OS ÓRGÃOS DO SENTIDO
É por meio dos sentidos que o nosso corpo percebe tudo o
que nos rodeia e decide o que assegura a sobrevivência e a
integração com o ambiente.
Os órgãos dos sentidos
Onde quer que estejamos, o ambiente ao nosso redor está sempre se alterando.
Calor e frio, dia e noite, silêncio e ruídos, odores, sabores e mais uma infinidade
de estímulos do meio ambiente são captados pelos nossos órgãos dos sentidos.
Assim, tomamos conhecimento do que acontece à nossa volta:
• pelo tato – sentimos o frio, o calor, etc.;
• pela gustação – identificamos os sabores;
• pelo olfato – sentimos o odor ou cheiro;
• pela audição – captamos os sons;
• pela visão – observamos as cores, as formas, os contornos, etc.
Portanto em nosso corpo os órgãos dos sentidos estão encarregados de
receber estímulos externos. Esses órgãos são:
• a pele – para o tato;
• a língua – para a gustação;
• as fossas nasais – para o olfato;
• os ouvidos – para a audição;
• os olhos – para a visão
Na verdade, todas s sensações são interpretadas no
cérebro. Os órgãos dos sentidos recebem os estímulos
(luz, som, gosto, cheiro, temperatura, dor, pressão, etc.)
e os transmitem ao cérebro, através de nervos
sensoriais. O cérebro, então, “entende” a mensagem,
produzindo a sensação.
O TATO
Percepção de frio, calor, pressão, se uma superfície é áspera, lisa
Como é a pele?
Sabemos que a pele é o maior órgão do
corpo humano. Num adulto, sua massa é
de mais ou menos 5 kg.
A pele é formada por duas camadas
principais:
• epiderme – camada externa, formada
de tecido epitelial; as células
epidérmicas mais superficiais são
impregnadas de uma proteína
impermeabilizante chamada queratina;
a queratina evita a desidratação e
representa um barreira contra a
penetração de micróbios em nosso
corpo;
• derme – camada mais profunda,
formada de tecido conjuntivo. A derme
contém vasos capilares e terminações
nervosas.
Encontramos na pele dois
tipos de glândulas:
• glândulas sudoríparas –
produzem e eliminam o
suor;
• glândulas sebáceas -
apresentam-se em
forma de cachos e são
menos numerosas que
as sudoríparas,
produzem e eliminam
uma secreção
gordurosa que lubrifica
os pêlos e a pele.
A pele e os receptores cutâneos
Somos capazes de experimentar através da pele muitas sensações.
Na pele existem vários tipos de receptores sensoriais. Os receptores
sensoriais são estruturas encarregadas de “receber” determinados
estímulos ambientais.
Os receptores sensoriais são formados por fibras nervosas, que se
organizam formando diferentes corpúsculos sensoriais.
Alguns desses corpúsculos são encarregados da percepção do tato livre.
Quando você, por exemplo, passa levemente os dedos sobre um
objeto, são esses os corpúsculos que permitem saber a forma desses
objeto ou se ele é áspero ou liso; os corpúsculos do tato são abundantes na
pele da palma das mãos e da planta dos pés.
Na pele existem também outros tipos de corpúsculos sensoriais.
Alguns são responsáveis pela percepção do frio, outros pela percepção do
calor; e há também corpúsculos que permitem a percepção da pressão.
A dor é percebida por terminações nervosas livres que chegam até
a pele.
Portanto , essas terminações livres não formam corpúsculos
sensoriais.
Os receptores sensoriais da pele recebem os estímulos ambientais que
chegam até nós. Então, nervos sensoriais “informam” os centros nervosos
localizados no cérebro. A mensagem é ali interpretada, produzindo as
sensações de frio, calor, etc. Tudo isso acontece numa fração mínima de
tempo. Por exemplo, se você tocar uma chapa quente do fogão, retirará
imediatamente sua mão, pois os nervos sensoriais entram em ação e as
mensagens são imediatamente executadas.
Calcula-se que a cada centímetro
quadrado da pele humana exista, em
média, a seguinte quantidade de
receptores cutâneos:
dois receptores de frio;
doze de calor;
vinte e cinco de tato;
duzentos de dor.
GUSTAÇÃO
OU PALADAR
A língua e a gustação
Sabemos muito bem quando uma coisa é doce ou
salgada, amarga, azeda ou é uma mistura de mais de
um sabor ou até mesmo se o alimento está estragado.
Uma pessoa pode perceber centenas de gostos
diferentes. Provavelmente esses gostos são
combinações das quatro sensações básicas: doce,
salgado, azedo e amargo.
Distinguimos os sabores pelo
sentido da gustação, chamado
também paladar ou simplesmente
o gosto. O órgão da gustação é a
língua.
A língua apresenta duas superfícies:
• superior ou dorsal – tem numerosas rugosidades
chamadas papilas linguais;
• inferior o ventral – apresenta-se relativamente lisa.
Nas papilas linguais existem terminações nervosas
chamadas corpúsculos gustativos – especializadas
em sentir o gosto. Esses corpúsculos acham-se
espalhados por toda a língua.
As papilas linguais percebem os quatro tipos básicos
de gosto e suas centenas de combinações. Mas cada
sabor é sentido com maior intensidade em
determinada região da língua:
• o doce e salgado são percebidos com maior
intensidade na ponta;
• o azedo é mais bem identificado nas bordas;
• o amargo é sentido na base.
Os alimentos, misturados com a saliva, entram em
contato com as papilas gustativas, causando estímulos
que são recebidos pelos corpúsculos gustativos. A
mensagem é estão levada ao centro nervoso do cérebro,
que identifica cada sabor.
Curiosidades:
* A língua humana mede aproximadamente 10
centímetros de comprimento;
* É uma das partes do corpo que cicatriza mais rápido;
* É o músculo mais forte do corpo e o mais flexível;
* Há mais de 600 tipos de bactérias na boca; em um
mililitro de saliva podem existir até um milhão delas;
* Cerca do cinqüenta por cento das bactérias da
boca vivem na superfície da língua;
* Este músculo tem três mil papilas gustativas;
* É a única parte do corpo com sensores de gosto;
* Assim como as impressões digitais, a impressão
da língua de cada pessoa é única;
* As mulheres têm a língua mais curta que os homens;
A limpeza freqüente da língua, com um raspador /
limpador, pode ajudar a prevenir problemas de
saúde. Em caso de dúvidas, procure seu dentista,
ele saberá lhe orientar no cuidado e perfil da sua língua.
Lembre-se que, para não correr riscos, você deve
limpar regularmente sua língua, afinal, a saúde
Esquema da
começa pela boca !
língua.
O OLFATO
As fossas nasais e o olfato
Para muitos animais, o olfato é
um sentido de extrema
importância, pois é através
dele que buscamos os
alimentos. O homem e o
macaco são animais com
olfato relativamente pouco
desenvolvido. Apesar disso,
somos capazes de distinguir
certos alimentos e bebida pelos
cheiro.
As fossas nasais são os órgãos
responsáveis pelo olfato.
Na parte superior das fossas nasais, a mucosa que reveste possui células
olfativas, que constituem as terminações do nervo olfativo.
O ar transporta, até as fossas nasais, substâncias diversas que sensibilizam
as células olfativas. Então a mensagem é conduzida pelo nervo olfativo até o
cérebro, onde é interpretada.
Olfato e paladar são considerados
sentidos químicos, pois são
estimulados por substâncias químicas.
Esses dois sentidos estão intimamente
ligados. Juntos, constituem um sistema
de vigilância dos produtos que entram
no corpo. No ato de comer ou beber,
qualquer cheiro ou sabor estranho é um
aviso de que o alimento pode esta
estragado.
*************
Alguns cheiros ficam guardados em nossa
memória, associados a determinadas
situações ou experiência vividas.
Assim, por exemplo, quando sentimos cheiro
de mato, podemos nos lembrar de uma
situação que aconteceu no passado (férias
da infância, uma viagem, a casa de nossos
avós), em muitos casos, revivemos até
emoções experimentadas naquela ocasião:
alegria, amor, raiva, medo, tristeza.
**************
A AUDIÇÃO
Os ouvidos e a audição
A audição é a capacidade de ouvir sons. Os órgãos da audição são os ouvidos.
Há muitos sons que não podemos ouvir, embora outros animais os
percebem. Isso acontece porque, em cada espécie animal, o nervo auditivo é
estimulado por sons de uma determinada faixa de freqüência. Sons muito
agudos ou muito graves não são percebidos pelo ouvido humano.
Por exemplo, há aptos para cães que não conseguimos ouvir, pois fazem
vibrar o ar com freqüência alta demais para nosso sistema auditivo. Os
golfinhos comunicam-se através de sons tão agudos que não podemos ouvi-
los diretamente, mas apenas com aparelho especiais.
Os nossos ouvidos ficam encaixados nos ossos temporais. Cada ouvido possui
três partes: ouvido externo, ouvido médio e ouvido interno.
Ouvido externo – É formado por duas partes:
pavilhão auditivo (orelha) - sua função é captar os sons, direcionando-os para o
interior do conduto auditivo;
canal auditivo externo – É um canal que conduz o som para o interior do
ouvido; no conduto existem pêlos e glândulas que produzem o cerúmen (uma
espécie de cera amarelada); os pêlos e o cerúmen protegem o ouvido contra a
entrada de corpos estranhos (como poeira, micróbios, etc.).
Ouvido médio. É também chamado de caixa do tímpano, situa-se dentro do osso
temporal. Nele se encontra o tímpano, que é uma fina membrana.
No ouvido médio existem três pequenos ossos (formados de fosfato de cálcio),
cujos nomes foram tirados dos objetos com que se parecem: bigorna, martelo e
estribo. Eles se articulam uns com os outros e recebem a vibração da membrana do
tímpano. Do ouvido médio sai um canal – a trompa de Eustáquio – que vai até a
faringe. Sua função é manter a pressão da caixa do tímpano igual à pressão
atmosférica.
Ouvido interno. Recebe também o nome de labirinto e divide-se em três partes:
• vestíbulo – é a cavidade separada do ouvido médio pela janela oval;
• canais semicirculares – são três tubos em forma de semicírculo;
• cóclea ou caracol – é um canal de 2,5 cm a 3 cm, com forma de espiral
O caminho do som
Como você pode observar no esquema do
ouvido humano, ao chegar no pavilhão
auditivo (orelha) o som é conduzido ao
interior do canal ou conduto auditivo
externo . Depois de percorrer o conduto, o
som chega à membrana do tímpano,
fazendo-a vibrar. No ouvido médio, a
bigorna, o martelo e o estribo recebem a
vibração da membrana do tímpano,
transmitindo-a ao ouvido interno, através da
membrana da janela oval.
Em seguida as vibrações atingem a
cóclea, provocando uma vibração no
líquido aí existente; esse líquido chama-
se endolinfa. A vibração é recebida pelas
terminações do nervo auditivo. O nervo
Os canais semicirculares, presentes na porção auditivo conduz até o cérebro as
interna do aparelho auditivo, são responsáveis impressões recebidas. Em uma região
também pelo equilíbrio corporal, juntamente com específica do cérebro as impressões são
os vestíbulos; quando o ser humano se interpretadas, fazendo-nos distinguir os
movimenta, o líquido no interior dos canais sons.
também se desloca, estimulando nervos que
enviam informações ao encéfalo sobre a posição
do corpo
A VISÃO
Os olhos e a visão
Os olhos são os órgãos responsáveis
pela visão.
Temos dois globos oculares. Cada um
apresenta uma parede formada por
três membranas: esclerótica, coróide e
retina.
A esclerótica é a membrana mais
externa, de cor branca e opaca. Na
parte da frente, apresenta uma
saliência e é transparente,
recebendo o nome de córnea.
A coróide, localizada sob a esclerótica,
é muito rica em vasos sanguíneos. O
sangue circula nessa membrana e nutre
as células do olho. Por isso, a coróide
também é chamada de camada
nutridora.
Na parte da frente, a coróide apresenta uma região
circular , chamada íris , cuja cor varia de pessoa
para pessoa, podendo ser azul, verde, castanha.
No centro da íris há um orifício, a pupila,
comumente chamada de menina do olho.
A retina, camada mais interna e sensível do
globo ocular, é formada por um prolongamento
do nervo óptico. Esse nervo tem origem no
cérebro e penetra no olho, atravessando a
esclerótica e a coróide. A cor da retina é sempre
preta.
Dentro do olho: O interior do olho é formado de três
elementos transparentes:
• humor aquoso – substância líquida e
transparente, que preenche o espaço entre a
córnea e o cristalino; este espaço é chamado de
câmara anterior do olho;
• cristalino – espécie de lente situada atrás da
íris; é sólido e transparente;
• humor vítreo – substância gelatinosa e
transparente, que preenche a cavidade
maior do globo ocular, atrás do cristalino.
A retina é composta por milhares de células nervosas que trabalham juntas
para detectar a luz, convertê-la em impulsos elétricos e interagir com o
cérebro para gerar a visão. As células fotorreceptoras são chamadas de
bastonetes e cones
Os cones são os responsáveis pela visão precisa, central e detalhada e pela
visão em cores, estando agrupados principalmente na mácula.
Os bastonetes são responsáveis pela visão periférica (lateral) e pela visão
noturna.
Estruturas de proteção dos olhos
O globo ocular apresenta, ainda, anexos: as pálpebras,
os cílios, as sobrancelhas ou supercílios, as glândulas
lacrimais e os músculos oculares.
As pálpebras são duas dobras de pele revestidas
internamente por uma membrana chamada conjuntiva.
Servem para proteger os olhos e espalhar sobre eles o
líquido que conhecemos como lágrima.
Os cílios ou pestanas impedem a entrada de poeira e de
excesso de luz nos olhos, e as sobrancelhas impedem
que o suor da testa entre neles.
As glândulas lacrimais produzem lágrimas
continuamente. Esse líquido, espalhado pelos
movimentos das pálpebras, lava e lubrifica o olho. Quando
choramos, o excesso de líquido desce pelo canal lacrimal
e é despejado nas fossas nasais, em direção ao exterior
do nariz.
Mecanismo da visão
Os raios de luz refletidos do
objeto entram nos nossos
olhos, atravessam as estruturas
oculares - a córnea, a pupila, os
humores, o cristalino – e chegam
ao fundo do olho, até a retina,
onde existem células sensíveis a
luz.
A imagem transformada
em impulsos nervosos, é
enviada a través do nervo
óptico ao cérebro. No cérebro
as informações (cor, forma,
tamanho e posição) são
“interpretadas” fazendo com
que a imagem do objeto em foco
seja vista na posição correta.
As lágrimas
Em cada olho existe uma
glândula lacrimal, que
fabrica um líquido chamado
lágrima.
A função desses líquido é
lubrificar e limpar o globo
ocular. Ele facilita a
movimentação do globo e
das pálpebras, além de
remover a sujeira, levando-a
para o canto do olho. A
quantidade de lágrimas
aumenta com o choro, como
o bocejo e sob
determinados tipos de
emoção. Nesses casos, uma
parte do líquido escorre para
Esquema anatômico do olho fora dos olhos e outra vai,
humano.
através de canais, para o
nariz, por onde é eliminada.
O trabalho da íris
A íris é a parte mais visível (e colorida) do olho de
vertebrados. Existe um orifício em seu centro,
chamado de pupila, cuja função é controlar a
quantidade de luz que entra no olho. Em um ambiente
com muita luz, ocorre a miose (diminuição do diâmetro
da pupila), ao passo que, com pouca luz, ocorre a
midríase (aumento do diâmetro da pupila).
A íris é formada por músculos lisos e por fibras
radiadas circulares. A contração e o relaxamento desses A íris é a área
estruturas da íris regula a pupila. Esta, você sabe, é a verde/cinza/marrom
(castanha). As
abertura que permite a entrada de luz. outras estruturas
visíveis são
a pupila (círculo preto
no centro) e a esclera
(parte branca do olho)
ao redor da íris. A
córnea está presente,
mas não é possível vê-
la na foto, por ser
transparente.
O trabalho do cristalino
Para regular o foco da imagem, o fotógrafo
ajusta as lentes, para frente ou para trás, de modo
que se forme , no filme, uma imagem nítida.
Quem regula o foco da imagem em nosso olho
é o cristalino. Ele faz isso automaticamente,
tornando-se mais espesso ou mais fino, graças
aos músculos que o repuxam sob o comando do
sistema nervoso autônomo (involuntário).
Esquema do
cristalino.
O movimento dos olhos
Sem mexer a cabeça, olhe
para cima, para baixo e para
os lados. Você é capaz de
executar esses movimentos
graças aos músculos dos
globos oculares.
Quando esses músculos
não funcionam bem, surge o
estrabismo (olho vesgo). Esse
defeito pode ser corrigido com
Estrabismo
o uso de óculos especiais ou
através de cirurgia; mas há
casos em que é impossível
Tipos de
estrabismo corrigi-lo.
Defeitos da visão
Miopia
É uma anomalia da visão que consiste em um
alongamento do globo ocular.
Nesse caso há um afastamento da retina em relação ao
cristalino, fazendo que a imagem seja formada antes da
retina, tornando-a não nítida. Para o míope, o ponto
próximo (ou remoto), que é o ponto onde a imagem é
nítida, está a uma distância finita, maior ou menor,
conforme o grau da miopia.
O míope tem grandes dificuldades de enxergar objetos
distantes.
A correção da miopia é feita comumente com a
utilização de lentes divergentes. Ela fornece, de um
objeto impróprio (objeto no infinito), uma imagem
virtual no ponto remoto do olho. Essa imagem se
comporta como objeto para o cristalino, produzindo
uma imagem final real exatamente sobre a retina.
Hipermetropia
A hipermetropia é um defeito oposto à miopia, ou seja, aqui existe uma
diminuição do globo ocular.
Nesse caso a imagem de objetos próximos é formada além da retina,
fazendo com que aquelas imagens não sejam formadas
com nitidez. A correção desse defeito é possível através da
utilização de uma lente convergente. Tal lente convergente deve
fornecer, de um objeto real, situado em um ponto próximo do olho, uma
imagem que se comporta como objeto real para o olho, dando uma
imagem final nítida.
Astigmatismo
Consiste no fato de que as superfícies que compõem o globo ocular
apresentam diferentes raios de curvatura, ocasionando uma falta de simetria de
revolução em torno do eixo óptico.
A correção é feita com a utilização de lentes cilíndricas capazes de compensar
tais diferenças entre os raios de curvatura.
Presbiopia
Anomalia da visão semelhante à hipermetropia, que ocorre com o
envelhecimento da pessoa, ocasionando o relaxamento dos músculos.
Porém, se a acomodação muscular for muito grande, o presbíope
também terá problemas de visão a longa distância, uma vez que com a
aproximação do ponto remoto, o problema se torna
semelhante ao da miopia. A correção nesse caso se
dá com a utilização de lentes bifocais (convergentes e divergentes).
Estrabismo
Tal anomalia consiste no desvio do eixo óptico do globo ocular, a correção é
feita com o uso de lentes prismáticas.
Extras
Vídeo Dr. Drauzio Varela – O cinco sentidos (copie
e cole o link no navegador)
[Link]
Responda os exercícios abaixo:
1. Uma pessoa entrou em um cinema quando o filme já havia começado. Imediatamente, houve um
aumento no tamanho de uma parte do olho. Que parte é essa?
2. Organize as partes do olho na seqüência, partindo do sentido da passagem de um raio de luz:
pupila, humor vítreo, córnea, cristalino, humor aquoso, retina.
2. Quais são os dois tipos de células sensíveis à luz encontradas na retina? Quais as diferenças entre
elas?
3. Identifique nas descrições abaixo as que correspondem aos seguintes problemas de visão:
miopia, astigmatismo, catarata, glaucoma, daltonismo.
a) Lente com pouca transparência.
b) Aumento da pressão intra-ocular.
c)Dificuldade de distinguir as cores.
d) Dificuldade de enxergar de longe.
e) Dificuldade de enxergar de perto.
5) Ordene os termos a seguir de acordo com o sentido da passagem de uma onda sonora: tímpano,
bigorna, pavilhão auditivo, estribo, cóclea, martelo, canal auditivo.
Responda os exercícios abaixo:
6) Substitua as letras em parênteses pelos termos que completam corretamente cada frase:
“A cóclea é um órgão sensitivo responsável pelo sentido da (a), e os canais semicirculares
atuam na (b).
7) Que estrutura permite equilibrar a pressão do ar dentro da orelha média com a pressão atmosférica?
7) Por que não é possível perceber o sabor dos alimentos quando estamos doentes?
8) Quais são os quatro tipos de sensações fundamentais percebidos pelos botões gustativos?
9) Dê um exemplo da importância dos receptores da pele para nossa sobrevivência.
10) Qual a função do nervo olfatório?
Referências
BARROS.C.; PAULINO.W.R.; Ciências, Corpo Humano 8º ano. 56ª.
ed. Editora
Ática-2001.
[Link]
[Link]
Nº do Direito da imagem como está ao lado da foto Link do site onde se conseguiu a Data do
slide informação acesso
2 Public Domain [Link] 28/07/15
iaanimal/[Link]
3 Redeabreu [Link] 28/07/15
content/uploads/2014/12/meio-ambiente-
[Link]
5 Public Domain [Link] 28/07/15
Ai4d2I/AAAAAAAAAKg/KSC2OA6TEWQ/s32
0/t
[Link]
7 Public Domain [Link] 28/07/15
101006103728-phpapp01/95/sentidos-7-
[Link]?cb=1286361529
14 Public Domain [Link] 28/07/15
p-content/uploads/2014/03/[Link]
15 Public Domain [Link] 28/07/15
[Link]
17 Public Domain [Link] 28/07/15
content/uploads/[Link]
18 Public Domain [Link] 28/07/15
content/uploads/2014/11/[Link]
18 Public Domain [Link] 28/08/15
content/uploads/imagens-animais-golfinhos-
[Link]
21 Public Domain [Link] 28/07/2015
content/uploads/2010/08/[Link]
Nº Direito da imagem como está ao Link do site onde se conseguiu a informação Data do acesso
do lado da foto
slide
23 Public Domain [Link] 29/07/15
[Link]
26 Public Domain [Link] 29/07/15
26 Public Domain [Link] 29/07/15
-
content/uploads/2014/03/[Link]
g
27 Public Domain [Link] 29/07/15
ni smo-da-visao/[Link]
28 Wikimedia [Link] 29/07/15
/5/5a/[Link]/[Link]
29 Wikimedia [Link] 29/07/15
[Link]
30 Public Domain [Link] 29/07/15
30 Public Domain [Link] 29/07/15
31 Public Domain [Link] 29/07/15
content/uploads/2014/01/[Link]
g
32 Public Domain [Link] 29/07/15
[Link]
33 Public Domain [Link] 29/07/15
6 [Link]
34 Public Domain [Link] 29/07/15
5 72d4db6439248588091ccfcb-205_137.jpeg