelas ou portas empurrando a parte de vidro. Utilizar os puxadores e fechos;
• Para limpeza, utilizar somente água e sabão neutro. Não utilizar materiais abrasivos, como por exemplo,
palha de aço ou escovas com cerdas duras. Usar somente pano ou esponja macia;
• No caso de trocas, adquirir vidros seguindo referência acima indicada;
• Evitar esforços em desacordo com o uso específico da superfície;
• Deve-se ter cuidado no momento de limpeza para não danificar as esquadrias;
• Verifique a vedação e fixação dos vidros, bem como a presença de trincas, a cada ano, reconstituindo a
sua integridade quando necessário.
Manutenção preventiva
• Utilizar somente componentes originais ou com desempenho de características comprovadamente
equivalentes; F A C H A D A
• A limpeza deverá ser feita com uso de pano levemente umedecido e aderente às especificações de
cuidados de uso;
• Em casos de quebra ou trinca, trocar imediatamente
O P R I M E I R O H Opara
M E Revitar
E S O R Tacidentes.
DE ARAGUAÍNA
MANUAL DO PROPRIETÁRIO | 63
EMPREENDIMENTO
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V i d ros
A cada 1 ano Verificar o desempenho das vedações e fixações dos Equipe de manutenção local/
vidros nos caixilhos proprietário/empresa capacitada
Prazo de garantia
• Fixação - 1 ano.
Perda de garantia
Todas as condições descritas no item Perda de garantia do capítulo “Garantia”, acrescidas de:
• Se não for feita a manutenção preventiva necessária;
• Se não forem utilizados para a finalidade estipulada.
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EMPREENDIMENTO
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I mpermeabiliza ç ã o
Impermeabilização
Especificações técnicas
A impermeabilização protege as edificações contra a penetração indesejável de água, tanto nos ambientes,
quanto na estrutura de concreto.
As proteções são imperceptíveis, pois ficam sob os revestimentos finais dos pisos e das paredes.
Não quebrar ou perfurar pisos e revestimentos das áreas impermeabilizadas, conforme tabela abaixo:
ATENÇÃO
Para instalar boxes nos banheiros, deve-se fixá-los nas paredes (consulte desenhos dos apartamentos contidos
neste manual). Não se deve furar os pisos e rodapés para não prejudicar a impermeabilização, mas pode-se aplicar
silicone que ajuda a fixação e é vedante.
Nunca jogue água diretamente sobre o piso, mesmo nas áreas que estão impermeabilizadas (exceto na área
do box). Tenha o hábito de passar um pano úmido no piso regularmente, pois isso garantirá a conservação da
cerâmica, da pintura, batentes e a perfeita utilização do imóvel.
A não observância desta condição levará a passagem de água para ambientes vizinhos ou unidades vizinhas no
mesmo pavimento ou no pavimento inferior.
Os danos decorrentes em pisos, tetos e paredes devem ser reparados pelo proprietário/usuário da unidade que
utilizou água indevidamente no ambiente.
Cuidados de uso
• Antes de executar qualquer furação nas paredes, consulte a planta de instalações hidráulicas, a fim de
evitar perfurações e danos à rede hidráulica, bem como na impermeabilização, que na parede dentro e F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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I mpermeabiliza ç ã o
• Evite usar ácidos, soda cáustica ou detergentes na limpeza dos pisos e cerâmicas, que, pelo seu alto
poder de corrosão, tendem a eliminar os rejuntamentos dos materiais, podendo provocar infiltrações
generalizadas;
• Não esfregue com vassouras de piaçava ou nylon, pois também podem danificar o rejuntamento;
• Mantenha os ralos, grelhas e extravasores das áreas descobertas sempre limpos;
• Não finque, crave ou fixe peças ou chumbadores nos pisos impermeabilizados;
• Inspecione a cada ano os rejuntamentos dos pisos, paredes, soleiras, ralos e peças sanitárias, pois, através
das falhas nestas peças, poderá ocorrer infiltração de água;
• Não introduza objetos de qualquer espécie nas juntas de dilatação.
Qualquer furo, desgaste proposital ou acidental, ou rasgo que danifique a impermeabilização acarretará a perda
da garantia.
Manutenção preventiva
• Este sistema da edificação necessita de um plano de manutenção específico, que atenda às recomendações
dos fabricantes, diretivas da norma ABNT NBR 5674 e normas específicas do sistema, quando houver;
• Utilizar somente componentes originais ou com desempenho de características comprovadamente
equivalentes;
• No caso de danos à impermeabilização, não executar reparos com materiais e sistemas diferentes ao
aplicado originalmente, pois a incompatibilidade poderá comprometer o desempenho do sistema;
• No caso de danos à impermeabilização, efetuar reparo com empresa especializada;
• É de responsabilidade do cliente, após a ocupação do imóvel, realizar anualmente a inspeção visual das
áreas impermeabilizadas, buscando identificar possíveis pontos de infiltração.
impermeabilização exposta
EMPREENDIMENTO
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I mpermeabiliza ç ã o
Prazo de garantia
• Impermeabilização - Estanqueidade - 5 anos.
Perda de garantia
Todas as condições descritas no item Perda de garantia do capítulo “Garantia”, acrescidas de:
• Reparo e/ou manutenção executados por empresas não especializadas/capacitadas;
• Danos ao sistema decorrentes de instalação de equipamentos ou reformas em geral;
• Danos causados por perfuração nas áreas impermeabilizadas;
• Se forem danificados, alterados ou reparados pisos e paredes nas áreas impermeabilizadas.
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EMPREENDIMENTO
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R evestimentos de pisos , paredes , tetos e bancadas
Revestimentos de pisos,
paredes, tetos e bancadas
Relacionamos a seguir os revestimentos empregados nos ambientes internos, externos (fachada) e bancadas,
com seus respectivos dados técnicos e manutenções adequadas.
Porcelanatos
Especificações técnicas
Peça de cerâmica de pouca espessura, em que uma das faces é vidrada, resultado da cozedura de um
revestimento geralmente denominado como esmalte, que se torna impermeável e brilhante. Esta face pode
ser monocromática ou policromática, lisa ou em relevo.
Para identificar os ambientes que receberam acabamento em porcelanatos e suas especificações, consulte
o capítulo “Memorial Descritivo” contido neste manual.
Cuidados de uso
• Antes de perfurar qualquer peça, consulte os desenhos contidos neste manual, a fim de evitar perfurações
acidentais em tubulações e camadas impermeabilizadas;
• Para fixação de móveis, acessórios ou equipamentos, utilizar parafusos e buchas apropriadas e evitar
impactos nos revestimentos que possam causar danos ou prejuízo ao desempenho do sistema;
• Não utilizar máquina de alta pressão de água, vassouras de piaçava, escovas com cerdas duras, peças
pontiagudas, esponjas ou palhas de aço, espátulas metálicas, objetos cortantes ou perfurantes na limpeza,
pois podem danificar o sistema de revestimento;
• Limpar os revestimentos somente com produtos apropriados;
• Não arrastar móveis, equipamentos ou materiais pesados, para que não haja desgaste excessivo ou
provoque danos à superfície do revestimento;
• Para perfeita conservação das cerâmicas, verifique anualmente o seu rejuntamento, a fim de evitar
eventuais infiltrações;
• Limpar os revestimentos somente com produtos apropriados ou de conservação específicos, buscando
sempre obter a orientação correta de utilização, na embalagem do produto;
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EMPREENDIMENTO
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R evestimentos de pisos , paredes , tetos e bancadas
• Na limpeza, evite lavagens gerais e tome cuidado nos pontos de encontro das paredes com os tetos. Evite
o uso de detergentes agressivos, ácidos, soda cáustica, bem como vassouras ou vassourinhas de piaçava.
São procedimentos que atacam o esmalte das peças e retiram o seu rejuntamento. O melhor sistema de
limpeza é o uso de pano ou esponja macia, umedecidos em sabão neutro ou produtos específicos para
este fim;
• Limpe as paredes revestidas com cerâmicas com o uso de pano úmido, porém, tome cuidado com as
tomadas e interruptores;
• A instalação e uso de piso frio, em áreas entregues no contrapiso, deve atender à normalização específica
do produto;
• Na instalação de pisos, os mesmos deverão possuir um espaçamento mínimo de 5 mm das paredes, o qual
poderá ser coberto pelo rodapé instalado no mínimo 5 mm acima do piso. Este espaço contribui para que
não haja propagação de vibrações e ruídos entre piso e paredes;
• A instalação de componentes nos sistemas da edificação deve ser analisada levando em consideração sua
implicação no desempenho acústico da unidade e do edifício;
• Alterações de layout interno das unidades influenciam diretamente no desempenho acústico do mesmo
espaço, ambientes contíguos, demais unidades ou áreas da edificação;
• As alterações realizadas na unidade deverão ser programadas e documentadas, observando as
manutenções necessárias que poderão interferir no desempenho do sistema acústico.
Nunca use materiais abrasivos, palha de aço, saponáceos, cloro puro ou muito forte. O excesso de ácido pode
causar danos irreparáveis nas placas cerâmicas.
Podem ocorrer variações de tonalidade perante a presença de água.
Manutenção preventiva
• Este sistema da edificação necessita de um plano de manutenção específico, que atenda às recomendações
dos fabricantes, diretivas da norma ABNT NBR 5674 e normas específicas do sistema, quando houver;
• Utilizar somente componentes originais ou com desempenho de características comprovadamente
equivalentes;
• Em áreas molhadas ou molháveis, manter o ambiente ventilado para evitar surgimento de fungo ou bolor.
EMPREENDIMENTO
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R evestimentos de pisos , paredes , tetos e bancadas
A cada 3 anos Realizar a lavagem das paredes externas, por Empresa capacitada/ proprietário
exemplo, terraços ou sacadas, para retirar o acúmulo
de sujeira, fuligem, fungos e sua proliferação. Utilizar
sabão neutro para lavagem
Prazo de garantia
• Revestimentos soltos, gretados ou desgaste excessivo - 2 anos;
• Estanqueidade de pisos em áreas molhadas - 3 anos.
Perda de garantia
Todas as condições descritas no item Perda de garantia do capítulo “Garantia”, acrescidas de:
• Utilização de equipamentos, produtos ou uso do revestimento em desacordo com os especificados acima;
• Impacto em desacordo com a norma ABNT NBR 15575 que ocasione danos no revestimento;
• Danos causados por furos para instalação de peças em geral;
• Uso de máquinas de alta pressão nas superfícies;
• Manchas por utilização de produtos ácidos e/ou alcalinos;
• Quebra ou lascamento por impacto ou pela não observância dos cuidados durante o uso;
• Riscos causados por transporte de materiais ou objetos pontiagudos;
• Se não forem tomados os devidos cuidados de uso ou não for realizada a manutenção preventiva necessária.
Em atendimento a NBR ABNT 15575, os pisos atendem os critérios referentes à abertura máxima de frestas (ou
juntas sem preenchimento), entre componentes do piso, que não devem ser maior que 4 mm, excetuando-se o F A C H A D A
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R evestimentos de pisos , paredes , tetos e bancadas
Rejunte
Especificações técnicas
Tratamento dado às juntas de assentamento dos materiais cerâmicos e pedras naturais para garantir a
estanqueidade e o acabamento dos sistemas de revestimentos de pisos e paredes. O material utilizado para
o rejuntamento foi aplicado dentro das especificações técnicas contidas na embalagem do produto e de
acordo com as normas técnicas.
Para identificar os ambientes que receberam aplicações de rejunte e suas especificações, consulte o capítulo
“Memorial Descritivo” contido neste manual.
Cuidados de uso
• Limpar os revestimentos somente com produtos apropriados ou de conservação específicos, buscando
sempre obter a orientação correta de utilização, na embalagem do produto;
• Não utilizar máquina de alta pressão de água, vassouras de piaçava, escovas com cerdas duras, peças
pontiagudas, esponjas ou palhas de aço, espátulas metálicas, objetos cortantes ou perfurantes na
limpeza, pois podem danificar o sistema de revestimento;
• Não arrastar móveis, equipamentos ou materiais pesados, para que não haja desgaste excessivo ou danos
à superfície do rejunte;
• As perfurações, quando necessárias, devem ser feitas nos rejuntamentos;
• A cada ano deverá ser feita a revisão do rejuntamento. Para refazer o rejunte utilize materiais apropriados
existentes no mercado. Não utilize o ambiente pelo menos por 24 horas após o rejuntamento;
• Rever os rejuntes que estiverem faltando em decorrência da ação do tempo ou outros fatores. A
recomposição do rejunte será necessária quando ocorrerem frestas ou buracos no mesmo. Estas frestas,
que ocorrem principalmente devido ao desgaste do rejunte. São canais de entrada de água que poderão
ocasionar infiltrações e até mesmo descolamento do revestimento cerâmico;
• A substituição ou reparo do rejunte defeituoso deve ser feita sempre que este estiver danificado e da
seguinte maneira:
- Raspar a argamassa de rejuntamento até a argamassa de assentamento da peça cerâmica; deve
ficar uma fresta com uma espessura aproximada à da espessura da placa cerâmica;
- Retirar todo o pó da junta onde estava o rejunte velho ou defeituoso;
- Hidratar levemente o local;
- Aplicar o rejunte novo;
- Evitar sempre o remonte do rejuntamento novo sobre o rejuntamento velho, pois os mesmos contêm
propriedades impermeáveis, as quais acarretarão a não aderência entre o rejunte velho e o rejunte novo;
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R evestimentos de pisos , paredes , tetos e bancadas
Manutenção preventiva
• Este sistema da edificação necessita de um plano de manutenção específico, que atenda às recomendações
dos fabricantes, diretivas da ABNT NBR 5674 e normas específicas do sistema, quando houver;
• Utilizar somente componentes originais ou com desempenho de características comprovadamente
equivalentes;
• Em áreas molhadas ou molháveis, manter o ambiente ventilado de modo a evitar surgimento de fungo ou
bolor.
Prazo de garantia
• Falhas na aderência - 1 ano.
Perda de garantia
Todas as condições descritas no item Perda de garantia do capítulo “Garantia”, acrescidas de:
• Utilização de equipamentos, produtos ou uso do rejunte em desacordo com os especificados acima;
• Danos causados por furos intencionais para instalação de peças em geral;
• Impacto em desacordo com a norma ABNT NBR 15575 que ocasione danos no revestimento e rejuntes;
• Se forem utilizados ácidos ou outros produtos agressivos ou ainda se for realizada lavagem do revestimento
com lavadoras de alta pressão;
• Se não forem tomados os devidos cuidados de uso ou não for realizada a manutenção preventiva necessária.
• Peças, elementos ou componentes do sistema que apresentem desgaste natural pelo tempo ou uso.
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R evestimentos de pisos , paredes , tetos e bancadas
Pintura
Especificações técnicas
Acabamento de tetos e paredes que visa proporcionar proteção às superfícies ou efeito estético, aplicado
sobre argamassas ou gesso liso para regularizar/uniformizar a superfície e auxiliar na proteção contra a ação
direta de agentes agressivos.
Para identificar os ambientes que receberam acabamento em pintura e suas especificações, consulte o
capítulo “Memorial Descritivo” contido neste manual.
Cuidados de uso
• Não utilizar produtos químicos na limpeza, principalmente produtos ácidos ou cáusticos;
• Limpar os revestimentos somente com produtos apropriados ou de conservação específicos, buscando
sempre obter a orientação correta de utilização, na embalagem do produto;
• Em caso de necessidade de limpeza, jamais utilizar esponjas ásperas, buchas, palha de aço, lixas e
máquinas com jato de pressão;
• Nas áreas internas com pintura, evitar a exposição prolongada ao sol, utilizando cortinas nas janelas;
• Em caso de contato com substâncias que provoquem manchas, limpar imediatamente com água e sabão
neutro;
• Evitar atrito, riscos ou pancadas nas superfícies pintadas, pois podem acarretar remoção da tinta,
manchas ou trincas;
• Não use álcool, querosene ou outros tipos de solvente sobre as superfícies pintadas;
• Mantenha o imóvel sempre ventilado, a fim de evitar o aparecimento de mofo na pintura. Nos períodos de
inverno ou de chuva poderá ocorrer o surgimento de mofo nas paredes, decorrente de condensação de
água por falta de ventilação, principalmente em ambientes fechados (armários, atrás de cortinas e forros
de banheiro);
• Deverá ser verificada a integridade das paredes e tetos regularmente, reconstituindo onde for necessário,
seja através de correções e/ou da repintura, evitando assim o envelhecimento, a perda de brilho, o
descascamento e que eventuais fissuras possam causar infiltrações. Além disso, é imprescindível que
todas as fissuras e trincas sejam calafetadas e tratadas antes da pintura;
• A repintura dos tetos das varandas/abas ou pinturas nas áreas externas deve ser comunicada ao síndico,
tendo em vista o aspecto do edifício como um todo;
• Antes de executar uma pintura, proteger as esquadrias com fita adesiva de PVC.
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R evestimentos de pisos , paredes , tetos e bancadas
Manutenção preventiva
• Este sistema da edificação necessita de um plano de manutenção específico, que atenda às recomendações
dos fabricantes, diretivas da norma ABNT NBR 5674 e normas específicas do sistema, quando houver;
• Utilizar somente componentes originais ou com desempenho de características comprovadamente
equivalentes;
• Em caso de necessidade de retoque, deve-se repintar todo a parede (trecho de quina a quina ou de friso a
friso), para evitar diferenças de tonalidade entre a tinta velha e a nova numa mesma parede;
• Repintar as áreas e elementos com as mesmas especificações da pintura original.
A cada 2 anos Revisar a pintura das áreas secas e, se necessário, Empresa capacitada/ empresa
repintá-las, evitando assim o envelhecimento, especializada
a perda de brilho, o descascamento e eventuais
fissuras
A cada 3 anos Repintar paredes e tetos das áreas secas Empresa capacitada/ empresa
especializada
As áreas externas devem ter sua pintura revisada Empresa capacitada/ empresa
e, se necessário, repintada, evitando assim o especializada
envelhecimento, a perda de brilho, o descascamento
e que eventuais fissuras possam causar infiltrações
Prazo de garantia
• Empolamento, descascamento, esfarelamento, alteração de cor ou deterioração de acabamento - 2 anos.
Perda de garantia
Todas as condições descritas no item Perda de garantia do capítulo “Garantia”, acrescidas de:
• Se não forem tomados os cuidados de uso ou não for realizada a manutenção preventiva necessária.
• Peças, elementos ou componentes do sistema que apresentem desgaste natural pelo tempo ou uso.
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R evestimentos de pisos , paredes , tetos e bancadas
Forro de gesso
Especificações técnicas
Os forros de gesso instalados no imóvel são do tipo acartonado. Acabamento utilizado na unidade para ocultar
tubulações elétricas e hidráulicas.
São materiais mais resistentes que os forros de gesso comum, portanto, as furações devem ser feitas com
serra copo adequada.
Para identificar os acabamento realizados nos forros de gesso e suas especificações, consulte o capítulo
“Memorial Descritivo” contido neste manual.
2. Somente é permitida a fixação de spots de iluminação ou outras cargas diretamente nas chapas de gesso desde que não
excedam a 3 kg por peça.
3. Em face à existência de uma extensa gama de componentes, recomenda-se consultar as instruções do fabricante.
Cuidados de uso
• Não fixar suportes para pendurar vasos, varal, televisores ou qualquer outro objeto, pois não estão
dimensionados para suportar peso;
• Para fixação de luminárias, utilize serra copo específico e evite impacto, além disso, verifique restrições
quanto a peso junto ao fornecedor;
• Evitar o choque causado por batida de portas; F A C H A D A
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R evestimentos de pisos , paredes , tetos e bancadas
• Nunca molhar o forro de gesso, pois o contato com a água faz com que o gesso se decomponha;
• Alterações de layout interno das unidades influenciam diretamente no desempenho acústico do mesmo
espaço, ambientes contíguos, demais unidades ou áreas da edificação;
• As alterações realizadas na unidade deverão ser programadas e documentadas, observando as
manutenções necessárias que poderão interferir no desempenho do sistema acústico;
• Evitar impacto no forro de gesso que possa danificá-lo;
• Manter os ambientes bem ventilados, evitando o aparecimento de bolor ou mofo;
• Os forros de gesso são pintados com látex e são sensíveis à água, podendo ocorrer manchas no teto devido
à condensação de água. Nestes casos, recomenda-se uma nova pintura com látex nos forros de gesso a
cada ano;
• Os forros são rebaixados para a passagem de tubulações entre o forro e a estrutura de concreto.
Manutenção preventiva
• Este sistema da edificação necessita de um plano de manutenção específico, que atenda às recomendações
dos fabricantes, diretivas da norma ABNT NBR 5674 e normas específicas do sistema, quando houver;
• Utilizar somente componentes originais ou com desempenho de características comprovadamente
equivalentes.
A cada 1 ano Repintar os forros dos banheiros e áreas úmidas Empresa capacitada/ empresa
especializada
A cada 2 anos Revisar a pintura das áreas secas e, se necessário, Empresa capacitada/ empresa
repintá-las, evitando o envelhecimento, a perda de especializada
brilho, o descascamento e eventuais fissuras
A cada 3 anos Repintar paredes e tetos das áreas secas Empresa capacitada/ empresa
especializada
Prazo de garantia
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R evestimentos de pisos , paredes , tetos e bancadas
Perda de garantia
Todas as condições descritas no item Perda de garantia do capítulo “Garantia”, acrescidas de:
• Impacto em desacordo com a norma ABNT NBR 15575 que ocasione danos no revestimento;
• Se mantiver ambiente sem ventilação, conforme cuidados de uso, o que poderá ocasionar, entre outros
problemas, o surgimento de fungo ou bolor;
• Danos causados por furos ou aberturas de vãos intencionais para instalação em geral;
• Se não forem tomados os devidos cuidados de uso ou não for realizada a manutenção preventiva necessária.
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EMPREENDIMENTO
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R evestimentos de pisos , paredes , tetos e bancadas
Forro vinílico
Especificações técnicas
O empreendimento utiliza Forro Vinílico Teca Noz, feito de material vinílico (PVC - policloreto de vinila).
Os forros vinílicos são utilizados para o acabamento de tetos e servem também para ocultar redes elétricas e
hidráulicas. Os forros resistem à umidade e não são atacados por cupins.
Para identificar os ambiente com forro vinílico, consulte o capítulo “Memorial Descritivo” contido neste manual.
Cuidados de uso
• Não faça a fixação de qualquer objeto diretamente no forro de PVC, mas sim nas estruturas de sustentação
do forro, ou na laje acima do mesmo;
• Evitar impacto no forro que possa danificá-lo;
• Facilidade de limpeza: Com a superfície externa lisa, as lâminas evitam o acúmulo de sujeira e facilitam a
limpeza, não requerendo nenhum produto especial, bastando água e detergente neutro;
• Não aplique qualquer produto químico à base de cloro;
• Dispensam qualquer tipo de pintura ou acabamento;
• Não exponha o forro a luz solar;
• Não depositar os reatores das luminárias sobres as lâminas de PVC;
• Não provoque qualquer tipo de impacto direto sobre os mesmos. Do mesmo modo, não devem ser
instalados ganchos ou suportes para pendurar vasos ou outros tipos de objetos;
• Para limpeza periódica, utilizar pano branco umedecido com água e sabão neutro, em seguida retirar todo
o resíduo de sabão;
• Alterações de layout interno das unidades influenciam diretamente no desempenho acústico do mesmo
espaço, ambientes contíguos, demais unidades ou áreas da edificação;
• As alterações realizadas na unidade deverão ser programadas e documentadas, observando as
manutenções necessárias que poderão interferir no desempenho do sistema acústico.
Manutenção preventiva
• Este sistema da edificação necessita de um plano de manutenção específico, que atenda às recomendações
dos fabricantes, diretivas da norma ABNT NBR 5674 e normas específicas do sistema, quando houver;
• Utilizar somente componentes originais ou com desempenho de características comprovadamente F A C H A D A
equivalentes.
EMPREENDIMENTO
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Prazo de garantia
• Fissuras por acomodação dos elementos estruturais e de vedação - 1 ano.
Perda de garantia
Todas as condições descritas no item Perda de garantia do capítulo “Garantia”, acrescidas de:
• Impacto que ocasione danos no forro de PVC;
• Danos causados por furos ou aberturas de vãos intencionais para instalação em geral;
• Se não forem tomados os devidos cuidados de uso indicados no item anterior ou não for realizada a
manutenção preventiva necessária.
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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R evestimentos de pisos , paredes , tetos e bancadas
Especificações técnicas
Os revestimentos utilizados na fachada foram:
• Impermeabilizante e textura, da marca Leinertex, nas cores Branco, Neve, Nevada e Zurique;
• Brise Metálico - Sistema linear RB (com componentes de 3cm e 6cm) da Refax na cor Marrom R79;
• ACM, cor Branco Gelo;
• Pele de vidro.
Cuidados de uso
PELE DE VIDRO
• Para a limpeza dos vidros externos sem acesso interno do condomínio em regiões de grande altura deverá
ser contratada empresa especializada;
• A administração do edifício deverá programar limpeza periódica por meio de dispositivos içados pela
cobertura do edifício para as áreas envidraçadas sem acesso interno;
• Para limpar os vidros deve-se usar apenas água limpa e sabão neutro ou detergente neutro. Os vidros não
podem receber sujeiras decorrentes de pinturas, uso de gesso, argamassas etc. – o que ocorre durante
reformas ou instalação de divisórias, forros etc.;
• Na limpeza externa dos vidros das fachadas, devem ser tomados cuidados para evitar agressão mecânica
nas “arestas” e “bordas” dos vidros, que constituem as posições mais fracas e podem trincar ou lascar
originando quebras futuras;
• Não remova as borrachas ou massas de vedação das esquadrias, para evitar infiltrações. F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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R evestimentos de pisos , paredes , tetos e bancadas
BRISE METÁLICO
• A frequência da limpeza depende das condições ambientais do local, do consequente acúmulo de sujeira
e seu tipo, que é muito influenciado pela poluição;
• A cada uma ou duas limpezas exteriores dos vidros, deve-se realizar uma limpeza dos painéis;
• Nestes casos, deve-se cuidar para que, ao limpar os vidros, a sujeira realmente seja removida e não apenas
deslocada dos vidros para os painéis;
• Recomenda-se que os produtos de limpeza sejam testados sempre numa área pequena e pouco visível,
para verificar se a superfície é afetada, antes de realizar a aplicação em grandes áreas;
• As superfícies dos painéis devem ser limpas manualmente ou usando um dispositivo adequado de limpeza,
do alto para baixo;
• Não use equipamentos, materiais ou produtos abrasivos ou cortantes, como esponjas ou escovas duras,
escovas ou palhas de aço, lixas, espátulas, facas, etc., que irão, mecanicamente, riscar ou lixar a superfície;
• A instalação, o uso e a remoção de sistemas de transporte e elevação, tais como escadas, andaimes,
balancins, etc., devem observar os cuidados necessários para não deformar, riscar ou danificar os painéis;
• Não limpe superfícies quentes (temperatura da superfície superior a 40ºC), pois o processo de secagem
rápida dos produtos de limpeza pode resultar em manchas. Procure executar a limpeza no lado sombreado
do edifício ou em dia fresco ou nublado.
ATENÇÃO
Não utilize materiais ácidos, pois os mesmos atacam o cimento, manchando e deteriorando os acabamentos,
chegando a arrancar pedaços. Assim sendo, será impossível a reconstrução dessas partes com as características
originais.
Nos locais onde houver deterioração ou remoção do revestimento, devem ser restauradas por mão de obra
especializada.
Sempre verifique se os materiais de limpeza não atacarão um dos acabamentos utilizados na fachada (caixilho,
vidros, concreto, etc.).
Ao iniciar a manutenção periódica, aplique o produto de limpeza em caráter experimental em uma pequena região
e constate se a eficiência desejada foi alcançada, lembrando sempre de proteger a caixilharia de alumínio e os F A C H A D A
vidros.
EMPREENDIMENTO
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Manutenção preventiva
• Este sistema da edificação necessita de um plano de manutenção específico, que atenda às recomendações
dos fabricantes, diretivas da norma ABNT NBR 5674 e normas específicas do sistema, quando houver;
• Utilizar somente componentes originais ou com desempenho de características comprovadamente
equivalente.
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EMPREENDIMENTO
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Prazo de garantia
• Aderência - 1 ano.
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As fissuras que não geram infiltração são consideradas normais, aceitáveis e deverão ser tratadas pelo
condomínio durante o processo de manutenção preventiva da edificação.
Perda de garantia
Todas as condições descritas no item Perda de garantia do capítulo “Garantia”, acrescidas de:
• Se não forem tomados os cuidados de uso ou não for feita a manutenção preventiva necessária.
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EMPREENDIMENTO
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R evestimentos de pisos , paredes , tetos e bancadas
Especificações técnicas
Tanto o mármore como o granito são materiais naturais que apresentam algumas características básicas
fundamentais na sua constituição:
MÁRMORES
Material calcário metamorfizado e cristalizado, compacto e normalmente consequente de sedimentações de
cores variáveis.
GRANITOS
São rochas magmáticas granulares (consequência da mistura de lavas de vulcões) caracterizadas pela
presença de quartzo e feldspato.
Estas diferenças na sua formação geológica fazem com que as aparências e texturas de cada um sejam
tão peculiares e diferentes um do outro. Além disso, rochas ornamentais, por serem materiais provenientes
da natureza, apresentam variações características (“manchas”, veios, cores), que muitas vezes podem ser
confundidas com imperfeições. Na realidade, de forma geral, dificilmente se encontrará uma pedra idêntica
a outra.
Como são materiais extraídos da natureza, eles podem conter em sua massa elementos químicos diversos,
tais como, óxidos de ferro, que podem provocar manchas ao longo do tempo ou em função de reações com
água da massa de assentamento. Ocorrências desta natureza e fissuras no próprio veio da placa não são
cobertas pela garantia.
Por serem extraídas de jazidas naturais, notam-se diferenças de tonalidade e desenho como características
naturais e aceitas nestes tipos de revestimentos.
Para identificar os ambientes que receberam acabamento em granito, mármore e suas especificações,
consulte o capítulo “Memorial Descritivo” contido neste manual.
Cuidados de uso
• Antes de perfurar qualquer peça, consultar os desenhos de instalações entregues, a fim de evitar
perfurações acidentais em tubulações e camadas impermeabilizadas;
• Para fixação de móveis, acessórios ou equipamentos, utilizar parafusos e buchas apropriadas e evitar
impacto nos revestimentos que possam causar danos ou prejuízo ao desempenho do sistema;
• Não utilizar máquina de alta pressão de água, vassouras de piaçava, escovas com cerdas duras, peças
pontiagudas, esponjas ou palhas de aço, espátulas metálicas, objetos cortantes ou perfurantes na limpeza,
pois podem danificar o sistema de revestimento; F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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R evestimentos de pisos , paredes , tetos e bancadas
• Não danificar o revestimento durante a instalação de telas de proteção, grades ou equipamentos e vedar
os furos com silicone, mastique ou produto com desempenho equivalente para evitar infiltração;
• Utilizar enceradeira industrial com escova apropriada para a superfície a ser limpa;
• Nos procedimentos de limpeza diária de pedras polidas, remover primeiro o pó ou partículas sólidas nos
tampos de pias e balcões. NÃO é recomendável sua lavagem, pois infiltrações de água podem ocasionar
problemas como, por exemplo, o fenômeno da eflorescência;
• O contato de alguns tipos de pedras com líquidos podem causar manchas;
• Revestimento em pedras naturais rústicas poderá acumular líquidos em pontos isolados em função das
características geométricas. Se necessário, remover os acúmulos com uso de rodo;
• O contato dos revestimentos com graxas, óleo, massa de vidro, tinta, vasos de planta poderá causar danos
à superfície;
• Para a recolocação de peças, utilizar a argamassa específica para cada tipo de revestimento e não
danificar a camada impermeabilizante, quando houver;
• A calafetação em peças de metal e louças (ex.: válvula de lavatório) deve ser feita com material apropriado.
Não utilizar massa de vidro, para evitar manchas;
• Não remover suporte, ou partes dele, dos revestimentos em pedras fixadas em elementos metálicos. Em
caso de manutenção ou troca, contatar uma empresa especializada;
• Evitar depositar sobre as pedras de mármore ou granito, objetos metálicos (principalmente os ferrosos)
para evitar o surgimento de manchas de ferrugem, pela impregnação do ferro nos veios da pedra e
dificultar sua remoção. Nesses casos, constatado esse fato, haverá perda de garantia do material;
• Em caso de manchas causadas por impregnação de algum produto na pedra, nunca tentar retirá-lo à
revelia. Recomenda-se procurar sempre um especialista antes de qualquer procedimento, pois alguns
componentes que frequentemente ocasionam manchas em pedras, quando em contato com certos tipos
de elementos químicos, tornam-se manchas permanentes, ou seja, impossíveis de serem removidas;
• Sempre procure utilizar, quando necessário, produtos de limpeza ou de conservação específicos para
mármores e granitos, buscando sempre obter a orientação correta de utilização;
• Na instalação de pisos, os mesmos deverão possuir um espaçamento mínimo de 5 mm das paredes, o qual
poderá ser coberto pelo rodapé instalado no mínimo 5 mm acima do piso. Este espaço contribui para que
não haja propagação de vibrações e ruídos entre piso e paredes;
• Alterações de layout interno das unidades influenciam diretamente no desempenho acústico do mesmo
espaço, ambientes contíguos, demais unidades ou áreas da edificação;
• As alterações realizadas na unidade deverão ser programadas e documentadas, observando as
manutenções necessárias que poderão interferir no desempenho do sistema acústico;
• Somente lavar áreas denominadas molhadas, conforme a norma ABNT NBR 15575.
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EMPREENDIMENTO
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R evestimentos de pisos , paredes , tetos e bancadas
ATENÇÃO
Pela variedade de materiais em sua composição, os tampos e bancadas podem ter coeficientes de ruptura
diferentes, portanto, só suportarão as cargas para as quais foram concebidas em sua utilização normal.
Nunca suba ou se apoie nos tampos e bancadas, pois estas peças podem se soltar ou quebrar causando
ferimentos graves. Cuidados especiais com crianças.
Não devem ser retirados elementos de apoio (mão francesa, coluna do tanque, etc.), podendo sua falta ocasionar
quebra ou queda da peça ou bancada.
Manutenção preventiva
• Este sistema da edificação necessita de um plano de manutenção específico, que atenda às recomendações
dos fabricantes, diretivas da norma ABNT NBR 5674 e normas específicas do sistema, quando houver;
• Utilizar somente componentes originais ou com desempenho de características comprovadamente
equivalentes;
• Verificar rejuntamento a cada 1 ano, a fim de garantir o acabamento e evitar a passagem de água;
• Em áreas molhadas ou molháveis, manter o ambiente ventilado, para evitar surgimento de fungo ou bolor;
• Sempre que agentes causadores de manchas (café, óleo comestível, refrigerantes, alimentos, etc.) caírem
sobre a superfície, limpar imediatamente de modo a evitar a penetração do fluído no revestimento e
consequente mancha.
A cada 1 mês No caso de peças polidas (ex.: pisos, bancadas, etc.), Empresa especializada
verificar e, se necessário, encerar
EMPREENDIMENTO
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R evestimentos de pisos , paredes , tetos e bancadas
Prazo de garantia
• Revestimentos soltos, gretados, desgaste excessivo - 2 anos.
Perda de garantia
Todas as condições descritas no item Perda de garantia do capítulo “Garantia”, acrescidas de:
• Manchas e perda do polimento por contato ou uso de produtos inadequados;
• Danos causados por transporte ou arrastamento de materiais ou objetos;
• Danos causados por utilização de equipamentos em desacordo com o especificado;
• Impacto em desacordo com a norma ABNT NBR 15575 que ocasione danos no revestimento;
• Danos causados por furos para instalação de peças em geral;
• Utilização de máquinas de lavagem de alta pressão;
• Se não forem tomados os devidos cuidados de uso ou não for feita a manutenção preventiva necessária.
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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I nstala ç õ es H idráulicas , L ou ç as e M etais S anitários
Instalações Hidráulicas,
Louças e Metais Sanitários
Especificações técnicas
O edifício é equipado com redes de água fria, águas pluviais, esgoto e combate a incêndio.
As instalações hidráulicas e sanitárias requerem maiores cuidados, pois seu mau uso ou a falta de manutenção
preventiva podem acarretar em entupimentos e vazamentos, muitas vezes de reparo difícil e dispendioso. O
bom desempenho dessas instalações está diretamente ligado à observância de alguns cuidados simples.
e poderá fazer a medição do consumo de água por apartamento, desde que seja instalado todo o equipamento
necessário.
EMPREENDIMENTO
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I nstala ç õ es H idráulicas , L ou ç as e M etais S anitários
A decisão da compra e instalação do sistema e dos equipamentos para a medição individualizada e/ou remota de
água ficará por conta do condomínio, devendo ser decidido em assembleia.
Água quente
CHUVEIRO ELÉTRICO
Foi executada a previsão para instalação de chuveiro elétrico de 220V nos banheiros. Recomenda-se que o
chuveiro, a ser adquirido e instalado pelo proprietário, tenha resistência blindada (compatível com o Disjuntor
Residual - IDR).
Na hora da compra solicitar:
• Chuveiro elétrico de 220V com resistência blindada e potência máxima de 4.500 Watts.
Procure sempre pelo fio terra do chuveiro elétrico. Este deve ter uma etiqueta com a seguinte frase:
“Importante para sua segurança. Para evitar riscos de choques elétricos, o fio terra deste aparelho deve ser
conectado a um sistema de aterramento”.
EMPREENDIMENTO
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I nstala ç õ es H idráulicas , L ou ç as e M etais S anitários
Dejetos
Líquidos
Dejetos
Sólidos
EMPREENDIMENTO
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I nstala ç õ es H idráulicas , L ou ç as e M etais S anitários
Cuidados de uso
EQUIPAMENTOS
• Não apertar em demasia os registros, torneiras, misturadores;
• Durante a instalação de filtros, torneiras, chuveiros, atentar-se ao excesso de aperto nas conexões, a fim
de evitar danos aos componentes;
• Nos sistemas com previsão de instalação de componentes por conta do cliente (exemplo: chuveiros,
duchas higiênicas, aquecedores), os mesmos deverão seguir as características definidas no manual de
uso e operação para garantir o desempenho do sistema, os quais devem definir com clareza todas as
características dos equipamentos, incluindo vazão máxima e mínima prevista em projetos;
• Não efetuar alterações na regulagem das válvulas redutoras de pressão;
• No caso de existência de sistema de pressurização de água, os equipamentos deverão estar regulados
para manter a parametrização da pressão e não comprometer os demais componentes do sistema;
• Não retirar elementos de apoio (mão francesa, coluna do tanque etc.), podendo sua falta ocasionar quebra
ou queda da peça ou bancada;
• Não usar esponja do lado abrasivo, palha de aço e produtos que causam atritos na limpeza de metais
sanitários, ralos das pias e lavatórios, louças e cubas de aço inox em pias, dando preferência ao uso de
água e sabão neutro e pano macio;
• Não sobrecarregar as bancadas ou cubas;
F A C H A D A
• As louças sanitárias foram projetadas para suportar as cargas previstas em sua utilização normal;
• Não subir ou se apoiar nas louças e bancadas, pois podem se soltar ou quebrar, causando ferimentos
graves;
O PRIMEIRO HOME RESORT
DE ARAGUAÍNA
MANUAL DO PROPRIETÁRIO | 92
EMPREENDIMENTO
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I nstala ç õ es H idráulicas , L ou ç as e M etais S anitários
• A falta de uso dos mecanismos de descarga pode acarretar em ressecamento de alguns componentes
e acúmulo de sujeira, causando vazamentos ou mau funcionamento. Caso estes problemas sejam
detectados, é indicado que seja realizada uma revisão por profissional habilitado, que poderá realizar as
devidas trocas que se fizerem necessárias;
• Substitua vedantes (courinhos) das torneiras, misturadores e registros de pressão para garantir a vedação
e evitar vazamentos a cada ano;
• Verifique os mecanismos internos da caixa acoplada a cada 6 meses;
• Limpe e verifique a regulagem do mecanismo de descarga periodicamente.
TUBULAÇÕES
• Antes de executar qualquer furação nas paredes, consulte a planta de instalações hidráulicas, a fim de
evitar perfurações e danos à rede hidráulica, bem como na impermeabilização;
• Nunca despejar gordura ou resíduo sólido nos ralos de pias ou lavatórios. Jogue-os diretamente no lixo;
• Em hipótese alguma despeje água quente e/ou gordura quente nos ralos da pia, tanque e ralos de piso;
• Não deixar de usar a grelha de proteção que acompanha a cuba das pias de cozinha;
• Não utilizar para eventual desobstrução do esgoto, hastes, água quente, ácidos ou similares;
• Banheiros, cozinhas e áreas de serviço sem utilização por longos períodos ou na ocorrência de dias secos,
podem desencadear mau cheiro, em função da ausência de água nas bacias sanitárias e sifões. Para
eliminar esse problema, basta molhar ralos e bacias com 1 litro de água;
• Não jogue quaisquer objetos nos vasos sanitários e ralos que possam causar entupimentos, tais como:
absorventes higiênicos, folhas de papel, cotonetes, cabelos, fio dental, etc.;
• Limpe periodicamente os ralos e sifões das louças, tanques, lavatórios e pias do seu imóvel, retirando todo
e qualquer material causador de entupimento (piaçava, panos, fósforos, cabelos, etc.) e jogando água a
fim de se manter o fecho hídrico nos ralos sifonados evitando assim, o mau cheiro proveniente da rede de
esgoto;
• Limpe periodicamente os aeradores (bicos removíveis) das torneiras, pois é comum o acúmulo de resíduos
provenientes da própria tubulação e rede pública;
• Verifique a gaxeta, anéis e a estanqueidade dos registros de gaveta, evitando vazamentos;
• Ao receber sua unidade, instale nos pontos de saída de água, como os chuveiros, torneiras, etc. Nunca
deixe estes pontos de água tampados ou “plugados”.
No momento da colocação do box nos banheiros do seu apartamento, metais sanitários de apoio (porta papel,
toalheiros, saboneteiras), gabinetes das pias ou armários de cozinha, atente-se para os desenhos e esquemas de
cada parede hidráulica para que não sejam danificadas.
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EMPREENDIMENTO
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I nstala ç õ es H idráulicas , L ou ç as e M etais S anitários
AÇO INOX
• A limpeza deve ser feita com água, detergentes suaves e neutros, em água morna, aplicados com um pano
macio ou uma esponja de nylon macia. Depois basta enxaguar com bastante água, preferencialmente
morna, e secar com um pano macio. A secagem é importante para evitar o aparecimento de manchas na F A C H A D A
superfície do produto. Periodicamente podem ser polidos com polidores para metais;
EMPREENDIMENTO
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I nstala ç õ es H idráulicas , L ou ç as e M etais S anitários
• Para preservar as características do aço inox, deve-se evitar o uso de ácidos e produtos químicos, tais
como, ácido muriático, removedores de tintas e similares, os quais danificam a superfície do aço inox.
Saponáceos abrasivos não devem ser utilizados mesmo em casos extremos, pois podem prejudicar a
superfície do aço inox.
Manutenção preventiva
• Este sistema da edificação necessita de um plano de manutenção específico, que atenda às recomendações
dos fabricantes, diretivas da norma ABNT NBR 5674 e normas específicas do sistema;
• Somente utilizar peças originais ou com desempenho de características comprovadamente equivalentes;
• Verificar semestralmente os elementos de apoio (mão francesa, coluna do tanque etc.);
• Verificar anualmente os rejuntes das louças e bancadas;
• Manter os registros gerais das áreas molhadas fechados quando o imóvel permanecer vazio por longos
períodos;
• Limpar os ralos, retirando a grelha e acessando o fundo, após a remoção do material acumulado derrame
um pouco de água afim de evitar o retorno de mau cheiro.
A cada 6 meses Verificar mecanismos internos da caixa acoplada Equipe de manutenção local/
proprietário
Verificar a estanqueidade dos registros de gaveta
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EMPREENDIMENTO
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I nstala ç õ es H idráulicas , L ou ç as e M etais S anitários
Prazo de garantia
• Instalação - 3 anos.
EMPREENDIMENTO
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I nstala ç õ es H idráulicas , L ou ç as e M etais S anitários
Perda de garantia
Todas as condições descritas no item Perda de garantia do capítulo “Garantia”, acrescidas de:
• Se for evidenciado entupimento por quaisquer objetos jogados nos vasos sanitários e ralos, tais como:
absorventes higiênicos, folhas de papel, cotonetes, cabelos, etc. ou objetos estranhos no interior dos
equipamentos que prejudiquem seu funcionamento;
• Se for evidenciada a falta de troca dos vedantes (courinhos) das torneiras;
• Se for evidenciada a falta de limpeza nos aeradores, provocando o acúmulo de resíduos neles;
• Se for evidenciada a retirada dos elementos de apoio (mão francesa, coluna do tanque, etc.) provocando a
queda ou quebra da peça ou bancada;
• Se for evidenciada a sobrecarga nos tampos e louças sanitárias;
• Se for evidenciado o uso de produtos abrasivos e/ou limpeza inadequada (produtos químicos, solventes,
abrasivos do tipo saponáceo, palha de aço, esponja dupla face) nos metais sanitários;
• Se forem evidenciadas, nos sistemas hidráulicos, pressões (falta de regulagem da válvula redutora de
pressão, sob responsabilidade do condomínio) discordantes das estabelecidas em projeto;
• Equipamentos que foram reparados por pessoas não autorizadas pelo serviço de Assistência Técnica;
• Aplicação de peças não originais, inadequadas ou ainda adaptação de peças adicionais sem autorização
prévia do fabricante;
• Equipamentos instalados em locais onde a água é considerada não potável ou contenha impurezas e
substâncias estranhas à mesma que ocasionem o mau funcionamento do produto;
• Danos decorrentes de quedas acidentais, mau uso, manuseio inadequado, instalações de equipamentos
inadequados ao sistema;
• Danos decorrentes por impactos ou perfurações em tubulações (aparentes, embutidas ou revestidas);
• Manobras indevidas com relação a registros e válvulas.
Em atendimento a NBR ABNT 15575, as peças e aparelhos sanitários entregues pela construtora possuem
resistência mecânica correspondente aos esforços a que serão submetidos apenas na sua utilização normal e
conforme normas específicas.
O sistema de esgotos sanitários foi projetado de forma a não permitir a retrossifonagem ou quebra do selo hídrico
em condições normais e continuadas de utilização. Na instalação de equipamentos pelo proprietário, deverá ser
verificado e mantido o selo hídrico, a fim de evitar o retorno de gases e/ou odores.
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EMPREENDIMENTO
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I nstala ç õ es de G ás
Instalações de Gás
Especificações técnicas
A decisão da compra e instalação do sistema e dos equipamentos para a medição individualizada e/ou remota de
gás ficará por conta do condomínio, devendo ser definido em assembleia.
Cuidados de uso
• É fundamental que a instalação e a manutenção de equipamentos que utilizam gás combustível (e
as respectivas redes de alimentação) sejam feitas por um profissional capacitado e de acordo com os
requisitos de segurança descritos nas normas brasileiras da Associação Brasileira de Normas Técnicas
(ABNT), bem como com o regulamento de instalação predial das concessionárias, instruções técnicas do
Corpo de Bombeiros e as orientações dos fabricantes;
• O local de instalação do equipamento deve atender aos requisitos de volume mínimo e ter aberturas de
ventilação permanente adequada ao tipo de equipamento e sua potência, de acordo com a norma;
• Aparelhos projetados para utilizar um duto de exaustão (chaminé) devem ter este corretamente instalado
e em bom estado de conservação, para garantir a correta condução dos produtos da combustão para o
exterior da edificação;
• As aberturas de ventilação permanente requeridas de acordo com o tipo de aparelho servem para F A C H A D A
assegurar a renovação de ar do ambiente, tanto para o desempenho do aparelho quanto para a segurança
de sua operação;
EMPREENDIMENTO
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I nstala ç õ es de G ás
• Todo aparelho que produz uma “queima” de qualquer tipo de combustível necessita de oxigênio para a
combustão e produz uma certa quantidade de gases queimados. De acordo com o tipo e potência do
aparelho, esta necessidade de oxigênio demanda aberturas de ventilação, e pode ser necessário um duto
de exaustão para conduzir os produtos da combustão para fora do ambiente. Se um aparelho tem uma gola
de exaustão para fixação, ou seja, se em seu manual do usuário consta a necessidade de utilizar um duto,
é vital para a segurança que este duto esteja instalado e em boas condições;
• A exaustão e aberturas de ventilação adequadas contribuem para evitar a concentração de produtos
da combustão como o monóxido de carbono, que é altamente tóxico e inodoro, e que, dependendo da
concentração e tempo de exposição, pode levar a consequências graves para a saúde, inclusive à morte;
• Não pendurar objetos em qualquer parte das instalações aparentes;
• Quando não houver utilização constante (superior a 3 dias), manter os registros fechados;
• Nunca efetue teste em equipamento, tubulação ou medidor de gás utilizando fósforo, isqueiros ou
qualquer outro material inflamável ou emissor de chamas. É recomendado o uso de espuma, de sabão ou
detergente;
• Em caso de vazamentos de gás que não possam ser eliminados com o fechamento de um registro de gás,
chamar a empresa especializada. Não acione interruptores ou equipamentos elétricos, ou celulares. Abra
portas e janelas e abandone o local;
• Ler com atenção os manuais que acompanham os equipamentos a gás;
• Verificar o prazo de validade da mangueira de ligação da tubulação ao eletrodoméstico e trocar, quando
necessário;
• Para execução de qualquer serviço de manutenção ou instalação de equipamentos a gás, contrate
empresas especializadas. Utilize materiais (flexíveis, conexões etc.) adequados e de acordo com as
respectivas normas;
• Não faça qualquer alteração na tubulação de gás;
• Antes de adquirir ou instalar fogão, verifique se o mesmo está adaptado ao tipo de gás utilizado no
condomínio (Gás GLP);
• A manutenção de aparelhos a gás deve ser confiada somente a pessoas habilitadas pela empresa
especializada, sendo que a manutenção deverá seguir o estabelecido no manual do equipamento;
• Realizar a limpeza dos bicos queimadores dos equipamentos a gás anualmente;
• Caso seja instalado armário/gabinete confinando registro ou ponto de gás, o mesmo deverá ter ventilação
permanente;
• Não deixar ventilações e janelas completamente estanques à passagem do ar.
ESPAÇOS TÉCNICOS
• Nunca bloqueie os ambientes onde se situam os aparelhos a gás ou medidores, mantenha a ventilação F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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I nstala ç õ es de G ás
ATENÇÃO
O gás é invisível, inflamável e de altíssimo grau de periculosidade, por isso ele é aditivado com cheiro característico
para facilitar a percepção de vazamentos.
A cozinha tem ventilação permanente, que em hipótese alguma deve ser bloqueada ou obstruída, pois é um
elemento importante para a ventilação cruzada, caso haja vazamento de gás.
A tubulação de gás que alimenta o fogão está embutida no contrapiso de sua unidade, portanto, não recomendamos
modificações ou reformas nos trechos indicados nos desenhos contidos neste manual.
REQUISITOS DE SEGURANÇA
• Todo aparelho a gás deve estar em um ambiente adequado de instalação de acordo com seu tipo e
potência, para garantir o bom funcionamento e com segurança, bem como provido de todos os acessórios
necessários, por exemplo: dutos de exaustão, reguladores de pressão, registros de fechamento, etc.;
• As válvulas de fechamento do gás combustível devem estar corretamente instaladas e com fácil acesso;
• Tubos flexíveis de alimentação de gás e dutos de exaustão devem estar bem conservados e sem fissuras;
• Instalações e manutenções de equipamentos a gás GLP encanado requerem profissionais qualificados
para sua execução;
• Reformas podem danificar as tubulações e modificar as características, por exemplo, das aberturas de
ventilação permanente necessárias ou provocar danos ao duto de exaustão. Por isso, é importante contar
com um profissional qualificado para verificar o posicionamento da tubulação de gás, para que no uso de
ferramentas, como furadeiras, por exemplo, não sejam causados danos ao tubo e, eventuais, vazamentos
de gás;
• É altamente recomendável a contratação de um profissional qualificado para inspeção e vistoria periódica
dos aparelhos a gás e de suas instalações.
EMPREENDIMENTO
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I nstala ç õ es de G ás
TIPOS DE GASES
• O gás combustível pode ser dos tipos GN (Gás Natural) ou GLP (Gás Liquefeito de Petróleo), ou seja, gás
natural encanado ou de botijão. Esses gases são os que alimentam o aparelho para produzir a chama, têm
cheiro característico e, por sua natureza, são inflamáveis. Por isso, o risco de vazamento e acúmulo de gás
combustível estão associados ao perigo de incêndio e/ou explosão;
• Já os produtos da combustão são gases resultantes da queima (não só de gás combustível, mas de lenha,
carvão, qualquer tipo de chama). Um dos componentes dos produtos da combustão é o monóxido de
carbono, um gás que não tem cheiro e que é tóxico: se houver acúmulo no ambiente (seja por problemas
com o duto de exaustão, quando há, ou com as aberturas de ventilação permanentes) existe risco de
asfixia/envenenamento.
Manutenção preventiva
• Este sistema da edificação necessita de um plano de manutenção específico, que atenda às recomendações
dos fabricantes, diretivas da norma ABNT NBR 5674 e normas específicas do sistema, quando houver;
• Verificar o funcionamento, limpeza e regulagem dos equipamentos de acordo com as recomendações dos
fabricantes e legislação vigente;
• Somente utilizar peças originais ou com desempenho de características comprovadamente equivalentes.
A cada 1 mês ou quando Verificar possível vazamento de gás, a integridade Equipe de manutenção local
sentir cheiro de gás das instalações e se as ventilações permanentes
estão livres e desobstruídas.
F A C H A D A
A manutenção de aparelhos a gás deve ser feita somente por pessoas habilitadas.
EMPREENDIMENTO
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I nstala ç õ es de G ás
Prazo de garantia
COLUNAS DE GÁS:
• Integridade e estanqueidade - 5 anos;
Perda de garantia
Todas as condições descritas no item Perda de garantia do capítulo “Garantia”, acrescidas de:
• Se for evidenciada a instalação inadequada de equipamentos diferentes dos especificados em projeto;
• Se constatada que a pressão utilizada está fora da especificada em projeto;
• Equipamentos que foram reparados por pessoas não autorizadas pelo serviço de Assistência Técnica;
• Aplicação de peças não originais, inadequadas ou ainda adaptação de peças adicionais sem autorização
prévia do fabricante;
• Danos decorrentes de objetos estranhos no interior do equipamento ou nas tubulações que prejudiquem
ou impossibilitem o seu funcionamento;
• Danos decorrentes por impactos ou perfurações em tubulações (aparentes, embutidas ou revestidas);
• Manobras indevidas, com relação a registros e válvulas;
• Se não forem realizadas as manutenções necessárias.
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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I nstala ç õ es E létricas e C omplementares
Instalações Elétricas e
Complementares
Especificações técnicas
É o sistema destinado a distribuir a energia elétrica de forma segura e controlada em uma edificação,
conforme projeto específico elaborado dentro de padrões descritos em normas técnicas brasileiras (ABNT) e
analisado por concessionária local.
DISJUNTORES PARCIAIS
A função principal dos disjuntores é proteger o circuito contra excesso de carga ou curto-circuito, desligando-
se automaticamente quando isto ocorrer. No caso de sobrecarga momentânea em um dos circuitos, o F A C H A D A
disjuntor em questão se desligará automaticamente. Se for novamente ligado e ele voltar a se desligar, é
sinal que há sobrecarga contínua ou algum aparelho está em curto ou ainda o próprio circuito está em curto.
EMPREENDIMENTO
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I nstala ç õ es E létricas e C omplementares
Neste caso deve-se chamar um profissional habilitado, mantendo o circuito desligado até a chegada e
inspeção deste. Não se deve aceitar conselhos de leigos e curiosos. Sempre que houver limpeza, reaperto
ou manutenção das instalações elétricas ou mesmo uma simples troca de lâmpadas, desligue o disjuntor
correspondente ao circuito ou na dúvida, desligue a chave geral.
ILUMINAÇÃO
A distribuição de iluminação foi projetada através de circuitos na tensão 220V.
TOMADAS E INTERRUPTORES
Estão localizados de acordo com o projeto executivo de instalações elétricas. A instalação elétrica do imóvel,
de um modo geral, prevê todas as tomadas com voltagem de 220V. A quantidade e localização das tomadas
foram previstas, tendo em vista sua utilização lógica e racional, impedindo assim, sobrecargas que possam
prejudicar as instalações elétricas do apartamento.
Obs.: Este padrão ajuda a prevenir o risco de tomar choque no momento da conexão do plugue com a tomada, pois dificulta o
contato acidental da parte metálica do plugue com o seu dedo.
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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I nstala ç õ es E létricas e C omplementares
Tomada USB
APARELHOS ELÉTRICOS
Lembre-se que as instalações elétricas de seu apartamento foram dimensionadas para uso dos aparelhos
instalados ou previstos em projeto e para eletrodomésticos usados comumente em unidades residenciais.
Ao adquirir um aparelho elétrico, verifique se o local escolhido para a sua instalação foi previsto em projeto,
de modo que o funcionamento ocorra nas condições exigidas pelo fabricante. As instalações de luminárias,
máquinas ou similares deverão ser executadas por técnicos habilitados observando-se em especial o
aterramento, a voltagem, a bitola, e a qualidade dos fios, isolamento, tomadas e plugues dos equipamentos.
CIRCUITOS
É o conjunto de tomadas de energia, pontos de iluminação, tomadas especiais e interruptores, cuja enfiação
encontra-se interligada.
É sempre importante verificar se a carga do aparelho a ser instalado não sobrecarregará a capacidade de
carga elétrica da tomada e da instalação do circuito (disjuntor). Esta informação está contida no diagrama
do quadro elétrico, consulte os desenhos contidos neste manual. Evite utilizar “tês elétricos”, pois eles
normalmente provocam sobrecarga no circuito.
ATENÇÃO
Não ligue novos pontos de consumo nos disjuntores já existentes, não altere a carga originalmente projetada e
nunca permita que pessoas não habilitadas manuseiem o quadro elétrico.
Ao adquirir o chuveiro elétrico, certifique-se que a resistência do chuveiro, seja blindada, para não desarmar o DR,
citado anteriormente.
O chuveiro elétrico deve ter potência máxima de 4.500 Watts.
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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I nstala ç õ es E létricas e C omplementares
Cuidados de uso
EMPREENDIMENTO
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I nstala ç õ es E létricas e C omplementares
INFORMAÇÕES ADICIONAIS
• Em caso de incêndio, desligue o disjuntor geral do quadro de distribuição;
• Quando instalados nas escadarias, os sensores de presença nunca devem ser travados após o seu
acionamento, pois podem queimar quando mantidos acesos por muito tempo;
• Só instalar lâmpadas compatíveis com a tensão do projeto;
• Não colocar líquidos em contato dos componentes elétricos do sistema;
• Os cabos alimentadores, que saem dos painéis de medição e vão até os diversos quadros elétricos, não
poderão possuir derivação de suprimento de energia;
• Só permitir o acesso às dependências do centro de medição de energia a profissionais habilitados ou
agentes credenciados da companhia concessionária de energia elétrica, após comunicação e permissão
do condomínio;
• Somente profissionais habilitados deverão ter acesso às instalações, equipamentos e áreas técnicas de
eletricidade, evitando curto-circuito, choque, risco à vida, etc.;
• Não utilizar o local do centro de medição como depósito nem armazenar produtos inflamáveis que possam
gerar risco de incêndio;
• Não pendurar objetos nas instalações aparentes;
• Efetuar limpeza nas partes externas das instalações elétricas (espelho, tampas de quadros, etc.) somente
com pano seco;
• A iluminação indireta feita com lâmpadas tende a manchar a superfície do forro de gesso, caso esteja
muito próxima. Portanto, são necessárias limpezas ou pinturas constantes neste local;
• Luminárias utilizadas em áreas descobertas ou externas com umidade excessiva podem ter seu tempo de
vida diminuído, necessitando de manutenções frequentes, como, por exemplo, vedações e isolamentos.
Utilize proteção individual, por exemplo, estabilizadores e filtros de linha em equipamentos mais sensíveis.
• Mau contato elétrico (conexão frouxas) que é sempre fonte de calor e que afeta a capacidade dos
disjuntores;
EMPREENDIMENTO
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I nstala ç õ es E létricas e C omplementares
• Circuito sobrecarregado com instalação de novas cargas, cujas características de potência são
superiores às previstas no projeto. Tal fato deve ser rigorosamente evitado;
• Algum aparelho conectado ao circuito em questão, com problema de isolamento ou mau contato que
possa causar fuga de corrente;
• Superaquecimento no quadro de distribuição, devido a conexões frouxas ou algum disjuntor com
aquecimento acima do normal;
• Curto-circuito na instalação;
• Disjuntor está com defeito e deverá ser substituído por outro.
Manutenção preventiva
• Este sistema da edificação necessita de um plano de manutenção específico, que atenda às recomendações
dos fabricantes, diretivas da norma ABNT NBR 5674 e normas específicas do sistema, quando houver;
• Somente utilizar peças originais ou com desempenho de características comprovadamente equivalentes.
A cada 6 meses Testar o disjuntor tipo DR apertando o botão Equipe de manutenção local/
localizado no próprio aparelho. Ao apertar o botão, proprietário/empresa capacitada
a energia será interrompida. Caso isso não ocorra,
trocar o DR
A cada 1 ano Rever o estado de isolamento das emendas de fios e, Empresa especializada
no caso de problemas, providenciar as correções
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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I nstala ç õ es E létricas e C omplementares
Prazo de garantia
ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA:
• Instalação e equipamentos - 1 ano.
Perda de garantia
Todas as condições descritas no item Perda de garantia do capítulo “Garantia”, acrescidas de:
• Se evidenciada qualquer mudança no sistema de instalação que altere suas características originais;
• Se evidenciada a substituição de disjuntores por outros de capacidade diferente, especialmente de maior
amperagem;
• Se evidenciado o uso de eletrodomésticos que não atendam à normalização vigente, chuveiros ou outros
equipamentos elétricos sem blindagem, os quais ocasionem o desarme dos disjuntores;
• Se evidenciada sobrecarga nos circuitos, por causa da ligação de vários equipamentos no mesmo circuito;
• Se evidenciada a não utilização de proteção individual para equipamentos sensíveis;
• Se não forem tomados os cuidados de uso ou não forem realizadas as manutenções necessárias.
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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I nstala ç õ es E létricas e C omplementares
Instalações complementares
TELEFONIA
Foi executada infraestrutura (tubulação seca) para futura instalação de uma linha telefônica, nos pontos
de telefone do seu apartamento. A instalação da linha telefônica e do aparelho é de responsabilidade do
condômino.
INTERFONE
Foi executado pela construtora um ponto para interfone no seu apartamento. O aparelho instalado é da marca
Intelbras, sem fio, cor Branca.
GRUPO GERADOR
Este sistema funciona através de um gerador automático que se interliga automaticamente com o quadro
geral do edifício no caso de falta de energia fornecida pela concessionária.
O grupo gerador do edifício alimentará as luminárias de emergência e elevadores.
A cabine do gerador deve ficar permanentemente fechada, podendo ser acessada apenas pelo zelador e
pessoas habilitadas.
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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E levadores
Elevadores
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
Os elevadores foram fornecidos pela Atlas Schindler e foram fabricados de acordo com as normas da ABNT
(Associação Brasileira de Normas Técnicas) e de legislação específica.
DIMENSÕES DIMENSÕES
ELEVADOR QUANT. CAPACIDADE
DA PORTA DA CABINA
1,40 m (comprimento)
1,40 m (comprimento)
ATENÇÃO
EMPREENDIMENTO
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E levadores
ATENÇÃO
• Caso falte energia, o gerador transmitirá energia para que o elevador de serviço funcione por regime de
emergência;
• Jamais tente retirar passageiros da cabine quando o elevador parar entre pavimentos, pois há grandes riscos
de ocorrerem sérios acidentes;
• Nunca entre no elevador com a luz apagada;
• Não retire a comunicação visual de segurança fixada nos batentes dos elevadores;
• Não pule ou faça movimentos bruscos dentro da cabine;
• Sempre colocar acolchoado de proteção na cabine para o transporte de cargas volumosas, especialmente
durante mudanças;
• Em casos de existência de ruídos e vibrações anormais, comunique o zelador ou responsável;
• Não utilize indevidamente o alarme e o interfone, pois são equipamentos de segurança.
Se eventualmente alguém ficar preso no elevador deverá acionar o botão de alarme ou interfone. O funcionário
da portaria lhe prestará socorro e chamará a empresa responsável pela conservação do elevador;
Não permita que nenhum funcionário do edifício abra a porta do elevador em caso de pane, aguarde a
manutenção chegar. Este procedimento evita acidentes graves.
Prazo de garantia
• Instalação e equipamentos - 1 ano.
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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E levadores
Perda de garantia
Todas as condições descritas no item Perda de garantia do capítulo “Garantia”, acrescidas de:
• Pane no sistema eletroeletrônico, motores e enfiação, causados por sobrecarga de tensão ou queda de
raios;
• Falta de manutenção com empresa especializada;
• Uso de peças não originais;
• Utilização em desacordo com a capacidade e objetivo do equipamento;
• Se não forem tomados os cuidados de uso ou não forem feitas as manutenções preventivas necessárias.
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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A r C o n d icio n a d o
Ar Condicionado
Entradas
Especificações técnicas de ar Unidade interna
SISTEMA SPLIT
Os apartamentos foram construídos com previsão para
instalação de sistema de ar condicionado do tipo Split.
Este sistema deverá ser composto de unidades
Saídas
condensadoras externa (a ser instalada na laje técnica) de ar
e unidades evaporadoras internas, conforme tabela na
página.
Controle
A previsão para acionamento dos equipamentos deverá remoto
ser através de controle remoto sem fio.
Foi executada a infraestrutura (drenos para as unidades Unidade externa
evaporadoras, furos na vigas, rede frigorígena, disjuntor
no quadro de luz e ponto elétrico para a condensadora).
Tubulação
A infraestrutura para instalação das evaporadoras está frigorígena
localizada numa caixa polar embutida na alvenaria. Esta
caixa por sua vez recebeu um fechamento em placa
de gesso que deverá ser removida para instalação dos
Saída
aparelhos evaporadores. Para localização aproximada
de ar
destas caixas consulte os desenhos contidos neste
*Imagem Meramente Ilustrativa*
manual.
SISTEMA VRF
Algumas Penthouses foram construídos com previsão para instalação de sistema de ar condicionado VRF
(Variable Refrigerant Flow, ou Fluxo de Refrigerante Variável). Este sistema deverá ser composto de unidades
condensadoras externa (a ser instalada na laje técnica) e unidades evaporadoras internas, conforme tabela
na página. A previsão para acionamento dos equipamentos deverá ser através de controle remoto sem fio.
Foi executada a infraestrutura (drenos para as unidades evaporadoras, furos na vigas, rede frigorígena,
disjuntor no quadro de luz e ponto elétrico para a condensadora).
A infraestrutura para instalação das evaporadoras está localizada numa caixa polar embutida na alvenaria e/
ou no entreforro conforme projeto de instalação. Esta caixa por sua vez recebeu um fechamento em placa de
gesso que deverá ser removida para instalação dos aparelhos evaporadores. Para localização aproximada do
ponto de infraestrutura para as evaporadoras consulte os desenhos contidos neste manual.
A unidade condensadora do ar condicionado necessita, para seu funcionamento, da troca de ar com o ambiente F A C H A D A
externo. Em vista disto, foi considerado em projeto que o ambiente do apartamento tipo que atende esta
condição é a laje técnica. Portanto, qualquer obstáculo que altere a circulação de ar (condição de projeto) poderá
causar alteração na eficiência do equipamento, bem como danificá-lo.
O PRIMEIRO HOME RESORT
DE ARAGUAÍNA
MANUAL DO PROPRIETÁRIO | 114
EMPREENDIMENTO
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A r C o n d icio n a d o
FINAIS 1 E 2
FINAIS 3 E 4
Cuidados de uso
• No caso de equipamentos não fornecidos pela construtora, estes devem ser adquiridos e instalados de
acordo com características de projeto;
• Não efetuar furações em lajes, vigas e pilares para a passagem de infraestrutura; F A C H A D A
• Para fixação e instalação dos componentes, considerar as características do local a ser instalado e os
posicionamentos indicados em projeto.
O PRIMEIRO HOME RESORT
DE ARAGUAÍNA
MANUAL DO PROPRIETÁRIO | 115
EMPREENDIMENTO
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A r C o n d icio n a d o
Manutenção preventiva
• Para manutenção, tomar cuidados específicos com a segurança e a saúde das pessoas que irão realizar as
atividades. Desligar o fornecimento geral de energia do sistema;
• Somente utilizar peças originais ou com desempenho de características comprovadamente equivalentes;
• Realizar a manutenção recomendada pelo fabricante em atendimento à legislação vigente.
A cada 1 mês Verificar todos os componentes do sistema e, caso Equipe de manutenção local/
seja detectada qualquer anomalia, providenciar os proprietário
reparos necessários
Prazo de garantia
• Instalação e equipamentos - 1 ano.
Perda de garantia
Todas as condições descritas no item Perda de garantia do capítulo “Garantia”, acrescidas de:
• Caso a instalação e a manutenção do equipamento de ar condicionado (comprado e instalado pelo
proprietário) não for executadas por empresas especializadas;
• Caso a manutenção do equipamento de ar condicionado (comprado e instalado pelo proprietário) não for
feita conforme descrito no manual do equipamento.
• Peças, elementos ou componentes do sistema que apresentem desgaste natural pelo tempo ou uso.
EMPREENDIMENTO
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E xaust ã o M ec â nica
Exaustão Mecânica
Especificações técnicas
BANHEIROS
O sistema de exaustão mecânica, tem como finalidade renovar o ar
em ambientes sem ventilação natural. Esse sistema utiliza um micro
ventilador acionado pelo interruptor de luz do próprio ambiente.
Através desse mecanismo, o micro ventilador promove a circulação do
ar, eliminando o ar viciado e promovendo a entrada de ar fresco. Essa
renovação do ar é essencial para manter a qualidade do ambiente interno,
especialmente em locais onde a ventilação natural é limitada.
CHURRASQUEIRAS
Para o bom funcionamento da churrasqueira, foi instalado um sistema de exaustão central, localizado no topo
da chaminé comunitária do edifício. Este exaustor deve ser acionado pela guarita do edifício sempre que a
churrasqueira for usada.
Não esqueça de pedir para desligar o exaustor ao finalizar o uso da churrasqueira.
Dutos que possuam dumper deverão ser abertos durante o tempo de utilização da churrasqueira e fechados
ao término após ajuste da temperatura do local.
O sistema de exaustão pode perder eficiência caso vários dutos tenham sido esquecidos abertos.
Cuidados de uso
• No caso de equipamentos não fornecidos pela construtora, estes devem ser adquiridos e instalados de
acordo com características de projeto;
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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E xaust ã o M ec â nica
BANHEIROS
• Manter a limpeza dos componentes conforme especificação do fabricante.
• Não obstruir as entradas e saídas de ventilação e dutos de ar.
CHURRASQUEIRAS
• No caso de sistema unificado de exaustão, deverá ser comunicado ao responsável pelo acionamento do
sistema com antecedência de 15 minutos do início do uso e 30 minutos após a utilização, com a extinção
do fogo, para perfeito funcionamento do sistema.
Manutenção preventiva
• Para manutenção, tomar cuidados específicos com a segurança e a saúde das pessoas que irão realizar as
atividades, desligando o fornecimento geral de energia do sistema;
• Somente utilizar peças originais ou com desempenho de características comprovadamente equivalentes.
A cada 1 mês Realizar manutenção dos ventiladores que compõem Empresa especializada
os sistemas de exaustão
Prazo de garantia
• Instalação e equipamentos - 1 ano.
Perda de garantia
Todas as condições descritas no item Perda de garantia do capítulo “Garantia”, acrescidas de:
• Se for constatado o mau uso dos equipamentos instalados pela construtora (exaustores) ou a sua
manutenção não for feita por empresas especializadas.
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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E xaust ã o M ec â nica
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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C hurrasqueira
Churrasqueira
Especificações técnicas
As churrasqueiras foram fabricadas com concreto isolante, garantindo assim peças resistentes e de alto
rendimento térmico.
Note ainda que possuem placas refratárias colocadas internamente no braseiro, também confeccionadas
em material refratário, aumentando ainda mais seu rendimento térmico e, consequentemente, reduzindo
o consumo de carvão. Estas placas são livres para permitir a dilatação das mesmas, porém é possível
apresentarem pequenas fissuras ou trincas em virtude da dilatação térmica, não atrapalhando em nada o
funcionamento da mesma.
A churrasqueira foi instalada com sistema de exaustão central, localizado na cobertura do edifício. Este exaustor
deve ser acionado pela guarita do edifício sempre que a churrasqueira for usada.
Dutos que possuam dumper deverão ser abertos durante o tempo de utilização da churrasqueira e fechados ao
término após ajuste da temperatura do local. Não esqueça de pedir para desligar o exaustor ao finalizar o uso da
churrasqueira.
O sistema de exaustão pode perder eficiência caso vários dutos tenham sido esquecidos abertos.
Cuidados de uso
• Na primeira utilização do sistema deverá ser realizado um pré-aquecimento de modo controlado, levando
em consideração as especificações do fabricante;
• Os revestimentos refratários não deverão ser lavados, a fim de evitar o desprendimento e a fissura das
peças;
• Evitar choques térmicos em peças e revestimentos, pois poderão ocasionar desprendimento e fissura das
peças;
• Gaveta de cinzas, caso existam, devem ser esvaziadas e limpas após a utilização. Devem, ainda, ser
armazenadas de cabeça para baixo, para evitar o acúmulo de água;
• Não utilizar produtos derivados de petróleo (gasolina, querosene, óleo diesel, solventes) para o acendimento;
• Limpar os ambientes ao término de uso;
• Somente utilizar peças originais ou com desempenho de características comprovadamente equivalentes;
• Acionar o dumper, abrindo totalmente, antes de iniciar o acendimento.
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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C hurrasqueira
INSTRUÇÕES DE USO
Para uso deve ser colocada uma quantidade razoável de carvão (+ ou - 1/3 do braseiro), não é necessário
enchê-lo, é aconselhável a queima de 2 a 3 folhas de jornal ou similar para o pré-aquecimento da chaminé,
sendo que a mesma contém ar frio que dificulta o início da exaustão.
Faça a limpeza com uma pequena vassoura ou pano úmido, com a churrasqueira fria e nunca utilize água.
ATENÇÃO
Nunca use água para reduzir ou apagar o fogo, pois o choque térmico pode danificar as peças. Deixe o fogo se
extinguir naturalmente.
Lembrando mais uma vez que podem ocorrer pequenas fissuras, estas são normais e não comprometem a
segurança e estrutura da churrasqueira.
Manutenção preventiva
Prazo de garantia
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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C hurrasqueira
Perda de garantia
Todas as condições descritas no item Perda de garantia do capítulo “Garantia”, acrescidas de:
• Se for constatado o mau uso do equipamento (garantia do fabricante);
• Avarias e desgastes decorrentes ao mau uso do produto e operação incorreta em desacordo com as
normas e instruções descritas anteriormente (procedimentos);
• Se não forem observados os itens de recomendação descritos anteriormente.
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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S istema de C ombate a princ í pio de inc ê ndio
Sistema de Combate a
princípio de incêndio
Especificações técnicas
O sistema de proteção e combate a incêndio é composto por:
• Extintores;
• Hidrantes;
• Botoeira de acionamento da bomba de incêndio;
• Detectores de fumaça;
• Detectores de calor;
• Alarme de incêndio;
• Portas corta-fogo;
• Sistema de pressurização das escadas.
Foram instalados três tipos de extintores, distribuídos conforme legislação em vigor do Corpo de Bombeiros:
• PQS - Pó Químico Seco
• CO2 - Gás Carbônico
• ABC - Pó Químico
Os extintores de incêndio servem para um primeiro combate a pequenos incêndios. Para tanto é importante
ler atentamente as instruções contidas no corpo do próprio equipamento, especialmente no que diz respeito
às classes de incêndio, para a qual é indicado e como deve ser utilizado.
O empreendimento conta com o extintor de pó químico do tipo ABC, que é de uso múltiplo, portanto pode ser
utilizado para as três principais classes de incêndio: A, B e C.
CLASSE DE MÉTODOS DE
TIPO DE INCÊNDIO EXTINTORES EFICIÊNCIA
INCÊNDIO EXTINÇÃO
EMPREENDIMENTO
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S istema de C ombate a princ í pio de inc ê ndio
CLASSE DE MÉTODOS DE
TIPO DE INCÊNDIO EXTINTORES EFICIÊNCIA
INCÊNDIO EXTINÇÃO
* A utilização do extintor de Pó Químico para extinguir um incêndio de classe A pode ser ineficiente se utilizado
sozinho. Portanto recomenda-se a utilização de agentes à base de água para um posterior resfriamento.
** A utilização do extintor de Pó Químico para extinguir um incêndio de classe C pode causar danos ao
equipamento.
Nota: Os extintores e o local de sua colocação não devem ser alterados, pois foram determinados pelo
projeto específico de combate a incêndios aprovado pelo Corpo de Bombeiros.
Assim que o condomínio for instalado, deverá formar uma brigada de incêndio.
A caixa de hidrante possui mangueira que permite combater o fogo com segurança em qualquer ponto do
pavimento.
O sistema de hidrantes é alimentado pelos reservatórios superiores, tendo a capacidade de reserva adequada
de forma a atender as pressões mínimas exigidas pelo Corpo de Bombeiros.
O acionamento da bomba de incêndio ocorre através do pressostato instalado no sistema que identifica a
queda de pressão da tubulação ao abrir qualquer registro de hidrante. Isto acionará a bomba de incêndio que
dará maior pressão de água nos hidrantes. A bomba pode ser acionada manualmente na portaria através de
uma botoeira.
Os detectores de fumaça ficam localizados nos halls de serviço dos andares, sala de pressurização, copa
e , sala síndico e são acionados automaticamente ao detectarem fumaça no ambiente, avisando na guarita
através de um painel em qual local há fumaça.
Os detectores de calor estão localizados nas garagens e são acionados quando atingem uma determinada
temperatura, soando um alarme.
É frequentemente usado em áreas onde o ambiente pode propiciar alarmes falsos/indesejáveis de detectores
de fumaça. F A C H A D A
O alarme de incêndio é ativado através dos acionadores manuais localizados nos andares (no hall dos
elevadores). Em seguida é transmitido um sinal para a sala de comando, avisando o andar e o local onde o
alarme foi acionado. O PRIMEIRO HOME RESORT
DE ARAGUAÍNA
MANUAL DO PROPRIETÁRIO | 124
EMPREENDIMENTO
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S istema de C ombate a princ í pio de inc ê ndio
As escadas são bloqueadas por portas corta-fogo, que têm a finalidade de impedir a propagação do fogo e
proteger as escadas durante a fuga de emergência. Elas são do tipo P60 e P90, tendo um tempo médio de
resistência de 60 minutos e 90 minutos, respectivamente após o contato com o fogo.
As portas corta-fogo (PCF) devem ser mantidas sempre fechadas (nunca trancadas) para que o sistema de
molas não seja danificado e impeça o perfeito funcionamento em caso de necessidade. O acesso a essas
portas nunca pode ficar obstruído.
As escadarias possuem um sistema de pressurização que as mantêm com pressão positiva (pressão
interna maior que a pressão externa) e sua função é propiciar uma rota de fuga segura, sem fumaça interna
à escadaria. O acionamento do sistema é automático em caso de incêndio, pelo sistema de detecção de
fumaça. Também poderá ser acionado manualmente através do controle remoto localizado na guarita.
O desligamento desse equipamento (caso o mesmo entre em operação – ocasionado por sinistro) é proibido
pela regulamentação do Corpo de Bombeiros. Toda medida que ferir esta premissa é de inteira responsabilidade
do síndico.
ATENÇÃO
PRINCÍPIO DE INCÊNDIO
• Ao notar indícios de incêndio (fumaça, cheiro de queimado, etc.), informe imediatamente a guarita, zelador ou
a segurança;
• Conforme a proporção do incêndio, acione o Corpo de Bombeiros (193) ou inicie o combate fazendo o uso de
hidrantes e extintores apropriados, conforme descrito na tabela de classes de incêndio;
• Caso não saiba manusear os extintores ou não seja possível o combate, evacue o local utilizando as rotas de
fuga devidamente sinalizadas. Nunca utilize os elevadores nesta situação;
• Não tente salvar objetos - a sua vida é mais importante.
EM SITUAÇÕES EXTREMAS
• Uma vez que tenha conseguido escapar não retorne;
• Se você ficar preso em meio à fumaça, respire através do nariz, protegido por lenço molhado e procure rastejar
para a saída;
• Antes de abrir qualquer porta, toque-a com as costas da mão. Se estiver quente não abra;
• Mantenha-se vestido, molhe suas vestes;
• Ajude e acalme as pessoas em pânico;
• Fogo nas roupas: não corra, se possível envolva-se num tapete, coberta ou tecido qualquer e role no chão;
• Ao passar por uma porta, feche-a sem trancar;
• Se não for possível sair, espere por socorro, mantendo os olhos fechados e fique o mais próximo do chão.
Prazo de garantia
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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S istema de C ombate a princ í pio de inc ê ndio
PORTAS CORTA-FOGO:
• Integridade de portas e batentes - 5 anos;
• Instalação e equipamentos - 1 ano.
Perda de garantia
Todas as condições descritas no item Perda de garantia do capítulo “Garantia”, acrescidas de:
• Se não forem observados os itens acima ou se não for feita a manutenção preventiva necessária.
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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I nforma ç õ es C omplementares
Informações Complementares
inspeção;
EMPREENDIMENTO
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I nforma ç õ es C omplementares
• Quando os equipamentos a gás não estiverem em uso, mantenha os registros fechados. Habitue-se a
verificá-los rotineiramente antes de dormir ou ao sair de casa;
• Faça a manutenção periódica dos equipamentos a gás.
LIXO
• Separe corretamente os resíduos orgânicos dos recicláveis antes do descarte final;
• É importante que o lixo orgânico seja acondicionado em sacos plásticos bem fechados, evitando
vazamentos e mau cheiro;
• O lixo reciclado deve ser separado, lavado e embalado corretamente; F A C H A D A
• Com relação ao descarte de pilhas, baterias, cartuchos de impressoras, lâmpadas e eletrônicos faça a
correta destinação em locais de recolhimento específico;
O PRIMEIRO HOME RESORT
DE ARAGUAÍNA
MANUAL DO PROPRIETÁRIO | 128
EMPREENDIMENTO
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I nforma ç õ es C omplementares
• Verifique se no condomínio foi implantado um programa de coleta seletiva, que encaminhe cada tipo de
resíduo à destinação correta, verifique também os dias, horários, locais e forma adequada para o descarte;
• No caso de resíduos de construção civil (construção e demolição), existem locais que recebem
especificamente estes resíduos. Verifique o posto de coleta mais próximo.
SISTEMA DE SEGURANÇA
• No caso de intrusão, tentativa de roubo ou assalto, seguir as recomendações da empresa de segurança
especializada, quando houver, ou acionar a polícia;
• Utilizar os ambientes para os fins a que foram destinados, evitando usá-los para o armazenamento de
materiais inflamáveis e outros não autorizados;
• Utilizar e zelar pela utilização adequada dos equipamentos para os fins que foram projetados.
SEGURANÇA DO TRABALHO
O Ministério do Trabalho regulamenta as normas de segurança e saúde dos trabalhadores. Dentre as 37
normas existentes atualmente, algumas que possuem ampla implicação no setor são:
• A norma regulamentadora do Ministério do Trabalho nº 7 (NR 7) obriga a realização do Programa de Controle
Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO;
• A norma regulamentadora do Ministério do Trabalho nº 9 (NR 9) obriga, em todo condomínio, a realização
do GRO (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais), que complementa o exigido na norma nº 1 (NR 1) que
exige a realização do PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos) e visa minimizar eventuais riscos nos
locais de trabalho;
• A norma regulamentadora do Ministério do Trabalho nº 10 (NR 10), que diz respeito à segurança em
instalações e serviços em eletricidade, estabelece os requisitos e condições mínimas, objetivando a
implementação de medidas de controle e sistemas preventivos, para garantir a segurança e a saúde
dos trabalhadores que, direta ou indiretamente, interajam em instalações elétricas e serviços com
eletricidade;
• A norma regulamentadora do Ministério do Trabalho nº 18 (NR 18), referente a condições e meio ambiente
de trabalho na indústria da construção, deve ser considerada pelo condomínio em relação aos riscos a
que os funcionários próprios e de empresas especializadas estão expostos ao exercer suas atividades. No
caso de acidentes de trabalho, o síndico é responsabilizado; F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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I nforma ç õ es C omplementares
• A norma regulamentadora do Ministério do Trabalho nº 35 (NR 35), referente a trabalho em altura, também
deve ser considerada pelo condomínio em relação aos riscos a que os funcionários próprios e de empresas
especializadas estão expostos ao exercer suas atividades. No caso de acidentes de trabalho, o síndico é
responsabilizado. Portanto, são de extrema importância os cuidados com a segurança do trabalho;
• As demais também devem ser analisadas e atendidas em sua totalidade.
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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M emorial D escritivo
Memorial Descritivo
Os acabamentos especificados a seguir são materiais padrão. Caso o seu apartamento tenha modificação no
acabamento, consulte o memorial específico.
APARTAMENTO PADRÃO
HALL DE ENTRADA
PISO Porcelanato, marca Portinari, linha York White Acetinado Retificado, tamanho 87.7x87.7cm
RODAPÉ Porcelanato, marca Portinari, linha York White Acetinado Retificado, altura 10cm
TETO Pintura Látex PVA, marca Leinertex, cor Branco Neve sobre massa PVA
PISO Porcelanato, marca Portinari, linha York White Acetinado Retificado, tamanho 87.7x87.7cm
RODAPÉ Porcelanato, marca Portinari, linha York White Acetinado Retificado, altura 10cm
TETO Pintura Látex PVA, marca Leinertex, cor Branco Neve sobre massa PVA
DORMITÓRIOS | CIRCULAÇÃO
PISO Porcelanato, marca Portinari, linha York White Acetinado Retificado, tamanho 87.7x87.7cm
F A C H A D A
RODAPÉ Porcelanato, marca Portinari, linha York White Acetinado Retificado, altura 10cm
EMPREENDIMENTO
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M emorial D escritivo
TETO Pintura Látex PVA, marca Leinertex, cor Branco Neve sobre massa PVA
BANHO SUÍTES
PISO Porcelanato, marca Portinari, linha York White Natural Retificado, tamanho 58.4X58.4cm
PAREDE Cerâmica, marca Portinari, linha Loft White Retificado Acetinado, tamanho 120x60cm
LOUÇAS Bacia com caixa acoplada, marca Deca, linha Fast, cor Branca
Lavatório de sobrepor, marca Deca, linha Slim, cor Branca, referência L11030M
LAVABO SOCIAL
PISO Porcelanato, marca Portinari, linha York White Natural Retificado, tamanho 58.4X58.4cm
RODAPÉ Porcelanato, marca Portinari, linha York White Natural Retificado, altura 30cm
PAREDE Textura Granulada, marca Leinertex, cor Gelo Seco, linha Slin
TETO Pintura Látex PVA, marca Leinertex, cor Branco Neve sobre massa PVA
EMPREENDIMENTO
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M emorial D escritivo
LOUÇAS Bacia com caixa acoplada, marca Deca, linha Fast, cor Branca
Lavatório de sobrepor, marca Deca, linha Slim, cor Branca, referência L43050MD
W.C. SERVIÇO
PISO Porcelanato, marca Portinari, linha York White Natural Retificado, tamanho 58.4X58.4cm
PAREDE Cerâmica, marca Portinari, linha White Plain Matte Retificado Acetinado, tamanho 60x30cm
LOUÇAS Bacia com caixa acoplada, marca Deca, linha Izy, cor Branca
Lavatório suspenso sem coluna, marca Deca, linha Izy, cor Branca
METAIS Torneira para lavatório, marca Deca, linha Link, referência 1197
COZINHA
PISO Porcelanato, marca Portinari, linha York White Acetinado Retificado, tamanho 87.7x87.7cm
RODAPÉ Porcelanato, marca Portinari, linha York White Acetinado Retificado, altura 10cm
PAREDE Cerâmica, marca Portinari, linha Loft White Retificado Acetinado, tamanho 120x60cm
TETO Pintura Látex PVA, marca Leinertex, cor Branco Neve sobre massa PVA
EMPREENDIMENTO
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M emorial D escritivo
ÁREA DE SERVIÇO
PISO Porcelanato, marca Portinari, linha York White Natural Retificado, tamanho 87.7x87.7cm
PAREDE Cerâmica, marca Portinari, linha White Plain Matte Retificado Acetinado, tamanho 60x30cm
TETO Pintura Látex PVA, marca Leinertex, cor Branco Neve sobre massa PVA
METAIS Tanque de encaixe em Aço Inox Acetinado 30L, marca Docol, linha Monobloco
LAJE TÉCNICA
PISO Porcelanato, marca Portinari, linha York White Acetinado Retificado, tamanho 87.7x87.7cm
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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M emorial D escritivo
CHURRASQUEIRA
PISO Porcelanato, marca Portinari, linha York White Acetinado Retificado, tamanho 87.7x87.7cm
PISO Porcelanato, marca Portinari, linha York White Acetinado Retificado, tamanho 87.7x87.7cm
PAREDE Textura Rolada, marca Leinertex, cor Branco Neve conforme fachada
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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M emorial D escritivo
PENTHOUSE
PISO Porcelanato, marca Portinari, linha York White Acetinado Retificado, tamanho 87.7x87.7cm
RODAPÉ Porcelanato, marca Portinari, linha York White Acetinado Retificado, altura 10cm
TETO Pintura Látex PVA, marca Leinertex, cor Branco Neve sobre massa PVA
DORMITÓRIOS | CIRCULAÇÃO
PISO Porcelanato, marca Portinari, linha York White Acetinado Retificado, tamanho 87.7x87.7cm
RODAPÉ Porcelanato, marca Portinari, linha York White Acetinado Retificado, altura 10cm
TETO Pintura Látex PVA, marca Leinertex, cor Branco Neve sobre massa PVA
BANHO SUÍTES
PISO Porcelanato, marca Portinari, linha York White Acetinado Retificado, tamanho 87.7x87.7cm
PAREDE Cerâmica, marca Portinari, linha Loft White Retificado Acetinado, tamanho 120x60cm
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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M emorial D escritivo
LOUÇAS Bacia com caixa acoplada, marca Deca, linha Flex, cor Branca
Lavatório de sobrepor, marca Deca, linha Slim, cor Branca, referência L11030M
METAIS Torneira de lavatório bica alta, marca Deca, linha Izy Plus
LAVABO SOCIAL
PISO Porcelanato, marca Portinari, linha York White Acetinado Retificado, tamanho 87.7x87.7cm
RODAPÉ Porcelanato, marca Portinari, linha York White Acetinado Retificado, altura 30cm
PAREDE Textura Granulada, marca Leinertex, linha Slin, cor Gelo Seco
TETO Pintura Látex PVA, marca Leinertex, cor Branco Neve sobre massa PVA
LOUÇAS Bacia com caixa acoplada, marca Deca, linha Flex, cor Branca
W.C. SERVIÇO
PISO Porcelanato, marca Portinari, linha York White Acetinado Retificado, tamanho 87.7x87.7cm
PAREDE Cerâmica, marca Portinari, linha Loft White Retificado Acetinado, tamanho 120x60cm
EMPREENDIMENTO
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M emorial D escritivo
LOUÇAS Bacia com caixa acoplada, marca Deca, linha Izy, cor Branca
COZINHA
PISO Porcelanato, marca Portinari, linha York White Acetinado Retificado, tamanho 87.7x87.7cm
RODAPÉ Porcelanato, marca Portinari, linha York White Acetinado Retificado, altura 10cm
PAREDE Cerâmica, marca Portinari, linha Loft White Retificado Acetinado, tamanho 120x60cm
TETO Pintura Látex PVA, marca Leinertex, cor Branco Neve sobre massa PVA
ÁREA GOURMET
PISO Porcelanato, marca Portinari, linha York White Acetinado Retificado, tamanho 87.7x87.7cm
RODAPÉ Porcelanato, marca Portinari, linha York White Acetinado Retificado, altura 10cm
EMPREENDIMENTO
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M emorial D escritivo
TETO Pintura Látex PVA, marca Leinertex, cor Branco Neve sobre massa PVA
ÁREA DE SERVIÇO
PISO Porcelanato, marca Portinari, linha York White Natural Retificado, tamanho 87.7x87.7cm
PAREDE Cerâmica, marca Portinari, linha White Plain Matte Retificado Acetinado, tamanho 60x30cm
TETO Pintura Látex PVA, marca Leinertex, cor Branco Neve sobre massa PVA
METAIS Tanque de encaixe em Aço Inox Acetinado 30L, marca Docol, linha Monobloco
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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M emorial D escritivo
LAJE TÉCNICA
PISO Porcelanato, marca Portinari, linha York White Acetinado Retificado, tamanho 87.7x87.7cm
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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F ornecedores e P restadores de S ervi ç o
Fornecedores e Prestadores
de Serviço
Segue a relação dos principais fornecedores e prestadores de serviços que atuaram no empreendimento.
Realização
CONSTRUTORA INCORPORADORA
Construtora M-21 Ltda SPE Araguaina Lake 21 Incorporação Ltda
CNPJ: 04.120.905/0001-56 CNPJ: 38.145.790/0001-76
Av. Filadélfia, LT 05 - QD 02, Nº 3362 - Jardim Avenida Beira Lago, Sn, Jardim Filadelfia, Araguaína-
Filadelfia, Araguaína – TO TO
Fone: (63) 99283-9806 Fone: (63) 99239-9561
Projetos Técnicos
EMPREENDIMENTO
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F ornecedores e P restadores de S ervi ç o
ESQUADRIAS DE FERRO
M F Pinto Ltda
Fone: (63) 9263−0659
O PRIMEIRO HOME RESORT
DE ARAGUAÍNA
MANUAL DO PROPRIETÁRIO | 142
EMPREENDIMENTO
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F ornecedores e P restadores de S ervi ç o
GERADOR
MWM - Tupy do Brasil Ltda LUMINÁRIAS ( ÁREAS COMUNS)
GUARDA-CORPO
Oliveira Comercio DE Vidros e Alumínios Eireli MÁRMORES E GRANITOS
ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA
DB Iluminação Ltda MEDIDORES INDIVIDUAIS (INSTALAÇÃO)
IMPERMEABILIZAÇÕES
Engsik Impermeabilizações Ltda METAIS SANITÁRIOS
INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS
M G Tec Instalações Ltda PARA RAIO (SPDA) F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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F ornecedores e P restadores de S ervi ç o
PINTURA VIDROS
Leinertex Oliveira Comercio de Vidros e Alumínios Eireli
Fone: (62) 3275-0800 Fone: (94) 3198-6900
PORTAS CORTA-FOGO
Zeus do Brasil Ltda
Fone: (47) 3231-1111
PORTAS DE MADEIRA
Pormade Portas de Madeiras Decorativas L
Fone: (55) 42352-1212
Revestimento
Kingspan-Isoeste Construtivos Isotérmicos S/A
Fone: (62) 4015-1122
RUFOS
Distribuidora de Ferros e Aço B E R Ltda
Fone: (63) 3416-2636
SAUNA ÚMIDA
SO Piscinas Equipamento para Piscinas Ltda
Fone: (63) 3421-4488
SENSORES DE PRESENÇA
Nova Casa Dist Mat Const S/A Df Fl 02
Fone: (61) 3025-9500
F A C H A D A
TELEFONIA E INTERFONIA
Intelbras
Fone: (48) 3281-9790 O PRIMEIRO HOME RESORT
DE ARAGUAÍNA
MANUAL DO PROPRIETÁRIO | 144
EMPREENDIMENTO
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G ara n tia
Garantia
A Construtora M-21 Ltda é responsável pela construção do imóvel segundo as prescrições do Código de
Proteção e Defesa do Consumidor.
Prazos de garantia
Os prazos referidos neste manual correspondem a prazos totais de garantia, não implicando soma aos prazos
de garantias legais. Os prazos de garantia de materiais, equipamentos e serviços dos sistemas têm validade
a partir da data do Auto de Conclusão do Imóvel (Habite-se).
ATENÇÃO
A construtora não se responsabiliza por danos causados pelo uso inadequado do imóvel, pelo prolongado desuso,
pelo desgaste natural dos materiais ou por reformas e alterações feitas no projeto original, mesmo que ainda
esteja vigente o prazo de garantia contratualmente estipulado.
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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G ara n tia
Tabela de garantias
QUADRO DE IDENTIFICAÇÃO DE PRAZOS DE GARANTIA PARA MANUTENÇÃO
Prazos de Garantia Contratual recomendados pela norma ABNT NBR 15575 com validade a partir da data do Auto de
Conclusão do Imóvel.
A tabela de garantias a seguir foi extraída da Norma ABNT NBR 15575 e contém os principais itens das unidades
autônomas e das áreas comuns, variando com a característica individual de cada empreendimento, portanto
pode conter itens que não fazem parte deste empreendimento.
DESCRIÇÃO PRAZOS
PAREDES DE VEDAÇÃO, ESTRUTURAS AUXILIARES, ESTRUTURAS DE COBERTURA, ESTRUTURA DAS ESCADARIAS INTERNAS
OU EXTERNAS, GUARDA-CORPOS, MUROS DE DIVISA E TELHADOS
Instalação 1 ANO
Equipamentos 1 ANO
Instalação 1 ANO
Equipamentos 1 ANO
SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS, SISTEMA DE COMBATE A INCÊNDIO, PRESSURIZAÇÃO DAS
ESCADAS, ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA, SISTEMA DE SEGURANÇA PATRIMONIAL
Instalação 1 ANO
F A C H A D A
Equipamentos 1 ANO
EMPREENDIMENTO
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G ara n tia
DESCRIÇÃO PRAZOS
PORTAS CORTA-FOGO
Equipamentos 1 ANO
Instalação 3 ANOS
INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E GÁS - COLUNAS DE ÁGUA FRIA, COLUNAS DE ÁGUA QUENTE, TUBOS DE QUEDA DE ESGOTO,
COLUNAS DE GÁS
Equipamentos 1 ANO
Instalação 3 ANOS
IMPERMEABILIZAÇÃO
Estanqueidade 5 ANOS
ESQUADRIAS DE MADEIRA
Empenamento 1 ANO
Descolamento 1 ANO
Fixação 1 ANO
ESQUADRIAS DE AÇO
Fixação 1 ANO F A C H A D A
Oxidação 1 ANO
EMPREENDIMENTO
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G ara n tia
DESCRIÇÃO PRAZOS
Funcionamento 1 ANO
Acabamento 1 ANO
Fissuras 2 ANOS
EMPREENDIMENTO
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G ara n tia
DESCRIÇÃO PRAZOS
REVESTIMENTOS ESPECIAIS (FÓRMICA, PLÁSTICOS, TÊXTEIS, PISOS ELEVADOS, MATERIAIS COMPOSTOS DE ALUMÍNIO)
Aderência 2 ANOS
FORROS DE GESSO
FORROS DE MADEIRA
Aderência 1 ANO
VIDROS
Fixação 1 ANO
NOTA 1: recomenda-se que quaisquer falhas perceptíveis visualmente, como riscos, lascas, trincas em vidros,
etc., sejam explicitadas no momento da vistoria de entrega.
NOTA 2: no caso de cessão ou transferência da unidade, os prazos de garantia aqui estipulados permanecerão os
mesmos.
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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G ara n tia
Disposições Gerais
• A construtora e/ou incorporadora deverá entregar a todos os adquirentes das unidades autônomas o
Manual do Proprietário;
• A construtora e/ou incorporadora deverá entregar e fornecer todas as características (ex. carga máxima,
tensão, etc.), informações, jogo de plantas e especificações das unidades autônomas, das áreas comuns
e dos equipamentos;
• A construtora e/ou incorporadora deverá entregar sugestão ou modelo de programa de manutenção e
sugestão ou modelo de lista de verificação do programa de manutenção do edifício, conforme as normas
ABNT NBR 5674 e ABNT NBR 14037;
• A construtora e/ou incorporadora deverá prestar o Serviço de Atendimento ao Cliente para orientações e
esclarecimentos de dúvidas referentes à manutenção e à garantia;
• A construtora e/ou incorporadora deverá prestar, dentro do prazo legal, o serviço de Assistência Técnica,
reparando, sem ônus os vícios ocultos dos serviços, conforme constante no Termo de Garantia;
• Alguns sistemas da edificação possuem normas específicas que descrevem as manutenções necessárias;
as mesmas completam e não invalidam as informações descritas neste manual e vice-versa;
• Constatando-se, em visita de avaliação dos serviços solicitados, que esses serviços não estão enquadrados
nas condições de garantia, poderá ser cobrada uma taxa de visita;
• No caso de alteração do síndico ou responsável legal pelo edifício, este deverá transmitir as orientações
sobre o adequado uso, manutenção e garantia das áreas comuns ao seu substituto e entregar formalmente
os documentos e manuais correspondentes;
• No caso do imóvel ser vendido, cedido, ou seja, exercido qualquer outro ato de transferência de
propriedade e posse a um terceiro, o proprietário se obriga a transmitir as orientações sobre o adequado
uso, manutenção e garantia do seu imóvel, ao novo condômino entregando os documentos e manuais
correspondentes;
• O proprietário é responsável pela manutenção de sua unidade e corresponsável pela manutenção
do conjunto da edificação, conforme estabelecido nas Normas Técnicas Brasileiras, no Manual do
Proprietário e no Manual das Áreas Comuns, obrigando-se a permitir o acesso do profissional destacado
pela construtora e/ou incorporadora, sob pena de perda de garantia;
• O proprietário da unidade autônoma se obriga a efetuar a manutenção preventiva do imóvel, conforme as
orientações constantes neste Termo, bem como no Manual do Proprietário, sob pena de perda de garantia;
• O condomínio é responsável pela execução e o síndico pela implantação e gestão do Programa de
Manutenção, de acordo com a norma ABNT NBR 5674 - Manutenção de Edificações - Requisitos para o
sistema de gestão de manutenção¹;
• O condomínio deve cumprir as Normas Técnicas Brasileiras, Legislações e Normas de Concessionárias e
ficar atento para as alterações que estes instrumentos possam sofrer ao longo do tempo;
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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G ara n tia
Perda de garantia
As garantias serão perdidas nos seguintes casos:
• Caso haja reforma ou alteração que comprometa o desempenho de algum sistema das áreas comuns, ou
que altere o resultado previsto em projeto para o edifício, áreas comuns e autônomas;
• Caso haja mau uso ou não forem tomados os cuidados de uso;
• Caso não seja implantado e executado de forma eficiente o Programa de Manutenção de acordo com
a norma ABNT NBR 5674 - Manutenção de edificações - Requisitos para o sistema de manutenção, ou
apresentada a efetiva realização das ações descritas no plano;
• Caso não sejam respeitados os limites admissíveis de sobrecargas nas instalações e na estrutura,
informados neste manual;
• Caso os proprietários não permitam o acesso de profissional destacado pela construtora/incorporadora
às dependências de suas unidades ou às áreas comuns, quando for o caso de proceder à vistoria técnica
ou os serviços de assistência técnica;
• Caso seja executada reforma, alteração ou descaracterizações dos sistemas na unidade autônoma ou nas
áreas comuns;
• Caso sejam identificadas irregularidades em eventual vistoria técnica e as providências sugeridas não
forem tomadas por parte do proprietário ou do condomínio;
• Caso seja realizada substituição de qualquer parte do sistema com uso de peças, componentes que não
possuam característica de desempenho equivalente ao original entregue pela incorporadora/construtora;
• Se, durante o prazo de vigência da garantia (consulte tabela de garantias) não for observado o que dispõe
o Manual do Proprietário e a norma ABNT NBR 5674 - Manutenção da Edificação, no que diz respeito à
manutenção preventiva correta, para imóveis habitados ou não;
• Se, nos termos do artigo 393 do Código Civil Brasileiro atualizado 2003, ocorrer qualquer caso fortuito, ou
de força maior, que impossibilite a manutenção da garantia concedida;
• Falta de comprovação da realização de manutenção eventualmente estabelecida, conforme previsto na
norma ABNT NBR 5674.
F A C H A D A
Obs.: Demais fatores que podem acarretar a perda da garantia estão descritos nas orientações de uso e manutenção
do imóvel para os sistemas específicos.
EMPREENDIMENTO
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G ara n tia
DEVERES DO CONSUMIDOR
A construtora tem a obrigação de entregar o imóvel sem vícios de construção e na sua ocorrência corrigi-
los. O comprador, usuário do imóvel, passa a ter deveres correlatos, cujo descumprimento pode configurar
negligência e acarretar a perda de suas prerrogativas.
REFERÊNCIAS
As informações aqui prestadas visam dar uma orientação geral ao condômino em relação ao assunto, não
entrando em pormenores de natureza técnica ou jurídica.
Para mais esclarecimentos, consulte:
• Código Civil Brasileiro;
• Condomínio e Incorporação - Lei Federal 4.591/64;
• Código de Defesa do Consumidor - Lei Federal 8.078/90;
• Manutenção de Edificação - Norma ABNT NBR 5674;
F A C H A D A
• Diretrizes para elaboração de manuais de uso, operação e manutenção das edificações - Requisitos para
elaboração e apresentação dos conteúdos - Norma ABNT NBR 14037;
O PRIMEIRO HOME RESORT
DE ARAGUAÍNA
MANUAL DO PROPRIETÁRIO | 152
EMPREENDIMENTO
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G ara n tia
RECOMENDAÇÕES AO USUÁRIO
• Leia atentamente as informações sobre a utilização e a manutenção do imóvel e de seus equipamentos;
• Respeite as normas de uso indicadas pela construtora e pelos fornecedores;
• Conserve o imóvel, dando a devida manutenção preventiva às suas diversas partes.
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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G ara n tia
1. Preencha a ficha de Solicitação de Assistência Técnica On-line (na aba “Solicitação de Assistência
técnica) da forma mais completa e esclarecedora possível. O preenchimento/envio desta solicitação é
condição mínima necessária para o atendimento. Não serão atendidas as solicitações verbais (pessoais ou
via telefone)
2. No recebimento do seu pedido, caso não procedente, daremos um posicionamento em relação ao
mesmo imediatamente. Se procedente, iremos agendar uma vistoria em sua unidade. Neste momento é
importante a sua presença ou de outra pessoa que possa nos mostrar os eventuais problemas e esclarecer
dúvidas.
3. No ato da visita, comprovada a existência do defeito e definidos os reparos a serem executados, será
realizada uma programação para a execução dos serviços.
4. Se, ao contrário, na visita for constatado que o defeito tenha sido causado pelo uso inadequado ou
inexistência de manutenção preventiva, poderá ser cobrado o valor de uma visita técnica e será registrada a
perda da garantia, ficando o reparo e custo sob responsabilidade do morador.
5. Nossos serviços serão executados em horário comercial e de acordo com o regulamento interno do
condomínio. A ordem de execução será de acordo com a sequência de encaminhamento das solicitações,
exceto em caso de extrema urgência desde que atestada pela construtora.
6. Terminados os reparos, um representante solicitará o recebimento formal dos serviços, por meio do
seu “aceite” na própria solicitação ou em impresso apropriado.
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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G lossário
Glossário
• Abrasivo – material duro, mecanicamente resistente, usado para retificação e usinagem mecânica, feito
normalmente de um material cerâmico.
• Amperagem – intensidade de uma corrente elétrica em amperes.
• Apartamento lindeiro – apartamento que faz limite com o seu.
• Áreas molhadas - áreas da edificação cuja condição de uso e exposição pode resultar na formação de
lâmina d’água pelo uso normal a que o ambiente se destina (por exemplo: banheiro com chuveiro, área de
serviço e áreas descobertas).
• Áreas molháveis - áreas da edificação que recebem respingos de água decorrentes da sua condição de
uso e exposição e que não resultem na formação de lâmina d’água pelo uso normal a que o ambiente se
destina (por exemplo: banheiro sem chuveiro, lavabo, cozinha e sacada coberta). As áreas molháveis não
são obrigatoriamente estanques à água.
• Áreas secas - áreas onde, em condições normais de uso e exposição, a utilização direta de água (por
exemplo: lavagem com mangueiras, baldes de água, etc.) não está prevista nem mesmo durante a operação
de limpeza.
• Assentamento – ação de colocar e ajustar tijolos, blocos, esquadrias, pisos, pastilhas e outros
acabamentos.
• Baguete – moldura simples usada em aplicações ornamentais, arremates, fixação de vidros, etc.
• Bitola – espessura de um cabo.
• Braço da esquadria – acessório que mantém a abertura da esquadria em determinado ângulo.
• BTU - trata-se de uma unidade de potência: BTU (British Thermal Unit = Unidade Térmica Britânica (ou
inglesa). Ela determina a potência de refrigeração do produto.
• Caixilho – parte da esquadria que sustenta e guarnece os vidros de portas e janelas.
• Calafetação – vedar pequenos buracos, impedindo a passagem de líquidos ou de ar pela vedação, com
massa apropriada, de fendas e frestas de pisos, telhados, janelas, portas, etc.
• Consistência fluída – que corre fluentemente, como um líquido.
• Contenção / Arrimo – muro usado na contenção de terras e de pedras de encostas.
• Crivo do chuveiro – componente em forma de “peneira” por onde passa a água do banho.
• Diafragma da caixa acoplada – componente regulador da entrada de água localizado no interior da caixa
acoplada.
• Drywall - placas de gesso acartonados e parafusadas em estruturas de perfis de aço.
• Estanqueidade – o quanto está estanque (que não entra ou sai líquido ou gás). F A C H A D A
• Fachada - qualquer das faces externas de uma edificação. O termo geralmente é utilizado para designar
a fachada da frente ou fachada principal, que se volta para a rua. A fachada lateral se volta para o lote ao
lado, enquanto a fachada posterior se Ovolta
P R I para
M E I R os
O Hfundos
O M E R Edo
S Oterreno.
RT
DE ARAGUAÍNA
MANUAL DO PROPRIETÁRIO | 155
EMPREENDIMENTO
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G lossário
• Sanca – fechamento no teto utilizado para fins decorativos ou para abrigar instalações hidráulicas.
• Shaft – vão vertical da edificação para passagem de tubulações e instalações.
O PRIMEIRO HOME RESORT
DE ARAGUAÍNA
MANUAL DO PROPRIETÁRIO | 156
EMPREENDIMENTO
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G lossário
• Soleira – parte inferior do vão da porta no piso. Também designa o arremate na mudança de acabamento
de pisos (mantendo o mesmo nível).
• Tento – faixa de mármore ou granito sobre a qual é instalado o box do banheiro.
• Tê elétrico – plugue ou extensão com três ou mais tomadas em que se ligam três ou mais plugues de
aparelhos elétricos.
• Tubulação seca - tubulação ou caminho onde não passa nenhum tipo de sistema. É utilizado como
infraestrutura para a instalação posterior de um sistema.
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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A nexos T écnicos
Anexos Técnicos
ATENÇÃO
Lembre-se de que os encanamentos que passam por uma parede hidráulica, mostrada nos banheiros, na cozinha,
etc., também estão passando por esta mesma parede na área seca vizinha. Nas colocações dos armários, tomar
todos os cuidados possíveis.
Antes de furar consultar as plantas e vistas para não ultrapasse a profundidade de 2 cm dos furos, utilizando
limitador de penetração das brocas.
Não fure as sancas e forros de gesso, pois eles também abrigam tubulações hidráulicas ou sistema de exaustão.
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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A nexos T écnicos
Registro de modificações
O proprietário é responsável pela atualização e documentação do manual em caso de modificações e reformas
na unidade em relação ao originalmente construído e entregue pela construtora (como troca de acabamentos
de piso e parede, ou alterações de sistemas elétricos e hidráulicos, etc.).
A atualização poderá ser feita através da revisão e correção das discriminações técnicas e projetos, na
forma de encartes (anexos) que documentem a revisão de partes isoladas ou na forma de um novo manual,
dependendo do seu nível de detalhamento, sempre indicando no manual qual item foi atualizado.
Informamos que a atualização do manual é um serviço técnico, que deverá ser realizado por empresa
especializada.
DATA MODIFICAÇÃO
F A C H A D A
EMPREENDIMENTO
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Realização
CONSTRUTORA:
A Co n
de 22
l ote a m
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é GERI
e Prod
A)
opF
^J opF
Construção Construção
de 42 U.H em de 100 U.H em
Araguaína-TO Araguaína-TO
Construção de 128
Elaboração e Produção dos Manuais
Construção de 21 U.H
U.H, 2 creches, 1 posto em Araguaína-TO, 19
policial e 1 unidade de em Babaculâncandia-TO
saúde em Araguaína-TO 5 U.H em Muricilândia-TO