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Gestão Escolar e Motivação de Professores

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UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MOÇAMBIQUE

FACULDADE GESTÃO DE RECURSOS NATURAIS E MINERALOGIA

CURSO DE MESTRADO EM GESTÃO E ADMINISTRAÇÃO EDUCACIONAL

ANÁLISE DA INFLUÊNCIA DA GESTÃO ESCOLAR NA MOTIVAÇÃO E


COMPROMETIMENTO DOS PROFESSORES: UM ESTUDO DE CASO DE
UMA ESCOLA SECUNDÁRIA NA PROVINCIA DE TETE

ii
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MOÇAMBIQUE

FACULDADE GESTÃO DE RECURSOS NATURAIS E MINERALOGIA

CURSO DE MESTRADO EM GESTÃO E ADMINISTRAÇÃO EDUCACIONAL

ANÁLISE DA INFLUÊNCIA DA GESTÃO ESCOLAR NA MOTIVAÇÃO E


COMPROMETIMENTO DOS PROFESSORES: UM ESTUDO DE CASO DE
UMA ESCOLA SECUNDÁRIA NA PROVINCIA DE TETE

Docente: Mestre Palvina Manuel Nhambi


iii
Indice
CAPÍTULO I: INTRODUÇÃO...........................................................................................................1

1.1. Introdução........................................................................................................................1

[Link]ção.....................................................................................................................2

[Link] da pesquisa.............................................................................................................3

[Link] geral....................................................................................................................3

[Link] específicos.........................................................................................................3

1.5. Questões de investigação......................................................................................................3

1.6. Relevância do estudo............................................................................................................3

1.7. Justificativa espacial temporal...............................................................................................4

1.7.1. Espacial...............................................................................................................................4

1.7.2. Temporal............................................................................................................................4

2. Fundamentação teórica...........................................................................................................4

[Link] chaves...................................................................................................................4

2.2. Organização Escolar...............................................................................................................5

2.3. Administração e Gestão Escolar............................................................................................6

2.4. Administração escolar...........................................................................................................6

2.5. Gestão escolar.......................................................................................................................6

2.6. Tipos de gestão escolar.........................................................................................................7

2.7. Relação entre a gestão escolar e administração...................................................................8

2.8. Motivação..............................................................................................................................8

2.9. Comprometimento................................................................................................................9

2.10. Gestão escolar e sua influência na motivação e no comprometimento............................10

[Link] de Gestão e Administração Escolar........................................................................11

3. METODOLOGIA...............................................................................................................12

3.1. Definição de Metodologias.............................................................................................12

iii
3.2. Do ponto de vista da forma de abordagem do problema...............................................12

3.3. Do ponto de vista de seus objectivos.............................................................................13

3.4. Do ponto de vista de sua naturaza.................................................................................13

3.5. Do ponto dos procedimentos tecnicos...........................................................................13

3.6. Amostra..........................................................................................................................13

3.7. Tecnicas e insturmentos de colecta de dados................................................................13

3.8. Tecnicas e insturmentos de analise e validação dos dados............................................14

3.9. Aspectos eticos...............................................................................................................14

5. Referências Bibliográfica................................................................................................16
CAPÍTULO I: INTRODUÇÃO
1.1. Introdução

O presente projecto de pesquisa subordina-se ao tema: Análise da influência da gestão escolar na


motivação e comprometimento dos professores: um estudo de caso de uma escola secundária na
província de Tete. E tem como objectivo geral: analisar a influência da gestão escolar na motivação e
comprometimento dos professores no processo de ensino e aprendizagem numa das escolas
secundária da provincia de Tete.

A escola tem sido alvo de diversas discussões na actualidade, entre essas temáticas estão às formas
de gestão escolar que alcançam maior autonomia e legitimidade. Entretanto, observa-se que, em
relação à gestão escolar, as pesquisas deixam uma lacuna a ser preenchida, sobre o cotidiano da
gestão e dos sujeitos que compõem a comunidade escolar. A pesquisa tem o intuito de contribuir
para a importância da gestão escolar no processo educacional, aonde essa concepção vem
apresentando diversas lacunas conceituais.

O sistema educativo é importante para a sociedade, pois tem por finalidade de formar os indivíduos
que nela vivem, (Libâneo, 2002). Nesse sentido, tem como principal objectivo a formação, tanto na
vertente da educação escolar, como social, de cidadãos que questionem, actuem e transformem a
realidade social. Nesta vertente, para que haja eficiência no processo educativo é preciso que se viva
na escola uma gestão participativa.

A gestão escolar, assunto importante a ser discutido e que tem papel fundamental para o
funcionamento de uma unidade escolar, aparece num cenário de descrédito há décadas, sob o olhar
dos envolvidos na educação. Há uma percepção de que a maioria das pessoas que são gestores
escolares, são oriundos de indicações políticas, as quais estão frequentemente sendo realizadas. Para
Gouveia et al. (2004), isso de confirma, visto que não existem políticas públicas e organizações que
garantam o bom andamento como, por exemplo, de eleições para directores. Contudo, o
preenchimento dessas vagas, por meio de nomeação, traz grandes conflitos, até porque na maioria
das vezes as pessoas atribuem simbolicamente poder o nomeado

1.2. Contextualização

Até no séc. XVII vigorava nas organizações, o modelo de gestão autocrático que obedecia uma
hierarquia, seguindo o sentido vertical, sendo cima para baixo, onde as ordens partiam do topo a
partir do dirigente máximo (Director) da instituição para baixo (Chiavenato 2005). Outros
funcionários apenas limitavam-se por cumprir as ordens emanadas pelos seus superiores. Com a
revolução industrial, no séc. XVIII, este tipo de gestão começou paulatinamente a ser deixado de lado
porque não dava resultados que as sociedades esperavam.

Na perspectivas actuais sobre os modelos de gestão aceites para o desenvolvimento da escola Burak
e Flack (2011) associam gestão escolar a acções colectivas e democráticas, com a divisão de
1
responsabilidades individuais, que devem ser pautadas num projecto maior, que congrega todos os
membros da equipe escolar em torno de objectivos, metas, decisões e compromissos comuns.
Acentua-se o carácter político democrático, que, segundo o autor, deve permear a cultura
organizacional das instituições escolares. Já Cattani e Hozlmann (2011) preferem não delimitar esse
tipo de gestão à gestão escolar e a denominam gestão participativa. Acreditam que, na gestão
participativa, os trabalhadores estão investidos, directamente ou por delegação, da capacidade de
decisão na organização do trabalho, eventualmente nos processos administrativos e comerciais, e
mais raramente na condução geral da empresa.

Para Bordignon e Gracindo (2000) entendem que essa autonomia não se faz apenas com políticas
que buscam criar espaços e formas de organização da escola onde se construirá a gestão
democrática; o que se deve buscar é a redefinição de conceitos e formas democráticas dentro da
escola, discutindo-se o formato da democracia que desejamos através da oportunização da
participação dos diferentes segmentos do contexto escolar para desenvolvimento da escola.

Por seu turno Libâneo (2001, p. 115) salienta que as escolas podem traçar seu próprio caminho
envolvendo professores, alunos, funcionários, pais e comunidade próxima que, se tornam
corresponsáveis pelo êxito da instituição. É assim que a organização da escola se transforma em
instância educadora espaço de trabalho colectivo e aprendizagem.

[Link]ção

A gestão precisa ser vista dentro das organizações como aspecto democrático, no qual cada gestor
tenha conhecimento para administrar pessoas, conduzir os conhecimentos, suas ideias, suas e dos
colegas, gerenciar, constituir e reger as perspectivas da organização como um todo.

Em conversa informal com gestor de uma das escolas secundaria na provincia de Tete, revelou que
a gestão não tem sido democrática, pois os professores e outros funcionários reclamam que não são
envolvidos na tomada de decisão, na elaboração do plano de desenvolvimento de escola, na
planificação da utilização dos fundos de maneio, e geralmente os professores se sentem
surpreendidos pela vinda de novos materiais, pela alteração e ampliação das infra-estruturas.

Sabe-se que é nas práticas de gestão escolar que se encontram as bases do descontentamento e a
sua consequente desmotivação, bem como a falta de comprometimento dos professores, que se
rebate no modo como estes desenvolvem as suas actividades com os seus alunos (Ferreira, 2011, p.
23).

Compreende-se que a organização da escola é responsabilidade de todos, dentro e fora da sala de


aula, pois quando todos participam das tomadas de decisões, o trabalho é mais produtivo, há maior
comprometimento e responsabilidade.

O presente trabalho justifica-se pela necessidade da aplicação da gestão participativa, de modo a


proporcionar melhor motivação e comprometimento dos professores, o que se reflectira na redução
das reprovações. Diante a constatações acima referenciadas, colocase a seguinte questão: Como é

2
que o tipo de gestão escolar influencia na motivação e no comprometimento dos professores nesta
escola secundaria em Tete?

[Link] da pesquisa

[Link] geral

 Analisar a influência da gestão escolar na motivação e comprometimento dos professores no


processo de ensino e aprendizagem na escola secundaria em Tete.

[Link] específicos

Para a concretização do objectivo geral, propusemo-nos cumprir os seguintes objectivos específicos:

 Identificar o tipo de gestão escolar que se verifica nesta escola secundaria em Tete;

 Relacionar o tipo de gestão escolar patente com a motivação e comprometimento dos


professores na escola em causa;

 Propor algumas práticas de gestão escolar que favoreçam a motivação e o


comprometimento dos professores na escola.

1.5. Questões de investigação

 Quais são os tipos de gestão escolar que se verifica nesta escola secundaria em Tete?

 De que forma a gestão escolar pode influenciar na motivação e comprometimento dos


professores na escola?

 Que ações a escola deve promover na gestão escolar para que a motivação e o
comprometimento dos professores na escola seja visível?

1.6. Relevância do estudo

No âmbito pessoal, importa referir que o estudo sore gestão escolar na motivação e
comprometimento dos professores são de extrema pertinência para todos os membros da escola
porque pode contribuir para que os mesmos e, particularmente os líderes percebam a necessidade
de integração dos professores na gestão e na vida da escola. Isto significa, que os professores
também devem intervir na gestão da escola, bem como no processo de planificação do projecto
educativo. Para tal, esta pesquisa pode direcionar os gestores das escolas ao uso das regras de
gestão participativa, segundo o REGEB. O mesmo, constituí subsídio adicional à ciência na matéria de
gestão escolar, no que concerne à motivação e comprometimento dos funcionários, na medida em
que chama atenção aos gestores escolares a seguirem a prática de gestão participativa ou
democrática.

3
Do ponto de vista académico, espera-se que, em prol do desenvolvimento do conhecimento
científico, este projecto possa impulsionar novos debates e pesquisas científicas visando aprofundar
o conhecimento sobre os processos de gestão das escolas moçambicanas. Espera-se que esta
pesquisa possa contribuir para que os estudantes finalistas, funcionários, professores e directores
das escolas reflitam sobre a observância e aplicação do Regulamento do Ensino Básico quanto a
gestão escolar. De igual modo, espera-se a criação de espaços para que os professores participem e
realizem as suas actividades nesta área, para que se sintam envolvidos e comprometidos, não só em
relação ao processo de ensino aprendizagem, como também na vida da escola.

No plano social, este tema pode ser relevante para os órgãos, de gestão escolar possam ver a
motivação e comprometimento dos professores como algo que pode ajudar numa gestão
democrática e contribui para a aquisição de mais conhecimentos na área de gestão escolar; ao nível
social, dá-se referência ao desenvolvimento da sociedade pela melhoria na qualidade de ensino que
é o fruto de boas práticas de gestão escolar.

1.7. Justificativa espacial temporal

1.7.1. Espacial

A pesquisa relacionada ao tema: “Análise da influência da gestão escolar na motivação e


comprometimento dos professores: um estudo de caso de uma escola secundária na provincia de
Tete.” o estudo será efectuada na Província de tete, provincia esta que situa-se no extremo noroeste
do país, e faz fronteira com 3 (três) Países numa extensão total de 1480Kms, nomeadamente com a
República do Malawi 610 Kms, com a República da Zâmbia 420 Kms e com a República do Zimbabwe
450Kms. Zâmbia e Malawi a norte, Malawi a este, Zâmbia e Zimbabwe a oeste e a sul com o
Zimbabwe e três províncias Moçambicanas, Zambézia a este, Manica e Sofala a sul.

1.7.2. Temporal

Na perpectiva temporal o estudo vai abarcar os períodos compreendidos entre os anos 2022 a 2023
justifica se esses anos primeiro por ser esse período em que nesta escola secundaria localizada na
provinciade tete ouvi muito absentismo por parte dos professores e quando questionado eles
alegavam a má gestão por parte dos gestores isso não lhes motivava a trabalhar e conseguintemente
isso ira influenciar no seu comprometimento com a profissão.

2. Fundamentação teórica

[Link] chaves
O conceito de escola pode ser visto de duas formas, segundo diferentes autores; Libâneo et al, (2002,
p. 298) consideraram a escola como sendo um estabelecimento de ensino, quando disseram que:

Escola é o espaço de realização, tanto dos objectivos do sistema de ensino,


quanto dos objectivos de aprendizagem. É uma instituição social cujo
objectivo é o desenvolvimento das potencialidades físicas, cognitivas e
4
afectivas do aluno, por meio da aprendizagem dos conteúdos para se tornar
cidadão participativo na sociedade em que vive.

A escola é um estabelecimento que tem como finalidade a formação e a educação de indivíduos de


uma dada comunidade (Nóvoa 1999, p. 58). A escola deve ser um meio onde se desenvolve a
formação ética e cultural dos alunos, propiciando actividades que envolvam a ordem física, cognitiva,
ética, estética, relação interpessoal e inserção social, (Freitas, 2007, p. 126).

No entanto, pode-se perceber que a escola é uma instituição educativa cuja sua finalidade é garantir
a transformação integral do ser humano, por meio de ensino de alunos, sob a direcção de
professores.

Estas definições de escola podem ser aplicadas à realidade das escolas moçambicanas. O Sistema
Nacional de Educação, em conformidade com o artigo 3º da Lei nº 6/92, tem por finalidade assegurar
a educação pela cidadania, a formação dos cidadãos com uma sólida preparação científica, técnica
cultural e física para o desenvolvimento económico e social,
desenvolver habilidades e conhecimentos de carácter vocacional, que lhes permitam uma integração
plena na sua comunidade.

2.2. Organização Escolar


De um modo geral, qualquer organização pode ser vista como uma forma de disposição de um
determinado sistema para atingir os resultados pretendidos; No entanto, no âmbito social, uma
organização é tida como um agrupamento humano intencionalmente construída e reconstruída, a
fim de se atingirem objectivos específicos, não sendo portanto uma unidade pronta e acabada, mas
sim um organismo social, vivo e sujeito a mudanças (Teixeira 2005, p. 24);

Uma organização pode ainda ser considerada como uma unidade social conscientemente
coordenada, composta de duas ou mais pessoas, que funciona de maneira relativamente contínua,
para atingir um objectivo comum (Robbins 2002, p. 4).

Contudo, o conceito de organização escolar é especifico na medida em que a organização escolar é


tida como uma unidade social com responsabilidades educativas que reúne pessoas que interagem
entre si, intencionalmente, operando por meio de estruturas e de processos organizativos próprios a
fim de alcançar objectivos educacionais (Libâneo et al, 2002, p. 316).

Portanto, a organização escolar distingue-se de outras organizações pela sua finalidade, que se
circunscreve em formar e educar o homem, de modo a torna-lo um indivíduo útil na sociedade em
que se insere e capaz de dar um contributo eficaz para o desenvolvimento sustentável da própria
sociedade.

5
2.3. Administração e Gestão Escolar
Os termos “administração” e “gestão” e são utilizados, na literatura educacional, ora como
sinónimos, ora como termos distintos. Neste trabalho, a gestão é tomada como uma expressão mais
ampla do conceito de administração, que consiste na condução dos destinos de um
empreendimento, que permitem o alcance de seus objectivos.

2.4. Administração escolar

A administração é um conjunto de princípios, normas e funções que têm por fim ordenar os factores
de produção e controlar a sua produtividade e eficiência, para se obter determinado resultado
(Dourado 2006, p.14).”

A administração é a utilização racional de recursos para a realização de determinados fins visando o


bom funcionamento de uma organização (Fortuna, 2005, p.85).

Porém, a administração escolar é um conceito particular, que se interpreta como sendo um processo
de planear, organizar, dirigir e controlar os recursos materiais, financeiros e humanos com vista à
efectivação de objectivos educacionais (Paro, 2001, p. 163).

Portanto, a administração escolar é entendida como, um conjunto de procedimentos de projecção,


organização, condução e fiscalização de recursos materiais, económicos e humanos com a finalidade
de permitir a consecução das metas predeterminadas para o funcionamento adequado de uma
escola. Daí que, tanto os princípios quanto as funções de administração estão directamente
relacionadas aos fins e á natureza da organização social em qualquer realidade e, ao mesmo tempo
determinados por uma dada sociedade.

2.5. Gestão escolar


A gestão é um processo que permite a obtenção de resultados (bens ou serviços) com o esforço dos
outros. Esta deve incidir sobre as pessoas, recursos, processos e resultados, promovendo acções
recíprocas e orientando o sistema no seu conjunto (Teixeira, 2005, p.5).

A gestão é uma aplicação ordenada e sistemática do saber que envolve processos e resultados, pois o
alcance destes implica o saber, o saber fazer e saber ser, (Drucker 2004, p.17)”.

A gestão escolar é um conjunto de normas, directrizes, acções e procedimentos que asseguram a


racionalização de recursos humanos, materiais, financeiros e intelectuais, tendendo a formação de
cidadãos com competências e habilidades necessárias à inserção social, (Libâneo, et al; 2002, p. 293).

Entretanto a gestão escolar é a forma de organizar o funcionamento da instituição de ensino nos


aspectos políticos, administrativos, financeiros, tecnológicos, culturais e pedagógicos, procurando
dar transparência às suas acções e actos, possibilitando à comunidade escolar o local de aquisição de
conhecimentos, saberes, ideias num processo que consiste em aprender, criar, dialogar, construir,
transformar e ensinar.

6
2.6. Tipos de gestão escolar
Na arena de administração e gestão distinguem-se vários tipos de gestão. Todavia, no âmbito
organizacional destacam-se três tipos de gestão.

a) Autocrática

Gestão autocrático é um tipo de gestão que se basea pela centralizacao do poder, impõsição dos
pontos de vista e impde a participação membros na tomada de decisão da organização (Chiavenato,
2006, p. 18).

Na gestão autocrática o líder fixa as regras, sem qualquer participação do grupo, delibera as
providencias e as técnicas para a execução das tarefas, na medida em que se tornam necessárias e
de modo impresível para o grupo e decide qual a tarefa que cada um deve executar e qual o seu
companheiro de trabalho, (Fortuna, 2005, p. 92).

b) Burocrática

Gestão burocrática é aquela em que o líder se ocupa sempre pelos formulários,fichas de controlo e
afirma seguir as normas de modo a dar à instituição uma organicidade rígida, explícita e regularizada,
divisão de responsabilidades e especialização do trabalho (Chiavenato, 2006, p. 19).

Conquanto, a gestão burocrática caracteriza-se pela hierarquia e controle enfocado nos processos, é
constituída por uma estrutura social racionalmente organizada e compete ao líder a autoridade e o
poder de coação sobre os subordinados e meios coercivos capazes de impor a disciplina (Robbins,
2002).

c) Democrática

A gestão democrática consiste na descentralização de poder e o líder compartilha problemas da


organização com os demais membros, ausculta propostas e toma decisões baseando-se na
colectividade (Teixeira, 2005, p. 8).

Na gestão participativa, as directrizes, as providencias e as técnicas são debatidas e esboçadas pelo


grupo, estimulado e assistido pelo líder e solicitam explicação técnica ao líder quando necessário,
passando este a sugerir duas ou mais alternativas para o grupo escolher.
(Paro 2001 p. 201). A liderança democrática é a mais adaptada para a condução das actividades de
uma escola. O bom director tem sempre a preocupação de auscultar os demais participantes,
colhendo suas sugestões, ideias, contribuições espontâneas. (Luck, et al, 2005, p. 16).

A gestão democrática depende das qualidades e competências do seu gestor, mais que nunca, o
gestor democrático deve ser consciente e crítico.

No entanto, Luck, (2002, p.18) aponta alguns indicadores de uma gestão escolar participativa:

7
Criação de forma contínua uma visão de conjunto associada a uma acção de
cooperativismo; promoção de um clima de confiança; valorização das
capacidades e aptidões dos participantes; associação de esforços,
fragmentação de arestas, eliminação de divisões e integração de esforços;
estabelecimento de demanda de
trabalho centrado nas ideias e não em pessoas e desenvolvimento de prática
de assumir responsabilidades em conjunto.

A gestão democrática depende da transparência, controle e avaliações; debate e votação das


decisões colectivas; normas de gestão regulamentadas e legitimadas pela maioria; coerência da
gestão da democrática, vigilância e controle da efectividade das acções (Fortuna, 2000, p. 19).

Portando, a gestão autocrática ou tradicional baseia-se na centralização do poder e não favorece o


envolvimento dos membros na tomada de decisão. A gestão burocrática direcciona-se na hierarquia,
controlo dos processos, a organização contem uma estrutura social racionalmente organizada, o líder
é detentor da autoridade e não permite a participação dos demais funcionários na decisão da vida
organização. A gestão democrática é um modelo que possibilita o envolvimento, a participação de
todos membros na tomada de decisão da vida da organização, o esboço das directrizes e técnicas são
debatidas pelo grupo. Para o efeito e a gestão participativa é o mais adequado para o sucesso e o
alcance das metas das organizações escolares.

2.7. Relação entre a gestão escolar e administração

A gestão é a função de colocar em prática as políticas e planos decididos pela administração. A


administração é o processo de tomada de decisão sobre os recursos disponíveis, trabalhando com e
através de pessoas para atingir os objectivos (Chiavenato, 2006, p. 19).
Administração é responsável pela planificação, organização, controlo, coordenação e comando de
decisões importantes de uma organização em sua totalidade. A gestão toma decisões dentro dos
limites do quadro, que é definida pela administração (Luck, et al 2005, p. 17).

Portanto, a administração é o nível superior de uma organização. A gestão é o subconjunto de


administração que tem a ver com as facetas técnicas e materiais da operação de uma organização.
Administração está acima da gestão. A gestão é dependente da administração e ambos são similares,
na medida em que se comprometem para o funcionamento adequado para o alcance das metas da
organização.

2.8. Motivação
A motivação é o desejo e a disponibilidade individual que leva o indivíduo a tomar alguma atitude
que o permita alcançar objectivos (metas) condicionados pela capacidade de satisfazer objectivos
individuais (Amelsvoort, 1999 p. 5).

Motivação é o gosto de executar altos níveis de esforço em direcção a objectivos organizacionais,


condicionados pela capacidade de satisfazer objectivos individuais. A motivação depende dos
propósitos, força e intensidade do comportamento, duração e firmeza (Chiavenato, 2005, p. 162).

8
Motivação é o reforço da vontade das pessoas em se esforçarem para alcançar os objectivos da
organização (Teixeira 2005, p. 63).

Portanto, Baseando-se nas definições acima, pode-se perceber que a motivação é um conjunto de
forças internas que mobilizam e orientam o comportamento de um indivíduo em direcção a
determinados objectivos, originando um determinado tipo de acção ou comportamento. Ela permite
que se atinjam os objectivos da instituição, melhore a qualidade dos serviços, a criatividade e o
aumento da disponibilidade para o trabalho. Daí que deve ser vista como um processo que fornece
aos membros da organização a oportunidade de satisfazer as suas necessidades e cumprir os seus
objectivos.

2.9. Comprometimento

Existem vários significados para “comprometimento”, tais como, engajamento, agregamento e


envolvimento. O comprometimento é o envolvimento e a ligação emocional entre o trabalho
individual e o trabalho de uma organização (Amelsvoort, 1999, p.135 apud Visscher).

O comprometimento é um vínculo do trabalhador com os objectivos e interesses da organização,


estabelecido e perpetuado por intermédio dessas pressões normativas” (Bastos et al, 1997, p. 99).

Portanto comprometimento é um enlace organizacional do indivíduo com a empresa que incita a


realizar um esforço considerável em prol da empresa. O comprometimento é usado para descrever
não só actividades, mas o próprio indivíduo. É assumido como um estado de ânimo, caracterizado
por sentimentos ou reacções afectivas, positivas, tais como lealdade em relação a algo (Fortuna,
2005, p. 101).

O comprometimento com a profissão pode ser entendido como relação positiva do indivíduo com a
sua vocação ou profissão. É positiva quando se relaciona procurando o desenvolvimento de
competências profissionais e negativa quando existe a intenção de abandonar a profissão (Paro,
2001, p. 202).

Ferreira (2011, p. 19) particulariza o comprometimento e direcciona aos


professores, dizendo:

No caso concreto dos professores o comprometimento pela satisfação ou


insatisfação destes tem sido frequentemente alvo de reflexões e trabalhos de
investigação, pois é lhe reconhecida uma grande influência na motivação
para o desenvolvimento do seu trabalho, melhoria das práticas educativas e
realização profissional. Baixos níveis de motivação e satisfação podem
concorrer para elevados níveis de absentismo, abandono da profissão,
diminuição da auto-estima.

A motivação e o comprometimento dos professores têm sido estudados a partir de duas abordagens:
a psicológica, que utiliza vários conceitos como satisfação no trabalho, satisfação ocupacional e
satisfação para a vida; e, a sociológica, que se concentra na socialização e na carreira do professor
(Moreira 2005). É usualmente tratada como certa ou então como uma constante. Porém, há
9
evidências para acreditar que, como na maioria das ocupações, existe uma discrepância considerável
entre os professores em termos de motivação e comprometimento no trabalho (Paro, 2001).

Neste sentido, pode-se perceber que o comprometimento dos profissionais pode ser intrínseca e/ou
extrínseca. Os professores, enquanto profissionais da educação, não constituem excepção. Se o
exercício da profissão não lhes traz recompensas pessoais (progressão na carreira, salários
compatíveis), o reconhecimento e um ambiente propício de trabalho, interfere negativamente no
processo de ensino - aprendizagem.

2.10. Gestão escolar e sua influência na motivação e no comprometimento

A motivação é uma força interior que se modifica a cada momento durante toda a vida (Paro, 2001 p.
12). Gestão escolar pode influenciar de forma positiva ou negativa na motivação e
comprometimento dos funcionários de uma organização. Esse aspecto depende do gestor e do tipo
de gestão a ser aplicada de forma efectiva na organização (Nogueira 2010, p. 24).

Diante dos três modelos de gestão (tradicional, participativo e liberal), o participativo é mais
adequado para as unidades escolares, pois permite o envolvimento de professores e de outros
funcionários na decisão da vida da escola (Pires 1987, p. 105).

Todavia, a existência apenas de gestão participativa não reflecte a existência da democracia na


escola, é necessário que o gestor tenha em si respeito, sinceridade, transparência, credibilidade,
dedicação, saúde, família, finanças, educação, camaradagem e harmonia (Freitas, 2011 p. 6).

Na gestão directiva, o líder toma decisões individuais, desconsiderando a opinião dos liderados; a
gestão consultiva, esta voltada para as pessoas e há participação dos liderados no processo decisório
e na gestão liberal as pessoas têm mais liberdade e não há supervisão constante (Valente 1999 p.
99).

A influência da gestão escolar na motivação e no comprometimento, depende do tipo de gestão e da


natureza do líder, na medida em que os professores e funcionários são envolvidos ou excluídos na
tomada de decisão da vida da escola (Gumieiro 2010, p. 43).

Em nossa óptica, podemos sublinhar que o elevado índice de qualidade e


produtividade de uma unidade escolar, depende da aplicação de cada tipo de gestão na organização
escolar, e consequentemente sua influência na motivação e no comprometimento dos seus
funcionários. Numa organização em que gestor decide sem precisar a reflexão de outros
colaboradores, influencia negativamente os funcionários e baixa a produtividade da organização.
Um gestor que opte em envolver os colaboradores no processo decisório, influencia-os de forma
positiva e faz com os mesmos possa dar o seu potencial máximo para a produtividade da escola.

Na gestão liberal, a produtividade é fraca, devido a ausência da supervisão constante. Para o efeito,
cabe ao gestor a escolha de melhor gestão para o destino sua organização.

10
[Link] de Gestão e Administração Escolar
Vários autores descrevem as teorias sobre administração escolar de diversas
formas baseando-se das concepções gerais de administração.

No entanto, Paro (2001) diz o seguinte:

As teorias de administração sugiram com o advento da revolução industrial e


descreviam as modalidades de funcionamento das organizações fabris, onde
administração se baseava no princípio de autoridade que se expressa por
hierarquia assente numa relação estrutural de superior/subordinado e tendo
sido mais tarde incorporadas a outros tipos de organizações sociais.

Historicamente, o conceito de administração advém dos fundamentos da Teoria Geral da


Administração representada por meio de três concepções:

A administração científica de Frederick W. Taylor, a administração geral de


Henri Fayol e a administração burocrática da racionalidade de Max Weber.
Essas concepções significam a organização da administração, com vista a
atender as necessidades de gestão e controle dos meios materiais e funções
do trabalho” (Ferreira 2011, p. 21).

Para Weber, a administração burocrática apresenta uma estrutura organizacional e princípios


comportamentais rígidos onde todos poderes estão concentrados. A escolha e avaliação das pessoas
obedeciam o critério do mérito e competência técnica e não em preferências pessoais (Basílio, 2014)

Elton Mayo e Amitai Etizioni entre outros (inspirados em Taylor e Weber) desenvolveram a
concepção da escola estruturalista com uma visão mais humana. Esta enfatizava a necessidade de
manter boas relações no ambiente de trabalho, onde todos participam, mas com o princípio da
administração a autoridade (Canavarro, 2005)

A teoria comportamental baseia-se na motivação humana para dirigir as pessoas e tenta conciliar as
teses da teoria clássica e de relações humanas de Elton Mayo, procurando interrelacionar as
organizações com o seu meio externo (sociedade maior), caracterizada pela interdependência entre
elas (Dias, 2003, p. 66).

As três concepções tiveram maior predominância nos sistemas educativos e nas escolas. Foi assim
que estas passaram a adoptar o modelo de administração científica, que se pauta por ser uma
estrutura centralizada, hierarquizada, sujeita a regulamentos rígidos e a rotinas inflexíveis
(Chavenatto, 2005).

Teoria de gestão participativa surge a partir da evolução das abordagens modernas como a da
contingência, a teoria geral dos sistemas e ganha destaque depois da segunda guerra mundial no
Japão e depois e aplicada por Visconde de Mauá no Brasil, com intenção de elevar a produtividade
industrial (Fortuna, 2005, p. 156).

11
Esta teoria fundamenta-se pela descentralização, participação de todos trabalhadores na tomada de
decisão da vida da organização (Chiavenatto, 2001).

Outra teoria é a “Teoria da Motivação” de McClelland, que se fundamenta no propósito de que o


indivíduo tem a necessidade de alcançar o sucesso, de atingir metas elevadas e de ter êxito em
tarefas difíceis (Nhanice 2013, p. 29).

Todavia, para este autor, a quantidade de êxitos e de sucessos que os indivíduos adquirem perante
as tarefas, aumenta a auto-confiança e conduz à obtenção de novos sucessos. Esta teoria sugere a
importância do reconhecimento e da gratificação face às boas realizações dos participantes como
agente causador do interesse, do progresso sucessivo da autoconfiança e da motivação para a
aprendizagem.

Existem diversas teorias que explicam o comportamento, sendo a motivação


objecto de estudo dessas teorias, cada uma delas lhe dá uma especial atenção (Teixeira 2005 e
Robbins 2002).

A motivação pode ser explicada numa abordagem comportamentalista, por meio de conceitos como
gratificação e estimulo, sendo a gratificação um objecto ou facto atractivo, fornecido como resultado
de um procedimento característico e o estimulo um objecto que encoraja ou desencoraja
comportamento. Neste caso a motivação é vista como extrínseca (Robbins 2002, p. 156)

Nesta óptica percebe-se que foi existindo uma evolução de teorias que sustentam administração de
uma organização, partindo da tradicional. Se for aplicado o modelo de administração científica à
escola, o director é o representante da lei e da ordem, responsável pela supervisão e pelo controle
das actividades e tem a última palavra na tomada de decisões. Todavia, foram surgindo distintas
modalidades de processos de gestão em conformidade com as finalidades sociais e políticas da
educação em relação à sociedade e à formação dos alunos. Esta é uma realidade que não se dissocia
da escola em estudo.

3. METODOLOGIA

[Link]ção de Metodologias

É na metodologia onde traçamos os passos a seguir para testar as hipóteses do estudo, como
também alcançar os objectivos. Desse modo, para o presente trabalho, iremos detalhar a nossa
pesquisa, seguindo a lógica da pesquisa quanto a natureza, ao problema, aos objectivos,
procedimentos técnicos, população e amostra de estudo, sendo que na última fase iremos detalhar
as técnicas de recolha e análise de dados.

[Link] ponto de vista da forma de abordagem do problema

Este estudo trata-se de uma pesquisa qualitativa do tipo exploratório, descritivo e de campo, o qual
busca analisar as percepções sobre a análise da influência da gestão escolar na motivação e
comprometimento dos professores .

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A pesquisas qualitativas trabalha com o universo de significados que não podem ser reduzidos à
operacionalização de variáveis (Minayo, 2001), preocupando-se com aspectos da realidade não
mensuráveis, centrando-se assim, na compreensão e explicações da dinâmica das relações sociais
(Gerhadt; Silveira, 2009).

3.3. Do ponto de vista de seus objectivos

Por outro lado, Thomas, Nelson e Silverman (2007, p. 29), afirmam que, nas pesquisas descritivas “A
técnica mais prevalente nesse tipo de pesquisa é a obtenção de declarações, sobretudo por
questionários”. O que reforça a importância da utilização de questionário no levantamento de dados
e na obtenção de resultados. Outrossim, a pesquisa exploratória, assim como a de campo, envolve
dentro de suas características, a entrevista com pessoas que tiveram experiências prática com o
problema pesquisado (GIL, 2010).

3.4. Do ponto de vista de sua naturaza

Segundo Gil (1994), descreve dois momentos de natureza da pesquisa, a básica e aplicada. Pesquisa
básica: objectiva gerar conhecimentos novos, úteis para o avanço da ciência sem aplicação prática
prevista, envolve verdades e interesses universais. Pesquisa aplicada: objectiva gerar conhecimentos
para aplicação prática, dirigida solução de problemas específicos, envolve verdades e interesses
locais.

A presente pesquisa enquadrar–sê-a na pesquisa básica, por pretendermos gerar novos


conhecimentos científicos, mas a sua aplicação de ponto de vista prático, será de longo prazo.

3.5. Do ponto dos procedimentos tecnicos

Quanto aos procedimentos, cingir-se-á na pesquisa bibliográfica. Pois segundo Gil (1994), o presente
método consiste no desenvolvimento do estudo a partir de material já publicado, como livros,
artigos, periódicos, Internet.

3.6. Amostra

Segundo Marconi & Lakatos (2010), amostra é uma parcela convenientemente seleccionada de um
universo é um subconjunto do universo. Amostra do estudo será constituído por 12 indivíduos sendo
2 gestores de uma escola secundaria em tete e 10 professores da mesma escola. A coleta será
realizada na própria escola, em espaço disponibilizado pela coordenação, após breve explicação dos
objetivos da pesquisa e das formas de participação.

3.7. Tecnicas e insturmentos de colecta de dados

Objectivando responder as questões levantadas no início da pesquisa e tomando em conta o


contexto escolar serão utilizados alguns instrumentos recomendados, a saber: ficha de identificação
e caracterização dos participantes e roteiro de entrevista, sendo que a entrevista foi o principal meio
13
de recolha das informações. Optou se pela entrevista, por representar uma das formas básicas,
eficazes e mais adequada para colher as percepções dos professores e alunos sobre a temática em
análise neste trabalho e em conformidade com a abordagem de estudo adoptada.

3.8. Tecnicas e insturmentos de analise e validação dos dados

Para o tratamento dos dados obtidos a partir do questionário aplicado, utilizou-se de análise
temático-categorial proposta por Minayo (2014), onde consiste em “descobrir os núcleos de sentido
que compõem uma comunicação, cuja presença ou frequência signifiquem alguma coisa para o
objeto analítico visado” (Minayo, 2014).

3.9. Aspectos eticos

Para garantir os aspectos éticos optar-se-á pelos procedimentos seguintes:


a). Será feita um pedido a permissão, por escrito, à direcção desta escola secundaria na provincia de
Tete para a realização da pesquisa. b). Nos respondentes, serão atribuídos pseudónimos para não
expor os seus nomes perante a pesquisa. c). Os respondentes das entrevistas, participarão no estudo
de forma livre, após um convite feito pelo investigador para o efeito. d). será garantido o sigilo
profissional (confidencialidade). e). Os dados recolhidos não tararão prejuízos nos professores e
gestores entrevistados, apenas servirão para a pesquisa.

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4. Cronograma de actividades

Actividades Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Desembro

Apresentação e explicação do
objectivo da pesquisa

Preparação de instrumento
de recolha de dados

Recolha de dados

Compilação dos dados para o


projecto

Elaboração do trabalho final

Fonte Autor 2024

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5. Referências Bibliográfica
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