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Gardnerella: Sintomas e Tratamento

GARDNERELLA VAGINALIS TRICHOMONAS VAGINALIS CANDIDA ALBICANS
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GARDNERELLA VAGINALIS

TRICHOMONAS VAGINALIS
CANDIDA ALBICANS
Interação Comunitária III
Gardnerella vaginalis

CARACTERÍSTICAS DA BACTÉRIA:

Cocobacilos;
Anaeróbia facultativa;
Gram-variáveis;
Imóvel;
Comensal;
Período de incubação de 2 a 21 dias;
Não é considerada uma IST;
Coloniza o trato genital feminino.
Gardnerella vaginalis:

CAUSA DA VAGINOSE BACTERIANA:

Higienização incorreta;
Múltiplos parceiros sexuais;
Sexo sem proteção;
Lavagem genital frequente;
Fazer uso de Dispositivo Intrauterino (DIU;)
Mal uso de antibióticos.
Gardnerella vaginalis:

SINTOMAS DA VAGINOSE BACTERIANA:

Corrimento com cheiro de peixe podre;


Corrimento amarelo-acinzentado
e, muitas vezes, bolhoso;
Coceira ou sensação de queimação;
Dor durante o contato/ relação sexual;
Balanopostite em homens.
Gardnerella vaginalis:

TRANSMISSÃO:
Contato genital entre parceiros sexuais femininos;
Ato sexual e contato com o pH elevado do sêmen;
Traumas vaginais;
Estresse;
Sistema imune enfraquecido;
Alteração do pH vaginal.
Gardnerella vaginalis:
PREVENÇÃO:

Evitar duchas íntimas;


Usar roupas íntimas de algodão;
Usar preservativo;
Dormir sem peça íntima;
Evitar múltiplos parceiros sexuais;
Evitar produtos perfumados e antissépticos na vagina;
Higienizar a vulva de frente para trás após urinar;
Evitar uso de medicamentos sem orientação médica.
Gardnerella vaginalis:
DIAGNÓSTICO:

CRITÉRIOS DE AMSEL:
pH vaginal superior a 4,5;
Teste das aminas positivas-detecção de odor de peixe podre;
Presença de células-alvo;
Presença de corrimento vaginal amarelo-acinzentado bolhoso.
Gardnerella vaginalis:
TRATAMENTO:
Metronidazol- 2x ao dia por 7 dias
Metronidazol gel vaginal- 1 tubo por 5 dias
Clindamicina-2x ao dia por 7 dias

PRECAUÇÕES:
Suspender relações sexuais;
Manter o tratamento durante a menstruação;
Evitar ingestão de álcool (efeito antabuse);
Gestante sintomáticas usar apenas a via intravaginal.
TRICHOMONAS VAGINALIS

Morfologia
Piriforme (com simetria
bilateral);
1 núcleo, 1 axóstilo 1 corpo
parabasal CP;
4 flagelos anteriores;
1 flagelo posterior aderido à
membrana.
TRICHOMONAS VAGINALIS

Habitat:
Trato urogenital
Único protozoário que habita
o trato urogenital
TRICHOMONAS VAGINALIS

Trichomonas vaginalis
ultrapassa diversas
barreiras para colonizar o
epitélio urogenital.
TRICHOMONAS VAGINALIS

A estimativa total é de
376,4 milhões de casos, dos
quais:
156,0 milhões de casos de
tricomoníase
TRICHOMONAS VAGINALIS

Transmitido principalmente pelo


sexo desprotegido, mas também
pelo compartilhamento de
fômites contaminados

Transmissão vertical
TRICHOMONAS VAGINALIS

Manifestações clínicas
Infeção facilitada por alterações Forma assintomática mais comum
Microbiota bacteriana; em homem
Aumento do pH; Forma sintomática mais comum em
Descamação excessiva; mulheres
Alterações hormonais; Vaginite;
Inflamações. Vulvovaginite;
Cervicite.

Sintomas: corrimento amarelo-esverdeado, forte prurido, ardor,


disúria, poliúria, desconforto vulvar, colpite macular, etc.
Riscos: pessoas infectadas risco maior de adquirir HIV
TRICHOMONAS VAGINALIS

Diagnóstico
Os procedimentos laboratoriais
mais frequentemente utilizados
incluem o exame parasitológico
direto de amostras frescas e de
esfregaços fixados e corados,
bem como métodos de cultivo.
TRICHOMONAS VAGINALIS
Metronidazol x Ritonavir Náuseas e vômitos
TRICHOMONAS VAGINALIS
Prevenção
Prática do sexo seguro, com o uso de
preservativos;
A abstinência de contatos sexuais com
pessoas infectadas;
O não compartilhamento de fômites;
A administração imediata e eficaz de
tratamento, tanto para casos sintomáticos
quanto para assintomáticos.
Levedura monomórfica, comensal e oportunista, presente na
Candida albicans microbiota vaginal e principal causador da CVV.

Candidíase Vulvovaginal (CVV)


Sintomas Tratamento
Corrimento esbranquiçado e grumoso; Tópico:
Hiperemia e edema nas mucosas; Miconazol (Creme 2%, 7 noites);
Prurido e queimação intensa; Clotrimazol, Nistatina, Tioconazol;
Dispareunia de intróito vaginal; Oral:
Disúria externa. Fluconazol 150 mg (1x/semana
Corrimento: por 6 meses);
Diagnóstico Itraconazol 400 mg (1x/mês por 6
Microscopia: visualização de pseudo- meses);
hifas e esporos de leveduras; Cetoconazol 100 mg (1x/dia por 6
Teste de pH: valores menores que 4,5 meses).
indicam candidíase;
Cultura vaginal.
Referências bibliográficas
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Disponível em: [Link] Acesso
em: 3 de Agosto 2024.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Doenças de Condições Crônicas e
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DE CARVALHO BRAGA, Paulinisia et al. Tricomoníase. Seven Editora, p. 479-485, 2024.

KONEMAN, E. W.; ALLEN, S. D.; JANDA, W. M.; SCHRECKENBERGER, P. C.; WINN, W. C. Diagnóstico Microbiológico. 7. ed.
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MACHADO, Eleuza Rodrigues; DE SOUZA, Luciana Pires. Tricomoníase: Assistência de enfermagem na prevenção e
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MEDEIROS, Karina Ramos de. Candidíase Vulvovaginal: uma revisão da literatura. 2022. Trabalho de Conclusão de
Curso (Graduação em Farmácia) – Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2022. Orientador: Prof. Dr.
Alexandre Sherlley Casimiro Onofre

MURRAY, Patrick R.; ROSENTHAL, Ken; PFALLER, Michael. Microbiologia medica. 8ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2017.

PIMENTA, Juliana Santos. Exame Papanicolau positivo para Gardnerella: paciente assintomático, tratar ou não? 2011.
24 páginas. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização em Atenção Básica em Saúde da Família) – Universidade
Federal de Minas Gerais, Governador Valadares, 2011.

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