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Tecnologia na Polícia Militar de MG

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Colégio Dona Clara

GABRIEL NUNES ALMEIDA, LORENZO LOPES SAMPAIO, GUILHERME


TEIXEIRA

A importância da tecnologia no auxílio à polícia militar

Belo Horizonte
2024
GABRIEL NUNES ALMEIDA, LORENZO LOPES SAMPAIO,
GUILHERME TEIXEIRA

A importância da tecnologia no auxílio à polícia militar

Trabalho de conclusão de
curso apresentado ao
Colégio Dona Clara,
como conclusão do
Ensino Médio.

Orientador: Profa/Prof. Thiago Câmara

Belo Horizonte
2024
GABRIEL NUNES ALMEIDA, LORENZO LOPES SAMPAIO,
GUILHERME TEIXEIRA

A importância da tecnologia no auxílio à polícia militar

Trabalho de conclusão de
curso apresentado ao
Colégio Dona Clara,
como conclusão do
Ensino Médio.

BANCA EXAMINADORA

Prof. – Orientador
Thiago Camara Rodrigues de Souza.

Prof.
Thiago Camara Rodrigues de Souza.

Prof.
Rafael Braga Santos.

Belo Horizonte
2024
RESUMO

No mundo moderno a tecnologia se tornou imprescindível no dia a dia das


pessoas sendo utilizadas para tarefas básicas como a comunicação, a localização e
serviços de emergência por exemplo. O presente trabalho objetiva analisar as principais
tecnologias já existentes e que poderiam auxiliar a polícia militar do estado de Minas
Gerais, no que diz respeito ao combate à criminalidade e na redução e prevenção da
violência. De modo que, assim como, diversas tecnologias que foram inventadas para o
exército agora estão disponíveis ao público, nós possamos identificar meios de
aprimorar a eficácia da força policial por meio de aprimoramento tecnológico
disponível ainda apenas à certa parcela do Estado.
SUMÁRIO

Introdução página 6

Capítulo 1- O uso da tecnologia contra o crime página 7

1.1 - Tecnologias de Monitoramento e Vigilância página 7

1.2 - Implicações Éticas e Morais página 8

......

Capítulo 2 - Estudo de Caso: Segurança pública na era do big data página 9


2.1 - Exemplo de big data “Minority Report” página 9
2.2 - Big data contra a criminalidade página 9
.....

Capítulo 3 - Tecnologias para viaturas e atendimento de ocorrẽncias. página 10

3.1 - Sirenes de emergência e Giroflex página 10

3.2 - Tipos de Giroflex e o significado das cores página 10

........

Considerações finais página 11


Referências página 12
INTRODUÇÃO

A principal função da força policial é a preservação da ordem pública,


primariamente, a prevenção de atos ilícitos, como ordem constitucional. Permeando
diversos aspectos do cotidiano, diversas tecnologias foram inventadas com o intuito de
auxiliar o exército, o telefone, o gps e os computadores são exemplos disso.
Entretanto, apesar da fácil aquisição de tecnologias como essas, a Polícia
Militar de Minas Gerais (PMMG), ainda carece de recursos e prevalece em sistemas
arcaicos de armazenamento de dados e de combate a criminalidade, não aproveitando
totalmente a força dedicada presente na corporação. “A maior parte das pesquisas
sistemáticas sugerem que a ausência de treinamento nas novas técnicas, o medo e
resistência dos policiais vão minando o potencial dessas inovações” (MANNING, 2003,
p.400).
Ao longo de décadas, a polícia vem usando as mesmas tecnologias obsoletas,
principalmente a que se refere a comunicação, com isso em mente, este trabalho
busca analisar as tecnologias já existentes que possam ser adaptadas, como as
câmeras e os drones, com o intuito de auxiliar a polícia no combate a criminalidade
nas cidades brasileiras, com foco principalmente na capital mineira, Belo Horizonte.
CAPÍTULO 1

Quando se fala de tecnologia no âmbito da segurança pública, o mais


importante a se destacar é que, a tecnologia a qual o público comum tem acesso não
é a mesma que os serviços públicos acessam. Isso se prova verdade quando se
analisa a estrutura digital e mecânica utilizada pela polícia no seu dia a dia, tecnologia
essa que é antiquada e ineficiente.
Posto que, a falta de tecnologia adequada se faz presente na polícia militar, há
aqui alguns mecanismos que poderiam auxiliar no processo de combate a
criminalidade, e que ainda não são utilizados em sua plena funcionalidade pela força
policial dedicada. Além de debates sobre a sua real utilização perante a sociedade.

1.1 - Tecnologias de Monitoramento e Vigilância

1.1.1 Câmeras de Vigilância


As câmeras de vigilância, também conhecidas como sistemas de CFTV
(circuito fechado de televisão), são uma das ferramentas mais comuns no arsenal
tecnológico de segurança pública. Elas desempenham um papel fundamental na
vigilância de áreas públicas e privadas, fornecendo imagens em tempo real e
gravações que podem ajudar na prevenção e resolução de crimes. Avanços como a
tecnologia de reconhecimento facial têm o potencial de ampliar a eficácia das
câmeras, permitindo a identificação de indivíduos suspeitos e a ligação de atividades
criminosas a possíveis perpetradores.

1.1.2 Drones
Os drones podem ser cada vez mais utilizados por agências de segurança para
patrulhamento aéreo e monitoramento de grandes áreas. Equipados com câmeras de
alta resolução e sensores, os drones fornecem imagens detalhadas e possibilitam, em
operações de busca e resgate, um auxílio, além de monitorar atividades suspeitas em
áreas de difícil acesso. Sua capacidade de operar em tempo real e cobrir grandes
distâncias os tornaria uma ferramenta valiosa na luta contra o crime.

1.1.3 Big Data e Análise Preditiva


A análise de grandes volumes de dados, conhecida como Big Data, permite que as
autoridades de segurança identifiquem padrões e tendências relacionadas a atividades
criminosas. A análise preditiva utiliza algoritmos para prever e prevenir crimes com
base em dados históricos e atuais, como locais de crimes passados, perfis de
criminosos e comportamento suspeito. Essas ferramentas ajudam a alocar recursos de
forma mais eficaz e a implementar estratégias de prevenção baseadas em evidências.

1.2 - Implicações Éticas e Morais

O uso de tecnologias de vigilância e monitoramento levanta questões


significativas sobre privacidade e direitos humanos. A coleta e análise de dados
pessoais podem infringir a privacidade dos indivíduos e levar a abusos se não forem
devidamente regulamentadas, assim como prevê a lei N° 13.709, de Agosto de 2018,
a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), Art. 1º “Esta Lei dispõe sobre o tratamento
de dados pessoais, inclusive nos meios digitais, por pessoa natural ou por pessoa
jurídica de direito público ou privado, com o objetivo de proteger os direitos
fundamentais de liberdade e de privacidade e o livre desenvolvimento da
personalidade da pessoa natural”. É crucial que as agências de segurança
implementem medidas de proteção para garantir que o uso dessas tecnologias não
viole os direitos fundamentais dos cidadãos.
Ademais, a descriminacao e um fator presente na sociedade, principalmente
quando o discriminador está em uma posição de ‘superioridade’ em relação ao
discriminado, fator esse que é bastante presente nas forças policiais, e que poderia
afetar a forma como a tecnologia é utilizada, caso os algoritmos fossem programados
para predizer os crimes com base em casos de injúria racial, homofobia, ou históricos
que contém viés socioeconômico e preconceituosos. Além disso, também há a
questão da responsabilidade por falha tecnológica, caso aconteça de uma tecnologia
identificar um suspeito erroneamente, por exemplo, deve haver mecanismos
responsáveis por corrigir esses erros, bem como, responsabilizar as pessoas corretas.
O impacto psicológico sobre a população e sobre os próprios agentes também é um
tema que requer bastante debate, já que, saber que está sendo constantemente
vigiado pode afetar o mental da população, sobre a sensação de liberdade e
segurança. Enquanto que, ter suas ações ditadas por uma tecnologia avançada, pode
afetar não só o desempenho e o bem estar dos oficiais como também a sua relação
com a comunidade.
CAPÍTULO 2

2.1 - Exemplo de big data “Minority Report”

O big data, já citado previamente, é um meio muito eficaz de se prever futuros


crimes com base em análise de padrões de comportamento dos criminosos, como por
exemplo vítimas em potencial, locais de atuação, horário, meios utilizados, dentre
outros, assim como ocorre no filme “Minority Report” de 2002, no filme a tecnologia é
utilizada para prever crimes, e isso faz com que a sociedade tenha medo de infringir
as leis por causa da vigilância do estado que utiliza das forças de segurança para
estabelecer a ordem pública e evitar que crimes sejam cometidos.

2.2 - Big data contra a criminalidade

O big data pode ser implementado no policiamento preditivo pois possibilita a


identificação e a análise de comportamento dos criminosos calculando a probabilidade
do ato ocorrer novamente e qual o modus operandi da ação criminosa, dessa forma a
polícia e outros órgãos que compõem a segurança pública podem agir de forma mais
eficaz planejando operações para reprimir, coibir e evitar crimes. Essa metodologia de
segurança pública já está presente em diversos países e resumidamente é a utilização
de análise de dados para prever e prevenir possíveis atos criminosos em potencial,
dessa forma economizando recursos e tempo no combate ao crime de uma forma
geral.
CAPÍTULO 3

3.1 - Sirenes de emergência e Giroflex

Durante o deslocamento para atendimento de ocorrências de urgência e emergência


repassadas pelo rádio comunicador das viaturas pelo operador despachante do
COPOM (centro de operações da polícia militar) o tempo de resposta das viaturas é
algo essencial, em alguns casos podendo decidir entre a vida ou a morte do solicitante
ou da vítima em potencial. Para atender essas chamadas, principalmente as de
emergência, é necessário que a equipe se desloque com brevidade e cautela até o
local da ocorrência para dar suporte o mais rápido possível. Esse tipo de
deslocamento requer uma velocidade elevada por isso a sirene e o giroflex das
viaturas devem estar ligados durante esse trajeto para alertar os outros condutores
que estiverem trafegando na via que há uma viatura passando em situação de
emergência e é necessário abrir espaço e esperar a equipe passar, dessa forma
evitando acidentes e garantindo que a viatura chegue o mais rápido possível no local
da ocorrência a ser atendida. Uma sinalização estroboscópica de qualidade e de alta
visibilidade é essencial para garantir a segurança dos policiais em serviço, dos
transeuntes e dos demais condutores presentes nas ruas.

3.2 - Tipos de Giroflex e o significado das cores

Existem dois tipos principais de giroflex utilizados em viaturas, são eles: os giroflex rotativos
e os giroflex de led ou giroleds ultimamente chamados assim. Os giroflex rotativos
consistem em uma base com algumas lâmpadas que ficam constantemente acesas e ao
redor dessas lâmpadas há um dispositivo espelhado que roda ao redor delas dando assim a
impressão de que as lâmpadas estão piscando. Já os giroflex de led ou giroleds são
compostos basicamente por barras de led coloridos (normalmente vermelhos, brancos e
azuis em viaturas de emergência) que são controlados por um dispositivo instalado na
viatura que fazem essas barras de leds piscarem em uma sequência específica para o
atendimento de diferentes tipos de ocorrências variando a forma de piscar, assim sendo
uma opção mais tecnológica e melhor do que o giroflex comum, além de ter uma visibilidade
maior por causa da intensidade da luz emitida que é muito maior.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Esperamos que nesse trabalho seja possível, por meio de análise de diversas
fontes, compreender como as tecnologias possibilitam ajuda à polícia e aos órgãos de
segurança pública no combate à criminalidade de forma eficaz e certeira
economizando recursos, esforços e tempo do estado resolvendo e solucionando
crimes mais rapidamente sem sobrecarregar a polícia com vários casos sem resolução
e evitando futuros crimes, assim melhorando a segurança pública e punindo
devidamente os contraventores da lei garantindo a ordem pública na comunidade.
BIBLIOGRAFIA

Blum, W. H., & Xavier, M. (2023). Policiamento e tecnologia sob o

enfoque do uso do videomonitoramento em ações ostensivas.

Brazilian Journal of Development, 9(3), 10032–10048.

[Link]

Estudo mostra como a tecnologia pode ajudar a segurança pública .

(2023, March 29). Agência Brasil.

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publica

Ferreira, C. C., Corrales, B. R., Cote, L. C., & Teixeira, M. T. (2020).

A tecnologia a serviço da segurança pública: caso PMSC mobile.

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Manning, A. (2013). Monopsony in motion: Imperfect competition in

labor markets. Princeton University Press.

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