Projeto Pedagógico: Letras - Português
Projeto Pedagógico: Letras - Português
1
Os colegiados dos cursos de Letras-Licenciaturas se adequarão à nova estruturação proposta
neste PPC.
2
Prof. Dra. Lívia Suassuna – Representante do Centro de Educação
Prof. Dr. Miguel Espar Argerich – Área: Espanhol a Distância
Prof. Dr. Ricardo Postal – Coordenador do Bacharelado
João Gusmão Barbosa – Representante Discente
3
Professores Vinculados ao Departamento de Letras
Área de Alemão
Profa. Dra. Elizabeth Marcuschi
Área de Espanhol
Prof. Dr. Alfredo Adolfo Cordiviola
Prof. Dr. Antonio Torre Medina
Prof. Dr. Darío de Jesús Gómez Sánchez
Profa. Dra. Fabiele Stockmans De Nardi
Prof. Dr. José Alberto Miranda Poza
Prof. Dr. Juan Pablo Martín
Prof. Dr. Miguel Espar Argerich
Prof. Dr. Vicente Masip Viciano
Área de Francês
Profa. Dra. Joice Armani Galli
Profa. Ms. Otávia Pinheiro Pedrosa Fernandes
Prof. Dr. Oussama Naouar
Profa. Dra. Simone Pires Barbosa Aubin
Área de Inglês
Prof. Dr. Araken Guedes Barbosa
Profa. Dra. Cláudia Mendonça de Oliveira
Profa. Dra. Fatiha Dechicha Parahyba
Profa. Dra. Herimatéia Ramos de Oliveira Pontes
Prof. Dr. João Alfredo Sedycias
Profa. Dra. Maria Cristina Caldas de Camargo Lima Damianovic
Prof. Dr. Roland Gerhard Mike Walter
Profa. Dra. Sueli Cavendish de Moura
Profa. Dra. Vera Lúcia de Lucena Moura de Oliveira
4
Área de Latim
Prof. Ms. Everton da Silva Natividade
Prof. Dr. José Alexandre Ferreira Maia
Área de LIBRAS
Prof. [Link] Antonio Fontenele Mourão
Prof. Ms. Jurandir Ferreira Dias Júnior
Área de Linguística
Prof. Dr. Antonio Carlos dos Santos Xavier
Profa. Dra. Karina Falcone de Azevedo
Profa. Dra. Kazue Saito Monteiro de Barros
Profa. Dra. Maria Medianeira de Souza
Profa. Dra. Maria Virgínia Leal
Área de Literatura
Prof. Dr. Aldo José Rodrigues de Lima
Prof. Dr. Anco Márcio Tenório Vieira
Prof. Dr. André de Sena Wanderley
Prof. Dr. César Sales Giusti
Profa. Dra. Ermelinda Maria Araújo Ferreira
Prof. Dr. José Rodrigues de Paiva
Prof. Dr. Lourival de Holanda Barros
Profa. Dra. Lucila Nogueira Rodrigues
Profa. Ms. Maria de Fátima Pessoa Melo Cartaxo2
Prof. Dr. Ricardo Postal
Profa. Dra. Sônia Lúcia Ramalho de Farias
Área de Português
Profa. Dra. Ana Maria Costa de Araújo Lima
2
A Professora Maria de Fátima Pessoa de Melo Cartaxo está à disposição do Ministério da
Fazenda, de modo que não consta no resumo dos currículos dos professores.
5
Profa. Dra. Ângela Paiva Dionísio
Profa. Dra. Dilma Tavares Luciano
Profa. Dra. Dóris de Arruda Carneiro da Cunha
Profa. Dra. Evandra Grigoletto
Profa. Dra. Gláucia Renata Pereira do Nascimento
Profa. Dra. Inara Ribeiro Gomes
Profa. Dra. Maria Cristina Hennes Sampaio
Profa. Dra. Maria José de Matos Luna
Prof. Dr. Marlos de Barros Pessoa
Profa. Dra. Rosângela Aparecida Ferreira Lima
Profa. Dra. Siane Gois Cavalcanti Rodrigues
Profa. Dra. Stella Virgínia Telles de Araújo Pereira
Profa. Dra. Suzana Leite Cortez
6
SUMÁRIO
7
15. CORPO DOCENTE ............................................................................................................ 48
15.1. RESUMO DE TITULAÇÃO DO CORPO DOCENTE ............................................... 48
15.2. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE) ....................................................... 79
16. CONDIÇÕES DE FUNCIONAMENTO DO CURSO........................................................ 81
16.1. INFRAESTRUTURA ATUAL ...................................................................................... 81
16.2. ACESSIBILIDADE ....................................................................................................... 84
17. SISTEMÁTICA DE CONCRETIZAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO....................... 85
18. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO DO CURSO ................................................................. 86
19. DOCUMENTOS COMPROBATÓRIOS ............................................................................ 87
20. REQUISITOS LEGAIS E NORMATIVOS ......................................................................... 88
ANEXOS ....................................................................................................................................... 91
ANEXO I – QUADROS DE EQUIVALÊNCIA DE COMPONENTE CURRICULAR ........ 92
ANEXO II – CORPO DOCENTE ......................................................................................... 94
ANEXO III – REGULAMENTOS DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES, ESTÁGIO
CURRICULAR OBRIGATÓRIO E TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO. .......... 96
8
1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
- Modalidade: PRESENCIAL
- Tipo: LICENCIATURA
9
2ª ENTRADA 60 VAGAS
• Horário de Funcionamento:
Turno Diurno (Tarde): [das 12h00min às 18h50min]
Turno Noturno: [das 17h às 22h10min]
- Tempo de Integralização
TEMPO MÍNIMO 08 semestres
TEMPO MÉDIO 12 semestres
TEMPO MÁXIMO 14 semestres
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2. HISTÓRICO DO CURSO
11
O Campus Universitário Reitor Joaquim Amazonas possui 149 hectares,
e abriga a Reitoria, administração central da universidade; o Colégio de Aplicação
– CAp, órgão voltado para a educação básica; a Biblioteca Central – BC; 10
Bibliotecas Setoriais; o Núcleo de Tecnologia da Informação – NTI; a Editora
Universitária (EDUFPE): o Núcleo de Hotelaria e Turismo; o Laboratório de
Imunopatologia Keizo Asami (LIKA); o Núcleo de Educação Física e Desportos
(NEFD); o Hospital das Clinicas (HC); o Núcleo de Saúde Pública e
Desenvolvimento Social (NUSP); a Prefeitura Universitária; e o Centro de
Convenções.
Ainda faz parte da UFPE: o Núcleo de Rádio e Televisão (TVU), o
Memorial de Medicina de Pernambuco (MMA), o Centro Cultural Benfica, que
abriga o Instituto de Arte Contemporânea (IAC), a Coordenação de
Desenvolvimento Cultural (CDC), o Teatro Joaquim Cardozo, a Livraria Benfica, o
Setor de Acervo e Documentação e os Projetos Especiais.
A UFPE oferece, atualmente, um total de 96 cursos de graduação
presenciais distribuídos em 12 centros e mais 03 cursos de graduação a distância,
65 cursos mestrados acadêmicos, 06 mestrados profissionalizantes, 45
doutorados, além de cursos de especialização lato sensu. No campus do Agreste,
funcionam os cursos de Engenharia Civil, Design, Administração, Ciências
Econômicas, Pedagogia, Engenharia de Produção e Licenciatura em Física, em
Química e em Matemática. Em Vitória de Santo Antão, estão os cursos de
Nutrição, Enfermagem, Licenciatura em Ciências Biológicas, Bacharelado e
Licenciatura em Educação Física. Esse campus também conta com uma Clínica-
Escola.
Nesses 66 anos de história, a Universidade Federal de Pernambuco
cresceu em sua abrangência, por meio da interiorização e da criação de novos
cursos, conservando a qualidade do ensino, a expressiva produção científica e a
extensão universitária, sendo considerada pelos Ministérios da Educação e da
Ciência e Tecnologia como uma das melhores Universidades do país.
12
2.2. O CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO
13
Intercultural; Geometria Gráfica; Metodologia de Design de Artefatos Digitais;
Comunicação, Tecnologia e Cultura; Design, Tecnologia e Cultura; Comunicação e
Discurso; Produção Multimídia; Arte e Técnica na Arquitetura; Estudos de
Subjetividade na Arquitetura; Morfologia da Arquitetura e do Urbanismo;
Tecnologias de Investigação da Cidade; Conservação Integrada Urbana e
Territorial; Gestão Urbana e Políticas Públicas; Ergonomia e Usabilidade de
Produtos, Sistemas e Produção; Arte, Cultura e Memória; Memória e Sociedade;
Informação Tecnológica; Design da Informação; Estudos e Pesquisas em Artes
Cênicas.
O Centro desenvolve diferentes atividades de extensão, tais como: cursos
de formação continuada para auxiliares de biblioteca e professores do ensino
fundamental da rede Oficial; o Projeto Arte na Escola; um Programa Especial de
Português para Estrangeiros - PROPE; cursos variados na área de Artes
Plásticas, tais como Iniciação ao Desenho e à Pintura, Modelagem em Argila,
Gravura. Há ainda um projeto de Teatro de Animação e outro de aplicação de
Jogos Teatrais no Ensino Fundamental na área de Artes Cênicas. É também
promovida a edição de boletins e jornais acadêmicos visando à divulgação das
pesquisas realizadas, destacando-se as revistas do Departamento de Letras:
ArteComunicação, Eutomia, Investigações, Hipertextus e Ao pé da letra. Esta
última é voltada exclusivamente para a produção acadêmica dos alunos de Letras
das mais diferentes IES.
O Centro de Artes e Comunicação apresenta ainda, em seu histórico,
convênios com a Caixa Econômica Federal, Prefeitura da Cidade do Recife, Rede
Globo, Diário de Pernambuco, Projeto VITAE, além de intercâmbio com outros
centros de pesquisas, como as Universidades de Illinois (USA), do Porto
(Portugal) e Clermond-Ferrand (França).
14
2.3. O DEPARTAMENTO DE LETRAS E O CURSO
15
docentes e discentes do curso desde 1993. Dentre elas, destacam-se as
reivindicações pela abertura do curso noturno, considerando a realidade nacional
do aluno trabalhador. Somente em maio de 1997, entretanto, foi realizado um
seminário que objetivava a reformulação curricular. Dentre os problemas
apontados, estavam o elevado número de perfis curriculares para o mesmo curso,
programas das disciplinas sem sequencialidade, ausência de laboratórios e
reduzida carga horária prática, significativa retenção e evasão dos cursos e falta
de articulação com a pós-graduação.
Muitos dos problemas apresentados já foram sanados, com a
retomada, em 2005, da discussão acerca do Projeto Pedagógico de Curso e a
implementação da reforma curricular, no ano de 2010. Tal reforma viabilizou a
inter-relação entre as disciplinas e o aumento da carga horária prática; a abertura
do curso noturno; a redução do número de perfis e a possibilidade de o
vestibulando escolher, já no ato de inscrição, o curso que deseja (Licenciatura em
Letras-Português, Letras-Inglês, Letras-Francês, Letras-Espanhol ou
Bacharelado). Acrescente-se que, nos dias de hoje, a retenção também diminuiu
bastante, graças ao Programa de Assistência ao Estudante (PAE), criado pela
Resolução CCEPE 09/2009.
Em 1975, a pós-graduação iniciou suas atividades com cursos de
especialização. No ano seguinte, foi fundado o Mestrado em Letras, cujo
credenciamento data do ano de 1980, com áreas de concentração em Linguística
e Teoria da Literatura. Na década seguinte, teve início o doutorado em Linguística,
com a primeira tese defendida três anos depois, em 1993. O doutorado em Teoria
da Literatura foi iniciado em 1996.
O Programa de Pós-Graduação em Letras (PPGL) já formou 540
mestres e 151 doutores até dezembro de 2012 e obteve, na última avaliação da
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES),
conceito 5.
O Departamento de Letras conta com um número de 56 docentes,
(sendo 50 doutores e 06 mestres) e 09 servidores técnicos administrativos. Como
16
o maior departamento do Centro de Artes e Comunicação, é responsável pela
formação de professores para a Educação Básica e Superior, tendo, ao longo das
suas cinco décadas, expandido o seu quadro docente e prestado à comunidade
efetivo trabalho de ensino, pesquisa e extensão.
17
3. JUSTIFICATIVA PARA A REFORMULAÇÃO
18
aprofundada, como se pode observar nos seguintes documentos, os quais
fundamentaram este Projeto Pedagógico:
- Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN 9.394/96);
- Lei 9.795/1999 e Decreto N° 4.281, de 25/06/2002, que instituem a política
nacional de Educação Ambiental, de forma transdisciplinar no decorrer de todo o
curso;
- Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso (Resolução CNE/CES nº 18, de 13 de
março de 2002);
- Legislações específicas relacionadas à carga horária e ao tempo de
integralização para as licenciaturas (Resolução CNE/CP N° 02/2002);
- Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais
e para o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana (Resolução
CNE/CP N° 01/2004);
- Decreto 5.626/2005, que trata da inclusão de LIBRAS como disciplina curricular
obrigatória nos cursos de formação de professores;
- Resolução CCEPE n° 01/2006, que dispõe sobre procedimentos para alteração
dos currículos dos cursos de graduação da UFPE;
- Projeto Reuni UFPE/2007 (Programa de Reestruturação e Expansão das
Universidades Federais);
- Lei 11.645/2008, que inclui no currículo oficial da rede de ensino a
obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”;
- Resolução CCEPE nº 12/2008, que estabelece as diretrizes para as reformas
curriculares dos cursos de licenciatura da UFPE;
- Outras resoluções em vigor na UFPE.
19
3.1. RELEVÂNCIA DO PROFISSIONAL PARA O DESENVOLVIMENTO LOCAL
E REGIONAL
20
Neste sentido, o licenciado em Letras possui um amplo campo
profissional, podendo contribuir sobremaneira para uma educação pública de
qualidade e, consequentemente, para a diminuição dos índices desfavoráveis do
desenvolvimento educacional da região. Há, pois, um campo profissional
desafiador, que favorece a constante procura por este curso no vestibular e
justifica o aumento do número de vagas propiciado pela oferta do curso noturno a
partir do ano de 2010.
21
4. MARCO TEÓRICO
22
parte dos processos de aprendizagem, o acúmulo de informações cedeu lugar à
aquisição de valores, competências e habilidades, enquanto que a presença física
em sala de aula perdeu muito da sua relevância. Nesse contexto, ganha relevo,
em qualquer processo de aprendizagem que se preze, a aprendizagem cujo
propósito seja formar cidadãos pesquisadores, aptos para atuar com eficiência no
mundo do trabalho e na vida em sociedade.
Resulta daí a necessidade de realizar mudanças profundas nos projetos
que orientam a atividade escolar. Isso significa que é preciso elaborar novos
projetos político-pedagógicos que, quando da construção e apropriação de
valores e de conhecimento, amparem a preparação de bons profissionais,
cidadãos plenos. O papel de professor passa a ser, também, o de orientador
responsável pela qualidade da formação do aluno.
23
5. OBJETIVOS DO CURSO
24
propiciar o estudo da língua portuguesa por meio da adoção de uma
estrutura curricular flexível, interdisciplinar e interdepartamental, na
qual se articulem a teoria e a prática.
desenvolver um processo de ensino-aprendizagem em uma
estrutura curricular que coloque a Graduação na perspectiva da
formação continuada, estimulando o graduando a percebê-la como a
continuidade dos estudos precedentes (Ensino Básico) e o
preâmbulo de outros subsequentes (Pós-Graduação).
desenvolver um processo de ensino-aprendizagem que integre
ensino, pesquisa e extensão na construção dos conhecimentos.
preparar o graduando para aceitar o pluralismo de ideias e de
concepções pedagógicas, promovendo um ambiente propício ao
convívio respeitoso e a interações democráticas.
estimular o graduando a utilizar e integrar progressivamente as
novas tecnologias aos processos de ensino-aprendizagem.
capacitar o graduado para avaliar as políticas linguísticas
estabelecidas e sua influência na construção, no reforço ou na
defesa de uma identidade nacional.
capacitar o graduado para investigar gramáticas e manuais didáticos
elaborados, bem como os documentos legisladores da educação em
nosso país, de modo a selecionar, ordenar e reconstruir o
conhecimento linguístico, com base na interpretação crítica do
processo discursivo dessa produção, contextualizada do ponto de
vista histórico, social e cultural.
capacitar o graduado para cotejar a visão dos especialistas com a
visão que os leigos têm da identidade nacional, identificando ações
de manutenção, controle e defesa daquilo que se considera o
padrão da língua.
25
defender a construção da identidade linguística brasileira, por meio
da reflexão sobre os usos próprios da variedade brasileira do
português.
26
6. PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO
27
7. CAMPO DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL
5
Ver Lei 9394/96.
28
8. COMPETÊNCIAS, ATITUDES E HABILIDADES
29
fomentar o desenvolvimento de habilidades linguísticas, culturais e
estéticas;
l) pesquisar novas tecnologias que favoreçam o processo contínuo de
construção do conhecimento.
30
j) ter sensibilidade às questões das diferenças, sendo capaz de atender as
necessidades educativas especiais dos educandos;
31
9. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS
32
A avaliação se constitui num processo muito importante e indissociável
dos processos de ensino e aprendizagem. Ela tem um papel vital para um
funcionamento satisfatório dos outros dois processos, retroalimentando-os com
informações que subsidiam importantes tomadas de decisão para seu sucesso.
Com um papel historicamente posto em segundo plano, contudo, a avaliação da
aprendizagem só recentemente vem ganhando o lugar de destaque que merece.
Diante da atual conjuntura, o Departamento de Letras se preocupa com a
qualidade desse processo e o reputa como imprescindível para a realização plena
de seu principal objetivo, que é a formação integral de seus alunos.
A avaliação da aprendizagem na UFPE é regida pela resolução 04/1994
do CCEPE (Conselho Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão), de 23 de
dezembro de 1994. Essa resolução trata de diversos aspectos relativos ao
processo de avaliação, tais como aprovação por média, aprovação, reprovação,
reprovação por falta, frequência, número de exercícios escolares, formas de
avaliação pertinentes, etc. e será norteadora desta prática no Curso de Letras.
33
em propostas para um Plano de Ação para o desenvolvimento do nível discente
em língua inglesa, na graduação dos IES, para acelerar e estimular a
internacionalização da mobilidade de pesquisadores discentes no processo de
conquista de oportunidades dentro da Cooperação Internacional. Essa
internacionalização nacional terá como base um programa de ensino da língua
inglesa que visa proporcionar mecanismos de ensino-aprendizagem da língua
inglesa para fins de aprovação no exame internacional TOEFL. Neste momento
inicial, a UFPE tornou-se um centro aplicador do TOEFL ITP e realizou duas
demandas (28 de janeiro de 2013 e 27 e 28 de fevereiro de 2013) para agilizar o
processo de internacionalização discente de PE. Um segundo passo será
colocado em prática, provavelmente, a partir de abril/ 2013, com objetivos de
oferecer cursos de língua inglesa para os discentes das graduações elegíveis no
CsF, tanto da UFPE, quanto de outras universidades de PE que possibilitem a
inserção acadêmica, na modalidade de autor/apresentador, em eventos
acadêmicos internacionais por meio do desenvolvimento de uma nova estrutura
pedagógica-curricular para reestruturar o ensino-aprendizagem da língua inglesa
na UFPE Além dos objetivos acima, o Programa Inglês sem Fronteiras do Grupo
Gestor busca formar novos professores de língua inglesa acadêmica para
lecionarem na grande Recife, bem como no interior do estado, por meio da
integração dos discentes da Letras-Inglês da UFPE e de outras universidades do
estado de PE em uma formação que aglutina a parceria entre professores
seniores e em formação, a fim de ampliar o número de vagas para que discentes
na graduação elegível tenham maior acesso à formação em língua inglesa
necessária para o Programa Ciências sem Fronteiras.
34
10. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO
10.1. DO CURSO:
35
10.3. TEMPO DE INTEGRALIZAÇÃO.
36
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO - PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
CURRÍCULO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM LICENCIATURA / LETRAS – PORTUGUÊS
(PERFIL 107.4-1) - Válido para os alunos ingressos a partir de 2010.1
Carga
COMPONENTES OBRIGATÓRIOS
Créditos
Ch Total
Horária
1° PERÍODO
COMPREENSÃO E PRODUÇÃO DE TEXTO - -
LE733 60 0 2 60
EM LÍNGUA PORTUGUESA
FUNDAMENTOS PSICOLÓGICOS DA - -
PO492 90 0 6 90
EDUCAÇÃO
LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO - -
LE676 60 0 4 60
ACADÊMICO
LE735 LINGUÍSTICA I: FUNDAMENTOS TEÓRICOS 60 0 4 60 - -
TE707 DIDÁTICA 60 0 4 60 - -
37
METODOLOGIA DE ENSINO DE LÍNGUA PO492 e SF451 e -
TE713 75 0 5 75
PORTUGUESA I TE707
POLÍTICAS EDUCACIONAIS:
AP493 ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DA 60 0 4 60 - -
ESCOLA BÁSICA
LE833 PORTUGUÊS IV: SEMÂNTICA 60 0 4 60 - -
TOTAL 360 0 24 360
5° PERÍODO
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO -
TE709 30 60 4 90 TE713
EM PORTUGUÊS I
LE716 INTRODUÇÃO A LIBRAS 60 0 4 60 - -
- ELETIVA II 60 0 4 60 - -
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO -
TE710 30 60 4 90 TE714
EM PORTUGUÊS II
LITERATURA BRASILEIRA III: PÓS- -
LE824 60 0 4 60 LE823
ROMANTISMO
METODOLOGIA DE ENSINO DE LÍNGUA -
TE715 75 0 5 75 TE714
PORTUGUESA III
PORTUGUÊS VI: HISTÓRIA DA LÍNGUA -
LE835 60 0 4 60 -
PORTUGUESA
TOTAL 270 60 20 330
7° PERÍODO
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO -
TE711 30 105 5 135 TE715
EM PORTUGUÊS III
GESTÃO EDUCACIONAL E GESTÃO -
AP492 60 0 4 60 -
ESCOLAR
LITERATURA BRASILEIRA IV: PRÉ- -
LE825 60 0 4 60 LE824
MODERNISMO E MODERNISMO
METODOLOGIA DE ENSINO DE LÍNGUA -
TE716 75 0 5 75 TE715
PORTUGUESA IV
LE745 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I 30 0 1 30 - -
TOTAL 210 135 18 345
8° PERÍODO
- ELETIVA III 60 0 4 60 - -
- ELETIVA IV 60 0 4 60 - -
38
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO - PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
CURRÍCULO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM LETRAS - PORTUGUÊS
COMPONENTES ELETIVOS
39
OBSERVAÇÃO
CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO: 3.150 HORAS
A CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO É DE 3.150 HORAS DISTRIBUÍDA DA SEGUINTE FORMA: O ALUNO CURSARÁ
2.700 HORAS EM COMPONENTES OBRIGATÓRIOS E 450 HORAS EM COMPONENTES ELETIVOS, NO PRÓPRIO
CURSO OU EM QUALQUER CURSO NO ÂMBITO DA UFPE OU EM OUTRAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR
COM A APROVAÇÃO DO COLEGIADO DO CURSO. SERÁ PERMITIDO AO ALUNO CURSAR ATÉ 210 HORAS EM
ATIVIDADES COMPLEMENTARES DE MONITORIA, EXTENSÃO E INICIAÇÃO CIENTÍFICA.
INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR
40
QUADRO-RESUMO:
Componentes Obrigatórios
Componentes Pedagógicos 270
Componentes de Práticas 420
Pedagógicas
Outros Componentes Obrigatórios 120
Estágio Curricular 405
Componentes Específicos 1.275
Total de Componentes 2.490
Obrigatórios
Síntese de Carga Horária
Total de Componentes Obrigatórios 2.490
Componentes Eletivos do Perfil 0
Componentes Eletivos Livres 450
Atividades Complementares 210
Carga Horária Total 3.150
INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR
41
COMPONENTES CURRICULARES DA FORMAÇÃO PEDAGÓGICA GERAL
CARGA
CRÉDITOS
COMPONENTES OBRIGATÓRIOS
CH TOTAL
HORÁRIA
CARGA
CRÉDITOS
COMPONENTES OBRIGATÓRIOS
CH TOTAL
HORÁRIA
42
COMPONENTES DOS ESTÁGIOS CURRICULARES SUPERVISIONADOS
CARGA
CRÉDITOS
COMPONENTES OBRIGATÓRIOS
CH TOTAL
HORÁRIA
ESTÁGIO CURRICULAR
TE709 SUPERVISIONADO EM ENSINO DE 30 60 4 90
PORTUGUÊS I
ESTÁGIO CURRICULAR
TE710 SUPERVISIONADO EM ENSINO DE 30 60 4 90
PORTUGUÊS II
ESTÁGIO CURRICULAR
TE711 SUPERVISIONADO EM ENSINO DE 30 105 5 135
PORTUGUÊS III
ESTÁGIO CURRICULAR
TE712 SUPERVISIONADO EM ENSINO DE 30 60 4 90
PORTUGUÊS IV
TOTAL 120 285 17 405
CARGA
CRÉDITOS
COMPONENTES OBRIGATÓRIOS
CH TOTAL
HORÁRIA
43
11. PROGRAMAS DE CADA COMPONENTE CURRICULAR
44
12. PROJETO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO
45
13. ATIVIDADES COMPLEMENTARES
46
14. NORMAS RELATIVAS AO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
47
15. CORPO DOCENTE
48
(1992) e doutorado em Linguística e Língua Portuguesa pela
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2002) .
Atualmente é Professor Adjunto da Universidade Federal de Pernambuco
e Membro de corpo editorial da Revista Ao pé da Letra. Tem experiência
na área de Linguística, com ênfase em Teoria e Análise Linguística.
Atuando principalmente nos seguintes temas: Português do Brasil,
Interação verbal, Hipotaxe adverbial.
49
grupos de estudos Vertentes do Fantástico (UNESP-SP), Núcleo de
Estudos sobre Gêneros Textuais (NIG-UFPE) e Associação de Estudos
Portugueses Jordão Emerenciano (UFPE).
50
Linguagem-Educação-Tecnologia, Semântica, Pragmática, Filosofia da
Linguagem e Linguística de Texto. Orienta trabalhos de mestrado e
doutorado. Realiza pesquisas sobre: Hipertexto, Tecnologia,
Aprendizagem, Letramento, Retórica e Cultura digital, temas voltados
para a construção de teoria e da prática de formação docente. É
fundador e primeiro presidente da Associação Brasileira de Estudos de
Hipertexto e Tecnologia Educacional (Abehte). Atualmente é conselheiro
da Abehte e coordenador do Grupo de Pesquisa Nehte
([Link]/nehte). É editor da Hipertextus Revista Digital
([Link]) e membro do conselho editorial de periódicos
científicos. Autor de artigos científicos, de opinião e de livros como: A Era
do Hipertexto: linguagem e tecnologia (Edufpe), Hipertexto & Cibercultura
(Editora Rêspel), Hipertexto e gêneros digitais (em parceria com Luiz
Antonio Marcuschi - Editora Cortez), Como se faz um texto (Editora
Rêspel), Como fazer e apresentar trabalhos acadêmicos em eventos
científicos (Editora Rêspel).
51
língua tem Sistemas Cinéticos e Energéticos organizados conforme uma
Estrutura Nuclear, paradigma que lhe permite realizar a descrição em
termos de dinâmica da Língua. Como observou Aristóteles, verifica-se
pelos paradigmas dinâmicos da ciência que tudo na língua é energia, por
dentro y por fora, ou seja, no sistema linguístico e no ato de fala, no
discurso e no texto. A Língua Portuguesa é força, a força maior do
brasileiro. A opinião que defende que a língua é estática é incongruente
com os dados empíricos e analíticos do fenômeno linguístico, com as
Regras do Discurso do Método de René Descartes, e com os princípios
científicos da Teoria da Relatividade de Einstein. Formulou uma noção
nova. Definiu a Língua como um SISTEMA DE SISTEMAS constituído
pela união integrada de SISTEMAS ESTÁTICOS, MODELARES,
DINÂMICOS, SÍGNICOS, PRAGMÁTICOS, ENERGÉTICOS,
CINÉTICOS, VERBAIS E NÃO-VERBAIS OU TRANSVERBAIS, que
funcionam juntos e integrados no ato de fala, na conversação, no
discurso, no texto e na obra. A partir das pesquisas, em 2005, constituiu
uma ESPECIALIDADE nova para a ciência linguística, que denominou
LINGUÍSTICA DINÂMICA, para a pesquisa dos sistemas linguísticos
produtores de energias e forças. Constituiu no mesmo ano uma
DISCIPLINA nova (sua Ementa e Conteúdos Programáticos), com o
nome de LINGUÍSTICA DINÂMICA E INTEGRATIVA, para a sua
implantação nas Grades Curriculares de Letras, na Graduação e Pós-
Graduação, disciplina adaptável em doses proporcionais a todos os
cursos do 1º, 2º e 3º Graus, para a transmissão dos conhecimentos
alcançados e o desenvolvimento das habilidades linguísticas da
produtividade profissional e empresarial, bem como as especialidades
LINGUÍSTICA, LINGUÍSTICA NUCLEAR E LINGUÍSTICA QUÂNTICA.
Ofereceu aos estudantes de Letras do país vários mini-cursos de
Linguística Dinâmica, conferências e mesas redondas, no ENEL 2005 na
UFPE, no EREL 2006 na FAMA de São Luís, no ENEL 2006 na UB, e na
52
UFPA. A sua proposta suscitou grande interesse em milhares de
estudantes de Letras do Brasil, inclusive, no Campus Universitário do
Baixo Tocantins da UFPA, cujo COLEGIADO implantou a referida
disciplina na Grade Curricular em 6/11/2006, e está previsto que
começará a ser lecionada regularmente a partir do ano de 2008, pelo
qual oferecemos um CURSO DE HABILITAÇÃO DE PROFESSORES
para a referida disciplina, de 24 a 28 de set. 2007, preparamos um
LIVRO-TEXTO que está à espera de uma publicação, e MATERIAIS
DIDÁTICOS em abundância. Durante o ano de 2005, constituiu a
Especialidade LINGUÍSTICA JURÍDICA, pela aplicação dos Paradigmas
da Linguística Dinâmica e Integrativa ao campo do Direito, da Justiça,
dos Processos Judiciais e das Relações Internacionais. Publicou a obra,
O Poder da Língua no Âmbito Jurídico: Princípios de Linguística Jurídica,
cujos conhecimentos são oferecidos em algumas disciplinas em vários
Estados aos estudantes de Direito. Realiza atualmente um Projeto de
Pesquisa: A FORÇA DA LÍNGUA NAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS
DE LETRAS, ADMINISTRAÇÃO, GERÊNCIA E SECRETARIADO
EXECUTIVO.
53
pela Universidade Estadual do Ceará (UECE-2001). Atualmente é
professor assistente (DE) do Departamento de Letras da Universidade
Federal de Pernambuco (Campi de Recife), responsável pela disciplina
de Libras. Está vinculado às pesquisas do Grupo de Estudos e
Pesquisas sobre Educação de surdos (GEPESES), Grupo de Estudos e
Pesquisas sobre Libras (GEPEL) e do Centro de Estudos em Educação
e Linguagem (CEEL), através do qual atua como Formador Estadual em
Pernambuco pelo Projeto Trilhas (Instituto Natura) e como um dos
autores dos cadernos pedagógicos do Pacto Nacional pela Alfabetização
na Idade Certa (PNAIC), ambos os projetos vinculados ao Ministério da
Educação (MEC). Foi tutor do Curso de Letras-Libras à distância
promovido pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
Participa da equipe de editoração e do conselho editorial da Revista
Brasileira de Tradução Visual (RBTV) e entre publicações e trabalhos
desenvolvidos nas áreas de Letras, Linguística e Educação Especial, é
autor de Literatura Infantil premiado com o Prêmio Raquel de Queiroz de
Literatura Infantil (2010), promovido pela Secretaria de Cultura do Estado
do Ceará (Secult), e autor de ensaio crítico literário intitulado "O
Orfismo no País dos Mourões", que trata sobre a obra poética de
Gerardo Mello Mourão.
54
na contextualização da produção científica, tecnológica e artístico-
cultural são: Antero de Quental, Mario de Sá-Carneiro e prefácios.
55
É Professora Titular da Universidade Federal de Pernambuco e
Pesquisadora do CNPq. Possui licenciatura em Letras (português e
francês) pela Universidade Federal de Pernambuco (1983), DEA en
Linguistique - Université de Paris V (Rene Descartes) (1986), doutorado
em Ciências da Linguagem - Université Paris Descartes (1990), e pós-
doutorado na Université de Paris III - Sorbonne Nouvelle e na PUC-SP,
sob a supervisão das Professoras Jacqueline Authier-Revuz e Beth Brait,
respectivamente. Tem experiência na área de Linguística, com ênfase na
Teoria Dialógica do Discurso, pesquisando e orientando dissertações e
teses nos seguintes temas: dialogismo, discurso reportado e tradução,
enunciação, gênero discursivo, interação, heterogeneidade enunciativa,
discurso da mídia. Membro/pesquisador do GP/CNPq/PUC-SP
Linguagem, Identidade e Memória
([Link] Faz parte também
do Ci-Dit, Groupe international et interdisciplinaire de recherche sur le
discours rapporté ([Link]), que reúne especialistas sobre a
circulação dos discursos, e do NELFE, Núcleo de Estudos Linguísticos
da Fala e da Escrita. É autora do livro Discours rapporté et circulation de
la parole, publicado pela Editora Peeters e Louvain-la-Neuve e de artigos
e capítulos de livros publicados em periódicos, anais de congressos e
livros nacionais e internacionais. Foi coordenadora do Programa de Pós-
Graduação em Letras da UFPE (2002-2003), Diretora de Pesquisa da
Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação da UFPE (2003-2008)
membro da Comissão de estudo das bolsas de mestrado e doutorado no
país do CNPq (2003-2006); membro da Comissão de Consultores
Científicos da área de Letras e Linguística da CAPES para avaliação dos
Programas de PG nos triênios 2004-2006 e 2007-2009; e para avaliação
de novos cursos 2004-2008.
56
possui mestrado (1986) e doutorado (2004) em Letras (área de
concentração - Linguística) pela Universidade Federal de Pernambuco.
Atualmente é Professora Associado III da UFPE e atua no Departamento
de Letras: graduação e pós-graduação. Desenvolve pesquisas em
Linguística Aplicada, principalmente sobre Produção textual/ Livro
didático de língua portuguesa/ Gêneros textuais (ensino, aprendizagem,
características, avaliação, formação do professor). É pesquisadora do
CEEL e do CEALE.
57
Letras da UFPE. Tem experiência na área de Linguística, com ênfase em
Análise do Discurso, atuando principalmente nos seguintes temas:
sujeito, mídia, novas tecnologias, religião, divulgação científica, sentido e
heterogeneidade.
58
21) Fatiha Dechicha Parahyba
Possui graduação em Letras-Língua Inglesa pela Université d´Alger -
Argélia (1974), [Link] em Linguística pela University of Edinburgh -
Escócia (1978) e Doutorado em Linguística pela Universidade Federal da
Paraíba com estágio de doutoramento na Université de Genève - Suiça
(2011). É Intérprete de Conferências desde 1988 e professora do
Departamento de Letras da Universidade Federal de Pernambuco. Tem
experiência na área de Linguística, com ênfase em Linguística Aplicada
ao Ensino de Língua Estrangeira, atuando principalmente nos seguintes
temas: Produção Textual em Língua Inglesa, Fonética e Fonologia,
Ensino-Aprendizagem de Língua Estrangeira e Tradução/Interpretação.
59
(UFPE), com Estágio Sanduíche em Lancaster University (Department of
Linguistics and English Language), Inglaterra. É também Mestre em
Linguística e Licenciada em Letras (Português/Inglês) pela mesma IFES.
Possui experiência profissional no ensino e pesquisa em cursos de Pós-
Graduação e Graduação em IES públicas e privadas. Atualmente é
Professora Adjunta - DE na UFPE onde integra o corpo docente do
Curso de Letras. Seus interesses de pesquisa estão voltados para a
análise dos discursos políticos e discriminatórios, identidade, linguagem
e/na política, estudos retóricos e argumentação, gênero, migração e
ensino de Língua Inglesa como língua estrangeira, todos estes
conduzidos sob o paradigma teorico-metodológico da Análise Crítica do
Discurso.
60
Pernambuco. Tem experiência na área de Letras, com ênfase em
Línguas Estrangeiras Modernas. Atuando principalmente nos seguintes
temas:Literatura Comparada, Crítica Psicoanalítica da Literatura, Teoria
de René Girard, Literatura Norte-Americana, Literatura Hispano-
Americana e Literatura Brasileira.
61
Letra/UFPE, além de compor o Comitê Editorial da Revista Eutomia. É
membro do grupo de pesquisa NEHTE e colaboradora do NEPLEV e,
NIG, além de ser líder do LENUFLE - Letramento Digital (Numérique) em
Francês como Língua Estrangeira.
62
conferencista em instituições universitárias do País: UFRJ, UFPB, Centro
Superior Anísio Teixeira (Vitoria, ES), Fundação de Ensino Superior de
Olinda e Centro de Estudos Superiores de Vitória (ES). Foi Professor de
Língua espanhola e Literaturas de língua espanhola e de Língua e
Literatura latinas na FUNESO-UNESF (Olinda, aplicada, Sociolinguística
do espanhol, Morfossintaxe do Espanhol, Literatura Hispano-americana),
UESPI (História da Língua Espanhola, Fonética, Fonologia e Ortografia
da língua espanhola, Morfossintaxe da Língua Espanhola), FASNE
(Morfossintaxe do espanhol), CESMAC (Aspectos Fonológicos,
Morfossintáticos PE) e na FAESC (Escada, PE). Professor de Pós-
Graduação em nível de Especialização na FUNESO-UNESF (Português
Histórico), FAESC (Linguística e Semânticos da Língua Portuguesa /
Espanhola / Inglesa, Teorias gramaticais aplicadas ao ensino do Inglês /
Espanhol / Português), FAFIRE (Gramática normativa e Pragmática
aplicadas ao ensino da língua espanhola, História da Língua Espanhola,
Questões de Gramática em espanhol) e UFPE (História da Língua
Espanhola, Morfossintaxe do Espanhol). Atualmente, é Professor Adjunto
4 e Chefe do Departamento de Letras da Universidade Federal de
Pernambuco (UFPE). Foi Coordenador do Curso de Licenciatura em
Letras - Espanhol na Modalidade a Distância (2009-2010) e Coordenador
da Área de Língua Espanhola (2007-2009).Atua no Programa de Pós-
Graduação em Letras da UFPE nas áreas de concentração: Linguística e
Teoria Literária. Publicou 22 artigos em Periódicos especializados e 92
Trabalhos em Anais de Eventos. Possui 29 Capítulos de Livro e 38 Livros
publicados. Participou de 197 Eventos no Brasil e no Exterior. Orientou 1
Dissertação de Mestrado em Literatura Comparada, 3 Projetos
PIBIC/UFPE/CNPq, 25 Trabalhos de Especialização e 1 TCC de
Graduação.
63
Possui Bacharelado (1987), Mestrado (1994) e Doutorado (2005) em
Letras pela Universidade Federal de Pernambuco. Este último com
Estágio na Universidade de Évora, onde atuou como bolsista da CAPES
(março/agosto 2005), Atualmente é Professor Adjunto II de Língua e
Literatura Latinas na UFPE. Tem experiência na área de Letras, com
ênfase em Teoria Literária e Cultura Clássica. Vice-coordenador da
Licenciatura em Língua Portuguesa a Distância da UFPE e Coordenador
de Tutoria.
64
para formação de professores de espanhol. Presidiu a Associação de
Professores de Espanhol do Estado de Pernambuco, APEEPE desde
2006 a 2010. jpabloburgos@[Link] (81)99420424
65
situação de exclusão social. Faz parte do Nelfe (Núcleo de Estudos
Linguísticos da Fala e da Escrita), e, atualmente, pesquisa o processo de
mudança social, a partir de uma abordagem discursivo-cognitiva. A
Análise Crítica do Discurso é o marco teórico fundador para os estudos
citados. Também desenvolve pesquisas sobre gêneros textuais e suas
relações constitutivas com as práticas sociais, com ênfase nas relações
de poder e do controle discursivo.
66
Literatura e Linguística Eutomia (ISSN 1982-6850). Membro do Instituto
Arqueológico Geográfico e Histórico de Pernambuco. Atualmente é
adjunto 4 da Universidade Federal de Pernambuco. Tem experiência na
área de Letras, com ênfase em Teoria Literária, atuando principalmente
nos seguintes temas: literatura, crítica, cultura, história e linguagem.
67
o Programa Inglês Sem Fronteiras na UFPE e integra a equipe gestora
nacional da incrementação da elegibilidade docente para o Ciências Sem
Fronteiras. É co-organizadora de " A Teoria da Atividade Socio-
Histórico-Cultural: Recriando Realidades Sociais" (LIBERALI;
MATEUS,DAMIANOVIC, 2012); "Argumentação na Escola: O
Conhecimento em Construção" (2011); "O Ensino de Línguas:
Concepções e Práticas Universitárias" (2010); "Vygotsky:
uma revisita no início do século XXI" (2009); organizadora de
"Brasil: um verde e amarelo em versos" (2008);
"Material Didático: elaboração e avaliação"(2007); "O
português dentro de uma visão crítica" (2006) e "Antologia
em prosa e versos: palavras e olhares de alunos de Letras"(2005) e
autora de"Carolina Primavera" (mímeo); "O Boné
Laranja e a Mochila Cor de Rosa" (2011); "De un limón, una
limonada" (2008a); "A galinha dos amigos de ouro"
(2008b); "Famílias:Sempre-Vivas"(2007); "São
Paulo:Caras e Bocas"(2006) e "Brasil: palavras de um
cotidiano"(2005). [Link]
68
(Bakhtiniana PUC/SP; Ao Pé da Letra, UFPE/PE ) e internacional
(Ergologia Aix-em-Provence/FR). Como pesquisadora, é líder do grupo
de pesquisa Linguagem, Sociedade, Saúde e Trabalho (CNPq-UFPE-
PE) e participa dos Grupos Linguagem, Identidade e Memória (CNPq-
PUC-SP - [Link] Linguística
Informática (CNPq-USP-SP), GT da Anpoll Estudos Bakhtinianos e Rede
Internacional Ergologia, Trabalho e Desenvolvimento (Universidades e
organizações parceiras no Brasil, França, Portugal, Suiça, Canada,
Comores e Costa do Marfim). Tem diversas publicações em análise do
discurso, destacando-se o livro Democracia, Cidadania e Linguagem em
tempos de globalização, premiado como a melhor Tese em Linguística,
pela USP, em 2008, além de inúmeros artigos que abordam questões
relativas à linguagem e sociedade, linguagem e saúde e linguagem em
contexto de trabalho e filosofia da linguagem. Contato:
[Link]@[Link]
69
Humanos D. Helder Câmara da Universidade Federal de Pernambuco. É
Vice-Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Direitos
Humanos. Tem experiência na área de Língua Portuguesa nos níveis
Fundamental e Médio e no Ensino Superior, com ênfase em Linguística,
Letras e Artes, atuando principalmente nos seguintes temas: ensino de
língua portuguesa, produção de texto/vestibular/ formação de
professores/ Direitos Humanos e Cultura de Paz. Tem quatro livros
publicados, um deles em 2a. edição, pela Editora Universitária da
Universidade Federal de Pernambuco - A redação no vestibular a elipse
e a textualidade, e outras publicações - artigos, capítulo em livros,
revistas científicas , e vem participando de comissões conselhos
máximos da Universidade Federal de Pernambuco - Conselho
Coordenador de Pesquisa e Extensão, Câmara de Graduação, Câmara
de Pós-Graduação e Conselheira do CCEPE e do Conselho
Universitário.
70
Gêneros Textuais e do GPET/UERN - Grupo de Pesquisa em Produção e
Ensino do Texto.
71
43) Miguel Espar Argerich
Possui: Licenciaturas em Filsofia e Pedagogia, em São Paulo (1972),
pela Faculdade de Filosofia Nossa Senhora Medianeira, Licenciatura em
Teologia, em Madrid (1975), pela Pontificia Universidad de Comillas;
Mestrado em Letras e Linguística, em Recife PE (1995), pela
Universidade Federal de Pernambuco; Doutorado em Letras e
Linguística, em Recife PE (2007), pela Universidade Federal de
Pernambuco. Atualmente, na Universidade Federal de Pernambuco, é
professor de Língua e Literatura Espanholas e de Práticas de Ensino de
Espanhol, nos Cursos de Graduação; de Semântica e Pragmática, em
Cursos de Especialização; coordena a área de língua espanhola do
Núcleo de Línguas e Culturas; coordena a disciplina Educar em Direitos
Humanos; é membro da Comissão de Direitos Humanos; coordena o
Curso de Licenciatura em Letras - Espanhol a distância, UAB / UFPE.
72
(2011), Graduação em Ciências da Educação - Université Lumière Lyon2
(2003), Mestrado em Ciências da Educação - Université Lumière Lyon2
(2005)
73
fazer parte do conselho editorial de várias revistas científicas nacionais,
Roland Walter foi Editor Associado da revista MELUS (Multi-Ethnic
Literature of the United States, University of Connecticut, USA) de 1997
até 2006 e é Pesquisador Associado do Groupe Interdisciplinaire de
Recherche sur les Amériques (GIRA), Montréal. Foi convidado como
Professor Visitante pela Eberhard-Karls Universität, Tübingen, Alemanha
entre abril e setembro de 2004 e atualmente coordena o Núcleo de
Estudos Canadenses da UFPE. walter_roland@[Link]
74
de Letras, com ênfase em Língua Portuguesa, Leitura e de Produção de
Texto, atuando, principalmente, com a Teoria da Enunciação e a Análise
Dialógica do Discurso.
75
professora visitante da UFPB, em 1996-97, Professora visitante da
Universidade Estadual da Paraíba – Campus de Campina Grande, no
primeiro semestre letivo de 1988.
76
Talks by Dr. Sueli Cavendish e Close Encounters at a Crossroads: Poe,
Faulkner, Rosa and Machado de Assis. Editora de Eutomia - Revista
Online de Literatura e Linguística ([Link]/revistaeutomia) voltada
para a publicação da produção teórico-crítica em Letras e Linguística e
de textos ficcionais -poemas e contos. Integra os seguintes grupos de
Pesquisa.
77
Universidade Federal de Pernambuco (1987) e doutorado em Letras pela
Universidade Federal de Pernambuco (1995). Atualmente é professor
adjunto da Universidade Federal de Pernambuco. , atuando
principalmente nos seguintes temas: espanhol, gêneros, estratégias,
fonologia, fonética, ortografia, língua estrangeira, letras, Linguística,
fonética, contraste, didática, semântica, semiologia, semiótica, lógica,
Linguística e ética, psicologia, educação.
78
15.2. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE)
79
V. zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os
Cursos de Graduação;
VI. zelar pela proposição de projetos pedagógicos alinhados e consonantes
com o Projeto Pedagógico Institucional.
80
16. CONDIÇÕES DE FUNCIONAMENTO DO CURSO
A ESTRUTURA FÍSICA
A sala da Coordenação de Letras está dividida em três ambientes: uma sala
de espera para o alunado (10.67m²), a sala para o serviço de secretariado
(17.94m²) e a sala do coordenador com 13.70m².
Um projeto de redistribuição dos espaços está sendo estudado junto ao
CAC. Essa redistribuição será feita através de trocas de espaço com outros
Departamentos que funcionam no prédio, como Artes Plásticas, Biblioteconomia,
Música, etc. Mas a modificação só será feita quando o Departamento de Música
mudar para seu novo local.
As reuniões de Pleno são feitas nos dois Mini-auditórios do CAC ou na sala
do Conselho (todos no térreo do CAC) ou então numa sala de aula disponível.
Para reuniões menores e pedagógicas, o Departamento conta com uma pequena
sala situada na Secretaria de Letras, ao lado da sala da Chefia do Departamento.
81
DOS NÚCLEOS DE ESTUDO E GRUPOS DE PESQUISA
As salas de professores se confundem com os Núcleos de estudo e
pesquisa no Departamento. O Departamento conta com 8 núcleos de pesquisa até
agora inscritos. São eles:
LABORATÓRIOS
O Laboratório de línguas, com 80 m2, tem a possibilidade de receber duas
classes simultâneas e independentes. Cada classe dispõe de 24 (12x2) postações
com um monitor 14” para dois alunos munidos cada um de um fone de ouvido e de
controle áudio. O laboratório conta ainda com os seguintes equipamentos: 02
gravadores de cassete áudio, 02 videocassetes, um DVD player, uma TV 32” e
uma câmera de vídeo.
O Departamento conta também com uma sala de informática (LIGRAL)
colocada à disposição dos estudantes. Esta sala, no entanto, não é bem equipada
82
em relação ao número de alunos inscritos em Letras (641 em 2008.2). A sala com
15 m2 aproximadamente, tem apenas 5 computadores obsoletos (funcionam ainda
com o Windows 98, mas são conectados à Internet).
BIBLIOTECA E ACERVO
Os alunos de Letras têm a sua disposição uma biblioteca instalada no
prédio do CAC. Nesta biblioteca consta um total de 1.468 títulos e 3.516
exemplares da área. Os alunos de língua inglesa e francesa podem contar
também com um acervo de obras oferecidas na maioria das vezes pelos serviços
consulares como é o caso do francês, ou por doações. O acervo do Leitorado de
Francês se eleva aproximadamente em 1.230 livros. O Leitorado de Inglês dispõe
de 500 livros aproximadamente e a sala de Estudos Hispânicos conta com 1.500
livros de propriedade dos docentes.
83
16.2. ACESSIBILIDADE
84
17. SISTEMÁTICA DE CONCRETIZAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO
85
18. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO DO CURSO
86
19. DOCUMENTOS COMPROBATÓRIOS
87
20. REQUISITOS LEGAIS E NORMATIVOS
88
D- NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE)
F- TEMPO DE INTEGRALIZAÇÃO
89
H- COMPONENTE CURRICULAR DE LIBRAS
90
ANEXOS
91
ANEXO I – QUADROS DE EQUIVALÊNCIA DE COMPONENTE CURRICULAR
QUADRO DE EQUIVALÊNCIA DE
COMPONENTE CURRICULAR
COMPONENTE CURRICULAR DO PERFIL
COMPONENTE CURRÍCULAR DO PERFIL ATUAL
ANTIGO
CÓDIG CÓDIG
NOME CH NOME CH
O O
LE003 OU LÍNGUA PORTUGUESA 3
COMPREENSÃO E PRODUÇÃO DE TEXTO
LE733 60
EM LÍNGUA PORTUGUESA
LE507 PRODUÇÃO DE TEXTO
92
LITERATURA BRASILEIRA III: PÓS-
LE824 60 LE603 LITERATURA BRASILEIRA 3A
ROMANTISMO
LITERATURA BRASILEIRA IV: PRÉ-
LE825 60 LE504 LITERATURA BRASILEIRA 4
MODERNISMO E MODERNISMO
LE441 LITERATURA LATINA 1A 60h
LE766 LITERATURA LATINA 60
LITERATURA PORTUGUESA I: MEDIEVAL
LE827 60 LE301 LITERATURA PORTUGUESA 1
E RENASCENTISTA
LITERATURA PORTUGUESA II:
LE828 RENASCIMENTO-BARROCO- 60 LE302 LITERATURA PORTUGUESA 2
NEOCLASSICISMO
LITERATURA PORTUGUESA III:
LE829 ROMANTISMO-REALISMO- 60 LE309 LITERATURA PORTUGUESA 3A
PARNASIANISMO
LE849 LITERATURA PORTUGUESA IV:
60 LE604 LITERATURA PORTUGUESA 4A
SIMBOLISMO E MODERNISMO
LE831 PORTUGUÊS II: MORFOSSINTAXE I 60 LE004 LITERATURA PORTUGUESA 4
93
ANEXO II – CORPO DOCENTE
94
87 PORTUGUESA
João Alfredo Modesto Sedycias 180.148.014-
15 LÍNGUA INGLESA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Joice Armani Galli 622.006.310-
49 LÍNGUA FRANCESA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
José Alberto Miranda Poza 014.451.304-
83 LÍNGUA ESPANHOLA DOUTORADO FILOLOGIA DE PROF EFETIVO
José Alexandre Ferreira Maia 539.556.094-
72 LÍNGUA LATINA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
José Rodrigues de Paiva 032.084.274-
68 LITERATURA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Juan Pablo Martín Rodrigues 011.699.654-
40 LÍNGUA ESPANHOLA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Jurandir Ferreira Dias Júnior 027.900.704-
31 LIBRAS MESTRADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Karina Falcone de Azevedo 896.958.794-
20 LINGUÍSTICA DOUTORADO JORNALISMO DE PROF EFETIVO
Kazue Saito Monteiro de Barros 331.302.057-
72 LINGUÍSTICA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Lourival de Holanda Barros 075.542.814-
53 LITERATURA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Lucila Nogueira Rodrigues 078.001.854-
00 LITERATURA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Maria Cristina Caldas de Camargo 111.624.158-
Lima Damianovic 78 LÍNGUA INGLESA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Maria Cristina Hennes Sampaio 213.670.270- LÍNGUA
04 PORTUGUESA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Maria de Fátima Pessoa de Melo 083.963.964-
Cartaxo 34 LITERATURA MESTRADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Maria José de Matos Luna 165.948.274- LÍNGUA
72 PORTUGUESA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Maria Medianeira de Souza 484.037.844-
49 LINGUÍSTICA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Maria Virgínia Leal 274.226.824-
34 LINGUÍSTICA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Marlos de Barros Pessoa 167.494.134- LÍNGUA
04 PORTUGUESA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Miguel Espar Argerich 137.774.914-
20 LÍNGUA ESPANHOLA DOUTORADO FILOSIFIA DE PROF EFETIVO
Otávia Pinheiro Pedrosa Fernandes 021.707.004-
39 LÍNGUA FRANCESA MESTRADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Oussama Naouar 700.085.734- CIÊNCIAS DA
09 LÍNGUA FRANCESA DOUTORADO EDUCAÇÃO DE PROF EFETIVO
Ricardo Postal 656.923.730-
68 LITERATURA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Roland Gerhard Mike Walter 007.443.464-
01 LÍNGUA INGLESA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Rosângela Aparecida Ferreira Lima 130.851.208- LÍNGUA
23 PORTUGUESA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Siane Gois Cavalcanti Rodrigues 783.057.804- LÍNGUA
49 PORTUGUESA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Simone Pires Barbosa Aubin 901.401.334-
53 LÍNGUA FRANCESA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Sônia Lúcia Ramalho de Farias 086.335.684-
20 LITERATURA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Stella Virgínia Telles de Araújo 278.616.194- LÍNGUA
Pereira 00 PORTUGUESA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Sueli Cavendish de Moura 193.459.844-
53 LÍNGUA INGLESA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Suzana Leite Cortez 027.939.734- LÍNGUA
83 PORTUGUESA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Vera Lúcia de Lucena Moura de 186.244.214-
Oliveira 20 LÍNGUA INGLESA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
Vicente Masip Viciano 185.664.720-
04 LÍNGUA ESPANHOLA DOUTORADO LETRAS DE PROF EFETIVO
95
ANEXO III – REGULAMENTOS DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES,
ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO E TRABALHO DE CONCLUSÃO DE
CURSO.
CAPITULO I
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
O presente regulamento disciplina as Atividades Complementares para os
Cursos de Licenciatura em Letras do Departamento de Letras. Conforme
Resolução 06/2005 do Conselho Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão da
Universidade Federal de Pernambuco que dispõe sobre os procedimentos para
creditação de atividades de pesquisa, extensão e monitoria nos Cursos de
Graduação da Universidade. As diretrizes fixadas nesta Resolução orientam os
colegiados de curso e coordenadores de cursos a encaminharem os processos de
solicitação de creditação no currículo dos alunos.
CAPITULO II
DAS FINALIDADES
96
As Atividades Complementares visam estimular a prática de estudos
independentes, transversais, opcionais, interdisciplinares, de atualização
profissional, sobretudo nas relações com o mundo do trabalho, estabelecidas ao
longo do Curso, notadamente integrando-as às diversas peculiaridades regionais e
culturais.
A UFPE disponibiliza aos Cursos, através do sistema acadêmico SIG@ e
de registros isolados, as informações necessárias para que se proceda com a
implantação das atividades complementares, quais sejam: participação do aluno
em projetos de extensão, de iniciação científica e em atividades de monitoria.
Os artigos da resolução citada que definem os procedimentos necessários
para creditação destas atividades estão reproduzidos a seguir:
Art. 2º - Os procedimentos a serem adotados para creditação das
atividades deverão seguir as seguintes etapas: (1) o(s) professor(es) deverá(ão)
cadastrar o projeto de pesquisa, extensão ou monitoria na instância competente
(Pró-Reitoria de Pesquisa, Pró-Reitoria de Extensão ou Pró-Reitoria para
Assuntos Acadêmicos; (2)o(s) alunos(s) deverá(ao) participar das atividades
previstas no projeto, com acompanhamento sistemático do(s) professor(es); (3)
o(s) aluno(s) deverá(ão), ao término de sua participação, e até o semestre
seguinte, elaborar solicitação de creditação da atividade no histórico escolar,
dirigido ao Colegiado do Curso, e relatório final, atendendo ao modelo
estabelecido pela instância onde o projeto está cadastrado (Pró-reitoria de
Pesquisa, Pró-Reitoria de Extensão ou Pró-reitoria para Assuntos Acadêmicos; (4)
o(s) professor(es) deverá(ao) elaborar parecer sobre a participação do(s) aluno(s)
e encaminhar para o Colegiado do Curso, anexando os documentos entregues
pelo(s) aluno(s).
Art. 3º - Os critérios para avaliação dos pedidos de creditação deverão ser
elaborados pelos Colegiados de Curso, dentre os quais deve-se considerar a
exigência de carga horária mínima de 30 horas para que a atividade seja creditada
no histórico do aluno e a exigência de que tenha havido, durante a execução do
projeto, um acompanhamento sistemático dos(s) aluno(s) pelo(s) professor(es).
97
Art. 4º - O Colegiado do Curso deverá decidir pela aprovação ou
reprovação da creditação da atividade complementar no histórico escolar do aluno
e encaminhar para o coordenador do curso, que registrará no SIG@ o tipo de
atividade complementar (atividade de monitoria, atividade de pesquisa ou
atividade de extensão), o nome do aluno e a carga horária.
Art. 5º - O aproveitamento da carga horária para integralização do curso
dependerá da indicação de carga horária complementar máxima proposta no perfil
do curso. Essa carga horária será contada, no SIG@, como “Carga horária livre”
(disciplinas eletivas e/ou optativas e/ou atividades complementares) no cálculo
para integralização do curso.
Art. 6º - O aluno só poderá solicitar a creditação no histórico escolar de uma
atividade realizada em um projeto, seja de pesquisa, de ensino ou de extensão,
uma única vez por semestre letivo, devendo, portanto, em casos em que essa
atividade possa ser creditada de diferentes maneiras, escolher o tipo de atividade
a ser creditada.
Assim, as Atividades Complementares devem ser comprovadas com a
respectiva carga horária, instituição e/ou responsável, relatório e/ou avaliação
quando for o caso, devidamente aprovado pelo Colegiado do Curso.
Para os Cursos de licenciatura em Letras, conforme proposto pelo NDE e
aprovado pelo Colegiado do curso em 30/10/2012, as atividades complementares
a serem realizadas pelo aluno devem totalizar 210 horas e ser realizadas após o
ingresso no curso. A seguir, apresentamos as atividades que o Colegiado dos
Cursos de licenciatura em Letras reconhece como válidas para fins de creditação,
com suas respectivas cargas horárias máximas:
98
ATIVIDADES COMPLEMENTARES (210H)
Cursos de Letras-Licenciatura
100
UNIVERSID ADE FEDER AL DE PERNAM BUCO
CEN TRO DE AR TE S E COMUNIC AÇÃO
DEPARTAMEN TO DE LETRAS
REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS DOS CURSOS DE LETRAS-
ESPANHOL, LETRAS-FRANCÊS, LETRAS-INGLÊS E LETRAS-
PORTUGUÊS APROVADO PELO COLEGIADO DO CURSO EM
30/10/2012.
CAPITULO I
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art. 1° - Este regulamento fixa as normas para o estágio dos Cursos de Licenciatura
em Letras (Francês, Inglês, Espanhol e Português) do Departamento de Letras, de
acordo com as disposições da legislação federal e dos órgãos deliberativos e executivos
da UFPE, especialmente a Resolução 02/85.
CAPITULO II
DAS FINALIDADES
101
I - Proporcionar ao aluno Cursos de Licenciatura em Letras (Francês, Inglês,
Espanhol e Português) aprendizagem teórico-prática, visando ao seu processo de
formação profissional;
II - Possibilitar ao aluno a imersão em organizações para compreensão, análise e
intervenção da realidade profissional, no âmbito de sua formação;
III - Complementar a formação acadêmica;
IV - Desenvolver atividades rotineiras realizadas em instituições de ensino.
CAPITULO III
DOS CAMPOS DE ESTÁGIO E ÁREAS
102
Regência em turma de língua/literatura em Português, Francês, Espanhol e
Inglês no ensino fundamental e médio.
Participação em atividades pedagógicas complementares à atividade
docente (estudos, reuniões, conselhos de classe, etc).
CAPÍTULO IV
DA COORDENAÇÃO DOS ESTÁGIOS
103
Licenciatura em Letras (Francês, Inglês, Espanhol e Português);
II - Em conjunto com os professores-supervisores, propor políticas, elaborar normas,
supervisionar, orientar e analisar as atividades do estágio;
III - Administrar vagas para os estágios;
IV – Responsabilizar-se pelo envio à Coordenação de Apoio Acadêmico da PROACAD as
propostas, quando necessário, de novas instituições para celebração de convênio, para
abertura, manutenção ou alteração de estágios;
V - Propor alterações no regulamento de estágios dos Cursos de Licenciatura em
Letras (Francês, Inglês, Espanhol e Português), submetendo a aprovação conjunta
do Colegiado dos Cursos de Licenciatura em Letras (Francês, Inglês, Espanhol e
Português) e do Pleno Departamental;
VI - Solicitar a indicação pela Chefia do Departamento de Letras, de professores do
estágio, para aprovação no Pleno Departamental;
VII - Analisar e conferir a documentação e o cumprimento do estabelecido no art. 8°
da Resolução 02/85;
VIII - Manter cadastro atualizado sobre os campos de estágio para atender à demanda
e oferta desses estágios;
IX - Manter sob seu controle a documentação pertencente às atividades da
Coordenação de estágio;
X - Apresentar, semestralmente, ao Colegiado dos Cursos de Licenciatura em Letras
(Francês, Inglês, Espanhol e Português) e demais instâncias pertinentes, relatório
de suas atividades;
XI - Exercer outras atividades relativas ao estágio atribuídas pelo Chefe, pelo Pleno
Departamental e pelo Colegiado dos Cursos de Licenciatura em Letras (Francês,
Inglês, Espanhol e Português)
Parágrafo Único - Em caso de impedimento ou ausência do Coordenador de Estágios,
responderá pela Coordenação o Presidente do Colegiado dos Cursos de Licenciatura
em Letras (Francês, Inglês, Espanhol e Português)
104
Seção II
Do professor de estágio
CAPITULO V
DOS ESTÁGIOS
Art. 12º - O estágio obrigatório será realizado através de matrícula no SIG@ pelo
aluno no componente curricular Estágio Supervisionado, com carga horária de 405
105
(quatrocentas e cinco) horas.
CAPÍTULO VI
DAS AVALIAÇÕES
106
estágio.
CAPÍTULO VII
DO ESTAGIÁRIO
Art. 16° - O estagiário deverá desenvolver seu estágio obrigatório e/ou não-obrigatório,
com senso crítico fundamentado em conceitos teóricos próprios da área
correspondente ao projeto em que está atuando.
107
Apoio Académico da PROACAD com o auxílio do Coordenador de Estágios e do professor
de estágio, no caso do estágio obrigatório;
III - Assinar o Termo de Compromisso, em conjunto com o Coordenador do Curso e a
entidade onde irá desenvolver o estágio;
IV - Elaborar e cumprir o Plano de Estágio, aprovado pelo professor de estágio e
supervisor técnico;
V - Aceitar e respeitar as normas do campo de estágio onde estiver atuando;
VI - Comparecer ao local de estágio, pontualmente, nos dias e horas estipulados no
Plano de Estágio;
VII - Cumprir as cláusulas constantes no Termo de Compromisso;
VIII - Elaborar textualmente e apresentar para as partes envolvidas, os relatórios
parcial e final;
IX - Manter em todas as atividades desenvolvidas, durante o estágio, uma atitude ética
em consonância com os valores da sociedade brasileira.
CAPITULO VIII
DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS E FINAIS
Art. 19° - Os casos omissos serão resolvidos pelo Coordenador de Estágios, submetido
a apreciação do Colegiado dos Cursos de Licenciatura em Letras (Francês, Inglês,
Espanhol e Português).
Art. 20º - Este regulamento entra em vigor no segundo semestre letivo de 2012.
108
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO
DEPARTAMENTO DE LETRAS
COORDENAÇÃO DA GRADUAÇÃO EM LETRAS
CAPITULO I
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
109
Artigo 3º - O TCC deve conceder aos graduandos a oportunidade de demonstrar o
aprofundamento temático, o estímulo à produção científica, a busca, a consulta de
bibliografia especializada, o aprimoramento da capacidade de interpretação e a
aplicação de conhecimentos adquiridos ao longo do Curso ou a inovação das práticas
pedagógicas vigentes no campo das Letras.
CAPITULO II
DAS COMPETÊNCIAS
Seção I
Do Coordenador de TCC
110
professor;
VII - dar conhecimento por escrito, aos alunos e aos professores, da relação de alunos
com os respectivos orientadores;
VIII - receber, 15 (quinze) dias úteis antes da apresentação, a autorização do
orientador para a formação de banca, bem como a aprovação do trabalho final a ser
entregue em três exemplares, para defesa;
IX - organizar o quadro de bancas, o cronograma de apresentações, de acordo com o
calendário fixado pela PROACAD;
X - dar conhecimento por escrito e entregar os respectivos trabalhos aos membros das
bancas examinadoras, com no mínimo 08 (oito) dias úteis de antecedência de cada
apresentação;
XI - convocar e dirigir reuniões com os orientadores, com vistas à melhoria dos
processos ligados à dinâmica do TCC;
XII - providenciar o registro em Atas dos trabalhos das bancas examinadoras.
Seção II
Do Orientador de TCC
111
III - ter ciência e aprovar o anteprojeto de TCC do orientando;
IV - receber e aprovar ficha de inscrição do orientando (Anexo A), acompanhada de
aprovação do anteprojeto do TCC, contendo cronograma de trabalho do aluno;
V - acompanhar e avaliar o cumprimento das etapas do TCC, segundo cronograma
estabelecido;
VI - orientar o aluno no aprimoramento do objeto de estudo a ser pesquisado, do
referencial teórico, bem como ampliar o conhecimento sobre as fontes de consulta e a
bibliografia;
VII - determinar a completa aplicação das normas da ABNT para a formatação do TCC;
VIII - aprovar por escrito o documento final em até 15 (quinze) dias antes da
apresentação do orientando, conforme cronograma organizado pela Coordenação do
TCC;
IX – solicitar transferência do aluno para outro orientador quando houver discordância
de procedimentos de atividades e ideias em até 30 (trinta) dias antes do prazo de
entrega do TCC;
X - participar de reuniões convocadas pela Coordenação do TCC, para análise e
avaliação dos alunos;
XI - sugerir à Coordenação do TCC instruções visando ao aprimoramento do processo
de elaboração, apresentação e julgamento dos trabalhos dos alunos.
Parágrafo 2º - Caso o orientador não aprove a versão final do TCC, o aluno terá o prazo
máximo de 10 (dez) dias para modificações e reapresentação ao orientador, atendendo
o cronograma.
Seção III
112
Dos Orientandos de TCC
CAPITULO III
DOS CRITÉRIOS PARA ORIENTAÇÃO
113
CAPITULO IV
DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
Artigo 10º - A inscrição para elaboração e defesa do TCC fica condicionada aos
seguintes requisitos:
114
Parágrafo Primeiro - O TCC pode apresentar outros tópicos ou ordem de apresentação
conforme estabelecido no referido artigo.
I – capa e folha de rosto, com informações do aluno e do Curso, além de título com
palavras representativas do conteúdo do trabalho;
II – sumário, com disposição sequenciada dos capítulos e de outras partes constantes
no trabalho.
Orientador: Prof.
_________________________.
Co-orientador:
___________________________.
Artigo 13º - As listas de figuras, quadros, gráficos, siglas e abreviaturas, entre outras,
devem constar no trabalho, desde que tais elementos façam parte do conteúdo.
115
Artigo 14º - A dedicatória, a epígrafe e os agradecimentos são itens opcionais, ficando
a critério do aluno sua apresentação no trabalho.
Artigo 15º - Os anexos, apêndices, índices e glossários devem ser apresentados quando
necessários para melhor entendimento e completude das informações veiculadas no
corpo do texto.
Artigo 17º - As referências são itens obrigatórios do TCC e devem ser elaboradas
conforme recomendações da NBR 6023 da ABNT.
Artigo 18º - Os quadros, tabelas e gráficos são itens opcionais e devem obedecem as
recomendações da Norma de Apresentação Tabular do IBGE.
Artigo 19º - As notas são itens opcionais, devendo ser realizadas através numeração
sequenciada e apresentadas ao final de cada seção.
I – Papel A4;
II – Margens esquerda e superior: 3cm;
III – Margens direita e inferior: 2cm;
IV – Espaçamento entre linhas: 1,5;
V – Tamanho da fonte: 12;
116
VI - Extensão mínima: 30 laudas;
VII – Encadernação: espiral;
VIII – Fonte: Arial ou Times New Roman
Artigo 22º - O TCC deve ser entregue em 3 (três) vias impressas e 1 (uma) via digital
(CD) à Coordenação do TCC, acompanhado da Ficha de Aprovação do Orientador
(Anexo B).
CAPITULO V
DA BANCA EXAMINADORA
Artigo 23º - A Banca Examinadora é uma comissão de avaliação do TCC composta pelo
orientador e um examinador.
Artigo 24º - A indicação da Banca Examinadora deve ser feita pelo orientador junto à
Coordenação do TCC, através da Ficha de Aprovação do Orientador (Anexo B).
117
CAPÍTULO VI
DA APRESENTAÇÃO
Artigo 29º - Após a apresentação e arguições, o orientador solicitará aos presentes que
se retirem da sala, permanecendo no recinto somente os membros da banca, que
atribuirão as notas e média do aluno. Após a definição da média, será proferido
oralmente o conceito e a nota será apresentada por escrito somente ao aluno.
I – Aprovado;
II – Reprovado.
CAPÍTULO VII
DA AVALIAÇÃO
Artigo 30º - A avaliação do TCC será efetuada pelos membros da Banca Examinadora,
com notas de 0 (zero) à 10 (dez), com registro no Formulário de Avaliação por
118
Examinador (Anexo C), baseados nos seguintes parâmetros:
Artigo 31º - Será considerado aprovado o TCC que obtiver média a partir de 7,0
(sete).
Artigo 32º - O registro da avaliação final da Banca Examinadora deve ser efetuado no
Livro de Atas de Trabalho de Conclusão de Curso, com as devidas notas e assinaturas
dos membros.
Artigo 33º - A entrega da versão final do TCC, após a defesa e aprovação, deve ser
realizada pelo orientando em duas cópias, sendo uma impressa e encadernada em
espiral e a outra em mídia digital no formato PDF.
Parágrafo Único - O aluno que não entregar o TCC ou não o apresentar sem motivo
justificado, a critério da Coordenação e do Colegiado do Curso, será automaticamente
reprovado, podendo apresentar novo trabalho somente no semestre letivo seguinte.
CAPITULO VIII
DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS E FINAIS
119
do Curso.
Artigo 36º - Este regulamento entra em vigor a partir da data de sua aprovação.
120
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
ANEXO A
1. IDENTIFICAÇÃO
Tema/Assunto
___________________________________________________________________
1.2 Orientador(a):
____________________________________________________________________
2. ACEITAÇÃO DE ORIENTAÇÃO
121
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
ANEXO B
1. IDENTIFICAÇÃO
1.2 Orientador(a):
___________________________________________________________________________
3. INDICAÇÃO DE EXAMINADOR:
____________________________________________________________________
____________________________________________________________________
122
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
ANEXO C
Título do TCC
___________________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________
Aluno
(a):_________________________________________________________________________________
Examinador (a):
___________________________________________________________________________________
Avaliação final
TRABALHO ESCRITO
APRESENTAÇÃO ORAL
MÉDIA FINAL
123