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Tipos de Estudos Epidemiológicos e Métodos

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📒

ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS

→ Descritivos
relatar algo que já aconteceu (cai pouco)

1. Relato de caso

2. Série de casos

→ Analíticos
provar relação de causa vs efeito

1. Investigados:

População: estudo AGREGADO

est. Ecológico = OBSERVACIONAL + TRANSVERSAL

est. Serie de casos = OBSERVACIONAL + LONGITUDINAL

est. Ensaio comunitário = ENSAIO + LONGITUDINAL

Grupo de indivíduos: estudos INDIVIDUADO

est. Inquérito = OBSERVACIONAL + TRANSVERSAL

est. Coorte = OBSERVACIONAL + LONGITUDINAL → prospectivo

est. Caso controle = OBSERVACIONAL + LONGITUDINAL →


retrospectivo

est. Ensaio clínico = ENSAIO + LONGITUDINAL

2. Investigador

Observação

Intervenção/Ensaio: Adm remédio ou vacina para participantes do


estudo

ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS 1
SEMPRE longitudinal = para analisar efeito

3. Tempo

Transversal: análise dos participantes 1 única vez (foto)

seccional

prevalência: não da pra diferenciar novo ou antigo por isso usa a


prevalência

Longitudinal: análise dos participantes ao longo do tempo (filme)

ESTUDOS OBSERVACIONAIS
DESCRITIVOS
Definição
Objetivo determinar a distribuição de doença ou condições relacionas a saude
segundo o tempo, lugar e ou características dos indivíduos

Identificar grupos de risco → Quando; onde e quem adoece?

Descrevem determinada situação → SÉRIE ou RELATO

Estudo para descrever a doença → Primeira fase pra depois partir para estudo
analítico

Fundamental para compreender a distribuição e os padrões de doença


LEVANTA HIPÓTESES APENAS = NÃO FALA COM CERTEZA

Descrevem indicadores de saude


NÃO FAZEM ASSOCIAÇÕES

RELATO DE CASO
Um individuo

SÉRIE DE CASOS
Grupo pequeno de indivíduos

VANTAGENS DESVANTAGENS

Nao mensura taxa de erro

ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS 2
VANTAGENS DESVANTAGENS

Viés de pesquisador

Falta de grupo controle

Fatores de confundimento

ANALÍTICOS
Aqueles delineados para examinar a existência de associa ação entre uma
exposição e uma doença ou condição relacionada a saude

SOMENTE AQUI PODEMOS COMPARAR CAUSA E DESFECHO = CAPAZ DE


FAZER ASSOCIAÇÕES

medidas de associação

Razão de prevalência

Razão de incidência

Oddis ratio

Risco relativo

Utiliza dados:

Primários: você coleta o dado

Secundários: dado que ja foi trabalhado e esta em base de dados


(DATASUS)

TRANSVERSAL

Só mede PREVALÊNCIA = quantas pessoas doentes naquele periodo de


tempo
Analisa o individuo (1º-3º)

Foto da realidade = comparando os momentos de vida do paciente


NÃO PERMITE ASSOCIAÇÃO = causa e efeito sao tirados ao mesmo tempo

VANTAGENS DESVANTAGENS

CASO-CONTROLE

ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS 3
Definição: divisão de casos expostos e não expostos a determinado fator

⚠️ Medida de associação = ODDIS RATIO (RAZÃO DE CHANCE)

APENAS + SEMPRE Retrospectivo = doente e nao doente → FATOR DE


EXPOSIÇÃO
Indivíduos com doença e sem doença → busca no passado presença ou
ausência do fator de exposição

Importante para DOENÇAS RARAS

VANTAGENS DESVANTAGENS

COORTE

Índice de incidência = a partir da exposição → vejo o desfecho

Melhor forma de avaliar historia natural da doença

⚠️ Medida de associação = RR (incidência em expostos / incidência


em nao expostos)

Capaz de fazer associação

Longitudinal = acompanhamento dos pacientes (expostos ou nao expostos)


no longo do tempo → observa quem desenvolve ou nao o desfecho

Parte do grupos com ou sem FATOR DE


EXPOSIÇÃO/RISCO e que ainda NÃO desenvolveu o
desfecho de interesse

Prospectivo

causa → efeito = demora muito e é muito caro (ELSA)

Retrospectivo

ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS 4
doentes ou não doentes no presente → fatores de exposições
passados = esse não mede a incidência = sai mais rápido e menor
custo

Expostos vs Nao expostos → analisar o desfecho → analisa muito


INCIDÊNCIA

COMEÇA COM EXPOSIÇÃO E BUSCA A DOENÇA

VANTAGENS DESVANTAGENS

ECOLÓGICO
Est AGREGADO + TRANSVERSAL

Grupos populacionais em regiões populacionais para comparação

Fatores de exposição

Pode usar dados secundários


Analisa população = nao avalia individuo

FALÁCIA ECOLÓGICA = quando pega algo pop e coloca no individuo

MEDIDAS DE ASSOCIAÇÃO
Probabilidade de ter a doença → PREVALÊNCIA

Quem adoeceu / população

Probabilidade / risco de desenvolver a doença →


INCIDÊNCIA

O que comparar?

Desfecho entre expostos vs não expostos

Exposição entre = doente vs não doente

PARA UTILIZAR EM ESTUDOS OBSERVACIONAIS ANALITICOS

ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS 5
‼️ < 1 : quem se expostos teve risco menor de adoecer = FATOR
PROTETOR
= 1 : nao houve associação entre fator e doença

>1 : quem foi exposto tem risco maior de adoecer = FATOR DE RISCO

Medidas de ocorrência
PREVALÊNCIA = não mede risco

Casos existentes da doença / população

Não que saber quando adoeceu


Estudos transversais e caso controle

→ Medidas de associação
Razão de prevalência (RP) → PREVALÊNCIA EXPOSTOS / PREVALÊNCIA NÃO
EXPOSTOS mas que adoeceram

EXPOSIÇÃO → DESFECHO

Tabagismo → CA pulmao

Nível socioeconômico → TBC

Uso de medicação (BZD) → Doença (ALZHEIMER) = efeito adverso

NÃO mede risco

ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS 6
Medida de risco absoluto
INCIDÊNCIA = casos novos de um de um desfecho entre indv expostos ao
risco que nao haviam apresentado a doença ate o inicio do seguimento

Casos novos / pop sob RISCO → doença pulmonar / trabalhadores em


carvoeira ; fator de proteção de vacina
Estudo de coorte

→ Medida de associação
Risco relativo (RR) → INCIDÊNCIA ACUMULADA (risco de adoecer depois de
determinada exposição)
Afirma que quanto MAIOR RR = MAIOR associação entre exposição e doença

Medida entre causa e desfecho / exposição e não exposição


RR: incidência em expostos / incidência em nao expostos

ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS 7
Razão de taxas (rate ratio) → densidade de incidência

Odds ratio
Probabilidade (frequência) = RAZÃO DE CHANCE
Regressão logística
Estudo caso-controle

Probabilidade de que um evento ocorra / probabilidade de que um evento nao


ocorra

ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS 8
ESTUDOS EXPERIMENTAIS
Intervenção das pessoas = estudo clinico

Experimentador interfere no processo


Interferência DIRETA sobre o objeto de estudo

ESTUDO CLINICO RANDOMIZADO


Estudos SEMPRE PROSPECTIVOS utilizados p/ comparar determinada
investigação com droga ou com placebo

Padrão ouro para testar eficácia de uma intervenção


Randomizado = grupos aleatório + homogêneo de caso e controle

Podem ser cross-over = todo pcte recebem os 2 tratamentos e os paciente


servem como seus próprios controles

ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS 9
Duplo cego = ninguém sabe quem recebe (nem pesquisador nem paciente)
→ melhor de todo

VANTAGENS DESVANTAGENS

Caro

Demorado

ENSAIOS COMUNITÁRIOS

ENSAIO CLINICO
ENSAIO + LONGITUDINAL

Possui interferência ética

Exposição → efeito

VANTAGENS DESVANTAGENS

Melhor p/ remedio e vacina Caro

Nível 1 de evidencia cientifica Longo

ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS 10

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