Capítulo 3
A gestão da Igreja Local na Igreja do Evangelho Quadrangular se reveste de grande importância porque ali os
líderes, obreiros e pastores, iniciam a carreira ministerial e ali é onde se desenvolvem a maior parte das rotinas
administrativas da instituição;
quanto à natureza, as receitas da Igreja Local basicamente se resumem a dois tipos: Ofertas e Dízimos;
as Entradas financeiras da Igreja Local são registradas por meio dos seguintes documentos: Relatório
Estatístico e Financeiro de Culto, Relatório de Culto das Congregações, Relatório mensal de entradas e saídas do
DEBQ, Relatório Mensal de entradas e saídas dos Grupos Missionários, Extrato de Poupança/Aplicações, Recibo de
Venda de Imóveis, Recibo de Venda de Móveis e Utensílios, Recibo de Venda de Veículos, Comprovante de
Doações, Comprovante de Empréstimos;
as saídas da Igreja Local refletem todos os gastos realizados para a sua manutenção e expansão e
obrigatoriamente precisam ser apoiadas em documentos hábeis: contratos, notas fiscais, recibos e outros
documentos obrigatoriamente devem ser lavrados em nome da Igreja do Evangelho Quadrangular;
a contabilização da movimentação financeira da Igreja do Evangelho Quadrangular é uma obrigação
prevista na Constituição Brasileira e também no seu Estatuto e Regimento Interno;
uma das obrigações internas da Igreja Local é o recolhimento das taxas estatutárias de acordo com as
previsões do Estatuto e Regimento Interno;
os documentos hábeis obrigatórios para a contabilização da movimentação financeira das Igrejas são
regulamentados pelos órgãos públicos e não por órgãos internos;
além da Gestão Financeira, a Igreja Local tem outras responsabilidades perante a instituição,
principalmente no que diz respeito a manutenção dos cadastros da entidade, do corpo ministerial e da membresia;
os imóveis constituem o principal item do patrimônio da Igreja do Evangelho Quadrangular e isto por
razões óbvias, afinal, as atividades da instituição necessitam de templos para se desenvolverem;
a aquisição de imóveis, seja no âmbito eclesiástico, seja no âmbito secular, exige diversas cautelas jurídicas
dos compradores, a fim de evitar prejuízos aos respectivos patrimônios;
o registro dos bens da Igreja Local é competência do Diretor de Patrimônio.