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Força Magnética em Cargas Móveis

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FÍSICA

Frente: Física III


EAD – ITA/IME
Professor(a): Marcos Haroldo

AULAS 52 a 55

Assunto: Força Magnética

F
Resumo Teórico
q B
θ
Força Magnética Sobre Cargas Móveis
O comportamento na presença de campo magnético é de V1
V
extrema importância para o entendimento dos efeitos que o campo Figura 3: força magnética obtida pelo componente da
gera nos materiais. Ao colocarmos uma carga em movimento em uma velocidade perpendicular ao campo magnético.

região em que atua um campo magnético, podemos verificar que sobre


Observação:
ela atua uma força um tanto quanto esquisita. A força magnética que
Quando uma partícula está sob ação de um campo
atua sobre uma carga em movimento é:
eletromagnético (elétrico + magnético), a força sobre ela,
  conhecida por força de Lorentz, é:
F = qv ⋅ B        
O módulo de F é dado por:
F = qE + qv × B → F = q E + v × B ( )
F = qvB senθ
 
em que θ é o ângulo entre os vetores v e B .
Movimento de uma Carga em um Campo
Magnético Uniforme
F 
Consideremos um campo B no qual módulo, direção e sentido
B B sejam sempre os mesmos em qualquer ponto de uma dada região
θ θ v
v do espaço, esse campo é dito uniforme. Supõe-se que uma carga 
positiva +q penetra nesta região com velocidade perpendicular aB,
Figura 1: força magnética sobre uma carga (a) positiva e (b) negativa. conforme a figura:
 
A direção é perpendicular ao plano que contém v e B . Podemos
x x x x x v x x
distinguir alguns casos particulares de interesse: x x x x x xS x
a) (θ = 0º)/(θ = 180º) A velocidade da carga é paralela ou F +
antiparalela ao campo.
x x xR x x x x
Como F = qvB sen 0° = qvB sen 180° = 0, a carga não sofrerá x x x x x x x
ação de nenhuma força.
x x x x x x x
F v
V V x x x x x x x
+ + F
+ P

B F=0 B
x x x x+ x x x
Figura 2: Força magnética sobre as partículas para (θ = 0º)/(θ = 180º). x B x x xO x v
x x
Para o caso de (θ < 90º), tem-se a seguinte configuração: Figura 4: partícula lançada em uma região de campo
 
magnético com v ⊥ B.
F = qvBsen θ = qv⊥B   
F = qv × B

F = qvBsen α = qvB sen 90º → F = qvB

F B O [Link] 010.313 - 136142/19

//////////////////
Módulo de Estudo

  
Sabe-se que surge uma força magnética F = qv ⋅ B, perpendicular
  
Aplicações da Força Magnética Sobre
à direção de v e de B quando a partícula está com velocidade v
 Cargas Móveis
. Perceba que essa força não tem componente na direção de v , ela
só altera a direção da velocidade, mantendo seu módulo constante. Cíclotron
Ao alterar a direção da velocidade, altera-se também a direção da força,
mas esta sempre será perpendicular à velocidade. Foi a primeira máquina utilizada para acelerar partículas
O trabalho realizado pela força é nulo, pois o último produto carregadas a altas velocidades (acelerador de partículas).
escalar é nulo. Veja: O nome cíclotron significa, literalmente, canhão circular. O
    
( )
W = ∫ F ⋅ dr = ∫ qv × B ⋅ vdt = 0
cíclotron é formado por dois eletrodos ocos em forma de D, separados
por um espaço intermediário. Poderosos eletroímãs, alimentados por
O movimento, nesse caso, é circular e uniforme. Podemos uma corrente alternada de alta frequência, carregam ora positiva ora
calcular o seu raio, o período, a frequência e a velocidade angular. negativamente os eletrodos, de maneira que uma partícula-projétil,
A força magnética desempenha o papel de força centrípeta, daí, sendo por exemplo, um próton lançado no espaço entre os eletrodos,
m a massa da partícula carregada: e alternadamente atraído por um e repelido por outro eletrodo,
mv 2 mv acelerando cada vez mais a sua trajetória circular, até atingir velocidades
qvB = →R =
R qB da ordem de 100 000 km/s. Com a intensificação da velocidade, a sua
trajetória circular acaba transformando-se em espiral até que o projétil
2π ω é lançado por uma fenda em direção ao núcleo-alvo.
No movimento circular v = ωR, T = ef= :
ω 2π

Arte FB
v v qB Frequência constante
ω= = →ω= é a velocidade angular. alta-voltagem
R mv m 
qB B
D2 S
D1
Observação:
A velocidade angular é um vetor. Tente mostrar você
mesmo que:

 qB
ω=
m
Figura 6: esquema de um cíclotron.

Temos ainda que o período do movimento é dado por:


Imaginemos uma partícula de carga +q e massa m abandonada
2π 2πm
T= →T= no ponto P. O campo elétrico a acelera até ela penetrar em um
ω qB

 dos “dês”, com velocidade v 0 . Essa partícula é obrigada, então,
No caso em que a velocidade v forma um ângulo com a indução mv
 a descrever uma trajetória circular de raio R = até abandonar
magnética B , diferente de 90º, podemos decompô-la em duas direções, qB
 
sendo uma paralela à B , e a outra, perpendicular à B . Neste caso, a o D. Ao fazê-lo, depara-se novamente com o campo elétrico, desta
componente paralela (v2) permanece inalterada, e a componente
feita no outro sentido, e é acelerada ao outro D. Para tanto, basta
perpendicular (v1) sofre a deflexão já descrita, devido à ação da força qB
que a frequência do alternador de ddp seja exatamente f = .
magnética. Deste modo, o movimento será o resultado da composição 2π
de um MRU na direção paralela ao campo com um MCU no plano A partícula penetra o outro D, agora com velocidade maior. Descreve
perpendicular a ele. A trajetória do movimento resultante será uma
uma trajetória de maior raio, mas com a mesma velocidade angular e
hélice cilíndrica. Esse movimento denomina-se Movimento Helicoidal
a mesma frequência f. O processo se repete até a partícula ser retirada
Uniforme (MHU). por uma placa defletora (no caso, negativamente carregada), com
grande velocidade v. Admitindo como o raio máximo o raio externo
R do cíclotron, podemos encontrar a velocidade com a qual a partícula

B qBR
deixa o acelerador: v = . A energia cinética adquirida pela partícula
m
ao sair do cíclotron é dada por:

( qBR )
2

-q K=
2m
Figura 5: carga negativa realizando movimento helicoidal.

F B O [Link] 2 010.313 - 136142/19

//////////////////
Módulo de Estudo

Espectrógrafo de Massa
É um aparelho destinado a separar os isótopos de um mesmo Exercícios
elemento e medir a razão entre suas massas. O instrumento consiste de
uma câmara escura com uma chapa fotográfica e uma pequena abertura,
01. Calcule o módulo da força magnética atuante na partícula em
por onde íons do mesmo elemento químico são projetados. Um corpo
cada caso:
magnético uniforme deflete os íons, forçando-os a descrever trajetórias
circulares de diferentes raios. O valor desses raios é determinado pelos a) b)
pontos onde os íons impressionam a chapa fotográfica. Sejam x1 e x2 v = 5 · 103 m/s |q| = 4 · 10– 5 C
os diâmetros das trajetórias descritas por dois isótopos de massas m1 e
m2, com carga q, temos: v = 3 · 105 m/s
θ = 90º
m1v1 θ = 30º
x1 = 2
qB Dividindo as equações x mv
 → 1 = 11
m2v 2 x m2v 2
|q| = 8 · 10– 19 C B=2T
x2 = 2 2
qB
B=1T
m x
Se v1 = v2, de imediato, teremos que: 1 = 1 .
m2 x 2 02. Um corpo P, considerado pontual, de massa 1013 kg, carregado
com uma carga elétrica positiva de 10–10 Coulomb, está sob
F1 a ação de um campo eletrostático e de um campo magnético
uniforme de 0,2 T. Este corpo descreve uma trajetória circular, em
Chapa meio de permissividade idêntica à do vácuo, com uma velocidade
fotográfica constante de 10 m ⋅ s–1, como mostrado na figura a seguir. O raio
da circunferência descrita pela trajetória é de 1 cm. O vetor campo
magnético é perpendicular ao plano da trajetória, entrando no
plano do papel. O campo eletrostático é produzido por uma carga
pontual Q, localizada no centro da circunferência descrita pelo
corpo P. Determine o valor da carga Q, em Coulomb.
x1
x2
Figura 7: esquema de um espectrógrafo de massa.

Se os íons são acelerados por uma mesma diferença de O Carga P


potencial V, a energia adquirida por cada um será: Carga Q

1 1 v m
E = qV = m1v12 = m2v 22 → 1 = 2 .
2 2 v1 m1
Dados:
Daí, encontramos a razão entre as massas em função de x1 e x2: I) O vetor v, na figura, é o vetor velocidade do corpo P.
II) A permissividade do vácuo é de 8,85 ⋅ 10–12 Faraday/m.
2
x1 m1 m2 m1 m x  03. Em um dado instante de tempo, uma partícula X (massa m e
= = → 1 = 1
x 2 m2 m1 m2 m1  x 2  carga elétrica nula) e uma partícula Y (massa m e carga elétrica
positiva q) entram com velocidades iguais e de módulo v, em uma
região na qual está presente um campo magnético uniforme de
intensidade B. As partículas são lançadas em um mesmo plano
perpendicular ao campo magnético.
A) Determine o intervalo de tempo ∆t para o qual as partículas
terão suas velocidades em sentidos opostos.
B) Determine a variação de energia cinética total do sistema no
intervalo de tempo encontrado no item anterior.

Desconsidere quaisquer efeitos gravitacionais e de dissipação de


energia.

04. Uma pequena esfera de massa 10–3 kg, carregada eletricamente,


é lançada de um ponto A com velocidade inicial de 40 m/s,
formando um ângulo de 60º com o plano horizontal. No instante

010.313 - 136142/19
3 F B O N L I NE .C O M . B R
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Módulo de Estudo

em que atinge o ponto mais alto da trajetória, a esfera penetra em y


um campo magnético de 0,5 tesla, que é perpendicular ao plano P
da trajetória. Supondo a aceleração da gravidade g = 10 m/s2 e II
q
desprezando a resistência do ar, calcule a carga, em Coulombs, I
que deve existir na esfera para que, após penetrar no campo, R
mantenha trajetória sempre horizontal. x

III Parábola
05. O espectrômetro de massa é um instrumento usado na
determinação de massas atômicas e também na separação de
isótopos de um mesmo elemento químico. A figura mostra
esquematicamente um tipo de espectrômetro. A fonte produz
íons que emergem dela com carga +e e são acelerados por um
campo elétrico não indicado na figura. As fendas F1 e F2 servem
para colimar o feixe de íons, isto é, para que prossigam apenas
íons que se movem em uma determinada direção.
Configuração de campo A B C D E

Região I Ex Ex Bz Ex Ex
Fonte de íons
Região II Bz Ey Fy Ey Bz
F1 Região III Ey Bz Ex –Ex –Ex

F2 A única configuração dos campos, compatível com a trajetória da



B carga, é aquela descrita em:
× × × × × × a) A
b) B
× ×  × × c) C
– E + Seletor de d) D
× × × × velocidade e) E

× × × × × × 07. Na figura, uma placa quadrada de lado L = 2,0 cm, de material


2R condutor, é percorrida por uma corrente elétrica no sentido y
×F × × × × × Chapa fotográfica crescente. Ao aplicarmos um campo magnético constante de
3
módulo B = 0,80 T, os portadores de carga em movimento, que
× × × × × × × × × × originam a corrente de intensidade i, são deslocados provocando
um acúmulo de cargas positivas na borda de trás e negativas na
× × × × × × × × × 
× B da frente, até que a diferença de potencial entre essas bordas se
estabilize com valor ∆V = 4,0 ⋅ 10–7 V, o que resulta em um campo
× × × × × × × × × × elétrico uniforme na direção x, decorrente dessa separação de
Os íons que passam pela fenda F2 invadem o seletor de velocidade, cargas, que compensa o efeito defletor do campo magnético.
que é uma região onde existem um campo elétrico e um campo Esse fenômeno é conhecido como efeito Hall.
magnético, ambos uniformes e constantes, perpendiculares entre
si e perpendiculares ao feixe de íons. Só prosseguem na mesma ∆V →
 B
trajetória retilínea os íons que têm determinada velocidade v . z
Os íons que atravessam a fenda F3 entram em movimento circular
e uniforme de raio R.
+++++
i i 2,0 cm
Considerando E = 4,0 ⋅ 10 3 N/C, B = 2,0 ⋅ 10 –1 T e
R = 2,0 ⋅ 10–2 m e sendo e = 1,6 ⋅ 10–19 C, determine a massa do íon. y
––––––
x
06. Em cada uma das regiões I, II e III da figura a seguir, existe um
campo elétrico constante ± Ex na direção x, ou um campo elétrico 
constante ± Ey na direção y, ou um campo magnético constante Determine o módulo do vetor campo elétrico E , gerado na direção
± Bz na direção z (perpendicular ao plano do papel). Quando x, e o módulo da média das velocidades dos portadores de carga
uma carga positiva q é abandonada no ponto P da região I, ela na direção y.
é acelerada uniformemente, mantendo uma trajetória retilínea,
até atingir a região II. Ao penetrar na região II, a carga passa a 08. (Fuvest-SP) Um próton de massa M ≅ 1,6 ⋅ 10–27 kg, com carga
descrever uma trajetória circular de raio R, e o módulo da sua elétrica Q = 1,6 ⋅ 10–19 C, é lançado em A, com velocidade V0,
velocidade permanece constante. Finalmente, ao penetrar na em uma região onde atua um campo magnético uniforme B,
região III, percorre uma trajetória parabólica até sair dessa região. na direção x. A velocidade V0, que forma um ângulo θ com o
A tabela a seguir indica algumas configurações possíveis dos eixo x, tem componentes V0x = 4,0 ⋅ 106 m/s e V0y = 3,0 ⋅ 106 m/s.
campos nas três regiões. O próton descreve um movimento em forma de hélice, voltando
a cruzar o eixo x, em P, com a mesma velocidade inicial, a uma
distância L0 = 12 m do ponto A. Desconsiderando a ação do campo
gravitacional e utilizando π ≅ 3, determine:

F B O [Link] 4 010.313 - 136142/19

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Módulo de Estudo

y m

V0 B v0
A θ x x x x x
P x
x x x x x
g
L0 B x x x x x

x x x x x
A) o intervalo de tempo ∆t, em s, que o próton leva para ir de
A a P. x x x x x
B) o raio R, em metro, do cilindro que contém a trajetória em
hélice do próton.
C a intensidade do campo magnético B, em tesla, que provoca
esse movimento.
A) Expresse o valor da constante k em função de m, g e v0.
Uma partícula com carga Q, que se move em um campo B, B) Esquematize os vetores das forças (Peso, Rar e Fv) que agem
com velocidade V, fica sujeita a uma força de intensidade
F = Q ⋅ Vn ⋅ B, normal ao plano formado por B e Vn, sendo Vn a sobre a partícula, em presença do campo B, na situação em
componente da velocidade V normal a B. que a velocidade passa a ser a velocidade vL. Represente, por
uma linha tracejada, a direção e o sentido de vL.
09. (ITA-SP) Na região do espaço entre os planos a e b, perpendiculares
ao plano do papel, existe um campo de indução magnética, C) Expresse o valor da velocidade vL da partícula, na região onde
simétrico ao eixo x, cuja magnitude diminui com o aumento atua o campo B, em função de m, g, k, B e Q.
de x, como mostrado na figura a seguir. Uma partícula de
carga q é lançada a partir do ponto p no eixo x, com uma 11. Na montagem a seguir, esquematizamos um cíclotron de raio
velocidade formando um ângulo θ com o sentido positivo desse
R = 1 m. Um próton (razão carga/massa 108 C/kg) é emitido do
eixo. Desprezando o efeito da gravidade, pode-se afirmar que,
inicialmente: repouso da fonte F e é acelerado pela d.d.p., cuja forma de onda é
A) a partícula seguirá uma trajetória retilínea, pois o eixo x coincide apresentada a seguir. O campo magnético no interior do cíclotron
com uma linha de indução magnética. é B = 0,3 T.
B) a partícula seguirá uma trajetória helicoidal com raio constante. Dado: V = 225 volts.
C) se θ < 90o, a partícula seguirá uma trajetória helicoidal com raio
crescente.
V (volts)
D) a energia cinética da partícula aumentará ao longo da trajetória.
E) nenhuma das alternativas anteriores é correta. v

t
a
–v

V

P 0 →
B Determine:
A) a velocidade máxima alcançada pelo próton.
B) o número de voltas que ele dá no interior do cíclotron, antes
de abandoná-lo com velocidade máxima.
C) o tempo decorrido nesse processo.

10. (Fuvest-SP) Uma partícula, de massa m e com carga elétrica 12. Considere uma região onde o campo gravitacional tem
O, cai verticalmente com velocidade constante v0. Nessas módulo g = 10 m/s2. Um elétron, movendo-se nessa região a
condições, a força de resistência do ar pode ser considerada como
2,0 ⋅ 10 3 m/s, penetra num campo magnético uniforme e
Rar = k ⋅ v, sendo k uma constante e v a velocidade. A partícula
penetra, em uma região onde atua um campo magnético uniforme constante de 2,0 T, perpendicularmente às linhas de indução.

e constante B , perpendicular ao plano do papel e, nele entrando, Calcule os módulos das forças magnética e gravitacional atuantes
conforme a figura a seguir. A velocidade da partícula é, então,
alterada, adquirindo, após certo intervalo de tempo, um novo no elétron nessa situação. Compare os dois valores.
valor vL, constante. Dados: massa do elétron = 9,1 ⋅ 10–31 kg;
(Lembre-se de que a intensidade da força magnética é módulo da carga do elétron = 1,6 ⋅ 10–19 C.
 
FM = q v b , em unidades SI, para v perpendicular a B .)

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5 F B O N L I NE .C O M . B R
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Módulo de Estudo

13. A figura mostra as trajetórias seguidas por três partículas Quando a energia cinética da partícula é 4,0 ⋅ 10-12 J, o raio de
(elétron, próton e dêuteron) lançadas de um mesmo ponto O, sua órbita circular vale 60 cm. Qual seria o valor, em centímetros,
perpendicularmente às linhas de indução de um campo magnético do raio de sua órbita circular, se esta mesma partícula tivesse uma

uniforme e constante B , todas com a mesma velocidade energia cinética igual a 2,56 ⋅ 10-12 J?
inicial v 0


x x A x x x → B
B V
x x x x x

→ x x x x x
O v0

x x x x x
Gabarito
x x x x x
C
x x x x x 01 02 03 04 05 06 07 08

* * * * * E * *
Quais são, respectivamente, as trajetórias descritas pelo próton,
pelo dêuteron (partícula constituída por um nêutron e um próton)
09 10 11 12 13 14 15 16
e pelo elétron?
C * * * * * * *
14. Um dêuteron – partícula constituída por um nêutron e um próton
– descreve trajetória circular de raio igual a 10 cm num campo
magnético de indução uniforme e constante, de intensidade 01.
igual a 2,0 T. Sendo a massa e a carga elétrica do dêuteron, A) 4 × 10–15 N B) 12 N
respectivamente, igual a 3,4 ⋅ 10–27 kg e 1,6 ⋅ 10–19 C, e supondo
a força magnética como a única atuante, calcule: 02. –1,33 × 10–13 C
A) o módulo de sua velocidade;
B) o intervalo de tempo para o dêuteron percorrer uma 03.
semicircunferência. πm
A) B) zero
Bq
15. Duas partículas com cargas iguais e de sinais opostos se movem em
uma região livre de campos com velocidades paralelas entre si, no
mesmo sentido e de módulos diferentes. As partículas penetram 04. 10–3 C
em outra região na qual existe um campo magnético uniforme
B, cuja direção é perpendicular ao plano de suas trajetórias. As 05. 3,2 × 10–26 kg
partículas se encontram após haver descritos ângulos ϕ1 = 90o e
ϕ2 = 150o. Desprezando a interação entre as partículas em todas
07. 2 × 10–5 V/m; 2,5 × 10–5 m/s
as suas trajetórias, determine:
08.
→ A) 3 × 10–6 s B) 1,5 m C) 23 × 10–2 T
V1
m1.(–q) → 10.
B mg
A) K = B) →
v 0 (Q2B2 + K2)–1/2
C) VL = mg
→ FM
→ Rar
V2
m2.(+q)
P VL
m2
A) a razão (entre massas).
m1
R
B) a razão entre os raios 2 . 11.
R1 v2
C) a razão entre os módulos das velocidades . A) 3 × 107 m/s B) 10.000 C) 2,1 × 10–3 s
v1
12. A força magnética é cerca de 7 × 1013 vezes mais intensa que a
força gravitacional.

16. Uma partícula carregada entra em uma região de campo 13. A, B e C



magnético uniforme B , com a trajetória perpendicular ao campo.

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Módulo de Estudo

14.
A) 9,4 × 106 m/s B) 3,3 × 10–8 s

15.
3 10
A) B) 2 C)
5 3

16. 48 cm

SUPERVISOR(A)/DIRETOR(A): MARCELO PENA – AUTOR(A): MARCOS HAROLDO


DIG.: VICENTINA – REV.: CAMILLA

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7 F B O N L I NE .C O M . B R
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