REQUISITOS DE SISTEMAS
APRESENTAÇÃO
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BEM VINDO (A) Á DISCIPLINA: REQUISITOS DE SISTEMA
Brooks Jr., em um antigo artigo publicado pela IEEE Computer, entitulado como No Silver Bullet: Essence and
Accidents in Software Engineering (IEEE Computer, abril 1987), define: “A parte mais árdua na construção de
um sistema de software é decidir o que construir. Nenhuma outra parte do trabalho compromete mais o sistema
se for feito de forma imprópria. Nenhuma outra parte é mais difícil de corrigir a posteriori.”
Para os mais tecnicistas (e até muitos analistas), certamente existe uma grande dificuldade em compreender a
veracidade desta mensagem. É comum nos preocupamos bastante é com a linguagem de programação, base de
dados ou quaisquer outros recursos no tocante a base tecnológica. Contudo, cometemos uma grave e custosa
infração: definir o que realmente o sistema deve fazer; quais são as entradas disponíveis e as saídas esperadas
para o sistema.
Nesta disciplina, teremos a oportunidade de compreender a importância na definição dos requisitos de software,
identificando como ela contribui para o desenvolvimento de um sistema de qualidade, ou seja, que os objetivos
estão alinhados com a necessidade, evitando surpresas ou pouco entendimento sobre o que realmente se deseja.
O término do estudo dessa disciplina propiciará uma visão sobre os benefícios de se conhecer bem os requisitos
desejados, e como estes irão proporcionar um sucesso no que diz respeito a assertividade do produto de
desenvolvimento de software, ou seja, em um sistema que realmente satisfação as necessidades dos usuários.
Aula 1: Introdução a Requisitos de Sistemas
Conceito de qualidade. Garantia de qualidade de software. Levantar e documentar bem requisitos de projetos
(principalmente de projetos de software). Importância de requisitos bem especificados e documentados
comentando sobre erros de sistemas, funcionalidades, que não atendem ao negócio suporte pelo software e os
sistemas que sofrem manutenção por erros de especificação ou sistemas que são abandonados durante o
desenvolvimento ou já depois de implementados por não atenderem de forma correta o negócio.
Aula 2: Níveis de Requisitos: Requisitos de Usuários e Requisitos de Sistemas.
Identificar e diferenciar as especificidades e diferenças entre os requisitos. Os requisitos de domínio são
derivados do domínio da aplicação do sistema. Os requisitos de usuário englobam funcionais e não funcionais de
forma que eles sejam entendidos por usuários do sistema mesmo que não possuam conhecimento técnico
detalhado. Apresentar alguns exemplos de documentação de requisitos e os problemas gerados por utilizar
técnicas não específicas para a documentação, por exemplo, a linguagem natural (problemas relacionados a falta
de clareza, confusão de requisitos, fusão de requisitos, erros de interpretação por usuários e desenvolvedores,
etc.), exemplificar os requisitos obrigatórios e requisitos desejáveis e qual a forma correta de documentação.
Aula 3: Tipos de Requisitos: Funcionais, Não Funcionais e Regras de Negócios
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Apresentar os conceitos e a diferença entre os requisitos funcionais e não-funcionais. Destaque a importância
das métricas para especificar os requisitos não funcionais. Conceito completeza (todos os serviços exigidos pelo
usuário devem ser definidos.) e consistência (os requisitos não devem ter definições contraditórias).
Aula 4: Identificação de stakeholders
Técnicas de levantamento de requisitos. Apresentar o de stakeholders. Características dos stakeholders.
Métodos para boa interação com stakeholders. Conhecer técnicas para levantamento de requisitos. Identificar as
melhoras técnicas para cenários diferentes.
Aula 5: Documentação de Requisitos de Software
Capítulo introdutório. Itens do documento de requisitos: (1) os serviços e funções que o sistema deve
proporcionar; (2) os constrangimentos sob os quais o sistema deve operar; (3) propriedades genéricas e
constrangimentos relativos às propriedades emergentes do sistema; (4) definições de outros sistemas com os
quais o sistema deverá ficar integrado; (5) informação acerca do domínio de aplicação do sistema; (6)
constrangimentos do processo utilizado para desenvolver o sistema; (7) descrições do hardware no qual correrá
o sistema. Utilidade de um documento de requisitos: aquisição de software pronto. Metodologias ágeis no
levantamento de requisitos em diferentes abordagens no desenvolvimento de software.
Aula 6: Engenharia de Requisitos e Estudos de Viabilidade
Nessa etapa iremos imergir detalhar nos conteúdos sobre a engenharia de requisitos, inclusive nossa aula de
hoje iniciar pelos fundamentos dessa área, destacando a importância no resultado de um software que atenda as
necessidades dos usuários.
Aula 7: Elicitação de Requisitos
Segunda etapa das nossas aulas sobre as atividades da área de requisitos.
Continuaremos imersos nos conteúdos sobre a engenharia de requisitos; nossa aula de hoje trabalhar sobre a
elicitação de requisitos, destacando a importância no resultado de um software que atenda as necessidades dos
usuários.
Aula 8: Validação de Requisitos
Identificar mais uma atividade da engenharia de requisitos. Reconhecer o processo de validação de requisitos.
Verificar o motivo e a importância da validação de requisitos.
Aula 9: Gerenciamento de Requisitos
Conhecer mais uma atividade da engenharia de requisitos. Identificar a função da atividade de gerenciamento de
requisitos. Reconhecer a importância do controle de mudanças.
Aula 10: Casos de Uso
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Identificar a utilidade de casos de uso para a engenharia de software. Reconhecer como o caso de uso contribuiu
para a área de requisitos de sistemas. Conhecer a estrutura dos casos de usos. Obter uma introdução sobre a
linguagem UML.
Bibliografia
SOMMERVILLE, I., Engenharia de Software, 9ª Edição. Pearson, 2011.
PRESSMAN, R., Engenharia de Software, 6ª Edição. McGraw-Hill, 2006.
NOGUEIRA, Marcelo. Engenharia de Software, 1ª Edição. Ciência Moderna, 2009.
Avaliação
A avaliação é continua, integradora, com ênfase nos aspectos colaborativos, incluindo tarefas coletivas, e
contempla o diagnóstico, o processo e os resultados alcançados por intermédio de avaliações diagnósticas,
formativas e somativas, considerando os aspectos da autoavaliação.
A avaliação somativa da aprendizagem é realizada presencialmente pelo aluno no IES e segue a normativa da
Universidade. A(s) prova(s) presencial(is) segue(m) o calendário acadêmico divulgado para o aluno.
Durante o Curso, os alunos realizam atividades propostas, compostas de questões objetivas e discursivas
referentes ao conteúdo estudado, podendo ser elas de autodiagnóstico ou de discussão.
Ao final dessa disciplina você será capaz de:
• Apresentar os conceitos fundamentais e importância dos requisitos no processo de desenvolvimento de
software.
• Compreender o que vem a ser qualidade, e como podemos desenvolver um sistema com qualidade.
• Apresentar as atividades envolvidas para elicitação e validação dos requisitos, evidenciando a
importância de cada uma delas e as diferentes técnicas utilizadas, bem como o relacionamento entre elas.
• Ter uma visão sobre a engenharia de requisitos de software.
• Desenvolver senso crítico do aluno mostrando a necessidade do gerenciamento de requisitos para
apoiar cada atividade do ciclo de vida de software.
Fique atento (a) e bons estudos!
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