0% acharam este documento útil (0 voto)
101 visualizações12 páginas

Termodinâmica: Experimentos e Conceitos

Enviado por

742369vieira
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
101 visualizações12 páginas

Termodinâmica: Experimentos e Conceitos

Enviado por

742369vieira
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

ENGENHARIA MECANICA

PORTFÓLIO

TERMODINÂMICA

NOME DO AUTOR: Wilson Dias Vieira

MATRÍCULA (RA): 3664691402

CONCEITOS FUNDAMENTAIS DA TERMODINÂMICA.

Rio de Janeiro 02 de novembro de 2024


TERMODINÂMICA

1 – EQUAÇÃO TERMOMÉTRICA

Introdução

A temperatura é uma grandeza física que mede o grau de agitação térmica, ou energia cinética,
translacional, rotacional e vibracional dos átomos e moléculas que constituem um corpo. Quanto maior for
a agitação das moléculas, maior será a sua temperatura, e sua medição precisa é fundamental em diversas
aplicações científicas e industriais.

As práticas apresentadas têm por objetivo estabelecer a relação entre um termômetro a álcool e um
termoscópio, utilizando diferentes escalas termométricas, e aplicando esses conceitos na calibração de
termômetros.

Materiais e equipamentos utilizados no experimento:

Altímetro, Termômetros, régua milimétrica, Caneta, Pisseta, Béquer, Bico de Bunsen e Banho de gelo

Resultados

altura (cm) temperatura altitude

Coluna 1 13,2 26,6 449,9


Coluna 2 9,6 0 449,9
Coluna 3 23,5 99,9 449,9

Como a altitude é uma constante não precisamos colocar no gráfico.

PÁGINA 1
Figura 1- Marcação no termômetro sem escala da altura

Figura 2 - Verificação da temperatura ambiente no termômetro com escala padrão

Figura 3 - Verificação da altitude no altímetro.

Figura 4 - Medição da temperatura do vapor

PÁGINA 2
Conclusão

As escalas termométricas são utilizadas para medir a temperatura (medida do grau de agitação das
moléculas), elas são utilizadas para indicar se um determinado corpo está quente ou frio.

Utilizamos, atualmente, três escalas termométricas, sendo elas: Celsius, Fahrenheit e Kelvin. Todas elas
utilizam como padrão os pontos de fusão e ebulição da água. Dessas escalas, a Kelvin é adotada pelo
Sistema Internacional como escala padrão.

Perguntas.

1. Por que é importante marcar a altura da coluna líquida do termoscópio em diferentes pontos de
temperatura?
A marcação das alturas no termômetro sem escala é para termos uma base de comparação entre o
termômetro com escala e o termômetro sem escala.

2. Explique a razão para usar o banho de gelo no experimento.


A temperatura do gelo é padrão, então medindo a altura do termômetro no banho de gelo vamos
ter a altura do 0º C.

3. Como a medição da altura da coluna líquida pode influenciar nos resultados do experimento?
A pressão exercida por um fluido dependa da sua altura, quanto maior a altura do fluido, maior a
pressão exercida sobre as paredes do recipiente.
4. Qual é a fórmula utilizada para determinar a relação entre a altura da coluna líquida e a
temperatura, e como os dados experimentais são aplicados nessa fórmula?
A formula utilizada para determinar a relação entre a altura da coluna liquida(h) e a temperatura (T)
é uma equação linear: H(T) = aT +b
Onde: h(T) é a altura da coluna liquida em função da temperatura; a é o coeficiente angular, que
representa a sensibilidade do termoscópio; b é o coeficiente linear, que representa a altura da
coluna liquida quando a temperatura é zero.

5. Qual foi a diferença entre as temperaturas medidas pelo termômetro a álcool e pela equação
obtida? Explique possíveis causas para essa diferença.
No experimento, a temperatura da água aquecida foi medida como 80º C pelo termômetro
utilizando a equação obtida, enquanto na equação indicou 78º C, uma diferença de 2º C.
A causa da diferença pode ter sido na marcação da coluna, uma margem de erro do termômetro a
álcool diferente do termoscópio.

PÁGINA 3
2 – DETERMINAÇÃO DA PRESSÃO DE VAPOR E ENTALPIA DE VAPORIZAÇÃO

Introdução

A energia que precisa ser absorvida para passar do estado líquido para o estado gasoso, se chama entalpia de
vaporização. Como se absorve energia na forma de calor, esse processo é endotérmico e o valor da entalpia será
sempre positivo.

Materiais e equipamentos utilizados no experimento:

Barômetro, régua milimétrica, Pisseta, Béquer, Banho termostático, condensador e Graal com gelo.

Resultados

Calculando os Resultados

• Utilizar a equação 𝑽 = 𝝅𝒓²𝚫𝒉𝒈a𝒔 para calcular o volume do gás em cada temperatura.

V = 3,15 * (0,02)² * 5,6 =

• Calcular a pressão parcial do ar (𝒑𝒂𝒓) utilizando a equação: 𝒑𝒂𝒓 = 𝒑𝒂𝒕𝒎 − 𝝆𝒈𝚫𝒉𝒈á𝒔

• Calcular a quantidade de ar constante durante o experimento com a equação: 𝒏𝒂𝒓 = 𝐩𝒂𝒓∗𝑽𝒂𝒓 𝑹𝑻

• Determinar a pressão de vapor usando a equação: 𝒑𝒗 = 𝒑𝒂𝒕𝒎 − 𝒑𝒂𝒓 − 𝝆𝒈𝚫𝒉𝒍í𝒒

Analisando os Resultados

• Preencher a tabela de dados experimentais com as medições realizadas.

Dados experimentais:

T T Δh liq Δh gás Var/ 10⁻⁵ Pₐ᷊ᵣ Pᵥ T⁻¹


In (Pᵥ)
(⁰C) (K) (cm) (cm) (m³) (PA) (PA) (K⁻¹)
0 273 30,5 0 - 69040 68380 - -
50 323 24,9 5,6 0,007 69034 68369 0,0842 213,22
55 328 23,7 6,8 0,009 69033 68367 0,0841 212,97
60 333 22,5 8 0,010 69032 68364 0,0840 212,72
65 338 19,9 10,6 0,013 69029 68359 0,0839 212,47
70 343 17,5 13 0,016 69027 68354 0,0838 212,22
75 348 12,4 18,1 0,023 69022 68344 0,0837 211,97
80 353 7,5 23 0,029 69017 68334 0,0836 211,72

• Traçar um gráfico de 𝐥𝐧 (𝒑𝒗) em função de 𝑻 −𝟏 e encontrar a equação da reta para determinar a


entalpia de vaporização experimental (𝚫𝑯𝒗)

Conclusão

• Analisar e comparar os resultados experimentais com valores teóricos.

• Discutir possíveis fontes de erro e a relevância dos resultados obtidos para aplicações industriais.

PÁGINA 4
Densidade da água em diferentes temperaturas

Conclusão

A entalpia é uma ferramenta termodinâmica que permite calcular a quantidade de calor envolvida em
processos que ocorrem em pressão constante. A variação de entalpia é a grandeza física que indica a
quantidade de energia absorvida ou liberada na reação.

A entalpia de vaporização é um tipo de entalpia de mudança de estado físico, que é a energia necessária
para que uma substância mude de estado físico. A vaporização é um processo endotérmico.

O experimento proporcionou uma compreensão pratica sobre a determinação da pressão de vapor e da


entalpia de vaporização, conceitos fundamentais para diversas aplicações industriais, como destilarias.

Perguntas.

1. Qual é a importância de medir a pressão atmosférica antes de iniciar os cálculos?

Para ter uma referência para calcular as outras pressões.

2. Explique por que é necessário resfriar a água a 0 °C antes de iniciar o aquecimento.

Novamente, para ter um referencial para o controle do experimento, podendo assim inclusive
acompanhar o aquecimento gradativo do líquido.

3. Como a posição da régua graduada influencia na coleta dos dados experimentais?

Se a régua não estiver posicionada de forma correta compromete aos dados coletados e
consequentemente os cálculos feitos com os dados obtidos.

4. Qual é a fórmula utilizada para calcular o volume do gás e como os dados experimentais são
aplicados nessa fórmula?

A formula utilizada para calcular o volume do gás é: 𝑽 = 𝝅𝒓²𝚫𝒉𝒈a𝒔.


Os dados experimentais, são inseridos nessa fórmula para calcular o volume do gás em diferentes
temperaturas.
Este volume é utilizado para determinar a pressão parcial do ar e a pressão de vapor.

5. Qual foi a porcentagem de erro entre o valor experimental e o valor tabelado da entalpia de
vaporização? Explique possíveis causas para essa diferença.
PÁGINA 5
Para o calcular o percentual de erro, precisamos determinar a entalpia de vaporização e comparar
com o valor tabelado.

3 – CALOR ESPECÍFICO DE LIQUIDOS

Introdução

O calor específico de um material é uma propriedade termodinâmica fundamental que define a


quantidade de calor necessária para elevar a temperatura de uma unidade de massa desse material em um
grau Celsius. Esse conceito é crucial em processos industriais e de engenharia, onde a transferência de
calor desempenha um papel vital. Aplicações como o desenvolvimento de sistemas de
aquecimento, resfriamento e fabricação de produtos químicos dependem do conhecimento preciso das
capacidades caloríficas dos materiais envolvidos. Este experimento foi realizado para determinar o calor
específico de dois líquidos comuns, água e álcool, utilizando um simulador.

Materiais e equipamentos utilizados no experimento:

Balança digital, béquer, calorímetro, termômetro, bico de Bunsen.

Análise dos Dados:

• Utilizar os dados coletados nas Tabelas 1 e 2 para calcular o calor específico da água e do álcool –
fórmula: 𝑸 = 𝒎 𝒄 𝚫𝑻

• Comparar os valores obtidos com os valores tabelados e calcular a porcentagem de erro.

PÁGINA 6
Na discussão, analise os resultados obtidos,

comparando-os com os valores tabelados, calcule a porcentagem de erro e discuta as possíveis

causas das diferenças.

Conclusão

O experimento realizado permitiu a determinação do calor específico de líquidos comuns


como a água e o álcool com precisão, demonstrando a aplicação prática dos conceitos teóricos de
termodinâmica. A prática reforçou a importância de medições cuidadosas e controle de variáveis em
experimentos que envolvem transferência de calor. Esses resultados são relevantes em contextos industriais
e de engenharia, onde o conhecimento preciso do calor específico é essencial para o desenvolvimento de
processos eficientes e seguros. O aprendizado adquirido prepara os alunos para enfrentar desafios reais na
prática profissional, focando na otimização de processos térmicos e na eficiência energética.

Perguntas.

1. Qual é a importância de tarar a balança antes de medir a massa do líquido?

Tarar a balança antes de medir a massa do líquido é fundamental para garantir que apenas a massa
do líquido seja registrada, sem incluir o peso do recipiente. Isso é importante para obter uma
medição precisa da massa do líquido, que é essencial para cálculos corretos do calor específico. Se a
balança não for tarada, a leitura incluirá o peso do béquer, resultando em uma massa incorreta e,
consequentemente, em cálculos errôneos.

2. Explique por que é necessário agitar o líquido no calorímetro antes de medir a temperatura final.

Agitar o líquido no calorímetro é necessário para garantir que o líquido atinja uma temperatura
uniforme em todo o seu volume. A agitação promove a homogeneização do calor, garantindo que
não haja gradientes de temperatura no líquido. Isso é crucial para obter uma medição precisa da
temperatura final de equilíbrio, já que qualquer variação na temperatura pode afetar o cálculo do
calor específico.

3. Como a capacidade calorífica do calorímetro influência nos resultados do experimento?

A capacidade calorífica do calorímetro é a quantidade de calor que o calorímetro


pode absorver sem sofrer mudanças significativas em sua própria temperatura. Se a
capacidade calorífica do calorímetro não for considerada, o calor absorvido por ele pode não
PÁGINA 7
ser corretamente contabilizado, levando a uma estimativa incorreta do calor específico do
líquido. Por isso, é essencial anotar a capacidade calorífica e incluí-la no cálculo para ajustar os
resultados de forma precisa.

4. Qual é a fórmula utilizada para calcular o calor específico de um líquido, e como os dados
experimentais são aplicados nessa fórmula?

A fórmula utilizada para calcular o calor específico (c) de um líquido é:

Q = m ⋅ c ⋅ ΔTN

Nos experimentos, o calor trocado (Q) é calculado pela fórmula:

Q água = m quente ⋅ c água ⋅ (T final – T inicial)

Para o calor específico da água, por exemplo, usa-se a equação da troca térmica onde o calor perdido
pela água quente é igual ao calor ganho pela água fria. Os dados experimentais, como massas e
temperaturas iniciais e finais, são aplicados na fórmula para resolver o valor do calor específico (c).

5. Qual foi a porcentagem de erro entre o valor experimental e o valor tabelado do calor específico
do líquido? Explique possíveis causas para essa diferença.

Valor Tabelado: 1 cal/g. ºC


Valor Experimental Médio: 0,99 cal/g. ºC
Porcentagem de Erro:
Erro = (1 − 0,99) × 100% = 1%
1
Álcool:
Valor Tabelado: 0,58 cal/g. ºC
Valor Experimental Médio: 0,56 cal/g. ºC
Erro = (0,58 − 0,56) × 100% = 3,45%
0,58
Possíveis Causas para Diferença:

- Imperfeições na leitura das temperaturas e massas podem levar a pequenas variações nos
resultados.
-Durante a troca térmica, pode haver perda de calor para o ambiente, que não foi considerada nos
cálculos.
-Se a capacidade calorífica do calorímetro não for bem ajustada ou conhecida, isso
pode afetar os resultados.
-O álcool pode ter uma composição variável, o que pode alterar seu calor específico.

PÁGINA 8
4 – REAÇÕES QUIMICAS E TROCAS DE ENERGIA

Introdução

O objetivo desta prática é determinar a variação de entalpia (ΔH) associada à decomposição do peróxido de
hidrogênio (H₂O₂) utilizando um calorímetro à pressão constante. Reações químicas, como a decomposição
do H₂O₂, podem ser exotérmicas ou endotérmicas, liberando ou absorvendo calor, respectivamente.
Conhecer a quantidade de calor envolvida nessas reações é fundamental para a compreensão e otimização
de processos industriais e científicos. Nesta prática, utilizamos um calorímetro para medir o calor liberado
durante a decomposição do peróxido de hidrogênio, analisando como a variação no volume do reagente
influencia o calor liberado.

Materiais e equipamentos utilizados no experimento:

Calorímetro, termômetro, béquer, proveta, espátula metálica, peroxido de hidrogênio (H₂O₂) e dióxido
de manganês (MnO₂).

Dados experimentais:

Analisando os Resultados

• Calcule a quantidade de calor liberada aplicando a fórmula: 𝑸 = 𝒎 𝒄 𝚫𝑻.

• Complete a tabela com os dados de temperatura inicial e final.

Ao final da prática, você deverá compreender os conceitos de reações endotérmicas e

exotérmicas, entendendo como a energia é transferida durante as reações químicas. Você será

capaz de realizar procedimentos experimentais no simulador, medindo a quantidade de calor

liberada ou absorvida em uma reação química. Além disso, aprenderá a utilizar um calorímetro à

pressão constante, calcular a variação de entalpia da reação e interpretar os dados

experimentais. Você também deverá distinguir entre processos endotérmicos e exotérmicos e

aplicar esses conceitos em contextos reais de engenharia e ciências aplicadas. A prática reforçará

a importância do uso de EPIs para garantir a segurança em laboratório.


PÁGINA 9
Você deverá elaborar um relatório detalhado sobre a prática de determinação da variação de

entalpia na decomposição do peróxido de hidrogênio. O relatório deve incluir uma introdução,

explicando o objetivo da prática e a importância das trocas de calor nas reações químicas para

processos industriais e científicos. Na seção de materiais e métodos, liste os equipamentos e

materiais utilizados no simulador, como calorímetro, termômetro, proveta, béquer e espátula

metálica, e descreva os procedimentos realizados, desde a preparação da solução de peróxido

de hidrogênio até a medição das temperaturas iniciais e finais. Na parte de resultados, apresente

os dados coletados em tabelas, incluindo volumes de H₂O₂, temperaturas iniciais e finais, e

quantidades de calor calculadas. Na discussão, analise os resultados obtidos, comparando-os

com os valores teóricos, e discuta as possíveis causas das diferenças.

Conclusão

A prática permitiu a determinação da variação de entalpia para a decomposição do peróxido de hidrogênio,


demonstrando que o calor liberado aumenta com o volume de reagente. Esse experimento é relevante para
aplicações industriais onde a gestão térmica de reações químicas é crucial, e os dados obtidos podem auxiliar
na otimização de processos que envolvem decomposições exotérmicas. A compreensão e a medição
precisam das trocas de calor são essenciais para a eficiência e segurança em processos químicos e engenharia
térmica.

Perguntas.

1. Por que é importante medir a temperatura inicial da solução no calorímetro antes de adicionar o
catalisador?

Medir a temperatura inicial da solução antes de adicionar o catalisador é fundamental para estabelecer
uma linha de base para a temperatura do sistema. Isso permite que qualquer mudança na
temperatura seja atribuída exclusivamente à reação química e não a variações na temperatura
ambiente ou no sistema. Sem essa medição inicial, não seria possível calcular com precisão a variação
de temperatura (ΔT) e, portanto, a quantidade de calor liberada ou absorvida na reação.

2. Explique a razão para agitar o calorímetro após adicionar o dióxido de manganês.

Agitar o calorímetro após adicionar o dióxido de manganês é necessário para garantir uma mistura
homogênea dos reagentes e para promover uma reação completa. A agitação ajuda a distribuir
uniformemente o dióxido de manganês e o peróxido de hidrogênio, assegurando que a reação ocorra
de maneira eficiente e que o calor gerado seja uniformemente distribuído. Sem agitação adequada,
a reação pode não ser completa ou pode ocorrer de forma desigual, levando a medições imprecisas.

3. Como a quantidade de dióxido de manganês adicionada pode influenciar nos resultados do


experimento?

A quantidade de dióxido de manganês adicionada pode influenciar diretamente a taxa e a extensão


da reação de decomposição do peróxido de hidrogênio. O dióxido de manganês é um catalisador que
acelera a reação, e uma quantidade insuficiente pode resultar em uma reação mais lenta ou

PÁGINA 10
incompleta, enquanto uma quantidade excessiva pode levar a uma reação mais rápida e a um maior
aumento na temperatura. Variar a quantidade de catalisador pode, portanto, alterar a quantidade de
calor liberado e afetar a precisão dos resultados obtidos

4. Qual é a fórmula utilizada para calcular a quantidade de calor liberada na reação, e como os dados
experimentais são aplicados nessa fórmula?

A fórmula utilizada para calcular a quantidade de calor liberada na reação é:

Q = m ⋅ c ⋅ ΔT

Os dados experimentais aplicados na fórmula incluem a massa da solução, a capacidade calorífica do


calorímetro, e a diferença entre a temperatura inicial e final registrada durante o experimento.

PÁGINA 11

Você também pode gostar