Indenização por doença do trabalho
Texto extraído do Jus Navigandi
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Petição inicial de ação de indenização por danos morais, causados por doença profissional do
trabalho.
Elaborado por: Maria Edy Campos Rolim.
Colaboração enviada por: Maria Edy Campos Rolim, advogada em Guarulhos (SP)..
EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA MM. VARA CÍVEL
DA COMARCA DE GUARULHOS
JOSÉ LUIS MATEUS, brasileiro, solteiro, maior, nascido aos
13.09.65,montador de máquina II,portador do RG nº 3.165.142 e do CPF nº
078.101.688-60, residente e domiciliado em Guarulhos/SP, na Rua Roberto, 12 -
Jardim Pres. Dutra (cep: 07171-260),por sua advogada que esta subscreve
conforme instrumento de mandato em anexo (doc. 1) vem, com o devido respeito à
presença de [Link]., propor como por proposto tem a presente AÇÃO
REPARATÓRIA DE DANOS POR ATO ILÍCITO decorrente de DOENÇA
PROFISSIONAL DO TRABALHO, nos termos dos artigos 159,1518,1521 e 1522
do Código Civil Brasileiro contra a empresa denominada MALTA INDÚSTRIA E
COMÉRCIO LTDA. e/ou sucessora, sediada em Guarulhos/SP, na Rua Luiz
Rodrigues de Freitas, 621 - V. R. Minelia (cep: 07034-050), pelos motivos de fato e
de direito que doravante passa a expor e a esclarecer:
01 - PRELIMINARMENTE
Do pedido da Justiça Gratuita,com fulcro no artigo 5º LXXIV da Constituição
Federal, combinado como artigo 19 do Código de Processo Civil Brasileiro, requer
respeitosamente à [Link]., digne-se de conceder-lhe os benefícios da JUSTIÇA
GRATUITA, isentando-o do pagamento e/ou despesas processuais.
02 - DOS FATOS
O Autora ingressou aos serviços da empresa Ré em data de 04.04.94, para
exercer a função de montador de máquina II, quando foi dispensado sem justa
causa em data de 28.08.95,época em que percebia a importância de R$ 453,60
(quatrocentos e cinqüenta e três reais e sessenta centavos) por mês, ou seja, o
valor/hora de R$ 1,89.
O salário da Autor na função exercida, devidamente atualizado para o mês
de julho/97 importa no valor de R$ 565,10 (quinhentos e sessenta e cinco reais e
dez centavos), que é o resultado obtido pela multiplicação de R$ 453,60 pelo
coeficiente de atualização de débitos trabalhistas de agosto/95 = 1,245818.
O Autor laborava na empresa Ré no setor de montagem de peças de
veículos, fabricando modelos de peças com a utilização da fundição através de
pedais, utilizando produtos químicos tais como o querosene e o grafite, bem como
exposto diariamente a níveis não permissíveis de ruído diário devido a existência
de onze (11) máquinas sempre ligadas em conjunto, sempre ruidosas e com alta
pressão sonora, de forma contínua e sem pausa para descanso durante toda a
jornada de trabalho, sendo certo que a empresajamais se preocupou em atenuar
ou eliminar os índices de ruído, determinados na NR-15 item 15.4.1.a, b, deixando
dessa forma seus funcionários expostos às condições insatisfatórias de trabalho, o
que levou a Autora apresentar Disacusia Neurosensorial bilateral, isto é, portador
de surdezprofissional (vide [Link]).
No ato da admissão na empresa Ré, o Autor gozava de plena capacidade
física e mental, conforme demonstram os exames médicos admissionais a que fora
submetidos pela Ré,a qual deverá trazer aos autos por força do artigo 355 e 359
do Código de Processo Civil Brasileiro e Portaria nº 3.214 de 08.06.78, NR-7 itens
7.1, [Link]. [Link], 7.1.5.
Que no decorrer do ano laborado, o Autor começou a sentir problemas
auditivos, e mesmo tendo procurado o serviço médico da empresa e do Sindicato,
o problema continuou persistindo causando fortes dores no conduto auditivo,
sendo certo que após os tratamentos paliativos era sempre recolocado na mesma
função e ritmo de trabalho, o que cada vez mais agravou a sua doença,
contrariando disposição expressa no sentido de que ao retornar ao trabalho, a
exigência da produção deveria permitir um retorno gradativo aos níveis de
produção e ainda contrariando o disposto na NR-1, item 1.7, "c ", alínea I,II,III e IV
da Portaria 3.214 de 08.06.78, Lei nº 6.514/77 do Ministério do Trabalho,
adquirindo assim a DOENÇA PROFISSIONAL da qual é portadora e, mesmo
assim a empresa Ré não considerou acidente do trabalho, como determina a Lei
nº 8.213 de 24.07.91, artigos 20 a 22, Lei nº 6.367 de 19.10.76, artigo 2º,
parágrafo 1ºe artigo 14, Comunicações ao INSS.
03 - OMISSÃO DAS PRECAUÇÕES ELEMENTARES DESEGURANÇA DO
TRABALHO
A culpa da empresa Ré caracterizou-se pela inobservância das normas de
Segurança do Trabalho, Lei nº 6.514 de 22.12.77, Portaria nº 3.214 de 08.06.78,
NR- 1 item 1.7, que regra caber ao empregador: b) elaborar ordens de serviços
sobre segurança e medicina do trabalho, dando ciência aos empregados, com os
seguintes objetivos:
IV) "determinar os procedimentos que deverão ser adotados em caso de
acidente do trabalho e Doenças Profissionais do Trabalho". R
Lei nº 8.213 de 24.07.91, artigo 19 - parágrafo 1º
"A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e
individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador".
parágrafo 3º
"É dever da empresa prestar informações pormenorizadas sobre os riscos
da operação a executar e do produto a manipular".
Portaria nº 3.214 de 08.06.79 NR - 7, item 7.2.2.
"Quando da realização do exame demissional de diagnosticar DOENÇA
PROFISSIONAL ou do Trabalho, ou dela se suspeitar, a empresa deve
encaminhar o empregado imediatamente ao INPS, para os devidos fins ".
NR-15, item 15.4.1,a
"a adoção de medidas de ordem geral que conservem o ambiente de
trabalho dentro dos limites de tolerância ".
Constituição Federal 1.988 - art. 7º , XXII
" redução dos riscos iminentes ao trabalho, por meio de normas de saúde,
higiene e segurança ".
A doença profissional denominada DISACUSIA NEUROSENSORIAL
BILATERAL adquirida pela Autora devido à exposição diária e de forma contínua a
níveis elevados de ruído, causados pelas onze(11)máquinas em uso no setor de
trabalho, o que colocou à mostra injustificável falha e negligência nas condições de
segurança dos empregados da empresa Ré, com omissão de cautelas que
poderiam evitar as trágicas conseqüências previstas na legislação e aplicável à
espécie.
Assim, está plenamente caracterizado o nexo causal e a falta de
procedimento da empresa para evitar a eclosão da doença.
O Contrato de Trabalho contém implicitamente cláusula assecuratória das
condições de segurança e saúde do trabalhador, de modo que sua inexistência
caracteriza inadimplemento da obrigação contratual ensejadora da Ação Civil
Reparatória.
Nessas circunstâncias, o infortúnio laboral ocorreu não pelo risco da
atividade para a qual a Autora foi contratada, mas por inexecução de uma
obrigação que compete ao empregador caracterizando um ato ilícito de natureza
contratual.
04. FUNDAMENTOS JURÍDICOS DO PEDIDO
Doutrina -Direito- Jurisprudência
A empresaRé com culpa deu causa à DOENÇA PROFISSIONAL,por
"imprudência e negligência ", conforme reza o artigo 159 do Código Civil Brasileiro.
" Aquele que por omissão voluntária, negligência, imperícia, viola direitos, ou
causa prejuízos a outrem fica obrigado a reparar o dano ".
Súmulas do STF
229 -" A indenização acidentaria não exclui a do direito comum, em caso de
dolo ou culpa grave do empregador ".
341 - " É presumido a culpa do patrão ou comitente pelo ato culposo do
empregado ou preposto ".
Lei nº 8.213 de 24.07.91 - artigo 121
" O pagamento pela previdência social das prestações por acidente de
trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem".
artigo 19 - parágrafo 2º
"Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de
cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho ".
Constituição Federal - 1.988 - artigo 7º, XXVIII
"Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo empregador sem excluir a
indenização a que está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa ".
Aresponsabilidade é subjetiva e a partir da Constituição Federal de 1.988
não mais se exige a prova da culpa grave do empregador ou seus
prepostos,bastando a culpa simples nos termos do artigo 7º, XXVIII, o que não
exclui a responsabilidade objetiva nas hipóteses já consagradas pela lei, doutrina e
jurisprudência.
PONTES DE MIRANDA já afirmava que:
"quem cria o perigo, ainda que não tenha culpa, tem o dever de eliminá-lo ".
05. DO PEDIDO
Com fundamento nos artigos 159,962,[Link] a 1.532, 1.538 a 1.553 do Código Civil
Brasileiro, Lei nº 8.213 de 14.07.91, artigos 19,22,121 e 127, Súmulasnºs 229 e 341 do
Supremo Tribunal Federal, Portaria 3.214 de 08.06.78, requer a condenação da empresa
Ré nas seguintes verbas:
a)Indenização por arbitramento pela incapacidade parcial do Autor para
exercer seu ofício a partir da data do evento, no valor dos ganhos reais da vítima,
quer a título de salário direto, quer indireto, incluindo-se as horas extras e as
integrações nos 13º salários, DSR’s, FGTS, férias + 1/3, devendo a indenização
ser corrigida no tempo, nos termos da Súmula 464 do STF, sendo que as
prestações vencidas até o efetivo pagamento deverão ser acrescidas de correção
monetária e juros legais - art. 962 e 1.539 do Código Civil. Entretanto, para facilitar
o pedido, observamosque o Autor trabalhou na empresa Ré pelo período de
1(hum) ano e 4(quatro) meses, que totalizam 18 meses (1 ano e 4 meses
multiplicados por 14 meses), o que resulta atualmente na importância de R$
10.171,80 (dez mil cento e setenta e hum reais e oitenta centavos).
b)a indenização mencionada deverá vigorar desde a data do evento até
aquela em que a vítima completaria setenta (70) anos de idade, mesmo porque
está sendo recusada nos exames admissionais para novos empregos, o que lhe
acarreta a impossibilidade de sustentar e se manter condignamente.
" A provável idade limite da vítima deve ser fixada em 70 anos, se a
Constituição da república estabeleceu limite de atividade dos servidores
públicos(art. 101, II), não há como considerar em base inferior o daqueles que
exerçam suas atividades em outros setores".
O Autor foi dispensado das suas atividades na empresa Ré em data de
28/08/95, quando contava apenas com 27 (vinte e sete) anos de idade, faltando
assim 43 (quarenta e três) anos para que venha completar 70 anos de idade, ou
seja, 516 (seiscentos e dois) meses, o que resultará atualmente na importância de
R$ 291.591,60(duzentos e noventa e um mil, quinhentos e noventa e um reais e
sessenta centavos).
Dessarte, a empresa Ré deverá arcar com a indenização sobre os anos
trabalhados e acrescidos dos anos restantes, devidamente calculados sobre o
valor de um salário mensal devidamente atualizado, o que hoje soma o valor de R$
301.763,00 (trezentos e um mil, setecentos e sessenta e três reais).
c) Pagamento das despesas com tratamento médico do Autor enquanto for
necessário, para minimizar as conseqüências da doença profissional - art. 1.539 -
C. Civil.
Observe-se que o Autor, desde seus 27 anos de idade se encontra
impossibilitado para exercer a sua profissão, o que lhe acarreta inquietude quanto
aos seus parcos rendimentos, aos gastos efetuados com tratamento médico e
hospitalar para minimizar o problema da surdez adquirida.
Dessa forma, deve a empresa Ré arcar mensal ou anualmente com todo o
tratamento médico e hospitalar e medicamentos, sem prejuízo da indenização
pleiteada e pelo período e tempo necessários para atenuar ou minimizar as
conseqüências e seqüelas deixadas pela doença profissional a que o Autor foi
vitimado ao laborar no estabelecimento da empresa.
d)Indenização pela incapacidade total e temporária da vítima para exercer o
seu ofício, a título de lucros cessantes.
O Autor ao adquirir a doença profissional nas dependências e sob a
subordinação da empresa Ré vem sofrendo dificuldades para se empregar em
outra empresa por não passar nos testes de admissão, quando estes são
rigorosamente requisitados conforme determinação legal (MTb -
exameadmissional).
Por esses fatos indiscutíveis, deve a empresa Ré arcar com os lucros
cessantes, levando-se em conta o último salário devidamente atualizado e
recebido pelo Autor, calculados pelo período vencido e vincendo, até que por força
da idade ele deixaria de receber, vez que por negligência e imprudência da própria
empresa Ré, vindo a condenar a Autora a sobreviver com a doença que lhe
dificulta e lhe causa enormes problemas na sociedade.
e) Indenização por danos morais, representados pela vergonha, angústia,
sofrimentos e sensação de inferioridade em seus mais íntimos sentimentos, frente
a seus familiares, amigos e sociedade, por ter deixado de escutar dentro dos
padrões normais.
" VI Encontro Nacional dos tribunais de Alçada entende que estes são
devidos, independentes da reparação de outra natureza"
(tese 3, ver DJE, 14.09.83, P.69 - proposição apresentada pelo J. Caetano José da
Fonseca, do I TARJ), citação da obra de Humberto Teodoro Júnior - Acidente do
Trabalho e Responsabilidade Civil Comum, editora saraiva, 1.987, pg. 203 e
Súmula nº 37 do STF, DF - 1.988 - art. 5º V, XX Código Civil, art. 1.538 e 1.539 (cf.
também "Jurisprudência Brasileira" 157/274)".
f)Despesas de processo e demais cominações legais
g) Honorários advocatícios no percentual de 20% (vinte) sobre o valor da
condenação e mais um ano das prestações vincendas nos termos do art. 2º e seus
parágrafos do Código de Processo Civil, caso a indenização seja arbitrada de
forma parcelada.
Ex positis, requer a Autora com o devido respeito à [Link].,que a
indenização a seu favor seja calculada sobre seu último salário devidamente
atualizado na forma requerida nos itens acima, ou devidamente arbitrados por
artigos, ou outro tipo de cálculo que V. Exa. houver por bem de determinar, como
de direito e Justiça.
06 - DO REQUERIMENTO DAS PROVAS
O Autor requer com fundamento no artigo 630, parágrafos 3 e 4 da
Consolidação das Leis Trabalhistas, na Lei nº 8.213 de 24.07.91, Portaria nº 3.214
de 08.06.78 e nos artigos 355 e 359 do Código de Processo Civil Brasileiro, a
apresentação de documentos pela empresa Ré, que deverá trazer aos autos com
sua defesa, sob pena de confissão quanto à matéria de fato:
a)a apresentação do atestado de saúde ocupacional e ficha de registro do
Autor.
NR - 7 item [Link]
" O médico que realizou o exame emitirá o atestado de saúde ocupacional
que deverá ficar arquivado junto a ficha de registro do empregado, no setor de
pessoal da empresa, para fins de fiscalização ".
" exame médico admissional periódico e demissional, NR - 7 item 7.2.2 e
guia de encaminhamento ao INPS, por ser portador de doença profissional ".
b) Controle periódico dos riscos ambientes previstos na NR-9 item 9.4, a.
c) Comunicação do acidente de trabalho previsto na NR-5 item 5.16 - letra h,
l, m, anexos I e II.
d) NR-4 item 4.12 - letra h e i, anexos III, IV, V e VI.
e)Instrução aos seus empregados: treinamento através de ordens de
serviços, CLT 157, II e NR-1, item 1.7.b.
f) NR-17 item 17.1.2 - 17.4 - 17.6.3, b, c e comprovação de pausas para
descanso e análise ergonômica do trabalho.
g) Lei nº 8.213 de 24.07.91, artigo 19, parágrafo 1º, dos meios de proteção à
segurança do Autor, artigo 19, parágrafo 3º, informe dos riscos da operação ao
empregado.
h)Termo de Rescisão Contratual.
Os documentos requeridos pela Autora são de porte obrigatório da empresa
Ré, por força de lei, com os quais a Autora pretende demonstra ao ínclito Juízo
que a Ré nada fez para protegê-la das condições adversas de trabalho,
requerimento esse fundamentado no item 6 " requerimentos ", e ainda nos artigos
355 e 359 do Código de Processo Civil, sob pena de confissão.
07 -DA PERÍCIA
O Autor apesar de já ter anexado aos autos exames médicos
comprobatórios da doença profissional adquirida, requer com o devido acato à
[Link]., seja determinada perícia médica para comprovação da doença
mencionada, bem como perícia de Engenharia de Segurança e Medicina do
Trabalho para se apurar as condições de trabalho exercidas pelo Autor na
empresa Ré, onde o perito nomeado deverá seracompanhado de um paradígma
do Autor durante todo o labor diário apontado, comprovando assim o nexo causal
apontado.
08 - CLÁUSULAS SALUTARES
Nestas condições, requer ainda, digne-se V. Exa. de ordenar a CITAÇÃO da
empresa Ré na pessoa de seu representante legal, para querendo, apresentar sua
contestação no prazo legal, sob pena de revelia e confissão, trazendo aos autos os
documentos solicitados, para ao fim ser esta ação julgada PROCEDENTE em
todos os seus termos, com a condenação da empresa Ré nas verbas já
especificadas anteriormente, cujo montante eqüivale em R$ 301.763,00 (trezentos
e hum mil, setecentos e sessenta e três reais), acrescidos de correção monetária e
juros legais de mora, além dos itens "c" a "e" com valores indenizatórios ainda a
serem arbitrados e calculados oportunamente, bem como custas e demais
despesas de estilo.
Protesta-se provar todo o alegado por meio de provas não vedadas ao
direito, especialmente pelo depoimento pessoal do representante legal da empresa
Ré, oitiva de testemunhas cujo rol será apresentado oportunamente, além de
perícias médicas no Autor e perícia de Engenharia de Segurança e Medicina do
Trabalho para se apurar as condições de trabalho exercidas pelo Autor na
empresa Ré, constatações, e juntada de novos documentos que se fizerem
necessários para contraprovano decorrer do processo.
Dá-se a presente causa o valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) para fins de
alçada e de custas.
Termos em que,
Pede Deferimento,
Guarulhos, 23 de julho de 1.997
Maria Edy Campos Rolim
OAB/SP nº 76.930
Sobre o autor
Maria Edy Campos Rolim
E-mail: advocaciarolim@[Link]
Home-page: [Link]
Sobre o texto:
Texto inserido no Jus Navigandi nº 26
Elaborado em 07.1997.
Informações Bibliográficas:
Indenização por doença do trabalho. In: Jus Navigandi, n. 26. [Internet]
[Link] [Capturado [Link].2002 ]