Avaliação Contínua: Ciclo II 2024
Avaliação Contínua: Ciclo II 2024
LÍNGUA PORTUGUESA
9º ano do Ensino Fundamental
CADERNO
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Nome do(a) estudante
Data de Nascimento
do(a) estudante
A B C D A B C D A B C D A B C D
01 08 15 22
02 09 16 23
03 10 17 24
04 11 18 25
05 12 19 26
06 13 20
07 14 21
6357256532
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03) (P00073528) Nesse texto, no trecho “... que estava colocando...” (6º parágrafo), o termo destacado
substitui
A) alimentos.
B) imagens.
C) parafusos.
D) rolhas. BL01P09
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Presentes na maioria dos lares brasileiros, os animais de estimação são excelentes companhias
que podem trazer benefícios dos mais variados. Conviver com um animal é uma excelente
oportunidade de viver mais e melhor. [...]
A companhia dos animais de estimação
Ter um pet em casa é um ato de amor que beneficia não apenas os bichinhos, mas também
os seres humanos. Segundo uma pesquisa realizada pela Edellman Intelligence em parceria
com a Mars Petcare e a HABRI, 80% das pessoas se sentem menos sozinhas quando estão
acompanhadas de algum animal de estimação em casa.
Além de fazer companhia, cães e gatos também ajudam a lidar com problemas [...]. E não para
por aí. Confira abaixo algumas das vantagens e benefícios de ter um pet em casa:
1 – Faz bem para a saúde
Cientistas buscam entender a relação entre a convivência com animais e os efeitos disso
para a saúde não é de hoje. Em 1991, uma pesquisa de autoria do americano James Serpell
mostrou que os participantes que tinham cães e gatos apresentaram melhora na saúde geral, em
comparação com aqueles que não tinham animais de estimação.
2 – É uma excelente companhia para os maduros
Pessoas idosas que convivem com cachorros superam melhor a solidão. É o que sugere uma
pesquisa publicada na revista científica Journal of Gerontology: Medical Sciences. A adoção de
um cão ou um gato, é inclusive, frequentemente recomendada por médicos para afastar a [...]
ansiedade. [...]
Se você ainda não tem algum animalzinho de estimação em casa, agora já tem bons motivos
para adquirir um. Prepare‑se para viver dias mais animados, alegres e saudáveis ao desfrutar da
presença de um companheiro de quatro patas.
POR QUE conviver com animais faz bem à saúde? Disponível em: [Link] Acesso em: 25 jun. 2024. Fragmento.
(P00073525_SUP)
05) (P00073525) No trecho “... 80% das pessoas se sentem menos sozinhas quando estão acompanhadas de
algum animal...”, qual estratégia argumentativa foi utilizada para justificar a convivência com os animais?
A) Acontecimentos históricos.
B) Argumento de autoridade.
C) Dados estatísticos.
D) Enumeração de consequências.
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Pets melhoram a vida dos tutores? Saiba o que a ciência diz sobre a relação entre
pessoas e animais domésticos
06) (P00073530) Nesse texto, um argumento que contradiz a ideia de que ter um animal apresenta melhoras
para a saúde das pessoas encontra‑se no trecho:
A) “... um cachorro tem potencial para ser um elo entre integrantes de uma família.”. (1º parágrafo)
B) “Parte conclui que há benefícios ao ser humano nessa relação.”. (2º parágrafo)
C) “... estudos do gênero associam a convivência ao aumento do bem‑estar,...”. (5º parágrafo)
D) “A docente pondera, porém, que há estudos que não encontraram benefícios na relação com animais.”.
(7º parágrafo)
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Pets ‑ A Vida Secreta dos Bichos, animação que já figura entre as maiores bilheterias de 2016. [...]
Pets não tem a mesma qualidade técnica e narrativa dos títulos lançados esse ano pela Disney
(Zootopia) e Pixar (Procurando Dory), por exemplo, mas esse não é o objetivo. Desde a primeira
aparição do cachorrinho Max, fica claro que o longa de Yarrow Cheney e Chris Renaud quer é
apelar para o coração dos pais e a risada fácil das crianças.
Momentos fofos e de humor físico acompanham uma trama simples, claramente inspirada em
Toy Story. Longe dos humanos, os animais têm vidas sociais complexas e quando o gigantesco
Duque surge para disputar território com Max, a confusão os leva para longe de casa. [...].
As crianças devem adorar cada minuto [...]. Já o adulto, menos suscetível aos encantos de
gatos, cachorros e outros animais, pode ficar facilmente entediado. As piadas e o visual são
comuns e qualquer diferencial trazido pelas vozes de nomes como Louis C.K. (Max), Eric
Stonestreet (Duque) e Kevin Hart (Bola de Neve), perdeu‑se na tradução brasileira. A dublagem
de Danton Mello (Max), Tatá Werneck (Gigi), Tiago Abravanel (Duque) e Luís Miranda (Bola de
Neve) é competente, mas em nenhum momento torna o filme algo especial.
O mérito de Pets ‑ A Vida Secreta dos Bichos está em ser exatamente aquilo que se propõe:
uma animação para entreter crianças. O critério de avaliação não pode passar dessa noção.
Existe uma mensagem básica de amor pelos animais, mas o foco está mesmo em provocar
risadas com as ações das suas figuras fofas. E, [...] já é possível esperar as continuações e,
quem sabe, até um derivado/prelúdio sobre o coelho [...].
BRIDI, Natália. Pets ‑ A Vida Secreta dos Bichos | Crítica. Omelete, 2016. Disponível em: [Link] Acesso
em: 4 jun. 2024. Fragmento. (P00073542_SUP)
08) (P00073543) Qual trecho desse texto apresenta a ideia defendida pelo autor?
A) “... Pets ‑ A Vida Secreta dos Bichos, animação que já figura entre as maiores bilheterias...”. (1º parágrafo)
B) “Momentos fofos e de humor físico acompanham uma trama simples, claramente inspirada em Toy
Story.”. (3º parágrafo)
C) “O mérito de Pets ‑ A Vida Secreta dos Bichos está em ser exatamente aquilo que se propõe: uma
animação para entreter crianças.”. (5º parágrafo)
D) “... o foco está mesmo em provocar risadas com as ações das suas figuras fofas.”. (5º parágrafo)
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“Pais de pet” tendem a gastar mais de R$ 200 por mês com bichos, diz levantamento
Apesar dos gastos, 95% dos participantes afirmaram que o animal de estimação traz felicidade
Um levantamento mostrou que 56% das pessoas que têm animais de estimação gastam mais
de R$ 200 por mês com os pets. Os donos de gatos, cerca de 37% do total, têm a ração como
principal despesa.
Os dados são de uma pesquisa feita [...] no final de março deste ano.
Foram entrevistadas 250 pessoas e 92% delas possuem bichos em casa. Mesmo com os custos
mensais, 95% dos participantes declararam que eles ajudam a reduzir o estresse e trazem felicidade.
Os que gastam mais de R$ 200 são 56%, enquanto os que desembolsam menos de R$ 50,
apenas 5%. Dos entrevistados, em sua maioria pessoas de 35 a 44 anos, 83% são donos de
cachorros e 37% de gatos.
Quando se fala sobre os cuidados com a saúde do pet, 45% responderam que fazem uma
consulta anual com o veterinário e 13% só quando é necessário fazer algum procedimento. O
convênio médico só é uma realidade para 16% dos “pais de pet”.
[...] Vale ressaltar, mais da metade dos entrevistados são da região Sudeste e maiores de
34 anos, o que pode interferir nos resultados.
As entrevistas foram feitas com 250 pessoas, sendo elas 9,6% do Norte; 10,5% do Nordeste;
12,3% do Centro‑Oeste; 53,4% do Sudeste; e 14,2% do Sul. Referente à faixa etária dos
participantes, 2,7% tinham entre 18 e 24 anos; 16,4%, entre 25 e 34; 28,3% entre 35 e 44; 32,9%,
entre 45 e 54; 17,8% entre 55 e 64 anos; e 1,8% tinham 65 anos ou mais.
A margem de erro considerada para esse levantamento é de 3% a 5%.
CHRIST, Giovana. “Pais de pet” tendem a gastar mais de R$ 200 por mês com bichos, diz levantamento. CNNBrasil, 2024. Disponível em:
[Link] Acesso em: 3 jun. 2024. Adaptado para fins didáticos. Fragmento. (P00073521_SUP)
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12) (P00073749) Nesse texto, no trecho “Contudo, essa interação cria uma dependência...” (4º parágrafo),
a palavra destacada foi usada para indicar
A) adição.
B) alternância.
C) explicação.
D) oposição.
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Há muito tempo o cão é considerado o melhor amigo do homem. Essa é uma avaliação que
geralmente se baseia no comportamento do cão: sua lealdade, amor e vontade de agradar. Donos
de animais de estimação, como Sharon Reid, de Grand Rapids, Michigan, Estados Unidos, dizem
ter experimentado essa devoção em primeira mão. [...]
Entre os benefícios para a saúde mais amplamente compreendidos e aceitos de ter animais de
estimação está o fato de que eles proporcionam melhores estratégias para lidar com o estresse,
podem promover maior empatia e compaixão, e que a companhia deles “pode proteger as pessoas
[...]”, cita Alan Beck, professor de ecologia animal e diretor do Center for the Human‑Animal Bond
na Purdue University, em Indiana, EUA. [...]
No entanto, a compreensão do grau em que os animais de estimação contribuem para [...] o
bem‑estar de seus donos é uma questão de debate entre os acadêmicos. Embora a maioria dos
especialistas concorde que certos benefícios estão bem estabelecidos, outros podem não estar
tão enraizados em evidências científicas como alguns acreditam.
Há também um amplo consenso sobre os benefícios [...] decorrentes da conexão frequente
com outro ser vivo.
“Ter um confidente que não faz julgamentos pode servir para amortecer os efeitos do estresse
nos resultados de saúde física e psicológica”, explica Nancy Gee, professora [...] e diretora do
Center for Human‑Animal Interaction da Virginia Commonwealth University, EUA.
Os animais também podem melhorar o desempenho acadêmico de seus donos. “Em dois
estudos separados (um com crianças de seis a oito anos de idade e outro com estudantes
universitários), a interação com um cão aumentou o funcionamento executivo, que é um conjunto
de processos que nos permite planejar e manter a tarefa”, destaca Gee. [...]
Apesar desses benefícios estabelecidos, há casos em que os benefícios de ter animais de
estimação são exagerados.
“As evidências científicas sobre os benefícios para a saúde de ter animais de estimação são,
em geral, mais variadas do que o público pensa”, pondera Megan Mueller, professora associada
de interação humano‑animal na Cummings School of Veterinary Medicine da Tufts University,
EUA.
Por exemplo, Hal Herzog, professor emérito de psicologia da Western Carolina University,
EUA, diz que não foi demonstrado [...] que as pessoas que têm animais de estimação se saem
melhor do que as que não têm, como alguns acreditavam, e que nenhuma pesquisa demonstrou
que “como grupo, os tutores de animais de estimação são mais felizes do que os não tutores”. [...]
“Para colher todos os benefícios de ter um animal de estimação, você deve passar tempo com
ele e participar ativamente de atividades que ambos gostem”, aconselha a especialista.
AUSTIN, Daryl. Os animais de estimação realmente deixam as pessoas mais felizes e saudáveis? National Geographic, 2023.
Disponível em: [Link] Acesso em: 4 jun. 2024. Fragmento. (P00073538_SUP)
13) (P00073538) Nesse texto, no trecho “... pondera Megan Mueller, professora associada...” (8º parágrafo),
a palavra destacada significa
A) aprecia.
B) contabiliza.
C) planeja.
D) reflete.
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Leia novamente o texto “Os animais de...” para responder às questões abaixo.
14) (P00073539) Nesse texto, um argumento que contradiz a ideia de que ter um animal de estimação traz
benefícios para a saúde encontra‑se no trecho:
A) “Essa é uma avaliação que geralmente se baseia no comportamento do cão: sua lealdade, amor e
vontade de agradar.”. (1º parágrafo)
B) “’Ter um confidente que não faz julgamentos pode servir para amortecer os efeitos do estresse nos
resultados de saúde física e psicológica...’”. (5º parágrafo)
C) “... nenhuma pesquisa demonstrou que ‘como grupo, os tutores de animais de estimação são mais
felizes do que os não tutores’.”. (9º parágrafo)
D) “‘...você deve passar tempo com ele e participar ativamente de atividades que ambos gostem’”.
(10º parágrafo)
15) (P00073540) Nesse texto, qual é o trecho que apresenta a opinião de um especialista?
A) “Donos de animais de estimação, como Sharon Reid, de Grand Rapids, Michigan, Estados Unidos,
dizem ter experimentado essa devoção em primeira mão.”. (1º parágrafo)
B) “Embora a maioria dos especialistas concorde que certos benefícios estão bem estabelecidos, outros
podem não estar tão enraizados...”. (3º parágrafo)
C) “Há também um amplo consenso sobre os benefícios [...] decorrentes da conexão frequente com outro
ser vivo.”. (4º parágrafo)
D) “‘As evidências científicas sobre os benefícios para a saúde de ter animais de estimação são, em geral,
mais variadas do que o público pensa’, pondera Megan Mueller, professora...”. (8º parágrafo)
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Netinho apaixonado pelo avô pede para ajudar na jardinagem e vídeo derrete corações
Pedro tem apenas 2 anos e oito meses, mas já é um netinho super prestativo e apaixonado
pelo avô. Ele foi gravado pedindo para ajudar o vovô logo cedo, ainda de pijama, durante a
jardinagem, e a fofura dele derreteu a internet.
Nas imagens gravadas pela mamãe Josiane Knop, é possível ver Pedro Vicenzo na varanda
de casa observando o vovô, seu Rogério, trabalhar no jardim. Como também é apaixonado por
plantas, Pedro não se contenta em apenas olhar, ele queria contribuir: “Bom dia vovô, pode te
ajudar?”, gritou o garotinho.
E é claro que o vovô permite, mas primeiro pede ao netinho que passe repelente. “Mamãe,
pode passar repelente para eu ajudar o vovô?”, perguntou Pedrinho. Com o sim da mamãe e do
vovô, ele fica superanimado e sai até dançando! [...]
Ninguém resistiria a um pedido dessa fofura, não é? Assim que acorda, Pedro vai direto na
varanda procurar o vovô, dando‑lhe um alto bom‑dia! [...].
Depois que passou repelente, Pedro voltou até a mesma varanda inicial. Dessa vez, ele pediu
para o vovô que o esperasse, pois estava quase pronto. [...]
E depois de tanto se arrumar, Pedrinho começa a ajudar seu Rogério no jardim.
Em outro vídeo compartilhado pela mãe, o garoto já está com a mão na massa.
Ao lado de Rogério, o netinho ajuda o vovô a podar as plantas. Ele ainda carrega as plantas
que foram podadas e carrega o carrinho de mão. [...]
Esse amor entre neto e avô vai além da educação. E certamente é um sentimento que o
Pedrinho vai levar para as gerações futuras dele.
GUERRA, Vitor. Netinho apaixonado pelo avô pede para ajudar na jardinagem e vídeo derrete corações. SóNotíciaBoa, 24 jun. 2024.
Disponível em: [Link] Acesso em: 25 jun. 2024. Adaptado para fins didáticos. Fragmento. (P00074350_SUP)
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Os Esportes de Alegria
Era uma vez, em uma pequena cidade chamada Alegria, um grupo de crianças muito
animadas e cheias de energia. Elas adoravam brincar ao ar livre e se divertir juntas, mas ainda
não conheciam a importância dos esportes em suas vidas.
Um dia, um professor chamado Pedro chegou à cidade. Ele era um ex‑atleta e sabia o quão
importante os esportes eram para o desenvolvimento das crianças. Ele decidiu compartilhar seu
conhecimento e paixão pelos esportes com as crianças de Alegria.
Pedro organizou uma reunião no parque da cidade, onde falou sobre os benefícios dos esportes.
Ele explicou que os esportes ajudavam as crianças a se manterem saudáveis, a desenvolverem
habilidades motoras, a aprenderem a trabalhar em equipe e a adquirirem disciplina e determinação.
As crianças ficaram muito empolgadas com a ideia de praticar esportes e logo se inscreveram
em diferentes atividades esportivas. Alguns se juntaram a times de futebol, outros se envolveram
em corridas e alguns começaram a praticar natação.
À medida que as crianças começaram a praticar esportes regularmente, elas perceberam uma
mudança em suas vidas. Elas se tornaram mais fortes e saudáveis, ganharam mais confiança em
si mesmas e fizeram novos amigos.
Além disso, elas aprenderam a importância do trabalho em equipe. Quando jogavam futebol,
por exemplo, elas descobriram que precisavam se comunicar e cooperar para alcançar a vitória.
Isso ajudou a fortalecer seus laços e ensinou‑lhes o valor da amizade e da solidariedade. [...]
OS ESPORTES da Alegria. Contos para dormir, 2013. Disponível em: [Link]
Acesso em: 25 jun. 2024. Fragmento. (P00074359_SUP)
18) (P00074360) Nesse texto, no trecho “... mas ainda não conheciam a importância dos esportes...”
(1º parágrafo), a palavra em destaque estabelece uma relação de
A) adição.
B) conclusão.
C) explicação.
D) oposição.
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As minhocas não têm corações verdadeiros, e sim vasos sanguíneos que ajudam na circulação
do sangue e que são chamados de corações. Elas possuem um grande vaso nas costas e outro
na barriga. Eles são ligados por outros vasos menores. O número de vasos menores varia de
acordo com a espécie de minhoca. Existem mais de 3 mil espécies desse bicho.
POR QUE as minhocas têm dois corações? Recreio, São Paulo, n. 1128, p.4, jun. 2024. Disponível em:
[Link] Acesso em: 26 jun. 2024. (P00074363_SUP)
Que tal uma receitinha de Sorvete com 3 ingredientes diferente para hoje? Eu aposto que vai
fazer um sucesso aí na sua casa. Então confira o modo de preparo e me diz o que achou.
INGREDIENTES:
PARA A BASE:
• 2 latas de leite condensado
• 600ml de creme de leite fresco bem gelado
• 2 colheres de chá de essência de baunilha
Não é pela meia perdida que eu fico triste; é a vida que, tão rápido, vai ficando para
trás, percebem?
Ao desfazer a mala percebi, chateado, que um dos pés da meia verde tinha ficado lá na praia.
Àquela hora, devia estar caído atrás do armário da pousada, quem sabe até já não tivesse virado
pano de chão, saquinho de parafuso, flanela para encerar móveis? Se fosse um casaco, uma
calça, uma gravata, ainda haveria chances de ir parar num Achados e Perdidos, numa gaveta da
recepção, mas um pé de meia? Quem se dá ao trabalho de ligar [...]? No entanto, como já disse,
fiquei chateado.
Aquelas meias haviam sido compradas na primeira viagem que fiz com a minha mulher, poucos
meses depois de começarmos a namorar. Uma viagem em que cruzamos os Estados Unidos de
carro, sem rumo, parando de cidade em cidade [...].
Foi lá pelo meio da viagem, quando eu estava aflito, espremido entre caminhões mastodônticos
[...] que comprei as tais meias, numa cidadezinha em Nevada. Eram grossas, confortáveis, meias
de domingo [...]. Apesar de estrangeiras, emanava1 delas o inconfundível aroma do lar. [...]
Teve uma tarde, já no fim da viagem, em que subimos um platô2 em Monument Valley, no
Arizona. Um cenário de faroeste, [...] e, embora ‒ ou talvez exatamente porque ‒ escalar um platô
no meio do deserto fosse a caricatura do que me desagradava no pacote aventura, [...] consegui
relaxar e aproveitar. Ao chegar lá no alto, suados, tiramos os sapatos, ficamos em silêncio, um
encostado no outro, admirando a paisagem [...].
Anos depois, mesmo tendo lavado dezenas de vezes as meias verdes, uma manchinha da
terra vermelha de Monument Valley resistia, impregnada às suas fibras. Sempre que abria a
gaveta e as via, me voltava à memória aquele momento da viagem, o momento em que entendi
que o namoro, apesar de nossas diferenças [...] iria dar certo. E deu.
Agora, um pé de meia tá lá na Barra do Sahy, passando óleo de peroba na mesa do café da
manhã, o outro irá inexoravelmente3 pro lixinho do banheiro. Fazer o quê? Veja, não é pela meia
que eu fico triste, não. É a vida que, num detalhezinho aqui, noutro ali, tão rápido, vai ficando para
trás, percebem?
*Vocabulário:
1
emanava: vinha.
2
platô: o mesmo que planalto, grande extensão de terreno elevado e plano.
3
inexoravelmente: inevitavelmente.
PRATA, Antônio. Não é pela meia perdida que eu fico triste; é a vida que, tão rápido, vai ficando para trás, percebem? In: Perca tempo – O
Blog do Murilo. Disponível em: [Link] Acesso em: 26 jun. 2024. Fragmento. (P00073756_SUP)
23) (P00073758) Nesse texto, no trecho “... o outro irá inexoravelmente pro lixinho do banheiro.” (6º parágrafo),
o termo destacado refere‑se ao
A) armário da pousada.
B) óleo de peroba.
C) pano de chão.
D) pé de meia.
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A renascença da Disney Animation começou com uma sereia. Em 1989, Ron Clements e John
Musker levaram o estúdio, que passava por uma baixa criativa e financeira, para uma nova era de
clássicos com a adaptação do conto de fadas de Hans Christian Andersen. Seguiram‑se sucessos
como A Bela e a Fera (1991), Aladdin (1992, também comandado pela dupla) e O Rei Leão (1994).
O segredo de Walt Disney ‒ histórias emocionais e intrigantes nascidas de mentes criativas ‒ era
revelado para uma nova geração.
Moana: Um Mar de Aventuras, [...] faz parte de outro renascimento, do estúdio e dos seus
diretores. [...] Frozen: Uma Aventura Congelante (2013) foi o ponto de virada, e Moana, assim
como Zootopia, comprovam um novo período memorável. Ao mesmo tempo, os animadores
veteranos dão uma lição de longevidade, com disposição para reinventar a si mesmos [...].
Apesar de sempre terem se mostrado abertos a novas tecnologias, misturando efeitos em
computação gráfica com animação [...], a dupla precisou “voltar para escola” com Moana, seu
primeiro trabalho completamente em CGI1. Era necessário entender uma nova forma de se fazer
animação, mais complexa e fragmentada. Das pedras do cenário à textura dos grãos de areia,
tudo era aprovado pelos diretores, que nunca viam todas as peças no mesmo lugar.
O resultado é uma animação de riqueza técnica, em que é possível sentir a água do mar e os
cabelos ao vento, ficando no limite entre o realismo e a fantasia, oriundo do avanço tecnológico.
Porém, a grande contribuição de Clements e Musker não é estética, mas sentimental. Como nos
trabalhos anteriores da dupla, Moana conta com personagens relacionáveis, em busca do seu
lugar no mundo, da princesa polinésia que desafia os pais para salvar seu povo [...].
*Vocabulário:
1
CGI: sigla para imagens geradas por computador.
BRIDI, Natália. Críticas. Omelete, 4 jan. 2017. Disponível em: [Link] Acesso em: 26 jun. 2024. Fragmento.
(P00073750_SUP)
25) (P00073751) Nesse texto, no trecho “... que nunca viam todas as peças no mesmo lugar.” (3º parágrafo),
a palavra destacada refere‑se
A) aos diretores.
B) aos personagens.
C) às mentes criativas.
D) às novas tecnologias.
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