Conceitos Básicos de Matemática e Operações
Conceitos Básicos de Matemática e Operações
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Matemática
Sumário
Conjuntos Numéricos....................................................................................................................................... 3
Principais Operações Fundamentais ................................................................................................................. 5
Notação científica ............................................................................................................................................ 8
Unidades de Medida ........................................................................................................................................ 9
Expressões Numéricas e Algébricas ................................................................................................................ 11
Produtos Notáveis ......................................................................................................................................... 12
Números Primos, MMC e MDC ....................................................................................................................... 14
Frações .......................................................................................................................................................... 17
Dízima Periódica ............................................................................................................................................ 19
Razão e Proporção ......................................................................................................................................... 20
Escala ............................................................................................................................................................ 21
Proporcionalidade ......................................................................................................................................... 22
Regra de 3 ..................................................................................................................................................... 24
Porcentagem ................................................................................................................................................. 25
Média Aritmética ........................................................................................................................................... 27
Equações do Primeiro Grau ............................................................................................................................ 28
Equações do Segundo Grau ............................................................................................................................ 29
Geometria Plana ............................................................................................................................................ 31
Geometria Espacial ........................................................................................................................................ 42
Noções Básicas de Estatística ......................................................................................................................... 47
Progressão Aritmética e Geométrica .............................................................................................................. 55
Análise Combinatória..................................................................................................................................... 59
Probabilidade ................................................................................................................................................ 67
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Matemática
Conjuntos Numéricos
Uma fração é uma maneira de representar uma quantidade que é menor que
um todo ou dividida em partes iguais. Uma fração é formada por duas partes:
➢ Numerador: O numerador é a parte superior da fração. Ele
representa o número de partes iguais que estão sendo consideradas.
➢ Denominador: O denominador é a parte inferior da fração. Ele indica
Fração em quantas partes iguais o todo foi dividido. O denominador não
pode ser zero.
Exemplo: em 3/4, o número 3 é o numerador e o número 4 é o denominador.
Isso significa que estamos considerando 3 partes de um todo que foi dividido
em 4 partes iguais.
Os números decimais são uma maneira de representar números que não são
inteiros. É composto por duas partes: uma parte inteira e uma parte decimal,
separadas por um ponto decimal. Por exemplo, no número 17.89, 17 é a
parte inteira e 89 é a parte decimal.
➢ Conversão de decimais para frações: Todo número decimal pode ser
Decimais convertido em uma fração. Por exemplo, o decimal 0.75 pode ser
expresso como a fração 75/100, que simplificada torna-se 3/4.
➢ Conversão de decimais para porcentagens: Os decimais também
podem ser convertidos em porcentagens movendo o ponto decimal
duas casas para a direita. Por exemplo, 0.75 como uma porcentagem
é 75%.
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Matemática
Representação
São representados por decimais não-terminantes e não-repetitivos.
Isso significa que os dígitos após o ponto decimal continuam
indefinidamente sem formar um padrão periódico.
Exemplo: a raiz quadrada de 2 (aproximadamente 1.41421356...) e o
número pi (aproximadamente 3.14159265...).
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Matemática
Soma ou
Subtração Multiplicação
Adição
Divisão Potenciação
Soma ou Adição
A soma é uma operação binária, o que significa que ela opera sobre dois números. O resultado de uma
operação de adição é chamado de soma ou total.
Exemplos:
➢ Adição de números naturais: 3 + 2 = 5.
➢ Adição de números inteiros: (-3) + 2 = -1.
➢ Adição de números decimais: 3.5 + 2.1 = 5.6.
➢ Adição de frações com denominadores iguais: 1/4 + 3/4 = 4/4 = 1.
➢ Adição de frações com denominadores diferentes: 2/3 + 1/2 = 4/6 + 3/6 = 7/6 = 11/6.
Propriedades da adição:
➢ Propriedade da Comutatividade: 3 + 2 = 5 ou 2 + 3 = 5.
➢ Propriedade da Associatividade: (3 + 2) + 5 = 3 + (5 + 2).
➢ Propriedade do Elemento Neutro: 3 + 0 = 3 ou 0 + 3 = 3.
➢ Propriedade do Fechamento: Dois ou mais números naturais somados, resultam em um número
natural. Ex.: 17 + 25 = 42.
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Matemática
Subtração
A subtração pode ser considerada a inversa da adição. Enquanto na adição nós incrementamos uma
quantidade específica a um valor inicial, na subtração, fazemos o contrário, diminuindo essa
quantidade específica do valor inicial.
Propriedades da subtração
➢ Propriedade da Não Comutatividade: 7 - 3 = 4, mas 3 – 7 = -4.
➢ Propriedade da Não Associatividade: (7 - 3) - 2 = 2, mas 7 - (3 - 2) = 6.
➢ Propriedade da operação inversa da adição: Significa que se você subtrair um número e depois
adicionar o mesmo número, você voltará ao número original. Ex.: se você começar com 7, subtrair 3
para obter 4, e então adicionar 3 novamente, você voltará a 7.
Multiplicação
A multiplicação pode ser entendida como uma forma de adição repetida. Por exemplo, multiplicar 3
por 4 (representado como 3*4 ou 3x4) é equivalente a somar o número 3 a si mesmo quatro vezes
(3+3+3+3).
Propriedades da multiplicação
➢ Propriedade da Comutatividade: 3 x 2 = 6 ou 2 x 3 = 6.
➢ Propriedade da Associatividade: (3 x 2) x 5 = 3 x (5 x 2).
➢ Propriedade da Distributividade: Significa que se você multiplicar um número pela soma ou pela
diferença de dois outros números, você pode primeiro realizar a adição ou a subtração e depois
multiplicar, ou vice-versa. Por exemplo, 3∙(4+5) é o mesmo que 3x4 + 3x5.
➢ Propriedade do Elemento Neutro: 3 x 1 = 3 ou 1 x 3 = 3.
➢ Multiplicação por zero: Qualquer número multiplicado por zero resulta em zero.
Divisão
A divisão é o processo de dividir uma quantidade em partes iguais ou de determinar quantas vezes
uma quantidade contida em outra.
Exemplos:
Propriedades da divisão
➢ Propriedade da Não Comutatividade: 8 / 4 = 2, mas 4/ 8 = 0,5.
➢ Propriedade da Não Associatividade: (12 ÷ 3) ÷ 2 = 2, mas 12 ÷ (3 ÷ 2) = 8.
➢ Divisão por zero: Na matemática, a divisão por zero é indefinida. Isso porque não há número que
você possa multiplicar por zero para obter um número diferente de zero.
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Matemática
Potenciação Radiciação
Potenciação
A potenciação é uma operação matemática que envolve dois números: a base e o expoente. A base é
o número que será multiplicado por si mesmo e o expoente é o número de vezes que a base será
multiplicada.
Exemplos:
23 (lê-se "dois elevado a três") = 2 é a base e o 3 é o expoente.
Logo, 23 = 2x2x2 = 8.
Propriedades da potenciação:
➢ Qualquer número (exceto zero) elevado a zero é 1: 50 = 1
➢ Qualquer número elevado a 1 é o próprio número: 51 = 5
➢ Multiplicação de potências de mesma base: 22 ∙ 23 = 22+3 = 25 = 32
➢ Divisão de potências de mesma base: 24 : 22 = 24-2 = 22 = 4
➢ Potência de potência: (32)5 = 32.5 = 310 = 59 049
➢ Potência de produto: (2 ∙ 3)2 = 22 ∙ 32 = 4 ∙ 9 = 36
➢ Potência de quociente: (2/3)2 = 22/32 = 4/9
➢ Potência de expoente negativo: (2/3)-2 = (3/2)2 = 3/22 = 9/4
Radiciação
A radiciação é a operação matemática inversa à potenciação. Ela consiste em encontrar um número
que, elevado a um certo expoente, resulta em outro número.
Exemplos:
2
Raiz quadrada de √9 = 3
Estamos procurando um número que, quando multiplicado por si mesmo (ou seja, elevado ao
expoente 2), resulta em 9. A resposta é 3, porque 3 ∙ 3 = 9.
Propriedades da Radiciação:
𝒛
Cada expressão de raiz pode ser transcrita como uma expressão de 𝒙
√𝒚𝒛 = 𝒚𝒙
potência na qual o expoente é um número fracionário
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Matemática
Notação científica
Notação científica é uma maneira eficaz de representar números muito grandes ou muito pequenos. Na
notação científica, os números são escritos como o produto de dois fatores. O primeiro é um número decimal
maior ou igual a 1 e menor que 10. O segundo é uma potência de 10.
É muito importante que você saiba a tabela de potência de dez para usá-la na notação cientifica. Veja baixo:
➢ Expoentes negativos na notação científica indicam a quantidade de posições decimais após a vírgula. O
número 10−5 denota um número com 5 posições após a vírgula.
➢ Expoentes positivos na notação científica sinalizam a quantidade de zeros num número inteiro. O número
105 denota um número com 5 zeros.
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Matemática
Unidades de Medida
Unidades de tempo
Unidades de comprimento
Unidade
Múltiplos Submútiplos
Básica
km hm dam m dm cm mm
103 m 102 m 101 m 100 m 10−1 m 10−2 m 10−3 m
1.000 m 100 m 10 m 1m 0,1 m 0,01 m 0,001 m
Unidades de Massa
Unidade
Múltiplos Submútiplos
Básica
kg hg dag g dg cg mg
103 𝑔 102 𝑔 101 𝑔 100 𝑔 10−1 𝑔 10−2 𝑔 10−3 𝑔
1.000 g 100 g 10 g 1g 0,1 g 0,01 g 0,001 g
Unidades de Volume
Unidade
Múltiplos Submútiplos
Básica
kl hl dal l dl cl ml
103 𝑙 102 𝑙 101 𝑙 100 𝑙 10−1 𝑙 10−2 𝑙 10−3 𝑙
1.000 l 100 l 10 l 1l 0,1 l 0,01 l 0,001 l
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Matemática
Múltiplos Submútiplos
Quilo Hecto Deca Deci Centi Mili
k h da d c m
103 102 101 10−1 10−2 10−3
Múltiplos Submútiplos
Tera Giga Mega Micro Nano Pico
T G M 𝜇 n p
103 102 101 10−1 10−2 10−3
Importante: tonelada.
•1 ton. = 1.000 kg
Importante: Lembre-se!
•1 ha = 1hm2.
•1 a = 1dam2.
Equivalências
1 l = 1 dm3
Unidades de volume
1 ml = 1 cm3
1 l = 1kg
1 ml = 1g
Volume e massa (Água)
𝑴𝒎𝒂𝒕𝒆𝒓𝒊𝒂𝒍
𝒅𝒎𝒂𝒕𝒆𝒓𝒊𝒂𝒍 =
𝑽𝒎𝒂𝒕𝒆𝒓𝒊𝒂𝒍
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Matemática
Expressões Numéricas
Expressões numéricas são combinações de números e operações, como adição (+), subtração (-),
multiplicação (*), divisão (/) e potenciação (^ ou **). As expressões numéricas são resolvidas de acordo com uma
ordem específica de operações:
Sequência 1:
Sequência 2:
Multiplicações ou Adições ou
Potências ou raízes
divisões subtações
Exemplos Solução
• Vamos começar pela sequência 1, pois temos parênteses. Primeiro, vamos
resolver as subtrações dentro dos parênteses:
(3 − 4) = -1
(4 − 5) = -1
Expressão numérica:
(5 − 6) = -1
(3 − 4) ∙ (4 − 5) ∙ (5 − 6) ∙ (6 − 7) (6 − 7) = -1
• Então a expressão numérica agora é:
(-1) ∙ (-1) ∙ (-1) ∙ (-1)
1∙1=1
• Como não tem nada da sequência 1, vamos começar pela sequência 2.
Expressão numérica: Primeiro vamos resolver a multiplicação:
17 − 4 × 4 + 1 17 – 16 +1
1+1=2
Expressões Algébricas
As expressões algébricas são expressões matemáticas que contêm números e letras (como x, y, a, b etc.).
Exemplo Solução
• Vamos fazer a substituição do x por 2:
Expressão algébrica:
22 + 9x2 + √169 + 22x2 + √4
2 + 9𝑥 + √169 + 22𝑥 + √27
𝑥
• Agora vamos começar pela sequência 2:
x=2
4 + 18 + 13 + 8 + 2= 45
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Matemática
Produtos Notáveis
Os produtos notáveis representam padrões frequentemente usados em álgebra para expressar o produto
de binômios. Eles são úteis para simplificar expressões e resolver equações. Aqui estão os principais produtos
notáveis:
Quadrado da
(a - b)² = a² - 2ab + b²
diferença
Produtos
Notáveis Diferença de
a² - b² = (a - b)(a + b)
quadrados
(CAI NA PROVA)
Exemplos Solução
• Vamos desenvolver o produto notável com o quadrado da soma:
(a + b)² = a² + 2ab + b²
Produto notável:
Agora basta substituir:
(𝒙𝟑 + 𝒙)2
(x + x)2 = (x3)2 + 2(x3) (x) + x2
3
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Matemática
Quadrado da Soma de
(x + y + z)2 = x2 + y2 + z2 + 2(xy + yz + xz)
Três Termos
Produtos
Produto de Warring I (x + y) (x2 - xy +y2) = x3 + y3
Notáveis
Exemplo Solução
• Vamos desenvolver o produto de Warring II:
a3 - b3
a–b
Produto notável:
Desenvolvendo:
a3 - b3
a-b (a - b) (a2 + ab + b2)
(a – b)
Agora conseguimos cortar as partes iguais como mostra acima:
(a2 + ab + b2)
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Matemática
Números primos são aqueles que possuem apenas dois divisores distintos: 1 e ele mesmo. Isso significa
que eles não podem ser divididos de maneira igual por qualquer outro número. Os primeiros 15 números primos
são 2, 3, 5, 7, 11, 13, 17, 19, 23, 29, 31, 37, 41, 43 e 47.
• Observe que o número 2 é o único número primo que é par. Todos os outros
números primos são ímpares..
Como identificar
números primos?
Exemplos Solução
O número 681 é primo? 681 é divisível por 3. Se dividirmos vamos ter um resto igual a 0. Não é!
O número 685 é primo? 685 é divisível por 5. Não é!
O número 688 é primo? Sabemos que o único número par e é primo é o 2. Não é!
Tentando dividir pelos números primos até o 29, a divisão deixa resto, e o
O número 683 é primo? seu quociente é menor do que o número primo pelo qual estamos dividindo.
Logo é um número primo!
Exemplo
Decomponha o número 3960:
3960 2
1980 2
990 2
495 3
165 3
55 5
11 11
1
3960 = 2 x 2 x 2 x 3 x 5 x 11
3960 = 23 x 32 x 5 x 11
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Matemática
Exemplo
Decomponha o número 500:
500 2
250 2
125 5
25 5
5 5
1
500= 2 x 2 x 5 x 5 x 5
3960 = 22 x 53
(2+1) x (3+1) = 3 x 4 = 12 divisores
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Matemática
MMC e MDC
MMC MDC
MMC significa "Mínimo Múltiplo Comum". É o MDC significa "Máximo Divisor Comum". É o maior
menor número que é múltiplo de dois ou mais número que pode dividir dois ou mais números
números. sem deixar um resto.
Como encontrar o MMC Como encontrar o MDC
1. Faça a decomposição em fatores primos de cada 1. Faça a decomposição em fatores primos de cada
número. número.
2. Escolha todos os números primos associados aos 2. Identifique todos os números primos iguais que
expoentes mais elevados e efetue a possuem os menores expoentes e então
multiplicação entre eles. proceda com a multiplicação entre eles.
3. Multiplique esses fatores primos para obter o 3. Multiplique esses fatores primos para obter o
MMC. MDC.
Exemplos Exemplos
Calcule o MMC entre 12 e 18 Calcule o MDC entre 12 e 18
12 = 22 x 31 12 = 22 x 31
18 = 21 x 32 18 = 21 x 32
Agora vamos selecionar todos os números primos Agora vamos selecionar todos os números primos
com os maiores expoentes! iguais com os menores expoentes!
22 x 32 = 36 21 x 31 = 6
Calcule o MMC entre 3960 e 10098 Calcule o MDC entre 3960 e 10098
3960 = 23 x 32 x 5 x 11 3960 = 23 x 32 x 5 x 11
10098 = 2 x 33 x 11 x 17 10098 = 2 x 33 x 11 x 17
Agora vamos selecionar todos os números primos Agora vamos selecionar todos os números primos
com os maiores expoentes! iguais com os menores expoentes!
23 x 33 x 5 x 11 x 17 = 201.960 21 x 32 x 11 = 198
Quando usar na questão Quando usar na questão
Caso o valor desejado deva ser superior aos Caso a solução necessária deva ser inferior aos
números apresentados no problema, opte pelo números fornecidos, a utilização do Máximo
cálculo do Mínimo Múltiplo Comum (MMC). Divisor Comum (MDC) é apropriada.
Exemplo de prova Exemplo de prova
Um farol pisca a cada 20 segundos, e outro farol Numa escola, existem 60 alunos e 36 alunas. É
pisca a cada 35 segundos. Ambos os faróis preciso formar turmas contendo a mesma
acabaram de piscar agora. Após quanto tempo eles quantidade de estudantes e que sejam
piscarão juntos novamente? exclusivamente de alunos ou alunas, de forma a
1. Primeiro, vamos decompor esses números em maximizar o número de estudantes em cada turma.
fatores primos: Qual é o número de estudantes em cada turma
formada?
20 = 22 x 5
1. Primeiro, vamos decompor esses números em
35 = 5 x 7
fatores primos:
2. Agora, selecionamos todos os números primos
60 = 22 x 3 x 5
obtidos com os maiores expoentes e realizamos o
produto: 36 = 22 x 32
22 x 5 x 5 x 7 = 140 2. Escolhemos os números primos comuns com os
menores expoentes e realizamos o produto:
Os faróis piscarão juntos após 140s
22 x 3 = 12
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Matemática
Frações
Uma fração é uma maneira de representar uma quantidade que é menor que um todo ou dividida em partes
iguais. Uma fração é formada por duas partes:
➢ Numerador: O numerador é a parte superior da fração. Ele representa o número de partes iguais que
estão sendo consideradas.
➢ Denominador: O denominador é a parte inferior da fração. Ele indica em quantas partes iguais o todo
foi dividido. O denominador não pode ser zero.
Equivalentes Irredutíveis
São duas ou mais frações que têm o mesmo Uma fração é dita irredutível quando não é
valor quando são simplificadas. Em outras possível simplificá-la ainda mais, ou seja,
palavras, elas representam a mesma quando o numerador e o denominador não
quantidade. Exemplos: têm nenhum divisor comum além de 1.
12 12 1 Por exemplo, a fração 3/4 é irredutível
= = porque não há nenhum número (exceto 1)
36 3 × 12 3
que possa dividir tanto 3 quanto 4.
84 22 ∙ 3 ∙ 7 7 7 𝑥
= 3 = = A fração é irredutível quando x e y são
120 2 ∙3 ∙5 2 ∙5 10 𝑦
14
primos entre si. Ex.: 5
14: é igual 2 x 7
5: só usamos o 5 mesmo.
Logo não apresenta fatores primos comuns.
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Matemática
Uso do “de”
Quando lidamos com questões que envolvem frações, o termo "de" desempenha um papel de
multiplicação. Ex.:
1
Temos uma pizza de 8 pedaços. Para essa pizza, 4 de 8 pedaços equivale a:
1 8
×8 = = 2
4 4
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Matemática
Dízima Periódica
Uma dízima periódica é um número decimal que possui uma sequência de dígitos que se repetem
infinitamente. A parte que se repete é conhecida como "período".
Na matemática, a dízima periódica é comumente encontrada ao dividir um número por outro que não é
um divisor exato. Por exemplo, 1 dividido por 3 resulta em 0,333..., e 2 dividido por 3 resulta em 0,666....
Representação
A dízima periódica pode ser representada com um traço sobre o período:
̅̅̅̅
0,28282828... = 0,28
̅̅̅̅
0,27888888... = 0,2788
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Matemática
Razão e Proporção
Razão Proporção
É uma maneira de comparar duas quantidades, Uma proporção é uma equação que afirma que
expressando a quantidade de uma em relação à duas razões são iguais. É a relação de igualdade
outra. A razão é geralmente expressa na forma a:b entre duas razões.
ou a/b
Exemplos Exemplos
Se em uma sala de aula há 15 meninas e 10 Se uma receita de bolo requer 2 xícaras de farinha
meninos, a razão de meninas para meninos é de para 1 xícara de açúcar, e você quer dobrar a
𝟏𝟓 receita, você usaria 4 xícaras de farinha e 2 xícaras
𝟏𝟎
.
3
de açúcar.
Simplificando ficaria . Significa para cada 3 𝟐 𝟒
2
meninas, há 2 meninos. =
𝟏 𝟐
Exemplo de prova Exemplo de prova
Se a razão A/B vale 3, sendo B diferente de 0, então Determine o valor de incógnita "x" na proporção
a razão de (2A−B) / 2A vale: 𝟑(𝒙 − 𝟐) 𝟗 (𝒙 + 𝟏)
𝐴 =
=3 𝟖 𝟒𝟎
𝐵
8 × 9 (𝑥 + 1) = 40 × 3(𝑥 − 2)
𝐴 = 3𝐵
72 (𝑥 + 1) = 120 (𝑥 − 2)
72𝑥 + 72 = 120𝑥 − 240
2𝐴 − 𝐵 2 × 3𝐵 − 𝐵 6𝐵 − 𝐵 5𝐵 5
= = = = 240 + 72 = 120𝑥 − 72𝑥
𝐵 2 × 3𝐵 6𝐵 6𝐵 6
312 = 48𝑥
𝟑𝟏𝟐
𝒙= = 𝟔, 𝟓
𝟒𝟖
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Matemática
Escala
Uma escala é geralmente expressa na forma de uma razão ou uma proporção, onde uma determinada
distância no desenho ou modelo representa uma distância correspondente na realidade. É representada na forma
de A:B.
𝑀𝑒𝑑𝑖𝑑𝑎 𝑟𝑒𝑝𝑟𝑒𝑠𝑒𝑛𝑡𝑎𝑑𝑎
𝐸𝑠𝑐𝑎𝑙𝑎 =
𝑀𝑒𝑑𝑖𝑑𝑎 𝑟𝑒𝑎𝑙
Exemplo
Escala de um mapa pode ser 1:10000
1 cm no mapa representa 10000 cm (ou 100
metros) na realidade
[Link]
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Matemática
Proporcionalidade
Representação
Grandeza Z é diretamente proporcional a uma
grandeza X:
𝐺𝑟𝑎𝑛𝑑𝑒𝑧𝑎 𝑍
= 𝐾(𝐶𝑜𝑛𝑠𝑡𝑎𝑛𝑡𝑒 𝑑𝑒 𝑝𝑟𝑜𝑝𝑜𝑟𝑐𝑖𝑜𝑛𝑎𝑙𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒)
𝐺𝑟𝑎𝑛𝑑𝑒𝑧𝑎 𝑋
Grandeza Z é diretamente proporcional a
grandeza X,Y:
𝐺𝑟𝑎𝑛𝑑𝑒𝑧𝑎 𝑍
= 𝑘
𝐺𝑟𝑎𝑛𝑑𝑒𝑧𝑎 𝑋 × 𝐺𝑟𝑎𝑛𝑑𝑒𝑧𝑎 𝑌
• Se uma questão falar que duas ou mais grandezas são propocionais, significa
que são diretamente proporcionais.
Grandezas Diretamente
Explicação
Proporcionais
As sequências diretamente proporcionais são sequências numéricas em que a
razão entre termos correspondentes é constante.
Sequências diretamente
Ex.: (A1, A2, A3) e (B1, B2, B3) são diretamente proporcionais:
proporcionais
𝐴1 𝐴2 𝐴3
= = =𝐾
𝐵1 𝐵2 𝐵3
A divisão em partes diretamente proporcionais envolve dividir uma quantidade
total em partes que são proporcionais a determinados valores:
Ex.: Divida o número 2400 em partes proporcionais a 8, 12 e 20.
1. Se as partes proporcionais forem x, y e z, então:
𝑥 𝑦 𝑧
= = =𝐾
8 12 20
Divisão em partes 𝑥 𝑦 𝑧 𝑥+𝑦+𝑧 2400
diretamente proporcionais = = = = = 60
8 12 20 8 + 12 + 20 40
𝑥
= 60. 𝑥 = 480
8
𝑦
= 60. 𝑦 = 720
12
𝑧
= 60. 𝑧 = 1200
20
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Matemática
Representação
Grandeza Z é inversamente proporcional a uma
grandeza X:
𝐺𝑟𝑎𝑛𝑑𝑒𝑧𝑎 𝑍
= 𝐾(𝐶𝑜𝑛𝑠𝑡𝑎𝑛𝑡𝑒 𝑑𝑒 𝑝𝑟𝑜𝑝𝑜𝑟𝑐𝑖𝑜𝑛𝑎𝑙𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒)
1
𝐺𝑟𝑎𝑛𝑑𝑒𝑧𝑎 𝑋
(𝐺𝑟𝑎𝑛𝑑𝑒𝑧𝑎 𝑍) × (𝐺𝑟𝑎𝑛𝑑𝑒𝑧𝑎 𝑥) = 𝐾
Grandezas Inversamente
Explicação
Proporcionais
As sequências inversamente proporcionais são sequências numéricas em
que a razão entre termos correspondentes é constante.
Sequências inversamente Ex.: (A1, A2, A3) e (B1, B2, B3) são inversamente proporcionais:
proporcionais 𝐴1 𝐴2 𝐴3
= = =𝐾
1 1 1
𝐵1 𝐵2 𝐵3
A divisão em partes inversamente proporcionais envolve dividir uma
quantidade total em partes que são proporcionais a determinados valores:
Ex.: Divida o número 700 em partes proporcionais a 5, 10 e 20.
1. Se as partes proporcionais forem x, y e z, então:
𝑥 𝑦 𝑧
= = =𝐾
1 1 1
5 10 20
𝑥 𝑦 𝑧 𝑥+𝑦+𝑧 700
= = = =
Divisão em partes 1 1 1 1 1 1 4+2+1
inversamente proporcionais 5 10 20 5 + 10 + 20 20
700 20
5𝑥 = 10𝑦 = 20𝑧 = = 700 × = 2.000
7 7
20
5x = 10y = 20z = 2.000
5x = 2.000. x =400
10y = 2000. Y=200
20z = 2000. Z =100
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Matemática
Regra de 3
Simples Composta
A regra de três simples é um método para resolver A regra de três composta é um método para
problemas que envolvem a proporção direta ou resolver problemas que envolvem a relação entre
inversa entre duas grandezas diretamente ou três ou mais grandezas diretamente ou
inversamente proporcionais. inversamente proporcionais.
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Matemática
Porcentagem
Porcentagem é uma maneira de expressar uma proporção ou uma relação entre dois números como uma
fração de 100. É representado pelo símbolo “%”.
Exemplos
Percentual Fracionária Unitária
𝟏𝟓
15% 0,15
𝟏𝟎𝟎
𝟑𝟔, 𝟑
37,3% 0,373
𝟏𝟎𝟎
𝟑𝟓𝟎
350% 3,50
𝟏𝟎𝟎
Para determinar a porcentagem de um número específico, basta aplicar a taxa percentual relacionada a
este número através de uma multiplicação.
Exemplos
𝟏𝟓 𝟏𝟐. 𝟎𝟎𝟎
15% de 800 × 𝟖𝟎𝟎 = = 𝟏𝟐𝟎
𝟏𝟎𝟎 𝟏𝟎𝟎
𝟐𝟓𝟎 𝟐𝟏. 𝟐𝟓𝟎
250% de 85 × 𝟖𝟓 = = 𝟐𝟏𝟐, 𝟓
𝟏𝟎𝟎 𝟏𝟎𝟎
Para converter uma fração em uma porcentagem, basta multiplicá-la por 100, resultando assim no valor
na forma percentual.
Exemplos
Fracionária Percentual
𝟏𝟔 𝟏𝟔 𝟏𝟔𝟎𝟎
× 𝟏𝟎𝟎 = = 𝟖𝟎%
𝟐𝟎 𝟐𝟎 𝟐𝟎
𝟕 𝟕 𝟕𝟎𝟎
× 𝟏𝟎𝟎 = = 𝟖𝟕, 𝟓%
𝟖 𝟖 𝟖
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25
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Matemática
𝑽𝒇𝒊𝒏𝒂𝒍 − 𝑽𝒊𝒏𝒊𝒄𝒊𝒂𝒍
Variação Percentual ∆% = × 𝟏𝟎𝟎
𝑽𝒊𝒏𝒊𝒄𝒊𝒂𝒍
Variação Acumulada (𝟏 + 𝒊𝒂𝒄𝒖𝒎𝒖𝒍𝒂𝒅𝒂 ) =× (𝟏 ± 𝒊𝟏 ) × (𝟏 ± 𝒊𝟐 ) × (𝟏 ± 𝒊𝟑 ) …
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Matemática
Média Aritmética
A média aritmética é um conceito matemático usado para encontrar o valor central de um conjunto de
números. Ela é calculada somando todos os valores do conjunto e depois dividindo essa soma pelo número de
valores. A média aritmética é apenas um tipo de média e é frequentemente referida simplesmente como "a média".
A média aritmética é representativa de um conjunto de dados. É o valor que indica a tendência central dos
dados, o que pode ser útil para obter uma visão geral do conjunto de dados.
A média aritmética simples é o valor obtido pela soma de todos os valores do conjunto, dividida pelo
número de valores. É a média mais comum e é frequentemente referida apenas como "média".
Exemplo:
Imagine que temos as seguintes notas de um aluno: 5, 7, 8, e 10. A média aritmética simples dessas notas é:
5 + 7 + 8 + 10
𝑀é𝑑𝑖𝑎 𝑆𝑖𝑚𝑝𝑙𝑒𝑠 = = 7,5
4
Então, a média simples das notas do aluno é 7,5.
A média aritmética ponderada também é uma média, mas leva em conta o peso de cada valor no conjunto.
Isso é útil quando alguns valores são mais importantes do que outros.
∑(valor × peso)
𝑀é𝑑𝑖𝑎 𝑃𝑜𝑛𝑑𝑒𝑟𝑎𝑑𝑎 =
∑ 𝑝𝑒𝑠𝑜𝑠
Exemplo:
Se tivermos as mesmas notas do aluno (5, 7, 8, e 10), mas agora elas têm pesos diferentes, digamos 1, 2, 3, e 4,
respectivamente, a média ponderada será calculada assim:
(5 × 1) + (7 × 2) + (8 × 3) + (10 × 4)
𝑀é𝑑𝑖𝑎 𝑃𝑜𝑛𝑑𝑒𝑟𝑎𝑑𝑎 =
1+2+3+4
5 + 14 + 24 + 40
𝑀é𝑑𝑖𝑎 𝑃𝑜𝑛𝑑𝑒𝑟𝑎𝑑𝑎 = = 8,3
10
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Matemática
Para identificar se uma equação específica é do primeiro grau, devemos verificar o expoente mais elevado
na variável desconhecida. Caso o expoente máximo seja um, isso indica que estamos diante de uma equação de
primeiro grau.
Exemplo
𝒙 + 2 = 4𝒙 − 𝟒 (Equação de Primeiro Grau)
𝟐𝒙 = 𝟐 − 8𝒙 (Equação de Primeiro Grau)
𝒙2+ 2x +2 = 0 (Equação de Segundo Grau)
Sistema de Equações
Um sistema de equações é um conjunto de duas ou mais equações que compartilham as mesmas variáveis.
Por exemplo, um sistema de duas equações e duas variáveis (x e y) pode ser expresso da seguinte maneira:
Exemplo
𝑥+𝑦 =6
{
𝑥 − 𝑦= 4
Passo a passo para resolver:
1. Vamos isolar uma das variáveis e substituir na
outra equação:
{𝑥 = 4 + 𝑦
2. Agora vamos substituir na primeira equação:
(4 + 𝑦) + 𝑦 = 6
4 + 2𝑦 = 6
2𝑦 = 6 − 4
𝑦=1
3. Agora vamos descobrir o valor do x:
𝑥−1=4
𝑥=5
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Matemática
Para identificar se uma equação específica é do segundo grau, devemos verificar o expoente máximo que
encontraremos em uma incógnita será o 2. Isso indica que estamos diante de uma equação de segundo grau.
Fórmula de Bhaskara
A fórmula de Bhaskara, também conhecida como fórmula quadrática, é um método utilizado para
encontrar as raízes de uma equação de segundo grau, quando não conseguimos isolar o x na equação de primeiro
grau, usamos a fórmula de Bhaskara:
−𝒃 ∓ √𝒃𝟐 − 𝟒𝒂𝒄
𝒙=
𝟐𝒂
−𝒃 ∓ √∆
𝒙=
𝟐𝒂
[Link]
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Matemática
O sinal “±” determina que vamos ter 2 raízes. A equação de segundo grau tem duas raízes que validam a
igualdade, enquanto a equação de terceiro grau possui três.
Exemplo Solução
• Já temos os coeficientes e agora vamos encontrar o discriminante, que é nosso delta:
∆ = b2 − 4ac → (−5)2 − 4 ∙ 1 ∙ 6 = 25 − 24 = 1
• Agora vamos ao cálculo das raízes:
𝑥2 − 5𝑥 + 6 = 0 −(−5) ∓ √1 5 ± 1
𝒂=𝟏 𝑥= =
2∙1 2
{𝒃 = −𝟓 • Por último vamos fazer a conta dos dois sinais, ou seja, as duas raízes:
𝒄=𝟔 5±1 4
𝒙𝟏 = = =2
2 2
5±1 6
𝒙𝟐 = = =3
2 2
Relações de Girard
Nesse conceito utilizaremos a soma e o produto das raízes sem que seja necessário calcular. Vamos utilizar
os coeficientes da equação. Exemplo: ax2 + bx + c = 0.
𝑏 𝒄
𝒙𝟏 + 𝒙𝟐 = − 𝑒 𝒙𝟏 ∙ 𝒙𝟐 =
𝑎 𝒂
[Link]
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Matemática
Geometria Plana
Um ponto é um objeto
fundamental com posição,
Pontos mas sem tamanho, área,
volume ou qualquer outra
dimensão
Uma extremidade:
Semirreta e Semirreta
Segmento de reta Duas extremidades:
Segmento de reta
[Link]
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Matemática
Ângulos
Um ângulo é uma figura formada por duas linhas que se encontram num ponto comum, chamado vértice
do ângulo.
Principais Ângulos
Graus 0° 30° 45° 60° 90° 120° 150° 180°
𝜋 𝜋 𝜋 𝜋 2𝜋 5𝜋
Radianos 0 𝑟𝑎𝑑 𝑟𝑎𝑑 𝑟𝑎𝑑 𝑟𝑎𝑑 𝑟𝑎𝑑 𝑟𝑎𝑑 𝑟𝑎𝑑 𝜋 𝑟𝑎𝑑
6 4 3 2 3 6
[Link]
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Matemática
Ângulos replementares
Dois ângulos são chamados de
replementares quando sua soma é 360
Circunferência
É definida como o conjunto de todos os pontos em um plano que estão a uma distância fixa, conhecida
como raio, de um ponto específico denominado centro.
[Link]
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Matemática
Medidas da circunferência
O comprimento de uma
circunferência, também 𝑪 = 𝟐𝝅𝑹
Comprimento da C é o comprimento da circunferência.
conhecido como perímetro da
circunferência π (Pi) é uma constante cujo valor aproximado é 3.14159.
circunferência ou a medida do
r é o raio da circunferência.
contorno da circunferência
O comprimento de um arco numa 𝜶
circunferência pode ser calculado 𝑪 = 𝟐𝝅𝑹 ∙ ( )
𝟑𝟔𝟎°
Comprimento de um se você conhecer o ângulo que o C é o comprimento do arco.
arco na circunferência arco subentende no centro da r é o raio da circunferência.
circunferência e o raio da α é o ângulo central (em graus) que o arco subentende.
circunferência. π (Pi) é uma constante cujo valor aproximado é 3.14159.
𝜶
A área de um arco em uma 𝑨= ( ) 𝝅𝑹𝟐
𝟑𝟔𝟎°
Área de um arco na circunferência é, na verdade, a A é a área do setor.
circunferência área do setor circular que esse r é o raio da circunferência.
arco delimita. π (Pi) é uma constante cujo valor aproximado é 3.14159.
α é o ângulo central (em graus) que o arco subentende.
Triângulos
Um triângulo é uma figura geométrica plana formada por três segmentos de reta que se intersectam em
três pontos não colineares. Os três pontos de intersecção formam os vértices do triângulo e os segmentos de reta
formam os lados.
[Link]
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Matemática
Triângulos Congruentes
Triângulos congruentes são triângulos que têm o mesmo tamanho e forma. Isso significa que eles têm lados
correspondentes de comprimentos iguais e ângulos correspondentes de medidas iguais.
[Link]
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Matemática
Triângulos Semelhantes
Significa que os triângulos semelhantes têm ângulos correspondentes de medidas iguais e lados
correspondentes em proporções iguais.
𝟖 𝟏𝟔 𝟏𝟐
= = =𝟐
𝟒 𝟖 𝟔
A razão de semelhança é 2.
[Link]
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Matemática
Teorema de Tales
Área do Triângulo
Maneiras de Calcular a área do triângulo
No caso de um triângulo
equilátero, a altura que se origina
Área do Triângulo 𝐿2 ∙ √3
de qualquer lado sempre divide 𝐴=
Equilátero 4
esse lado, dividindo-o em duas
partes iguais.
Triângulo Retângulo
[Link]
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Matemática
Teorema de Pitágoras
A soma dos quadrados dos catetos é igual ao
𝑎 (ℎ𝑖𝑝𝑜𝑡𝑒𝑛𝑢𝑠𝑎)2 = 𝑏(𝑐𝑎𝑡𝑒𝑡𝑜 1)2 + 𝑐(𝑐𝑎𝑡𝑒𝑡𝑜 2)2
quadrado da hipotenusa.
Semelhança Fórmula
𝑐 𝑏
ABC e BCD = / 𝑎𝑏 = ℎ𝑐
𝑎 ℎ
ℎ 𝑡
BCD e CDA = / ℎ2 = 𝑠𝑡
𝑠 ℎ
𝑐 𝑎
ABC e BCD = / 𝑎2 = 𝑐𝑠
𝑎 𝑠
𝑐 𝑏
ABC e ACD = / 𝑏 2 = 𝑐𝑡
𝑏 𝑡
𝑎 𝑏 𝑐 𝑎2 = 𝑏 2 + 𝑐 2 − 2𝑏𝑐 ∙ 𝑐𝑜𝑠𝐴̂
= = 𝑏 2 = 𝑎2 + 𝑐 2 − 2𝑎𝑐 ∙ 𝑐𝑜𝑠𝐵̂
𝑠𝑒𝑛 Â 𝑠𝑒𝑛 𝐵̂ 𝑠𝑒𝑛 𝐶̂
𝑐 2 = 𝑎2 + 𝑏 2 − 2𝑎𝑏 ∙ 𝑐𝑜𝑠𝐶̂
[Link]
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Matemática
Importante!
Ângulo Sen Cos Tg
° ° 0 1 0
𝟎 𝒆 𝟑𝟔𝟎
1 √3 √3
𝟑𝟎°
2 2 3
√2 √2 1
𝟒𝟓°
2 2
√3 1 √3
𝟔𝟎°
2 2
𝟗𝟎° 1 0
𝟏𝟖𝟎° 0 -1 0
𝟐𝟕𝟎° -1 0
[Link]
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Matemática
Principais Quadriláteros
Quadriláteros Características Imagem
Á𝒓𝒆𝒂 = 𝒙 ∙ 𝒛
Á𝒓𝒆𝒂 = 𝒙𝟐
𝑫∙𝒅
Á𝒓𝒆𝒂 =
𝟐
• O losango é um paralelogramo com
todos os lados iguais.
• É chamado de paralelogramo equilátero
Losango
• Ângulos opostos iguais.
• "D" é a medida da diagonal maior.
• "d" é a medida da diagonal menor.
(𝑩 + 𝒃) ∙ 𝒉
Á𝒓𝒆𝒂 =
𝟐
[Link]
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Matemática
Tipos de Trapézio
Isósceles Retângulo Escaleno
Os lados não paralelos possuem a Um dos lados não paralelos faz um É o trapézio que apresenta todos
mesma medida. São simétricos. ângulo de 90° com as bases. os seus lados distintos.
Polígonos
Polígonos são figuras geométricas planas que são delimitadas por uma sequência fechada de segmentos de
reta, chamados de lados. Cada ponto onde dois lados se encontram é chamado de vértice. Além disso, o interior
do polígono é chamado de região interna. Existem dois tipos de polígonos:
[Link]
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Matemática
Geometria Espacial
Para começarmos na Geometria espacial devemos entender o que é um poliedro. Poliedro é uma figura
geométrica sólida que é limitada por polígonos, chamados de faces. Os pontos onde as faces se encontram são
chamados de vértices e as linhas em que duas faces se intersectam são chamadas de arestas.
Relação de Euler
A relação de Euler é uma fórmula matemática que estabelece uma relação entre o número de vértices,
arestas e faces de um poliedro convexo.
[Link]
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Matemática
Prisma
Um prisma é uma forma tridimensional, classificada como um poliedro convexo, caracterizada por possuir
duas bases distintas que são paralelas entre si e constituídas por polígonos. As faces que conectam essas bases são
sempre paralelogramos. Existem os prismas quadrangulares e pentagonais (exemplo abaixo).
Área do Prisma
𝑨 𝒕𝒐𝒕𝒂𝒍 = 𝑨 𝒍𝒂𝒕𝒆𝒓𝒂𝒍 + 𝟐 ∙ 𝑨 𝒃𝒂𝒔𝒆
Área total (exceto • Área Lateral (𝑨 𝒍𝒂𝒕𝒆𝒓𝒂𝒍 ): soma das áreas das faces laterais
paralelepípedo e • Área da Base (𝑨 𝒃𝒂𝒔𝒆 ): É a área do polígono que está na base. Caso seja um
cubo) quadrado, será a área do quadrado, caso seja um pentágono, será a área do
pentágono e entre outros.
Área do paralelepípedo
[Link]
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Matemática
Volume do prisma
Ao determinar o volume de um objeto tridimensional, estamos efetivamente medindo a quantidade de
espaço que ele preenche.
Volume do Prisma
Ao determinar o volume de um objeto tridimensional, estamos efetivamente medindo a quantidade de
espaço que ele preenche.
Volume (exceto 𝑽 = 𝑨 𝑩𝒉
paralelepípedo e • Área da base (𝑨 𝑩 )
cubo) • Altura (𝒉)
Volume do 𝑽 = 𝒂𝒃𝒄
paralelepípedo • Temos o lado “a” e “b” e sua altura “c”.
𝑽 = 𝒂𝟑
Volume do cubo
• Temos essa fórmula por conta das arestas.
Pirâmide
Uma pirâmide é uma forma tridimensional em geometria que tem uma base que é um polígono e faces
laterais que são triângulos convergentes para um único ponto, conhecido como ápice ou vértice da pirâmide. As
principais pirâmides são: Pirâmide Triangular, Quadrangular e Pentagonal.
Medidas
Área 𝑨 𝒕𝒐𝒕𝒂𝒍 = 𝑨 𝒍𝒂𝒕𝒆𝒓𝒂𝒍 + 𝑨 𝒃𝒂𝒔𝒆
(Aqui não temos o 2 multiplicando
pois só temos uma base)
Volume 𝑨 𝑩𝒉
𝑽=
𝟑
Tronco da pirâmide
O tronco de pirâmide tem duas bases paralelas que são polígonos semelhantes (a base maior é a base
original da pirâmide, e a base menor é a seção transversal onde a pirâmide foi cortada), e faces laterais que são
trapezoidais.
Volume
𝑽𝒕𝒐𝒕𝒂𝒍 = 𝑽𝒑𝒊𝒓â𝒎𝒊𝒅𝒆 𝒎𝒂𝒊𝒐𝒓 − 𝑽 𝒑𝒊𝒓â𝒎𝒊𝒅𝒆 𝒎𝒆𝒏𝒐𝒓
𝒉𝒕
𝑽= (𝑩 + √𝑩𝒃 + 𝒃)
𝟑
[Link]
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Matemática
Características do Cilindro
R: raio da base.
Letras da H: altura do cilindro.
figura E: eixo do cilindro.
G: geratriz.
𝑨 𝒍𝒂𝒕𝒆𝒓𝒂𝒍 = 𝟐𝝅𝑹𝒉
𝑨 𝒃𝒂𝒔𝒆 = 𝝅𝑹𝟐
Área
𝑨 𝒕𝒐𝒕𝒂𝒍 = 𝑨 𝒍𝒂𝒕𝒆𝒓𝒂𝒍 + 𝟐 ∙ 𝑨 𝒃𝒂𝒔𝒆
𝑨 𝒕𝒐𝒕𝒂𝒍 = 𝟐𝝅𝑹𝒉 + 𝟐𝝅𝑹𝟐
𝑽 = 𝑨 𝑩𝒉
Volume
𝑽 = 𝝅𝑹𝟐 𝒉
Características do Cone
R: raio da base.
Letras da H: altura do cilindro.
figura E: eixo do cilindro.
G: geratriz.
𝑨 𝒍𝒂𝒕𝒆𝒓𝒂𝒍 = 𝝅𝑹𝒈
Área 𝑨 𝒃𝒂𝒔𝒆 = 𝝅𝑹𝟐
𝑨 𝒕𝒐𝒕𝒂𝒍 = 𝝅𝑹𝒈 + 𝝅𝑹𝟐
𝑨 𝑩𝒉
𝑽=
𝟑
Volume
𝝅𝑹𝟐 𝒉
𝑽=
𝟑
𝑽𝒕𝒐𝒕𝒂𝒍 = 𝑽𝒄𝒐𝒏𝒆 𝒎𝒂𝒊𝒐𝒓 − 𝑽 𝒄𝒐𝒏𝒆 𝒎𝒆𝒏𝒐𝒓
Tronco de
Cone 𝝅𝒉𝒕 𝟐
𝑽= (𝑹 + 𝑹𝒓 + 𝒓𝟐 )
𝟑
[Link]
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Matemática
Características da Esfera
Área 𝑨 𝒆𝒔𝒇𝒆𝒓𝒂 = 𝟒𝝅𝑹𝟐
𝟒𝝅𝑹𝟑
Volume 𝑽 𝒆𝒔𝒇𝒆𝒓𝒂 =
𝟑
[Link]
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Matemática
População x Amostra
➢ População: refere-se ao conjunto completo de itens ou indivíduos que têm as características que estamos
estudando. Esta população pode ser grande ou infinita.
Exemplos:
População Humana: Todos os habitantes de um país.
➢ Amostra: Uma amostra é um subconjunto de uma população. Idealmente, ela deve ser representativa da
população, permitindo que inferências sejam feitas sobre a população como um todo.
Exemplos:
Amostra Humana: Um grupo de mil pessoas escolhidas aleatoriamente de um país.
Censo x Estimação
➢ Censo: Um censo é a coleta de informações sobre cada membro de uma população. Ele não envolve
amostragem, mas sim a contagem ou medição de toda a população.
➢ Exemplos:
Censo Populacional: Contar cada pessoa em um país para obter informações sobre idade, gênero, ocupação,
etc.
Censo Industrial: Levantamento de todas as empresas em um setor específico.
➢ Vantagens:
Precisão: Oferece dados precisos da população.
Completo: Captura informações de todos os membros da população.
➢ Desafios:
Custo e Tempo: Geralmente é caro e demorado.
Dados Desatualizados: Devido ao tempo necessário para coleta e análise, os dados podem se tornar
desatualizados.
➢ Estimação: Estimação envolve a coleta de dados de uma amostra representativa da população e a utilização
de técnicas estatísticas para estimar características da população total.
[Link]
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Matemática
➢ Exemplos:
Pesquisas de Opinião: Coletar opiniões de uma amostra de eleitores para estimar a opinião geral.
Estudos de Mercado: Usar uma amostra de consumidores para estimar preferências do mercado total.
➢ Vantagens:
Eficiência: Mais rápido e menos custoso que um censo.
Atualidade: Permite obter informações mais rapidamente.
➢ Desafios:
Erro de Amostragem: Pode haver erro na estimação se a amostra não for representativa.
Inferências Limitadas: As inferências podem ser limitadas pela qualidade da amostra.
Na tomada de decisões, é crucial que as amostras sejam coletadas corretamente, utilizando um método de
seleção aleatória. O propósito principal da estatística é empregar essas amostras para realizar inferências ou
generalizações sobre uma população mais ampla. Se os dados não forem coletados corretamente, podem se tornar
ineficazes ou até mesmo conduzir a decisões equivocadas.
Organização de Dados
➢ Dados Primários: São os dados coletados diretamente da fonte sem nenhuma organização numérica.
➢ Sequência Organizada: Trata-se da organização dos dados primários em ordem ascendente ou descendente.
A natureza dos dados é vital para determinar o método estatístico a ser aplicado. Eles podem ser divididos
em:
✓ Variáveis Contínuas: Abrangem variáveis que podem ter qualquer valor dentro de um intervalo, como o
comprimento de um rio ou o volume de uma garrafa de água.
✓ Dados por postos: Baseiam-se em avaliações subjetivas, como classificações em um concurso de fotografia
ou avaliações de desempenho em uma competição esportiva.
[Link]
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Matemática
Distribuição de Frequência
Frequência Simples Absoluta (fi): É o número de vezes que um determinado valor aparece no conjunto de dados.
Em uma sala de aula com 15 alunos, se 5 alunos tiraram nota 7 em uma prova, a frequência simples absoluta
da nota 7 é 5.
Frequência Relativa (Fr): Representa a proporção ou a porcentagem que um determinado valor representa em
relação ao total de dados.
Continuando com o exemplo anterior, a frequência relativa da nota 7 seria 5/15, ou aproximadamente
33,33%. Isso significa que 33,33% dos alunos tiraram nota 7.
Frequência Acumulada (Fac): É a soma acumulativa das frequências dos valores até um certo ponto na tabela de
distribuição. Ela mostra o número total de observações que caem abaixo do limite superior de uma determinada
categoria.
[Link]
49
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Matemática
8 1 13
9 1 14
10 1 15
Total 15
Amplitude amostral: É calculada como a diferença entre o maior e o menor valor na amostra.
Por exemplo, considere uma amostra de dados sobre as temperaturas máximas registradas em uma cidade ao
longo de uma semana: 28°C,22°C,24°C,31°C,27°C,25°C,29°C.
Média: É a soma de todos os valores de um conjunto de dados dividida pela quantidade de valores. Por exemplo,
a média das notas 5,7,8,4,9 é:
(5+7+8+4+9)/5 = 6,6
Mediana: É o valor que divide um conjunto de dados ordenados ao meio. Se o conjunto tiver um número ímpar de
observações, a mediana é o valor central. Com um número par de observações, é a média dos dois valores centrais.
Por exemplo:
A mediana de 3,5,7,9,11 é 7;
Moda: É o valor ou valores que aparecem com mais frequência em um conjunto de dados. Um conjunto pode ser
unimodal (uma moda), bimodal (duas modas), ou multimodal (várias modas). Por exemplo, a moda de 2,3,4,4,5,5,5
é 5.
[Link]
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Matemática
Medidas de Dispersão
As medidas de dispersão são estatísticas que descrevem o quanto os valores em um conjunto de dados
estão espalhados ou dispersos. Essas medidas são cruciais para entender a variabilidade ou a consistência dos
dados. Aqui estão as principais medidas de dispersão:
➢ Amplitude (ou Intervalo): É a diferença entre o maior e o menor valor em um conjunto de dados. A amplitude
oferece uma visão da variação total, mas pode ser influenciada por valores extremos (outliers).
Exemplo:
Por exemplo, em um conjunto de dados que inclui as notas 70, 75, 80, 85 e 90, se a média for 80, o desvio de cada
nota será:
➢ Variância: é uma medida de dispersão que indica o quão espalhados estão os valores de um conjunto de dados
em relação à média. Ela é calculada como a média dos quadrados dos desvios de cada valor em relação à média
do conjunto.
(𝐷𝑒𝑠𝑣𝑖𝑜1)2 + (𝐷𝑒𝑠𝑣𝑖𝑜2)2 + (𝐷𝑒𝑠𝑣𝑖𝑜3)2 … .
𝑽𝒂𝒓𝒊â𝒏𝒄𝒊𝒂 𝑨𝒎𝒐𝒔𝒕𝒓𝒂𝒍 =
𝑆𝑜𝑚𝑎 𝑑𝑜 𝑞𝑢𝑎𝑑𝑟𝑎𝑑𝑜 𝑑𝑜 𝑑𝑒𝑠𝑣𝑖𝑜 − 1
Exemplo: Suponha que temos as seguintes notas de um grupo de 5 estudantes em um teste: 4, 6, 8, 10, 12.
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Matemática
4² = 16
Soma = 16 + 4 + 0 + 4 + 16 = 40
Calcular a Variância:
Para uma variância amostral, dividimos a soma dos quadrados dos desvios pelo número de observações menos um
(n - 1).
Exemplo: Suponhamos que temos as idades de todos os membros de uma família pequena: 30, 35, 40, 45 e 50
anos. Vamos calcular a variância populacional dessas idades.
Calcular a Variância Populacional: Para a variância populacional, dividimos a soma dos quadrados dos desvios pelo
número total de observações (n).
Variância = 250/5=50.
➢ Desvio Padrão: medida estatística que quantifica a variação ou dispersão de um conjunto de valores.
Cálculo Básico:
1. Calcule a média (média aritmética) do conjunto de dados.
2. Subtraia a média de cada valor do conjunto. Isso resulta em um conjunto de diferenças.
3. Eleve ao quadrado cada uma dessas diferenças.
4. Calcule a média desses valores quadráticos. Isso é conhecido como a variância.
5. O desvio padrão é a raiz quadrada da variância.
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Matemática
Exemplo Prático: Suponha um conjunto de dados representando as idades de um grupo de 5 pessoas: 20, 22, 24,
26, 28 anos.
Calcular a Média:
Média = 20+22+24+26+28/5 = 120/5 =24 anos.
Portanto, o desvio padrão das idades neste grupo é aproximadamente 2,83 anos, indicando que as idades variam
em torno da média (24 anos) com uma dispersão média de cerca de 2,83 anos.
➢ Coeficiente de Variação (Cv): é uma medida estatística que expressa a extensão da variabilidade ou dispersão
dos dados em relação à média do conjunto de dados. É frequentemente expresso em porcentagem e é útil
para comparar a dispersão entre distribuições de dados com diferentes unidades de medida ou médias muito
diferentes. O Cv é particularmente útil porque é independente da unidade de medida dos dados, o que permite
comparações entre conjuntos de dados de naturezas distintas.
𝐷𝑒𝑠𝑣𝑖𝑜 𝑃𝑎𝑑𝑟ã𝑜
Cv = ( 𝑀é𝑑𝑖𝑎
)∗ 100%
Exemplo Prático: Vamos considerar dois conjuntos de dados representando as idades de dois grupos diferentes.
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Matemática
3.16
Grupo A: ( 34 ) ∗ 100% ≈ 9.29%
3.16
Grupo B: ( ) ∗ 100% ≈ 4.94%
64
Embora ambos os grupos tenham o mesmo desvio padrão, o Grupo A tem um Coeficiente de Variação maior,
indicando uma dispersão proporcionalmente maior das idades em relação à sua média, comparado ao Grupo B.
Isso significa que, em termos relativos, a variabilidade das idades no Grupo A é maior do que no Grupo B, apesar
de as idades em si serem mais baixas.
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Matemática
Sequências Numéricas
Uma sequência numérica é uma sucessão ordenada de números que segue uma determinada regra ou
padrão. Essa regra define a relação entre os termos consecutivos da sequência. As sequências podem ser finitas,
tendo um número limitado de termos, ou infinitas, estendendo-se indefinidamente.
Como Ocorre:
As sequências numéricas são formadas seguindo uma lei de formação que pode ser uma fórmula
matemática, uma operação ou uma propriedade que todos os números da sequência compartilham. Esta regra é
aplicada de maneira consistente em toda a sequência. O termo subsequente é geralmente derivado do(s) termo(s)
anterior(es) com base nessa lei de formação.
Leitura Matemática:
Normalmente, uma sequência, em matemática, é caracterizada da seguinte maneira (a1, a2, a3, a4, a5...). O
a1 (a índice 1) significa o primeiro termo da sequência, o a2 significa o segundo termo e assim por diante.
Apresentando uma sequência numérica (2, 4, 6, 8, 10). O a1 é o número 2, já o a3 é o número 6.
Para representar um elemento de uma sequência numérica sem definir sua posição específica, usamos uma
notação com subscrito e uma variável. Comumente, escolhemos a variável "n" para esse fim. Assim, um termo
arbitrário em uma sequência pode ser indicado como "an " (a índice n), onde "a" simboliza a sequência e "n" é a
posição variável desse termo na sequência.
A sequência (2, 4, 6, 8, 10,...) pode ser representada simplesmente como 𝒂𝒏 = 2 ∙ 𝒏. Assim teríamos:
𝑛 = 1, então 𝑎1 = 2 ∙ 1 ⟹ 𝑎1 = 2
𝑛 = 2, então 𝑎2 = 2 ∙ 2 ⟹ 𝑎2 = 4
𝑛 = 3, então 𝑎3 = 2 ∙ 3 ⟹ 𝑎3 = 6
𝑛 = 4, então 𝑎4 = 2 ∙ 4 ⟹ 𝑎4 = 8
𝑛 = 5, então 𝑎5 = 2 ∙ 5 ⟹ 𝑎5 = 10
Exemplos Simples:
➢ Sequência Aritmética:
• Definição: Uma sequência numérica onde a diferença entre termos consecutivos é constante.
Exemplo: 2, 4, 6, 8, 10,... → Aqui, cada termo é obtido adicionando 2 ao termo anterior.
➢ Sequência Geométrica:
• Definição: Uma sequência numérica onde cada termo é obtido multiplicando o termo anterior por um
valor constante.
Exemplo: 3, 6, 12, 24, 48,... → Neste caso, cada termo é o dobro do termo anterior.
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Matemática
➢ Sequência de Fibonacci:
• Definição: Uma sequência famosa onde cada termo é a soma dos dois termos anteriores.
• Exemplo: 0, 1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21,... → Aqui, 1 é 0+1, 2 é 1+1, 3 é 1+2, e assim por diante.
Progressão Aritmética
Progressão Aritmética (PA) é um conceito fundamental na matemática, utilizado para descrever uma
sequência de números em que a diferença entre termos consecutivos é sempre constante. Esta diferença constante
é conhecida como a razão da progressão aritmética.
Definição de PA: Uma sequência de números a1, a2, a3,… forma uma progressão aritmética se a diferença
entre um termo e seu antecessor for sempre a mesma. Em outras palavras, an −an−1 = r, onde r é a razão da PA e n
é um número natural maior que 1.
Exemplo:
Considere a sequência 3, 6, 9, 12, 15. Aqui, a diferença entre cada par de termos consecutivos é 3 (6-3 = 3,
9-6 = 3, etc.). Então, é uma PA com razão r = 3
Termo Geral de uma PA: O n-ésimo termo de uma PA pode ser encontrado pela fórmula an=a1+(n−1) * r,
onde a1 é o primeiro termo, n é a posição do termo na sequência, e r é a razão.
Exemplo: Na PA 3, 6, 9, 12, 15, para encontrar o 5º termo, usamos a fórmula an=a1+(n−1) * r. Aqui, a1 = 3,
r = 3 e n = 5. Então, a5 = 3+(5−1) × 3 = 3+12 =15.
Soma dos Termos de uma PA: A soma dos primeiros n termos de uma PA pode ser calculada pela fórmula:
(𝒂𝟏 + 𝒂𝒏 ) ∗ 𝒏
𝑺𝒏 =
𝟐
Características Especiais:
• Se a razão r é positiva, a PA é crescente.
• Se r é negativa, a PA é decrescente.
• Se r=0, todos os termos da PA são iguais.
Propriedades Importantes:
• Em uma PA, a média de dois termos quaisquer é igual à média dos termos que estão equidistantes deles na
sequência.
• O termo médio de três termos consecutivos em uma PA é também a média aritmética dos outros dois termos.
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Matemática
Exemplo: Considere a PA: 2, 5, 8, 11, 14, 17, 20. Vamos encontrar a média dos termos 2 (primeiro termo) e 20
(último termo), e comparar com o termo médio da PA.
𝟐+𝟐𝟎
Para calcular a média de 2 e 20: 𝑴é𝒅𝒊𝒂 = 𝟐
= 𝟏𝟏
A PA possui 7 termos. O termo médio é o quarto termo (pois é o termo central). O quarto termo, conforme a
sequência dada, é 11.
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Matemática
Progressão Geométrica
Uma Progressão Geométrica é uma sequência numérica onde cada termo, a partir do segundo, é obtido
multiplicando-se o termo anterior por uma constante fixa chamada de "razão" (representada geralmente por q).
Termo Geral de uma PG: O termo geral de uma PG é dado pela fórmula: an = a1⋅q(n−1), onde:
• an é o n-ésimo termo.
• a1 é o primeiro termo.
• q é a razão da PG.
• n é a posição do termo na sequência.
Exemplo: Encontre o 5º termo da PG onde a1=5 e q=−2. Usando a fórmula do termo geral:
a5 = 5⋅(−2)5−1 = 5⋅16 = 80.
𝒂𝒏
Razão de uma PG: A razão q é obtida dividindo-se um termo pelo seu anterior (exceto o primeiro): 𝒒 = 𝒂
𝒏−𝟏
Características de uma PG: Uma PG pode ser crescente, decrescente, constante (quando q=1), oscilante (quando
q é negativo), entre outras variações.
𝒂
• Para uma PG infinita e convergente (onde ∣q∣ < 1), a soma é: 𝑺 = 𝟏−𝒒
𝟏
Exemplo: Calcule a soma dos primeiros 4 termos da PG (1, 3, 9, 27, ...). Aqui, a1 = 1 e q = 3.
𝑎1 = 𝑥 – 120 | 𝑎2 = 𝑥 | 𝑎3 = 𝑥 + 600
𝑥² = (𝑥 – 120) * (𝑥 + 600)
480x – 72000 = 0
X = 72000/480 = 150.
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Matemática
Análise Combinatória
Os Princípios Fundamentais da Contagem são conceitos matemáticos usados para determinar o número de
maneiras diferentes de realizar uma tarefa ou de organizar um conjunto de objetos sem ter que listá-los todos. Eles
são essenciais na probabilidade e na combinação de elementos de conjuntos. Vamos detalhar cada um:
✓ O que é: Este princípio é usado quando temos tarefas sequenciais para realizar, e cada tarefa pode ser
realizada de maneiras independentes das outras. A ideia é que, para cada maneira de realizar a primeira
tarefa, todas as maneiras de realizar a segunda tarefa estão disponíveis, e assim por diante.
✓ Para que serve: Serve para contar o número total de resultados possíveis quando várias tarefas são
realizadas em sequência, e cada uma delas tem um número específico de maneiras de ser realizada.
✓ Exemplo: Imagine que você está escolhendo uma camisa e uma calça para vestir. Se você tem 5 camisas e
3 calças diferentes, o número total de combinações de roupas que você pode fazer é 5 (camisas) × 3 (calças)
= 15 combinações diferentes.
✓ O que é: Este princípio é aplicado quando existem várias tarefas ou opções mutuamente exclusivas. Ou
seja, a realização de uma tarefa exclui a realização das outras.
✓ Para que serve: É usado para determinar o número total de maneiras de realizar pelo menos uma das
tarefas ou opções disponíveis.
✓ Exemplo: Se você está tentando decidir se vai de ônibus ou de trem para o trabalho, e há 4 rotas diferentes
de ônibus e 3 rotas diferentes de trem, então o número total de maneiras diferentes de chegar ao trabalho
é 4 (rotas de ônibus) + 3 (rotas de trem) = 7 maneiras diferentes.
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Matemática
Fatorial
O fatorial de um número natural é uma operação matemática usada frequentemente em estatística, análise
combinatória, álgebra e cálculo. O fatorial de um número n (escrito como n!) é definido como o produto de todos
os números inteiros positivos de 1 até n. Matematicamente, é expresso da seguinte forma:
n! = n × (n−1) × (n−2) × ⋯ × 3 × 2 × 1
✓ Cálculo: O conceito de fatorial é utilizado em séries de Taylor, para representar funções como somas
infinitas.
➢ Exemplos
✓ 4! (Fatorial de 4): 4!=4×3×2×1=244!=4×3×2×1=24 Então, há 24 maneiras diferentes de organizar 4 objetos
distintos.
✓ Anagramas de uma palavra: Se considerarmos a palavra "GATO", que tem 4 letras diferentes, o número de
anagramas possíveis dessa palavra é igual a 4! = 24. Ou seja, há 24 maneiras diferentes de arranjar as letras
da palavra "GATO".
✓ Combinando grupos: Se você quiser formar um comitê de 3 pessoas a partir de um grupo de 10, você usaria
fatoriais na fórmula da combinação para calcular quantos comitês diferentes podem ser formados. A
𝒏!
fórmula para combinação é 𝑪(𝒏, 𝒌) = , onde n é o número total de pessoas e k é o
𝒌!(𝒏−𝒌)!
tamanho do comitê. Neste caso, seria C (10,3).
Permutação
Permutação é um conceito fundamental em análise combinatória que se refere à organização de um
conjunto de elementos em uma sequência ou ordem específica. Basicamente, trata-se do cálculo do número de
maneiras diferentes que um conjunto de objetos pode ser arranjado.
➢ Para que Serve a Permutação: Permutações são utilizadas para resolver problemas que envolvem a ordenação
de objetos. Isso inclui:
✓ Organização de itens: Determinar em quantas maneiras diferentes os itens podem ser dispostos.
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Matemática
✓ Problemas de agendamento: Como agendar eventos, reuniões ou tarefas de maneira que a sequência seja
otimizada.
✓ Jogos e Puzzles: Para calcular as possíveis configurações em jogos de tabuleiro, quebra-cabeças, etc.
Exemplos:
Solução:
• Número de letras = 3
• A fórmula para permutação sem restrições é o fatorial do número de elementos. Assim, o número de
permutações possíveis é 3! (fatorial de 3).
• Cálculo: 3! = 3 × 2 × 1 = 6
Solução:
• Número de livros = 5.
• Cálculo: 5! = 5 × 4 × 3 × 2 × 1 = 120.
➢ Permutação Simples: Refere-se ao arranjo de todos os membros de um conjunto sem qualquer condição ou
restrição. Por exemplo, organizar 5 livros distintos em uma prateleira (5! = 120 maneiras).
Imagine que, de 5 livros, 2 devem sempre estar juntos na prateleira. De quantas maneiras diferentes podem
ser organizados os livros?
Solução:
[Link]
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Matemática
• Trate os 2 livros que devem estar juntos como um único item. Agora, você tem 4 itens para arranjar: 3 livros
individuais + 1 grupo de 2 livros.
• Dentro do grupo de 2 livros, eles podem ser permutados entre si. Isso adiciona mais maneiras de arranjo: 2!
= 2 × 1 = 2.
• Conclusão: Existem 48 maneiras diferentes de arranjar os 5 livros na prateleira, considerando que 2 livros
específicos devem sempre estar juntos.
➢ Permutação com Restrições: Envolve condições ou restrições específicas sobre como os objetos podem ser
organizados. Isso pode incluir restrições como "certos itens devem estar sempre juntos" ou "certos itens nunca
devem estar juntos".
Imagine que, de 5 livros, 2 devem sempre estar juntos na prateleira. De quantas maneiras diferentes podem
ser organizados os livros?
Solução:
• Trate os 2 livros que devem estar juntos como um único item. Agora, você tem 4 itens para arranjar: 3 livros
individuais + 1 grupo de 2 livros.
• Dentro do grupo de 2 livros, eles podem ser permutados entre si. Isso adiciona mais maneiras de arranjo:
2! = 2 × 1 = 2.
• Conclusão: Existem 48 maneiras diferentes de arranjar os 5 livros na prateleira, considerando que 2 livros
específicos devem sempre estar juntos.
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Matemática
A fórmula para calcular o número de permutações com repetição, onde temos um total de n itens dos quais
𝒏!
n1, n2, …, nk são idênticos, é:
𝒏𝟏 ! 𝒙 𝒏𝟐 ! 𝒙 … 𝒙 𝒏𝒌 !
Exemplos:
[Link]
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Matemática
Permutação Circular
A Permutação Circular é um conceito na matemática, mais especificamente na área da combinatória, que
se refere ao arranjo de objetos em um círculo, onde a ordem dos objetos é importante, mas não existe um ponto
inicial ou final fixo. Este conceito é particularmente útil em situações onde os objetos são organizados de forma
circular, como em uma mesa redonda, um colar de contas, ou quando pessoas estão sentadas em círculo.
Em uma permutação circular, diferentemente das permutações lineares, a posição inicial é irrelevante, já
que o círculo pode ser girado sem alterar a ordem relativa dos objetos. Portanto, uma das posições é fixada para
evitar repetições nas contagens.
Aqui, n é o número total de objetos, e (n−1)! (fatorial de n−1) representa o número de maneiras de
organizar os n objetos em um círculo.
Exemplos:
➢ Pessoas Sentadas ao Redor de uma Mesa:
✓ Suponha que 5 pessoas devem se sentar ao redor de uma mesa circular.
✓ Usando a fórmula: (5−1)! = 4! =24.
✓ Portanto, existem 24 maneiras diferentes de as pessoas se sentarem ao redor da mesa.
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Matemática
Arranjo
É utilizado para determinar o número de maneiras de escolher e organizar um subconjunto de elementos
de um conjunto maior. A fórmula para calcular um arranjo de n elementos tomados k a k é dada por:
𝒏!
𝐴(𝑛, 𝑘) =
(𝒏 − 𝒌)!
Onde n! (n fatorial) é o produto de todos os números inteiros positivos até n, e (n−k)! é o fatorial de n−k.
Exemplos
Arranjo de Livros em uma Prateleira: Suponha que você tenha 5 livros diferentes e deseja saber de quantas
maneiras diferentes pode organizá-los em uma prateleira que comporta apenas 3 livros. Usando a fórmula do
𝟓! 𝟏𝟐𝟎
arranjo, temos 𝐴(5,3) = (𝟓−𝟑)!
= = 60 maneiras diferentes.
𝟐
Comitê de Estudantes:
Em uma classe de 30 estudantes, quantas maneiras diferentes existem para escolher um comitê de 4 estudantes?
𝟑𝟎! 𝟑𝟎𝒙𝟐𝟗𝒙𝟐𝟖𝒙𝟐𝟕𝒙𝟐𝟔!
Utilizando a fórmula do arranjo, calculamos 𝐴(30,4) = (𝟑𝟎−𝟒)!
= = 657720 maneiras diferentes.
𝟐𝟔!
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Matemática
A combinação simples é um método utilizado em probabilidade e estatística para calcular quantas maneiras
diferentes podemos selecionar um grupo de itens de um conjunto maior, sem considerar a ordem em que são
escolhidos. É usado quando a ordem dos itens escolhidos não importa.
𝒏!
Fórmula: A fórmula para a combinação simples de escolher k itens de um total de n é: 𝐶(𝑛, 𝑘) =
𝒌! 𝒙 (𝒏−𝒌)!
Exemplo:
Se você tem 10 livros e quer escolher 3 para levar em uma viagem, o número de maneiras de fazer essa escolha é
𝟏𝟎! 𝟏𝟎 𝒙 𝟗 𝒙 𝟖 𝒙 𝟕!
calculado como: 𝐶(10,3) = = = 𝟏𝟐𝟎
𝟑! 𝒙 (𝟏𝟎−𝟑)! 𝟑! 𝒙 𝟕!
Combinação Completa
O termo "combinação completa" não é comumente usado na matemática padrão. Pode haver confusão
com o termo "combinação com repetição", que se refere a escolher um conjunto de itens onde cada item pode ser
escolhido mais de uma vez e a ordem não importa.
Fórmula para Combinação com Repetição: Para escolher k itens de um conjunto de n itens com repetição, a
(𝒏+𝒌−𝟏)!
fórmula é: 𝐶𝑅(𝑛, 𝑘) = 𝐶(𝑛 + 𝑘 − 1, 𝑘) =
𝒌! (𝒏−𝟏)!
Exemplo:
Se há 5 sabores de sorvete e você quer escolher 3 bolas de sorvete, permitindo sabores repetidos, o número de
(𝟓+𝟑−𝟏)! 𝟕!
combinações possíveis é: 𝐶𝑅(5,3) = = = 𝟑𝟓.
𝟑! (𝟓−𝟏)! 𝟑! 𝟒!
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Matemática
Probabilidade
Introdução
A Teoria da Probabilidade é uma área da matemática que analisa eventos que ocorrem de forma aleatória
e avalia a incerteza relacionada a esses acontecimentos. Temos como exemplos básicos de probalidade:
➢ Lançamento de uma Moeda: Ao lançar uma moeda justa, a probabilidade de obter "Cara" ou "Coroa" é de 1/2
ou 50%, pois há dois resultados igualmente prováveis.
➢ Lançamento de um Dado: A probabilidade de obter um número específico, por exemplo, um "4" ao lançar um
dado justo de seis faces, é de 1/6, já que há seis resultados possíveis e igualmente prováveis.
➢ Sorteio de Cartas de um Baralho: Ao retirar uma carta de um baralho padrão de 52 cartas, a probabilidade de
tirar um Ás é de 4/52 ou 1/13, pois há quatro ases no baralho.
Espaço Amostral
O espaço amostral é um conceito fundamental na teoria da probabilidade. Ele é definido como o conjunto
de todos os possíveis resultados de um experimento aleatório. Este conjunto pode ser finito ou infinito,
dependendo da natureza do experimento. O espaço amostral é comumente representado pela letra S.
✓ Base para Calcular Probabilidades: O espaço amostral é usado como base para calcular a probabilidade de
diferentes eventos. Por exemplo, ao lançar um dado, a probabilidade de sair um número par é determinada
considerando o conjunto de resultados pares (2, 4, 6) em relação ao espaço amostral total (1, 2, 3, 4, 5, 6).
✓ Clareza na Definição do Experimento: Definir claramente o espaço amostral ajuda a entender exatamente
o que está sendo analisado e evita ambiguidades no cálculo de probabilidades.
✓ Lançamento de um Dado:
• Experimento: Lançar um dado de seis faces.
• Espaço Amostral (S): {1, 2, 3, 4, 5, 6}
[Link]
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Matemática
✓ Medição de Temperatura:
• Experimento: Medir a temperatura em um dia específico.
• Espaço Amostral (S): Todos os valores possíveis de temperatura. (Em teoria, este pode ser um conjunto
infinito.)
Evento
➢ Exemplos de Eventos:
✓ Lançamento de uma Moeda:
• Experimento: Lançar uma moeda.
• Evento A: Obter "Cara".
• O espaço amostral é {Cara, Coroa}, e o evento A “n(A)” é um subconjunto desse espaço.
✓ Lançamento de um Dado:
• Experimento: Lançar um dado de seis faces.
• Evento B: Obter um número par.
• Neste caso, o evento B “n(B)” inclui três elementos {2, 4, 6} do espaço amostral {1, 2, 3, 4, 5, 6}.
✓ Sorteio de Números:
• Experimento: Sortear um número de 1 a 100.
• Evento D: Sortear um número que é múltiplo de 5.
• O evento D “n(D)” inclui todos os múltiplos de 5 dentro do espaço amostral {1, 2, 3, ..., 100}.
✓ Jogo de Futebol:
[Link]
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Matemática
A probabilidade de um evento é igual ao número de resultados favoráveis ao evento, dividido pelo número
total de resultados possíveis, assumindo que todos os resultados são igualmente prováveis.
➢ Pressupostos:
✓ Equiprobabilidade: Todos os resultados do espaço amostral são igualmente prováveis. Ou seja, não há
um resultado que tenha mais chance de ocorrer do que outro.
✓ Experimento Aleatório com Resultados Discretos e Bem Definidos: O experimento deve ter um conjunto
finito de resultados possíveis, claramente definidos.
Exemplos:
➢ Lançamento de uma Moeda: Ao lançar uma moeda, existem dois resultados possíveis: cara ou coroa.
Assumindo que a moeda não é viciada, cada resultado tem a mesma probabilidade. Portanto, a probabilidade
de obter "cara" é 1/2.
1
𝑃(𝐸) =
2
➢ Lançamento de um Dado: Em um dado de seis faces, cada face (1, 2, 3, 4, 5, 6) tem igual probabilidade de
aparecer. A probabilidade de obter um "4", por exemplo, é 1/6.
1
𝑃(𝐸) =
6
4
𝑃(𝐸) =
52
Limitações:
A Definição Clássica funciona bem para situações onde é claro e fácil identificar todos os resultados
possíveis e onde estes resultados são equiprováveis. No entanto, ela não se aplica bem em situações onde os
resultados têm diferentes probabilidades de ocorrência ou quando o conjunto de resultados possíveis é infinito ou
não claramente definido.
[Link]
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Matemática
Ao abordar várias problemáticas de probabilidade que se alinham com a definição clássica, é essencial
empregar métodos de análise combinatória. Essa abordagem é crucial para determinar a quantidade de elementos
que constituem o evento em questão, bem como para calcular o número total de elementos no Espaço Amostral.
Exemplo:
Imagine um saco que contém 7 peças azuis e 8 peças vermelhas. Você tem que retirar 2 peças do saco sem
olhar. Qual é a probabilidade de ambas as peças retiradas serem azuis?
Para calcular a probabilidade, precisamos considerar tanto o número de casos favoráveis (retirar 2 peças
azuis) quanto o número total de combinações possíveis de retirar 2 peças de um total de 15 (7 azuis + 8 vermelhas).
Análise Combinatória:
Casos Favoráveis (C(F)): Número de maneiras de escolher 2 peças azuis das 7 disponíveis.
𝒏! 𝟕! 𝟕𝒙 𝟔 𝒙 𝟓! 𝟕𝒙 𝟔
Fórmula de Combinação: 𝑪(𝒏, 𝒌) = → : 𝑪(𝟕, 𝟐) = → → → 21
𝒌!(𝒏−𝒌)! 𝟐!(𝟕−𝟐)! 𝟐 𝒙 𝟏 𝒙 𝟓! 𝟐𝒙𝟏
Casos Totais (C(T)): Número total de maneiras de escolher 2 peças de um total de 15 (7 azuis + 8 vermelhas).
𝟏𝟓! 𝟏𝟓 𝒙 𝟏𝟒 𝒙 𝟏𝟑!
𝑪(𝟏𝟓, 𝟐) = → → 105
𝟐!(𝟏𝟓−𝟐)! 𝟐! 𝒙 𝟏𝟑!
𝑪(𝑭) 𝟐𝟏 𝟏
𝑷𝒓𝒐𝒃𝒂𝒃𝒊𝒍𝒊𝒅𝒂𝒅𝒆 𝒅𝒆 𝟐 𝒑𝒆ç𝒂𝒔 𝒂𝒛𝒖𝒊𝒔 = → →
𝑪(𝑻) 𝟏𝟎𝟓 𝟓
Exemplos:
➢ Rolagem de um Dado:
• Imagine que você rola um dado 600 vezes e o número 5 aparece 90 vezes.
𝟗𝟎
• A probabilidade empírica de rolar um 5 é = 0,15 ou 15%.
𝟔𝟎𝟎
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70
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Matemática
Eventos Combinativos
Teorema da União
O Teorema da União afirma que a probabilidade da união de dois eventos, A e B, é dada pela soma das
probabilidades de cada evento, menos a probabilidade da interseção desses eventos. Este teorema é útil quando
queremos saber a probabilidade de que pelo menos um dos eventos ocorra.
Exemplos de Aplicação:
➢ Lançamento de Dados:
✓ Suponha que você lance um dado e queira saber a probabilidade de obter um número par ou maior que 4.
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Matemática
3 2 1
𝑃(𝐴) = | 𝑃(𝐵) = | 𝑃(𝐴 ∩ 𝐵) = (Apenas o 6 é comum)
6 6 6
➢ Pesquisa de Opinião:
✓ Em uma pesquisa, 40% dos entrevistados gostam de café, 30% gostam de chá, e 10% gostam de ambos.
Quando os eventos são mutuamente exclusivos, a probabilidade da união desses eventos é simplesmente
a soma das probabilidades de cada evento individual. Não há necessidade de subtrair a interseção, pois ela não
existe nesse caso.
Exemplos:
➢ Lançamento de Moeda e Dado:
✓ Se você lançar uma moeda e um dado simultaneamente, os eventos "obter cara na moeda" e "obter um 6
no dado" são mutuamente exclusivos.
1 1
✓ 𝑃(𝑐𝑎𝑟𝑎) = e 𝑃(6 𝑛𝑜 𝑑𝑎𝑑𝑜) =
2 6
1 1 4 2
✓ Probabilidade de obter cara ou 6 é + = = .
2 6 6 3
➢ Seleção de Cartas:
✓ Ao retirar uma única carta de um baralho padrão, os eventos "retirar um ás" e "retirar uma carta de copas"
são mutuamente exclusivos (desconsiderando o ás de copas).
4 13
✓ 𝑃(á𝑠) = e 𝑃(𝑐𝑜𝑝𝑎𝑠) =
52 52
4 13
✓ A probabilidade de retirar um ás ou uma carta de copas é + , assumindo que o ás de copas só é
52 52
contado uma vez.
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Matemática
Esta fórmula é uma extensão do princípio da inclusão-exclusão, que é usado para garantir que as
interseções entre os eventos não sejam contadas mais de uma vez.
Explicação:
• P(A)+P(B)+P(C): Soma-se a probabilidade de cada evento ocorrer individualmente.
• −P(A∩B)−P(A∩C)−P(B∩C): Subtrai-se a probabilidade das interseções de cada par de eventos, pois essas
interseções foram contadas duas vezes na soma anterior.
• +P(A∩B∩C): Adiciona-se a probabilidade de todos os três eventos ocorrerem ao mesmo tempo, já que essa
interseção foi subtraída três vezes na etapa anterior.
Exemplo:
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Matemática
Então, a probabilidade de ganhar pelo menos um prêmio seria calculada da seguinte maneira:
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Matemática
Esse teorema é especialmente útil em situações onde pode ser mais fácil calcular a probabilidade de um
evento não ocorrer do que a probabilidade do evento ocorrer diretamente. Por exemplo, se estivermos tentando
calcular a probabilidade de pelo menos um evento acontecer, muitas vezes é mais simples calcular a probabilidade
de nenhum evento acontecer (o evento complementar) e então usar o teorema para encontrar a probabilidade
desejada.
Exemplos:
➢ Lançamento de um Dado
Suponha que você lance um dado padrão de seis faces e queira saber a probabilidade de não tirar um 6. Aqui,
1
o evento A é "tirar um 6", cuja probabilidade é 𝑃(𝐴) = , O evento complementar A' é "não tirar um 6".
6
1 5
Usando o teorema do evento complementar: 𝑃(𝐴′) = 1 − P (A) = 1 − =6
6
5
Portanto, a probabilidade de não tirar um 6 é
6
➢ Sorteio de Carta
Imagine que você tire uma carta de um baralho padrão de 52 cartas e queira saber a probabilidade de não tirar
4 1
um Ás. O evento A é "tirar um Ás", com uma probabilidade de 𝑃(𝐴′) = ou , já que há 4 Áses no baralho.
52 13
1 12 12
Então: 𝑃(𝐴′) = 1 − P (A) = 1 − = 13 . Assim, a probabilidade de não tirar um Ás é 13
13
➢ Chuva
Suponha que a previsão do tempo indique que há 20% de chance de chover amanhã. Aqui, o evento A é "vai
chover", com de 𝑃(𝐴) = 0,20. O evento complementar A' é "não vai chover".
Aplicando o teorema: 𝑃(𝐴′) = 1 − P (A) = 1 − 0,2 = 0,80 . Portanto, há 80% de chance de não chover
amanhã.
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Matemática
O princípio do Complemento de Eventos, expresso como P(A) = 1 − P(A), é aplicável mesmo quando o
evento A é uma combinação de vários eventos, abrangendo tanto a união quanto a interseção. Na união de eventos,
o complemento é visualizado na área cinza do diagrama apresentado. Conforme o princípio mencionado, a
probabilidade do complemento da união é expressa como: P (A ∪ B) = 1 – P (A ∪ B).
Por outro lado, o complemento da interseção é também representado por uma área cinza em um diagrama
distinto, com a probabilidade do complemento da interseção sendo: P (A ∩ B) = 1 − P (A ∩ B).
Essencialmente, a interseção dos complementos de A e B é igual ao complemento da sua união. Isso pode
ser interpretado como a situação "nem A nem B", indicando a ausência de elementos de ambos A e B, ou seja, o
complemento da união.
Para exemplificar, consideremos um sorteio de cartas de um baralho padrão de 52 cartas. Suponha que A
seja o conjunto de cartas de copas e B o conjunto de cartas de paus. A união desses eventos é A∪B, representando
todas as cartas de copas e paus. A probabilidade de:
n (A ∪ B) 26
𝑃(𝐴 ∪ 𝐵) = =
n (U) 52
A probabilidade de que nem A nem B ocorra, isto é, nem cartas de copas nem de paus, é calculada como:
26 26
P (A ∩ B) = 1 − P (A ∪ B) = 1 − =
52 52
A fórmula P(𝐴̅ ∪ 𝐵̅) = P(𝐴̅ ∩ 𝐵̅) = 1 – P(𝐴 ∩ 𝐵) descreve uma relação importante na teoria das probabilidades:
a união dos complementos de dois conjuntos é igual ao complemento da interseção desses conjuntos.
Para entender isso, imagine uma situação simples numa biblioteca. Suponha que temos dois tipos de livros:
romances (Conjunto A) e livros de ciência (Conjunto B). Alguns livros são ambos, romance e ciência, enquanto
outros são apenas um dos dois.
• P(𝐴̅ ∩ 𝐵̅): A probabilidade de um livro ser tudo, exceto romance e ciência ao mesmo tempo.
Esses dois são, na verdade, o mesmo evento descrito de maneiras diferentes. Se um livro não é romance
ou não é ciência, então ele não pode ser ambos. Portanto, a probabilidade de escolher um livro que não é nem
romance nem ciência (P(𝐴̅ ∪ 𝐵̅)) é igual à probabilidade de escolher um livro que não seja ao mesmo tempo
romance e ciência (P(𝐴̅ ∩ 𝐵̅)).
Agora, a parte 1 – P(𝐴 ∩ 𝐵) representa a probabilidade de não escolher um livro que seja ao mesmo tempo
romance e ciência. Novamente, isso é o mesmo que escolher um livro que não é romance ou não é ciência, que é
exatamente o que P(𝐴̅ ∪ 𝐵̅) e P(𝐴̅ ∩ 𝐵̅) representam.
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Matemática
Para um exemplo numérico, suponha que 30% dos livros são romances, 40% são de ciência, e 10% são
ambos. A probabilidade de escolher um livro que não é nem romance nem ciência é 1 – 10% = 90%. Isso é igual à
probabilidade de não escolher um livro que seja romance e ciência ao mesmo tempo.
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Matemática
Probabilidade Condicional
A probabilidade condicional é um conceito fundamental na teoria das probabilidades, usado para calcular
a probabilidade de um evento, dado que outro evento já ocorreu. Isso é simbolizado como P(A∣B), que se lê como
"a probabilidade de A dado B". Aqui, P(A∣B) não é simplesmente a probabilidade de A, mas a probabilidade de A
ocorrer sob a condição de que B já aconteceu.
P (A ∩ B)
Fórmula Básica: 𝑃(𝐴|𝐵) =
P (B)
Exemplos:
Suponha que existe um teste para uma doença que tem 99% de precisão. Isso significa que a probabilidade de um
teste positivo dado que a pessoa tem a doença é 99%, ou P(Teste Positivo ∣ Doença)=0,99. Entretanto, se apenas
1% da população tem a doença, a probabilidade de uma pessoa aleatória ter a doença, mesmo com um teste
positivo, pode ser muito menor.
Lançamento de Dados:
Imagine que você tem um dado comum de seis lados e deseja saber a probabilidade de tirar um 4, dado que o
número que saiu é par. Aqui, temos P(4∣Número Par). Sabemos que há três números pares no dado (2, 4, 6), então
𝟑 𝟏
P (Número Par) = = .
𝟔 𝟐
𝟏
A interseção de obter um 4 e um número par é simplesmente a probabilidade de obter um 4, que é . Portanto,
𝟔
𝟏
𝟔 𝟏
P(4∣Número Par) = 𝟏 = .
𝟑
𝟐
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Matemática
Teorema da Multiplicação
O teorema afirma que a probabilidade de dois eventos, A e B, ocorrerem simultaneamente é o produto das
probabilidades individuais de cada evento, desde que os eventos sejam independentes. Em termos matemáticos,
é expresso como: P(A∩B) = P(A∣B) × P(B)
Este teorema é crucial porque permite calcular probabilidades complexas em situações onde os eventos
não interferem um no outro. Ele é a base para entender fenômenos que envolvem eventos independentes em
diversas áreas, como estatística, ciências, engenharia, economia, entre outras.
Exemplo:
Imagine que temos duas urnas. A Urna A contém 5 bolas numeradas de 1 a 5, e a Urna B contém 3 bolas
numeradas de 1 a 3. Vamos calcular a probabilidade de sortear a bola número 1 da Urna A e, em seguida, sortear
a bola número 2 da Urna B.
Probabilidade de sortear a bola número 1 da Urna A (Evento A): Como existem 5 bolas na Urna A, e apenas uma
𝟏
delas é a bola número 1, a probabilidade de sortear esta bola é P(A) = .
𝟓
Probabilidade de sortear a bola número 2 da Urna B (Evento B): Similarmente, na Urna B, há 3 bolas, e apenas
𝟏
uma delas é a número 2. Portanto, a probabilidade de sortear a bola número 2 da Urna B é P(B) = .
𝟑
Como os eventos são independentes (o resultado do sorteio em uma urna não afeta o sorteio na outra), aplicamos
𝟏 𝟏 𝟏
o Teorema da Multiplicação: P(A∩B) = P(A) × P(B) = x = = 6,67%
𝟓 𝟑 𝟏𝟓
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Matemática
➢ A probabilidade da interseção dos três eventos é igual ao produto de suas probabilidades individuais: P(A ∩
B ∩ C) = P(A) × P(B) × P(C).
Exemplo:
Suponha que você tenha três moedas diferentes: uma moeda regular, uma moeda de dois lados (ambos os
lados são caras), e uma moeda viciada (com 75% de chance de dar cara). Vamos chamar de A o evento "a moeda
regular dá cara", B o evento "a moeda de dois lados dá cara" e C o evento "a moeda viciada dá cara".
Neste exemplo, os eventos A, B e C são independentes, pois satisfazem as condições de independência tanto
em pares quanto como um trio.
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Matemática
Suponha que tenhamos um espaço amostral dividido em n eventos mutuamente exclusivos e exaustivos
B1,B2,…,Bn (isto é, eles cobrem todo o espaço amostral e não se sobrepõem). Se queremos calcular a probabilidade
de um evento A, podemos usar o Teorema da Probabilidade Total, que é dado pela fórmula:
Isso significa que a probabilidade de A é a soma das probabilidades de A ocorrer dentro de cada um dos
eventos Bi multiplicadas pela probabilidade de cada Bi ocorrer.
Exemplo Prático
Suponha que você tenha uma caixa com duas divisórias: uma divisória contém 3 bolas vermelhas e 2 azuis, e a outra
contém 1 bola vermelha e 4 azuis. Se uma divisória é escolhida aleatoriamente e depois uma bola é escolhida dessa
divisória, qual é a probabilidade de escolher uma bola vermelha?
Solução:
𝟏
• B2: escolher a segunda divisória (probabilidade ).
𝟐
𝟏
• P(A∣B2) (probabilidade de escolher vermelho dado que a segunda divisória foi escolhida) é .
𝟓
Aplicando o teorema:
𝟑 𝟏 𝟏 𝟏
P(A)=( × ) + ( × ) =
𝟓 𝟐 𝟓 𝟐
𝟑 𝟏 𝟒
P(A)= + = 𝟏𝟎 = 𝟎, 𝟒𝟎.
𝟏𝟎 𝟏𝟎
[Link]
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Matemática
O Teorema de Bayes
O Teorema de Bayes é um importante conceito na teoria das probabilidades que descreve a probabilidade
de um evento, baseado no conhecimento prévio de condições que podem estar relacionadas ao evento. Em termos
P (B|A) 𝑥 𝑃(𝐴)
matemáticos, ele pode ser expresso como: P(A∣B) = .
P (B)
Onde:
• P(A∣B) é a probabilidade de o evento A ocorrer dado que o evento B já ocorreu.
• P(B∣A) é a probabilidade de o evento B ocorrer dado que o evento A já ocorreu.
• P(A) e P(B) são as probabilidades dos eventos A e B ocorrerem independentemente.
Este teorema é particularmente útil em situações de diagnóstico, como em testes médicos, onde ele pode
ser usado para determinar a probabilidade de uma doença dado o resultado de um teste.
Exemplo Prático:
Suponha que exista uma doença que afeta 1% da população. Há um teste para essa doença que tem uma taxa de
verdadeiro positivo (quando a doença está presente, o teste dá positivo) de 99% e uma taxa de falso positivo
(quando a doença não está presente, o teste dá positivo) de 5%. Se uma pessoa é testada e o resultado é positivo,
qual é a probabilidade de ela realmente ter a doença?
Temos:
• P(A) = 0,01 (1% da população tem a doença)
• P(B∣A) = 0,99 (99% de chance do teste ser positivo se a pessoa tem a doença)
• P(B∣A) = 0,05 (5% de chance do teste ser positivo se a pessoa não tem a doença)
Precisamos encontrar P(A∣B), a probabilidade de a pessoa ter a doença dado que o teste é positivo.
Primeiro, encontramos P(B), a probabilidade de o teste ser positivo. Isso é a soma das probabilidades de um
verdadeiro positivo e de um falso positivo: P(B) = P (B∣A) x P(A) + P(B∣A) x P(A)
P (B|A) 𝑥 𝑃(𝐴)
Agora, aplicamos o Teorema de Bayes: P(A∣B) = .
P (B)
0,99 x 0,01
P(A∣B) = . → 0,166
0,0594
Portanto, mesmo com um teste positivo, a probabilidade de a pessoa realmente ter a doença é de
aproximadamente 16,6%. Este exemplo ilustra como o Teorema de Bayes pode ser utilizado para reavaliar
probabilidades à luz de novas informações.
[Link]
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