CONSUMISMO DE DROGAS NA JUVENTUDE
Ser jovem é experimentar um constante período de transformações, impulsionado
pela intensidade das hormonas à flor da pele. O contato com novos amigos, as
primeiras experiências sexuais, as mudanças do corpo, as primeiras festas, a
importância de se destacar em um grupo, os conflitos existenciais e as influências
externas, assim, acabam tornando mais tentador o acesso às drogas na juventude.
Riscos do uso de drogas na juventude
A maioria dos quadros de dependência química inicia na juventude
Muitos adultos acham que isto é uma fase, mas deve se ter atenção
rapidamente para evitar as graves
consequências do uso
Uso na adolescência e uso a longo
prazo devem ser controlados e será
relevante a abordagem deste assunto pelos
familiares mais perto e ou amigos que
percebam o quanto está e irá afetar o jovem.
O uso de drogas na juventude pode trazer diversas consequências, principalmente
a longo prazo. Os principais riscos desse hábito:
Diminuição da interação social
Mau desenvolvimento da memória
Queda do rendimento escolar
Redução do senso crítico
Aumento das chances de aquisição das
doenças sexualmente transmissíveis
Elevado risco de acidentes
Dependência química no futuro
Aumento dos problemas de saúde mental
Início do uso de drogas na juventude
O primeiro contato com as drogas acontece na juventude, dado que nesta fase
ocorrem muitas mudanças relacionadas com a psicologia do adolescente. Torna -
se vulnerável e assim ser considerado um grupo de risco.
Consumo de drogas licitas e ilícitas ocorre por diversos fatores:
sentido de indestrutibilidade
relações com amigos e família
falta de autoconhecimento
É relevante perceber de onde vem o interesse em consumir drogas, pois muitas
vezes os jovens têm seus próprios motivos para as usarem ou utilizam pela
primeira vez dentro de casa, com o apoio dos pais.
Fatores de Risco
Socialização, tédio, rebeldia, comportamento, estímulos externos e internos têm
relações diretas com a cultura.
Os média, televisão e a Internet apresentam o consumo de drogas de uma
forma romantizada e normal.
Muitos adolescentes também já são incentivados a
consumir substâncias, principalmente o álcool, em
festas de aniversário, algo que é cada vez mais comum.
O tédio e a rebeldia são riscos suficientes para uma
pessoa consumir drogas.
Todos os fatores acima relacionados à cultura levam ao prazer instantâneo que as
drogas e o álcool proporcionam.
Efeitos iniciais
Fazem os adolescentes se sentirem
bem consigo mesmos, que acabam a associar
a droga com o sentimento de felicidade.
Ou seja, eles sabem que a cada
uso poderão se sentir mais felizes ou
até com uma falsa ideia de maturidade.
Os amigos também acabam por influenciar o consumo para se animarem
uns aos outros quando se sentem tristes ou porque não estão a ir bem na escola.
Então, a solução que encontram para amenizar os sentimentos é a ingestão de
bebida alcoólica em locais públicos ou na casa uns dos outros.
Jovens que são mais tímidos e têm
dificuldades de se socializar tendem a usar
drogas ou ingerir bebidas para se tornarem
mais sociáveis, interessantes e fazer algo
que eles não fariam se estivessem sóbrios.
Por ser um período marcado por diversas
transformações e mudanças internas e
externas, a adolescência acaba por gerar
um sentimento de baixa autoconfiança.
Pelo fato de ainda não se conhecer totalmente, o adolescente se torna mais
vulnerável à situações de risco. Para conseguir aprovação social, ele acaba por se
sujeitar ao consumo da maconha, cigarro ou álcool, drogas mais comuns e de fácil
acesso.
Ação das drogas no cérebro de adolescentes
Existem diversas substâncias psicoativas, como o álcool, maconha e LSD
que podem alterar ou danificar o desenvolvimento cerebral na adolescência. Elas
alteram a função dos neurotransmissores, que permitem a comunicação com os
nervos. Em consequência, a perceção da pessoa também é modificada. O hábito
do uso acaba por afetar o pensamento, raciocínio e a consciência desenvolvidos,
podendo permanecer ao longo da vida de uma pessoa
Onde pedir ajuda?
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Esta é uma de muitas associações ás quais podemos recorrer
Disciplina de cides