Condutas Médicas em Paciente Idosa com Sintomas Neurológicos
Condutas Médicas em Paciente Idosa com Sintomas Neurológicos
”
OBS A QUESAO 19 TBM PODE ESTAR ESCRITO “ J.C. MASCULINO, 56 ANOS....”
TBM ESCRITA: “Sua paciente do homecare, de 70 anos, que sofre de alzheimer avançado...”; RESPOSTA LETRA C- SEPSE
↑
meu Em
·
OBS QUESTÃO 7: RESPOSTA ERRADA NÃO É A LETRA A
=>
OBS:APAGAR
QUESTÃO AQUI
22: LETRA A
°
°
.
ÔôAQUI
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OBS: QUESTÃO 23: LETRA B
A
-
> apagar
RESPOSTA >
aqui
QUESTÃO 24: LETRA D
· -
.
e
· ·
A
-
OBS: LETRA B
apagar aqui
e
OBS: LETRA ⑳
C
A
OBS QUESTÃO 13: LETRA ⑳
D
⑭
OBS: LETRA O
C
e
OBS: LETRA .
B
④
OBS LETRAC
A
·
OBS: LETRA ·
D---- QUESTÃO ANULADA
·
OBS LETRAO
D
.
A -
e
OBS LETRAD
D TA CORRETA NESSE GABARITO MAS NA PROVA DO DIA 19/04/21 A CORRETA É LETRA Q
C DISK
PROVA 08/06/21
Dona Mirtes, 78 anos, estava internada por um câncer de ovário em estágio terminal, tendo recebido alta do serviço
há cerca de cinco dias para cuidados em seu domicílio. Seus familiares decidem levá-la para uma consulta com seu
médico de família, Dr. Caio, para que ele lhe prescreva um calmante, pois ela está muito irritada e com raiva de tudo.
Dr. Caio pede que todos saiam do consultório para que converse a sós com a paciente. Durante a consulta, percebe
que a paciente tem consciência de que sua patologia não tem cura e esclarece suas dúvidas, mas de repente ela
começa a chorar. Dona Mirtes continua a cuidar das tarefas do lar, sente-se bem, e diz não entender porquê isso está
acontecendo com ela. Ela conta que o médico, que a acompanhou no hospital, disse que ela só tem seis meses de
vida e quer viver intensamente o tempo que lhe resta. Mas seus familiares a tratam como doente e não querem que
ela saia de casa. Dr. Caio conhece o protocolo Spikes (setting up – perception – invitation – knowledge – emotions –
strategy and summary) e o utiliza para a comunicação de más notícias. Qual das condutas abaixo Dr. Caio deve
seguir?Escolha somente UMA resposta
a) Explicar que dona Mirtes está em fase de negação da doença e que precisa seguir os conselhos de seus
familiares e um plano de cuidados paliativos.
b) Oferecer um lenço para dona Mirtes e aguardar que ela se recupere, explicando que está em episódio
depressivo e que um antidepressivo vai ajudar.
c) Acolher dona Mirtes, mostrar-se disponível e elaborar um plano de cuidados paliativos, de acordo com a sua
vontade, para tranquilizá-la e à sua família.
d) Explicar que sua doença é grave e incurável de forma empática, propondo um plano de cuidados paliativos,
incluindo opioides para aliviar as possíveis dores, que irá sentir.
OBS: LETRA ②
C
No quadro laboratorial metabólico/eletrolítico típico de Insuficiência Renal Aguda, além do aumento de escórias,
encontra-se:
a) Hipernatremia, hipercalemia, acidose metabólica e hipercalcemia.
b) Hiponatremia, hipercalemia, alcalose metabólica e hipocalcemia.
c) Hipernatremia, hipocalemia, acidose metabólica e hipocalcemia.
d) Hiponatremia, Hipercalemia, acidose metabólica e hipocalcemia.
D: (baixa
R: e \
¿
éœù sódio,
ï aumenta
ë K, baixa Ca)
Homem, 74 anos, branco, peso= 82 Kg, internado para procedimento de revascularização miocárdica. A creatinina
sérica na admissão era 1,3 mg/dl. No quarto dia de internação, foi observado volume de diurese de 400 ml nas últimas
12 horas. Em relação a este volume de diurese:
a) Não há evidências de comprometimento renal.
b) É compatível com o diagnóstico de lesão renal aguda.
c) Não pode ser utilizado para definir lesão renal aguda.
d) É compatível com a taxa glomerular da admissão.
R: LETRA. B--- TEM DIVERGENCIA VI UMAS Q A RESP É LETRA· D
Jovem, 19 anos, com quadro de confusão mental. Pais informam que vários colegas estão com inefcção de vias aéreas
superiores. Não há referência a uso de drogas lícitas ou ilícitas. Mostra-se confuso, com febre e rigidez de nuca.
Exame de líquor: 1.800 leucócitos/ul com 98% de neutrófilos; glicose = 35 mg/dl e proteína= 100 mg/dl. Os
antibióticos mais adequados para tratar este paciente são:
a) Cefotaxime/ Vancomicina.
b) Cefazolina/ Doxiciclina.
c) Ampicilina/ Ciprofloxacina.
d) Ampicilina/ Vancomicina.
R: LETRA DC
Paciente K.L.M., 59 anos, feminino, procura um médico com história de cansaço, perda lenta e progressiva do apetite,
intolerância a carnes, emagrecimento, zumbido no ouvido e moscas volantes. Desconhece ser portadora de qualquer
doença e nunca fez seguimento médico. Nega qualquer outra queixa dos diversos aparelhos; ao exame, encontra-se
emagrecida, pálida, hidratada, sem massas palpáveis no abdome; Giordano negativo. Pulmões limpos; ausculta
cardíaca com sopro sistólico ++/6+ pancardíaco; PA de 180x120 mmHg; edema +/4+ em MMII. Qual o provável
diagnóstico nefrológico e quais os resultados de exames compatíveis com este quadro clínico?
a) Doença renal crônica. Hb: 8,2; Ht: 24; pH: 7.25; HCO3: 18; creatinina: 8.2; ureia: 176; potássio: 6.4.
b) Lesão renal aguda. Hb: 11,2; Ht: 32; pH: 7.38; HCO3:22; creatinina: 3.2; ureia:76; potássio: 4.4.
c) Lesão renal aguda. Hb: 11,2; Ht: 32; pH: 7.45; HCO3:28; creatinina: 8.2; ureia:176; potássio: 5.4.
d) Doença renal crônica. Hb: 11,2; Ht: 32; pH: 7.45; HCO3: 28; creatinina: 8.2; ureia: 176; potássio: 4.4.
R: LETRA·A
Paciente recebe diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica, o que pode estar acontecendo com seu corpo para
haver esse descontrole pressórico?
A. Redução de tônus simpático e aumento do tônus parassimpático
B. Aumento da produção de renina, angiotensina e óxido nítrico
C. Liberação de hormônio antidiuretico aumentando a excreção renal de sódio
D. Aumento do stress oxidativo, diminuindo a capacidade de vasodilatação
R:⑳
D
Paciente 47 anos no ambulatório de cardiologia, sem sintomas em uso de AAS 100mg, sinvastatina 40mg e carvedilol
25mg 12/12h. PA média de 140/100mmhg e FC 58bpm. Qual a conduta a ser tomada?
A. Provável hipertensão do jaleco branco, orientar
B. Trata-se de HAS estágio 2, iniciar tratamento medicamentoso
C. Trata-se de HAS estágio 1, iniciar tratamento medicamentoso
D. Confirmar diagnóstico de HAS com MRPA
⑳
R:D
HSF, 48 anos, masculino, apresenta dor retroesternal em aperto, desencadeada ao subir 1 lance de escada há cerca
de 4 semanas, com rápida melhora após repouso. De acordo com a sociedade canadense cardiovascular, qual a
classificação desse paciente?
Classe I B. Classe II C. Classe III D. Classe IV
⑳
R:C
Paciente portador de insuficiência cardíaca chega ao pronto atendimento em descompensação clínica, apresenta-se
pálido, dispnéico, com extremidades frias. Ao exame físico apresenta-se com estretoração a ausculta pulmonar. Qual
o perfil hemodinâmico desse paciente?
Seco e quente B. Úmido e frio C. Úmido e quente D. Seco e frio
·
R:B
Pcte com febre, FR 22 PA 90X50, CILINDRO GRANULOSOS EPITELIAIS no EAS. Qual a causa de LRA? R: me
Lesão renal,
=
NTA, SEPSE
DM, tosse produtiva, dor pleurítica, febre, 3,7 anos maço, consolidação lobo inferior, pensar em qual agente antes de
iniciar atb? R:ï
#
=
\
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Pneumococo
metade ïĞÑ\@Ì
=
Pac com azitromicina no 5 dia sem melhora em Rx + melhora clinica: conduta manter atb 7-10d
ï
°
ñïŒïĞ
FC:40, confusa, sat 90, qual a primeira conduta? R: Atropina 0,5 IV
Paciente com infarto agudo do miocárdio com supra ST de parede anterior, com 1 hr de evolução em hospital sem
serviço de hemodinâmica. O médico plantonista decide realizar alteplase. Qual das alternativas abaixo é uma contra
indicação absoluta para realizar trombolítico?
Dissecação de aorta B. Endocardite infecciosa C. Hipertensão refratária com PAS >180 mmhg
R:A
Q
LREN, 67 anos, apresenta diabetes diagnosticado há 17 anos, em uso de insulina NPH e regular, com controle
adequado (HbA1c: 5,8%), hipertenso em uso de losartana 50 mg 2x dia, dislipidemia em uso de sinvastatina 40mg/dia
e AAS 100mg/dia a aproximadamente 10 anos. Há 2 dias vem apresentando, aos pequenos esforços, uma dor
retroesternal em queimação, com irradiação para o ombro direito, que melhora rapidamente após repouso.
Apresenta ainda sudorese fria e náuseas concomitante a dor. Procurou atendimento no PA devido à 3 episódios
ocorridos nas últimas 24hrs. Na avaliação inicial o médico plantonista suspeitou de angina instável e decidiu solicitar a
troponina ultrassensível para o paciente, que encontra-se dentro dos limites da normalidade. O eletrocardiograma
também era normal. Qual a classificação correta pelo score TIMI RISK e a conduta adequada para o caso ?
A. TIMI RISK baixo - dar alta e realizar exames laboratoriais
B. TIMI RISK baixo - realizar teste ergométrico
C. TIMI RISK moderado - realizar angiotomografia
D. TIMI RISK moderado - realizar cateterismo cardíaco
.
R:D
A
T
A
·
M
A
·
P
Prova Saúde do
Adulto I
19/04/2021
E-mail *
Seu e-mail
atenolol.
enalapril.
clonidina.
furosemida.
J.R.S, 54 anos, morador da área rural,
deu entrada em um Pronto Socorro da
rede pública, com quadro de
taquidispneia intensa. Informa muito
mal e nega saber ser portador de
patologias prévias. Ao exame físico,
apresenta-se em anasarca, com pico
hipertensivo, desaturando e com
estertores bolhosos em dois terços
inferiores de ambos os pulmões, em
franco edema agudo de pulmão,
portanto. Os exames de admissão
mostram Ureia = 350 mg/dL; Creatinina
= 7,2 mg/dL; Hematócrito = 21%; Cálcio
= 8,6 mg/dL; Fósforo = 7,2 mg/dL e
Glicose = 134mg% Baseado no quadro
clínico e laboratorial deste paciente,
qual o diagnóstico correto?
Nefropatia diabética;
Síndrome nefrótica.
Paciente K.L.M., 59 anos, feminino,
procura um médico com história de
cansaço, perda lenta e progressiva do
apetite, intolerância a carnes,
emagrecimento, zumbido no ouvido e
moscas volantes. Desconhece ser
portadora de qualquer doença e nunca
fez seguimento médico. Nega qualquer
outra queixa dos diversos aparelhos; ao
exame, encontra-se emagrecida, pálida,
hidratada, sem massas palpáveis no
abdome; Giordano negativo. Pulmões
limpos; ausculta cardíaca com sopro
sistólico ++/6+ pancardíaco; PA de
180x120 mmHg; edema +/4+ em MMII.
Qual o provável diagnóstico nefrológico
e quais os resultados de exames
compatíveis com este quadro clínico?
Não há evidências de
comprometimento renal.
Miocardiopatia hipertensiva,
propranolol associado à furosemida;
Miocardiopatia hipertensiva,
enalapril associado à furosemida.
No quadro laboratorial
metabólico/eletrolítico típico de
Insuficiência Renal Aguda, além do
aumento de escórias, encontra-se:
Betabloqueador associado a
nifedipina.
Paciente 70 anos, etilista há 8 anos,
chega ao ambulatório com queixa de
febre aferida (39 graus), calafrios e dor
lombar esquerda há 48 horas,
associado a três episódios de vômitos.
Ao exame físico: PA:110x60, FC 130
bpm, eupneico, febril. Dor à punho
percussão a esquerda, abdômen flácido
e indolor a palpação difusa, Ruidos
hidroaéreos presentes. Hemograma:
25.000 leucócitos, 7% de bastões. Qual
a conduta para este paciente:
Cefotaxime/ Vancomicina.
Cefazolina/ Doxiciclina.
Ampicilina/ Ciproeoxacina.
Ampicilina/ Vancomicina.
Em um paciente em estágio terminal de
neoplasia maligna, assinale a assertiva
correta:
Opção 5
Paciente de 72 anos, independente nas
atividades de vida diária, hipertenso,
diabético, infarto do miocárdio com
inserção de stent há 2 meses,
insuficiência cardíaca sistólica (NYHA
II), em uso de Losartana 100 mg/dia,
Carvedilol 3,125 mg 12/12 h,
Metformina 850 mg/dia, AAS 100
mg/dia, Sinvastatina 40 mg/dia. Vai à
consulta médica e pergunta ao médico
clínico da U.B.S. se já pode voltar a
fazer suas caminhadas e atividade
sexual com sua [Link] a conduta
e orientações que devem ser adotadas
para este paciente?
Hipotireoidismo.
Fibrose pulmonar.
Neuropatia óptica.
Bloqueio atrioventricular.
I, II e III.
I, III e IV.
II, IV e V.
I, II, IV e V.
H.R.D., 20 anos, masculino há 2 dias
início do quadro com febre não aferida e
cefaleia pela manhã. À tarde, passou a
apresentar vômitos. A noite apresentou
lesões cutâneas que pioraram na
manhã do dia seguinte, evoluindo
também com sonolência. Temperatura
retal 39ºC. Hipocorado +/4+, hidratado,
acianótico, anictérico. Hipotenso (75x45
mmHg), taquicárdico (140 bpm),
taquipneico (32 irpm sem esforço).
Prostado, sonolento, com rigidez de
nuca, sem déficit focal de força,
presença de sinal de Kernig. Presença
de lesões petequiais com áreas de
confluência, principalmente em MMII,
acometendo também tórax e MMSS.
Restante do exame físico sem
alteraçõ[Link] acordo com o quadro
clínico qual das alterações abaixo seria
esperada?
Predomínio de linfomononucleares;
Cetoacidose diabética.
Carvedilol e Propranolol;
Bisoprolol e Anlodipina;
Digoxina e Anlodipina;
Bisoprolol e Carvedilol.
Paciente octagenário, portador de
doença crônica, incapacitante e
incurável, em estado terminal, foi
classificado como fora de possibilidade
terapêutica. Considerando o
estabelecido no atual Código de Ética
Médica a integralidade da assistência
no Sistema Único de Saúde e o avanço
da enfermidade do paciente, o médico
deve:
Ferropriva;
Hemolítica imune;
Megaloblástica;
Aplástica.
Homem, 72 anos, há seis meses
apresentando dispneia aos grandes
esforços e há um mês evoluiu com
febre e tremores, sem predileção de
horário. Nega antecedentes de cirurgias
e uso de drogas ilícitas. Exame físico:
dentes em má conservação e sopro
diastólico. Duas hemoculturas colhidas
na internação: positivas em 36 horas,
com resultado parcial para coco gram
positivo. Função renal: normal.
Ecocardiograma: vegetação valvar.
Seguindo os princípios da
antibioticoterapia, qual é o melhor
esquema para iniciar tratamento
empírico?
Oxacilina e gentamicina,
betalactâmicos e tratar de forma
simultânea estreptococos e
estaIlococos.
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PrivacidadeTermos
Formulários
1it(AG:
eem,o umversifário
•
Observações:
- Não será permitida a utilização de qualquer material de consulta, incluindo aparelhos multimídia e celulares. Em
caso de tT -
u 1 1zaçao, a prova será anulada e a nota zero na avaliação.
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cutaneas e de rn~~"'•~tos dos ornbros, ç_ervlÇ!lgla, dor e .;u:n~nto de ~ umTeve emagrecimento_ e <Íe
ts. lllega ~ -- !"'•notou aurnento da queda de càõelos de forma d~usa. bservou-se artrite
:•terfal•ns".!'nasn, • q~ei~as _de outros aparelhos e sistemas. Ao exame ~os dedos. Os ~~ames
3PIaboratoriais "' stProx,rna,!
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e Punhos Cb~ a
::,.-., •~ ente e rigidez para flexãot6cnto·
. 3401,
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•quetas e """''" ' ernosrarna con, Hernogloblna de 10 mg/dl; Hema · t lna e reativa de
~ ; ti ·e-ti;'--"º''"•Is. Avelocidade de Hemossedlmentação de 45 ,l!]!Dlb: ª pro e ento de partes
~ 91_es-li'e~•rticu1a,e: ;.~•truhnado <iclico: 65 VR: < , o exame radlol6gico mostrou aum
diagnóstico é: •nterf• 1angeanas proximais. ,
a) Lúpus eriternat . •
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Artrite reu~at ~sdo sisternico.
. ,,. 01 e.
c Artrite 8otosa
d) Febre reurnát:
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i endido . · te· edema
ª ~ ~ ªme . . . . 1do piparote presen , ----
o ~ ~ 4+)~le~ ~Ralpação, sem v1scerome aha, s~
os dos exarn ' Presença de telanglectas as na face e região anterior d
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- ementares nessa ocasião evidenciam: •
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- t - .. ,..., __
O diagnóstico inicial do paciente, sua evolução e o tratamento da alteração c;~díaca desenvolvida são:
Angina variante complicada com taquicardia ventricular monomórfica e tratamento com cardioversão
e lé trica.
b) ln fa rto agudo--~--... iocárdio com supradesnivelamento. do s_egment~ S-T, complic~do c~m t~q~icardia
vei nua~;;...~::-. ~ª
t · 1 olimó
.
e) A · . · _1.Qj~ ~~ p 1
(torsades de points) e tratamento 1med1ato realizado com card,oversao eletnca.
.
. 1· d com taquicardia supraventricular e tratamento rea 1.1za do com card'1oversao . .
a com àrogas
q., .. . ..__ d
ant1arntm1cas. d ·veiamente do segmento ST, complicado com_j1Q.rilação
. árdio com supra esni . .
d) lnlarto agudo o mioc . dioversão química com drogas ant1arritm1cas.
ventricu lar, e tratamento realizado com car
~•n Paciente co . . de urgência e e mergência mbulância
em que
5
0\Javaurna . rn •dade aparente de 70 a os deu entrada no serviço f · trazido pela a .
: ' un~
equ1
la s iso~Ó
.
a •açao. f'ISica,
·
.
AIVlu que Pe do internato supervlsio;';.do de clínica médica. O pacie ·
nj p~ b .,.,-L.• , •ou
ülgu~as
trat P a l ~. s. rica~, f ~ orreagentes e , durante a avaliação, observou-se que 0a su speita de que1 se
1•nin tel v . . ._, . ·t Com
asse de um ac·d e,s, a- al gum desvio da ri ma p_a_ra a-Clffel a. . enquanto se
esp , ente vascu1 -;-;~-""-=:..:..:..,_-==.!.::e..-=.:'-!.!.,.,_._--...-:-- , d' supervisor,
. orava Pelo resuit d 0 ar encefálico e, caso fosse autorizado pelo me ,c 0 . adequado o
•nterno de Plantã 0 so 11c1tar:ª
•• do hemograma e das dosagens
• bioquímicas do protocolo, sena
<l) T,c_ do..cr.â . - - -;;,'·- - - - - -
ci
6 · .OLQ e Pres
!'-rne do LCR e pr:;;rev etablo
. .Jl. _essonância magnétic
ífb
eta
ores intravenosos .
ores intravenosos. -
~ e;: do • ª e Prescreve b b
~ ran,o e Prescrev r eta loqueadores intravenosos.
-- er reposição Vol .
7)c ons1dere
. 4 Pacientes co em,ca com solução de Ringer.
1- Uso crônico de Hidr m o~ seguintes dados:
2-TEP agudo 0 clorot1azídicos
A O anticorpo a nti-CCP (anticorpo antipeptíd eo citru linado) tem alta especificidade neste caso.
d) Pesquisa de FAN com padrão nuclear pontilhado fino denso sugere o diagnóstico de LES .
-
..... _ _ _ -:::,o. - ----
9) Mulher, 17 anos,
--.. refere crises de tosse e dispneia provocadas por mudança climática há mais de 10
anos, acompanhadas por dificuldade para realizar atividades físicas. Sempre interrompia as atividades
muito antes que as nutras crianças. tualmente acorda à noite, du ' m crise de
,~ e aperta no i,eitc_, necessitando usar medicamento inalatório. Tem rinite alérgita. No momento da
C'õ.isulta foi realizada medida do pico e uxo expiratório (PFE) que revelou o seguinte resultado, 270
0
L/rnin, que equivale a 50% do ~ evisto. A espirometria feita no mês anterior está ilustrada abaixo:
-==-=--=--
, '
r-
-
A.A.R' fern 17 EspJrornetrla
ano, A
' lt:1,53, Peso 51Kg
•
j ,_
, \.(jllre( L}
1
.
i /\
('.
1.: ., o 1
2 3 4 5 6 7
- \ 1 Tlmo(,et)
-
-' ', ' •,
-
- Pro Pte v V r, v LN P6 t ,C.,,rn %var
FVC (l)
t .. 2,tt u 1,1111 2,38 112 20
-
_! EYl(l)'
1a ,'" 1 Uc. 1,M 1,U 1M 4~
_!EYlll'VC
º""- 0,93 0,113 01'1 83 19
FEF 2f>-7ti'!li, IUUII) o,n 1,67 '6 1,31 2,23 134 192
lFEF 2f>-76% (1t8)
- .aa.
-
1,.8
1 0 ,44
1 ·~)
b)
e}
Apenas 1.
Apen as li.
/\penas Ili.
acima, assinale a alternativa correta:
d) 1 e 11.
· nvulsão.
14 ) Paciente de 60 anos . ão e relato de co_ ina
Nos exames labo- -t - . ' SOKg, masculino, é atendido com letargia, desonentaç . do de soluçao sal
ra onais ap , · aproxima
a 3% (513mEq/l) d ' . resenta sodio de ll0meq/1. Qual o volume mais
) 83 /1
a 4ml.
eve ser 1nfunriid
o, para, corrigir o sódio a 122mEq em
24hs7
· '1o.3 ·
b) 982ml. ' - }'1() -,,
"6.J.. 1.224ml o S /-'i \JQ. -, 1 ~2. 6° lJ -----
::,,' S lo,
'\f
d) 1.468ml: ,1 \ _ ~"1 -.
16 ) "Aplicação de níveis · · , ·
vent1.1atono
, . durante a inpressoncos
· - 1 pre-determinados, através de fluxo de ataque, constantes no sistema
. . , . no sistema
insp1ratono . spiraçao.
I" Es , dAt·fase
. - expiratória inicia-se, geralmente, com queda de 25% do fluxo
.1) VCV. · · sa e a e m1çao de que modo de ventilação mecânica?
b) VCP.
)l VPS.
d) SIMV.
17) Qual das alternativas abaixo representa uma regulagem INICIAL/IMEDIATA, básica e aceitável em
paciente sem doença pulmonar grave, porém necessitando de V. Mecânica: - '
a) PS= 15 a 20 mmHg; PEEP=3a5mmHg; Modo: VPS.
@ ~-VC= 8__,..;:---,
a 10 mi/kg; PEEP= 3 a 5 mmHg; Modo: VCV; Fr: 12 a 14 irpm.
e) VC= 4 a 6 mi/kg; e,E.E.e= 3 a 5 mruBg; Modo: VCV; Fr: 16 a 18 irpm.
d) VC= 8 a 10 mi/kg; PEEP= 15 a 18 mmHg; Modo: SIMV; FR/SIMV: 4 a 6 irpm.
a) Paciente "A" , , ·
esta com um •nflamatono
I
crônico. Já O paciente "B" ª 1esao proliferativa não neoplásica, associada a processo es específicos
para a identificação d apresenta uma patologia infecciosa mais severa que requer exam
. 0 agente etiológico·
b) Paciente "A" e "B" ' la ão núcleo
cit oplasma cara t . com presença de hipercromatismo, mitoses atípicas e perda da rde ç ser de
ca rcinom 'd c enzam
.. um prece sso neop 1asIco
• • maligno, portanto, am bos d'1agn ósticos evem
"" ª
epi ermoide (espinocelular) invasivo·
, , As duas descrições h' t
.
PélClente "A" o d'
I' • '
is opato ogIcas revelam presença de neoplasias malignas. No entan
• stI· , ·
°,
t no caso do
, · é de
. . iagno co e de um carcinoma in situ e no caso do paciente "B", o diagno st ico
carcinoma epidermóide (espinocelular) invasivo;
d) /\ presença de hipercromatismo, mitoses atípicas e perda da relação núcleo citoplasma caracterizam um
p rocesso neoplásico. No entanto, no caso do paciente "A" o diagnóstico é de neoplasia benigna e no caso
d o püciente "B", o diagnóstico é de carcinoma epidermóide (espinocelular) invasivo.
20) Paciente masculino, 67 anos, com diagnóstico de mioc~rdiopatia dilatada, com. . ___,< insuficiência ren~ I
crôo íci-,Júltima creatinina de 1,8mg/dl) chega à emergência em insuficiência respiratória, com sat uração
-. de 83%, F.C..de 110 bpm, PA: 110x90 mmHg. O ritmo cardíaco é regular, com s..opro sistólicg em foco mitral
rJe +/4+. Ausculta 8!-llmonaLCOm crepitaçõei; [Link]. No, dia anterior havia participado de um c"'fii:m=ãsc:o e
desdeéntão evoluiu com dispneia. Qual conduta a ser adotada?
a) Se ª imagem A houver sido obtida quatro horas após o · inicio dos sintomas, eSt ará ind icada a
trombectomia mecânica·
b) Seª imagem A houve~ sido obtida até quarenta e oito horas após o inicio dos sintomas, estará i nd icada
a trombectomia farmacológica (rTPA);
e) Se a imagem B houver sido obtida após seis horas do inicio dos sintomas, estará indicada a
trombectomia farmacológica (rTPA);
d) Se a imagem B houver sido obtida setenta e duas horas após o inicio dos sintomas, estará indicada a
t rombectomia mecânica.
23) Uma mulher de 30 anos de idade se apresenta na Unidade de Saúde Comunitária. Ao recebe-la na
porta do consultório nota-se que as -suas mãos estão quentes e úmidas e com leve tremor. Ela queixa de
um aumento gradual na intolerância ao calor e neQlOSismo e que perde11 3 kg em 1 mês. Relata
üin da que há alguns meses notou a presença de um nódulo palpável no lado direito•do pescoço que foi
confirmado pelo seu exame físico, que se encontra indolor e móvel. Apresenta frequência cardíaca de
Ultrassonografia demonstra nódulo em lobo tireoidiano direito. Qual a conduta propedêutica e
te rapêutica correta para o caso? f 15k
u,.,-/4)
~Íj t 7y . . . . .
J) Dosagem de TSH elevado, T3 e T4 elevados sugerem h1pert1reo1d1smo e o paciente deve ser encaminhado
p ü r é.l re allza.ç~ . . . . . .
(f Oosage~ ! SB~süpf imida, T3 e T4 elevados sugerem h1pe~1reo1d1smo e indicam o uso de propranolol
pa ra
o tratamento sinto~ tico; . . . . . .
. ,., TSH I do T3 e T4 normais sugerem h1pert1reo1d1smo e indicam o uso de lodo-131;
Dosagem,,ue- e eva , h' . 'd' . d'
-
'Josagern de TSH . 'd
suprimi o 3
r
4 inde ' is sugere rrt_ LpertireoI ismo e in Icam o uso de lodo-13!
:::-,,., ·
' __,, 1/ ~;;;-
,, - f . -~ moradora de área urbana do Estado de São Paulo, portadora de
. t
de 39 anos sexo emin1 0 , ,
24) Pac1en e t controle desta doença ha um ano com o uso de metotrexato o ral
'ct ãn os, apresen a .
ar t rite r eumato, e d {3mg/kg a cada 8 semanas). Ao procurar atendimento médico
· fl 'ximabe en ovenoso · 'd ) · t ·• d
{ 1 ',mg/ sem ana ) e m ! . unto do filho de 3 él,09,;_ d..e ida~ (~1g1 o, para o in enor o Amazonas para
,ódíco refere que ,rá viajar, j d nte se deve se acinar contra a febre amarela, pois refere
pen ' t ion a o médico aten e . . ----
1,..,,wr f amílíares e ques -
. do (nunca
r vacina
v<1cin êl ão _ bérl'l de ve se
. ç Para tal (1 d -- flhO tarn
vaci nado) contra a f b ose somente) há mais de 15 anos, e se o 1
e re am r·
are Ia. A conduta neste caso deve se ·
_ . · _ orária
a) Nao indic ara a m- uspensao ternP
b· ) .
d1car omente p ae e a criança
· a vacina contra febre amare 1a,· · as
r feita apos _ do
do
ara a mãe a
m nto rei t d
· -
vacina contra febre amare 1a, qu
e deve se
d de susP
ensao
. a a o; sida e
e) In d icar para - 0 há neces
t ratament de e ª criança a vacina contra febre amarela, mas na . , e' considerada
. e Ia o; _ a rnãe lª
d) Ind icar somente ar uma vez que
-1rr1uniza
- d a. P ªª criança a vacina contra a febre amarela
~ eira
2 5) J BS,. """ºmasculino, ./13 ~ , empresário do ramo de alimentos. Procurou at b.- a :contecia uma lvezer
~ez queixando-se de cefaleia há mais de 4 meses. Refere que no início a dor de ca to não torno~ qua qu
· h a rel açaa
p or se ma 11 a e tm - lh 0 • Até o momen terizava-a co mo urna
~ -coro as dias de ~ i()r tep_s.ã.o R0-traba
y rovidência,_,?Gt-s - a - - ~ e (nível 4 ou 5 numa escala de zero a dez~. ~a~acN_o havia re\ato de
. - i:! § acq 91\ a1s. a
sensaçao ~
em peso ou pressão, holocraniana, predominª-ITTio nas rP_;w fonofobia. Qua \ 0
· t·ornas premonitonos
sm · ' · ou aura, também ·nao - h avia
· queixa · de náuseas ' foto ou
di agnóstico e tratamento para este paciente?
a) Enxaqueca, triptofano;
@ Cefaleia tensional, analgési~os;
e} Ce faleia em salva, ergotammas;
d) Neuralgia do trigêmeo, opiáceo.
•
jj k l#
cencro u,wersitáriO
Nome :
2) H om em d
e 56
~da A
el et ro d. - po· ª~ s . natura\ de Min
s se gu as G · . \1
p ac· ca r 1ogram nd os o p ac ie n ~ era,s, ~ o
ª
te n te e a co nd e conduziu ao recupe
O
rou a de longa data, ap
s -~ resentou 'cerda .
-
·.. · : u ta. inicial respect·pronto socorr0con .c,encia, sendo atendido
.' . pelo SP
da co n5c,eru:1a
1·
ido \
. "' ªm en te ? ma,s proximo . O ..MU que, rea 1iou 1
. ..
•·
··.·,·
s· . r
. ·_:/: ·
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m co p e p o r is
S ín co pe d ec o qu
rr en
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te
ia tr a it · · d
d e b ;s _on~ .
'.
·
o~igem embólic
·
d) ~n co pe d ec o rr en te de fibr ad ,a m tm ia , implante de ma,aranticoagulação;
S m co p e d ec o il aç ão atrial anticoagu ca-passo ·
rr en te de disa lação· .
utonomia ~aso
3) M u lh er 4 -vagai, cardi~ve
2an rsão .
to ra c, co •1 os , 'ª· b' ·
et1ca ro cu ra
e u n'tic
· ·co o Pronto Socorr
a e pi e b · d· e at e· 38 o com história \ ;
osse
fa to r ~
d p ar a in fe cç ão ,9 C ha· 'l 21· as
. Tabagis ·
de produti d com
a PA: 0 0 /6 p o r HIV. Sua de ta \carga taba·gi leve dor
m m H g. O ex am ntição é boa. A. ca 3,15 maços-a -
e s u er . O e de tó ra x reve o exame: tempe n nega qu alquer
s ac h ad o s d o \a macicez à pe ratura:~ , fC
1 1 .3 0 0 m m 3 s ex am es card n; ussão, brocof : 00 b , f ~
co m 1.0% d e ía co, abdomina\ op ia e~ o es e
e
lo b o in fe ri o r ba st õe s. A sa tu e de extrenidad na b ~
es q u er d o , -co ra çã o de oxigên e sã o normais. f>.. co
m u m se io co io é d é @ . A. ntagem de leucóc
se r le m b ra d st of rê ra diografa do tórax itos é de
o ao se p re sc nico esquerdo mostra consolid
re v er um es qu '1eladQ mie s~ ge ação em
em a an ti bi ót ko re pequena efus
para esta pacien ª9 . [Link]\ patóge
a) P se u d o te? no deve
monas aerugion
b) Staphyloco osa;
ccus aureus;
@ st re p to c o c
c u s pneumonia
d) Aspergillus e;
fumigatus. '6
4 ) P ac ie n te
co m 5 8 an o s, BS Nos ú\timos
em ac o m p an h seis meses têm
níveis d e p re am en to n~ U "eriücado regu\a
ss ão ar te ri al . 96 a ~ rmente seu~
. A va ri aç ão d emváriasmedid
et ec ta d a foi d as du
m
0 5 e d ic a m e n to s es co \h id os co n si d er an e~ntia e ranteod,a.
d o fa to re s e med\camentos
, a de prime\ ra \inha, no tr
deste p a c ie n te - atamento
· se rã o :
í::i\ 0 · rétiC . •d· . in ib id
\; # IU - OS t1a21 1cos, or d a ECA. e b\ ue ad or d e cana\ de cá\c
oq io;
b) D iu ré ti co s d \ça a\ fa b \o q u ea d o re . •b'd or es d a ECA; 'l(
.e a , s e m1
\ O lu rétiCOS . lo inibidor' d odi\atadores di. .
e, p o u p a d o re s de potassd a EC A e va s retos,
d) Olu rétl co~ ti , es dire to s e a\
va so dllat a o fab\oqueadores
ai ld lc os , r . 'b
lsta hã
jjj,;;;'"• e dor
•om u•ix• ••~ •b••_•f•<id•. 39 raus~afrios
;.=
8 hor Oa ª"os, eh~
bt,,_ _:-
;;-;...~rrt-..:.'
1 ---. ~ _., s. [Link]~d •• •o •mi..1atórlo
• º•t,· =-=. FC
S f i ~ - ~r h Pa
~.-....,;...,_~ " •••"'•·
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·
a, P•c:,el"\te
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euc:6c:1t 0 •. ,,i">t> , •• b•~·
p •,-., ho,.
..:- d• om,to
ª• ª udômen e,
d"f sa ru, os hidm•é<eos
Ao •••m• fls,co, PA.110X60.
· .u '
o e indolor a palpação
e-._.,,..
1 :
P•••
"""-,_
~) r-- h .
"-V· · ,
c,..,,e ......,ta ho " ''• Ih0 - .. 0.u•l
l"\ação e •• • • conout• est• pac,ente.
I · EV·
· '>,;
do
ta,~<: de •ba& m C.prOf1oxac1no Vo "°' 10 di•s. -.;
ºmitos
>i R. t> i ,n,.,,~l'lkio
~ d,,_ . men total • lnici•r ""'"•xon• IM. Solicita, ,eto,no em 48 h no
noite ap quadro e:
t a,-.,~ - l'e tesentou I sõ ºtn ebre ão aferi
f0 I
t~•~ ·...... - ~{1.4n
ã
'-''C? tat ~ur b~ ax·ia~Utâneas 9 qu Pioraram
~:.:.- '1Ue . .-:--- À tarde ' passou a apresentar
da e cefaleia ela manhã. .
ca1 d., for ""' l. 1 • . · " ~ + /4+ . " •n • do •i• ,eguinte, evoluin•o t•mbem com
ettl ""'"' •,, «>, l>re,.,.,.., de . '"" l3>;, m •• • h•••at•• 0 • aci•nótko, •nkté,\co 1 <>tenso (75x45 mmHg).
•vt , aca.-.... na1 de l<. --.:m [Link]ço) p r-..._..~.....- .....-:...-, d ·t· ·t
. t · ernin Pr~s
... •• ern
· • •etendo t=-.-....b -= ença de 1 · tostado, sonolento com rigidez de nuca sem e ic,
--ordo e · e, nt• dn ·--~ '
<>rax e IVIIV!ss R ta ~Pete"ui- 's com áreas e con uenc,a principalmente
qlJadro e 1·•ruco. q ua1 das altera õe
De ,,,.,_ o exame f1s1co sem alterações.
a) L·
orn o .
1
•quo, cla,
b) Predomínio• . .
0
d~:::ioº'
transparente. -zs S '-b,.,xo ""'i• ••••..••'.
©roteírias - 230 l'llononuc\eares. '6
- rng1dl (\Jr:>..
Ctrn de 2/3 d " · S a 40mgtdL) . V
d) Glicose@ 1
7 a glicose séric:a.
-•--~r
) ~ r , l.? anos di,h~, . ~Q:,~
;;;-,-= ' -:""'1<• ~
3
" oden•ndent• h" [ l' •
QL~a' ~"".' de ~ i d a ~ . ; ; ; : ; ; : •J:I.""• <h••• •o PS com queix• •• <1<>,-•bdomin•••\,!lÍ!ll>W e
n~ •
- - .........__mm
normais [Link]-.~ª -~ ' p~OOXGO
ada ++'"'+ g FC 94
,..,._~H .
FR Ao exame
hba ~ - ~ ti!Quipnéica,
apresenta-se [Link], -
. : _ n .. ~ -- lar deesp.,ao,d"";
Cl.ua1 .,a n&••<>metria
~o
ª·•L Re•r"•do
' . ..,.,._ 30 ••m. Te 3B•c. •useuita ca,di•ca e Puimon.,
unn. , 0 ,,n. COeeucocitúria, nitrito, esterase leucocitária e
f
H 7 2· P~
Cetonuroa.
• • -~ Hg, Hco, 8 mEq/L, ãnion-gop 16. w,,
PH 7,2; Paco, 22 mmHg, H<:o, 10 mEq/L, ~a.--. - ~ "'-?
e) PH 7 ,1; Paco, 47 mmHg, Hco, 2s mEq/L, ~ - " --.:;, ?
d) PH 7 ,1; Paco, 38 mmHg, Hco, 21 mEq/L, ãnion-gop 16. co'L
"°ªTú
9) l:l.2wlW'l, 7Q í!@S, ~om b1'6 . . dades diárias normais. \lá cecc• d• 10 _•nos, •::.o ue•do,). '!!lilliWD! \inibido, da
a i nfe c - o
que hmita suas at1v, be tratamento com jl>pi,ina, çon,ed,lol ~bet ta»~) [Link]"º"ina lcanliot~".'l- o
( Atuai mente• ele r<,ce iwnolactg~a ldiu<ético poup•do, • • •~ itálica. de l•boratono_
decorrente de into,oea!i"" d g d deu,,.;, e <JM!illil@.al,m de
o,,....,,
um .___ __ _ . da (diurético de alça), esp .
PS com de sódio e ont>»io . e eleva ."' •deme foi submetido ao
ECA), furoSGQJI
paciente deu ent~ad_a ; ~smáticos levsmente altern:utka, o que l~ou à into,ri"'?;éºn:rmafü•,;i<> ni'"''' "°' ""''
onstraram mve1s . . cima da faixa tera
e: rviarenal
de:..mração sérica de d1gox•,~~1:ação da função car~:,"h é excretada pdma,iame:::.: , indicam e qu•l • ,elaçao
trat amento
W .padrão para '.egu.
. a possui me,
a-vida plasmática
ar
de 3
que as e
levaçõe;:-séricas de ure,• e cr
de tonna .
d rneia-vida
d) Aumento da 'ª""
[Link] • re ão e redução a
P asmática da digoxina. çao glomerular, o que contribuiu para o aumento da exc ç
1
O 1
90xSQ ~~f:lg e MV abolido em AX ==ba38' a0-c \~
• FR = 26irpm,) FC = 110bpm ~at02 = 96oL em
70
a da·
0Ant1b1oticote rapia· ..... ...._ se pulmonar D. Qual das condutas abaixo não deve ser posterga .
b) R ' -p
eposição volêmica· -"Y")Q.e de~ :1ei,-- ~.voo..ç!o... -
c) Coleta de hemo 1 , v--· -·:; .
cu turas·
d) Coleta de gasomet na. . ,
'
r
\
ll) No acidente vascular
para
....J:. poss"bT
\ t, 1 , itar o atendimento
,.
encefahco. isguê . o "tempo é cérebro" e portanto devemos priorizar .
. . mico as mtervenç ões
."'-D\
~omografi ª pronta com laudà"l mais ef1c1ente
1o . ·Co rre1acione
• ,
as intervenções , . •
com seus tempos 1dea1s:
~suporte ABC e med· . , 'N. minutos 'B A m::.
ir
tromból"ise coma ghcose li) 25 minutos
. .
---c1 :, • .
. '-"N.n1c1ar
~. - Q a.. . -
alte I i:;,) • ..L-
~pli~r a escala do NIHss-! ~e 111) 45 minutos A .
t},admmistrar aspirina V) •:~3 horas e..
apos 24 horas E:-
C . 'E
D • lC-
Assinale a lt . 8- V
a ernat1va que contenha
a) A 1, B 11, ~ D IV E V "6 mas correlações corretas:
@s I, D 11, A 111, C ,v', E v·.
c)AI, B11, DV CIV~ '-6
v.
d)-fi;-E> 11, e 11;, B 1v, A --t
12) V.A.e.
roedica - 5,0prescritas
anos, mascyljno , com d"iagnost1co
. . de hi ertensão art . 1 .
,aPs para controle Ve , 1 , • ena s1stem1ca haA •
5 anos; em iisa icceguJar das
•
. d . m a consu ta medica co .
associa a [Link] e astenja generalizada. Ao exa , . , . ':" queixa e n gr ssiv aos esforços
FC: 94 bpm - RCR, 2T sopro sistólico ero foco mitral ~: f1:1co. H1pocora~o {+/~+), a~ictérico, PA: 150 xlOO mmhg,
com dor à palpação de hipocôndrio direito e edema (de'!el~~ste~ores_ fmos b1basa1s,aumento do volume abdominal
taquicardia sinusal FC· 100 b . . d ros mfenores. Exames complementares: ECG:
pro coro ~mais e sobrecarga d
área cardíaca, infiltrado intersticial em bases pulmon 1· ehcamBadras esquerdas. Radiografia de tórax: aumento da
A
13) Um homem de ~ s , com índice de massa corporal de 27 18 Kg/m2, é acompanhado na Unidade de Saúde da
Família para tratame nto da Hipertensão Arterial c o m ~ 10 mg por dia. Estava bem controlado há anos, mas
passou a apresentar PA=l60 x 90 mmHg repetidas vezes. O médico solicita acompanhamento com nutricionista e
atenção do agente de saúde, visando dimunuição do peso e de sal na dieta. No periodo de 60 dias, perdeu 2 guJ!os e
.b,Quve necessidade de a11rneo!P progressivo da medica_ção. Está tomando enalapril 20 mg, l;ü.drncJorotjazída 25 mg e
atenolol 50 mg, • PA = 168 x 94 mmHg. Aavaliação laboratorial de rotina é normal. O médico
deve :
a) · · a dose de Atenolol.t
Aumentar • .
os que a pressão sistólica . 180 mmHg ou a d1astohca
atinJa . . . 100 mmHg.
Manter a mesma orientaçoo, a men
b)
e) Dosar renina plasmática.
Solicitar Doppler de artérias renais.
-socorro
omem , lg,,_anos, vem ao pront o ernas e
erindo d r torácica há ~om hiper . . . tes mel ~• .
tensão arterial sistém ica e d@!)e ~ r, --.::. ,odil o~sr ng A=
diminuição da diurese R 1 dia, ~aç ão de mais ou
~ - · ela menos 20 minutos, ~ O g (zJC/dia), C~ +
(L xtma ), ~ O m g ("> v i at ..midaAUf!' /4+, p
. er problema de coração e uso de
~ = d mem b ·
140 l( 90 RlmHg e boa Petfi
,
,
,
,
,
'""'d1 a )
. Exame físico : estase lypylar [Link], e de ma e
l~ão EI t .
,...:_ e rocard1ogra ma apresentado a segui·r·· L ,_\_...i- ·- - :.....: ----- - ---
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Q ua exam e ._.., u -./- i 1 1
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deve ser solicitado nes:: -• 10 -.Jo 10 _,.., 1 1 1
rr ,o~ o. s-•o .. •
momento e qual a · ira
• medicação a ser
prime realizada?
mEl etról itos, gluco nato de cál . .
b)) EI t ,,. CIO,
e ro itos, furos emid a ·
c) Trop onin a, furosemida~ 1-\b J..h ,.3
d) Trop onin a, trom bolític~. y;:,rn · "::t-6
{ 1<DW · J 9 ,5 ;,,, 1' y
15) Hom em 78
-
(
hem ogra ma:, concanos , apos entad o, assjntomático
entra ção de hem . ' em retorno de consulta médica de rotina, traz resul
14,6 %) e cont agem de reticulócitosº!~9b~oªo tados de
~H~) =ll,3g /dL (13-17,Sg/d,L~, VCM =76fL (82-98fL),
plaq ueta s = 160.000/ mmJ(lS0 · µ ~[Link]-lOO .O~~/µL) . Séne branca sem alterações.
RDW =19,5% {11,5-
em fruta s e le ume
g
, ·
000 0 00
-4~ /mm ). Ao exame físico ·? Cont agem de
s, a 1em de carne d1anamente. ~ é l saoenA:1antockscorado +/4+) Relata dieta balanceada , rica
corr eto afirm ar: oas tezês Sobre o dia · f
gnos 1co e con d ut a, e'
_j86 - · [ .[Link]°>
+ ·-pJ
..i 36 - .;J 6
&- . .. '
coraJf @Rói wnel · expansibil ida~t · · d' · 'd
orac1ca 1mmu1 a; murmúrio vesicular presente com dim~n
[Link]~oácica d'1m1· ui'd a,. - pulmonar majjça;
· - g1o ba1• ~
· 1çao ..
percussao 1/
frêmito toracovocal aum ntado; presença d e
estertores crepita tes, com pectorilóquia fônica nesta região. y
~acien_t~, 65 anos, é admitida em@om histórico de~ei;;.~á ~ s associada com dor lombar do
tu:>o mhça importante a, esgu~a e udna turva, evoluindo há algumas horas com confysão mental, sonolência e
f)jpntensãp, mas ainda mantendo diurese normal. Realizado na urgência gasometria e eletrocardiograma que
evidenc iaram:~ pCO 2: 39 mmHg; PaO 2: 47 mmHg; HCo · : 13 mEq/L; BE: -15..J; saturação arterial de 0 : 72%;
3 2
Na+: 136 mEq/L; ~Eq/L; Ca+: 1,12 mmol/L; ~ L : Hb 11 g/dle ao eletrocardiograma ondat ;u~jcula~
+ BAV de 12 grê! u. Após resultados, fora realizado gluconato de cálcio endovenoso, hidratação e prontamen te
submetida a intubação oro-traquea l e iniciada ventilação mecânica seguida da administração de glicoinsulinoterapia
e salbutamo l. Após medidas evolui com FJ;lelhora da hipotensão, sendo
=
administrado furosemida.
Anion- §O..'J> ~J ( T ) (i)\.,f ·. -==t- J5 ( i J
18} Em relação ao distúrbio ácido-base, qual o diagnóstico?
a) Acidose metabólica hiperclorêm ica compensad a.
T . &'\
_ . , . pC0""2, · Ô
~istúrb io misto. Acidose metabólica com ânion-gap aumentado e ac1dose respiratona. ?o.O~
l-t -::i:- ( 41
c) Acidose metabólica com ânion-gap aumentado compensada. . , .
d) Distúrbio misto. Acidose metabólica hiperclorêmica e acidose respiratona. l-\C03; li3
.
~;;!;.::.:;:.
. •d f f tivas para
reduzir os estoques corporais de potássio? B'= · -JJJ, =-
1 - a hipercalem 1a quais medi as oram e e
cálcio' glicoin~uli noterapia, sa:u~ol e tu rosemida. S o,> . .,,_ ;:..z.,
~ Glicoínsul inoterapia, salbutamol_e furosem1 a. K ·.
:) Furosemída e Glicoinsuli noterap1a. Y-
I) Apenas a furosemída.
-~ . ~u ~ntra
~ ~ ~ - ª-º ·
da
1-\~ no \[Link] atendim
. • . · · : ~n ento com Qgr torádc co
t ' ' }. .. · o e1etrocardiogram 1·
a em
do
st • ª10
l ' , a foi rea 11a e é demon
. ~ .. .. .. . adeada?
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a) in fa rt o
J .l ·
b) [Link] ag ud o do m· . • , ' -
ro
Q in fa m e COro . . tocardio s s · · , -,
d) nana ag ud a~ ...
rt o ag ud o do m io . d SeJQ supr uprade sn ivelam e
an gi na in st áv el ades nive\a nto
de \tear. io com de S1 e aspirina dose
a o nsco · supradesni" ,menta de S1 e es de ataque
e internação e we amento d ST tratificação de risco
.
21 ) M u lb ~ d e ss m unidade coeroná' 1 e repertusão da ar
ria téria culpada
d
e ~ o p\asia de ªD ~, dona de
--...;..;~.:.::ª:m . ca
su s en sa s há .:.m ~a no início dosa, apdresenta pe rd ~ e
. um m es ap ós co gua , e fo1. subm peso acentuada 'los
caquex,a e v· nstata -- ro etid . . iJltiroos três rneses .
-- ... tn h a re ce d . Teve diagnóstico
co m un · be nd o at en d· çao e metãstases e ª ª·ci ru r~ e ~ssões de cadjot
tc a a eq ui pe do · . erapia , 11,ue foram
a fa le ca r PSF qu e im ento domiciliar pelam vanos orgaos . Apacient
d . , , . · d e desenvolveu um qu
-- D0 otn1c1. ho . ' ap os ªU1 a Visit equipe O ogram adro de
. o me· d"ico da fam .t1m. a a paciente ev \ Pr ·
a de Saúde Família -
PS F. Um familiar
a) N eo pl as ia de
ilia emitirá a D 1 0 1J1 11
• com +,e bre, tosse pc .
m am a. ec araçao de Obito ad nim a e falta de ar vm.
b) C aq ue xi a. anotando como caus ,_ do
a básica do óbito :
@ In su fi ci ên ci a
respiratória agud
d) B ro nc op ne um a.
on ia .
22 ) Su a pa ci en te
do Homecare, de
de vi do ~ a 1º...â!:l.2,s, que sofre
-
, te nd o recebido de AlzhejmE>r ayapça
al ta do , esteve interna
1) 9 estado g_ há 9 dias, e até então estav da em.1ULPor 18 di
eral, apresento,1 a tudo bem as
febre baixa logo cedo \~ , porém , ho je pela manhã houve_
re ce be r: um a ur in · e. Os resulta _piora
ocyltyra mostrando dos dos exames que
, mais de 100.000U acabou de
se ns ,v e\ so m en , FC/ml de ebsie la
te a po 1·1m·1x·ma B os parâmetros no s resistente à carb
apen
2O ir pm e te m pe . m on itor são: SatO2 = 89%, PA êm ico s e
ra tu ra = 31 &2Ç, f te nd = 72x38mmHg, FC
e os con ere, o os mesmos resultados. . . = 99 bpm, FR =
a) In fe cç ão do tr
at o urinário baix
Qual a prm c,pal suspeit. a d1. agno. .
a; st1ca?
b) In fe cç ão do tr
at o urinário alta;
e se p se ;
d) C ho qu e sé pt ic
o.
.d en diabet . . cteosãP arterjal e
23) 11amem, 70 an,9 s, n_,W ' sab , am te portador de -. es me\litUS , hll. lf' .
ro osteoactrose , em uso
. a de conv da angiotensma IE h. g1tçem1an,•e or al e an · ·
li-ioflam at on
crónico de in~íbid os na o
or de e~~1dm no pr ersa
H
O
. Ul9 , . há ,
onto-socorro com diarreia e vo m1 rli2<-. Ex am e tísico: sinais de
.
ho rm on ais A1 Ad m1t1 o que1x:~e stão presen toj. . -
. Rena\ Aguuc, e tes a,lém da ida de ?
a.... Q ua is fa to de risco para Lesao
H
des\drataÇ.,_ ,· re s
V-:: ,.&nero e IE ~
a\ hl perte n do, fl'"'
steoartrose, gênero e IECA.
}diabetes, etnia e hipoglicemiante oral.
eJ1 iab e~ hip erte n~ e AIN ~
a) Fibrilação atrial.
@ Flutter atrial.
c) Bloqueio atrioventricular de terceiro grau
.
d) Fibrilação ventricular.
25) P .
acie nte [Link], 45 anos, com queixas vaga
aum ento do volu me abdominal e procurou aten
,
s de fadiga, indjsposi<~o e nay ciJs
seas ha, cerc a - -roe s~• Not ou
dimento médico em UBS da cidade de orig em
(Ar ipua nã/M T).
Ao exam e físico: BEG, hj,Pocorado 1+/4+ e ~ aço
palp €_el a 15 cm do RCE.
Hemácias: 3,2 milhões/mm3, Hb: 9,8 g dl,LH
t: 18%JvCM: 90 (VR 80- 92) , HCM: 30,6 (VR
27 - 32), CHCM: 29,5
(VR 31- 37), Leucócitos: 187.000, ieloblastos:
2%, Promielócitos: 3%, Mielócitos: 13%, Met
Bastões: 20%, Seg men tado s: 35%, Eosinófilos: ami elóc itos : 10% ,
3%, Basófilos: 2%, linfócitos: 3%, Monócitos:
4%, Plaq ueta s: 150 .000
Con side rand o que voc ê é o médico da UBS que
aten deu esse paciente no interior, no seu enc
serviço de refe rênc ia em Cuiabá (Hematolog ami nha men to par a o
ia do Hospital de Câncer de Mato-Grosso), voc
diagnóstica e sugeriu a con duta prop edê utic ê colo cou a hip ótes e
a necessária para a confirmação da sua hipó
tese . Assinale a alte rna tiva
que con tenh a a hipó tese diagnóstica e a con
duta prop edêu tica .