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Introdução à Física Aplicada I

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dfrota
Direitos autorais
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FÍSICA

i c a d a I
Apl
y Barbosa
abriell
prof(a): G
Convivência
Respeitar o horário de aula.
Respeitar o fardamento.
Intervalo somente as 10h e o retorno
as 10h20.
A aula encerra as 12h em ponto.
tolerância de conversa é zero. ( mas
claro que tem os momentos de
descontrações)
O professor é autoridade máxima,
teve algum problema, se direcionar
ao mesmo para poder resolver da
melhor forma.
MEIOS DE AVALIAR

Prova parcial com 5 questões Prova Final: 10 questões


abertas e 5 questões fechadas. fechadas.

Entrega 18/09 Dia 30/09


Explorando !!!

O que é Física ?
Você sabia que a
Física está em tudo
A Física é o campo da ciência que investiga os que fazemos?
fenômenos e as estruturas mais fundamentais
da natureza, procurando sua compreensão e
descrição em termos de leis mais gerais
possíveis.
Explorando !!!

O que é Física ?
Você sabia que a
Física está em tudo
A Física é o campo da ciência que investiga os que fazemos?
fenômenos e as estruturas mais fundamentais
da natureza, procurando sua compreensão e
descrição em termos de leis mais gerais
possíveis.
Curiosidade!
Você já parou para pensar que
as roupas no varal secam mais
Física no dia a dia rápido com a presença de
vento?

A velocidade do ar sobre a superfície – ou o vento – produz


uma menor pressão hidrodinâmica. E, quanto menor a pressão,
mais rápida é a mudança de um estado para o outro
FÍSICA 1
E agora?

Por que o técnico em


Radiologia precisa
estudar física?
FÍSICA 1
E agora?

Por que o técnico em


Radiologia precisa
estudar física?
FÍSICA
l i c a d a I
Ap
y Barbosa
Gabriell
prof(a):
FÍSICA 1
MATÉRIA

Tudo o que tem massa e ocupa espaço.


Qualquer coisa que tenha existência física
ou real é matéria.
Tudo o que existe no universo conhecido Você respira,
manifesta-se como matéria ou energia. praticamente,
Pode ser líquida, sólida ou gasosa. física.
FÍSICA 1
CORPO E OBJETO

Corpo - quantidades limitadas de matéria.


–Ex.: bloco de gelo, barra de ouro.
•Objeto - os corpos trabalhados e com certo
uso são chamados de objetos. Uma barra de
ouro (corpo) pode ser transformada em anel,
brinco (objeto).
FÍSICA 1
Propriedades da Matéria

Gerais - comuns para todo tipo de matéria e não


permitem diferenciar uma da outra.
Ex.: massa, peso, inércia, elasticidade,
impenetrabilidade;
Específicas - próprias para cada tipo de matéria,
diferenciando-as umas das outras. Podem ser
classificadas em organolépticas, físicas e químicas.
FÍSICA 1
Propriedades Gerais

Massa – medida da quantidade de matéria de um


corpo.
Inércia – resistência que um corpo oferece a qualquer
tentativa de variação do seu estado de movimento ou
de repouso.
Peso – é a força gravitacional entre o corpo e a Terra.
Elasticidade – a matéria tem de retornar ao seu
volume inicial após cessar a força que causa a
compressão.
FÍSICA 1
Propriedades Gerais

Compressibilidade – a matéria tem de reduzir seu


volume quando submetida a certas pressões.
Extensão – a matéria tem de ocupar lugar no espaço.
Divisibilidade – a matéria pode ser dividida em porções
cada vez menores.
Impenetrabilidade – dois corpos não podem ocupar o
mesmo espaço ao mesmo tempo.
FÍSICA 1
Propriedades Gerais

Físicas - ponto de fusão e de ebulição, solidificação,


liquefação, calor específico, densidade absoluta,
propriedades magnéticas, maleabilidade,
ductibilidade, dureza e tenacidade.
Químicas - responsáveis pelos tipos de transformação
que cada substância é capaz de sofrer. Estes
processos são as reações químicas
FÍSICA 1
Energia

“A ciência não é capaz de definir energia, ao menos


como um conceito independente”.
“ Embora não se saiba o que é energia, se sabe o que ela
não é”, em clara referência aos demais significados da
palavra disseminados em senso comum, não obstante,
do grego έν = dentro, εργον =
bem distintos daqueles encontrados no meio científico.
trabalho, obra, ou seja, dentro
É uma grandeza que se associa a um estado de um corpo do trabalho.
ou mais.
FÍSICA 1
Formas de Energia

Muscular - animal ou do ser humano;


Calorífica - madeira, carvão mineral, álcool, petróleo;
Solar - fornecida pelo sol;
Mecânica - moinho de vento (eólica), obtida por motores
que utilizam combustíveis diversos, produzida por
motores elétricos;
Química - baterias e pilhas;
Elétrica - usinas elétricas e termelétricas;
Nuclear/atômica - usinas nucleares ou termonucleares.
FÍSICA 1
Conservação de Energia

Conservação: algo que não muda.


A conservação da energia aplica-se somente a sistemas
isolados.
Sistema é uma denominação que damos a uma coleção de
objetos que nós escolhemos para modelar com nossas
equações.

Modo informal de enunciar esta lei: a energia não pode ser


criada nem destruída, ela pode apenas transformar-se.
FÍSICA 1
1º Lei da Termodinâmica.

A termodinâmica - o estudo das transformações de


energia .
Equivalência entre trabalho e calor.
A propriedade fundamental em termodinâmica - no
sentido que fornece uma definição de seu principal
conceito - é trabalho, ou movimento contra uma força.
FÍSICA 1
2º Lei da Termodinâmica.

Segundo princípio da termodinâmica, afirma que a entropia


de um sistema isolado tende a aumentar com o tempo, até
atingir um valor máximo.
Leva a uma perda irreversível de energia útil e a um
aumento da desordem do universo.
A segunda lei da termodinâmica também trata da Entropia corresponde
transferência de energia térmica, indicando que o calor é ao grau de desordem
transferido espontaneamente do corpo de maior de um sistema.
temperatura para o de menor temperatura
FÍSICA 1
Fontes de Energia

•Primárias:
Aquelas que estão na natureza: o sol, a água, os ventos,
a madeira, o gás natural, o carvão mineral, o petróleo.
•Secundárias:
Aquelas que surgem depois que as primárias são
transformadas, como a gasolina, o diesel, a energia
elétrica.
FÍSICA 1
Fontes de Energia

•Primárias:
Renováveis - aquelas que se renovam.
sol, ventos, calor.
Não renováveis - aquelas que com o uso ao longo do
tempo se esgotam.
carvão mineral, petróleo.
FÍSICA 1
Energias Disponíveis

Hidráulica – a mais utilizada no Brasil, o potencial


energético é grande com a água represada.
Solar – capta o calor do sol em placas e transforma em
eletricidade.
Eólica - hélices instaladas em áreas abertas com boa
incidência de ventos, cujo movimento gera eletricidade.
Biomassa - matéria orgânica (origem animal ou vegetal)
utilizada na produção de energia. ex madeira.
Nuclear – fissão do núcleo do átomo de urânio libera
energia em forma de calor
FÍSICA 1
Como se mede a Energia

Para cada forma de energia, existe uma unidade de medida


específica.
–Ex.: joule (J) - unidade para o trabalho ou força;caloria
(cal) - unidade para o calor; e watt (W) - unidade para a
eletricidade.
Múltiplos das três unidades: quilo (K) = mil; mega (M) =
milhão; giga (G) = bilhão; tera (T) = trilhão.
Equivalências: 1 cal = 4,182 J / 1 kcal = 4.182 J /1 kW =
3,6 MJ / 1 kW = 860 kcal
FÍSICA 1
Como se mede a Energia
FÍSICA 1
Potência

Fontes de energia – classificadas por sua potência – é o


modo como o fator tempo interfere nas transformações
energéticas.
alta potência significa dizer menor tempo de trabalho.
FÍSICA 1
Energia Cinética e Trabalho

Energia Cinética: Energia que um objeto adquire ao


deslocar-se a uma determinada velocidade

ou
FÍSICA 1
Energia Cinética e Trabalho

Quando se aumenta a velocidade de um objeto aplicando-


se a ele uma força, sua energia cinética aumenta.
FÍSICA
l i c a d a I
Ap
y Barbosa
: Gabriell
prof(a)
FÍSICA 1
Átomo

Definição
Menor divisão da matéria.
Menor partícula que pode existir em um elemento.

Revisão de Matéria:
Tudo que tem peso e ocupa lugar no espaço é
denominado matéria.
FÍSICA 1
Elementos do Átomo

Átomo - constituído de uma região central, o núcleo, e por


partículas que ocupam o restante de seu volume.
Partículas - conhecidas por elétrons e ficam girando ao redor
do núcleo. A região ocupada pelos elétrons e conhecida por
eletrosfera.
Núcleo - formado por prótons e nêutrons e nele está
concentrada quase toda massa do átomo, pois os prótons e
os nêutrons possuem mais massa que o elétron.
FÍSICA 1
Elementos do Átomo

Próton e Elétron - possuem cargas elétricas de sinais


contrários;
Positiva - carga do próton;
Negativa - carga do elétron;
Nêutrons - não possuem carga elétrica, tendo a função
básica de equilibrar o núcleo;
Átomo - na maioria das vezes, é neutro, isto é, o nº de cargas
+ (prótons) é = nº de cargas – (elétrons).
FÍSICA 1
Átomo: estrutura

Núcleo:
composto por Prótons e
Néutrons.
Eletroesfera:
Elétron.
FÍSICA 1
Prótons

Os prótons são as partículas de carga


positiva (+1).
Estão localizados no núcleo do átomo.
Cada átomo possui uma quantidade de
massa específica.
Representada pelo número atômico (Z)
FÍSICA 1
Elétrons

Os elétrons são as partículas de carga


negativa (-1).
Estão localizados na eletrosfera.
Sua massa é desprezível.
FÍSICA 1
Nêutrons

Partículas sem cargas.


São encontrada no núcleo junto aos
prótons.
sua função é estabilizar a ação dos
prótons.
FÍSICA 1
Cargas Elétricas

Matéria é formada por moléculas;


Esta, por sua vez, é formada de átomos, que são
compostos por três tipos de partículas elementares:
prótons, nêutrons e elétrons;
Os átomos são formados por um núcleo, onde ficam os
prótons e nêutrons e uma eletrosfera, onde os elétrons
permanecem, em órbita.
FÍSICA 1
Cargas Elétricas

Prótons são partículas com cargas +; Elétrons têm


carga -; Nêutrons têm carga neutra.
Um próton e um elétron têm valores absolutos iguais
embora tenham sinais opostos.
O valor da carga de um próton ou um elétron é
chamado carga elétrica elementar e simbolizado por
‘e’.
A unidade de medida adotada internacionalmente
para cargas elétricas é o coulomb (C
FÍSICA 1
Eletrização de Corpos

A única modificação que um átomo pode sofrer sem


que haja reações de alta liberação e/ou absorção de
energia é a perda ou ganho de elétrons.
Por isso, um corpo é chamado neutro se ele tiver
número igual de prótons e de elétrons, fazendo com
que a carga elétrica sobre o corpo seja nula.
FÍSICA 1
Eletrização de Corpos

Pela mesma analogia, podemos definir corpos


eletrizados positivamente e negativamente.
Eletrizado negativamente tem maior número de
elétrons do que de prótons, fazendo com que a
carga elétrica sobre o corpo seja negativa.
Eletrizado positivamente tem maior número de
prótons do que de elétrons, fazendo com que a
carga elétrica sobre o corpo seja positiva.
FÍSICA 1
Processo de Eletrização

Por atrito - o atrito entre certos materiais é capaz de


atrair pequenos pedaços de palha e penas.
2 corpos neutros feitos de materiais distintos, quando
são atritados entre si, 1 deles fica eletrizado
negativamente (ganha elétrons) e outro positivamente
(perde elétrons).
Na eletrização por atrito - os 2 corpos ficam com
cargas de módulo igual, porém com sinais opostos.
FÍSICA 1
Processo de Eletrização

Por contato - outro processo capaz de eletrizar um


corpo é feito por contato entre eles.
Se 2 corpos condutores, sendo pelo menos 1 deles
eletrizado, são postos em contato, a carga elétrica
tende a se estabilizar, sendo redistribuída entre os 2,
fazendo com que ambos tenham a mesma carga,
inclusive com mesmo sinal.
O cálculo da carga resultante é dado pela média
aritmética entre a carga dos condutores em contato.
FÍSICA 1
Processo de Eletrização
FÍSICA 1
Campo Elétrico

O campo gravitacional foi concebido assim, como uma


perturbação na geometria e nas propriedades do
espaço circundante a uma massa.
Essa perturbação atua como algo que “modifica os
caminhos pelo espaço”.
Nas proximidades de uma massa “todos os caminhos
convergem para ela”.
FÍSICA 1
Campo Elétrico

Newton - cálculo da força de atração gravitacional que


diminui inversamente ao quadrado da distância.
O mesmo ocorre num campo elétrico e, portanto,
deve ser algo relacionado a uma propriedade do
campo.
O conceito de campo foi estendido muito
satisfatoriamente à eletricidade.
FÍSICA 1
Energia de Potencial no Campo

Entidade que pode realizar trabalho é a energia.


Energia Potencial quando ela está acumulada e disponível.
Se o campo elétrico pode realizar trabalho sobre uma
carga, é intuitivo pensar que ele possui energia potencial
armazenada.
Mecânica - o trabalho necessário para mover um corpo
entre dois pontos do campo gravitacional é igual à
diferença de energia potencial entre os pontos.
O mesmo ocorre no campo elétrico.
FÍSICA 1
Potencial Elétrico

Num circuito elétrico, quando dois pontos estão


no mesmo potencial não circulará corrente
elétrica.
A diferença de potencial é tratada
abreviadamente por ddp ou recebe o nome de
Tensão Elétrica.
FÍSICA 1
Potencial Elétrico

Cargas positivas e negativas se movem em sentidos


opostos num campo elétrico. Convencionou-se que as
cargas negativas se movem do potencial mais baixo para o
mais alto, e a positiva do potencial mais alto para o mais
baixo.
É uma forma de dizer que cargas negativas se deslocam
para um polo positivo, enquanto as positivas se deslocam
para um polo negativo.
FÍSICA 1
Corrente Elétrica

Ampère (1775-1836) - fenômenos que ocorrem enquanto


a energia trafega de um corpo ao outro.
Seu nome foi utilizado como unidade de medida para essa
movimentação.
Quando interligamos os 2 corpos, circula entre eles uma
quantidade de energia que dependerá de diversos fatores.
Se for alimentado um pequeno e simples aparelho,
certamente a corrente elétrica exigida por ele também
será pequena.
FÍSICA 1
Leio de Ohm

A voltagem (tensão) aplicada nos terminais de um


condutor é proporcional à corrente elétrica que o
percorre.
FÍSICA 1
Circuito Elétrico

Voltagem – trabalho necessário para mover uma carga unitária


de um ponto com um potencial elétrico mais baixo a outro
mais alto.
O trabalho realizado ao se mover uma carga de 1 coulomb
através de uma diferença de potencial de um volt é de 1 joule.
A unidade de medida é o volt (V), e seus múltiplos: quilovolt
(1kV=103V), milivolt (1mV=10-3V), microvolt (1µV=10-6 V),
etc.
FÍSICA 1
Circuito Elétrico

Corrente - fluxo de carga elétrica que passa por um


determinado ponto.
A unidade de medida: ampere (1A = 1 coulomb/segundo).
Múltiplos: mili amperes (1mA=10-3A), micro amp. (1µA=10-
6A) ou nano amp. (1nA=10-9A).
Por convenção, os portadores de corrente elétrica são cargas
positivas que fluem de potenciais mais altos para os mais
baixos
FÍSICA 1
Circuito Elétrico

Resistência - para que haja fluxo de cargas são necessários 2


elementos básicos: a ddp e o meio por onde as cargas devem
circular.
Para uma dada voltagem, o fluxo de cargas dependerá da
resistência do meio por onde essas cargas deverão passar.
Quanto maior a resistência, menor o fluxo de cargas para uma
dada ddp.
FÍSICA 1
Circuito Elétrico

•Resistência - materiais são classificados em relação à


passagem de corrente elétrica:
–Isolantes - oferecem alta resistência à passagem de
cargas elétricas;
–Condutores - não oferecem quase nenhuma resistência à
passagem de corrente elétrica;
–Semicondutores - que se situam entre os dois extremos
mencionados anteriormente.
FÍSICA 1
Geradores Elétricos

Dispositivos que fornecem energia elétrica aos circuitos onde


são inseridos.
A bateria é um exemplo de gerador elétrico - transforma
energia química em energia elétrica.
A resistência elétrica dos materiais condutores que constituem
um gerador é chamada resistência interna do gerador, sendo
indicada por r.
FÍSICA 1
Circuito Elétrico

Gerador ideal - resistência interna é nula (r = 0).


E - força eletromotriz (fem).
Representação de um gerador ideal.
§Note que: corrente elétrica convencional atravessa
o gerador no sentido do polo negativo para o polo
positivo (Para lembrar: entra pelo – e sai pelo +).
FÍSICA 1
Receptores Elétricos

•Consomem energia e transformam em outras formas, que não


apenas térmica. Ex.: bateria e motor elétrico.
•Ocorre devido a resistência dos materiais condutores que formam o
receptor- resistência interna do receptor, (r).
•Gerador aplica tensão U ao ser ligado ao receptor, onde passa
corrente elétrica i e na resistência interna há queda de potencial
dada por r X i.
•E = U – r X i (força contraeletromotriz) e representa a tensão útil do
receptor. Equação característica:
U - r.i = E => U = E + r.i.
FÍSICA 1
Gerador- receptor- resistor

Bateria ligada a um motor elétrico e a uma


lâmpada é um exemplo de circuito gerador-
receptor-resistor.
FÍSICA 1
Gerador- receptor- resistor

A força eletromotriz (f.e.m.) é a quantidade de energia


potencial que um gerador elétrico, como uma bateria ou
pilha, produz por unidade de carga elétrica.
FÍSICA
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: Gabriell
prof(a)
FÍSICA 1
Recapitulando

Circuito Elétrico do Raio X:


Fonte de Alta Tensão: necessária para possibilitar a geração da
imagem no raio X.
Transformadores: Alta tensão e baixa tensão;
Voltagem – trabalho necessário para mover uma carga unitária de um
ponto com um potencial elétrico mais baixo a outro mais alto.
Corrente - fluxo de carga elétrica que passa por um determinado
ponto. A unidade de medida: ampere.
Geradores: Dispositivos que fornecem energia elétrica aos circuitos
onde são inseridos.
FÍSICA 1
Recapitulando

Componentes básicos do sistema:


Gerador de alta tensão;
Transformador;
Retificador;
Tubo de raios X;
Circuitos de controle e segurança;
Painel de controle;
Sistema de resfriamento;
FÍSICA 1
Recapitulando
Esquema elétrico simplificado:
FÍSICA 1
Recapitulando

Fonte de alimentação no sistema de raio X, tem como papel principal, converte a energia
elétrica da fonte externa em uma forma adequada para alimentar o equipamento.
Entrada de energia: recebe a energia elétrica externa, através de uma tomada elétrica
padrão ou de uma conexão direta a uma fonte exclusiva.
Transformador (gerador de alta tensão): componente da fonte de alimentação, tem
como objetivo converter a tensão da corrente elétrica para níveis adequados para o
equipamento de raio X funcionar. Geralmente para dezenas ou centenas de quilovolts.
retificação: etapa seguinte da conversão de energia do transformado, ela vem colocando
a corrente elétrica para contínua, onde ela pode ter fluidez em uma direção.
Filtragem e estabilização: tem a função especifica de remover oscilação. Dentro disso,
promover a estabilização, dos circuitos, para garantir que a tensão de saída seja
constante.
Regulação de tensão e corrente: Esses circuitos monitoram a saída da fonte de
alimentação e fazem ajustes para garantir que a voltagem e a corrente estejam dentro
dos limites especificados.
FÍSICA 1
Sala de Raio- X

Equipamento de Raios-X:
Tubo de Raios-X: Este é o componente principal que gera os raio-X. O tubo é
montado em um suporte que pode ser fixo ou móvel e possui uma mobilidade de
angulação.
Painel de Controle: Painel onde o técnico de radiologia ajusta os parâmetros do
exame, como a tensão (kV), corrente (mA), e o tempo de exposição.
Mesa de Exame: É uma superfície onde o paciente é posicionado durante o exame.
Em geral, a mesa de raio- X possui movimentações que podem auxiliar durante o
exame.
Área de Proteção:
Blindagem de Chumbo: A sala de radiografia deve estar equipada com blindagem de
chumbo para proteger o operador e outras pessoas da radiação dispersa.
EPI (Equipamento de Proteção Individual): O técnico de radiologia e o paciente
podem usar aventais de chumbo e protetores para minimizar a exposição à radiação.
FÍSICA 1
Equipamento

Equipamento de Raios-X:
Tubo de Raios-X: Este é o componente principal que gera os raio-X. O tubo é
montado em um suporte que pode ser fixo ou móvel e possui uma mobilidade de
angulação.
Painel de Controle: Painel onde o técnico de radiologia ajusta os parâmetros do
exame, como a tensão (kV), corrente (mA), e o tempo de exposição.
Mesa de Exame: É uma superfície onde o paciente é posicionado durante o exame.
Em geral, a mesa de raio- X possui movimentações que podem auxiliar durante o
exame.
Área de Proteção:
Blindagem de Chumbo: A sala de radiografia deve estar equipada com blindagem de
chumbo para proteger o operador e outras pessoas da radiação dispersa.
EPI (Equipamento de Proteção Individual): O técnico de radiologia e o paciente
podem usar aventais de chumbo e protetores para minimizar a exposição à radiação.
FÍSICA 1
Tubo de Raio-x

Princiapal componente do equipamento de raio-x.


Principal utilidade é produzir radiação eletromagnética.
Sua composição:
Cátodo; filamentos e foco.
Ânodo: alvo, rotor.
Filtro;
Dispositivo de focalização.
Janela de vácuo.
Isolamento elétrico.
FÍSICA 1
Tubo de Raio-x
FÍSICA 1
Catódo

Filamento: Geralmente feito de tungstênio, é aquecido por


uma corrente elétrica para emitir elétrons através do
fenômeno de emissão termiônica.
Foco: O cátodo pode ter um ou mais focos, que
determinam a área a partir da qual os elétrons são
emitidos. Os tubos de raio X podem ter focos simples ou
focos múltiplos, dependendo da aplicação.
FÍSICA 1
Ânodo

Alvo: O ânodo é composto por um material pesado, como


tungstênio ou molibdênio, que recebe os elétrons emitidos
pelo cátodo. Os elétrons são desacelerados ao atingir o alvo,
produzindo radiação X.
Rotor: O ânodo é frequentemente montado em um rotor que
pode girar rapidamente. Isso ajuda a dissipar o calor gerado
pela interação dos elétrons com o alvo, permitindo uma
operação mais eficiente e prolongando a vida útil do tubo de
raio X
FÍSICA 1
Tubo de Raio-x
FÍSICA 1
Cátodo

O cátodo é a parte do tubo onde os elétrons são gerados por um processo chamado emissão termiônica.
Esses elétrons são acelerados em direção ao ânodo por uma diferença de potencial elétrico.

Material do Cátodo: o cátodo é feito de um filamento de tungstênio. O tungstênio é usado devido às suas
propriedades de alta resistência ao calor e à capacidade de emitir elétrons eficientemente sob altas
temperaturas.
Emissão Termiônica: O processo pelo qual os elétrons são gerados no cátodo é chamado de emissão
termiônica. Isso ocorre quando o filamento de tungstênio é aquecido a uma temperatura muito alta,
geralmente acima de 2000°C, por meio da passagem de uma corrente elétrica através dele. Esse
aquecimento causa a liberação de elétrons do filamento.
Forma e Estrutura: O cátodo é projetado para suportar altas temperaturas sem deformação. É uma
estrutura em forma de filamento ou uma peça em forma de copo contendo o filamento. O filamento é
geralmente envolto em um revestimento de isolamento para evitar descargas elétricas indesejadas.
Foco e Direção dos Elétrons: Os elétrons emitidos pelo cátodo são dirigidos em direção ao ânodo (ou
alvo) por meio da aplicação de um campo elétrico de alta voltagem. O tamanho do filamento e a forma
do campo elétrico influenciam a forma como os elétrons são direcionados, afetando assim a qualidade da
imagem de raios-X produzida.
FÍSICA 1
Ânodo
O ânodo é a parte do tubo onde os elétrons acelerados colidem. É nesse ponto que ocorre a geração de raios-X. A
colisão dos elétrons com o ânodo resulta na conversão de energia cinética em energia de raios-X.
[Link] do Ânodo: O ânodo é geralmente feito de tungstênio ou outro metal de alta densidade, como
molibdênio ou ródio. Esses materiais são escolhidos por sua alta resistência ao calor e à capacidade de suportar o
impacto dos elétrons acelerados.
[Link] do Ânodo: O ânodo possui uma área chamada de "alvo" onde os elétrons, emitidos pelo cátodo, colidem.
Essa colisão é o que gera os raios-X. O alvo é projetado para ser fino o suficiente para permitir uma dissipação
eficiente de calor, mas também robusto o bastante para suportar as colisões repetidas dos elétrons.
[Link] Focal: Como mencionado anteriormente, a pista focal é a área específica no ânodo onde ocorrem as
colisões dos elétrons. É nesse ponto que os raios-X são emitidos de forma concentrada. A geometria da pista focal
pode variar dependendo do tipo de aplicação e do design do tubo de raios-X.
[Link]ção de Calor: Uma consideração crítica ao projetar o ânodo é a capacidade de dissipar o calor gerado
pelas colisões dos elétrons. Isso é importante para evitar o superaquecimento do ânodo, o que poderia danificar o
tubo de raios-X. Geralmente, o ânodo é resfriado por meio de um sistema de dissipação de calor, como a
circulação de óleo ou água em torno do alvo.
[Link]ção do Ânodo: Em alguns sistemas de raios-X, especialmente aqueles com alta carga de trabalho, o ânodo
pode ser rotativo. A rotação do ânodo ajuda a distribuir uniformemente o calor gerado pelas colisões dos elétrons,
prolongando assim a vida útil do tubo de raios-X.
FÍSICA 1
Ânodo
O ânodo é a parte do tubo onde os elétrons acelerados colidem. É nesse ponto que ocorre a geração de raios-X. A
colisão dos elétrons com o ânodo resulta na conversão de energia cinética em energia de raios-X.
[Link] do Ânodo: O ânodo é geralmente feito de tungstênio ou outro metal de alta densidade, como
molibdênio ou ródio. Esses materiais são escolhidos por sua alta resistência ao calor e à capacidade de suportar o
impacto dos elétrons acelerados.
[Link] do Ânodo: O ânodo possui uma área chamada de "alvo" onde os elétrons, emitidos pelo cátodo, colidem.
Essa colisão é o que gera os raios-X. O alvo é projetado para ser fino o suficiente para permitir uma dissipação
eficiente de calor, mas também robusto o bastante para suportar as colisões repetidas dos elétrons.
[Link] Focal: Como mencionado anteriormente, a pista focal é a área específica no ânodo onde ocorrem as
colisões dos elétrons. É nesse ponto que os raios-X são emitidos de forma concentrada. A geometria da pista focal
pode variar dependendo do tipo de aplicação e do design do tubo de raios-X.
[Link]ção de Calor: Uma consideração crítica ao projetar o ânodo é a capacidade de dissipar o calor gerado
pelas colisões dos elétrons. Isso é importante para evitar o superaquecimento do ânodo, o que poderia danificar o
tubo de raios-X. Geralmente, o ânodo é resfriado por meio de um sistema de dissipação de calor, como a
circulação de óleo ou água em torno do alvo.
[Link]ção do Ânodo: Em alguns sistemas de raios-X, especialmente aqueles com alta carga de trabalho, o ânodo
pode ser rotativo. A rotação do ânodo ajuda a distribuir uniformemente o calor gerado pelas colisões dos elétrons,
prolongando assim a vida útil do tubo de raios-X.
FÍSICA
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prof(a)
FÍSICA 1
Radiação
As radiações são produzidas por processos de ajustes
que ocorrem no núcleo ou nas camadas eletrônicas, ou
pela interação de outras radiações ou partículas com
o núcleo ou com o átomo.

Podemos categorizar em:


Ionizantes: São capazes de ionizar um átomo,
retirando um elétron de um nível de energia
tornando-o livre.
Não ionizante: Conseguem apenas excitações nos
elétrons.
FÍSICA 1
Radiação
FÍSICA 1
Origem das Radiações

COMO JÁ FALAMOS:
As radiações são produzidas por processos de ajustes que
ocorrem no núcleo ou nas camadas eletrônicas, ou pela
interação de outras radiações ou partículas com o núcleo
ou com o átomo.

Podemos dividir ou classificar em:


Radiações eletromagnéticas;
Radiações corpuscular
FÍSICA 1
Radiação eletromagnética
A radiação eletromagnética é constituída por vibração simultânea
de campos magnético e elétrico, perpendiculares entre si, originados
durante a transição, pela movimentação da carga e momento
magnético da partícula, quando modifica seu estado de energia,
caracterizado pelo momento angular, spin e paridade.
Raios X ;
Radiação Gama;

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