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DSpace

2 de Outubro de 2008
Conteúdo

I Sobre essa apostila 2

II Informações Básicas 4

III GNU Free Documentation License 9

IV DSpace 18

1 O que é o DSpace 19

2 Plano de ensino 20
2.1 Objetivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20
2.2 Público Alvo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20
2.3 Pré-requisitos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20
2.4 Descrição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20
2.5 Metodologia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20
2.6 Cronograma . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20
2.7 Programa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21
2.8 Avaliação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21
2.9 Bibliografia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22

3 Introdução 23
3.1 Introdução ao DSpace . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23
3.2 Breve Histórico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24

4 Organização do DSpace 26
4.1 Organização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26
4.2 Arquitetura do DSpace . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27

5 Instalação e Configuração 30
5.1 Instalação e configuração . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30

6 Comunidade e Algumas Dúvidas 36


6.1 Comunidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 36

1
Parte I

Sobre essa apostila

2
CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF

Conteúdo
O conteúdo dessa apostila é fruto da compilação de diversos materiais livres publicados na in-
ternet, disponíveis em diversos sites ou originalmente produzido no CDTC em [Link]

O formato original deste material bem como sua atualização está disponível dentro da licença
GNU Free Documentation License, cujo teor integral encontra-se aqui reproduzido na seção de
mesmo nome, tendo inclusive uma versão traduzida (não oficial).

A revisão e alteração vem sendo realizada pelo CDTC (suporte@[Link]), desde outubro
de 2006. Criticas e sugestões construtivas são bem-vindas a qualquer tempo.

Autores
A autoria deste conteúdo, atividades e avaliações é de responsabilidade de Júlio Cesar Júnior
(julio@[Link]) .

O texto original faz parte do projeto Centro de Difusão de Tecnolgia e Conhecimento, que vem
sendo realizado pelo ITI em conjunto com outros parceiros institucionais, atuando em conjunto
com as universidades federais brasileiras que tem produzido e utilizado Software Livre, apoiando
inclusive a comunidade Free Software junto a outras entidades no país.

Informações adicionais podem ser obtidas atréves do email ouvidoria@[Link], ou da


home page da entidade, através da URL [Link]

Garantias
O material contido nesta apostila é isento de garantias e o seu uso é de inteira responsabi-
lidade do usuário/leitor. Os autores, bem como o ITI e seus parceiros, não se responsabilizam
direta ou indiretamente por qualquer prejuízo oriundo da utilização do material aqui contido.

Licença
Copyright ©2006,Júlio Cesar Júnior (julio@[Link]) .

Permission is granted to copy, distribute and/or modify this document under the terms
of the GNU Free Documentation License, Version 1.1 or any later version published by
the Free Software Foundation; with the Invariant Chapter being SOBRE ESSA APOS-
TILA. A copy of the license is included in the section entitled GNU Free Documentation
License.

3
Parte II

Informações Básicas

4
CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF

Sobre o CDTC

Objetivo Geral

O Projeto CDTC visa a promoção e o desenvolvimento de ações que incentivem a dissemina-


ção de soluções que utilizem padrões abertos e não proprietários de tecnologia, em proveito do
desenvolvimento social, cultural, político, tecnológico e econômico da sociedade brasileira.

Objetivo Específico

Auxiliar o Governo Federal na implantação do plano nacional de software não-proprietário e


de código fonte aberto, identificando e mobilizando grupos de formadores de opinião dentre os
servidores públicos e agentes políticos da União Federal, estimulando e incentivando o mercado
nacional a adotar novos modelos de negócio da tecnologia da informação e de novos negócios
de comunicação com base em software não-proprietário e de código fonte aberto, oferecendo
treinamento específico para técnicos, profissionais de suporte e funcionários públicos usuários,
criando grupos de funcionários públicos que irão treinar outros funcionários públicos e atuar como
incentivadores e defensores de produtos de software não proprietários e código fonte aberto, ofe-
recendo conteúdo técnico on-line para serviços de suporte, ferramentas para desenvolvimento de
produtos de software não proprietários e de seu código fonte livre, articulando redes de terceiros
(dentro e fora do governo) fornecedoras de educação, pesquisa, desenvolvimento e teste de pro-
dutos de software livre.

Guia do aluno

Neste guia, você terá reunidas uma série de informações importantes para que você comece
seu curso. São elas:

• Licenças para cópia de material disponível

• Os 10 mandamentos do aluno de Educação a Distância

• Como participar dos fóruns e da wikipédia

• Primeiros passos

É muito importante que você entre em contato com TODAS estas informações, seguindo o
roteiro acima.

Licença

Copyright ©2006, Júlio Cesar Júnior (julio@[Link]) .

5
CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF

É dada permissão para copiar, distribuir e/ou modificar este documento sob os termos
da Licença de Documentação Livre GNU, Versão 1.1 ou qualquer versão posterior
publicada pela Free Software Foundation; com o Capítulo Invariante SOBRE ESSA
APOSTILA. Uma cópia da licença está inclusa na seção entitulada "Licença de Docu-
mentação Livre GNU".

Os 10 mandamentos do aluno de educação online

• 1. Acesso a Internet: ter endereço eletrônico, um provedor e um equipamento adequado é


pré-requisito para a participação nos cursos a distância.

• 2. Habilidade e disposição para operar programas: ter conhecimentos básicos de Informá-


tica é necessário para poder executar as tarefas.

• 3. Vontade para aprender colaborativamente: interagir, ser participativo no ensino a distân-


cia conta muitos pontos, pois irá colaborar para o processo ensino-aprendizagem pessoal,
dos colegas e dos professores.

• 4. Comportamentos compatíveis com a etiqueta: mostrar-se interessado em conhecer seus


colegas de turma respeitando-os e fazendo ser respeitado pelo mesmo.

• 5. Organização pessoal: planejar e organizar tudo é fundamental para facilitar a sua revisão
e a sua recuperação de materiais.

• 6. Vontade para realizar as atividades no tempo correto: anotar todas as suas obrigações e
realizá-las em tempo real.

• 7. Curiosidade e abertura para inovações: aceitar novas idéias e inovar sempre.

• 8. Flexibilidade e adaptação: requisitos necessário a mudança tecnológica, aprendizagens


e descobertas.

• 9. Objetividade em sua comunicação: comunicar-se de forma clara, breve e transparente é


ponto-chave na comunicação pela Internet.

• 10. Responsabilidade: ser responsável por seu próprio aprendizado. O ambiente virtual não
controla a sua dedicação, mas reflete os resultados do seu esforço e da sua colaboração.

Como participar dos fóruns e Wikipédia

Você tem um problema e precisa de ajuda?

Podemos te ajudar de 2 formas:

A primeira é o uso dos fóruns de notícias e de dúvidas gerais que se distinguem pelo uso:

O fórum de notícias tem por objetivo disponibilizar um meio de acesso rápido a informações
que sejam pertinentes ao curso (avisos, notícias). As mensagens postadas nele são enviadas a

6
CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF

todos participantes. Assim, se o monitor ou algum outro participante tiver uma informação que
interesse ao grupo, favor postá-la aqui.
Porém, se o que você deseja é resolver alguma dúvida ou discutir algum tópico específico do
curso, é recomendado que você faça uso do Fórum de dúvidas gerais que lhe dá recursos mais
efetivos para esta prática.

. O fórum de dúvidas gerais tem por objetivo disponibilizar um meio fácil, rápido e interativo
para solucionar suas dúvidas e trocar experiências. As mensagens postadas nele são enviadas
a todos participantes do curso. Assim, fica muito mais fácil obter respostas, já que todos podem
ajudar.
Se você receber uma mensagem com algum tópico que saiba responder, não se preocupe com a
formalização ou a gramática. Responda! E não se esqueça de que antes de abrir um novo tópico
é recomendável ver se a sua pergunta já foi feita por outro participante.

A segunda forma se dá pelas Wikis:

Uma wiki é uma página web que pode ser editada colaborativamente, ou seja, qualquer par-
ticipante pode inserir, editar, apagar textos. As versões antigas vão sendo arquivadas e podem
ser recuperadas a qualquer momento que um dos participantes o desejar. Assim, ela oferece um
ótimo suporte a processos de aprendizagem colaborativa. A maior wiki na web é o site "Wikipé-
dia", uma experiência grandiosa de construção de uma enciclopédia de forma colaborativa, por
pessoas de todas as partes do mundo. Acesse-a em português pelos links:

• Página principal da Wiki - [Link]

Agradecemos antecipadamente a sua colaboração com a aprendizagem do grupo!

Primeiros Passos

Para uma melhor aprendizagem é recomendável que você siga os seguintes passos:

• Ler o Plano de Ensino e entender a que seu curso se dispõe a ensinar;

• Ler a Ambientação do Moodle para aprender a navegar neste ambiente e se utilizar das
ferramentas básicas do mesmo;

• Entrar nas lições seguindo a seqüência descrita no Plano de Ensino;

• Qualquer dúvida, reporte ao Fórum de Dúvidas Gerais.

Perfil do Tutor

Segue-se uma descrição do tutor ideal, baseada no feedback de alunos e de tutores.

O tutor ideal é um modelo de excelência: é consistente, justo e profissional nos respectivos


valores e atitudes, incentiva mas é honesto, imparcial, amável, positivo, respeitador, aceita as
idéias dos estudantes, é paciente, pessoal, tolerante, apreciativo, compreensivo e pronto a ajudar.

7
CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF

A classificação por um tutor desta natureza proporciona o melhor feedback possível, é crucial, e,
para a maior parte dos alunos, constitui o ponto central do processo de aprendizagem.’ Este tutor
ou instrutor:

• fornece explicações claras acerca do que ele espera, e do estilo de classificação que irá
utilizar;

• gosta que lhe façam perguntas adicionais;

• identifica as nossas falhas, mas corrige-as amavelmente’, diz um estudante, ’e explica por-
que motivo a classificação foi ou não foi atribuída’;

• tece comentários completos e construtivos, mas de forma agradável (em contraste com um
reparo de um estudante: ’os comentários deixam-nos com uma sensação de crítica, de
ameaça e de nervosismo’)

• dá uma ajuda complementar para encorajar um estudante em dificuldade;

• esclarece pontos que não foram entendidos, ou corretamente aprendidos anteriormente;

• ajuda o estudante a alcançar os seus objetivos;

• é flexível quando necessário;

• mostra um interesse genuíno em motivar os alunos (mesmo os principiantes e, por isso,


talvez numa fase menos interessante para o tutor);

• escreve todas as correções de forma legível e com um nível de pormenorização adequado;

• acima de tudo, devolve os trabalhos rapidamente;

8
Parte III

GNU Free Documentation License

9
CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF

(Traduzido pelo João S. O. Bueno através do CIPSGA em 2001)


Esta é uma tradução não oficial da Licençaa de Documentação Livre GNU em Português
Brasileiro. Ela não é publicada pela Free Software Foundation, e não se aplica legalmente a dis-
tribuição de textos que usem a GFDL - apenas o texto original em Inglês da GNU FDL faz isso.
Entretanto, nós esperamos que esta tradução ajude falantes de português a entenderem melhor
a GFDL.

This is an unofficial translation of the GNU General Documentation License into Brazilian Por-
tuguese. It was not published by the Free Software Foundation, and does not legally state the
distribution terms for software that uses the GFDL–only the original English text of the GFDL does
that. However, we hope that this translation will help Portuguese speakers understand the GFDL
better.

Licença de Documentação Livre GNU Versão 1.1, Março de 2000

Copyright (C) 2000 Free Software Foundation, Inc.


59 Temple Place, Suite 330, Boston, MA 02111-1307 USA

É permitido a qualquer um copiar e distribuir cópias exatas deste documento de licença, mas
não é permitido alterá-lo.

INTRODUÇÃO
O propósito desta Licença é deixar um manual, livro-texto ou outro documento escrito "livre"no
sentido de liberdade: assegurar a qualquer um a efetiva liberdade de copiá-lo ou redistribui-lo,
com ou sem modificações, comercialmente ou não. Secundariamente, esta Licença mantém
para o autor e editor uma forma de ter crédito por seu trabalho, sem ser considerado responsável
pelas modificações feitas por terceiros.

Esta Licença é um tipo de "copyleft"("direitos revertidos"), o que significa que derivações do


documento precisam ser livres no mesmo sentido. Ela complementa a GNU Licença Pública Ge-
ral (GNU GPL), que é um copyleft para software livre.

Nós fizemos esta Licença para que seja usada em manuais de software livre, por que software
livre precisa de documentação livre: um programa livre deve ser acompanhado de manuais que
provenham as mesmas liberdades que o software possui. Mas esta Licença não está restrita a
manuais de software; ela pode ser usada para qualquer trabalho em texto, independentemente
do assunto ou se ele é publicado como um livro impresso. Nós recomendamos esta Licença prin-
cipalmente para trabalhos cujo propósito seja de introdução ou referência.

APLICABILIDADE E DEFINIÇÕES
Esta Licença se aplica a qualquer manual ou outro texto que contenha uma nota colocada pelo
detentor dos direitos autorais dizendo que ele pode ser distribuído sob os termos desta Licença.

10
CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF

O "Documento"abaixo se refere a qualquer manual ou texto. Qualquer pessoa do público é um


licenciado e é referida como "você".

Uma "Versão Modificada"do Documento se refere a qualquer trabalho contendo o documento


ou uma parte dele, quer copiada exatamente, quer com modificações e/ou traduzida em outra
língua.

Uma "Seção Secundária"é um apêndice ou uma seção inicial do Documento que trata ex-
clusivamente da relação dos editores ou dos autores do Documento com o assunto geral do
Documento (ou assuntos relacionados) e não contém nada que poderia ser incluído diretamente
nesse assunto geral (Por exemplo, se o Documento é em parte um livro texto de matemática, a
Seção Secundária pode não explicar nada de matemática).

Essa relação poderia ser uma questão de ligação histórica com o assunto, ou matérias relaci-
onadas, ou de posições legais, comerciais, filosóficas, éticas ou políticas relacionadas ao mesmo.

As "Seções Invariantes"são certas Seções Secundárias cujos títulos são designados, como
sendo de Seções Invariantes, na nota que diz que o Documento é publicado sob esta Licença.

Os "Textos de Capa"são certos trechos curtos de texto que são listados, como Textos de Capa
Frontal ou Textos da Quarta Capa, na nota que diz que o texto é publicado sob esta Licença.

Uma cópia "Transparente"do Documento significa uma cópia que pode ser lida automatica-
mente, representada num formato cuja especificação esteja disponível ao público geral, cujos
conteúdos possam ser vistos e editados diretamente e sem mecanismos especiais com editores
de texto genéricos ou (para imagens compostas de pixels) programas de pintura genéricos ou
(para desenhos) por algum editor de desenhos grandemente difundido, e que seja passível de
servir como entrada a formatadores de texto ou para tradução automática para uma variedade
de formatos que sirvam de entrada para formatadores de texto. Uma cópia feita em um formato
de arquivo outrossim Transparente cuja constituição tenha sido projetada para atrapalhar ou de-
sencorajar modificações subsequentes pelos leitores não é Transparente. Uma cópia que não é
"Transparente"é chamada de "Opaca".

Exemplos de formatos que podem ser usados para cópias Transparentes incluem ASCII sim-
ples sem marcações, formato de entrada do Texinfo, formato de entrada do LaTex, SGML ou XML
usando uma DTD disponibilizada publicamente, e HTML simples, compatível com os padrões, e
projetado para ser modificado por pessoas. Formatos opacos incluem PostScript, PDF, formatos
proprietários que podem ser lidos e editados apenas com processadores de texto proprietários,
SGML ou XML para os quais a DTD e/ou ferramentas de processamento e edição não estejam
disponíveis para o público, e HTML gerado automaticamente por alguns editores de texto com
finalidade apenas de saída.

A "Página do Título"significa, para um livro impresso, a página do título propriamente dita,


mais quaisquer páginas subsequentes quantas forem necessárias para conter, de forma legível,
o material que esta Licença requer que apareça na página do título. Para trabalhos que não
tenham uma página do título, "Página do Título"significa o texto próximo da aparição mais proe-
minente do título do trabalho, precedendo o início do corpo do texto.

11
CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF

FAZENDO CÓPIAS EXATAS


Você pode copiar e distribuir o Documento em qualquer meio, de forma comercial ou não
comercial, desde que esta Licença, as notas de copyright, e a nota de licença dizendo que esta
Licença se aplica ao documento estejam reproduzidas em todas as cópias, e que você não acres-
cente nenhuma outra condição, quaisquer que sejam, às desta Licença.

Você não pode usar medidas técnicas para obstruir ou controlar a leitura ou confecção de
cópias subsequentes das cópias que você fizer ou distribuir. Entretanto, você pode aceitar com-
pensação em troca de cópias. Se você distribuir uma quantidade grande o suficiente de cópias,
você também precisa respeitar as condições da seção 3.

Você também pode emprestar cópias, sob as mesmas condições colocadas acima, e também
pode exibir cópias publicamente.

FAZENDO CÓPIAS EM QUANTIDADE


Se você publicar cópias do Documento em número maior que 100, e a nota de licença do
Documento obrigar Textos de Capa, você precisará incluir as cópias em capas que tragam, clara
e legivelmente, todos esses Textos de Capa: Textos de Capa da Frente na capa da frente, e
Textos da Quarta Capa na capa de trás. Ambas as capas também precisam identificar clara e
legivelmente você como o editor dessas cópias. A capa da frente precisa apresentar o titulo com-
pleto com todas as palavras do título igualmente proeminentes e visíveis. Você pode adicionar
outros materiais às capas. Fazer cópias com modificações limitadas às capas, tanto quanto estas
preservem o título do documento e satisfaçam a essas condições, pode ser tratado como cópia
exata em outros aspectos.

Se os textos requeridos em qualquer das capas for muito volumoso para caber de forma
legível, você deve colocar os primeiros (tantos quantos couberem de forma razoável) na capa
verdadeira, e continuar os outros nas páginas adjacentes.

Se você publicar ou distribuir cópias Opacas do Documento em número maior que 100, você
precisa ou incluir uma cópia Transparente que possa ser lida automaticamente com cada cópia
Opaca, ou informar, em ou com, cada cópia Opaca a localização de uma cópia Transparente
completa do Documento acessível publicamente em uma rede de computadores, a qual o público
usuário de redes tenha acesso a download gratuito e anônimo utilizando padrões públicos de
protocolos de rede. Se você utilizar o segundo método, você precisará tomar cuidados razoavel-
mente prudentes, quando iniciar a distribuição de cópias Opacas em quantidade, para assegurar
que esta cópia Transparente vai permanecer acessível desta forma na localização especificada
por pelo menos um ano depois da última vez em que você distribuir uma cópia Opaca (direta-
mente ou através de seus agentes ou distribuidores) daquela edição para o público.

É pedido, mas não é obrigatório, que você contate os autores do Documento bem antes de
redistribuir qualquer grande número de cópias, para lhes dar uma oportunidade de prover você
com uma versão atualizada do Documento.

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CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF

MODIFICAÇÕES
Você pode copiar e distribuir uma Versão Modificada do Documento sob as condições das se-
ções 2 e 3 acima, desde que você publique a Versão Modificada estritamente sob esta Licença,
com a Versão Modificada tomando o papel do Documento, de forma a licenciar a distribuição
e modificação da Versão Modificada para quem quer que possua uma cópia da mesma. Além
disso, você precisa fazer o seguinte na versão modificada:

A. Usar na Página de Título (e nas capas, se houver alguma) um título distinto daquele do Do-
cumento, e daqueles de versões anteriores (que deveriam, se houvesse algum, estarem listados
na seção "Histórico do Documento"). Você pode usar o mesmo título de uma versão anterior se
o editor original daquela versão lhe der permissão;

B. Listar na Página de Título, como autores, uma ou mais das pessoas ou entidades responsá-
veis pela autoria das modificações na Versão Modificada, conjuntamente com pelo menos cinco
dos autores principais do Documento (todos os seus autores principais, se ele tiver menos que
cinco);

C. Colocar na Página de Título o nome do editor da Versão Modificada, como o editor;

D. Preservar todas as notas de copyright do Documento;

E. Adicionar uma nota de copyright apropriada para suas próprias modificações adjacente às
outras notas de copyright;

F. Incluir, imediatamente depois das notas de copyright, uma nota de licença dando ao público
o direito de usar a Versão Modificada sob os termos desta Licença, na forma mostrada no tópico
abaixo;

G. Preservar nessa nota de licença as listas completas das Seções Invariantes e os Textos de
Capa requeridos dados na nota de licença do Documento;

H. Incluir uma cópia inalterada desta Licença;

I. Preservar a seção entitulada "Histórico", e seu título, e adicionar à mesma um item dizendo
pelo menos o título, ano, novos autores e editor da Versão Modificada como dados na Página de
Título. Se não houver uma sessão denominada "Histórico"no Documento, criar uma dizendo o
título, ano, autores, e editor do Documento como dados em sua Página de Título, então adicionar
um item descrevendo a Versão Modificada, tal como descrito na sentença anterior;

J. Preservar o endereço de rede, se algum, dado no Documento para acesso público a uma
cópia Transparente do Documento, e da mesma forma, as localizações de rede dadas no Docu-
mento para as versões anteriores em que ele foi baseado. Elas podem ser colocadas na seção
"Histórico". Você pode omitir uma localização na rede para um trabalho que tenha sido publicado
pelo menos quatro anos antes do Documento, ou se o editor original da versão a que ela se refira
der sua permissão;

K. Em qualquer seção entitulada "Agradecimentos"ou "Dedicatórias", preservar o título da

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CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF

seção e preservar a seção em toda substância e fim de cada um dos agradecimentos de contri-
buidores e/ou dedicatórias dados;

L. Preservar todas as Seções Invariantes do Documento, inalteradas em seus textos ou em


seus títulos. Números de seção ou equivalentes não são considerados parte dos títulos da seção;

M. Apagar qualquer seção entitulada "Endossos". Tal sessão não pode ser incluída na Versão
Modificada;

N. Não reentitular qualquer seção existente com o título "Endossos"ou com qualquer outro
título dado a uma Seção Invariante.

Se a Versão Modificada incluir novas seções iniciais ou apêndices que se qualifiquem como
Seções Secundárias e não contenham nenhum material copiado do Documento, você pode optar
por designar alguma ou todas aquelas seções como invariantes. Para fazer isso, adicione seus
títulos à lista de Seções Invariantes na nota de licença da Versão Modificada. Esses títulos preci-
sam ser diferentes de qualquer outro título de seção.

Você pode adicionar uma seção entitulada "Endossos", desde que ela não contenha qual-
quer coisa além de endossos da sua Versão Modificada por várias pessoas ou entidades - por
exemplo, declarações de revisores ou de que o texto foi aprovado por uma organização como a
definição oficial de um padrão.

Você pode adicionar uma passagem de até cinco palavras como um Texto de Capa da Frente
, e uma passagem de até 25 palavras como um Texto de Quarta Capa, ao final da lista de Textos
de Capa na Versão Modificada. Somente uma passagem de Texto da Capa da Frente e uma de
Texto da Quarta Capa podem ser adicionados por (ou por acordos feitos por) qualquer entidade.
Se o Documento já incluir um texto de capa para a mesma capa, adicionado previamente por
você ou por acordo feito com alguma entidade para a qual você esteja agindo, você não pode
adicionar um outro; mas você pode trocar o antigo, com permissão explícita do editor anterior que
adicionou a passagem antiga.

O(s) autor(es) e editor(es) do Documento não dão permissão por esta Licença para que seus
nomes sejam usados para publicidade ou para assegurar ou implicar endossamento de qualquer
Versão Modificada.

COMBINANDO DOCUMENTOS
Você pode combinar o Documento com outros documentos publicados sob esta Licença, sob
os termos definidos na seção 4 acima para versões modificadas, desde que você inclua na com-
binação todas as Seções Invariantes de todos os documentos originais, sem modificações, e liste
todas elas como Seções Invariantes de seu trabalho combinado em sua nota de licença.

O trabalho combinado precisa conter apenas uma cópia desta Licença, e Seções Invariantes
Idênticas com multiplas ocorrências podem ser substituídas por apenas uma cópia. Se houver
múltiplas Seções Invariantes com o mesmo nome mas com conteúdos distintos, faça o título de

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cada seção único adicionando ao final do mesmo, em parênteses, o nome do autor ou editor
origianl daquela seção, se for conhecido, ou um número que seja único. Faça o mesmo ajuste
nos títulos de seção na lista de Seções Invariantes nota de licença do trabalho combinado.

Na combinação, você precisa combinar quaisquer seções entituladas "Histórico"dos diver-


sos documentos originais, formando uma seção entitulada "Histórico"; da mesma forma combine
quaisquer seções entituladas "Agradecimentos", ou "Dedicatórias". Você precisa apagar todas as
seções entituladas como "Endosso".

COLETÂNEAS DE DOCUMENTOS
Você pode fazer uma coletânea consitindo do Documento e outros documentos publicados
sob esta Licença, e substituir as cópias individuais desta Licença nos vários documentos com
uma única cópia incluida na coletânea, desde que você siga as regras desta Licença para cópia
exata de cada um dos Documentos em todos os outros aspectos.

Você pode extrair um único documento de tal coletânea, e distribuí-lo individualmente sob
esta Licença, desde que você insira uma cópia desta Licença no documento extraído, e siga esta
Licença em todos os outros aspectos relacionados à cópia exata daquele documento.

AGREGAÇÃO COM TRABALHOS INDEPENDENTES


Uma compilação do Documento ou derivados dele com outros trabalhos ou documentos se-
parados e independentes, em um volume ou mídia de distribuição, não conta como uma Ver-
são Modificada do Documento, desde que nenhum copyright de compilação seja reclamado pela
compilação. Tal compilação é chamada um "agregado", e esta Licença não se aplica aos outros
trabalhos auto-contidos compilados junto com o Documento, só por conta de terem sido assim
compilados, e eles não são trabalhos derivados do Documento.

Se o requerido para o Texto de Capa na seção 3 for aplicável a essas cópias do Documento,
então, se o Documento constituir menos de um quarto de todo o agregado, os Textos de Capa
do Documento podem ser colocados em capas adjacentes ao Documento dentro do agregado.
Senão eles precisarão aparecer nas capas de todo o agregado.

TRADUÇÃO
Tradução é considerada como um tipo de modificação, então você pode distribuir traduções
do Documento sob os termos da seção 4. A substituição de Seções Invariantes por traduções
requer uma permissão especial dos detentores do copyright das mesmas, mas você pode incluir
traduções de algumas ou de todas as Seções Invariantes em adição às versões orignais dessas
Seções Invariantes. Você pode incluir uma tradução desta Licença desde que você também in-
clua a versão original em Inglês desta Licença. No caso de discordância entre a tradução e a

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versão original em Inglês desta Licença, a versão original em Inglês prevalecerá.

TÉRMINO
Você não pode copiar, modificar, sublicenciar, ou distribuir o Documento exceto como expres-
samente especificado sob esta Licença. Qualquer outra tentativa de copiar, modificar, sublicen-
ciar, ou distribuir o Documento é nula, e resultará automaticamente no término de seus direitos
sob esta Licença. Entretanto, terceiros que tenham recebido cópias, ou direitos de você sob esta
Licença não terão suas licenças terminadas, tanto quanto esses terceiros permaneçam em total
acordo com esta Licença.

REVISÕES FUTURAS DESTA LICENÇA


A Free Software Foundation pode publicar novas versões revisadas da Licença de Documen-
tação Livre GNU de tempos em tempos. Tais novas versões serão similares em espirito à versão
presente, mas podem diferir em detalhes ao abordarem novos porblemas e preocupações. Veja
[Link]

A cada versão da Licença é dado um número de versão distinto. Se o Documento especificar


que uma versão particular desta Licença "ou qualquer versão posterior"se aplica ao mesmo, você
tem a opção de seguir os termos e condições daquela versão específica, ou de qualquer versão
posterior que tenha sido publicada (não como rascunho) pela Free Software Foundation. Se o
Documento não especificar um número de Versão desta Licença, você pode escolher qualquer
versão já publicada (não como rascunho) pela Free Software Foundation.

ADENDO: Como usar esta Licença para seus documentos

Para usar esta Licença num documento que você escreveu, inclua uma cópia desta Licença
no documento e ponha as seguintes notas de copyright e licenças logo após a página de título:

Copyright (c) ANO SEU NOME.


É dada permissão para copiar, distribuir e/ou modificar este documento sob os termos da Licença
de Documentação Livre GNU, Versão 1.1 ou qualquer versão posterior publicada pela Free Soft-
ware Foundation; com as Seções Invariantes sendo LISTE SEUS TÍTULOS, com os Textos da
Capa da Frente sendo LISTE, e com os Textos da Quarta-Capa sendo LISTE. Uma cópia da li-
cença está inclusa na seção entitulada "Licença de Documentação Livre GNU".

Se você não tiver nenhuma Seção Invariante, escreva "sem Seções Invariantes"ao invés de
dizer quais são invariantes. Se você não tiver Textos de Capa da Frente, escreva "sem Textos de
Capa da Frente"ao invés de "com os Textos de Capa da Frente sendo LISTE"; o mesmo para os
Textos da Quarta Capa.

Se o seu documento contiver exemplos não triviais de código de programas, nós recomenda-
mos a publicação desses exemplos em paralelo sob a sua escolha de licença de software livre,

16
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tal como a GNU General Public License, para permitir o seu uso em software livre.

17
Parte IV

DSpace

18
Capítulo 1

O que é o DSpace

DSpace é uma solução de código aberto usada para acessar, gerenciar e preservar produ-
ções acadêmico-intelectuais, permitindo sua adoção por outras instituições em forma consorciada
federada.

19
Capítulo 2

Plano de ensino

2.1 Objetivo
Mostrar como instalar e como funciona o DSpace.

2.2 Público Alvo


Usuários que desejam utilizar software livre, em especial, o DSpace.

2.3 Pré-requisitos
Os usuários deverão ter conhecimentos básicos em linux.

2.4 Descrição
O curso será realizado na modalidade Educação a Distância e utilizará a Plataforma Moodle
como ferramenta de aprendizagem. O curso tem duração de uma semana e possui um conjunto
de atividades (lições, fóruns, glossários, questionários e outros) que deverão ser executadas de
acordo com as instruções fornecidas. O material didático estará disponível on-line de acordo com
as datas pré-estabelecidas em cada tópico. A versão adotada do DSpace é a 1.3.1, caso possua
outra versão, poderão ocorrer diferenças com relação a este material.

2.5 Metodologia
O curso está dividido da seguinte maneira:

2.6 Cronograma
• Requisitos e instalação;

• Idioma, editor de texto e algumas informações;

20
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• Começando a administrar o site;

• Administrando o site e gerenciando usuários.

• Avaliação de aprendizagem;

• Avaliação do curso;

As lições contêm o conteúdo principal. Elas poderão ser acessadas quantas vezes forem ne-
cessárias, desde que esteja dentro da semana programada. Ao final de uma lição, você receberá
uma nota de acordo com o seu desempenho. Responda com atenção às perguntas de cada li-
ção, pois elas serão consideradas na sua nota final. Caso sua nota numa determinada lição seja
menor do que 6.0, sugerimos que você faça novamente esta lição.

Ao final do curso será disponibilizada a avaliação referente ao curso. Tanto as notas das li-
ções quanto a da avaliação final serão consideradas para a nota final. Todos os módulos ficarão
visíveis para que possam ser consultados durante a avaliação final.

Aconselhamos a leitura da “Ambientação do Moodle“ para que você conheça a plataforma de


Ensino a Distância, evitando dificuldades advindas do ”desconhecimento“ sobre a mesma.

Os instrutores estarão a sua disposição ao longo de todo curso. Qualquer dúvida deverá ser
enviada ao fórum. Diariamente os monitores darão respostas e esclarecimentos.

2.7 Programa
O curso DSpace oferecerá o seguinte conteúdo:
• Introdução;

• Organização;

• Instalação e configuração do DSpace;

• Comunidade.

2.8 Avaliação
Toda a avaliação será feita on-line.
Aspectos a serem considerados na avaliação:

• Iniciativa e autonomia no processo de aprendizagem e de produção de conhecimento;

• Capacidade de pesquisa e abordagem criativa na solução dos problemas apresentados.

Instrumentos de avaliação:
• Participação ativa nas atividades programadas.

• Avaliação ao final do curso.

21
CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF

• O participante fará várias avaliações referente ao conteúdo do curso. Para a aprovação e


obtenç?o do certificado o participante deverá obter nota final maior ou igual a 6.0 de acordo
com a fórmula abaixo:

• Nota Final = ((ML x 7) + (AF x 3)) / 10 = Média aritmética das lições

• AF = Avaliações

2.9 Bibliografia
• Baseado no Site oficial: [Link] ;

• no site do LusoDSpace: [Link]/pt/

• [Link]

22
Capítulo 3

Introdução

3.1 Introdução ao DSpace


O Dspace é uma plataforma de software Open Source que permite recolher, descrever, distri-
buir e preservar a longo prazo os documentos digitais. Ele captura estes documentos em quais-
quer formatos - em texto, vídeo, áudio e dados - e os distribui na web. Faz isso indexando seu
trabalho para que os usuários possam pesquisar e recuperar seus itens além de preservar sua
produção digital.

O Dspace fornece uma maneira de gerenciar seus materiais de pesquisa e publicações em um


repositório mantido profissionalmente para dar a eles maior visibilidade e acessibilidade ao longo
do tempo.

Alguns benefícios de utilizar o DSpace:

• Publique fácil e rapidamente, para uma audiência global;

• Alcance uma audiência global através de exposição a mecanismos de busca como o Goo-
gle;

• Arquivar e distribuir material que você certamente iria colocar em seu site pessoal;

• Armazenar exemplos dos projetos dos estudantes (com a permiss?o dos estudantes);

• Mostra de teses dos estudantes (novamente com permiss?o);

• Acompanhar suas próprias publicações/bibliografia;

• Ter um identificador de rede persistente para seu trabalho, que nunca muda ou se danifica.

etc.

23
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3.2 Breve Histórico


A língua portuguesa foi uma das primeiras para a qual foi traduzido o software DSpace, de-
senvolvido conjuntamente pelo MIT e a HP, e divulgado publicamente em Novembro de 2002.
Alguns meses depois, em Abril de 2003, os Serviços de Documentação da Universidade do Mi-
nho iniciaram a tradução e implementação da primeira versão do DSpace em língua portuguesa.
Esta iniciativa deu origem ao repositório institucional da Universidade do Minho RepositóriUM
que abriu ao público em Novembro desse ano.

De então para cá, a plataforma DSpace vem sendo usada por um número crescente de insti-
tuições lusófonas, em Portugal e no Brasil.

Como foi dito, o DSpace é disponibilizado livremente às instituições de investigação, sob a forma
de um produto open source, que pode ser livremente adaptado e expandido funcionalmente, nos
termos da BSD Open Source License. O software utiliza o protocolo OAI-PMH - Open Archives
Initiative Protocolo of Metadata Harvest. Portanto, esse software utiliza o modelo Open Archives.

Dspace aceita todas as formas de materiais digitais, incluindo arquivos de texto, imagem, ví-
deo e áudio, o que possibilita custodiar os mais variados tipos de conteúdos tais como, livros,
artigos, relatórios técnicos, working papers, artigos de conferências, e-teses, conjuntos de dados
(estatísticos, geoespaciais, etc.), programas de computador, modelos e simulações visuais, etc.

Como forma de se adaptar às necessidades específicas de cada instituição e dos seus de-
partamentos, as possibilidades de ”customização” do DSpace incluem, não só, a definição de
workflows “à medida”, mas também, a especificação de regras de utilização e formatos digitais

24
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suportados.

O DSpace permite a aplicação de variadas técnicas disaster recovery com o objetivo de garantir
a segurança dos documentos digitais submetidos a depósito. Algumas destas técnicas consis-
tem na realização de cópias de segurança, mirroring e refrescamento do suporte físico (i.e., a
migração de um suporte físico obsoleto para outro mais atual). Para além disso, a cada item
é atribuído um identificador persistente de forma a assegurar a sua recuperação na ocorrência
duma deslocação dos dados.

O DSpace implementa um mecanismo de aconselhamento aos fornecedores de conteúdos para


que a documentação depositada seja fornecida nos formatos mais adequados à sua preservação
a longo-prazo.

Os administradores de cada comunidade têm a possibilidade de limitar o acesso aos conteú-


dos, quer ao nível do item submetido, quer ao nível da coleção.

Para a pesquisa e recuperação dos itens, o processo de submissão de documentos ao DSpace


permite a sua descrição usando uma versão qualificada do vocabulário de metadados Dublin
Core.

O DSpace está escrito em Java e é suportado por um conjunto de ferramentas open source,
tais como, o PostgreSQL, o Tomcat e o Lucene (motor de pesquisa).

Uma parte do curso está baseada na descrição do LusoDSpace, cujo link está contido na bi-
bliografia.

25
Capítulo 4

Organização do DSpace

4.1 Organização
No DSpace, os dados estão organizados de forma a refletir a estrutura da instituição que re-
presenta. O DSpace é composto por comunidades grupos que contribuem com conteúdos que
por sua vez, se organizam em coleções nas quais estão inseridos os arquivos ou itens.

As comunidades DSpace podem ser departamentos, laboratórios, centros de pesquisa, esco-


las ou outras unidades administrativas de uma instituição. As comunidades determinam as suas
próprias diretrizes e decidem quem é que pode fazer o depósito de conteúdos. Um administra-
dor na equipe DSpace, geralmente o responsável pelo apoio aos utilizadores do DSpace, trabalha
com o responsável pela comunidade para decidir os procedimentos que devem ser adotados para
os conteúdos serem aprovados, editados e para definir o conjunto de metadados a utilizar.

Como alguns dos utilizadores podem ser máquinas, em vez de pessoas, o DSpace designa os
seus utilizadores por e-pessoas (E-Persons). Embora seja possível utilizar anonimamente o sis-
tema (por exemplo, para pesquisar e baixar documentos), para a submissão de documentos,
subscrição de notificações por e-mail e administração é necessária autenticação através de user-
name/password ou certificado X509. Para efeitos de facilidade de administração os utilizadores
podem ser membros de grupos.

O sistema de permissões do DSpace baseia-se em políticas de recursos que são mais do que
associações entre ações sobre objetos e a lista de e-pessoas (ou grupos) que as podem execu-
tar. O módulo de permissões tem a possibilidade de controlar o acesso a cada um dos objetos
do modelo de dados (comunidades, coleções e itens). Cada objeto no sistema pode ter a sua
própria política, podendo também herdar a política definida pelo objeto que o contém (e.g., item
contido numa dada coleção).

As seguintes ações podem ser atribuídas aos objetos:


READ - Define se o objeto é listado na interface de utilizador e se os seus metadados podem ser
visualizados;
WRITE - Concede a permissão de alterar os metadados associados ao objeto;
ADD - Permissão de adicionar um objeto (e.g., um item) no objeto que o contém (e.g., coleção);
REMOVE - Permissão para remover o objeto;
DEFAULT_ITEM_READ - Atribuída a uma coleção, esta política é herdada como READ pelos

26
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itens depositados nessa coleção;


DEFAULT_BITSTREAM_READ - Atribuída a uma coleção, esta política é herdada como READ
pelos bitstream pertencentes aos itens dessa coleção;

4.2 Arquitetura do DSpace


Metadados

De uma maneira geral, o DSpace mantém 3 tipos de metadados acerca do conteúdo arquivado:
descritivos, administrativos e estruturais.

Para a descrição dos documentos, o DSpace utiliza a recomendação de metadados Qualified


Dublin Core baseado no formato de registro sugerido pela Libraries Working Group Application
Profile. Entre outros, existem campos adicionais para resumos dos documentos, palavras-chave,
metadados técnicos e metadados sobre direitos de autor. Apenas três campos são obrigatórios:
título, idioma, e data de depósito, sendo todos os outros campos opcionais.

Os metadados administrativos referem-se à preservação, proveniência e políticas de autoriza-


ção. O DSpace contempla, também, outros tipos de metadados em registos Dublin Core, como
por exemplo, o tamanho em bytes dos bitstreams, os seus MIME types, etc., para facilitar o acesso
a essa informação.

Os metadados estruturais incluem informação acerca de como apresentar um item, ou os seus


bitstreams, ao utilizador final, bem como as relações entre as partes constituintes do item.

Os metadados são listados na ficha de registro do item, e são indexados para pesquisa.

Processo de Depósito e Workflow

O DSpace é o primeiro repositório digital open source a apresentar uma solução para resol-
ver o problema complexo de como integrar e implementar os diferentes processos de depósito
necessários a um sistema multidisciplinar. As diversas comunidades, representando escolas, de-
partamentos, centros e laboratórios de investigação, têm diferentes idéias de como, por quem, e
com que restrições os materiais devem ser depositados no repositório. Quem deve ter permissão
para depositar? Que tipo de documentos podem ser depositados? Quem pode rever ou apro-
var o depósito? Em que coleções uma pessoa pode depositar materiais? Quem pode ver os
documentos no repositório? Todas estas questões são respondidas pelos responsáveis de cada
comunidade, e posteriormente definidas e configuradas no sistema. Isto é conseguido à custa da
definição de papéis (ex.: submitters, reviewers, metadata, editors) com determinadas permissões
que são atribuídos aos utilizadores do sistema. Estas permissões podem ser definidas individu-
almente para comunidades, coleções e documentos.

O workflow, ou seja, o processo de revisão a que um depósito é sujeito, pode ser composto
por três passos. Cada coleção poderá ter associados grupos de e-pessoas para executar cada
um destes passos. Se a um passo não estiver associado nenhum grupo, esse passo é ignorado
e passar-se-á ao passo seguinte. Se uma coleção não tiver grupos associados a nenhum dos

27
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passos de workflow, os itens a ela submetidos são inseridos diretamente no repositório.

Assim, o workflow de submissão de documentos é constituído pela seguinte seqüência: depois


de a coleção receber um pedido de submissão é examinado o passo 1 do workflow da coleção.
Se estiver associado um grupo ao passo 1, o grupo é notificado e o passo 1 é invocado. Senão,
o passo 1 é saltado, passando a ser examinado o passo 2, que também só é invocado se a ele
estiver associado um grupo e, por fim, acontecerá o mesmo com o passo 3.

Quando um passo é invocado, as tarefas correspondentes a esse passo são colocadas na pool
de tarefas do grupo respectivo. Cada membro desse grupo pode então aceitar essa tarefa, sendo
esta removida da pool, para evitar que outro elemento do grupo a aceite.
Conforme o passo do workflow invocado, a pessoa que aceitou a tarefa tem as seguintes ações
para executar:

• Aceitar a submissão (para incluir no repositório) ou rejeitá-la;

• Pode editar os metadados fornecidos pelo autor durante submissão, aceitar a submissão ou
rejeitá-la;

• Não pode rejeitar a submissão, tem que aceitá-la, mas antes pode editar os metadados
fornecidos pelo autor.

Se um revisor rejeita um item, a razão invocada pode ser enviada por e-mail à pessoa que
efetuou o depósito. A pessoa que pretende depositar um item pode, a partir da sua página pes-
soal “My DSpace”, retomar o depósito do item, fazer as alterações necessárias ou aconselhadas
e voltar a submeter o mesmo, o que dará início a um novo workflow.

Identificadores Persistentes

Um dos objetivos e requisitos dos repositórios digitais é referenciar de uma forma persistente
os seus recursos de forma a permitir a pesquisa e recuperação dos mesmos num futuro distante.
Em particular, é crucial que citações a materiais arquivados permaneçam válidas mesmo que
estes sejam deslocados para locais diferentes na rede. Os investigadores necessitam de referên-
cias estáveis para os seus trabalhos. Os utilizadores da Internet aprenderam rapidamente que os
sites (referenciados pelas suas URL) podem desaparecer ou serem reconfigurados sem qualquer
tipo de aviso, o que faz com que as suas referências para recursos digitais de investigação não
sejam fiáveis a longo prazo.

Para ajudar a resolver este problema, uma das funcionalidades do DSpace é a criação de identifi-
cadores persistentes para cada item, coleção ou comunidade armazenada no sistema. O sistema
usa o CNRI Handle System para criar estes identificadores.

Interoperabilidade

Para concretizar o objetivo da interoperabilidade com outros sistemas, o DSpace implementa


o protocolo Open Archives Initiative Protocol for Metadata Harvesting (OAI-PMH).

O OAI-PMH é um protocolo que permite aos fornecedores de informação disponibilizar e expor


pela Internet os metadados dos recursos custodiados. Os metadados ficam assim disponíveis

28
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para serem recolhidos por serviços especializados em indexação, permitindo o acesso centrali-
zado a diversos repositórios, possivelmente dispersos geograficamente.

Como foi dito, o DSpace é formado por diversos componentes, distribuídos por três camadas
distintas:

• A storage layer é responsável pelo armazenamento físico dos metadados e dos conteúdos;

• A business logic layer trata da gestão dos conteúdos do arquivo, dos utilizadores (e-pessoas),
das políticas de autorização e do workflow;

• A application layer contém componentes que comunicam com o mundo exterior, como por
exemplo, a Interface Web do Utilizador e o serviço de suporte ao protocolo de colheita de
metadados da OAI.

Cada camada invoca apenas a camada imediatamente inferior. Por exemplo, a application
layer não pode invocar diretamente a storage layer. Cada componente das camadas business
logic e storage tem uma API pública. Estas APIś são classes, objetos e métodos em Java. O con-
junto das API públicas dos diversos componentes de cada camada, forma aquilo que se designa
por Layer API e têm as designações de Storage API e DSpace Public API.

Uma das grandes vantagens reconhecidas às arquiteturas por camadas é o de permitir que o de-
senvolvimento de novas funcionalidades, o melhoramento da eficiência das existentes e a adap-
tação a outros ambientes (sistemas operativos) possa ser feito apenas numa camada, desde
que se assegure que a sua API mantenha o suporte a todas as funcionalidades anteriores ao
desenvolvimento. Ou seja, os componentes de uma camada podem apresentar novas funciona-
lidades, acessíveis por novos métodos da sua API pública, desde que os métodos anteriores (da
API pública) continuem disponíveis. Assim, pode haver equipes de desenvolvimento dedicadas
exclusivamente à cada camada, o que assegura uma maior flexibilidade de coordenação do de-
senvolvimento do sistema como um todo.

A preocupação de salvaguardar esta arquitetura de três camadas do DSpace está patente na


própria organização do código fonte, que está coerentemente partido em três pacotes, que cor-
respondem estritamente a cada uma das camadas.

Pacotes de Código Fonte


Package

Descrição:
[Link] Application layer
[Link] Business logic layer (excepto storage e app)
[Link] Storage layer

29
Capítulo 5

Instalação e Configuração

5.1 Instalação e configuração


Este curso está baseado na tradução de Roberto Seiti Yamashiro da documentação oficial
do Dspace ( [Link] ). Esta instalação foi realizada sob o sistema operacional Linux,
distribuição Debian ’Sarge’ ( [Link] ).

Primeiramente serão necessários os seguintes softwares para a instalação:


Instalação

O diretório de instalação do DSpace foi definido em /usr/local/dspace, acarretando em algu-


mas mudanças no arquivo de configuração do mesmo.

Passo 1. Java

Abrir pacote:

$ chmod 755 jdk-1_5.bin


$ ./jdk-1_5.bin

Se quiser mudar o nome do diretório:

$ mv jdk-1_5 java

Transferir o diretório para /usr/local/ (requer superusuário):

# mv java/ /usr/local/

Criar variável JAVA_HOME e acrescentar o caminho para os executáveis em /etc/profile utili-


zando seu editor de textos favorito:

JAVA_HOME=/usr/local/java
JAVA_OPTS="-Xmx512M -Xms64M -[Link]=UTF-8"
PATH=$PATH:/usr/local/java/bin
export JAVA_HOME PATH

30
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Passo 2. Apache Ant

Basta descompactar a aplicação que a ferramenta estará acessivel em

/usr/local/apache-ant-1.6.2/bin/ant

Passo 3. Instalando e Configurando o PostGreSQL

Instalação:

./configure --enable-multibyte --enable-unicode


gmake
gmake install
adduser postgres
mkdir /var/lib/pgsql/data
chown postgres /var/lib/pgsql/data
su - postgres
/usr/local/pgsql/bin/initdb -D /var/lib/pgsql/data
/usr/local/pgsql/bin/postmaster -D /var/lib/pgsql/data >logfile 2>&1 &

Setar o parâmetro (tcpip_socket = true) dentro do arquivo [Link] que está na pasta
/var/lib/pgsql/data.

Após isto, devemos modificar algumas linhas em seu arquivo de configuração, inserindo a se-
guinte linha no local apropriado do arquivo /etc/postgresql/pg_hba.conf :

#TYPE DATABASE USER IP-ADDRESS IP-MASK METHOD


host dspace dspace [Link] [Link] trust

A linha anterior faz com que todos os usuários consigam acessar o banco de dados através
do endereço localhost ([Link]). Isto irá assegurar que o DSpace consiga acessar o banco de
dados corretamente.

Se o banco de dados não existir, o criamos assim:

$ su - postgres
postgres$ /usr/lib/postgresql/bin/initdb -D /var/lib/postgresql/data

Agora é só iniciar o bando de dados (requer login como postgres), criando um arquivo de log:

postgres$ /usr/lib/postgresql/bin/pg_ctl start -D /var/lib/postgresql/data -l /opt/dspace/log

ou, caso você tenha definido a variável PGDATA:

postgres$ /usr/lib/postgresql/bin/pg_ctl start -l /opt/dspace/log/pg_log

Criando o usuário www-data do banco de dados (login postgres):

postgres$ createuser -d -A -P www-data

Criando a base de dados do usuario www-data (login postgres):

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postgres$ createdb -U www-data -E UNICODE www-data

Passo 4. Compilação e instalação do DSpace (requer PostGreSQL funcionando)

Antes de instalar o DSpace 1.3.1, convém ressalvar que o DSpace reside em dois diretórios
distintos. Um contém o código-fonte [dspace-source] do DSpace e o outro contém os pacotes
compilados, arquivos do repositório, logs, etc (diretório de produção [dspace]). Todas as alte-
rações ao código-fonte ou à estrutura HTML deverão ser efetuados no diretório que contém o
código-fonte. Após qualquer alteração, o diretório de produção deverá ser atualizado executando
o comando $ant update .

• Criar um utilizador no Sistema Operativo que vai ser o dono dos arquivos do repositório
DSpace e do Tomcat. O nome do utilizador deverá ser dspace:

$ useradd ?m dspace

É importante que as permissões de acesso aos arquivos e diretórios que compõem o DSpace
esteja bem definidas, caso contrário a aplicação não terá permissões para escrever no sistema
de arquivos os documentos depositados no repositório.

Após baixar a última versão do DSpace, descompacte no diretório do código fonte:

$ tar xzvf dspace-1.3.1-...

Renomear se for o caso:

$ mv dspace-1.3.1-... dspace-src

Acrescentar em [dspace-source]/lib (junto ao código fonte), os arquivos (informações para a


obtenção destes arquivos na documentação do DSpace)

• [Link] (Java Servlet 2.3 and JSP 1.2);

• [Link] (JavaMail API);

• [Link] (JavaBeans Activation Framewor);

• [Link] (PostGreSQL API).

Criar um utilizador na base de dados. Antes de efetuar esta tarefa poderá ter de alternar para
o utilizador responsável pelo PostgreSQL (geralmente, através de su -l postgres ).

De seguida criar a base de dados dspace:

$ createuser -U postgres -d -A -P dspace ; createdb -U dspace -E UNICODE dspace

A password para a base de dados dspace não tem de ser a mesma do que o user do Sistema
Operacional.

Altere alguns parâmetros no arquivo de configurações [dspace-source]/config/[Link] tais


como:

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[Link] (diretório onde será instalada a aplicação)


[Link] [IP externo]:8080/dspace
[Link] [IP externo]
[Link] BDJur no [sigla do orgão]
[Link]
[Link]
[Link] = 123456789 (deverá ser alterado mais tarde)

Ainda no mesmo arquivo, edite convenientemente o usuário e senha do banco de dados:

[Link] = www-data
[Link] = suasenha

Inserindo a localização de seu certificado de autoridade:

# Certificate authority
#[Link] = /dspace/etc/[Link]
[Link] = /usr/local/apache/conf/[Link]/[Link]

(coloque o caminho para o seu certificado de autoridade, o deste exemplo é apenas para tes-
tes, criado na instalação do pacote ssl do Apache)

Compilar

$ ant

Criando o diretorio /usr/local/dspace (requer superusuario)

$ mkdir /usr/local/dspace
$ chown www-data:www-data /usr/local/dspace/

Instalar

$ ant fresh_install

Passo 5. Instalação do Tomcat

Abrir o pacote:

$ tar xzvf [Link]

Mudar o nome do diretório criado se for o caso:

$ mv jakarta-tomcat-5.0.19 tomcat5.0.19/

Mover o diretorio do Tomcat para /usr/local/ (requer superusuário):

$ mv tomcat5.0.19 /usr/local/

Acrescentar o caminho para o diretório do Tomcat em /etc/profile (superusuário):

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CATALINA_HOME=/usr/local/tomcat5.0.19
export CATALINA_HOME
Ainda editando o arquivo /etc/profile, dar ao Tomcat acesso às bibliotecas SSL da Java:
JSSE_HOME=$JAVA_HOME/jre/lib
export JSSE_HOME
Incluir links simbólicos para DSpace ao diretório webapps do Tomcat. No diretório $CATA-
LINA_HOME/webapps crie:
$ ln -s /usr/local/dspace/jsp dspace
$ ln -s /usr/local/dspace/oai dspace-oai
$ mv ROOT [Link]
$ ln -s /usr/local/dspace/jsp ROOT
Devemos agora criar alguns arquivos em $CATALINA_HOME/[SUA_URL]:
.[Link], contendo:
<?xml version='1.0' encoding='utf-8'?>
<Context allowLinking="true" crossContext="true" docBase="ROOT" path="" reloadable="true">
</Context>
* [Link], contendo:
<?xml version='1.0' encoding='utf-8'?>
<Context crossContext="true" docBase="dspace-oai" path="/dspace-oai" reloadable="true">
</Context>
* [Link], contendo
<?xml version='1.0' encoding='utf-8'?>
<Context allowLinking="true" crossContext="true" docBase="dspace" path="/dspace" reloadable="
</Context>
Quanto ao arquivo [Link], deve-se descomentar a parte que define um servidor SSL (na
porta 8443) e comentar o que define um sem SSL (porta 8080), além de substituir as referências
para localhost pelo seu endereço, é claro.

Resta criar a chave criptográfica, conforme instruções obtidas na documentação do Tomcat, que
se resume a criar a chave através de um ferramenta da Java:
$JAVA_HOME/bin/keytool -genkey -alias tomcat -keyalg RSA -keystore /caminho/para/minha/chave
Este comando criará uma chave denominada .keystore no lugar determinado. Serão feitas al-
gumas perguntas simples, entre os quais a determinação da senha da chave. Deve-se configurar
a chave com a senha changeit, que é a senha padrão pelo qual o Tomcat utilizará a chave. Use
a mesma senha todas as vezes que for pedida sua configuração.

Se for necessário, configure o arquivo [Link] com o atributo keystoreFile para informar ao
Tomcar a localização da chave (.keystore). O local padrão para a chave é no diretório home do
usuário que roda o Tomcat.

Finalizando

Iniciar o Tomcat (login www-data)

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$ $CATALINA_HOME/bin/[Link]

Acesse a página [Link] (substitua o endereço pela página que você confi-
gurou no arquivo [Link]).
Se tudo correu bem, à sua frente se encontra a página do DSpace.

OBS:

• Para administrar o DSpace é necessário configurar uma conta de administrador no mesmo.


Faça-o executando o arquivo /dspace/bin/create-administrator. Depois é só entrar na página
[Link] substituindo [SUA_URL] pelo seu endereço.

• Para personalizar as páginas do DSpace, basta alterar as páginas JSP localizadas em


/usr/local/dspace/jsp e gravá-las em /dspace/jsp/local, pois as páginas encontradas neste
local têm precedência sobre aquelas em /urs/local/dspace/jsp. Mais informações na docu-
mentação do DSpace.

35
Capítulo 6

Comunidade e Algumas Dúvidas

6.1 Comunidade
A DSpace Federation fundada pela Fundação Andrew W. Mellon, pela Universidade de Cam-
bridge e pelo MIT, ainda está na sua fase conceitual. Um grupo de bibliotecas universitárias
está levando a cabo o DSpace Federation Project. Esta equipe de trabalho pretende testar as
funcionalidades do DSpace em outras aplicações acadêmicas, discutir que tipo de serviços multi-
institucionais podem ser úteis e construídos na plataforma DSpace, e explorar a interoperabilidade
entre os sistemas destas instituições visando criar um recurso mais valioso do que se fosse atra-
vés de ações individuais.

As bibliotecas do MIT e a HP acreditam que o DSpace poderá ser um sistema ainda melhor,
com a possibilidade de se tornar uma ferramenta útil, se muitas instituições se envolverem, o utili-
zarem e o melhorarem através de um trabalho de colaboração e sobretudo através da construção
de um modelo de gestão para o manter funcional ao longo do tempo.

A DSpace Federation pode vir a significar um conjunto de serviços que suportem funções multi-
institucionais ou inter-institucionais (ex.º coleções virtuais, publicações distribuídas, serviços ad-
ministrativos remotos, etc.). Poderá ser também o ponto de encontro para trabalho de desenvol-
vimento integrado (ex.º resolução de bugs ou introdução de melhoramentos). Poderá igualmente
vir a traduzir-se na organização que financia e mantém o sistema DSpace à medida que este for
crescendo, evoluindo e usado por cada vez mais instituições a nível mundial.

Entretanto, qualquer um pode usar livremente o sistema open-source e entrar em contato com as
bibliotecas do MIT se estiver interessado em participar em discussões sobre como criar a DSpace
Federation (contacte MacKenzie Smith, kenzie@[Link]).

Se estiver interessado em saber os últimos desenvolvimentos acerca desta iniciativa, subscreva


a DSpace announcements mailing list ou verifique periodicamente as novidades na página oficial
da DSpace Federation.

Comunidade no DSpace

O DSpace é composto por comunidades ? grupos que contribuem com conteúdos ? estas por
seu turno organizam-se em coleções nas quais estão inseridos os arquivos ou itens.

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As comunidades DSpace podem ser departamentos, laboratórios, centros de pesquisa, esco-


las ou outras unidades administrativas de uma instituição. As comunidades determinam as suas
próprias diretrizes e decidem quem é que pode fazer o depósito de conteúdos. Um administra-
dor na equipe Dspace, geralmente o responsável pelo apoio aos utilizadores do Dspace, trabalha
com o responsável pela comunidade para decidir os procedimentos que devem ser adotados para
os conteúdos serem aprovados, editados e para definir os metadados.

Coleção DSpace

As coleções pertencem a comunidades ou a várias comunidades (ex.º Investigações em parceria


entre duas comunidades podem resultar numa coleção partilhada) e estas estão organizadas por
arquivos e ou itens individuais.

Diferenças do DSpace em relação a outros repositórios digitais

O DSpace é o primeiro repositório digital talhado para a variedade de problemáticas inerentes


a um arquivo multidisciplinar:

• Políticas diferenciadas, práticas e culturas estabelecidas pelas disciplinas individualmente;

• A variedade de formatos digitais produzidos atualmente nos locais de investigação;

• A complexidade dos metadados necessários para instalar e manter o acesso aos formatos
digitais suportados pelo sistema.

O DSpace foi concebido com uma arquitetura flexível e recuperável para uma multiplicidade
de formatos e para diferentes disciplinas de investigação, conhecidas como comunidades. Cada
comunidade tem o seu portal personalizado com as suas regras e terminologia próprias.

É possível modificar o sistema DSpace?

A licença BSD distribution license para a plataforma DSpace permite-lhe fazer as alterações que
desejar na cópia que instalou na sua instituição. O sistema foi concebido para que a adaptação a
cada instituição seja o mais simples possível.

De fato, diversos módulos no DSpace provavelmente deverão ser personalizados para cada insti-
tuição (Ex.º autorização e autenticação) e algumas instituições poderão mesmo querer substituir
as ferramentas open-source fornecidas conjuntamente com o DSpace por outras (Ex. substituir
postgreSQL pelo mySQL ou pelo Oracle). Existe documentação disponível que explica estas in-
terdependências.

Gestão do desenvolvimento do sistema

Existe um grupo informal de implementadores designado DSpace Federation. Na reunião in-


ternacional de utilizadores do DSpace, que em Março reuniu em Boston mais de 100 pessoas
representando 50 instituições de 9 países, apontou-se para o desenvolvimento de um modelo se-
melhante ao usado por outros projetos de Open Source de sucesso (como o Apache Web Server).
Já foi criado o DSpace Federation Comitters Group, que irá definir as regras de funcionamento da

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comunidade que desenvolve e usa o software, coordenar o desenvolvimento do sistema e garantir


a integridade do código.

Funcionalidades

DSpace suporta todos os tipos de formatos digitais. Eis apenas alguns exemplos:

• Documentos (Ex.º artigos, preprints, relatórios técnicos, dissertações);

• Livros;

• Teses;

• Visualizações, simulações e outros modelos;

• Software;

• Publicações multimédia;

• Imagens;

• Ficheiros áudio;

• Ficheiros vídeo;

• Páginas web.

Atualmente o DSpace consegue exportar o conteúdo digital conjuntamente com os seus me-
tadados num simples ficheiro de formato XML (encoded). Esta capacidade de migração está
sendo trabalhada no sentido de ser usado METS standard, mas continua-se à espera que sur-
jam algumas extensões necessárias (Ex.º uma para Qualified Dublin Core Metadata e Metadados
para a mínima preservação técnica de objectos digitais abitrários).

Para concretizar o objetivo da interoperabilidade com outros sistemas, o DSpace implementa


o protocolo Open Archives Initiative Protocol for Metadata Harvesting (OAI-PMH).

Identificadores Persistentes

Um dos objetivos e requisitos dos repositórios digitais é referenciar de uma forma persistente
os seus recursos de forma a permitir a pesquisa e recuperação dos mesmos num futuro distante.
Em particular, é crucial que citações para materiais arquivados permanecem válidas por longos
períodos de tempo. Os investigadores necessitam de referências estáveis para os seus traba-
lhos. Os utilizadores da Internet aprenderam rapidamente que os sites (referenciados pelos seus
URLs) podem desaparecer ou serem reconfigurados sem qualquer tipo de aviso, o que faz com
que as suas referências para recursos digitais de investigação não sejam fiáveis a longo prazo.

Para ajudar a resolver este problema, uma das funcionalidades do DSpace é a criação de iden-
tificadores persistentes para cada item, coleção e comunidade armazenada no sistema. Para
isso é necessário implementar um mecanismo independente do local físico de armazenamento
da informação. O sistema usa o CNRI Handle System para criar estes identificadores.

Preservação do material digital

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O DSpace identifica dois níveis de preservação digital: preservação de bits, e preservação funci-
onal.

1. A preservação de bits assegura que um arquivo continua exatamente igual ao longo do


tempo (não é modificado um único bit) enquanto o meio físico que o rodeia evolui.

2. A preservação funcional vai mais longe: o arquivo não se modifica ao longo do tempo para
que possa ser imediatamente usado na sua forma original, enquanto o formato digital (e o
meio físico) evoluem ao longo do tempo.

Alguns formatos de ficheiros podem ser preservados funcionalmente, usando formatos de


migração direta, como imagens TIFF ou documentos XML. Outros formatos, por outras razões,
são mais difíceis de preservar funcionalmente. Ninguém pode prever que tipo de formatos uma
instituição vai usar para a criação das suas produções intelectuais. Usam-se as ferramentas de
acordo com os fins pretendidos e as bibliotecas recebem a todos. Por este fato existem três níveis
de preservação definidos para um determinado formato: suportado, conhecido ou não suportado.

• Formatos suportados serão funcionalmente preservados através do uso do formato de mi-


gração ou técnicas de emulação. Exemplos: TIFF, SGML, XML, AIFF, and PDF.

• Formatos conhecidos são aqueles que não podemos prometer a sua preservação, como
formatos proprietários ou formatos binários, mas que são tão usuais que versões de migra-
ção de terceira geração poderão surgir e ajudar na migração desses formatos. Os exemplos
incluem o Microsoft Word and Powerpoint, Lotus 1-2-3, and WordPerfect.

• Formatos não suportados são aqueles que ainda não conhecemos suficientemente bem
para fazermos algum tipo de preservação funcional. Isto inclui alguns formatos proprietários
ou software único.

Para os três níveis, o DSpace faz a preservação de bits para que futuros ?arqueólogos digi-
tais? possam ter material para trabalhar se este for de interesse.

Equipes de desenvolvimento do DSpace estão trabalhando em parceria com outras instituições


(particularmente a Universidade de Cambridge no Reino Unido) para desenvolver novos procedi-
mentos de upload para converter formatos não suportados ou formatos conhecidos em suporta-
dos, e melhorar a capacidade do DSpace para preservar os metadados e proceder a migrações
periódicas de formatos.

Sobre..

Pode-se encontrar documentação sobre o sistema no SourceForge project web site e no DS-
pace Technology page.

Se ainda tiver dúvidas sobre o DSpace após terminar o curso, pergunte aos monitores ou co-
loque a sua questão em DSpace-General ou DSpace-Tech mailing lists.

Pode comunicar bugs e sugerir melhoramentos através do sítio SourceForge system. Os bugs
serão corrigidos logo que seja possível e dentro dos limites dos recursos técnicos do MIT. To-
dos os melhoramentos serão levados em consideração pela equipe, e se forem aprovados, serão

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acrescentados à lista oficial de melhoramentos e serão desenvolvidos de acordo com o tempo e


recursos disponíveis.

No entanto, outros utilizadores que trabalhem como o código open-source do DSpace podem
resolver bugs ou introduzir melhoramentos. Veja em DSpace Community Development Guideli-
nes para ver como.

Quem suporta o DSpace?

O DSpace tem uma comunidade muito ativa de investigadores que contribui com os seus co-
nhecimentos e apoio através da DSpace-Tech and DSpace-General mailing lists. O Staff das
Bibliotecas do MIT e da HP que trabalham com o DSpace subscreveram estas listas de distribui-
ção e participam ativamente na resposta a questões aí colocadas.

Para trabalhar com o sistema DSpace terá de possuir recursos técnicos locais (hardware, pessoal
técnico, etc.) para poder tirar partido de todo o seu potencial. Se já possui estes recursos pode
obter documentação específica no website DSpace e pode aderir à DSpace listserv, DSpace-
Tech, para colocar questões ou apresentar soluções.

Hardware necessário

Não existem requerimentos específicos para um servidor que aloje o DSpace excepto UNIX
(como a aplicação é escrita em Java, em teoria funcionará noutras plataformas também).

Pode consultar algumas propostas da HP em: [Link]

Sobre os Metadados

Metadados no sentido literal é “informação sobre informação”. Para a descrição dos documentos,
o DSpace utiliza a recomendação de metadados Qualified Dublin Core baseado no formato de
registo sugerido pela Libraries Working Group Application Profile. Apenas três campos são obri-
gatórios: título, idioma, e data de depósito, todos os outros campos são opcionais. Entre outros,
existem campos adicionais para resumos dos documentos, palavras-chave, metadados técnicos
e metadados para direitos de autor.

Além deste esquema de metadados descritivo, o sistema armazena também outros tipos de me-
tadados, como por exemplo, tamanho em bytes dos ficheiros, MIME types, metadados específicos
para preservação digital, etc.

Quando dizemos “suportar” um esquema de metadados queremos dizer que os metadados po-
dem ser introduzidos no DSpace, armazenados na base de dados, devidamente indexados e
tornados pesquisáveis publicamente. Atualmente, isto aplica-se principalmente aos metadados
descritivos, embora possam surgir também metadados técnicos, de direitos de autor, de preser-
vação, estruturais e comportamentais.

Atualmente o DSpace suporta unicamente os metadados do Dublin Core com qualificadores con-
forme o perfil de aplicação bibliográfica (ver DSpace Metadata). Estão a ser desenvolvidos planos
para conseguir suportar uma variação dos elementos IMS/SCORM (para descrição de material

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educativo).

A HP e o MIT estão também a desenvolver um projeto designado SIMILE e que está investi-
gando a forma de suportar esquemas de metadados arbitrários usando RDF, actualmente em
aplicação pelo Haystack research project in the Lab for Computer Science e por algumas tecno-
logias de Web Semântica em desenvolvimento no W3C.

Compatibilidade com o protocolo OAI

O DSpace suporta o Open Archives Initiative’s Protocol for Metadata Harvesting (OAI-PMH) v2.0
como data provider. O protocolo OAI foi implementado através do software open-source OCLC?s
OAICat para possibilitar que os itens registados no DSpace possam ser disponibilizados para
harvesting. Outras instituições que utilizem o DSpace podem optar por ativar ou não o OAI e
registar-se ou não como data providers.

DSpace Federation

A DSpace Federation ainda está na sua fase formativa. Basicamente consiste em todas as bibli-
otecas e instituições que estão a usar a plataforma DSpace. A curto prazo, as bibliotecas do MIT
e da HP vão definir os contornos da DSpace Federation.

As bibliotecas do MIT e a HP acreditam que o DSpace poderá vir a ser um sistema ainda melhor,
com a possibilidade de se tornar uma ferramenta ainda mais útil, se muitas instituições o utiliza-
rem e o melhorarem através de um trabalho de cooperação, sobretudo através da construção de
um modelo de gestão para o manter funcional ao longo do tempo.

A DSpace Federation pode vir a significar um conjunto de serviços que suportem funções multi-
institucionais ou inter-institucionais (como coleções virtuais, publicações distribuídas, serviços
administrativos remotos, etc.). Poderá ser também o ponto nevrálgico para trabalho de desenvol-
vimento integrado (como a resolução de bugs ou introdução de melhoramentos por utilizadores
de todo o mundo). Poderá igualmente vir a traduzir-se na organização que financia e mantém o
sistema DSpace à medida que se for desenvolvendo, evoluindo e usando por cada vez mais a
instituições a nível mundial.

Entretanto, qualquer um pode usar livremente o sistema open-source e participar nas listas de
distribuição do DSpace.

O nome DSpace é uma marca registada do MIT para prevenir a hipotética comercialização do
software sob esse nome, mas as instituições que trabalham com o DSpace têm liberdade para o
renomear no interface do seu sistema.

O que é o projeto DSpace Federation?


No futuro próximo, as bibliotecas do MIT e da HP definirão os contornos da DSpace Federation.
Fundada pela Andrew W. Mellon Foundation, pela Universidade de Cambridge e pelo MIT, um
grupo de bibliotecários universitários estão a participar no DSpace Federation Project para testar
a plataforma DSpace numa variedade de aplicações universitárias, para discutir que tipo de ser-
viços multi-institucionais podem ser úteis e construídos na plataforma DSpace e para explorar a
interoperabilidade entre os sistemas destas organizações, podendo assim, criar um recurso mais

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valioso sem os entraves das ações individuais.

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