Risco e Retorno em Renda Fixa
Capítulo 1. Gestão de Risco
Aula 1.1. Conceito de Risco
Prof. Rafael F.V.C. Santos
Nesta aula
❑ Conceito de Risco:
– Surgimento;
– Ideias Gerais;
– Aplicações.
Risco
• A palavra “risco” deriva do italiano antigo risicare,* que significa “ousar”.
• A ideia do risco ajuda a definir o que é um ser humano.
• Os seres humanos apaixonados pelo jogo
– Nos deixa frente a frente com o destino, sem restrições.
• O tempo é o fator dominante no jogo.
• O risco e o tempo são as faces opostas da mesma moeda
– Sem amanhã não haveria risco.
Risco
• Os jogadores pensam que estão apostando no vermelho, no sete ou na quadra,
– mas estão apostando no relógio.
• O perdedor quer que o curto prazo se assemelhe ao longo prazo,
– de modo que prevaleçam as chances.
• O vencedor quer que o longo prazo se assemelhe ao curto prazo,
– de modo que sejam suspensas as chances.
• O tempo é mais importante quando as decisões são irreversíveis.
• Muitas decisões irreversíveis são tomadas com base em informações
incompletas.
Risco
• A ideia revolucionária que define a fronteira entre os tempos modernos e o passado é o
domínio do risco:
• O futuro pode ser planejado
– as pessoas não são passivas diante a natureza.
• A administração do risco:
– Tomada de decisões,
o da alocação da riqueza à
o salvaguarda da saúde pública, da
o condução da guerra ao
o planejamento familiar, do
o pagamento de prêmios de seguros
o uso do cinto de segurança, da plantação de milho etc.
Risco
• Sem um domínio da teoria das probabilidades, matemática e computação
científica:
– Jamais teriam projetado as grandes pontes;
– Os lares ainda seriam aquecidos por lareiras ou fogueiras;
– As usinas elétricas não existiriam;
– A poliomielite não teria sido erradicada;
– Não haveria aviões e satélites;
– A agricultura moderna seria um sonho.
Risco
• Se agricultores não pudessem vender suas safras a um preço estabelecido
antes da colheita, produziriam muito menos alimentos!
• Mercado de capitais permitem (graças gestão de risos):
– Troca justa entre poupadores e empreendedores
– Troca de riscos
o Quem vende?
o Quem compra?
• Só existem do tamanho que são graças a gestão de riscos:
– Google, Microsoft, Tesla, Netflix, Apple etc.
Risco
• 1630, a famosa “bolha” das tulipas holandesas estourara como resultado da emissão de
opções.
• Em 1703, Gottfried von Leibniz comentou com o cientista e matemático suíço Jacob
Bernoulli que “a natureza estabeleceu padrões que dão origem ao retorno dos eventos,
mas apenas na maior parte dos casos”, levando assim Bernoulli a inventar a Lei dos
Grandes Números.
• Em 1730, Abraham de Moivre expôs a estrutura da distribuição normal – também
conhecida como curva em sino – e descobriu o conceito de desvio-padrão.
• Conjuntamente, esses dois conceitos constituíram o que popularmente se conhece como
a Lei das Médias e são ingredientes essenciais das técnicas modernas de quantificação
do risco.
•
Risco
• Em 1952, o ganhador do prêmio Nobel Harry Markowitz:
– pesquisa operacional na Universidade de Chicago;
– demonstrou matematicamente o poder da diversificação;
– o melhor negócio para um investidor ou gerente de empresa.
Risco
• Devemos confiar nos padrões do passado para prever o futuro?
• O que é mais importante quando enfrentamos um risco:
– os fatos como os vemos ou nossa crença subjetiva no que se oculta no
vazio do tempo?
• A administração do risco é uma ciência ou uma arte?
• O ganhador do prêmio Nobel Kenneth Arrow advertiu:
– “Nosso conhecimento do funcionamento das coisas, na sociedade ou
na natureza, vem a reboque de nuvens de imprecisão. Grandes males
têm se seguido a uma crença na certeza.”
Risco
• Por que em Wall Street o Sandwich faz sucesso?
• O conde de Sandwich inventou a refeição que tem o seu nome (sanduíche)
para não precisar se afastar da mesa de jogo para comer.
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Capítulo 1. Gestão de Risco
Aula 1.2. Tipos de Riscos
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Tipos de riscos (Incertezas)
❑ Financeiros;
❑ Humanos;
❑ Tecnológicos;
❑ Materiais;
❑ Liquidez;
❑ Crédito;
❑ Operacionais;
❑ Políticos, ambientais etc.
Tipos de riscos (Incertezas)
• Conceito limitado:
– “Probabilidade de ocorrência de eventos associados a perda ou um
efeito adverso que impacta negativamente a capacidade da
organização em alcançar os objetivos estabelecidos, sejam eles
operacionais ou estratégicos.”
O que é mais Arriscado?
• Saltar de um avião:
– Com paraquedas;
– Sem paraquedas.
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Capítulo 1. Gestão de Risco
Aula 1.3. Cálculos do Risco
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Retornos Financeiros
• Cálculo dos retornos:
– R = (Pf - Pi)/Pi
– <Prática com Python>
Retornos Financeiros
• Cálculo dos retornos:
• Diferença do Linear para o Log?
– Se um CDB cai 50% e depois sobe 50%, qual foi o retorno?
o Exemplo:
• CDB vale 100 -> caiu para 50 depois subiu 50% indo para
75%
• Portanto, de 100 para 75 temos uma queda de -25%
Retornos Financeiros
• Cálculo dos retornos:
Retornos Financeiros
• Cálculo dos retornos:
– Diferença do Linear para o Log?
• Na prática para retornos pequenos tanto faz utilizar ret linear ou log.
Retornos Financeiros
• Cálculo dos retornos:
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Capítulo 1. Gestão de Risco
Aula 1.4. Estatística Básica
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Terminologias utilizadas
• Variáveis
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Capítulo 1. Gestão de Risco
Aula 1.5. Conceito de Variância
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Variância
• Populacional
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Capítulo 1. Gestão de Risco
Aula 1.6. Desvio Padrão
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Desvio padrão
• Amostral
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Capítulo 1. Gestão de Risco
Aula 1.7. Covariância
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Covariância
• Fórmulas
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Capítulo 1. Gestão de Risco
Aula 1.8. Diversificação de Investimentos
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Propriedades da Variância
• Soma de variâncias:
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Capítulo 1. Gestão de Risco
Aula 1.9. Separatrizes
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Estatística Descritiva
• Percentis (medidas separatrizes);
• Importantes!
• Medidas que dividem o conjunto de dados em partes iguais, podem ser:
– Quartil: divide o conjunto de dados em 4 partes iguais;
– Decil: divide o conjunto de dados em 10 partes iguais;
– Percentil: divide os dados em 100 partes iguais.
Estatística Descritiva
• Quartil: divide o conjunto de dados em quatro partes iguais!
Percentil
Percentil
• Percentil
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Capítulo 1. Gestão de Risco
Aula 1.10. Volatilidade
Prof. Rafael F.V.C. Santos
Volatilidade
• Podemos definir de diversas maneiras:
– Dispersão;
– Amplitude;
– Desvios de uma média.
• Vamos utilizar os Desvios padrão dos Retornos Financeiros.
• Curva Normal ajuda muito a entender a volatilidade.
Curva Normal
Distribuição Normal
• Distribuição normal é uma das FDP mais utilizadas para modelar
fenômenos naturais (1733);
• A distribuição normal é ligada a vários conceitos matemáticos como
movimento browniano, ruído branco, entre outros.
• Também é chamada distribuição gaussiana, distribuição de Gauss ou
distribuição de Laplace–Gauss.
Distribuição Normal
Distribuição Normal
• Propriedades:
– Função de x, e o seu domínio estende-se de - infinito até + infinito.
– A curva é assintótica; isto é, estende-se de - infinito a + infinito, sem
nunca tocar o eixo horizontal.
Distribuição Normal
• Propriedades:
– A área compreendida pela curva nesse intervalo é exatamente igual a
1, valor que, em Estatística, corresponde a 100% de probabilidade.
– A função tem um máximo, e esse máximo ocorre quando x = 0, que
corresponde ao seu ponto médio, ou seja, à média da distribuição.
Distribuição Normal
• Propriedades:
– A distribuição é simétrica em torno da média, e como esta é igual a
zero,
– A curva tem dois pontos de inflexão, simétricos em relação à média,
que ocorrem quando x = +1 e x = -1.
– Esses pontos de inflexão são conhecidos, em Estatística, como o
desvio-padrão da distribuição normal.
Distribuição Normal
• Propriedades
– Graficamente, a curva tem forma de sino, com concavidade voltada
para baixo.
– Tanto em termos de Probabilidade como em Estatística, a área sob a
curva, desde - infinito até um valor qualquer de x, indica a
probabilidade de ocorrência desse valor de x.
Distribuição Normal
• Ver Teorema do Limite Central
<Aula de reposição>
Risco e Retorno em Renda Fixa
Capítulo 1. Gestão de Risco
Aula 1.11. Normal Padronizada
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Normal Padronizada
• Ideia muito utilizada na ciência de dados
• μ=0, σ2 = =1
Distribuição Normal Padronizada
• Exemplos com Python
Distribuição Normal Padronizada
• Uma única Curva para qualquer distribuição
Vamos ver com Python!
Risco e Retorno em Renda Fixa
Capítulo 1. Gestão de Risco
Aula 1.12. Intervalo de Confiança
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Intervalo de Confiança (IC)
• Termo introduzido pelo matemático e estatístico polonês Jerzy Neyman em 1937.
• Medida de Incerteza (Fontes dos Riscos)
• Inferência estatística
– Dados populacionais a partir de amostras
• IC contém um parâmetro populacional
– Nível de confiança de possuir uma média amostral próxima à populacional
– 90%, 95% ou 99%. (Nível de confiança)
• Pergunta: O que representa um IC estreito?
• “maior é a probabilidade da porcentagem da população de estudo representar o número
real da população de origem dando maior certeza quanto ao resultado do objeto de
estudo.”
Intervalo de Confiança (IC)
• Como é calculado:
• Desvio populacional conhecido:
• Desvio populacional desconhecido:
Risco e Retorno em Renda Fixa
Capítulo 1. Gestão de Risco
Aula 1.13. Nível de Confiança
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Nível de Confiança
• Atenção:
– Iremos precisar desse conceito nos estudos de VaR (Value at Risk)
• O nível de confiança representa a porcentagem de intervalos que iriam
incluir o parâmetro populacional se você reunisse amostras da mesma
população, repetidas vezes.
• 95% e 99% mais utilizados em finanças
95% de Confiança
19 em 20 apresenta o valor
real da população
Risco e Retorno em Renda Fixa
Capítulo 1. Gestão de Risco
Aula 1.14. Interpretação do IC
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Interpretação correta
• Não é fácil! (Erros em artigos científicos importantes)
Questionamento:
– probabilidade de 95% de que, no futuro, o verdadeiro valor do parâmetro da
população (por exemplo, média) caia no intervalo [Xmin,Xmax].
• Errado
– Há uma probabilidade de 95% de que o intervalo entre [Xmin,Xmax] contenha o
valor real do parâmetro populacional.
• Correto
– é 95% confiante de que o intervalo entre [Xmin,Xmax] contém o verdadeiro valor
do parâmetro populacional. (Pode ou não conter).
– Os IC variam, mas o valor verdadeiro é sempre o mesmo.
Risco e Retorno em Renda Fixa
Capítulo 1. Gestão de Risco
Aula 1.16. Risco da Carteira
Prof. Rafael F.V.C. Santos
Risco Sistemático x Não Sistemático
• Sistemático:
– Risco do mercado;
o Inerente ao sistema.
– Não diversificável;
– Afeta todos os ativos (mercados);
– Exemplo:
o Mudança Taxa Selic;
o Taxa de câmbio;
o Impostos.
Risco Sistemático x Não Sistemático
• Não sistemático:
– Afeta setores de empresas
– Dependência entre ativos
– Sazonalidades
– Comportamentos de consumo
– Meios produtivos
– Pode ser diversificado
– Exemplo
o Setor varejo
o Setor energético
o Setor commodities
Risco Sistemático x Não Sistemático
Risco e Retorno em Renda Fixa
Capítulo 1. Gestão de Risco
Aula 1.17. Risco da Carteira
Prof. Rafael F.V.C. Santos
Risco da Carteira
• Portfólio:
– Combinação com máximo retorno
– Combinação com mínima variância
Linha do mercado de capitais
Risco da Carteira
• Linha de mercado:
– A definição veio da Teoria das Carteiras de Markowitz (prêmio Nobel de
1990)
• Como é calculada a linha de mercado: Rp = Rf + (Rt- Rf).σp/σt
Onde:
– Rp = Retorno do portfólio;
– Rf = Risk Free Ratio (taxa de retorno livre de risco);
– Rt = Retorno esperado da carteira de mercado;
– σp = Desvio Padrão da carteira composta pelo ativo livre de risco e da
carteira de mercado;
– σt = Desvio padrão da carteira de mercado.
– (Rt-Rf)/σt = Índice de Sharpe
Índice de Sharpe
• Desenvolvido por William Forsyth Sharpe (Ganhou Nobel economia)
• Possui a seguinte fórmula:
– IS = (Rt-Rf)/σt
– SR = (Rp – Rf)/STDp
• Onde;
– SR = Índice de Sharpe;
– Rp = Retorno do portfólio, ou do fundo;
– Rf = Risk Free Ratio ou rendimento oferecido por investimentos sem risco.
– STDp = Desvio padrão da performance do fundo ou a volatilidade que ele
apresenta.
<Como usar a nosso favor?>
•
Índice de Sharpe
• Exemplo de uso (SR)
– Suponha que possuímos dois fundos de renda fixa:
o Fundo A
• Retorno médio = 15 %
• Volatilidade (Std) = 11.5%
o Fundo B
• Retorno Médio = 5%
• Volatilidade (Std) = 2.5%
• Cuidado: Retornos passados não garantem retornos futuros!
• <Ver exemplos no Python>
Próximos estudos
❑ Beta de um ativo:
– Renda variável.
❑ VaR – Value at Risk para encontrar riscos de perdas financeiras
Conclusão
Neste Capítulo Vimos:
– Conceito de risco e retorno
– Como calcular os retornos e riscos
– Tipos de riscos
– Revisão sobre estatística básica
– Intervalo de confiança
– Linha de mercado de capitais
– Índice de Sharpe
Risco e Retorno em Renda Fixa
Capítulo 2. Value at Risk
Aula 2.1. Conceito do VaR
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Neste Capítulo vamos estudar
❑ Value at Risk
– Conceito
– Utilidade
– Como calcular
– Vantagens e desvantagens
– Implementações com Python
VaR
• Ferramenta para Gestão de Risco;
• Definição:
– "A perda máxima com um nível de confiança durante um período
predeterminado."
• Apenas em condições normais de mercado:
– Cuidado com os cisnes negros
• Gestão de risco:
– É a identificação, avaliação e priorização de riscos, seguido por aplicação
coordenada e econômica de recursos para minimizar, monitorar e controlar a
probabilidade e/ou impacto de eventos infelizes ou para maximizar a realização
de oportunidades.
o Hubbard, Douglas (2009). The Failure of Risk Management: Why It's
Broken and How to Fix It. John Wiley & Sons.
Risco e Retorno em Renda Fixa
Capítulo 2. Value at Risk
Aula 2.2. Axiomas do Risco
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Axiomas do Risco
Uma medida de risco, R, é coerente se satisfaz o seguinte (Artzner et al. 1999):
• Monotônica:
– If portfolio Y ≥ X always, then R(Y) ≤ R(X)
• Subadditivity:
– R(X + Y) ≤ R(X) + R(Y) (VaR não respeita, o Expected Shortfall sim)
• Positive Homogeneity
– For a constant h ≥ 0, R(hX) = h R(X)
• Translational Invariance:
– For a risk-free amount n, R(X + n) = R(X) - n
Risco e Retorno em Renda Fixa
Capítulo 2. Value at Risk
Aula 2.3. Origem do VaR
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Value at Risk
• Foi o banco JPMorgan que divulgou a utilização do VaR;
• The Chairman, Sir Dennis Weatherstone.
Value at Risk
• Definição
– Pior perda que poderia ser esperado de um título ou carteira durante
um determinado período de tempo (geralmente 10 dias para o
propósito de relatórios de capital regulatório), dado um nível de
confiança especificado.
• Exemplo:
– Uma posição tem um VaR diário de US $ 10 milhões com a confiança
de 99%. Nós queremos dizer que as perdas diárias realizadas serão
maiores do que US $ 10 milhões em apenas um dia dentro 100 dias
de negociação (ou seja, 2-3 dias por ano).
Value at Risk
• Contexto gráfico:
Value at Risk
• Atenção: O VaR não é resposta para:
– Quanto posso perder no meu portfólio ao longo de um determinado
período de tempo?
• VaR oferece uma probabilidade sobre a possível mudança no valor de uma
carteira resultante de uma mudança nos fatores de mercado sobre um
específico período de tempo;
• Os valores dos fatores são geralmente padronizados;
• VaR Padrão 99% (perda) é igual a -2,32635 sob a suposição de normalidade.
Value at Risk
• VaR não afirma por quanto as perdas reais são suscetivelmente superiores a
figura do VaR
– Essa afirmação é para o Expected Shortfall.
• A declaração é sobre quão provável (ou improvável) o limiar, por exemplo,
percentil 99, será excedido.
Value at Risk
• Horizonte temporal:
– É frequentemente usado para gerenciar o risco de mercado em um
horizonte de 1 dia.
– Precisamos assim dos retornos diários.
• Algumas regulamentações exigem um horizonte de 10 dias para o VaR.
Risco e Retorno em Renda Fixa
Capítulo 2. Value at Risk
Aula 2.4. Como estimar o VaR
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Estimativas para o VaR
• Método para estimar o VaR:
– Paramétrico (Assumir dist Normal);
– Dados históricos;
– Simulação de Monte Carlo.
Value at Risk
• Método paramétrico:
• Histórico de dados:
– Pelo menos 2 a 3 anos de dados;
– Construir um histograma e pegar os percentis do lado esquerdo da
distribuição;
– Pegar o 1 percentil (nível de 99% de confiança);
– Vantagens:
o Não paramétrico: não precisamos calcular o desvio padrão
populacional;
o Fat tails (cauda gorda).
Value at Risk
• Método de Monte Carlo (Renda Variável)
– Geração de realizações randômicas;
– Gerar mais de 10.000 distribuições dos preços;
– O VaR de 99% pode ser obtido a partir do 1º percentil das
realizações.
Value at Risk
• Exemplo:
– Posição R$ 100.000,00
– STD diário = 2.21%
– Nível de confiança = 99% -> 2.33 Desvios padrão
– Calcule:
o VaR diário 99% de confiança
o Como aumentar para a escala de 10 dias?
• VaR = Vol * sqrt(T) * NC * M
– Vol = volatilidade
– sqrt(T) = raiz quadrada do tempo
– NC = Nível de confiança
– M = Montante aplicado
• 1 dia VaR = 2.21% * Square Root [1] * 2.33 * R$100.000 = R$ 5.149,00
• 10 dias VaR = 2.21% * Square Root [10] * 2.33 * R$100.000 = R$16.284,00
Risco e Retorno em Renda Fixa
Capítulo 2. Value at Risk
Aula 2.5. Limitações do VaR
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Value at Risk
• Limitações:
– O passado nem sempre é um bom indicador do futuro;
– Cisnes negros;
– Várias não linearidades difíceis de serem capturadas:
o Taxas;
o riscos relativos;
o Etc.
– Liquidez infinita;
– Continuidade e curvas suaves.
Value at Risk
• Projeto:
– Fazer um backtesting para o VaR de vários ativos financeiros;
– Utilizar o método paramétrico.
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Capítulo 2. Value at Risk
Aula 2.6. Aplicações Python
Prof. Rafael F.V.C. Santos
Desafio
Desafio
• Considere uma posição de R$ 5 milhões em um único ativo X com
volatilidade diária de 1%. Quais são os desvios padrão anualizados e de 10
dias? Utilize o fator Normal 99% / 10 dias VaR em termos monetários.
Desafio
* Resposta (não mostrar slide)
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Capítulo 3. Stress Test
Aula 3.1. Objetivo do Stress Test
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Stress Test
❑ Objetivo;
❑ Como funciona;
❑ Como aplicar.
Stress Test
• Objetivo:
– Tentar simular situações anormais;
o Condições extremas;
o Pontos fora da curva;
o Crises;
o Colapsos;
o Improváveis;
• O VaR é baseado na Normalidade do Mercado:
– Não é um parâmetro para o teste de estresse!
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Capítulo 3. Stress Test
Aula 3.2. O que é o Stress Test
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O que é o Stress Test
• Método não estatístico;
• Controle de riscos;
• Simulações computacionais:
– Portfólios;
– Cenários econômicos;
– Valores improváveis e raros;
– Mudança bruscas;
• Avaliar impacto em ativos e carteira de ativos;
• Estamos fora das condições normais de mercado (VaR);
• Estamos ‘tentando’ representar possíveis crises graves;
• É não estatístico, pois não envolve probabilidades de perdas bem superiores ao VaR;
• Estudo de intuição e bom senso (loucura - impossível);
• Visão de mundo do analista especialista é importante nos estudos.
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Capítulo 3. Stress Test
Aula 3.3. Importância do Stress Test
Prof. Rafael F.V.C. Santos
Importância do Stress Test
• No mês março de 2020, tivemos 6 movimentações que excederem 10% no
índice Bovespa;
• Esses valores foram sete vezes maiores do que o desvio padrão dos
movimentos dos últimos 10 anos.
• Mostrar distribuição dos retornos diários do Ibovespa (Python):
Curva Normal
• Muitos desvios padrão (Raro!)
Precisamos definir
cenários raros!
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Capítulo 3. Stress Test
Aula 3.4. Como é Aplicado o Stress Test
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Como aplicar o Stress Test
• Gestoras e bancos são obrigadas a partir de regulamentações;
• Após a crise de 2008:
– Novas normas regulatórias surgiram;
– Foco em *stress testing *e adequação de capital:
o Temos o Dodd-Frank Act de 2010, que está em vigor até hoje.
• A norma impõe o uso de testes de estresse na estrutura de capital dos
bancos:
– Os cenários de teste são estabelecidos pelo corpo regulatório do FED;
– E supervisionados por comitês independentes.
Como aplicar o Stress Test
• O Federal Reserve gera três cenários:
– Otimista;
– Pessimista;
– Extremamente pessimista.
• As instituições devem exibir planos de resposta aos três;
• Bancos devem gerar seus próprios cenários para garantir o controle de
riscos individual;
• MODELOS DE ANÁLISE DE CENÁRIO (ferramenta de aplicação).
Conclusão
Modelo de análise de cenário:
* Três etapas principais:
– Definição do cenário;
– Modelagem dos fatores dos cenários;
– Estabelecimento de políticas de resposta baseadas nos dados obtidos.
Referências para leitura complementar:
– A lógica do cisne negro;
– Iludido pelo acaso.
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Capítulo 4. Data Storytelling
Aula 4.1. O que é o Data Storytelling
Prof. Rafael F.V.C. Santos
Data Storytelling
❑ O que é;
❑ Como Funciona:
– Estrutura geral.
❑ Quais benéficos;
❑ O que não fazer;
❑ Benefícios do uso.
O que é o Data Storytelling
• Uma história de dados é uma combinação eficaz de dados, narrativas e
recursos visuais que procuram explicar, esclarecer e envolver.
– Brent Dykes
Referência: [Link]
Risco e Retorno em Renda Fixa
Capítulo 4. Data Storytelling
Aula 4.2. Origens de Storytelling com dados
Prof. Rafael F.V.C. Santos
Origens
• A visualização de dados existe há séculos;
• Começou no final dos anos 1700, com William Playfair - mais conhecido
como o "pai da estatística".
• Acredita-se que Playfair tenha inventado a linha, a barra e o gráfico que
usamos muitas vezes hoje.
Origens
• Primeiros trabalhos com:
• Charles Joseph Minard.
– Engenheiro civil francês
– famoso por sua representação de dados numéricos em mapas.
– Seu trabalho mais famoso é o mapa da campanha russa de Napoleão de 1812
o Mostra as perdas de seu exército sobre o avanço em Moscou.
História de mostrar perdas
Risco e Retorno em Renda Fixa
Capítulo 4. Data Storytelling
Aula 4.3. Storytelling com Dados
Prof. Rafael F.V.C. Santos
Storytelling com dados
• Não somos naturalmente bons em Storytelling com dados
– Muito difícil unir:
o Matemática;
o Português - Narrativas;
• Gerar gráficos atualmente:
– Muito fácil;
– Precisamos gastar tempo na estratégia de contar estórias;
• Antigamente:
– Domínio pacote office (já foi diferencial);
• Atualmente:
– Domínio de técnicas de contar estórias com dados;
– Precisamos pensar antes de sairmos plotando os gráficos (Python);
Storytelling com dados
• Os dados carregam histórias;
• São processamentos de sistemas orgânicos;
• Linha temporal;
• Sequências intuitivas;
• Ideias ordenadas facilitam a compreensão.
Risco e Retorno em Renda Fixa
Capítulo 4. Data Storytelling
Aula 4.4. Big Data
Prof. Rafael F.V.C. Santos
A era do Big Data
• Geração de dados;
• IoT;
• IoB;
• Wearables;
• Smats:
– Car;
– Watches;
– Phones;
– Houses.
A era do Big Data
• Quanto mais informações temos de lidar, mais difícil é filtrar o que é mais
importante;
• Diferença entre sinal e Ruído (livro ref – colocar depois)
– Áreas com mais demanda por storytelling:
– tecnologia, educação, produtos para o consumidor, do setor sem fins
lucrativos;
– Gráficos condensam bem os dados!
Exemplos de Gráficos
Exemplo 1
Referência: Storytelling com dados.
Exemplo 1
Referência: Storytelling com dados.
Exemplo 2
Referência: Storytelling com dados.
Exemplo 2
Referência: Storytelling com dados.
Exemplo 3
Referência: Storytelling com dados.
Exemplo 3
Referência: Storytelling com dados.
Risco e Retorno em Renda Fixa
Capítulo 4. Data Storytelling
Aula 4.5. Base de dados
Prof. Rafael F.V.C. Santos
Dados
• A apresentação dos dados é definitiva na aprovação de projetos:
– Pesquisa;
– Empresariais;
– Financeiras;
– Pessoais.
• A má comunicação é um dos pilares da separação:
– Sócios;
– Casais.
• Dados carregam uma mensagem!
Dificuldades na Comunicação
• Processo analítico;
• Conhecimentos:
– Matemática:
o Álgebra;
o Plano e espaço cartesiano;
– Estatística;
– Softwares de plotagem;
• Dados -> Organizados -> Modelos (Conhecimentos úteis para responder
perguntas e solucionar problemas)
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Capítulo 4. Data Storytelling
Aula 4.6. Etapas do Storytelling
Prof. Rafael F.V.C. Santos
Storytelling de dados
• 1. Entenda o contexto;
• 2. Escolha uma apresentação visual adequada;
• 3. Elimine a saturação;
• 4. Foque a atenção onde você deseja (Público);
• 5. Pense como um designer;
• 6. Conte uma história.
Risco e Retorno em Renda Fixa
Capítulo 4. Data Storytelling
Aula 4.7. Contexto
Prof. Rafael F.V.C. Santos
Entendendo o Contexto
• O processo de storytelling não começa com os dados;
• Precisamos gastar um bom tempo com o contexto;
• Análise exploratória X Análise Explanatória;
• Exploratória:
– Compreender os dados;
– Descobrir padrões;
– Dados em geral.
• Explanatória:
– Os mais importantes;
– Dados em informações para um público específico.
• Erro comum depois de uma longa análise querer mostrar tudo para todos!
Entendendo o Contexto
• Precisamos atacar um público específico;
• Diferentes maneiras de comunicação:
– Conhecer bem o público;
– Nem Jesus agradou todo mundo.
• Você quem precisa conduzir a apresentação:
– Não se preocupar com críticas;
– Você é o especialista;
– Postura confiante.
• Quem, o quê, como!
Entendendo o Contexto
• Quem: O comitê de orçamento que pode aprovar os recursos financeiros
para a continuação do curso de verão.
• O quê: O curso de verão sobre ciências foi um sucesso; favor aprovar o
orçamento de R$X para continuarmos.
• Como: Ilustrar o sucesso com dados coletados por meio da avaliação
realizada antes e depois do programa-piloto.
Risco e Retorno em Renda Fixa
Capítulo 4. Data Storytelling
Aula 4.8. Apresentação
Prof. Rafael F.V.C. Santos
Visual adequado
• Tipos de gráficos
Referência: Storytelling com dados.
Visual adequado
• Tipos de gráficos:
Referência: Storytelling com dados.
Visual adequado
• Texto simples: comunicar dois números apenas
Referência: Storytelling com dados.
Visual adequado
• Muitos dados, utilizar tabelas (cuidado!)
Referência: Storytelling com dados.
Visual adequado
• Mapas de calor
Referência: Storytelling com dados.
Visual adequado
• Tabelas:
– Interação: Sistema Verbal.
• Gráficos
– Interação: sistema Visual.
• Gráficos comunicam informações mais rápido!
– pontos, linhas, barras e área.
• Atenção:
– Não confundir Gráfico com grafos: os grafos são subcategorias dos
gráficos.
Visual adequado
• Gráfico de dispersão
Visual adequado
• Gráfico de linhas
Visual adequado
• Gráficos de inclinação
Referência: Storytelling com dados.
Visual adequado
• Gráficos de barras (Cuidado para não ser enganado)
Visual adequado
• Gráficos de barras (Cuidado para não ser enganado)
• Note que o número inferior no eixo vertical (mostrado na extremidade
direita) não é zero, mas 34. Isso está representado, o aumento visual é de
460% (as alturas das barras são 35 – 34 = 1 e 39,6 – 34 = 5,6; assim, (5,6 – 1)
/ 1 = 460%). Se mostrarmos as barras com uma linha de base zero, de modo
que as alturas sejam representadas (35 e 39,6), obteremos um aumento
visual real de 13% (39,6 – 35) / 35).
Visual adequado
• Gráficos de barras (Cuidado para não ser enganado)
Referência: Storytelling com dados.
Visual adequado
• Gráfico de barras
Referência: Storytelling com dados.
Visual adequado
• Gráficos de barras (Horizontais - ótima opção p/ categorias)
Referência: Storytelling com dados.
Visual adequado
• Gráficos de áreas
Referência: Storytelling com dados.
Visual adequado
• O que evitar!
– Gráfico de pizza
– Gráficos de rosca
– Gráficos com eixos em 3D
– Eixos secundários
Referência: Storytelling com dados.
Visual adequado
• Por que gráficos de pizza não são bons?
Referência: Storytelling com dados.
Visual adequado
• Por que gráficos de pizza não são bons?
Não USAR 3D
Referência: Storytelling com dados.
Visual adequado
• Por que gráficos de pizza não são bons?
Referência: Storytelling com dados.
Risco e Retorno em Renda Fixa
Capítulo 4. Data Storytelling
Aula 4.9. Evitar a Saturação
Prof. Rafael F.V.C. Santos
Evitar a saturação
• Evitar sobrecarga cognitiva com informações que não contribuem:
– Sinal;
– Ruído.
• Saturação:
– Elementos visuais que ocupam espaço, mas não aumentam o
entendimento.
Evitar a saturação
• Psicologia Gestalt (1900): percepção visual e comportamento
Referência: Storytelling com dados.
Evitar a saturação
• Psicologia Gestalt (1900): percepção visual e comportamento
Evitar a saturação
Referência: Storytelling com dados.
Evitar a saturação
Referência: Storytelling com dados.
Evitar a saturação
Referência: Storytelling com dados.
Evitar a saturação
Referência: Storytelling com dados.
Evitar a saturação
Referência: Storytelling com dados.
Evitar a saturação
Referência: Storytelling com dados.
Evitar a saturação
Referência: Storytelling com dados.
Evitar a saturação
Referência: Storytelling com dados.
Evitar a saturação
Referência: Storytelling com dados.
Evitar a saturação
Referência: Storytelling com dados.
Risco e Retorno em Renda Fixa
Capítulo 4. Data Storytelling
Aula 4.10. Focar no Público
Prof. Rafael F.V.C. Santos
Atenção no Público-Alvo
• Chamar atenção;
• Direcionar atenção;
• Prender / manter atenção (concentrar).
Atenção no Público-Alvo
• Nossa memória:
– Icônica;
– Curto prazo;
– longo prazo.
• Icônica
– Rápida;
– Percepção consciente;
– Sobrevivência;
– Some para dar espaço para memória de curto prazo.
Atenção no Público-Alvo
• Curto prazo:
– Muito limitada;
– 4 grupos de informações visuais;
• Longo prazo:
– O que é mantido da memória de curto prazo;
– Pode durar a vida inteira;
– Geralmente combina memória verbal e visual.
Atenção no Público-Alvo
• Uso da memória Icônica: Conte os números 3
Referência: Storytelling com dados.
Atenção no Público-Alvo
• Conte os números 3 (pré-atentivo: destaque)
Risco e Retorno em Renda Fixa
Capítulo 4. Data Storytelling
Aula 4.11. Pensar como um Designer
Prof. Rafael F.V.C. Santos
Pensar como um Designer
• Affordances;
• Acessibilidade;
• Estética.
Pensar como um Designer
• Affordances:
– Aspectos inerentes ao design que tornam óbvio como o produto deve ser
usado.
– Exemplo:
o Alavanca: permite ser puxada;
o Botão permite ser apertado;
o Existe apenas uma maneira de usar ( e é a correta).
– Realçar o que é importante (ganhar atenção):
o Negrito, itálico, sublinhado;
o CAIXA ALTA;
o Fontes, Cor, Tamanho.
– Realce X eliminar distrações.
Risco e Retorno em Renda Fixa
Capítulo 4. Data Storytelling
Aula 4.12. Data Storytelling
Prof. Rafael F.V.C. Santos
Data Storytelling
• Para contar uma história (narrativa - Aristóteles):
– Início - preparação – equilíbrio;
– Meio - conflito – desequilíbrio;
– Fim - solução – solução.
• Filmes, livros, jogos, teatros, conversas.
Data Storytelling
• Jornada do Herói
Fonte: Alex Bretas (não me condene)
Conclusão
1. Entender o contexto;
2. Escolher um visual apropriado;
3. Eliminar a saturação;
4. Chamar a atenção para onde você quer;
5. Pensar como um designer;
6. Contar uma história.
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Capítulo 5. Introdução ao Dash Python
Aula 5.1. Introdução
Prof. Rafael F.V.C. Santos
Introdução ao Dash Python
❑ Capítulo mais prático
– Plotly
– Pandas
– Dash
Python
• Linguagem N 1º Tiobe;
• Fácil e simples de aprender;
• Padrão para finanças quantitativas;
• Muitas bibliotecas prontas de ML e DL;
• Cross plataforma: Desktop e Mobile.
Dash
• Projeto Open Source (sem custos);
• Downloaded 800,000 times per month;
• Construção rápida de dashboards;
• Python, R, Julia e F#;
• Escrita com base em [Link] e [Link];
• Construção de GUI (muito indicado para quem trabalha com Dados);
• Abstrai o desenvolvimento full-stack (iterações visuais);
• Permite a construção de interfaces em menos de 10 minutos;
• Funciona no navegador ( mobile).
Pré-requisitos
• Conhecimentos básicos de lógica de programação
• Básico de Python:
– Numpy;
– Pandas;
– Matplotlib;
– Dash.
Instalação
• <mostrar no python>
Plotly
• <Mostrar no Python>
Pandas
• DataFrame
• iloc()
• max(),min()
• [Link] = df[‘year’]
• df[df['Year'] == year_value] # filtros
Risco e Retorno em Renda Fixa
Capítulo 5. Introdução ao Dash Python
Aula 5.2. Introdução a construção de dashboards
Prof. Rafael F.V.C. Santos
Construção de dashboards
• Precisamos começar entendendo como plotar gráficos:
– [Link]
• O que vamos aprender:
– Plotly
o Express
• <Vamos praticar agora com Python>
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Capítulo 5. Introdução ao Dash Python
Aula 5.3. Dash Python
Prof. Rafael F.V.C. Santos
Dash Python
• Composto por duas partes:
– Layout (parte visual);
– Callbacks (interações com o layout);
• Linguagem declarativa: describe your application through these attributes
• Layout:
– [Link];
– [Link] (dash core components);
• [Link]
• [Link]
– funções de alto nível (high-level components):
o JavaScript, HTML e CSS com várias bibs [Link]
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Capítulo 5. Introdução ao Dash Python
Aula 5.4. Layout
Prof. Rafael F.V.C. Santos
Layout
• Componentes declarativos;
• Aparência da aplicação;
• Utilizar hierarquia de árvores;
• Formatação em HTML e Markdown;
• Estilos com CSS, JavaScript etc.
Dash
• html.H1(children='Hello Dash') is the same as html.H1('Hello Dash')
• app.run_server(debug=True)
• "hot-reloading" mudanças são atualizadas automaticamente
• app.run_server(dev_tools_hot_reload=False)
Layout
• HTML
• <Colocar a estrutura básica de uma página html>
• [Link]
HTML
• [Link]
• html.H1('Hello Dash', style={'textAlign': 'center', 'color': '#7FDBFF'})
• Retorna para o navegador:
• <h1 style="text-align: center; color: #7FDBFF">Hello Dash</h1>.
[Link] X HTML
1. A propriedade de estilo em HTML é uma string separada por ponto e
vírgula. No Dash, você pode apenas fornecer um dicionário.
2. As chaves no dicionário de estilos são camelCased. Então, em vez de
text-align, é textAlign.
3. O atributo é class para HTML class e className para o Dash.
4. Os children (filhos) da tag HTML são especificados por meio do argumento
de palavra-chave children. Por convenção, este é sempre o primeiro
argumento e por isso é frequentemente omitido.
Markdown
• <falar sobre markdown>
• Como utilizar em dash:
• [Link]()
DCC – Dash Core Components
• > [Link] : [Link]
• higher-level components like
• dropdowns,
• graphs,
• markdown blocks,
• and more.
• As chamadas são declarativas
Risco e Retorno em Renda Fixa
Capítulo 5. Introdução ao Dash Python
Aula 5.5. Callbacks
Prof. Rafael F.V.C. Santos
O que são Callbacks
• São funções chamadas automaticamente quando houver alguma alteração
em propriedades dos componentes Dash.
• Eles permitem fazermos interações com os elementos gráficos.
• Eles não devem modificar os dados durante seu processamento.
– Filtros
– Seleções
– Adaptações
Links importantes
• [Link]
• [Link]
Conclusão
Exemplos de projetos
[Link]
implementar/