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Projeto Pedagógico: Letras - Português

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO

CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO


DEPARTAMENTO DE LETRAS

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO:


GRADUAÇÃO EM LICENCIATURA / LETRAS – PORTUGUÊS

RECIFE, MARÇO DE 2013.


UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO

Reitor: Prof. Dr. Anísio Brasileiro de Freitas Dourado


Vice-Reitor: Prof. Dr. Silvio Romero de Barros Marques
Pró-Reitor de Assuntos Acadêmicos: Profa. Dra. Ana Maria Santos Cabral
Diretor do Centro de Artes e Comunicação: Prof. Dr. Walter Franklin Marques Correia
Vice-Diretor do Centro de Artes e Comunicação: Profa. Dra. Cristiane Maria Galdino de
Almeida
Chefe do Departamento de Letras: Prof. Dr. José Alberto Miranda Poza
Vice-Chefe do Departamento de Letras: Prof. Dr. Vicente Masip Viciano
Coordenadora dos Cursos Letras-Licenciaturas: Profa. Dra. Maria Medianeira de
Souza
Vice-coordenadora dos Cursos de Letras-Licenciaturas: Profa. Dra. Rosângela
Aparecida Ferreira Lima

Colegiado dos Cursos de Letras-Licenciaturas que aprovou este PPC1:

Profa. Dra. Maria Medianeira de Souza – Coordenadora dos cursos de Letras-Licenciaturas


Profa. Dra. Rosângela Aparecida Ferreira Lima – Vice-Coordenadora
Prof. Dr. Alfredo Cordiviola – Área: Espanhol
Profa. Dra. Ana Maria Costa de Araújo Lima – Área: Português
Prof. Dr. César Sales Giusti – Área: Português a Distância
Profa. Dra. Cláudia Mendonça de Oliveira – Área: Inglês
Profa. Dra. Joice Armani Galli – Área: Francês
Prof. Dr. José Alberto de Miranda Poza – Área: Espanhol
Prof. Dr. José Alexandre Ferreira Maia – Área: Latim
Prof. Dr. José Rodrigues de Paiva – Área: Literatura
Prof. Dr. Jurandir Ferreira Dias Júnior – Área: LIBRAS
Profa. Dra. Kazue Saito Barros – Área: Linguística

1
Os colegiados dos cursos de Letras-Licenciaturas se adequarão à nova estruturação proposta
neste PPC.

2
Prof. Dra. Lívia Suassuna – Representante do Centro de Educação
Prof. Dr. Miguel Espar Argerich – Área: Espanhol a Distância
Prof. Dr. Ricardo Postal – Coordenador do Bacharelado
João Gusmão Barbosa – Representante Discente

Núcleo Docente Estruturante:

Profa. Dra. Maria Medianeira de Souza – Coordenadora dos cursos de Letras-Licenciaturas


Profa. Dra. Ana Maria de Araújo Lima – Área: Português
Profa. Dra. Fabiele Stockmans De Nardi – Área: Espanhol
Profa. Dra. Herimatéia Pontes – Área: Inglês
Profa. Dra. Joice Armani Galli– Área: Francês
Profa. Dra. Rosângela Ferreira Lima – Área: Português
Profa. Dra. Siane Gois Cavalcanti Rodrigues – Área: Português

Equipe Responsável pela atualização deste Projeto Pedagógico:

Profa. Dra. Maria Medianeira de Souza – Coordenadora dos cursos de Letras-Licenciaturas


Profa. Dra. Ana Maria de Araújo Lima – Área: Português
Profa. Dra. Fabiele Stockmans De Nardi – Área: Espanhol
Profa. Dra. Herimatéia Pontes – Área: Inglês
Profa. Dra. Joice Armani Galli – Área: Francês
Profa. Dra. Rosângela Ferreira Lima – Área: Português
Profa. Dra. Siane Gois Cavalcanti Rodrigues – Área: Português
Érica Brito de Santana – Técnica em Assuntos Educacionais do Setor de Estudos e
Assessoria Pedagógica (SEAP)

3
Professores Vinculados ao Departamento de Letras

Área de Alemão
Profa. Dra. Elizabeth Marcuschi

Área de Espanhol
Prof. Dr. Alfredo Adolfo Cordiviola
Prof. Dr. Antonio Torre Medina
Prof. Dr. Darío de Jesús Gómez Sánchez
Profa. Dra. Fabiele Stockmans De Nardi
Prof. Dr. José Alberto Miranda Poza
Prof. Dr. Juan Pablo Martín
Prof. Dr. Miguel Espar Argerich
Prof. Dr. Vicente Masip Viciano

Área de Francês
Profa. Dra. Joice Armani Galli
Profa. Ms. Otávia Pinheiro Pedrosa Fernandes
Prof. Dr. Oussama Naouar
Profa. Dra. Simone Pires Barbosa Aubin

Área de Inglês
Prof. Dr. Araken Guedes Barbosa
Profa. Dra. Cláudia Mendonça de Oliveira
Profa. Dra. Fatiha Dechicha Parahyba
Profa. Dra. Herimatéia Ramos de Oliveira Pontes
Prof. Dr. João Alfredo Sedycias
Profa. Dra. Maria Cristina Caldas de Camargo Lima Damianovic
Prof. Dr. Roland Gerhard Mike Walter
Profa. Dra. Sueli Cavendish de Moura
Profa. Dra. Vera Lúcia de Lucena Moura de Oliveira

4
Área de Latim
Prof. Ms. Everton da Silva Natividade
Prof. Dr. José Alexandre Ferreira Maia

Área de LIBRAS
Prof. [Link] Antonio Fontenele Mourão
Prof. Ms. Jurandir Ferreira Dias Júnior

Área de Linguística
Prof. Dr. Antonio Carlos dos Santos Xavier
Profa. Dra. Karina Falcone de Azevedo
Profa. Dra. Kazue Saito Monteiro de Barros
Profa. Dra. Maria Medianeira de Souza
Profa. Dra. Maria Virgínia Leal

Área de Literatura
Prof. Dr. Aldo José Rodrigues de Lima
Prof. Dr. Anco Márcio Tenório Vieira
Prof. Dr. André de Sena Wanderley
Prof. Dr. César Sales Giusti
Profa. Dra. Ermelinda Maria Araújo Ferreira
Prof. Dr. José Rodrigues de Paiva
Prof. Dr. Lourival de Holanda Barros
Profa. Dra. Lucila Nogueira Rodrigues
Profa. Ms. Maria de Fátima Pessoa Melo Cartaxo2
Prof. Dr. Ricardo Postal
Profa. Dra. Sônia Lúcia Ramalho de Farias

Área de Português
Profa. Dra. Ana Maria Costa de Araújo Lima

2
A Professora Maria de Fátima Pessoa de Melo Cartaxo está à disposição do Ministério da
Fazenda, de modo que não consta no resumo dos currículos dos professores.

5
Profa. Dra. Ângela Paiva Dionísio
Profa. Dra. Dilma Tavares Luciano
Profa. Dra. Dóris de Arruda Carneiro da Cunha
Profa. Dra. Evandra Grigoletto
Profa. Dra. Gláucia Renata Pereira do Nascimento
Profa. Dra. Inara Ribeiro Gomes
Profa. Dra. Maria Cristina Hennes Sampaio
Profa. Dra. Maria José de Matos Luna
Prof. Dr. Marlos de Barros Pessoa
Profa. Dra. Rosângela Aparecida Ferreira Lima
Profa. Dra. Siane Gois Cavalcanti Rodrigues
Profa. Dra. Stella Virgínia Telles de Araújo Pereira
Profa. Dra. Suzana Leite Cortez

6
SUMÁRIO

1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO ............................................................................................... 9


1.1. INSTITUIÇÃO MANTENEDORA: ................................................................................... 9
1.2. INSTITUIÇÃO MANTIDA: ............................................................................................... 9
2. HISTÓRICO DO CURSO ..................................................................................................... 11
2.1. A UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO ................................................... 11
2.2. O CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO............................................................... 13
2.3. O DEPARTAMENTO DE LETRAS E O CURSO ........................................................ 15
3. JUSTIFICATIVA PARA A REFORMULAÇÃO.................................................................... 18
3.1. RELEVÂNCIA DO PROFISSIONAL PARA O DESENVOLVIMENTO LOCAL E
REGIONAL ............................................................................................................................ 20
4. MARCO TEÓRICO ............................................................................................................... 22
5. OBJETIVOS DO CURSO ..................................................................................................... 24
5.1. OBJETIVO GERAL ........................................................................................................ 24
5.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS......................................................................................... 24
6. PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO .......................................................................... 27
7. CAMPO DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL........................................................................... 28
8. COMPETÊNCIAS, ATITUDES E HABILIDADES .............................................................. 29
9. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS............................................... 32
9.1. MOBILIDADE INTRA-INSTITUCIONAL E EXTRA-INSTITUCIONAL....................... 33
10. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO.................................................................. 35
10.1. DO CURSO: ................................................................................................................. 35
10.2. DA CARGA HORÁRIA: ............................................................................................... 35
10.3. TEMPO DE INTEGRALIZAÇÃO. ............................................................................... 36
10.4. FORMA DE INGRESSO E REINTEGRAÇÃO COMO PORTADOR DE DIPLOMA.
................................................................................................................................................ 36
11. PROGRAMAS DE CADA COMPONENTE CURRICULAR ............................................ 44
12. PROJETO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO...................................... 45
13. ATIVIDADES COMPLEMENTARES................................................................................. 46
14. NORMAS RELATIVAS AO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ...................... 47

7
15. CORPO DOCENTE ............................................................................................................ 48
15.1. RESUMO DE TITULAÇÃO DO CORPO DOCENTE ............................................... 48
15.2. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE) ....................................................... 79
16. CONDIÇÕES DE FUNCIONAMENTO DO CURSO........................................................ 81
16.1. INFRAESTRUTURA ATUAL ...................................................................................... 81
16.2. ACESSIBILIDADE ....................................................................................................... 84
17. SISTEMÁTICA DE CONCRETIZAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO....................... 85
18. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO DO CURSO ................................................................. 86
19. DOCUMENTOS COMPROBATÓRIOS ............................................................................ 87
20. REQUISITOS LEGAIS E NORMATIVOS ......................................................................... 88
ANEXOS ....................................................................................................................................... 91
ANEXO I – QUADROS DE EQUIVALÊNCIA DE COMPONENTE CURRICULAR ........ 92
ANEXO II – CORPO DOCENTE ......................................................................................... 94
ANEXO III – REGULAMENTOS DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES, ESTÁGIO
CURRICULAR OBRIGATÓRIO E TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO. .......... 96

8
1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

1.1. INSTITUIÇÃO MANTENEDORA:


UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
Av. Prof. Moraes Rego, 1235
Cidade Universitária - Recife – PE C.E.P. 50.670-901
Telefone: (081) 2126-8001 / 8002 / 8008 / 8030
Fax: (081) 2126-8029
Endereço eletrônico: [Link]

1.2. INSTITUIÇÃO MANTIDA:


DEPARTAMENTO DE LETRAS
Centro de Artes e Comunicação
Telefone: (081) 2126-8786 e 2126-8307
Telefax: (081) 2126-8787
Endereço eletrônico: [Link]/letras

- Denominação do Curso: LETRAS – PORTUGUÊS

- Modalidade: PRESENCIAL

- Tipo: LICENCIATURA

- Local de Oferta: CAMPUS RECIFE

- Total de Vagas e Entradas:


TURNO
DIURNO (TARDE) NOTURNO
1ª ENTRADA 30 VAGAS

9
2ª ENTRADA 60 VAGAS

• Horário de Funcionamento:
Turno Diurno (Tarde): [das 12h00min às 18h50min]
Turno Noturno: [das 17h às 22h10min]

- Carga Horária Total: 3.150 horas

- Tempo de Integralização
TEMPO MÍNIMO 08 semestres
TEMPO MÉDIO 12 semestres
TEMPO MÁXIMO 14 semestres

- Ano de Início do Curso de Letras na UFPE: 1950


- Ano de Início do Curso de Letras-Português na UFPE: 2010
- Semestre letivo de Implantação da estrutura curricular apresentada
neste Projeto: 2010.1
- Data da Última Atualização deste Projeto: 05 de março de 2013.
- Autorização de funcionamento e criação do Curso: Decreto nº. 28.092,
de 08 de maio de 1950.
- Reconhecimento do Curso: Lei Federal 1.254 de 04/12/1950.

10
2. HISTÓRICO DO CURSO

2.1. A UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO

A Universidade do Recife, que originou a UFPE, foi fundada por meio


do Decreto-Lei da Presidência da República nº 9.338/46 e suas atividades tiveram
início em 11 de agosto de 1946. Sendo considerado o primeiro centro universitário
do Norte e Nordeste, a Universidade do Recife compreendia a Faculdade de
Direito do Recife (1827), a Escola de Engenharia de Pernambuco (1895), a
Faculdade de Medicina do Recife (1895), Escolas de Odontologia e Farmácia,
Escola de Belas Artes de Pernambuco (1932) e Faculdade de Filosofia do Recife
(1941).
Em 1948, começou a construção do campus universitário num
loteamento na Várzea, onde hoje está localizado o Campus Recife. No ano de
1965, a Universidade do Recife passou a integrar o Sistema Federal de Educação
do país, passando a denominar-se Universidade Federal de Pernambuco (UFPE),
na condição de autarquia vinculada ao Ministério da Educação.
A UFPE possui 12 Centros Acadêmicos, sendo 10 na capital, 01 em
Vitória de Santo Antão (Centro Acadêmico de Vitória – CAV) e 01 em Caruaru
(Centro Acadêmico do Agreste – CAA). Integram o Campus Universitário Reitor
Joaquim Amazonas as seguintes unidades acadêmicas:
• Centros de Artes e Comunicação (CAC)
• Centro de Ciências Biológicas (CCB)
• Centro de Ciências Exatas e da Natureza (CCEN)
• Centro de Ciências da Saúde (CCS)
• Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA)
• Centro de Educação (CE)
• Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH)
• Centro de Informática (CIn)
• Centro de Tecnologia e Geociências (CTG)

11
O Campus Universitário Reitor Joaquim Amazonas possui 149 hectares,
e abriga a Reitoria, administração central da universidade; o Colégio de Aplicação
– CAp, órgão voltado para a educação básica; a Biblioteca Central – BC; 10
Bibliotecas Setoriais; o Núcleo de Tecnologia da Informação – NTI; a Editora
Universitária (EDUFPE): o Núcleo de Hotelaria e Turismo; o Laboratório de
Imunopatologia Keizo Asami (LIKA); o Núcleo de Educação Física e Desportos
(NEFD); o Hospital das Clinicas (HC); o Núcleo de Saúde Pública e
Desenvolvimento Social (NUSP); a Prefeitura Universitária; e o Centro de
Convenções.
Ainda faz parte da UFPE: o Núcleo de Rádio e Televisão (TVU), o
Memorial de Medicina de Pernambuco (MMA), o Centro Cultural Benfica, que
abriga o Instituto de Arte Contemporânea (IAC), a Coordenação de
Desenvolvimento Cultural (CDC), o Teatro Joaquim Cardozo, a Livraria Benfica, o
Setor de Acervo e Documentação e os Projetos Especiais.
A UFPE oferece, atualmente, um total de 96 cursos de graduação
presenciais distribuídos em 12 centros e mais 03 cursos de graduação a distância,
65 cursos mestrados acadêmicos, 06 mestrados profissionalizantes, 45
doutorados, além de cursos de especialização lato sensu. No campus do Agreste,
funcionam os cursos de Engenharia Civil, Design, Administração, Ciências
Econômicas, Pedagogia, Engenharia de Produção e Licenciatura em Física, em
Química e em Matemática. Em Vitória de Santo Antão, estão os cursos de
Nutrição, Enfermagem, Licenciatura em Ciências Biológicas, Bacharelado e
Licenciatura em Educação Física. Esse campus também conta com uma Clínica-
Escola.
Nesses 66 anos de história, a Universidade Federal de Pernambuco
cresceu em sua abrangência, por meio da interiorização e da criação de novos
cursos, conservando a qualidade do ensino, a expressiva produção científica e a
extensão universitária, sendo considerada pelos Ministérios da Educação e da
Ciência e Tecnologia como uma das melhores Universidades do país.

12
2.2. O CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO

Ao longo de sua história, a UFPE já realizou três reformas estruturais (1963


– 1967 – 1974). Na terceira delas, foi criado o Centro de Artes e Comunicação -
CAC, fundado em 1975, resultante da junção da Escola de Belas Artes de
Pernambuco, da Faculdade de Arquitetura do Recife, do Departamento de Letras
e do Curso de Biblioteconomia. O CAC ocupa uma área de 15.500 metros
quadrados, distribuídos entre salas de aula, Biblioteca Joaquim Cardozo, Teatro
Milton Baccarelli, Galeria de Arte Capibaribe, núcleos de pesquisas, laboratórios
vinculados à maioria dos cursos de graduação, laboratórios de informática, oficina
de marcenaria para construção de protótipos e execução de projetos de design e
arquitetura, hemeroteca, estúdios para gravação de vídeo e áudio, ateliês de
gravura e artes plásticas.
Oito departamentos acadêmicos integram o CAC: Arquitetura e Urbanismo,
Ciência da Informação, Comunicação Social, Expressão Gráfica, Design, Letras,
Música, e Teoria da Arte e Expressão Artística. Esses departamentos são
responsáveis por 27 cursos de graduação e seis programas de Pós-Graduação,
que oferecem mestrados em Letras, Comunicação Social, Arquitetura, Design,
Ciência da Informação e Artes Visuais, além de doutorados em Letras, Arquitetura,
Comunicação Social e Design. O corpo docente do CAC é composto por
aproximadamente 260 professores, a maior parte dos quais possui título de doutor
ou mestre. Já o corpo discente é formado por aproximadamente 4.200 estudantes.
Entre os grupos de pesquisa dos departamentos do Centro de Artes e
Comunicação, destacam-se: Avaliação e Pesquisa Educacional; Linguística
Aplicada; Estudos Linguísticos da Fala e Escrita; Norma Linguística Urbana Culta;
Compreensão e Produção (Inter) Linguísticas; Estudos Históricos da Língua
Vernácula; Linguagem e Literatura: Sociedade, Saúde e Trabalho; Literatura
Hispano-Americana Colonial; Estudos Canadenses; Percepção e Representação

13
Intercultural; Geometria Gráfica; Metodologia de Design de Artefatos Digitais;
Comunicação, Tecnologia e Cultura; Design, Tecnologia e Cultura; Comunicação e
Discurso; Produção Multimídia; Arte e Técnica na Arquitetura; Estudos de
Subjetividade na Arquitetura; Morfologia da Arquitetura e do Urbanismo;
Tecnologias de Investigação da Cidade; Conservação Integrada Urbana e
Territorial; Gestão Urbana e Políticas Públicas; Ergonomia e Usabilidade de
Produtos, Sistemas e Produção; Arte, Cultura e Memória; Memória e Sociedade;
Informação Tecnológica; Design da Informação; Estudos e Pesquisas em Artes
Cênicas.
O Centro desenvolve diferentes atividades de extensão, tais como: cursos
de formação continuada para auxiliares de biblioteca e professores do ensino
fundamental da rede Oficial; o Projeto Arte na Escola; um Programa Especial de
Português para Estrangeiros - PROPE; cursos variados na área de Artes
Plásticas, tais como Iniciação ao Desenho e à Pintura, Modelagem em Argila,
Gravura. Há ainda um projeto de Teatro de Animação e outro de aplicação de
Jogos Teatrais no Ensino Fundamental na área de Artes Cênicas. É também
promovida a edição de boletins e jornais acadêmicos visando à divulgação das
pesquisas realizadas, destacando-se as revistas do Departamento de Letras:
ArteComunicação, Eutomia, Investigações, Hipertextus e Ao pé da letra. Esta
última é voltada exclusivamente para a produção acadêmica dos alunos de Letras
das mais diferentes IES.
O Centro de Artes e Comunicação apresenta ainda, em seu histórico,
convênios com a Caixa Econômica Federal, Prefeitura da Cidade do Recife, Rede
Globo, Diário de Pernambuco, Projeto VITAE, além de intercâmbio com outros
centros de pesquisas, como as Universidades de Illinois (USA), do Porto
(Portugal) e Clermond-Ferrand (França).

14
2.3. O DEPARTAMENTO DE LETRAS E O CURSO

O curso de Letras foi criado pela lei federal nº 1.254 de 04 de dezembro


de 1950, no Departamento de Letras da Faculdade de Filosofia de Pernambuco.
Atualmente, são ofertados cursos de bacharelado (com ênfase em estudos
linguísticos e literários) e de licenciatura (Letras-Português, Letras-Inglês, Letras-
Francês e Letras-Espanhol).
O Departamento de Letras fica localizado no 1º andar, na ala leste, do
Centro de Artes e Comunicação, possui 8 salas de aulas (sendo três dos
leitorados), 02 salas administrativas, 07 salas de núcleo de pesquisa e um
laboratório de informática.
Destacam-se os núcleos de pesquisa e extensão: Núcleo de Avaliação
e Pesquisa Educacional (NAPE); Norma Urbana Culta (NURC); Núcleo de
Estudos Indigenistas (NEI); Núcleo de Estudos Linguísticos da Fala e Escrita
(NELFE); Núcleo de Estudos em Compreensão e Produção Interlinguísticas
(NUCEPI); Grupo de Pesquisa “Percepção e Representação Intercultural” (GPRI),
Núcleo de Estudos Canadenses (NEC); Grupo de Estudos Literatura Hispano–
América Colonial (LHAC); Núcleos de Estudos sobre Hipertexto e Tecnologias na
Educação (NEHTE); Núcleo de Investigações sobre Gêneros Textuais (NIG);
Núcleo de Estudos em Práticas de Linguagem e Espaço Virtual (NEPLEV) e
Letramento Digital (Numérique) em Francês como Língua Estrangeira (LENUFLE).
No segundo semestre de 2007, com a aprovação do e-Letras, o
Departamento de Letras abriu o primeiro curso de graduação da UFPE na
modalidade EaD (cujos polos atualmente situam-se em Ipojuca, Pesqueira,
Limoeiro, Trindade e Recife) que visa dar formação a professores da Educação
Básica e a egressos do Ensino Médio, para o ensino de Língua Portuguesa e
Literatura. Em 2010, houve a ampliação de tal oferta, e foi aberto o curso de
Licenciatura em Espanhol, com polos nas seguintes cidades: Recife, Olinda,
Pesqueira, Jaboatão, Petrolina, Garanhuns, Surubim, Tabira.
O currículo de Letras sempre foi alvo de discussões por parte dos

15
docentes e discentes do curso desde 1993. Dentre elas, destacam-se as
reivindicações pela abertura do curso noturno, considerando a realidade nacional
do aluno trabalhador. Somente em maio de 1997, entretanto, foi realizado um
seminário que objetivava a reformulação curricular. Dentre os problemas
apontados, estavam o elevado número de perfis curriculares para o mesmo curso,
programas das disciplinas sem sequencialidade, ausência de laboratórios e
reduzida carga horária prática, significativa retenção e evasão dos cursos e falta
de articulação com a pós-graduação.
Muitos dos problemas apresentados já foram sanados, com a
retomada, em 2005, da discussão acerca do Projeto Pedagógico de Curso e a
implementação da reforma curricular, no ano de 2010. Tal reforma viabilizou a
inter-relação entre as disciplinas e o aumento da carga horária prática; a abertura
do curso noturno; a redução do número de perfis e a possibilidade de o
vestibulando escolher, já no ato de inscrição, o curso que deseja (Licenciatura em
Letras-Português, Letras-Inglês, Letras-Francês, Letras-Espanhol ou
Bacharelado). Acrescente-se que, nos dias de hoje, a retenção também diminuiu
bastante, graças ao Programa de Assistência ao Estudante (PAE), criado pela
Resolução CCEPE 09/2009.
Em 1975, a pós-graduação iniciou suas atividades com cursos de
especialização. No ano seguinte, foi fundado o Mestrado em Letras, cujo
credenciamento data do ano de 1980, com áreas de concentração em Linguística
e Teoria da Literatura. Na década seguinte, teve início o doutorado em Linguística,
com a primeira tese defendida três anos depois, em 1993. O doutorado em Teoria
da Literatura foi iniciado em 1996.
O Programa de Pós-Graduação em Letras (PPGL) já formou 540
mestres e 151 doutores até dezembro de 2012 e obteve, na última avaliação da
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES),
conceito 5.
O Departamento de Letras conta com um número de 56 docentes,
(sendo 50 doutores e 06 mestres) e 09 servidores técnicos administrativos. Como

16
o maior departamento do Centro de Artes e Comunicação, é responsável pela
formação de professores para a Educação Básica e Superior, tendo, ao longo das
suas cinco décadas, expandido o seu quadro docente e prestado à comunidade
efetivo trabalho de ensino, pesquisa e extensão.

17
3. JUSTIFICATIVA PARA A REFORMULAÇÃO

As discussões que, nos últimos anos, têm propiciado a contínua adequação


do Projeto Pedagógico do Curso estão em consonância com a dinamicidade da
sociedade em que a UFPE se insere e, sendo assim, buscam dar conta dos
anseios da comunidade acadêmica do curso de Letras.
Esta proposta se justifica não apenas pelo intuito de adequar-se o currículo
do curso às exigências legais, mas, especialmente, pela necessidade de oferecer
aos nossos alunos uma ampla formação teórica e prática, comprometida com o
contexto educacional brasileiro.
Sendo assim, os docentes que integram o Curso de Graduação em Letras
da Universidade Federal de Pernambuco, conscientes do seu papel social e
conhecedores dos objetivos, das competências e das habilidades necessárias à
formação do profissional na área, propõem a reformulação do seu projeto
pedagógico em razão:

a) da necessidade de adequar seu currículo às novas exigências históricas e aos


marcos legais, com a observância de diretrizes que traçam os limites da
autonomia curricular, na renovação dos Cursos do Ensino Superior;

b) da consciência do dever de contribuir especificamente para o desenvolvimento


de uma sociedade mais justa, produzindo e difundindo conhecimentos no âmbito
específico das linguagens e propiciando espaços para a interação e integração de
povos e culturas.

Com base nessas premissas, o Departamento de Letras propõe a


reformulação do seu currículo de modo a dar respostas às exigências da
comunidade acadêmica e a adequar-se aos parâmetros legais vigentes.
As Diretrizes Curriculares atuais e, por conseguinte, a própria UFPE
orientam os cursos superiores para uma formação flexibilizada, abrangente e

18
aprofundada, como se pode observar nos seguintes documentos, os quais
fundamentaram este Projeto Pedagógico:
- Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN 9.394/96);
- Lei 9.795/1999 e Decreto N° 4.281, de 25/06/2002, que instituem a política
nacional de Educação Ambiental, de forma transdisciplinar no decorrer de todo o
curso;
- Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso (Resolução CNE/CES nº 18, de 13 de
março de 2002);
- Legislações específicas relacionadas à carga horária e ao tempo de
integralização para as licenciaturas (Resolução CNE/CP N° 02/2002);
- Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais
e para o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana (Resolução
CNE/CP N° 01/2004);
- Decreto 5.626/2005, que trata da inclusão de LIBRAS como disciplina curricular
obrigatória nos cursos de formação de professores;
- Resolução CCEPE n° 01/2006, que dispõe sobre procedimentos para alteração
dos currículos dos cursos de graduação da UFPE;
- Projeto Reuni UFPE/2007 (Programa de Reestruturação e Expansão das
Universidades Federais);
- Lei 11.645/2008, que inclui no currículo oficial da rede de ensino a
obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”;
- Resolução CCEPE nº 12/2008, que estabelece as diretrizes para as reformas
curriculares dos cursos de licenciatura da UFPE;
- Outras resoluções em vigor na UFPE.

Além das legislações destacadas, foram analisados e discutidos currículos


de cursos de Letras vigentes em outras representativas instituições de ensino
superior, atentando-se também para as reivindicações dos alunos.

19
3.1. RELEVÂNCIA DO PROFISSIONAL PARA O DESENVOLVIMENTO LOCAL
E REGIONAL

A formação de professores, em todas as áreas, deve ter papel de


destaque nas Universidades Públicas, pois por meio dela ocorre a construção de
conhecimentos que possibilitam a mudança do status quo social.
Conforme dados do Programa Todos pela Educação3, em 2010, o
estado de Pernambuco possuía uma população total de 8.796.448 e 2.215.324
pessoas em idade escolar. Em 2011, a taxa de analfabetismo era de 3,6% (em
relação às crianças de 10 a 14 anos) e de 15,7% (em relação a pessoas com 15
anos ou mais). Os docentes com curso superior estavam alocados da seguinte
forma:

Docentes com Curso Superior


Ensino
Pré- Ens. Fundamental Ensino
Creche Fundamental -
Escola - anos iniciais Médio
anos finais
Pernambuco (2010) 27,4 % 30,5 % 43,0 % 75,0 % 92,1 %

Segundo dados do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação


(FNDE)4, Pernambuco obteve, no FUNDEB de 2013, 1.121.558 matrículas no
Ensino Fundamental, 334.450 matrículas no Ensino Médio, 22.984 matrículas
na Educação Especial, 17.141 matrículas na Educação indígena e 5.430
matrículas no Atendimento Educacional Especializado (AEE).
Esses dados mostram uma demanda de educandos que precisam de
professores cada vez mais conscientes de seu papel social. Isso evidencia que o
egresso de Letras terá um universo amplo para o desenvolvimento de suas
habilidades no exercício do magistério na educação básica, a fim de dar respostas
aos problemas educacionais que tanto desacreditam os sujeitos desse sistema.

3 Disponível em [Link] acesso em 11/03/2013.


4
Disponível em [Link] acesso em 11/03/2013.

20
Neste sentido, o licenciado em Letras possui um amplo campo
profissional, podendo contribuir sobremaneira para uma educação pública de
qualidade e, consequentemente, para a diminuição dos índices desfavoráveis do
desenvolvimento educacional da região. Há, pois, um campo profissional
desafiador, que favorece a constante procura por este curso no vestibular e
justifica o aumento do número de vagas propiciado pela oferta do curso noturno a
partir do ano de 2010.

21
4. MARCO TEÓRICO

A consolidação de novas formas de organização social e a superação


contínua de patamares no conhecimento do mundo são aspectos significativos
dos rumos da humanidade. Constata-se, assim, que um considerável número de
indivíduos e coletividades engaja-se na procura de novos conhecimentos no
intuito de viabilizar uma existência melhor para todos.
A renovação do conhecimento e das tecnologias é uma realidade que, de
fato, confirma os avanços científicos na tentativa de se construir um mundo
melhor. A busca por uma organização social mais igualitária, democrática e
participativa faz parte do imaginário utópico do gênero humano.
Nesse contexto, o mundo da educação, especialmente quando vinculado a
processos subsidiados pelo poder público, dentro de instituições específicas, pode
ser identificado e avaliado tanto pelos valores que procura transmitir e fazer
apropriar, tanto pelas oportunidades que proporciona para a conquista do saber,
quanto pelo o serviço que é capaz de oferecer para a sociedade e para os
indivíduos, na busca do conhecimento das novas tecnologias anunciadas.
Às instituições educacionais escolares, e à universidade pública brasileira,
em particular, são atribuídas missões e tarefas que dizem respeito ao bem comum
e à boa convivência. Uma das suas principais tarefas vem a ser a de preparar
cidadãos solidários, éticos e competentes, críticos e criativos, comprometidos com
construção de uma sociedade democrática mais justa e preparados para o pleno
exercício da cidadania. Outra tarefa envolve atividades relativas à construção do
conhecimento, que é marcado pela diversidade e transitoriedade.
No período atual, junto às grandes transformações tecnológicas, vivencia-
se a afirmação de valores novos, fato que vem tornar o papel da instituição
escolar mais complexo e relevante. Por exemplo, é imprescindível e inevitável ter
que interagir com a revolução que representa a informática em relação à
acumulação e transmissão de informações e ao estabelecimento de
relacionamentos interpessoais. Hoje, consolida-se o consenso de que, na maior

22
parte dos processos de aprendizagem, o acúmulo de informações cedeu lugar à
aquisição de valores, competências e habilidades, enquanto que a presença física
em sala de aula perdeu muito da sua relevância. Nesse contexto, ganha relevo,
em qualquer processo de aprendizagem que se preze, a aprendizagem cujo
propósito seja formar cidadãos pesquisadores, aptos para atuar com eficiência no
mundo do trabalho e na vida em sociedade.
Resulta daí a necessidade de realizar mudanças profundas nos projetos
que orientam a atividade escolar. Isso significa que é preciso elaborar novos
projetos político-pedagógicos que, quando da construção e apropriação de
valores e de conhecimento, amparem a preparação de bons profissionais,
cidadãos plenos. O papel de professor passa a ser, também, o de orientador
responsável pela qualidade da formação do aluno.

23
5. OBJETIVOS DO CURSO

5.1. OBJETIVO GERAL

Formar profissionais interculturalmente competentes, capazes de lidar, de


forma participativa e crítica, com as várias manifestações da linguagem, e
conscientes de sua inserção na sociedade e de suas relações com o(s) outro(s).

5.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 propiciar uma formação que possibilite ao licenciado um amplo


domínio das atividades de leitura, escrita, fala e escuta em língua
portuguesa, de modo que ele esteja apto a utilizar essas habilidades
na formação de alunos, ao longo de sua prática profissional.
 propiciar uma ampla formação, que possibilite ao licenciado
compreender a língua portuguesa como um dos recursos
construtores da identidade pessoal, político-cultural e social dos
sujeitos.
 propiciar uma formação que possibilite ao licenciado compreender a
língua portuguesa em sua perspectiva histórica, sociocultural,
geográfica e linguística.
 propiciar uma formação que possibilite ao licenciado ter uma visão
crítica da literatura de língua portuguesa, sendo capaz de reconhecer
o lugar e o papel da literatura brasileira, em diálogo com as outras
literaturas de língua portuguesa.
 combater todo tipo de preconceito linguístico, de prepotência, de
xenofobia e de etnocentrismo sociais e intelectuais, por meio da
aceitação das variedades linguísticas e dos diversos usos da língua
portuguesa.

24
 propiciar o estudo da língua portuguesa por meio da adoção de uma
estrutura curricular flexível, interdisciplinar e interdepartamental, na
qual se articulem a teoria e a prática.
 desenvolver um processo de ensino-aprendizagem em uma
estrutura curricular que coloque a Graduação na perspectiva da
formação continuada, estimulando o graduando a percebê-la como a
continuidade dos estudos precedentes (Ensino Básico) e o
preâmbulo de outros subsequentes (Pós-Graduação).
 desenvolver um processo de ensino-aprendizagem que integre
ensino, pesquisa e extensão na construção dos conhecimentos.
 preparar o graduando para aceitar o pluralismo de ideias e de
concepções pedagógicas, promovendo um ambiente propício ao
convívio respeitoso e a interações democráticas.
 estimular o graduando a utilizar e integrar progressivamente as
novas tecnologias aos processos de ensino-aprendizagem.
 capacitar o graduado para avaliar as políticas linguísticas
estabelecidas e sua influência na construção, no reforço ou na
defesa de uma identidade nacional.
 capacitar o graduado para investigar gramáticas e manuais didáticos
elaborados, bem como os documentos legisladores da educação em
nosso país, de modo a selecionar, ordenar e reconstruir o
conhecimento linguístico, com base na interpretação crítica do
processo discursivo dessa produção, contextualizada do ponto de
vista histórico, social e cultural.
 capacitar o graduado para cotejar a visão dos especialistas com a
visão que os leigos têm da identidade nacional, identificando ações
de manutenção, controle e defesa daquilo que se considera o
padrão da língua.

25
 defender a construção da identidade linguística brasileira, por meio
da reflexão sobre os usos próprios da variedade brasileira do
português.

26
6. PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO

Conforme o Conselho Nacional da Educação (CNE/CES 492/2001), o perfil


do egresso do curso de Letras deve estar em consonância com o objetivo do
curso: formar profissionais interculturalmente competentes e conscientes de sua
inserção na sociedade e das relações com o outro.
Dessa forma, o licenciado em Letras-Português deverá ser identificado por
múltiplas competências e habilidades, adquiridas durante sua formação
acadêmica convencional, teórica e prática, ou fora dela. Deverá ter domínio dos
usos da Língua Portuguesa (sua estrutura, seu funcionamento, suas
manifestações culturais e relações com outras línguas) e da Literatura de Língua
Portuguesa.
Nesse sentido, o curso de Letras-Português visa à formação de professores
de Língua Portuguesa e da Literatura de expressão portuguesa para a Educação
Básica, que podem, ainda, atuar como avaliadores de textos e revisores de
materiais didáticos na área da linguagem.

27
7. CAMPO DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL

O profissional licenciado em Letras-Português está apto para ensinar essa


língua e sua respectiva literatura (literatura de língua portuguesa), na Educação
Básica, mais especificamente nos níveis de ensino fundamental5 e médio.
Sua formação contempla saberes que alicerçam o fazer pedagógico
especializado nos citados níveis, mas não se limita aos mesmos. O profissional
egresso da Licenciatura em Língua Portuguesa poderá, ainda, fazer uso de seus
conhecimentos para atuar no ensino de nível superior (embora para tal seja
necessária complementação de formação pertinente); para atuar na avaliação de
textos escritos em Língua Portuguesa, por exemplo, em concursos e processos
seletivos diversos; para atuar na revisão de textos (escritos e falados) em língua
portuguesa; e para avaliar materiais didáticos (livros, gramáticas, manuais,
dicionários etc.), em ações nas quais essa competência seja requerida.

5
Ver Lei 9394/96.

28
8. COMPETÊNCIAS, ATITUDES E HABILIDADES

O curso de Letras-Português deve contribuir para o desenvolvimento


das competências e habilidades do licenciado no sentido de atender às
especificidades do ensino e do domínio da língua e respectiva literatura em que foi
habilitado. O egresso de Letras-Potuguês deve ser capaz de:

a) utilizar a língua portuguesa em suas manifestações oral e escrita, com a


finalidade de ler, compreender e produzir textos;
b) refletir analítica e criticamente sobre a linguagem como fenômeno
psicológico, educacional, social, histórico, cultural, político e ideológico;
c) ter a visão crítica das perspectivas teóricas adotadas nas investigações
linguísticas e literárias, que fundamentam sua formação profissional;
d) interagir, pela linguagem, com diferentes contextos culturais;
e) demonstrar conhecimento teórico e descritivo sobre os principais fatos da
língua portuguesa;
f) conhecer as diferentes noções de gramática e reconhecer as variedades
linguísticas existentes, bem como os vários níveis e registros de linguagem;
g) analisar, descrever e explicar, diacrônica e sincronicamente, a estrutura e
funcionamento da língua portuguesa;
h) compreender os fatos da língua e conduzir pesquisas linguísticas, à luz de
diferentes teorias, bem como sua aplicação na resolução de problemas
relativos ao ensino e à aprendizagem da língua estudada;
i) utilizar com propriedade termos especializados através dos quais se pode
discutir e transmitir a fundamentação do conhecimento da língua
portuguesa e da literatura de expressão portuguesa;
j) ser capaz de atuar como pesquisador, consultor e usuário da norma
padrão, em diferentes manifestações linguísticas;
k) ser capaz de desempenhar papel de multiplicador, formando leitores críticos
e produtores de textos de diferentes gêneros e registros linguísticos, e de

29
fomentar o desenvolvimento de habilidades linguísticas, culturais e
estéticas;
l) pesquisar novas tecnologias que favoreçam o processo contínuo de
construção do conhecimento.

Mais especificamente, o perfil do graduado em Licenciatura em Letras-


Português deverá incluir habilidades para:
a) compreender, avaliar e produzir textos de tipos e gêneros variados em
sua estrutura, organização e significado;
b) descrever e justificar as peculiaridades fonológicas, morfológicas,
lexicais, sintáticas e semânticas da língua portuguesa, em seus diversos
usos;
c) apreender criticamente as obras literárias, não somente através de uma
interpretação derivada do contato direto com elas, mas também através
da mediação de obras de crítica e de teoria literárias;
d) estabelecer e discutir as relações dos textos literários com outros tipos
de discurso e com os contextos em que se inserem;
e) relacionar o texto literário com os problemas e concepções dominantes
na cultura do período em que foi escrito e com os problemas e
concepções do presente;
f) interpretar adequadamente textos de diferentes gêneros e registros
linguísticos e explicitar os processos ou argumentos utilizados para
justificar sua interpretação;
g) pesquisar e articular informações linguísticas, literárias e culturais;
h) ser capaz de ensinar a língua portuguesa e sua respectiva literatura por
meio dos processos metodológicos apropriados;
i) refletir sobre sua prática docente repensando as abordagens
pedagógicas apropriadas para o melhor ensino da língua portuguesa e
da sua literatura;

30
j) ter sensibilidade às questões das diferenças, sendo capaz de atender as
necessidades educativas especiais dos educandos;

31
9. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS

A avaliação de aprendizagem, regulamentada pela Resolução n° 04/94-


CCEPE, é feita por componente curricular abrangendo, simultaneamente, os
aspectos de frequência e de aproveitamento. Existem componentes curriculares
cuja avaliação de aprendizagem só considera a frequência dos estudantes às
aulas. A avaliação no estágio curricular obrigatório tem critérios diferenciados
definidos de acordo com a Resolução n° 02/85-CCEPE.
A frequência às atividades escolares é obrigatória, respeitados o turno e o
horário previstos para a disciplina. Considera-se reprovado por falta,
independentemente do aproveitamento escolar, o estudante que não tiver
comprovado sua participação em pelo menos 75% (setenta e cinco por cento) das
aulas teóricas ou práticas computadas separadamente, ou ao mesmo percentual
de avaliações parciais de aproveitamento escolar.
A avaliação do aproveitamento escolar nas disciplinas/atividades
curriculares é feita por meio de duas ou mais avaliações parciais e,
eventualmente, um exame final. Se a média das avaliações parciais for:
• Maior ou igual a 7,0: o estudante é aprovado por média, com média final
igual a essa média;
• Maior ou igual a 3,0 e menor que 7,0: o estudante necessita realizar o
exame final. Neste caso, a média final é a média entre a nota obtida no exame
final e a média das avaliações parciais. Se a média final for maior que ou igual a
5,0, o estudante é aprovado por nota, caso contrário, o estudante é reprovado por
nota.
• Menor que 3,0: o estudante não tem direito a realizar o exame final e é
reprovado por média (ou por nota). A nota final do estudante é a média das
avaliações parciais.
Conforme o Estatuto da UFPE, em seu art. 65, § 1°, é vedado o abono de
faltas às aulas.

32
A avaliação se constitui num processo muito importante e indissociável
dos processos de ensino e aprendizagem. Ela tem um papel vital para um
funcionamento satisfatório dos outros dois processos, retroalimentando-os com
informações que subsidiam importantes tomadas de decisão para seu sucesso.
Com um papel historicamente posto em segundo plano, contudo, a avaliação da
aprendizagem só recentemente vem ganhando o lugar de destaque que merece.
Diante da atual conjuntura, o Departamento de Letras se preocupa com a
qualidade desse processo e o reputa como imprescindível para a realização plena
de seu principal objetivo, que é a formação integral de seus alunos.
A avaliação da aprendizagem na UFPE é regida pela resolução 04/1994
do CCEPE (Conselho Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão), de 23 de
dezembro de 1994. Essa resolução trata de diversos aspectos relativos ao
processo de avaliação, tais como aprovação por média, aprovação, reprovação,
reprovação por falta, frequência, número de exercícios escolares, formas de
avaliação pertinentes, etc. e será norteadora desta prática no Curso de Letras.

9.1. MOBILIDADE INTRA-INSTITUCIONAL E EXTRA-INSTITUCIONAL

A UFPE incentiva a mobilidade estudantil em seus diferentes níveis. Entre


os anos de 1999 e 2013, um total de 2028 alunos da UFPE fizeram intercâmbio
em outros países. Dentre eles, apenas 37 são do curso de Letras, segundo
informações da Coordenação de Cooperação Internacional.
A UFPE participa, também, do Programa ANDIFES de mobilidade estudantil
que oferece aos estudantes das IFES conveniadas, a possibilidade de cursar
disciplinas em outra instituição por, no máximo, um ano letivo. Os cursos de
licenciatura em Letras incentivarão seus discentes a participar desse Programa,
enriquecendo, assim, sua formação.
A UFPE foi convidada para fazer parte do Grupo Gestor MEC IsF (Inglês
sem Fronteiras), composto por dez universidades federais que estão engajadas

33
em propostas para um Plano de Ação para o desenvolvimento do nível discente
em língua inglesa, na graduação dos IES, para acelerar e estimular a
internacionalização da mobilidade de pesquisadores discentes no processo de
conquista de oportunidades dentro da Cooperação Internacional. Essa
internacionalização nacional terá como base um programa de ensino da língua
inglesa que visa proporcionar mecanismos de ensino-aprendizagem da língua
inglesa para fins de aprovação no exame internacional TOEFL. Neste momento
inicial, a UFPE tornou-se um centro aplicador do TOEFL ITP e realizou duas
demandas (28 de janeiro de 2013 e 27 e 28 de fevereiro de 2013) para agilizar o
processo de internacionalização discente de PE. Um segundo passo será
colocado em prática, provavelmente, a partir de abril/ 2013, com objetivos de
oferecer cursos de língua inglesa para os discentes das graduações elegíveis no
CsF, tanto da UFPE, quanto de outras universidades de PE que possibilitem a
inserção acadêmica, na modalidade de autor/apresentador, em eventos
acadêmicos internacionais por meio do desenvolvimento de uma nova estrutura
pedagógica-curricular para reestruturar o ensino-aprendizagem da língua inglesa
na UFPE Além dos objetivos acima, o Programa Inglês sem Fronteiras do Grupo
Gestor busca formar novos professores de língua inglesa acadêmica para
lecionarem na grande Recife, bem como no interior do estado, por meio da
integração dos discentes da Letras-Inglês da UFPE e de outras universidades do
estado de PE em uma formação que aglutina a parceria entre professores
seniores e em formação, a fim de ampliar o número de vagas para que discentes
na graduação elegível tenham maior acesso à formação em língua inglesa
necessária para o Programa Ciências sem Fronteiras.

34
10. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO

10.1. DO CURSO:

A Graduação em Letras oferecerá cursos com perfis diferenciados para


única habilitação em licenciatura em Espanhol ou Francês ou Inglês ou Português.
Será conferido o título de Licenciado às pessoas graduadas nesse curso.

10.2. DA CARGA HORÁRIA:

De acordo com a Resolução CNE/CP 2, de 19 de fevereiro de 2002 (Brasil,


2002) e em consonância com a Resolução 012/08 CCPE/UFPE, os cursos de
licenciatura devem ter a duração mínima de quatro anos, e integralizar no mínimo,
2800 horas, distribuídas da seguinte forma:
I. 400 horas de prática pedagógica como componente curricular,
vivenciadas ao longo do curso, compreendendo 60h para Didática, 60h para
Avaliação da Aprendizagem e 180 horas mínimas de Metodologia de Ensino de
Língua e Literatura, desde o início do curso;
II. 400 horas de estágio curricular supervisionado. A partir da segunda
metade do curso, o estágio será ofertado com 405 horas em virtude do sistema de
créditos da UFPE;
III. 1.800 horas mínimas para os conteúdos curriculares de natureza
acadêmica científico-cultural, compreendendo 270 horas para disciplinas
pedagógicas;
IV. 200 horas para atividades complementares, de natureza acadêmica,
científica e cultural, bem como outras atividades que induzam à inserção do aluno
na comunidade.

35
10.3. TEMPO DE INTEGRALIZAÇÃO.

O licenciando terá o mínimo de 8 e o máximo de 14 semestres para


integralizar o currículo.

10.4. FORMA DE INGRESSO E REINTEGRAÇÃO COMO PORTADOR DE


DIPLOMA.

O ingresso no curso de Licenciatura em Letras será por meio de processo


seletivo vigente na UFPE, conforme preconiza a inciso II do artigo 44 da Lei
9.394/96.
O egresso de Letras, tanto da licenciatura como do bacharelado, terá direito
a reingressar como portador de diploma por meio do concurso extravestibular,
conforme legislação vigente (Resolução 10/2006 CCEPE).
O novo graduando terá que integralizar as disciplinas obrigatórias do novo
perfil, bem como os respectivos estágios, sendo facultados os estágios I e II para
os licenciados, que constam da observação do processo educativo, a fim de obter
o diploma da nova habilitação. Também será cobrado um novo Trabalho de
Conclusão de Curso - TCC para a outra língua ou ênfase pretendida. Para os
bacharéis, serão feitas as equivalências das disciplinas comuns e serão
obrigatórios à creditação das disciplinas pedagógicas, o bloco de prática de
ensino, o estágio curricular supervisionado na língua pretendida e a realização de
um novo TCC.

36
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO - PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
CURRÍCULO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM LICENCIATURA / LETRAS – PORTUGUÊS
(PERFIL 107.4-1) - Válido para os alunos ingressos a partir de 2010.1

Carga
COMPONENTES OBRIGATÓRIOS

Créditos

Ch Total
Horária

CÓDIGO CICLO PROFISSIONAL OU TRONCO COMUM Teo Prat. Pré-Requisitos Co-Requisitos

1° PERÍODO
COMPREENSÃO E PRODUÇÃO DE TEXTO - -
LE733 60 0 2 60
EM LÍNGUA PORTUGUESA
FUNDAMENTOS PSICOLÓGICOS DA - -
PO492 90 0 6 90
EDUCAÇÃO
LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO - -
LE676 60 0 4 60
ACADÊMICO
LE735 LINGUÍSTICA I: FUNDAMENTOS TEÓRICOS 60 0 4 60 - -

LE740 PORTUGUÊS I: FONOLOGIA 60 0 4 60 - -

LE736 TEORIA DA LITERATURA I: FORMAÇÃO 60 0 4 60 - -


TOTAL 390 0 22 390
2° PERÍODO
- ELETIVA I 60 0 4 60 - -

SF451 FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO 60 0 4 60 - -

LE760 LATIM I: MORFOLOGIA I 60 0 4 60 - -

LE742 LINGUÍSTICA II: TEORIAS LINGUÍSTICAS 60 0 4 60 LE735 -

LE831 PORTUGUÊS II: MORFOSSINTAXE I 60 0 4 60 - -

LE744 TEORIA DA LITERATURA II: POESIA 60 0 4 60 LE736 -


TOTAL 360 0 24 360
3° PERÍODO
LE741 CULTURA BRASILEIRA I 60 0 4 60 - -

TE707 DIDÁTICA 60 0 4 60 - -

LE761 LATIM II: MORFOLOGIA II 60 0 4 60 LE760 -

LE743 LINGUÍSTICA III: LINGUÍSTICA APLICADA 60 0 4 60 LE742 -


LITERATURA PORTUGUESA I: MEDIEVAL E -
LE827 60 0 4 60 -
RENASCENTISTA
LE832 PORTUGUÊS III: MORFOSSINTAXE II 60 0 4 60 LE831 -
TOTAL 360 0 24 360
4° PERÍODO
LE822 LITERATURA BRASILEIRA I: FORMAÇÃO 60 0 4 60 - -

LE826 LITERATURA LATINA I 60 0 4 60 - -


LITERATURA PORTUGUESA II:
LE828 RENASCIMENTO-BARROCO- 60 0 4 60 LE827 -
NEOCLASSICISMO

37
METODOLOGIA DE ENSINO DE LÍNGUA PO492 e SF451 e -
TE713 75 0 5 75
PORTUGUESA I TE707
POLÍTICAS EDUCACIONAIS:
AP493 ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DA 60 0 4 60 - -
ESCOLA BÁSICA
LE833 PORTUGUÊS IV: SEMÂNTICA 60 0 4 60 - -
TOTAL 360 0 24 360
5° PERÍODO
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO -
TE709 30 60 4 90 TE713
EM PORTUGUÊS I
LE716 INTRODUÇÃO A LIBRAS 60 0 4 60 - -

LE823 LITERATURA BRASILEIRA II: ROMANTISMO 60 0 4 60 LE822 -


LITERATURA PORTUGUESA III: -
LE829 60 0 4 60 LE828
ROMANTISMO-REALISMO-PARNASIANISMO
METODOLOGIA DE ENSINO DE LÍNGUA -
TE714 60 0 4 60 TE713
PORTUGUESA II
PORTUGUÊS V: LETRAMENTO EM LÍNGUA -
LE834 60 0 4 60 -
PORTUGUESA
TOTAL 330 60 24 390
6° PERÍODO
PO493 AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM 60 0 4 60 - -

- ELETIVA II 60 0 4 60 - -
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO -
TE710 30 60 4 90 TE714
EM PORTUGUÊS II
LITERATURA BRASILEIRA III: PÓS- -
LE824 60 0 4 60 LE823
ROMANTISMO
METODOLOGIA DE ENSINO DE LÍNGUA -
TE715 75 0 5 75 TE714
PORTUGUESA III
PORTUGUÊS VI: HISTÓRIA DA LÍNGUA -
LE835 60 0 4 60 -
PORTUGUESA
TOTAL 270 60 20 330
7° PERÍODO
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO -
TE711 30 105 5 135 TE715
EM PORTUGUÊS III
GESTÃO EDUCACIONAL E GESTÃO -
AP492 60 0 4 60 -
ESCOLAR
LITERATURA BRASILEIRA IV: PRÉ- -
LE825 60 0 4 60 LE824
MODERNISMO E MODERNISMO
METODOLOGIA DE ENSINO DE LÍNGUA -
TE716 75 0 5 75 TE715
PORTUGUESA IV
LE745 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I 30 0 1 30 - -
TOTAL 210 135 18 345
8° PERÍODO
- ELETIVA III 60 0 4 60 - -

- ELETIVA IV 60 0 4 60 - -

TE712 ESTÁGIO CURRICULAR EM PORTUGUÊS IV 30 60 4 90 TE716 -

LE746 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II 0 30 2 30 LE745 -


TOTAL 150 90 14 240

38
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO - PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
CURRÍCULO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM LETRAS - PORTUGUÊS

COMPONENTES ELETIVOS

LE836 ANÁLISE DA CONVERSAÇÃO 60 0 4 60 - -


LE837 CRIAÇÃO LITERÁRIA 60 0 4 60 - -
LE838 CULTURA BRASILEIRA II 60 0 4 60 - -
LE839 ESTUDOS SOBRE AVALIAÇÃO DO TEXTO
60 0 4 60 - -
ESCOLAR
LE840 LATIM III: POESIA E PROSA 60 0 4 60 - -
LE967 LIBRAS II 60 0 4 60 LE716 -
LE846 LITERATURA BRASILEIRA V: DA GERAÇÃO
60 0 4 60 - -
DE 1930 À CONTEMPORANEIDADE
LE847 LITERATURA BRASILEIRA VI: ESTUDOS
60 0 4 60 - -
COMPARATIVOS
LE848 LITERATURA PERNAMBUCANA 60 0 4 60 - -
LE849 LITERATURA PORTUGUESA IV:
60 0 4 60 - -
SIMBOLISMO E MODERNISMO
LE850 LITERATURA PORTUGUESA V: LITERATURA
60 0 4 60 - -
CONTEMPORÂNEA
LE851 LITERATURAS AFRICANAS DE LÍNGUA
60 0 4 60 - -
PORTUGUESA
LE841 LÍNGUA ALEMÃ I 60 0 4 60 - -
LE842 LÍNGUA ALEMÃ II 60 0 4 60 - -
LE843 LÍNGUA ALEMÃ III 60 0 4 60 - -
LE844 LÍNGUA ALEMÃ IV 60 0 4 60 - -
LE845 LÍNGUAS INDÍGENAS BRASILEIRAS 60 0 4 60 - -
LE852 METODOLOGIA DE ENSINO DE
60 0 4 60 - -
LITERATURA
LE853 SOCIOLINGUÍSTICA 60 0 4 60 LE743 -
LE854 TEORIA DA LITERATURA III: NARRATIVA 60 0 4 60 LE744 -
LE855 TEORIA DA LITERATURA IV: DRAMÁTICA 60 0 4 60 LE854 -
LE856 TÓPICOS ESPECIAIS EM LINGUÍSTICA 60 0 4 60 - -

39
OBSERVAÇÃO
CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO: 3.150 HORAS
A CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO É DE 3.150 HORAS DISTRIBUÍDA DA SEGUINTE FORMA: O ALUNO CURSARÁ
2.700 HORAS EM COMPONENTES OBRIGATÓRIOS E 450 HORAS EM COMPONENTES ELETIVOS, NO PRÓPRIO
CURSO OU EM QUALQUER CURSO NO ÂMBITO DA UFPE OU EM OUTRAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR
COM A APROVAÇÃO DO COLEGIADO DO CURSO. SERÁ PERMITIDO AO ALUNO CURSAR ATÉ 210 HORAS EM
ATIVIDADES COMPLEMENTARES DE MONITORIA, EXTENSÃO E INICIAÇÃO CIENTÍFICA.

Síntese de Carga Horária


Componentes Obrigatórios 2.700
Componentes Eletivos do Perfil 0
Componentes Eletivos Livres ou 450
Atividades Complementares
* Atividades Complementares 0
Carga Horária Total 3.150
* Todo aluno vinculado ao perfil obrigatoriamente participará de atividades
complementares.

INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR

Tempo Mínimo 8 semestres


Tempo Médio 10 semestres
Tempo Máximo 14 semestres

40
QUADRO-RESUMO:

Componentes Obrigatórios
Componentes Pedagógicos 270
Componentes de Práticas 420
Pedagógicas
Outros Componentes Obrigatórios 120
Estágio Curricular 405
Componentes Específicos 1.275
Total de Componentes 2.490
Obrigatórios
Síntese de Carga Horária
Total de Componentes Obrigatórios 2.490
Componentes Eletivos do Perfil 0
Componentes Eletivos Livres 450
Atividades Complementares 210
Carga Horária Total 3.150

INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR

Tempo Mínimo 08 semestres


Tempo Médio 12 semestres
Tempo Máximo 14 semestres

41
COMPONENTES CURRICULARES DA FORMAÇÃO PEDAGÓGICA GERAL

CARGA

CRÉDITOS
COMPONENTES OBRIGATÓRIOS

CH TOTAL
HORÁRIA

CÓDIGO CICLO PROFISSIONAL TEO PRÁT PRÉ-REQUISITOS CO-REQUISITOS

SF451 FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO 60 0 4 60


FUNDAMENTOS PSICOLÓGICOS DA
PO492 90 0 6 90
EDUCAÇÃO
AP492 GESTÃO EDUCACIONAL/ESCOLAR 60 0 4 60
POLÍTICAS EDUCACIONAIS,
AP493 ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO 60 0 4 60
DA ESCOLA BÁSICA
TOTAL 270 0 18 270

COMPONENTES DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICA E DOCENTE

CARGA
CRÉDITOS

COMPONENTES OBRIGATÓRIOS
CH TOTAL

HORÁRIA

CÓDIGO CICLO PROFISSIONAL TEO PRÁT PRÉ-REQUISITOS CO-REQUISITOS

PO493 AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM 60 0 4 60


TE707 DIDÁTICA 60 0 4 60
METODOLOGIA DO ENSINO DE LÍNGUA
TE713 75 0 5 75
PORTUGUESA I
METODOLOGIA DO ENSINO DE LÍNGUA
TE714 75 0 5 75
PORTUGUESA II
METODOLOGIA DO ENSINO DE LÍNGUA
TE715 75 0 5 75
PORTUGUESA III
METODOLOGIA DO ENSINO DE LÍNGUA
TE716 75 0 5 75
PORTUGUESA IV
TOTAL 420 0 28 420

42
COMPONENTES DOS ESTÁGIOS CURRICULARES SUPERVISIONADOS

CARGA

CRÉDITOS
COMPONENTES OBRIGATÓRIOS

CH TOTAL
HORÁRIA

CÓDIGO CICLO PROFISSIONAL TEO PRÁT PRÉ-REQUISITOS CO-REQUISITOS

ESTÁGIO CURRICULAR
TE709 SUPERVISIONADO EM ENSINO DE 30 60 4 90
PORTUGUÊS I
ESTÁGIO CURRICULAR
TE710 SUPERVISIONADO EM ENSINO DE 30 60 4 90
PORTUGUÊS II
ESTÁGIO CURRICULAR
TE711 SUPERVISIONADO EM ENSINO DE 30 105 5 135
PORTUGUÊS III
ESTÁGIO CURRICULAR
TE712 SUPERVISIONADO EM ENSINO DE 30 60 4 90
PORTUGUÊS IV
TOTAL 120 285 17 405

OUTROS COMPONENTES OBRIGATÓRIOS PARA AS LICENCIATURAS

CARGA
CRÉDITOS

COMPONENTES OBRIGATÓRIOS
CH TOTAL

HORÁRIA

CÓDIGO CICLO PROFISSIONAL TEO PRÁT PRÉ-REQUISITOS CO-REQUISITOS

LE716 INTRODUÇÃO A LIBRAS 60 0 4 60


TRABALHO DE CONCLUSÃO DE
LE745 30 0 2 30
CURSO I
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE
LE746 0 30 2 30
CURSO II
TOTAL 90 30 8 120

43
11. PROGRAMAS DE CADA COMPONENTE CURRICULAR

Os programas de cada disciplina foram elaborados sob a forma de


formulários, conforme modelo instituído pela Pró-Reitoria para Assuntos
Acadêmicos (PROACAD). Tais documentos encontram-se em anexo.

44
12. PROJETO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO

O Projeto de Estágio Curricular Supervisionado para os cursos de


licenciatura em Letras está devidamente regulamentado, conforme documento em
anexo aprovado pelo Colegiado dos Cursos em 30/10/2012.

45
13. ATIVIDADES COMPLEMENTARES

Na estrutura curricular proposta neste projeto, as atividades


complementares corresponderão a 210 horas da carga horária total do curso e
serão reconhecidas e creditadas mediante processo de avaliação ou apresentação
de certificado que comprove a sua realização. A regulamentação das atividades
complementares, aprovada pelo Colegiado dos Cursos em 30/10/2012, encontra-
se em anexo.

46
14. NORMAS RELATIVAS AO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

A Resolução CCEPE nº12/2008 estabelece que todos os cursos de


formação de professor de graduação plena “devem contemplar atividades de
produção de conhecimento que culminarão com a elaboração e defesa de
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) ou Monografia, vinculadas a componentes
curriculares próprio, assegurando a orientação de um professor.”

Na estrutura curricular proposta neste projeto, as normas relativas ao TCC,


aprovadas pelo Colegiado do Curso em 30/10/2012, encontram-se em anexo.

47
15. CORPO DOCENTE

15.1. RESUMO DE TITULAÇÃO DO CORPO DOCENTE

1) Aldo José Rodrigues de Lima


É graduado em Letras - Vernáculo/Francês - pela Universidade Católica
de Pernambuco (1982); mestrado em Educação pela Universidade
Federal de Pernambuco (1991); doutorado em Teoria da Literatura pela
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2002). É
Professor Adjunto III no Departamento de Letras da Universidade Federal
de Pernambuco. Experiência com ênfase em Teoria da Literatura,
Literatura Brasileira, Cultura Brasileira e Metodologia do Ensino de
Literatura.

2) Alfredo Adolfo Cordiviola


Alfredo Cordiviola é Licenciado em Letras pela Universidade de Buenos
Aires, Mestre em Teoria da Literatura pela UFPE e Doutor em Estudos
Hispânicos e Latino-americanos pela University of Nottingham (Reino
Unido). Leciona no Departamento de Letras e no Programa de Pós-
graduação em Letras da Universidade Federal de Pernambuco;
atualmente é professor titular em Teoria da Literatura. É também
colaborador no Programa de Pós-graduação em Literatura e
Interculturalidade da UEPB. Pesquisador do CNPQ, dirige o Grupo de
pesquisa Literatura hispano-americana colonial. Ocupa-se de um vasto
conjunto de aspectos da literatura e da teoria, relativos em particular aos
estudos latino-americanos, os estudos culturais e os estudos utópicos.

3) Ana Maria Costa de Araújo Lima


Possui graduação em Letras pela Universidade Federal de Pernambuco
(1990) , mestrado em Romance Languages pela University of Georgia

48
(1992) e doutorado em Linguística e Língua Portuguesa pela
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2002) .
Atualmente é Professor Adjunto da Universidade Federal de Pernambuco
e Membro de corpo editorial da Revista Ao pé da Letra. Tem experiência
na área de Linguística, com ênfase em Teoria e Análise Linguística.
Atuando principalmente nos seguintes temas: Português do Brasil,
Interação verbal, Hipotaxe adverbial.

4) Anco Márcio Tenório Vieira


Possui graduação em jornalismo pela Universidade Federal de
Pernambuco (1988), mestrado em Letras pela Universidade Federal de
Pernambuco (1993) e doutorado em Letras pela Universidade Federal da
Paraíba (2002). Atualmente é professor adjunto 1 da Universidade
Federal de Pernambuco. Tem experiência na área de Letras, com ênfase
em Teoria Literária, atuando principalmente nos seguintes temas:
literatura brasileira, critica literária, estética, teoria da literatura e teatro
brasileiro.

5) André de Sena Wanderley


Doutor em Letras pela Universidade Federal de Pernambuco com
estágio na Université Blaise Pascal de Clermont-Ferrand (França),
Mestre em Letras pela Universidade Federal da Paraíba (2002),
Graduado em Jornalismo pela Universidade Estadual da Paraíba (1999).
Tem experiência na área de Literatura brasileira e portuguesa, Literatura
e ensino, Teoria literária, Poética, Literatura comparada, Comunicação e
Jornalismo literário/crítica, especializando-se em Literatura oitocentista
brasileira e europeia (Romantismo, Ultrarromantismo. literatura
fantástica, gótica, narrativas de viagem, etc.). É o idealizador e líder do
Belvidera - Núcleo de Estudos Oitocentistas, do Departamento de Letras
da Universidade Federal de Pernambuco e membro-pesquisador dos

49
grupos de estudos Vertentes do Fantástico (UNESP-SP), Núcleo de
Estudos sobre Gêneros Textuais (NIG-UFPE) e Associação de Estudos
Portugueses Jordão Emerenciano (UFPE).

6) Angela Paiva Dionísio


Possui graduação em Licenciatura Plena em Letras pela Universidade
Federal de Campina Grande (1986), mestrado (1992) e doutorado em
Linguística (1998) pela Universidade Federal de Pernambuco. Realizou
estágio de pós-doutoramento em Santa Barbara University, California,
USA, com Charles Bazerman (2003-2004). É professora de Língua
Portuguesa, nível associado III da Universidade Federal de Pernambuco,
e coordenadora de área do PIBID, desde 2011. Coordena o PROCAD-
NF 2008, entre o PG Letras - UFPE e POSLE - UFCG, desde de 2009.
Coordenou o PG Letras da UFPE no período de 2006 a 2010. Integra as
equipes responsáveis pelas publicações em língua portuguesa, no Brasil,
dos estudiosos Charles Bazerman e Carolyn Miller, cujos livros foram
editados pela Cortez e pela Parábola Editorial. Possui artigos publicados
nos livros "Gêneros Textuais e Ensino", "O Livro
Didático de Português: múltiplos olhares", "Gêneros Textuais:
reflexões e ensino", "Fala e Escrita", "Diversidade
Textual". Criou e coordena o Núcleo de Investigações sobre
Gêneros Textuais (NIG) da UFPE e a Série Bate-Papo Acadêmico
([Link]).

7) Antonio Carlos dos Santos Xavier


Professor Titular em Linguística do Departamento de Letras da UFPE.
Pós-doutor em hipertexto, linguagem e retórica digital (2012) pela
Universidade de Paris-VIII, França; Doutor em Linguística (2002) pela
Universidade Estadual de Campinas, Brasil; Mestre em Letras pela
Universidade Federal de Pernambuco (1995). Atua nas áreas de

50
Linguagem-Educação-Tecnologia, Semântica, Pragmática, Filosofia da
Linguagem e Linguística de Texto. Orienta trabalhos de mestrado e
doutorado. Realiza pesquisas sobre: Hipertexto, Tecnologia,
Aprendizagem, Letramento, Retórica e Cultura digital, temas voltados
para a construção de teoria e da prática de formação docente. É
fundador e primeiro presidente da Associação Brasileira de Estudos de
Hipertexto e Tecnologia Educacional (Abehte). Atualmente é conselheiro
da Abehte e coordenador do Grupo de Pesquisa Nehte
([Link]/nehte). É editor da Hipertextus Revista Digital
([Link]) e membro do conselho editorial de periódicos
científicos. Autor de artigos científicos, de opinião e de livros como: A Era
do Hipertexto: linguagem e tecnologia (Edufpe), Hipertexto & Cibercultura
(Editora Rêspel), Hipertexto e gêneros digitais (em parceria com Luiz
Antonio Marcuschi - Editora Cortez), Como se faz um texto (Editora
Rêspel), Como fazer e apresentar trabalhos acadêmicos em eventos
científicos (Editora Rêspel).

8) Antonio Torre de Medina


É Doutor em Linguística pela Universidade de Barcelona / Espanha
(2004), Mestre em Linguística pela Universidade Federal de Pernambuco
(1989), Licenciado em Filosofia por São João del Rei MG (1976),
Licenciado em Linguística (2000). Atualmente é professor Adjunto da
UFPE com atuação nas áreas de Língua Espanhola, Linguística Geral,
Linguística Aplicada, Linguística Dinâmica e Integrativa, Filosofia da
Linguagem e História. Como pesquisador, verificou a existência de
sistemas energéticos na Língua, sistemas linguísticos produtores de
energias, forças, efeitos, eficácia, competência, competitividade,
produtividade e poder, nas esferas da existência humana, na cidadania,
da profissão, da administração pública e privada, da economia, da
política, das religiões, da cultura e das civilizações. Descobriu que a

51
língua tem Sistemas Cinéticos e Energéticos organizados conforme uma
Estrutura Nuclear, paradigma que lhe permite realizar a descrição em
termos de dinâmica da Língua. Como observou Aristóteles, verifica-se
pelos paradigmas dinâmicos da ciência que tudo na língua é energia, por
dentro y por fora, ou seja, no sistema linguístico e no ato de fala, no
discurso e no texto. A Língua Portuguesa é força, a força maior do
brasileiro. A opinião que defende que a língua é estática é incongruente
com os dados empíricos e analíticos do fenômeno linguístico, com as
Regras do Discurso do Método de René Descartes, e com os princípios
científicos da Teoria da Relatividade de Einstein. Formulou uma noção
nova. Definiu a Língua como um SISTEMA DE SISTEMAS constituído
pela união integrada de SISTEMAS ESTÁTICOS, MODELARES,
DINÂMICOS, SÍGNICOS, PRAGMÁTICOS, ENERGÉTICOS,
CINÉTICOS, VERBAIS E NÃO-VERBAIS OU TRANSVERBAIS, que
funcionam juntos e integrados no ato de fala, na conversação, no
discurso, no texto e na obra. A partir das pesquisas, em 2005, constituiu
uma ESPECIALIDADE nova para a ciência linguística, que denominou
LINGUÍSTICA DINÂMICA, para a pesquisa dos sistemas linguísticos
produtores de energias e forças. Constituiu no mesmo ano uma
DISCIPLINA nova (sua Ementa e Conteúdos Programáticos), com o
nome de LINGUÍSTICA DINÂMICA E INTEGRATIVA, para a sua
implantação nas Grades Curriculares de Letras, na Graduação e Pós-
Graduação, disciplina adaptável em doses proporcionais a todos os
cursos do 1º, 2º e 3º Graus, para a transmissão dos conhecimentos
alcançados e o desenvolvimento das habilidades linguísticas da
produtividade profissional e empresarial, bem como as especialidades
LINGUÍSTICA, LINGUÍSTICA NUCLEAR E LINGUÍSTICA QUÂNTICA.
Ofereceu aos estudantes de Letras do país vários mini-cursos de
Linguística Dinâmica, conferências e mesas redondas, no ENEL 2005 na
UFPE, no EREL 2006 na FAMA de São Luís, no ENEL 2006 na UB, e na

52
UFPA. A sua proposta suscitou grande interesse em milhares de
estudantes de Letras do Brasil, inclusive, no Campus Universitário do
Baixo Tocantins da UFPA, cujo COLEGIADO implantou a referida
disciplina na Grade Curricular em 6/11/2006, e está previsto que
começará a ser lecionada regularmente a partir do ano de 2008, pelo
qual oferecemos um CURSO DE HABILITAÇÃO DE PROFESSORES
para a referida disciplina, de 24 a 28 de set. 2007, preparamos um
LIVRO-TEXTO que está à espera de uma publicação, e MATERIAIS
DIDÁTICOS em abundância. Durante o ano de 2005, constituiu a
Especialidade LINGUÍSTICA JURÍDICA, pela aplicação dos Paradigmas
da Linguística Dinâmica e Integrativa ao campo do Direito, da Justiça,
dos Processos Judiciais e das Relações Internacionais. Publicou a obra,
O Poder da Língua no Âmbito Jurídico: Princípios de Linguística Jurídica,
cujos conhecimentos são oferecidos em algumas disciplinas em vários
Estados aos estudantes de Direito. Realiza atualmente um Projeto de
Pesquisa: A FORÇA DA LÍNGUA NAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS
DE LETRAS, ADMINISTRAÇÃO, GERÊNCIA E SECRETARIADO
EXECUTIVO.

9) Arakén Guedes Barbosa


Possui graduação em Letras pela Universidade Católica de Pernambuco
(1970), Mestrado (1989) e Doutorado (2005) em Linguística Aplicada
pela Universidade Federal de Pernambuco. Atuando principalmente nos
seguintes campos: Línguística Aplicada ao Ensino de Línguas e
Tradução, Estudos em Compreensão e Produção Interlinguística, Análise
do Discurso e Fonologia da Língua Inglesa.

10) Carlos Antônio Fontenele Mourão


Mestre em Letras pela Universidade Federal do Ceará (UFC-2006);
Especialista em Estudos Clássicos (UFC-2004); Graduado em Letras

53
pela Universidade Estadual do Ceará (UECE-2001). Atualmente é
professor assistente (DE) do Departamento de Letras da Universidade
Federal de Pernambuco (Campi de Recife), responsável pela disciplina
de Libras. Está vinculado às pesquisas do Grupo de Estudos e
Pesquisas sobre Educação de surdos (GEPESES), Grupo de Estudos e
Pesquisas sobre Libras (GEPEL) e do Centro de Estudos em Educação
e Linguagem (CEEL), através do qual atua como Formador Estadual em
Pernambuco pelo Projeto Trilhas (Instituto Natura) e como um dos
autores dos cadernos pedagógicos do Pacto Nacional pela Alfabetização
na Idade Certa (PNAIC), ambos os projetos vinculados ao Ministério da
Educação (MEC). Foi tutor do Curso de Letras-Libras à distância
promovido pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
Participa da equipe de editoração e do conselho editorial da Revista
Brasileira de Tradução Visual (RBTV) e entre publicações e trabalhos
desenvolvidos nas áreas de Letras, Linguística e Educação Especial, é
autor de Literatura Infantil premiado com o Prêmio Raquel de Queiroz de
Literatura Infantil (2010), promovido pela Secretaria de Cultura do Estado
do Ceará (Secult), e autor de ensaio crítico literário intitulado "O
Orfismo no País dos Mourões", que trata sobre a obra poética de
Gerardo Mello Mourão.

11) César Sales Giusti


Concluiu o mestrado em Linguística e Letras pela Pontíficia Universidade
Católica do Rio Grande do Sul em 1979. Doutorando em Letras pela
Universidade Federal de Pernambuco. Atualmente é professor assistente
3 da Universidade Federal de Pernambuco. Publicou 13 artigos em
periódicos especializados e 3 trabalhos em anais de eventos. Possui 2
capítulos de livros e 3 livros publicados. Possui 5 softwares. Participou
de 3 eventos no Brasil. Atua na área de Letras, com ênfase em
historiografia literária. Em seu currículo lattes os termos mais frequentes

54
na contextualização da produção científica, tecnológica e artístico-
cultural são: Antero de Quental, Mario de Sá-Carneiro e prefácios.

12) Cláudia Mendonça de Oliveira


Possui especialização em Letras pela Universidade Federal de
Pernambuco (1982), mestrado em Letras pela Universidade Federal de
Pernambuco (1985) e doutorado em Letras pela Universidade Federal de
Pernambuco (2005). Tem experiência na área de Linguística, com ênfase
em Linguística Aplicada. Atuando principalmente nos seguintes temas:
Textualidade, Livros Didáticos, Geografia.

13) Darío de Jesús Gómez Sánchez


Possui graduação em Español y Literatura - Universidad de Medellin
(1992), mestrado em Linguística Espanhola pelo Instituto Caro y Cuervo
(1996) e doutorado em Letras (Ciência da Literatura) pela Universidade
Federal do Rio de Janeiro (2010). Atualmente é Professor adjunto da
Universidade Federal de Pernambuco, UFPE. Tem experiência na área
de Letras, com ênfase em Linguística aplicada à Literatura.

14) Dilma Tavares Luciano


Professora adjunto da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE),
com doutorado em Linguística, pela UFPE (2000). Implantou e
coordenou o primeiro Curso de Graduação em Letras/Licenciatura a
Distância da UFPE - Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB) -
CAPES. Tem experiência na área de Linguística, com ênfase em Teoria e
Análise Linguística, atuando principalmente nos seguintes temas:
prosódia, linguagem e tecnologia da comunicação, aprendizagem
colaborativa e interação.

15) Dóris de Arruda Carneiro da Cunha

55
É Professora Titular da Universidade Federal de Pernambuco e
Pesquisadora do CNPq. Possui licenciatura em Letras (português e
francês) pela Universidade Federal de Pernambuco (1983), DEA en
Linguistique - Université de Paris V (Rene Descartes) (1986), doutorado
em Ciências da Linguagem - Université Paris Descartes (1990), e pós-
doutorado na Université de Paris III - Sorbonne Nouvelle e na PUC-SP,
sob a supervisão das Professoras Jacqueline Authier-Revuz e Beth Brait,
respectivamente. Tem experiência na área de Linguística, com ênfase na
Teoria Dialógica do Discurso, pesquisando e orientando dissertações e
teses nos seguintes temas: dialogismo, discurso reportado e tradução,
enunciação, gênero discursivo, interação, heterogeneidade enunciativa,
discurso da mídia. Membro/pesquisador do GP/CNPq/PUC-SP
Linguagem, Identidade e Memória
([Link] Faz parte também
do Ci-Dit, Groupe international et interdisciplinaire de recherche sur le
discours rapporté ([Link]), que reúne especialistas sobre a
circulação dos discursos, e do NELFE, Núcleo de Estudos Linguísticos
da Fala e da Escrita. É autora do livro Discours rapporté et circulation de
la parole, publicado pela Editora Peeters e Louvain-la-Neuve e de artigos
e capítulos de livros publicados em periódicos, anais de congressos e
livros nacionais e internacionais. Foi coordenadora do Programa de Pós-
Graduação em Letras da UFPE (2002-2003), Diretora de Pesquisa da
Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação da UFPE (2003-2008)
membro da Comissão de estudo das bolsas de mestrado e doutorado no
país do CNPq (2003-2006); membro da Comissão de Consultores
Científicos da área de Letras e Linguística da CAPES para avaliação dos
Programas de PG nos triênios 2004-2006 e 2007-2009; e para avaliação
de novos cursos 2004-2008.

16) Elizabeth Marcuschi

56
possui mestrado (1986) e doutorado (2004) em Letras (área de
concentração - Linguística) pela Universidade Federal de Pernambuco.
Atualmente é Professora Associado III da UFPE e atua no Departamento
de Letras: graduação e pós-graduação. Desenvolve pesquisas em
Linguística Aplicada, principalmente sobre Produção textual/ Livro
didático de língua portuguesa/ Gêneros textuais (ensino, aprendizagem,
características, avaliação, formação do professor). É pesquisadora do
CEEL e do CEALE.

17) Ermelinda Maria Araújo Ferreira


Formada em Letras pela Faculdade de Filosofia do Recife e em Medicina
pela Universidade Federal de Letras e do Programa de Pós-Graduação
em Letras da UFPE, Colaboradora do de Pernambuco, em 1986.
Mestrado em Letras pela UFPE em 1990, Doutorado em Letras pela
PUC-Rio/Universidade de Lisboa em 1998 e Pós-doutorado em Letras
pela Universidade Nova de Lisboa em 2011, como bolsista da CAPES
(Estágio Sênior). Professora do curso Instituto de Estudos sobre o
Modernismo da Universidade Nova de Lisboa e do Programa de Pós-
Graduação em Literatura e Interculturalidade da Universidade Estadual
da Paraíba. Líder do Núcleo de Estudos em Literatura e Intersemiose e
vice-líder do Núcleo de Estudos em Hipertexto e Tecnologias
Educacionais da UFPE. Pesquisadora do CNPq.

18) Evandra Grigoletto


Possui graduação em Letras Português Francês pela Universidade
Estadual do Centro-Oeste (1997). Realizou mestrado em Letras pela
Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2000) e doutorado em
Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2005).
Atualmente, é professora Adjunto II da Universidade Federal de
Pernambuco e Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em

57
Letras da UFPE. Tem experiência na área de Linguística, com ênfase em
Análise do Discurso, atuando principalmente nos seguintes temas:
sujeito, mídia, novas tecnologias, religião, divulgação científica, sentido e
heterogeneidade.

19) Everton da Silva Natividade


É professor assistente de Língua e Literatura Latinas na Universidade
Federal de Pernambuco. Possui habilitação e licenciatura em Letras -
Português / Latim pela Universidade de São Paulo (2004) e é mestre em
Letras Clássicas - Língua e Literatura Latinas pela mesma instituição. Foi
professor substituto de Língua e Literatura Latinas na Universidade
Federal de Minas Gerais durante o ano de 2005 e na Universidade
Federal de Juiz de Fora de agosto de 2009 a julho de 2011. Tem
experiência didática no ensino de línguas e no treinamento de
professores.

20) Fabiele Stockmans de Nardi


Possui graduação em Licenciatura em Língua Moderna, Habilitação em
Línguas e Literaturas de Língua Portuguesa e Língua Espanhola, pela
Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1999), mestrado em Letras
pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2002) e Doutorado em
Estudos da Linguagem/ Teorias do texto e do Discurso pela Universidade
Federal do Rio Grande do Sul (2007). Atualmente é professor Adjunto I
da Universidade Federal de Pernambuco, atuando nos cursos de
Graduação, na área de Língua Espanhola, e Pós-graduação em Letras,
na área de Linguística. Tem experiência na área de Linguística, com
ênfase em Teorias do Texto e do Discurso, dedicando-se principalmente
aos seguintes temas: ensino de língua materna e estrangeira; análise do
discurso, com ênfase em questões de língua, identidade e cultura.

58
21) Fatiha Dechicha Parahyba
Possui graduação em Letras-Língua Inglesa pela Université d´Alger -
Argélia (1974), [Link] em Linguística pela University of Edinburgh -
Escócia (1978) e Doutorado em Linguística pela Universidade Federal da
Paraíba com estágio de doutoramento na Université de Genève - Suiça
(2011). É Intérprete de Conferências desde 1988 e professora do
Departamento de Letras da Universidade Federal de Pernambuco. Tem
experiência na área de Linguística, com ênfase em Linguística Aplicada
ao Ensino de Língua Estrangeira, atuando principalmente nos seguintes
temas: Produção Textual em Língua Inglesa, Fonética e Fonologia,
Ensino-Aprendizagem de Língua Estrangeira e Tradução/Interpretação.

22) Gláucia Renata Pereira do Nascimento


Doutora em Letras na área de concentração em Linguística pela
Universidade Federal de Pernambuco (2008), Gláucia possui graduação
em Licenciatura plena em Letras Português/Inglês pela Universidade
Católica de Pernambuco (1993), Especialização em Administração
Escolar e Planejamento Educacional (1999) e Mestrado em Letras
(2001), também pela Universidade Federal de Pernambuco. Atuou como
Professora Adjunta de língua portuguesa no Centro Acadêmico do
Agreste, de 2009 a 2012. É Professora Adjunta de língua portuguesa do
Centro de Artes e Comunicação da UFPE desde janeiro de 2012. É líder
do Grupo de Estudos e Pesquisas em LIBRAS (GEPEL) e faz parte da
equipe do CEEL (Centro de Estudos em Educação e Linguagem) da
UFPE/Campus Recife, desde outubro de 2008. Desenvolve, atualmente,
pesquisa financiada pelo CNPq, intitulada Marcas da LIBRAS no
discurso argumentativo escrito em português por surdos.

23) Herimatéia Ramos de Oliveira Pontes


É doutora em Linguística pela Universidade Federal de Pernambuco

59
(UFPE), com Estágio Sanduíche em Lancaster University (Department of
Linguistics and English Language), Inglaterra. É também Mestre em
Linguística e Licenciada em Letras (Português/Inglês) pela mesma IFES.
Possui experiência profissional no ensino e pesquisa em cursos de Pós-
Graduação e Graduação em IES públicas e privadas. Atualmente é
Professora Adjunta - DE na UFPE onde integra o corpo docente do
Curso de Letras. Seus interesses de pesquisa estão voltados para a
análise dos discursos políticos e discriminatórios, identidade, linguagem
e/na política, estudos retóricos e argumentação, gênero, migração e
ensino de Língua Inglesa como língua estrangeira, todos estes
conduzidos sob o paradigma teorico-metodológico da Análise Crítica do
Discurso.

24) Inara Ribeiro Gomes


Possui graduação em Letras pela Fundação Universidade Federal do Rio
Grande (1992), mestrado em Teoria da Literatura pela Pontifícia
Universidade Católica do Rio Grande do Sul (1998) e doutorado em
Teoria da Literatura pela Universidade Federal de Pernambuco (2005).
Atualmente é professora da Universidade Federal de Pernambuco. Tem
experiência na área de Letras, com ênfase em Teoria Literária, atuando
principalmente nos seguintes temas: poéticas da narrativa, literatura e
história, literatura e ensino, língua portuguesa e ensino.

25) João Alfredo Modesto Sedycias


Possui graduação em Letras Espanhol Língua e Literatura pela State
University of New York at Buffalo(1980), mestrado em Letras Espanhol
pela State University of New York at Buffalo (1984), mestrado em Letras
Inglês pela State University of New York at Buffalo (1985) e doutorado em
Literatura Comparada pela State University of New York at Buffalo
(1985). Atualmente é Professor Adjunto da Universidade Federal de

60
Pernambuco. Tem experiência na área de Letras, com ênfase em
Línguas Estrangeiras Modernas. Atuando principalmente nos seguintes
temas:Literatura Comparada, Crítica Psicoanalítica da Literatura, Teoria
de René Girard, Literatura Norte-Americana, Literatura Hispano-
Americana e Literatura Brasileira.

26) Joice Armani Galli


Possui graduação em Língua Portuguesa e Literatura Brasileira e Língua
e Literaturas Francesas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio
Grande do Sul - PUC/RS (1992), mestrado em Teoria da Literatura pela
mesma instituição (1997) e doutorado em Letras pela Universidade
Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS (2004), além de cursos de
aperfeiçoamento na Université de Montréal (Canadá, em 2001), na
Université Marc Bloch, (Strasbourg/França, em 2002), no CLA, Centre de
Linguistique Appliquée, da Université Franche-Comté (Besançon/França,
em 2009) e no BELC/Centre international détudes pédagogiques - CIEP,
da Université de Nantes, em 2012 . A experiência como professora de
Língua Francesa em escolas públicas e o trabalho como gestora em
relação às linguagens possibilitou a elaboração de projetos acerca de
políticas públicas linguísticas, cuja coordenação foi desenvolvida de
2005 a 2010, na Secretaria Municipal de Educação da cidade de Porto
Alegre. Desde a fundação do GNFORM - Groupe National de
Formateurs, iniciativa da Embaixada da França no Brasil, em 2009, é
membro ativo. Atualmente é professora adjunta de Língua Francesa, no
Departamento de Letras, do Centro de Artes e Comunicação - CAC - da
Universidade Federal de Pernambuco - UFPE. É organizadora do livro
Línguas que botam a boca no mundo: reflexões sobre teorias e práticas
de línguas, obra que articula relatos sobre a investigação acerca de
políticas linguísticas, assinando igualmente um artigo quanto a esta
temática. Editora e Membro do Conselho Editorial da Revista Ao Pé da

61
Letra/UFPE, além de compor o Comitê Editorial da Revista Eutomia. É
membro do grupo de pesquisa NEHTE e colaboradora do NEPLEV e,
NIG, além de ser líder do LENUFLE - Letramento Digital (Numérique) em
Francês como Língua Estrangeira.

27) José Alberto Miranda Poza


Graduado em Filologia (Licenciatura). Especialista em Linguística
Hispânica pela Universidade Complutense de Madri (Espanha) no ano
1986. Doutor em Filologia no Programa Linguística Histórica, História da
Língua e Crítica do Texto, ministrado pelo Departamento de Língua
Espanhola, Teoria da Literatura e Literatura Comparada da Universidade
Complutense de Madri no ano 1991. Doutor em Letras Vernáculas pela
UFRJ em 2004. Foi professor de Ensino Médio de Língua Castelhana e
Literatura, Latim, Filosofia e História. Foi Coordenador do Curso de
Orientação Universitária na Universidade de Castilla-La Mancha,
Espanha, nas disciplinas Língua Espanhola e Comentário de Textos. No
Magistério Superior lecionou na Universidade Complutense de Madri, na
Universidade de Castilla-La Mancha e na Universidade Internacional
SEK-IE. Colaborou nas tarefas de revisão e redação do Diccionario
General de la Lengua Española no Seminário de Lexicografia da Real
Academia Española. Ditou palestras em universidades e centros de
pesquisa internacionais como o Centre de Recherches sur l´Espagne
Médievale (Université da Sorbonne Nouvelle, Paris III) e a Université de
l´Aix-en-Provence. Foi professor visitante de Espanhol para estrangeiros
no Colegio de España, na Universitas Castellae, na Universidade de
Vanderbilt-in-Spain, e na Universidade Complutense de Madri. No
exercício da profissão, foi Diretor Acadêmico de Séneca Educación
(Madri) e Sêneca Educação Instituto de Formação (São Paulo). Foi
tradutor de textos científicos na Fundación Germán Sánchez Ruipérez e
nas editoras Cátedra, Visor e Olalla (Espanha). No Brasil, foi

62
conferencista em instituições universitárias do País: UFRJ, UFPB, Centro
Superior Anísio Teixeira (Vitoria, ES), Fundação de Ensino Superior de
Olinda e Centro de Estudos Superiores de Vitória (ES). Foi Professor de
Língua espanhola e Literaturas de língua espanhola e de Língua e
Literatura latinas na FUNESO-UNESF (Olinda, aplicada, Sociolinguística
do espanhol, Morfossintaxe do Espanhol, Literatura Hispano-americana),
UESPI (História da Língua Espanhola, Fonética, Fonologia e Ortografia
da língua espanhola, Morfossintaxe da Língua Espanhola), FASNE
(Morfossintaxe do espanhol), CESMAC (Aspectos Fonológicos,
Morfossintáticos PE) e na FAESC (Escada, PE). Professor de Pós-
Graduação em nível de Especialização na FUNESO-UNESF (Português
Histórico), FAESC (Linguística e Semânticos da Língua Portuguesa /
Espanhola / Inglesa, Teorias gramaticais aplicadas ao ensino do Inglês /
Espanhol / Português), FAFIRE (Gramática normativa e Pragmática
aplicadas ao ensino da língua espanhola, História da Língua Espanhola,
Questões de Gramática em espanhol) e UFPE (História da Língua
Espanhola, Morfossintaxe do Espanhol). Atualmente, é Professor Adjunto
4 e Chefe do Departamento de Letras da Universidade Federal de
Pernambuco (UFPE). Foi Coordenador do Curso de Licenciatura em
Letras - Espanhol na Modalidade a Distância (2009-2010) e Coordenador
da Área de Língua Espanhola (2007-2009).Atua no Programa de Pós-
Graduação em Letras da UFPE nas áreas de concentração: Linguística e
Teoria Literária. Publicou 22 artigos em Periódicos especializados e 92
Trabalhos em Anais de Eventos. Possui 29 Capítulos de Livro e 38 Livros
publicados. Participou de 197 Eventos no Brasil e no Exterior. Orientou 1
Dissertação de Mestrado em Literatura Comparada, 3 Projetos
PIBIC/UFPE/CNPq, 25 Trabalhos de Especialização e 1 TCC de
Graduação.

28) José Alexandre Ferreira Maia

63
Possui Bacharelado (1987), Mestrado (1994) e Doutorado (2005) em
Letras pela Universidade Federal de Pernambuco. Este último com
Estágio na Universidade de Évora, onde atuou como bolsista da CAPES
(março/agosto 2005), Atualmente é Professor Adjunto II de Língua e
Literatura Latinas na UFPE. Tem experiência na área de Letras, com
ênfase em Teoria Literária e Cultura Clássica. Vice-coordenador da
Licenciatura em Língua Portuguesa a Distância da UFPE e Coordenador
de Tutoria.

29) José Rodrigues de Paiva


Possui graduação em Direito pela Universidade Católica de Pernambuco
(1969), mestrado em Letras pela Universidade Federal de Pernambuco
(1981) e doutorado em Letras pela Universidade Federal de Pernambuco
(2006). Atualmente é professor associado 2 da Universidade Federal de
Pernambuco. Tem experiência na área de Letras, com ênfase em
Literatura Portuguesa.

30) Juan Pablo Martín Rodrigues


Professor Adjunto (DE) da UFPE na área de Ensino de Língua e
LIteraturas em língua espanhola. Doutorado em Teoría Literária pela
UFPE, Mestre em Letras pela UFPE, licenciado em Letras
Português/Espanhol pela UFPE e bacharel em Direito pela Universidade
de Burgos, validado na UFPE. Tem experiência na área de Letras, com
ênfase em Formação de Professores de Espanhol, Literatura Hispano-
americana, Literatura colonial e Língua e cultura hispánicas, atuando
principalmente nas seguintes áreas: ensino de espanhol, tradução
espanhol, literaturas em língua espanhola, literaturas em língua
portuguesa, Cronistas de índias. Ensino Español LE y Cultura. Historia
de la lengua española. Fonética y fonología del español. Morfología del
español. Ampla experiência em organização de cursos e Congressos

64
para formação de professores de espanhol. Presidiu a Associação de
Professores de Espanhol do Estado de Pernambuco, APEEPE desde
2006 a 2010. jpabloburgos@[Link] (81)99420424

31) Jurandir Ferreira Dias Júnior


É Professor Assistente I na UFPE, no Deptº de Letras - CAC. Possui
graduação em Licenciatura Plena em Letras (Português-Inglês) pela
Faculdade Frassinetti do Recife (2004) e Pós Graduação (Lato Sensu)
em Linguística Aplicada ao Ensino da Língua Portuguesa (2005) -
FAFIRE. Concluiu, na UNICAP, o Mestrado em Ciências da Linguagem,
pesquisando sobre Ensino de Língua Portuguesa para Surdos usuários
de LIBRAS: contornos da prática Bilíngue. Já na UFPE, concluiu o
Mestrado em Linguística, analisando textos do séc. XIX. Cursa, no
momento, o doutorado em linguística, pesquisando sobre as conjunções
em LIBRAS. Atuou como professor de Língua Portuguesa em colégios
da rede particular do Recife - PE, de Teresina - PI e de Feira de Santana
- BA. Jurandir é professor-intérprete de Língua Brasileira de Sinais, com
certificação do PROLIBRAS / UFSC - 2009. Fone: 8627-4078 / E-mail:
jurajr@[Link]

32) Karina Falcone de Azevedo


Professora do Departamento de Letras e do Programa de Pós-graduação
em Letras da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Doutora e
mestre em Linguística, ambos estudos desenvolvidos na UFPE. Uma
parte do doutoramento foi realizado na Espanha, sob orientação do Prof.
Teun A. van Dijk. Bacharel em Comunicação Social, habilitação
Jornalismo, pela Universidade Católica de Pernambuco. Desenvolve
trabalhos norteados pela investigação da relação discurso-cognição-
sociedade, tendo como enfoque a constituição de fenômenos tais quais
deslegitimação, estereótipos e preconceitos acerca de grupos em

65
situação de exclusão social. Faz parte do Nelfe (Núcleo de Estudos
Linguísticos da Fala e da Escrita), e, atualmente, pesquisa o processo de
mudança social, a partir de uma abordagem discursivo-cognitiva. A
Análise Crítica do Discurso é o marco teórico fundador para os estudos
citados. Também desenvolve pesquisas sobre gêneros textuais e suas
relações constitutivas com as práticas sociais, com ênfase nas relações
de poder e do controle discursivo.

33) Kazue Saito Monteiro de Barros


Possui graduação e Licenciatura em Português e Inglês pela
Universidade Federal do Rio de Janeiro (1978), graduação em
Bacharelado em Letras Português Inglês pela Universidade Federal do
Rio de Janeiro (1974), Mestrado em Linguística pela Universidade
Federal de Pernambuco (1986) e doutorado em Language and
Linguistics - University Essex (1991). Atualmente é professor associado
da Universidade Federal de Pernambuco, membro da Câmara de
Pesquisa da Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de
Pernambuco, membro do Comitê editorial de várias revistas - Revista de
Tecnologia Digital e Educação à Distância TE@D, Revista do GELNE
etc. Pesquisadora do CNPq desde os anos 90, tem experiência na área
de Linguística, atuando principalmente nos seguintes temas: discurso
científico e pedagógico, interação verbal, produção textual e aulas
virtuais.

34) Lourival de Holanda Barros


Possui graduação em Filosofia - Universidade de Paris VIII (1976),
mestrado em Letras (Língua e Literatura Francesa) pela Universidade de
São Paulo (1986) e doutorado em Letras (Língua e Literatura Francesa)
pela Universidade de São Paulo (1992). Membro do Conselho Editorial
da Revista Estudos Universitários da UFPE e da Revista Online de

66
Literatura e Linguística Eutomia (ISSN 1982-6850). Membro do Instituto
Arqueológico Geográfico e Histórico de Pernambuco. Atualmente é
adjunto 4 da Universidade Federal de Pernambuco. Tem experiência na
área de Letras, com ênfase em Teoria Literária, atuando principalmente
nos seguintes temas: literatura, crítica, cultura, história e linguagem.

35) Lucila Nogueira Rodrigues


Possui graduação em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco
(1972), mestrado em Letras pela Universidade Federal de Pernambuco
(1988) e doutorado em Letras pela Universidade Federal de Pernambuco
(2002). Atualmente é professora da Pós- graduação e da graduação em
Letras da Universidade Federal de Pernambuco. Tem experiência na
área de Letras, com ênfase em Teoria Literária,literatura brasileira,
literatura portuguesa, literatura hispanoamericana, atuando
principalmente nos seguintes temas: poesia, literatura, crítica literária ,
literatura comparada, sociocrítica, mitocrítica, crítica de gênero, estudos
interculturais, criação literária, medievalismo/classicismo,
romantismo/simbolismo/modernismo/vanguardas/pós-modernimo.

36) Maria Cristina Caldas de Camargo Lima Damianovic


É Professora no Departamento de Letras e no Programa de Pós-
Graduação em Letras no Centro de Artes e Comunicação da
Universidade Federal de Pernambuco. Desenvolve seu Pós-Doc na área
da Argumentação na Construção de Conhecimento. Possui Graduação e
Licenciatura em Letras, Mestrado e Doutorado em Linguística Aplicada e
Estudos da Linguagem pela PUC-SP. Coordena o Grupo de Estudos
LIGUE: Linguagem, Línguas, Escola e Ensino que visa construir culturas
de ação entre escola-universidade-comunidade para o envolvimento nas
transformações das condições sociais da educação que possibilitem aos
indivíduos agir à frente de si mesmos para mudar totalidades. Coordena

67
o Programa Inglês Sem Fronteiras na UFPE e integra a equipe gestora
nacional da incrementação da elegibilidade docente para o Ciências Sem
Fronteiras. É co-organizadora de " A Teoria da Atividade Socio-
Histórico-Cultural: Recriando Realidades Sociais" (LIBERALI;
MATEUS,DAMIANOVIC, 2012); "Argumentação na Escola: O
Conhecimento em Construção" (2011); "O Ensino de Línguas:
Concepções e Práticas Universitárias" (2010); "Vygotsky:
uma revisita no início do século XXI" (2009); organizadora de
"Brasil: um verde e amarelo em versos" (2008);
"Material Didático: elaboração e avaliação"(2007); "O
português dentro de uma visão crítica" (2006) e "Antologia
em prosa e versos: palavras e olhares de alunos de Letras"(2005) e
autora de"Carolina Primavera" (mímeo); "O Boné
Laranja e a Mochila Cor de Rosa" (2011); "De un limón, una
limonada" (2008a); "A galinha dos amigos de ouro"
(2008b); "Famílias:Sempre-Vivas"(2007); "São
Paulo:Caras e Bocas"(2006) e "Brasil: palavras de um
cotidiano"(2005). [Link]

37) Maria Cristina Hennes Sampaio


Maria Cristina Hennes Sampaio é Pós-Doutora em Linguística Aplicada e
Estudos da Linguagem pela Pontifícia Universidade Católica de São
Paulo (LAEL-PUC/SP), Doutora em Linguística pela Universidade de São
Paulo (USP/SP), com estágio doutoral no Departamento de Ergologia na
Universidade de Provence (França), e Mestrado em Linguística Aplicada
pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC/RS).É
professora adjunta do Departamento de Letras da Universidade Federal
de Pernambuco (Programa de Pós-Graduação em Letras), Editora
Assistente da Revista Eutomia (Linguística e Literatura), além de
participar de comissões editoriais de periódicos de âmbito nacional

68
(Bakhtiniana PUC/SP; Ao Pé da Letra, UFPE/PE ) e internacional
(Ergologia Aix-em-Provence/FR). Como pesquisadora, é líder do grupo
de pesquisa Linguagem, Sociedade, Saúde e Trabalho (CNPq-UFPE-
PE) e participa dos Grupos Linguagem, Identidade e Memória (CNPq-
PUC-SP - [Link] Linguística
Informática (CNPq-USP-SP), GT da Anpoll Estudos Bakhtinianos e Rede
Internacional Ergologia, Trabalho e Desenvolvimento (Universidades e
organizações parceiras no Brasil, França, Portugal, Suiça, Canada,
Comores e Costa do Marfim). Tem diversas publicações em análise do
discurso, destacando-se o livro Democracia, Cidadania e Linguagem em
tempos de globalização, premiado como a melhor Tese em Linguística,
pela USP, em 2008, além de inúmeros artigos que abordam questões
relativas à linguagem e sociedade, linguagem e saúde e linguagem em
contexto de trabalho e filosofia da linguagem. Contato:
[Link]@[Link]

38) Maria de Fátima Pessoa de Melo Cartaxo


(À disposição do Ministério da Fazenda)

39) Maria José de Matos Luna


Possui Graduação em Letras pela Universidade Federal de Pernambuco
(1982) e Mestrado em Letras pela UFPE (1996); Doutorado, em regime
de co-tutela, Faculdade de Letras da Universidade do Porto e Pós-
Graduação em Letras da Universidade Federal de Pernambuco (2007).
Foi Coordenadora da área de Língua Portuguesa, Coordenadora de
Monitoria do Departamento de Letras da UFPE e Editora Executiva da
Editora Universitária (2004-2009), foi Vice-presidente da Comissão de
Direitos Humanos D. Hélder Câmara da [Link], é membro da
Comissão Diretora do Departamento de Letras da UFPE, é Diretora da
Editora da Universitária da UFPE e Presidente da Comissão de Direitos

69
Humanos D. Helder Câmara da Universidade Federal de Pernambuco. É
Vice-Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Direitos
Humanos. Tem experiência na área de Língua Portuguesa nos níveis
Fundamental e Médio e no Ensino Superior, com ênfase em Linguística,
Letras e Artes, atuando principalmente nos seguintes temas: ensino de
língua portuguesa, produção de texto/vestibular/ formação de
professores/ Direitos Humanos e Cultura de Paz. Tem quatro livros
publicados, um deles em 2a. edição, pela Editora Universitária da
Universidade Federal de Pernambuco - A redação no vestibular a elipse
e a textualidade, e outras publicações - artigos, capítulo em livros,
revistas científicas , e vem participando de comissões conselhos
máximos da Universidade Federal de Pernambuco - Conselho
Coordenador de Pesquisa e Extensão, Câmara de Graduação, Câmara
de Pós-Graduação e Conselheira do CCEPE e do Conselho
Universitário.

40) Maria Medianeira de Souza


Graduada em Letras pela Universidade do Estado do Rio Grande do
Norte/UERN (1987); especialista em Língua Portuguesa pela Pontifícia
Universidade Católica de Minas Gerais/PUC-MG (1993); mestra em
Letras pela Universidade Federal da Paraíba/UFPB (1999) e doutora em
Letras pela Universidade Federal de Pernambuco/UFPE (2006), na qual
defendeu a tese "Transitividade e construção de sentido no gênero
editorial" com a orientação da Profa. Angela Dionísio. Professora
Adjunto I, Graduação e Pós-Graduação em Letras, da UFPE, Campus
Recife. Trabalhos em Teorias e Análise Linguística, especificamente em
Semântica, Sintaxe e Gêneros Textuais, em especial, na interface
sintaxe-semântica-pragmática, gêneros textuais e multimodalidade
discursiva. Editora e Membro do Conselho Editorial da Revista Ao Pé da
Letra/UFPE. Membro do NIG/UFPE, Núcleo de Investigações sobre

70
Gêneros Textuais e do GPET/UERN - Grupo de Pesquisa em Produção e
Ensino do Texto.

41) Maria Virgínia Leal


Professora Associada do Departamento de Letras/UFPE, doutora em
Semiótica e Linguística pela USP/Université Paris X (1999), atuando nos
Programas de Pós-graduação em Letras (PPGL) e de Pós-graduação
em Direitos Humanos (PPGDH), ambos na UFPE. Foi professora da
UNICAP, UFAL e PUCSP, onde lecionou Teorias Linguísticas, Análise do
Discurso e Linguística Aplicada. Coordenou projetos nacionais sobre
ensino de línguas (MEC/IFES), e prestou consultorias a Secretarias de
Educação em vários estados. Coordena acordos de cooperação
internacional nas áreas da Linguística (Universidade de Coimbra) e das
Artes (The Brazilian Endowment for the Arts/NY/USA). Faz parte do
Banco de Avaliadores de Cursos do INEp/MEC. Foi diretora eleita do
Centro de Artes e Comunicação da UFPE para o quadriênio maio
2008/maio 2012. Áreas de atuação e orientação: Linguagem, Trabalho e
Sociedade; Linguagem, Tecnologia e Ensino. Tem especial interesse por
temas e áreas interdisciplinares.

42) Marlos de Barros Pessoa


Possui graduação em Letras pela Universidade Católica de Pernambuco
(1981), mestrado em Letras pela Universidade Federal de Pernambuco
(1989) e doutorado em Linguística Românica - Universitat Tuebingen
(Eberhard-Karls) (1997). Atualmente é outro (especifique) adjunto II da
Universidade Federal de Pernambuco. Tem experiência na área de
Linguística, com ênfase em Linguística Histórica, atuando principalmente
nos seguintes temas: história, imprensa, língua portuguesa, escrita e
manuscrito.

71
43) Miguel Espar Argerich
Possui: Licenciaturas em Filsofia e Pedagogia, em São Paulo (1972),
pela Faculdade de Filosofia Nossa Senhora Medianeira, Licenciatura em
Teologia, em Madrid (1975), pela Pontificia Universidad de Comillas;
Mestrado em Letras e Linguística, em Recife PE (1995), pela
Universidade Federal de Pernambuco; Doutorado em Letras e
Linguística, em Recife PE (2007), pela Universidade Federal de
Pernambuco. Atualmente, na Universidade Federal de Pernambuco, é
professor de Língua e Literatura Espanholas e de Práticas de Ensino de
Espanhol, nos Cursos de Graduação; de Semântica e Pragmática, em
Cursos de Especialização; coordena a área de língua espanhola do
Núcleo de Línguas e Culturas; coordena a disciplina Educar em Direitos
Humanos; é membro da Comissão de Direitos Humanos; coordena o
Curso de Licenciatura em Letras - Espanhol a distância, UAB / UFPE.

44) Otávia Pinheiro Pedrosa Fernandes


Possui graduação em Letras pela Universidade Federal de Pernambuco
(2001). É mestre em Ciências da Linguagem pela Universidade Católica
de Pernambuco (2008). É também professora do Departamento de
Letras da Universidade Federal de Pernambuco.

45) Oussama Naouar


Doutor em Educação, Filosofia e História das Ideias - Atuando
principalmente nos seguintes temas: Filosofia da Educação, Historia das
Ideias Pedagógicas e Didáticas na América Latina, Pensamento Crítico
dos Professores e Educadores, Literatura, Arte e Educação, Língua e
Literatura Francesa. Tem experiência na área de Educação, com ênfase
em Filosofia da Educação, Historia das Ideias Pedagógicas, e também
na área do Ensino, da Arte, e do Trabalho social. Possui Doutorado em
Educação, Filosofia e História das ideias - Université Lumière Lyon2

72
(2011), Graduação em Ciências da Educação - Université Lumière Lyon2
(2003), Mestrado em Ciências da Educação - Université Lumière Lyon2
(2005)

46) Ricardo Postal


É graduado em Letras (Português e Italiano) pela Universidade Federal
do Rio Grande do Sul no ano de 1998. Defendeu o Mestrado em
Literatura Brasileira na UFRGS em 2001 (com dissertação sobre o
indianismo de José de Alencar) e Doutorado, também em Literatura
Brasileira (com tese sobre a figura do Arlequim na poética de Mário de
Andrade) na mesma instituição em 2007. Tem experiência na área de
Letras, com ênfase em Literatura Brasileira, atuando principalmente nos
seguintes temas: Literatura brasileira, Romantismo, Modernismo, Cultura
Brasileira e Identidade Nacional.

47) Roland Gerhard Mike Walter


Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq - Nível 2 É professor do
Programa de Pós-Graduação em Letras e LINGUÍSTICA da
Universidade Federal de Pernambuco. Doutor em Literatura Comparada
pela Johannes Gutenberg Universität, Mainz, Alemanha (1992), realizou
pesquisas de pós-doutorado na University of California, Santa Cruz
(2000) com bolsa de estudos concedida pela CAPES e obteve em 2006
bolsa de estudos do Governo Canadense. Roland Walter é autor de dois
livros Magical Realism in Contemporary Chicano Fiction (Frankfurt:
Vervuert, 1993) e Narrative Identities: (Inter)Cultural In-Betweenness in
the Americas (New York/Frankfurt/Bern: Peter Lang, 2003) e publicou
numerosos artigos e capítulos de livro sobre diversos aspectos e
temáticas da literatura e teoria (Estudos Culturais e Pós-Coloniais)
interamericana no Brasil, na Argentina, em Cuba, no Canadá, nos
Estados Unidos, na Alemanha e na Holanda. Além de ser parecerista e

73
fazer parte do conselho editorial de várias revistas científicas nacionais,
Roland Walter foi Editor Associado da revista MELUS (Multi-Ethnic
Literature of the United States, University of Connecticut, USA) de 1997
até 2006 e é Pesquisador Associado do Groupe Interdisciplinaire de
Recherche sur les Amériques (GIRA), Montréal. Foi convidado como
Professor Visitante pela Eberhard-Karls Universität, Tübingen, Alemanha
entre abril e setembro de 2004 e atualmente coordena o Núcleo de
Estudos Canadenses da UFPE. walter_roland@[Link]

48) Rosângela Aparecida Ferreira Lima


Possui graduação em Letras pela Universidade Estadual Paulista Júlio
de Mesquita Filho (1992), mestrado em Letras pela Universidade
Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1996) e doutorado em Letras
pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2002).
Atualmente é professor adjunto da Universidade Federal de
Pernambuco. Tem experiência na área de Língua Portuguesa,
Linguística, atuando principalmente nos seguintes temas: produção de
texto, ensino de português, pessoa com deficiência, preconceito e visão.

49) Siane Gois Cavalcanti


É doutora em Letras pela UFPE e professora do Departamento de Letras
da mesma Universidade - nas modalidades presencial e a distância. É
membro do NUCEPI (Núcleo de Estudos em Compreensão e Produção
Interlinguísticas) e do CEEL (Centro de Estudos em Educação e
Linguagem). Faz atividades de assessoria pedagógica para o
INEP/MEC, dentre elas, a composição de bancas de avaliação em larga
escala. Durante dez anos, foi professora da Secretaria de Educação do
Estado de Pernambuco e atuou como Técnica em Educação, na
Gerência de Políticas Educacionais, onde planejou, ministrou e
supervisionou cursos de formação continuada. Tem experiência na área

74
de Letras, com ênfase em Língua Portuguesa, Leitura e de Produção de
Texto, atuando, principalmente, com a Teoria da Enunciação e a Análise
Dialógica do Discurso.

50) Simone Pires Barbosa Aubin


Possui graduação em Licenciatura em língua portuguesa e francesa pela
Universidade Federal de Pernambuco (1998), mestrado em Literatura
geral e comparada - Université d'Angers (2000), mestrado em Literatura
comparada pela Universidade Católica d’Angers (1999) e doutorado em
Literatura geral e comparada - Université d’Angers (2010). Atualmente é
professora do Departamento de Letras da Universidade Federal de
Pernambuco. Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Língua
Francesa.

51) Sônia Lúcia Ramalho de Farias


Ensaísta e pesquisadora, tem vários ensaios publicados em livros e
periódicos, entre os quais se destacam: O sertão de José Lins do Rego e
Ariano Suassuna: espaço regional, messianismo e cangaço, Recife:
Editora da UFPE/ Programa de Pós-Graduação em Letras da UFPE,
2006; Imagens do Brasil na Literatura (org) Recife: Programa de Pós-
Graduação em Letras da UFPE, 2005; Literatura e cultura: tradição e
moderrnidade (org). João Pessoa: Editora da Universidade Federal da
Paraíba/Idéia, 1997. Integra o conselho editorial da Eutomia, revista on
line do Departamento de Letras da UFPE. È coordenadora do projeto
integrado de pesquisa, Imagens do Brasil na literatura: as formas
interdiscursivas do imaginário estético e sociocultural, em vigor no
Departamento de Letras e no Programa de Pós-graduação em Letras da
UFPE, È coordenadora da área de literatura Brasileira no curso de
Graduação em Letras da UFPE. Foi professora efetiva da Universidade
Federal da Paraíba no período de julho de 1976 a dezembro de 1994;

75
professora visitante da UFPB, em 1996-97, Professora visitante da
Universidade Estadual da Paraíba – Campus de Campina Grande, no
primeiro semestre letivo de 1988.

52) Stella Virgínia Telles de Araújo Pereira


Possui graduação em Bacharelado em Letras pela Universidade Federal
de Pernambuco (1994), mestrado em Linguística pela Universidade
Federal de Pernambuco (1995) e doutorado em Linguística - Vrije
Universiteit Amsterdam (2002). Atualmente é professor adjunto da
Universidade Federal de Pernambuco. Tem experiência na área de
Linguística, com ênfase em Línguas Indígenas, e interesse particular nos
seguintes temas: descrição e análise Linguística, fonologia moderna,
gramática tipológico-funcional, Tronco Macro-Jê e Família nambiwara.

53) Sueli Cavendish de Moura


Ensaísta e Tradutora. Professora Adjunta efetiva de Literaturas de Língua
Inglesa no Departamento de Letras da Universidade Federal de
Pernambuco, na Graduação e na Pós-graduação. Doutora em Letras
pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro, UERJ, com a tese "O
Jagunço e o Fidalgo: Avessos e Anversos em 'Grande Sertão:Veredas' e
'O Som e a Fúria'", com bolsa do CNPQ . Visiting scholar e Visiting
fellow, respectivamente, da University of Southern Mississippi e da Yale
University, entre 2001 e 2002, desenvolvendo projetos em Literatura
Brasileira e Norte Americana. Em 2002 e 2003 foi Professora Visitante do
Curso de Letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro -- UFRJ-- e
da Pós-Graduação em Letras da mesma universidade, com bolsa de
pesquisador visitante FAPERJ. Em outubro de 2007 foi lecturer dos
Departamentos de Estudos Culturais e de Inglês, da Universidade de
North Carolina at Charlotte, USA, apresentando as conferências: From
Walter Benjamin to the translation of William Faulkner into Portuguese:

76
Talks by Dr. Sueli Cavendish e Close Encounters at a Crossroads: Poe,
Faulkner, Rosa and Machado de Assis. Editora de Eutomia - Revista
Online de Literatura e Linguística ([Link]/revistaeutomia) voltada
para a publicação da produção teórico-crítica em Letras e Linguística e
de textos ficcionais -poemas e contos. Integra os seguintes grupos de
Pesquisa.

54) Suzana Leite Cortez


Possui graduação em Letras pela Universidade Federal de Pernambuco
(2000), mestrado em Linguística pela Universidade Estadual de
Campinas (2003) e doutorado em Linguística pela Universidade Estadual
de Campinas (2011). Atualmente é professora adjunto I do Departamento
de Letras da Universidade Federal de Pernambuco. Tem experiência na
área de Linguística, com ênfase em Teoria e Análise Linguística, atuando
principalmente nos seguintes temas: referenciação, ponto de vista (pdv),
expressões nominais, argumentação e livro didático.

55) Vera Lúcia de Lucena Moura de Oliveira


Possui Mestrado em Letras pela Universidade Federal de Pernambuco
(1986) e Doutorado em Letras pela Universidade Federal de
Pernambuco (2004). Atualmente é professora adjunto da Universidade
Federal de Pernambuco, lecionando Língua Inglesa e Prática de Ensino
de Inglês. Tem experiência na área de Linguística, com ênfase em
Línguística Aplicada ao Ensino de Línguas, atuando principalmente nos
seguintes temas: leitura, escrita, letramento, mediação, cooperação,
reflexão crítica, diferenças individuais e inclusão social.

56) Vicente Masip Viciano


Possui graduação em Faculdade de Filosofia Nossa Senhora Medianeira
pela Universidade de São Paulo (1972), mestrado em História pela

77
Universidade Federal de Pernambuco (1987) e doutorado em Letras pela
Universidade Federal de Pernambuco (1995). Atualmente é professor
adjunto da Universidade Federal de Pernambuco. , atuando
principalmente nos seguintes temas: espanhol, gêneros, estratégias,
fonologia, fonética, ortografia, língua estrangeira, letras, Linguística,
fonética, contraste, didática, semântica, semiologia, semiótica, lógica,
Linguística e ética, psicologia, educação.

78
15.2. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE)

O Núcleo Docente Estruturante dos Cursos de Licenciatura em Letras é


composto pelos seguintes professores:
Profa. Dra. Maria Medianeira de Souza – Coordenadora dos cursos de Letras-
Licenciaturas
Profa. Dra. Ana Maria de Araújo Lima – Área: Português
Profa. Dra. Fabiele Stockmans De Nardi – Área: Espanhol
Profa. Dra. Herimatéia Pontes – Área: Inglês
Profa. Dra. Joice Armani Galli– Área: Francês
Profa. Dra. Rosângela Ferreira Lima – Área: Português
Profa. Dra. Siane Gois Cavalcanti Rodrigues – Área: Português

A Resolução CONAES n° 01, de 17 de junho de 2010 normatiza a criação


do Núcleo Docente Estruturante, responsável pelo permanente acompanhamento,
pela atualização e pela avaliação dos Projetos Pedagógicos dos cursos de
graduação. A UFPE estabelece, por meio da Resolução CCEPE 01/2013, as
seguintes atribuições para o Núcleo Docente Estruturante:
I. assessorar a coordenação do curso de graduação nos processos de
implantação, execução, avaliação e atualização do Projeto Pedagógico de Curso,
de modo coparticipativo;
II. zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes
constantes no currículo, contribuindo para a consolidação do perfil profissional do
egresso do curso;
III. indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e
extensão, oriundas de necessidades da graduação, de exigência do mercado de
trabalho e alinhadas com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do
curso;
IV. incentivar o desenvolvimento de profissionais com formação cidadã,
humanista, crítica, ética e reflexiva;

79
V. zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os
Cursos de Graduação;
VI. zelar pela proposição de projetos pedagógicos alinhados e consonantes
com o Projeto Pedagógico Institucional.

As reuniões do grupo ocorrem mediante convocação da coordenadora ou


por iniciativa da maioria dos membros e são realizadas, no mínimo, 02 vezes a
cada período letivo, com respectivo registro em ata.
O processo de escolha e renovação dos membros ocorre da seguinte
maneira:
- A indicação dos representantes docentes para composição do NDE é feita pelo
Colegiado de Curso, homologada pelo Pleno do Departamento, ao qual o curso se
vincula, com posterior envio para a PROACAD. Os membros do NDE são
indicados para um mandato de 03 (três) anos, com possibilidade de recondução.
- Quando da renovação do NDE, deverá ser sempre garantida a permanência de
um terço dos membros que o integram, a fim de preservar a memória e a
continuidade do processo de consolidação do PPC.

80
16. CONDIÇÕES DE FUNCIONAMENTO DO CURSO

16.1. INFRAESTRUTURA ATUAL

A ESTRUTURA FÍSICA
A sala da Coordenação de Letras está dividida em três ambientes: uma sala
de espera para o alunado (10.67m²), a sala para o serviço de secretariado
(17.94m²) e a sala do coordenador com 13.70m².
Um projeto de redistribuição dos espaços está sendo estudado junto ao
CAC. Essa redistribuição será feita através de trocas de espaço com outros
Departamentos que funcionam no prédio, como Artes Plásticas, Biblioteconomia,
Música, etc. Mas a modificação só será feita quando o Departamento de Música
mudar para seu novo local.
As reuniões de Pleno são feitas nos dois Mini-auditórios do CAC ou na sala
do Conselho (todos no térreo do CAC) ou então numa sala de aula disponível.
Para reuniões menores e pedagógicas, o Departamento conta com uma pequena
sala situada na Secretaria de Letras, ao lado da sala da Chefia do Departamento.

DAS SALAS DE AULA


As salas de aulas, num total de 5, têm entre 35 e 55 m2. Todas são
equipadas com ar condicionado e computador. Todas têm aparelho de data show.

DAS LÍNGUAS ESTRANGEIRAS


O leitorado de Inglês tem em média 55 m2, e são repartidas em 3 ambientes
cada um, isto é, em sala de aula, em sala de estudo e em sala de professores. O
Núcleo de Estudos Francófonos (francês) possui a mesma área do Inglês, porém
há somente a repartição para uma sala de aula, os professores partilham de um
espaço comum, junto a uma pequena sala prevista para reuniões. A sala de
Estudos Hispânicos funciona como sala de estudo e sala de professores para a
equipe de professores de espanhol sem espaço para sala de aula.

81
DOS NÚCLEOS DE ESTUDO E GRUPOS DE PESQUISA
As salas de professores se confundem com os Núcleos de estudo e
pesquisa no Departamento. O Departamento conta com 8 núcleos de pesquisa até
agora inscritos. São eles:

1. Núcleo de Estudos Linguísticos da Fala e Escrita (NELFE);


2. Núcleo de Avaliação e Pesquisa Educacional (NAPE);
3. Núcleo de Estudos Indigenistas (NEI). 600 volumes aproximadamente;
4. Núcleo de Estudos da Norma Urbana Culta (NURC) com um acervo estimado
em aproximadamente 300 volumes.;
5. Núcleo de Estudos Canadenses (NEC);
6. Associação de Estudos Portugueses Jordão Emerenciano. O acervo da
associação é estimado entre 2.500 e 3.000 volumes aproximadamente;
7. Núcleo de Estudos de Hipertexto e Tecnologias na Educação (NEHTE);
8. Núcleo de Estudos em Compreensão e Produção Interlinguísticas (NUCEPI);
9. Núcleo de Investigações sobre Gêneros Textuais (NIG);
10. Núcleo de Estudos em Práticas de Linguagem e Espaço Virtual (NEPLEV)
11. Letramento Digital (Numérique) em Francês como Língua Estrangeira
(LENUFLE).

LABORATÓRIOS
O Laboratório de línguas, com 80 m2, tem a possibilidade de receber duas
classes simultâneas e independentes. Cada classe dispõe de 24 (12x2) postações
com um monitor 14” para dois alunos munidos cada um de um fone de ouvido e de
controle áudio. O laboratório conta ainda com os seguintes equipamentos: 02
gravadores de cassete áudio, 02 videocassetes, um DVD player, uma TV 32” e
uma câmera de vídeo.
O Departamento conta também com uma sala de informática (LIGRAL)
colocada à disposição dos estudantes. Esta sala, no entanto, não é bem equipada

82
em relação ao número de alunos inscritos em Letras (641 em 2008.2). A sala com
15 m2 aproximadamente, tem apenas 5 computadores obsoletos (funcionam ainda
com o Windows 98, mas são conectados à Internet).

BIBLIOTECA E ACERVO
Os alunos de Letras têm a sua disposição uma biblioteca instalada no
prédio do CAC. Nesta biblioteca consta um total de 1.468 títulos e 3.516
exemplares da área. Os alunos de língua inglesa e francesa podem contar
também com um acervo de obras oferecidas na maioria das vezes pelos serviços
consulares como é o caso do francês, ou por doações. O acervo do Leitorado de
Francês se eleva aproximadamente em 1.230 livros. O Leitorado de Inglês dispõe
de 500 livros aproximadamente e a sala de Estudos Hispânicos conta com 1.500
livros de propriedade dos docentes.

O NÚCLEO DE LÍNGUAS E CULTURA


O Núcleo de Línguas e Cultura (NLC) nasceu de um projeto de extensão
iniciado em 1999 e renovável periodicamente. Ele conta com 1 coordenador geral
assessorado por um vice-coordenador; 1 coordenador geral de apoio pedagógico
e 1 coordenador pedagógico para cada língua ensinada. Apesar das dificuldades
de disponibilidade de sala de aulas, o NLC consegue oferecer a um grande
número de alunos (1.300 inscritos atualmente) aulas em 5 idiomas (alemão,
espanhol, francês, inglês e italiano). Existe uma parceria com o Consulado
japonês para o ensino da língua daquele país. As aulas funcionam no Centro de
Tecnologia e Geociência (CTG). O NLC oferece também aula de Português para
estrangeiros (atualmente com um grupo de 40 alunos).
O NLC subsidia financeiramente o Departamento de Letras e o CAC em
virtude da taxa paga pelos usuários de seus serviços. O projeto da construção de
duas salas suplementares destinadas ao NLC deve ser colocado em execução em
breve, o que vai melhorar a estrutura física do Departamento de Letras na medida
em o Departamento vai poder contar com mais salas de aulas.

83
16.2. ACESSIBILIDADE

Em atendimento ao Decreto n° 5.296/2004, o Centro de Artes e


Comunicação dispõe de um elevador com adequações para facilitar o acesso de
pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida. No prédio, banheiros foram
modificados para adequação dos ambientes às pessoas com dificuldades de
locomoção. No estacionamento do CAC, há 02 vagas reservadas para pessoas
com deficiência física. A biblioteca setorial do Centro também dispõe de rampas e
sinalização de acessibilidades específicas.

84
17. SISTEMÁTICA DE CONCRETIZAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO

Conforme afirmado na seção 2.3, no ano de 2013, o Departamento de Letras


conta com oito salas de aulas, das quais três são leitorados, duas salas
administrativas, sete salas de núcleo de pesquisa e um laboratório de informática.
Entretanto, todos os semestres, salas de aula são cedidas por outros
departamentos do CAC, uma vez que tal estrutura física não é suficiente para o
bom funcionamento do curso, que é um dos maiores da UFPE em número de
professores e de alunos (todos os anos há a entrada de duzentos e vinte e cinco
discentes novatos), e é bastante atuante na pesquisa (com os inúmeros núcleos
cadastrados no CNPq) e na extensão (além de outras demandas, há o Núcleo de
Línguas, que não possui salas de aula próprias). Acrescente-se que os
supramencionados espaços não estão em boas condições de uso, pois há
problemas elétricos no CAC que impedem o funcionamento dos aparelhos de ar
condicionado, boa parte dos computadores e dos aparelhos de data show está
quebrada. Além disso, não há gabinete para um grande número de docentes, o
que faz com que muitos deles não tenham condições de permanência em horário
integral na Universidade, para atender aos alunos e desenvolver as suas
pesquisas.

85
18. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO DO CURSO

O curso de Letras será periodicamente avaliado. Para isso, os Núcleos


Docentes Estruturantes de cada licenciatura e do bacharelado reunir-se-ão
sistematicamente, com o objetivo de adequar continuamente a sua estrutura
curricular, os seus objetivos, enfim, a sua organização como um todo às
necessidades dos alunos e da sociedade. A avaliação dos alunos integrará esse
processo, levando-se em conta a importância de dar relevo à singularidade do
seu posicionamento valorativo relação ao seu curso, ao departamento de letras,
ao CAC e à Universidade.
A avaliação das condições de ensino também poderá servir de instrumento
para avaliação do curso sendo observados os seguintes tópicos:
1. Organização didático-pedagógica: administração acadêmica, projeto do
curso, atividades acadêmicas articuladas ao ensino de graduação;
2. Corpo docente: formação profissional, condições de trabalho; atuação e
desempenho acadêmico e profissional;
3. Infraestrutura: instalações gerais, biblioteca, instalações e laboratórios
específicos.
Essa comissão terá no mínimo duas reuniões ordinárias por semestre em
que serão apresentados os dados de pesquisas sistemáticas de análise dos
tópicos acima. Vale ressaltar que as estratégias a serem utilizadas estarão em
consonância com as diretrizes da UFPE-DAP/CPA e do Ministério da Educação.
Por meio dessas ações a comissão acompanhará também o presente Projeto
Pedagógico de Curso - PPC, objetivando a sua concretização a avaliando o
andamento o mesmo, podendo sugerir ao Colegiado do Curso possíveis
alterações teórico-metodológicas a fim de atingir os objetivos propostos nesse
projeto.

86
19. DOCUMENTOS COMPROBATÓRIOS

Em anexo, constam os extratos de atas da aprovação do presente Projeto


Pedagógico pelo Núcleo Docente Estruturante e pelo Colegiado do Curso.

87
20. REQUISITOS LEGAIS E NORMATIVOS

Apresentamos, a seguir, uma síntese dos requisitos legais e normativos que


estão contemplados na nova estrutura curricular proposta neste Projeto
Pedagógico:

A- DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO

Conforme está descrito no item 3 (Justificativa para a Reformulação) deste


documento, o presente projeto está coerente com o que determinam as Diretrizes
Curriculares Nacionais (Resolução CNE/CES nº 18, de 13 de março de 2002).

B- DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO DAS


RELAÇOES ÉTNICO-RACIAIS E PARA O ENSINO DE HISTÓRIA E CULTURA
AFRO-BRASILEIRA E AFRICANA

As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-


Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana estão
formalmente contempladas, no perfil proposto, por meio do componente curricular
obrigatório LE741 – Cultura Brasileira I (3º período).

C- TITULAÇÃO DO CORPO DOCENTE

Conforme está descrito no item 15 (Corpo Docente), a totalidade do corpo


docente que ministra aulas nos cursos de Letras possui formação em Pós-
Graduação, em atendimento ao disposto na Lei n° 9.394, art. 66.

88
D- NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE)

Conforme está descrito no item 15.2 (Núcleo Docente Estruturante) deste


documento, o Núcleo Docente estruturante está constituído e é bastante atuante
em relação às questões pedagógicas do curso.

E- CARGA HORÁRIA MÍNIMA, EM HORAS

Em relação à carga horária mínima de 2.800 horas estabelecida, conforme


Resolução CNE/CP N° 02/2002, a nova estrutura curricular proposta neste projeto
apresenta uma carga horária mínima total de 3.150 horas.

F- TEMPO DE INTEGRALIZAÇÃO

Segundo a Resolução CNE/CP 02, de 19 de fevereiro de 2002, o tempo de


integralização determinado é de, no mínimo, 03 anos letivos, obedecidos os 200
(duzentos) dias letivos/ano dispostos na LDB. Nesse sentido, o perfil apresentado
neste documento atende à resolução, pois o tempo de integralização mínimo é de
08 semestres (04 anos).

G- CONDIÇÕES DE ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E/OU


MOBILIDADE REDUZIDA

Como está descrito no item 16.2 deste documento (Acessibilidade), o


Centro de Artes e Comunicação, em atendimento ao Decreto n° 5.296/2004,
dispõe de um elevador para facilitar o acesso de pessoas com deficiência e/ou
mobilidade reduzida.

89
H- COMPONENTE CURRICULAR DE LIBRAS

O Decreto 5.626/2005 trata da inclusão de LIBRAS como disciplina


curricular obrigatória nos cursos de formação de professores e como eletiva para
os bacharelados. Em cumprimento a essa determinação, o componente curricular
LE716 – Introdução a LIBRAS pertence à estrutura curricular dos cursos de
licenciatura em Letras como componente obrigatório.

I- DISPONIBILIZAÇÕES DE INFORMAÇÕES ACADÊMICAS AOS ALUNOS

As informações acadêmicas são disponibilizadas aos alunos tanto de forma


impressa quanto de forma virtual. Através do sistema SIG@, é possível ao aluno
ter acesso à estrutura curricular do curso, aos horários de realização das
disciplinas, aos componentes equivalentes, dentre outras informações
importantes.
Além disso, estão disponibilizados no site da UFPE ([Link])
documentos como o Manual do Aluno, que apresentam orientações a respeito da
vida acadêmica. Na página do Departamento de Letras da UFPE ([Link]), o
aluno pode ter acesso às resoluções internas relacionadas às atividades
complementares, aos estágios e ao T.C.C.

J- POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

A Lei 9.795/1999, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental, é


contemplada de forma transdisciplinar no decorrer de todo o curso e de forma
intensa quando se trata do estudo de educação ambiental, como pode ser
observado nos seguintes componentes curriculares do novo perfil: LE733 -
Compreensão e Produção de Texto em Língua Portuguesa (1º período).

90
ANEXOS

91
ANEXO I – QUADROS DE EQUIVALÊNCIA DE COMPONENTE CURRICULAR

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO


PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DEPTO DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
COORDENAÇÃO GERAL DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO
LICENCIATURA / LETRAS – PORTUGUÊS

QUADRO DE EQUIVALÊNCIA DE
COMPONENTE CURRICULAR
COMPONENTE CURRICULAR DO PERFIL
COMPONENTE CURRÍCULAR DO PERFIL ATUAL
ANTIGO

CÓDIG CÓDIG
NOME CH NOME CH
O O
LE003 OU LÍNGUA PORTUGUESA 3
COMPREENSÃO E PRODUÇÃO DE TEXTO
LE733 60
EM LÍNGUA PORTUGUESA
LE507 PRODUÇÃO DE TEXTO

LE741 CULTURA BRASILEIRA I 60 LE300 CULTURA BRASILEIRA 45h


LE838 CULTURA BRASILEIRA II 60 LE405 CULTURA BRASILEIRA 2
ESTÁGIO CURRICULAR
TE709 90
SUPERVISIONADO EM PORTUGUÊS I PRÁTICA DE ENSINO DE
TE632
ESTÁGIO CURRICULAR PORTUGUÊS 1
TE710 90
SUPERVISIONADO EM PORTUGUÊS II
ESTÁGIO CURRICULAR
TE711 135
SUPERVISIONADO EM PORTUGUÊS III PRÁTICA DE ENSINO DE
TE633
ESTÁGIO CURRICULAR EM PORTUGUÊS PORTUGUÊS 2
TE712 90
IV
LE248 LÍNGUA LATINA 1A 60h
LE760 LATIM I: MORFOLOGIA I 60
LE249 LÍNGUA LATINA 2A 45h
LE761 LATIM II: MORFOLOGIA II 60
LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO
LE676 60 LE003 LÍNGUA PORTUGUESA 3
ACADÊMICO
LE735 LINGUÍSTICA I: FUNDAMENTOS 60h LE351 LINGUÍSTICA 1 60h
TEÓRICOS
LE742 LINGUÍSTICA II: TEORIAS LINGUÍSTICAS 60h LE352 LINGUÍSTICA 2 45h

LE743 LINGUÍSTICA III: LINGUÍSTICA 60h LE353 LINGUÍSTICA 3 45h


APLICADA
LE822 LITERATURA BRASILEIRA I: FORMAÇÃO 60 LE601 LITERATURA BRASILEIRA 1A
LITERATURA BRASILEIRA II:
LE823 60 LE602 LITERATURA BRASILEIRA 2A
ROMANTISMO

92
LITERATURA BRASILEIRA III: PÓS-
LE824 60 LE603 LITERATURA BRASILEIRA 3A
ROMANTISMO
LITERATURA BRASILEIRA IV: PRÉ-
LE825 60 LE504 LITERATURA BRASILEIRA 4
MODERNISMO E MODERNISMO
LE441 LITERATURA LATINA 1A 60h
LE766 LITERATURA LATINA 60
LITERATURA PORTUGUESA I: MEDIEVAL
LE827 60 LE301 LITERATURA PORTUGUESA 1
E RENASCENTISTA
LITERATURA PORTUGUESA II:
LE828 RENASCIMENTO-BARROCO- 60 LE302 LITERATURA PORTUGUESA 2
NEOCLASSICISMO
LITERATURA PORTUGUESA III:
LE829 ROMANTISMO-REALISMO- 60 LE309 LITERATURA PORTUGUESA 3A
PARNASIANISMO
LE849 LITERATURA PORTUGUESA IV:
60 LE604 LITERATURA PORTUGUESA 4A
SIMBOLISMO E MODERNISMO
LE831 PORTUGUÊS II: MORFOSSINTAXE I 60 LE004 LITERATURA PORTUGUESA 4

LE832 PORTUGUÊS III: MORFOSSINTAXE II 60 LE265 LÍNGUA PORTUGUESA 5A

LE833 PORTUGUÊS IV: SEMÂNTICA 60 LE268 LÍNGUA PORTUGUESA 8A

LE266 LÍNGUA PORTUGUESA 6A


PORTUGUÊS VI: HISTÓRIA DA LÍNGUA
LE835 60
PORTUGUESA
LE267 LÍNGUA PORTUGUESA 7A
LE736 TEORIA DA LITERATURA I: FORMAÇÃO 60h LE553 TEORIA DA LITERATURA 3 45h

LE744 TEORIA DA LITERATURA II: POESIA 60 LE553 TEORIA DA LITERATURA 3

LE554 OU TEORIA DA LITERATURA 4


LE854 TEORIA DA LITERATURA III: NARRATIVA 60
LE555 TEORIA DA LITERATURA 5
LE855
TEORIA DA LITERATURA IV: DRAMÁTICA 60 LE552 TEORIA DA LITERATURA 2A

93
ANEXO II – CORPO DOCENTE

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO


Pró-Reitoria para Assuntos Acadêmicos

Ficha do Curso – Docentes


Curso: Letras
Vinculação: [Deptº/Centro/Pró-Reitoria]: Departamento de Letras / Centro de Artes e Comunicação / Pró-reitoria para Assuntos Acadêmicos

ÁREA DE QUALIFICAÇÃO ** REGIME DE VÍNCULO


NOME CPF TITULAÇÃO
CONHECIMENTO* PROFISSIONAL TRABALHO EMPREGATÍCIO
Aldo José Rodrigues de Lima 085.347.724-
87 LITERATURA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Alfredo Adolfo Cordiviola 866.161.614-
04 LÍNGUA ESPANHOLA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Ana Maria Costa de Araújo Lima 352.129.264- LÍNGUA
91 PORTUGUESA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Anco Márcio Tenório Vieira 370.981.874-
53 LITERATURA DOUTORADO JORNALISMO DE PROF EFETIVO
André de Sena Wanderley 020.760.454-
14 LITERATURA DOUTORADO JORNALISMO DE PROF EFETIVO
Angela Paiva Dionisio 338.070.004- LINGUA
53 PORTUGUESA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Antonio Carlos dos Santos Xavier 463.197.784-
15 LINGUÍSTICA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Antonio Torre Medina 652.737.458-
53 LÍNGUA ESPANHOLA DOUTORADO FILOSOFIA DE PROF EFETIVO
Araken Guedes Barbosa 040.737.114-
15 LÍNGUA INGLESA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Carlos Antonio Fontenele Mourão 709.049.603-
15 LIBRAS MESTRADO LETRAS DE PROF EFETIVO
César Sales Giusti 055.349.504-
63 LITERATURA MESTRADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Cláudia Mendonça de Oliveira 834.228.384-
49 LINGUA INGLESA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Darío de Jesús Gómez Sánchez 060.098.387- ESPANHOL E
85 LÍNGUA ESPANHOLA DOUTORADO LITERATURA DE PROF EFETIVO
Dilma Tavares Luciano 336.878.204- LÍNGUA
59 PORTUGUESA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Dóris de Arruda Carneiro da Cunha 218.091.944- LÍNGUA
15 PORTUGUESA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Elizabeth Marcuschi 455.825.564-
00 LÍNGUA ALEMÃ DOUTORADO FILOSOFIA DE PROF EFETIVO
Ermelinda Maria Araújo Ferreira 440.772.624- LÍNGUA
53 PORTUGUESA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Evandra Grigoletto 807.587.549- LÍNGUA
49 PORTUGUESA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Everton da Silva Natividade 079.386.437-
26 LÍNGUA LATINA MESTRADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Fabiele Stockmans de Nardi 721.928.830-
34 LÍNGUA ESPANHOLA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Fatiha Dechicha Parahyba 496.735.214-
68 LÍNGUA INGLESA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Gláucia Renata Pereira do 631.490.284- LÍNGUA
Nascimento 34 PORTUGUESA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Herimatéia Ramos de Oliveira Pontes 800.935.154-
72 LÍNGUA INGLESA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Inara Ribeiro Gomes 363.071.810- LÍNGUA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO

94
87 PORTUGUESA
João Alfredo Modesto Sedycias 180.148.014-
15 LÍNGUA INGLESA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Joice Armani Galli 622.006.310-
49 LÍNGUA FRANCESA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
José Alberto Miranda Poza 014.451.304-
83 LÍNGUA ESPANHOLA DOUTORADO FILOLOGIA DE PROF EFETIVO
José Alexandre Ferreira Maia 539.556.094-
72 LÍNGUA LATINA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
José Rodrigues de Paiva 032.084.274-
68 LITERATURA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Juan Pablo Martín Rodrigues 011.699.654-
40 LÍNGUA ESPANHOLA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Jurandir Ferreira Dias Júnior 027.900.704-
31 LIBRAS MESTRADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Karina Falcone de Azevedo 896.958.794-
20 LINGUÍSTICA DOUTORADO JORNALISMO DE PROF EFETIVO
Kazue Saito Monteiro de Barros 331.302.057-
72 LINGUÍSTICA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Lourival de Holanda Barros 075.542.814-
53 LITERATURA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Lucila Nogueira Rodrigues 078.001.854-
00 LITERATURA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Maria Cristina Caldas de Camargo 111.624.158-
Lima Damianovic 78 LÍNGUA INGLESA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Maria Cristina Hennes Sampaio 213.670.270- LÍNGUA
04 PORTUGUESA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Maria de Fátima Pessoa de Melo 083.963.964-
Cartaxo 34 LITERATURA MESTRADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Maria José de Matos Luna 165.948.274- LÍNGUA
72 PORTUGUESA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Maria Medianeira de Souza 484.037.844-
49 LINGUÍSTICA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Maria Virgínia Leal 274.226.824-
34 LINGUÍSTICA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Marlos de Barros Pessoa 167.494.134- LÍNGUA
04 PORTUGUESA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Miguel Espar Argerich 137.774.914-
20 LÍNGUA ESPANHOLA DOUTORADO FILOSIFIA DE PROF EFETIVO
Otávia Pinheiro Pedrosa Fernandes 021.707.004-
39 LÍNGUA FRANCESA MESTRADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Oussama Naouar 700.085.734- CIÊNCIAS DA
09 LÍNGUA FRANCESA DOUTORADO EDUCAÇÃO DE PROF EFETIVO
Ricardo Postal 656.923.730-
68 LITERATURA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Roland Gerhard Mike Walter 007.443.464-
01 LÍNGUA INGLESA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Rosângela Aparecida Ferreira Lima 130.851.208- LÍNGUA
23 PORTUGUESA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Siane Gois Cavalcanti Rodrigues 783.057.804- LÍNGUA
49 PORTUGUESA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Simone Pires Barbosa Aubin 901.401.334-
53 LÍNGUA FRANCESA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Sônia Lúcia Ramalho de Farias 086.335.684-
20 LITERATURA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Stella Virgínia Telles de Araújo 278.616.194- LÍNGUA
Pereira 00 PORTUGUESA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Sueli Cavendish de Moura 193.459.844-
53 LÍNGUA INGLESA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Suzana Leite Cortez 027.939.734- LÍNGUA
83 PORTUGUESA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Vera Lúcia de Lucena Moura de 186.244.214-
Oliveira 20 LÍNGUA INGLESA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Vicente Masip Viciano 185.664.720-
04 LÍNGUA ESPANHOLA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO

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ANEXO III – REGULAMENTOS DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES,
ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO E TRABALHO DE CONCLUSÃO DE
CURSO.

UNIVERSID ADE FEDER AL DE PERNAM BUCO


CEN TRO DE AR TE S E COMUNIC AÇÃO
DEPARTAMEN TO DE LETRAS
COORDEN AÇÃO DOS CURSOS DE LICENCI ATUR A EM LETRAS

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES


APROVADO EM 30/10/2012 PELO COLEGIADO DOS
CURSOS DE LETRAS.

CAPITULO I
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
O presente regulamento disciplina as Atividades Complementares para os
Cursos de Licenciatura em Letras do Departamento de Letras. Conforme
Resolução 06/2005 do Conselho Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão da
Universidade Federal de Pernambuco que dispõe sobre os procedimentos para
creditação de atividades de pesquisa, extensão e monitoria nos Cursos de
Graduação da Universidade. As diretrizes fixadas nesta Resolução orientam os
colegiados de curso e coordenadores de cursos a encaminharem os processos de
solicitação de creditação no currículo dos alunos.

CAPITULO II
DAS FINALIDADES

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As Atividades Complementares visam estimular a prática de estudos
independentes, transversais, opcionais, interdisciplinares, de atualização
profissional, sobretudo nas relações com o mundo do trabalho, estabelecidas ao
longo do Curso, notadamente integrando-as às diversas peculiaridades regionais e
culturais.
A UFPE disponibiliza aos Cursos, através do sistema acadêmico SIG@ e
de registros isolados, as informações necessárias para que se proceda com a
implantação das atividades complementares, quais sejam: participação do aluno
em projetos de extensão, de iniciação científica e em atividades de monitoria.
Os artigos da resolução citada que definem os procedimentos necessários
para creditação destas atividades estão reproduzidos a seguir:
Art. 2º - Os procedimentos a serem adotados para creditação das
atividades deverão seguir as seguintes etapas: (1) o(s) professor(es) deverá(ão)
cadastrar o projeto de pesquisa, extensão ou monitoria na instância competente
(Pró-Reitoria de Pesquisa, Pró-Reitoria de Extensão ou Pró-Reitoria para
Assuntos Acadêmicos; (2)o(s) alunos(s) deverá(ao) participar das atividades
previstas no projeto, com acompanhamento sistemático do(s) professor(es); (3)
o(s) aluno(s) deverá(ão), ao término de sua participação, e até o semestre
seguinte, elaborar solicitação de creditação da atividade no histórico escolar,
dirigido ao Colegiado do Curso, e relatório final, atendendo ao modelo
estabelecido pela instância onde o projeto está cadastrado (Pró-reitoria de
Pesquisa, Pró-Reitoria de Extensão ou Pró-reitoria para Assuntos Acadêmicos; (4)
o(s) professor(es) deverá(ao) elaborar parecer sobre a participação do(s) aluno(s)
e encaminhar para o Colegiado do Curso, anexando os documentos entregues
pelo(s) aluno(s).
Art. 3º - Os critérios para avaliação dos pedidos de creditação deverão ser
elaborados pelos Colegiados de Curso, dentre os quais deve-se considerar a
exigência de carga horária mínima de 30 horas para que a atividade seja creditada
no histórico do aluno e a exigência de que tenha havido, durante a execução do
projeto, um acompanhamento sistemático dos(s) aluno(s) pelo(s) professor(es).

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Art. 4º - O Colegiado do Curso deverá decidir pela aprovação ou
reprovação da creditação da atividade complementar no histórico escolar do aluno
e encaminhar para o coordenador do curso, que registrará no SIG@ o tipo de
atividade complementar (atividade de monitoria, atividade de pesquisa ou
atividade de extensão), o nome do aluno e a carga horária.
Art. 5º - O aproveitamento da carga horária para integralização do curso
dependerá da indicação de carga horária complementar máxima proposta no perfil
do curso. Essa carga horária será contada, no SIG@, como “Carga horária livre”
(disciplinas eletivas e/ou optativas e/ou atividades complementares) no cálculo
para integralização do curso.
Art. 6º - O aluno só poderá solicitar a creditação no histórico escolar de uma
atividade realizada em um projeto, seja de pesquisa, de ensino ou de extensão,
uma única vez por semestre letivo, devendo, portanto, em casos em que essa
atividade possa ser creditada de diferentes maneiras, escolher o tipo de atividade
a ser creditada.
Assim, as Atividades Complementares devem ser comprovadas com a
respectiva carga horária, instituição e/ou responsável, relatório e/ou avaliação
quando for o caso, devidamente aprovado pelo Colegiado do Curso.
Para os Cursos de licenciatura em Letras, conforme proposto pelo NDE e
aprovado pelo Colegiado do curso em 30/10/2012, as atividades complementares
a serem realizadas pelo aluno devem totalizar 210 horas e ser realizadas após o
ingresso no curso. A seguir, apresentamos as atividades que o Colegiado dos
Cursos de licenciatura em Letras reconhece como válidas para fins de creditação,
com suas respectivas cargas horárias máximas:

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ATIVIDADES COMPLEMENTARES (210H)
Cursos de Letras-Licenciatura

ATIVIDADES COMPLEMENTARES HORAS/AULA


1 EVENTOS- PARTICIPAÇÃO 1h para cada 2h de
Participação em atividades de congressos, participação (Max. 72h)
conferências, seminários, simpósios, encontros e
outros eventos acadêmicos e científicos
congêneres, na área de humanas em geral.
2 EVENTOS- APRESENTAÇÃO DE TRABALHO 36h por trabalho
Apresentação de trabalhos em congressos, apresentado
conferências, seminários, simpósios, encontros e (Max. 72h)
outros eventos acadêmicos e científicos
congêneres, na área de humanas em geral.
3 EVENTOS – COMISSÃO ORGANIZADORA 20h por evento
Participação na organização de eventos formais organizado
como congressos, conferências, seminários, (Max. 40h)
simpósios, encontros e outros eventos
acadêmicos e científicos congêneres, na área de
humanas em geral.
4 PESQUISA- PIBIC 72h por semestre
Participação em projetos de pesquisa PIBIC, (Max. 144h)
aprovados pela UFPE.
5 PESQUISA- CONTRIBUIÇÃO DE DADOS 1h por cada 1h de
Participação como “sujeito” (colaborador de dados) contribuição
em projetos de pesquisa, aprovados pela UFPE. (Max. 18)
6 EXTENSÃO- PARTICIPAÇÃO COMO ALUNO 1h para cada 1h do
Participação discente em cursos de extensão da curso de extensão
UFPE (ou outra instituição, com anuência do (Max. 144h)
Coordenador do curso)
7 EXTENSÃO – PARTICIPAÇÃO EM PROJETO 60h por semestre
Participação em projetos de extensão da UFPE (ou (Max 120h)
outra instituição, com anuência do Coordenador do
curso)
8 ENSINO- MONITORIA 60h por semestre
Participação como monitor de disciplina do curso (Max 120h)
de Letras, com acompanhamento de professores do
Departamento
9 Publicação – Resumo 10h por resumo
Publicação de resumos em anais de congressos, publicado
revistas indexadas, livros, publicações em CD-Rom (Max. 30)
10 Publicação- artigos completos 60h por artigo
Publicação de artigos em anais de congressos, publicado
revistas indexadas, livros, publicações em CD-Rom (Max. 120h)
com ISSN.
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CAPITULO III
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

O aluno deverá entregar os documentos comprobatórios originais das


atividades desenvolvidas, não apresentá-lo sem motivo justificado, somente será
aceito se apresentado no semestre letivo seguinte, de acordo com o calendário
acadêmico da UFPE.

Os casos omissos e as interpretações deste regulamento devem ser


resolvidos pelo Colegiado do Curso.

Recife, 30 de outubro de 2012.

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UNIVERSID ADE FEDER AL DE PERNAM BUCO
CEN TRO DE AR TE S E COMUNIC AÇÃO
DEPARTAMEN TO DE LETRAS
REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS DOS CURSOS DE LETRAS-
ESPANHOL, LETRAS-FRANCÊS, LETRAS-INGLÊS E LETRAS-
PORTUGUÊS APROVADO PELO COLEGIADO DO CURSO EM
30/10/2012.

CAPITULO I
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Art. 1° - Este regulamento fixa as normas para o estágio dos Cursos de Licenciatura
em Letras (Francês, Inglês, Espanhol e Português) do Departamento de Letras, de
acordo com as disposições da legislação federal e dos órgãos deliberativos e executivos
da UFPE, especialmente a Resolução 02/85.

CAPITULO II
DAS FINALIDADES

Art. 2° - O estágio é o período de exercício pré-profissional, dos Cursos de


Licenciatura em Letras (Francês, Inglês, Espanhol e Português) em que o aluno
permanece em contato direto com o ambiente de trabalho, desenvolvendo atividades
profissíonalizantes, programadas ou projetadas, avaliáveis, com duração limitada e
supervisão docente.

Art. 3° - São finalidades do estágio:

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I - Proporcionar ao aluno Cursos de Licenciatura em Letras (Francês, Inglês,
Espanhol e Português) aprendizagem teórico-prática, visando ao seu processo de
formação profissional;
II - Possibilitar ao aluno a imersão em organizações para compreensão, análise e
intervenção da realidade profissional, no âmbito de sua formação;
III - Complementar a formação acadêmica;
IV - Desenvolver atividades rotineiras realizadas em instituições de ensino.

CAPITULO III
DOS CAMPOS DE ESTÁGIO E ÁREAS

Art. 4° - Constituem campos de estágio as instituições de ensino fundamental e médio,


das redes pública e privada.

Parágrafo 1° - Os alunos poderão realizar estágio obrigatório nas instituições


educacionais aonde atuam como professores, desde que elas estejam conveniadas
com a Universidade e que atendam aos requisitos dos campos de estágio e aos
demais critérios estabelecidos neste regulamento.

Art. 6° - Os campos de estágio deverão oferecer condições para:

I - Planejamento e execução conjuntas das atividades de estágio;


II - Aprofundamento dos conhecimentos teórico-práticos do campo específico de
formação, a saber:
 Observação do processo de organização da escola e da sala de aula
enquanto espaços educativos;
 Acompanhamento do docente em ser processo de formação e atução
profissional;
 Observação do processo de ensino-aprendizagem-avaliação de língua e
lieratura em Português, Francês, Espanhol e Inglês;

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 Regência em turma de língua/literatura em Português, Francês, Espanhol e
Inglês no ensino fundamental e médio.
 Participação em atividades pedagógicas complementares à atividade
docente (estudos, reuniões, conselhos de classe, etc).

III - Vivência efetiva de situações reais de vida e trabalho no campo profissional;


IV – Avaliação e autoavaliação.

CAPÍTULO IV
DA COORDENAÇÃO DOS ESTÁGIOS

Art. 7° - A Coordenação de Estágios dos Cursos de Licenciatura em Letras (Francês,


Inglês, Espanhol e Português) é a unidade de coordenação, articulação e
administração dos estágios.

Art. 8° - A Coordenação será exercida por um professor indicado pelo chefe do


Departamento de Cursos de Licenciatura em Letras (Francês, Inglês, Espanhol e
Português), dentre seus membros, e homologados pelo Pleno Departamental.

Parágrafo 1° - O Coordenador de Estágios exercerá a função por um período de 01


(um) ano, podendo ser reconduzido por mais um período.

Parágrafo 2° - Ao Coordenador de Estágios será atribuída carga horária semanal de 04


(quatro) horas.
Seção I
Do Coordenador de Estágio

Art. 9° - Compete ao Coordenador de Estágios:

I - Executar a política de estágios da UFPE de acordo com os objetivos dos Cursos de

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Licenciatura em Letras (Francês, Inglês, Espanhol e Português);
II - Em conjunto com os professores-supervisores, propor políticas, elaborar normas,
supervisionar, orientar e analisar as atividades do estágio;
III - Administrar vagas para os estágios;
IV – Responsabilizar-se pelo envio à Coordenação de Apoio Acadêmico da PROACAD as
propostas, quando necessário, de novas instituições para celebração de convênio, para
abertura, manutenção ou alteração de estágios;
V - Propor alterações no regulamento de estágios dos Cursos de Licenciatura em
Letras (Francês, Inglês, Espanhol e Português), submetendo a aprovação conjunta
do Colegiado dos Cursos de Licenciatura em Letras (Francês, Inglês, Espanhol e
Português) e do Pleno Departamental;
VI - Solicitar a indicação pela Chefia do Departamento de Letras, de professores do
estágio, para aprovação no Pleno Departamental;
VII - Analisar e conferir a documentação e o cumprimento do estabelecido no art. 8°
da Resolução 02/85;
VIII - Manter cadastro atualizado sobre os campos de estágio para atender à demanda
e oferta desses estágios;
IX - Manter sob seu controle a documentação pertencente às atividades da
Coordenação de estágio;
X - Apresentar, semestralmente, ao Colegiado dos Cursos de Licenciatura em Letras
(Francês, Inglês, Espanhol e Português) e demais instâncias pertinentes, relatório
de suas atividades;
XI - Exercer outras atividades relativas ao estágio atribuídas pelo Chefe, pelo Pleno
Departamental e pelo Colegiado dos Cursos de Licenciatura em Letras (Francês,
Inglês, Espanhol e Português)
Parágrafo Único - Em caso de impedimento ou ausência do Coordenador de Estágios,
responderá pela Coordenação o Presidente do Colegiado dos Cursos de Licenciatura
em Letras (Francês, Inglês, Espanhol e Português)

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Seção II
Do professor de estágio

Art. 10° - Compete ao professor de estágio:


I - Supervisionar o estágio obrigatório;
II – Acompanhar as atividades dos estágios;
III - Aprovar os planos e programas, a serem executados junto às entidades que
servirão de campo de estágio;
IV - Orientar o supervisor de estágio da instituição de ensino concedente sobre o
sistema de avaliação e acompanhamento do estágio bem como supervisionar e avaliar
a execução do plano de estágio e o desempenho do estagiário;
V - Participar das reuniões de estágio;
VI - Acompanhar, orientar e avaliar o relatório final dos alunos;
VII - Visitar, quando necessário e conforme cronograma estabelecido entre as
partes envolvidas, o local de estágio, ouvindo os supervisores que orientam as
atividades e os estagiários na execução dos seus planos de trabalho;
VIII - Encaminhar à Coordenação de Estágios os relatórios dos seus estagiários,
bem como sua avaliação e a dos supervisores.
Parág. Único - Cada professor de estágio terá como limite máximo a supervisão 30
(trinta) alunos, por semestre, correspondendo à carga horária semanal da disciplina
Estágio Supervisionado (04 horas semanais).

CAPITULO V
DOS ESTÁGIOS

Art. 11° - Os estágios curriculares atendem a duas modalidades: obrigatório e não-


obrigatório.

Art. 12º - O estágio obrigatório será realizado através de matrícula no SIG@ pelo
aluno no componente curricular Estágio Supervisionado, com carga horária de 405

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(quatrocentas e cinco) horas.

Parágrafo Único - As atividades constantes no plano de estágio do aluno serão


realizadas em uma instituição de ensino fundamental e/ou médio, sob a orientação
de um supervisor de estágio na instituição e de um professor de estágio lotado no
Departamento de Letras.

Art. 13º - O estágio não-obrigatórío se constitui em atividade de formação


acadêmica, realizado a critério do discente, desde que ele esteja regularmente
matriculado no curso de Letras, em qualquer um de seus períodos.

Parágrafo 1º - O responsável pela aprovação do plano de estágio, como também pela


assinatura do termo de compromisso de estágio não-obrigatório, é a coordenação dos
Cursos de Licenciatura em Letras (Francês, Inglês, Espanhol e Português).
Parágrafo 2º - A jornada diária das atividades de estágio não-obritatório a ser cumprida
pelo estagiário não poderá ultrapassar seis horas diárias.
Parágrafo 3º - Será informado à entidade contratante o cancelamento do Termo de
Compromisso do estágio não-obrigatório dos alunos que se enquadrem nos seguintes
casos:
I - Efetuarem trancamento do semestre no SIG@;
II – Efetuarem matrícula-vínculo no SIG@;
III – Apresentarem Coeficiente de Rendimento Escolar inferior a 3,0 em um semestre,
fornecido pelo SIG@.

CAPÍTULO VI
DAS AVALIAÇÕES

Art. 15° - A avaliação do estágio obrigatório é de responsabilidade do professor de


estágio, na qualidade de professor do componente curricular Estágio Supervisionado
com a participação dos supervisores técnicos que orientam os estagiários nos locais de

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estágio.

Parágrafo Único – Os critérios de avaliação são definidos pelo professor da disciplina


de estágio supervisionado. Poderão ser considerados critérios que, na
operacionalização do processo avaliativo, contarão com a participação direta e efetiva
do supervisor do local de estágio, como se segue:

I - Participação do aluno nas atividades de estágio na instituição de ensino (interesse,


seriedade, pontualidade e assiduidade);
II – Habilidades e competências do aluno manifestadas durante o estágio
(fundamentação teórico-prática consistente, capacidade para resolução de
problemas, criatividade, entre outros);
III – Relações do aluno com as pessoas e a unidade de estágio (respeito, confiança,
solidariedade, trabalho participativo, entre outros);
IV - Outros aspectos que se julgarem necessários.

Parágrafo 1º - O professor poderá elaborar um parecer descrevendo a decisão favorável


ou desfavorável da performance do aluno, aprovando-o ou não na disciplina estágio
supervisionado;

CAPÍTULO VII
DO ESTAGIÁRIO

Art. 16° - O estagiário deverá desenvolver seu estágio obrigatório e/ou não-obrigatório,
com senso crítico fundamentado em conceitos teóricos próprios da área
correspondente ao projeto em que está atuando.

Art. 17° - Compete ao estagiário:


I - Obedecer a legislação de estágio vigente;
II - Escolher, seu campo de estágio, dentre aqueles credenciados pela Coordenação de

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Apoio Académico da PROACAD com o auxílio do Coordenador de Estágios e do professor
de estágio, no caso do estágio obrigatório;
III - Assinar o Termo de Compromisso, em conjunto com o Coordenador do Curso e a
entidade onde irá desenvolver o estágio;
IV - Elaborar e cumprir o Plano de Estágio, aprovado pelo professor de estágio e
supervisor técnico;
V - Aceitar e respeitar as normas do campo de estágio onde estiver atuando;
VI - Comparecer ao local de estágio, pontualmente, nos dias e horas estipulados no
Plano de Estágio;
VII - Cumprir as cláusulas constantes no Termo de Compromisso;
VIII - Elaborar textualmente e apresentar para as partes envolvidas, os relatórios
parcial e final;
IX - Manter em todas as atividades desenvolvidas, durante o estágio, uma atitude ética
em consonância com os valores da sociedade brasileira.

CAPITULO VIII
DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS E FINAIS

Art. 18° - Durante o período de estágio curricular obrigatório e não-obrigatório, o


estagiário, ficará coberto, obrigatoriamente, por apólice de seguro, contra risco de
acidentes pessoais, a ser paga pela instituição concedente ou pela UFPE, conforme
cláusula do Termo de Compromisso.

Art. 19° - Os casos omissos serão resolvidos pelo Coordenador de Estágios, submetido
a apreciação do Colegiado dos Cursos de Licenciatura em Letras (Francês, Inglês,
Espanhol e Português).
Art. 20º - Este regulamento entra em vigor no segundo semestre letivo de 2012.

Recife, 30 de outubro de 2012.

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO
DEPARTAMENTO DE LETRAS
COORDENAÇÃO DA GRADUAÇÃO EM LETRAS

REGULAMENTO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO DAS


LICENCIATURAS EM LETRAS (ESPANHOL, FRANCÊS, INGLÊS E
PORTUGUÊS)

CAPITULO I
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Artigo 1º - O presente regulamento disciplina o processo de elaboração, apresentação


e julgamento dos trabalhos obrigatórios de conclusão do curso de graduação em
Letras – Licenciaturas, incluindo a escolha do tema e a consequente orientação
docente.

Artigo 2º - O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) consiste em uma pesquisa


individual ou em dupla, fundamental e/ou aplicada, sendo orientado por docente do
Departamento de Letras da UFPE (Dletras), e apresentado sob a forma de monografia
ou projeto de inovação da prática pedagógica no campo das Letras. O objeto de
investigação deve estar relacionado a temáticas específicas do campo da educação,
da prática pedagógica, da prática docente, do ensino, da aprendizagem e da
avaliação (conforme Resolução CCEPE 12/2008, que estabelece as diretrizes para as
reformas curriculares dos cursos de licenciatura da UFPE e dá outras providências).

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Artigo 3º - O TCC deve conceder aos graduandos a oportunidade de demonstrar o
aprofundamento temático, o estímulo à produção científica, a busca, a consulta de
bibliografia especializada, o aprimoramento da capacidade de interpretação e a
aplicação de conhecimentos adquiridos ao longo do Curso ou a inovação das práticas
pedagógicas vigentes no campo das Letras.

CAPITULO II
DAS COMPETÊNCIAS

Seção I
Do Coordenador de TCC

Artigo 4º - O Coordenador de TCC é o docente designado pela Chefia do


Departamento para ministrar as disciplinas de TCC I (LE 745) e TCC II (LE 746), e tem
como atribuições:

I - receber a listagem de matrícula dos alunos na disciplina;


II - manter atualizado o quadro de professores e respectivas áreas de atuação,
segundo os componentes curriculares ministrados no Curso e/ou os grupos de
pesquisa;
III - informar os professores e os alunos sobre o cronograma de desenvolvimento da
disciplina;
IV - solicitar informações aos orientadores, quando necessário;
V - solicitar ficha de inscrição de aluno e aprovação do orientador com as respectivas
assinaturas (Anexo A);
VI - identificar por meio de ficha de inscrição (Anexo A), a demanda de orientações,
cuidando para que seja até 5 (cinco) o número máximo de trabalhos orientados por

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professor;
VII - dar conhecimento por escrito, aos alunos e aos professores, da relação de alunos
com os respectivos orientadores;
VIII - receber, 15 (quinze) dias úteis antes da apresentação, a autorização do
orientador para a formação de banca, bem como a aprovação do trabalho final a ser
entregue em três exemplares, para defesa;
IX - organizar o quadro de bancas, o cronograma de apresentações, de acordo com o
calendário fixado pela PROACAD;
X - dar conhecimento por escrito e entregar os respectivos trabalhos aos membros das
bancas examinadoras, com no mínimo 08 (oito) dias úteis de antecedência de cada
apresentação;
XI - convocar e dirigir reuniões com os orientadores, com vistas à melhoria dos
processos ligados à dinâmica do TCC;
XII - providenciar o registro em Atas dos trabalhos das bancas examinadoras.

Seção II
Do Orientador de TCC

Artigo 5º - O Orientador de TCC é o docente integrante do quadro efetivo de pessoal


do DLetras que deve possuir os seguintes requisitos:

I – ter a titulação mínima de Mestre, mesmo que esteja em estágio probatório;


II – ter ministrado componente curricular e/ou possuir experiência técnico-científica
comprovada no tema/assunto escolhido pelo aluno.

Art. 6º - Compete ao Orientador de TCC:

I – aceitar até 5 (cinco) trabalhos por semestre para orientação;


II - estabelecer cronograma de atendimento aos orientandos;

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III - ter ciência e aprovar o anteprojeto de TCC do orientando;
IV - receber e aprovar ficha de inscrição do orientando (Anexo A), acompanhada de
aprovação do anteprojeto do TCC, contendo cronograma de trabalho do aluno;
V - acompanhar e avaliar o cumprimento das etapas do TCC, segundo cronograma
estabelecido;
VI - orientar o aluno no aprimoramento do objeto de estudo a ser pesquisado, do
referencial teórico, bem como ampliar o conhecimento sobre as fontes de consulta e a
bibliografia;
VII - determinar a completa aplicação das normas da ABNT para a formatação do TCC;
VIII - aprovar por escrito o documento final em até 15 (quinze) dias antes da
apresentação do orientando, conforme cronograma organizado pela Coordenação do
TCC;
IX – solicitar transferência do aluno para outro orientador quando houver discordância
de procedimentos de atividades e ideias em até 30 (trinta) dias antes do prazo de
entrega do TCC;
X - participar de reuniões convocadas pela Coordenação do TCC, para análise e
avaliação dos alunos;
XI - sugerir à Coordenação do TCC instruções visando ao aprimoramento do processo
de elaboração, apresentação e julgamento dos trabalhos dos alunos.

Parágrafo 1º - O professor do curso de Letras-Licenciaturas pode se recusar a orientar,


por um semestre, por razões pessoais ou profissionais, através de justificativa formal
que deve ser entregue à Coordenação do TCC e à Chefia do DLetras.

Parágrafo 2º - Caso o orientador não aprove a versão final do TCC, o aluno terá o prazo
máximo de 10 (dez) dias para modificações e reapresentação ao orientador, atendendo
o cronograma.

Seção III

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Dos Orientandos de TCC

Artigo 7º - O Orientando de TCC é o discente vinculado ao Curso de Graduação em


Letras – Licenciatruas e deve ter cumprido os requisitos mínimos estabelecidos no
Projeto Pedagógico do Curso (PPC).

Artigo 8º - Compete ao Orientando:

I - assistir às reuniões convocadas pela Coordenação do TCC e/ou pelo orientador;


II - manter contatos com o orientador, para discussão do trabalho em andamento;
III - cumprir o cronograma e o calendário divulgado pela Coordenação do TCC, para
entrega e desenvolvimento das atividades de pesquisa;
IV - elaborar a versão final do trabalho, obedecendo às normas da ABNT e as instruções
deste regulamento;
V - comparecer em dia, hora e local determinados pela Coordenação do TCC para
apresentação da versão final de seu trabalho, perante banca examinadora.

CAPITULO III
DOS CRITÉRIOS PARA ORIENTAÇÃO

Artigo 9º - O número de vagas disponíveis para orientação de TCC é de


responsabilidade do orientador e deve obedecer aos seguintes critérios:

I – a relação entre o tema escolhido pelo orientando e a área de atuação do


orientador;
II – a média global fornecida pelo SIG@, quando excedida o número das vagas do
orientador.

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CAPITULO IV
DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

Artigo 10º - A inscrição para elaboração e defesa do TCC fica condicionada aos
seguintes requisitos:

I – integralização dos componentes curriculares obrigatórios até o 7° período, de


acordo com o perfil curricular a que o orientando estiver vinculado;
II – matrícula no componente curricular disponível no SIG@ nos períodos determinados
pela PROACAD para matrícula ou modificação de matrícula;
III – preenchimento da ficha de inscrição (Anexo A) fornecida pela Coordenação do TCC
na primeira reunião.

Artigo 11º - Os elementos que o TCC deve apresentar obrigatoriamente, em relação ao


conteúdo, são:

I – resumo e palavras-chave na língua em que o trabalho for elaborado e em outra


língua, em qualquer caso, uma das línguas será o Português;
II - introdução, com apresentação do tema, do problema, do objeto estudado ou da
área de inovação pedagógica;
III – justificativa, com argumentação apoiada na literatura da área e/ou na dinâmica
da prática profissional;
IV – objetivos do trabalho;
V – revisão bibliográfica, com exposição de ideias vinculadas ao tema, ao problema e
ao objeto do trabalho;
VI – método, materiais e procedimentos metodológicos;
VII – análise e discussão dos resultados;
VIII – considerações finais, com reflexões construídas ao longo da elaboração do
trabalho.

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Parágrafo Primeiro - O TCC pode apresentar outros tópicos ou ordem de apresentação
conforme estabelecido no referido artigo.

Parágrafo Segundo - O TCC, a critério da coordenação do curso, será elaborado na


língua do curso ao qual o aluno está vinculado, a saber, Espanhol, Francês, Inglês ou
Português.

Artigo 12º - Os elementos que o TCC deve apresentar, obrigatoriamente, em relação à


forma, são:

I – capa e folha de rosto, com informações do aluno e do Curso, além de título com
palavras representativas do conteúdo do trabalho;
II – sumário, com disposição sequenciada dos capítulos e de outras partes constantes
no trabalho.

Parágrafo 1º - A nota de apresentação do TCC na folha de rosto deve seguir a seguinte


estrutura:

Trabalho de Conclusão apresentado ao Curso


de Graduação em Letras – Licenciatura, como
requisito parcial para a obtenção do grau de
Licenciado em Letras.

Orientador: Prof.
_________________________.
Co-orientador:
___________________________.

Parágrafo 2º - A apresentação do sumário deve obedecer as regras estabelecidas na


NBR 6027 da ABNT.

Artigo 13º - As listas de figuras, quadros, gráficos, siglas e abreviaturas, entre outras,
devem constar no trabalho, desde que tais elementos façam parte do conteúdo.

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Artigo 14º - A dedicatória, a epígrafe e os agradecimentos são itens opcionais, ficando
a critério do aluno sua apresentação no trabalho.

Artigo 15º - Os anexos, apêndices, índices e glossários devem ser apresentados quando
necessários para melhor entendimento e completude das informações veiculadas no
corpo do texto.

Artigo 16º - As citações realizadas no corpo do texto devem seguir as recomendações


da NBR 10520 da ABNT.

Artigo 17º - As referências são itens obrigatórios do TCC e devem ser elaboradas
conforme recomendações da NBR 6023 da ABNT.

Artigo 18º - Os quadros, tabelas e gráficos são itens opcionais e devem obedecem as
recomendações da Norma de Apresentação Tabular do IBGE.

Artigo 19º - As notas são itens opcionais, devendo ser realizadas através numeração
sequenciada e apresentadas ao final de cada seção.

Artigo 20º - A paginação do TCC é obrigatória e deve ser apresentada em consonância


com a NBR 6024 da ABNT.

Artigo 21º - A formatação do documento deve obedecer às seguintes determinações:

I – Papel A4;
II – Margens esquerda e superior: 3cm;
III – Margens direita e inferior: 2cm;
IV – Espaçamento entre linhas: 1,5;
V – Tamanho da fonte: 12;

116
VI - Extensão mínima: 30 laudas;
VII – Encadernação: espiral;
VIII – Fonte: Arial ou Times New Roman

Artigo 22º - O TCC deve ser entregue em 3 (três) vias impressas e 1 (uma) via digital
(CD) à Coordenação do TCC, acompanhado da Ficha de Aprovação do Orientador
(Anexo B).

CAPITULO V
DA BANCA EXAMINADORA

Artigo 23º - A Banca Examinadora é uma comissão de avaliação do TCC composta pelo
orientador e um examinador.

Artigo 24º - A indicação da Banca Examinadora deve ser feita pelo orientador junto à
Coordenação do TCC, através da Ficha de Aprovação do Orientador (Anexo B).

Artigo 25º - A presidência da Banca Examinadora é de responsabilidade do orientador,


com atribuições de controle e condução da apresentação do orientando e do
examinador.

Artigo 26º - O examinador, a contar da data de sua designação e recebimento de um


exemplar do TCC, terá o prazo mínimo de 08 (oito) dias para proceder à leitura e à
análise do trabalho que irá julgar.

Parágrafo Único – A responsabilidade do cumprimento do prazo fixado para leitura e


análise do trabalho é da Coordenação do TCC, que deve entregar o exemplar em
tempo hábil para o examinador.

117
CAPÍTULO VI
DA APRESENTAÇÃO

Artigo 27º - A apresentação do TCC será de 15 (quinze) minutos para a Banca


Examinadora e demais presentes, na modalidade oral.

Artigo 28º - Após a apresentação do TCC, os 2 (dois) membros da Banca Examinadora


(orientador e examinador) terão 15 (quinze) minutos cada para expor suas
considerações sobre trabalho e fazer arguições para o orientando.

Artigo 29º - Após a apresentação e arguições, o orientador solicitará aos presentes que
se retirem da sala, permanecendo no recinto somente os membros da banca, que
atribuirão as notas e média do aluno. Após a definição da média, será proferido
oralmente o conceito e a nota será apresentada por escrito somente ao aluno.

Parágrafo Único – Os conceitos que serão apresentados oralmente pelos membros da


Banca Examinadora são:

I – Aprovado;
II – Reprovado.

CAPÍTULO VII
DA AVALIAÇÃO

Artigo 30º - A avaliação do TCC será efetuada pelos membros da Banca Examinadora,
com notas de 0 (zero) à 10 (dez), com registro no Formulário de Avaliação por

118
Examinador (Anexo C), baseados nos seguintes parâmetros:

I – Trabalho escrito (completude, estrutura textual e normalização);


II – Apresentação oral (exposição lógica no tempo estipulado, abordagem do tema,
ideias críticas e resultado da arguição).

Artigo 31º - Será considerado aprovado o TCC que obtiver média a partir de 7,0
(sete).

Artigo 32º - O registro da avaliação final da Banca Examinadora deve ser efetuado no
Livro de Atas de Trabalho de Conclusão de Curso, com as devidas notas e assinaturas
dos membros.

Artigo 33º - A entrega da versão final do TCC, após a defesa e aprovação, deve ser
realizada pelo orientando em duas cópias, sendo uma impressa e encadernada em
espiral e a outra em mídia digital no formato PDF.

Parágrafo Único - O aluno que não entregar o TCC ou não o apresentar sem motivo
justificado, a critério da Coordenação e do Colegiado do Curso, será automaticamente
reprovado, podendo apresentar novo trabalho somente no semestre letivo seguinte.

CAPITULO VIII
DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS E FINAIS

Artigo 34º - Os casos omissos e as interpretações deste regulamento devem ser


resolvidos pelo Colegiado do Curso de Letras-Licenciatura.

Artigo 35º - Quaisquer acréscimos, modificações e mudanças significativas deste


instrumento regulador da dinâmica ligada ao TCC devem ser aprovadas pelo Colegiado

119
do Curso.

Artigo 36º - Este regulamento entra em vigor a partir da data de sua aprovação.

Recife, 30 de Outubro de 2012.

120
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
ANEXO A

1. IDENTIFICAÇÃO

1.1 Aluno (a)


____________________________________________________________________

Tema/Assunto
___________________________________________________________________

Título do anteprojeto do Trabalho de Conclusão de Curso:


____________________________________________________________________
____________________________________________________________________
____________________________________________________________________

1.2 Orientador(a):

____________________________________________________________________

2. ACEITAÇÃO DE ORIENTAÇÃO

Aceitação e aprovação do anteprojeto: SIM NÃO REFAZER

Data: ____ / ____ / ________

Assinatura do(a) Aluno (a) ____________________________________________

Assinatura do(a) Orientador(a) TCC______________________________________

Assinatura do(a) Coordenador(a) TCC ___________________________________

121
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
ANEXO B

1. IDENTIFICAÇÃO

1.1 Aluno (a)


____________________________________________________________________

Título do Trabalho de Conclusão de Curso:


____________________________________________________________________
____________________________________________________________________

1.2 Orientador(a):

___________________________________________________________________________

2. TRABALHO PARA DEFESA

TCC aprovado para a defesa: SIM NÃO

Data: ____ / ____ / ________

Assinatura do(a) Orientador(a) do TCC


_______________________________________

3. INDICAÇÃO DE EXAMINADOR:

____________________________________________________________________
____________________________________________________________________

122
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
ANEXO C

Título do TCC
___________________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________

Aluno
(a):_________________________________________________________________________________

Examinador (a):
___________________________________________________________________________________

Avaliação do Trabalho Escrito


ITENS DESCRIÇÃO NOTA
O trabalho está completo em todas as suas etapas e os objetivos especificados foram
01
atingidos.
A redação atende aos critérios de uma produção acadêmica.
02 O conteúdo esteve circunscrito ao tema adotado.
A análise apresentada na fundamentação teórica decorreu de forma encadeada,
objetiva e coerente.
O trabalho atende ao padrão estipulado pela Associação Brasileira de Normas
03
Técnicas, nos elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais.
NOTA DO TRABALHO ESCRITO
Avaliação da apresentação oral
ITENS DESCRIÇÃO NOTA
A exposição seguiu uma sequência lógica dividindo equitativamente o tempo de
apresentação (introdução, desenvolvimento e conclusão).
01 Na abordagem do tema foi demonstrado segurança e domínio do assunto.
As ideias foram expostas de forma crítica e em consonância com o referencial
teórico-metodológico adotado.
As respostas foram emitidas de forma coerente e convincente, dentro do tempo
02
estipulado.
NOTA DA APRESENTAÇÃO ORAL

Avaliação final
TRABALHO ESCRITO
APRESENTAÇÃO ORAL
MÉDIA FINAL

Recife (PE), ________/________________/_________.

Assinatura do(a) Examinador (a): ________________________________________________

123

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