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Características da Videira e Uva

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UVA

Nome popular: videira


Nome científico: Vitis vinifera L.
Família botânica: Vitaceae
Origem: Europa e Oriente Médio

Características da planta

Trepadeira de caule espesso e resistente, verde quando jovem, tornando-se escuro posteriormente. Folhas
grandes divididas em s lobos com uma leve pilosidade esbranquiçada em sua superfície. Flores creme-
esverdeadas e pequenas.

Fruto

De formato arredondado ou elipsóide, podendo ser branco, verde, amarelo, rosado, vermelho ou azulado de
acordo com a variedade. Polpa aquosa que pode envolver até 4 sementes de coloração escura. Frutifica de
outubro a fevereiro.

Cultivo

Preferem climas secos com temperatura em torno de 220C, e adapta-se a diversos tipos de solos, com
exceção dos úmidos e mal drenados, porém devem ser ricos em matéria orgânica. O solo tem grande
influência sobre a qualidade da uva e do vinho. Seu cultivo é por alporque e enxertia.

A videira é uma das plantas frutíferas mais conhecidas desde a Antiguidade, podendo ser encontrada em
fósseis de épocas geológicos anteriores mesmo ao aparecimento do homem na Terra.
No entanto, a cultura da uva, que é permanente e de longa duração - alguns vinhedos chegam a durar até 150
anos de idade - só se tornou possível no seio das comunidades que abandonaram o nomadismo.

Fixo à terra, pouco a pouco, de geração em geração, o homem foi aprimorando as técnicas de cultivo e de
processamento da fruta. Pode-se, até mesmo, dizer que a história da uva resume parte da história do homem
ocidental.

Primitivamente, a cultura da uva teve apenas um caráter doméstico, desenvolvendo-se para o comércio e para
a exportação apenas com o desenvolvimento da navegação no Mar Mediterrâneo.

Segundo conta Pio Corrêa, foi por volta do ano 600 antes de Cristo que o homem aprendeu a podar a videira
para obter uma abundante e saborosa carga de frutos, um salto definitivo na melhoria das técnicas de
produção da fruta. Diz a lenda, também, que foi um asno e não um homem quem, pela primeira vez, descobriu
o poder da poda ao comer os ramos e as folhas verdes de uma videira.

Acredita-se que as uvas originaram-se na Ásia, tendo sido introduzidas na Península Itálica e na Europa pelos
povos gregos.

Foram os romanos, por sua vez, que transformaram a viticultura em um comércio lucrativo, enchendo as
paisagens mediterrâneas de videiras.

As uvas de então, ainda por vários séculos depois disso, destinavam-se, basicamente, à produção de vinho.

Fruta difícil de se transportar e de conservar, exigente de cuidados, o homem logo aprendeu a aproveitar de
outras formas os valores e delícias embriagantes da uva.

Por sua alta concentração de açúcares, o processo de fermentação das uvas gera uma bebida excepcional,
de teores alcoólicos variáveis, e que passou a ocupar o lugar do mais conhecido, consumido e importante
entre todos os vinhos de frutas existentes.

O vinho de uva constitui-se, de fato e desde tempos muito antigos, num produto de enorme significado social
e econômico para o homem ocidental.

"Nos Evangelhos, a videira é símbolo da sabedoria, tendo o vinho sido escolhido para simbolizar o
sangue do Criador nosacrifício da Missa. A videira simboliza a vida humana e o vinho é considerado
como um dom divino. Sua pátria é oOriente, de onde passou para a Europa. Na época do dilúvio, já
Noé plantava a videira e abusava do vinho, conta a [Link] os Pregos, Saturno passava como
precursor da viticultura em Creta; no Egito, Osíris; na itália, Baco."

DICIONÁRIO DAS PLANTAS ÚTEIS DO BRASIL E das exóticas cultivadas M. Pio Corrêa (1926)

Até nossos dias, a maior parte da produção das videiras permanece destinada à industrialização do vinho:
calcula-se que cerca de 80% do total produzido anualmente é transformado em vinhos ou em outros tipos de
bebidas alcoólicas, tais como brandy, cognac, armagnac, jerez, etc.; cerca de 5% destina-se ao
processamento de sucos; outros 5% viram uvas passas; e 10% é consumido in natura, como sobremesa ou
por puro prazer.

Há cerca de 10 mil variedades diferentes de uvas, adaptadas a vários tipos de solo e de clima, o que
possibilita o seu cultivo em quase todas as regiões do mundo.

Sendo frutas bastante sensíveis às condições do solo e do clima em que se desenvolvem, as uvas variam
muito de acordo com essas condições, apresentando características que as distingüem segundo o sabor, a
acidez, a doçura, o formato, a coloração e a resistência da casca, o tamanho, a quantidade de sementes, a
forma e o formato dos cachos.
Quanto ao seu emprego, basicamente, as uvas costumam ser divididas em dois grandes grupos: as uvas de
mesa e as uvas para vinho e outros fins industriais .

No Brasil, as uvas chegaram junto com os primeiros colonizadores portugueses. Por muito tempo, segundo
Pio Côrrea, 'predominou por aqui a idéia de que as condições ambientais não permitiriam jamais a cultura da
videira, planta que era considerada delicadíssima, e que só poderia medrar em alguns paises da Velha
Europa". Hoje, no entanto, a viticultura constitui-se em uma grande fonte de riquezas para o País.

Desde o começo do século os vinhedos começaram a ser instalados no sul e no sudeste do país, por
imigrantes europeus alemães e italianos. Muitas cidades e 230 vilas foram criadas, muitas parreiras plantadas,
modificando, definitivamente, as paisagens serranas e frias do Rio Grande do Sul. Ali se destacam os
municípios de Flores da Cunha, Bento Gonçalves, Garibaldi, Santana do Livramento e Caxias do Sul como
grandes produtores de vinhos de qualidade. Atualmente, além do Rio Grande do Sul, os Estados de Santa
Catarina, do Paraná e de São Paulo (especialmente os municípios de São Miguel Arcanjo, Vinhedo e Porto
Feliz) também produzem boas uvas.

No entanto, a partir dos anos 70, o Brasil viveu uma grande transformação em relação à produção de uvas,
que se processou quando grandes grupos nacionais e internacionais, através de incentivos governamentais,
passaram a investir no desenvolvimento e na instalação de modernos projetos de irrigação ao longo de todo o
vale fértil, quente e seco do Rio São Francisco.

Inúmeras agroindústrias produtoras de socos, de vinhos e de doces foram atraídas para a região do Vale,
ampliando ainda mais a oferta de trabalho e alterando profundamente as condições sócio econômicas de toda
uma população habituada, há séculos, às dificuldades da caatinga e da seca.

Em poucos anos, a terra do licuri e do mandacaru começou a produzir em abundância frutas de todo tipo,
como abacaxi, mamão, abacate, figo, goiaba, maracujá, melão, melancia, carambola, manga, limão, laranja e,
é claro, uva.

O potencial agrícola e vinícola dessa região já era, há muito tempo, estimado, pelos técnicos, como ressalta o
próprio Pio Corrêa em seu Dicionário, ainda nos anos 30. A altitude, que varia entre 300 a 500 metros acima
do nível do mar, os excelentes solos cultiváveis, as temperaturas médias anuais sempre altas e a escassez de
chuvas e de geadas são condições perfeitas para a produção de frutas saudáveis e doces.

Atravessando terras pertencentes a cinco estados das regiões Nordeste e Sudeste do Brasil (Pernambuco,
Sergipe, Alagoas, Bahia e Minas Gerais), o Vale do São Francisco compõe, atualmente, o maior pomar
produtor e exportador de frutas do país, sendo capaz de abastecer, também, boa parte do grande mercado
interno.

UVA
A vitivinicultura, produção de uva e vinho, é uma atividade conduzida e apreciada pelo homem há milhares de
anos

Nome popular da fruta

Uva

Nome científico

Vitis spp.

Origem

Ásia

Fruto

A uva é um fruto tipo baga, de formato, tamanho, cor e consistência e aroma variáveis. A polpa comestível, de
sabor doce, ácido, amargo ou adstringente, contém até quatro sementes. É uma fruta do tipo não-climatérico,
ou seja, não amadurece após a colheita, devendo ser colhida no ponto ideal de maturação.

Planta

A videira, da família Vitaceae, é uma planta trepadeira lenhosa, com gavinhas de fixação. O caule jovem é de
cor verde, tornando-se escuro posteriormente. As folhas são grandes, verdes, palmadas e com 5 lobos. Atinge
até 7 metros de comprimento. Frutifica a partir do 3º ano após o plantio, nos meses de novembro a março na
região sul e o ano todo na região nordeste.
As videiras compreendem inúmeras espécies e seus híbridos (cruzamentos). Comercialmente são
classificadas basicamente em dois grupos: as finas (cultivares de Vitis vinifera L.) e as rústicas (cultivares
Americanas – V. labrusca e V. bourguina – e híbridos). Outras espécies são utilizadas na fabricação de doces,
sucos e vinhos, mas em menor escala (V. riparia, V. rotundifolia e V. aestivalis).

Um grande número de espécies e híbridos de Vitis não possui valor comercial, mas é utilizado como porta-
exerto para as cultivares comerciais, devido à sua resistência a pragas e doenças.

As uvas finas para vinho ou mesa englobam variedades da espécie Vitis vinifera L. de origem européia, que
são sensíveis às doenças fúngicas e altamente exigentes em tratos culturais. Todas as variedades exportadas
estão incluídas nesse grupo ou são híbridas entre elas e alguma outra espécie de Vitis.

As uvas rústicas são cultivares de Vitís labrusca, Vitis bourguina e híbridos interespecíficos, às vezes
complexos, envolvendo várias espécies americanas e também V. vinifera. Apresentam, via de regra, alta
produtividade e resistência às doenças fúngicas.

As uvas sem sementes ou apirenas são muito apreciadas para o consumo ao natural. Observa-se a ausência
completa ou presença apenas de vestígios de sementes nos frutos. Geralmente são da espécie Vitis vinifera
ou híbridos desta espécie com outras.

Cultivo

A produção de uvas envolve uma grande gama de atividades ao longo do ciclo produtivo. Demanda bastante
conhecimento técnico do produtor ou a assistência de um profissional com experiência comprovada. A mão-
de-obra utilizada, abundante em todas as fases, também deve ser bem capacitada, para realizar corretamente
todos os tratos culturais necessários.

Dentre as fruteiras cultivadas, certamente a uva é a que exige os maiores investimentos e pessoas mais
capacitadas. Envolve alto risco, mas com lucratividade bastante atrativa.

A exploração racional de um vinhedo depende de uma série de fatores que afetam o seu desempenho
produtivo e a sua viabilidade econômica. Esses fatores devem ser de amplo domínio do produtor, tais como a
variedade plantada, espaçamento, clima, solo, incidência de pragas e doenças, rendimento dos cultivos,
custos de produção, preço do produto e o conhecimento, atendimento e manutenção do mercado consumidor,
interno ou externo.

Especialistas destacam alguns pontos fundamentais na implantação e condução da viticultura:

Escolha do local

O vinhedo, preferencialmente, deve ser instalado em regiões de temperatura elevada, baixa umidade relativa e
alta insolação. Nessas condições, o crescimento das videiras é contínuo, possibilitando, com as podas, o
escalonamento ou concentração da colheita, conforme as demandas do mercado, além da produção de mais
de uma safra anual.

Mudas
O porta-enxerto e o cavalo (planta que será enxertada) devem ter boa procedência, provenientes de matrizes
com alta produtividade e isentas de pragas e doenças.

Nutrição

A videira deve ser mantida em níveis nutricionais adequados, baseando as adubações em análises de solo e
foliar.

Pragas e doenças

O monitoramento e controle das pragas (ácaros, cochonilhas e broca-dos-ramos), doenças fúngicas (míldio,
oídio e mofo-cinzento), bacterianas, viróticas, e ervas daninhas deve ser intensivo.

Para consumo de mesa, os cachos devem ser atraentes, com sabor agradável, resistentes ao transporte e ao
manuseio e com boa conservação pós-colheita. A forma ideal do cacho é cônica, com tamanho médio de 15 a
20 cm e peso superior a 300 gramas. Os cachos devem ser cheios, mas não compactos. As bagas devem ser
grandes e uniformes, com diâmetro igual ou maior a 18 mm para uvas sem sementes e 24 mm nas com
sementes. A polpa deve ser firme, com película e engaço resistentes. É importante que as bagas apresentem
cor intensa, brilhante e uniforme.

Os critérios que determinam o ponto ótimo de maturação para uvas destinadas à elaboração de vinhos,
visando a obtenção de máxima qualidade, são a medida do teor de açúcar, a conjugação da medida de
açúcares e ácidos ou de açúcares e pH. O critério de controle mais utilizado é o grau glucométrico (teor de
açúcar), medido em escala de graus Babo, que representa a percentagem de açúcar existente no caldo da
uva, ou em escala de graus Brix, que representa o teor de sólidos solúveis totais na amostra, 90% dos quais
são açúcares.

Usos

A uva é altamente apreciada para consumo “in natura” e é utilizada na fabricação de diversos produtos, como
passa, suco, doce, geléia, vinho e vinagre. Fornece, também, outros subprodutos, como corantes naturais,
ácido tartárico, óleo de semente e taninos.

A uva é rica em carboidratos e vitaminas, como tiamina, riboflavina e vitamina C. Os minerais presentes são
cálcio, fósforo, magnésio, cobre e, em maior quantidade, potássio.

Mercado

A produção nacional de uva de mesa é destinada ao mercado doméstico e internacional.

A produção de vinhos, suco de uva e derivados do mercado está concentrada no Rio Grande do Sul, onde são
elaborados 300 milhões de litros de vinho e mosto como média anual, representando 95% da produção
nacional.

No mercado interno, o produtor convive, em alguns anos, com o excesso de oferta no pico das safras. Isto
provoca uma significativa redução de preços na lavoura, que se estende para o consumidor. Como a oferta
interna é menor que o consumo, essa redução de preço amplia a demanda nas camadas da população de
menor poder aquisitivo, não havendo, portanto, perdas ou descarte na produção.
No mercado externo, existem durante o ano duas janelas (períodos) bem claras para a exportação da uva
brasileira, quando a oferta de países concorrentes é bem menor. A primeira vai de abril a junho, quando se
comercializa normalmente um terço do volume exportado pelo país, e outra, de outubro a dezembro, quando
se embarca os demais dois terços do volume total das exportações.

O mercado brasileiro, apesar das nossas exportações, é importador de uva e seus derivados. Há, portanto,
espaço para novos produtores ampliarem a oferta nacional, desde que os parâmetros de eficiência e
qualidade sejam observados.

UVA

Vitis vinifera

A árvore que produz este fruto chama-se videira, também conhecida como parreira.

Possui um formato arredondado, podendo ser, de acordo com a espécie, da cor preta, rosada ou verde.

Existem diversas espécies de uva, porém as mais conhecidas no Brasil são: uva itália, niagara, branca e
rosada.

É uma fruta rica em sais minerais, tais como: cálcio, ferro, fósforo, magnésio, sódio e potássio.

Possui também, em quantidade razoável, vitaminas (complexo B e vitamina C).

Não é muito calórica, pois 100 gramas de uva possui, aproximadamente, 50 calorias.

É muito utilizada para a fabricação de sucos, doces, vinhos, geléias e podendo também ser consumida crua.
O sabor da uva varia muito de acordo com o tipo de solo, podendo ser doce, cítrico ou ácido.

É uma fruta típica da região asiática, sendo que o plantio foi introduzido no Brasil na época da colonização
portuguesa (século XVI).

CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA

Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Vitales
Família: Vitaceae
Género: Vitis

Entre as espécies de videiras podemos referir:

 Vitis vinifera, o tipo de videria mais frequente na produção do vinho, na Europa


 Vitis labrusca, espécie norte-americana, utilizada na produção de sumo, uva de mesa e, algumas
vezes, vinho

 Vitis riparia, tipo de videira bravio norte-americano, usado, às vezes, para produzir vinho

 Vitis rotundifolia, uva muscadínea, usada para doces e, por vezes, vinho

 Vitis aestivalis, em que a variedade Norton é usada para fabricar vinho.

Fruta-símbolo do deus grego Dionísio (Baco, na mitologia romana), preparava o vinho que embebedava os
participantes das bacanais, liberando emoções e instintos. Sem fermentação, porém, só provoca o prazer do
sabor e o pecado da gula. Contém glucose, ferro, potássio e é rica em vitaminas (A, B1, B2). É calórica.

A uva é uma fruta altamente energética por ser rica em carboidratos, apresentando também pequenas
quantidades de vitaminas do Complexo B e vitamina C.

Pela sua quantidade de água e sais minerais, ela ativa os rins aumentando a eliminação de urina. Além de
suave laxante, essa fruta atua contra várias enfermidades do intestino, do intestino, fígado, abdome, vômitos e
amargo da boca, além de estimular as funções cardíacas.

As folhas de uva, secas e trituradas e aplicadas em compressas, aliviam dores de cabeça, inflamações e
sensações de ardor de estômago. Tomadas em forma de chá, elas aliviam sintomas de menopausa,
combatem acnes (espinhas) e hemorragias.

As uvas passas são eficazes contra a tosse crônica e disenteria. Zumbido dos ouvidos, insônia e outras
afecções de caráter nervoso também desaparecem depois de se ingerir regularmente as uvas passas, devido
ao seu poder calmante.

Ricas em açúcar, as uvas só não são recomendadas aos diabéticos e aos que fazem regimes de
emagrecimento.

Quando em bom estado, conservam-se em geladeira por uma semana.

Seu período de safra vai de janeiro a março, mas existe a estrangeira no mercado, de março a julho.

Partes utilizadas: Folhas, frutos e gavinha.


Propriedades medicinais da uva

A uva é uma das frutas mais apreciadas pelo homem, desde a mais remota antiguidade. Em todos os tempos,
ela tem sido um precioso alimento para o gênero humano, nas vária fases da sua existência.

Ajuda a tratar de: Cansaço intelectual, cicatrizes, disfunções intestinais e digestivas, feridas, fragilidade capilar,
hemorragia uterina, peles cansadas e sem brilho, prevenção de
estrias.

Possui propriedades que rejuvenescem, diuréticas e ajudam a limpar o sangue.

O vinho tinto e o suco de uva são recomendados para manter as artérias limpas, evitando o acúmulo de
gorduras.

Utilidades Medicinais

Anemia

Tomar suco de uva natural e concentrado freqüentemente.

As uvas são ricas em vários tipos de compostos fenólicos, como os flavonóides, que apresentam efeito
antioxidante e agem sobre a formação de radicais livres e diminuindo os níveis de LDL-colesterol. A catequina
encontrada nas uvas e também em outras frutas, apresenta ação relacionada com a estimulação do sistema
imunológico, com a redução do risco de doenças cardiovasculares e também com a diminuição da incidência
de câncer do intestino.

Uvas e seus derivados também são uma importante fonte de resveratrol, composto que vem sendo associado
a uma função cardiovascular saudável, ajudando a proteger contra doenças do coração. O resveratrol também
vem sendo relacionado com a inibição da carcinogênese.

UVA
Seu nome popular é videira. Na ciência é conhecida como, Vitis vinifera L. Sua família botânica é a, Vitaceae.
Tem origem na Europa e Oriente Médio.

A característica de sua planta é uma trepadeira de caule espesso e resistente, verde quando jovem, tornando-
se escuro posteriormente. Folhas grandes divididas em blocos com uma leve pilosidade esbranquiçada em
sua superfície. Flores creme-esverdeadas e pequenas.

Atravessando terras pertencentes a cinco estados das regiões Nordeste e Sudeste do Brasil (Pernambuco,
Sergipe, Alagoas, Bahia e Minas Gerais), o Vale do São Francisco compõe, atualmente, o maior pomar
produtor e exportador de frutas do país, sendo capaz de abastecer, também, boa parte do grande mercado
interno.

A uva mantém um bom nível de colesterol hdl, evitando a formação de coágulos sanguíneos e o agrupamento
de plaquetas.

O suco da polpa de uva oferece todas estas propriedades acompanhadas de um sabor refrescante,
carboidrato, ferro e composto antoxidantes.

Informações Nutricionais
Polpa de 100g

Calorias 70 kcal

Proteínas <1 g

Carboidratos 15 g

Gorduras Totais 1g
Gorduras Saturadas 0g

Colesterol 0 mg

Fibra 0,5 g

Cálcio 0 mg

Ferro 1 mg

Sódio 0 mg

UVA
GRUPOS DE UVA

Com semente

Sem semente
DEFEITOS LEVES NA UVA

Resíduos Visíveis na Uva

Presença visível de qualquer substância estranha ao produto.

Danos Superficiais na Uva

Alterações de origem entomológica, microbiológica (oídio, míldio), mecânica, fisiológica ou química,


que não afetam a polpa da baga.

Degrana na Uva

Bagas soltas do engaço

Ausência de Pruína na Uva

Será considerada defeito quando a remoção da cera atingir mais do que 15% das bagas de um cacho.
DEFEITOS GRAVES NA UVA

Dano Profundo na Uva

Qualquer lesão de origem diversa que cause rompimento da epiderme da baga.

Podridão na Uva

Efeito patológico que implique em qualquer grau de infecção ou decomposição do tecido, produzido
por fungos

UVA

Videira é o nome da planta.


Composição

Água 72,92%

Albumina 0,38%

Glicose 23,51%

Outros hidratos de carbono 2,23%

Cremor de tártaro 0,52%

Ácido tartárico 0,29%

Outros ácidos 0,29%

Minerais 0,50%

100 gramas de uva contêm 79 calorias

Medicinal

O suco para a depuração do sangue para a renovação de plasma; comer a uva com casca e sementes para
regular o funcionamento do intestino. Não causa apendicite.

As uvas devem ser muito bem lavadas. Na defesa contra o esgotamento orgânico (esportistas), na anemia e
em todas as fases de uma convalescença. O suco é um meio contra a obesidade - com auxilio de médico.
Para doentes de estômago, fígado, intestino e circulação.

Indicação

Peitoral, refrescante, suavizante, depurativa, diurética, aperitiva, calmante, antiescorbútica, tônica e


reconstituinte. Purificador do sangue, enriquecendo-o de glóbulos vermelhos. Regulariza a circulação nas
doenças do coração e a respiração nas moléstias pulmonares, refresca os intestinos, melhora as diarréias e
as disenterias, tonifica o organismo. Combater a dispepsia, a atonia intestinal, as fermentações intestinais, a
nefrite, a bronquite crônica, moléstias do fígado, a síndrome pletórica, [Link]ém seu consumo é
indicado para evitar enfermidades. Tem ação laxante e efeito desintoxicante. Drena as vias biliares. Para o
sangue é a cura de uvas uma excelente indicação.
A cura de uvas

Receita 1

Oscila entre oito, quinze, vinte ou trinta dias. Tomam-se, usualmente, 3 quilos por dia. Come-se a uva sem as
sementes e a casca. Passados os primeiros dias, pode-se, conforme o caso, tomar maior quantidade. Pode-se
utilizar outras frutas para acompanhar. Não se deve engolir nas pressas a uva, e sim degustá-la muito bem.
Cada pessoa deve consultar um médico para saber as suas necessidades para a melhor cura da uva - idade,
capacidade digestiva, constituição,.... Para prisão de ventre utilizar a casca também. Para os rins melhor o
suco. Para o fígado recuse a uva moscatel. Para todos os demais escolha a uva que melhor agradar.

Composição química

Tiamina 0,05mg, riboflavina 0,04mg, niacina 0,5mg, vitamina C 4mg, calorias 62cals, água 82,7grs, proteínas
0,6 grs, gordura 0,4grs, carboidratos 15,8grs, fibra 2,0 grs, cinzas 0,5grs, cálcio 21mg, fósforo 19mg, ferro 0,8
mg. Os frutos contém diversos ácidos orgânicos entre eles o ácido málico, tartárico, racêmico e ácido oxálico
nos frutos verdes. Sementes contém óleo constituído pelos ácidos oléico e linoléico. As folhas contém tanino,
quercitina, amido, inositol, açúcares. Tartarato ácido de cálcio, ácidotartárico livre, ácido protocatequínico,
ácidosuccínico, caroteno, etc. A seiva da primavera contém glicose, levulose e sacarose, tartarato ácido de
potássio, ácido tartárico livre, ácido oxálico, malato potássico, ácido succínico, ácido málico, etc.

Propriedades terapêuticas

Adstringente, antiinflamatório, laxante (casca do bago), peitoral, depurativa, diurética, tônica, aperitiva,
reconstituinte.

Toxidade

Só existe uma variedade híbrida (NOAH) dos Estados Unidos e Iugoslávia que apresentam um isómero ótico
do ácido tartárico, na folha, que é tóxico para o gado. Há mais de 30 espécies de videiras, entre as quais
destacam-se as européias, as americanas (rústica e mais resistente a doenças) e híbridas.

A cura pelas uvas:

 dispepsia
 prisão de ventre habitual

 hemorróidas

 afecções crônicas do fígado

 cólica biliar

 cálculos hepáticos

 hipertrofia do baço

 certas diarréias crônicas


 disenterias

 catarro da bexiga

 blenorragia

 gota

 escorbuto

 bronquite crônica

 tísica

Receita da cura 2

Para a cura aconselha-se as uvas de sabor moderado e pouca açucaradas, que tem a pele tenra, muito suco
e gosto delicado. O tempo da medicação dura de três a seis semanas de 500 a 1000 gramas e chega-se
progressivamente até 3 e 5 quilos por dia. Divida esta quantidade em três porções de 700 a 1000 gramas das
6 às 8 horas da manhã; a 2ª porção entre o almoço e o jantar; a 3ª antes da ceia. Neste caso jogam-se fora as
sementes e cascas.

Exercícios físicos são recomendados para os bons efeitos da cura pelas uvas.

Composição

Muda conforme a variedade.

No entanto, geralmente a uva contém bastante açúcar, pequenas quantidades de vitaminas do complexo B,
vitamina C e sais minerais, como ferro, cálcio e potássio. A uva tem propriedades laxativas e diuréticas,
estimula as funções do fígado e acelera o ritmo das contrações cardíacas.

A uva é uma fruta altamente energética por ser rica em carboidratos. Pela sua quantidade de água e sais
minerais, ela ativa os rins aumentando a eliminação de urina. Além de suave laxante, essa fruta atua contra
várias enfermidades do intestino, fígado, abdome, vômitos e amargo da boca, além de estimular as funções
cardíacas.

As uvas passas são eficazes contra a tosse crônica e disenterias. Zumbido dos ouvidos, insônia e outras
afecções de caráter nervoso também desaparecem depois de se ingerir regularmente as uvas passas, devido
ao seu poder calmante.

Contra-indicação

Ricas em açúcar, as uvas só não são recomendadas aos diabéticos e aos que fazem regimes de
emagrecimento. Quando em bom estado, conserva-se em geladeira por uma semana.

Cem gramas de uva fornecem 68 calorias.

Propriedades do Extrato de Semente de Uva


A semente de uva contém proatancianidinas e galatos que atuam como eficiente antioxidante. Evitam a
oxidação da lipoproteína de baixa densidade (LDL) - o colesterol ruim - e que é um fator de risco para doenças
coronárias. Estudos têm demonstrado sua capacidade de preservar a elasticidade da pele, inibir inflamações,
reduzir pressão sangüínea e até mesmo bloquear a expansão de melonoma. Estudos in vitro do extrato de
semente de uva apontam o antioxidante existente no extrato como maisativo do que a vitamina E. Os ativos
do extrato de semente de uva contribuem para o fortalecimento do colágeno e das fibras elásticas
minimizando a falta de elasticidade na pele e nos vasos sangüíneos. A ação antiinflamatória do extrato de
semente de uva pode ajudar a reduzir a dor nos estados de inflamações musculares relacionadas com
atividades esportivas.

Descrição/Propriedades

As proantocianidinas são extraídas das sementes de uva (Vitis vinifera). Entre os efeitos reportados,
destacam-se propriedades antioxidantes, e efeitos ligados à saúde capilar e à permeabilidade, além de
possibilitar o controle do colesterol. O extrato de semente de uva é utilizado por sua capacidade de combater
radicais livres. Em numerosos estudos, o extrato mostrou potencial como antioxidante, ainda melhor do que a
vitamina E (Hirose, 1984; Maffei, 1994; Uchida, S. 1987 a). As Proantocianidinas são de 15 a 25 vezes mais
potentes que a vitamina E para neutralizar radicais livres de ferro e de oxigênio, que atacam os lipídeos. Dois
estudos conduzidos em ratos sugerem que o extrato de semente de uva reduz os níveis de colesterol LDL, e
aumenta os níveis do bom colesterol (HDL), através do aumento do transporte reverso de colesterol,
reduzindo sua absorção intestinal e aumentando sua excreção através dos sais da bile (Tebib, 1994a; Tebib,
1994b).Pesquisas iniciais in vitro sugerem que o extrato de semente de uva é citotóxico para as células do
melanoma (Kashiwada, 1992). Outros estudos in vitro sugerem que o extrato de semente de uva reduz a
pressão sangüínea, inibindo a enzima de conversão da angiotensina.

Indicações

Efeitos cumulativos do envelhecimento e redução do risco de doenças degenerativas; má distribuição do fluxo


de sangue microcirculatório no cérebro e coração; insuficiência arterial/venosa crônica nas extremidades;
fragilidade capilar alterada e permeabilidade (na diabetes mellitus); microangiopatia da retina, edema dos
nódulos linfáticos, veias varicosas; diminuição do colesterol LDL;

Posologia

Tomar de 100 a 200 mg/dia do extrato, durante 7-10 dias, e então de 60 a 100 mg/dia, ou conforme
recomendado pelo médico. A variação da dosagem vai de 30 mg/dia (para insuficiência linfático-venosa) a 300
mg/dia (stress ocular causado pelo terminal de vídeo). Na forma de loções e cremes, em concentrações que
variam entre 0,5 e 1,0%.

Contra-indicações

Vários estudos mostraram que o extrato de semente de uva não é tóxico. As Proantocianidinas são quase que
completamente não-tóxicas tanto para dosagem aguda (LD50 > 4.000 mg/Kg em ratos) como para dosagens
de longo-termo (não há efeitos tóxicos a 60 mg/Kg por dia, por 12 meses em cães, e por 6 meses em ratos).
Extrato de semente de uva - Vitis vinífera
O extrato de semente de uva é obtido a partir das sementes da Vitis vinifera. O uso medicinal da semente de
uva é conhecido há muitos anos pelo consumo na forma de vinhos. Estudos comprovaram que seu poder
antioxidante é 50 vezes mais eficiente que o da vitamina E ou C.

A semente de uva contém uma grande quantidade de proantocianidinas e catequinas, que são flavonóides
responsáveis pelo caráter polifenólico com propriedades antioxidantes. O extrato de semente de uva atua
como preventivo das patologias coronarianas, em função de protegerem os lipídios e as lipoproteínas da
oxidação promovida pelos radicais livres. As proantocianidinas auxiliam na elasticidade dos tecidos, reduzem
o inchaço e o edema, restauram o colágeno e melhoram a circulação periférica. Atua como antiinflamatório,
anti-histamínico, antialérgico e como antioxidante da maioria dos radicais livres.

Casca de uva ajuda a reduzir a pressão arterial. Um estudo da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj)
concluiu que a casca da uva ajuda a reduzir a pressão arterial. Mas é preciso cautela e não exagerar! O
farmacologista Roberto de Moura alerta que a ingestão excessiva também pode fazer mal: é que ela
apresenta alto teor de açúcar .

UVA

A parreira, a planta que produz a uva, é cultivada desde as épocas mais remotas. Na antiguidade, seu cultivo
foi tão importante na Ásia menor e na Grécia, que originou o mito de um deus específico: Dionisio. A fruta
compõe-se de vários bagos, que variam de tamanhosegundo a espécie. Cada bago tem uma camada fina que
envolve a polpa e as semente.

A cor também varia conforme o tipo : há uva com diferentes tonalidades de amarelo, de verde, de rosa, de
roxo e até mesmo de preto. No Brasil, especialmente nos Estados de São Paulo e Rio Grande do Sul, são
cultivadas algumas variedades de uva, como a niágara-rosada (a mais consumida), a niágara-branca, a
moscatel comum, a moscatel de hamburgo, a moscatel rosada e a uva itália. Entre as variedades importadas
(geralmente da Argentina e do Chile), destacam-se a niágara roxa, a moscatel chilena e a chilena sem
semente.

As uvas podem ser consumidas ao natural, como sobremesa ou no lanche, acompanhadas ou não de outras
frutas. As de qualidade inferiror podem ser aproveitadas no preparo de doces, geléias, tortas, bolos, cremes,
pudins eponches.

A composição da uva muda conforme a variedade. No entanto, geralmente a uva contém bastante açucar,
pequenas quantidades de vitaminas do complexo B, vitamina C e sais minerais, como ferro, cálcio e potássio.
A uva tem propriedades laxativas e diuréticas, estimula as funções do fígado e acelera o rítmo das contrações
cardíacas. É recomendada para qualquer tipo de dieta, exceto para pessoas diabéticas e que fazem regime de
emagrecimento.

Na hora da compra, prefira os cachos bem cheiros, com bagos firmes e lisos, de cor e tamanho apropriados
para a variedade. A fruta não deve se desprender com facilidad do cacho, pois isso é sinal de que está
começando a passar do ponto. Também é possível compras vários produtos industrializados, como geléia,
suco e uva seca, mais conhecida como uva passa.

Para que a uva se conserve por mais tempo, guard em lugar fresco, de preferencia na gaveta da geladeira
própria para verduras e frutas. Antes de guardar, retire os bagos estragados, para que não deteriorem os
demais.

Se os cachos de uva forem muito grandes, divida com uma tesoura. Depois, lave cada pedaço sob bastante
água corrente, tomando cuidado para eliminar as possíveis sujeiras ou resto de fertilizante que se encontrem
entre os bagos. Se a uva estiver na geladeira, convém deixá-la durtante 10 minutos em temperatura ambiente
antes de lavar, para que a fruta não perca seu aroma e sabor.

UVA
Uva Itália

Propriedades

A uva itália tem vitaminas do complexo B, C, cálcio, potássio.


Recomendações

A uva itália possui propriedades diuréticas, depurativas, laxativas e calmante.

Restrições

Por causa das altas concentrações de açúcares, a uva é contra-indicada a pessoas diabéticas ou que estejam
em dieta de emagrecimento.

Compra

Dê preferência aos cachos cheios, com bagos firmes, lisos e sem manchas. A fruta não deve se desprender
do cacho com facilidade, sinal de que está passando do ponto ideal de [Link] frutos com coloração
marrom.

Transporte

As uvas são frutos frágeis e devem ser transportadas na parte superior dos carrinhos de supermercado. No
trajeto para casa, transporte-as com cuidado, evitando possíveis danos mecânicos ao alimento.

Higienização

Lave numa bacia com 2 litros de água e 3 gotas de detergente.

Deixe mergulhada durante 3 minutos.

Enxágüe bastante.

Coloque os numa mistura de um litro de água e uma colher de água sanitária.

Espere 5 minutos.

Enxágüe para consumo imediato ou seque bem antes de armazená-los na geladeira. Assim, o consumidor
reduz as chances de contaminação por bactérias.

Armazenamento

Para maior conservação, lave, seque e guarde as uvas na parte baixa da geladeira sob temperatura de 0°C.
Antes de consumir, deixe a fruta em temperatura ambiente por 10 minutos, evitando assim que ela perca seu
aroma e sabor.
UVA

A árvore que produz este fruto chama-se videira, também conhecida como parreira.

Possui um formato arredondado, podendo ser, de acordo com a espécie, da cor preta, rosada ou verde.

Existem diversas espécies de uva, porém as mais conhecidas no Brasil são: uva itália, niagara, branca e
rosada.

É uma fruta rica em sais minerais, tais como: cálcio, ferro, fósforo, magnésio, sódio e potássio.

Possui também, em quantidade razoável, vitaminas (complexo B e vitamina C).

Não é muito calórica, pois 100 gramas de uva possui, aproximadamente, 50 calorias.

É muito utilizada para a fabricação de sucos, doces, vinhos e geléias.

O sabor da uva varia muito de acordo com o tipo de solo, podendo ser doce, cítrico ou ácido.
É uma fruta típica da região asiática, sendo que o plantio foi introduzido no Brasil na época da colonização
portuguesa (século XVI).

UVA

Nome científico

Vitis vinifera L.

Família

Vitaceae

Origem
Europa, Oriente Médio

Características da planta

Arbusto sarmentoso, escandente, composto por um caule espesso e resistente, no qual se encontram folhas e
gavinhas. O cacho de uva é composto de um esqueleto (engaço) e frutos. O fruto é do tipo baga, de formato
ovóide ou globoso, de coloração verde, amarela, rosada, vermelha ou azulada, de acordo com a variedade.

Características da flor

Apresentam flores na forma de um cacho de botões, inflorescência do tipo tirso, que inicialmente são eretas e
posteriormente ficam pendentes. Possuem coloração creme-esverdeada e o conunto de pétalas apresentam-
se em forma de estrela.

Em termos de área plantada, a viticultura apresenta aspecto estacionário nas regiões tradicionais de cultivo;
em expansão nas regiões mais recentes e com tendência de se instalar em outras áreas.

Clima e solo

A videira, de um modo geral, exige um período de frio no inverno, quando ocorre a dormência das
[Link] que as atuais variedades cultivadas são originárias de regiões de clima de inverno mais
intenso, e outras de clima mais ameno, razão pela qual a Itália e Patrícia apresentam excelentes produções
até mesmo no Vale do São Francisco, como em Presidente Prudente ou Norte do Paraná. Assim, pois, desde
que se adapte as técnicas de cultivo à região, é possível o cultivo da videira. Quanto ao solo, deve-se dar
preferência às encostas, pouco íngremes, protegido dos ventos dominantes, principalmente do sul. Com
relação às condições físicas do solo é possível contornar as deficiências pelo uso de porta-enxertos
específicos, bem como as propriedades químicas pelo uso de matéria orgânica, fertilizantes e corretivos.

Cultivares

As variedades são indicadas conforme a finalidade com relação à utilização dos frutos. Para o consumo " in
natura" podemos classificá-las em: uvas rústicas (Niajara) e uvas finas (Itália, Rubi, Patrícia) e
possivelmente as uvas sem sementes. Para indústria vinícola, recomenda-se de preferência a Seybel, Isabel,
híbridos do IAC e também as Niagaras.

Preparo do solo

Para as uvas conduzidas em espaldeiras (cerca) e que têm espaçamento reduzido (2 x 1m) é bem mais
simples proceder a valeta do que covas, principalmente se antes ocorreu a aração total da área. No caso da
condução ser em latada, pergola, o que ocorre para as uvas finas, é preferível a abertura de covas. Para as
valetas recomenda-se 50cm de largura por 80cm de profundidade, e para as covas 60 x 60 x 60 centímetros.

Calagem
De acordo com a análise do solo, em cobertura total da área, corrigindo o pH para 6, além do calcário que
será aplicado junto à adubação básica.

Adubação

Uvas rústicas e de vinho.

Na cova: Esterco de curral 20-30 litros ou Esterco de galinha 7-10 litros


Farinha de ossos 1-1,5kg
Cloreto de Potássio 0,3 -0,4kg
Sulfato de Amônio 0,3-0,5kg.
Calcário 0,5kg.
Em cobertura - Nitrocálcio (subdivididas) 0,3kg

Reposição por planta: em sulcos.

Esterco de curral 10-20 litros

Esterco de galinha 3-7 litros

Farinha de ossos 0,3-0,5kg

Cloreto de Potássio 0,1 -0,2kg

Sulfato de Amônio 0,2-0,3kg

Em cobertura - Superfosfato simples 0,1kg

Cloreto de Potássio 0,1kg

Sulfato de Amônio 0,15kg

As quantidades de adubos indicadas devem sofrer correção em função dos teores de N, P e K existentes no
solo.

Na cova

 Esterco de curral 40 litros.


 Farinha de ossos 2 kg.

 Cloreto de Potássio 0,6kg.


 Sulfato de Amônio 0,5kg.

Em coberturas

Sulfato de Amônio 0,3kg.

Restituição em sulcos

 Esterco de curral 30 litros


 Farinha de ossos 1kg

 Cloreto de Potássio 0,3kg

 Sulfato de Amônio 0,3kg

Em cobertura

Superfosfato simples - 0,5kg.


Cloreto de Potássio - 0,5kg
Sulfato de Amônio - 0,3kg.

As quantidades de adubos indicadas devem sofrer correções em função dos teores de N, P e K existentes no
solo.

Plantio

Para as uvas rústicas, recomenda-se as seguintes dimensões do talhão:

Área

3000 a 6000 metros quadrados.

Comprimento das linhas

40 a 60 metros quadrados.

Espaçamento 2 x 1m = 2 metros quadrados

Espaldeira.

Para as uvas finas recomenda-se:

Área

4000 a 6000 metros quadrados.


Comprimento das linhas

40 a 60 metros

Espaçamento 4 x 3m = 12 metros quadrados.

Condução

Mangedora ou pergola. Sempre com formação dos porta-enxertos e posterior enxertia.

Tratos culturais

Capinas

Sempre que necessárias, sendo recomendada a cobertura morta.

Forçamento da brotação

Pulverização ou pincelamento das gemas com solução saturada de calciocianamida (20%). Esladroamento -
retirada de brotos dos porta-enxertos (cavalos).

Irrigação

Em intervalos de dez dias (início uma semana antes da poda).

Poda

Uvas rústicas

Curta - 2 gemas.

Uvas finas

Longa - 6 a 10 gemas.

Desbrota

Retirada do excesso de brotação.

Amarração

Dos brotos aos arames.

Desbaste
Retirada de 60% das bagas com auxílio de tesouras especiais (uvas finas)

Roteção dos cachos

Com folhas de papel impermeável (uvas finas).

Pulverizações

Em número variável e dependendo das pragas e doenças.

Pragas

Pulgões - Aphis vitis. Atacam os brotos, são de cor verde-escuro, quase preto, de pouca importância, podem
merecer atenção. Surgem com maior intensidade em períodos secos, com o início das chuvas desaparecem.
Maromba - Heilipus naevulus. Seu ataque ocorre no final do inverno, ou início da brotação, quando perfuram
os olhos da videira, comendo seu conteúdo. Os prejuízos são muito sérios. Seu controle mais efetivo é a
catação manual. Broca-dos-cachos - Crytoblabes gnidiella. São mariposas pequenas, de coloração parda,
cujas lagartas, também pequenas, atacam os pedúnculos dos cachos.

Doenças

Cercosporiose - Isariopsis clavispora. Atacam somente as folhas, causando manchas necróticas, de contorno
irregular, de coloração avermelhada ou preta e causam o desfolhamento [Link] - Sphaceloma
ampelium, Elsinoe ampelina. Surge desde brotação, também conhecida por negrão, varíola ou carvão, tanto
nos ramos, folhas, gavinhas, flores e [Link] manifesta por numerosas e pequenas manchas, de coloração
castanho avermelhada sobre o limbo das folhas, das nervuras e do pecíolo, causando deformações. As
manchas secam e caem, deixando a folha perfurada.

Nos pecíolos e nervuras as manchas são alongadas, deformando a [Link] ramos tenros e gavinhas,
aparecem manchas pequenas, que se transformam em cancros penetrantes, deprimidos. Nos cachos e suas
ramificações, aparecem manchas escuras deprimidas. Nas bagas, as manchas tomam a feição de olho de
passarinho, e, quando muito atacadas, as manchas se unem rachando o fruto. Podem as sementes ficarem
expostas, e o fruto mumificar. Míldio - Peronospora - Mofo - Plasmospora viticola. Na folha aparecem manchas
de óleo, que é descoramento da folha, amarelado, e na página inferior surge manchas brancas tipo de mofo,
seu sintoma característicos, com o evoluir tomam a cor avermelhada e acabam secando a parte da folha.

Colheita

Uvas rústicas: no máximo 5kg por planta. De outubro a dezembro.

Comercialização

Direta ou em consignação.

Formação de mudas
N direto do porta-enxerto e ão se recomenda plantios comerciais a partir de mudas, e sim com plantio
posterior enxertia.

UVA
Variedades de Uva

Uva Chardonnay

A uva Chardonnay é originária da França, das regiões de Borgonha e Champagne, É conhecida como a
rainha das uvas brancas. Seu vinho apresenta características muito distintas, de aroma frutado lembrando
maçã verde e abacaxi. Como é a mais fina de todas as viníferas, esta variedade gera grandes vinhos na
região de Champagne, Bourgogne e Chablis, e é largamente utilizada para a elaboração do vinho espumante.

Das viníferas brancas, é uma das que melhor e mais rápido se adaptaram no Brasil, primeiro no Vale Aurora e
depois em outras regiões. O Vinho Chardonnay normalmente é um vinho pleno, vigoroso, com aroma e
paladar característicos, seco e ao mesmo tempo delicado e sutil. Sua cor é amarelo palha e com alguns
meses de garrafa, pode chegar ao amarelo ouro. Muitos enófilos consideram o Chardonnay como o mais
completo vinho branco elaborado no Brasil.
Uva Gewürztraminer

De origem franco-alemã, a Gewürztraminer tem seu berço na divisa da Alemanha com a França, na região da
Alsácia. Esta variedade é um selecionado do Traminer aromático do Tirol do Sul. De cachos pequenos e
cônicos e bagas de uma cor rosada realmente incrível.

As uvas aqui produzidas são de excelente qualidade, embora com média produtividade, sendo porém muito
sensíveis a condições climáticas adversas.

O vinho Gewürztraminer, muito original e sedutor, com freqüência atinge a excelência. Seu olfato e paladar
são extremamente aromáticos e com extraordinária riqueza, mesclando flores como rosa e jasmim com frutas
como lichía. É suave ao olfato e seco ao paladar, o que lhe confere especial característica.

Uva Riesling Itálico


Cepa originária da Europa Centro-oriental, selecionada do nordeste da Itália. Pode-se dizer categoricamente
que entre as viníferas nobres foi a que melhor se adaptou no Brasil, sendo considerada a variedade branca
emblemática da Serra Gaúcha.

O vinho Riesling Itálico normalmente é vinho delicado, sutil, seco, de coloração amarelo-esverdeada, com
aromas de frutas cítricas e acidez pronunciada.

No Brasil são elaborados espumantes de excelente qualidade com esta variedade.

SAUVIGNON BLANC

Nas regiões de Bordeux, Sauternes, e no Vale de Loire, na Califórnia, no Chile, na Alemanha, na África do
Sul, esta importante vinífera se adaptou bem e tem produzido com qualidade e em boa quantidade.

Na Serra Gaúcha teve boa adaptação, porém é muito sensível a condições climáticas adversas.

Quando atinge suas melhores condições, o vinho produzido por esta variedade tem notas marcantes de frutas
tropicais como goiaba e maracujá com leve acento herbáceo que lhe confere muita tipicidade.

Uva Trebiano
De origem provável do Vale de Trebbia, na região da Emilia-Romagna, Itália. Variedade trazida para o Brasil
já há bastante tempo e que tem se adaptado perfeitamente nas principais regiões produtoras.

De cacho grande de coloração amarelo-esverdeada e de excelente produção. Seus vinhos são largamente
utilizados para a elaboração dos destilados como o Brandy.

Também serve de base para espumantes, em combinação com outros varietais.

MOSCATO BRANCO

Sua origem provém da Bacia do Mediterrâneo, Magna Grécia. Cepa implantada no Brasil já há bastante
tempo.

Seus cachos são generosos, bem compactos e densos, seus grãos são grandes e de cor amarelo-
esverdeados. Sua maturação é tardia proporcionando vinhos bem aromáticos que podem ser utilizados em
cortes.

Porém, sua principal utilização é para elaboração de vinho Moscatel Espumante, o qual tem apresentado
qualidade destacada, pelo seu aroma fresco e frutado com notas florais e pelo paladar que combina a
equilibrada ação dos açúcares com acidez.
CABERNET SAUVIGNON

Cabernet Sauvignon é considerada a rainha das uvas tintas de todas as partes do mundo. A origem da cepa
Cabernet Sauvignon remonta a época da dominação romana, na região de Bourdeaux, então Sul da Gália.
Variedade típica de Bordeaux, especialmente das regiões do Médoc e de [Link]-se em diversos
terrenos e climas do mundo.

Seus vinhos apresentam boa concentração de cor, aromas intensos que remetem ao herbáceo, pimentão
verde e frutas vermelhas.

O Cabernet Sauvignon é um vinho com forte acento de tanino, um pouco duro enquanto jovem, com o tempo,
adquire corpo e um fino e delicado bouquet, tornando-se aveludado.

MERLOT
A uva Merlot é uma variedade proveniente de Bordeaux França, sobretudo de Saint Emillion e Pomerol.

Variedade produtora de apreciável vinho tinto, adaptou-se perfeitamente na Serra Gaúcha, onde destaca-se
entre as variedades tintas finas, sendo a mais produzida.

O vinho Merlot tem belíssima cor rubi, é tenro, frutado, complexo, aveludado.

Pode ser consumido jovem, porém ganha com o envelhecimento, tornando-se cada vez mais aveludado.

PINOT NOIR

É uma vinífera da Bourgogne e de Champagne. Seus frutos são pequenos de suco generoso e com pele de
coloração azul escuro que tinge o mosto de rubi violeta, durante a fermentação.

Produz vinhos tintos generosos, de pouca intensidade de cor, apresentando-se com cor violácea, aromas
frescos e frutados lembrando framboesas e flores do campo, paladar macio, harmônico e muito elegante. É
um vinho para ser consumido jovem.
TANNAT

Cepa originária de Pirineus Orientais (França), tem-se adaptado espetacularmente no Uruguai, sendo que, sua
adaptação e difusão na Região da Serra Gaúcha está ocorrendo da mesma forma.

Seu vinho é largamente utilizado para cortes pois tem grande carga de taninos, aporta cor e melhora o extrato
seco dos vinhos. Vinho de longo envelhecimento, sendo muito duro se for consumido jovem, principalmente
pela grande quantidade de tanino e a alta intensidade e tonalidade de cor.

PINOTAGE

Cultivar originária da África do Sul, tendo sido desenvolvida através do cruzamento entre a Pinot Noir e
Cinsault.

Seus frutos apresentam-se em cachos bem compactos com as bagas ligeiramente alongadas.

Seus vinhos são de média coloração com uma carga tânica e acidez orgânica não muito pronunciada, aromas
frutados lembrando jabuticaba com notas sutis de café.
UVA
Uvas para vinhos tintos

Aglianico

Apresenta grande concentração de taninos e acidez, própria para envelhecimento. Encontrada no Sul da Itália,
principalmente em rótulos de Campania e Basilicata.
País: Itália.

Alicante Bouschet (garnacha tintorera)

Fruto do cruzamento da grenache com petit verdot realizado pelo francês Luis Bouschet de Bernard e seu filho
Henri em 1866, esta variedade é mais indicada quando misturada a outras uvas.

Em Portugal, na região do Alentejo, é uma importante uva na composição de certos vinhos, onde dá um dá
aromas de menta e eucalipto. Confere longevidade e cor ao vinho.
Países: França, Portugal (Alentejo) e Espanha

Baga

É a principal uva da região portuguesa da Bairrada e produz vinhos bastante adstringentes. Mas bons
produtores, como Luis Pato, vinificam exemplares refinados e ricos de aroma e sabor.

País: Portugal (Bairrada)

Barbera

A mais popular da uvas do Piemonte, norte da Itália é ao lado da sangiovese a variedade mais cultivada do
país. Dá tantos vinhos leves do dia-a-dia como exemplares escuros e frutados, com alta acidez e
concentração e boa capacidade de envelhecimento.
Países: Itália (Piemonte), Estados Unidos (Califórnia) e Argentina.

Bonarda

Outra variedade típica do Piemonte, na Itália. Seu nome completo é Bonarda Piemontese. Produz vinhos
leves, frutados, melhor quando bebidos jovens. Também foi muito utilizada na Argentina para produção de
vinhos do dia-a-dia para consumo interno.

Países: Itália e Argentina

Cabernet Franc

Terceira uva tinta mais importante de Bordeaux (Pommerol e Saint Emilion), é mais leve e com menos taninos
que a cabernet sauvignon e amadurece mais cedo. É muito usada no corte com outras uvas. Na região do
Loire dá vinhos mais herbáceos, onde é conhecida como Breton. É a uva principal do insensado e caro
Château Cheval Blanc.

Países: França (Bordeuax, Loire), Argentina, Austrália, Estados Unidos (Califórnia) e Nova Zelândia

Cabernet Sauvignon

A mais clássica e conhecida das variedades de vitis vinífera, base do corte usado nos grandes vinhos de
Bordeaux (Latour, Mouton-Rothshild, Lafite, Latour, Margoux etc). É uva mais difundida em todo o mundo e
responsável pelos melhores rótulos do planeta. Tem amadurecimento tardio e produz tintos secos de semi-
incorpados a incorpados; tânico quando jovem, garante um melhor envelhecimento da bebida na garrafa e a
passagem pelo barril de carvalho pode aparar suas arestas. Tem um amplo espectro de aromas: frutas
vermelhas, café, chocolate geléia e tabaco, quando envelhecidos. No Chile tem uma característica mais
mentolada. Enriquece quando misturada à merlot, cabernet franc, shiraz, petit verdot ou malbec. Na Austrália
geralmente é mesclado ao shiraz. Produz os melhores tintos do Brasil e do Chile.

Países: França (Bordeaux), Estados Unidos (Califórnia), Chile, Argentina, Austrália, África do Sul, Itália e
Brasil.

Carignan (cariñena, mazuelo)


Originária do norte da Espanha é das espécies mais cultivadas na França, particularmente na região de
Languedoc-Roussillon. Normalmente é misturada com a grenache e a cinsault, e resulta em vinhos mais
comuns, de mesa, de cor escura e forte teor de álcool.

Países: França (Languedoc-Roussillon), Espanha, Estados Unidos (Califórnia)

Carmenère

Originária de Bordeaux, hoje é uma uva praticamente só cultivada no Chile, onde não se adaptou melhor do
que na França. Até a década de 90 era confundida com a merlot - um exame de DNA esclareceu a confusão.
É usada tanto para vinhos de corte como em varietais chilenos. É mais escura que a merlot e de taninos
macios.

País: Chile

Cinsault (espagne, hermitage, malaga)

Cepa encontrada principalmente na região de Languedoc-Roussilon, na França. Ali é associada à grenache e


à carignan, e produz bebidas leves e pouco aromáticas. Na região do Rhone, a mesma uva com melhores
cuidados produz vinhos mais concentrados e aromáticos. No Líbano, é responsável pelo emblemático
Château Musar.

Países: França, Espanha, África do Sul e Líbano

Dolcetto

Uva italiana que apesar do nome não é doce. Vinificadas resultam em rótulos suaves do Piemonte, próprio
para o dia-a-dia, com alta acidez e que devem ser bebidos ainda jovens. Na região do Piemonte, melhor
tratada, a uva é envelhecida em barris de carvalho e resulta em líquidos mais ricos e complexos.

País: Itália, Arrentina e Austrália

Gamay

É a uva usada na produção do Beaujolais, um vinho mais leve, produzido nesta região da Borgonha, para ser
bebido bem jovem. Os rótulos mais conhecidos são de Beaujolais Noveau, que são lançados todo mês
novembro. Mas há rótulos de maior qualidade, com capacidade de envelhecimento, os chamados Cru
Beaujolais. Os aromas de morango, cereja e banana são característicos do vinho produzido com a uva
gammay.

País: França (Borgonha)

Grenache (garnacha)

Apesar de ser uma uva muito cultivada no mundo é pouco vista em rótulos de garrafas pois é usualmente
misturada. É presença fundamental do renomado Châteauneuf-du-Pape e na maioria dos vinhos do Rhône.

Países: França (Rhône), Espanha, Austrália, Itália e Estados Unidos.


Lambrusco

Uva tinta cultivada em toda a Itália, em especial na região da Emilia-Romana. Há mais de sessenta
subvariedades conhecidas. Apesar de também produzir bons vinhos de denominação de origem, é mais
conhecida no Brasil pelos vinhos frisantes, semi-doces e baixo teor alcoólico e que devem ser bebidos jovens.

País: Itália

Malbec

Originária de Bordeaux, onde é muito tânica, e usada somente misturada a outras cepas, esta uva se tornou
emblemática na Argentina, onde é responsável pelos melhores vinhos tintos produzidos no país, de cor
escura, denso e aromas florais. Começa a render alguns rótulos no Chile também.

Países: França, Argentina e Chile

Merlot

Similar à cabernet sauvignon, entretanto mais suave, tem sabor mais macio, menos tanino e aromas mais
frutados. Tem uma maturação mais fácil e rápida que sua parceira cabernet. Pode desenvolver aromas de
chocolate e frutas vermelhas maduras quando colhidas com a maturação correta. Base de grandes vinhos do
Pomerol, como o famoso Château Petrus. Na Califórnia, nos Estados Unidos, também rendeu grandes
exemplares. Também muito usado no Novo Mundo e plantada em várias partes do planeta onde se faz vinho.

Países: França (Bordeaux), Norte da Itália, Estados Unidos, Chile, Austrália, Nova Zelândia, Argentina, Brasil.

Montepulciano

Variedade cultivada por toda Itália, com maior destaque na região central. Produz vinhos mais rústicos e é
muito usada junto à sangiovese. Não deve ser confundida com a cidade da região da Toscana de mesmo
nome, que produz o famoso Vino Nobil di Montepulciano, que aliás é feito a partir da uva sangiovese.

País: Itália

Mourvèdre (monastrell e mataro)

Uva típica do Sul da França, mas também muito cultivada na Espanha. É um pouco tânica e tem um toque
animal. Geralmente é misturada a outras uvas, como shyrah, grenache e cinsault. Ajuda a dar cor e estrutura
ao vinho. Bastante utilizada na Provence, na França, e na Rioja e Penedès, na Espanha.

Países: França, Espanha e Austrália

Nebbiolo

Nebbia em italiano significa névoa, uma característica do clima da região onde esta variedade é cultivada, nos
montes de Alba e Monforte. Resulta no nome da uva que produz os melhores e mais valorizados tintos
italianos: Barolo e o Barbaresco. São bebidas intensas, frutadas, bastante tânicas, de aromas complexos
(florais, frutas, trufas e até piche!) e com alta acidez, o que torna obrigatório o envelhecimento em barris de
carvalho para aparar as arestas. Melhora com os anos e acompanhado de um prato de comida mais forte.

País: Itália

Nero d'Avola

Cepa típica da região de Sícilia, no Sul da Itália. Produz vinhos de qualidade, escuros, densos e com potencial
de envelhecimento.

País: Itália

Periquita (castelão português, castelão francês) - plantada no sul de Portugal, dá vinhos de boa estrutura, que
envelhecem bem; é também a marca do popular tinto lusitano mais exportado para o Brasil.

País: Portugal

Petit verdot

Variedade típica da região de Bordeaux, na França. Dá sabor, cor e taninos ao corte bordalês.

País: França (Bordeaux)

Pinot Noir (pinot nero)

Uva típica da Borgonha, produz os vinhos mais admirados pelos enólogos e enófilos do mundo. Sua qualidade
está ligada diretamente ao terroir onde está plantada. É uma uva de difícil de cultivar e vinificar e pode gerar
tanto tintos inexpressivos como muito complexos. São vinhos de coloração clara para média com relativo
baixo tanino e acidez. Os grandes pinot noirs têm aroma intenso, complexo e sensual, e evoluem muito bem
na garrafa. Os exemplos mais clássicos são os renomados (e caros) vinhos de Romanée-Conti, Volnay, Clos
de Vougeat e outros tantos da Borgonha. Menos feliz em outras regiões do mundo, tem apresentado algum
sucesso no Chile com preços bem mais acessíveis. A pinot noir também faz parte da receita que compõem os
vinhos da Champagne.

Países: França (Borgonha, Champagne), Chile, Itália, África do Sul.

Pinotage

Uva criada da África do Sul, surgida em 1920, do cruzamento entre a pinot noir e a cinsaut realiazada pelo
professor Perald. Pode resultar num vinho muito frutado (banana, frutas vermelhas) e capaz de envelhecer
bem em barris de carvalho. Os exemplares mais simples lembram borracha queimada e são muito rústicos.

País: África do Sul

Sangiovese

Trata-se da variedade mais plantada na Itália, é a base dos grandes vinhos da Toscana - Chianti, Brunello di
Montalcino e Vino Nobilo de Montpulciano. O nome significa o sangue de Júpiter. É uma cepa de
amadurecimento tardio, bem ácida, tânica e frutada.
Países: Itália, Estados Unidos e Argentina

Syrah/Shiraz

Uva do Rhone, na França, que resulta vinhos de coloração intensa, bem encorpados e aromáticos e na boca
evocam frutas vermelhas (amoras). Na Austrália, com o nome de Shiraz, dá exemplares tânicos, apimentado e
de boa maturação. É responsável pelos grandes rótulos deste país

Países: França (Rhône), Austrália, África do Sul e Argentina

Tannat (mandiran)

Uva do sudoeste da França, hoje é a variedade emblemática do Uruguai, altamente tânica e com perfume de
amora e framboesa. Bons produtores têm domado o tannat no Uruguai e bons rótulos têm surgido no mercado

Países: Uurguai e França.

Tempranillo (tinto fino, cencibel, tinta roriz aragonês)

A mais importante uva de qualidade da Espanha, cultivada nas regiões de Rioja e Ribeira del Duero.
Usualmente misturada à garnacha e mazuelo. Dá um vinho colorido, com baixa acidez, pouco tânico e que
envelhece bem no carvalho que lhe confere aromas de tabaco.

Países: Espanha, Portugal e Argentina

Touriga francesa

Mais leve que a touriga nacional, também é parte da receita do vinho do Porto. Usado ainda em tintos secos
de mesa da região do Porto.

País: Portugal

Touriga Nacional

Uva autócne superior, presente em vinhos portugueses; encorpado, de cor forte, sabor intenso e muito tânico
é típico da região do Douro. Usada na receita do vinho do Porto, também é uma uva que produz varietais com
muita tipicidade.

Países: Portugal e Austrália

Zinfandel (primitivo)
Produz tintos secos com muito colorido e frutado, com notas de pimenta e sabor que lembra groselha preta.
Uva característica dos vinhos da Califórnia, apesar de ser originária do sul da Itália, onde tem o nome de
primitivo.

Países: Estados Unidos (Califórnia), Itália

Uvas para vinhos brancos

Segundo estudiosos há 24.000 nomes para as mais de 3.000 variedades de uvas viníferas.

Destas 150 são plantadas comercialmente em quantidades mais significativas. A lista abaixo descreve as
cepas mais conhecidas que produzem os vinhos encontrados no Brasil.

Alvarinho (ou Albariño, na Espanha)

Responsável pela produção na região do Minho, em Portugal, do vinho verde, que tem este nome pois deve
ser tomado ainda jovem, isto é "verde". É uma uva que confere boa acidez, aroma e certa efervescência ao
vinho.

Países: Portugal (vinho verde), Espanha

Chardonnay

Uva branca fácil de cultivar e vinificar. Está espalhada em todo o mundo. É usada na produção de clássicos de
alta qualidade e reputação na Borgonha, como Chablis, Montrachet e Poully-Fussé, além de ser um
importante ingrediente do campanhe. Por não ser uma uva aromática, a passagem pelo barril de carvalho lhe
confere maior complexidade em algumas regiões, principalmente do Novo Mundo, onde mostra um toque
amanteigado e tostado.

Países: França (Borgonha), Estados Unidos (Califórnia), Austrália, Nova Zelândia, Chile, África do Sul,
Argentina, Brasil

Chenin Blanc (steen)

Variedade do Loire central, na França, de aroma floral, dá vinhos secos ou doces - neste caso, quando são
atacadas pela podridão nobre, que lhes confere maior teor de açúcar.

Países: França (Loire), EUA, África do Sul (conhecida como steen), Austrália e Nova Zelândia.

Clairette (clairette blanc)

Uva branca cultivada no sul da França. É uma das variedades autorizadas no vinho tinto Châteauneuf-du-pape
e brancos Côtes-du-Rhone. Na Austrália é conhecida como blanquette.

Países: França e Austrália


Furmint

Os renomados grandes vinhos doces Tokay, da Hungria, são feitos desta variedade. Sua fina casca facilita a
ação do fungo Botrytis cinerea, que aumenta o teor de açúcar à uva.

Países: Hungria, Eslováquia, Croácia e Romênia

Gewürztraminer

Em alemão significa "especiarias". Produz vinhos brancos ricos, de cor amarelo-ouro e aroma intenso (rosas,
canela e gengibre). Encontrou seu melhor solo na região francesa da Alsácia, mas também é encontrada na
Alemanha e outras regiões de clima frio.

Países: França (Alsácia), Alemanha, Itália, Chile, África do Sul, Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia.

Malvasia

Das mais antigas uvas brancas que se conhece (cerca de 2.000 anos). Apesar de produzir vinhos secos no sul
da Itália, se notabilizou pelo vinho fortificado que produz em Portugal (Madeira)

Países: Portugal, Itália e Espanha.

Muscadelle

Típica variedade de Bordeaux, na França, usada principalmente para vinhos doces produzidos em Barsac e
Sauternes. Como é muito aromático, é usado em pequenas quantidades quando misturados a vinhos doces
baseados das uvas sémillon e sauvignon blanc.

País: França

Muscat (Moscato e Moscatel)

Plantada no mundo todo é própria de vinhos doces perfumados. É a única uva vinífera que preserva os
aromas de uva no vinho e talvez uma das espécies mais antigas ainda cultivadas. Usada para vinhos secos na
Alsásia e para espumantes do tipo Asti Espumante e Moscato Bianco.

Países: França (Alasácia), Portugal, Espanha e Itália

Palomino

Principal uva do vinho fortificado do Sul da Espanha, xerez.

Países: Espanha, Estados Unidos e Austrália

Pedro Ximenez
Outra variedade do sul da Espanha utilizada nos vinhos fortificados xerez, como o Olorosso.

País: Espanha

Pinot Blanc (pinot bianco)

Esta uva dá vinhos leves, secos, frutados, para beber jovem, principalmente aqueles produzidos na Itália.
Original da Borgonha, na França sua base é a Alsácia.

Países: França (Alsácia), Itália, Áustria e EUA

Pinot Gris (tokay d'Alsace, pinot grigio)

Da família pinot noir, resulta em vinhos brancos leves, jovens e secos na Itália e mais ricos e perfumados, na
região francesa da Alsácia.

Países: França (Alsácia), Itália, Alemanha, Hungria e Nova Zelândia

Prosecco

Encontrada na região de Vêneto, na Itália, é responsável pela produção de espumantes frescos, frutados, com
pouco acidez e paladar. Não se trata, portanto, de uma região, como muita gente pensa, mas de uma uva,
usada por este espumante que se difundiu por todo o mundo.

Países: Itália, Brasil

Riesling

Junto com a Chardonnay é considerada a melhor uva branca do mundo. Produz vinhos com acidez elevada e
teor alcoólico baixo (8ºC). Os melhores riesling são encontrados na Alemanha e produz vinhos de grande
qualidade que é metido pelo seu teor de açúcar. Aromas delicados e florais.

Países: Alemanha, Áustria, Austrália, Nova Zelândia, França (Alsácia) e EUA.

Sauvignon Blanc

Tem acidez aguda, fresco, aspectos minerais e bastante frutados no Novo Mundo. Mantém a limpidez pois
raramente fica impregnada de carvalho. Na França, alcança melhores resultados em rótulos da região do
Loire. É misturada com Sémillon em Bordeaux. Também é parte da composição dos vinhos doces de
Sauternes e Barsac. Na Nova Zelândia, encontrou o solo ideal para produção de vinhos que colocaram o país
no mapa do mundo do vinho.

Países: França (Loire, Bordeaux), Nova Zelândia, Chile, Áustria e África do Sul.
Sémillon

Tanto vinhos brancos secos de Bourdeaux como vinhos doces da região de Sauternes, na França, usam esta
variedade (como o Château D'Yquem, 4/5 de sémillon e 1/5 de sauvignon blanc). Varia sua característica de
acordo com a região que é cultivada: aromas cítricos e adocicado em Bordeaux e amanteigado e com grande
potencial de envelhecimento na Austrália

Países: França (Bordeaux), Austrália Nova Zelândia, África do Sul, EUA

Tocai (friulano)

Variedade branca cultivada na região italiana de Friuli-Veneza, que produz vinhos encorpados e elegantes.
Não há qualquer relação da uva Tocai com os renomados vinhos húngaros doces Tokay (produzidos com a
cepa furmint. Ver verbete acima).

País: Itália

Trebbiano

Produz vinhos brancos mais comuns e sem personalidade na Itália. É plantada extensivamente em todo o
país. Usada no corte com outras uvas para a composição de vinhos. Com o nome de ugni blanc e saint-
émilion é muito usada na produção de conhaque e armagnac, na França.

Países: Itália, França, África do Sul e Austrália

Viognier

Uva que produz vinhos brancos secos e com toques florais, bastante perfumado. De origem francesa, vem
sendo redescoberta nos últimos anos. Produz vinhos muito ricos e refrescantes, para serem bebidos jovens.

Países: França, Austrália, África do Sul e Argentina

UVA
A parreira, planta que produz a uva, é cultivada desde as épocas mais remotas. Na Antiguidade, seu cultivo foi
tão importante na Ásia Menor e na Grécia, que originou o mito de um deus específico: Dioniso. A fruta
compõem-se de vários bagos, que variam de tamanho segundo a espécie.

Cada bago tem uma camada fina que envolve a polpa e as sementes. A cor também varia conforme o tipo.

Com baixo teor calórico, as uvas são muito apreciadas por seu sabor doce e suculento. Tem alto teor de
pectina e é uma boa fonte de minerais, tais como ferro e potássio.

As uvas pretas utilizadas na produção de vinho e suco de uva concentrado, contem grandes
quantidades de bioflavonóides, que são substâncias muito estudadas atualmente, por seu papel no
controle de colesterol.

Valores Nutricionais

Porção 100 g

Kcal 71

Carboidrato 17,8

Proteína 0,66

Gordura 0,58

Fibras 0,60

Colesterol 0
Valor nutritivo

A composição da uva muda conforme a variedade. No entanto, geralmente a uva contém bastante açúcar,
pequenas quantidades de vitaminas do Complexo b, vitamina C, sais minerais, como ferro, cálcio e potássio.

A uva tem propriedades laxativas e diuréticas, estimula as funções do fígado e acelera o ritmo das contrações
cardíacas.

Destaque Nutricional: rico depósito de composto antioxidante e anticancerígeno. O óleo da uva aumenta o
bom colesterol ( HDL ).

UVA

Referências Nutricionais e Dietéticas

A alta qualidade da uva brasileira.

A composição nutricional da uva brasileira varia bastante, mas geralmente contém açúcar, minerais e
vitaminas importantes.
É indicada para crianças e adolescentes, cujas necessidades energéticas são elevadas. E ainda, para
esportistas que têm uma atividade muscular importante.

As deliciosas uvas brasileiras são alimentícias, devido ao alto aporte de potássio e à presença de fibras
dietéticas, que auxiliam no trato intestinal.

A ação vitamínica da uva beneficia o sistema nervoso e muscular e protege os vasos sanguíneos, sendo uma
fonte de vitamina C representativa.

Além disso, como não contêm sódio, as uvas podem auxiliar na redução do risco de hipertensão.

Valor Nutritivo de 100 gramas de

ITALIA

Valor por
100
Unidade gramas de
Nutriente
s porção
comestível
(*)

Macro Componentes

Água g 81,3

Energia kcal 67

Energia kj 280

Proteína g 0,63

Lipídeos (total) g 0,35

Carboidratos por
g 17,15
diferença

Fibra dietética (total) g 1

Cinzas g 0,57

Minerais

Cálcio, Ca mg 14

Ferro, Fe mg 0,29

Magnésio, Mg mg 5

Fósforo, P mg 10
Potássio, K mg 191

Sódio, Na mg 2

Zinco, Zn mg 0,04

Cobre, Cu mg 0,04

Manganês, Mn mg 0,71

Selênio, Se mcg 0,2

Vitaminas

Vitamina C, Ácido Ascór


mg 4
bico

Tiamina (B-1) mg 0,09

Riboflavina (B-2) mg 0,05

Niacina mg 0,3

Ácido Pantotênico (B-5) mg 0,02

Vitamina B-6 mg 0,11

Folato (B-9) mcg 3,9

Vitamina (B-12) mcg 0

Vitamina A, IU IU 100

Vitamina A, RE mcg_RE 10

Vitamina E mg_ATE 0,34

USDA Nutrient Database for Standard Reference, Release 13


(November 1999)

Valor Nutritivo de 100 gramas de

FasT ROotDamages
THOMPSON SEEDLESS

Nutriente Unidade Valor por


s 100 gramas
de
porção
comestível(
*)

Macro Componentes

Água g 81,3

Energia kcal 67

Energia kj 280

Proteína g 0,63

Lipídeos (total) g 0,35

Carboidratos por
g 17,15
diferença

Fibra dietética (total) g 1

Cinzas g 0,57

Minerais

Cálcio, Ca mg 14

Ferro, Fe mg 0,29

Magnésio, Mg mg 5

Fósforo, P mg 10

Potássio, K mg 191

Sódio, Na mg 2

Zinco, Zn mg 0,04

Cobre, Cu mg 0,04

Manganês, Mn mg 0,71

Selênio, Se mcg 0,2

Vitaminas

Vitamina C, Ácido Ascórbi


mg 4
co

Tiamina (B-1) mg 0,09


Riboflavina (B-2) mg 0,05

Niacina mg 0,3

Ácido Pantotênico (B-5) mg 0,02

Vitamina B-6 mg 0,11

Folato (B-9) mcg 3,9

Vitamina (B-12) mcg 0

Vitamina A, IU IU 100

Vitamina A, RE mcg_RE 10

mg_AT
Vitamina E 0,34
E

USDA Nutrient Database for Standard Reference, Release 13


(November 1999)

Valor Nutritivo de 100 gramas de

FasT ROotDamages
RED GLOBE

Valor por
100 gramas
Unidade de
Nutriente
s porção
comestível(
*)

Macro Componentes

Água g 81,3

Energia kcal 67

Energia kj 280

Proteína g 0,63

Lipídeos (total) g 0,35

Carboidratos por
g 17,15
diferença
Fibra dietética (total) g 1

Cinzas g 0,57

Minerais

Cálcio, Ca mg 14

Ferro, Fe mg 0,29

Magnésio, Mg mg 5

Fósforo, P mg 10

Potássio, K mg 191

Sódio, Na mg 2

Zinco, Zn mg 0,04

Cobre, Cu mg 0,04

Manganês, Mn mg 0,71

Selênio, Se mcg 0,2

Vitaminas

Vitamina C, Ácido Ascórbi


mg 4
co

Tiamina (B-1) mg 0,09

Riboflavina (B-2) mg 0,05

Niacina mg 0,3

Ácido Pantotênico (B-5) mg 0,02

Vitamina B-6 mg 0,11

Folato (B-9) mcg 3,9

Vitamina (B-12) mcg 0

Vitamina A, IU IU 100

Vitamina A, RE mcg_RE 10

mg_AT
Vitamina E 0,34
E
USDA Nutrient Database for Standard Reference, Release 13
(November 1999)

Valor Nutritivo de 100 gramas de

FasT ROotDamages
FESTIVAL

Valor por
100 gramas
Unidade de
Nutriente
s porção
comestível(
*)

Macro Componentes

Água g 81,3

Energia kcal 67

Energia kj 280

Proteína g 0,63

Lipídeos (total) g 0,35

Carboidratos por
g 17,15
diferença

Fibra dietética (total) g 1

Cinzas g 0,57

Minerais

Cálcio, Ca mg 14

Ferro, Fe mg 0,29

Magnésio, Mg mg 5

Fósforo, P mg 10

Potássio, K mg 191

Sódio, Na mg 2
Zinco, Zn mg 0,04

Cobre, Cu mg 0,04

Manganês, Mn mg 0,71

Selênio, Se mcg 0,2

Vitaminas

Vitamina C, Ácido Ascórbi


mg 4
co

Tiamina (B-1) mg 0,09

Riboflavina (B-2) mg 0,05

Niacina mg 0,3

Ácido Pantotênico (B-5) mg 0,02

Vitamina B-6 mg 0,11

Folato (B-9) mcg 3,9

Vitamina (B-12) mcg 0

Vitamina A, IU IU 100

Vitamina A, RE mcg_RE 10

mg_AT
Vitamina E 0,34
E

USDA Nutrient Database for Standard Reference, Release 13


(November 1999)

UVA
A parreira, planta que produz a uva, é cultivada desde as épocas mais remotas. Na Antiguidade, seu cultivo foi
tão importante na Ásia Menor e na Grécia, que originou o mito de um deus específico: Dioniso. A fruta
compõem-se de vários bagos, que variam de tamanho segundo a espécie.

Cada bago tem uma camada fina que envolve a polpa e as sementes. A cor também varia conforme o tipo.

Com baixo teor calórico, as uvas são muito apreciadas por seu sabor doce e suculento. Tem alto teor de
pectina e é uma boa fonte de minerais, tais como ferro e potássio.

As uvas pretas utilizadas na produção de vinho e suco de uva concentrado, contem grandes quantidades de
bioflavonóides, que são substâncias muito estudadas atualmente, por seu papel no controle de colesterol.

Valor nutritivo

A composição da uva muda conforme a variedade. No entanto, geralmente a uva contém bastante açúcar,
pequenas quantidades de vitaminas do Complexo b, vitamina C, sais minerais, como ferro, cálcio e potássio.

A uva tem propriedades laxativas e diuréticas, estimula as funções do fígado e acelera o ritmo das contrações
cardíacas.

Destaque Nutricional

Rico depósito de composto antioxidante e anticancerígeno.

O óleo da uva aumenta o bom colesterol ( HDL ).

Valores Nutricionais

Porção 100 g

Kcal 78

HC 14.9

PTN 1.4

LIP 1.4

Colesterol 0
Fibras 0

UVA

Acredita-se que as uvas originaram-se na Ásia, tendo sido introduzidas na Península Itálica e na Europa pelos
povos gregos. Foram os romanos, por sua vez, que transformaram a viticultura em um comércio lucrativo.

As uvas de então, ainda por vários séculos depois disso, destinavam-se, basicamente, à produção de vinho.

No Brasil, as uvas chegaram junto com os primeiros colonizadores portugueses. Os grandes produtores de
uva estão nos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo (especialmente nos
municípios de São Miguel Arcanjo, Vinhedo, Porto Feliz, Pilar do Sul, Jales).

De formato arredondado ou elipsóide, podendo ser branco, verde, amarelo, rosado, vermelho ou azulado de
acordo com a variedade.

As uvas para consumo in natura, praticamente são produzidas durante o ano todo.

Preferem climas secos e adapta-se a diversos tipos de solos, com exceção dos úmidos e mal drenados,
porém devem ser ricos em matéria orgânica. O solo tem grande influência sobre a qualidade da uva e do
vinho.

A maior parte da produção das videiras permanece destinada à industrialização do vinho: calcula-se que cerca
de 80% do total produzido anualmente é transformado em vinhos ou em outros tipos de bebidas alcóolicas,
tais como brandy, cognac, armagnac, jerez, etc., cerca de 5% destina-se ao processamento de sucos; outros
5% viram uvas passas; e 10% é consumido in natura ou como sobremesa.
Valor Calórico

100 gramas de uva fornecem 68 calorias.

Curiosidade

Antes de comermos as uvas, devemos lavá-las em água e vinagre (ou limão) para retirar os possíveis
agrotóxicos nelas colocados.

Variedades

 Rubi
 Itália

 Niagara

 Benitaka

 Red Globe

UVA

A uva é o fruto da videira (Vitis sp.), uma planta da família das Vitaceae. É utilizada frequentemente para
produzir sumo, doce (geléia), vinho e passas, podendo também ser consumida crua.

Entre as espécies de videiras podemos referir:


Vitis vinifera, o tipo de videria mais frequente na produção do vinho, na Europa

Vitis labrusca, espécie norte-americana, utilizada na produção de sumo, uva de mesa e, algumas vezes,
vinho

Vitis riparia, tipo de videira bravio norte-americano, usado, às vezes, para produzir vinho

Vitis rotundifolia, uva muscadínea, usada para doces e, por vezes, vinho

Vitis aestivalis, em que a variedade Norton é usada para fabricar vinho

Videira

A videira, vinha ou parreira é uma trepadeira da família das vitáceas, com tronco retorcido, ramos flexíveis,
folhas grandes e repartidas em cinco lóbulos pontiagudos, flores esverdeadas em ramos, e cujo fruto é a uva.
Originária da Ásia, a videira é cultivada em todas as regiões de clima temperado.

A videira produz as uvas, fruto de cujo o suco se produz o vinho.

O cultivo da videira para a produção de vinho é uma das atividades mais antigas da civilização.

Evidências indicam o cultivo da videira para a produção de vinho na região do Egito e da Ásia Menor durante o
período neolítico, ao mesmo tempo em que a humanidade, instalada em colônias permanentes, começou a
cultivar alimentos e criar gado, além de produzir cerâmica.

História

Originária do árido Cáucaso, na Ásia, a uva é uma das frutas mais antigas utilizadas na alimentação humana e
a sua produção se espalha por todo o mundo. Sua origem vem de 6.000 AC.

Brasil

No Brasil o cultivo da videira começou em 1535, na Capitania de São Vicente trazida pelos portugueses.

A imigração italiana em São Paulo e no Rio Grande do Sul no final do século XIX deu um grande impulso à
cultura. O consumidor pode saborear uva o ano todo. Uma pesquisa sobre os hábitos de compra do
consumidor de uva feita pela equipe do CQH da CEAGESP mostrou que os consumidores procuram a uva
nas gôndolas e que a doçura da baga é a característica determinante da compra.

A falta de confiabilidade da uva é o principal gargalo do produto.

São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Pernambuco e Bahia são grandes produtores. As
melhores épocas de produção variam com as características climáticas de cada região.

No Entreposto Terminal de São Paulo da CEAGESP predominam as uvas originárias do estado de São Paulo
das regiões de Botucatu, Campinas, Itapetininga e Sorocaba, no período de novembro a março, e de Dracena
e Jales de julho a novembro. O Estado do Paraná é o maior fornecedor nacional de julho a novembro, uma
janela de mercado onde entram poucos fornecedores. O Nordeste do Brasil concentra a sua oferta de agosto
a dezembro.
A uva é uma das frutas mais exportadas e também uma das mais importadas pelo Brasil. Uvas chilenas,
americanas, argentinas tem no Brasil um mercado cada vez maior. A Câmara Setorial de Frutas, órgão da
Secretaria da Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo apresenta as normas de Classificação da
Uva (Vitis vinifera L.).

A adoção dessas normas trará confiabilidade à comercialização, conferindo competitividade à uva,


beneficiando toda a cadeia de produção.

Lista de variedades de uva

Além da classificação científica, as uvas são classificadas quanto ao destino da produção, se de mesa
ou para vinicultura, recebendo nomes próprios:

 Uvas de mesa, para consumo in natura ou sucos


 Vitis vinifera, usadas na fabricação de vinhos

Cacho de uvas
Uvas Autumn Royal

Videira de uvas Concord


[Link] CASSIMO BUANAMADE 2010

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