UNIVERSIDADE PÚNGUÈ
Faculdade de Letras, Ciências Sociais e Humanas
Frases simples e complexas
Licenciatura em Ensino de Inglȇs
Trabalho Científico
Albino Mateus Massatonga
Bernardo Francisco Como
Erasmo Alberto Farneira
France Isaque Sabão Ndlovu
Lusineide Vitor Whate
Marcos Simon Daniel
Marta Issaca Jona
Nelson Eugȇnio Limpo
Taurai Filipe Samuel
Chimoio
Outubro, 2024
Albino Mateus Massatonga
Bernardo Francisco Como
Erasmo Alberto Farneira
France Isaque Sabão Ndlovu
Lusineide Vitor Whate
Marcos Simon Daniel
Marta Issaca Jona
Nelson Eugȇnio Limpo
Taurai Filipe Samuel
Frases simples e complexas
Trabalho de Carácter Avaliativo da cadeira de Tecnica de
Expressão da Língua Portuguesa a ser Apresentado a
Faculdade de de Letras, Ciências Sociais e Humanas curso
de Licenciatura em Ensino de Inglȇs 1º ano sob a
Orientação do Docente: Inácio do Rosario
Chimoio
Outubro, 2024
Índice
1.1 Objectivos..............................................................................................................................3
1.1.1 Geral:...............................................................................................................................3
1.1.2 Específicos:.....................................................................................................................3
1.2 Metodologia...........................................................................................................................3
2 Revisão de literatura.....................................................................................................................4
2.1 Frases simples............................................................................................................................4
2.2 Frases complexas.......................................................................................................................4
2.3 Tipos de Orações....................................................................................................................5
2.3.1 Orações coordenadas.......................................................................................................5
2.3.2 Tipos de orações coordenadas.........................................................................................5
2.3.3 Orações subordinadas......................................................................................................8
2.3.4 Tipos de orações subordinadas........................................................................................8
3 Conclusão...................................................................................................................................13
Referências bibliográficas.............................................................................................................14
3
1 Introdução
A linguagem humana é uma ferramenta poderosa que permite a comunicação de
pensamentos e ideias complexas. Entre os diversos elementos que compõem a estrutura das
frases, as frases complexas desempenham um papel fundamental na construção do significado.
Estas frases, que se caracterizam pela combinação de orações independentes e dependentes, são
fundamentais para a expressão de relações temporais, causais e condicionais. A coordenação e a
subordinação são duas estratégias linguísticas essenciais que possibilitam essa complexidade.
1.1 Objectivos
1.1.1 Geral:
Analisar a estrutura e o uso de frases complexas, com ênfase nas relações de coordenação
e subordinação, visando compreender como essas construções influenciam a clareza e a
eficácia da comunicação escrita.
1.1.2 Específicos:
Investigar as diferentes formas de coordenação e subordinação em frases complexas.
Avaliar o impacto do uso de frases complexas na compreensão leitora,
1.2 Metodologia
Para a realização do presente trabalho, usou-se a pesquisa bibliográfica para obtenção
de livros e dissertações com temas relacionadas a Psicologia. A pesquisa científica com a
metodologia de pesquisa bibliográfica inicia-se por meio de uma revisão da literatura de obras já
existentes, no intuito de auxiliar o pesquisador na delimitação do tema e na contextualização do
objecto problema.
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2 Revisão de literatura
2.1 Frases simples
Segundo Moraes,J, & Santos,F,R (2022),frases simples são aquelas que possuem
apenas uma oração, ou seja, apresentam uma única ideia completa. Elas geralmente contêm um
sujeito e um predicado, formando uma estrutura clara e direta. As frases simples são
fundamentais na comunicação, pois transmitem informações de maneira concisa.
Exemplos de frases simples:
gato dorme
(Sujeito: "O gato"; Predicado: "dorme")
Ela estuda todos os dias.
(Sujeito: "Ela"; Predicado: "estuda todos os dias")
A chuva começou a cair.
(Sujeito: "A chuva"; Predicado: "começou a cair")
Nós vamos ao cinema amanhã.
(Sujeito: "Nós"; Predicado: "vamos ao cinema amanhã")
2.2 Frases complexas
Nas palavras de Bechara,E (2018) frases complexas são estruturas que contêm mais
de uma oração, sendo compostas por uma oração principal e uma ou mais orações subordinadas.
Essas orações subordinadas dependem da principal para completar seu sentido e podem
desempenhar diferentes funções, como sujeito, objeto, ou complemento. As frases complexas são
importantes para a comunicação escrita e falada, pois permitem a expressão de ideias mais
elaboradas e relações entre diferentes informações.
Exemplos de frases complexas:
Quando fui ao mercado, encontrei um amigo.
(Aqui, "Quando fui ao mercado" é a oração subordinada que indica tempo, e "encontrai
um amigo" é a oração principal.)
Ela disse que viria à festa se não chovesse.
(A oração subordinada "que viria à festa" funciona como objeto da oração principal
"Ela disse", e "se não chovesse" é uma condição.)
livro que você me emprestou é muito interessante.
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(A oração subordinada "que você me emprestou" complementa o sujeito "O livro",
especificando qual livro está sendo mencionado.)
2.3 Tipos de Orações
Orações coordenadas
Orações subordinadas
2.3.1 Orações coordenadas
Segundo Freitas,M,C. (2021),orações coordenadas são aquelas que se unem em uma
mesma estrutura sintática, mas que possuem sentido completo de forma independente. Ou seja,
cada oração coordenada pode funcionar como uma frase isolada, mas juntas, elas formam uma
ideia mais complexa. A coordenação é feita por meio de conjunções coordenativas, que podem
ser aditivas, adversativas, alternativas, causais ou conclusivas.
Exemplos de orações coordenadas:
A Maria gosta de ler, e o João prefere assistir filmes.
(Aqui, "A Maria gosta de ler" e "o João prefere assistir filmes" são orações
independentes unidas pela conjunção aditiva "e".)
Ele queria ir à festa, mas estava muito cansado.
(As orações "Ele queria ir à festa" e "mas estava muito cansado" estão ligadas pela
conjunção adversativa "mas".)
Você pode escolher entre pizza ou sushi.
(As orações "Você pode escolher entre pizza" e "ou sushi" estão ligadas pela conjunção
alternativa "ou".)
2.3.2 Tipos de orações coordenadas
Orações coordenadas copulativas
Nas palavras de Freitas (2021),orações coordenadas copulativas são um tipo específico
de orações coordenadas que expressam uma adição ou soma de ideias. Elas são unidas por
conjunções copulativas, sendo a mais comum a conjunção "e". Essas orações têm a função de
conectar duas ou mais proposições que se complementam, sem estabelecer uma relação de
oposição ou exclusão entre elas.
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Exemplos de orações coordenadas copulativas:
Ele estuda para a prova, e ela trabalha no projeto.
(As duas orações expressam ações que ocorrem simultaneamente.)
Sol brilha, e o céu está limpo.
(Aqui, as duas afirmações são positivas e se somam.)
Gostamos de viajar, e também apreciamos conhecer novas culturas.
(As orações indicam gostos que se complementam.)
Orações coordenadas adversativas
Nas palavras de Freitas (2021),orações coordenadas adversativas são aquelas que
expressam uma oposição ou contraste entre as ideias que contêm. Elas são unidas por conjunções
adversativas, como "mas", "porém", "todavia", "contudo" e "entretanto". Essas conjunções
indicam que, embora uma ideia seja verdadeira, a outra apresenta uma situação ou uma
perspectiva diferente.
Exemplos de orações coordenadas adversativas:
Queria ir ao cinema, mas estava muito cansado.
(Aqui, "Queria ir ao cinema" é a primeira ideia, e "mas estava muito cansado" apresenta
um contraste.)
Ela estudou bastante, porém não passou na prova.
(A segunda oração contrasta com o esforço mencionado na primeira.)
Dia estava ensolarado, todavia decidimos ficar em casa.
(Apesar do tempo bom, a decisão de ficar em casa é apresentada como um contraste.)
Orações coordenadas disjuntivas
Segundo Pereira.L. (2016),orações coordenadas disjuntivas são aquelas que apresentam
uma alternativa ou escolha entre duas ou mais ideias. Elas são unidas por conjunções disjuntivas,
sendo as mais comuns "ou", "ou... ou", "quer... quer" e "seja... seja". Essas orações indicam que
uma das opções deve ser escolhida, mas não ambas ao mesmo tempo.
Exemplos de orações coordenadas disjuntivas:
Você prefere café ou chá?
(Aqui, a escolha é entre duas opções: café ou chá.)
Ou você estuda agora, ou terá dificuldades na prova.
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(As duas possibilidades são apresentadas como alternativas, onde uma deve ser
escolhida.)
Queremos viajar para o Brasil, ou vamos para a Argentina.
(As duas opções de destino são alternativas entre si.)
Orações coordenadas conclusivas
Segundo Oliveira.T, (2016) orações coordenadas conclusivas são aquelas que expressam
uma consequência ou resultado de uma ideia apresentada anteriormente. Elas são unidas por
conjunções conclusivas, sendo as mais comuns "portanto", "por isso", "assim", "logo" e "então".
Essas orações indicam que a segunda proposição é uma conclusão que se deriva da primeira.
Exemplos de orações coordenadas conclusivas:
Estudou muito, portanto passou na prova.
(A segunda oração é a consequência direta do esforço de estudar.)
Ela se dedicou ao projeto, por isso foi promovida.
(Aqui, a promoção é a conclusão do esforço e dedicação.)
Estava chovendo, assim decidimos cancelar o passeio.
(A decisão de cancelar o passeio é uma consequência da chuva.)
Orações coordenadas explicativas
Nas palavras de Oliveira, (2026),orações coordenadas explicativas são aquelas que
fornecem uma explicação ou justificativa para uma ideia apresentada anteriormente. Elas são
unidas por conjunções explicativas, sendo as mais comuns "porque", "pois", "que" e
"porquanto". Essas orações ajudam a clarificar o motivo de uma afirmação ou ação.
Exemplos de orações coordenadas explicativas:
Não fui à festa, porque estava doente.
(A segunda oração explica a razão pela qual não compareceu à festa.)
Ele não gosta de frio, pois prefere o calor do verão.
(Aqui, a explicação para não gostar do frio está relacionada à preferência pelo calor.)
time perdeu o jogo, que foi inesperado para todos.
(A segunda oração fornece uma explicação sobre a perda do jogo.)
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2.3.3 Orações subordinadas
Segundo Silva,A.R e Martins. (2023), orações subordinadas são aquelas que dependem
de uma oração principal para ter sentido completo. Elas não podem existir sozinhas, pois sua
compreensão está atrelada à ideia expressa na oração principal. As orações subordinadas são
introduzidas por conjunções subordinativas, pronomes relativos ou advérbios.
Eexemplo:
Eu espero que você venha à festa.
- Oração principal: "Eu espero"
- Oração subordinada substantiva: "que você venha à festa"
Neste exemplo, a oração subordinada "que você venha à festa" funciona como o objeto
direto do verbo "espero". Ela não tem sentido completo sozinha e depende da oração principal
para fazer sentido.
2.3.4 Tipos de orações subordinadas
Orações subordinadas temporais
Nas palavras de Martins (2023),orações subordinadas temporais são um tipo de oração
subordinada adverbial que indicam uma relação de tempo entre a ação da oração principal e a
ação expressa na oração subordinada. Elas respondem a perguntas como "quando?" e são
introduzidas por conjunções temporais como "quando", "enquanto", "assim que", "antes que",
"depois que", entre outras.
Exemplos de orações subordinadas temporais:
Quando eu cheguei, a festa já tinha começado.
(A oração subordinada "Quando eu cheguei" indica o momento em que a ação da
oração principal ocorreu.)
Ela estudou bastante antes que o exame começasse.
(Aqui, a oração "antes que o exame começasse" estabelece uma relação temporal com a
ação de estudar.)
Assim que terminar o trabalho, vou ao cinema.
(A oração subordinada "Assim que terminar o trabalho" indica quando a ação de ir ao
cinema acontecerá.)
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Orações subordinadas causais
Segundo Silva.A.R,(2023),orações subordinadas causais são um tipo de oração
subordinada adverbial que expressam a causa ou o motivo de uma ação apresentada na oração
principal. Elas respondem à pergunta "por quê?" e são introduzidas por conjunções causais como
"porque", "já que", "uma vez que", "visto que", entre outras.
Exemplos de orações subordinadas causais:
Ela não foi à festa porque estava doente.
(A oração subordinada "porque estava doente" explica a razão pela qual ela não
compareceu à festa.)
Ele se despediu, uma vez que tinha que ir embora cedo.
(Aqui, "uma vez que tinha que ir embora cedo" justifica a ação de se despedir.)
Não conseguimos jogar, visto que começou a chover.
(A oração "visto que começou a chover" indica a causa da impossibilidade de jogar.)
Orações subordinadas finais
Nas palavras de Martins, (2023),orações subordinadas finais são um tipo de oração
subordinada adverbial que expressam a finalidade ou o objetivo de uma ação apresentada na
oração principal. Elas respondem à pergunta "para quê?" e são introduzidas por conjunções como
"para que", "a fim de que", "para", "com o intuito de", entre outras.
Exemplos de orações subordinadas finais:
Estudei bastante para que você não se preocupasse.
(A oração subordinada "para que você não se preocupasse" indica a finalidade do
estudo.)
Ele saiu cedo a fim de que pudesse pegar o ônibus.
(Aqui, "a fim de que pudesse pegar o ônibus" explica o objetivo de sair cedo.)
Ela fala devagar para que todos possam entender.
(A oração "para que todos possam entender" mostra a razão pela qual ela fala devagar.)
Orações subordinadas condicionais
Segundo Celso,A.M, e Lima,R.S (2020),orações subordinadas condicionais são um tipo
de oração subordinada adverbial que expressam uma condição necessária para que a ação da
oração principal ocorra. Elas respondem à pergunta "sob qual condição?" e são introduzidas por
conjunções como "se", "caso", "desde que", "a menos que", entre outras.
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Exemplos de orações subordinadas condicionais:
Se você estudar, passará no exame.
(A oração subordinada "Se você estudar" estabelece a condição para passar no exame.)
Caso chova, a festa será cancelada.
(Aqui, "Caso chova" indica a condição que levaria ao cancelamento da festa.)
Você pode ir ao cinema desde que termine suas tarefas.
(A oração "desde que termine suas tarefas" condiciona a ida ao cinema à conclusão das
tarefas.)
Orações subordinadas comparativas
Nas palavrs de Celso,A.M (2020),orações subordinadas comparativas são um tipo de
oração subordinada que expressam uma comparação entre a ação ou estado da oração principal e
a ação ou estado da oração subordinada. Elas costumam ser introduzidas por conjunções como
"como", "assim como", "tal como", "mais do que", entre outras.
Exemplos de orações subordinadas comparativas:
Ele é mais inteligente do que você pensa.
(A oração subordinada "do que você pensa" compara a inteligência dele com a
percepção que a pessoa tem.)
Ela canta como um profissional.
(Aqui, "como um profissional" compara a forma de cantar dela à de um cantor
profissional.)
Assim como você, eu também gosta de viajar.
(A oração "assim como você" estabelece uma comparação entre os gostos de duas
pessoas.)
Orações subordinadas consecutivas
Segundo Freitas,M.C (2020) orações subordinadas consecutivas são um tipo de oração
subordinada adverbial que indicam a consequência de uma ação expressa na oração principal.
Elas respondem à pergunta "com que consequência?" e são introduzidas por conjunções como
"que", "de modo que", "de sorte que", "tanto que", entre outras.
Exemplos de orações subordinadas consecutivas:
Ele estudou tanto que passou em primeiro lugar.
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(A oração subordinada "que passou em primeiro lugar" indica a consequência do estudo
intenso.)
Fazia tanto frio que decidimos ficar em casa.
(Aqui, "que decidimos ficar em casa" mostra a consequência do frio intenso.)
Ela falou de modo que todos entenderam a mensagem.
(Neste caso, "de modo que todos entenderam a mensagem" expressa a consequência da
forma como ela falou.)
Orações subordinadas concessivas
Segundo Silva,A.R (2023),orações subordinadas concessivas são um tipo de oração
subordinada adverbial que expressam uma ideia de concessão, ou seja, indicam que, apesar de
uma condição ou circunstância, a ação da oração principal ainda ocorre. Elas geralmente são
introduzidas por conjunções como "embora", "ainda que", "mesmo que", "se bem que", entre
outras.
Exemplos de orações subordinadas concessivas:
Embora estivesse chovendo, fomos ao parque.
(A oração subordinada "embora estivesse chovendo" mostra a concessão da chuva em
relação à decisão de ir ao parque.)
Mesmo que você não concorde, eu vou continuar.
(Aqui, "mesmo que você não concorde" indica a concessão em relação à continuidade
da ação.)
Se bem que ele trabalhe muito, não consegue economizar.
(Neste caso, a oração subordinada "se bem que ele trabalhe muito" expressa a
concessão em relação à dificuldade de economizar.)
Orações subordinadas integrantes
Segundo Maraes,J.P (2022),orações subordinadas integrantes são um tipo de oração
subordinada que funcionam como um complemento da oração principal, geralmente
introduzindo uma ideia de conteúdo ou uma informação necessária para completar o sentido do
verbo. Elas são normalmente introduzidas por conjunções como "que" ou "se".
Exemplos de orações subordinadas integrantes:
Eu sei que você gosta de música.
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(A oração subordinada "que você gosta de música" complementa o verbo "sei",
indicando o que é sabido.)
Ela perguntou se eu viria à festa.
(Aqui, "se eu viria à festa" é a informação necessária para entender o que foi
perguntado.)
É importante que você estude para a prova.
(A oração "que você estude para a prova" completa o sentido da afirmação sobre a
importância.)
Orações subordinadas relativas
Segundo santos,F.R (2022),orações subordinadas relativas são um tipo de oração que
servem para caracterizar ou especificar um substantivo mencionado na oração principal. Elas são
introduzidas por pronomes relativos como "que", "quem", "cujo", "onde", "quando", entre outros.
Essas orações têm a função de fornecer informações adicionais sobre o substantivo, ajudando a
esclarecer ou detalhar o que está sendo dito.
Exemplos de orações subordinadas relativas:
livro que você me emprestou é muito interessante.
(A oração subordinada "que você me emprestou" especifica qual livro está sendo
mencionado.)
A pessoa quem eu encontrei no parque era sua amiga.
(Aqui, "quem eu encontrei no parque" caracteriza a pessoa em questão.)
A casa cuja porta está aberta pertence ao meu vizinho.
(A oração "cuja porta está aberta" fornece uma informação adicional sobre a casa.)
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3 Conclusão
As frases complexas, que englobam tanto a coordenação quanto a subordinação, são
fundamentais para a construção de um discurso mais elaborado e rico em significados. A
coordenação se dá quando duas ou mais orações independentes são unidas por conjunções
coordenativas, permitindo que ideias distintas sejam apresentadas de maneira equitativa e clara.
Por exemplo, em uma frase como "Eu fui ao mercado, e comprei frutas", observamos como as
duas ações estão relacionadas, mas são autô[Link] outro lado, a subordinação envolve a
relação de dependência entre orações, onde uma oração (subordinada) complementa ou
especifica o sentido da oração principal. Esse tipo de estrutura é essencial para expressar nuances
de pensamento, condições, concessões e informações adicionais. Frases como "Embora estivesse
cansado, fui ao cinema" exemplificam como uma ideia pode ser subordinada à outra,
enriquecendo o conteúdo da comunicação.
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Referências bibliográficas
Bechara, E. (2018). Gramática da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira.
Elso, A. M., & Lima, R. S. (2020). Estruturas complexas na língua portuguesa: coordenação e
subordinação. São Paulo: Editora Moderna.
Freitas, M. C. (2021). Análise sintática das orações complexas. Belo Horizonte: Editora UFMG.
Moraes, J. P., & SANTOS, F. R. (2022). Linguística e gramática: relações entre frases simples e
complexas. Curitiba: Editora Positivo.
Oliveira, T., & PEREIRA, L. (2016). Frases complexas na prática pedagógica. Porto Alegre:
Editora PUC-RS.
Silva, A. R., & Martins, E. (2023). O uso da coordenação e subordinação em textos acadêmicos.
Florianópolis: Editora UFSC.