Cirurgias para Patela e Displasia Coxofemoral
Cirurgias para Patela e Displasia Coxofemoral
Complicações: luxação, infecção e lassidão asséptica Redução Fechada de uma Luxação Caudoventral: animal em decúbito lateral
com o membro mantido perpendicular à espinha segure o membro com uma
luxações podem ser causadas pela lassidão intrínseca do quadril, por uma mão, próximo à articulação do tarso, e posicione a outra mão de forma a
luxação preexistente, seleção ou posicionamento incorretos do implante ou trauma estabilizar o corpo realize tração no membro e, ao mesmo tempo, abduza-o
para tracionar a cabeça do fêmur além da borda medial do acetábulo quando a
uso do cimento parece ser mais facilmente colonizado por bactérias do que os
cabeça do fêmur tiver livrado a borda do acetábulo, exerça pressão lateral para
implantes metálicos
posicionar a cabeça do fêmur lateralmente ao acetábulo empurre, permitindo
componentes do encaixe femoral por pressão podem rotacionar ou sedimentar, que a cabeça do fêmur encaixe no acetábulo após a redução, imobilize o
podendo levar a fraturas graves da diáfise femoral paciente com uma bandagem para evitar a abdução do membro limite a
atividade a caminhadas controladas em coleira até que a bandagem seja removida,
componentes da fixação femoral por parafusos podem ser avulsionados da após quatro a sete dias limite a atividade a caminhadas na coleira por mais duas
parede medial, ou podem ocorrer fraturas através dos orifícios dos parafusos ou dos semanas após a remoção das bandagens
orifícios de acesso
Técnica Cirúrgica
Luxação Coxofemoral
Exploração da Articulação do Quadril: Realize exposição craniolateral da posicione o membro em abdução utilize um osteótomo e um martelo para criar
articulação do quadril rebata o músculo glúteo profundo e visualize a cabeça uma nova superfície, caudal e distal ao ponto em que o trocanter maior se assenta
do fêmur remova o restante do ligamento redondo e os debris da cabeça do normalmente reposicione o trocanter maior em seu novo local de aderência e
fêmur e do acetábulo assim que o quadril tiver sido reduzido, avalie sua fixe-o nessa posição, com uma técnica utilizando pino ou banda de tensão
estabilidade, verificando o revestimento acetabular da cabeça do fêmur e
submetendo a articulação do quadril a uma amplitude de movimentação completa
Avaliação e Cuidados Pós-Operatórios: pacientes podem ser enfaixados com uma
Reconstrução Capsular: após o reposicionamento da cabeça do fêmur o bandagem de Ehmer para auxiliar na redução do quadril no período pós-operatório inicial
revestimento acetabular estiver adequado e a articulação estiver estável quando
submetida à amplitude de movimentação suture a cápsula articular com bandagem é removida quatro a sete dias após a
material de monofilamento não absorvível, utilizando um padrão interrompido redução
se a cápsula estiver rompida no local de inserção, cave pequenos orifícios no colo
confinamento em gaiola pode ser adequado aos
femoral para passagem da sutura ou reate a cápsula com âncoras de sutura
cães com articulações coxofemorais estáveis
Reconstrução Articular: insira 2 parafusos com arruelas de metal liso ou âncoras assim que a bandagem de Ehmer for removida,
ósseas na margem dorsal do acetábulo insira uma âncora a um ângulo de 300 exercícios estritamente controlados de reabilitação física devem ser iniciados
graus e outra a um ângulo de 30 graus (na articulação coxofemoral esquerda)
Insira um terceiro parafuso com arruela ou uma âncora na fossa trocantérica
(alternativamente, cave um orifício através do colo femoral na fossa trocantérica
para receber a sutura) passe uma sutura ortopédica ou sutura grossa não
Ruptura de Ligamento Cruzado Caudal
absorvível formando um “oito” entre as âncoras acetabulares e a fossa trocantérica associado a acidentes com automóveis ou quedas sobre o membro durante a flexão
fixe as suturas firmemente para manter a redução, mas não tão firme de forma da articulação do joelho
que possa romper com a locomoção normal
Tratamento Cirúrgico: são tratadas pela ressecção dos restos ligamentares e estabilizadas
iniciando próximo ao terceiro trocanter e centralizado por uma das diversas técnicas de reconstrução extracapsular
no colo femoral, utilize um guia em C para cavar um orifício de 2,5 mm na fosseta
Conduta Pré-operatória: Antibióticos perioperatórios e o tratamento preventivo da dor
do ligamento redondo cave um orifício de 3,5 mm através do aspecto dorsal da
com AINEs, opioides ou analgesia epidural são indicados para cães submetidos às técnicas
fossa acetabular prenda diversos fios de sutura não absorvível grossa a uma
de reconstrução do joelho
haste articulada comercial ou a um pino em cavilha, dobrando um fio de Kirschner
para formar um laço e duas asas alternativamente, um sistema de tightrope
(Arthrex Vet Systems, Naples, Fla.) pode ser usado pois inclui o pino em cavilha,
sutura ortopédica e botão cirúrgico passe a haste articulada através do orifício Técnica Cirúrgica
acetabular e girea, puxando a sutura até que o pino seja fixado contra a parede
Artrotomia Exploratória: Realize a artroscopia ou faça uma abordagem
medial do acetábulo. Passe a sutura pelo túnel femoral, reduza o quadril e puxe as
craniolateral ou craniomedial-padrão da articulação do joelho (p. 1331) e explore
suturas firmemente fixe a sutura passando um par de suturas através de um
as estruturas internas. Resseque os restos do ligamento cruzado caudal.
orifício criado no córtex lateral do fêmur, atando-as ao par de suturas opostas
Estabilização por sutura: faça um orifício na aresta caudomedial da epífise tibial
alternativamente, passe a sutura através de um botão cirúrgico e ate-a fixe a
sutura estabilizante a partir do tendão patelar proximal, através do orifício
sutura firme o suficiente para manter a redução do quadril, mas não tão apertada
cavado anteriormente imbrique a cápsula articular caudal e insira uma sutura
de forma que se rompa com a locomoção normal
estabilizante a partir do tendão patelar proximal, através do orifício cavado
anteriormente na cabeça da fíbula
Translocação do Trocater Maior: realize uma osteotomia trocantérica e rebata a
musculatura glútea quando o quadril estiver livre de debris e reduzido,
alternativamente as âncoras ósseas podem ser colocadas no Estabilização Retinacular Lateral: artroscopia ou uma artrotomia para
aspecto medial e lateral do fêmur e as suturas passadas das âncoras ósseas aos inspecionar o menisco se o menisco estiver rompido, remova a porção
furos na epífise tibial e cabeça fibular danificada se o menisco estiver intacto, realize uma liberação do menisco se
Utilização de Tecido Autógeno: incise a inserção do músculo sartório caudal e a desejado feche a artrotomia
fáscia medial ao longo da metáfise tibial expor o ligamento colateral medial rebata a pele lateralmente incisão através do retináculo lateral
livrar uma porção do corpo ligamentar com um elevador de periósteo, e da fáscia lata distal eleve o músculo bíceps femoral da superfície lateral da
direcionando o ligamento caudalmente fixe o ligamento nesta posição com um cápsula articular para expor o músculo gastrocnêmio passe suturas de
parafuso ósseo e arruela dentada monofilamento de náilon ou material condutor de monofilamento de náilon ao
Fixação do Tendão Poplíteo: abordagem lateral da articulação do joelho e rebata redor da fabela
a fáscia lata para isolar o tendão poplíteo fixe o tendão poplíteo com um alternativamente, use sutura ortopédica (Fio de fibras tamanho 2
parafuso e uma arruela de Teflon ® ou poliacetil, em sua passagem caudal e para cães até 10 kg; tamanho 5 para cães acima de 10 kg) sutura ancorada na
proximal à cabeça da fíbula no polo distal da fabela lateral utilizando uma âncora de sutura no côndilo lateral
do fêmur passe a sutura por trás do ligamento patelar, imediatamente proximal
Avaliação e Cuidados Pós-operatórios: atividades devem ser restritas aos à tuberosidade da tíbia perfure um orifício de tamanho suficiente para passar a
exercícios de reabilitação específicos e a caminhadas na coleira por seis semanas agulha através da crista da tíbia, na orientação mediolateral passe a sutura
animal deve retornar gradualmente à através do orifício, na mesma direção corte a sutura para remover a agulha,
atividade sem supervisão, durante um período de seis semanas obtendo duas suturas para atar flexione o joelho até o ângulo normal de estação
segure a tíbia caudalmente e rotacionada externamente para eliminar o
movimento de gaveta e atar ou grampear as suturas (Fig. 34-118).
Ruptura de Ligamento Cruzado Cranial obs: sutura de monofilamento de náilon n 2 para cães de até 10 kg; material
condutor de náilon [teste de 27 kg] para cães de até 30 kg, e teste de 36 kg para
são rupturas completas ou parciais do ligamento ou avulsões de sua origem ou cães de mais de 30 kg
inserção
Estabilização por Tightrope: a artroscopia ou uma artrotomia e inspecione o
menisco quanto a rupturas ou lesões remova o menisco danificado, se presente,
Técnicas Cirúrgicas ou realize uma liberação de menisco
exponha o aspecto lateral da articulação do joelho e
Abordagem Lateral da Articulação do Joelho: incisão cutânea craniolateral, da faça uma incisão através do retináculo lateral e fáscia lata distal palpe a junção
patela até a crista da tíbia incise o tecido subcutâneo para visualizar o septo da fabela lateral com o aspecto caudal do côndilo femoral lateral posicione um
entre a lâmina superficial da fáscia lata e o músculo bíceps femoral cabo guia LCC de tightrope para entrar no fêmur para a junção do côndilo fabela-
proximalmente e o retináculo lateral distalmente incisão através da fáscia lata e femoral lateral e dentro da porção mais caudal do côndilo femoral lateral
do retináculo lateral incisão na cápsula articular e ao longo do tendão patelar e avance o cabo guia usando um orientador ou furadeira em um ângulo para que o
proximal à patela incise ao longo da borda do músculo vasto lateral, em cabo atravesse o fêmur distal e saia pela diáfise distal do fêmur no lado medial
direção à fabela desloque a patela para expor a superfície cranial da articulação imediatamente caudal ao músculo vasto medial cabo deve sair no nível do polo
proximal da patela com o joelho a um ângulo de sustentação de peso perfure
Abordagem Medial da Articulação no Joelho: incisão craniomedial, sobre o cabo guia de lateral a medial usando uma broca canulada de LCC de
centralizada na região da patela incise o tecido subcutâneo ao longo da mesma tightrope de 3,5 mm remova a broca e o cabo guia após a broca sair pelo córtex
linha para expor o retináculo medial parapatelar incisão através do retináculo femoral medial coloque outro cabo ou pino no túnel femoral para marcar seu
medial e da cápsula articular, adjacente ao sulco medial do tendão patelar local para colocação subsequente do implante de tightrope
continue a incisão proximalmente, até a cápsula articular suprapatelar, e
distalmente, até a tuberosidade da tíbia. Osteotomia de Nivelamento do Platô Tibial: incisão cutânea centralizada no
nível da tíbia proximal incise o tecido subcutâneo ao longo da mesma linha
com uma lâmina ou um eletrocautério, para visualizar a inserção da cabeça cranial e, então, os orifícios restantes realizar uma osteotomia parcial transversal da
do sartório incise a inserção do sartório e rebata o músculo caudalmente, para crista, mantendo o córtex lateral intacto assentar a placa na crista da tíbia e,
visualizar o ligamento colateral medial e o aspecto caudal da tíbia proximal então, concluir a osteotomia abrir o espaço da osteotomia e inserir o suporte no
incise a origem do músculo poplíteo pontualmente, a partir do aspecto nível do aspecto proximal da osteotomia, fixando com um parafuso através da
caudomedial da tíbia disseque a origem do músculo com um instrumento orelha caudal do suporte inserir os parafusos na placa, começando pelo
rombo quando elevado, posicione uma compressa umedecida entre o músculo e parafuso mais distal inserir o parafuso da orelha cranial do suporte
o osso, para proteger o músculo e a artéria e veia poplíteas durante a osteotomia preencher o espaço com enxerto ósseo suture a fáscia profunda com fio
insira um pino perpendicular ao plano sagital e paralelo ao transverso absorvível em padrão contínuo suture a fáscia superficial e o tecido subcutâneo
avance o pino até unir ambos os córtices da tíbia instale o gabarito no pino com fio absorvível em padrão contínuo suture a pele com fio não absorvível
proximal faça uma incisão cutânea de 1 cm sobre o centro da diáfise da tíbia pelo padrão simples interrompido ou utilize grampos cutâneos
direcione o pino distal através do gabarito e através do centro da tíbia, unindo as
diáfises, medial e lateral corte o pino proximal, deixando-o curto, e o pino
distal, deixando-o longo Avaliação e Cuidados Pós-Operatórios: após os reparos intracapsulares ou
posicionar o gancho perpendicular ao eixo longo da tíbia extracapsulares, uma bandagem maleável com tala lateral pode ser mantida por 24 a 48
realizar a osteotomia até um terço da profundidade do osso, mantendo a serra horas (o membro pode ser deixado sem bandagem e tratado com um sistema de compressas
paralela aos pinos marcar o osso para a rotação rotacionar o segmento frias ou terapia elétrica de microcorrente)
proximal para alinhar as marcas fixar a osteotomia com uma placa óssea de
tamanho adequado uso imediato de um sistema de compressas
frias após a cirurgia pode diminuir dramaticamente o inchaço e dor
Osteotomia de Cunha da Tíbia: incisão cutânea medial começando 5 cm
restrição total de exercícios é necessária até
proximal ao local da osteotomia, continuando-a distalmente, 5 cm abaixo do nível
que as radiografias demonstrem uma cicatrização adequada
da osteotomia incise o tecido subcutâneo para expor a tíbia faça uma
dissecação em círculo ao redor da tíbia posicione afastadores de Hohmann para Complicações: infecção, ausência de estabilização, lesão dos meniscos, complicações do
proteger as estruturas laterais marque ambas as linhas da osteotomia com uma implante e osteoartrite progressiva; TPLO (desmite do tendão patelar e fratura da crista
lâmina de serra reta conclua a osteotomia e remova a cunha do osso reduza tibial); TTA (fraturas da crista tibial e luxação patelar)
os segmentos ósseos e aplique uma placa óssea (em cães maiores, pode ser
necessário aplicar duas placas ósseas paralelas para se atingir uma estabilidade
adequada) suture a fáscia profunda com fio absorvível em padrão contínuo
Deformidades Flexurais em Equinos
suture a fáscia superficial e os tecidos subcutâneos com fio absorvível em padrão
contínuo suture a pele com fio não absorvível pelo padrão simples maior recorrência em potros
interrompido ou utilize grampos cutâneos são caracterizadas por alterações osteomusculares e ligamentosas, como a flexão
contínua ou irredutível e a hiperextensão das articulações das partes médias e
Avanço da Tuberosidade da Tíbia: realize a artroscopia ou uma artrotomia distais principalmente dos membros anteriores do sistema locomotor
remova qualquer porção danificada do menisco e feche a artrotomia ou os portais acometem principalmente as articulações metacarpofalângicas ou
da artroscopia faça uma incisão cutânea centralizada no nível da tíbia proximal metatarsofalângicas, e o eixo distal dos membros torácicos
exponha a crista tibial medial ao refletir a inserção da barriga caudal do congênitas: aparecem desde o nascimento, como causa de mau posicionamento do
sartório e periósteo eleve a inserção fascial do músculo sartório e a fáscia feto no útero, má nutrição da égua em seu período gestacional ou por fatores
relacionada, proximal ao nível da patela separe o anexo fascial do músculo relacionados a hereditariedade genética
tibial cranial na região de sua fixação à tíbia cranial insira uma compressa de adquiridas: podem ocorrer desde os primeiros dias do potro até os dois anos de
gaze umedecida coloque a placa de tamanho adequado sobre a crista tibial para idade, acometendo os dois membros anteriores do animal
avaliar sua localização adequada posicionar o modelo do garfo sobre a crista e
cavar os orifícios, começando com o orifício piloto proximal, o orifício mais distal
grau I: o animal tem um pequeno desvio cranial da articulação Semiologia do sistema locomotor
metacarpofalângica, aumentando o seu ângulo anterior; grau II: é o desvio que
ocorre verticalmente ao eixo do metacarpo; grau III: o desvio é mais evidenciado, Articulação Coxofemoral
pois existe uma projeção cranial maior, apresentando uma tensão maior do tendão Teste de Hiperextensão para Avaliação do Comprometimento dos Membros:
extensor digital que fica proeminente ao eixo crânio lateral realizado quando o examinador fica atrás do animal, que está em estação,
Tratamento: uso de talas e gessos, casqueamento corretivo dos cascos, fisioterapia e aplicando os polegares em cada uma das tuberosidades isquiáticas e,
administração de medicamentos analgésicos, anti-inflamatórios e antibióticos a fim de simultaneamente, os quatro dedos restantes de cada mão sobre a face anterior do
ajudar na correção da deformidade e mobilidade do animal sem dor terço médio dos fêmures direito e esquerdo o clínico eleva os membros
pélvicos em relação ao solo, deixando-os paralelos entre si, com o animal
oxitetraciclina (VI com diluição de única dose em solução fisiológica, SID) apoiando-se apenas com os membros torácicos em posição de aclive compara-
tem ação em selar os íons de cálcio que estão livres e previne o estímulo do mesmo nas se a simetria dos membros, tomando-se como referência ou os calcâneos ou as
fibras musculares, diminuindo a contração e induzindo o relaxamento muscular extremidades distais das falanges
Tenotomia: incisão de 3 cm pela face lateral do terço médio do metacarpo, entre
Teste de Compressão Trocantérica: utilizado para avaliar se há instabilidade ar
os dois tendões flexores digitais abertura da fáscia subcutânea, e ampliada com
ticular coxofemoral (subluxações e luxações), tanto de origem traumática quanto
auxílio de uma tesoura isolamento do tendão flexor com uma pinça
nos casos graves de displasia
hemostática curva Kelly secção transversal do tendão com auxílio do bisturi
paciente é posicionado em decúbito lateral,
a sutura da fáscia em pontos X e a pele em pontos tipo Wolff
com o membro a ser examinado do lado oposto ao decúbito o clínico estabiliza
Desmotomia: faz-se o acesso pela face medial da porção distal do rádio
a articulação femorotibial com uma das mãos e, com a outra mão espalmada,
realiza-se uma pequena incisão com bisturi de aproximadamente 10 cm,
aplica-a sobre o trocanter maior com movimentos simultâneos, o examinador
cranealmente e paralela à veia cefálica abertura da fáscia do músculo flexor
realiza força de pressão contra a cavidade acetabular, pelo trocanter maior, e
carpo radial secção do ligamento com bisturi, e é completada com tesoura
abduz a articulação em aproximadamente 45°, tracionando-se lateralmente o
sutura da fáscia em pontos do tipo simples contínua, e a pele com sutura tipo
joelho quando há instabilidade, ouve-se e sente-se uma crepitação, momento
Wolff
em que ocorre, temporariamente, a redução da cabeça do fêmur na cavidade
acetabular
Claudicação
Articulação femorotibial