CAD
DRGE
Dr. Felipe Alexandre Fernandes
Julia Finardi - juliafinardi@[Link] - 07654349971
USP 2024
Homem de 34 anos, cantor, refere queixa de pirose e regurgitação de longa data
com rouquidão frequente que atrapalha a sua atividade laborativa. Realizou
endoscopia digestiva alta que demonstrou esofagite grau C de Los Angeles e
presença de hérnia de hiato. Ao exame físico abdominal, sem dor à palpação ou
visceromegalias. IMC = 23 kg/m². Após uso de esomeprazol em dose otimizada,
apresenta melhora dos sintomas, mas fica dependente da medicação para
controle dos sintomas. Com relação ao caso, assinale a alternativa correta.
A) O diagnóstico de doença do refluxo gastroesofágico é provável, e o paciente
deverá ser encaminhado para tratamento fonoaudiológico e realização obrigatória da
pHmetria esofágica para a confirmação do diagnóstico.
B) O diagnóstico de doença do refluxo gastroesofágico pode ser considerado,
havendo indicação formal para reabilitação com exercícios de fonoaudiologia, perda
de peso e dieta restritiva.
C) O diagnóstico de doença do refluxo gastroesofágico pode ser considerado, e
existe indicação formal para tratamento endoscópico como ponte para tratamento
cirúrgico.
D) O diagnóstico de doença do refluxo gastroesofágico é provável, e o tratamento
cirúrgico pode ser uma alternativa, após a realização de manometria esofágica.
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ENARE - EXAME NACIONAL DE RESIDÊNCIA / EBSERH
Paciente com queixa de pirose, azia e regurgitações procura orientações sobre
possível diagnóstico de Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) e
tratamento. Assinale a alternativa que apresenta somente informações corretas
que poderão ser fornecidas a esse paciente.
A) O exame padrão-ouro para o diagnóstico é a endoscopia digestiva alta. A DRGE
pode ser causada por hérnia hiatal tipo I, chamada de hérnia de rolamento.
B) O melhor exame para o diagnóstico é a manometria. A DRGE pode ser causada
por hérnia hiatal do tipo II, chamada por hérnia por deslizamento.
C) O melhor exame para o diagnóstico é a pHmetria de 24h. A DRGE pode ser
causada por hérnia hiatal do tipo II,chamada de hérnia de rolamento.
D) O melhor exame para o diagnóstico é a esofagografia. A DRGE pode ser
causada por hérnia hiatal do tipo II,chamada de hérnia de rolamento.
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AMP - PR - ASSOCIAÇÃO MÉDICA DO PARANÁ
Sobre a Doença do Refluxo Gastroesofágico, (DRGE) assinale a alternativa
correta. I - Dentre os sinais de alarme encontram-se odinofagia, vômitos
recorrentes, sangramento gastrointestinal e história familiar de câncer gástrico. II
- Sintomas típicos – pirose e regurgitação – podem ser tratados empiricamente
sem a necessidade de realização de endoscopia digestiva alta na ausência de
sinais de alarme. III - A manometria esofágica pode ser solicitada em pacientes
candidatos a tratamento cirúrgico para DRGE, visto que a pressão alta do
esfíncter esofágico inferior é preditor de falha ao tratamento farmacológico.
A) As afirmativas I e II são verdadeiras. A afirmativa III é falsa.
B) As afirmativas I e III são verdadeiras. A afirmativa II é falsa.
C) As afirmativas II e III são verdadeiras. A afirmativa I é falsa
D) As afirmativas I, II e III são verdadeiras.
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Paciente do sexo masculino, 32 anos, IMC = 28 Kg/m2, refere sintomas de pirose e
regurgitação de longa data, com boa resposta ao tratamento com IBPs. Os sintomas vêm se
agravando no último ano, quando ganhou 10 Kg e passou a necessitar de medicação diária.
Procura o ambulatório de cirurgia digestiva para se informar sobre a possibilidade de realizar
uma cirurgia antirrefluxo. Traz os seguintes exames endoscópicos: EDA (Endoscopia
Digestiva Alta) de set 2013 com esofagite-C e HH (Hérnia Hiatal) pequena. Bx gástrica normal;
EDA de mar 2015 com esofagite-B e HH pequena. Bx gástrica normal; EDA de set 2015 com
esofagite-B e HH pequena; EDA de jul 2016 com esofagite-D e HH. Bx gástrica normal.
Sobre a abordagem do paciente acima, assinale a afirmativa correta.
A) O paciente em questão tem recomendação de cirurgia de Nissen desde o início do quadro
clínico.
B) Hérnia hiatal predispõe a refluxo e está frequentemente associada a essa doença, porém sua
presença não é necessária nem suficiente para o diagnóstico de DRGE.
C) A incapacidade de curar a esofagite de refluxo está associada ao aumento de peso e acarreta
um risco elevado de câncer de esôfago. Portanto, está indicado o tratamento cirúrgico.
D) Aproximadamente 40% dos pacientes com DRGE têm doença erosiva. A piora da esofagite de
grau-B de Los Angeles para grau-D no último ano tem relação com a intensidade dos sintomas.
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Homem, 48 anos, com queixa de azia, tosse noturna e broncopneumonias de
repetição. Encaminhado pela equipe de otorrinolaringologia para avaliação. Já
está em uso de 40mg de omeprazol 1 vez por dia, com melhora clínica da azia e
tosse.
Com relação ao caso apresentado, assinale a melhor alternativa:
A) A melhora da sintomatologia contraindica prosseguimento da investigação.
B) Não se deve propor tratamento cirúrgico do refluxo gastroesofágico, já que houve
melhora do quadro clínico.
C) O tratamento cirúrgico do refluxo gastroesofágico é uma boa proposta terapêutica,
tendo como preditor de bom resultado a boa resposta ao tratamento clínico.
D) A cirurgia somente estaria indicada após confirmação da presença de hérnia hiatal
através do estudo radiológico contrastado de esôfago e estômago.
Julia Finardi - juliafinardi@[Link] - 07654349971
Paciente do sexo feminino, 47 anos, hígida, IMC-27Kg/m², apresenta há sete
anos pirose e regurgitação, com piora nos últimos seis meses. Nega
disfagia, plenitude pós-prandial, saciedade precoce e emagrecimento. Nega
cirurgias prévias. Endoscopia digestiva alta realizada há cinco meses
revelou esofagite de refluxo acentuada, epitélio metaplástico de Barrett
(confirmado histologicamente e sem displasia) e hérnia hiatal de
deslizamento volumosa. Há quatro meses, realizou pHmetria esofágica de
24 horas que demonstrou refluxo ácido patológico (índice de Demeester de
46,72). Desde então, vem fazendo tratamento com inibidores de bomba de
prótons em doses adequadas, com melhora parcial dos sintomas. Assinale
qual é a conduta MAIS ADEQUADA para esse caso, dentre as abaixo
listadas.
A) Indicar tratamento cirúrgico por laparoscopia.
B) Solicitar cintilografia esofagogástrica.
C) Solicitar endoscopia digestiva alta pós-terapêutica.
D) Solicitar impedanciophmetria esofágica.
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Em relação ao diagnóstico da doença do refluxo gastresofágico (DRGE), pode-se
afirmar que:
A) O achado endoscópico de esofagite erosiva Los Angeles A é suficiente para
confirmação diagnóstica.
B) A manometria esofágica pode fornecer informações sobre alterações
funcionais, como a avaliação do esfíncter inferior do esôfago (EIE).
C) O tratamento medicamentoso com inibidor de bomba de prótons somente pode
ser instituído após realização de endoscopia digestiva alta.
D) Segundo o Consenso de Lyon, a pHmetria de 24 horas deve ser realizada em
todos os casos para confirmação diagnóstica.
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Doença Refluxo Gastroesofágico
Fisiopatologia Sintomas
• Relaxamento transitório do EEI • Típicos: Pirose + Regurgitação
• Hipotonia do EEI (menos comum) (Sensação de Refluxo Ácido)
• Alterações anatômicas da TEG (hérnia • Atípicos
de hiato)
*O Helicobacter pylori não é fator causal
de DRGE
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Diagnóstico
Clínico = Sintomas Típicos Achados sugestivos de DRGE na EDA
• Sem sinais de alarme = Tratamento • Esofagite B, C e D de Los Angeles
empírico Estenose péptica
• Esôfago de Barrett (longo - >3cm)
Sinais de alarme = EDA • Úlcera
• Perda de peso, Disfagia, Vômitos,
Hematêmese
• Acima de 45 anos
Obs.: Caso o paciente não apresente estes
• Refratariedade ao tratamento clínico achados na EDA e não tenha sintomas típicos,
não está feito o diagnóstico de DRGE.
Deveremos solicitar phMetria!!!
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PhMetria - Indicações
• Dúvida diagnóstica (Sintomas + EDA normal)
• Sintomas atípicos
• Refratariedade ao tratamento clínico
• Confirmação do diagnóstico antes cirurgia (se EDA já fez o Dx, não precisa)
DRGE - ph<4 em mais de 7% do tempo; Demeester > 14,7
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ImpedâncioPhMetria
(padrão ouro)
Mais caro, menos disponível
• Diagnóstico de refluxo ácido, não ácido;
• Composição (líquido, gasoso ou líquido-gasoso) e identificar
o nível de ascensão do refluxo no esôfago
• Transporte do bolo alimentar
Manometria - Não realiza o diagnóstico!
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Classificação Los Angeles -
Esofagite
Grau Achado
A Uma ou mais erosões menores que 5mm
B Uma ou mais erosões maiores que 5mm, não contíguas
Erosões contíguas, acometendo pelo menos duas pregas, envolvendo
C
menos de 75% da luz do esôfago
D Erosões contínuas ocupando mais de 75% da luz do esôfago
A B C D
Fonte: Endoscopia terapêutica
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Classificação Savary-Miller
Graus Definições
1 Uma ou mais erosões, lineares, em uma única prega longitudinal
Muitas erosões em mais de uma prega longitudinal, confluentes ou
2
não, mas que NÃO ocupam 100% da cirunferência do esôfago
Muitas erosões em mais de uma prega longitudinal, confluentes ou
3
não, mas que ocupam 100% da cirurferência do esôfago
4 Úlcera ou Estenose péptica
5 Esôfago de Barrett
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Tratamento
Não farmacológico
• Mudanças de Hábito alimentar, atividade física e emagrecimento
Medicamento: IBP, pelo menos 4 semanas.
• Se refratariedade dos sintomas, ou sinais de alarme = EDA
• Dobrar dose de IBP
• Cirurgia
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Tratamento Cirúrgico
Complicações da DRGE
• Estenose
• Barrett (principalmente o longo) -
• Úlcera → (Lembrar da úlcera de Cameron em HH)
Piora dos sintomas após suspensão do IBP (Dependente IBP).
Ausência de melhora dos sintomas com IBP.
Hérnia de Hiato (com alteração estrutural importante) + DRGE sem melhora.
Depêndencia de IBP para controle dos sintomas
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Contra-indicações
• IMC>28 (ou 30) - Aumento da P abdominal = FR.
• Se IMC>35 = Bypass
• Cirurgia plástica - Dermolipectomia
• Distúrbio motor esofágico = Fazer manometria pré operatório!
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Parâmetros preditivos de
bons resultados do tratamento
cirúrgico da DRGE
• Refluxo ácido patológico
• Sintomas típicos
• Boa resposta ao tratamento clínico com IBP.
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Classificação Savary-Miller
Nissen Lind / Toupet Dor
Hiatoplastia + Fundoplicatura
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USP 2024
Homem de 34 anos, cantor, refere queixa de pirose e regurgitação de longa data
com rouquidão frequente que atrapalha a sua atividade laborativa. Realizou
endoscopia digestiva alta que demonstrou esofagite grau C de Los Angeles e
presença de hérnia de hiato. Ao exame físico abdominal, sem dor à palpação ou
visceromegalias. IMC = 23 kg/m². Após uso de esomeprazol em dose otimizada,
apresenta melhora dos sintomas, mas fica dependente da medicação para
controle dos sintomas. Com relação ao caso, assinale a alternativa correta.
A) O diagnóstico de doença do refluxo gastroesofágico é provável, e o paciente
deverá ser encaminhado para tratamento fonoaudiológico e realização obrigatória da
pHmetria esofágica para a confirmação do diagnóstico.
B) O diagnóstico de doença do refluxo gastroesofágico pode ser considerado,
havendo indicação formal para reabilitação com exercícios de fonoaudiologia, perda
de peso e dieta restritiva.
C) O diagnóstico de doença do refluxo gastroesofágico pode ser considerado, e
existe indicação formal para tratamento endoscópico como ponte para tratamento
cirúrgico.
D) O diagnóstico de doença do refluxo gastroesofágico é provável, e o tratamento
cirúrgico pode ser uma alternativa, após a realização de manometria esofágica.
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USP 2024
Homem de 34 anos, cantor, refere queixa de pirose e regurgitação de longa data
com rouquidão frequente que atrapalha a sua atividade laborativa. Realizou
endoscopia digestiva alta que demonstrou esofagite grau C de Los Angeles e
presença de hérnia de hiato. Ao exame físico abdominal, sem dor à palpação ou
visceromegalias. IMC = 23 kg/m². Após uso de esomeprazol em dose otimizada,
apresenta melhora dos sintomas, mas fica dependente da medicação para
controle dos sintomas. Com relação ao caso, assinale a alternativa correta.
A) O diagnóstico de doença do refluxo gastroesofágico é provável, e o paciente
deverá ser encaminhado para tratamento fonoaudiológico e realização obrigatória da
pHmetria esofágica para a confirmação do diagnóstico.
B) O diagnóstico de doença do refluxo gastroesofágico pode ser considerado,
havendo indicação formal para reabilitação com exercícios de fonoaudiologia, perda
de peso e dieta restritiva.
C) O diagnóstico de doença do refluxo gastroesofágico pode ser considerado, e
existe indicação formal para tratamento endoscópico como ponte para tratamento
cirúrgico.
D) O diagnóstico de doença do refluxo gastroesofágico é provável, e o
tratamento cirúrgico pode ser uma alternativa, após a realização de
manometria esofágica.
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ENARE - EXAME NACIONAL DE RESIDÊNCIA / EBSERH
Paciente com queixa de pirose, azia e regurgitações procura orientações sobre
possível diagnóstico de Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) e
tratamento. Assinale a alternativa que apresenta somente informações corretas
que poderão ser fornecidas a esse paciente.
A) O exame padrão-ouro para o diagnóstico é a endoscopia digestiva alta. A DRGE
pode ser causada por hérnia hiatal tipo I, chamada de hérnia de rolamento.
B) O melhor exame para o diagnóstico é a manometria. A DRGE pode ser causada
por hérnia hiatal do tipo II, chamada por hérnia por deslizamento.
C) O melhor exame para o diagnóstico é a pHmetria de 24h. A DRGE pode ser
causada por hérnia hiatal do tipo II,chamada de hérnia de rolamento.
D) O melhor exame para o diagnóstico é a esofagografia. A DRGE pode ser
causada por hérnia hiatal do tipo II,chamada de hérnia de rolamento.
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ENARE - EXAME NACIONAL DE RESIDÊNCIA / EBSERH, 2022
Paciente com queixa de pirose, azia e regurgitações procura orientações sobre
possível diagnóstico de Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) e
tratamento. Assinale a alternativa que apresenta somente informações corretas
que poderão ser fornecidas a esse paciente.
A) O exame padrão-ouro para o diagnóstico é a endoscopia digestiva alta. A DRGE
pode ser causada por hérnia hiatal tipo I, chamada de hérnia de rolamento.
B) O melhor exame para o diagnóstico é a manometria. A DRGE pode ser causada
por hérnia hiatal do tipo II, chamada por hérnia por deslizamento.
C) O melhor exame para o diagnóstico é a pHmetria de 24h. A DRGE pode ser causada
por hérnia hiatal do tipo II,chamada de hérnia de rolamento.
D) O melhor exame para o diagnóstico é a esofagografia. A DRGE pode ser
causada por hérnia hiatal do tipo II,chamada de hérnia de rolamento.
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AMP - PR - ASSOCIAÇÃO MÉDICA DO PARANÁ
Sobre a Doença do Refluxo Gastroesofágico, (DRGE) assinale a alternativa
correta. I - Dentre os sinais de alarme encontram-se odinofagia, vômitos
recorrentes, sangramento gastrointestinal e história familiar de câncer gástrico. II
- Sintomas típicos – pirose e regurgitação – podem ser tratados empiricamente
sem a necessidade de realização de endoscopia digestiva alta na ausência de
sinais de alarme. III - A manometria esofágica pode ser solicitada em pacientes
candidatos a tratamento cirúrgico para DRGE, visto que a pressão alta do
esfíncter esofágico inferior é preditor de falha ao tratamento farmacológico.
A) As afirmativas I e II são verdadeiras. A afirmativa III é falsa.
B) As afirmativas I e III são verdadeiras. A afirmativa II é falsa.
C) As afirmativas II e III são verdadeiras. A afirmativa I é falsa
D) As afirmativas I, II e III são verdadeiras.
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AMP - PR - ASSOCIAÇÃO MÉDICA DO PARANÁ
Sobre a Doença do Refluxo Gastroesofágico, (DRGE) assinale a alternativa
correta. I - Dentre os sinais de alarme encontram-se odinofagia, vômitos
recorrentes, sangramento gastrointestinal e história familiar de câncer gástrico. II
- Sintomas típicos – pirose e regurgitação – podem ser tratados empiricamente
sem a necessidade de realização de endoscopia digestiva alta na ausência de
sinais de alarme. III - A manometria esofágica pode ser solicitada em pacientes
candidatos a tratamento cirúrgico para DRGE, visto que a pressão alta do
esfíncter esofágico inferior é preditor de falha ao tratamento farmacológico.
A) As afirmativas I e II são verdadeiras. A afirmativa III é falsa.
B) As afirmativas I e III são verdadeiras. A afirmativa II é falsa.
C) As afirmativas II e III são verdadeiras. A afirmativa I é falsa
D) As afirmativas I, II e III são verdadeiras.
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Paciente do sexo masculino, 32 anos, IMC = 28 Kg/m2, refere sintomas de pirose e
regurgitação de longa data, com boa resposta ao tratamento com IBPs. Os sintomas vêm se
agravando no último ano, quando ganhou 10 Kg e passou a necessitar de medicação diária.
Procura o ambulatório de cirurgia digestiva para se informar sobre a possibilidade de realizar
uma cirurgia antirrefluxo. Traz os seguintes exames endoscópicos: EDA (Endoscopia
Digestiva Alta) de set 2013 com esofagite-C e HH (Hérnia Hiatal) pequena. Bx gástrica normal;
EDA de mar 2015 com esofagite-B e HH pequena. Bx gástrica normal; EDA de set 2015 com
esofagite-B e HH pequena; EDA de jul 2016 com esofagite-D e HH. Bx gástrica normal.
Sobre a abordagem do paciente acima, assinale a afirmativa correta.
A) O paciente em questão tem recomendação de cirurgia de Nissen desde o início do quadro
clínico.
B) Hérnia hiatal predispõe a refluxo e está frequentemente associada a essa doença, porém sua
presença não é necessária nem suficiente para o diagnóstico de DRGE.
C) A incapacidade de curar a esofagite de refluxo está associada ao aumento de peso e acarreta
um risco elevado de câncer de esôfago. Portanto, está indicado o tratamento cirúrgico.
D) Aproximadamente 40% dos pacientes com DRGE têm doença erosiva. A piora da esofagite de
grau-B de Los Angeles para grau-D no último ano tem relação com a intensidade dos sintomas.
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Paciente do sexo masculino, 32 anos, IMC = 28 Kg/m2, refere sintomas de pirose e
regurgitação de longa data, com boa resposta ao tratamento com IBPs. Os sintomas vêm se
agravando no último ano, quando ganhou 10 Kg e passou a necessitar de medicação diária.
Procura o ambulatório de cirurgia digestiva para se informar sobre a possibilidade de realizar
uma cirurgia antirrefluxo. Traz os seguintes exames endoscópicos: EDA (Endoscopia
Digestiva Alta) de set 2013 com esofagite-C e HH (Hérnia Hiatal) pequena. Bx gástrica normal;
EDA de mar 2015 com esofagite-B e HH pequena. Bx gástrica normal; EDA de set 2015 com
esofagite-B e HH pequena; EDA de jul 2016 com esofagite-D e HH. Bx gástrica normal.
Sobre a abordagem do paciente acima, assinale a afirmativa correta.
A) O paciente em questão tem recomendação de cirurgia de Nissen desde o início do quadro
clínico.
B) Hérnia hiatal predispõe a refluxo e está frequentemente associada a essa doença, porém sua
presença não é necessária nem suficiente para o diagnóstico de DRGE.
C) A incapacidade de curar a esofagite de refluxo está associada ao aumento de peso e acarreta
um risco elevado de câncer de esôfago. Portanto, está indicado o tratamento cirúrgico.
D) Aproximadamente 40% dos pacientes com DRGE têm doença erosiva. A piora da esofagite de
grau-B de Los Angeles para grau-D no último ano tem relação com a intensidade dos sintomas.
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Homem, 48 anos, com queixa de azia, tosse noturna e broncopneumonias de
repetição. Encaminhado pela equipe de otorrinolaringologia para avaliação. Já
está em uso de 40mg de omeprazol 1 vez por dia, com melhora clínica da azia e
tosse.
Com relação ao caso apresentado, assinale a melhor alternativa:
A) A melhora da sintomatologia contraindica prosseguimento da investigação.
B) Não se deve propor tratamento cirúrgico do refluxo gastroesofágico, já que houve
melhora do quadro clínico.
C) O tratamento cirúrgico do refluxo gastroesofágico é uma boa proposta terapêutica,
tendo como preditor de bom resultado a boa resposta ao tratamento clínico.
D) A cirurgia somente estaria indicada após confirmação da presença de hérnia hiatal
através do estudo radiológico contrastado de esôfago e estômago.
Julia Finardi - juliafinardi@[Link] - 07654349971
Homem, 48 anos, com queixa de azia, tosse noturna e broncopneumonias de
repetição. Encaminhado pela equipe de otorrinolaringologia para avaliação. Já
está em uso de 40mg de omeprazol 1 vez por dia, com melhora clínica da azia e
tosse.
Com relação ao caso apresentado, assinale a melhor alternativa:
A) A melhora da sintomatologia contraindica prosseguimento da investigação.
B) Não se deve propor tratamento cirúrgico do refluxo gastroesofágico, já que houve
melhora do quadro clínico.
C) O tratamento cirúrgico do refluxo gastroesofágico é uma boa proposta terapêutica,
tendo como preditor de bom resultado a boa resposta ao tratamento clínico.
D) A cirurgia somente estaria indicada após confirmação da presença de hérnia hiatal
através do estudo radiológico contrastado de esôfago e estômago.
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Paciente do sexo feminino, 47 anos, hígida, IMC-27Kg/m², apresenta há sete
anos pirose e regurgitação, com piora nos últimos seis meses. Nega
disfagia, plenitude pós-prandial, saciedade precoce e emagrecimento. Nega
cirurgias prévias. Endoscopia digestiva alta realizada há cinco meses
revelou esofagite de refluxo acentuada, epitélio metaplástico de Barrett
(confirmado histologicamente e sem displasia) e hérnia hiatal de
deslizamento volumosa. Há quatro meses, realizou pHmetria esofágica de
24 horas que demonstrou refluxo ácido patológico (índice de Demeester de
46,72). Desde então, vem fazendo tratamento com inibidores de bomba de
prótons em doses adequadas, com melhora parcial dos sintomas. Assinale
qual é a conduta MAIS ADEQUADA para esse caso, dentre as abaixo
listadas.
A) Indicar tratamento cirúrgico por laparoscopia.
B) Solicitar cintilografia esofagogástrica.
C) Solicitar endoscopia digestiva alta pós-terapêutica.
D) Solicitar impedanciophmetria esofágica.
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Paciente do sexo feminino, 47 anos, hígida, IMC-27Kg/m², apresenta há sete
anos pirose e regurgitação, com piora nos últimos seis meses. Nega
disfagia, plenitude pós-prandial, saciedade precoce e emagrecimento. Nega
cirurgias prévias. Endoscopia digestiva alta realizada há cinco meses
revelou esofagite de refluxo acentuada, epitélio metaplástico de Barrett
(confirmado histologicamente e sem displasia) e hérnia hiatal de
deslizamento volumosa. Há quatro meses, realizou pHmetria esofágica de
24 horas que demonstrou refluxo ácido patológico (índice de Demeester de
46,72). Desde então, vem fazendo tratamento com inibidores de bomba de
prótons em doses adequadas, com melhora parcial dos sintomas. Assinale
qual é a conduta MAIS ADEQUADA para esse caso, dentre as abaixo
listadas.
A) Indicar tratamento cirúrgico por laparoscopia.
B) Solicitar cintilografia esofagogástrica.
C) Solicitar endoscopia digestiva alta pós-terapêutica.
D) Solicitar impedanciophmetria esofágica.
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Em relação ao diagnóstico da doença do refluxo gastresofágico (DRGE), pode-se
afirmar que:
A) O achado endoscópico de esofagite erosiva Los Angeles A é suficiente para
confirmação diagnóstica.
B) A manometria esofágica pode fornecer informações sobre alterações
funcionais, como a avaliação do esfíncter inferior do esôfago (EIE).
C) O tratamento medicamentoso com inibidor de bomba de prótons somente pode
ser instituído após realização de endoscopia digestiva alta.
D) Segundo o Consenso de Lyon, a pHmetria de 24 horas deve ser realizada em
todos os casos para confirmação diagnóstica.
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Em relação ao diagnóstico da doença do refluxo gastresofágico (DRGE), pode-se
afirmar que:
A) O achado endoscópico de esofagite erosiva Los Angeles A é suficiente para
confirmação diagnóstica.
B) A manometria esofágica pode fornecer informações sobre alterações funcionais,
como a avaliação do esfíncter inferior do esôfago (EIE).
C) O tratamento medicamentoso com inibidor de bomba de prótons somente pode ser
instituído após realização de endoscopia digestiva alta.
D) Segundo o Consenso de Lyon, a pHmetria de 24 horas deve ser realizada em todos
os casos para confirmação diagnóstica.
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CAD
Obrigado!
Dr. Felipe Alexandre Fernandes
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DRGE
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• Esofagite B, C e D de Los Angeles
• Estenose péptica Se dúvida
Quando diagnóstica
solicitar de
phMetria?
Achados de DRGE na EDA?
• Esôfago de Barrett (longo > 3 cm) DRGE na EDA
• Úlcera.
IMC > Contraindicações
28 (ou 30) > Aumento
a da
Achados
DRGE confirmatórios
= ph < 4 em mais de 7% dode
tempo; pressão intra-abdominal;
hiatoplastia e
DRGE na phmetria?
Demeester> 14,7.
Distúrbio motor esofágico.
fundoplicatura?
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