Heitor Torquato Batista ATIVIDADE DE PESQUISA
venda direta
O método de distribuição e vendas que aposta da forma de trabalho de vendedores
independentes, autônomos ou freelancers para realizar a comercialização de
[Link] seja, pode ser praticado diretamente por quem produz, por um
representante de uma empresa ou empreendedor que monte seu próprio estoque
de produtos e venda diretamente para seu público.
Diferentemente dos vendedores contratados com carteira assinada, aqueles que
praticam a venda direta.
A venda direta é um modelo de sistema comercial onde é possível atuar de diferentes
maneiras. Entre elas se destacam:
Party plan: esse é um formato que está se tornando cada vez mais comum, pois possibilita
promover um encontro — na casa de um consumidor, por exemplo —, dando a ele a
liberdade de convidar seus conhecidos para participar de demonstrações dos produtos
Venda porta a porta: uma maneira antiga e bastante comum de vender é a visita do
vendedor aos seus clientes (geralmente após agendamento prévio) para fazer a
demonstração dos produtos ou serviços;
Venda por catálogo: neste modelo de negócio, a marca oferece catálogos com a lista, fotos
e descrição dos produtos, para servir como suporte ao vendedor, na hora de apresentar as
informações ao cliente.
A venda direta é muito comum no mercado de cosméticos, perfumaria e higiene pessoal e
conta com as várias formas de abordagem de que falamos. Mas segundo a Associação
Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), existem outros segmentos que vem se
destacando — como vestuário, acessórios, cuidados com casa e alimentação, e até mesmo
alguns modelos de microfranquias.
vendas consultiva
A venda consultiva é uma abordagem na qual o vendedor atua também como um consultor.
Mais do que vender custe o que custar, o profissional ouve o possível cliente, entende suas
necessidades e procura, em conjunto com ele, a solução mais adequada.
A ideia surgiu ainda nos anos 1970, com o lançamento do livro Consultative Selling, do
vendedor B2B Mack Hanan.
Essa abordagem difere bastante da venda tradicional, aquela na qual o vendedor não se
preocupa em investigar os problemas que o cliente enfrenta e direciona os esforços para
fechar o negócio.
as vendas consultivas ganharam destaque por conta da grande transformação pela qual o
comportamento do consumidor passou, impulsionada pela internet. Hoje, os clientes
pesquisam características dos produtos e serviços online e acessam avaliações antes
mesmo de procurar a [Link] novo cenário, o vendedor não é mais o detentor das
informações. Cabe a ele, portanto, oferecer algo que não se pode encontrar nessas outras
fontes, que é entender a realidade do potencial cliente e de seu mercado de atuação e
oferecer uma solução personalizada conforme cada caso..
venda corporativa
A venda corporativa não é feita com base na emoção, mas sim na razão. Ao contratar um
produto ou um serviço, a empresa faz uma completa análise para ter certeza de que está
fazendo um bom negócio.
Por isso, uma negociação comercial costuma ser mais longa do que a tradicional, pois pode
envolver mais de uma pessoa no processo de decisão: sócio, jurídico, financeiro etc.
Um erro clássico que vendedores vindos do B2C cometem quando chegam ao B2B é falar
com os prospectos da mesma forma. Contudo, o script de vendas é completamente difA
começar porque o cliente da venda corporativa não está interessado em saber o quanto o
seu produto e a sua empresa são maravilhosos, e sim o quão eficazes são para solucionar
o problema que ele a abordagem na venda corporativa deve ser muito mais consultiva do
que comercial.
O vendedor deve se colocar na posição de um médico que está tratando de descobrir a
origem da dor do paciente para oferecer o medicamento certo em vez de simplesmente
vender o remédio.
venda casada
A venda casada ou venda condicionada à aquisição de outro item, muito embora aconteça,
não é permitida pelo Código de Defesa do Consumidor.
Oferecer produtos ou serviços considerados de auto valor agregado, condicionado a
aquisição de outro com menor valor agregado, ou impor quantidade, constitui a venda
casada.
O Código de Defesa do Consumidor, artigo 39, esclarece de forma inequívoca no: “Art. 39 –
é vedado ao fornecedor de produtos ou serviços, dentre outras práticas abusivas Inciso I:
condicionar o fornecimento de produtos ou serviços ao fornecimento de outro produto ou
serviço, bem como, sem justa causa, a limites quantitativos”.
Inclui-se também à prática a imposição de quantidade mínima, vender ou prestar serviços
com a aquisição de outro produto ou serviços da mesma empresa, ou seja, as negociações
interferem indevidamente na vontade do consumidor, que fica enfraquecido em sua
liberdade de opçã[Link] que se refere a limite quantitativo, entende-se que diz respeito ao
mesmo produto ou serviço. No entanto, neste caso, o Código não estabeleceu uma
proibição absoluta. Assim o limite quantitativo é admissível desde que haja justa causa para
imposição.Há exceções e podem ser aplicadas aos limites em que a quantidade desejada
pelo consumidor seja respeitada. O fornecedor não pode obrigar o consumidor a contratar a
mais ou a menos do que suas necessidades, porém a exemplo, no comércio atacadista a
prática é lícita, pois constitui a venda de grandes volumes de um produto. Também a cO
Código de Defesa do Consumidor considera a venda casada uma prática abusiva e infração
da ordem econômica-cobrança de tarifa básica, como a de telefonia e o fornecimento de
água são práticas lícitas.
venda consignada
A consignação funciona como um contrato estimatório, em que o produtor faz um contrato
com o vendedor, comprometendo-se a deixar seus produtos para que fiquem acessíveis ao
consumidor final. Caso não sejam vendidos, poderá ser feita a devolução deles.
Ambas as partes definem um valor para os produtos, de forma que todos os custos sejam
cobertos e também haja uma margem de lucro e uma comissão, tanto para o vendedor
quanto para o produtor.
Esse tipo de venda é muito importante para todos os empreendedores, em qualquer fase de
sua vida comercial. Afinal, dessa forma, não é preciso se preocupar em gerenciar lojas com
altos custos de manutenção e impostos para vender seus produtos. Basta encontrar
vendedores parceiros que ajudem com esses recursos que já estão disponíveis.
A venda consignada é a principal fonte de renda dos grandes comércios varejistas, pois
esses não produzem, somente repassam produtos de outras marcas. Assim, fica a cargo do
vendedor elaborar o plano de marketing para a venda dos produtos, além de anunciá-los
aos clientes.
Uma vantagem competitiva para os vendedores é a liberdade de ter um estoque maior com
um investimento pequeno e com risco quase zero de prejuízo. Isso se dá pelo fato de o
comerciante não ser o responsável de arcar com o valor dos produtos que não foram
vendidos.
Já o fornecedor precisa estar atento em manter seu estoque sempre em dia para não correr
o risco de fechar grandes vendas sem ter a condição de atender aos pedidos.
Vender consignado reduz a margem de risco para o fornecedor e para o vendedor. Esse
tipo de venda também favorece o mercado financeiro e, assim, as oportunidades de
crescimento econômico são muito maiores. Isso porque gera empregabilidade e, quanto
mais gente trabalhando, mais o capital econômico cresce.