ESCOLA E FACULDADE FORTEC
MÉTODOS CONTRACEPTIVOS E ISTs
GABRIELLA ROSENDO MENDES
TAM 1
2024
RELATÓRIO: MÉTODOS CONTRACEPTIVOS E INFECÇÕES SEXUALMENTE
TRANSMISSÍVEIS (ISTs)
Introdução
Neste relatório vamos falar os métodos contraceptivos, suas características,
vantagens e desvantagens e seu uso na prevenção de gravidez e de Infecções
Sexualmente Transmissíveis (ISTs). Também iremos dizer sobre a importância da
conscientização sobre as ISTs, sintomas, formas de contágio e métodos de
prevenção.
MÉTODOS CONTRACEPTIVOS
Os métodos contraceptivos são usados para evitar uma gravidez indesejada, oferece
a proteção contra ISTs e ajuda no planejamento familiar.
• Camisinhas (preservativos): São os métodos que previnem a gravidez e as
ISTs, impedindo o contato das partes intimas.
• Preservativo masculino: O preservativo masculino e feito de látex que é
colocado no pênis antes de se começar a relação sexual. A camisinha impede
que o esperma entre em contato com o corpo feminino. Uma das vantagens
do método é que, além de evitar uma gravidez indesejada, protege contra ISTs
• Preservativo feminino: O preservativo feminino tem dois anéis flexíveis em
suas bordas, sendo um deles fechado e que deve ser inserido no interior da
vagina. A borda aberta fica para o lado de dentro e protege o pequeno e os
grandes lábios. Protege contra ISTs.
• Diafragma: É um anel recoberto por uma borracha fina. Ele é colocado dentro
da vagina e tem que cobrir todo o colo do útero. Recomenda-se o seu uso com
espermicida, para aumentar sua utilidade. Ao contrário da camisinha, esse
método só deve ser usado após consulta médica, pois será feita a medicação
da ginecologista para que o diafragma se encaixe perfeitamente. Evita gravidez
pois bloqueia a entrada de espermatozoides, mas não tem proteção contra
ISTs.
• Pílula Anticoncepcional: São formadas por uma combinação de estrógeno e
progesterona ou apenas por progesterona. Comprimido de uso diario que
regula os hormônios e evita a ovulação. Não protege contra ISTs.
• Pílula do dia seguinte: Deve ser usado apenas em casos emergência, não deve
substituir outros métodos contraceptivos. A pílula consiste em altas doses de
hormônios e deve ser usada rapidamente após a relação desprotegida ou em
casos que os outros métodos falhem.
• Injeções, Implantes e Adesivos: Métodos que liberam hormônios para evitar a
ovulação. Alta probabilidade de contracepção, mas não oferecem proteção
contra ISTs.
• DIU: O dispositivo intrauterino (DIU) é um objeto pequeno de plástico em
formato de T inserido no útero. Dispositivo colocado no útero que impedem a
fecundação. São eficazes contra gravidez, mas não previnem ISTs.
• Tabelinha: Analisam o ciclo menstrual e identificam o período fértil da mulher
e param as relações sexuais durante esse período. É importante que faça uma
análise dos ciclos anteriores. Mulheres com ciclos irregulares não devem fazer
uso desse método. Exigem controle rigoroso do ciclo menstrual. Têm eficácia
menor e não previnem ISTs.
• Laqueadura: É um método contraceptivo realizado por uma ginecologista ou
alguma especialista que faz um corte das tubas uterinas. A mulher pode
continuar tendo uma ovulação, porem como a ligação entre o ovário e o útero
foi interrompida, a fecundação não acontece. É um método irreversível e
altamente eficazes para evitar gravidez, mas não protegem contra ISTs.
• Vasectomia: É um método contraceptivo feito pelos homens e consiste no corte
dos canais deferentes. O homem continua ejaculando normalmente, não há
presença de espermatozoides no líquido ejaculado.
INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS (ISTs)
As ISTs são infecções transmitidas principalmente pelo contato sexual desprotegido.
• HIV: Trata-se de um retrovírus que altera o DNA dos linfócitos (responsáveis
pela defesa do organismo) para fazer cópias de si mesmo. Após se espalhar,
o vírus rompe os linfócitos para continuar a infecção. A doença causada pelo
HIV é a AIDS. Pessoas com carga viral negativa, há pelo menos seis meses,
em tratamento regular, não transmite o HIV. Com os tratamentos
antirretrovirais, é possível viver bem com HIV e manter a carga viral
indetectável. Nesses casos, o vírus não é transmitido.
• AIDS: A AIDS ocorre em estágios mais avançados da infecção do vírus HIV. O
HIV ataca as células de defesa do nosso corpo, o organismo fica mais
vulnerável a diversas doenças, de um simples resfriado a infecções mais
graves como tuberculose ou câncer. É possível ser soropositivo e viver com
qualidade de vida, porém é preciso seguir recomendações médicas e tomar os
medicamentos corretamente.
• Sífilis: A sífilis é uma infecção curável, causada por bactéria. Os principais
sintomas desse tipo de IST são feridas e manchas no corpo, que muitas vezes
não coçam. Pode ocorrer também febre, mal-estar, dor de cabeça e ínguas
pelo corpo. A melhora dos sintomas não significa a cura da doença. Pode
causar graves complicações se não tratada. É diagnosticável e tratável, mas é
necessário prevenção.
• Gonorreia: A gonorreia e a infecção por clamídia, causadas por bactérias,
geralmente ocorrem juntas, afetando órgãos genitais, garganta e olhos. São
infecções bacterianas que podem comprometer o sistema reprodutivo e outros
órgãos. São tratáveis com antibióticos, mas podem ser prevenidas com o uso
de preservativos.
• HPV: O HPV é um vírus que infecta a pele e mucosas (oral, genital ou anal),
causando verrugas nas regiões genital e nos anus, com possibilidade de
evoluir para câncer. A transmissão ocorre pelo contato direto com a pele ou
mucosa infectada, mesmo sem sintomas aparentes.
• Herpes Genital: O herpes genital é causado pelo vírus do herpes simples
(HSV) e gera lesões nos órgãos genitais, tanto masculinos quanto femininos.
Não tem cura, e a pessoa infectada fica com vírus pelo resto da vida. O vírus
pode ficar assintomático por anos e se manifestar em momentos de baixa
imunidade. Também pode ser transmitido de mãe para filho durante o parto. A
doença causa feridas dolorosas, mas pode ser controlada com tratamento.
Conclusão
Os métodos contraceptivos tem um papel importante na prevenção de gravidez
indesejadas e na proteção contra infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). A
escolha do método adequado deve considerar as necessidades individuais e sempre
que conseguir ter alguma medica para auxiliar. Além disso, as ISTs, causadas por
vírus ou bactérias, podem ter consequências graves para a saúde, mas podem ser
tratadas ou controladas com o uso adequado de medicamentos e métodos
preventivos, como o uso de preservativos, o uso de preservativos é fundamental para
a proteção contra ISTs e deve ser incentivado como parte de uma vida sexual segura
e saudável. A conscientização e a prevenção são as melhores formas de garantir a
saúde sexual e reprodutiva.