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Possibilidades e Limitações das Companhias de Fuzileiros

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Guilherme Serra
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Resumo AC Frações

Companhia de Fuzileiros

MISSÂO : Cerrar sobre o inimigo a fim de destruí-lo, utilizando o fogo, o movimento e o


combate aproximado, ou manter o terreno, repelindo o inimigo por meio do fogo, contra-
ataque, e combate aproximado.

Possibilidades e limitações – Cia Fuz Mtz –

Possibilidades

 Operar, ofensiva e defensivamente, em terreno variado e em áreas urbanas, sob


quaisquer condições meteorológicas.

 Realizar operações com forças mecanizadas e blindadas.

 Participar em ações de segurança em área de retaguarda.

 Participar de ações de defesa interna em operações de defesa territorial.


Limitações

 Mobilidade tática restrita a do homem à pé.

 Seus meios orgânicos de transporte destinam-se, principalmente, para ações de


comando e controle, apoio logístico, e apoio de fogo orgânico.

 Limitada proteção contra blindados.

 Limitada proteção contra efeitos QBRN e ações aéreas.

 Limitada ação de choque.

Possibilidades e limitações – Cia Fuz Bld –

Possibilidades

 Executar operações ofensivas e defensivas continuadas.

 Efetuar operações de junção.

 Realizar transposição imediata de cursos d’água utilizando as viaturas blindadas da


Cia.

 Operar sob condições de pouca visibilidade.

Limitações

 Mobilidade restrita em terrenos montanhosos, rochosos, arenosos, pantanosos e de


vegetação densa.

 Limitada proteção antiaérea.

 Limitada capacidade de operar em terreno onde existam meios anticarro e obstáculos


inimigos.

 Dificuldade em assegurar o sigilo das operações, em virtude do ruído e da poeira


levantada durante deslocamentos.

 Grande necessidade de suprimentos classe III, V e IX.

Possibilidades e limitações – Cia Fuz Leve –

Possibilidades

 Realizar operações de assalto aeromóvel, organizando-se em uma força-tarefa


aeromóvel.

 Atuar com elevado desempenho no combate noturno e na infiltração tática.

 Executar operações sob quaisquer condições de terreno e/ou condições


meteorológicas específicas.

 Operar em áreas urbanas.


Limitações

 Reduzido apoio de fogo e apoio logístico orgânicos, que limitam sua capacidade de
durar na ação.

 Sua mobilidade em combate restringe-se ao homem a pé.

 Limitada ação de choque.

 Limitada proteção contra blindados, ações aéreas e ag QBRN.

O Pelotão de apoio da Cia Fuz

Organização de pessoal e material:

1 Seção de Comando

1 Seção de Mrt Me (81mm) com 2 Pç (NO MANUAL, O CH PÇ É UM CB e o ATIRADOR É UM


SD, mas o manual é de 1980, então eu mudei essa folha praquilo que a gente aprendeu na
instrução. O Sd Municiador é o Aux Atr)
Atribuições dos componentes da Seç Mrt 81

2 Sgt Comandante – Responsável pelo cumprimento das ordens recebidas pelo Cmt Pel Ap e
emprego da sua seção. Determina a zona de posição das peças dentro da zona fixada pela
seção, o PO e os dados iniciais de tiro; Designa alvos ou setores de tiro para as peças; regula o
tiro da seção; coordena o remuniciamento e comanda a linha de fogo.

Sgt Observador Avançado – É o substituto eventual do Cmt Sec. Instala o PO, observa e conduz
o tiro da Sec, emitindo mensagens de tiro.

Cb Observador – Auxilia o comandante da seção na obtenção dos elementos de tiro, trabalha


como calculador, preparando e mantendo em dia a prancheta de tiro, utilizando os roteiros e
boletins de tiro, elaborando e enviando os comandos de tiro para as peças ou Cmt Sec, à
medida que os dados forem sendo determinados. É também telemetrista.

Radioperador – Encarregado de operar e rlz manutenção em 1 escalão do rádio.

Motorista – Oculta e disfarça o carro durante os altos, auxilia no remuniciamento, executa


manutenção 1 escalão da viatura e serve como mensageiro.

Sgt Chefe de Peça – Escolhe e fiscaliza a preparação e ocupação exata da posição de tiro, dirige
a preparação e ocupa o PO da peça, age como observador da peça, ajustando seu tiro quando
esta atuar isolada, responsável pela disciplina de fogo da peça. Pode atuar como OA quando a
peça estiver em ação de conjunto.

Cb Atirador – Auxiliado pelo municiador, arma e aponta o morteiro na direção de tiro


determinada pelo Ch Pç, repete os comandos recebidos, registrando os dados de tiro no
aparelho de pontaria.

Sd Aux Atr – Auxilia o atirador a armar e apontar o morteiro. Segue o comando de tiro, verifica
a munição, a espoleta e a carga de projeção, e coloca a granada no interior do tubo.

Sd remuniciador – Prepara a munição para o tiro, auxilia no remuniciamento e executa a


segurança aproximada da peça.
1 Seção AC, com 3 Pç

Sgt Cmt Sç – É o responsável pelo cumprimento das ordens recebidas pelo comandante do Pel
Ap e pelo emprego da seção. Determina a zona de posição das peças dentro da zona fixada
para a seção, controla o tiro e coordena o remuniciamento.

Soldado mensageiro – Utilizado para estabelecer ligações da seção com o pelotão. Pode ser
empregado com meio rádio, ou como operador de meio fio (construtor de linha e central
telefônica).

Soldado Motorista – Oculta e disfarça a viatura durante os altos, auxilia no remuniciamento e


realiza manutenção em 1 escalão da vtr. Pode ser utilizado como mensageiro.

Sgt ch pç – escolhe e fiscaliza a preparação e ocupação exata da posição de tiro da peça.


Observa e ajusta o tiro da peça, quando esta atuar isolada. É o responsável pela disciplina de
fogo da peça, e eventual substituto do Cmt Seç.

Cb Atirador – Maneja o canhão, repete os comandos recebidos.

Sd Aux At – Carrega o canhão com a munição determinada, verifica a área de sopro.

Sd Remun – Executa remuniciamento, prepara as granadas para entregar ao Aux At, e é


motorista da peça, tendo atribuições referentes à viatura.
Características do Emprego :

1 – Alvos apropriados para os canhões:

a) CC e Viaturas Blindadas leves.


b) Armas Coletivas
c) Seteiras de casamata
d) Pequenos grupos inimigos
e) Postos de observação e seteiras de casamatas empregando gr fumígenas (tiros de
cegar)
f) Tropas posicionadas em abrigos sem teto, atrás de muros ou outros obstáculos, com
granadas alto-explosivas e espoletas de tempo.

2– Alvos apropriados para os morteiros:

a) Alvos de médias dimensões, como armas coletivas e grupos de inimigos,


particularmente os que ocupam posições desenfiadas.
b) Alvos-zona, utilizando o tiro com ceifa em profundidade.
c) Alvos desenfiados que sejam considerados muito próximos da tropa amiga para serem
batidos pela artilharia.
d) Postos de observação e seteiras de casamatas empregando gr fumígenas (tiros de
cegar)

3 – Os canhões e morteiros também podem lançar granadas iluminativas e fumígenas.

Posições de tiro :

O comandante de fração deve considerar a zona de posição determinada pelo CMT Cia, a zona
de ação da SU e as vias de acesso, bem como os prováveis alvos.

Fatores para escolha da posição da arma AC:

1 – Bater alvos dentro do alcance de utilização

2 – Permitir tiro de flanco contra carros

3 – Oferecer segurança para a tropa amiga

4 – Oferecer condições de segurança à retaguarda (área de sopro)

5 – Protegida contra tiros de trajetória tensa das armas inimigas

6 – Coberta da observação aérea e terrestre do inimigo

7 – Não ser referenciada por pontos notáveis

8 – Apresentar itinerários desenfiados para o remuniciamento e mudanças de posição

9 – Permitir acesso de viaturas

10 – Campos de tiro amplos e profundos (lugar alto) com boa observação dos setores
de tiro.
Fatores para escolha da posição do Mrt:

1 – Bater alvos dentro do alcance de utilização

2 – Ausência de obstáculos que interfiram na execução do tiro

3 – Proteção contra vistas e fogos inimigos

4 – Não referenciada por pontos notáveis

5 – Dispor de posições de muda

6 – Afastada de instalações logísticas

7 – Itnerário desenfiado para remuniciamento, mudança de posição e circulação de


mensageiros.

8 – PO o mais próximo o possível da seção.

Conduta de fogo:

Seção AC:

O planejamento dos fogos da arma AC inclui direções principais de tiro (missão principal) e
setores de tiro (missão secundária)

Quando a seção atua em Aç Cj, o Cmt Cia determina a direção principal de tiro e os setores de
tiro, e o Ch Sç designa os alvos e conduz o tiro.

Quando a seção atua em apoio direto ou em reforço, o Cmt Fr apoiada determina a direção
principal de tiro e os setores de tiro, e o Ch Pç designa os alvos e conduz o tiro.

Seção Mrt:

Os fogos planejados de morteiros consistem em concentrações e barragens.

Quando a seção atua em Aç Cj, os morteiros recebem e batem alvos de acordo com a
determinação do Cmt Cia.

Quando a seção atua em apoio direto ou em reforço, o Cmt Fr apoiada determina os alvos de
acordo com a necessidade de sua fração.

É necessário atenção com o controle da munição, especialmente em locais de difícil acesso de


viaturas.

PO:

Características do PO:

- Boas vistas sobre os objetivos ou setores de tiro e sobre as posições da tropa amiga

- Ser coberto e abrigado

- Possuir itinerários desenfiados e possibilitar boa comunicação com a posição de tiro


Geralmente o Cmt Pel Ap utiliza o PO do Cmt Cia.

Seção AC: O Cmt Sç estabelece seu PO onde possa observar os alvos e o setor de tiro, e
controlar suas peças. Os Ch Pç colocam-se onde podem observar seus setores de tiro e emitir
comandos a voz ou por gestos.

Seção Morteiro: A observação é realizada por um OA, junto do Cmt Cia. O posto de observação
do OA deve permitir vistas sobre toda a ação da cia.

- Deve ser previsto um PO alternativo, caso o principal seja cegado por fumígenos ou receba
fogos inimigos.

Normas de comando do CMT Pel Ap

O Cmt Pel Ap acompanha o Cmt Cia desde a emissão da O Op do batalhão. (Antes da ordem,
ele emite uma ordem preparatória para os Cmt Seç).

O Cmt Pel Ap acompanha o Cmt Cia durante o estudo de situação e emite sua ordem assim
que o Cmt Cia termina a dele.

O Cmt Pel Ap vai com o Cmt Cia realizar o rec da Z Aç, junto do seu Adj Pel.

O Cmt Cia determina as zonas de posição das frações do Pel Ap. Se não tiver determinado
posição de descarregamento, ela será escolhida pelo Cmt Pel.

Sequencia das normas de comando do Cmt Pel Ap

Recebimento da ordem preparatória do Cmt Cia

Emissão da ordem preparatória do Pelotão de Apoio

Preparativos para a operação

Recebimento da Ordem de Operações do Cmt SU

Apresentação das frações ao Cmt Elm apoiado e recebimento da ordem deste, no caso das
armas em reforço.

Reconhecimento e estudo de situação

Emissão da ordem de operações

Fiscalização

Quando estiver acompanhando o Cmt Cia na ordem do Batalhão, o Cmt Pel Ap busca com os
elementos de apoio do batalhão as zonas e alvos a serem batidos, bem como POs, armas AC,
campos de minas e OT inimigo.
Em seu reconhecimento, levanta:

1 – Posições inimigas (identificáveis e prováveis)

2 – Posições das armas de apoio do batalhão e de outros elementos em contato

3 – Alvos a serem batidos pelas armas do batalhão

4 – Objetivos, LP e limites da Cia

5 – E Prog, vias de acesso e itinerários

Após levantar essas informações, realiza o estudo de situação.

1 – Planejar emprego das frações para apoiar a manobra da Cia

2 – Propor ao Cmt Cia o emprego das seções

3 – Determinar as armas que irão bater alvos identificados

4 – Determinar zonas de posição, descarregamento e espera, e POs, caso o CMT Cia não tenha
feito.

5 – Determinar itinerário de ocupação de posição e remuniciamento

6 – Identificar o setor de tiro das armas

7 – Coordenar hora e local das patrulhas nos setores de tiro

8 – Prever sinais de alarme e medida de desencadeamento dos fogos

Após seu planejamento, enviar um mensageiro para levar os Cmt Seç até o PO, onde emitirá a
Ordem de Operações.

Normas de Comando Cmt Seç

Recebimento da ordem do Cmt Pel – Recebe do Cmt Pel Ap, (Se em reforço, recebe do Cmt Fr
apoiada)

Reconhecimento e Estudo de situação

1- Escolher posição exata das armas dentro da zona de posição


2- Identificar o setor de tiro e possíveis alvos
3- Identificar locais para o PO da seção
4- Planejar o emprego da seção
5- Determinar os dados para tiros em alvos, posições inimigas ou pontos característicos
no terreno.

Emissão de ordens

As ordens do Cmt Seç e Ch Pç são verbais

São extraídas da ordem do Cmt Pel, sendo transmitido somente o que interessar.
Documentação do Pel Ap – Sempre confeccionada em duas vias – a primeira pro Cmt Pel e a
segunda para quem confeccionou.

Plano de fogos do Pel Ap

Constituido por calco + lista de alvos de 1 plano de Defesa Anticarro e 1 plano de fogos do
morteiro.
Roteiro de tiro das Seções

(a) A localização das posições principais, de muda e

suplementares.

(b) O setor de tiro da seção ou peça.

(c) A localização de obstáculos AC, no caso da seção AC ou a localização das barragens


e concentrações para a seção de morteiros.

(d) As prescrições quanto à conduta do tiro.

(e) A prioridade dos trabalhos de organização do terreno.

(f) Outras informações importantes.


Cartões de Alcance das Armas AC

Condutas do Pel Ap em ações ofensivas e defensivas:

Ações Ofensivas:

Marcha p/ combate – Desloca-se com o escalão de combate e adota os mesmos dispositivos e


processos que o restante da Cia. É empregado caso a Cia seja detida pelo inimigo, ocupando
um PO com o Cmt Fr. Em caso de emprego, realizam um breve estudo de situação. Se
reorganizam ao final da ação.
Ataque –

Preparativos para o ataque: Na Z REU, realiza reconhecimentos, emite ordens, reúne o


material e as viaturas para deslocar até a posição.

O Cmt Pel vai junto com o Adj até a pos do Cmt Cia, planejar o ataque (Aç de Conjunto).

Ocupação das posições de tiro: Durante o dslc até a LP, o Cmt Pel determina a
ocupação das posições para apoiar o ataque. Ch Sç determinam locais para as peças entrarem
em posição e vão até o Cmt Pel receber a ordem. Armas de apoio devem estar prontas antes
de iniciar o ataque. Desembarcam sempre na posição de descarregamento, e recebem as
ordens do Cmt esc apoiado.

Fogos durante o ataque:

Peças AC: Normalmente não realizam fogos de preparação. Segue um Pel Fuz
durante a ação ou uma direção geral, provendo segurança.

- Bater CC e posições fortificadas que impedem a prog da Cia.

- Bater vias de acesso favoráveis à aproximação inimiga.

- Proteger os flancos da Cia

Seç Mrt: Pode participar dos fogos de preparação da ação. Batem durante o
ataque as resistências inimigas que impedem a prog da cia. Quando os fogos se tornam
perigosos para a prog do Pel Fuz, são alongados e/ou transportados para alvos mais distantes
ou nos flancos.

Mudança de posição: Sempre que a posição não permitir o cumprimento da missão de


maneira eficiente.

Seção AC: muda toda de uma vez ou feita por peças.

Seção Mrt: Deve estar sempre prevendo posições de muda a fim de prestar apoio aos
pel fuz. Muda sempre por escalões para haver continuidade de fogos, Mdt O Cmt Pel Ap.

Reorganização: Armas instaladas em posição para proteger a reorganização da Cia e repelir


contra-ataques. As peças em Ap direto ou reforço ocupam posições na Z Aç prevista. As em Aç
Cj são instaladas para bater as VA ini.

Ações Defensivas:

Ocupação da posição:

Seç AC – Entra em posição dentro dos núcleos de defesa do pelotão.

-Limpeza dos campos de tiro

-Construção dos espaldões da posição principal

-Construção de tocas

-Posições de muda e posições suplementares


Seção de morteiros – Instalada nas proximidades do pelotão que aprofunda a defesa.
Primeiro posição principal e POs, em seguida as tocas dos municiadores. As posições de muda
são preparadas de acordo com a urgência dos trabalhos.

Conduta de defesa - Antes do ataque:

Determina todos os dados de tiro e confecciona a


documentação. O morteiro fica apontado pras barragens e as armas AC para apontadas para
as suas direções principais de tiro.

Durante o ataque:

Seç AC – Ficam atentos nos setores de tiro sem perder ini de


vista. Ao aparecimento de blindados ini, aguardar estar no alcance de utilização. Tiros de
flanco ou de enfiada desencadeados de surpresa.

Seç Mrt – Enquanto o inimigo progride, o observador pede os


tiros adequados a cada posição. Realizar barragens nos fogos de proteção final. Se o ini
penetrar a defesa, atirar na zona de penetração (fogos no interior da posição).

À noite, os morteiros ficam apontados para suas barragens e as armas AC, na direção principal
de tiro.

Mudança de Posição: Realizadas nas pausas do combate,


excepcionalmente sob fogo. Quando atuando em aç cj, mudar de posição por escalões, p
manter continuidade dos fogos. Só muda de posição mdt O cmt ou mediante perigo de
destruição da arma.

MANEABILIDADE DO PEL AP

Maneabilidade do Morteiro 81 – Seção de Morteiro – Fases

1ª Fase – Movimento na Estrada – Quando o deslocamento estiver sendo feito em estrada,


normalmente o material está carregado na viatura e o homens deslocam-se motorizados ou a
pé.

2ª Fase – Movimento através campo com o material carregado na viatura – movimento de


viatura com material embarcado até a posição de descarregamento.

3ª Fase – Movimento através campo com material a braço – Atingida a posição de


descarregamento, a tropa leva o material a braço e progride a pé até a posição de espera.

4ª Fase – Entrada em Posição – Da posição de espera, o CMT Seç reconhece a posição a ocupar
e, depois, a seção entra em posição e ocupa posição de tiro.
5ª Fase – Execução dos Fogos – Com as armas em posição, as armas atiram em momento
oportuno.

6ª Fase – Conforme necessidade ou cumprida a missão, a seção ocupa uma nova posição de
tiro.
Possíveis comandos – 1 fase e 2 fase

Verificar material – “Seção atenção! Verificar o material!” “Tal material sem/com alteração!”

Carregar o material na viatura – “Seção atenção! Carregar o material!”

3 fase

Descarregar o material – “Seção atenção! Descarregar o material!”

Entrar em forma com o material – “Seção atenção! A braço, em forma!”

Colocar material coletivo no solo – “Seção atenção! Descansar o material!”

Colocar armamento e equipamento no solo – “Seção atenção! Armamento e equipamento


sobre o solo!”

Carregar para transportar – “Seção atenção! Carregar para transportar!”

4 fase

Cmt Seção ao atingir a zona de posição – “Seção atenção! Preparar para o tiro!”

Ao escolher a posição das peças – “Seção atenção! Em posição!” “Tal peça pronta!” “Seção
pronta!”

5 fase – Conforme comandos de tiro

6 fase

Mudança de posição com material semi-armado a braço – “Seção atenção! Preparar para
transportar! A braço por dois homens!”

Mudança de posição com material desarmado – “Seção atenção! Desarmar para transportar!”

O PEL DE FUZ MEC E BLD – A Gu VTR é Motr + Atr .50

Composição do Pel – 4 VBTP ou GUARANI

1 – Vtr CMT – CMT, ROP + Gu Vtr + Gp Ap F

2 – Vtr Scmt – Scmt + 3º GC + Gu Vtr

3 – Vtr 1º GC

4 – Vtr 2º GC

Atribuições dos membros –

Sgt Cmt GC – é o chefe do carro, designa itinerários, locais de embarque e desembarque, e


comanda o tiro da .50

Cabo motorista – Conduz o carro por onde o Cmt determinar, é responsável pela manutenção
em 1 escalão da viatura
Atirador de .50 – Atira a metralhadora, é o ROP da viatura e realiza manutenção em primeiro
escalão. Eventual substituto do motorista.

Condutas no embarque e desembarque das VBTP

Embarque –

O Cmt é sempre o primeiro a embarcar. Preferencialmente, embarcar pela rampa.

Embarque com o carro parado – Quando longe do inimigo, em uma posição coberta e
abrigada.

Pela rampa – Embarca primeiro o mtr e o atirador, depois o comandante de GC, depois as duas
esquadras simultaneamente.

Pela porta – Primeiro o motorista e o atirador da .50

a) Por esquadras intercaladas – Cmt GC, E4, E1, A2, A1, E3, E2, Cmt Esquadra 1 e 2.
b) Por esquadras sucessivas – o embarque é o Cmt GC e depois uma esquadra de
cada vez.

Embarque com o carro em movimento – Utilizado quando o terreno permitir e a situação exigir
– também pode ser feito por esquadras intercaladas e por esquadras sucessivas.

Desembarque – Pode ser parado ou com o carro em movimento. Sempre com a frente do
carro de frente para o inimigo. Quando é pela rampa, quem abre e fecha a rampa é o
motorista. Quando é pela porta, o Cb Cmt Esq abre e o Atr Mtr .50

O desembarque com o carro em movimento é sempre realizado pela porta.

O desembarque também pode ser executado por esquadras intercaladas ou sucessivas. O Cmt
sempre desembarca primeiro, e depois a sequência de desembarque é a inversa.

Conduta durante deslocamentos e altos –

Deslocamentos –

Manter o grupo embarcado no deslocamento até onde o terreno e a situação permitirem, para
aproveitar ao máximo a proteção blindada e o apoio de fogo do carro.

Realizar até onde for possível, dslc com escotilhas abertas.

A observação durante os deslocamentos é feita, quando as escotilhas abertas, pelos elementos


que ocupam as escotilhas. O motorista e o CMT não tem setor definido. Com as escotilhas
fechadas, a observação é limitada pelo uso do periscópio.

O Cmt de Pelotão permanece com os elementos desembarcados, e o adj pel permanece com
as viatuaras.
Falta conduta nos altos e após o desembarque da VBTP.

Trabalho de Comando – É o ciclo de atividades desempenhada pelo comandante do pelotão de


fuzileiros que inicia com o cumprimento da missão e compreende a preparação da tropa, o
planejamento e a execução da operação.

Normas de Comando

POREMDEFA

Providencias iniciais

Observação e plnj Rec

Reconhecimentos

Estudo detalhado

Montagem de linhas de ação e jogo da guerra

Decisão

Emissão de ordens

Fiscalização

Avaliação contínua (Nova concepção do trabalho de comando – engloba todas as fases da


operação.)
Trabalho de Comando

Providências Iniciais – Receber a missão (Tempo e tirada de dúvidas)

Realizar um Estudo Preliminar (Análise da missão e fatores de decisão)

Montar esquema de manobra inicial

Emitir uma ordem de alerta (informações sobre horários e dtz


aprestamento)

Obs Plj Rec - Levantar as necessidades da inteligência (EEI e outros)

Verificar os dados disponíveis (sobre terreno e inimigo)

Emitir uma ordem de alerta (Atualizar os subordinados + Ordem de


Reconhecimento)
Reconhecimento Movimento para área de operações

Reconhecimentos (Antes ou depois do movimento, por envio de


pessoal e usando frações e cartas)

Estudo Detalhado – MITMeTCo

Realiza o estudo da missão duas vezes. Nas duas, analisa os fatores de decisão. Mas se os
dados forem suficientes já no recebimento da missão, ele foca o estudo preliminar e utiliza o
estudo detalhado somente para ratificar/retificar seu planejamento. Caso ela necessite mais
informações, ele realiza um estudo sumário e aprofunda no estudo detalhado.

Mtg L Aç e Jogo da Guerra - Monta possíveis linhas de ação (Verifica poder relativo de
combate e preparar enunciados/calcos

Confronta as L aç com a provável L Aç inimiga

Compara as vantagens e desvantagens das L Aç geradas

Decisão – Seleciona a L Aç

Monta uma ordem para os subordinados

Emissão de ordens - Selecionar tipo de ordem (Ordem de Alerta, de Reconhecimento, DE


OPERAÇÕES ou O Frag)

Selecionar a forma/meios (Verbal, escrita, rádio ou digital)

Fiscalização – Fiscalização das ordens dos subordinados

Ensaios

Inspeções

Avaliação Contínua - Monitoramento

Avaliação

Controle

Emissão de ordens fragmentárias SFC


Fatores de Decisão

MITMeTCo

Missão – EFIASCO - Enunciado (da missão recebida)

Finalidade (conforme O OP do Esc Sup)

Interpretação da missão e intenção do Esc Sup

Ações (impostas e deduzidas)

Sequência das ações

Condições de execução (Horários impostos, etc)

Inimigo – DiCoVAP Dispositivo (Localização das forças inimigas)

Composição (Número / composição do organograma)

Valor (Escalão, dotação de armas e equipamentos) (Esquadra, GC, Pel)

Atividades Importantes (Divulgada pelo S2, indica as ações futuras)

Particularidades e deficiências (Nas demais áreas (Log, com, instrução))

Terreno – OCOAV Observação e C Tir

Cobertas e Abrigos

Obstáculos

Acidentes capitais

Vias de acesso e corredores de mobilidade / faixas de infiltração

Meios - Situação da tropa (Nosso DiCoVAP e situação logística)

Poder relativo de combate (Nossa dotação, fogos, apoio, etc.)

Tempo Tempo do nosso planejamento

Tempo de nossas operações

Tempo das operações inimigas


Considerações Civís – Verificar impacto das nossas operações na população e vice-versa.

População

Estrutura

Eventos

Áreas

Organizações

Capacidades

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