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Aberrações: Reptilianos, Khajits e Driders

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OS LAMENTOSOS

DISPONIBILIDADE: EXCLUSIVO

Aberrações. É o nome que lhes dão, os que misturam sangue humano e bestial. A
maioria é rejeitada desde o nascimento, quando seus traços monstruosos se revelam.
Alguns tentam esconder sua natureza sob mantos e máscaras, mas não podem fugir
do desprezo e do medo que causam nos outros. Outros abraçam sua condição e se
tornam feras selvagens, caçando e matando sem piedade.

VARIAÇÕES CONHECIDAS
Reptilianos são uma variação bestial e desorganizada, geralmente vivendo de
maneira individual, ou em raros casos, em pequenos grupos apadrinhados pelos
espécimes mais fortes e dominantes. Quando começaram a deixar o Jardim das
Aberrações, a sua proliferação transferiu-se preferencialmente para porções do globo
calorentas e úmidas, como nas encostas de praias, ilhas e pântanos. Entretanto, é
comum o abandono desses híbridos de crocodilo e cobra ao seu próprio juízo, visto
que os indivíduos dessa variação não se preocupam em proporcionar educação,
abrigo ou lar para seus descendentes e familiares. Por outro lado, os reptilianos que
ultrapassam a infância e alcançam a maturidade tornam-se exímios combatentes
pelas suas vantagens inatas, como uma resistência assombrosa e instinto predatório
contra quase todos que sua vista alcançar.
Khajits são uma variação felina, reconhecidos facilmente por sua aparência
normalmente de gato e leão. Os integrantes dessa variação se tornam assassinos e
ladrões excelentes devido à sua agilidade natural e habilidade acrobática ímpar.
Muitos deles são também guerreiros, embora isso seja verdade, principalmente nos
desertos, e raramente entre aqueles encontrados em toda Arkandia. Suas capacidades
naturais, além de um ímpeto próprio, conduz muitos fora de sua província natal para
se tornar assassinos profissionais, ladrões ou bandidos em outras terras.

Driders são predadores mortais, derivando de linhagens vampíricas do Jardim das


Aberrações e, através de um ritual praticado por sacerdotisas corrompidas, eles
obtiveram uma deturpação e resultaram numa aberração metade elfo negro e metade
aranha. No entanto, sua herança infernal deixou traços claros na sua aparência: a
presença de envergadura e partes aracnídeas, como quelíceras e garras. Muitos
driders sobrevivem em pequenas minorias encontradas geralmente em cavernas,
florestas ou beiras de rios, na maioria das vezes em locais mais afastados da forte
iluminação solar e do convívio humano.

TRAÇOS IMPORTANTES DE REPTILIANO


I: Podendo ser de espécies de répteis diferentes, tais humanoides carregam consigo
uma couraça extremamente forte no quesito de pele, chegando a comparar-se ao
ferro. As fêmeas normalmente possuem semelhanças com as cobras, salientando-se a
língua e a parte inferior do corpo, porém suas presas - caso presentes – são próprias
de cobras constritoras, portanto, não possuem a capacidade de injetar veneno.

II: A mandíbula, com o tempo, evolui-se o suficiente para destroçar, até mesmo,
pedras em uma simples mordida. Com toda a arcada dentária afiada, seus dentes
equiparam-se a uma lâmina de aço, nem sempre necessitando de armas propriamente
ditas para seu ataque ou defesa. As fêmeas ganham a habilidade de transformarem
sua cauda de serpente em pernas, sacrificando a movimentação tradicionalmente
esguia e ágil por conta da fisionomia ofídia em troca da possibilidade de se
mesclarem mais facilmente na sociedade humana.
III: A conjuntura corporal não os permite ter, em todas as composições, os cinco
dedos das mãos, o que parece os atrasar em movimentos que devem ser rápido e
ágeis… Isso, é claro, se os dedos dos reptilianos não fossem compostos por escamas
próprias que os deixam anti-aderente. Escalar montanhas ou territórios íngremes
passa a ser uma missão satisfatória e fácil de cumprir.

TRAÇOS IMPORTANTES DE KHAJIT


I: Metade felinos e metade humanos, os khajits detém os sentidos mesclados com seu
lado animalesco. Audição aguçada e a postura sempre alerta, tornam-se perfeitos
vigilantes. Por isso, são capazes de escutar frequências sonoras que vão além dos
ouvidos de outras raças, podendo, até mesmo, comunicar-se somente entre si, caso
queiram.

II: O equilíbrio perfeito é algo que vem com prática. Seus reflexos são tão avançados
que, mesmo pulando de alturas gigantescas, os khajits têm a tendência de sempre
pousarem de pé, sendo difíceis adversários quando o quesito é propício para a prática
de acrobacias.

III: Dobram-se como dançarinas quando estão em pleno ar. A prática leva a perfeição
e, desta vez, tornam-se habilidosos o suficiente para efetuarem super saltos — de até
6 quadrados — e, executando-os, sacar suas armas e girar a estrutura em acrobacias
diferentes. Apesar de não ser capaz de atacar perante o voo, é, ainda assim, atento o
suficiente para ter uma visão privilegiada de seus alvos.

TRAÇOS IMPORTANTES DE DRIDER


I: Desde o princípio, possui traços aracnoides muito chamativos, destacando-se a
presença de uma carapaça envergada da cintura para baixo e os quatro pares de
apêndices locomotores, motivo pelo qual o drider é capaz de se locomover um
quadrado a mais por turno. As características físicas variam entre os machos e
fêmeas do espécime, sendo os homens voltados aos escorpionídeos, enquanto as
mulheres aos araneídeos. Em ambos os casos, há a desenvoltura de quelíceras/pinças,
mas apenas os machos desenvolvem uma cauda com ferrão na ponta, cujo tamanho
varia de 1 a 1,5m. Para ser mais aceito socialmente, os driders detém a capacidade de
transfigurar sua fisionimia aracnídea para a de um humano normal, apesar de perder
seu potencial de combate enquanto na forma humanoide.

II: A consistência no combate ágil torna aperfeiçoadas as artimanhas físicas capazes


de serem utilizadas pelo drider, avivando pela prática uma melhoria na execução de
movimentos acrobáticos, escaladas e ações afins. Além disso, o usuário torna-se
peçonhento, produzindo toxina regularmente nas quelíceras (no caso das fêmeas) e
na cauda de ferro (no caso dos machos). Essa substância, independente do gênero, é
capaz de corroer a pele ou materiais de ferro em uma pequena área de contato com o
líquido.

III: No ápice, as fêmeas são capazes de produzir fios de teia por meio da sericígena,
uma glândula abdominal. Semelhante a um fio de seda, o dote pode ser utilizado para
diversos fins e possui distância limite de cinco quadrados, além do material ser
rígido como o aço. Os machos, por sua vez, recebem uma potencialização no veneno,
capaz de adormecer um alvo após cinco turnos da injeção em sua pele.

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