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Fundamentos de Redes de Computadores

Enviado por

Paulo Zolin
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Fonte: Cisco Systems

DOCENTE
Charles Lima Soares

• Doutorando em Modelagem Computacional e Tecnologia Industrial (PPG


MCTI) – Senai/Ba.
• Mestre em Modelagem Computacional e Tecnologia Industrial (PPG MCTI)
– Senai/Ba (2016).
• Especialista em Redes de Computadores e Telecomunicações – Unifacs/Ba
(2009).
• Pós graduado em Docência no Ensino Superior: Saberes e Práticas no
Ensino Presencial e EAD pelo Centro Universitário Jorge Amado -
UNIJORGE (2011).
• Graduado em Formação Pedagógica para Formadores da Educação
Profissional – Unisul/SC (2008).
• Graduado em ADM. Com Gestão em Sistemas de Informações – Facet/Ba
(2006).
• Professor da Academia Regional Cisco e Microsoft – Senai/Ba
ID Lattes: 0451306884706688
Fundamentos de Redes de Computadores

• Objetivo da Disciplina:

Proporcionar ao aluno um embasamento teórico e


prático quanto aos fundamentos de redes de
computadores, de modo que possa compreender
e diferenciar os principais tipos de protocolos,
arquiteturas, serviços, topologias e utilização
de redes de computadores.
PLANO DE ENSINO
– Evolução das redes de telecomunicações, nas redes de telefonia,
dados e serviços, abrangendo redes de longa distância,
metropolitanas e locais;
– Topologia de redes, abrangendo desde conceitos de redes ponto a
ponto ou multiponto, topologias estrela, anel e barramento, bem
como inter-relacionamento entre as diversas topologias;
– Transmissão de informação;
– Meios físicos de transmissão;
– Modelo de Referência OSI, visão geral e introdutória de modelo de
camadas, induzindo às arquiteturas IEEE8O2 e INTERNET;
– Protocolos de comunicação, High-Level Data Link Control - HDLC,
X.25, Transmission Control Protocol/Internet Protocol - TCP/IP.
BIBLIOGRAFIA

• TANEMBAUM, Andrew – Redes de Computadores - 7a edição;

• KUROSE, James F. – Redes de Computadores e a Internet: uma


abordagem top-down – 8a edição.

• VENTURY, Sidney N. Fundamentos de rede de computadores. Rio de


Janeiro: SESES, 2016. Disponível em:
[Link]
86CF 4C2F8D3E642693279C34

• FOROUZAN, Behrouz A; MOSHARRAF, Firouz. Redes de Computadores:


uma abordagem top down. 6a ed.. Porto Alegre: AMGH, 2013.
Disponível em:
[Link]
SISTEMA DE AVALIAÇÃO

Além da AV1 e da AV2, você precisará realizar a AVD e a média Final


obtida deverá ser igual ou superior a 6 pontos.

O QUE É AVD?
É a avaliação digital de um ou mais temas ou tópicos vinculados ao crédito digital
no valor total de 10 pontos.

Lembre-se: ela não poderá ser substituída pela nota da AV3. Assim como na AV1 e
AV2, na AVD, você também deverá obter nota igual ou superior a 4 pontos para ser
considerada no cálculo da Média Final.

No calendário acadêmico, os alunos podem visualizar o período em que esta


avaliação estará disponível para realização sem a necessidade de agendamento.
SISTEMA DE AVALIAÇÃO

PERDEU A PROVA?

Se o discente perdeu alguma avaliação, não obtiver os pontos necessários para


compor a Média Final ou quiser melhorar a sua nota, ele poderá fazer as avaliações
substitutivas:

1. AV3 – O resultado obtido na AV3, que poderá ser de até 10 pontos, substituirá a
sua menor nota, entre AV1 e AV2. A substituição só será aplicada caso o
resultado tenha sido superior a menor nota.

2. AVDS – Nesta prova, o aluno poderá melhorar a sua nota da AVD. Essa prova
valerá até 10 pontos. Caso o resultado obtido na AVDs seja superior ao da AVD,
ela substituirá esta última.

Apenas as disciplinas com o prefixo “ARA” em seu código seguirão esta forma de
avaliação. As demais permanecerão com o modelo de avaliação habitual, sem
qualquer alteração.
DINÂMICA
REDES
DE COMPUTADORES
Visão Geral de
Redes de Computadores
Curiosidades

A História da Internet - TecMundo A história da Internet no Brasil - TecMundo


As redes mantêm a maneira como
vivemos
• A importância das redes;
• As redes legadas;
– Velocidades mais baixas, terminais burros e mainframes,
BBSs, surgimento do Windows,...
• As redes atuais;
– Serviços de alta velocidade se tornaram desejáveis
• A comunidade global.
Recursos Disponíveis na Internet ajudam a:

“Vários usos da Internet seriam difíceis de se imaginar há alguns anos atrás.”


Ferramentas de Colaboração
• Novas formas de comunicação, após a ampla adoção
da Internet:
– Wikis;
– IMs (Instant Messenger);
• Mensagens Instantâneas
– Blogs;
– Podcasting.

[Link]
Redes - Apoiando a Forma como
Aprendemos

• Disponibilidade de cursos e-learning


– Recursos de ensino on-line

• Vantagens dos cursos on-line;

• Cursos mistos;
– Presencial e EAD

• Uso de ferramentas on-line.


– Fórum; Chat e outros

Peças fundamentais da educação: comunicação, colaboração e comprometimento


Redes - Apoiando a Forma como
Aprendemos
Redes - Apoiando a Forma como
Aprendemos - Resumo
• Benefícios às empresas com os cursos on-line:

– Materiais de treinamento atuais e precisos;


– Disponibilização de treinamento a um amplo
público;
– Qualidade de ensino;
– Menor impacto ao
meio ambiente;
– Redução de custos.
Redes - Apoiando a Forma como
Aprendemos
Redes - Apoiando a Forma como
Aprendemos
Redes - Apoiando a Forma como
Aprendemos
Redes - Apoiando a Forma como
Trabalhamos
• Intranets ou redes privadas;
• Extranets ou redes estendidas;
• Tecnologias de redes sem fio;
• Acesso Remoto e Recursos Múltiplos
– Trabalhadores à distância, chamados
Telecomutadores ou Teletrabalhadores.
Virtual Private Networks (VPNs)

ESCRITÓRIO

MATRIZ

FILIAL TELECOMUTADORES
TRABALHADORES
Redes - Apoiando a Forma como
Trabalhamos
Redes - Apoiando a Forma como
Trabalhamos
Redes - Apoiando a forma de como nos
divertimos

• A Internet é usada para formas tradicionais de


entretenimento:
– Ouvir músicas, ler livros, assistir filmes
• E possibilitam outras formas de entretenimento:
– Competições on-line
• Atividades off-line são aperfeiçoadas utilizando
ferramentas de colaboração em rede.
As redes estão melhorando nossa
experiência

Depoimento
O Processo de Comunicação
O que é Comunicação

Comunicação
– Uma necessidade humana;
– Vencendo barreiras geográficas;
– Qual objetivo ?
Comunicação

• Ela se apresenta de diversas formas e em vários


ambientes;
• Regras - protocolos - de comunicação humana:
– Identificar o emissor e o receptor;
– Acordar o método de comunicação (pessoalmente,
por telefone, carta, foto);
– Idioma e gramática comum;
– Velocidade e ritmo de transmissão;
– Requisitos de confirmação ou recepção.
Comunicação
• As regras de comunicação podem variar de acordo com
o contexto;
• A depender do grau de importância, as mensagens
podem ou não requerer uma confirmação;
• As técnicas de comunicação usadas em redes se
assemelham às de uma comunicação humana.
Qualidade da Comunicação
• Mensagem compreendida pelo receptor = mensagem
planejada pelo emissor
– Sucesso na comunicação
• Em redes de dados, existem fatores que podem
interferir no significado da mensagem recebida
– Fatores Externos
• Qualidade do caminho entre emissor e receptor,
número de redirecionamentos, outras mensagens
transmitidas simultaneamente, tempo
– Fatores Internos
• Tamanho, complexidade e importância da
mensagem
Qualidade da Comunicação
(Dinâmica com a turma)
Comunicação por Meio de Redes
Comunicação em Redes
Objetivos
– Informações e recursos centralizados
(compartilhamento);
• CPD
• Mainframes e terminais burros
– Correio eletrônico;
– Emulação de Terminais
– Gerenciamento de recurso de rede;
– Troca de informações entre Sistemas
Computacionais.
Sistema Computacional

USUÁRIO 01 USUÁRIO 02 USUÁRIO 03

Planilha Eletrônica Editor de Textos Banco de Dados

PROGRAMAS DE APLICAÇÕES

SISTEMA OPERACIONAL

HARDWARE
O que são Redes de Computadores?
• É um conjunto de módulos processadores, interligados
por um sistema de comunicação, capazes de trocar
informações e compartilhar recursos;

• É a integração de Sistemas Computacionais (SCs).


• Conceito simplificado:
– Rede de computadores é um conjunto de computadores
autônomos*, interligados e capazes de trocar
informações e compartilhar recursos.

❖ Computador autônomo é aquele que é capaz de processar seus


próprios dados, ou seja, tem CPU e RAM próprios.

Sistema Proprietário – Mainframes ex: IBM

Sistema aberto é uma implementação do sistema computacional de


diversos fabricantes.

1. Mainframes não é visto como uma rede de computadores e sim, teleprocessamento.


2. A parte mais onerosa na arquitetura de um Mainframe são os softwares.
Justificativa

• Compartilhamento de
Recursos;

• Alta Confiabilidade;

• Economia;

• Trabalho em Equipe.
Transmissão de Dados
Direção de Transmissão

• Simplex
Transmissor Receptor
TX RX

• Half – Duplex
Transmissor Receptor
TX RX
ou
Receptor Transmissor
RX TX
Transmissão de Dados
Direção de Transmissão

• Full Duplex
Transmissor Transmissor
E E
Receptor Receptor
Transmissão de Dados
Tipos de Transmissão

– Difusão ponto a ponto (Unicast)

• Uma cópia dos dados é enviada para cada


computador que solicita.
Transmissão de Dados
Tipos de Transmissão

– Difusão (Broadcast)

• Uma cópia dos dados é enviada para todos os


computadores da rede.
Transmissão de Dados
Tipos de Transmissão

– Difusão Seletiva (Multicast)

• Uma cópia dos dados é enviada somente para os


computadores que solicitam.
Transmissão de Dados
Processo de Comunicação

– Sinais analógicos
– Sinais digitais
Transmissão de Dados
Processo de Comunicação

Sinal analógico
– Varia, continuamente, nos intervalos de tempo,
podendo assumir diversos valores no período
(Sinal via Rádio);

– Sinais analógicos podem ser transmitidos


através de meios digitais.
Transmissão de Dados
Processo de Comunicação

Sinal digital
– Varia, nos intervalos de tempo, podendo assumir
apenas 2 valores (bit 0 e bit 1) no período;

– Sinais digitais podem ser transmitidos através de


meios analógicos.
Transmissão de Dados
Modulação
– É a alteração da onda portadora de acordo com
um sinal modulador.

Terminal Local
Transmissão de Dados
Modulação
– É a alteração da onda portadora de acordo com
um sinal modulador.

Terminal Remoto
Transmissão de Dados
Modulação
– Todos os equipamentos de rede realizam
modulação e não apenas o modem.
– Existem técnicas de modulação para transmissão
de:
• sinais digitais por meios analógicos;
• sinais analógicos por meios digitais;
• sinais digitais por meios digitais;
• sinais analógicos por meios analógicos.
Elementos de uma Rede

• Elementos que tornam uma rede funcional:


– Mensagens: informações que trafegam sobre o
meio;
– Dispositivos: usados para comunicar hosts finais;
– Meios: como os dispositivos estão interconectados;
– Serviços: permitem a comunicação;
– Regras: governam como o fluxo de mensagens
atravessam a rede.
Regras, Componentes e Desafios de Dados
de Rede

• Características básicas da comunicação:


– Regras ou acordos são estabelecidos primeiro;
– Informações importantes podem necessitar ser
repetidas;
– Vários modos de comunicação podem impactar
a efetividade de como a mensagem trafega.
Elementos da Comunicação
• Origem da mensagem ou remetente;
• O canal – meio físico;
• Destino da mensagem ou receptor;

– Rede de dados ou redes de informação são capazes de trafegar


diferentes tipos de comunicação.
Comunicando as mensagens
• Segmentação
– Os dados são enviados pela rede em pequenos segmentos
• Multiplexação
– Os dados são intercalados à medida que passam pelo meio
físico
Comunicando as mensagens
• Pontos positivos:
– Várias comunicações podem ser intercaladas na rede;
– Aumentar a confiabilidade das comunicações da rede.
• Pontos negativos:
– O processo de multiplexação e segmentação são complexos
• Endereçamento, remontagem, sequenciamento
• Imagine se você tivesse de enviar uma carta de 100
páginas, porém cada envelope envolveria somente uma
página. O processo de endereçar, selar, enviar, receber e
abrir todos os cem envelopes consumiria muito tempo tanto
para o remetente quanto para o receptor.
Comunicando as mensagens
Componentes da Rede
• Hardware – Dispositivos de rede e os meios físicos
(visíveis ou não);
• Software – programas de comunicação (serviços e
processos).
Dispositivos Finais ou Hosts
• Formam interface entre a rede humana e a rede de
comunicações:
– Computadores (estações de trabalho, laptops,
servidores de arquivos, web);
– Dispositivos móveis (PDAs, scanners de código
de barra sem fio);
– Impressoras de rede;
– Câmeras de Segurança;
– Telefones VoIP.
• Cada host deve ter seu endereço;
• Para comunicar com o destino, ele deverá conhecer seu
endereço.
Dispositivos Finais
Dispositivos Finais
Dispositivos Intermediários
• Prover conectividade e assegurar o fluxo de dados pela
rede:
– Dispositivos de acesso à rede (switches, hubs, bridges, APs);
– Dispositivos de redes interconectadas (roteadores);
– Servidores e Modens de Comunicação;
– Dispositivos de Segurança (Firewalls).
Dispositivos Intermediários
• Funções:
– Regenerar e retransmitir sinais de dados;
– Informar sobre quais caminhos existem pela rede e pela
rede interconectada;
– Notificar outros dispositivos sobre erros e falhas de
comunicação;
– Direcionar dados por caminhos alternativos quando
houver uma falha de link;
– Classificar e direcionar mensagens de acordo com
prioridades (QoS);
– Permitir ou negar um fluxo de dados, com base em
configurações de segurança .
Dispositivos de Redes
Meios Físicos de Rede
• Canal por onde as mensagens trafegam:
– Cabos de fios metálicos;
– Fibras de vidro ou plástico (cabo de fibra óptica);
– Transmissão sem fio (wireless).
• Os sinais são codificados a depender do meio físico:
– Fios metálicos – pulsos elétricos;
– Fibras ópticas – pulsos de luz (infravermelha ou visível);
– Transmissão sem fio – ondas eletromagnéticas.
• Critérios de escolha dos meios físicos:
– Distância ótima para a transmissão do sinal;
– Ambiente a ser instalado;
– Quantidade de dados e velocidade de transmissão;
– O custo do meio físico e da instalação.
Meios Físicos de Rede
Matemática das Redes
A Matemática das Redes

• Os seres humanos utilizam o sistema de numeração


decimal base 10;
• É relativamente simples quando comparado com as
longas séries de 1s e 0s utilizados pelos computadores;
• Os nº. binários precisam ser convertidos em nº decimais;
• Os nº. Binários podem ser convertidos em nº.
Hexadecimais (Hex), reduzindo uma longa seqüência de
dígitos Binários em poucos caracteres Hexadecimais;
• Este processo melhor representa os binários.
A Matemática das Redes
• Os computadores funcionam e armazenam dados
mediante a utilização de chaves eletrônicas que são
ligadas ou desligadas.

0 = estado desligado
1 = estado ligado (+5v de eletricidade)

• O código American Standard code for Information


Interchange (ASCII) é o código mais frequentemente
utilizado para representar dados alfanuméricos em um
computador.

• Característica da ASCII => 28 (nº. combinações) = 256


A Matemática das Redes
Para entender o sistema de numeração binário, faremos
uma analogia ao sistema de numeração decimal para
melhor aprendizado;
0123456789
Como é determinado o valor de um nº. do sistema decimal
4 5 3 8
Multiplica por: 103 102 101 100
Ou seja: 1000 100 10 1
Resultado: 4x1000 5x100 3x10 8x1
Igual a: 4000 500 30 8
Somando
Tudo: 4000+500+30+8

É igual a: 4538

Milhares Centenas Dezenas Unidades


A Matemática das Redes

Determine o valor 7.829 do sistema decimal


7 8 2 9

Multiplica por: 103 102 101 100


Ou seja: 1000 100 10 1
Resultado: 7x1000 8x100 2x10 9x1
Igual a: 7000 800 20 9
Somando Tudo: 7000+800+20+9
É igual a: 7829

Milhares Centenas Dezenas Unidades


Números na Base 10
A matemática das Redes

• Os computadores foram concebidos para


utilizarem grupos de oito bits.

• Este grupo de oito bits é denominado byte.

• Em um computador, um byte representa um único


local de armazenamento endereçável.
A matemática das Redes
A matemática das Redes
Sistema baseado em 2 dígitos diferentes:
0 ou 1
Conversão de nº. binário de 8 bits para número base 10
Ex: 01110100
0 1 1 1 0 1 0 0

Multiplica por: 27 26 25 24 23 22 21 20
Equivale a: 128 64 32 16 8 4 2 1
Resultado: 0x128 1x64 1x32 1x16 0x8 1x4 0x2 0x1
Resultado: 0 64 32 16 0 4 0 0
Soma tudo: 0+64+32+16+0+4+0+0
Resultado: 116
Números na Base 2
A matemática das Redes
Representação Binária
A matemática das Redes

Converta de número base 10 para nº. binário de 8 bits:

112 = 01110000
252 = 11111100
148 = 10010100
150 = 10010110
50 = 00110010
30 = 00011110
A matemática das Redes
Conversão de número base 10 para nº. binário de 8 bits
Ex: 232
A matemática das Redes

Converta de número base 10 para nº. binário de 8 bits:


117 = 01110101
119 = 01110111
25 = 00011001
16 = 00010000
14 = 00001110
1 = 00000001
A matemática das Redes
Sistema Hexadecimal

Cada 4 dígitos Binários equivale a 1 dígito Hexa!


Binário = Base 2 = 2 sinais
Decimal = Base 10 = 9 sinais
Hexadecimal = Base 16 = 15 sinais
A matemática das Redes
Hexadecimal Válidos
A matemática das Redes

Questão 01
Converta os seguintes nº. Binários para Hexadecimal:
00001001 00011101 10111010
Converta o seguinte nº de endereço Mac para Binário:
00 – 1A – 4B – F4 – D2 – 3C
A matemática das Redes

Questão 02
Converta os seguintes nº. Binários para Hexadecimal:
10101001 00111111 10011010
Converta o seguinte nº de endereço físico para Binário:
0E – 2A – 7B – FF – D4 – 6C
Questão 04
• Converta os seguintes valores hexadecimais
para valores binários:
– 00-A5-FF-20-5D-CE
– A5-BB-23-F9-0F-4D
– 25-FA-68-3D-4C-88
– 49
– CA49
– D345
Identificação dos dispositivos
• Como os computadores irão entregar as informações ao
conectarmos eles em rede?
Deverá existir um sistema de endereçamento, uma
maneira exclusiva de identificação de computadores e
interfaces.
Principais identificações dos dispositivos
• Identificação física (endereço da placa de rede);
✓ Em uma LAN usando tecnologia Ethernet, este endereço é chamado
de endereço de Controle de Acesso ao Meio (MAC)

• Identificação lógica (endereço IP – Internet Protocol);

• Hostname (nome do computador na rede).


Interface de Rede ou Placa de Rede
Placa de Rede (NIC)
Interface de Rede ou Placa de Rede
– Tarefas básicas:
• comunicação computador-rede;
• acesso ao cabo para transmissão e recepção de
bits;
• administração do buffer;
• estabelecimento de comunicação remota
(handshaking).
Placa de Rede (NIC)
– É identificada pelo - MAC Address:
• Número de 48 bits, onde 24 bits (3 Bytes) identificam o
fabricante (Organizational Unique Identifier - OUI) e os outros 24
(3 Bytes), a série da placa de rede;

• Representação hexadecimal (12 dígitos) (40:A5:16:3B:CD:19);

• Na camada de enlace, o endereçamento dos quadros é feito por


MAC Address.

• Os endereços MAC são gravados na memória apenas de leitura


(ROM) e são copiados na memória de acesso aleatório (RAM)
quando a placa de rede é inicializada.

MAC - Media Access Control


Formato do Endereço MAC
Estrutura do endereço MAC
O primeiro identificador, o endereço físico do host é único na rede local e
representa o endereço do dispositivo final no meio físico.

PDU - (Unidade de Dados de Protocolo)


A matemática das Redes

Questão 03

Através do Status de Conexão local do Windows,


identifique o endereço físico da sua placa de rede e
converta para Decimal
Noções de TCP / IP

– Ideal para uma rede descentralizada e robusta;

– Pilha de protocolos, dentre os quais;


• TCP (Transmission Control Protocol) c:> transporte
• IP (Internet Protocol) c:> rede

– Protocolo padrão da Internet;


– Interligar redes formadas por hosts interconectadas
através de gateways.
Noções de TCP / IP

Conceitos
– Hosts:
• Pontos endereçáveis na rede;
• Nem sempre host é sinônimo de computador;
• São as interfaces de rede.
– Gateways:
• Interligam as redes IP;
• Podem ser físicos ou lógicos.
Endereço lógico IP (Internet Protocol)
O protocolo IP foi elaborado basicamente para mover dados de uma rede
local para outra dentro de uma rede.
Endereçamento de Rede e de Host
Da mesma maneira, todo endereço IP tem duas partes:
❖ Uma parte identifica a rede à qual o sistema está
conectado;
❖ A outra parte identifica o sistema específico na rede.
Endereço lógico IP (Internet Protocol)
► A combinação de letra (endereço da rede) e número (endereço do host)
cria um endereço exclusivo para cada dispositivo da rede;
► Cada computador em uma rede TCP/IP deve receber um identificador
exclusivo, ou endereço IP;
► Esse endereço, permite que um computador localize outro computador
na rede;
► Um endereço IP é uma seqüência de 32 bits de 1s e 0s;

► Para facilitar a utilização do endereço IP, geralmente ele é escrito como


quatro números decimais separados por pontos;
❖ Exemplo: O endereço IP de um computador é [Link]
Estrutura do endereço IP
► A maneira de escrever o endereço IP é chamada de
formato decimal pontuado;
► Nesta notação, cada endereço IP é escrito em quatro
partes separada por pontos;
► Cada parte do endereço é denominada octeto, já que é
formada de oito dígitos binários;
❖ Por exemplo 01, o endereço IP [Link] seria
■ 11000000.10101000.00000001.00001000 em
notação binária.
Exemplo 02
A matemática das Redes

Notação Decimal Pontuada


Identificação de Classes
Para permitir uma gama de endereços, os desenvolvedores do
TCP/IP dividiram o endereçamento IP em cinco classes,
denominadas A, B, C, D e E, sendo que as classes D e E estão
reservados para expansões futuras.
Isto é conhecido por endereçamento classful. Cada endereço IP
completo de 32 bits é dividido em uma parte da rede e uma
parte do host.
Classes de Endereço IP
OBS: Os endereços IP são divididos em classes, para
definir redes pequenas, médias e grandes.
❖ Os endereços de classe A são atribuídos a redes
maiores;
❖ endereços de classe B são usados para redes
de porte médio;
❖ e os de classe C para redes pequenas.
CLASSE VARIA DE FORMATO FAIXA DE HOSTS

A 0 a 127 [Link] até 16.777.216

B 128 a 191 [Link] até 65.536

C 192 a 223 [Link] até 256


Identificação de Classes
A primeira etapa para determinar qual parte do
endereço identifica a rede e qual parte identifica o
host é identificar a classe do endereço IP.
Endereços reservados
– Primeiro e último endereço de uma faixa

IDENTIFICAÇÃO IDENTIFICAÇÃO
CLASSE
DA REDE DO BROADCAST

A RRR.0.0.0 RRR.255.255.255

B [Link].0.0 [Link].255.255

C [Link].0 [Link].255
Endereços exceto os reservados

CLASSE VARIA DE FORMATO FAIXA DE HOSTS

A 0 a 127 [Link] até 16.777.214

B 128 a 191 [Link] até 65.534

C 192 a 223 [Link] até 254


Endereços especiais
Rota default – Rota usada
ENDEREÇO FINALIDADE por um roteador quando não
há outra rota conhecida para
[Link] rota default
o endereço de destino de
determinado pacote.
[Link] broadcast limitado
Broadcast – Forma de
transmissão em que um
[Link] rede loopback
dispositivo transmite a todos
os dispositivos dentro da
rede ou para outra rede.
Loopback – endereço para
testar a funcionalidade da
placa de rede.
Identificação de Classes
• A figura mostra o intervalo de endereços IP do primeiro
octeto, tanto em decimal quanto em binário, para cada
classe de endereços IP.
Estrutura do endereço IP
Estrutura do endereço IP
Máscara de Subrede
Máscara de Subrede

• A função da máscara de subrede


– Determinar em um endereço IP a parte que
identifica a rede e a parte que identifica o host

• Os bits ligados na máscara de subrede


representam identificação de rede;

• Os bits desligados na máscara de subrede


representam identificação de host.
Máscara de Subrede
• Máscara de Subrede para IP versão 4
– Sequência de 32 bits divididos em 4 grupos de 8
bits cada;
– Sua numeração em binário é sempre
decrescente;
– Representação em Binário;
11111111.11111111.00000000.00000000
– Representação em decimal.

[Link]
Máscara de Subrede
Para determinar a Identificação da rede
realizamos a operação “AND” do endereço IP
com a máscara de subrede:
– Endereço IP: [Link]
– Máscara: [Link]

End. IP : 00011110.00101000.00011001.00001010
Máscara: 11111111.11111111.11111111.00000000 AND
ID. de Rede 00011110.00101000.00011001.00000000
ID. de Rede 30. 40 . 25 . 0
A matemática das Redes

Lógica Booleana ou Binária

• Todos os circuitos no computador são manipulados


por 0s e 1s, sendo assim, existem circuitos que fazem
cálculos com esses dígitos para tomada de decisão.

• As duas operações de redes que utilizam a lógica


booleana são máscara de sub – rede e as máscaras
coringa.
A matemática das Redes
A matemática das Redes
Questão 05

• Faça o processo de ANDing Booleano para


determinar o endereço de rede dos
seguintes endereços IP:

– [Link] com a máscara [Link]

– [Link] com a máscara [Link]

– [Link] com a máscara [Link]


Máscara de Subrede
• Máscara de Subrede das Classes (Classful)

CLASSE MÁSCARA BITS LIGADOS


A [Link] 8

B [Link] 16

C [Link] 24
Desperdício de Endereços IP
• A divisão das redes através de classes
gerou muito desperdício de endereços IP.

– Exemplo em uma rede classe A temos 24 bits


para hosts, ou seja,

– 224 = 16.777.216 hosts em cada uma das


redes classe A e 16.777.214 utilizáveis.
Resumo Classful
Classful considera as máscaras padrão baseado
nas classes.

Por exemplo: A rede [Link]/24, em um protocolo


de roteamento dinâmico classful, ele consideraria a
rede [Link]/16 na tabela de rotas.

Ou seja, [Link]/24 a classe é [Link]


Consideração do protocolo:
[Link]/16 com a classe [Link]
Questão nº 01: Classful
Você é o administrador da Universidade UniRuy Wyden que possui
uma matriz e 03 filiais. A empresa gostaria que você como
administrador da rede apresentasse uma solução baseada na
quantidade de departamentos, de acordo com as informações abaixo,
com a distribuição de endereços classful.

-A matriz possui 4 departamentos e cada departamento possui 200 pessoas


-A filial 01 possui 06 departamentos e cada departamento possui 30 pessoas
-A filial 02 possui 03 departamentos e cada departamento possui 60 pessoas
-A filial 03 possui 04 departamentos e cada departamento possui 09 pessoas

Faixa Endereço Matriz: [Link] /24


Faixa Endereço Filial : [Link] /24
CIDR
Classless InterDomain Routing
Roteamento sem classes entre domínios
CIDR
Classless InterDomain Routing
❖Definido nas RFCs 1517, 1518, 1519 e 1520;
❖ Motivado pela escassez de endereços de Classe B
e excesso de uso de classe C;
❖ Aumento significativo da tabela de roteamento;
❖ Exaustão dos endereços IPv4;
❖ Também conhecido como SuperNetting (super
rede).
Máscara de Subrede
Personalizada
• CIDR (Classless Inter-Domain Routing) - Nome dado
a toda tecnologia de utilização de endereços IPs sem
classe.
Representação através da Notação CIDR
Ex.: Endereço IP: [Link]/24

/24 significa na notação CIDR a quantidade de bits ligados na


máscara de sub-rede.

Para determinar qual é a rede (Id. da rede) é preciso realizar


uma operação lógica booleana AND entre o endereço IP e a
máscara de sub-rede.
Máscara de Subrede
Personalizada
• Para evitar o desperdício dos endereços IP, as máscaras
de subrede passaram a ser utilizadas:
Bits Ligados Binário Decimal
0 00000000 0
1 10000000 128
2 11000000 192
3 11100000 224
4 11110000 240
5 11111000 248
6 11111100 252
7 11111110 254
8 11111111 255
Resumo do CIDR
• Em suma, o CIDR resolve os seguintes problemas:
– Uso excessivo de endereços – a Internet estava ficando
sem endereços.
– Os recursos de rede necessários para gerenciar
enormes tabelas de roteamento estavam se tornando
insustentáveis.
Prefixo Máscara Novo espaço de end.
/27 [Link] 12 % de classe C (30 host)
/26 [Link] 24 % de classe C (62 host)
/25 [Link] 50 % de classe C (126 host)
/23 [Link] classe C (510 host)
/22 [Link] classe C (1022 host)
/21 [Link] classe C (2046 host)
/20 [Link] classe C (4094 host)
Resumo do CIDR
• Um exemplo da utilização do CIDR apresentado no
formato decimal e binário.
Descrição Octeto 1 Octeto 2 Octeto 3 Octeto 4
Endereço NIC – decimal 200 100 48 0
Endereço NIC – binário 11001000 01100100 00110000 00000000
Prefixo como máscara 255 255 248 0
Prefixo como máscara 11111111 11111111 11111000 00000000

• Se fosse um endereço de Classe C padrão, a


máscara seria [Link]
• Quando usamos a máscara [Link], os três
bits do terceiro octeto fornecem à empresa oito
redes de Classe C.
Resumo do CIDR
• Quando usamos a máscara [Link], os três
bits do terceiro octeto fornecem à empresa oito
redes de Classe C.
Endereço IP completo -------------------------------- /32
Endereço de Classe C ------------------- /24
Endereço supernet ------- /21
11001000. 01100100.00110 000 .00000000 = [Link]
001 .00000000 = [Link]
010 .00000000 = [Link]
011 .00000000 = [Link]
100 .00000000 = [Link]
101 .00000000 = [Link]
110 .00000000 = [Link]
111 .00000000 = [Link]
Resumo do CIDR
• O roteamento de prefixo/CIDR ou resumo
proporciona as mesmas vantagens no que diz
respeito a:
►Redução do tamanho dos meios da tabela de
roteamento;
►Menor sobrecarga com relação ao tráfego da rede, à
CPU e à memória;
►Maior flexibilidade no endereçamento das redes.

• OBS: O recurso que permite mover o limite da


rede/host denomina-se VLSM.
Questão nº 01: CIDR
1) A empresa 3ZX está com a necessidade de interligação
de suas filiais de acordo com o cenário abaixo. Para isto
ela tem disponível a faixa de endereços [Link]/20
para utilizar a notação CIDR.

Feira de
Itabuna Santana Juazeiro
500 hosts 1000 hosts

Camaçari
Recife

500 hosts Salvador 200 hosts


Questão nº 01: CIDR
a) Esta faixa de endereços IP’s seria suficiente para
atender este cenário? Justifique.

b) Caso a faixa de rede seja suficiente quantos


endereços IP’s seriam desperdiçados por
subrede?
c) É possível não desperdiçar endereços IP’s e quais
seriam as subredes necessárias? Indique o
tamanho através da notação Classes Inter-Domain
Routing - CIDR.
VLSM
Variable Length Subnet Mask
Máscara de subrede com tamanho
Variado
RFC 1009
VLSM
Variable Length Subnet Mask
• Usada em uma empresa em substituição ao CIDR;
• Técnica que permite que mais de uma máscara de
sub-rede seja utilizada para um determinado bloco
de endereço IP;
• Uso mais eficiente do espaço de endereço
atribuído a organização;
• Otimização no tamanho das tabelas de rotas;
• Os protocolos de roteamento classless que dão
suporte VLSM são RIPv2, IGP, EIGRP e OSPF;
• RIPv1, IGRP e EGP não suportam VLSM.
Pesquise o número de hosts na Internet: [Link]
VLSM
Variable Length Subnet Mask
• Com a introdução do Classless Inter-Domain
Routing - CIDR e do Variable Length Subnet
Masking - VLSM, os ISPs podiam atribuir parte de
uma rede classful a um cliente e a outra parte a
outro cliente;
• Com a introdução do VLSM e do CIDR, 1993
(RFC 1519), os administradores de rede tiveram
que usar habilidades adicionais de criação de
sub-redes;
• O VLSM é simplesmente o fato de criar sub-
redes de uma sub-rede.
Cálculo de Endereços
• O uso de sub-redes permite criar múltiplas redes
lógicas a partir de um endereço;
• Como usamos o roteador para interconectar as redes,
cada interface deve ter uma identificação de rede
distinta;
• As sub-redes são criadas usando bits de host para bits
de rede;
– Estende-se a máscara pegando emprestados
bits da porção de host do endereço a fim de criar
bits de rede adicionais
– Quanto mais bits emprestados, mais sub-redes
(cada bit emprestado, dobra-se o nº de sub-
redes).
Cálculo de Endereços

Fonte: Cisco Systems


Divisão de Redes
• Cada organização é projetada para acomodar
determinado nº de hosts;
• Os administradores de rede devem preparar um
esquema de endereçamento de rede que acomode
o nº máximo de hosts para cada rede;
• O nº de hosts em cada divisão deve permitir o
crescimento do número de hosts;
• Passos para criar sub-redes:
– Determinar o nº total de hosts na rede;
– Determinar o nº e tamanho das redes;
– Alocar os endereços, tomando o cuidado pra que não
haja sobreposição.
Fonte: Cisco Systems
Divisão de Redes
• Determinar o nº total de hosts

Fonte: Cisco Systems


Divisão de Redes
• Determinar o nº e tamanho das redes

Fonte: Cisco Systems


Divisão de Redes
• Alocação de endereços

Fonte: Cisco Systems


Criação de Sub-redes em uma
Sub-rede
• VLSM foi projetado para maximizar a eficiência de
endereçamento;

Fonte: Cisco Systems


Distribuir os endereços a partir do [Link]/24
atendendo cada demanda na imagem abaixo.
Questão nº 01: VLSM

Fonte: Cisco Systems


Preencha o esquema de endereçamento de
acordo o cenário anterior – Questão nº 02: VLSM
Endereço : [Link]

Fonte: Cisco Systems


Resposta – Questão VLSM

• Esquema de sub-redes – começando da rede com maior


quantidade de hosts

Fonte: Cisco Systems


Aprendizado
❖ Responda as seguintes questões:
1. Quais são os endereços de Rede e de Broadcast, considerando um endereço IP
Host [Link]/28?
Resp:
200 . 90 . 8 . 48 . 49 . 50 . 51 . 52 . 53 . 54 . 55 . 56 . 57 . 58 . 59 . 60 . 61 . 62 . 63
a) [Link]
b) [Link]
c) [Link]
d) [Link]
e) [Link]
f) [Link]

2. Quais são os endereços de Rede e de Broadcast, considerando um endereço IP


Host [Link]/30?
Resp:
200 . 120 . 30 . 0 . 1 . 2 . 3 . 4 . 5 . 6 . 7 . 8 . 9 . 10 . 11 . 12 . 13 . 14 . 15
a) [Link]
b) [Link]
c) [Link]
d) [Link]
e) [Link]
f) [Link]
Endereços IPs
Públicos e Privados
Endereçamento IP Público e Privado
• Foi necessário criar um procedimento que garantisse que
os endereços fossem realmente exclusivos;
• Inicialmente, uma organização conhecida como InterNIC
(Internet Network Information Center – Centro de
Informações da Rede Internet) cuidou desse
procedimento;
• A InterNIC não existe mais e foi substituída pela IANA
(Internet Assigned Numbers Authority);

• Os endereços IP públicos precisam ser obtidos de um


Internet Service Provider - ISP (Provedor de Serviços de
Internet) ou através de registro a um certo custo.

Fonte: Cisco Systems


Endereçamento IP Público e Privado
• IANA (Internet Assigned Numbers Authority). A IANA
gerencia cuidadosamente o estoque de endereços IP para
garantir que não haja duplicidade de endereços usados
publicamente;

• Endereços Públicos;
― Os endereços públicos são exclusivos.
― Precisam ser obtidos de um provedor de serviços de internet.

• Endereços Privados;
― Definição: RFC 1918
― Podem ser usados para endereçar links seriais ponto a ponto sem
desperdiçar endereços IP reais.
― Pode ser definido pelo responsável da rede privada.

Fonte: Cisco Systems


Endereços IP Privados

• RFC 1918 define os intervalos de endereços IPs


privados e que podem ser utilizados internamente
nas Redes Locais - LANs:

CLASSE INTERVALO DE ENDEREÇOS QTD. DE PREFIXO CIDR


INTERNOS REDES
A [Link] – [Link] 1 [Link]/8
B [Link] – [Link] 16 [Link]/12
C [Link] – [Link] 256 [Link]/16
Utilização de Endereços
Privados na WAN

Fonte: Cisco Systems


Endereçamento IP Público e Privado

• NAT (Network Address Translation – Conversão


de Endereços de Rede), 1994 (RFC 1631)
– Conectar uma rede que usa endereços
privados à Internet exige a conversão dos
endereços privados em endereços públicos.
Esse processo de conversão é chamado de
NAT;
– Isto porque os roteadores dos provedores
irão barrar pacotes que contenham endereços
IP privado no seu cabeçalho;

Fonte: Cisco Systems


Topologias de Rede
Topologias de Rede
Topologia Física é o modo através do qual o
cabeamento está organizado.
– Estrela, Estrela Estendida, Anel, Hierárquica,
Malha e Barramento

Topologia Lógica é o modo através do qual a


informação trafega na rede.

– Broadcast;
– Passagem de Token.
Topologias de Rede
Topologias de Rede (Física)
• Topologia em Estrela (star)
– Inspirada na estrutura física dos CPDs
– Existência de um ponto central que
concentra o cabeamento
– Investimento em cabos
HUB 8 portas
Topologias de Rede (Física)
• Topologia em Anel
– Necessidade de caminho fechado
• Uma topologia em anel (ring) conecta um host ao
próximo e o último host ao primeiro. Isto cria um
anel físico utilizando o cabo.
– Unidirecional ou bidirecional
– Pouca confiabilidade
• Solução:
– Duplo anel
Topologias de Rede (Física)
• Topologia em Barramento (bus)
– Usa um único cabo backbone que é terminado em
ambas as extremidades;
– Todos os hosts são diretamente conectados a este
backbone;
– Grande possibilidade de expansão;
– Compartilhamento do meio de transmissão;
– Análise e detecção de erros demorada, em função
do tamanho do cabo e do total de computadores.
Topologias de Rede (Física)
• Topologia em estrela estendida
(extended star)
– Une estrelas individuais ao
conectar os hubs ou switches;
– Esta topologia pode estender
o escopo e a cobertura da
rede..
• Topologia hierárquica
– É semelhante a uma estrela
estendida. Porém, ao invés de
unir os hubs ou switches, o
sistema é vinculado a um
computador que controla o
tráfego na topologia.
Topologias de Rede (Física)
• Topologia em Malha (mesh)
– É implementada para prover a maior proteção possível
contra interrupções de serviço;
– Usada nos sistemas de controle de uma usina nuclear de
energia;
– Cada host tem suas próprias conexões com todos os
outros hosts.
Topologias de Rede (Lógica)
• Topologia Broadcast
– Cada host envia seus dados a todos os outros
hosts conectados ao meio físico da rede;

– Não existe uma ordem que deve ser seguida


pelas estações para usar a rede;

– A ordem é: primeiro a chegar, primeiro a usar;

– A Ethernet funciona desta maneira conforme será


explicado mais tarde nesta disciplina.
Topologias de Rede (Lógica)
• Topologia Passagem de Token
– A passagem de token controla o acesso à rede, passando
um token eletrônico seqüencialmente para cada host;

– Quando um host recebe o token, significa que esse host


pode enviar dados na rede;

– Se o host não tiver dados a serem enviados, ele vai


passar o token para o próximo host e o processo será
repetido;
– Dois exemplos de redes que usam passagem de token
são: Token Ring e Fiber Distributed Data Interface (FDDI).
Topologias de Rede (Lógica)
Token Passing
– Comunicação ponto a ponto, sem difusão;
– O token (permissão) circula na rede;
– Só transmite quem tem o token.

– A) Computador 5 retém o token


Topologias de Rede (Lógica)

Token Passing

B) Computador 5 transmite para o 1


Topologias de Rede (Lógica)

Token Passing

C) Computador 1 confirma que recebeu a


informação do 5
Tipos de Redes
LANs, MANs e WANs: InterNetWorking
LANs, MANs e WANs: InterNetWorking
Diagramação dos tipos de REDE
Redes de Área Local (LANs)
• Rede que serve residências, prédios ou campus;
• É administrada por uma única organização;
• Varia em termos de:
– Tamanho da área coberta;
– Nº de usuários conectados;
– Nº e tipos de serviços utilizados.
Redes de Área Local (LANs)
Redes de Longa Distância (WANs)
• LANs separadas por distâncias geográficas são
conectadas através das WANs;
• Para interconectar estas LANs é necessário utilizar
um provedor de telecomunicações, que seguirão
políticas controladas pelo Provedor de Serviços de
Internet;
Redes de Longa Distância (WANs)
• As políticas dentro da rede de telecomunicações são
controladas pelos Provedores de Serviços - ISPs.
• As WANs utilizam dispositivos de rede projetados
especificamente para fazer as interconexões entre LANs.
• LANs e WANs conectam os usuários dentro da
organização.
• Permitem muitas formas de comunicação: e-mails,
treinamento corporativo, compartilhamentos de recursos,
transferências de arquivos...
Internet – Uma Rede de Redes
• É uma malha global de redes interconectadas;
Internet – Uma Rede de Redes
• Redes Interconectadas
– Algumas destas redes são de propriedade de grandes
organizações públicas e privadas;
– A Internet é a rede interconectada pública mais conhecida;
– Ela é criada por uma interconexão de redes pertencentes a
Provedores de Serviços (ISPs).
• Intranet
– Conexão privada de LANs e WANs;
– É acessível apenas a membros da organização.
VPNs

Tipos válidos de VPNs


De acesso
Intranet
Extranet
Intranet e Extranet VPN
Rede de Área de Armazenamento

Recursos oferecidos
– Desempenho – permitem um acesso
simultâneo de disk arrays (arranjos de discos)
ou type arrays (arranjos de fitas) por dois ou
mais servidores em alta velocidade;
– Disponibilidade – já incorporam uma
tolerância contra desastre (Raid);
– Escalabilidade – pode usar uma variedade
de tecnologia.
• PAN - Rede de área pessoal (Personal Area
Network) - é uma tecnologia de rede formada por
nós (dispositivos conectados à rede) muito próximos
uns dos outros.
– Exemplo 01, um computador portátil conectando-se a um
outro e este a uma impressora.
– Exemplo 02, Bluetooth e UWB - Ultrawideband, Ultra-
wide-band, Ultraband (banda ultralarga) – termo usada
para referenciar qualquer tecnologia de rádio em que se
use uma largura de banda maior de 500 MHZ - taxa de
dados 480 Mbit/s.
Redes Locais e seus dispositivos
WANs e seus equipamentos
Protocolos de Redes
Regras que Regem a Comunicação
• Um protocolo é um conjunto de regras pré-determinadas;
• Protocolos diferentes regem métodos de comunicação
diferentes;
• Um conjunto de protocolos é necessário para
desempenhar uma função da comunicação;
• Para visualizar como os protocolos interagem, podemos
pensar numa pilha;
• Os protocolos são visualizados como uma hierarquia de
camadas
– Cada camada com sua funcionalidade específica.
Regras que Regem a Comunicação
Usar camadas para descrever a comunicação
Protocolos de Rede
• Definem processos, como:
- Formato ou estrutura da mensagem;
- O método pelo qual os dispositivos de rede
compartilham informações, como caminhos para
outras redes (rotas);
- Como e quando as mensagens de erro e de sistema
são passadas entre dispositivos;
- Configuração e término de sessões de transferência
de dados.
• Protocolos proprietários seguem as regras definidas
pelos seus fabricantes
Protocolos de Rede
• Um padrão é um processo ou protocolo que foi
recomendado pelas indústrias de rede e ratificado pelas
organizações de padronização
– IEEE, IETF, EIA-TIA;
– Garantia que produtos de diferentes fabricantes possam
trabalhar em conjunto;
• Se um protocolo não for rigidamente observado por um
fabricante específico, seu equipamento ou software
pode não ser capaz de se comunicar com sucesso com
produtos feitos por outros fabricantes.
Principais Institutos de Padronizações

• IEEE – Institute of Electrical and Electronics Engineers


(Instituto de Elétrico e Engenheiros de Eletrônica);

• ANSI – American National Standards Institute


(Instituto Americano de Padrões Nacional);

• ISO–International Standards Organization


(Organização de Padrões internacional);

• CCITT – Consultative Committee for International Telegraph


and Telephone
(Comitê consultivo para Telégrafo e Telefone Internacional).
Largura de Banda
Largura de Banda
É a capacidade de um meio em transportar dados. A largura de
banda digital mede a quantidade de informação que pode fluir
de um lugar a outro durante um determinado tempo.
Comparação de Redes
Largura de Banda máxima e
Limitações de Comprimento
Largura de Banda máxima e
Limitações de Comprimento
Largura de Banda máxima – Meios sem fio
Serviços e Largura de Banda WAN
Serviços WAN Largura de Banda
Frame Relay 56 Kbps a 2 Mbps
ATM 25 Mbps a 2,4 Gbps
X.25 Até 64 Kbps
Modem 56 Kbps
DSL 128, 256, 512 Kbps, 2, 4, 8, ... 100 Mbps
ISDN 128 Kbps (dois canais)
T1 1,544 Mbps
E1 2,048 Mbps
T3 44,736 Mbps
E3 34,368 Mbps
O throughput
– Refere-se á largura de banda real medida, em uma hora
do dia específico, usando específicas rotas de Internet, e
durante a transmissão de um conjunto específico de
dados na rede
– Fatores que determinam o throughput:
• Dispositivos de interconexão;
• Tipos de dados sendo transferidos;
• Topologias de rede;
• Número de usuários na rede;
• Computador do usuário;
• Condições de energia;
• Hora do dia;
• Roteamento dentro na nuvem;
• Computador servidor.
Unidades de Largura de Banda
Cálculo do Tempo de Transferência
Exemplo
Um usuário deseja fazer a transferência de arquivo com um
tamanho de 1MB usando o serviço Velox da Operadora Oi,
com tecnologia ADSL, com largura de banda, conforme
contrato, de 1Mbps. Quanto tempo levará a transferência
deste arquivo?
Atividade desafio
• Calcular a taxa de transferência em segundos, minutos,
horas e dias, considerando que o tamanho do arquivo é
de 3 GB e a largura de banda disponível é de 56 Kbps.
Atividade desafio
Propósitos do PowerPoint

• Este PowerPoint consiste principalmente nos Indicadores


designados desta disciplina;

• NÃO é um guia de estudo para as avaliações;

• Se trata de um acompanhamento para às aulas


explicativas.
Fonte: Cisco Systems

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