Simulado ANAC: Convenção de Chicago
Simulado ANAC: Convenção de Chicago
ANAC
Bloco
02
[Link]
01.
A
convenção
de
Chicago,
na
qual
tomaram
parte
representante
de
54
nações,
e
que
resultou
na
criação
da
OACI,
foi
realizada
em:
a)
1919
b)
1929
c)
1944
c)
1945
[Link]
01.
A
convenção
de
Chicago,
na
qual
tomaram
parte
representante
de
54
nações,
e
que
resultou
na
criação
da
OACI,
foi
realizada
em:
a)
1919
b)
1929
c)
1944
c)
1945
[Link]
02.
Os
anexos
à
convenção
de
Chicago
definem
normas
técnicas
padronizadas
para
disciplinar
o
exercício
de
transporte
aéreo.
Os
países
membros
que
por
moRvos
técnicos
ou
discordância
de
legislação
interna
não
puderem
cumpri-‐las,
deverão
levar
o
fato
ao
conhecimento
dos
demais
membros,
através
da
apresentação
de:
a)
alterações
b)
diferenças
c)
discordâncias
d)
modificações
[Link]
02.
Os
anexos
à
convenção
de
Chicago
definem
normas
técnicas
padronizadas
para
disciplinar
o
exercício
de
transporte
aéreo.
Os
países
membros
que
por
moRvos
técnicos
ou
discordância
de
legislação
interna
não
puderem
cumpri-‐las,
deverão
levar
o
fato
ao
conhecimento
dos
demais
membros,
através
da
apresentação
de:
a)
alterações
b)
diferenças
c)
discordâncias
d)
modificações
[Link]
03.
Nos
termos
do
arRgo
37
da
convenção
de
Chicago,
a
OACI
estabeleceu
normas
de
caráter
técnico
em
instrumentos
denominados:
a)
resumos
à
convenção.
b)
regulamentos
brasileiros
de
homologação
aeronáuRca
(RBHA).
c)
anexos
à
convenção.
[Link]
03.
Nos
termos
do
arRgo
37
da
convenção
de
Chicago,
a
OACI
estabeleceu
normas
de
caráter
técnico
em
instrumentos
denominados:
a)
resumos
à
convenção.
b)
regulamentos
brasileiros
de
homologação
aeronáuRca
(RBHA).
c)
anexos
à
convenção.
[Link]
04.
A
uniformização
dos
critérios
relaRvos
ao
transporte
aéreo,
no
que
se
refere
aos
documentos
de
transporte
(bilhete
de
passagem,
nota
de
bagagem,
etc)
foi
conseguida:
a)
na
convenção
de
Chicago.
b)
na
convenção
de
Varsóvia.
c)
pela
ONU.
d)
pelo
DAC.
[Link]
04.
A
uniformização
dos
critérios
relaRvos
ao
transporte
aéreo,
no
que
se
refere
aos
documentos
de
transporte
(bilhete
de
passagem,
nota
de
bagagem,
etc)
foi
conseguida:
a)
na
convenção
de
Chicago.
b)
na
convenção
de
Varsóvia.
c)
pela
ONU.
d)
pelo
DAC.
[Link]
05.
Na
convenção
de
Varsóvia
foram
estabelecidas
regras
que
não
são
seguidas
até
hoje.
Assinale
a
alternaRva
que
não
diz
respeito
à
convenção:
a)
responsabilidade
dos
transportadores
aéreos
quanto
aos
passageiros
em
caso
de
morte
ou
lesões.
b)
direitos
e
obrigações
dos
transportadores
aéreos.
c)
base
rígida
e
segura
para
a
reparação
de
danos.
d)
arRculações
de
rotas
e
métodos
comerciais
numa
rede
única
de
serviço
público
mundial.
[Link]
05.
Na
convenção
de
Varsóvia
foram
estabelecidas
regras
que
não
são
seguidas
até
hoje.
Assinale
a
alternaRva
que
não
diz
respeito
à
convenção:
a)
responsabilidade
dos
transportadores
aéreos
quanto
aos
passageiros
em
caso
de
morte
ou
lesões.
b)
direitos
e
obrigações
dos
transportadores
aéreos.
c)
base
rígida
e
segura
para
a
reparação
de
danos.
d)
arRculações
de
rotas
e
métodos
comerciais
numa
rede
única
de
serviço
público
mundial.
[Link]
06.
Estudar
os
problemas
da
aviação
civil
internacional
e
estabelecer
padrões
e
regulamentos
internacionais
para
a
aviação
civil,
são
algumas
finalidades
da:
a)
OACI
b)
ONU
c)
IATA
d)
AITAL
[Link]
06.
Estudar
os
problemas
da
aviação
civil
internacional
e
estabelecer
padrões
e
regulamentos
internacionais
para
a
aviação
civil,
são
algumas
finalidades
da:
a)
OACI
b)
ONU
c)
IATA
d)
AITAL
[Link]
07.
A
OACI
estabeleceu
normas
de
caráter
técnico,
através
de
anexos.
O
que
estabelece
normas
para
licenciamento
de
pessoal
é
o
anexo:
a)
1
b)
2
c)
7
d)
único
[Link]
07.
A
OACI
estabeleceu
normas
de
caráter
técnico,
através
de
anexos.
O
que
estabelece
normas
para
licenciamento
de
pessoal
é
o
anexo:
a)
1
b)
2
c)
7
d)
único
[Link]
08.
A
sigla
ONU
significa:
a)
organização
Nacional
Unida.
b)
Organização
das
Nações
Unidas.
c)
ObjeRvos
Nacionais
de
Unificação.
d)
União
Nacional
das
Organizações
Aéreas.
[Link]
08.
A
sigla
ONU
significa:
a)
organização
Nacional
Unida.
b)
Organização
das
Nações
Unidas.
c)
ObjeRvos
Nacionais
de
Unificação.
d)
União
Nacional
das
Organizações
Aéreas.
[Link]
09.
A
organização
internacional,
responsável
pela
elaboração
de
normas,
métodos
e
procedimentos
relaRvos
à
aviação
civil,
do
qual
o
Brasil
é
integrante,
chama-‐se:
a)
ONU
b)
ICAO
c)
OEA
d)
DAC
[Link]
09.
A
organização
internacional,
responsável
pela
elaboração
de
normas,
métodos
e
procedimentos
relaRvos
à
aviação
civil,
do
qual
o
Brasil
é
integrante,
chama-‐se:
a)
ONU
b)
ICAO
c)
OEA
d)
DAC
[Link]
10.
As
empresas
de
transporte
aéreo
laRno-‐americanas
criaram
em
1980
uma
associação
privada,
para
tratar
dos
problemas
de
transporte
aéreo,
tarifas,
etc,
dentro
de
sua
área
de
atuação
e
denominada:
a)
CLAC
b)
IATA
c)
AITAL
d)
CERNAI
[Link]
10.
As
empresas
de
transporte
aéreo
laRno-‐americanas
criaram
em
1980
uma
associação
privada,
para
tratar
dos
problemas
de
transporte
aéreo,
tarifas,
etc,
dentro
de
sua
área
de
atuação
e
denominada:
a)
CLAC
b)
IATA
c)
AITAL
d)
CERNAI
[Link]
11)
As
normas
e
recomendações
que
foram
adotadas
pela
OACI,
como
padrão
mínimo
para
a
concessão
de
licenças
e
instrução
do
pessoal
aeronáuRco
(aeronautas
e
aeroviários),
estão
conRdas
no(a):
a)
CBAer
b)
anexo
1
c)
RBHA
61
d)
IAC
3248
[Link]
11)
As
normas
e
recomendações
que
foram
adotadas
pela
OACI,
como
padrão
mínimo
para
a
concessão
de
licenças
e
instrução
do
pessoal
aeronáuRco
(aeronautas
e
aeroviários),
estão
conRdas
no(a):
a)
CBAer
b)
anexo
1
c)
RBHA
61
d)
IAC
3248
[Link]
12)
A
simplificação
das
formalidades
aduaneiras,
de
imigração
e
de
saúde
pública,
no
que
se
refere
ao
tráfego
aéreo
internacional,
bem
como
o
tratamento
dos
múlRplos
aspectos
econômicos
do
tráfego
aéreo,
foi
conseguido
pela:
a)
OACI
b)
IATA.
c)
CERNAI
d)
ONU.
[Link]
12)
A
simplificação
das
formalidades
aduaneiras,
de
imigração
e
de
saúde
pública,
no
que
se
refere
ao
tráfego
aéreo
internacional,
bem
como
o
tratamento
dos
múlRplos
aspectos
econômicos
do
tráfego
aéreo,
foi
conseguido
pela:
a)
OACI
b)
IATA.
c)
CERNAI
d)
ONU.
[Link]
13)
A
OACI
tem
em
sua
estrutura,
um
órgão
considerado
como
o
poder
máximo
da
organização.
É
consRtuído
por
todos
os
países
membros
e
denominado:
a)
conselho
b)
assembléia
c)
órgão
técnico
d)
secretariado
[Link]
13)
A
OACI
tem
em
sua
estrutura,
um
órgão
considerado
como
o
poder
máximo
da
organização.
É
consRtuído
por
todos
os
países
membros
e
denominado:
a)
conselho
b)
assembléia
c)
órgão
técnico
d)
secretariado
[Link]
14.
Em
1945
foi
criada
a
InternaRonal
Air
Transport
AssociaRon
(IATA)
e
sua
sede
atual
fica
em:
a)
Nova
York
–
EUA.
b)
Zurique
–
Suíça.
c)
Montreal
–
Canadá.
d)
Varsóvia
–
Polônia.
[Link]
14.
Em
1945
foi
criada
a
InternaRonal
Air
Transport
AssociaRon
(IATA)
e
sua
sede
atual
fica
em:
a)
Nova
York
–
EUA.
b)
Zurique
–
Suíça.
c)
Montreal
–
Canadá.
d)
Varsóvia
–
Polônia.
[Link]
15.
A
IATA,
através
de
seus
diversos
setores,
desenvolve,
dentre
outras,
as
seguintes
aRvidades:
a)
mantém
contatos
a
nível
governamental
sempre
que
necessário
para
comunicar
normas
adotadas
pela
associação.
b)
propicia
os
meios
que
possibilitem
a
concorrência
entre
os
transportadores
aéreos.
c)
promove
um
constante
intercâmbio
de
informações,
padronizações
e
disciplina
de
atuação,
como
por
exemplo,
publicação
de
manuais,
documentos
de
transporte
de
passageiros
e
carga.
d)
acerto
de
contas
relaRvas
ao
transporte
aéreo,
através
da
câmara
de
compensação
(clearing
house),
anualmente,
com
as
empresas
associadas.
[Link]
15.
A
IATA,
através
de
seus
diversos
setores,
desenvolve,
dentre
outras,
as
seguintes
aRvidades:
a)
mantém
contatos
a
nível
governamental
sempre
que
necessário
para
comunicar
normas
adotadas
pela
associação.
b)
propicia
os
meios
que
possibilitem
a
concorrência
entre
os
transportadores
aéreos.
c)
promove
um
constante
intercâmbio
de
informações,
padronizações
e
disciplina
de
atuação,
como
por
exemplo,
publicação
de
manuais,
documentos
de
transporte
de
passageiros
e
carga.
d)
acerto
de
contas
relaRvas
ao
transporte
aéreo,
através
da
câmara
de
compensação
(clearing
house),
anualmente,
com
as
empresas
associadas.
[Link]
16.
A
sigla
FAA
significa:
a)
Fundo
de
Auxílio
à
Aviação.
b)
Federal
AviaRon
AdministraRon.
c)
Federação
de
Assintência
à
Aviação.
d)
Federal
AviaRon
AssociaRon.
[Link]
16.
A
sigla
FAA
significa:
a)
Fundo
de
Auxílio
à
Aviação.
b)
Federal
AviaRon
AdministraRon.
c)
Federação
de
Assintência
à
Aviação.
d)
Federal
AviaRon
AssociaRon.
[Link]
17.
O
órgão
eminentemente
políRco,
de
assessoramento
de
alto
nível,
incumbido
de
estudar,
planejar
e
coordenar
os
assuntos
que
dizem
respeito
à
aviação
civil
internacional
e
que
trabalha
coordenadamente
com
o
DAC
é
o
(a):
a)
CTA
–
Centro
Técnico
Aeroespacial.
b)
DIRENG
–
Diretoria
de
Engenharia
da
AeronáuRca.
c)
CERNAI
–
Comissão
de
Estudos
RelaRvos
à
Navegação
Aérea
Internacional.
d)
SICONFAC
–
Sistema
Integrado
de
Controle
e
Fiscalização
de
Aviação
Civil.
[Link]
17.
O
órgão
eminentemente
políRco,
de
assessoramento
de
alto
nível,
incumbido
de
estudar,
planejar
e
coordenar
os
assuntos
que
dizem
respeito
à
aviação
civil
internacional
e
que
trabalha
coordenadamente
com
o
DAC
é
o
(a):
a)
CTA
–
Centro
Técnico
Aeroespacial.
b)
DIRENG
–
Diretoria
de
Engenharia
da
AeronáuRca.
c)
CERNAI
–
Comissão
de
Estudos
RelaRvos
à
Navegação
Aérea
Internacional.
d)
SICONFAC
–
Sistema
Integrado
de
Controle
e
Fiscalização
de
Aviação
Civil.
[Link]
37.
A
organização
das
aRvidades
necessárias
ao
funcionamento
e
ao
desenvolvimento
da
aviação
civil
é
finalidade
precípua
do:
a)
DAC
b)
Sistema
de
Aviação
Civil
(SAC).
c)
SERAC.
d)
Comando
da
AeronáuRca.
[Link]
37.
A
organização
das
aRvidades
necessárias
ao
funcionamento
e
ao
desenvolvimento
da
aviação
civil
é
finalidade
precípua
do:
a)
DAC
b)
Sistema
de
Aviação
Civil
(SAC).
c)
SERAC.
d)
Comando
da
AeronáuRca.
[Link]
38.
A
instrução
técnica
especializada
e
os
estudos
e
pesquisas
na
área
de
aviação
civil
são
coordenados
pelo:
a)
DAC
b)
SERAC.
c)
IAC
d)
Comando
da
AeronáuRca.
[Link]
38.
A
instrução
técnica
especializada
e
os
estudos
e
pesquisas
na
área
de
aviação
civil
são
coordenados
pelo:
a)
DAC
b)
SERAC.
c)
IAC
d)
Comando
da
AeronáuRca.
[Link]
39.
O
estabelecimento
de
regras
e
procedimentos
de
tráfego
aéreo
cabe
a
(ao):
a)
Departamento
de
Controle
do
Espaço
Aéreo
(DECEA).
b)
Sistema
de
Proteção
ao
Vôo
(SPV)
c)
InsRtuto
de
Proteção
ao
vôo
(IPV)
d)
Serviço
Regional
de
Proteção
ao
Vôo
(SRPV).
[Link]
39.
O
estabelecimento
de
regras
e
procedimentos
de
tráfego
aéreo
cabe
a
(ao):
a)
Departamento
de
Controle
do
Espaço
Aéreo
(DECEA).
b)
Sistema
de
Proteção
ao
Vôo
(SPV)
c)
InsRtuto
de
Proteção
ao
vôo
(IPV)
d)
Serviço
Regional
de
Proteção
ao
Vôo
(SRPV).
[Link]
40.
O
do
Sistema
de
Aviação
Civil
(SAC)
que
tem
por
finalidade
executar
as
aRvidades
relacionadas
com
a
aviação
civil,
nas
áreas
dos
respecRvos
comandos
aéreos
regionais,
tem
como
sigla:
a)
DECEA
b)
IAC
c)
DAC
d)
SERAC
[Link]
40.
O
do
Sistema
de
Aviação
Civil
(SAC)
que
tem
por
finalidade
executar
as
aRvidades
relacionadas
com
a
aviação
civil,
nas
áreas
dos
respecRvos
comandos
aéreos
regionais,
tem
como
sigla:
a)
DECEA
b)
IAC
c)
DAC
d)
SERAC
[Link]
41.
A
criação
do
Sistema
de
Aviação
Civil,
pelo
Ministério
da
AeronáuRca,
foi
insRtuída
pelo
decreto
número:
a)
65.144,
de
12
set
69.
b)
65.145,
de
12
set
69.
c)
66.148,
de
12
dez
70.
d)
65.143,
de
12
jan
79.
[Link]
41.
A
criação
do
Sistema
de
Aviação
Civil,
pelo
Ministério
da
AeronáuRca,
foi
insRtuída
pelo
decreto
número:
a)
65.144,
de
12
set
69.
b)
65.145,
de
12
set
69.
c)
66.148,
de
12
dez
70.
d)
65.143,
de
12
jan
79.
[Link]
42.
A
autoridade
competente
em
assuntos
de
aviação
civil
no
Brasil
é:
a)
Ministério
dos
Transportes
b)
Ministério
da
Infraestrutura
c)
Comando
da
AeronáuRca
d)
ministério
da
Aviação
Civil
[Link]
42.
A
autoridade
competente
em
assuntos
de
aviação
civil
no
Brasil
é:
a)
Ministério
dos
Transportes
b)
Ministério
da
Infraestrutura
c)
Comando
da
AeronáuRca
d)
ministério
da
Aviação
Civil
[Link]
43.
A
homologação
de
equipamentos
aeronáuRcos,
da
fabricação
de
peças
e
equipamentos
e
a
formação
de
técnicos
e
engenheiros
com
desRno
à
aviação
civil,
é
uma
das
aRvidades
do
(a):
a)CERNAI
b)DECEA
c)CTA
d)DIRENG
[Link]
43.
A
homologação
de
equipamentos
aeronáuRcos,
da
fabricação
de
peças
e
equipamentos
e
a
formação
de
técnicos
e
engenheiros
com
desRno
à
aviação
civil,
é
uma
das
aRvidades
do
(a):
a)CERNAI
b)DECEA
c)CTA
d)DIRENG
[Link]
44)
A
organização
do
Comando
da
aeronáuRca,
que
tem
por
finalidade
a
consecução
dos
objeRvos
da
políRca
aeroespacial
nacional
no
setor
da
aviação
civil
é
a
(o):
a)
SERAC
b)
FAB
c)
DAC
d)
DECEA
[Link]
44)
A
organização
do
Comando
da
aeronáuRca,
que
tem
por
finalidade
a
consecução
dos
objeRvos
da
políRca
aeroespacial
nacional
no
setor
da
aviação
civil
é
a
(o):
a)
SERAC
b)
FAB
c)
DAC
d)
DECEA
[Link]
45)
As
empresas
de
manutenção,
a
indústria
aeronáuRca
e
as
empresas
de
transporte
aéreo,
em
relação
ao
sistema
de
aviação
civil,
são:
a)
órgãos
paralelos
b)
unidades
normaRvas
c)
elos
execuRvos
d)
órgãos
fiscalizadores.
[Link]
45)
As
empresas
de
manutenção,
a
indústria
aeronáuRca
e
as
empresas
de
transporte
aéreo,
em
relação
ao
sistema
de
aviação
civil,
são:
a)
órgãos
paralelos
b)
unidades
normaRvas
c)
elos
execuRvos
d)
órgãos
fiscalizadores.
[Link]
46.
A
empresa
pública,
vinculada
ao
Comando
da
AeronáuRca,
que
cuida
da
infra-‐estrutura
aeroportuária
dos
principais
aeroportos
do
país,
é
denominada:
a)
TASA
b)
DAESP
c)
INFRAERO
d)
CELMA
[Link]
46.
A
empresa
pública,
vinculada
ao
Comando
da
AeronáuRca,
que
cuida
da
infra-‐estrutura
aeroportuária
dos
principais
aeroportos
do
país,
é
denominada:
a)
TASA
b)
DAESP
c)
INFRAERO
d)
CELMA
[Link]
47.
A
seleção
e
o
controle
médico
periódico
do
pessoal
aeronavegante
é
a
principal
função
do:
a)
CERNAI
b)
CEMAL
c)
COMAR
d)
DECEA
[Link]
47.
A
seleção
e
o
controle
médico
periódico
do
pessoal
aeronavegante
é
a
principal
função
do:
a)
CERNAI
b)
CEMAL
c)
COMAR
d)
DECEA
[Link]
48.
Os
documentos
que
habilitam
os
tripulantes
ao
exercício
das
respecRvas
funções
são:
a)
licença
–
seguro
–
habilitação
técnica
b)
licença
–
seguro
–
capacidade
qsica.
c)
habilitação
técnica
-‐
capacidade
qsica
–
cédula
de
idenRdade.
d)
licença
–
habilitação
técnica
–
capacidade
qsica.
[Link]
48.
Os
documentos
que
habilitam
os
tripulantes
ao
exercício
das
respecRvas
funções
são:
a)
licença
–
seguro
–
habilitação
técnica
b)
licença
–
seguro
–
capacidade
qsica.
c)
habilitação
técnica
-‐
capacidade
qsica
–
cédula
de
idenRdade.
d)
licença
–
habilitação
técnica
–
capacidade
qsica.
[Link]
49.
O
exercício
legal
das
aRvidades
aeronáuRcas
a
bordo
de
aeronaves
é
estabelecido
por:
a)
cerRficados
de
habilitação
técnica
(CHT).
b)
cerRficados
de
capacidade
qsica
(CCF).
c)
cerRficados
de
conhecimento
teórico
(CCT).
d)
licenças
de
tripulantes.
[Link]
49.
O
exercício
legal
das
aRvidades
aeronáuRcas
a
bordo
de
aeronaves
é
estabelecido
por:
a)
cerRficados
de
habilitação
técnica
(CHT).
b)
cerRficados
de
capacidade
qsica
(CCF).
c)
cerRficados
de
conhecimento
teórico
(CCT).
d)
licenças
de
tripulantes.
[Link]
50.
As
condições
especiais,
atribuições
ou
restrições
referentes
ao
exercício
das
prerrogaRvas
estabelecidas
por
uma
licença,
se
acham
especificados:
a)
nos
cerRficados
de
habilitação
técnica
(CHT).
b)
na
própria
licença.
c)
em
diploma
próprio,
expedido
pelo
DAC.
d)
nos
cerRficados
de
capacidade
qsica
(CCF).
[Link]
50.
As
condições
especiais,
atribuições
ou
restrições
referentes
ao
exercício
das
prerrogaRvas
estabelecidas
por
uma
licença,
se
acham
especificados:
a)
nos
cerRficados
de
habilitação
técnica
(CHT).
b)
na
própria
licença.
c)
em
diploma
próprio,
expedido
pelo
DAC.
d)
nos
cerRficados
de
capacidade
qsica
(CCF).
[Link]
51.
Cessada
a
validade
do
CHT
ou
do
CCF,
o
Rtular
da
licença:
a)
perderá
o
direito
à
mesma.
b)
terá
seus
cerRficados
cassados,
através
de
inquérito
administraRvo.
c)
ficará
impedido
do
exercício
da
função
nele
especificada.
d)
qualquer
das
alternaRvas
anteriores.
[Link]
51.
Cessada
a
validade
do
CHT
ou
do
CCF,
o
Rtular
da
licença:
a)
perderá
o
direito
à
mesma.
b)
terá
seus
cerRficados
cassados,
através
de
inquérito
administraRvo.
c)
ficará
impedido
do
exercício
da
função
nele
especificada.
d)
qualquer
das
alternaRvas
anteriores.
[Link]
52.
No
caso
de
óbito
a
bordo,
o
comandante
deverá
providenciar
na
próxima
escala
o
comparecimento
de
autoridade:
a)
policial.
b)
aeronáuRca.
c)
médica.
d)
sanitária.
[Link]
52.
No
caso
de
óbito
a
bordo,
o
comandante
deverá
providenciar
na
próxima
escala
o
comparecimento
de
autoridade:
a)
policial.
b)
aeronáuRca.
c)
médica.
d)
sanitária.
[Link]
53.
No
serviço
aéreo
internacional
poderão
ser
empregados
comissários(as)
estrangeiros
até
a
fração
de:
a)
1/3
b)
2/5
c)
1/6
d)
1/12
[Link]
53.
No
serviço
aéreo
internacional
poderão
ser
empregados
comissários(as)
estrangeiros
até
a
fração
de:
a)
1/3
b)
2/5
c)
1/6
d)
1/12
[Link]
54.
O
comandante
poderá
delegar
a
outro
membro
da
tripulação
as
atribuições
que
lhe
competem,
menos
as
que
se
relacionem
com:
a)
registros
no
diário
de
bordo
b)
navegação
aérea.
c)
comunicação
com
os
órgãos
de
controle.
d)
segurança
de
vôo.
[Link]
54.
O
comandante
poderá
delegar
a
outro
membro
da
tripulação
as
atribuições
que
lhe
competem,
menos
as
que
se
relacionem
com:
a)
registros
no
diário
de
bordo
b)
navegação
aérea.
c)
comunicação
com
os
órgãos
de
controle.
d)
segurança
de
vôo.
[Link]
55.
As
pessoas
devidamente
habilitadas,
que
exercem
função
a
bordo
de
aeronaves
civis
brasileiras,
são
denominadas:
a)
tripulantes
b)
aeroviários
c)
aeronautas
d)
pilotos
[Link]
55.
As
pessoas
devidamente
habilitadas,
que
exercem
função
a
bordo
de
aeronaves
civis
brasileiras,
são
denominadas:
a)
tripulantes
b)
aeroviários
c)
aeronautas
d)
pilotos
[Link]
56.
Se
o
tripulante
ficar
incapacitado
fisicamente,
em
condição
permanente,
ele
terá
seu
(sua)
:
a)
licença
de
vôo
cassada.
b)
licença
de
vôo
suspensa.
c)
cerRficado
cassado.
d)
cerRficado
suspenso.
[Link]
56.
Se
o
tripulante
ficar
incapacitado
fisicamente,
em
condição
permanente,
ele
terá
seu
(sua)
:
a)
licença
de
vôo
cassada.
b)
licença
de
vôo
suspensa.
c)
cerRficado
cassado.
d)
cerRficado
suspenso.
[Link]
57.
Se
for
comprovado
em
processo
administraRvo
ou
em
exame
de
saúde
que
o
Rtular
de
uma
licença
não
possui
idoneidade
profissional
ou
não
está
capacitado
para
as
funções
especificadas,
a
autoridade
aeronáuRca
poderá:
a)
cassar
a
respecRva
licença.
b)
suspender
as
prerrogaRvas
da
licença
por
até
180
dias.
c)
recolher
os
cerRficados
até
que
cesse
sua
validade.
d)
cassar
qualquer
dos
cerRficados.
[Link]
57.
Se
for
comprovado
em
processo
administraRvo
ou
em
exame
de
saúde
que
o
Rtular
de
uma
licença
não
possui
idoneidade
profissional
ou
não
está
capacitado
para
as
funções
especificadas,
a
autoridade
aeronáuRca
poderá:
a)
cassar
a
respecRva
licença.
b)
suspender
as
prerrogaRvas
da
licença
por
até
180
dias.
c)
recolher
os
cerRficados
até
que
cesse
sua
validade.
d)
cassar
qualquer
dos
cerRficados.
[Link]
58.
Sempre
que
o
Rtular
de
uma
licença
apresentar
indícios
comprometedores
de
sua
apRdão
técnica
ou
condições
qsicas,
poderá
ser
submeRdo
a
novos
exames
técnicos
ou
qsicos:
a)
mesmo
que
ainda
estejam
válidos
seus
cerRficados.
b)
somente
após
o
vencimento
do
cerRficado
respecRvo.
c)
desde
que
não
haja
interrupção
da
aRvidade
aérea.
d)
após
o
competente
inquérito
administraRvo.
[Link]
58.
Sempre
que
o
Rtular
de
uma
licença
apresentar
indícios
comprometedores
de
sua
apRdão
técnica
ou
condições
qsicas,
poderá
ser
submeRdo
a
novos
exames
técnicos
ou
qsicos:
a)
mesmo
que
ainda
estejam
válidos
seus
cerRficados.
b)
somente
após
o
vencimento
do
cerRficado
respecRvo.
c)
desde
que
não
haja
interrupção
da
aRvidade
aérea.
d)
após
o
competente
inquérito
administraRvo.
[Link]
59.
Tripular
aeronave
com
o
cerRficado
de
habilitação
técnica
(CHT)
vencido,
poderá
implicar
em:
a)
multa
e
interdição
da
aeronave.
b)
cassação
do
cerRficado.
c)
detenção
ou
apreensão
da
aeronave.
d)
suspensão
por
24
meses.
[Link]
59.
Tripular
aeronave
com
o
cerRficado
de
habilitação
técnica
(CHT)
vencido,
poderá
implicar
em:
a)
multa
e
interdição
da
aeronave.
b)
cassação
do
cerRficado.
c)
detenção
ou
apreensão
da
aeronave.
d)
suspensão
por
24
meses.
[Link]
60.
PermiRr
a
composição
da
tripulação
por
aeronauta
sem
habilitação
é
infração
imputável
a(ao):
a)
concessionária
ou
permissionária
de
serviços
aéreos.
b)
proprietário
da
aeronave.
c)
comandante
da
aeronave.
d)
todos
os
acima.
[Link]
60.
PermiRr
a
composição
da
tripulação
por
aeronauta
sem
habilitação
é
infração
imputável
a(ao):
a)
concessionária
ou
permissionária
de
serviços
aéreos.
b)
proprietário
da
aeronave.
c)
comandante
da
aeronave.
d)
todos
os
acima.
[Link]
61.
Na
práRca
reiterada
de
infrações
graves
o
tripulante
estará
sujeito
a
pena
de:
a)
cassação
do
CHT.
b)
multa
de
até
1000
valores
de
referência.
c)
suspensão
do
CHT.
d)
qualquer
das
alternaRvas.
[Link]
61.
Na
práRca
reiterada
de
infrações
graves
o
tripulante
estará
sujeito
a
pena
de:
a)
cassação
do
CHT.
b)
multa
de
até
1000
valores
de
referência.
c)
suspensão
do
CHT.
d)
qualquer
das
alternaRvas.
[Link]
62.
O
cerRficado
de
capacidade
qsica
(CCF)
exigido
para
que
um
comissário
de
vôo
exerça
suas
prerrogaRvas
é
o
de:
a)
1ª
classe
b)
2ª
classe
c)
3ª
classe
d)
N.D.A.
[Link]
62.
O
cerRficado
de
capacidade
qsica
(CCF)
exigido
para
que
um
comissário
de
vôo
exerça
suas
prerrogaRvas
é
o
de:
a)
1ª
classe
b)
2ª
classe
c)
3ª
classe
d)
N.D.A.
[Link]
63.
Transportar
carga,
material
perigoso
ou
proibido
sem
autorização,
poderá
implicar
em:
a)
multa
e
cassação
da
licença
do
tripulante.
b)
multa
e
interdição
da
aeronave.
c)
cassação
do
cerRficado
e
detenção
da
aeronave.
d)
suspensão
dos
documentos
da
aeronave.
[Link]
63.
Transportar
carga,
material
perigoso
ou
proibido
sem
autorização,
poderá
implicar
em:
a)
multa
e
cassação
da
licença
do
tripulante.
b)
multa
e
interdição
da
aeronave.
c)
cassação
do
cerRficado
e
detenção
da
aeronave.
d)
suspensão
dos
documentos
da
aeronave.
[Link]
64.
O
CBAer,
ao
tratar
da
responsabilidade
civil,
estabelece
que
para
garanRr
eventual
indenização
de
riscos
futuros
em
relação
a
tripulantes,
passageiros,
carga,
entre
outros,
todo
explorador
é
obrigado
a:
a)
contratar
seguro.
b)
estabelecer
os
valores
dos
bens
para
eventual
indenização.
c)
depositar
em
juízo,
quanRa
em
espécie,
relaRva
ao
valor
dos
bens
transportados.
d)
pedir
autorização
ao
DAC
para
o
transporte.
[Link]
64.
O
CBAer,
ao
tratar
da
responsabilidade
civil,
estabelece
que
para
garanRr
eventual
indenização
de
riscos
futuros
em
relação
a
tripulantes,
passageiros,
carga,
entre
outros,
todo
explorador
é
obrigado
a:
a)
contratar
seguro.
b)
estabelecer
os
valores
dos
bens
para
eventual
indenização.
c)
depositar
em
juízo,
quanRa
em
espécie,
relaRva
ao
valor
dos
bens
transportados.
d)
pedir
autorização
ao
DAC
para
o
transporte.
[Link]
65.
A
práRca
de
contrabando
poderá
acarretar
ao
aeronauta
infrator,
a
pena
de:
a)
cassação
do
cerRficado.
b)
multa
e
suspensão
do
cerRficado.
c)
cassação
de
licença
de
vôo.
d)
suspensão
do
cerRficado.
[Link]
65.
A
práRca
de
contrabando
poderá
acarretar
ao
aeronauta
infrator,
a
pena
de:
a)
cassação
do
cerRficado.
b)
multa
e
suspensão
do
cerRficado.
c)
cassação
de
licença
de
vôo.
d)
suspensão
do
cerRficado.
[Link]
66.
No
caso
de
suspensão
do
cerRficado,
o
aeronauta
ficará
impedido
de
exercer
suas
funções
por
um
prazo
inicial,
de
no
máximo:
a)
90
dias
b)
30
dias
b)
365
dias
d)
180
dias
[Link]
66.
No
caso
de
suspensão
do
cerRficado,
o
aeronauta
ficará
impedido
de
exercer
suas
funções
por
um
prazo
inicial,
de
no
máximo:
a)
90
dias
b)
30
dias
b)
365
dias
d)
180
dias
[Link]
67.
Todo
transporte
em
que
os
pontos
de
parRda,
intermediário
e
de
desRno
estejam
em
território
nacional,
é
considerado
transporte:
a)
nacional
b)
brasileiro
c)
domésRco
d)
aéreo
regular
[Link]
67.
Todo
transporte
em
que
os
pontos
de
parRda,
intermediário
e
de
desRno
estejam
em
território
nacional,
é
considerado
transporte:
a)
nacional
b)
brasileiro
c)
domésRco
d)
aéreo
regular
[Link]
68.
Para
fins
de
garanRa
de
responsabilidade,
a
expedição
ou
renovação
do
cerRficado
de
aeronavegabilidade
só
ocorrerá
se
o
proprietário
ou
explorador
da
aeronave
comprovar:
a)
a
propriedade
da
aeronave.
b)
ser
brasileiro
nato
ou
naturalizado.
c)
ter
autorização
para
executar
o
serviço
de
vôo.
d)
ter
contratado
o
seguro
previsto.
[Link]
68.
Para
fins
de
garanRa
de
responsabilidade,
a
expedição
ou
renovação
do
cerRficado
de
aeronavegabilidade
só
ocorrerá
se
o
proprietário
ou
explorador
da
aeronave
comprovar:
a)
a
propriedade
da
aeronave.
b)
ser
brasileiro
nato
ou
naturalizado.
c)
ter
autorização
para
executar
o
serviço
de
vôo.
d)
ter
contratado
o
seguro
previsto.
[Link]
69.
A
cassação
de
um
CHT
dependerá
de
um
inquérito
administraRvo,
no
curso
do
qual:
a)
será
assegurada
ampla
defesa
do
infrator.
b)
o
infrator
não
deverá
ser
ouvido.
c)
a
autoridade
aeronáuRca
arbitrará
a
culpabilidade
do
infrator.
d)
a
autoridade
aeronáuRca
não
permiRrá
o
uso
das
prerrogaRvas
estabelecidas
no
CHT.
[Link]
69.
A
cassação
de
um
CHT
dependerá
de
um
inquérito
administraRvo,
no
curso
do
qual:
a)
será
assegurada
ampla
defesa
do
infrator.
b)
o
infrator
não
deverá
ser
ouvido.
c)
a
autoridade
aeronáuRca
arbitrará
a
culpabilidade
do
infrator.
d)
a
autoridade
aeronáuRca
não
permiRrá
o
uso
das
prerrogaRvas
estabelecidas
no
CHT.
[Link]
70.
No
caso
dos
tripulantes,
quais
as
punições
que
poderão
ocorrer
pelo
código
brasileiro
de
aeronáuRca:
a)
multa
e
cassação.
b)
suspensão
e
multa.
c)
cassação
somente.
d)
multa,
suspensão
e
cassação.
[Link]
70.
No
caso
dos
tripulantes,
quais
as
punições
que
poderão
ocorrer
pelo
código
brasileiro
de
aeronáuRca:
a)
multa
e
cassação.
b)
suspensão
e
multa.
c)
cassação
somente.
d)
multa,
suspensão
e
cassação.
[Link]
71.
O
lançamento
de
coisas
de
bordo
de
aeronaves,
dependerá
de
previa
permissão
da
autoridade
aeronáuRca
competente,
exceto:
a)
quando
a
aeronave
esRver
sobre
o
mar.
b)
nos
vôos
sobre
áreas
desabitadas
(desertos
ou
selva).
c)
nas
situações
de
emergência.
d)
quando
se
tratar
de
propaganda
(lançamento
de
panfletos).
[Link]
71.
O
lançamento
de
coisas
de
bordo
de
aeronaves,
dependerá
de
previa
permissão
da
autoridade
aeronáuRca
competente,
exceto:
a)
quando
a
aeronave
esRver
sobre
o
mar.
b)
nos
vôos
sobre
áreas
desabitadas
(desertos
ou
selva).
c)
nas
situações
de
emergência.
d)
quando
se
tratar
de
propaganda
(lançamento
de
panfletos).
[Link]
72.
No
caso
de
pouso
de
emergência
ou
forçado,
o
proprietário
ou
possuidor
do
solo
não
poderá
opor-‐se
à
reRrada
da
aeronave
ou
sua
parRda,
desde
que:
a)
autorizado
pela
autoridade
competente.
b)
o
comandante
seja
responsável
pela
operação.
c)
a
autoridade
policial
local
tenha
autorização.
d)
lhe
seja
dada
garanRa
de
reparação
dos
danos.
[Link]
72.
No
caso
de
pouso
de
emergência
ou
forçado,
o
proprietário
ou
possuidor
do
solo
não
poderá
opor-‐se
à
reRrada
da
aeronave
ou
sua
parRda,
desde
que:
a)
autorizado
pela
autoridade
competente.
b)
o
comandante
seja
responsável
pela
operação.
c)
a
autoridade
policial
local
tenha
autorização.
d)
lhe
seja
dada
garanRa
de
reparação
dos
danos.
[Link]
73.
Salvo
permissão
especial,
nenhuma
aeronave
poderá
voar
no
espaço
aéreo
brasileiro,
aterrissar
no
território
subjacente
ou
dele
decolar,
a
não
ser
que
tenha:
a)
sido
registrada
no
RAB
e
porte
os
cerRficados
de
propriedade
e
aeronavegabilidade.
b)
autorização
expedida
pelo
CTA.
c)
cerRficados
de
matrícula
e
aeronavegabilidade.
d)
marcas
de
matricula
e
nacionalidade
e
esteja
munida
dos
respecRvos
cerRficados
de
matrícula
e
aeronavegabilidade.
[Link]
73.
Salvo
permissão
especial,
nenhuma
aeronave
poderá
voar
no
espaço
aéreo
brasileiro,
aterrissar
no
território
subjacente
ou
dele
decolar,
a
não
ser
que
tenha:
a)
sido
registrada
no
RAB
e
porte
os
cerRficados
de
propriedade
e
aeronavegabilidade.
b)
autorização
expedida
pelo
CTA.
c)
cerRficados
de
matrícula
e
aeronavegabilidade.
d)
marcas
de
matricula
e
nacionalidade
e
esteja
munida
dos
respecRvos
cerRficados
de
matrícula
e
aeronavegabilidade.
[Link]
74.
A
aeronave
é
considerada
da
nacionalidade
do
Estado
em
que:
a)
foi
construída.
b)
esRver
matriculada.
c)
recebeu
a
homologação.
d)
se
acidentou.
[Link]
74.
A
aeronave
é
considerada
da
nacionalidade
do
Estado
em
que:
a)
foi
construída.
b)
esRver
matriculada.
c)
recebeu
a
homologação.
d)
se
acidentou.
[Link]
75.
Toda
aeronave
proveniente
ou
com
desRno
ao
exterior
fará,
respecRvamente,
o
primeiro
pouso
ou
a
úlRma
decolagem,
em
aeroporto:
a)
privado
b)
nacional
c)
internacional
c)
domésRco
[Link]
75.
Toda
aeronave
proveniente
ou
com
desRno
ao
exterior
fará,
respecRvamente,
o
primeiro
pouso
ou
a
úlRma
decolagem,
em
aeroporto:
a)
privado
b)
nacional
c)
internacional
d)
domésRco
[Link]
76.
Assinale
a
alternaRva
que
julgar
correta:
a)
os
aeródromos
militares
podem
ser
uRlizados
por
quaisquer
aeronaves
civis.
b)
os
aeródromos
privados
podem
ser
uRlizados
com
fins
comerciais.
c)
uma
aeronave
pertencente
a
uma
empresa
aérea
regular
será
considerada
aeronave
pública.
d)
tripulantes
são
pessoas
devidamente
habilitadas
que
exercem
função
a
bordo
de
aeronaves.
[Link]
76.
Assinale
a
alternaRva
que
julgar
correta:
a)
os
aeródromos
militares
podem
ser
uRlizados
por
quaisquer
aeronaves
civis.
b)
os
aeródromos
privados
podem
ser
uRlizados
com
fins
comerciais.
c)
uma
aeronave
pertencente
a
uma
empresa
aérea
regular
será
considerada
aeronave
pública.
d)
tripulantes
são
pessoas
devidamente
habilitadas
que
exercem
função
a
bordo
de
aeronaves.
[Link]
77.
O
Código
Brasileiro
de
AeronáuRca
(CBAer)
classifica
os
aeródromos
em:
a)
públicos
e
privados.
b)
civis
e
militares.
c)
públicos
e
militares.
d)
comerciais
e
não
comerciais.
[Link]
77.
O
Código
Brasileiro
de
AeronáuRca
(CBAer)
classifica
os
aeródromos
em:
a)
públicos
e
privados.
b)
civis
e
militares.
c)
públicos
e
militares.
d)
comerciais
e
não
comerciais.
[Link]
78.
Toda
área
definida,
desRnada
a
chegada,
parRda
e
movimento
de
aeronaves,
é:
a)
aeroporto.
b)
aeródromo.
c)
pista
de
pouso.
d)
campo
de
aviação.
[Link]
78.
Toda
área
definida,
desRnada
a
chegada,
parRda
e
movimento
de
aeronaves,
é:
a)
aeroporto.
b)
aeródromo.
c)
pista
de
pouso.
d)
campo
de
aviação.
[Link]
79.
As
aeronaves
brasileiras
são
classificadas
em:
a)
civis
e
militares.
b)
públicas
e
privadas.
c)
aeróstatos
e
aeródinos.
d)
federais,
estaduais
e
municipais.
[Link]
79.
As
aeronaves
brasileiras
são
classificadas
em:
a)
civis
e
militares.
b)
públicas
e
privadas.
c)
aeróstatos
e
aeródinos.
d)
federais,
estaduais
e
municipais.
[Link]
80.
O
surgimento
do
direito
aeronáuRco
se
deveu
à
necessidade
de:
a)
permiRr
o
uso
de
aeronaves
nas
viagens
internacionais.
b)
regulamentar
o
emprego
do
avião,
após
ter
sido
considerado
o
veículo
de
transporte
aéreo.
c)
NormaRzar
o
regulamento
de
tráfego
aéreo.
d)
Coordenar
as
relações
internacionais
do
transporte
aéreo
de
carga.
[Link]
80.
O
surgimento
do
direito
aeronáuRco
se
deveu
à
necessidade
de:
a)
permiRr
o
uso
de
aeronaves
nas
viagens
internacionais.
b)
regulamentar
o
emprego
do
avião,
após
ter
sido
considerado
o
veículo
de
transporte
aéreo.
c)
NormaRzar
o
regulamento
de
tráfego
aéreo.
d)
Coordenar
as
relações
internacionais
do
transporte
aéreo
de
carga.
[Link]
81.
No
Brasil,
a
legislação
básica
do
direito
aeronáuRco
está
consubstanciada
na
lei
nº
7565,
de
19
de
dezembro
de
1986,
que
sancionou
o:
a)
anexo
1
da
ICAO.
b)
Regulamento
Brasileiro
de
Homologação
AeronáuRca.
c)
Código
Brasileiro
de
AeronáuRca.
d)
Registro
AeronáuRco
Brasileiro.
[Link]
81.
No
Brasil,
a
legislação
básica
do
direito
aeronáuRco
está
consubstanciada
na
lei
nº
7565,
de
19
de
dezembro
de
1986,
que
sancionou
o:
a)
anexo
1
da
ICAO.
b)
Regulamento
Brasileiro
de
Homologação
AeronáuRca.
c)
Código
Brasileiro
de
AeronáuRca.
d)
Registro
AeronáuRco
Brasileiro.
[Link]
82.
O
aeródromo
desRnado
exclusivamente
a
operações
de
helicópteros
é
denominado:
a)
helipista.
b)
heliponto.
c)
aeródromo
especifico.
d)
helibase.
[Link]
82.
O
aeródromo
desRnado
exclusivamente
a
operações
de
helicópteros
é
denominado:
a)
helipista.
b)
heliponto.
c)
aeródromo
especifico.
d)
helibase.
[Link]
83.
Todo
aparelho
manobrável
em
vôo,
que
possa
sustentar-‐se
e
circular
no
espaço
aéreo
mediante
reações
aerodinâmicas,
apto
a
transportar
pessoas
ou
coisas
é
considerado:
a)
aeronave
b)
avião
c)
aeroplano
d)
aeródino
[Link]
83.
Todo
aparelho
manobrável
em
vôo,
que
possa
sustentar-‐se
e
circular
no
espaço
aéreo
mediante
reações
aerodinâmicas,
apto
a
transportar
pessoas
ou
coisas
é
considerado:
a)
aeronave
b)
avião
c)
aeroplano
d)
aeródino
[Link]
84.
Das
alternaRvas
abaixo,
qual
indica
o
órgão
de
Sistema
de
Aviação
Civil
(SAC)
que
está
diretamente
subordinado
ao
diretor
geral
do
DAC:
A)
InsRtuto
de
Aviação
Civil
(IAC)
b)
Departamento
de
Controle
do
Espaço
Aéreo
(DECEA).
c)
Centro
Técnico
Aeroespacial
(CTA).
d)
Diretoria
de
Saúde
da
AeronáuRca
(DIRSA).
[Link]
84.
Das
alternaRvas
abaixo,
qual
indica
o
órgão
de
Sistema
de
Aviação
Civil
(SAC)
que
está
diretamente
subordinado
ao
diretor
geral
do
DAC:
A)
InsRtuto
de
Aviação
Civil
(IAC)
b)
Departamento
de
Controle
do
Espaço
Aéreo
(DECEA).
c)
Centro
Técnico
Aeroespacial
(CTA).
d)
Diretoria
de
Saúde
da
AeronáuRca
(DIRSA).
[Link]
85.
O
relatório
preliminar
referentes
aos
acidentes
ocorridos
com
aeronaves
civis,
tem
em
principio,
caráter:
a)
ostensivo
b)
reservado
c)
secreto
d)
normal.
[Link]
85.
O
relatório
preliminar
referentes
aos
acidentes
ocorridos
com
aeronaves
civis,
tem
em
principio,
caráter:
a)
ostensivo
b)
reservado
c)
secreto
d)
normal.
[Link]
86.
O
sistema
de
invesRgação
e
prevenção
de
acidentes
aeronáuRcos
tem
como
sigla:
a)
CENIPA
b)
DIPAA
c)
CIAA
d)
SIPAER
[Link]
86.
O
sistema
de
invesRgação
e
prevenção
de
acidentes
aeronáuRcos
tem
como
sigla:
a)
CENIPA
b)
DIPAA
c)
CIAA
d)
SIPAER
[Link]
87.
Em
caso
de
acidente,
a
guarda
da
aeronave
ou
de
seus
destroços,
objeRvando
preservar
os
indícios
e
evidências,
são
responsabilidade
do
(a):
a)
SRPV
da
área.
b)
COMAR
da
área.
c)
prefeitura
ou
policia
local.
d)
proprietário
ou
operador
da
aeronave.
[Link]
87.
Em
caso
de
acidente,
a
guarda
da
aeronave
ou
de
seus
destroços,
objeRvando
preservar
os
indícios
e
evidências,
são
responsabilidade
do
(a):
a)
SRPV
da
área.
b)
COMAR
da
área.
c)
prefeitura
ou
policia
local.
d)
proprietário
ou
operador
da
aeronave.
[Link]
88.
Cabe
ao
SIPAA
ou
SERAC,
a
invesRgação
de
acidente
aeronáuRco
ocorrido
com
aeronave
pertencente
à
aviação:
a)
domésRca
b)
internacional
c)
geral
d)
regular
[Link]
88.
Cabe
ao
SIPAA
ou
SERAC,
a
invesRgação
de
acidente
aeronáuRco
ocorrido
com
aeronave
pertencente
à
aviação:
a)
domésRca
b)
internacional
c)
geral
d)
regular
[Link]
89.
Assinale
a
alternaRva
errada:
a)
Um
acidente
aeronáuRco
ocorre
por
uma
única
causa:
b)
todos
os
acidentes
aeronáuRcos
podem
ser
evitados.
c)
a
prevenção
de
acidentes
requer
mobilização
geral.
d)
todo
acidente
aeronáuRco
tem
um
precedente.
[Link]
89.
Assinale
a
alternaRva
errada:
a)
Um
acidente
aeronáuRco
ocorre
por
uma
única
causa:
b)
todos
os
acidentes
aeronáuRcos
podem
ser
evitados.
c)
a
prevenção
de
acidentes
requer
mobilização
geral.
d)
todo
acidente
aeronáuRco
tem
um
precedente.
[Link]
90.
O
documento
que
contém
o
relato
de
fatos
considerados
potencialmente
perigosos
à
aviação
e
que
permite
a
adoção
de
medidas
correRvas
pelas
autoridades
aeronáuRcas,
é
denominado
relatório:
a)
final
b)
preliminar
c)
de
perigo
d)
de
incidente.
[Link]
90.
O
documento
que
contém
o
relato
de
fatos
considerados
potencialmente
perigosos
à
aviação
e
que
permite
a
adoção
de
medidas
correRvas
pelas
autoridades
aeronáuRcas,
é
denominado
relatório:
a)
final
b)
preliminar
c)
de
perigo
d)
de
incidente.
[Link]
91.
Se
durante
uma
invesRgação
de
acidente
aeronáuRco
houver
índices
de
crime
ou
contravenção,
poderá
ser:
a)
cancelada
a
invesRgação.
b)
remeRda
a
invesRgação
para
um
juiz
de
direito.
c)
seqüestrada
a
tripulação.
d)
instaurado
um
inquérito
policial,
paralelamente
à
invesRgação.
[Link]
91.
Se
durante
uma
invesRgação
de
acidente
aeronáuRco
houver
índices
de
crime
ou
contravenção,
poderá
ser:
a)
cancelada
a
invesRgação.
b)
remeRda
a
invesRgação
para
um
juiz
de
direito.
c)
seqüestrada
a
tripulação.
d)
instaurado
um
inquérito
policial,
paralelamente
à
invesRgação.
[Link]
92.
Assinale
a
alternaRva
que
não
diz
respeito
às
responsabilidades
do
proprietário
ou
explorador
da
aeronave
em
caso
de
acidente
aeronáuRco:
a)
fornecer
informações
nos
processos
e
invesRgação.
b)
guarda
dos
destroços
e
bens
da
aeronave.
c)
invesRgação
de
acidente.
c)
ressarcimento
dos
danos
causados
aos
passageiros.
[Link]
92.
Assinale
a
alternaRva
que
não
diz
respeito
às
responsabilidades
do
proprietário
ou
explorador
da
aeronave
em
caso
de
acidente
aeronáuRco:
a)
fornecer
informações
nos
processos
e
invesRgação.
b)
guarda
dos
destroços
e
bens
da
aeronave.
c)
invesRgação
de
acidente.
c)
ressarcimento
dos
danos
causados
aos
passageiros.
[Link]
93.
As
invesRgações
de
acidentes
e
incidentes
aeronáuRcos
têm
por
finalidade:
a)
definir
acidentes
em
garimpos
e
verificar
de
quem
é
a
responsabilidade.
b)
prevenir
acidentes
aeronáuRcos,
eliminando
fatores
para
a
sua
ocorrência,
orientando
com
normas
de
segurança.
c)
prevenir
incidentes,
responsabilizando
o
operador
da
aeronave
mesmo
que
este
não
traga
ensinamentos
para
prevenção.
d)
definir
responsabilidades
do
comandante
e
dos
demais
tripulantes
favorecendo
fatores
para
eventuais
e
próximas
ocorrências.
[Link]
93.
As
invesRgações
de
acidentes
e
incidentes
aeronáuRcos
têm
por
finalidade:
a)
definir
acidentes
em
garimpos
e
verificar
de
quem
é
a
responsabilidade.
b)
prevenir
acidentes
aeronáuRcos,
eliminando
fatores
para
a
sua
ocorrência,
orientando
com
normas
de
segurança.
c)
prevenir
incidentes,
responsabilizando
o
operador
da
aeronave
mesmo
que
este
não
traga
ensinamentos
para
prevenção.
d)
definir
responsabilidades
do
comandante
e
dos
demais
tripulantes
favorecendo
fatores
para
eventuais
e
próximas
ocorrências.
[Link]
94.
Havendo
deficiências
em
auxílio
à
navegação,
deve-‐
se
preencher:
a)
relatório
de
perigo.
b)
relatório
de
incidente.
c)
relatório
preliminar.
d)
formulário
de
noRficação;
[Link]
94.
Havendo
deficiências
em
auxílio
à
navegação,
deve-‐
se
preencher:
a)
relatório
de
perigo.
b)
relatório
de
incidente.
c)
relatório
preliminar.
d)
formulário
de
noRficação;
[Link]
95.
Os
destroços
de
uma
aeronave
acidentada
que
não
puderem
ser
removidos
deverão
ser
marcados
com
Rnta:
a)
preta
e
pelo
COMAR.
b)
vermelha
e
pelo
CENIPA.
c)
amarela
e
pelo
SALVAERO.
d)
amarela
e
pelo
operador
da
aeronave.
[Link]
95.
Os
destroços
de
uma
aeronave
acidentada
que
não
puderem
ser
removidos
deverão
ser
marcados
com
Rnta:
a)
preta
e
pelo
COMAR.
b)
vermelha
e
pelo
CENIPA.
c)
amarela
e
pelo
SALVAERO.
d)
amarela
e
pelo
operador
da
aeronave.
[Link]
96.
A
pessoa
que
Rver
conhecimento
de
acidente
aeronáuRco,
ou
da
existência
de
destroços
de
aeronaves,
deverá
comunicar
a
autoridade
competente:
a)
pessoalmente.
b)
por
via
telefone.
c)
pelo
meio
mais
rápido.
d)
através
do
radiograma.
[Link]
96.
A
pessoa
que
Rver
conhecimento
de
acidente
aeronáuRco,
ou
da
existência
de
destroços
de
aeronaves,
deverá
comunicar
a
autoridade
competente:
a)
pessoalmente.
b)
por
via
telefone.
c)
pelo
meio
mais
rápido.
d)
através
do
radiograma.
[Link]
97.
O
responsável
pela
desRnação
dos
restos
mortais
das
víRmas
de
incidentes
aeronáuRcos
é
o:
a)
COMAR.
b)
operador
da
aeronave.
c)
equipe
médica
da
SIPAER.
d)
Comando
da
AeronáuRca.
[Link]
97.
O
responsável
pela
desRnação
dos
restos
mortais
das
víRmas
de
incidentes
aeronáuRcos
é
o:
a)
COMAR.
b)
operador
da
aeronave.
c)
equipe
médica
da
SIPAER.
d)
Comando
da
AeronáuRca.
[Link]
98.
Quando
o
operador
da
aeronave
envolvida
num
incidente
aeronáuRco
não
dispuser
de
agente
de
segurança
de
vôo
(ASV)
e
não
puder
uRlizar
o
de
outro
operador:
a)
o
incidente
estará
isento
de
invesRgação.
b)
deverá
solicitar
ao
CENIPA
a
referida
invesRgação.
c)
deverá
solicitar
ao
SERAC
da
área
a
referida
invesRgação.
d)
apenas
comunicará
o
fato
ao
CENIPA,
pois
de
maneira
geral,
os
incidentes
aeronáuRcos
não
são
invesRgados.
[Link]
98.
Quando
o
operador
da
aeronave
envolvida
num
incidente
aeronáuRco
não
dispuser
de
agente
de
segurança
de
vôo
(ASV)
e
não
puder
uRlizar
o
de
outro
operador:
a)
o
incidente
estará
isento
de
invesRgação.
b)
deverá
solicitar
ao
CENIPA
a
referida
invesRgação.
c)
deverá
solicitar
ao
SERAC
da
área
a
referida
invesRgação.
d)
apenas
comunicará
o
fato
ao
CENIPA,
pois
de
maneira
geral,
os
incidentes
aeronáuRcos
não
são
invesRgados.
[Link]
99.
A
comunicação
de
um
acidente
aeronáuRco
ou
da
existência
de
destroços
de
aeronaves:
a)
é
obrigação
de
qualquer
pessoa.
b)
é
facultaRvo
a
qualquer
pessoa,
porém
obrigatório
para
qualquer
aeronáuRca.
c)
é
da
competência
de
qualquer
órgão
do
Comando
da
AeronáuRca.
d)
se
consRtui
numa
obrigação
somente
para
os
radioamadores
e
os
aeronautas.
[Link]
99.
A
comunicação
de
um
acidente
aeronáuRco
ou
da
existência
de
destroços
de
aeronaves:
a)
é
obrigação
de
qualquer
pessoa.
b)
é
facultaRvo
a
qualquer
pessoa,
porém
obrigatório
para
qualquer
aeronáuRca.
c)
é
da
competência
de
qualquer
órgão
do
Comando
da
AeronáuRca.
d)
se
consRtui
numa
obrigação
somente
para
os
radioamadores
e
os
aeronautas.
[Link]
100.
O
proprietário,
explorador,
arrendatário
ou
tripulantes
deverão
comunicar
o
acidente
ocorrido
com
aeronave
sob
sua
responsabilidade,
pelo
meio
mais
rápido
disponível,
a:
a)
autoridade
policial
local.
b)
qualquer
reparRção
pública.
c)
organização
militar
mais
próxima.
d)
organização
do
comando
da
aeronáuRca
mais
próxima.
[Link]
100.
O
proprietário,
explorador,
arrendatário
ou
tripulantes
deverão
comunicar
o
acidente
ocorrido
com
aeronave
sob
sua
responsabilidade,
pelo
meio
mais
rápido
disponível,
a:
a)
autoridade
policial
local.
b)
qualquer
reparRção
pública.
c)
organização
militar
mais
próxima.
d)
organização
do
comando
da
aeronáuRca
mais
próxima.
[Link]
101.
A
guarda
dos
bens
envolvidos
no
acidente,
a
bordo
da
aeronave
acidentada,
ou
de
terceiros
envolvidos,
é
da
responsabilidade
do
(da):
a)
explorador
da
aeronave.
b)
autoridade
policial
regional.
c)
proprietário
ou
operador
da
aeronave.
d)
piloto
em
comando
ou
tripulante
que
não
esRver
incapacitado.
[Link]
101.
A
guarda
dos
bens
envolvidos
no
acidente,
a
bordo
da
aeronave
acidentada,
ou
de
terceiros
envolvidos,
é
da
responsabilidade
do
(da):
a)
explorador
da
aeronave.
b)
autoridade
policial
regional.
c)
proprietário
ou
operador
da
aeronave.
d)
piloto
em
comando
ou
tripulante
que
não
esRver
incapacitado.
[Link]
102.
Toda
a
pessoa
que
Rver
conhecimento
de
acidente
aeronáuRco,
deverá
comunicar
o
fato
pelo
meio
mais
rápido
a
(ao):
a)
proprietário.
b)
explorador
da
aeronave.
c)
autoridade
pública
mais
próxima.
d)
autoridade
militar
mais
próxima.
[Link]
102.
Toda
a
pessoa
que
Rver
conhecimento
de
acidente
aeronáuRco,
deverá
comunicar
o
fato
pelo
meio
mais
rápido
a
(ao):
a)
proprietário.
b)
explorador
da
aeronave.
c)
autoridade
pública
mais
próxima.
d)
autoridade
militar
mais
próxima.
[Link]
103.
Um
acidente
aeronáuRco
ocorrido
com
aeronave
não
pertencente
à
empresa
aérea
regular,
será
invesRgado
pelo:
a)
Comando
aéreo
Regional.
b)
Departamento
de
Aviação
Civil.
c)
Serviço
Regional
de
Aviação
Civil.
d)
Sistema
de
InvesRgação
e
Prevenção
de
Acidentes
AeronáuRcos.
[Link]
103.
Um
acidente
aeronáuRco
ocorrido
com
aeronave
não
pertencente
à
empresa
aérea
regular,
será
invesRgado
pelo:
a)
Comando
aéreo
Regional.
b)
Departamento
de
Aviação
Civil.
c)
Serviço
Regional
de
Aviação
Civil.
d)
Sistema
de
InvesRgação
e
Prevenção
de
Acidentes
AeronáuRcos.
[Link]
104.
A
legislação
referente
às
aRvidades
do
SIPAER,
é
regulamentada
através
de:
a)
acordos
internacionais.
b)
portarias
do
Comando
da
AeronáuRca.
c)
normas
de
sistema
do
Comando
da
AeronáuRca.
d)
boleRns
da
Organização
de
Aviação
Civil
Internacionais.
[Link]
104.
A
legislação
referente
às
aRvidades
do
SIPAER,
é
regulamentada
através
de:
a)
acordos
internacionais.
b)
portarias
do
Comando
da
AeronáuRca.
c)
normas
de
sistema
do
Comando
da
AeronáuRca.
d)
boleRns
da
Organização
de
Aviação
Civil
Internacionais.
[Link]
105.
O
órgão
central
do
SIPAER
que
invesRga
os
acidentes
é
o:
a)
CINDACTA
b)
SERAC
c)
CENIPA
d)
SRPV
[Link]
105.
O
órgão
central
do
SIPAER
que
invesRga
os
acidentes
é
o:
a)
CINDACTA
b)
SERAC
c)
CENIPA
d)
SRPV
[Link]
106.
No
caso
de
um
acidente
aeronáuRco,
o
comandante,
logo
que
possível,
deverá
avisar:
a)
outra
empresa
aérea
mais
próxima.
b)
a
própria
empresa.
c)
Comando
da
AeronáuRca.
d)
autoridade
pública
mais
próxima.
[Link]
106.
No
caso
de
um
acidente
aeronáuRco,
o
comandante,
logo
que
possível,
deverá
avisar:
a)
outra
empresa
aérea
mais
próxima.
b)
a
própria
empresa.
c)
Comando
da
AeronáuRca.
d)
autoridade
pública
mais
próxima.
[Link]
107.
Toda
ocorrência
com
intenção
de
vôo,
onde
não
haja
danos
na
aeronave
nem
víRmas,
é
considerado:
a)
acidente
aeronáuRco.
b)
incidente
aeronáuRco.
c)
acidente
de
trabalho.
d)
incidente.
[Link]
107.
Toda
ocorrência
com
intenção
de
vôo,
onde
não
haja
danos
na
aeronave
nem
víRmas,
é
considerado:
a)
acidente
aeronáuRco.
b)
incidente
aeronáuRco.
c)
acidente
de
trabalho.
d)
incidente.
[Link]
108.
O
SIPAER
tem
como
princípio
filosófico:
a)
invesRgação
de
acidentes.
b)
prevenção
de
acidentes.
c)
punição
de
culpados.
d)
reparação
de
danos.
[Link]
108.
O
SIPAER
tem
como
princípio
filosófico:
a)
invesRgação
de
acidentes.
b)
prevenção
de
acidentes.
c)
punição
de
culpados.
d)
reparação
de
danos.
[Link]
109.
A
responsabilidade
de
treinamento
de
tripulantes
da
aeronave
após
um
pouso
de
emergência
antes
da
chegada
do
serviço
de
salvamento,
compete
ao:
a)
DIPAA.
b)
SIPAA.
c)
explorador
da
aeronave.
d)
CENIPA.
[Link]
109.
A
responsabilidade
de
treinamento
de
tripulantes
da
aeronave
após
um
pouso
de
emergência
antes
da
chegada
do
serviço
de
salvamento,
compete
ao:
a)
DIPAA.
b)
SIPAA.
c)
explorador
da
aeronave.
d)
CENIPA.
[Link]
110.
O
documento
formal
desRnado
ao
registro
e
a
divulgação
de
informações
de
incidente
aeronáuRco,
é
designado
como:
a)
RP
b)
RELIN
c)
RELPER
d)
REITAA
[Link]
110.
O
documento
formal
desRnado
ao
registro
e
a
divulgação
de
informações
de
incidente
aeronáuRco,
é
designado
como:
a)
RP
b)
RELIN
c)
RELPER
d)
REITAA
[Link]
111.
O
elemento
civil
credenciado
para
invesRgação
de
acidentes
aeronáuRcos
envolvendo
aeronave
civil
brasileira
pertencente
a
companhia
aérea
regular,
é
designado:
a)
proprietário
da
aeronave.
b)
ASV
da
companhia
aérea.
c)
operador
da
aeronave.
d)
OSV
do
comando
aéreo.
[Link]
111.
O
elemento
civil
credenciado
para
invesRgação
de
acidentes
aeronáuRcos
envolvendo
aeronave
civil
brasileira
pertencente
a
companhia
aérea
regular,
é
designado:
a)
proprietário
da
aeronave.
b)
ASV
da
companhia
aérea.
c)
operador
da
aeronave.
d)
OSV
do
comando
aéreo.
[Link]
112.
O
grupo
de
pessoas
designado
a
invesRgar
um
acidente
aeronáuRco
específico
convocado
de
acordo
com
as
caracterísRcas
daquele
acidente
denomina-‐se:
a)
DIPAA
b)
CNPAA
c)
CIAA
d)
CNPA
[Link]
112.
O
grupo
de
pessoas
designado
a
invesRgar
um
acidente
aeronáuRco
específico
convocado
de
acordo
com
as
caracterísRcas
daquele
acidente
denomina-‐se:
a)
DIPAA
b)
CNPAA
c)
CIAA
d)
CNPA
[Link]
113.
A
afirmaRva
“todo
acidente
pode
ser
evitado”
faz
parte
dos
conceitos
filosóficos
do(a):
a)
SIPAER
b)
SIPAA
c)
OACI
d)
DECEA
[Link]
113.
A
afirmaRva
“todo
acidente
pode
ser
evitado”
faz
parte
dos
conceitos
filosóficos
do(a):
a)
SIPAER
b)
SIPAA
c)
OACI
d)
DECEA
[Link]
114.
No
caso
de
aeronave
desaparecida
ou
em
local
inacessível,
considera-‐se:
a)
acidente
grave.
b)
incidente
grave.
c)
acidente
aeronáuRco.
d)
incidente
aeronáuRco.
[Link]
114.
No
caso
de
aeronave
desaparecida
ou
em
local
inacessível,
considera-‐se:
a)
acidente
grave.
b)
incidente
grave.
c)
acidente
aeronáuRco.
d)
incidente
aeronáuRco.
[Link]
115.
No
caso
de
vazamento
de
combusyvel,
alarme
de
fogo
falso,
sem
danos
graves
para
a
aeronave
ou
passageiros,
é
considerado
como:
a)
acidente
aeronáuRco.
b)
incidente
aeronáuRco.
c)
infração
aeronáuRca.
d)
acidente
aeronáuRco
leve.
[Link]
115.
No
caso
de
vazamento
de
combusyvel,
alarme
de
fogo
falso,
sem
danos
graves
para
a
aeronave
ou
passageiros,
é
considerado
como:
a)
acidente
aeronáuRco.
b)
incidente
aeronáuRco.
c)
infração
aeronáuRca.
d)
acidente
aeronáuRco
leve.
[Link]
116.
Indique
qual
das
alternaRvas
abaixo
cita
alguns
dos
elementos
do
SIPAER:
a)
ASV,
CIAA,
CPAA.
b)
SOB,
CPNAA,
SAV.
c)
SVO,
CPAA,
SIPAA.
d)
CNPAA,
CIAA,
ASV.
[Link]
116.
Indique
qual
das
alternaRvas
abaixo
cita
alguns
dos
elementos
do
SIPAER:
a)
ASV,
CIAA,
CPAA.
b)
SOB,
CPNAA,
SAV.
c)
SVO,
CPAA,
SIPAA.
d)
CNPAA,
CIAA,
ASV.
[Link]
117.
Quando
em
vôo
ocorrer
algo
como
colisão
de
pássaros
com
a
aeronave,
sem
prejuízos
ou
danos
qsicos
e
materiais,
caracteriza-‐se:
a)
acidente
leve.
b)
acidente
grave.
c)
incidente
aeronáuRco.
d)
situação
de
sobreaviso.
[Link]
117.
Quando
em
vôo
ocorrer
algo
como
colisão
de
pássaros
com
a
aeronave,
sem
prejuízos
ou
danos
qsicos
e
materiais,
caracteriza-‐se:
a)
acidente
leve.
b)
acidente
grave.
c)
incidente
aeronáuRco.
d)
situação
de
sobreaviso.
[Link]
118.
No
que
se
refere
a
segurança
de
vôo
no
Brasil,
o
órgão
de
caráter
direRvo
responsável
pela
proteção
ao
vôo,
é
o:
a)
InsRtuto
de
Proteção
ao
Vôo.
b)
Serviço
Regional
de
Proteção
ao
Vôo.
c)
Departamento
de
Aviação
Civil.
d)
Departamento
de
Controle
do
Espaço
Aéreo.
[Link]
118.
No
que
se
refere
a
segurança
de
vôo
no
Brasil,
o
órgão
de
caráter
direRvo
responsável
pela
proteção
ao
vôo,
é
o:
a)
InsRtuto
de
Proteção
ao
Vôo.
b)
Serviço
Regional
de
Proteção
ao
Vôo.
c)
Departamento
de
Aviação
Civil.
d)
Departamento
de
Controle
do
Espaço
Aéreo.
[Link]
119.
O
órgão
subordinado
ao
Departamento
de
Aviação
Civil,
responsável
pela
invesRgação
de
acidentes
com
aeronaves
civis
de
transporte
aéreo
regular,
é
o:
a)
CIPAA
b)
CENIPA.
c)
DIPAA
d)
SINCOFAC
[Link]
119.
O
órgão
subordinado
ao
Departamento
de
Aviação
Civil,
responsável
pela
invesRgação
de
acidentes
com
aeronaves
civis
de
transporte
aéreo
regular,
é
o:
a)
CIPAA
b)
CENIPA.
c)
DIPAA
d)
SINCOFAC
[Link]
120.
Em
toda
empresa
ou
organização
envolvida
com
a
operação,
manutenção,
fabricação,
circulação
de
aeronaves,
deverá
exisRr:
a)
SPAA
b)
DPAA
c)
CIPAA
d)
DIPAA.
[Link]
120.
Em
toda
empresa
ou
organização
envolvida
com
a
operação,
manutenção,
fabricação,
circulação
de
aeronaves,
deverá
exisRr:
a)
SPAA
b)
DPAA
c)
CIPAA
d)
DIPAA.
[Link]
121.
Comissão
responsável
por
planejar
e
desenvolver
a
navegação
aérea
internacional
é:
a)
ITAO
b)
OACI
c)
IATA
d)
CERNAI.
[Link]
121.
Comissão
responsável
por
planejar
e
desenvolver
a
navegação
aérea
internacional
é:
a)
ITAO
b)
OACI
c)
IATA
d)
CERNAI.
[Link]
122.
Quando
ocorrer
um
abalroamento
com
aeronaves
brasileiras
em
país
estrangeiro,
serão
aplicadas
as
leis:
a)
brasileiras
b)
do
país
onde
ocorreu.
c)
dos
dois
países
d)
internacionais.
[Link]
122.
Quando
ocorrer
um
abalroamento
com
aeronaves
brasileiras
em
país
estrangeiro,
serão
aplicadas
as
leis:
a)
brasileiras
b)
do
país
onde
ocorreu.
c)
dos
dois
países
d)
internacionais.
[Link]
123.
Não
tendo
SERAC
no
Estado,
o
órgão
existente
em
todos
os
aeroportos
que
irá
representá-‐lo
é
o(a):
a)
SAC
b)
SPCON
c)
STE
d)
SSA.
[Link]
123.
Não
tendo
SERAC
no
Estado,
o
órgão
existente
em
todos
os
aeroportos
que
irá
representá-‐lo
é
o(a):
a)
SAC
b)
SPCON
c)
STE
d)
SSA.
[Link]
124.
O
CEMAL
é
um
órgão
do
sistema
de
aviação
civil
relacionado
a:
a)
seleção
e
exame
médico
periódico
do
pessoal
aeronavagante.
b)
fiscalização
interna.
c)
emissão
de
licenças
e
cerRficados.
d)
revalidação
de
cerRficados
e
habilitação
técnica
[Link]
124.
O
CEMAL
é
um
órgão
do
sistema
de
aviação
civil
relacionado
a:
a)
seleção
e
exame
médico
periódico
do
pessoal
aeronavagante.
b)
fiscalização
interna.
c)
emissão
de
licenças
e
cerRficados.
d)
revalidação
de
cerRficados
e
habilitação
técnica
[Link]
125.
A
aviação
civil,
serviços
especializados
e
serviços
de
manutenção,
fazem
parte
do
sistema:
a)
jurídico
b)
normaRvo
c)
execuRvo
d)
direRvo
[Link]
125.
A
aviação
civil,
serviços
especializados
e
serviços
de
manutenção,
fazem
parte
do
sistema:
a)
jurídico
b)
normaRvo
c)
execuRvo
d)
direRvo
[Link]
126.
O
anexo
da
OACI,
de
número
13,
está
relacionado
com:
a)
regras
do
ar.
b)
licença
do
pessoal.
c)
invesRgação
de
acidentes
de
aeronaves.
d)
transporte
com
segurança
de
materiais
perigosos
por
via
aérea.
[Link]
126.
O
anexo
da
OACI,
de
número
13,
está
relacionado
com:
a)
regras
do
ar.
b)
licença
do
pessoal.
c)
invesRgação
de
acidentes
de
aeronaves.
d)
transporte
com
segurança
de
materiais
perigosos
por
via
aérea.
[Link]
127.
Os
documentos
técnicos
onde
estão
definidas
as
normas
internacionais
e
métodos
recomendados
da
OACI,
denominam-‐se:
a)
anexos
b)
estatutos
c)
regimentos
d)
suplementos
[Link]
127.
Os
documentos
técnicos
onde
estão
definidas
as
normas
internacionais
e
métodos
recomendados
da
OACI,
denominam-‐se:
a)
anexos
b)
estatutos
c)
regimentos
d)
suplementos
[Link]
128.
O
órgão
brasileiro
que
juntamente
com
o
Comando
da
AeronáuRca,
tem
a
atribuição
de
cuidar
das
relações
da
aviação
internacional,
é
o(a).
a)
CINA
b)
CEMAL
c)
CERNAI
d)
INFRAERO.
[Link]
128.
O
órgão
brasileiro
que
juntamente
com
o
Comando
da
AeronáuRca,
tem
a
atribuição
de
cuidar
das
relações
da
aviação
internacional,
é
o(a).
a)
CINA
b)
CEMAL
c)
CERNAI
d)
INFRAERO.
[Link]
129.
O
órgão
que
tem
por
atribuição
executar
diretamente
ou
assegurar
a
execução
de
aRvidades
relacionada
com
a
aviação
civil,
na
área
de
jurisdição
é
o(a):
a)
COMAR
b)
SERAC
c)
SERENG
d)
COMARA
[Link]
129.
O
órgão
que
tem
por
atribuição
executar
diretamente
ou
assegurar
a
execução
de
aRvidades
relacionada
com
a
aviação
civil,
na
área
de
jurisdição
é
o(a):
a)
COMAR
b)
SERAC
c)
SERENG
d)
COMARA
[Link]
130.
A
organização
que
administra
direta
ou
indiretamente
as
empresas
aéreas
em
termos
de
concordância
entre
elas
e
que
foi
criada
para
atender
internacionalmente
o
interesse
dessas
empresas
é
a:
a)
DAC
b)
IATA
c)
OACI
d)
SAC.
[Link]
130.
A
organização
que
administra
direta
ou
indiretamente
as
empresas
aéreas
em
termos
de
concordância
entre
elas
e
que
foi
criada
para
atender
internacionalmente
o
interesse
dessas
empresas
é
a:
a)
DAC
b)
IATA
c)
OACI
d)
SAC.
[Link]
131.
A
empresa
pública
desRnada
a
administrar
os
principais
aeroportos
do
país
com
eficiência,
rapidez,
conforto
e
segurança
é
o(a):
a)
CEMAL
b)
CEMAI
c)
EMBRAER
d)
INFRAERO
[Link]
131.
A
empresa
pública
desRnada
a
administrar
os
principais
aeroportos
do
país
com
eficiência,
rapidez,
conforto
e
segurança
é
o(a):
a)
CEMAL
b)
CEMAI
c)
EMBRAER
d)
INFRAERO
[Link]
132.
A
indústria
aeronáuRca
e
as
empresas
de
transporte
aéreo,
em
relação
ao
sistema
de
aviação
civil
são:
a)
elos
execuRvos
b)
unidades
normaRvas
c)
órgãos
paralelos
d)
órgãos
fiscalizadores.
[Link]
132.
A
indústria
aeronáuRca
e
as
empresas
de
transporte
aéreo,
em
relação
ao
sistema
de
aviação
civil
são:
a)
elos
execuRvos
b)
unidades
normaRvas
c)
órgãos
paralelos
d)
órgãos
fiscalizadores.
[Link]
133.
No
caso
de
erro
de
projeto,
falha
de
manuseio,
fadiga
de
material,
é
considerado
fator:
a)
operacional
b)
material
c)
humano
d)
fisiológico
[Link]
133.
No
caso
de
erro
de
projeto,
falha
de
manuseio,
fadiga
de
material,
é
considerado
fator:
a)
operacional
b)
material
c)
humano
d)
fisiológico
[Link]
134.
O
relatório
reservado
e
sigiloso
que
contém
dados
detalhados
para
uma
invesRgação
é
o:
a)
final
b)
preliminar
c)
de
invesRgação
de
acidente
d)
de
invesRgação
de
acidente
aeronáuRco.
[Link]
134.
O
relatório
reservado
e
sigiloso
que
contém
dados
detalhados
para
uma
invesRgação
é
o:
a)
final
b)
preliminar
c)
de
invesRgação
de
acidente
d)
de
invesRgação
de
acidente
aeronáuRco
[Link]
135.
Os
órgãos
do
subdepartamento
do
DAC
são
órgãos:
a)
normaRvos
b)
explicaRvos
c)
disciplinares
d)
execuRvos
[Link]
135.
Os
órgãos
do
subdepartamento
do
DAC
são
órgãos:
a)
normaRvos
b)
explicaRvos
c)
disciplinares
d)
execuRvos
[Link]
136.
Os
aeródromos
civis
são
classificados
em:
a)
públicos
e
privados.
b)
civis
e
militares.
c)
parRculares
e
públicos.
d)
domésRcos
e
internacionais.
[Link]
136.
Os
aeródromos
civis
são
classificados
em:
a)
públicos
e
privados.
b)
civis
e
militares.
c)
parRculares
e
públicos.
d)
domésRcos
e
internacionais.
[Link]
137.
Uma
aeronave
estrangeira
poderá
sobrevoar
o
território
brasileiro
desde
que
haja:
a)
acordo
bilateral
entre
os
países.
b)
autorização
do
governo
brasileiro.
c)
autorização
do
departamento
de
aviação
civil.
d)
seja
autorizado
pelo
comandante
da
aeronave.
[Link]
137.
Uma
aeronave
estrangeira
poderá
sobrevoar
o
território
brasileiro
desde
que
haja:
a)
acordo
bilateral
entre
os
países.
b)
autorização
do
governo
brasileiro.
c)
autorização
do
departamento
de
aviação
civil.
d)
seja
autorizado
pelo
comandante
da
aeronave.
[Link]
138.
A
homologação
e
registro
das
aeronaves
civis
brasileiras
são
feitos
no:
a)
SAC
b)
DAC
c)
RAB
d)
CBA
[Link]
138.
A
homologação
e
registro
das
aeronaves
civis
brasileiras
são
feitos
no:
a)
SAC
b)
DAC
c)
RAB
d)
CBA
[Link]
139.
As
aRvidades
aéreas
que
têm
a
finalidade
de
atendimento
ao
povo,
são
denominadas
serviços:
a)
públicos
b)
privados
c)
militares
d)
regionais.
[Link]
139.
As
aRvidades
aéreas
que
têm
a
finalidade
de
atendimento
ao
povo,
são
denominadas
serviços:
a)
públicos
b)
privados
c)
militares
d)
regionais.
[Link]
140.
O
transporte
aéreo
regular
no
Brasil
pode
ser:
a)
regional,
domésRco
e
nacional.
b)
regional,
domésRco
e
internacional.
c)
desporRvo,
internacional
e
regional.
d)
domésRco
e
internacional.
[Link]
140.
O
transporte
aéreo
regular
no
Brasil
pode
ser:
a)
regional,
domésRco
e
nacional.
b)
regional,
domésRco
e
internacional.
c)
desporRvo,
internacional
e
regional.
d)
domésRco
e
internacional.
[Link]
141.
O
órgão
que
realiza,
através
do
centro
de
medicina
aeroespacial,
a
seleção
e
o
controle
médico
periódico
dos
aeronautas,
ligados
ao
Sistema
de
Aviação
Civil
responsável
pelos
exames
médicos,
é
o(a):
a)
DIRSA
b)
SERMED
c)
COMAER
d)
DIRMED.
[Link]
141.
O
órgão
que
realiza,
através
do
centro
de
medicina
aeroespacial,
a
seleção
e
o
controle
médico
periódico
dos
aeronautas,
ligados
ao
Sistema
de
Aviação
Civil
responsável
pelos
exames
médicos,
é
o(a):
a)
DIRSA
b)
SERMED
c)
COMAER
d)
DIRMED.
[Link]
142.
A
Convenção
que
subsRtuiu
a
Convenção
de
Paris
foi
a
de:
a)
Haya
b)
Havana
c)
Chicago
d)
Varsóvia.
[Link]
142.
A
Convenção
que
subsRtuiu
a
Convenção
de
Paris
foi
a
de:
a)
Haya
b)
Havana
c)
Chicago
d)
Varsóvia.
[Link]
143.
Nenhuma
aeronave
poderá
transportar
explosivo,
munição
ou
substância
perigosa
sem
a
autorização
do(a):
a)
comandante.
b)
contratante.
c)
operador
da
aeronave.
d)
autoridade
competente.
[Link]
143.
Nenhuma
aeronave
poderá
transportar
explosivo,
munição
ou
substância
perigosa
sem
a
autorização
do(a):
a)
comandante.
b)
contratante.
c)
operador
da
aeronave.
d)
autoridade
competente.
[Link]
144.
Uma
aeronave
privada
brasileira,
sobrevoando
a
cidade
de
Londres
será
considerada
em
território:
a)
inglês
b)
londrino
c)
brasileiro
d)
internacional
[Link]
144.
Uma
aeronave
privada
brasileira,
sobrevoando
a
cidade
de
Londres
será
considerada
em
território:
a)
inglês
b)
londrino
c)
brasileiro
d)
internacional
[Link]
145.
As
normas
para
o
empresário
com
relação
ao
dever
de
transportar
passageiros,
malas
postais,
bagagens,
está
estabelecido
pelo(a):
a)
Lei
de
Aviação
b)
Registro
Aéreo
Brasileiro
c)
Contrato
de
Transporte
d)
Código
Brasileiro
de
AeronáuRca.
[Link]
145.
As
normas
para
o
empresário
com
relação
ao
dever
de
transportar
passageiros,
malas
postais,
bagagens,
está
estabelecido
pelo(a):
a)
Lei
de
Aviação
b)
Registro
Aéreo
Brasileiro
c)
Contrato
de
Transporte
d)
Código
Brasileiro
de
AeronáuRca.
[Link]
146.
Nas
tripulações
simples,
o
subsRtuto
eventual
do
Comandante,
é
o:
a)
co-‐piloto
b)
chefe
de
equipe
c)
comissário
mais
anRgo
d)
proprietário
da
aeronave
[Link]
146.
Nas
tripulações
simples,
o
subsRtuto
eventual
do
Comandante,
é
o:
a)
co-‐piloto
b)
chefe
de
equipe
c)
comissário
mais
anRgo
d)
proprietário
da
aeronave
[Link]
147.
O
tripulante
devidamente
habilitado
que
exerce
função
a
bordo
de
aeronave
civil,
mediante
contrato
de
trabalho,
é
denominado:
a)
aeronauta
b)
tripulante
c)
aeroviário
d)
aeronavegante
[Link]
147.
O
tripulante
devidamente
habilitado
que
exerce
função
a
bordo
de
aeronave
civil,
mediante
contrato
de
trabalho,
é
denominado:
a)
aeronauta
b)
tripulante
c)
aeroviário
d)
aeronavegante
[Link]
148.
O
tripulante
auxiliar
do
Comandante
que
auxilia
na
operação
e
no
controle
de
sistemas
diversos
é
o:
a)
co-‐piloto
b)
comissário
c)
mecânico
de
vôo
d)
técnico-‐operador
[Link]
148.
O
tripulante
auxiliar
do
Comandante
que
auxilia
na
operação
e
no
controle
de
sistemas
diversos
é
o:
a)
co-‐piloto
b)
comissário
c)
mecânico
de
vôo
d)
técnico-‐operador
[Link]
149.
Os
cerRficados
CHT
e
CCF
vigoram
por
prazos
estabelecidos,
já
as
licenças:
a)
precisam
ser
renovadas
de
24
em
24
meses.
b)
tem
caráter
permanente.
c)
possuem
o
mesmo
tempo
de
validade
dos
cerRficados.
d)
são
válidas
até
os
60
anos
do
tripulante
[Link]
149.
Os
cerRficados
CHT
e
CCF
vigoram
por
prazos
estabelecidos,
já
as
licenças:
a)
precisam
ser
renovadas
de
24
em
24
meses.
b)
tem
caráter
permanente.
c)
possuem
o
mesmo
tempo
de
validade
dos
cerRficados.
d)
são
válidas
até
os
60
anos
do
tripulante
[Link]
150.
O
comandante
é
responsável
pelos
passageiros
e
bagagens:
a)
desde
o
deslocamento
da
aeronave
até
o
corte
final
dos
motores.
b)
do
início
do
vôo
até
que
as
autoridades
competentes
assumam
o
controle.
c)
quando
em
escala
regular
houver
uma
pane
e
não
esRver
no
local
pessoa
credenciada
para
tal
aRvidade.
d)
desde
o
momento
que
se
apresenta
para
o
vôo
até
o
termino
da
viagem.
[Link]
150.
O
comandante
é
responsável
pelos
passageiros
e
bagagens:
a)
desde
o
deslocamento
da
aeronave
até
o
corte
final
dos
motores.
b)
do
início
do
vôo
até
que
as
autoridades
competentes
assumam
o
controle.
c)
quando
em
escala
regular
houver
uma
pane
e
não
esRver
no
local
pessoa
credenciada
para
tal
aRvidade.
d)
desde
o
momento
que
se
apresenta
para
o
vôo
até
o
termino
da
viagem.
[Link]
151.
A
Organização
da
Aviação
Civil
Internacional
(OACI),
tem
sua
sede
localizada
em:
a)
Toronto
b)
Chicago
c)
Montreal
d)
Washington
[Link]
151.
A
Organização
da
Aviação
Civil
Internacional
(OACI),
tem
sua
sede
localizada
em:
a)
Toronto
b)
Chicago
c)
Montreal
d)
Washington
[Link]
152.
A
associação
internacional
que
tem
como
objeRvo
principal
assegurar
transportes
aéreos
rápidos,
cômodos,
seguros
e
econômicos,
tanto
para
as
empresas
aéreas
como
para
o
público,
tem
como
sigla:
a)
AIAC
b)
IATA
c)
OACI
d)
OTAN
[Link]
152.
A
associação
internacional
que
tem
como
objeRvo
principal
assegurar
transportes
aéreos
rápidos,
cômodos,
seguros
e
econômicos,
tanto
para
as
empresas
aéreas
como
para
o
público,
tem
como
sigla:
a)
AIAC
b)
IATA
c)
OACI
d)
OTAN
[Link]
153.
Os
ASV
são
elementos
das
empresas,
com
cursos
de
segurança
de
vôo,
ministrado
pelo:
a)
DAC
b)
CIPAA
c)
SIPAER
d)
CENIPA
[Link]
153.
Os
ASV
são
elementos
das
empresas,
com
cursos
de
segurança
de
vôo,
ministrado
pelo:
a)
DAC
b)
CIPAA
c)
SIPAER
d)
CENIPA
[Link]
154.
Ocorrendo
um
acidente
aeronáuRco
envolvendo
aeronave
de
empresa
aérea
regular,
com
víRmas
fatais,
os
familiares
das
víRmas
deverão
ser
noRficados
pelo:
a)
Comando
Aéreo
Regional
b)
Comando
InvesRgador
do
Ocidente
c)
proprietário
ou
operador
da
aeronave
d)
Centro
de
InvesRgação
e
Prevenção
de
Acidentes
AeronáuRcos.
[Link]
154.
Ocorrendo
um
acidente
aeronáuRco
envolvendo
aeronave
de
empresa
aérea
regular,
com
víRmas
fatais,
os
familiares
das
víRmas
deverão
ser
noRficados
pelo:
a)
Comando
Aéreo
Regional
b)
Comando
InvesRgador
do
Ocidente
c)
proprietário
ou
operador
da
aeronave
d)
Centro
de
InvesRgação
e
Prevenção
de
Acidentes
AeronáuRcos.
[Link]
155.
Para
que
se
caracterize
um
acidente
ou
incidente
aeronáuRco,
a
ocorrência
deverá
estar
relacionada
a:
a)
intenção
de
vôo.
b)
serviço
de
manutenção.
c)
presença
de
tripulantes.
d)
ingestão
de
objetos
pela
turbina.
[Link]
155.
Para
que
se
caracterize
um
acidente
ou
incidente
aeronáuRco,
a
ocorrência
deverá
estar
relacionada
a:
a)
intenção
de
vôo.
b)
serviço
de
manutenção.
c)
presença
de
tripulantes.
d)
ingestão
de
objetos
pela
turbina.
[Link]
156.
O
anexo
1
da
Convenção
de
Chicago
trata
de:
a)
facilitação
b)
aeronavegabilidade
c)
licença
de
pessoal
d)
serviços
de
tráfego
aéreo.
[Link]
156.
O
anexo
1
da
Convenção
de
Chicago
trata
de:
a)
facilitação
b)
aeronavegabilidade
c)
licença
de
pessoal
d)
serviços
de
tráfego
aéreo.
[Link]
157.
O
sistema
que
tem
por
objeRvo
especifico
o
controle
e
a
fiscalização
das
aRvidades
dos
aeroportos
e
a
operação
das
aeronaves
civis,
é
o(a):
a)
SAC
b)
SUTAC
c)
SUCOTAP
c)
SINCONFAC
[Link]
157.
O
sistema
que
tem
por
objeRvo
especifico
o
controle
e
a
fiscalização
das
aRvidades
dos
aeroportos
e
a
operação
das
aeronaves
civis,
é
o(a):
a)
SAC
b)
SUTAC
c)
SUCOTAP
d)
SINCONFAC
[Link]
158.
A
empresa
que
projeta
e
constrói
aviões
civis
e
militares
no
Brasil,
considerada
como
uma
das
maiores
no
seu
gênero,
é
a:
a)
CELMA
b)
AIRONS
c)
EMBRAER
d)
EMBRAPAER
[Link]
158.
A
empresa
que
projeta
e
constrói
aviões
civis
e
militares
no
Brasil,
considerada
como
uma
das
maiores
no
seu
gênero,
é
a:
a)
CELMA
b)
AIRONS
c)
EMBRAER
d)
EMBRAPAER
[Link]
159.
Toda
área
desRnada
a
pouso,
decolagem,
e
movimentação
de
aeronaves,
é
denominada:
a)
heliponto
b)
heliporto
c)
aeroporto
d)
aeródromo
[Link]
159.
Toda
área
desRnada
a
pouso,
decolagem,
e
movimentação
de
aeronaves,
é
denominada:
a)
heliponto
b)
heliporto
c)
aeroporto
d)
aeródromo
[Link]
160.
O
comandante
deve
anotar
decisões,
noRficações
de
nascimentos
e
óbitos
entre
outras
informações,
no:
a)
diário
de
bordo
b)
relatório
de
vôo
c)
relatório
de
viagem
d)
diário
de
incidente
[Link]
160.
O
comandante
deve
anotar
decisões,
noRficações
de
nascimentos
e
óbitos
entre
outras
informações,
no:
a)
diário
de
bordo
b)
relatório
de
vôo
c)
relatório
de
viagem
d)
diário
de
incidente
[Link]
161.
O
CerRficado
de
Capacidade
Física
é
o
documento
imprescindível
para
a
obtenção
do(a):
a)
CCP
e
CHT
b)
licença
e
CHT
c)
CCT
e
licença
d)
licença
e
CCP
[Link]
161.
O
CerRficado
de
Capacidade
Física
é
o
documento
imprescindível
para
a
obtenção
do(a):
a)
CCP
e
CHT
b)
licença
e
CHT
c)
CCT
e
licença
d)
licença
e
CCP
[Link]
162.
O
tripulante
responsável
pela
operação
e
segurança
da
aeronave
e
que
exerce
a
autoridade
que
a
legislação
aeronáuRca
lhe
atribui
é
o:
a)
co-‐piloto
b)
comandante
c)
comissário
d)
mecânico
de
vôo
[Link]
162.
O
tripulante
responsável
pela
operação
e
segurança
da
aeronave
e
que
exerce
a
autoridade
que
a
legislação
aeronáuRca
lhe
atribui
é
o:
a)
co-‐piloto
b)
comandante
c)
comissário
d)
mecânico
de
vôo
[Link]
163.
Para
a
obtenção
da
licença
de
comissário,
o
DAC
exige
o
cumprimento
de
alguns
pré-‐requisitos,
entre
estes,
tem-‐se:
a)
estágio
em
empresa
homologada.
b)
instrução
práRca
com
15
horas
de
vôo.
c)
conclusão
do
curso
homologado
com
aproveitamento.
d)
freqüência
obrigatória
em
curso
na
área
de
segurança
de
vôo.
[Link]
163.
Para
a
obtenção
da
licença
de
comissário,
o
DAC
exige
o
cumprimento
de
alguns
pré-‐requisitos,
entre
estes,
tem-‐se:
a)
estágio
em
empresa
homologada.
b)
instrução
práRca
com
15
horas
de
vôo.
c)
conclusão
do
curso
homologado
com
aproveitamento.
d)
freqüência
obrigatória
em
curso
na
área
de
segurança
de
vôo.
[Link]
164.
Em
termos
de
segurança
de
vôo,
torna-‐se
necessário
o
cumprimento
das
normas
estabelecidas
nos
anexos
da:
a)
ONU
b)
OMI
c)
IATA
d)
OACI
[Link]
164.
Em
termos
de
segurança
de
vôo,
torna-‐se
necessário
o
cumprimento
das
normas
estabelecidas
nos
anexos
da:
a)
ONU
b)
OMI
c)
IATA
d)
OACI
[Link]
165.
Juntamente
filosóficos
e
conceitos
do
SIPAER,
encontra-‐se
a
recomendação
de:
a)
considerar
os
acidentes
como
inevitáveis.
b)
comparar
um
acidente
aeronáuRco
a
outros
já
havidos.
c)
reportar
incidentes,
ou
ao
menos
preencher
um
formulário
chamado
relatório
de
perigo.
d)
considerar
o
comandante
como
sendo
o
único
responsável
pelas
medidas
de
segurança
a
bordo.
[Link]
165.
Juntamente
filosóficos
e
conceitos
do
SIPAER,
encontra-‐se
a
recomendação
de:
a)
considerar
os
acidentes
como
inevitáveis.
b)
comparar
um
acidente
aeronáuRco
a
outros
já
havidos.
c)
reportar
incidentes,
ou
ao
menos
preencher
um
formulário
chamado
relatório
de
perigo.
d)
considerar
o
comandante
como
sendo
o
único
responsável
pelas
medidas
de
segurança
a
bordo.
[Link]
166.
Com
relação
a
estrutura
do
SIPAER,
dos
órgãos
abaixo
descritos,
o
que
está
diretamente
ligado
a
estrutura
do
SERAC,
é
o(a):
a)
CIAA
b)
CNPAA
c)
DIPAA
d)
SIPAA
[Link]
166.
Com
relação
a
estrutura
do
SIPAER,
dos
órgãos
abaixo
descritos,
o
que
está
diretamente
ligado
a
estrutura
do
SERAC,
é
o(a):
a)
CIAA
b)
CNPAA
c)
DIPAA
d)
SIPAA
[Link]
167.
Os
militares
credenciados
pelo
CENIPA
designados
para
o
desempenho
das
aRvidades
de
prevenção
e
invesRgação
de
acidentes
aeronáuRcos,
denominam-‐
se:
a)
ASV
b)
ESV
c)
OSV
d)
MSV
[Link]
167.
Os
militares
credenciados
pelo
CENIPA
designados
para
o
desempenho
das
aRvidades
de
prevenção
e
invesRgação
de
acidentes
aeronáuRcos,
denominam-‐
se:
a)
ASV
b)
ESV
c)
OSV
d)
MSV
[Link]
168.
Uma
aeronave
acidentada
poderá
ser
removida
sem
autorização
da
autoridade
aeronáuRca
invesRgadora,
quando
o
objeRvo
for:
a)
a
recuperação
da
mesma.
b)
salvar
vidas
humanas.
c)
iniciar
invesRgação.
d)
terminar
a
invesRgação.
[Link]
168.
Uma
aeronave
acidentada
poderá
ser
removida
sem
autorização
da
autoridade
aeronáuRca
invesRgadora,
quando
o
objeRvo
for:
a)
a
recuperação
da
mesma.
b)
salvar
vidas
humanas.
c)
iniciar
invesRgação.
d)
terminar
a
invesRgação.
[Link]
169.
Um
acidente
aeronáuRco
ocorrido
com
aeronave
pertencente
à
empresa
de
Transporte
Aéreo
Regular,
terá
como
órgão
invesRgador:
a)
Sistema
de
InvesRgação
e
Prevenção
de
Acidentes
AeronáuRcos.
b)
Divisão
de
invesRgação
e
Prevenção
de
Acidentes
AeronáuRcos.
c)
Comando
Aéreo
Regional
em
cuja
jurisdição
haja
ocorrido
o
acidente.
d)
Serviço
Regional
de
Aviação
Civil
em
cuja
jurisdição
haja
ocorrido
o
acidente.
[Link]
169.
Um
acidente
aeronáuRco
ocorrido
com
aeronave
pertencente
à
empresa
de
Transporte
Aéreo
Regular,
terá
como
órgão
invesRgador:
a)
Sistema
de
InvesRgação
e
Prevenção
de
Acidentes
AeronáuRcos.
b)
Divisão
de
invesRgação
e
Prevenção
de
Acidentes
AeronáuRcos.
c)
Comando
Aéreo
Regional
em
cuja
jurisdição
haja
ocorrido
o
acidente.
d)
Serviço
Regional
de
Aviação
Civil
em
cuja
jurisdição
haja
ocorrido
o
acidente.
[Link]
170.
InvesRgar
os
incidentes
aeronáuRcos
de
uma
empresa
aérea
é
de
responsabilidade
do:
a)
CNPAA
b)
SERAC
c)
DSV
da
empresa
envolvida.
d)
ASV
da
empresa
envolvida.
[Link]
170.
InvesRgar
os
incidentes
aeronáuRcos
de
uma
empresa
aérea
é
de
responsabilidade
do:
a)
CNPAA
b)
SERAC
c)
DSV
da
empresa
envolvida.
d)
ASV
da
empresa
envolvida.
[Link]
171.
Na
ocorrência
de
um
acidente
aeronáuRco,
o
cerRficado
de
capacidade
qsica
dos
tripulantes
envolvidos:
a)
perde
a
validade
automaRcamente.
b)
permanece
válido,
dependendo
do
parecer
da
CIAA.
c)
será
passível
de
revogação,
por
decisão
da
junta
de
saúde.
d)
perde
a
validade
se
o
acidente
causar
lesões
ao
portador.
[Link]
171.
Na
ocorrência
de
um
acidente
aeronáuRco,
o
cerRficado
de
capacidade
qsica
dos
tripulantes
envolvidos:
a)
perde
a
validade
automaRcamente.
b)
permanece
válido,
dependendo
do
parecer
da
CIAA.
c)
será
passível
de
revogação,
por
decisão
da
junta
de
saúde.
d)
perde
a
validade
se
o
acidente
causar
lesões
ao
portador.
[Link]
172.
Das
convenções
abaixo
a
que
unifica
regras
relaRvas
ao
transporte
aéreo
internacional,
é
a
de:
a)
HAIA
b)
PARIS
c)
CHICAGO
d)
VARSÓVIA.
[Link]
172.
Das
convenções
abaixo
a
que
unifica
regras
relaRvas
ao
transporte
aéreo
internacional,
é
a
de:
a)
HAIA
b)
PARIS
c)
CHICAGO
d)
VARSÓVIA.
[Link]
173.
Na
Organização
de
Aviação
Civil
Internacional
(OACI)
inúmeros
países
fazem-‐se
representar,
inclusive
o
Brasil,
através
de
seus
(suas):
a)
governos
b)
embaixadas
c)
sindicatos
d)
empresas
aéreas.
[Link]
173.
Na
Organização
de
Aviação
Civil
Internacional
(OACI)
inúmeros
países
fazem-‐se
representar,
inclusive
o
Brasil,
através
de
seus
(suas):
a)
governos
b)
embaixadas
c)
sindicatos
d)
empresas
aéreas.
[Link]
174.
As
publicações
da
Organização
de
Aviação
Civil
Internacional
(OACI),
que
tratam
das
normas
internacionais
e
práRcas
recomendadas,
são
chamadas
de:
a)
anexos
b)
emendas
c)
boleRns
d)
portarias
[Link]
174.
As
publicações
da
Organização
de
Aviação
Civil
Internacional
(OACI),
que
tratam
das
normas
internacionais
e
práRcas
recomendadas,
são
chamadas
de:
a)
anexos
b)
emendas
c)
boleRns
d)
portarias
[Link]
175.
Criar
os
meios
necessários
para
colaboração
entre
empresas
de
transporte
aéreo
internacional,
é
um
dos
objeRvos
do(a):
a)
DAC
(Departamento
de
Aviação
Civil)
b)
OIT
(Organização
Internacional
do
Trabalho)
c)
OACI
(Associação
Internacional
de
Transporte
Aéreo)
d)
IATA
(Associação
Internacional
de
Transporte
Aéreo)
[Link]
175.
Criar
os
meios
necessários
para
colaboração
entre
empresas
de
transporte
aéreo
internacional,
é
um
dos
objeRvos
do(a):
a)
DAC
(Departamento
de
Aviação
Civil)
b)
OIT
(Organização
Internacional
do
Trabalho)
c)
OACI
(Associação
Internacional
de
Transporte
Aéreo)
d)
IATA
(Associação
Internacional
de
Transporte
Aéreo)
[Link]
176.
A
licença,
o
CHT
e
o
CCF
dos
tripulantes,
são
concedidos
na
forma
de
regulamentação
especificas,
pelo(a):
a)
autoridade
aeronáuRca
competente.
b)
empresa
aérea
pela
qual
forem
contratados.
c)
escola,
empresa
aérea
e
médico
de
sua
confiança.
d)
IAC,
aeroclube
e
médicos
credenciados
pelo
DAC.
[Link]
176.
A
licença,
o
CHT
e
o
CCF
dos
tripulantes,
são
concedidos
na
forma
de
regulamentação
especificas,
pelo(a):
a)
autoridade
aeronáuRca
competente.
b)
empresa
aérea
pela
qual
forem
contratados.
c)
escola,
empresa
aérea
e
médico
de
sua
confiança.
d)
IAC,
aeroclube
e
médicos
credenciados
pelo
DAC.
[Link]
177.
Dos
princípios
abaixo
mencionados,
assinale
o
que
não
faz
parte
da
filosofia
SIPAER:
a)
todo
acidente
tem
um
precedente.
b)
todos
os
acidentes
podem
ser
evitados.
c)
segurança
de
vôo
não
é
um
ato
egoísta.
d)
segurança
de
vôo
não
é
responsabilidade
de
todos.
[Link]
177.
Dos
princípios
abaixo
mencionados,
assinale
o
que
não
faz
parte
da
filosofia
SIPAER:
a)
todo
acidente
tem
um
precedente.
b)
todos
os
acidentes
podem
ser
evitados.
c)
segurança
de
vôo
não
é
um
ato
egoísta.
d)
segurança
de
vôo
não
é
responsabilidade
de
todos.
[Link]
178.
Toda
ocorrência
relacionada
a
operação
de
uma
aeronave,
com
intenção
de
vôo,
mas
que
não
implique
em
danos
graves
a
aeronave,
nem
lesões
das
pessoas
envolvidas,
caracteriza
um(a):
a)
acidente
aeronáuRco.
b)
incidente
aeronáuRco.
c)
falha
operacional
de
comando.
d)
falha
operacional
de
tripulação.
[Link]
178.
Toda
ocorrência
relacionada
a
operação
de
uma
aeronave,
com
intenção
de
vôo,
mas
que
não
implique
em
danos
graves
a
aeronave,
nem
lesões
das
pessoas
envolvidas,
caracteriza
um(a):
a)
acidente
aeronáuRco.
b)
incidente
aeronáuRco.
c)
falha
operacional
de
comando.
d)
falha
operacional
de
tripulação.
[Link]
179.
A
legislação
referente
às
aRvidades
do
SIPAER,
é
regulamentada
através
de:
a)
acordos
internacionais
b)
portarias
do
Comando
da
AeronáuRca
c)
normas
do
sistema
do
Comando
da
AeronáuRca.
d)
boleRns
da
Organização
de
Aviação
Civil
Internacional
[Link]
179.
A
legislação
referente
às
aRvidades
do
SIPAER,
é
regulamentada
através
de:
a)
acordos
internacionais
b)
portarias
do
Comando
da
AeronáuRca
c)
normas
do
sistema
do
Comando
da
AeronáuRca.
d)
boleRns
da
Organização
de
Aviação
Civil
Internacional
[Link]
180.
O
relatório
de
caráter
ostensivo
onde
são
divulgadas
as
conclusões,
referente
a
acidente
ocorrido
com
aeronave
civil,
é
denominado
relatório:
a)
final
b)
de
perigo
c)
preliminar
d)
de
incidentes
[Link]
180.
O
relatório
de
caráter
ostensivo
onde
são
divulgadas
as
conclusões,
referente
a
acidente
ocorrido
com
aeronave
civil,
é
denominado
relatório:
a)
final
b)
de
perigo
c)
preliminar
d)
de
incidentes
[Link]
181.
A
CERNAI
é
órgão
de
assessoramento
do
Comando
da
AeronáuRca,
que
tem
por
finalidade:
a)
coordenar
os
estudos
relaRvos
à
navegação
aérea
nacional
b)
elaborar
as
estaysRcas
relaRvas
à
Aviação
Civil
Internacional
c)
estudar,
planejar,
orientar
e
coordenar
os
assuntos
relaRvos
a
Aviação
Civil
internacional
d)
estudar,
planejar
e
organizar
as
aRvidades
necessárias
ao
funcionamento
da
Aviação
Nacional
[Link]
181.
A
CERNAI
é
órgão
de
assessoramento
do
Comando
da
AeronáuRca,
que
tem
por
finalidade:
a)
coordenar
os
estudos
relaRvos
à
navegação
aérea
nacional
b)
elaborar
as
estaysRcas
relaRvas
à
Aviação
Civil
Internacional
c)
estudar,
planejar,
orientar
e
coordenar
os
assuntos
relaRvos
a
Aviação
Civil
internacional
d)
estudar,
planejar
e
organizar
as
aRvidades
necessárias
ao
funcionamento
da
Aviação
Nacional
[Link]
182.
A
organização
responsável
pela
instalação,
operação
e
manutenção
de
órgãos
e
equipamentos
para
controle
de
tráfego
aéreo,
estabelecendo
regras
e
procedimentos
de
trafego
aéreo,
é
o
(a):
a)
Departamento
de
Aviação
Civil
b)
Serviço
Regional
de
Aviação
civil
c)
Serviço
Regional
de
Proteção
ao
Vôo
d)
Departamento
de
Controle
do
Espaço
Aéreo
[Link]
182.
A
organização
responsável
pela
instalação,
operação
e
manutenção
de
órgãos
e
equipamentos
para
controle
de
tráfego
aéreo,
estabelecendo
regras
e
procedimentos
de
trafego
aéreo,
é
o
(a):
a)
Departamento
de
Aviação
Civil
b)
Serviço
Regional
de
Aviação
civil
c)
Serviço
Regional
de
Proteção
ao
Vôo
d)
Departamento
de
Controle
do
Espaço
Aéreo
[Link]
183.
No
caso
de
pouso
forçado,
a
autoridade
do
comandante
sobre
a
aeronave,
se
encerra:
a)
24
horas
após
o
pouso.
b)
imediatamente
após
o
pouso.
c)
após
o
desembarque
de
pessoas
e
coisas
transportadas.
d)
quando
as
autoridades
competentes
assumirem
tal
responsabilidade.
[Link]
183.
No
caso
de
pouso
forçado,
a
autoridade
do
comandante
sobre
a
aeronave,
se
encerra:
a)
24
horas
após
o
pouso.
b)
imediatamente
após
o
pouso.
c)
após
o
desembarque
de
pessoas
e
coisas
transportadas.
d)
quando
as
autoridades
competentes
assumirem
tal
responsabilidade.
[Link]
184.
A
afirmaRva
“todo
acidente
tem
um
precedente”
faz
parte
dos
princípios
filosóficos
e
conceitos
do(a):
a)
OACI
b)
IATA
c)
CERNAI
d)
SIPAER
[Link]
184.
A
afirmaRva
“todo
acidente
tem
um
precedente”
faz
parte
dos
princípios
filosóficos
e
conceitos
do(a):
a)
OACI
b)
IATA
c)
CERNAI
d)
SIPAER
[Link]
185.
Dentre
os
órgãos
abaixo
citados,
indique
os
que
fazem
parte
da
estrutura
do
SIPAER:
a)
CIAA,
CAC
e
DIRSA.
b)
CELMA,
DEPV
e
DIRENG
c)
CENIPA,
DIPAA
e
CNPAA
d)
SERAC,
CERNAI
e
SIPAA
[Link]
185.
Dentre
os
órgãos
abaixo
citados,
indique
os
que
fazem
parte
da
estrutura
do
SIPAER:
a)
CIAA,
CAC
e
DIRSA.
b)
CELMA,
DEPV
e
DIRENG
c)
CENIPA,
DIPAA
e
CNPAA
d)
SERAC,
CERNAI
e
SIPAA
[Link]
186.
O
documento
formal
de
extrema
importância
na
prevenção
de
acidentes
aeronáuRcos,
que
contém,
de
forma
simplificada,
informações
detalhadas
sobre
um
acidente
aeronáuRco,
denomina-‐se:
a)
RP
b)
RELIN
c)
RELPER
d)
RELIAA
[Link]
186.
O
documento
formal
de
extrema
importância
na
prevenção
de
acidentes
aeronáuRcos,
que
contém,
de
forma
simplificada,
informações
detalhadas
sobre
um
acidente
aeronáuRco,
denomina-‐se:
a)
RP
b)
RELIN
c)
RELPER
d)
RELIAA
[Link]
187.
A
pesquisa
de
fatores
em
potencial
de
perigo
é
uma
técnica
de
prevenção
de
acidentes
denominada:
a)
programas
educaRvos.
b)
análise
de
relatórios.
c)
análise
de
tendências.
d)
vistorias
de
segurança.
[Link]
187.
A
pesquisa
de
fatores
em
potencial
de
perigo
é
uma
técnica
de
prevenção
de
acidentes
denominada:
a)
programas
educaRvos.
b)
análise
de
relatórios.
c)
análise
de
tendências.
d)
vistorias
de
segurança.
[Link]
188.
O
Comando
da
AeronáuRca,
através
do
DECEA
e
do
DAC,
adota
normas
internacionais
e
práRcas
recomendadas
pela:
a)
ENA
b)
OIT
c)
OACI
d)
IATA
[Link]
188.
O
Comando
da
AeronáuRca,
através
do
DECEA
e
do
DAC,
adota
normas
internacionais
e
práRcas
recomendadas
pela:
a)
ENA
b)
OIT
c)
OACI
d)
IATA
[Link]
189.
Com
a
finalidade
de
organizar
aRvidades
necessárias
ao
funcionamento
e
ao
desenvolvimento
da
aviação
civil
no
Brasil,
foi
insRtuído
o
Sistema
de:
a)
Aviação
Civil.
b)
Segurança
de
Vôo.
c)
Telecomunicações
AeronáuRcas.
d)
InvesRgação
e
Prevenção
de
Acidentes.
[Link]
189.
Com
a
finalidade
de
organizar
aRvidades
necessárias
ao
funcionamento
e
ao
desenvolvimento
da
aviação
civil
no
Brasil,
foi
insRtuído
o
Sistema
de:
a)
Aviação
Civil.
b)
Segurança
de
Vôo.
c)
Telecomunicações
AeronáuRcas.
d)
InvesRgação
e
Prevenção
de
Acidentes.
[Link]
190.
A
Divisão
de
Habilitação
do
DAC,
responsável
pela
emissão
e
controle
de
licenças
e
cerRficados,
pertence
ao
Subdepartamento:
a)
Técnico-‐Operacional
–
STE.
b)
Planejamento
e
Controle
–
SPCON
c)
Serviços
Aéreos
–
SSA
d)
Infra-‐Estrutura
–
SIE
[Link]
190.
A
Divisão
de
Habilitação
do
DAC,
responsável
pela
emissão
e
controle
de
licenças
e
cerRficados,
pertence
ao
Subdepartamento:
a)
Técnico-‐Operacional
–
STE.
b)
Planejamento
e
Controle
–
SPCON
c)
Serviços
Aéreos
–
SSA
d)
Infra-‐Estrutura
–
SIE
[Link]
191.
Na
consRtuição
da
infra-‐estrutura
aeroportuária
brasileira,
o
Serviço
de
Busca
e
Salvamento
pertence
ao
Sistema
de:
a)
Proteção
ao
Vôo.
b)
Segurança
de
Vôo.
c)
Coordenação
da
Infra-‐estrutura
AeronáuRca.
d)
InvesRgação
e
Prevenção
de
Acidentes
AeronáuRcos.
[Link]
191.
Na
consRtuição
da
infra-‐estrutura
aeroportuária
brasileira,
o
Serviço
de
Busca
e
Salvamento
pertence
ao
Sistema
de:
a)
Proteção
ao
Vôo.
b)
Segurança
de
Vôo.
c)
Coordenação
da
Infra-‐estrutura
AeronáuRca.
d)
InvesRgação
e
Prevenção
de
Acidentes
AeronáuRcos.
[Link]
192.
O
tráfego
no
espaço
aéreo
brasileiro
está
sujeito
às
normas
e
condições
estabelecidas
no
CBAer.
Tais
normas
e
condições
serão
aplicadas
a(s):
a)
qualquer
aeronave.
b)
aeronaves
nacionais.
c)
aeronaves
civis
nacionais
e
estrangeiras.
d)
aeronaves
militares
nacionais
e
estrangeiras.
[Link]
192.
O
tráfego
no
espaço
aéreo
brasileiro
está
sujeito
às
normas
e
condições
estabelecidas
no
CBAer.
Tais
normas
e
condições
serão
aplicadas
a(s):
a)
qualquer
aeronave.
b)
aeronaves
nacionais.
c)
aeronaves
civis
nacionais
e
estrangeiras.
d)
aeronaves
militares
nacionais
e
estrangeiras.
[Link]
193.
A
aviação
civil
abrange
as
aRvidades:
a)
militar,
comercial
e
privada.
b)
comercial,
privada
e
jurídica.
c)
militar,
pública
e
desporRva.
d)
comercial,
privada
e
desporRva.
[Link]
193.
A
aviação
civil
abrange
as
aRvidades:
a)
militar,
comercial
e
privada.
b)
comercial,
privada
e
jurídica.
c)
militar,
pública
e
desporRva.
d)
comercial,
privada
e
desporRva.
[Link]
194.
A
Organização
da
Aviação
Civil
Internacional
(OACI),
foi
insRtuída
através
da
Convenção
de:
a)
Genebra
b)
Chicago
c)
Varsóvia
d)
Versalhes.
[Link]
194.
A
Organização
da
Aviação
Civil
Internacional
(OACI),
foi
insRtuída
através
da
Convenção
de:
a)
Genebra
b)
Chicago
c)
Varsóvia
d)
Versalhes.
[Link]
195.
A
Organização
da
Aviação
Civil
Internacional
(OACI)
é
uma
enRdade
filiada
a:
a)
FAA
b)
FAO
c)
ONU
d)
IATA
[Link]
195.
A
Organização
da
Aviação
Civil
Internacional
(OACI)
é
uma
enRdade
filiada
a:
a)
FAA
b)
FAO
c)
ONU
d)
IATA
[Link]
196.
Estabelecer
regras
uniformes,
relaRvas
a
responsabilidade
dos
transportes
aéreos,
no
que
se
refere
aos
passageiros
em
caso
de
morte
ou
lesão
por
acidente,
é
uma
das
finalidades
da
convenção
de:
a)
Paris
b)
Chicago
c)
Montreal
d)
Varsóvia
[Link]
196.
Estabelecer
regras
uniformes,
relaRvas
a
responsabilidade
dos
transportes
aéreos,
no
que
se
refere
aos
passageiros
em
caso
de
morte
ou
lesão
por
acidente,
é
uma
das
finalidades
da
convenção
de:
a)
Paris
b)
Chicago
c)
Montreal
d)
Varsóvia
[Link]
197.
Ocorrendo
um
acidente
aeronáuRco,
a
invesRgação
final
do
mesmo,
feita
pelo
CENIPA,
será
concluída
no
prazo
de:
a)
15
dias
b)
20
dias
c)
45
dias
d)
90
dias
[Link]
197.
Ocorrendo
um
acidente
aeronáuRco,
a
invesRgação
final
do
mesmo,
feita
pelo
CENIPA,
será
concluída
no
prazo
de:
a)
15
dias
b)
20
dias
c)
45
dias
d)
90
dias
[Link]
198.
O
relatório
final
referente
a
acidente
ocorrido
com
aeronave
civil,
tem
em
princípio,
caráter:
a)
secreto.
b)
sigiloso.
c)
reservado.
d)
ostensivo.
[Link]
198.
O
relatório
final
referente
a
acidente
ocorrido
com
aeronave
civil,
tem
em
princípio,
caráter:
a)
secreto.
b)
sigiloso.
c)
reservado.
d)
ostensivo.
[Link]
199.
O
porte
de
aparelhos
cinematográficos,
fotográficos,
eletrônicos
ou
nucleares,
a
bordo
de
aeronave,
pode
ser:
a)
liberado
se
o
vôo
for
regional
b)
impedido
se
o
vôo
for
domésRco
c)
impedido
por
razões
de
segurança
da
navegação
aérea
d)
liberado
desde
que
tais
aparelhos
fiquem
com
o
comandante
[Link]
199.
O
porte
de
aparelhos
cinematográficos,
fotográficos,
eletrônicos
ou
nucleares,
a
bordo
de
aeronave,
pode
ser:
a)
liberado
se
o
vôo
for
regional
b)
impedido
se
o
vôo
for
domésRco
c)
impedido
por
razões
de
segurança
da
navegação
aérea
d)
liberado
desde
que
tais
aparelhos
fiquem
com
o
comandante
[Link]
200.
A
função
remunerada
a
bordo
de
aeronaves
nacionais
é
privaRva
de
brasileiros
natos
ou
naturalizados,
desde
que
possuam:
a)
licença,
CHT
e
CCF
b)
licença,
CHT
e
CCA
c)
habilitação,
CCF
e
CCT
d)
habilitação,
CCT
e
CCA
[Link]
200.
A
função
remunerada
a
bordo
de
aeronaves
nacionais
é
privaRva
de
brasileiros
natos
ou
naturalizados,
desde
que
possuam:
a)
licença,
CHT
e
CCF
b)
licença,
CHT
e
CCA
c)
habilitação,
CCF
e
CCT
d)
habilitação,
CCT
e
CCA
[Link]
201.
O
contrato
que
regulamenta
as
aRvidades
não
eventuais
entre
empregado
e
empregador
é
o:
a)
de
honorários
b)
de
trabalho
c)
Código
Brasileiro
de
AeronáuRca
d)
Lei
7183
e
PI
3016
[Link]
201.
O
contrato
que
regulamenta
as
aRvidades
não
eventuais
entre
empregado
e
empregador
é
o:
a)
de
honorários
b)
de
trabalho
c)
Código
Brasileiro
de
AeronáuRca
d)
Lei
7183
e
PI
3016
[Link]
202.
Após
a
contratação,
o
contratante
deverá
registrar
a
carteira
num
período
máximo
de:
a)
24h
b)
48h
c)
76h
d)
92h
[Link]
202.
Após
a
contratação,
o
contratante
deverá
registrar
a
carteira
num
período
máximo
de:
a)
24h
b)
48h
c)
76h
d)
92h
[Link]
203.
Entre
os
beneqcios
da
previdência,
o
auxílio
doença
é
pago
ao
acidentado
que
ficar
incapacitado
para
o
trabalho.
Este
beneficio
será
pago
ao
segurado
afastado
do
serviço,
a
parRr
de:
a)
07
dias.
b)
13
dias
c)
15
dias
d)
25
dias
[Link]
203.
Entre
os
beneqcios
da
previdência,
o
auxílio
doença
é
pago
ao
acidentado
que
ficar
incapacitado
para
o
trabalho.
Este
beneficio
será
pago
ao
segurado
afastado
do
serviço,
a
parRr
de:
a)
07
dias.
b)
13
dias
c)
15
dias
d)
25
dias
[Link]
204.
Numa
empresa
o
prazo
máximo
do
contrato
do
período
de
experiência
não
poderá
ser
superior
a:
a)
30
dias
b)
45
dias
c)
60
dias
d)
90
dias
[Link]
204.
Numa
empresa
o
prazo
máximo
do
contrato
do
período
de
experiência
não
poderá
ser
superior
a:
a)
30
dias
b)
45
dias
c)
60
dias
d)
90
dias
[Link]
205.
O
beneqcio
atualmente
vigente
relaRvo
à
indenização
a
ser
paga
ao
trabalhador
por
tempo
de
serviço
será:
a)
FGTS
b)
AGTS
c)
aviso
prévio
d)
indenização
final
[Link]
205.
O
beneqcio
atualmente
vigente
relaRvo
à
indenização
a
ser
paga
ao
trabalhador
por
tempo
de
serviço
será:
a)
FGTS
b)
AGTS
c)
aviso
prévio
d)
indenização
final
[Link]
206.
O
tempo
de
mandato
da
CIPA
será
de:
a)
01
ano
b)
02
anos
c)
03
anos
c)
04
anos
[Link]
206.
O
tempo
de
mandato
da
CIPA
será
de:
a)
01
ano
b)
02
anos
c)
03
anos
c)
04
anos
[Link]
207.
A
CIPA
é
composta
por
representantes
do(s):
a)
trabalhadores
e
dos
sindicatos
b)
empregados
e
do
empregador
c)
sindicato
e
empregador
d)
empregados
[Link]
207.
A
CIPA
é
composta
por
representantes
do(s):
a)
trabalhadores
e
dos
sindicatos
b)
empregados
e
do
empregador
c)
sindicato
e
empregador
d)
empregados
[Link]
208.
Havendo
pedido
de
demissão
por
parte
do
empregado,
ele
perde
o
direito
a(s):
a)
movimentação
do
FGTS
+
40%
do
FGTS
b)
indenização
e
férias
c)
férias
proporcionais
e
movimentação
de
FGTS
d)
movimentação
do
FGTS
[Link]
208.
Havendo
pedido
de
demissão
por
parte
do
empregado,
ele
perde
o
direito
a(s):
a)
movimentação
do
FGTS
+
40%
do
FGTS
b)
indenização
e
férias
c)
férias
proporcionais
e
movimentação
de
FGTS
d)
movimentação
do
FGTS
[Link]
209.
Os
chamados
“atos
inseguros”
podem
ser
caracterizados
por:
a)
furacões,
demissão
voluntária
ou
produção
atrasada
b)
furacões,
demissão
por
justa
causa
ou
produção
atrasada
c)
imprudência,
imperícia
ou
negligência
d)
imprudência,
falta
de
acordos
com
o
empregador
[Link]
209.
Os
chamados
“atos
inseguros”
podem
ser
caracterizados
por:
a)
furacões,
demissão
voluntária
ou
produção
atrasada
b)
furacões,
demissão
por
justa
causa
ou
produção
atrasada
c)
imprudência,
imperícia
ou
negligência
d)
imprudência,
falta
de
acordos
com
o
empregador
[Link]
210.
Será
considerado
acidente
de
trajeto
quando
acontece
com
o:
a)
empregado
dentro
da
empresa
b)
empregado
no
percurso
de
ida
e
volta
do
local
de
trabalho
c)
empregador
no
horário
de
trabalho
d)
empregado
de
aviso
prévio
[Link]
210.
Será
considerado
acidente
de
trajeto
quando
acontece
com
o:
a)
empregado
dentro
da
empresa
b)
empregado
no
percurso
de
ida
e
volta
do
local
de
trabalho
c)
empregador
no
horário
de
trabalho
d)
empregado
de
aviso
prévio
[Link]
211.
O
registro
da
CIPA
deverá
ser
feito
na
delegacia:
a)
de
polícia
b)
regional
do
trabalho
c)
geral
do
trabalho
d)
geral
da
segurança
pública
[Link]
211.
O
registro
da
CIPA
deverá
ser
feito
na
delegacia:
a)
de
polícia
b)
regional
do
trabalho
c)
geral
do
trabalho
d)
geral
da
segurança
pública
[Link]
212.
A
compilação
de
normas
editadas
pela
União,
que
regulam
as
relações
trabalhistas,
é
denominada:
a)
CLT
b)
CLPS
c)
Código
Civil
d)
Código
comercial
[Link]
212.
A
compilação
de
normas
editadas
pela
União,
que
regulam
as
relações
trabalhistas,
é
denominada:
a)
CLT
b)
CLPS
c)
Código
Civil
d)
Código
comercial
[Link]
213.
A
jornada
de
trabalho
tem
normalmente,
na
falta
de
acordos,
convenções
ou
regulamentos
especiais,
uma
duração
de:
a)
4
horas
b)
6
horas
c)
8
horas
d)
12
horas
[Link]
213.
A
jornada
de
trabalho
tem
normalmente,
na
falta
de
acordos,
convenções
ou
regulamentos
especiais,
uma
duração
de:
a)
4
horas
b)
6
horas
c)
8
horas
d)
12
horas
[Link]
214.
São
deveres
do
empregador:
a)
sujeição
e
presteza
b)
diligência
e
colaboração
c)
assiduidade
e
colaboração
d)
segurança
e
não
discriminação
[Link]
214.
São
deveres
do
empregador:
a)
sujeição
e
presteza
b)
diligência
e
colaboração
c)
assiduidade
e
colaboração
d)
segurança
e
não
discriminação
[Link]
215.
O
aeronauta
fará
juz
a
aposentadoria
de
legislação
especial
quando:
a)
aRngir
30
anos
de
serviço,
em
qualquer
idade
b)
completar
35
anos
de
serviço,
em
qualquer
idade
c)
aRngir
20
anos
de
serviço,
tendo
no
mínimo
50
anos
de
idade
d)
completar
25
anos
de
serviço,
tendo
no
mínimo
45
anos
de
idade
[Link]
215.
O
aeronauta
fará
juz
a
aposentadoria
de
legislação
especial
quando:
a)
aRngir
30
anos
de
serviço,
em
qualquer
idade
b)
completar
35
anos
de
serviço,
em
qualquer
idade
c)
aRngir
20
anos
de
serviço,
tendo
no
mínimo
50
anos
de
idade
d)
completar
25
anos
de
serviço,
tendo
no
mínimo
45
anos
de
idade
[Link]
216.
Uma
das
condições
que
o
contribuinte
pode
fazer
uso
do
FGTS
é:
a)
no
caso
de
morte
do
cônjuge
b)
quando
ocorre
demissão
voluntária
c)
no
caso
de
demissão
por
justa
causa
d)
para
adquirir
a
casa
própria
[Link]
216.
Uma
das
condições
que
o
contribuinte
pode
fazer
uso
do
FGTS
é:
a)
no
caso
de
morte
do
cônjuge
b)
quando
ocorre
demissão
voluntária
c)
no
caso
de
demissão
por
justa
causa
d)
para
adquirir
a
casa
própria
[Link]
217.
ConsRtui
justa
causa
para
rescisão
de
contrato
de
trabalho
pelo
empregador,
se
o
empregado:
a)
mudar
de
endereço
sem
comunicar
a
empresa
b)
5
faltas
não
jusRficadas
c)
em
serviço,
ofender
fisicamente
outrem,
sem
que
consiga
provar
legíRma
defesa
d)
em
serviço,
ofender
fisicamente
outrem,
provando
a
legíRma
defesa
[Link]
217.
ConsRtui
justa
causa
para
rescisão
de
contrato
de
trabalho
pelo
empregador,
se
o
empregado:
a)
mudar
de
endereço
sem
comunicar
a
empresa
b)
5
faltas
não
jusRficadas
c)
em
serviço,
ofender
fisicamente
outrem,
sem
que
consiga
provar
legíRma
defesa
d)
em
serviço,
ofender
fisicamente
outrem,
provando
a
legíRma
defesa
[Link]
218.
Com
relação
ao
contrato
de
trabalho
fica
ajustado
que
este
deverá
ser
de
caráter:
a)
fiel,
sigiloso,
remunerado
e
subordinado
b)
oneroso,
fiel,
remunerado
e
sem
concorrência
c)
pessoal,
oneroso,
conynuo
e
subordinado
d)
pessoal,
conynuo,
fiel
e
diligente
[Link]
218.
Com
relação
ao
contrato
de
trabalho
fica
ajustado
que
este
deverá
ser
de
caráter:
a)
fiel,
sigiloso,
remunerado
e
subordinado
b)
oneroso,
fiel,
remunerado
e
sem
concorrência
c)
pessoal,
oneroso,
conynuo
e
subordinado
d)
pessoal,
conynuo,
fiel
e
diligente
[Link]
219.
A
documentação
do
menor
desacompanhado
fica
em
poder
do:
a)
comissário
b)
comandante
c)
parente
d)
despachante
[Link]
219.
A
documentação
do
menor
desacompanhado
fica
em
poder
do:
a)
comissário
b)
comandante
c)
parente
d)
despachante
[Link]
220.
O
salário
família
é
um
beneficio
devido
ao
segurado
da
previdência
social,
que
sustenta
filho
de
qualquer
condição,
com
idade
até:
a)
12
anos
b)
14
anos
c)
16
anos
d)
18
anos
[Link]
220.
O
salário
família
é
um
beneficio
devido
ao
segurado
da
previdência
social,
que
sustenta
filho
de
qualquer
condição,
com
idade
até:
a)
12
anos
b)
14
anos
c)
16
anos
d)
18
anos
[Link]
221.
A
sigla
CIPA
significa:
a)
Conselho
Interno
de
Prevenção
de
Acidentes
b)
Comissão
Interna
de
Prevenção
de
Acidentes
c)
Comissão
Integrada
para
Prevenção
de
Acidentes
d)
Conselho
Interino
de
Prevenção
de
Acidentes
[Link]
221.
A
sigla
CIPA
significa:
a)
Conselho
Interno
de
Prevenção
de
Acidentes
b)
Comissão
Interna
de
Prevenção
de
Acidentes
c)
Comissão
Integrada
para
Prevenção
de
Acidentes
d)
Conselho
Interino
de
Prevenção
de
Acidentes
[Link]
222.
A
sigla
EPI
significa:
a)
equipamento
de
prevenção
de
acidentes
b)
equipamento
de
prevenção
interna
c)
equipamento
de
proteção
individual
d)
equipamento
de
prevenção
internacional
[Link]
222.
A
sigla
EPI
significa:
a)
equipamento
de
prevenção
de
acidentes
b)
equipamento
de
prevenção
interna
c)
equipamento
de
proteção
individual
d)
equipamento
de
prevenção
internacional
[Link]
223.
Segundo
a
CLT,
o
pagamento
da
remuneração
de
férias
do
comissário
deverá
ser
feito
pelo
empregador
até:
a)
2
dias
antes
do
inicio
do
respecRvo
período
b)
3
dias
antes
do
inicio
do
respecRvo
período
c)
30
dias
após
o
inicio
do
respecRvo
período
d)
2
dias
após
o
inicio
do
respecRvo
período
[Link]
223.
Segundo
a
CLT,
o
pagamento
da
remuneração
de
férias
do
comissário
deverá
ser
feito
pelo
empregador
até:
a)
2
dias
antes
do
inicio
do
respecRvo
período
b)
3
dias
antes
do
inicio
do
respecRvo
período
c)
30
dias
após
o
inicio
do
respecRvo
período
d)
2
dias
após
o
inicio
do
respecRvo
período
[Link]
224.
Para
trabalhos
realizados
em
turnos
ininterruptos
de
revezamento,
a
jornada
de
trabalho,
salvo
negociação
coleRva,
é
de:
a)
4h
b)
5h
c)
6h
d)
8h
[Link]
224.
Para
trabalhos
realizados
em
turnos
ininterruptos
de
revezamento,
a
jornada
de
trabalho,
salvo
negociação
coleRva,
é
de:
a)
4h
b)
5h
c)
6h
d)
8h
[Link]
225.
As
normas
que
regem
a
legislação
entre
trabalhador
e
empregador
encontram-‐se
no(a):
a)
Lei
nº
7.283
b)
CLT
c)
CIPA
d)
Portaria
Interministerial
nº
3.016
[Link]
225.
As
normas
que
regem
a
legislação
entre
trabalhador
e
empregador
encontram-‐se
no(a):
a)
Lei
nº
7.283
b)
CLT
c)
CIPA
d)
Portaria
Interministerial
nº
3.016
[Link]
226.
Um
funcionário
terá
direito
a
30
dias
de
férias
desde
que
tenha
no
ano
menos
de:
a)
03
faltas
b)
05
faltas
c)
10
faltas
d)
15
faltas
[Link]
226.
Um
funcionário
terá
direito
a
30
dias
de
férias
desde
que
tenha
no
ano
menos
de:
a)
03
faltas
b)
05
faltas
c)
10
faltas
d)
15
faltas
[Link]
227.
De
acordo
com
a
CLT,
mediante
acordo
ou
contrato
coleRvo
de
trabalho,
uma
jornada
poderá
ser
acrescida
de
um
período
suplementar,
não
excedente
a:
a)
½
hora
b)
1
hora
c)
2
horas
d)
3
horas
[Link]
227.
De
acordo
com
a
CLT,
mediante
acordo
ou
contrato
coleRvo
de
trabalho,
uma
jornada
poderá
ser
acrescida
de
um
período
suplementar,
não
excedente
a:
a)
½
hora
b)
1
hora
c)
2
horas
d)
3
horas
[Link]
228.
Das
afirmaRvas
abaixo,
idenRfique
a
que
não
é
moRvo
para
rescisão
do
contrato
de
trabalho
por
justa
causa:
a)
violação
de
segredo
da
empresa
b)
práRca
constante
de
jogos
de
azar
c)
inconRnência
de
conduta
ou
mau
procedimento
d)
mudança
de
residência,
sem
aviso
prévio
ao
empregador
[Link]
228.
Das
afirmaRvas
abaixo,
idenRfique
a
que
não
é
moRvo
para
rescisão
do
contrato
de
trabalho
por
justa
causa:
a)
violação
de
segredo
da
empresa
b)
práRca
constante
de
jogos
de
azar
c)
inconRnência
de
conduta
ou
mau
procedimento
d)
mudança
de
residência,
sem
aviso
prévio
ao
empregador
[Link]
229.
Com
base
na
CLT,
em
caso
de
acidente
do
trabalho,
o
empregado
afastado
receberá
remuneração,
a
contar
do
dia
da
ocorrência,
paga
pelo(a):
a)
empresa
b)
F.G.T.S.
c)
previdência
social
d)
auxílio-‐desemprego
[Link]
229.
Com
base
na
CLT,
em
caso
de
acidente
do
trabalho,
o
empregado
afastado
receberá
remuneração,
a
contar
do
dia
da
ocorrência,
paga
pelo(a):
a)
empresa
b)
F.G.T.S.
c)
previdência
social
d)
auxílio-‐desemprego
[Link]
230.
A
compilação
de
normas
editadas
pela
união
que
regulam
as
relações
trabalhistas,
é
denominada:
a)
CLT
b)
CLPS
c)
Código
Civil
d)
Código
Comercial
[Link]
230.
A
compilação
de
normas
editadas
pela
união
que
regulam
as
relações
trabalhistas,
é
denominada:
a)
CLT
b)
CLPS
c)
Código
Civil
d)
Código
Comercial
[Link]
231.
O
aeronauta,
através
de
legislação
especial,
assegura
sua
aposentadoria
após
ter
prestado
serviço
durante:
a)
20
anos
b)
22
anos
c)
25
anos
d)
30
anos
[Link]
231.
O
aeronauta,
através
de
legislação
especial,
assegura
sua
aposentadoria
após
ter
prestado
serviço
durante:
a)
20
anos
b)
22
anos
c)
25
anos
d)
30
anos
[Link]
232.
Dos
beneqcios
abaixo
relacionados,
indique
o
que
não
é
de
obrigatoriedade
da
previdência
social,
para
com
o
segurado:
a)
auxílio-‐férias
b)
auxílio-‐doença
c)
salário-‐família
d)
salário-‐maternidade
[Link]
232.
Dos
beneqcios
abaixo
relacionados,
indique
o
que
não
é
de
obrigatoriedade
da
previdência
social,
para
com
o
segurado:
a)
auxílio-‐férias
b)
auxílio-‐doença
c)
salário-‐família
d)
salário-‐maternidade
[Link]
233.
O
conjunto
de
princípios
e
normas
que
regulam
as
relações
individuais
e
coleRvas
entre
empregados
e
empregadores,
decorrente
do
trabalho,
denomina-‐se
Direito:
a)
Civil
b)
Tributário
c)
do
Trabalho
d)
Previdenciário
[Link]
233.
O
conjunto
de
princípios
e
normas
que
regulam
as
relações
individuais
e
coleRvas
entre
empregados
e
empregadores,
decorrente
do
trabalho,
denomina-‐se
Direito:
a)
Civil
b)
Tributário
c)
do
Trabalho
d)
Previdenciário
[Link]
234.
Para
que
um
empregado,
contratado
segundo
a
CLT,
tenha
a
condição
para
o
recebimento
do
salário
família,
é
necessário:
a)
ter
apenas
filhas
b)
ter
no
máximo
três
filhos
c)
apresentar
CerRdão
de
Casamento
do
dependente
d)
apresentar
CerRdão
de
Nascimento
do
dependente
[Link]
234.
Para
que
um
empregado,
contratado
segundo
a
CLT,
tenha
a
condição
para
o
recebimento
do
salário
família,
é
necessário:
a)
ter
apenas
filhas
b)
ter
no
máximo
três
filhos
c)
apresentar
CerRdão
de
Casamento
do
dependente
d)
apresentar
CerRdão
de
Nascimento
do
dependente
[Link]
235.
A
aposentadoria
do
aeronauta
é
regida
pela
respecRva
legislação
especial.
Se
este
for
licenciado
para
exercer
cargos
de
administração
na
empresa
ou
no
sindicato,
estes
períodos:
a)
não
serão
computados
b)
serão
computados
pela
metade
c)
serão
computados
integralmente
d)
não
serão
computados
em
dois
terços,
por
estarem
fora
de
função
considerada
[Link]
235.
A
aposentadoria
do
aeronauta
é
regida
pela
respecRva
legislação
especial.
Se
este
for
licenciado
para
exercer
cargos
de
administração
na
empresa
ou
no
sindicato,
estes
períodos:
a)
não
serão
computados
b)
serão
computados
pela
metade
c)
serão
computados
integralmente
d)
não
serão
computados
em
dois
terços,
por
estarem
fora
de
função
considerada
[Link]
236.
Durante
o
período
de
aviso
prévio
o
horário
de
trabalho
é
reduzido
em:
a)
30
minutos
b)
1
hora
c)
1
hora
e
meia
d)
2
horas
[Link]
236.
Durante
o
período
de
aviso
prévio
o
horário
de
trabalho
é
reduzido
em:
a)
30
minutos
b)
1
hora
c)
1
hora
e
meia
d)
2
horas
[Link]
237.
Um
tripulante
extra
cai
e
machuca
a
perna
ao
se
deslocar
na
aeronave;
caracteriza-‐se
esta
situação:
a)
acidente
de
trabalho
b)
acidente
de
trajeto
c)
não
é
acidente
de
trabalho
porque
o
tripulante
não
estava
no
exercício
da
função
d)
não
é
um
acidente
de
trabalho
porque
o
tripulante
não
foi
gravemente
aRngido
[Link]
237.
Um
tripulante
extra
cai
e
machuca
a
perna
ao
se
deslocar
na
aeronave;
caracteriza-‐se
esta
situação:
a)
acidente
de
trabalho
b)
acidente
de
trajeto
c)
não
é
acidente
de
trabalho
porque
o
tripulante
não
estava
no
exercício
da
função
d)
não
é
um
acidente
de
trabalho
porque
o
tripulante
não
foi
gravemente
aRngido
[Link]
238.
Para
a
jornada
de
trabalho
semanal,
na
falta
de
regulamentos
especiais,
esta
deverá
ser
de:
a)
24
h
b)
de
acordo
com
a
tripulação
c)
44
h
d)
48
h
[Link]
238.
Para
a
jornada
de
trabalho
semanal,
na
falta
de
regulamentos
especiais,
esta
deverá
ser
de:
a)
24
h
b)
de
acordo
com
a
tripulação
c)
44
h
d)
48
h
[Link]
239.
Os
beneqcios
por
acidente
de
trabalho
ou
auxílio
doença,
será
devido
ao
acidentado
que
ficar
incapacitado
para
o
trabalho,
a
parRr
de:
a)
10
dias
b)
15
dias
c)
20
dias
d)
30
dias
[Link]
239.
Os
beneqcios
por
acidente
de
trabalho
ou
auxílio
doença,
será
devido
ao
acidentado
que
ficar
incapacitado
para
o
trabalho,
a
parRr
de:
a)
10
dias
b)
15
dias
c)
20
dias
d)
30
dias
[Link]
240.
O
auxílio
natalidade
deverá
ser
pago:
a)
à
mulher,
se
ambos
os
cônjuges
forem
segurados
b)
ao
homem,
se
ambos
os
cônjuges
forem
segurados
c)
à
criança,
se
ambos
os
pais
forem
segurados
d)
à
ambos,
se
forem
segurados
[Link]
240.
O
auxílio
natalidade
deverá
ser
pago:
a)
à
mulher,
se
ambos
os
cônjuges
forem
segurados
b)
ao
homem,
se
ambos
os
cônjuges
forem
segurados
c)
à
criança,
se
ambos
os
pais
forem
segurados
d)
à
ambos,
se
forem
segurados
[Link]
241.
O
trabalhador
que,
não
sendo
aeronauta,
exerce
função
remunerada
nos
serviços
terrestres
de
empresa
de
transporte
aéreo,
é
considerado:
a)
aeroviário
b)
aeronauta
c)
despachante
d)
funcionário
de
terra
[Link]
241.
O
trabalhador
que,
não
sendo
aeronauta,
exerce
função
remunerada
nos
serviços
terrestres
de
empresa
de
transporte
aéreo,
é
considerado:
a)
aeroviário
b)
aeronauta
c)
despachante
d)
funcionário
de
terra
[Link]
242.
Quando
a
rescisão
de
contrato
de
trabalho
Rver
sido
promovida
pelo
empregador
e
não
houver
a
redução
de
duas
horas
diárias,
o
empregado
de
aviso
prévio
poderá
faltar
ao
serviço
por:
a)
5
dias
consecuRvos.
b)
7
dias
consecuRvos
c)
10
dias
consecuRvos.
d)
12
dias
consecuRvos.
[Link]
242.
Quando
a
rescisão
de
contrato
de
trabalho
Rver
sido
promovida
pelo
empregador
e
não
houver
a
redução
de
duas
horas
diárias,
o
empregado
de
aviso
prévio
poderá
faltar
ao
serviço
por:
a)
5
dias
consecuRvos.
b)
7
dias
consecuRvos
c)
10
dias
consecuRvos.
d)
12
dias
consecuRvos.
[Link]
243.
O
trabalhador
terá
direito
a
apenas
24
dias
corridos
de
férias,
quando
durante
os
12
meses
de
trabalho
teve
falta
injusRficada:
a)
Até
05
b)
De
06
a
14.
c)
de
15
a
23
d)
de
06
a
15
[Link]
243.
O
trabalhador
terá
direito
a
apenas
24
dias
corridos
de
férias,
quando
durante
os
12
meses
de
trabalho
teve
falta
injusRficada:
a)
Até
05
b)
De
06
a
14.
c)
de
15
a
23
d)
de
06
a
15
[Link]
244.
O
período
de
licença
paternidade
é
de:
a)
3
dias
consecuRvos
antes
do
nascimento
da
criança.
b)
5
dias
consecuRvos
após
o
nascimento
da
criança.
c)
5
dias
consecuRvos
em
qualquer
período.
d)
8
dias
consecuRvos
após
o
nascimento
da
criança.
[Link]
244.
O
período
de
licença
paternidade
é
de:
a)
3
dias
consecuRvos
antes
do
nascimento
da
criança.
b)
5
dias
consecuRvos
após
nascimento
da
criança.
c)
5
dias
consecuRvos
em
qualquer
período.
d)
8
dias
consecuRvos
após
o
nascimento
da
criança.
[Link]
245.
O
acidente
sofrido
nos
períodos
desRnados
à
refeição
ou
descanso
é
considerado:
a)
no
local
de
trabalho.
b)
fora
do
local
e
horário
de
trabalho.
c)
acidente
de
descanso.
d)
acidente
de
trabalho.
[Link]
245.
O
acidente
sofrido
nos
períodos
desRnados
à
refeição
ou
descanso
é
considerado:
a)
no
local
de
trabalho.
b)
fora
do
local
e
horário
de
trabalho.
c)
acidente
de
descanso.
d)
acidente
de
trabalho.
[Link]
246.
O
trabalhador
poderá
requerer
seu
FGTS
em
casos
especiais,
tais
como:
a)
mudança
de
endereço.
b)
mudança
de
país.
c)
para
abrir
um
negócio
próprio.
d)
na
compra
da
casa
própria.
[Link]
246.
O
trabalhador
poderá
requerer
seu
FGTS
em
casos
especiais,
tais
como:
a)
mudança
de
endereço.
b)
mudança
de
país.
c)
para
abrir
um
negócio
próprio.
d)
na
compra
da
casa
própria.
[Link]
247.
A
principal
prova
do
contrato
bilateral
efetuado
entre
empregado
e
empregador
é
a:
a)
palavra
dos
interessados.
b)
testemunha.
c)
carteira
de
trabalho.
d)
apólice
de
seguro.
[Link]
247.
A
principal
prova
do
contrato
bilateral
efetuado
entre
empregado
e
empregador
é
a:
a)
palavra
dos
interessados.
b)
testemunha.
c)
carteira
de
trabalho.
d)
apólice
de
seguro.
[Link]
248.
A
violação
de
segredos
da
empresa
poderá
acarretar
ao
empregado
a
sua
despedida:
a)
imoRvada
b)
indireta
c)
declarada
d)
por
justa
causa.
[Link]
248.
A
violação
de
segredos
da
empresa
poderá
acarretar
ao
empregado
a
sua
despedida:
a)
imoRvada
b)
indireta
c)
declarada
d)
por
justa
causa.
[Link]
249.
É
considerado
moRvo
para
dispensa
do
empregado
por
justa
causa:
a)
ato
de
improbidade.
b)
serviço
superior
às
suas
forças.
c)
correr
perigo
manifesto
de
mal
considerável.
d)
falta
injusRficável.
[Link]
249.
É
considerado
moRvo
para
dispensa
do
empregado
por
justa
causa:
a)
ato
de
improbidade.
b)
serviço
superior
às
suas
forças.
c)
correr
perigo
manifesto
de
mal
considerável.
d)
falta
injusRficável.
[Link]
250.
Em
caso
de
parto
antecipado,
a
mulher
terá
direito
a
uma
licença
de:
a)
4
semanas
b)
14
semanas
c)
16
semanas
d)
20
semanas
[Link]
250.
Em
caso
de
parto
antecipado,
a
mulher
terá
direito
a
uma
licença
de:
a)
4
semanas
b)
14
semanas
c)
16
semanas
d)
20
semanas
[Link]
251.
Uma
tripulação
mínima
acrescida
dos
tripulantes
necessários
para
efetuar
o
vôo,
transforma-‐se
em
uma
tripulação:
a)
simples
b)
composta
c)
de
alternância
d)
de
revezamento.
[Link]
251.
Uma
tripulação
mínima
acrescida
dos
tripulantes
necessários
para
efetuar
o
vôo,
transforma-‐se
em
uma
tripulação:
a)
simples
b)
composta
c)
de
alternância
d)
de
revezamento.
[Link]
252.
A
jornada
de
trabalho
que
poderá
efetuar
uma
tripulação
de
revezamento
é
de:
a)
11h
b)
14h
c)
18h
d)
20h
[Link]
252.
A
jornada
de
trabalho
que
poderá
efetuar
uma
tripulação
de
revezamento
é
de:
a)
11h
b)
14h
c)
18h
d)
20h
[Link]
253.
Uma
tripulação
simples
poderá
ser
transformada
em
composta:
a)
se
o
comandante
mandar.
b)
somente
na
origem
do
vôo.
c)
somente
na
base
da
tripulação.
d)
quando
houver
ampliação
da
jornada
[Link]
253.
Uma
tripulação
simples
poderá
ser
transformada
em
composta:
a)
se
o
comandante
mandar.
b)
somente
na
origem
do
vôo.
c)
somente
na
base
da
tripulação.
d)
quando
houver
ampliação
da
jornada
[Link]
254.
De
acordo
com
o
determinado
pela
Lei
7.183
e
Portaria
Interministerial,
um
tripulante
poderá
apresentar-‐se
no
local
de
trabalho
para
início
da
jornada
com
uma
antecedência
mínima
de:
a)
45
min
b)
90
min
c)
30
min
d)
60
min
[Link]
254.
De
acordo
com
o
determinado
pela
Lei
7.183
e
Portaria
Interministerial,
um
tripulante
poderá
apresentar-‐se
no
local
de
trabalho
para
início
da
jornada
com
uma
antecedência
mínima
de:
a)
45
min
b)
90
min
c)
30
min
d)
60
min
[Link]
255.
Na
condição
de
tripulante
extra,
há
limites
de
pousos:
a)
não,
pois
o
mesmo
poderá
estar
retornando
à
sua
base.
b)
não,
desde
que
obedeça
o
limite
de
horas
de
trabalho.
c)
sim,
pois
o
mesmo
está
a
serviço
da
empresa.
d)
sim,
desde
que
o
vôo
abranja
um
período
misto
de
jornada.
[Link]
255.
Na
condição
de
tripulante
extra,
há
limites
de
pousos:
a)
não,
pois
o
mesmo
poderá
estar
retornando
à
sua
base.
b)
não,
desde
que
obedeça
o
limite
de
horas
de
trabalho.
c)
sim,
pois
o
mesmo
está
a
serviço
da
empresa.
d)
sim,
desde
que
o
vôo
abranja
um
período
misto
de
jornada.
[Link]
256.
De
acordo
com
a
lei
7.183,
o
profissional
habilitado
pelo
Comando
da
AeronáuRca,
que
exerce
aRvidade
a
bordo
de
aeronave
civil,
mediante
contrato
de
trabalho,
é
o:
a)
aeronauta.
b)
aeroviário.
c)
aeronavegante.
d)
aeroportuário.
[Link]
256.
De
acordo
com
a
lei
7.183,
o
profissional
habilitado
pelo
Comando
da
AeronáuRca,
que
exerce
aRvidade
a
bordo
de
aeronave
civil,
mediante
contrato
de
trabalho,
é
o:
a)
aeronauta.
b)
aeroviário.
c)
aeronavegante.
d)
aeroportuário.
[Link]
257.
Antes
de
iniciar
um
vôo
o
comandante
deve
anotar,
o
seu
nome,
o
dos
demais
tripulantes
do
vôo,
decisões,
noRficações
de
nascimentos
e
óbitos,
entre
outras
informações,
no:
a)
Diário
de
bordo.
b)
Relatório
de
vôo.
c)
Relatório
de
viagem.
d)
Plano
de
Vôo.
[Link]
257.
Antes
de
iniciar
um
vôo
o
comandante
deve
anotar,
o
seu
nome,
o
dos
demais
tripulantes
do
vôo,
decisões,
noRficações
de
nascimentos
e
óbitos,
entre
outras
informações,
no:
a)
Diário
de
bordo.
b)
Relatório
de
vôo.
c)
Relatório
de
viagem.
d)
Plano
de
Vôo.
[Link]
258.
Para
a
obtenção
da
licença
de
comissário,
o
DAC,
exige
o
cumprimento
de
alguns
pré-‐requisitos,
entre
estes
têm-‐se:
a)
estágio
em
empresa
homologada.
b)
instrução
práRca
com
15
horas
de
vôo.
c)
aprovação
em
curso
homologado.
d)
as
alternaRvas
“b”
e
“c”
se
completam.
[Link]
258.
Para
a
obtenção
da
licença
de
comissário,
o
DAC,
exige
o
cumprimento
de
alguns
pré-‐requisitos,
entre
estes
têm-‐se:
a)
estágio
em
empresa
homologada.
b)
instrução
práRca
com
15
horas
de
vôo.
c)
aprovação
em
curso
homologado.
d)
as
alternaRvas
“b”
e
“c”
se
completam.
[Link]
259.
O
limite
de
pousos
que
uma
tripulação
composta
poderá
efetuar
durante
uma
jornada
é
de:
a)
4
b)
5
c)
6
d)
8
[Link]
259.
O
limite
de
pousos
que
uma
tripulação
composta
poderá
efetuar
durante
uma
jornada
é
de:
a)
4
b)
5
c)
6
d)
8
[Link]
260.
A
tripulação
que
pode
efetuar
uma
jornada
de,
no
máximo,
14
horas
de
vôo
e
6
pousos,
é
do
Rpo:
a)
simples
b)
composta
c)
revezamento
d)
helicóptero.
[Link]
260.
A
tripulação
que
pode
efetuar
uma
jornada
de,
no
máximo,
14
horas
de
vôo
e
6
pousos,
é
do
Rpo:
a)
simples
b)
composta
c)
revezamento
d)
helicóptero.
[Link]
261.
Jornada
de
trabalho
é
a
duração
do
trabalho
do
aeronauta
contado:
a)
do
momento
em
que
o
mesmo
sai
de
sua
residência
até
sua
acomodação
no
hotel.
b)
da
apresentação
no
local
de
trabalho
e
a
hora
que
o
mesmo
é
encerrado.
c)
da
parRda
dos
motores
e
30
minutos
após
a
parada
dos
motores.
d)
em
que
são
acionados
os
motores
e
o
encerramento
de
suas
aRvidades.
[Link]
261.
Jornada
de
trabalho
é
a
duração
do
trabalho
do
aeronauta
contado:
a)
do
momento
em
que
o
mesmo
sai
de
sua
residência
até
sua
acomodação
no
hotel.
b)
da
apresentação
no
local
de
trabalho
e
a
hora
que
o
mesmo
é
encerrado.
c)
da
parRda
dos
motores
e
30
minutos
após
a
parada
dos
motores.
d)
em
que
são
acionados
os
motores
e
o
encerramento
de
suas
aRvidades.
[Link]
262.
Os
limites
das
horas
de
vôo
para
aviões
a
jato;
por
mês,
trimestre
ou
ano,
não
poderão
exceder
respecRvamente
a:
a)
80
–
220
–
840.
b)
85
–
230
–
850
c)
90
–
240
–
870
d)
95
–
250
–
880
[Link]
262.
Os
limites
das
horas
de
vôo
para
aviões
a
jato;
por
mês,
trimestre
ou
ano,
não
poderão
exceder
respecRvamente
a:
a)
80
–
220
–
840.
b)
85
–
230
–
850
c)
90
–
240
–
870
d)
95
–
250
–
880
[Link]
263.
O
empregador
deverá
comunicar
ao
aeronauta
que
ele
irá
parRcipar
de
uma
transferência
provisória
com
antecedência
de:
a)
30
dias
b)
45
dias
c)
15
dias
d)
60
dias
[Link]
263.
O
empregador
deverá
comunicar
ao
aeronauta
que
ele
irá
parRcipar
de
uma
transferência
provisória
com
antecedência
de:
a)
30
dias
b)
45
dias
c)
15
dias
d)
60
dias
[Link]
264.
A
contratação
de
instrutores
estrangeiros
admiRdos
como
tripulantes,
em
caráter
provisório,
não
poderá
exceder
a:
a)
4
meses
b)
6
meses
c)
8
meses
d)
9
meses
[Link]
264.
A
contratação
de
instrutores
estrangeiros
admiRdos
como
tripulantes,
em
caráter
provisório,
não
poderá
exceder
a:
a)
4
meses
b)
6
meses
c)
8
meses
d)
9
meses
[Link]
265.
O
tripulante
auxiliar
do
comandante
responsável
pela
operação
e
controle
de
sistemas
diversos
é
o:
a)
co-‐piloto
b)
comissário
c)
mecânico
de
vôo
d)
rádio-‐operador
[Link]
265.
O
tripulante
auxiliar
do
comandante
responsável
pela
operação
e
controle
de
sistemas
diversos
é
o:
a)
co-‐piloto
b)
comissário
c)
mecânico
de
vôo
d)
rádio-‐operador
[Link]
266.
Nas
tripulações
simples,
o
subsRtuto
eventual
do
Comandante,
é
o:
a)
co-‐piloto
b)
chefe
de
equipe
c)
flight
engineer
d)
proprietário
da
aeronave
[Link]
266.
Nas
tripulações
simples,
o
subsRtuto
eventual
do
Comandante,
é
o:
a)
co-‐piloto
b)
chefe
de
equipe
c)
flight
engineer
d)
proprietário
da
aeronave
[Link]
267.
Das
alternaRvas
abaixo,
atribuições
que
o
comandante
não
poderá
delegar
a
outro
tripulante,
são
as
relaRvas
a(ao):
a)
segurança
de
vôo
b)
transporte
de
valores
c)
transporte
de
armas
de
paxs
d)
armazenamento
de
cargas
[Link]
267.
Das
alternaRvas
abaixo,
atribuições
que
o
comandante
não
poderá
delegar
a
outro
tripulante,
são
as
relaRvas
a(ao):
a)
segurança
de
vôo
b)
transporte
de
valores
c)
transporte
de
armas
de
paxs
d)
armazenamento
de
cargas
[Link]
268.
Cessada
a
validade
dos
cerRficados
de
capacidade
qsica
e
de
habilitação
técnica,
a
licença
do
tripulante:
a)
não
lhe
permite
exercer
função
a
bordo
b)
perde
a
validade
ao
término
da
jornada
c)
tem
validade
ainda
por
30
dias
d)
tem
validade
até
o
retorno
à
sua
base
[Link]
268.
Cessada
a
validade
dos
cerRficados
de
capacidade
qsica
e
de
habilitação
técnica,
a
licença
do
tripulante:
a)
não
lhe
permite
exercer
função
a
bordo
b)
perde
a
validade
ao
término
da
jornada
c)
tem
validade
ainda
por
30
dias
d)
tem
validade
até
o
retorno
à
sua
base
[Link]
269.
A
função,
remunerada,
a
bordo
de
aeronaves
nacionais,
e
privaRva
de
Rtulares
de
licenças
específicas,
emiRdas
pelo
Comando
de
AeronáuRca,
é
reservada
a:
a)
estrangeiros
e
naturalizados
b)
brasileiros
natos
e
naturalizados
c)
estrangeiros
habilitados
no
Brasil
e
naturalizados
d)
brasileiros
e
estrangeiros
dos
estados
membros
da
OACI
[Link]
269.
A
função,
remunerada,
a
bordo
de
aeronaves
nacionais,
e
privaRva
de
Rtulares
de
licenças
específicas,
emiRdas
pelo
Comando
de
AeronáuRca,
é
reservada
a:
a)
estrangeiros
e
naturalizados
b)
brasileiros
natos
e
naturalizados
c)
estrangeiros
habilitados
no
Brasil
e
naturalizados
d)
brasileiros
e
estrangeiros
dos
estados
membros
da
OACI
[Link]
270.
Para
aeronaves
de
asas
rotaRvas,
o
tempo
de
vôo
é
definido
como
sendo
o
período
compreendido
entre
o(a):
a)
início
da
decolagem
e
o
pouso
b)
parRda
e
o
corte
dos
motores
c)
início
do
deslocamento
e
o
estacionamento
da
aeronave
d)
início
do
deslocamento,
por
seus
próprios
meios,
e
a
parada
total
da
aeronave
[Link]
270.
Para
aeronaves
de
asas
rotaRvas,
o
tempo
de
vôo
é
definido
como
sendo
o
período
compreendido
entre
o(a):
a)
início
da
decolagem
e
o
pouso
b)
parRda
e
o
corte
dos
motores
c)
início
do
deslocamento
e
o
estacionamento
da
aeronave
d)
início
do
deslocamento,
por
seus
próprios
meios,
e
a
parada
total
da
aeronave
[Link]
271.
Uma
tripulação
de
revezamento,
que
tenha
trabalhado
durante
13h
e
15min,
terá
direito
a
um
repouso
de:
a)
12h
b)
16h
c)
20h
d)
24h
[Link]
271.
Uma
tripulação
de
revezamento,
que
tenha
trabalhado
durante
13h
e
15min,
terá
direito
a
um
repouso
de:
a)
12h
b)
16h
c)
20h
d)
24h
[Link]
272.
As
refeições
do
aeronauta,
quando
em
vôo,
deverão
ser
servidas
a
intervalos
máximos
de:
a)
2h
b)
3h
c)
4h
d)
6h
[Link]
272.
As
refeições
do
aeronauta,
quando
em
vôo,
deverão
ser
servidas
a
intervalos
máximos
de:
a)
2h
b)
3h
c)
4h
d)
6h
[Link]
273.
A
duração
do
trabalho
do
aeronauta,
computados
os
tempos
de
todos
e
quaisquer
serviços,
em
uma
semana,
não
poderá
exceder
a:
a)
50h
b)
60h
c)
100h
d)
176h
[Link]
273.
A
duração
do
trabalho
do
aeronauta,
computados
os
tempos
de
todos
e
quaisquer
serviços,
em
uma
semana,
não
poderá
exceder
a:
a)
50h
b)
60h
c)
100h
d)
176h
[Link]
274.
O
comandante
é
responsável
pelos
passageiros
e
bagagens:
a)
desde
o
deslocamento
da
aeronave
até
o
corte
final
dos
motores
b)
do
início
do
vôo
até
que
as
autoridades
competentes
assumam
o
controle
c)
quando
em
escala
regular
houver
uma
pane
e
não
esRver
no
local
pessoa
credenciada
para
tal
aRvidade
d)
desde
o
momento
que
se
apresenta
para
o
vôo
até
o
término
da
viagem
[Link]
274.
O
comandante
é
responsável
pelos
passageiros
e
bagagens:
a)
desde
o
deslocamento
da
aeronave
até
o
corte
final
dos
motores
b)
do
início
do
vôo
até
que
as
autoridades
competentes
assumam
o
controle
c)
quando
em
escala
regular
houver
uma
pane
e
não
esRver
no
local
pessoa
credenciada
para
tal
aRvidade
d)
desde
o
momento
que
se
apresenta
para
o
vôo
até
o
término
da
viagem
[Link]
275.
Quando
uma
tripulação
simples,
a
critério
do
empregador,
Rver
que
realizar
seis
pousos:
a)
será
transformada
em
composta
b)
será
transformada
em
de
revezamento
c)
terá
uma
hora
a
mais
de
repouso
depois
da
jornada
d)
terá
uma
hora
a
mais
no
repouso
que
precede
a
jornada
[Link]
275.
Quando
uma
tripulação
simples,
a
critério
do
empregador,
Rver
que
realizar
seis
pousos:
a)
será
transformada
em
composta
b)
será
transformada
em
de
revezamento
c)
terá
uma
hora
a
mais
de
repouso
depois
da
jornada
d)
terá
uma
hora
a
mais
no
repouso
que
precede
a
jornada
[Link]
276.
A
alimentação
do
aeronauta
em
reserva
será
entre:
a)
10
e
12h
e
17
e
19h
b)
10
e
14h
e
19
e
21h
c)
11
e
12h
e
18
e
19h
d)
12
e
14h
e
19
e
21h
[Link]
276.
A
alimentação
do
aeronauta
em
reserva
será
entre:
a)
10
e
12h
e
17
e
19h
b)
10
e
14h
e
19
e
21h
c)
11
e
12h
e
18
e
19h
d)
12
e
14h
e
19
e
21h
[Link]
277.
Os
limites
de
tempo
de
vôo
para
aeronautas
de
empresas
de
transporte
aéreo
regular,
que
tenham
trabalho
num
período
inferior
a
30
dias:
a)
serão
proporcionais
ao
limite
mensal
mais
10
horas
b)
serão
proporcionais
ao
limite
mensal
menos
10
horas
c)
correspondem
ao
limite
mensal
d)
devem
equivaler
proporcionalmente
ao
limite
estabelecido
[Link]
277.
Os
limites
de
tempo
de
vôo
para
aeronautas
de
empresas
de
transporte
aéreo
regular,
que
tenham
trabalho
num
período
inferior
a
30
dias:
a)
serão
proporcionais
ao
limite
mensal
mais
10
horas
b)
serão
proporcionais
ao
limite
mensal
menos
10
horas
c)
correspondem
ao
limite
mensal
d)
devem
equivaler
proporcionalmente
ao
limite
estabelecido
[Link]
278.
Os
limites
estabelecidos
pela
regulamentação
do
aeronauta,
no
que
se
refere
à
reserva,
serão:
a)
06
períodos
no
mínimo
b)
08
períodos
no
máximo
c)
não
há
limites
d)
02
semanais
ou
08
mensais
[Link]
278.
Os
limites
estabelecidos
pela
regulamentação
do
aeronauta,
no
que
se
refere
à
reserva,
serão:
a)
06
períodos
no
mínimo
b)
08
períodos
no
máximo
c)
não
há
limites
d)
02
semanais
ou
08
mensais
[Link]
279.
Um
tripulante
base
SAO
efetuou
a
seguinte
programação:
4ª
SAO
–
GYN
–
BSB
–
THE
–
SLZ
5ª
SLZ
–
BEL
–
MCP
–
STM
–
MAO
6ª
MAO
Sab.
MAO
–
BZH
–
GGR
–
SAO
–
BHZ
Dom.
BHZ
–
SAO
–
BHZ
–
SAO
Quantas
jornadas
e
quantas
viagens
efetuou,
respecRvamente?
a)
5
-‐
3
b)
4
-‐
3
c)
5
-‐
1
d)
4
–
4
[Link]
279.
Um
tripulante
base
SAO
efetuou
a
seguinte
programação:
4ª
SAO
–
GYN
–
BSB
–
THE
–
SLZ
5ª
SLZ
–
BEL
–
MCP
–
STM
–
MAO
6ª
MAO
Sab.
MAO
–
BZH
–
GGR
–
SAO
–
BHZ
Dom.
BHZ
–
SAO
–
BHZ
–
SAO
Quantas
jornadas
e
quantas
viagens
efetuou,
respecRvamente?
a)
5
-‐
3
b)
4
-‐
3
c)
5
-‐
1
d)
4
–
4
[Link]
280.
Se
o
tripulante
ficar
incapacitado,
qsica
e
permanentemente,
ele:
a)
será
suspenso
por
seis
meses
b)
terá
seu
cerRficado
de
capacidade
qsica
cassado
c)
poderá
ser
suspenso
por
360
dias
d)
deverá
submeter-‐se
a
novos
exames
médicos
[Link]
280.
Se
o
tripulante
ficar
incapacitado,
qsica
e
permanentemente,
ele:
a)
será
suspenso
por
seis
meses
b)
terá
seu
cerRficado
de
capacidade
qsica
cassado
c)
poderá
ser
suspenso
por
360
dias
d)
deverá
submeter-‐se
a
novos
exames
médicos
[Link]
281.
A
duração
do
trabalho
do
aeronauta,
contado
entre
a
hora
da
apresentação
no
local
de
trabalho
e
a
hora
em
que
o
mesmo
é
encerrado,
denomina-‐se:
a)
viagem
b)
jornada
c)
composta
d)
de
revezamento
[Link]
281.
A
duração
do
trabalho
do
aeronauta,
contado
entre
a
hora
da
apresentação
no
local
de
trabalho
e
a
hora
em
que
o
mesmo
é
encerrado,
denomina-‐se:
a)
viagem
b)
jornada
c)
composta
d)
de
revezamento
[Link]
282.
O
trabalho
noturno
não
poderá
ultrapassar
a
10
horas,
no
que
se
refere
a
uma
tripulação:
a)
simples
b)
mínima
c)
composta
d)
de
revezamento
[Link]
282.
O
trabalho
noturno
não
poderá
ultrapassar
a
10
horas,
no
que
se
refere
a
uma
tripulação:
a)
simples
b)
mínima
c)
composta
d)
de
revezamento
[Link]
283.
O
período
de
tempo
não
inferior
a
vinte
e
quatro
horas
consecuRvas,
em
que
o
aeronauta
em
sua
base
contratual
e
sem
prejuízo
da
remuneração,
está
desobrigado
de
qualquer
aRvidade
relacionada
com
seu
trabalho,
denomina-‐se:
a)
folga
b)
reserva
c)
repouso
d)
descanso
[Link]
283.
O
período
de
tempo
não
inferior
a
vinte
e
quatro
horas
consecuRvas,
em
que
o
aeronauta
em
sua
base
contratual
e
sem
prejuízo
da
remuneração,
está
desobrigado
de
qualquer
aRvidade
relacionada
com
seu
trabalho,
denomina-‐se:
a)
folga
b)
reserva
c)
repouso
d)
descanso
[Link]
284.
Numa
transferência
provisória
a
empresa
deverá
proporcionar
ao
tripulante:
a)
4
salários
referentes
a
média
dos
úlRmos
doze
meses,
transporte
até
o
local,
alimentação,
acomodação
e
assistência
médica
b)
transporte
para
o
tripulante
e
seus
dependentes,
alimentação,
acomodação
e
assistência
médica
c)
alimentação,
acomodação,
transporte
aeroporto
-‐
hotel
-‐
aeroporto,
assistência
médica
e
transporte
até
o
local
d)
translação
dos
móveis,
ajuda
de
custo,
transporte
aeroporto
-‐
hotel
-‐
aeroporto,
transporte
para
os
dependentes,
se
a
transferência
ocorrer
durante
as
férias
escolares
[Link]
284.
Numa
transferência
provisória
a
empresa
deverá
proporcionar
ao
tripulante:
a)
4
salários
referentes
a
média
dos
úlRmos
doze
meses,
transporte
até
o
local,
alimentação,
acomodação
e
assistência
médica
b)
transporte
para
o
tripulante
e
seus
dependentes,
alimentação,
acomodação
e
assistência
médica
c)
alimentação,
acomodação,
transporte
aeroporto
-‐
hotel
-‐
aeroporto,
assistência
médica
e
transporte
até
o
local
d)
translação
dos
móveis,
ajuda
de
custo,
transporte
aeroporto
-‐
hotel
-‐
aeroporto,
transporte
para
os
dependentes,
se
a
transferência
ocorrer
durante
as
férias
escolares
[Link]
285.
No
caso
da
impossibilidade
para
comparecer
para
efetuar
um
vôo,
o
tripulante
deverá:
a)
comunicar
a
empresa
com
a
maior
antecedência
possível
b)
providenciar
a
subsRtuição
com
outro
tripulante,
que
esteja
disponível
c)
pedir
ao
comandante
do
vôo
que
solicite
a
sua
subsRtuição
junto
à
escala
de
vôo
d)
comparecer
ao
setor
médico
da
empresa
e
este
setor
encarrega-‐se
de
comunicar
à
chefia
de
operação
[Link]
285.
No
caso
da
impossibilidade
para
comparecer
para
efetuar
um
vôo,
o
tripulante
deverá:
a)
comunicar
a
empresa
com
a
maior
antecedência
possível
b)
providenciar
a
subsRtuição
com
outro
tripulante,
que
esteja
disponível
c)
pedir
ao
comandante
do
vôo
que
solicite
a
sua
subsRtuição
junto
à
escala
de
vôo
d)
comparecer
ao
setor
médico
da
empresa
e
este
setor
encarrega-‐se
de
comunicar
à
chefia
de
operação
[Link]
286.
Uma
empresa
poderá
operar
uma
tripulação
de
revezamento
nas
seguintes
condições:
a)
vôos
nacionais
e
internacionais;
com
autorização
do
órgão
do
SAC;
imperiosa
necessidade;
atrasos
devido
a
problemas
de
manutenção
ou
falta
de
tripulantes
b)
por
escala
normalmente
(quando
a
empresa
tem
a
concessão
do
vôo);
atrasos
devido
a
problemas
de
manutenção
ou
de
meteorologia;
com
a
autorização
do
órgão
do
COMAER
c)
por
solicitação
do
fretante,
atrasos
devido
a
extravio
de
bagagens
ou
por
problemas
meteorológicos;
com
autorização
do
órgão
especial
COMAER
d)
por
escala;
atrasos
devido
a
conexões
com
vôos
internacionais
para
atender
outra
aeronave
que
esteja
com
problemas;
com
autorização
do
COMAER
[Link]
286.
Uma
empresa
poderá
operar
uma
tripulação
de
revezamento
nas
seguintes
condições:
a)
vôos
nacionais
e
internacionais;
com
autorização
do
órgão
do
SAC;
imperiosa
necessidade;
atrasos
devido
a
problemas
de
manutenção
ou
falta
de
tripulantes
b)
por
escala
normalmente
(quando
a
empresa
tem
a
concessão
do
vôo);
atrasos
devido
a
problemas
de
manutenção
ou
de
meteorologia;
com
a
autorização
do
órgão
do
COMAER
c)
por
solicitação
do
fretante,
atrasos
devido
a
extravio
de
bagagens
ou
por
problemas
meteorológicos;
com
autorização
do
órgão
especial
COMAER
d)
por
escala;
atrasos
devido
a
conexões
com
vôos
internacionais
para
atender
outra
aeronave
que
esteja
com
problemas;
com
autorização
do
COMAER
[Link]
287.
Ao
ser
admiRdo
numa
empresa
aérea,
o
comissário
deve:
a)
iniciar
a
voar
imediatamente
acompanhado
com
um
instrutor
b)
efetuar
o
curso
de
formação
novamente
para
atualizá-‐lo,
se
o
curso
que
fez
Rver
mais
de
2
anos
c)
efetuar
cursos
dos
equipamentos,
da
Empresa,
que
irá
tripular
d)
efetuar
o
curso
do
equipamento
que
irá
tripular
e
do
serviço
de
bordo
da
empresa
[Link]
287.
Ao
ser
admiRdo
numa
empresa
aérea,
o
comissário
deve:
a)
iniciar
a
voar
imediatamente
acompanhado
com
um
instrutor
b)
efetuar
o
curso
de
formação
novamente
para
atualizá-‐lo,
se
o
curso
que
fez
Rver
mais
de
2
anos
c)
efetuar
cursos
dos
equipamentos,
da
Empresa,
que
irá
tripular
d)
efetuar
o
curso
do
equipamento
que
irá
tripular
e
do
serviço
de
bordo
da
empresa
[Link]
288.
Após
aprovação
na
bando
do
DAC,
e
antes
de
iniciar
a
voar
em
uma
empresa,
o
comissário
precisa
passar
pelas
seguintes
etapas:
a)
seleção
na
empresa
b)
curso
de
equipamento
que
irá
tripular
c)
exame
do
DAC
para
obtenção
do
CHT
d)
todas
as
anteriores
se
completam
[Link]
288.
Após
aprovação
na
bando
do
DAC,
e
antes
de
iniciar
a
voar
em
uma
empresa,
o
comissário
precisa
passar
pelas
seguintes
etapas:
a)
seleção
na
empresa
b)
curso
de
equipamento
que
irá
tripular
c)
exame
do
DAC
para
obtenção
do
CHT
d)
todas
as
anteriores
se
completam
[Link]
289.
O
CerRficado
de
Habilitação
Técnica
(CHT):
a)
é
válido
por
um
ano
b)
é
válido
por
dois
anos
c)
não
tem
validade
d)
é
permanente,
com
reciclagens
anuais
[Link]
289.
O
CerRficado
de
Habilitação
Técnica
(CHT):
a)
é
válido
por
um
ano
b)
é
válido
por
dois
anos
c)
não
tem
validade
d)
é
permanente,
com
reciclagens
anuais
[Link]
290.
O
comissário
pode
ter,
no
máximo,
CHT
dos
equipamentos
que
tripular,
em
número
de:
a)
1
b)
2
c)
3
d)
4
[Link]
290.
O
comissário
pode
ter,
no
máximo,
CHT
dos
equipamentos
que
tripular,
em
número
de:
a)
1
b)
2
c)
3
d)
4
[Link]
291.
Para
tripular
um
novo
Rpo
de
equipamento,
o
comissário
deve:
a)
voar
acompanhado
de
um
instrutor
do
novo
equipamento
b)
prestar
prova
do
novo
equipamento
e
do
serviço
de
bordo
do
mesmo
c)
fazer
curso
e
prestar
prova
do
novo
equipamento
d)
esperar
que
a
empresa
comunique
ao
DAC
que
o
comissário
irá
concorrer
a
escala
de
um
novo
equipamento
[Link]
291.
Para
tripular
um
novo
Rpo
de
equipamento,
o
comissário
deve:
a)
voar
acompanhado
de
um
instrutor
do
novo
equipamento
b)
prestar
prova
do
novo
equipamento
e
do
serviço
de
bordo
do
mesmo
c)
fazer
curso
e
prestar
prova
do
novo
equipamento
d)
esperar
que
a
empresa
comunique
ao
DAC
que
o
comissário
irá
concorrer
a
escala
de
um
novo
equipamento
[Link]
292.
A
empresa
tem
necessidade
que
um
comissário,
que
já
concorria
à
escala
de
quatro
equipamentos
diferentes
comece
a
tripular
uma
nova
aeronave;
para
tal
torna-‐se
mister
que:
a)
haja
consenso
entre
o
comissário
e
a
empresa
com
relação
ao
qual
equipamento
será
manRdo
b)
o
comissário
pode
voar
um
novo
equipamento
sem
restrições
desde
que
a
empresa
comunique
ao
DAC
c)
basta
que
o
comissário
registre
no
DAC
que
vai
voar
um
novo
equipamento
d)
seja
eliminado
um
dos
equipamentos
registrados
no
CHT
do
comissário
para
dar
lugar
ao
novo
equipamento
[Link]
292.
A
empresa
tem
necessidade
que
um
comissário,
que
já
concorria
à
escala
de
quatro
equipamentos
diferentes
comece
a
tripular
uma
nova
aeronave;
para
tal
torna-‐se
mister
que:
a)
haja
consenso
entre
o
comissário
e
a
empresa
com
relação
ao
qual
equipamento
será
manRdo
b)
o
comissário
pode
voar
um
novo
equipamento
sem
restrições
desde
que
a
empresa
comunique
ao
DAC
c)
basta
que
o
comissário
registre
no
DAC
que
vai
voar
um
novo
equipamento
d)
seja
eliminado
um
dos
equipamentos
registrados
no
CHT
do
comissário
para
dar
lugar
ao
novo
equipamento
[Link]
293.
O
pré-‐requisito
para
obtenção
da
licença
de
comissário
é
ter:
a)
nível
universitário
b)
experiência
em
aRvidade
similar
c)
sido
instruído
em
vôo
por
10
horas
d)
concluído
curso
de
formação
específico
[Link]
293.
O
pré-‐requisito
para
obtenção
da
licença
de
comissário
é
ter:
a)
nível
universitário
b)
experiência
em
aRvidade
similar
c)
sido
instruído
em
vôo
por
10
horas
d)
concluído
curso
de
formação
específico
[Link]
294.
A
licença,
o
CCF
e
o
CHT
dos
tripulantes
são
concedidos
na
forma
de
regulamentação
específica
pelo(a):
a)
autoridade
aeronáuRca
competente
b)
empresa
aérea
pela
qual
forem
contratados
c)
escola,
empresa
aérea
e
médico
de
sua
confiança
d)
IAC,
aeroclubes
e
médicos
credenciados
pelo
DAC
[Link]
294.
A
licença,
o
CCF
e
o
CHT
dos
tripulantes
são
concedidos
na
forma
de
regulamentação
específica
pelo(a):
a)
autoridade
aeronáuRca
competente
b)
empresa
aérea
pela
qual
forem
contratados
c)
escola,
empresa
aérea
e
médico
de
sua
confiança
d)
IAC,
aeroclubes
e
médicos
credenciados
pelo
DAC
[Link]
295.
Após
o
embarque,
a
documentação
de
um
pax’s
deportado
permanece
com
o:
a)
comissário
b)
comandante
c)
despachante
d)
próprio
passageiro
[Link]
295.
Após
o
embarque,
a
documentação
de
um
pax’s
deportado
permanece
com
o:
a)
comissário
b)
comandante
c)
despachante
d)
próprio
passageiro
[Link]
296.
Se
durante
um
vôo
houver
necessidade
de
auxílio
médico
o
comissário
deve
solicitar
através
do
interfone,
a
presença
de
um
médico
que
por
ventura
esteja
a
bordo.
Nesse
caso,
o
comissário
deve:
a)
auxiliar
no
que
for
necessário
b)
anotar
seu
nome
e
o
seu
C.R.M.
c)
colocar
à
sua
disposição
todo
o
material
necessário
existente
a
bordo
d)
todas
as
alternaRvas
acima
estão
corretas
[Link]
296.
Se
durante
um
vôo
houver
necessidade
de
auxílio
médico
o
comissário
deve
solicitar
através
do
interfone,
a
presença
de
um
médico
que
por
ventura
esteja
a
bordo.
Nesse
caso,
o
comissário
deve:
a)
auxiliar
no
que
for
necessário
b)
anotar
seu
nome
e
o
seu
C.R.M.
c)
colocar
à
sua
disposição
todo
o
material
necessário
existente
a
bordo
d)
todas
as
alternaRvas
acima
estão
corretas
[Link]
297.
Um
dos
itens
abaixo,
não
é
de
responsabilidade
do
comissário(a)
idenRfique-‐o:
a)
limpeza
interna
das
aeronaves
b)
atendimento
aos
passageiros
e
tripulantes
c)
verificação
de
qualidade
e
quanRdade
de
material
de
comissaria
d)
desembarque
de
passageiro
que
esteja
colocando
a
aeronave
em
perigo
[Link]
297.
Um
dos
itens
abaixo,
não
é
de
responsabilidade
do
comissário(a)
idenRfique-‐o:
a)
limpeza
interna
das
aeronaves
b)
atendimento
aos
passageiros
e
tripulantes
c)
verificação
de
qualidade
e
quanRdade
de
material
de
comissaria
d)
desembarque
de
passageiro
que
esteja
colocando
a
aeronave
em
perigo
[Link]
298.
É
proibido
ao
aeronauta
o
uso
de
bebidas
alcoólicas
durante
o
vôo.
Também
deverá
abster-‐se
antes
de
um
vôo
por
um
período
de
pelo
menos:
a)
8
horas
b)
10
horas
c)
12
horas
d)
15
horas
[Link]
298.
É
proibido
ao
aeronauta
o
uso
de
bebidas
alcoólicas
durante
o
vôo.
Também
deverá
abster-‐se
antes
de
um
vôo
por
um
período
de
pelo
menos:
a)
8
horas
b)
10
horas
c)
12
horas
d)
15
horas
[Link]
299.
A
profissão
de
aeronauta
está
regulamentada
por/
pelo:
a)
uma
portaria
do
DAC
b)
Código
Brasileiro
do
Ar
c)
lei
e
portaria
interministerial
d)
um
boleRm
do
diretor
presidente
do
COMAER
[Link]
299.
A
profissão
de
aeronauta
está
regulamentada
por/
pelo:
a)
uma
portaria
do
DAC
b)
Código
Brasileiro
do
Ar
c)
lei
e
portaria
interministerial
d)
um
boleRm
do
diretor
presidente
do
COMAER
[Link]
300.
O
exercício
da
profissão
do
aeronauta
é
regulado
pelo(s):
a)
Código
Civil
b)
Código
Comercial
c)
Regulamentos
da
Profissão
d)
CBA-‐Código
Brasileiro
de
Aeronauta
[Link]
300.
O
exercício
da
profissão
do
aeronauta
é
regulado
pelo(s):
a)
Código
Civil
b)
Código
Comercial
c)
Regulamentos
da
Profissão
d)
CBA-‐Código
Brasileiro
de
Aeronauta
[Link]
301.
A
lei
que
regulamenta
a
profissão
de
aeronauta
é:
a)
Lei
nº
7100
b)
Lei
nº
7183
c)
Lei
nº
7185
d)
Lei
nº
7189
[Link]
301.
A
lei
que
regulamenta
a
profissão
de
aeronauta
é:
a)
Lei
nº
7100
b)
Lei
nº
7183
c)
Lei
nº
7185
d)
Lei
nº
7189
[Link]
302.
A
pessoa
devidamente
habilitada
para
o
exercício
de
uma
função
específica
a
bordo
é
denominada
de:
a)
piloto
b)
tripulante
c)
aeroviário
d)
comissário
[Link]
302.
A
pessoa
devidamente
habilitada
para
o
exercício
de
uma
função
específica
a
bordo
é
denominada
de:
a)
piloto
b)
tripulante
c)
aeroviário
d)
comissário
[Link]
303.
Em
um
vôo
São
Paulo
–
Nova
York,
com
12
comissários,
a
empresa
pode
operar
com
o
seguinte
número
de
comissários
estrangeiros
a
bordo:
a)
0
b)
3
c)
4
d)
6
[Link]
303.
Em
um
vôo
São
Paulo
–
Nova
York,
com
12
comissários,
a
empresa
pode
operar
com
o
seguinte
número
de
comissários
estrangeiros
a
bordo:
a)
0
b)
3
c)
4
d)
6
[Link]
304.
A
responsabilidade
pelos
limites
de
jornada,
limites
de
vôo,
intervalos
de
repouso
e
fornecimento
de
alimentos
durante
a
viagem,
é
do:
a)
tripulante
b)
comandante
c)
operador
da
aeronave
d)
explorador
da
aeronave
[Link]
304.
A
responsabilidade
pelos
limites
de
jornada,
limites
de
vôo,
intervalos
de
repouso
e
fornecimento
de
alimentos
durante
a
viagem,
é
do:
a)
tripulante
b)
comandante
c)
operador
da
aeronave
d)
explorador
da
aeronave
[Link]
305.
Complete
as
informações
idenRficando
as
alternaRvas
verdadeiras
correspondentes:
As
empresas
brasileiras
que
operam
linhas...............poderão
uRlizar
comissários
estrangeiros,
desde
que
o
número
não
exceda
a...............dos
comissários
existentes
a
bordo
da
aeronave.
a)
nacionais,
1/3
(um
terço)
b)
nacionais,
2/3
(dois
terços)
c)
internacionais,
1/3
(um
terço)
d)
internacionais,
2/3
(dois
terços)
[Link]
305.
Complete
as
informações
idenRficando
as
alternaRvas
verdadeiras
correspondentes:
As
empresas
brasileiras
que
operam
linhas...............poderão
uRlizar
comissários
estrangeiros,
desde
que
o
número
não
exceda
a...............dos
comissários
existentes
a
bordo
da
aeronave.
a)
nacionais,
1/3
(um
terço)
b)
nacionais,
2/3
(dois
terços)
c)
internacionais,
1/3
(um
terço)
d)
internacionais,
2/3
(dois
terços)
[Link]
306.
O
responsável
pela
operação
e
segurança
da
aeronave
durante
a
viagem
é
o:
a)
DAC
b)
comandante
c)
operador
da
aeronave
d)
explorador
da
aeronave
[Link]
306.
O
responsável
pela
operação
e
segurança
da
aeronave
durante
a
viagem
é
o:
a)
DAC
b)
comandante
c)
operador
da
aeronave
d)
explorador
da
aeronave
[Link]
307.
As
aRvidades
dos
tripulantes,
a
bordo,
estão
classificadas
em:
a)
técnica
e
simples.
b)
técnica
e
composta.
c)
técnica
e
não
técnica.
d)
composta
e
revezamento.
[Link]
307.
As
aRvidades
dos
tripulantes,
a
bordo,
estão
classificadas
em:
a)
técnica
e
simples.
b)
técnica
e
composta.
c)
técnica
e
não
técnica.
d)
composta
e
revezamento.
[Link]
308.
O
aeronauta
deverá
ter
domicílio
e
prestar
serviços
em
sua:
a)
base
b)
escala
c)
cidade
d)
jornada
[Link]
308.
O
aeronauta
deverá
ter
domicílio
e
prestar
serviços
em
sua:
a)
base
b)
escala
c)
cidade
d)
jornada
[Link]
309.
O
aeronauta
de
empresa
de
transporte
aéreo
regular
que
se
desloca,
a
serviço
desta,
sem
exercer
função
a
bordo
da
aeronave,
tem
a
designação
de:
a)
tripulante
extra.
b)
aeronauta
extra.
c)
aeroviário
extra.
d)
CAT1
[Link]
309.
O
aeronauta
de
empresa
de
transporte
aéreo
regular
que
se
desloca,
a
serviço
desta,
sem
exercer
função
a
bordo
da
aeronave,
tem
a
designação
de:
a)
tripulante
extra.
b)
aeronauta
extra.
c)
aeroviário
extra.
d)
CAT1
[Link]
310.
Tripulante
extra
é
o
aeronauta
de
uma
empresa
de
transporte
aéreo
regular,
que
se
desloca
a
serviço
da
referida
empresa:
a)
exercendo
função
a
bordo
b)
sem
exercer
função
a
bordo
c)
fazendo
parte
de
uma
tripulação
composta
d)
fazendo
parte
de
uma
tripulação
de
revezamento
[Link]
310.
Tripulante
extra
é
o
aeronauta
de
uma
empresa
de
transporte
aéreo
regular,
que
se
desloca
a
serviço
da
referida
empresa:
a)
exercendo
função
a
bordo
b)
sem
exercer
função
a
bordo
c)
fazendo
parte
de
uma
tripulação
composta
d)
fazendo
parte
de
uma
tripulação
de
revezamento
[Link]
311.
Um
tripulante
de
uma
tripulação
simples
que
inicie
sua
jornada
às
11h,
poderá
trabalhar
até
às:
a)
22h30
b)
22h00
c)
21h30
d)
20h30
[Link]
311.
Um
tripulante
de
uma
tripulação
simples
que
inicie
sua
jornada
às
11h,
poderá
trabalhar
até
às:
a)
22h30
b)
22h00
c)
21h30
d)
20h30
[Link]
312.
Numa
tripulação
com
dois
comandantes,
um
deles
assume
a
responsabilidade
do
vôo
e
é
denominado
de:
a)
master
ou
mor
b)
comandante
chefe.
c)
comandante
superior.
d)
comandante
number
one.
[Link]
312.
Numa
tripulação
com
dois
comandantes,
um
deles
assume
a
responsabilidade
do
vôo
e
é
denominado
de:
a)
master
ou
mor
b)
comandante
chefe.
c)
comandante
superior.
d)
comandante
number
one.
[Link]
313.
Uma
tripulação
mínima
é
consRtuída
basicamente
de
um
comandante,
mais:
a)
mecânico
de
vôo,
comissários
para
realizar
o
vôo.
b)
co-‐piloto
e
comissários
necessários
para
realizar
o
vôo.
c)
co-‐piloto
e
mecânico
de
vôo,
se
o
equipamento
assim
exigir.
d)
mecânico
de
vôo,
co-‐piloto
e
25%
de
comissários
para
realizar
o
vôo.
[Link]
313.
Uma
tripulação
mínima
é
consRtuída
basicamente
de
um
comandante,
mais:
a)
mecânico
de
vôo,
comissários
para
realizar
o
vôo.
b)
co-‐piloto
e
comissários
necessários
para
realizar
o
vôo.
c)
co-‐piloto
e
mecânico
de
vôo,
se
o
equipamento
assim
exigir.
d)
mecânico
de
vôo,
co-‐piloto
e
25%
de
comissários
para
realizar
o
vôo.
[Link]
314.
Uma
tripulação
composta
possui:
a)
1
piloto,
1
mecânico
de
vôo
e
comissários
b)
1
piloto,
2
mecânicos
de
vôo
e
comissários
c)
2
pilotos,
2
mecânicos
de
vôo
e
comissários
d)
2
pilotos,
1
co-‐piloto,
2
mecânicos
de
vôo
e
comissários
[Link]
314.
Uma
tripulação
composta
possui:
a)
1
piloto,
1
mecânico
de
vôo
e
comissários
b)
1
piloto,
2
mecânicos
de
vôo
e
comissários
c)
2
pilotos,
2
mecânicos
de
vôo
e
comissários
d)
2
pilotos,
1
co-‐piloto,
2
mecânicos
de
vôo
e
comissários
[Link]
315.
Uma
tripulação
simples
acrescida
de
1
pilot,
1
co-‐
piloto,
1
mecânico
de
vôo
e
50%
do
número
de
comissários,
consRtui
uma
tripulação:
a)
simples
b)
mínima
c)
composta
d)
de
revezamento
[Link]
315.
Uma
tripulação
simples
acrescida
de
1
pilot,
1
co-‐
piloto,
1
mecânico
de
vôo
e
50%
do
número
de
comissários,
consRtui
uma
tripulação:
a)
simples
b)
mínima
c)
composta
d)
de
revezamento
[Link]
316.
Uma
tripulação
de
revezamento
é
consRtuída
basicamente
de:
a)
uma
tripulação
mínima,
uma
simples
e
50%
comissários
b)
uma
tripulação
mínima,
uma
composta
e
50%
dos
comissários
c)
uma
tripulação
composta,
uma
simples
e
25%
dos
comissários
d)
um
comandante,
um
co-‐piloto,
um
mecânico
de
vôo
se
o
equipamento
assim
o
exigir
e
50%
dos
comissários
[Link]
316.
Uma
tripulação
de
revezamento
é
consRtuída
basicamente
de:
a)
uma
tripulação
mínima,
uma
simples
e
50%
comissários
b)
uma
tripulação
mínima,
uma
composta
e
50%
dos
comissários
c)
uma
tripulação
composta,
uma
simples
e
25%
dos
comissários
d)
um
comandante,
um
co-‐piloto,
um
mecânico
de
vôo
se
o
equipamento
assim
o
exigir
e
50%
dos
comissários
[Link]
317.
Uma
tripulação
simples,
de
um
Boeing
747,
contém
1
CMTE,
1COP,
1
MV
E
9
CMROS.
Transformando-‐se
esta
tripulação
para
composta,
ficará:
a)
1
CMTE,
2
COP,
1
MV
E
14
CMROS
b)
2
CMTES,
1
COP,
2
MV
E
12
CMROS
c)
2
CMTES,
1
COP,
1
MV,
E
12
CMROS
d)
2
CMTES,
2
COP,
2
MV
E
10
CMROS
[Link]
317.
Uma
tripulação
simples,
de
um
Boeing
747,
contém
1
CMTE,
1COP,
1
MV
E
9
CMROS.
Transformando-‐se
esta
tripulação
para
composta,
ficará:
a)
1
CMTE,
2
COP,
1
MV
E
14
CMROS
b)
2
CMTES,
1
COP,
2
MV
E
12
CMROS
c)
2
CMTES,
1
COP,
1
MV,
E
12
CMROS
d)
2
CMTES,
2
COP,
2
MV
E
10
CMROS
[Link]
318.
No
que
se
refere
à
composição,
as
tripulações
poderão
ser:
a)
técnicas
e
não
técnicas
b)
simples,
de
revezamento
e
técnica
c)
técnicas,
compostas
e
não
técnicas
d)
mínima,
simples,
composta
e
revezamento
[Link]
318.
No
que
se
refere
à
composição,
as
tripulações
poderão
ser:
a)
técnicas
e
não
técnicas
b)
simples,
de
revezamento
e
técnica
c)
técnicas,
compostas
e
não
técnicas
d)
mínima,
simples,
composta
e
revezamento
[Link]
319.
Os
tripulantes
que
compõem
uma
tripulação
de
revezamento
terão
direito
a
descanso:
a)
na
horizontal,
em
número
igual
à
metade
de
tripulantes
acrescidos
b)
em
poltronas
reclináveis,
em
número
igual
à
metade
de
tripulantes
acrescidos
c)
na
horizontal,
para
os
tripulantes
não
técnicos
e
poltronas
reclináveis
para
os
técnicos
d)
na
horizontal,
para
os
tripulantes
técnicos
acrescidos
e
poltronas
reclináveis
para
50%
dos
não
técnicos
[Link]
319.
Os
tripulantes
que
compõem
uma
tripulação
de
revezamento
terão
direito
a
descanso:
a)
na
horizontal,
em
número
igual
à
metade
de
tripulantes
acrescidos
b)
em
poltronas
reclináveis,
em
número
igual
à
metade
de
tripulantes
acrescidos
c)
na
horizontal,
para
os
tripulantes
não
técnicos
e
poltronas
reclináveis
para
os
técnicos
d)
na
horizontal,
para
os
tripulantes
técnicos
acrescidos
e
poltronas
reclináveis
para
50%
dos
não
técnicos
[Link]
320.
Os
tripulantes
que
compõem
uma
tripulação
composta
terão
direito
a
descanso:
a)
na
horizontal,
em
número
igual
à
metade
de
tripulantes
acrescidos
b)
em
poltronas
reclináveis,
em
número
igual
ao
número
de
tripulantes
acrescidos.
c)
na
horizontal,
para
os
tripulantes
não
técnicos
e
poltronas
reclináveis
para
os
técnicos.
d)
na
horizontal,
para
os
tripulantes
técnicos,
e
poltronas
reclináveis
para
os
não
técnicos.
[Link]
320.
Os
tripulantes
que
compõem
uma
tripulação
composta
terão
direito
a
descanso:
a)
na
horizontal,
em
número
igual
à
metade
de
tripulantes
acrescidos
b)
em
poltronas
reclináveis,
em
número
igual
ao
número
de
tripulantes
acrescidos.
c)
na
horizontal,
para
os
tripulantes
não
técnicos
e
poltronas
reclináveis
para
os
técnicos.
d)
na
horizontal,
para
os
tripulantes
técnicos,
e
poltronas
reclináveis
para
os
não
técnicos.
[Link]
321.
Além
de
outras
situações
permiRdas
por
lei,
também
se
uRliza
uma
tripulação
mínima
nas
seguintes
abaixo
discriminadas:
a)
vôos
domésRcos
b)
vôos
internacionais
c)
qualquer
Rpo
de
vôo.
d)
vôo
de
experiência
e
de
instrução.
[Link]
321.
Além
de
outras
situações
permiRdas
por
lei,
também
se
uRliza
uma
tripulação
mínima
nas
seguintes
abaixo
discriminadas:
a)
vôos
domésRcos
b)
vôos
internacionais
c)
qualquer
Rpo
de
vôo.
d)
vôo
de
experiência
e
de
instrução.
[Link]
322.
Uma
tripulação
simples
poderá
ser
transformada
em
composta
em
vôos
domésRcos,
nas
seguintes
condições:
a)
quando
solicitado
por
autoridade
competente.
b)
somente
n
origem
do
vôo
e
até
4
(quatro)
horas
a
parRr
da
apresentação
da
tripulação
original
do
vôo.
c)
para
atender
a
atrasos
ocasionados
por
condições
meteorológicas
desfavoráveis
ou
trabalhos
de
manutenção
e
até
o
limite
de
3
(três)
horas.
d)
para
atender
a
atrasos
ocasionados
por
condições
meteorológicas
desfavoráveis
ou
trabalhos
de
manutenção,
na
origem
do
vôo
e
até
3
(três)
horas
a
parRr
da
apresentação
da
tripulação
original
do
vôo.
[Link]
322.
Uma
tripulação
simples
poderá
ser
transformada
em
composta
em
vôos
domésRcos,
nas
seguintes
condições:
a)
quando
solicitado
por
autoridade
competente.
b)
somente
n
origem
do
vôo
e
até
4
(quatro)
horas
a
parRr
da
apresentação
da
tripulação
original
do
vôo.
c)
para
atender
a
atrasos
ocasionados
por
condições
meteorológicas
desfavoráveis
ou
trabalhos
de
manutenção
e
até
o
limite
de
3
(três)
horas.
d)
para
atender
a
atrasos
ocasionados
por
condições
meteorológicas
desfavoráveis
ou
trabalhos
de
manutenção,
na
origem
do
vôo
e
até
3
(três)
horas
a
parRr
da
apresentação
da
tripulação
original
do
vôo.
[Link]
323.
Uma
tripulação
simples
apresentou-‐se
na
origem
do
vôo,
às
9
horas.
Devido
a
um
atraso
por
condições
meteorológicas
desfavoráveis,
esta
tripulação
poderá
ser
transformada
em
composta
até
o
limite
horário
de:
a)
12h
b)
13h
c)
14h
d)15h
[Link]
323.
Uma
tripulação
simples
apresentou-‐se
na
origem
do
vôo,
às
9
horas.
Devido
a
um
atraso
por
condições
meteorológicas
desfavoráveis,
esta
tripulação
poderá
ser
transformada
em
composta
até
o
limite
horário
de:
a)
12h
b)
13h
c)
14h
d)15h
[Link]
324.
A
jornada
do
aeronauta
é
encerrada:
a)
30
minutos
após
o
pouso.
b)
quando
a
aeronave
estaciona.
c)
quando
o
tripulante
chega
ao
hotel.
d)
trinta
minutos
após
a
parada
dos
motores,
na
escala
final.
[Link]
324.
A
jornada
do
aeronauta
é
encerrada:
a)
30
minutos
após
o
pouso.
b)
quando
a
aeronave
estaciona.
c)
quando
o
tripulante
chega
ao
hotel.
d)
trinta
minutos
após
a
parada
dos
motores,
na
escala
final.
[Link]
325.
O
arRgo
22
da
regulamentação
diz
que
os
limites
das
jornadas
de
trabalho
poderão
ser
ampliados
em
alguns
casos
e
a
critério
exclusivo
do
comandante
por:
a)
60
minutos.
b)
90
minutos
c)
até
2
horas.
d)
dependendo
da
situação,
no
máximo
45
minutos.
[Link]
325.
O
arRgo
22
da
regulamentação
diz
que
os
limites
das
jornadas
de
trabalho
poderão
ser
ampliados
em
alguns
casos
e
a
critério
exclusivo
do
comandante
por:
a)
60
minutos.
b)
90
minutos
c)
até
2
horas.
d)
dependendo
da
situação,
no
máximo
45
minutos.
[Link]
326.
O
aeronauta
tem
direito
a
férias
anualmente
e
em
período
não
inferior
a:
a)
15
dias
b)
30
dias
c)
20
dias
d)
40
dias
[Link]
326.
O
aeronauta
tem
direito
a
férias
anualmente
e
em
período
não
inferior
a:
a)
15
dias
b)
30
dias
c)
20
dias
d)
40
dias
[Link]
327.
A
duração
do
trabalho
do
aeronauta,
computado
os
tempos
de
vôo,
de
serviços
em
terra
durante
a
viagem,
reserva
e
1/3
do
sobreaviso,
não
poderá
exceder
a:
a)
50
horas
semanais
e
176
mensais
b)
60
horas
semanais
e
176
mensais
c)
60
horas
semanais
e
182
mensais
d)
70
horas
semanais
e
176
mensais
[Link]
327.
A
duração
do
trabalho
do
aeronauta,
computado
os
tempos
de
vôo,
de
serviços
em
terra
durante
a
viagem,
reserva
e
1/3
do
sobreaviso,
não
poderá
exceder
a:
a)
50
horas
semanais
e
176
mensais
b)
60
horas
semanais
e
176
mensais
c)
60
horas
semanais
e
182
mensais
d)
70
horas
semanais
e
176
mensais
[Link]
328.
O
espaço
de
tempo
compreendido
entre
o
início
do
deslocamento
da
aeronave
antes
da
decolagem,
e
o
momento
em
que
a
mesma
se
imobiliza
após
o
pouso,
é
denominado
de:
a)
jornada
b)
calço-‐a-‐calço
c)
etapa
d)
escala
[Link]
328.
O
espaço
de
tempo
compreendido
entre
o
início
do
deslocamento
da
aeronave
antes
da
decolagem,
e
o
momento
em
que
a
mesma
se
imobiliza
após
o
pouso,
é
denominado
de:
a)
jornada
b)
calço-‐a-‐calço
c)
etapa
d)
escala
[Link]
329.
O
limite
de
horas
de
trabalho
de
uma
tripulação
simples,
não
deverá
exceder
a:
a)
9:30
horas
b)
10:00
horas.
c)
11:00
horas
d)
14:00
horas
[Link]
329.
O
limite
de
horas
de
trabalho
de
uma
tripulação
simples,
não
deverá
exceder
a:
a)
9:30
horas
b)
10:00
horas.
c)
11:00
horas
d)
14:00
horas
[Link]
330.
De
acordo
com
a
Lei
7.183,
a
apresentação
no
aeroporto
não
poderá
ser
inferior
ao
horário
previsto
para
a
decolagem
em:
a)
25
min
b)
30
min
c)
40
min
d)
60
min
[Link]
330.
De
acordo
com
a
Lei
7.183,
a
apresentação
no
aeroporto
não
poderá
ser
inferior
ao
horário
previsto
para
a
decolagem
em:
a)
25
min
b)
30
min
c)
40
min
d)
60
min
[Link]
331.
A
duração
de
trabalho
do
aeronauta,
contada
entre
a
hora
de
apresentação
no
local
de
trabalho
e
a
hora
em
que
o
mesmo
é
encerrada,
é
chamada
de:
a)
tempo
de
vôo
b)
jornada
de
vôo.
c)
tempo
de
trabalho
d)
jornada
de
trabalho
[Link]
331.
A
duração
de
trabalho
do
aeronauta,
contada
entre
a
hora
de
apresentação
no
local
de
trabalho
e
a
hora
em
que
o
mesmo
é
encerrada,
é
chamada
de:
a)
tempo
de
vôo
b)
jornada
de
vôo.
c)
tempo
de
trabalho
d)
jornada
de
trabalho
[Link]
332.
Para
facilitar
a
comunicação
entre
as
aeronaves
e
os
funcionários
da
torre
de
controle
dos
diferentes
países
do
mundo,
foi
criado
um
alfabeto
fonéRco.
As
letras
A,
K,
L,
N,
T,
X
e
Y
são
enunciadas,
respecRvamente:
a)
alfa,
kilo,
lima,
natal,
terra,
xis,
índia.
b)
alfa,
kilo,
lima,
november,
tango,
x-‐ray,
yankee.
c)
alva,
kilo,
lima,
novembel,
Rerra,
x-‐ray,
yanke
d)
alva,
kilograma,
linos,
never,
tango,
xis,
índia.
[Link]
332.
Para
facilitar
a
comunicação
entre
as
aeronaves
e
os
funcionários
da
torre
de
controle
dos
diferentes
países
do
mundo,
foi
criado
um
alfabeto
fonéRco.
As
letras
A,
K,
L,
N,
T,
X
e
Y
são
enunciadas,
respecRvamente:
a)
alfa,
kilo,
lima,
natal,
terra,
xis,
índia.
b)
alfa,
kilo,
lima,
november,
tango,
x-‐ray,
yankee.
c)
alva,
kilo,
lima,
novembel,
Rerra,
x-‐ray,
yanke
d)
alva,
kilograma,
linos,
never,
tango,
xis,
índia.
[Link]
333.
Não
se
consideram
como
integrantes
da
remuneração,
as
importâncias
pagas:
a)
quando
o
tripulante
se
desloca
para
assumir
vôo
em
outra
base.
b)
como
ajuda
de
custo,
diárias
de
hospedagem,
alimentação
e
transporte
fora
de
base.
c)
horas
de
vôo
e
diárias
de
hospedagem
e
transporte
aeroporto-‐hotel-‐aeroporto.
d)
quando
esRver
de
reserva
e
de
sobreaviso,
considerando-‐se
1/3
do
período.
[Link]
333.
Não
se
consideram
como
integrantes
da
remuneração,
as
importâncias
pagas:
a)
quando
o
tripulante
se
desloca
para
assumir
vôo
em
outra
base.
b)
como
ajuda
de
custo,
diárias
de
hospedagem,
alimentação
e
transporte
fora
de
base.
c)
horas
de
vôo
e
diárias
de
hospedagem
e
transporte
aeroporto-‐hotel-‐aeroporto.
d)
quando
esRver
de
reserva
e
de
sobreaviso,
considerando-‐se
1/3
do
período.
[Link]
334.
O
trabalho
noturno
não
poderá
exceder
a:
a)
10
horas
para
as
tripulações
simples.
b)
11
horas
para
as
tripulações
compostas.
c)
12
horas
para
as
tripulações
simples.
d)
16
horas
para
as
tripulações
de
revezamento.
[Link]
334.
O
trabalho
noturno
não
poderá
exceder
a:
a)
10
horas
para
as
tripulações
simples.
b)
11
horas
para
as
tripulações
compostas.
c)
12
horas
para
as
tripulações
simples.
d)
16
horas
para
as
tripulações
de
revezamento.
[Link]
335.
O
trabalho
realizado
pelo
aeronauta,
contado
desde
o
momento
em
que
sai
da
sua
base
até
o
regresso
à
mesma,
denomina-‐se:
a)
viagem
b)
jornada
c)
calço-‐a-‐calço
d)
tempo
de
vôo
[Link]
335.
O
trabalho
realizado
pelo
aeronauta,
contado
desde
o
momento
em
que
sai
da
sua
base
até
o
regresso
à
mesma,
denomina-‐se:
a)
viagem
b)
jornada
c)
calço-‐a-‐calço
d)
tempo
de
vôo
[Link]
336.
Uma
tripulação
base
Rio,
efetuou
a
seguinte
programação:
5ª
feira
–
RIO
/
BSB/
BEL
6ª
feira
–
BEL
/
RIO/
POA
Sábado
–
POA
/
RIO
Nesta
situação,
quantas
jornadas
e
quantas
viagens
realizou
esta
tripulação,
respecRvamente:
a)
2
–
1
b)
2
–
2
c)
3
–
1
d)
3
–
2
[Link]
336.
Uma
tripulação
base
Rio,
efetuou
a
seguinte
programação:
5ª
feira
–
RIO
/
BSB/
BEL
6ª
feira
–
BEL
/
RIO/
POA
Sábado
–
POA
/
RIO
Nesta
situação,
quantas
jornadas
e
quantas
viagens
realizou
esta
tripulação,
respecRvamente:
a)
2
–
1
b)
2
–
2
c)
3
–
1
d)
3
–
2
[Link]
337.
Uma
tripulação
base
SAO
efetuou
a
seguinte
programação:
2ª
feira:
SAO/
SSA
/
FOR
3ª
feira:
FOR/
BEL
/
MAO
4ª
feira:
MAO
(inaRvo)
5ª
feira:
MAO/
BSB
/
GIG
6ª
feira:
GIG
/
SAO
Pergunta-‐se
quantas
jornadas
e
quantas
viagens
realizou
esta
tripulação,
respecRvamente:
a)
4
–
1
b)
5
–
1
c)
4
–
2
d)
5
–
2
[Link]
337.
Uma
tripulação
base
SAO
efetuou
a
seguinte
programação:
2ª
feira:
SAO/
SSA
/
FOR
3ª
feira:
FOR/
BEL
/
MAO
4ª
feira:
MAO
(inaRvo)
5ª
feira:
MAO/
BSB
/
GIG
6ª
feira:
GIG
/
SAO
Pergunta-‐se
quantas
jornadas
e
quantas
viagens
realizou
esta
tripulação,
respecRvamente:
a)
4
–
1
b)
5
–
1
c)
4
–
2
d)
5
–
2
[Link]
338.
Complete
a
afirmação
idenRficando
a
alternaRva
verdadeira
correspondente:
Ocorrendo
o
regresso
de
viagem
de
uma
tripulação
simples
entre
...............
tendo
havido
pelo
menos
...............
horas
de
jornada,
o
tripulante
não
poderá
ser
escalado
para
trabalho
dentro
desse
espaço
de
tempo
do
período
noturno
subseqüente:
a)
01:00
e
07:00
horas;
2
horas
b)
19:00
e
04:00
horas;
6
horas
c)
21:00
e
05:00
horas;
4
horas
d)
23:00
e
06:00
horas;
3
horas
[Link]
338.
Complete
a
afirmação
idenRficando
a
alternaRva
verdadeira
correspondente:
Ocorrendo
o
regresso
de
viagem
de
uma
tripulação
simples
entre
...............
tendo
havido
pelo
menos
...............
horas
de
jornada,
o
tripulante
não
poderá
ser
escalado
para
trabalho
dentro
desse
espaço
de
tempo
do
período
noturno
subseqüente:
a)
01:00
e
07:00
horas;
2
horas
b)
19:00
e
04:00
horas;
6
horas
c)
21:00
e
05:00
horas;
4
horas
d)
23:00
e
06:00
horas;
3
horas
[Link]
339.
Para
uma
jornada
de
trabalho
de
15
horas
deverá
ser
escalada
uma
tripulação:
a)
simples
b)
mínima
c)
composta
d)
revezamento
[Link]
339.
Para
uma
jornada
de
trabalho
de
15
horas
deverá
ser
escalada
uma
tripulação:
a)
simples
b)
mínima
c)
composta
d)
revezamento
[Link]
340.
Quando,
a
critério
do
comandante,
houver
ampliação
dos
limites
das
horas
de
trabalho,
este
deverá
comunicar
o
fato
ao
empregador,
após
a
viagem,
no
máximo
até:
a)
06h
b)
12h
c)
18h
d)
24h
[Link]
340.
Quando,
a
critério
do
comandante,
houver
ampliação
dos
limites
das
horas
de
trabalho,
este
deverá
comunicar
o
fato
ao
empregador,
após
a
viagem,
no
máximo
até:
a)
06h
b)
12h
c)
18h
d)
24h
[Link]
341.
Ao
passar
por
sua
base
em
um
vôo,
o
aeronauta:
a)
é
obrigado
a
interromper
o
seu
vôo
b)
deverá
desembarcar,
pois
está
na
sua
base
c)
pode
escolher
em
que
vôo
irá
conRnuar
a
sua
jornada
d)
pode
conRnuar
o
vôo
desde
que
esteja
em
escala,
ou
lhe
seja
solicitado
pela
empresa,
e
que
não
altere
sua
programação
subseqüente
[Link]
341.
Ao
passar
por
sua
base
em
um
vôo,
o
aeronauta:
a)
é
obrigado
a
interromper
o
seu
vôo
b)
deverá
desembarcar,
pois
está
na
sua
base
c)
pode
escolher
em
que
vôo
irá
conRnuar
a
sua
jornada
d)
pode
conRnuar
o
vôo
desde
que
esteja
em
escala,
ou
lhe
seja
solicitado
pela
empresa,
e
que
não
altere
sua
programação
subseqüente
[Link]
342.
A
situação
do
comissário
que
permanece
em
local
de
trabalho
por
um
período
determinado,
pronto
para
assumir
as
funções
em
qualquer
vôo,
caso
haja
necessidade,
é
denominado:
a)
vôo
b)
reserva
c)
sobreaviso
d)
folga
regulamentar
[Link]
342.
A
situação
do
comissário
que
permanece
em
local
de
trabalho
por
um
período
determinado,
pronto
para
assumir
as
funções
em
qualquer
vôo,
caso
haja
necessidade,
é
denominado:
a)
vôo
b)
reserva
c)
sobreaviso
d)
folga
regulamentar
[Link]
343.
A
situação
do
comissário
que
permanece
em
casa
por
um
período
determinado,
pronto
para
assumir
qualquer
vôo
dentro
de
noventa
minutos,
caso
seja
necessário,
denomina-‐se:
a)
reserva
b)
sobreaviso
c)
folga
social
d)
folga
regulamentar
[Link]
343.
A
situação
do
comissário
que
permanece
em
casa
por
um
período
determinado,
pronto
para
assumir
qualquer
vôo
dentro
de
noventa
minutos,
caso
seja
necessário,
denomina-‐se:
a)
reserva
b)
sobreaviso
c)
folga
social
d)
folga
regulamentar
[Link]
344.
O
período
de
reserva
para
aeronautas
de
empresa
de
transporte
aéreo
regular,
não
poderá
exceder
a:
a)
6
h
b)
8
h
c)
10
h
d)
12
h
[Link]
344.
O
período
de
reserva
para
aeronautas
de
empresa
de
transporte
aéreo
regular,
não
poderá
exceder
a:
a)
6
h
b)
8
h
c)
10
h
d)
12
h
[Link]
345.
Um
aeronauta
não
poderá
exceder
a:
a)
2
sobreavisos
semanais
e
8
mensais
b)
2
sobreavisos
semanais
e
9
mensais
c)
3
sobreavisos
semanais
e
8
mensais
d)
3
sobreavisos
semanais
e
9
mensais
[Link]
345.
Um
aeronauta
não
poderá
exceder
a:
a)
2
sobreavisos
semanais
e
8
mensais
b)
2
sobreavisos
semanais
e
9
mensais
c)
3
sobreavisos
semanais
e
8
mensais
d)
3
sobreavisos
semanais
e
9
mensais
[Link]
346.
Complete
a
afirmaRva
relacionando
a
alternaRva
verdadeira.
A
situação
do
aeronauta
que
permanece
em
local
de
sua
escolha,
dentro
do
perímetro
urbano,
por
um
período
determinado,
pronto
para
assumir
uma
nova
tarefa
num
prazo
de
......
minutos,
caso
seja
necessário,
denomina-‐se:
a)
30
–
pronRdão
b)
60
–
reserva
c)
90
–
sobreaviso
d)
120
–
stand-‐by
[Link]
346.
Complete
a
afirmaRva
relacionando
a
alternaRva
verdadeira.
A
situação
do
aeronauta
que
permanece
em
local
de
sua
escolha,
dentro
do
perímetro
urbano
assumir,
por
um
período
determinado,
pronto
para
uma
nova
tarefa
num
prazo
de
......
minutos,
caso
seja
necessário,
denomina-‐se:
a)
30
–
pronRdão
b)
60
–
reserva
c)
90
–
sobreaviso
d)
120
–
stand-‐by
[Link]
347.
O
empregador
deverá
assegurar
ao
aeronauta
acomodações
adequadas
para
seu
descanso,
se
o
período
de
reserva
for
superior
a:
a)
2
h
b)
3
h
c)
4
h
d)
6
h
[Link]
347.
O
empregador
deverá
assegurar
ao
aeronauta
acomodações
adequadas
para
seu
descanso,
se
o
período
de
reserva
for
superior
a:
a)
2
h
b)
3
h
c)
4
h
d)
6
h
[Link]
348.
Em
uma
jornada,
15
horas
é
o
limite
horas
de
vôo
de
uma
tripulação:
a)
mínima
b)
simples
c)
composta
d)
revezamento
[Link]
348.
Em
uma
jornada,
15
horas
é
o
limite
horas
de
vôo
de
uma
tripulação:
a)
mínima
b)
simples
c)
composta
d)
revezamento
[Link]
349.
Hora
de
vôo
ou
tempo
para
aeronave
de
asa
fixa,
é
o
período
compreendido
entre:
a)
decolagem
e
pouso
b)
ligar
e
desligar
motores
c)
parRda
dos
motores
e
estacionamento
da
mesma
ao
término
do
vôo
d)
início
do
deslocamento,
com
fins
de
decolagem,
até
o
estacionamento,
quando
do
término
do
vôo
(calço
a
calço)
[Link]
349.
Hora
de
vôo
ou
tempo
para
aeronave
de
asa
fixa,
é
o
período
compreendido
entre:
a)
decolagem
e
pouso
b)
ligar
e
desligar
motores
c)
parRda
dos
motores
e
estacionamento
da
mesma
ao
término
do
vôo
d)
início
do
deslocamento,
com
fins
de
decolagem,
até
o
estacionamento,
quando
do
término
do
vôo
(calço
a
calço)
[Link]
350.
Em
uma
jornada;
o
limite
de
horas
de
vôo
de
uma
tripulação
simples,
é
de:
a)
09h30min
b)
10h
c)
10h30min
d)
12h
[Link]
350.
Em
uma
jornada;
o
limite
de
horas
de
vôo
de
uma
tripulação
simples,
é
de:
a)
09h30min
b)
10h
c)
10h30min
d)
12h
[Link]
351.
A
duração
de
horas
de
trabalho
e
o
limite
de
tempo
de
vôo
permiRdo
para
um
aeronauta,
integrante
de
uma
tripulação
composta,
é
de:
a)
11
e
9:30
horas
de
vôo
b)
12
e
9:30
horas
de
vôo
c)
14
e
12:00
horas
de
vôo
d)
16
e
14:00
horas
de
vôo
[Link]
351.
A
duração
de
horas
de
trabalho
e
o
limite
de
tempo
de
vôo
permiRdo
para
um
aeronauta,
integrante
de
uma
tripulação
composta,
é
de:
a)
11
e
9:30
horas
de
vôo
b)
12
e
9:30
horas
de
vôo
c)
14
e
12:00
horas
de
vôo
d)
16
e
14:00
horas
de
vôo
[Link]
352.
Há
limites
de
pouso
para
aeronauta
na
condição
de
tripulante
extra:
a)
sim,
desde
que
o
vôo
seja
fora
da
base
b)
sim,
pois
o
mesmo
está
a
serviço
da
empresa
c)
não,
pois
o
mesmo
está
a
serviço
da
empresa
d)
não,
desde
que
obedeça
ao
limite
das
horas
de
trabalho
[Link]
352.
Há
limites
de
pouso
para
aeronauta
na
condição
de
tripulante
extra:
a)
sim,
desde
que
o
vôo
seja
fora
da
base
b)
sim,
pois
o
mesmo
está
a
serviço
da
empresa
c)
não,
pois
o
mesmo
está
a
serviço
da
empresa
d)
não,
desde
que
obedeça
ao
limite
das
horas
de
trabalho
[Link]
353.
Se
um
tripulante
(que
voa
aviões
à
jato)
efetuou
85
horas
de
vôo
em
janeiro,
85
horas
em
fevereiro,
pergunta-‐se
quantas
horas
de
vôo
este
tripulante
poderá
efetuar
em
março:
a)
60h
b)70h
c)
85h
d)
90
h
[Link]
353.
Se
um
tripulante
(que
voa
aviões
à
jato)
efetuou
85
horas
de
vôo
em
janeiro,
85
horas
em
fevereiro,
pergunta-‐se
quantas
horas
de
vôo
este
tripulante
poderá
efetuar
em
março:
a)
60h
b)70h
c)
85h
d)
90
h
[Link]
354.
Quando
o
aeronauta
tripular
diferentes
Rpos
de
aeronaves
à
jato
e
aviões
turboélice,
deverá
ser
observado
com
relação
ao
limite
de
hora
de
vôo:
a)
o
maior
limite.
b)
o
menor
limite.
c)
depende
do
critério
da
empresa
d)
limite
é
igual
para
todos
os
Rpos
de
aeronaves.
[Link]
354.
Quando
o
aeronauta
tripular
diferentes
Rpos
de
aeronaves
à
jato
e
aviões
turboélice,
deverá
ser
observado
com
relação
ao
limite
de
hora
de
vôo:
a)
o
maior
limite.
b)
o
menor
limite.
c)
depende
do
critério
da
empresa
d)
limite
é
igual
para
todos
os
Rpos
de
aeronaves.
[Link]
355.
O
limite
de
horas
de
vôo
que
um
tripulante
poderá
efetuar,
se
trabalhasse
apenas
18
dias
e
voasse
aviões
à
jato
é
de:
a)
41h
b)
51h
c)
61h
d)
85h
[Link]
355.
O
limite
de
horas
de
vôo
que
um
tripulante
poderá
efetuar,
se
trabalhasse
apenas
18
dias
e
voasse
aviões
à
jato
é
de:
a)
41h
b)
51h
c)
61h
d)
85h
[Link]
356.
IdenRfique
os
limites
de
horas
de
vôo
e
pousos
permiRdos
para
uma
jornada
de
uma
tripulação
de
revezamento:
a)
09:30
horas
e
5
pousos.
b)
12:00
horas
e
6
pousos.
c)
15:00
e
4
pousos.
d)
20:00
e
4
pousos.
[Link]
356.
IdenRfique
os
limites
de
horas
de
vôo
e
pousos
permiRdos
para
uma
jornada
de
uma
tripulação
de
revezamento:
a)
09:30
horas
e
5
pousos.
b)
12:00
horas
e
6
pousos.
c)
15:00
e
4
pousos.
d)
20:00
e
4
pousos.
[Link]
357.
Um
tripulante
ao
retornar
de
uma
transferência
provisória
terá
direito
a
dois
dias
de
licença
remunerada
referente
a/ao:
a)
1º
mês
e
1
dia
para
cada
mês
subseqüente
ou
fração
de
mês,
sendo
que
no
mínimo
2
dias
não
poderão
coincidir
com
sábado/
domingo/
feriado.
b)
mês
e
não
pode
coincidir
com
sábado/
domingo/
feriado.
c)
1º
mês
e
mais
1
dia
para
cada
mês
ou
fração;
não
podendo
ser
sábado/
domingo/
feriado.
d)
1º
mês
ou
fração
de
mês
subseqüente.
[Link]
357.
Um
tripulante
ao
retornar
de
uma
transferência
provisória
terá
direito
a
dois
dias
de
licença
remunerada
referente
a/ao:
a)
1º
mês
e
1
dia
para
cada
mês
subseqüente
ou
fração
de
mês,
sendo
que
no
mínimo
2
dias
não
poderão
coincidir
com
sábado/
domingo/
feriado.
b)
mês
e
não
pode
coincidir
com
sábado/
domingo/
feriado.
c)
1º
mês
e
mais
1
dia
para
cada
mês
ou
fração;
não
podendo
ser
sábado/
domingo/
feriado.
d)
1º
mês
ou
fração
de
mês
subseqüente.
[Link]
358.
Complete
as
frações
idenRficando
a
alternaRva
verdadeira
correspondente:
Os
limites
de
tempo
de
vôo
para
aeronautas
de
empresas
de
transporte
aéreo
regular
em
espaço
inferior
a...............dias
serão
proporcionais
ao
limite
mensal
mais...............horas.
a)
25
–
06
b)
30
–
10
c)
35
–
15
d)
45
–
15
[Link]
358.
Complete
as
frações
idenRficando
a
alternaRva
verdadeira
correspondente:
Os
limites
de
tempo
de
vôo
para
aeronautas
de
empresas
de
transporte
aéreo
regular
em
espaço
inferior
a...............dias
serão
proporcionais
ao
limite
mensal
mais...............horas.
a)
25
–
06
b)
30
–
10
c)
35
–
15
d)
45
–
15
[Link]
359.
O
limite
de
horas
de
vôo
de
uma
tripulação
composta,
não
deverá
exceder
a:
a)
09h30
min
b)
11h
c)
12h
d)
15h
[Link]
359.
O
limite
de
horas
de
vôo
de
uma
tripulação
composta,
não
deverá
exceder
a:
a)
09h30
min
b)
11h
c)
12h
d)
15h
[Link]
360.
Os
limites
de
horas
de
vôo
e
pousos
permiRdos
na
hipótese
de
integrante
de
tripulação
mínima
ou
simples
serão,
respecRvamente:
a)
09h30
e
4
pousos.
b)
09h30
e
5
pousos.
c)
12h00
e
5
pousos.
d)
12h00
e
6
pousos.
[Link]
360.
Os
limites
de
horas
de
vôo
e
pousos
permiRdos
na
hipótese
de
integrante
de
tripulação
mínima
ou
simples
serão,
respecRvamente:
a)
09h30
e
4
pousos.
b)
09h30
e
5
pousos.
c)
12h00
e
5
pousos.
d)
12h00
e
6
pousos.
[Link]
361.
A
critério
do
comandante,
o
limite
de
horas
de
vôo
e
de
horas
de
trabalho
(jornada)
de
uma
tripulação
simples,
poderá
ser
ampliado
em
até:
a)
30
min
b)
60
min
c)
90
min
d)
120
min
[Link]
361.
A
critério
do
comandante,
o
limite
de
horas
de
vôo
e
de
horas
de
trabalho
(jornada)
de
uma
tripulação
simples,
poderá
ser
ampliado
em
até:
a)
30
min
b)
60
min
c)
90
min
d)
120
min
[Link]
362.
Vôo
noturno
é
aquele
realizado:
a)
após
a
zero
hora.
b)
após
as
vinte
e
três
horas.
c)
após
as
vinte
e
quatro
horas.
d)
entre
o
pôr
e
o
nascer
do
sol.
[Link]
362.
Vôo
noturno
é
aquele
realizado:
a)
após
a
zero
hora.
b)
após
as
vinte
e
três
horas.
c)
após
as
vinte
e
quatro
horas.
d)
entre
o
pôr
e
o
nascer
do
sol.
[Link]
363.
Para
uma
tripulação
simples
nos
horários
mistos,
a
hora
noturna
será
computada
como:
a)
51’30”
b)
52’30”
c)
53’30”
d)
54’30”
[Link]
363.
Para
uma
tripulação
simples
nos
horários
mistos,
a
hora
noturna
será
computada
como:
a)
51’30” b)
52’30”
c)
53’30”
d)
54’30”
[Link]
364.
Considera-‐se
reserva
o
período
em
que
o
aeronauta:
a)
fica
de
pronRdão
para
ter
que
assumir
quaisquer
aRvidades
designadas.
b)
permanece
em
local
de
sua
escolha,
à
disposição
da
sua
escala.
c)
fica
a
serviço,
fora
de
sua
base,
pronto
para
ser
solicitado.
d)
permanece
em
local
de
trabalho,
à
disposição
do
empregador.
[Link]
364.
Considera-‐se
reserva
o
período
em
que
o
aeronauta:
a)
fica
de
pronRdão
para
ter
que
assumir
quaisquer
aRvidades
designadas.
b)
permanece
em
local
de
sua
escolha,
à
disposição
da
sua
escala.
c)
fica
a
serviço,
fora
de
sua
base,
pronto
para
ser
solicitado.
d)
permanece
em
local
de
trabalho,
à
disposição
do
empregador.
[Link]
365.
As
10:00
de
uma
2ª
feira,
um
tripulante
apresentou-‐se
para
dar
início
às
suas
aRvidades.
Em
que
dia
e
hora
dar-‐se-‐á
a
sua
folga
obrigatória:
a)
2ª
feira
–
10:00
horas
b)
2ª
feira
–
22:00
horas
c)
domingo
–
22:00
horas
d)
domingo
–
10:00
horas
[Link]
365.
As
10:00
de
uma
2ª
feira,
um
tripulante
apresentou-‐se
para
dar
início
às
suas
aRvidades.
Em
que
dia
e
hora
dar-‐se-‐á
a
sua
folga
obrigatória:
a)
2ª
feira
–
10:00
horas
b)
2ª
feira
–
22:00
horas
c)
domingo
–
22:00
horas
d)
domingo
–
10:00
horas
[Link]
366.
O
tripulante
poderá
gozar
folga
fora
da
base:
a)
desde
que
avise
o
setor
de
escala.
b)
quando
esRver
publicada
na
escala.
c)
quando
a
folga
for
após
uma
jornada
de
11
horas.
d)
quando
o
tripulante
esRver
efetuando
um
curso
fora
da
base.
[Link]
366.
O
tripulante
poderá
gozar
folga
fora
da
base:
a)
desde
que
avise
o
setor
de
escala.
b)
quando
esRver
publicada
na
escala.
c)
quando
a
folga
for
após
uma
jornada
de
11
horas.
d)
quando
o
tripulante
esRver
efetuando
um
curso
fora
da
base.
[Link]
367.
O
repouso
após
uma
jornada,
inicia-‐se:
a)
na
chegada
ao
hotel.
b)
quando
param
os
motores,
após
o
úlRmo
pouso.
c)
no
momento
do
pouso,
na
escala
final
da
viagem.
d)
depois
de
passados
os
30
minutos
que
se
seguem
à
parada
final
dos
motores.
[Link]
367.
O
repouso
após
uma
jornada,
inicia-‐se:
a)
na
chegada
ao
hotel.
b)
quando
param
os
motores,
após
o
úlRmo
pouso.
c)
no
momento
do
pouso,
na
escala
final
da
viagem.
d)
depois
de
passados
os
30
minutos
que
se
seguem
à
parada
final
dos
motores.
[Link]
368.
A
folga
tem
início:
a)
depois
da
parada
e
corte
dos
motores,
finda
a
programação
do
dia.
b)
após
a
conclusão
do
repouso
da
jornada
c)
quando
o
tripulante
chega
em
sua
base.
d)
após
o
regresso
da
viagem.
[Link]
368.
A
folga
tem
início:
a)
depois
da
parada
e
corte
dos
motores,
finda
a
programação
do
dia.
b)
após
a
conclusão
do
repouso
da
jornada
c)
quando
o
tripulante
chega
em
sua
base.
d)
após
o
regresso
da
viagem.
[Link]
369.
Entende-‐se
por
jornada
mista:
a)
as
horas
de
trabalho
e
horas
de
vôo.
b)
a
que
abrange
períodos
diurnos
e
noturnos
de
trabalho.
c)
o
período
de
trabalho
do
aeronauta
durante
uma
programação.
d)
os
períodos
de
sobreaviso
e
reserva.
[Link]
369.
Entende-‐se
por
jornada
mista:
a)
as
horas
de
trabalho
e
horas
de
vôo.
b)
a
que
abrange
períodos
diurnos
e
noturnos
de
trabalho.
c)
o
período
de
trabalho
do
aeronauta
durante
uma
programação.
d)
os
períodos
de
sobreaviso
e
reserva.
[Link]
370.
O
número
de
folgas
mensais
não
poderá
ser
inferior
a:
a)
08
períodos
de
24h
b)
10
períodos
de
24h
c)
18
períodos
de
36h
d)
20
períodos
de
20h
[Link]
370.
O
número
de
folgas
mensais
não
poderá
ser
inferior
a:
a)
08
períodos
de
24h
b)
10
períodos
de
24h
c)
18
períodos
de
36h
d)
20
períodos
de
20h
[Link]
371.
O
número
máximo
de
períodos
consecuRvos
que
um
aeronauta
poderá
efetuar,
sem
acarretar
danos
na
sua
regulamentação,
é
de:
a)
4
períodos
b)
5
períodos
c)
6
períodos
d)
7
períodos
[Link]
371.
O
número
máximo
de
períodos
consecuRvos
que
um
aeronauta
poderá
efetuar,
sem
acarretar
danos
na
sua
regulamentação,
é
de:
a)
4
períodos
b)
5
períodos
c)
6
períodos
d)
7
períodos
[Link]
372.
O
espaço
de
tempo
entre
duas
jornadas,
denomina-‐se:
a)
viagem
b)
repouso
c)
calço-‐a-‐calço
d)
tempo
de
vôo
[Link]
372.
O
espaço
de
tempo
entre
duas
jornadas,
denomina-‐se:
a)
viagem
b)
repouso
c)
calço-‐a-‐calço
d)
tempo
de
vôo
[Link]
373.
O
repouso
assegurado
ao
aeronauta
de
uma
tripulação
de
revezamento,
após
uma
jornada
de
09
(nove)
horas,
será
de:
a)
12h
b)
16h
c)
20h
d)
24h
[Link]
373.
O
repouso
assegurado
ao
aeronauta
de
uma
tripulação
de
revezamento,
após
uma
jornada
de
09
(nove)
horas,
será
de:
a)
12h
b)
16h
c)
20h
d)
24h
[Link]
374.
O
repouso
assegurado
do
aeronauta
de
uma
tripulação
simples,
para
uma
jornada
de
até
12
(doze)
horas
será
de,
no
mínimo:
a)
9h
b)
10h
c)
11h
d)
12h
[Link]
374.
O
repouso
assegurado
do
aeronauta
de
uma
tripulação
simples,
para
uma
jornada
de
até
12
(doze)
horas
será
de,
no
mínimo:
a)
9h
b)
10h
c)
11h
d)
12h
[Link]
375.
O
repouso
assegurado
ao
aeronauta
de
uma
tripulação
composta,
após
uma
jornada
de
até
15
(quinze)
horas,
será
de,
no
mínimo:
a)
14h
b)
15h
c)
16h
d)
17h
[Link]
375.
O
repouso
assegurado
ao
aeronauta
de
uma
tripulação
composta,
após
uma
jornada
de
até
15
(quinze)
horas,
será
de,
no
mínimo:
a)
14h
b)
15h
c)
16h
d)
17h
[Link]
376.
O
repouso
está
diretamente
ligado
a
(ao):
a)
tripulação.
b)
horas
de
jornada
anterior.
c)
critério
da
empresa.
d)
critério
do
comandante.
[Link]
376.
O
repouso
está
diretamente
ligado
a
(ao):
a)
tripulação.
b)
horas
de
jornada
anterior.
c)
critério
da
empresa.
d)
critério
do
comandante.
[Link]
377.
O
espaço
de
tempo
em
que
o
aeronauta
fica
dispensado
de
qualquer
aRvidade
relacionada
com
seu
trabalho,
denomina-‐se
folga
e
deverá
ser,
no
mínimo,
de:
a)
20
horas
semanais
b)
24
horas
semanais
c)
36
horas
semanais
d)
48
horas
semanais
[Link]
377.
O
espaço
de
tempo
em
que
o
aeronauta
fica
dispensado
de
qualquer
aRvidade
relacionada
com
seu
trabalho,
denomina-‐se
folga
e
deverá
ser,
no
mínimo,
de:
a)
20
horas
semanais
b)
24
horas
semanais
c)
36
horas
semanais
d)
48
horas
semanais
[Link]
378.
Ocorrendo
o
cruzamento
de
3
(três)
fusos
horários
ou
mais
em
um
dos
senRdos
da
viagem,
o
tripulante
terá
direito
a
2
(duas)
horas
a
mais
de
repouso:
a)
no
seu
próximo
pernoite
b)
por
fuso
cruzado
no
pernoite
c)
quando
do
retorno
à
sua
base
d)
por
fuso
cruzado
quando
do
seu
retorno
à
sua
base.
[Link]
378.
Ocorrendo
o
cruzamento
de
3
(três)
fusos
horários
ou
mais
em
um
dos
senRdos
da
viagem,
o
tripulante
terá
direito
a
2
(duas)
horas
a
mais
de
repouso:
a)
no
seu
próximo
pernoite
b)
por
fuso
cruzado
no
pernoite
c)
quando
do
retorno
à
sua
base
d)
por
fuso
cruzado
quando
do
seu
retorno
à
sua
base.
[Link]
379.
Um
comissário
de
tripulação
simples
retornou
à
1:00
hora
de
uma
2ª
feira
e
teve
uma
jornada
superior
a
3
(três)
horas,
este
comissário
poderá
voar
na:
a)
2ª
feira
após
as
23:00
horas
b)
3ª
feira
a
parRr
das
5:00
horas
até
às
23:00
horas.
c)
2ª
feira
até
as
22:30
horas,
respeitando
o
seu
repouso
d)
3ª
feira
a
qualquer
hora,
inclusive
após
as
23:00
horas.
[Link]
379.
Um
comissário
de
tripulação
simples
retornou
à
1:00
hora
de
uma
2ª
feira
e
teve
uma
jornada
superior
a
3
(três)
horas,
este
comissário
poderá
voar
na:
a)
2ª
feira
após
as
23:00
horas
b)
3ª
feira
a
parRr
das
5:00
horas
até
às
23:00
horas.
c)
2ª
feira
até
as
22:30
horas,
respeitando
o
seu
repouso
d)
3ª
feira
a
qualquer
hora,
inclusive
após
as
23:00
horas.
[Link]
380.
O
úlRmo
período
de
folga
deve
terminar
dentro
do
mês,
ou
seja,
até
a
24ª
hora
do
úlRmo
dia
do
respecRvo
mês,
caso
contrário
o
aeronauta
não
completará
o
mínimo
legal.
Portanto,
para
que
isso
ocorra,
sabendo-‐se
que
esta
tripulação
é
simples,
o
corte
dos
motores
deverá
ser
as:
a)
11:30
horas
do
úlRmo
dia
do
mês.
b)
12:00
horas
do
úlRmo
dia
do
mês.
c)
11:30
horas
do
penúlRmo
dia
do
mês.
d)
12:00
horas
do
penúlRmo
dia
do
mês.
[Link]
380.
O
úlRmo
período
de
folga
deve
terminar
dentro
do
mês,
ou
seja,
até
a
24ª
hora
do
úlRmo
dia
do
respecRvo
mês,
caso
contrário
o
aeronauta
não
completará
o
mínimo
legal.
Portanto,
para
que
isso
ocorra,
sabendo-‐se
que
esta
tripulação
é
simples,
o
corte
dos
motores
deverá
ser
as:
a)
11:30
horas
do
úlRmo
dia
do
mês.
b)
12:00
horas
do
úlRmo
dia
do
mês.
c)
11:30
horas
do
penúlRmo
dia
do
mês.
d)
12:00
horas
do
penúlRmo
dia
do
mês.
[Link]
381.
O
aeronauta
é
responsável
pela
revalidação
de
seus
cerRficados,
portanto
deverá
informar
à
escala
de
vôo
as
respecRvas
datas
de
vencimento
de
seus
cerRficados
com
uma
antecedência
de:
a)
30
dias;
por
escrito.
b)
depende
do
cerRficado.
c)
15
dias,
podendo
ser
por
telefone
ou
por
escrito.
d)
60
dias,
por
escrito.
[Link]
381.
O
aeronauta
é
responsável
pela
revalidação
de
seus
cerRficados,
portanto
deverá
informar
à
escala
de
vôo
as
respecRvas
datas
de
vencimento
de
seus
cerRficados
com
uma
antecedência
de:
a)
30
dias;
por
escrito.
b)
depende
do
cerRficado.
c)
15
dias,
podendo
ser
por
telefone
ou
por
escrito.
d)
60
dias,
por
escrito.
[Link]
382.
Uma
tripulação
efetuou
uma
jornada
de
trabalho
de
16
(dezesseis)
horas,
logo
terá
assegurado
um
repouso
de:
a)
12h
b)
16h
c)
20h
d)
24h
[Link]
382.
Uma
tripulação
efetuou
uma
jornada
de
trabalho
de
16
(dezesseis)
horas,
logo
terá
assegurado
um
repouso
de:
a)
12h
b)
16h
c)
20h
d)
24h
[Link]
383.
Uma
tripulação
apresenta-‐se
para
dar
início
a
sua
jornada
às
04h30min
e
a
mesma
é
encerrada
às
17h30min.
O
repouso
desta
tripulação
deverá
ser
de:
a)
12h
b)
16h
c)
20h
d)
24h
[Link]
383.
Uma
tripulação
apresenta-‐se
para
dar
início
a
sua
jornada
às
04h30min
e
a
mesma
é
encerrada
às
17h30min.
O
repouso
desta
tripulação
deverá
ser
de:
a)
12h
b)
16h
c)
20h
d)
24h
[Link]
384.
Fora
da
base
contratual,
o
aeronauta
tem
acomodação
para
repouso
e
transporte,
sendo
que:
a)
o
aeronauta
paga
50%
b)
o
aeronauta
paga
80%
c)
é
por
conta
da
empresa
d)
é
descontado
na
folha
de
pagamento.
[Link]
384.
Fora
da
base
contratual,
o
aeronauta
tem
acomodação
para
repouso
e
transporte,
sendo
que:
a)
o
aeronauta
paga
50%
b)
o
aeronauta
paga
80%
c)
é
por
conta
da
empresa
d)
é
descontado
na
folha
de
pagamento.
[Link]
385.
Em
um
vôo
internacional
de
longa
distancia,
o
número
máximo
de
períodos
trabalhados
pode
ser
estendido
a
7,
em
casos
de:
a)
doença
de
passageiro
b)
necessidade
de
escala
c)
necessidade
do
comandante
d)
pane
ou
aeroportos
fechados
[Link]
385.
Em
um
vôo
internacional
de
longa
distancia,
o
número
máximo
de
períodos
trabalhados
pode
ser
estendido
a
7,
em
casos
de:
a)
doença
de
passageiro
b)
necessidade
de
escala
c)
necessidade
do
comandante
d)
pane
ou
aeroportos
fechados
[Link]
386.
Nas
situações
em
que
o
comandante
precisa
aumentar
em
60
minutos
o
limite
de
uma
jornada
de
sua
tripulação,
após
ter
sido
entregue
à
empresa
o
seu
relatório,
esta
deverá
encaminhá-‐lo
para
o
DAC,
no
prazo
de:
a)
24
horas
b)
24
dias
c)
30
dias
d)
15
dias
[Link]
386.
Nas
situações
em
que
o
comandante
precisa
aumentar
em
60
minutos
o
limite
de
uma
jornada
de
sua
tripulação,
após
ter
sido
entregue
à
empresa
o
seu
relatório,
este
deverá
encaminhá-‐lo
para
o
DAC,
no
prazo
de:
a)
24
horas
b)
24
dias
c)
30
dias
d)
15
dias
[Link]
387.
Quando
o
tripulante
tem
folga
fora
da
base,
em
caso
de
curso
de
mais
de
30
dias,
a
empresa
deverá
assegurar
no
seu
regresso
uma
licença
de:
a)
1
dia
para
cada
dia
fora
de
casa.
b)
1
dia
para
cada
8
dias
fora
da
base.
c)
1
dia
para
cada
15
dias
fora
da
base
no
1º
final
de
semana
disponível.
d)
1
dia
para
casa
15
dias
fora
da
base,
não
podendo
ser
sábado,
domingo
ou
feriado.
[Link]
387.
Quando
o
tripulante
tem
folga
fora
da
base,
em
caso
de
curso
de
mais
de
30
dias,
a
empresa
deverá
assegurar
no
seu
regresso
uma
licença
de:
a)
1
dia
para
cada
dia
fora
de
casa.
b)
1
dia
para
cada
8
dias
fora
da
base.
c)
1
dia
para
cada
15
dias
fora
da
base
no
1º
final
de
semana
disponível.
d)
1
dia
para
casa
15
dias
fora
da
base,
não
podendo
ser
sábado,
domingo
ou
feriado.
[Link]
388.
Do
limite
mínimo
de
8
folgas
por
mês:
a)
4
terão
que
ser
segundas
b)
as
folgas
serão
integralmente
na
mesma
semana.
c)
não
existe
critério
algum
para
distribuição
total
dessas
folgas.
d)
2
terão
que
obrigatoriamente,
abranger
um
sábado
ou
domingo
integralmente
(folga
social)
[Link]
388.
Do
limite
mínimo
de
8
folgas
por
mês:
a)
4
terão
que
ser
segundas
b)
as
folgas
serão
integralmente
na
mesma
semana.
c)
não
existe
critério
algum
para
distribuição
total
dessas
folgas.
d)
2
terão
que
obrigatoriamente,
abranger
um
sábado
ou
domingo
integralmente
(folga
social)
[Link]
389.
É
permiRdo
ao
aeronauta
converter
suas
férias
em
abono
pecuniário:
a)
exceto
com
autorização
da
chefia.
b)
com
exceção
dos
casos
de
rescisão
de
contrato
c)
desde
que
solicitado
com
30
dias
de
antecedência.
d)
pois
o
Comando
da
AeronáuRca
assegura
em
direito
[Link]
389.
É
permiRdo
ao
aeronauta
converter
suas
férias
em
abono
pecuniário:
a)
exceto
com
autorização
da
chefia.
b)
com
exceção
dos
casos
de
rescisão
de
contrato
c)
desde
que
solicitado
com
30
dias
de
antecedência.
d)
pois
o
Comando
da
AeronáuRca
assegura
em
direito
[Link]
390.
Complete
as
afirmações
idenRficando
a
alternaRva
verdadeira:
A
alimentação
assegurada
ao
tripulante,
quando
em
vôo,
deverá
ser
servida
com
intervalos
máximos
de
...............e
quando
em
terra
e
após
a
parada
dos
motores,
terá
a
duração
mínima
de
...............e
máxima
de
...............
a)
3
horas,
30
minutos,
45
minutos.
b)
3
horas,
45
minutos,
60
minutos.
c)
4
horas,
30
minutos,
45
minutos.
d)
4
horas,
45
minutos,
60
minutos.
[Link]
390.
Complete
as
afirmações
idenRficando
a
alternaRva
verdadeira:
A
alimentação
assegurada
ao
tripulante,
quando
em
vôo,
deverá
ser
servida
com
intervalos
máximos
de
...............e
quando
em
terra
e
após
a
parada
dos
motores,
terá
a
duração
mínima
de
...............e
máxima
de
...............
a)
3
horas,
30
minutos,
45
minutos.
b)
3
horas,
45
minutos,
60
minutos.
c)
4
horas,
30
minutos,
45
minutos.
d)
4
horas,
45
minutos,
60
minutos.
[Link]
391.
A
remuneração
do
aeronauta
além
do
salário
é
composta
por:
a)
hora
extra
e
abono.
b)
ajuda
de
custo
e
diária
c)
graRficação
de
cargo
e
diária.
d)
graRficação
de
cargo
e
hora
extra.
[Link]
391.
A
remuneração
do
aeronauta
além
do
salário
é
composta
por:
a)
hora
extra
e
abono.
b)
ajuda
de
custo
e
diária
c)
graRficação
de
cargo
e
diária.
d)
graRficação
de
cargo
e
hora
extra.
[Link]
392.
Transferência
permanente
é
o
deslocamento
do
aeronauta
de
sua
base,
por
período
superior
a:
a)
90
dias
com
mudança
de
domicílio
b)
90
dias
sem
mudança
de
domicílio
c)
120
dias
com
mudança
de
domicílio
d)
120
dias
sem
mudança
de
domicílio
[Link]
392.
Transferência
permanente
é
o
deslocamento
do
aeronauta
de
sua
base,
por
período
superior
a:
a)
90
dias
com
mudança
de
domicílio
b)
90
dias
sem
mudança
de
domicílio
c)
120
dias
com
mudança
de
domicílio
d)
120
dias
sem
mudança
de
domicílio
[Link]
393.
Transferência
provisória,
para
efeitos
legais,
é
o
deslocamento
do
aeronauta
de
sua
base,
por
período
mínimo
de:
a)
30
dias,
máximo
de
60
dias.
b)
30
dias,
máximo
de
90
dias.
c)
30
dias,
máximo
de
120
dias.
d)
60
dias,
máximo
de
120
dias.
[Link]
393.
Transferência
provisória,
para
efeitos
legais,
é
o
deslocamento
do
aeronauta
de
sua
base,
por
período
mínimo
de:
a)
30
dias,
máximo
de
60
dias.
b)
30
dias,
máximo
de
90
dias.
c)
30
dias,
máximo
de
120
dias.
d)
60
dias,
máximo
de
120
dias.
[Link]
394.
A
publicação
da
escala
de
vôo
deverá
ser,
no
mínimo:
a)
mensal
b)
semanal
c)
quinzenal
d)
bimestral
[Link]
394.
A
publicação
da
escala
de
vôo
deverá
ser,
no
mínimo:
a)
mensal
b)
semanal
c)
quinzenal
d)
bimestral
[Link]
395.
Quando
o
comissário
não
puder
cumprir
sua
programação
por
moRvos
parRculares,
deverá
avisar
a
escala
de
vôo:
a)
até
a
hora
do
vôo.
b)
até
30
minutos
após
o
vôo.
c)
até
60
minutos
após
o
vôo.
d)
com
a
maior
antecedência
possível.
[Link]
395.
Quando
o
comissário
não
puder
cumprir
sua
programação
por
moRvos
parRculares,
deverá
avisar
a
escala
de
vôo:
a)
até
a
hora
do
vôo.
b)
até
30
minutos
após
o
vôo.
c)
até
60
minutos
após
o
vôo.
d)
com
a
maior
antecedência
possível.
[Link]
396.
As
peças
do
uniforme
do
aeronauta
e
os
equipamentos
exigidos
em
sua
aRvidade
profissional,
serão
fornecidas:
a)
50%
pela
empresa
e
50%
pelo
aeronauta.
b)
80
%
pela
empresa
e
20%
pelo
aeronauta.
c)
pela
empresa,
sem
ônus
para
o
aeronauta.
d)
pelo
próprio
aeronauta,
segundo
modelo
fornecido
pela
empresa.
[Link]
396.
As
peças
do
uniforme
do
aeronauta
e
os
equipamentos
exigidos
em
sua
aRvidade
profissional,
serão
fornecidas:
a)
50%
pela
empresa
e
50%
pelo
aeronauta.
b)
80
%
pela
empresa
e
20%
pelo
aeronauta.
c)
pela
empresa,
sem
ônus
para
o
aeronauta.
d)
pelo
próprio
aeronauta,
segundo
modelo
fornecido
pela
empresa.
[Link]
397.
O
tempo
de
deslocamento
de
sua
base
por
um
período
superior
a
120
dias,
é
para
o
aeronauta,
transferência:
a)
provisória
sem
mudança
de
domicílio.
b)
provisória
com
mudança
de
domicílio.
c)
permanente
sem
mudança
de
domicílio.
d)
permanente
com
mudança
de
domicílio.
[Link]
397.
O
tempo
de
deslocamento
de
sua
base
por
um
período
superior
a
120
dias,
é
para
o
aeronauta,
transferência:
a)
provisória
sem
mudança
de
domicílio.
b)
provisória
com
mudança
de
domicílio.
c)
permanente
sem
mudança
de
domicílio.
d)
permanente
com
mudança
de
domicílio.
[Link]
398.
A
escala
de
vôo
de
um
tripulante
é
divulgada
com
antecedência
mínima
de:
a)
2
dias
para
a
primeira
semana
e
7
dias
para
as
demais
b)
4
dias
para
a
primeira
semana
e
7
dias
para
as
demais
c)
7
dias
para
a
primeira
semana
e
2
dias
para
as
demais
d)
7
dias
para
a
primeira
semana
e
4
dias
para
as
demais
[Link]
398.
A
escala
de
vôo
de
um
tripulante
é
divulgada
com
antecedência
mínima
de:
a)
2
dias
para
a
primeira
semana
e
7
dias
para
as
demais
b)
4
dias
para
a
primeira
semana
e
7
dias
para
as
demais
c)
7
dias
para
a
primeira
semana
e
2
dias
para
as
demais
d)
7
dias
para
a
primeira
semana
e
4
dias
para
as
demais
[Link]
399.
Segundo
a
Lei
n°
7.183,
a
noRficação
a
ser
feita
pelo
empregador
ao
aeronauta
em
caso
de
uma
transferência
provisória,
deverá
ser
dada
com
antecedência
mínima
de:
a)
7
dias
b)
15
dias
c)
30
dias
d)
60
dias
[Link]
399.
Segundo
a
Lei
n°
7.183,
a
noRficação
a
ser
feita
pelo
empregador
ao
aeronauta
em
caso
de
uma
transferência
provisória,
deverá
ser
dada
com
antecedência
mínima
de:
a)
7
dias
b)
15
dias
c)
30
dias
d)
60
dias
[Link]
400.
Os
limites
das
horas
de
vôo
para
aviões
turboélice,
pó
mês,
trimestre
ou
ano,
não
poderá
exceder
respecRvamente
a:
a)
85h
–
230h
–
850h.
b)
100h
–
255h
–
935h.
c)
100h
–
270h
–
1000h.
d)
90h
–
260h
–
960h.
[Link]
400.
Os
limites
das
horas
de
vôo
para
aviões
turboélice,
pó
mês,
trimestre
ou
ano,
não
poderá
exceder
respecRvamente
a:
a)
85h
–
230h
–
850h.
b)
100h
–
255h
–
935h.
c)
100h
–
270h
–
1000h.
d)
90h
–
260h
–
960h.
[Link]