A importância dos jogos na sociedade moderna:
Os jogos eletrônicos possuem grande influência em meio a sociedade atual, já que são
considerados uma forma de “fuga social”, dessa forma, os mesmos possuem uma influência
enorme para com as pessoas, sendo essa influência tanto positiva, como função de aprendizado
e desenvolvimento de estímulos cognitivos, como negativa como vícios e problemas de saúde
como sedentarismo, cansaço físico e mental.
Os benefícios de jogar videogames:
As consequências dos videogames na sociedade já são objeto de estudo. Por exemplo, Andrew
Przybylski, psicólogo do Instituto de Internet da Universidade de Oxford, já tinha publicado em
2014 um estudo na revista Pediatrics onde estabelecia quantas horas as crianças deviam passar
jogando videogames. Ele concluiu que aqueles que jogavam menos de uma hora eram
emocionalmente mais estáveis, enquanto aqueles que passavam cerca de três horas
desenvolviam problemas de socialização. Portanto, os videogames além de melhorarem a
aprendizagem, com moderação promovem outros benefícios. A seguir, revisamos alguns deles:
Aumentam a capacidade de resposta
Conforme a universidade de Rochester agilizam a capacidade de lidar com imprevistos ao
propor problemas e estipular um tempo para resolvê-los.
Promovem o trabalho em equipe
Segundo o californiano Institute for the Future (IFTF) as partidas com vários jogadores com um
determinado objetivo comum reforçam a capacidade para resolver problemas de forma
colaborativa.
Estimulam a criatividade, a atenção e a memória visual
A Universidade da Califórnia garante que estimulam estes aspectos pois propõem desafios que
obrigam as crianças a se concentrar, a usar a imaginação e a lembrar dos detalhes para resolvê-
los.
Melhoram a estratégia e a liderança
Conforme a universidade de Pittsburgh, os videogames colocam seus protagonistas em
situações de controle, melhorando sua capacidade para solucionar conflitos, dirigir outros
personagens e tomar decisões.
Ensinam idiomas
De acordo com a universidade de Helsinque facilitam a aprendizagem de outras línguas através
de instruções na tela, das salas de bate-papo (chats) para se comunicar com outros jogadores
ou com a própria narração da história.
Favorecem o pensamento crítico
O Instituto Tecnológico de Monterrey do México destacou em um artigo o fundo ético, filosófico
e social destes jogos e sua capacidade para suscitar a reflexão nos jogadores e melhorar seu
pensamento crítico.
Benefícios dos Videogames na Aprendizagem
Por que seus filhos deveriam jogar videogames?
Sociedade Alto rendimento Talento digital
Muitos pais têm receio dos consoles de videogames e não querem tê-los em suas casas porque
acham que podem prejudicar o desempenho escolar de seus filhos. No entanto, os benefícios
dos videogames incluem o desenvolvimento de habilidades tais como: atenção, criatividade,
memória, idiomas e trabalho em equipe.
videogames
Os videogames facilitam a aprendizagem dos conteúdos educativos e o desenvolvimento das
habilidades cognitivas.
Lara Croft não sabe, mas suas lendárias aventuras no PlayStation fizeram mais pela arqueologia
do que muitos livros. Além da protagonista da saga Tomb Raider, há uma infinidade de
personagens de videogames que, embora não pareça, despertam vocações precoces e ensinam
história, geografia ou matemática para milhões de estudantes e adultos em todo o mundo.
Quem disse que os consoles não cultivam o intelecto?
A importância dos videogames na sociedade
Já faz tempo que a indústria dos videogames perdeu a inocência. Atualmente é um setor
maduro e admirado por sua potência tecnológica, capacidade inovadora e visão empresarial
privilegiada. Os números não enganam: esse mercado encerrou 2022 com receitas mundiais de
mais de 180 bilhões de dólares e uma previsão de que esse número deverá ultrapassar o valor
de 200 bilhões até 2025., segundo indica a empresa de inteligência de mercado Newzoo.
Com essas cifras é normal que os videogames dominem o lazer audiovisual, indo muito além da
música e do cinema. Nem sequer Hollywood pôde vencer um rival que tem 3,2 bilhões de
jogadores no mundo e, mais concretamente, sucessos como Fortnite com mais de 230 milhões
de usuários ativos por mês. A febre por esse videogame ultrapassa fronteiras e já preocupa um
gigante como a Netflix, mais do que a Disney e a HBO, seus concorrentes diretos na batalha para
liderar os conteúdos audiovisuais em streaming.
Os elementos-chave do 'game-based learning'
Os benefícios dos videogames também chegaram ao ensino com o game-based learning ou
aprendizagem baseada nos jogos eletrônicos. Trata-se de um método educativo que utiliza o
lado positivo dos videogames para transmitir conhecimentos aos estudantes e que se baseia em
três pontos essenciais:
Dinamiza a educação: transforma a aprendizagem em um jogo divertido, emocionante e sem
aulas entediantes. Isso faz com que os alunos assimilem e retenham os conteúdos quase sem se
aperceberem.
Aumenta a motivação: convertem os estudantes nos protagonistas da história e premiam seu
esforço com medalhas, vidas extra, bônus, etc. Assim conseguem captar e manter seu interesse
em aprender.
Facilita a prática: permitem aplicar os conhecimentos adquiridos sem criar situações de perigo.
Essa é a missão, por exemplo, dos simuladores de voo e navegação.
Videogames para a aprendizagem: os 'serious games'
No âmbito do game-based learning existem videogames educativos conhecidos como serious
games (videogames sérios). Esse segmento destinado ao ensino visa formar os estudantes em
matérias específicas, tal como na aprendizagem de idiomas, no entanto, também auxilia no
treinamento de profissionais como polícias, pilotos, bombeiros ou pessoal do setor de saúde,
entre outros. Os videogames educativos constituem um mercado global em expansão, prevendo
receitas de 24 bilhões de dólares em 2024 somente nos Estados Unidos — 685% a mais em
relação a 2021 — tal como publicado pelo portal Statista. A seguir, elencamos alguns deles:
Dragon Box serve para aproximar a geometria às crianças.
Extreme Event prepara as pessoas para que possam lidar com desastres naturais e promove o
trabalho em equipe.
Pacific serve para treinar a liderança e a gestão de equipes.
Spore é útil para ensinar biologia, sobretudo a evolução dos seres vivos.
Duolingo promove a aprendizagem de idiomas como inglês, francês ou alemão.
Blood Typing, desenvolvido pela Academia Sueca, educa sobre tipos de sangue e transfusões.
Os benefícios de jogar videogames
As consequências dos videogames na sociedade já são objeto de estudo. Por exemplo, Andrew
Przybylski, psicólogo do Instituto de Internet da Universidade de Oxford, já tinha publicado em
2014 um estudo na revista Pediatrics onde estabelecia quantas horas as crianças deviam passar
jogando videogames. Ele concluiu que aqueles que jogavam menos de uma hora eram
emocionalmente mais estáveis, enquanto aqueles que passavam cerca de três horas
desenvolviam problemas de socialização. Portanto, os videogames além de melhorarem a
aprendizagem, com moderação promovem outros benefícios. A seguir, revisamos alguns deles:
Aumentam a capacidade de resposta
Conforme a universidade de Rochester agilizam a capacidade de lidar com imprevistos ao
propor problemas e estipular um tempo para resolvê-los.
Promovem o trabalho em equipe
Segundo o californiano Institute for the Future (IFTF) as partidas com vários jogadores com um
determinado objetivo comum reforçam a capacidade para resolver problemas de forma
colaborativa.
Estimulam a criatividade, a atenção e a memória visual
A Universidade da Califórnia garante que estimulam estes aspectos pois propõem desafios que
obrigam as crianças a se concentrar, a usar a imaginação e a lembrar dos detalhes para resolvê-
los.
Melhoram a estratégia e a liderança
Conforme a universidade de Pittsburgh, os videogames colocam seus protagonistas em
situações de controle, melhorando sua capacidade para solucionar conflitos, dirigir outros
personagens e tomar decisões.
Ensinam idiomas
De acordo com a universidade de Helsinque facilitam a aprendizagem de outras línguas através
de instruções na tela, das salas de bate-papo (chats) para se comunicar com outros jogadores
ou com a própria narração da história.
Favorecem o pensamento crítico
O Instituto Tecnológico de Monterrey do México destacou em um artigo o fundo ético, filosófico
e social destes jogos e sua capacidade para suscitar a reflexão nos jogadores e melhorar seu
pensamento crítico.
Pontos negativos:
vício em jogos eletrônicos: Quando o jogo se torna um vício, ele pode causar vários problemas
em seus usuários. Um deles, é o grande investimento que o jogador coloca em seu jogo,
podendo gastar até mais do que se fosse necessário, apenas para conseguir destaque no game.
outro efeito negativo é o cansaço físico e mental, causado pela diminuição ou falta do sono
noturno, interferindo na produtividade intelectual, atenção e convívio social.
Alguns pesquisadores ainda dizem que o vício em jogos pode ser comparado ao vício em álcool
e drogas, pois possuem efeitos semelhantes no cérebro humano, como mostrado na pesquisa a
seguir.
Jogos de celular e computador que instigam o vício podem ter efeito similar ao abuso de drogas
ou alcoolismo no cérebro infantil, revelou uma série de estudos realizados pela Universidade
Estadual da Califórnia, nos Estados Unidos. De acordo com o Daily Mail, exames de ressonância
magnética mostraram que o cérebro de jovens que utilizam com muita frequência o videogame
e as mídias sociais exibe as mesmas mudanças de função e estrutura que as dos alcoólatras ou
viciados em drogas. (VEJA, 2018)
Outro mal também causado pelo vício em jogos eletrônicos, é a perda do apetite do jogador, o
que pode acarretar no surgimento de transtornos alimentares como a anorexia. Outro fator é o
aumento da ansiedade, por conta da ânsia que o jogador tem em conseguir um novo item ou
uma nova fase no game.
Além desses, problemas posturais também são frequentes naqueles que passam horas em
frente aos videogames, já que os mesmos estão sempre movimentando os membros superiores
(para aqueles que jogam com controles) ou com a coluna de forma errada (para aqueles que
jogam em computadores e notebooks).
perda do sono por conta dos jogos: A perda do sono também é algo frequente na vida daqueles
que jogam de forma excessiva. Dessa forma a falta de sono pode gerar uma série de alterações
no organismo, já que secreção de alguns hormônios está relacionada ao sono, e quando há
privação de descanso, ocorrem mudanças que contribuem para o acúmulo de gordura corporal
e podem causar estresse e dores no corpo além de prejuízos à memória e aprendizado, risco de
desenvolver doenças psiquiátricas e enfraquecimento do sistema imune. Além de causar
mudanças no relógio biológico do ser humano, pois o mesmo é responsável por causar o sono
durante a noite e permanecer acordado durante o dia e não o contrário.
A exposição a jogos violentos é outro problema bem frequente, já que a mesma pode
influenciar (ou não) o jogador a praticar os mesmo atos. Jogos eletrônicos que apresentam
violência extrema são cada vez mais frequentes, mas é somente na atualidade que isso ocorre.
O jogo Carmageddon é um dos exemplos mais famosos de jogo para PC banido do Brasil. Na
década de 90, a versão clássica da série criou polêmica ao colocar os jogadores no comando de
um motorista que deveria atropelar pedestres para somar pontos.
Outra preocupação em relação aos jogos eletrônicos são o uso de mensagens subliminares,
mensagens mostradas na tela do game (de forma escrita ou não) que geralmente passam
despercebidas de forma consciente, porém, a mensagem atinge outra parte do cérebro humano
subconsciente.
A mensagem subliminar é aquela que trabalha com o subconsciente das pessoas. A mensagem
captada é assimilada sem nenhuma barreira consciente, assim, o indivíduo age não como se
estivesse hipnotizado, pois ele não perde a consciência, mas sim, com tendências subjetivas
para tomar certa atitude. É importante ressaltar que a mensagem subliminar trabalha
unicamente com o subconsciente, portanto, qualquer impressão consciente que uma imagem
provoca no indivíduo não pode ser considerada como mensagem subliminar.
O papel dos pais com relação aos videogames:
Os videogames continuam criando desconfiança nos pais. E isto realmente tem algum
fundamento: a Organização Mundial da Saúde (OMS) incluiu em 2019 o transtorno dos jogos
eletrônicos (Gaming Disorder) na Classificação Internacional de Doenças e Problemas
Relacionados à Saúde. Quando as crianças começam a jogar videogames convém ter em conta,
em primeiro lugar, aspectos tais como o sistema PEGI ( Informação pan-europeia sobre
videogames) — ou seu equivalente nos EUA: ESRB —, que orienta os pais sobre a conveniência
de certos jogos, estabelecendo uma idade de uso recomendada.
A revista científica Psychology Today oferece uma série de conselhos para os pais:
Verificar o conteúdo dos jogos. Os pais devem ter controle sobre o tipo de videogames que seus
filhos estão jogando. Optar por educativos em lugar de violentos.
Promover o uso de videogames colaborativos. Quando as crianças jogam juntas socializam e
estabelecem alianças. Deve-se evitar converter este tipo de lazer numa atividade solitária.
Estipular limites de tempo. Estabeleça regras. Por exemplo: podem jogar durante cerca de duas
horas, depois de terem feito os deveres da escola, mas não antes.
Seguir as recomendações dos fabricantes de videogames. Por exemplo: não se sentar perto da
tela; jogar em um recinto bem iluminado, não jogar com o brilho no máximo, etc.
Conclusão:
Os jogos eletrônicos são uma das maiores formas de distração e fuga da realidade na
atualidade, movimentando cada vez mais as indústria produtoras de games.
A diversidade de jogos expõe o espectador ao que ele queira ver, ou seja, a um determinado
jogo que combine com a personalidade do jogador, podendo expor o mesmo a jogos de
temática positiva; que ajudam no desenvolvimento de habilidades como raciocínio lógico e
trabalho em equipe, como também, de jogos com temáticas negativas onde são explicitadas de
forma clara a violência ou de forma oculta, como mensagens subliminares e também jogos não
violentos, mas que podem levar aos seus jogadores o vício no game.
Os jogos eletrônicos podem oferecer muitos benefícios aos seus usuários desde que os mesmos
saibam usar o jogo de forma moderada e com influências positivas. Esses jogos estimulam o
pensamento rápido, trabalho em equipe, tomada de decisões, construção de valores e atitudes.
Em contrapartida, se o jogador optar por um jogo de temática agressiva o mesmo pode ser
influenciado e apresentar uma predisposição à agressividade evidenciado um sentimento de
revolta. Um exemplo de caso de crime em que os jogos eletrônicos tiveram parte foi o Massacre
de Suzano pois foram encontradas anotações com referências ao jogo “Call of Duty" no carro de
um dos criminosos. A longo prazo, não foi comprovado se o jogo realmente teve influência para
com o acontecido. Passado os anos, a explicação mais lógica para o acontecido foi o bullying,
isolamento social e o desejo de superar o massacre em uma escola de Columbine, nos Estados
Unidos.
O fato é que o assunto necessita de mais estudo e assistência. Os jogos eletrônicos devem cada
vez mais estarem presentes em sala de aula, mas com revisão de pais e professores acerca do
conteúdo que o jogo irá abordar e influenciar no conhecimento, além de terem a supervisão
dos pais quando são utilizados em casa.
referências:
[Link]
[Link]#:~:text=Os%20jogos%20eletrônicos
%20possuem%20grande,desenvolvimento%20de%20estímulos%20cognitivos%2C%20como
[Link]