Posologia do Leisguard para Cães
Posologia do Leisguard para Cães
Cada ml contém:
Substância(s) ativa(s):
Domperidona 5 mg
Excipientes:
Parahidroxibenzoato de metilo (E218) 1,80 mg
Parahidroxibenzoato de propilo 0,20 mg
Amarelo de quinolina (E104) 0,20 mg
3. FORMA FARMACÊUTICA
Suspensão oral.
Suspensão amarela.
4. INFORMAÇÕES CLÍNICAS
4.1 Espécie(s)-alvo
Caninos (Cães).
Redução do risco de desenvolvimento de uma infeção ativa e doença clínica no caso de contacto com
Leishmania infantum, através do aumento da resposta imune com mediação celular.
A eficácia do medicamento veterinário foi demonstrada em cães sujeitos a exposições naturais múltiplas ao
parasita em zonas com alto risco de infeção.
Controlo da progressão clínica da leishmaniose canina em estadios iniciais da doença (cães com níveis de
anticorpos positivos baixos a moderados e sinais clínicos ligeiros como linfadenopatia periférica ou
dermatite papular).
4.3 Contraindicações
Não administrar sempre que a estimulação da motilidade gástrica possa ser perigosa, por exemplo, em
presença de hemorragia gastrointestinal, obstrução mecânica ou perfuração.
Não administrar em caso de hipersensibilidade à domperidona, ou a algum dos excipientes.
Não administrar em animais com tumores da hipófise produtores de prolactina.
A domperidona é metabolizada no fígado, por isso não deve ser administrada a animais com insuficiência
hepática.
No caso de infeções graves, deve instituir-se tratamento etiológico adequado de forma a reduzir a carga
parasitária antes de considerar o tratamento com este medicamento veterinário.
Precauções especiais a adotar pela pessoa que administra o medicamento veterinário aos animais:
As pessoas com hipersensibilidade conhecida à domperidona ou a algum dos excipientes devem evitar o
contacto com o medicamento veterinário.
Em caso de ingestão acidental, consulte um médico e mostre-lhe o folheto informativo ou o rótulo do
medicamento veterinário.
Se desenvolver sintomas após a exposição, como rash cutâneo, deve consultar imediatamente um médico e
mostrar-lhe este aviso. O inchaço da cara, lábios ou olhos ou dificuldade em respirar são sintomas mais
graves e necessitam de atenção médica urgente.
Não fumar, comer ou beber quando manusear este medicamento veterinário.
Em ocasiões raras, têm-se observado alterações das glândulas mamárias (hiperplasia da mama e aumento da
produção de leite). Isto é considerado uma consequência dos picos de prolactina induzidos pela domperidona
que desaparecem após interrupção do tratamento.
Em ocasiões raras, têm-se observado apatia e alterações digestivas (dor abdominal, diarreia e perda de
apetite) que desaparecem quando o tratamento é interrompido.
*
A frequência dos eventos adversos é definida utilizando a seguinte convenção:
- muito frequente (mais de 1 em 10 animais tratados apresentando evento(s) adverso(s));
- frequente (mais de 1 mas menos de 10 animais em 100 animais tratados);
- pouco frequente (mais de 1 mas menos de 10 animais em 1.000 animais tratados);
- rara (mais de 1 mas menos de 10 animais em 10.000 animais tratados);
- muito rara (menos de 1 animal em 10.000 animais tratados, incluindo notificações isoladas).
A cabergolina é um agonista da dopamina que inibe a libertação de prolactina pela hipófise. Por isso, os seus
efeitos são antagonistas aos da domperidona.
Não administrar com antiácidos estomacais como o omeprazol, cimetidina ou antiácidos.
A domperidona não deve ser administrada com dopaminérgicos como a dopamina ou dobutamina.
0,5 mg/kg/dia, equivalente a 1 ml/10 kg do medicamento veterinário, uma vez ao dia, durante 4 semanas
consecutivas.
O medicamento veterinário pode ser administrado diretamente na boca do animal ou misturado na comida.
Para assegurar uma dosagem correta, o peso corporal deve ser determinado com a maior precisão possível.
A) Redução do risco de desenvolvimento de uma infeção ativa e doença clínica após contacto com
Leishmania infantum.
Em animais seronegativos que nunca mostraram nenhum sinal de infeção por Leishmania spp., mas vivem
ou viajem para uma zona endémica, devem ser programados tratamentos com domperidona, tendo em
consideração a prevalência temporária dos vetores de leishmaniose (Plebotomus spp.) na área geográfica da
localização ou destino do animal.
Em áreas com alta prevalência ou em climas com estação infetante longa, deve administrar-se um tratamento
a cada 4 meses. Na área Mediterrânica, será aconselhável tratar em junho, outubro e fevereiro.
Em áreas com baixa prevalência, pode ser suficiente um tratamento no início da estação infetante e outro
pouco depois do final.
Em todos os casos, a estratégia de tratamento deve ser estabelecida pelo médico veterinário de acordo com a
incidência local da doença e a presença temporária dos vectores infetantes.
O tratamento deve ser iniciado imediatamente após o diagnóstico para ajudar os animais a autolimitarem a
doença.
O tratamento com o medicamento veterinário deve ser repetido quando necessário, de acordo com o
acompanhamento clínico e serológico realizado pelo médico veterinário.
Nos estudos de tolerância realizados em cães, este medicamento veterinário foi administrado em doses 5
vezes superiores à recomendada durante períodos até um ano sem efeitos adversos notificáveis.
Não aplicável.
5. PROPRIEDADES FARMACOLÓGICAS
Grupo farmacoterapêutico: outros agentes antiprotozoários.
Código ATCvet: QP51AX24.
Absorção
Nos cães em jejum, a domperidona é rapidamente absorvida, atingindo um pico plasmático (Cmax) de 16,6
ng/ml na 2ª hora após a administração oral. A biodisponibilidade oral absoluta da domperidona é baixa
(24%) devido a um extensivo metabolismo de primeira passagem intestinal e hepático. A biodisponibilidade
da domperidona não é afetada quando é administrada com a comida.
Em estudos realizados em cães com dosagens orais entre 2,5 e 40 mg/kg, a domperidona não se acumula ou
induz a sua própria metabolização. A domperidona liga-se em 91-93% às proteínas plasmáticas.
Distribuição
Os estudos de distribuição com substância radioativamente marcada em animais, mostraram uma grande
distribuição tecidular, embora não atravesse a barreira hematoencefálica. Pequenas quantidades de substância
atravessam a placenta em ratos.
Metabolização
A domperidona sofre uma metabolização hepática rápida e extensiva por hidroxilação e N-desalquilação. A
hidroxilação aromática da domperidona produz (hidroxi-domperidona) que é o principal metabolito que se
encontra nas fezes. Os metabolitos N-desalquilados e os seus conjugados podem detetar-se na urina. Nenhum
dos metabolitos identificados tem alguma atividade farmacológica.
Excreção
A semivida de eliminação (T1/2) é de 3,2 h. O volume de distribuição (Vd) é de 3,3 L/kg, e a depuração
plasmática (Cl) de 0,73 l/h/kg. A proporção de medicamento veterinário excretado inalterado é pequena
(15% da excreção fecal e aproximadamente 2% da excreção urinária). A quantidade excretada nas fezes ou
urina corresponde a 60% e 28% da dose oral, respetivamente. Podem encontrar-se muito pequenas
quantidades no leite.
6.2 Incompatibilidades
Na ausência de estudos de compatibilidade, este medicamento veterinário não deve ser misturado com
outros.
Prazo de validade do medicamento veterinário tal como embalado para venda. 4 anos.
Prazo de validade após a primeira abertura do acondicionamento primário: 8 meses.
Frasco de polietileno de alta densidade (HDPE) de 60 ml, fechado com um adaptador em polietileno de baixa
densidade (LDPE) e um fecho com rosca à prova de crianças de alta densidade (HDPE).
O medicamento veterinário é fornecido com duas seringas (corpo em LDPE, êmbolo em LDPE e junta de
elastómero em polistireno (PS)), uma graduada até 1,5 ml e a outra graduada até 5 ml.
DIVASA-FARMAVIC, S.A.:
Apresentações:
Caixa de cartão com 1 frasco de 60 ml e duas seringas de 1,5 ml e 5 ml
Caixa de cartão com 2 frascos de 60 ml e duas seringas de 1,5 ml e 5 ml
Caixa de cartão com 3 frascos de 60 ml e duas seringas de 1,5 ml e 5 ml
Caixa de cartão com 4 frascos de 60 ml e duas seringas de 1,5 ml e 5 ml
SINCROFARM, S.L.:
Apresentações:
Caixa de cartão com 2 frascos de 60 ml e duas seringas de 1,5 ml e 5 ml
Caixa de cartão com 3 frascos de 60 ml e duas seringas de 1,5 ml e 5 ml
Caixa de cartão com 4 frascos de 60 ml e duas seringas de 1,5 ml e 5 ml
O medicamento veterinário não utilizado ou os seus desperdícios devem ser eliminados de acordo com os
requisitos nacionais.
373/01/11DFVPT.
Agosto de 2022.
Condições de dispensa:
Medicamento veterinário sujeito a receita médico-veterinária.
Administração por um médico veterinário ou sob sua responsabilidade direta.
Uso Veterinário.
Cada ml contém:
Domperidona 5 mg
Parahidroxibenzoato de metilo (E218) 1,80 mg
Parahidroxibenzoato de propilo 0,20 mg
Amarelo de quinolina (E104) 0,20 mg
3. FORMA FARMACÊUTICA
Suspensão oral.
4. DIMENSÃO DA EMBALAGEM
60 ml.
2x60 ml
3x60 ml
4x60 ml
5. ESPÉCIES-ALVO
Cães.
6. INDICAÇÃO (INDICAÇÕES)
8. INTERVALO DE SEGURANÇA
EXP.{mês/ano}
Depois da primeira abertura da embalagem, administrar no prazo de 8 meses.
O medicamento veterinário não utilizado ou os seus desperdícios devem ser eliminados de acordo com os
requisitos nacionais.
USO VETERINÁRIO
Medicamento veterinário sujeito a receita médico-veterinária.
Representante local
Belphar Lda
Sintra Business Park, Nº7, Edifício 1 – Escritório 2K
Zona Industrial de Abrunheira
2710-089 Sintra
373/01/11DFVPT
<Lote> {número}
{Rótulo do frasco}
60 ml.
4. VIA(S) DE ADMINISTRAÇÃO
Via Oral. Agitar bem antes de administrar. Antes de administrar, ler o folheto informativo.
5. INTERVALO DE SEGURANÇA
6. NÚMERO DO LOTE
<Lote> {número}
7. PRAZO DE VALIDADE
<VAL {MM/AAAA}>
Cada ml contém:
Substância(s) ativa(s):
Domperidona 5 mg
Excipientes:
Parahidroxibenzoato de metilo (E218) 1,80 mg
Parahidroxibenzoato de propilo 0,20 mg
Amarelo de quinolina (E104) 0,20 mg
Suspensão amarela.
4. INDICAÇÃO (INDICAÇÕES)
Redução do risco de desenvolvimento de uma infeção ativa e doença clínica no caso de contacto com
Leishmania infantum, através do aumento da resposta imune com mediação celular.
A eficácia do medicamento veterinário tem sido demonstrada em cães sujeitos a exposições naturais
múltiplas ao parasita em zonas com alto risco de infeção.
Controlo da progressão clínica da leishmaniose canina em estadios iniciais da doença (cães com níveis de
anticorpos positivos baixos a moderados e sinais clínicos ligeiros como linfadenopatia periférica ou
dermatite papular).
Não administrar sempre que a estimulação da motilidade gástrica possa ser perigosa, por exemplo em
presença de hemorragia gastrointestinal, obstrução mecânica ou perfuração.
Não administrar em caso de hipersensibilidade à domperidona, ou a algum dos excipientes.
Não administrar em animais com tumores da hipófise produtores de prolactina.
A domperidona é metabolizada no fígado, por isso não deve ser administrada em animais com insuficiência
hepática.
6. REAÇÕES ADVERSAS
Em ocasiões raras, têm-se observado alterações das glândulas mamárias (hiperplasia da mama e aumento da
produção de leite). Isto é considerado uma consequência dos picos de prolactina induzidos pela domperidona
que desaparecem após interrupção do tratamento.
Em ocasiões raras, têm-se observado apatia e alterações digestivas (dor abdominal, diarreia, emese, perda de
apetite) que desaparecem quando o tratamento é interrompido.
*
A frequência dos eventos adversos é definida utilizando a seguinte convenção:
- muito frequente (mais de 1 em 10 animais tratados apresentando evento(s) adverso(s));
- frequente (mais de 1 mas menos de 10 animais em 100 animais tratados);
- pouco frequente (mais de 1 mas menos de 10 animais em 1.000 animais tratados);
- rara (mais de 1 mas menos de 10 animais em 10.000 animais tratados);
- muito rara (menos de 1 animal em 10.000 animais tratados, incluindo notificações isoladas).
Caso detete efeitos graves ou outros efeitos não mencionados neste folheto, informe o médico veterinário.
7. ESPÉCIES-ALVO
Caninos (Cães).
0,5 mg/kg/dia, equivalente a 1 ml/10 kg do medicamento veterinário, uma vez ao dia, durante 4 semanas
consecutivas.
O medicamento veterinário pode ser administrado diretamente na boca do animal ou misturado na comida.
Para assegurar uma dosagem correta, o peso corporal deve ser determinado com a maior precisão possível.
PREVENÇÃO
Em animais saudáveis, um tratamento com a duração de 4 semanas consecutivas induz uma ativação da
resposta imune com mediação celular, estabelecendo uma barreira eficaz contra a infeção em caso de
eventual exposição ao parasita.
Assim, em animais seronegativos que nunca mostraram nenhum sinal de infeção por Leishmania spp., mas
vivem ou viajem para uma zona endémica, devem ser programados tratamentos com domperidona, tendo em
consideração a prevalência temporária dos vetores de leishmaniose (Plebotomus spp.) na área geográfica da
localização ou destino do animal.
Direção Geral de Alimentação e Veterinária – DGAMV
Última revisão do texto em agosto de 2022
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Em áreas com alta prevalência ou em climas com estação infetante longa, um tratamento a cada 4 meses é
eficaz na prevenção da infeção e no desenvolvimento da doença. Para uma prevenção ótima na zona
Mediterrânica, aconselha-se tratar em junho, outubro e fevereiro.
Em áreas com baixa prevalência, pode ser suficiente um tratamento no início da estação infetante e outro
pouco depois do final.
Em todos os casos, a estratégia de tratamento deve ser estabelecida pelo médico veterinário de acordo com a
incidência local da doença e a presença temporária dos vectores infetantes.
TRATAMENTO
Em animais seropositivos com níveis de anticorpos positivos baixos a moderados e sinais clínicos ligeiros
(como linfadenopatia periférica ou dermatite papular), o tratamento com uma duração de 4 semanas
consecutivas é eficaz no controlo da progressão clínica da doença. Nestes casos, o tratamento deve ser
iniciado imediatamente após o diagnóstico para ajudar os animais a autolimitar a doença. A melhoria dos
sinais clínicos é gradualmente obtida nas semanas seguintes após conclusão do tratamento.
O tratamento com o medicamento veterinário pode ser repetido quando necessário, de acordo com o
acompanhamento clínico e serológico realizado pelo médico veterinário.
Não aplicável.
Precauções especiais a adotar pela pessoa que administra o medicamento veterinário aos animais
As pessoas com hipersensibilidade conhecida à domperidona ou a algum dos excipientes devem evitar o
contacto com o medicamento veterinário.
Em caso de ingestão acidental, consulte um médico e mostre-lhe o folheto informativo ou o rótulo do
medicamento veterinário.
Se desenvolver sintomas após a exposição, como rash cutâneo, deve consultar imediatamente um médico e
mostrar-lhe este aviso. O inchaço da cara, lábios ou olhos ou dificuldade em respirar são sintomas mais
graves e necessitam de atenção médica urgente.
Não fumar, comer ou beber quando manusear este medicamento veterinário.
Incompatibilidades:
Na ausência de estudos de compatibilidade, este medicamento veterinário não deve ser misturado com
outros.
Agosto de 2022.
Apresentações:
DIVASA-FARMAVIC, S.A.:
Apresentações:
Caixa de cartão com 1 frasco de 60 ml e duas seringas de 1,5 ml e 5 ml
Caixa de cartão com 2 frascos de 60 ml e duas seringas de 1,5 ml e 5 ml
Caixa de cartão com 3 frascos de 60 ml e duas seringas de 1,5 ml e 5 ml
Caixa de cartão com 4 frascos de 60 ml e duas seringas de 1,5 ml e 5 ml
SINCROFARM, S.L.:
Apresentações:
Caixa de cartão com 2 frascos de 60 ml e duas seringas de 1,5 ml e 5 ml
Caixa de cartão com 3 frascos de 60 ml e duas seringas de 1,5 ml e 5 ml
Caixa de cartão com 4 frascos de 60 ml e duas seringas de 1,5 ml e 5 ml
Para qualquer informação sobre este medicamento veterinário, por favor contacte o representante local do
Titular da autorização de introdução no mercado.
Belphar Lda
Sintra Business Park, Nº7, Edifício 1 – Escritório 2K
Zona Industrial de Abrunheira
2710-089 Sintra
SINCROFARM, S.L.
C/ Mercurio, 10 (Pol. Ind. Almeda).
08940 Cornellà de Llobregat (Espanha)
Cada ml contém:
Substância(s) ativa(s):
Domperidona 5 mg
Excipientes:
Parahidroxibenzoato de metilo (E218) 1,80 mg
Parahidroxibenzoato de propilo 0,20 mg
Amarelo de quinolina (E104) 0,20 mg
Suspensão amarela.
4. INDICAÇÃO (INDICAÇÕES)
Redução do risco de desenvolvimento de uma infeção ativa e doença clínica no caso de contacto com
Leishmania infantum, através do aumento da resposta imune com mediação celular.
A eficácia do medicamento veterinário tem sido demonstrada em cães sujeitos a exposições naturais
múltiplas ao parasita em zonas com alto risco de infeção.
Controlo da progressão clínica da leishmaniose canina em estadios iniciais da doença (cães com níveis de
anticorpos positivos baixos a moderados e sinais clínicos ligeiros como linfadenopatia periférica ou
dermatite papular).
Não administrar sempre que a estimulação da motilidade gástrica possa ser perigosa, por exemplo em
presença de hemorragia gastrointestinal, obstrução mecânica ou perfuração.
Não administrar em caso de hipersensibilidade à domperidona, ou a algum dos excipientes.
Não administrar em animais com tumores da hipófise produtores de prolactina.
A domperidona é metabolizada no fígado, por isso não deve ser administrada em animais com insuficiência
hepática.
6. REAÇÕES ADVERSAS
Em ocasiões raras, têm-se observado alterações das glândulas mamárias (hiperplasia da mama e aumento da
produção de leite). Isto é considerado uma consequência dos picos de prolactina induzidos pela domperidona
que desaparecem após interrupção do tratamento.
Em ocasiões raras, têm-se observado apatia e alterações digestivas (dor abdominal, diarreia, emese, perda de
apetite) que desaparecem quando o tratamento é interrompido.
*
A frequência dos eventos adversos é definida utilizando a seguinte convenção:
- muito frequente (mais de 1 em 10 animais tratados apresentando evento(s) adverso(s));
- frequente (mais de 1 mas menos de 10 animais em 100 animais tratados);
- pouco frequente (mais de 1 mas menos de 10 animais em 1.000 animais tratados);
- rara (mais de 1 mas menos de 10 animais em 10.000 animais tratados);
- muito rara (menos de 1 animal em 10.000 animais tratados, incluindo notificações isoladas).
Caso detete efeitos graves ou outros efeitos não mencionados neste folheto, informe o médico veterinário.
7. ESPÉCIES-ALVO
Caninos (Cães).
0,5 mg/kg/dia, equivalente a 1 ml/10 kg do medicamento veterinário, uma vez ao dia, durante 4 semanas
consecutivas.
O medicamento veterinário pode ser administrado diretamente na boca do animal ou misturado na comida.
Para assegurar uma dosagem correta, o peso corporal deve ser determinado com a maior precisão possível.
PREVENÇÃO
Em animais saudáveis, um tratamento com a duração de 4 semanas consecutivas induz uma ativação da
resposta imune com mediação celular, estabelecendo uma barreira eficaz contra a infeção em caso de
eventual exposição ao parasita.
Assim, em animais seronegativos que nunca mostraram nenhum sinal de infeção por Leishmania spp., mas
vivem ou viajem para uma zona endémica, devem ser programados tratamentos com domperidona, tendo em
consideração a prevalência temporária dos vetores de leishmaniose (Plebotomus spp.) na área geográfica da
localização ou destino do animal.
Direção Geral de Alimentação e Veterinária – DGAMV
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Em áreas com alta prevalência ou em climas com estação infetante longa, um tratamento a cada 4 meses é
eficaz na prevenção da infeção e no desenvolvimento da doença. Para uma prevenção ótima na zona
Mediterrânica, aconselha-se tratar em junho, outubro e fevereiro.
Em áreas com baixa prevalência, pode ser suficiente um tratamento no início da estação infetante e outro
pouco depois do final.
Em todos os casos, a estratégia de tratamento deve ser estabelecida pelo médico veterinário de acordo com a
incidência local da doença e a presença temporária dos vectores infetantes.
TRATAMENTO
Em animais seropositivos com níveis de anticorpos positivos baixos a moderados e sinais clínicos ligeiros
(como linfadenopatia periférica ou dermatite papular), o tratamento com uma duração de 4 semanas
consecutivas é eficaz no controlo da progressão clínica da doença. Nestes casos, o tratamento deve ser
iniciado imediatamente após o diagnóstico para ajudar os animais a autolimitar a doença. A melhoria dos
sinais clínicos é gradualmente obtida nas semanas seguintes após conclusão do tratamento.
O tratamento com o medicamento veterinário pode ser repetido quando necessário, de acordo com o
acompanhamento clínico e serológico realizado pelo médico veterinário.
Não aplicável.
Precauções especiais a adotar pela pessoa que administra o medicamento veterinário aos animais
As pessoas com hipersensibilidade conhecida à domperidona ou a algum dos excipientes devem evitar o
contacto com o medicamento veterinário.
Em caso de ingestão acidental, consulte um médico e mostre-lhe o folheto informativo ou o rótulo do
medicamento veterinário.
Se desenvolver sintomas após a exposição, como rash cutâneo, deve consultar imediatamente um médico e
mostrar-lhe este aviso. O inchaço da cara, lábios ou olhos ou dificuldade em respirar são sintomas mais
graves e necessitam de atenção médica urgente.
Não fumar, comer ou beber quando manusear este medicamento veterinário.
Incompatibilidades:
Na ausência de estudos de compatibilidade, este medicamento veterinário não deve ser misturado com
outros.
Agosto de 2022.
Apresentações:
DIVASA-FARMAVIC, S.A.:
Apresentações:
Caixa de cartão com 1 frasco de 60 ml e duas seringas de 1,5 ml e 5 ml
Caixa de cartão com 2 frascos de 60 ml e duas seringas de 1,5 ml e 5 ml
Caixa de cartão com 3 frascos de 60 ml e duas seringas de 1,5 ml e 5 ml
Caixa de cartão com 4 frascos de 60 ml e duas seringas de 1,5 ml e 5 ml
SINCROFARM, S.L.:
Apresentações:
Caixa de cartão com 2 frascos de 60 ml e duas seringas de 1,5 ml e 5 ml
Caixa de cartão com 3 frascos de 60 ml e duas seringas de 1,5 ml e 5 ml
Caixa de cartão com 4 frascos de 60 ml e duas seringas de 1,5 ml e 5 ml
Para qualquer informação sobre este medicamento veterinário, por favor contacte o representante local do
Titular da autorização de introdução no mercado.
Belphar Lda
Sintra Business Park, Nº7, Edifício 1 – Escritório 2K
Zona Industrial de Abrunheira
2710-089 Sintra