Ações de Enfermagem na Malária Renal
Ações de Enfermagem na Malária Renal
ELABORANDO POR:
UÍGE /2024
INSTITUTO TÉCNICO PRIVADO DE SAÚDE MANDOGEX –UÍGE
ORIENTAÇÃO CIENTÍFICA:
_____________________________
UÍGE / 2024
FICHA DE CATALOGAÇÃO
BANCA EXAMINADORA
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_________________________________________________________________
(Orientador da Monografia)
_________________________________________________________________
UÍGE 2024
ÍNDICE
DEDICATÓRIA....................................................................................................................I
EPÍGRAFE...........................................................................................................................II
AGRADECIMENTOS.......................................................................................................III
RESUMO............................................................................................................................IV
ABSTRACT.........................................................................................................................V
SUMÁRIO.........................................................................................................................VII
INTRODUÇÃO....................................................................................................................8
Breves considerações............................................................................................................8
PROBLEMA CIENTÍFICO..................................................................................................9
OBJECTIVOS DO TRABALHO.......................................................................................10
Geral....................................................................................................................................10
Específicos..........................................................................................................................10
HIPOTESES.......................................................................................................................10
1.3. FISIOPATOLOGIA...............................................................................................12
1.7. EPIDEMIOLOGIA.................................................................................................14
1.9. DIAGNÓSTICO.....................................................................................................15
1.12. COMPLICAÇÕES.................................................................................................19
2.9. Diagnóstico..................................................................................................................25
2.10. Tratamento.................................................................................................................25
2.11. Complicações.............................................................................................................25
CONSIDERAÇÕES FINAIS..................................................................................26
SUGESTÕES..........................................................................................................27
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
GLOSSÁRIO
ANEXOS
DEDICATÓRIA
Dedico o presente trabalho aos meus pais por todo o carinho e paciência merecida durante a
minha formação.
I
EPÍGRAFE
(Darwen)
II
AGRADECIMENTOS
À Deus, que na Sua Bondade infinita me sustentou durante momentos difíceis, e a cada passo
me guiou para um caminho de forma que possa exercer minha verdadeira vocação e o servir e
exaltar em todos os momentos de minha vida.
Deixo expresso o meu agradecimento ao meu orientador, Professor “Lukubo Wutawako” pela
paciência, orientação e disponibilidade demonstradas durante toda a elaboração deste
trabalho.
Aos meus familiares que sempre rezaram por mim e se preocuparam com minha volta para
casa, pelo amor e apoio de sempre.
Aos meus amigos e companheiros, que partilharam comigo os bons e maus momentos, quer
ao longo da elaboração deste trabalho, quer ao longo do meu percurso académico, pois sem
eles tudo teria sido mais difícil.
III
RESUMO
Trata-se de uma Prova de Aptidão Profissional (APP), realizado pela Estudante Finalista do
ITPSM, com vista “Analisar as acções de enfermagem prestado ao paciente com diagnóstico
de Malária complicada por disfunção renal assistido na Secção de Medicina do Hospital
Municipal de Negage no IIIº Trimestre de 2024”, a pesquisa foi realizada através de um
estudo Discritivo observacional transversal “ O mesmo consta de uma introdução, problema
de pesquisa, justificativa e importância do tema, objectivos, hipóteses, desenvolvido em dois
capítulos (fundamentação teórica e estudo de caso), incluindo as considerações finais,
referências bibliográficas e demais elementos pós-textuais.
A malária complicada é uma forma de apresentação de alto risco, provocada geralmente pela
infecção por plasmódio falciparum, embora também possa ser provocada por plasmódios
vivax e knowlesi. Pode cursar com disfunção multiorgânica sendo por isso uma emergência
médica, que requer uma avaliação clínica cuidadosa e tratamento urgente, sempre que
possível numa unidade de cuidados diferenciados. Na ausência de sinais e de sintomas de
outra patologia, o diagnóstico clínico deve ser feito com base na história, nos sinais e
sintomas de doença grave.
Palavras chaves:
Acções de enfermagem;
Paciente;
Malária complicada;
Disfunção renal.
IV
ABSTRACT
This is a Professional Aptitude Test (APP), carried out by the Final Year Student of ITPSM,
with a view to “Analyzing the nursing actions provided to the patient diagnosed with Malaria
complicated by renal dysfunction assisted in the Medicine Section of the Municipal Hospital
of Negage in the III Quarter of 2024”, the research was carried out through a descriptive
observational cross-sectional study “It consists of an introduction, research problem,
justification and importance of the topic, objectives, hypotheses, developed in two chapters
(theoretical basis and case study), including the final considerations, bibliographical
references and other post-textual elements.
Results: After the study, I reached the following final considerations: The patient under study
is a 23-year-old female; The patient lives in Capopa; The main complaints presented by the
patient were: chills, vomiting, abdominal pain and delirium; The complementary exams
performed: TDR (+), WIDAL (-), pregnancy test, blood glucose and partial urine test. The
patient presented neurological dysfunction as a complication; The treatment administered was
according to the doctor's prescription; The nursing care provided to the patient was: bed rest;
intravenous access; assessment of vital signs; liquid diet. The patient evolved satisfactorily
and was discharged due to improvement. Therefore, I can conclude that malaria is a disease
that requires specific care from technicians, because when neglected it is fatal and children are
often the target group.
Key words:
Nursing actions;
Patient;
Complicated malaria;
V
Kidney dysfunction.
% Percentagem
/ . Por
A. Anos (idade)
g grama
kg quilograma
ml mililitro
mg miligrama
Nº número
Pág. Página
Prof. Professor
Hb Hemoglobina
Hto Hematócrito
VI
SUMÁRIO
VII
INTRODUÇÃO
Breves considerações
A malaria, actualmente, e uma das doenças que, a par da tuberculose e de algumas infecções
sexualmente transmitidas (ISTs), maior impacto tem na Economia e Saúde Publica dos países
em vias de desenvolvimento. Segundo o ultimo relatório da OMS, ocorreram, em 2018, cerca
de 243 milhões de casos documentados e perto de 863 mortes causadas por esta infecção
(91% em Africa e 85% em crianças com menos de 5 anos), sendo que cerca de metade da
população mundial esta em risco de contrair malaria.
Segundo Teodor (2021), afirma que a malária é uma parasitose provocada por quatro
espécies do género Plasmodium, nomeadamente: Plasmodium falciparum, Plasmodium
malariae, Plasmodium vivax e Plasmodium ovale. O parasita é transmitido ao homem através
da picada do mosquito Anopheles fêmea, o principal vector de transmissão da doença.
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TIPO DE PESQUISA E DELIMITAÇÃO DO TEMA
Esta unidade hospitalar esta localizada no município sede de Negage propriamente no Bairro
Lunguila fazendo fronteiro:
PROBLEMA CIENTÍFICO
A malária é uma das doenças infecciosas com maior índice de morbilidade e mortalidade no
mundo em particular Angola, possivelmente que possa existe erros no diagnostico, como no
tratamento da mesma. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), existem mais de 2,5
biliões de pessoas que residem em 103 países endémicos de grande risco. Desses são
infectados anualmente cerca de 300 a 500 milhões, contabilizando-se aproximadamente 1 a 3
milhões de mortes/ano devido à malária, 90% das quais no continente africano. A população
infantil é a mais afectada, tornando-se esta a principal causa de morte nessa faixa etária.
Diante deste trajo facto surgiu-me a seguinte pergunta científica:
9
OBJECTIVOS DO TRABALHO
Geral:
HIPOTESES
Hipo1: É provável que o tempo de internamento dos pacientes com Diagnóstico de Malária
complicada sejam de poucos dias.
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CAPÍTULO I-FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
Plasmódio: são protozoários, eucariontes, unicelulares que fazem parte do reino protista.
(Luse, & Miller, 1972).
Paciente: é aquele que tem por base a acção de um serviço médico (ambulatório posto de
assistência medica, clinica, policlínica, serviço médico hospitalar ou do hospital) (SANTOS,
2019).
A Malária é uma enfermidade que ao longo da história tem flagelado o homem, surgindo
quase que simultaneamente ao aparecimento da humanidade, uma vez que as modificações
presentes no ambiente passaram a contribuir decisivamente para a sua proliferação
(CARDENA 2019).
11
A malária foi relatada pela primeira vez no Egito em 1570 a.c, e Hipócrates a descreveu como
“Febre dos Pântanos” e posteriormente como “Febre do Nilo”. No ano de 1880, Charles Louis
Alphonse Laveran, na Argélia descreve a Malária como Oscilaria mallariae.
A origem orgânica da malária data desde tempos muito remotos, entretanto somente no século
XIX, que surgiu definitivamente o termo malária.
Escritos italianos defendiam a tese de que a doença era causada por vapores nocivos exalados
por pântanos tiberianos, dessa forma designando-a como a “malária”, ou seja mal ar.
1.3. FISIOPATOLOGIA
A infecção de malária desenvolve-se em duas fases: uma que envolve o fígado (fase
exoeritrocítica) e outra que envolve os glóbulos vermelhos, ou eritrócitos (fase eritrocítica).
Quando um mosquito infectado perfura a pele de uma pessoa para se alimentar de sangue, os
esporozoítos presentes na saliva do mosquito penetram na corrente sanguínea e depositam-se
no fígado, onde infectam os hepatócitos, reproduzindo-se assexualmente e sem haver
manifestação de sintomas ao longo de 8-30 dias.
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1.4. CAUSAS
Segundo Gomes (2011) a malária é causada pela picada do mosquito do género Anopheles,
mas o mosquito não é um vilão, é que ele se encontra infectado por uma das espécies do
Plasmodium. Existem cinco espécies de Plasmodium que podem infecta os seres humanos:
Plasmodium falciparum
Plasmodium vivax
Plasmodium ovale
Plasmodium malariae
Plasmodium knowlesi (raramente)
A maior parte das mortes são causadas pelo P. falciparum. As espécies Vivax, P. ovale
e malariae geral.
Calafrios;
Delírios;
Febre alta (no início contínua e depois com frequência de três em três dias);
Dores de cabeça e musculares;
Dores nas articulações;
Taquicardia;
Aumento do baço;
Anemia hemolítica;
Os casos mais graves de malária são geralmente provocados por P. falciparum,
variante que é muitas vezes denominada "malária falciparum". Os sintomas desta
variante manifestam-se entre 9 a 30 dias após a infecção. Existe uma chance em de
muito das vezes se desenvolver o que se chama de malária cerebral, responsável por
cerca de 80% dos casos letais da doença.
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Os indivíduos com ‘’’malária cerebral’’’ apresentam muitas vezes sintomas neurológicos,
entre os quais postura anormal, nistagmo, paralisia do olhar conjugado (incapacidade de
mover em conjunto os olhos na mesma Direcção), opistótono, convulsões ou coma.
A Malária é uma protozoose dos eritrócitos, causada nos seres humanos por cinco espécies do
género Plasmodium, transmitida pela picada do mosquito fêmea do género Anopheles. As
pessoas propensas a desenvolverem as malárias e as suas complicações, são as pessoas não
imunes ou com baixa imunidade, quer adultos como crianças, consistem em:
1.7. EPIDEMIOLOGIA
Em todo o mundo, a malária continua a ser um dos mais relevantes problemas de saúde
pública e em nosso país também persiste como uma das principais questões, em especial na
região Amazônica, que registra cerca de 90% dos casos e onde a transmissão da doença está
diretamente relacionada às condições ambientais e socioculturais. Mas é na região extra-
amazónica que a malária apresenta maior letalidade, seja devido ao diagnóstico tardio, seja
por manejo clínico inadequado dos casos esporádicos importados de áreas endêmicas ou
mesmo autóctones em poucos estados.
Estima-se que mais de 40 % da população mundial está exposta ao risco de adquirir malária.
A área endêmica da malária no Brasil, possui aproximadamente 6,9 milhões de km,
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correspondendo a 81% do território nacional, com 61 milhões de habitantes, sendo 19 milhões
na Amazônia legal. A população mais exposta ao risco de contrair a infecção corresponde a 6
milhões de habitantes, na Amazônia Legal, e a menor de 1 milhão, no restante do país.
Malária é uma doença infecciosa febril aguda transmitida pela picada da fêmea do mosquito
Anopheles, infectada por um protozoário do género Plasmodium.
1.9. DIAGNÓSTICO
Os métodos de diagnóstico recomendado pela OMS /PNCM para todos os casos suspeitos de
malária, em todos os locais de transmissão, são: o Microscópio Ótico (MO), através da Gota
Espessa e Esfregaço, e os Testes de Diagnóstico Rápido (TDR).
O tratamento apenas com base na suspeita clínica só deverá ser considerado no caso de
impossibilidade de se realizar o diagnóstico parasitológico por MO ou TDR.
O diagnóstico parasitológico deverá estar rapidamente disponível (menos de duas horas), após
o exame clínico do doente. Caso não for possível a confirmação do diagnóstico, só assim é
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que o doente deve ser tratado com base num diagnóstico clínico, tendo-se descartado os
diagnósticos diferenciais.
A malária é uma importante causa de morte dentre crianças e adultos residentes em países
onde a mesma é endêmica, e o diagnóstico diferencial é feito mediante a outras doenças entre
as quais:
Febre tifoide;
Hepatite infecciosa;
Leptospirose;
Dengue;
Leishmaniose visceral;
Febre-amarela,
A malária confunde-se com outras doenças infecciosas dos tratos respiratório, urinário e
digestivo, quer de etiologia viral ou bacteriana.
No período de febre intermitente, as principais doenças que se confundem com a malária são
as infecções urinárias, tuberculose miliar, salmoneloses septicêmicas, leishmaniose visceral,
endocardite bacteriana e as leucoses. Todas apresentam febre e, em geral, esplenomegalia.
Algumas delas apresentam anemia e hepatomegalia.
1.11. TRATAMENTO
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Quadro 1. Descrição do tratamento da malária
Artesunato + Amodiaquina1
Artesunato + Mefloquina
Dihidroartemisinina + Primaquina
O fármaco recomendado em países endémicos para tratar malária não complicada por Pv
continua a ser a cloroquina ou ACT em associação com Primaquina de modo a eliminar
formas latentes no fígado e impedir reativações (MARQUES, 2018).
Segundo Júnior (2017), aponta que, as principais drogas antimaláricos podem ser utilizadas
de acordo o estado da mesma enfermidade. O tratamento de malaria complicada ou grave
deve ser feito na base de:
O Artesunato é um derivado éster solúvel na água que está disponível sob a forma de pó. Este
pó deve ser dissolvido em 1 ml de bicarbonato de sódio a 5% (normalmente fornecido com o
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frasco) e agitado durante 2 a 3 minutos. Depois deve ser diluído em 5 ml de soro fisiológico
para uso EV ou diluído apenas em 2,5 ml para uso IM.
Posologia:
Kg x 2,4 x6
60mg
Kg x 3 x6
60mg
Kg x 2,4 x6
60mg
Crianças:
Iniciar no 1.º dia com dose de carga de 3.2 mg/Kg de peso e continuar com dose de
manutenção de 1.6 mg/kg de peso durante mais 6 dias (LEÃO, 2021).
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Adultos:
Obs: Não deve ser utilizada a dose de carga nas grávidas, devido ao efeito hiperinsulinémico
da Quinina, que agrava ainda mais a hipoglicemia.
Dose de manutenção 10 mg sal / Kg / dose, na mesma diluição, repetir de 8/8 horas e correr
durante 4 horas (LEÃO, 2021).
Sulfato de Quinina VO
Obs.: Não ultrapassar os 1800 mg /dia. Pode provocar arritmias graves e/ou paragem cardíaca.
Se não houver viabilidade para a perfusão, usar a via IM na mesma dose na face anterior da
coxa, numa concentração de 60 - 100mg/ ml, em dois sítios diferentes, para evitar uma
injecção de grande volume no mesmo local (BRAGA et al, 2010).
1.12. COMPLICAÇÕES
Malária cerebral: estima-se que ocorra em cerca de 2% dos indivíduos não imunes,
parasitados pelo P. Falciparum. Os principais sintomas são uma forte cefaleia, hipertermia,
vômitos e sonolência. Em crianças ocorrem convulsões. O paciente pode evoluir para um
quadro de coma, com pupilas contraídas e alteração dos reflexos profundos.
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Insuficiência renal aguda: caracteriza-se pela redução do volume urinário a menos de 400
ml ao dia e aumento da ureia e da creatinina plasmáticas. É mais frequente em adultos do que
em crianças e tem sido descrita como a complicação grave mais frequente de áreas de
transmissão instável, como o Brasil.
Os níveis de glicose sanguínea são inferiores a 30 mg/dl e a sintomatologia pode estar ausente
ou ser mascarada pela sintomatologia da malária. Pacientes em tratamento com quinina
podem apresentar acentuação da hipoglicemia.
Disfunção hepática: definida instalação de icterícia acentuada, com aumento maior que três
vezes nos níveis séricos de transaminases.
O paciente apresenta urina cor de coca-cola, vômitos biliosos e icterícia intensa. Necrose
tubular aguda com insuficiência renal é a complicação mais frequente e que pode causar a
morte.
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Passagem adequada dos pacientes para administração da dose correcta do anti
malárico prescrito.
De acordo com Júnior (2017), existem várias medidas de proteção individual que podem ser
adotadas pela população para reduzir a possibilidade da picada do mosquito transmissor da
doença, como:
Utilizar um repelente nas áreas do corpo expostas, entre o entardecer e o amanhecer, lendo e
seguindo com atenção as recomendações do fabricante;
Ter o cuidado de manter fechadas as portas e janelas das residências a partir do entardecer,
utilizar insecticidas (sprays ou difusores elétricos) e, sempre que disponível, ligar os aparelhos
de climatização;
Dormir debaixo dum mosquiteiro tratado com insecticidas (MTI) (JÚNIOR, 2017).
Segundo a OMS (2020), afirma que existem varias formas meios para comunicar anunciar a
população famílias e comunidade sobre o quão bom é acatar as orientações técnicas
profissionais de saúde reduzindo assim o índice elevado de casos de Malaria nas regiões
afectadas, as pessoas consideradas não imunes que se movimentem para áreas endémicas de
malária devem ser informadas sobre:
Usar repelente;
Os perigos e a gravidade da situação;
Evitar frequentar locais próximos a lixeiras;
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Os riscos de se infectarem e desenvolverem a doença.
É de extrema importância as realizações de campanhas e palestras que visão a promover a
educação em saúde e de mobilização social, para que o individuo saiba proteger a si e a sua
família da doença, de modo a manter o saneamento básico (evitar águas paradas, capins no
quintal e ao arredor da casa, deitar o lixo constantemente, usar roupas que cobrem o corpo de
modo a não deixar a maior parte do corpo exposto).
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CAPÍTULO II-ESTUDO DE CASO
Nome: J.B
Idade: 23 anos
Género: Feminino
Peso: 52Kg
Naturalidade: Uíge
Residência: Capopa
Nível académico: IIº Ciclo 9ªclasse
Filiação: H.V e C.B
Acompanhante: C.B
Grau de afinidade: Mãe
Ocupação: Doméstica
Data de baixa: 30/10/2024
2.2. Sinais e Sintomas:
Dor abdominal
Cefaleia há mais ou menos 4 dias
Calafrio
Delírios.
Dor abdominais
Cefaleia
Delírios
Artesunato (60mg/6ml)
17 ml I.V-----19 horas
17 ml I.V-----07 horas
17 ml I.V------19 horas
Cloreto de Sódio (500ml) 0,9% 8/8h I.V
Amoxicilina (1g/5ml) 1bb 8/8h I.V
Dipirona (2,5g/5ml) 2ml 8/8h I.M
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2.5. História da doença
Trata-se de uma paciente que deu entrada no BUA, acompanhada pela sua mãe informado que
durante os últimos 3 dias esteve a sentir dor de cabeça frequentemente e que se acompanha de
calafio, vômitos e dor abdominal. Tendo feito varios tratamentos mais sem sucessos hoje por
apresentar delírio decidimos procurar os serviços de saúde para melhor cuidados.
2.6. Antecedentes
APP-Lombalgia
Sinais vitais
T: 39ºC
FR: 19 Cr/m
FC: 85 p/m
T.A: 110/70 mmHg
TDR (+)
WIDAL (-)
Teste de gravidez
Glicemia
Parcial de urina
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2.9. Diagnóstico
Malária Complicada
2.10. Tratamento
2.11. Complicações
Disfunção Neurológica
Repouso no leito
Acesso venoso
Avaliação dos sinais vitais
Dieta líquida.
7 dias de estadia com Malária complicada, paciente colabora com astenias física, com as
mucosas coradas.
Usar repelente;
Os perigos e a gravidade da situação;
Evitar frequentar locais próximos a lixeiras;
Os riscos de se infectarem e desenvolverem a doença.
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CONSIDERAÇÕES FINAIS
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SUGESTÕES
Com base o resultado da pesquisa e das dificuldades vividas tomou a seguinte posição:
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Cefaleia: é um termo médico utilizado para designar aquilo que conhecemos como dor de
cabeça.
ADN: é uma molécula orgânica que contém as instruções genéticas que coordena o
desenvolvimento e o funcionamento dos seres e que transmite as características hereditárias
de todo ser vivo.
Enzima: são substâncias químicas capaz de desencadear uma determinada reação química.
I.T.P.M
CURSO DE ENFERMAGEM
FICHA DE INQUÉRITO
de uma forma unânime e honesta estudar os casos abaixo. Deste modo, garantimos que a
mesma tem um fim científico e não de carácter invasivo. Os dados e todas as informações
obedecerão sempre as normas éticas aplicáveis na investigação científica.
I- ASPECTOS SOCIODEMOGRÁFICOS:
Nome-------------------------Género-------------Idade------Raça --------Peso----------------------
Filhação------------------------------ e de ---------------------------------------------------------------
2.2-Sinais e Sintomas
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------
2.4- Tratamento Inicial
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------
2.6- Antescedentes
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-------------------------------------------------------------------------------------------------------------
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------
2.9- Diagnóstico
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2.10- Tratamento
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------
2.11- Complicações
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Estudante: Tutor:
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