0% acharam este documento útil (0 voto)
8 visualizações22 páginas

Projeto de Interiores Comerciais Eficientes

Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
8 visualizações22 páginas

Projeto de Interiores Comerciais Eficientes

Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

Arquitetura de Interiores

Projeto de Interiores Comercial

Responsável pelo Conteúdo:


Prof.ª M.ª Aline Monteiro Campos Garcia

Revisão Textual:
Prof.ª Dra. Luciene Oliveira da Costa Granadeiro
Projeto de Interiores Comercial

• Projetos de Interiores Comerciais;


• Os Componentes Invisíveis nos Ambientes Comerciais;
• Sistemas de Iluminação Natural e Artificial na Arquitetura Comercial;
• Conforto Acústico em Projetos de Interiores Comerciais;
• Tipos de Arquitetura de Interiores Comerciais;
• Elementos do Visual Merchandising em Projetos de Interiores Comerciais;
• Tendências Contemporâneas nos Projetos.

OBJETIVOS DE APRENDIZADO
• Aplicar a metodologia projetual para criação e elaboração de um projeto de arquitetura de
interiores comercial;
• Comparar e analisar os sistemas de iluminação natural e artificial dos ambientes comerciais;
• Reconhecer as estratégias para o conforto acústico de ambientes comerciais;
• Identificar os tipos de arquitetura de interiores comerciais;
• Analisar os elementos do visual merchandising e reconhecer a relevância dos mesmos nos
projetos de interiores comerciais.
UNIDADE Projeto de Interiores Comercial

Projetos de Interiores Comerciais


A arquitetura de interiores ultrapassa a definição de espaço na arquitetura. Ao pla-
nejar o layout, o mobiliário e o desenvolvimento do espaço, o profissional deve estar
consciente de seu potencial de modificação e melhoria. Para o projeto de ambientes
internos, é necessário compreender como eles são formados por meio dos sistemas da
estrutura e das vedações (CHING, 2019).

No setor de comércio e serviços, a arquitetura de interiores tem como função atender


as necessidades dos clientes e usuários que utilizam os espaços. O mobiliário, a ilumina-
ção, os sons, os cheiros, as cores e texturas influenciam na experiência do consumidor,
na sua identificação com a loja e a marca, gerando uma relação de fidelidade entre ambos
(GIAMBASTIANI, 2019).

Figura 1 – Interior da Loja da Apple em Nova Iorque – EUA. Arquitetos: Foster + Partners
Fonte: [Link]

A forma e o arranjo dos acessórios, a iluminação e a natureza acústica das superfícies


são responsáveis por criar várias sensações e definir padrões espaciais, proporcionando
momentos agradáveis de compra e permanência em ambientes comerciais. (CHING, 2019)

Nos projetos de interiores comerciais, assim como nos projetos de interiores residen-
ciais, deve-se seguir uma metodologia projetual, sendo necessário:
• Definir o problema;
• Elaborar o programa de necessidades;
• Desenvolver o conceito do projeto;
• Avaliar as alternativas;
• Tomar decisões de projeto;
• Desenvolver e redefinir o projeto;
• Implementar o projeto;
• Reavaliar o projeto final.

8
Reafirmando que as limitações ajudam a dar forma às soluções de projeto. Identifique
as condicionantes, assim como os impedimentos financeiros, legais ou técnicos que irão
afetar a solução de projeto (CHING, 2019).

São condicionantes para o projeto de interiores as características físicas do terreno


ou do espaço comercial, as normas que se aplicam a eles, as necessidades e limitações
apresentadas pelo cliente, e que todas elas são determinantes para a configuração espacial
(GIAMBASTIANI, 2019).

O sucesso de um projeto pode ser julgado pela sua funcionalidade, ela aprimora o
funcionamento dos espaços internos e os torna adequados à execução de tarefas e ativi-
dades pelos seus usuários (CHING, 2019). No desenvolvimento de projeto de interiores,
tanto para um novo espaço como para reforma de um existente, é necessário analisar:
• Orientação solar e condições do terreno naquele local;
• Forma, escala e proporção do espaço;
• Localização de portas, pontos de acesso e percursos de circulação que eles sugerem;
• Janelas e iluminação, vistas e ventilação que elas propiciam;
• Materiais de parede, piso e teto;
• Detalhes de arquitetura significativos;
• Localização do mobiliário fixo e dos pontos de saída dos sistemas hidrossanitários,
elétricos e mecânicos;
• Modificações possíveis na arquitetura;
• Elementos para possível reutilização, inclusive acabamentos e acessórios.

É importante planejar e projetar espaços de grande escala para empreendimentos


comerciais com base nas particularidades locais, de modo que a edificação se conecte
com o contexto e atenda às necessidades do usuário. No caso de intervenções em escalas
menores, como uma loja em um centro comercial, o projeto deve se apropriar das poten-
cialidades do espaço, adequando-o às suas funções e objetivos (GIAMBASTIANI, 2019).

Assim, devem ser analisadas no projeto as particularidades do espaço como: terreno,


pisos, paredes, aberturas, tetos e forros, pé-direito, escadas, rampas e elevadores. Esses
são alguns dos elementos que afetam diretamente na tomada de decisões e no estudo de
possíveis soluções espaciais durante o projeto e o planejamento dos espaços interiores
comerciais, bem como durante sua execução (GIAMBASTIANI, 2019).

Saiba mais:
• Projeto de Interiores da Loja da Apple. Disponível em: [Link]
• Projeto de Interiores de uma Loja de Sapatos em Nova Deli, na Índia.
Disponível em: [Link]
• Projeto da Barbearia Notorious. Disponível em: [Link]
• Projeto da Amazon. Disponível em: [Link]

9
9
UNIDADE Projeto de Interiores Comercial

Os Componentes Invisíveis
nos Ambientes Comerciais
Na elaboração de um projeto de interiores, é importante considerar os fatores ex-
ternos “invisíveis” que podem influenciar o comportamento dos ambientes. Segundo
Giambastiani (2019), os componentes invisíveis são:
• Ventos: ventilação é o movimento de ar dentro de um espaço, por meio das dife-
renças de pressão. Para controlar a incidência de ventos externos em um ambiente
é necessário entender o posicionamento geográfico do lugar e o espaço construído
ao seu redor. O controle da ventilação dentro de um ambiente é essencial para o
fornecimento de ar fresco, a manutenção da temperatura dos ambientes e o manejo
da umidade relativa do ar.
• Temperatura e umidade do ar: o conforto térmico de um ambiente está relacionado
ao controle da sua temperatura e da umidade. A sensação de desconforto dentro de
um espaço pode estar relacionada não apenas à temperatura demasiadamente alta
ou baixa, mas à combinação da temperatura com a umidade. Ambas as situações ex-
tremas são prejudiciais ao conforto ambiental e à saúde de quem o utiliza. A umidade
do ar, quando excessiva, pode ser um grande inimigo dos espaços fechados, uma vez
que facilita a proliferação de mofo e pode causar danos aos elementos construtivos.
A radiação solar aquece o ambiente e a falta de ventilação mantém o ar parado e não
permite que o ar quente saia do mesmo. Além disso, a presença de pessoas no am-
biente causa o aumento da umidade relativa do ar, uma vez que na respiração, além
do gás carbônico resultante da troca gasosa, as pessoas liberam umidade. Assim, por
menor que seja a quantidade de umidade gerada, ela acumula ao longo do tempo,
aumentando a sensação de desconforto no interior da edificação.
• Nível de ruído: a preocupação com a acústica está relacionada ao desempenho dos
ambientes internos, ao seu controle de ruído e à preservação da qualidade do meio
ambiente. Além do ruído proveniente da rua, deve-se atentar aos geradores de ruído
dentro dos ambientes, como máquinas, equipamentos e materiais construtivos que
não absorvam o impacto de movimentações. O controle dos ruídos e do eco em
ambientes internos é de grande importância para o seu uso, sobretudo em espaços
comerciais, nos quais a comunicação entre os usuários deve ser clara e eficiente.
• Insolação: a incidência de iluminação natural é um dos fatores invisíveis mais fáceis
de perceber. Ao entrarmos em um ambiente, é possível identificar rapidamente se
ele é bem iluminado, se há uma insolação significativa e se ela é bloqueada por
algum elemento. Capaz de gerar espaços bastante agradáveis ao uso, a iluminação
natural que incide em um ambiente traz inúmeros benefícios. Entre eles, destacam-
-se o conforto visual, o controle térmico e a economia no consumo de energia. Em
ambientes comerciais, o uso da luz natural pode ser uma estratégia de projeto inte-
ressante, uma vez que as partículas de luz emitidas fazem com que o cérebro tenha
uma percepção mais ampla sobre o ambiente.

10
Figura 2 – Interior da Loja Havaianas na Rua Oscar Freire em São Paulo. Arquiteto: Isay Weinfeld
Fonte: Reprodução

Saiba mais:
• Estratégias Bioclimáticas. Disponível em: [Link]
• Eficiência Energética na Arquitetura - Capítulo 3: Arquitetura e Clima.
Disponível em: [Link]

Analise alguns exemplos de projetos comerciais que controlam e usam os componentes


invisíveis de maneira eficiente.

Saiba mais:
• Café e Floricultura Ginkgo. Disponível em: [Link]
• Loja Havaianas. Disponível em: [Link]

Sistemas de Iluminação Natural e


Artificial na Arquitetura Comercial
O uso da iluminação é fundamental para o desenvolvimento das tarefas com pre-
cisão e segurança dos usuários. A iluminação, se apropriada, proporciona ambientes
agradáveis e com reprodução fiel das cores. Quando não for suficiente, a iluminação
natural deve ser complementada com a iluminação artificial. Nos ambientes comer-
ciais, a iluminação deve ser desenvolvida de forma a ressaltar e valorizar os produtos
(GIAMBASTIANI, 2019).

11
11
UNIDADE Projeto de Interiores Comercial

Figura 3 – Detalhe de iluminação da loja de sapatos Sola Metálica, em Nova Delina, na Índia. Arquitetos: Renesa
Architecture Design Interiors Studio
Fonte: Reprodução

Saiba mais:
• Produtos, soluções e reflexões sobre Iluminação Natural e Artificial na Arquitetura.
Disponível em: [Link]
• Eficiência Energética na Arquitetura - Capítulo 5: Iluminação Natural.
Disponível em: [Link]
• Fluxo luminoso, lúmens, watts, iluminância. O que tudo isso significa?
Disponível em: [Link]
• O que é Temperatura da Cor da Lâmpada. Disponível em: [Link]
• O que é IRC e onde ele é importante – Escolha a Lâmpada Certa.
Disponível em: [Link]
• Manual Luminotécnico Prático. Disponível em: [Link]

Conforto Acústico em Projetos


de Interiores Comerciais
O conforto acústico está relacionado ao nível de tolerância sonora que o ser humano
pode suportar, sem acarretar desconforto e danos à sua saúde. Ambientes com fluxo
intenso de pessoas tendem a gerar ruídos devido ao somatório das vozes e dos sons
ocasionados. Assim, o profissional responsável pela arquitetura de interiores comercial,
deve buscar soluções alternativas eficazes na atenuação do som, de forma a proporcio-
nar comunicação eficiente entre consumidores e lojistas.

Os elementos que constituem os ambientes são os principais responsáveis por pro-


porcionar conforto acústico. Os acabamentos e os revestimentos das superfícies atuam
na correção acústica dos ambientes, podendo aumentar ou diminuir a absorção sonora,
conforme a função que o espaço deverá desempenhar (GIAMBASTIANI, 2019).

12
Saiba mais:
• Princípios básicos de acústica. Disponível em: [Link]
• Absorção sonora x Isolamento acústico: entenda as diferenças.
Disponível em: [Link]
• Isolamento acústico em paredes: saiba especificar.
Disponível em: [Link]

Tipos de Arquitetura de
Interiores Comerciais
A arquitetura de interiores comercial é uma área sempre em destaque, devido às
constantes mudanças no perfil dos consumidores. Comportamentos, moda, tendências
mundiais e regionais, além de estilos de vida influenciam diretamente nos empreendi-
mentos e ambientes que são criados para alojá-los (GIAMBASTIANI, 2019).

Segundo Giambastiani (2019), a arquitetura comercial pode ser dividida em:


• Lojas: são ambientes de comercialização de produtos, que podem ser de diversos
segmentos como vestuário, alimentos, eletrônicos, cosméticos etc. O tipo de produ-
to a ser exibido irá indicar as características dos expositores, criando mobiliários e
estruturas personalizadas. No projeto de lojas, importância deve ser dada aos tipos
de luminárias, à intensidade da luz, às cores das paredes, pisos e tetos, às cores dos
mobiliários, provadores, caixas e áreas de atendimento ao cliente;

Figura 4 – Interior da Loja Fast Shop Lifestyle em Ibirapuera – SP. Arquitetos: Kengo Kuma + Associates
Fonte: Reprodução

• Shopping Centers: são edificações amplas que reúnem diferentes tipos de comér-
cios em um único ambiente. No projeto de shoppings, além de dar importância a
todos os itens do projeto de lojas, deve-se abordar a circulação interna e externa, os
acessos à edificação e às lojas, e as estruturas comum, como sanitários e áreas de
sobrevivência e praças de alimentação;

13
13
UNIDADE Projeto de Interiores Comercial

Figura 5 – Interior do Shopping Mega Foodwalk na Tailândia. Arquiteto: FOS


Fonte: Reprodução

• Clínicas: caracterizam-se como comércios, pois também são locais de atendimento


ao público e comercialização de serviços. As clínicas podem ser médicas, odon-
tológicas, fisioterápicas, estéticas ou de atendimento aos “pets”, entre outras. No
projeto de interiores destes ambientes, é necessário especificar materiais de fácil
higienização e que estejam de acordo com as normas da Vigilância Sanitária e das
regulamentações dos órgãos de saúde municipal, estadual e federal;

Figura 6 – Interior da Clínica Odontológica Médis Amoreiras em Lisboa, Portugal. Arquiteto: Sabrab
Fonte: Reprodução

• Bares e Restaurantes: atendem públicos variados. Os bares têm uma rotatividade


maior de pessoas comparado aos restaurantes. Esses locais também devem aten-
der as normas da Vigilância Sanitária e das regulamentações dos órgãos de saúde
municipal, estadual e federal. Os mobiliários, as cores, a iluminação, os aromas,
interferem no comportamento do público nestes ambientes, podendo fazer com
que permaneçam maior ou menor tempo no local;

14
Figura 7 – Interior do Restaurante O Asiático, em Lisboa, Portugal. Arquitetos: João Tiago Aguiar Arquitectos
Fonte: Reprodução

• Espaços de Múltiplos Usos: são espaços compartilhados como barbearias com


espaços de jogos e bar, salões de beleza com lojas de roupas, cafeterias com livra-
rias, entre outros usos múltiplos de espaços.

Figura 8 – Interior da Notorious Barbearia em Igrejinha, Rio Grande do Sul. Studio Bloco Arquitetura
Fonte: Reprodução

Elementos do Visual Merchandising em


Projetos de Interiores Comerciais
O visual merchandising é uma estratégia de varejo que trabalha o ambiente do ponto
de venda, e cria uma identidade da loja ou da marca a ser trabalhada, também personaliza
o ambiente por meio da arquitetura, do design, do layout e da disposição dos produtos,
impulsionando e influenciando nas decisões de compra dos clientes. Assim, o tamanho
da loja, o layout interno e externo, a decoração, as cores, os aromas, a iluminação são
fundamentais para a boa apresentação do ponto de venda. Os elementos que compõem o
layout externo: a fachada, o letreiro, a vitrine, os acessos e o estacionamento.

15
15
UNIDADE Projeto de Interiores Comercial

Figura 9 – Loja da Natura em São Paulo. Metro Arquitetos Associados


Fonte: Reprodução

Fazer visual merchandising exige conhecimento específico sobre o assunto. Essa


ferramenta tornou-se fundamental para o desenvolvimento de projetos de arquitetura
de interiores comercial, em função de os clientes estarem a cada dia mais exigentes em
relação à oferta de produtos e serviços.

Segundo Giambastiani (2019), alguns elementos internos podem ser trabalhados


para alcançar o êxito no projeto de arquitetura de interiores comercial:
• Cores: é um dos aspectos mais importantes e que causa muitas sensações nos usu-
ários, que podem variar desde conforto e sofisticação até agitação e irritabilidade.
A Unidade 1 aborda a teoria das cores e sua relação com o espaço;
• Aromas: marcam um local e caracterizam uma marca;

Saiba mais:
Como o cheiro de uma loja faz o cliente comprar muito mais.
Disponível em: [Link]

• Iluminação: ilumina e destaca os produtos. Uma iluminação de destaque valoriza


ou mesmo desvaloriza um produto se utilizada de forma inadequada. A correta
quantidade de iluminação e o uso de lâmpadas com Índice de Reprodução de Cor
(IRC) adequado, favorecem a venda dos produtos;

Saiba mais:
Iluminação de lojas. Disponível em: [Link]

• Som: interfere na ambientação da loja;

16
• Saiba mais:
• Benefícios do som ambiente para lojas. Disponível em: [Link]
• 7 formas que a música de uma loja faz o cliente comprar mais.
Disponível em: [Link]

• Mobiliários e expositores: expõe os produtos para venda, podendo ser pratelei-


ras, cabideiros, mesas, araras, balcões, gondolas, displays e manequins;
• Circulações e fluxos: a loja precisa ser funcional e facilitar ao máximo a circula-
ção de pessoas. Os produtos expostos na área de maior movimento são os mais
comercializados;
• Comunicação visual: utilizada para marcar a identidade do produto. Podem ser
utilizadas placas de identificação, totens, banners etc.

Saiba mais:
Arquitetura comercial pode impulsionar o movimento das lojas.
Disponível em: [Link]

Tendências Contemporâneas nos Projetos


A arquitetura de interiores comercial, assim como as demais áreas da arquitetura,
acompanha as tendências mundiais de moda, música, decoração e atitudes. Atualmente,
o consumidor está atento às origens e à procedência do produto que vai adquirir, assim
como ao valor que está atribuído a ele. A forma de trabalhar vem sendo alterada ao longo
do tempo, como home office, startups e coworkings (GIAMBASTIANI, 2019).

Figura 10 – Sicur Coworking em Barueri – SP. Juliana Trivelato Stefanelli Arquitetura


Fonte: Reprodução

17
17
UNIDADE Projeto de Interiores Comercial

Saiba mais:
• O que é startup? Entenda o significado e como funcionam essas empresas.
Disponível em: [Link]
• O que é Coworking e como funciona este modelo de trabalho?
Disponível em: [Link]

O consumismo está dando lugar ao consumo consciente. Uma nova cultura de con-
sumo define a economia circular. E essa nova forma de consumo impacta todos os
aspectos, inclusive a arquitetura. Assim é importante abordar nos projetos o conceito
de reutilização, uso de materiais duráveis, implantação de bicicletários, espaços para
animais de estimação, dispersores de alimentos para animais de rua, conceitos esses va-
lorizados pelo público atento as novas tendências de consumo (GIAMBASTIANI, 2019).

Saiba mais:
• O que é economia circular?
Disponível em: [Link]
• Arquitetura de interiores dos coworkings
Disponível em: [Link]
• Archademy: a primeira aceleradora do mundo para arquitetos e designers de interiores
Disponível em: [Link]

18
Material Complementar
Indicações para saber mais sobre os assuntos abordados nesta Unidade:

Sites
Revista Archdaily – Interiores Comerciais
[Link]

Leitura
ABNT NBR 16726: Feltro de lã de vidro para isolamento acústico e térmico em sistemas construtivos em
chapas de gesso para drywall – Requisitos e métodos de ensaio.
[Link]
ABNT ISO 16283-1: Acústica – Medição de campo do isolamento acústico nas edificações e nos elementos de
edificações – Parte 1: Isolamento a ruído aéreo.
[Link]
ABNT ISO 3382-1: Acústica – Medição de parâmetros de acústica de salas – Parte 1: Salas de espetáculos.
[Link]
ABNT ISO 3382-2: Acústica – Medição de parâmetros de acústica de salas – Parte 2: Tempo de reverberação
em salas comuns.
[Link]
ABNT ISO 3382-3: Acústica – Medição de parâmetros de acústica de salas – Parte 3: Escritórios de planta livre.
[Link]

19
19
UNIDADE Projeto de Interiores Comercial

Referências
CHING, F. D. K. Arquitetura de interiores ilustrada. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2019.

GIAMBASTIANI, G. L.; et al. Projeto de arquitetura de interiores comerciais. Porto


Alegre: Sagah, 2019.

20

Você também pode gostar