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Entendendo a COVID-19: Sintomas e Diagnóstico

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COVID-19

(Doença do coronavírus 2019; COVID)


PorSophie Katz, MD, MPH, Vanderbilt University Medical Center
Revisado/Corrigido: jul. 2024
VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDE

FATOS RÁPIDOS

A COVID-19 é uma doença respiratória aguda que pode ser leve


ou grave e é causada por um coronavírus chamado SARS-CoV-2.

 Sintomas|
 Diagnóstico|
 Tratamento|
 Prevenção|
 Mais informações

Recursos do assunto
 Análises laboratoriais (0)
 Áudio (0)
 Imagens (0)
 Modelos 3D (1)
 Tabelas (0)
 Vídeo (1)

 Os sintomas da COVID-19 variam significativamente.


 Dois tipos de testes podem ser utilizados para diagnosticar uma infecção
por COVID-19.
 Devem ser tomadas medidas para prevenir infecções, especialmente
vacinação.
 O tratamento da COVID-19 depende da gravidade da doença e da
probabilidade de a pessoa desenvolver doença grave.

Vírus da COVID-19

MODELO 3D

A COVID-19 foi inicialmente relatada no final de 2019 e, desde então,


disseminou-se amplamente por mundo todo. Para informações atuais
sobre o número de casos e mortes, consulte o documento Centros de
Controle e Prevenção de Doenças: O rastreador de dados COVID e
o painel da Organização Mundial da Saúde sobre o coronavírus (COVID-
19).

O coronavírus que causa a COVID-19 é chamado SARS-CoV-2. Ele está


relacionado ao coronavírus que causa a SARS, mas é ligeiramente
diferente dele.

Os determinantes sociais da saúde (condições dos locais onde as


pessoas nascem, vivem, estudam, trabalham e se divertem) afetam uma
ampla gama de riscos e resultados de saúde, como a exposição à
infecção por SARS-CoV-2, COVID-19 grave e morte, bem como o acesso
a testes, vacinação e tratamento. Nos Estados Unidos, no pico da
pandemia, os casos de COVID-19, as hospitalizações e as taxas de morte
foram maiores em alguns grupos de minorias raciais e étnicas, incluindo
pessoas negras, hispânicas ou latinas, indígenas americanos e nativas
do Alasca.

A maioria dos vírus, incluindo o vírus SARS-CoV-2, evolui e surgem novas


variantes do vírus. As variantes com potencial para serem mais
transmissíveis, mais propensas a causar doença grave ou que são mais
difíceis de tratar ou detectar são rastreadas como variantes
preocupantes e são comumente referidas pelo seu rótulo do alfabeto
grego. As variantes dominantes nos Estados Unidos e em grande parte
do mundo são Alfa, Beta, Delta e Ômicron. A variante Ômicron tem sido
a variante mais comum em todo o mundo desde março de 2022, com
subvariantes Ômicron mais recentes e transmissíveis substituindo a
variante Ômicron original.

Transmissão da COVID-19
A COVID-19 é transmitida principalmente de pessoa para pessoa por
meio das gotículas respiratórias que são produzidas quando uma pessoa
infectada tosse, espirra, canta, se exercita ou fala. O vírus se dissemina
através de grandes gotículas respiratórias que podem percorrer
distâncias curtas e de aerossóis de pequenas partículas respiratórias
que podem permanecer no ar durante várias horas e percorrem
distâncias maiores (2 metros) antes de serem inalados.

De maneira geral, quanto mais próxima e mais longa for a interação


com uma pessoa infectada, maior será o risco de disseminação do vírus.
Fatores como a distância de uma pessoa infectada, a duração de tempo
na presença de uma pessoa infectada, o tamanho do espaço de ar e a
direção e a velocidade do fluxo de ar podem contribuir para esse risco.
As pessoas também podem contrair uma infecção pelo COVID-19 ao
tocar algo que tenha o vírus e depois tocar sua própria boca, nariz ou
olhos.

O vírus geralmente é transmitido por uma pessoa com sintomas da


infecção. No entanto, o vírus pode ser transmitido por pessoas antes de
apresentarem sintomas (pré-sintomáticas) e até mesmo por pessoas
infectadas, mas que nunca desenvolvem sintomas (assintomáticas).

Situações com alto risco de transmissão incluem instalações de moradia


conglomerada (por exemplo, instituições de cuidados de idosos e outras
de cuidados de longo prazo, escolas residenciais, prisões, navios) e
ambientes cheios e mal ventilados (como serviços religiosos internos,
academias, bares, clubes noturnos, restaurantes internos e instalações
de embalagem de carnes). Os moradores de instituições de cuidados de
idosos também correm alto risco de doença grave devido à idade e a
comorbidades subjacentes.

Grandes eventos internos, como reuniões ou casamentos, também


foram associados a altas taxas de transmissão. Esses eventos têm sido
chamados de eventos de superdisseminação e podem causar altas taxas
de infecção devido ao grande número de pessoas fisicamente próximas
umas das outras sem fluxo de ar ou ventilação adequados.

Testes virais em pessoas com COVID-19 podem permanecer positivos


por pelo menos três meses, independentemente dos sintomas. No
entanto, mesmo as pessoas com sintomas persistentes geralmente não
são consideradas infecciosas após 10 dias de doença.

Sintomas da COVID-19
Os sintomas variam em pessoas com COVID-19 e podem incluir:

 Febre
 Tosse
 Inflamação da garganta
 Congestão nasal ou coriza
 Falta de ar ou dificuldade para respirar
 Calafrios ou tremores repetidos com calafrios
 Perda do olfato ou do paladar
 Fadiga
 Dor muscular
 Dor de cabeça
 Náuseas ou vômitos
 Diarreia
Se as pessoas desenvolverem sintomas, eles geralmente aparecem
cerca de 2 a 10 dias (período de incubação) após serem infectadas. Para
a variante Ômicron, os sintomas geralmente aparecem em apenas dois
a quatro dias. Muitas pessoas infectadas não apresentam sintomas ou
têm apenas uma doença leve.

O risco de doença séria e morte em pessoas com COVID-19 aumenta

 Com a idade
 Em pessoas que fumam ou que fumaram cigarros no passado
 Em pessoas com outros distúrbios médicos graves, como câncer ou
doença cardíaca, pulmonar, renal ou hepática crônica, anemia
falciforme, fibrose cística, diabetes, obesidade ou distúrbios que
comprometem o sistema imunológico

Para todas as faixas etárias, o risco de doença grave e morte diminui em


pessoas vacinadas contra a COVID-19.

Complicações

Além da doença respiratória, que pode ser grave e levar à morte, outras
complicações sérias incluem

 Distúrbios cardíacos, incluindo arritmias, distúrbios do músculo cardíaco


e lesão renal aguda
 Distúrbios de coagulação, incluindo coágulos sanguíneos em vasos
pequenos e grandes, bem como sangramento
 Síndrome de Guillain-Barré (rara)

Uma complicação rara chamada síndrome inflamatória multissistêmica


em crianças (multisystem inflammatory syndrome in children, MIS-C)
que pode estar relacionada à COVID-19 foi relatada em crianças. Os
sintomas podem ser semelhantes aos de um quadro clínico raro,
denominado doença de Kawasaki e incluem febre, dor abdominal e
erupção cutânea. A vacinação ajuda a proteger contra o
desenvolvimento de MIS-C. Uma complicação semelhante foi relatada
em adultos jovens e de meia-idade (síndrome inflamatória
multissistêmica em adultos [MIS-A]).

Algumas pessoas com COVID-19 desenvolvem COVID-19 prolongada. A


COVID-19 prolongada é definida como um quadro crônico que ocorre
após a infecção por SARS-CoV-2 e que dura por, pelo menos, três meses.
A COVID-19 prolongada inclui uma ampla gama de sintomas ou quadros
clínicos que podem melhorar, piorar ou permanecer igual. A COVID-19
prolongada é mais frequente em pessoas que tiveram COVID-19 grave,
mas pode afetar qualquer pessoa que tenha COVID-19, incluindo
crianças (consulte também Centros de Controle e Prevenção de Doenças
[CDC]: COVID-19 prolongada).

Diagnóstico da COVID-19
 Exames para identificar o vírus

Os médicos suspeitam de COVID-19 em pessoas com sintomas da


infecção. O contato próximo recente com alguém que tenha COVID-19
aumenta a probabilidade de infecção. As pessoas que suspeitarem que
possam ter COVID-19 devem ligar para seu médico antes de serem
testadas e antes de chegarem a uma clínica, para que as devidas
precauções possam ser tomadas.

As seguintes pessoas devem ser testadas para COVID-19 (consulte


também CDC: testes para COVID-19):

 Pessoas com sintomas de COVID-19


 Pessoas que estiveram em contato próximo com uma pessoa infectada
por COVID-19, mas não apresentam sintomas, são testadas pelo menos
cinco dias após a exposição; recomenda-se o uso de uma máscara até o
teste retornar com resultado negativo
 Pessoas que pediram para serem testadas por causa de exigências da
escola, local de trabalho, ambiente de saúde ou exigências
governamentais

Pessoas que participaram de atividades que as colocaram em maior


risco de contrair a COVID-19, como participar de grandes reuniões
sociais ou estar em ambientes fechados cheios sem o uso de máscara
correto e consistente, também podem querer ser testadas.

Existem dois tipos de testes para diagnosticar uma infecção por COVID-
19:

 Teste de amplificação de ácido nucleico (TAAN)


 Testes para antígenos

Existem vários tipos de TAAN. Teste de RT-PCR (reação em cadeia da


polimerase por transcriptase reversa em tempo real), muitas vezes
chamado simplesmente de teste de PCR, é o tipo de TAAN que
apresenta a maior sensibilidade e especificidade, o que significa que ele
é mais preciso e, portanto, o teste inicial preferido para COVID-19. Os
testes de RT-PCR podem ser realizados em secreções respiratórias
superiores e inferiores (amostras de swabs nasais ou orais ou saliva)
para identificar o vírus. As instruções do teste devem ser
cuidadosamente seguidas.

Os testes de antígeno podem ser realizados em casa ou em um


ambiente de cuidados de saúde, mas geralmente são menos precisos do
que os NAATs, incluindo o teste RT-PCR. (Consulte também FDA: Testes
caseiros do antígeno da COVID-19 – Adote medidas para reduzir seu
risco de resultados falso-negativos.) Portanto, pode ser necessário
confirmar alguns resultados de testes de antígeno (por exemplo, um
teste negativo de uma pessoa com sintomas) com RT-PCR ou outro
TAAN. Muitos kits de teste de antígeno também recomendam repetir o
teste depois de vários dias para aumentar a probabilidade de detecção
da infecção. Além disso, alguns testes podem não detectar a variante
Ômicron ou outras variantes emergentes (consulte FDA: mutações virais
do SARS-CoV-2: impacto sobre os testes para COVID-19).

Outro tipo de teste é chamado teste de anticorpos. Os testes de


anticorpos (também chamados testes sorológicos) não são utilizados
para diagnosticar infecções atuais. Os testes de anticorpos ajudam a
determinar se a pessoa sendo testada já foi infectada anteriormente, o
que é importante para rastrear casos e estudar o vírus.

Tratamento da COVID-19
 Medicamentos para aliviar a febre e as dores musculares
 Às vezes, para pessoas com doença leve a moderada com alto risco de
doença grave: combinação de nirmatrelvir/ritonavir; remdesivir (ciclo
curto); molnupiravir
 Para doença grave: remdesivir; dexametasona; imunomoduladores

O tratamento da COVID-19 depende da gravidade da doença e da


probabilidade de a pessoa desenvolver doença grave.

No caso de doença leve, descansar em casa costuma ser suficiente.


Paracetamol ou um medicamento anti-inflamatório não esteroide (AINE),
como ibuprofeno, poderão ser tomados para aliviar a febre e as dores
musculares. Apesar das preocupações anedóticas iniciais, não há
evidência científica de que o uso de AINEs piore a COVID-19. Da mesma
forma, não há evidência científica de que pessoas com COVID-19 devam
parar de tomar os medicamentos para a pressão arterial chamados
inibidores da enzima conversora da angiotensina (IECA) ou bloqueadores
dos receptores de angiotensina (BRAs).
No caso de doença mais grave, algumas pessoas precisam de
hospitalização com tratamento que pode incluir oxigênio suplementar
ou ventilação mecânica.

Para pessoas com doença grave por COVID-19 ou pessoas com alto risco
de progressão para doença grave, alguns medicamentos e outras
terapias são recomendados. Por exemplo, algumas terapias
imunomoduladoras (como tocilizumabe, baricitinibe ou sarilumabe)
podem ser usadas para doença grave. Este é um tópico em rápida
evolução (consulte Diretrizes de tratamento da COVID-19 dos Institutos
Nacionais de Saúde (National Institutes of Health, NIH) e Diretrizes da
Sociedade de Doenças Infecciosas da América (Infectious Diseases
Society of America, IDSA) sobre o tratamento e controle de pacientes
com COVID-19).

Nirmatrelvir/ritonavir é uma combinação de medicamentos antivirais


tomada por via oral. Pode ser utilizado para tratar infecção leve a
moderada por COVID-19 em alguns adultos e adolescentes com alto
risco de progressão para COVID-19 grave, incluindo hospitalização ou
morte. Não está autorizado para uso por mais de cinco dias
consecutivos.

Algumas pessoas apresentam sintomas que retornam após o uso


de nirmatrelvir/ritonavir e os testes para SARS-CoV-2 podem voltar a ser
positivos, mesmo em pessoas cujos sintomas não retornaram.
Atualmente, não é recomendado tratamento adicional, mas as pessoas
devem se isolar em caso de testes positivos ou de rebote de sintomas.
(Consulte também CDC: Rebote da COVID-19 após tratamento com
paxlovid.)

Rendesivir (um medicamento antiviral) destina-se ao tratamento de


pessoas selecionadas com COVID-19. O rendesivir é administrado por
via intravenosa. A duração recomendada do tratamento é de 3 a
10 dias. A combinação de rendesivir e do
corticosteroide dexametasona é comumente utilizada em pessoas
hospitalizadas que precisam de oxigênio suplementar.

Molnupiravir é um medicamento antiviral tomado por via oral. Pode ser


utilizado para tratar infecção leve a moderada por COVID-19 em adultos
não hospitalizados com alto risco de progressão para COVID-19 grave,
incluindo hospitalização ou morte, e para quem as opções alternativas
de tratamento da COVID-19 não estão disponíveis ou não são
adequadas. Molnupiravir não está autorizado para uso por mais de cinco
dias consecutivos. Não é recomendado para uso durante a gestação.
Bamlanivimabe/etesevimabe, casirivimabe/imdevimabe,
sotrovimabe e bebtelovimabe são terapias com anticorpos
monoclonais. Eles não são eficazes contra a variante Ômicron. Portanto,
a FDA recomendou contra seu uso no tratamento da COVID-19, porque a
Ômicron se tornou a variante dominante nos Estados Unidos.

As seguintes terapias também NÃO são recomendadas para o


tratamento ou prevenção da COVID-19:

 Vilobelimabe, um anticorpo monoclonal (ainda não recomendado nas


diretrizes clínicas)
 Plasma sanguíneo de pacientes recuperados
 Imunoglobulina inespecífica (IGIV) e terapia com células-tronco
mesenquimais
 Terapias imunomoduladoras adicionais, incluindo interferons, inibidores
da quinase e inibidores da interleucina
 Azitromicina e antirretrovirais
 Lopinavir/ritonavir (um retroviral contra o HIV)
 Cloroquina e hidroxicloroquina (medicamentos antimaláricos)
 Ivermectina (um medicamento antiparasitário): a FDA e outras
organizações emitiram advertências sobre a toxicidade pelo uso
inadequado de preparados de ivermectina destinados ao uso em
animais de grande porte (consulte FDA: ivermectina e COVID-19).

Prevenção da COVID-19
Vacinação

A melhor maneira de prevenir infecções, doença grave e morte por


COVID-19 é estar em dia com as vacinas contra a COVID-19. Pessoas
não vacinadas apresentaram uma probabilidade maior de morrer de
COVID-19 do que pessoas vacinadas.

Para obter uma discussão detalhada sobre as vacinas aprovadas nos


Estados Unidos, consulte Vacina contra a COVID-19.

Atualmente, múltiplas vacinas contra a COVID-19 estão em uso no


mundo todo. Para obter mais informações sobre aprovações globais de
vacinas e estudos clínicos, consulte o rastreador e cenário de vacinas
contra a COVID-19 da Organização Mundial da Saúde.

É muito importante seguir as recomendações de vacinação para a


própria saúde das pessoas e para a saúde de seus familiares e das
pessoas em sua comunidade.
Os CDC recomendam que pessoas a partir de 6 meses de idade recebam
a vacina atualizada contra a COVID-19 de 2023-2024 para proteção
contra doenças sérias causadas pela COVID-19. Os CDC também
recomendam que adultos a partir de 65 anos de idade recebam uma
dose adicional atualizada da vacina contra a COVID-19 de 2023-2024
(consulte CDC: Adultos mais velhos agora podem receber uma dose
adicional da vacina atualizada contra a COVID-19). As vacinas são
fabricadas pela Pfizer-BioNTech, Moderna ou Novavax. As vacinas
atualizadas de 2023–2024 são direcionadas para a variante XBB.1.5
Ômicron e substituem as vacinas usadas anteriormente. Consulte
os CDC: Mantenha-se atualizado com as vacinas contra a COVID-19 para
obter detalhes sobre os fabricantes e o número de doses recomendadas,
dependendo da idade, histórico de vacinação anterior e estado
imunocomprometido.

Uso de máscara e outras medidas de rotina

Além de se manterem atualizadas com as vacinas contra a COVID-19, as


pessoas podem evitar a exposição ao vírus lavando as mãos com
frequência, usando máscaras faciais, mantendo um bom distanciamento
social, evitando espaços mal ventilados e multidões, e adotando outras
medidas recomendadas pelos Centros de Controle e Prevenção de
Doenças (CDC).

Os CDC recomendam que as seguintes pessoas usem uma máscara


facial bem ajustada, cobrindo tanto a boca como o nariz (consulte CDC:
máscaras e prevenção contra vírus respiratórios):

 Pessoas em comunidades onde vírus respiratórios estejam causando


muitos adoecimentos.
 Pessoas que foram expostas ou estão perto de pessoas que foram
recentemente expostas a um vírus respiratório, estão doentes ou
estejam se recuperando.
 Pessoas ou outras pessoas ao seu redor que apresentem fatores de risco
para doença grave.

Além de seguir as recomendações dos CDC, as pessoas podem ser


obrigadas a usar máscara de acordo com as leis, regulamentos ou
regras locais ou com as orientações comerciais ou de locais de trabalho,
e isso pode variar de acordo com o status vacinal. Pessoas com risco
aumentado de doença grave ou que tenham alguém em sua casa com
risco aumentado podem escolher usar máscara, independentemente de
quaisquer exigências. Pessoas com maior risco de doença grave incluem
aquelas não vacinadas, que tenham um sistema imunológico
enfraquecido, um quadro clínico subjacente, gestantes ou que
engravidaram recentemente e aquelas com mais de 65 anos de idade
(consulte Fatores de risco para doenças graves causadas por vírus
respiratórios). Diferentes tipos de máscaras fornecem diferentes níveis
de proteção, incluindo (em ordem crescente de proteção): máscaras de
tecido multicamadas, máscaras cirúrgicas multicamadas e máscaras
K95; e máscaras N95 (consulte CDC: máscaras e respiradores na
comunidade).

Além de estarem em dia com as vacinações e de usarem uma máscara,


as seguintes medidas ajudam a prevenir a disseminação da COVID-19 e
de outros vírus respiratórios:

 Pessoas com sintomas da COVID-19 devem considerar a realização de


testes (consulte CDC: Testes e vírus respiratórios)
 Se houver um risco maior de ficar muito doente devido à COVID-19,
evite locais com aglomeração e espaços internos que não tenham ar
fresco vindo de fora (consulte CDC: Adoção de medidas para assegurar
um ar mais limpo e prevenir vírus respiratórios)
 Mantenha uma boa distância social de outras pessoas, especialmente se
tiver risco aumentado para desenvolver uma doença grave pela COVID-
19 (consulte CDC: Sobre distanciamento físico e vírus respiratórios)
 Se possível, mantenha boa distância social entre uma pessoa que está
doente com COVID-19 e outros membros da casa
 Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por, pelo menos,
20 segundos, especialmente após ir ao banheiro, antes de comer e
depois de assoar o nariz, tossir ou espirrar (consulte CDC: Higiene e
prevenção contra vírus respiratórios)
 Usar um antisséptico de mão à base de álcool, com pelo menos 60%
álcool, se água e sabão não estiverem prontamente disponíveis
 Evite tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas
 Fique em casa quando estiver doente (consulte CDC: Prevenção da
disseminação de vírus respiratórios quando você está doente)
 Ao tossir ou espirrar, cubra o nariz e a boca com um lenço e depois
jogue o lenço no lixo
 Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados frequentemente
usando um spray ou lenço de limpeza doméstica comum
 Monitorar a saúde quanto a possíveis sintomas e medir a temperatura
caso sintomas se desenvolvam

Como lavar suas mãos

VÍDEO

Medidas para pessoas expostas ou infectadas


Pessoas sem sintomas, mas que foram expostas (tiveram contato
próximo) a uma pessoa com infecção por COVID-19 devem considerar
fazer um teste, pelo menos, cinco dias após a exposição (ou antes, se
desenvolverem sintomas). As pessoas expostas devem usar uma
máscara quando estiverem próximas a outras pessoas até receberem
testes com resultado negativo. Consulte os CDC: Testes e vírus
respiratórios para obter informações adicionais sobre o uso de máscaras
e testes após a exposição.

No caso de pessoas infectadas com COVID-19, são recomendadas


medidas de isolamento e de precaução na tentativa de limitar a
disseminação da infecção pelo SARS-CoV-2 (consulte CDC: Prevenção da
disseminação de vírus respiratórios quando você está doente). Pessoas
com sintomas devem ficar em casa e separadas das outras. As pessoas
podem retornar às suas atividades normais após 24 horas sem febre
(sem usar medicação para redução da febre) e apresentando melhora
de outros sintomas. Após a melhora dos sintomas, elas devem usar uma
máscara, por mais cinco dias, quando estiverem perto de outras
pessoas, tanto em público quanto em casa, além de adotar outras
precauções.

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