CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLOGICA PAULA
SOUZA
ETEC BEST-ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL BENEDITO STORANI
EXTENÇÃO EM. DOM MATHIAS
ELAINE CRISTINA MARASSATI NEVES
O PAPEL DO SINDICATO E A IMPORTÂNCIA DO DIÁLOGO
ENTRE A EMPRESA E OS TRABALHADORES E O IMPACTO NA
SOCIEDADE
VINHEDO
2017
ELAINE CRISTINA MARASSATI NEVES
O PAPEL DO SINDICATO E A IMPORTÂNCIA DO DIÁLOGO
ENTRE A EMPRESA E OS TRABALHADORES E O IMPACTO NA
SOCIEDADE
Trabalho de conclusão de curso,
apresentado a banca examinadora da
Escola ETEC Best Benedito Storani como
requisito de conclusão do curso Técnica em
Nível Médio de Técnico em Administração
sob orientação do Professor Alecir Pereira
da Cruz
ELAINE CRISTINA MARASSATI NEVES
O PAPEL DO SINDICATO E A IMPORTÂNCIA DO DIÁLOGO
ENTRE A EMPRESA E OS TRABALHADORES E O IMPACTO NA
SOCIEDADE
Trabalho de conclusão de curso,
apresentado a banca examinadora da
Escola ETEC Best Benedito Storani como
requisito de conclusão do curso Técnica em
Nível Médio de Técnico em Administração
sob orientação do Professor Alecir Pereira
da Cruz
Aprovada em
Banca Examinadora
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Professor
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Professor
_______________________________________________________
Professor
DEDICATÓRIA
AGRADECIMENTOS
RESUMO
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO
Capitulo 1
1. ASPECTOS GERAIS SOBRE OS SINDICATOS
1.1 Evolução Histórica
Logo após o fim da escravidão, os sindicatos surgiram no Brasil com a chegada dos
estrangeiros e esses sindicatos eram ligados a agricultura, a promessa era de
melhorar as condições de trabalho, com isso começaram as lutas sem interesse
político. Nessa época os empregados só tinham obrigações e o patrão só
comandava.
Com o Decreto nº 979, de 1903, os sindicatos foram legalizados no Brasil.
Logo após a industrialização surgiram os sindicatos para todos os
empregados de qualquer categoria e houve a liberdade de escolha quanto a sua
representação, esses primeiros sindicatos tinham clara função assistencial.
1.2 Sindicato na época de Getúlio Vargas
Getúlio Vargas encontra o país com a política abalada, ao assumir o poder,
trabalhadores insatisfeitos que faziam muitas greves pelo fato de não conseguirem
mudanças em seus locais de trabalho.
O então Presidente implantou em seu governo intervenções, que permitiam
que apenas um terço dos trabalhadores estrangeiros participassem dos sindicatos.
O Estado então resolveu limitar categorias e assim controlar a formação de
sindicatos.
Com a criação do Ministério do Trabalho em 1930, uma de suas funções era
organizar o proletariado.
Os estatutos dos sindicatos passam a ser padronizados, é permitido a
criação de apenas um sindicato por base territorial, colocando fim a pluralidade
sindical. Fica garantido ao dirigente sindical sua estabilidade no emprego e é
estabelecido o formato adotado até os dias de hoje, de sindicatos, federação e
confederação.
[Link] a Greve
A lei nº 9.070 de 1946, permite o direito de greve, muito usada como meio de
pressão em negociações não modificando porém a organização sindical e não
diminuindo a intervenção do Estado.
Poucas foram as mudanças, no período da ditadura mas há de se ressaltar o
crescimento do papel do sindicato no sistema político brasileiro, organizando as
greves e passeatas em movimentos favoráveis a democracia e a melhoria das
condições de trabalho.
Surgem com força nesse período as centrais sindicais que lideram os
movimentos e marcam a história do Brasil, o resultado dessa luta, pode se ver na
Constituição de 1988.
Para Alfredo J. Ruprecht a greve é:
“ (...) um fenômeno social, com amplas repercussões na vida de
relações, que tem intima correlação com o ambiente em que se
desenvolve, relações que a qualificam como um fenômeno
sociológico” (RUPRECHT, Alfredo J. Relações Coletivas de Trabalho, Ed. LTr,
1995, pag. 764).
2 EVOLUÇÃO SINDICAL
2.1 A Constituição
Houveram alguns avanços quanto aos direitos sindicais com a Constituição
Federal de 1988, houve um crescimento da liberdade para formação dos sindicatos
e a legalização dos mesmos, que tiveram papel importante para o início da
democracia e o fim da ditadura.
2.2 A Liberdade Sindical
A liberdade Sindical foi uma conquista e pode ser vista de duas formas: na
coletiva como a liberdade de associação e liberdade de organização e na forma
individual que assegurava que cada pessoa teria o direito de fazer parte do
sindicado ou não.
2.3 A Unicidade Sindical
A Unicidade Sindical significa a possibilidade de haver apenas um sindicato,
em determinado espaço geográfico para uma categoria profissional, não podendo
assim, o mesmo individuo ser representado por mais de um sindicato.
2.4 Base Territorial
Para que seja organizado um sindicato, é necessária uma base territorial
mínima, que não pode ser inferior a um município, não podendo haver sindicatos
distritais, por bairros ou ainda por empresas. Isso se deve como forma de não haver
muitos sindicatos, o que representaria desunião da categoria.
2.5 Sistema Confederativo.
No inciso IV, do artigo 8º da Constituição Federal de 1988, estabelece uma
estruturação do sistema de representação sindical, que funciona com um sistema de
hierarquias: onde há os sindicatos que são representados pelas federações, que
recorrem para resolução dos conflitos e acima dele estão às confederações que
trazem a resolução dos problemas quando não é encontrada a solução pela
federação.
Na CLT no artigo 533 são denominadas, as federações e confederações
como associações sindicais de grau superior.
2.6 Contribuição Sindical Obrigatória
A temida contribuição Sindical obrigatória é vista com maus olhos até os dias
de hoje por uma grande parte dos trabalhadores, como os sindicatos são entidades
sem fins lucrativos e precisam de alguma forma financeiramente representar seus
sindicalizados e proporcionar condições de atendê-los com a contratação de
advogados para assessorar em caso de processos e manter a base para recebê-los
em caso de dúvidas.
Foi definido que deve ser enviada para os sindicatos de cada categoria que o
trabalhador faz parte, uma contribuição referente há um dia anual do trabalho, que
não passe pelas mãos do empregado mas sim vai direto para o sindicato.
CONCLUSÃO
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
AROUCA, José Carlos. O sindicato em um Mundo Globalizado. São Paulo,
Ed. LTr, 2003.
Consolidações do Direito do Trabalho (Decreto de Lei nº 5.452 de 1º de maio
de 1943)
CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988
PINTO, José Augusto Rodrigues. Direito Sindical e Coletivo do Trabalho. São
Paulo; LTr, 1998.
RUPRECHT, Alfredo J. Relações Coletivas de Trabalho, Ed. LTr, 1995.