Teoremas de Circuitos Elétricos EAD
Teoremas de Circuitos Elétricos EAD
AULAS 31 A 34
Assunto: Circuitos II
RThRTh
Resumo Teórico A
A A A
Rede
Rede
linear
linear ii R i iR R
ativa
ativa εThεTh
BB B B
Teorema da reciprocidade
Exemplo de aplicação do Teorema de Thévenin. O circuito genérico
O Teorema da Reciprocidade admite o seguinte enunciado:
original (a) é substituído pelo seu “equivalente-Thévenin” com apenas
“Se uma fonte intercalada num ramo de um circuito linear uma malha (b).
passivo (por exemplo, um conjunto de resistências) produz como
resposta, em qualquer outro ramo do circuito, uma certa corrente, a De um ponto de vista experimental, a implementação do
mesma fonte, intercalada neste ramo, produzirá como resposta, no Teorema de Thévenin é extremamente simples.
primeiro ramo do circuito, a mesma corrente.”
1. Desligamos R do circuito.
Ao aplicarmos o Teorema da Reciprocidade, a fonte do primeiro
2. Medimos com um voltímetro a ddp entre os pontos A e (eTh).
ramo, ao ser intercambiada, deixa no seu lugar, a sua resistência
interna. 3. Substituímos todas as fontes por suas respectivas resistências
A figura abaixo ilustra a aplicação do teorema da reciprocidade. internas (as fontes de tensão por chaves fechadas e as de corrente
por chaves abertas).
(a) R1 4. Medimos com um ohmímetro a resistência equivalente entre os
pontos A e B (RTh).
r Circuito 5. Calculamos a corrente de carga no resistor R:
linear i R2
ε passivo ε Th
i=
R + R Th
Teorema de Thévenin O circuito génerico original (a) é substituído pelo seu “equivalente-Norton” (b).
Experimentalmente, podemos aplicar o Teorema de Norton
Enunciaremos desta forma o Teorema de Thévenin: com o seguinte procedimento simples:
“Uma rede ativa e linear contendo uma ou várias fontes de 1. Desligamos R do circuito.
tensão e/ou corrente pode ser substituída por uma única fonte de 2. Colocamos os pontos A e B em curto-circuito e medimos a corrente
tensão em série com uma única resistência.” entre estes pontos com um amperímetro (iN).
A tensão desta fonte é dita tensão equivalente de Thévenin ou 3. Substituímos todas as fontes por suas resistências internas.
simplesmente tensão-Thévenin (eTh) e a resistência é dita resistência- 4. Medimos a resistência equivalente entre A e B com um
-Thévenin (RTh). ohmímetro (RN).
F B O [Link] 006.427-132390/18
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5. Calculamos a corrente de carga do resistor R: Teorema de Millman
RN O teorema de Millman estabelece as regras de associação em
RN (iN − i) = Ri → i = i
RN + R N paralelo e em série de fontes de tensão e de corrente, respectivamente.
Considere-se agora as fontes de tensão associadas em paralelo.
É claro que se o circuito genérico apresentado anteriormente O teorema de Millman estabelece que o conjunto destas fontes pode
possui um equivalente-Thévenin e um equivalente-Norton, estes dois ser substituído por uma fonte de tensão com resistência interna, cujos
circuitos são equivalentes entre si. Isto significa que: parâmetros são dados pelas expressões:
RN = R Th r1 ε1
ε Th i1 r2
iN = ε2
R Th i
i2
A B
A
in rn εn
R3= 3 Ω
R1= 3 Ω R2= 6 Ω
5Ω
ε2 = 28 V r2= 1Ω
10 V 2A 5Ω
R
B B
Equivalentes
EquivalentesThévenin
Thévenin (a)
(a) ee Norton
Norton (b)
(B)do
docircuito
circuitoanterior.
anterior.
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Pelo método de Maxwell, devemos ter: Amperímetro
Como dissemos, a corrente de fundo de escala é pequena (de
r1=1Ω ordem de microampères). Então, como utilizamos o galvanômetro
ε1=27 V
i1 para medir correntes maiores que iG?
O procedimento é simples: associamos, em paralelo com o
r2=1Ω galvanômetro, um resistor denominado shunt ou derivador.
ε2=28 V i2 Adaptado desta maneira, o galvanômetro mais o shunt denomina-se
amperímetro (instrumento para medição de correntes elétricas).
i iG
R
G
28 – (i1 + i2) – Ri2 = 0
27 + (i1 + i2) + i1 – 28 = 0
iS
Calcula-se que:
(a)
27 − R RS
i1 =
2R + 1 i
A
Para que i1 > 0 (e1funcione como receptor) devemos ter (b)
R > 27 Ω ou R < – 0,5 Ω
Representação de um galvanômetro em paralelo com um
Não preciso nem comentar qual dos resultados devemos shunt (a) e representação de um amperímetro (b).
escolher!
Como shunt e o galvanômetro estão ligados em paralelo:
Medidas elétricas VG = RGiG = RSiS
RGiG = RS (i − iG )
Galvanômetro R + RS
i = iG G
Para a realização de medidas elétricas, o instrumento básico RS
é o galvanômetro, cujo funcionamento está relacionado aos efeitos Ou seja, o amperímetro pode medir uma corrente elétrica
magnéticos da corrente elétrica. (RG + RS)/RS vezes maior que o galvanômetro original. Por exemplo,
O galvanômetro consta de um ímã permanente, e de uma se a corrente de fundo da escala do galvanômetro for iG = 10 μA
bobina entre os polos do mesmo. Normalmente, a bobina é enrolada e quisermos medir uma corrente i = 10 mA, devemos associar ao
em torno de um núcleo de ferro, cujo objetivo (relacionado ao galvanômetro um shunt, tal que:
ferromagnetismo) é amplificar o efeito do campo magnético. Um R + RS
ponteiro é conectado ao eixo da bobina para indicar a deflexão da 10 · 10−3 = 10 · 10−6 G
mesma. Além disso, molas de restituição garantem que a bobina RS
mantenha uma posição estacionária para um dado valor de corrente. 1000 RS = RG + RS → RS = RG /999
O esquema de galvanômetro é apresentado a seguir: Em geral, a resistência do shunt deve ser bem menor que a
resistência do galvanômetro.
Para que o amperímetro possa medir a corrente elétrica que
Ponteiro 0 escala passa sobre um determinado componente de um circuito, devemos
Ímã
associar o amperímetro em série com ele, de modo que ambos sejam
percorridos pela mesma corrente elétrica. Consideremos o exemplo
N S abaixo, em que desejamos medir sobre o resistor R.
núcleo bobina R
de ferro
ε A RA
Esquema de um galvanômetro
A B
R2
Circuito simples, exemplificando o uso do voltímetro.
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Solução: 02. Determine o valor da resistência R para que a potência nela seja
Pela simetria das potências dissipadas, devemos ter as resistências máxima.
entre AB e DC iguais a R1. Da mesma forma, temos R2 sendo as
resistências entre AD e BC. Assim, ao ligar a bateria entre A e D, R2
temos:
R2 (2R1 + R2 ) 2R1 + 2R2 2
R AD = →P = ε
2R1 + 2R2 R2 (2R1 + R2 ) ε0 R1 R3 R
Substituindo, temos: R1 R2
B)
2R1 + 2R2 2R1 + 2R2 R1 R2 R3
2 = → 2R1 (2R2 + R1) = R2 (2R1 + R2 )
R2 (2R1 + R2 ) R1 (2R2 + R1)
R2 R3
C)
4R1R2 + 2R12 = 2R1R2 + R22 → R22 − 2R1R2 + R12 R2 R3
= (R2 − R1) = 3R12
2
R AC =
( )
3 + 2 R1
→ P’ =
2R2 (2R1 + R2 )
P
2 ( )
3 + 2 R1 (2R1 + 2R2 ) 03. No circuito abaixo, determine a corrente no trecho AB.
B
P’ =
2 ( )( ( 3 +1 2+ 3 +1 )) P = 2 ( 3 + 1) ( 3+3 )P
( 3 + 2) (2 + 2 ( 3 + 1)) ( 3 + 2) (2 3 + 4) 6R
4R
6R
4ε
( ) P= 3
2
3 +1
) (− )
ε ε
( 2R 2R
2 2
P’ = 3 3 +1 3+2 P
( 3 + 2)
2
A
4ε
(
= 3 3+ 2 3 +1 4 − 4 3 + 3 P )( ) 5R
4R
5R
( )( )
P’ = 3 4 + 2 3 7 − 4 3 P = 3 4 − 2 3 P = 2 2 3 − 3 P ( ) ( )
Resposta: A
04. Um circuito elétrico é formado por baterias cujas f.e.m. são ε1, ε2
e εx. A uma das partes do circuito liga-se o voltímetro V de grande
resistência interna. Ache a f.e.m. εx com a qual a indicação do
Exercícios de Fixação voltímetro não varia após fechar o interruptor K (ε2 > ε1).
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5 F B O N L I NE .C O M . B R
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05. N fontes com diferentes f.e.m. se conectam como mostra a figura. 08. A figura representa um circuito de corrente contínua, com os valores
As fem das fontes são proporcionais às suas resistências internas, das forças eletromotrizes das baterias, a força contraeletromotriz
ou seja, ε = αR, em que α é uma constante. Determine: do motor, assim como os valores das resistências presentes,
incluídas as resistências internas dos aparatos.
A
1Ω
A
10 V
1Ω 15 V 1Ω 5V
9Ω
5Ω
10 Ω
– 10 V
M
+ 1Ω
B
B
A) a corrente no circuito. Calcule:
B) a ddp entre os pontos A e B, que dividem o circuito em n e A) a diferença de potencial entre os pontos A e B.
N - n ramos. B) a energia dissipada na resistência de 5 Ω em 5 minutos.
06. (ITA) No circuito esquematizado, a corrente i através da resistência 09. Uma bateria descarregada é carregada através da conexão com
uma bateria carregada de outro carro com cabos de ligação direta.
R é dada por:
Determine a corrente no arranque e na bateria descarregada.
– +
R1 V2
i
1Ω 0,06 Ω
0,01 Ω
Arranque
+
V1
–
+ +
– 12 V
– 10 V
R R2
Bateria Bateria
carregada descarregada
R2V2 R1V1 R2V1 − R1V2
A) i B) i =
R1R2 R1R RR2 R1R2 + R1R + RR2 10. O circuito abaixo tem três baterias com voltagens 5 e, e e e, três
resistores de resistência R e uma lâmpada com resistência RB.
R1V2 R2V1 R1V2 + R2V1
C) i D) i =
RR2 R1R R1R2 RR2 + R1R + R1R2 R A
R1V1 R2V2
E) i
R1R2 R1R RR2 ε l2 ε
5ε
R
07. No circuito abaixo, as fem das fontes valem ε1 = 1,5 V, ε2 = 2,0 V
e ε3 = 2,5 V e as resistências R1 = 10 Ω, R2 = 20 Ω e R3 = 30 Ω. B
R
RB
As resistências internas das fontes são desprezíveis. Encontre:
A Determine a corrente I2 em termos de ε, R e RB.
4ε
A) I2 =
ε1
3R + 2RB
ε3
R2 3ε
B) I2 =
R + 2RB
R R2 2ε
ε2 C) I2 =
3R + 2RB
B 2ε
D) I2 =
R + 3RB
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11. No circuito abaixo, determine o valor da corrente elétrica através 15. Suponha que um resistor R deja dependente da corrente que o
da resistência de 20 Ω. atravessa, tal que a sua resistência é dada por R = 2+ i. Esse resistor
A) 1 A é ligado ao circuito elétrico a seguir.
B) 2 A 2Ω
20 Ω 4Ω
C) 3 A
D) 4 A 24 V +
E) 5 A 2 V 8Ω 12 V
–
2Ω
4Ω 4V
+ 4Ω R
12. O circuito abaixo será usado para aquecer 360 g de água 44 V
–
(c = 1 cal/g °C) e, para isso, seu resistor Rx estará mergulhado
no líquido durante seu funcionamento. O valor de Rx deve ser
escolhido de tal forma que a água, inicialmente a 20 °C, atinja Assinale a alternativa que corresponde à corrente i que circula no
100 °C no menor tempo possível. Adotando que 1cal = 4 J e que resistor R.
não há desperdício de calor apreciável, o tempo necessário é de: A) i = 2A
B) i = 1A
A
30 Ω 60 Ω C)
Rx
40 Ω 40 Ω
D)
B
+ – E) n.r.a.
240 V
A) 5 min. B) 12 min.
C) 16 min. D) 24 min.
E) n.r.a.
13. Cada bateria é composta por uma f.e.m que vale e e uma
resistência interna r (não representada na figura). Se cada
resistência (mostrada na figura) vale 2r, determine a corrente de
curto da bateria equivalente.
3ε ε
A) icc = B) icc =
2r r
2ε 2ε
C) icc = D) icc =
3r r
ε
E) icc =
2r
+ 14 V 4Ω 5Ω ± 16 V
–
A) 1A
B) 2A
C) 3A
D) 4A
SUPERVISOR/DIRETOR: MARCELO PENA – AUTOR: MARCOS HAROLDO
E) 5A DIG.: Aníbal – REV.: AMÉLIA
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Física I – Aulas 31 a 34 iii) Na condição de máxima potência, a resistência externa a
bateria (R) é igual a resistência interna a bateria (Rth),
Gabarito logo:
1 2 3 4 5
C C - - - R = Rth =
R 2 R3
R 2 +R3
6 7 8 9 10
B - - - A
11 12 13 14 15 iv) Observe que, como apenas o valor de R é importante
A E B B C para resolver a questão e ele é obtido com Rth, não é
necessário calcular o valor de Eth.
Resposta correta: C
1.
i) Pelo método de Thévenin, temos que:
3.
i) Observe que há uma linha de simetria passando por A e
por B, logo temos o seguinte circuito:
4 7R i1 R i1 + i2 = 0 4 7R i1 R i1 +
70
i1 0
65
ii) Calculando o Rth, temos que: 135
3 7R i1 + R
65 i1
590 195 39
3 R i1 i1
65 i1 590 R 118 R
4.
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i) Antes de fechar o interruptor K: Logo:
2 1 x 2 1
i = i'
R1 R2 R3 R1 R2
2 1 R1 R 2 x R1 R 2
2 1 R1 R 2 2 1 R3
2 1 R3
x R1 R 2 2 1 R3 x
R1 R2
5.
a) Pela lei de Kirchoff, temos que:
2 R 2i x R 3i 1 R1i = 0
2 1 x = R1 R2 R3 i
2 1 + x
i=
R1 R2 R3
1
1 R1i + 2 R 2i + 3 R 3i + ... + n R ni = 0
1 2
3 ... n ... R n = 0
R1 + R 2 + R 3
i
1 2 3 ... n R1 + R 2 + R 3 ... R n
i
R1 + R 2 + R 3 ... R n R1 + R 2 + R 3 ... R n
i
i=
Devido a d.d.p zero, a resistência no fio liso é zero. VB VA 1 2 ... n1 n R1 R2 ...Rn1 Rn i
Por isso a corrente i’ vai toda para o fio liso.
R; i =
iii) Devido a alta resistência de V, a corrente que passa
por ele tende a zero. Para que V permaneça VB VA
R1 R2 ... Rn1 Rn R1 R2 ... Rn 1 Rn
inalterado, necessitamos que
VB VA R1 R2 ... Rn1 Rn R1 R2 ... Rn 1 Rn
v = 1 R1i = 1 R1i ' .
VA VB 0 VA VB
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//////////////////
ii) Na parte que contém N – n ramos, temos que:
VA VB n+1 n+2 n+3 ... N 2 N1 N Rn1 Rn 2 Rn 3 ... RN 2 RN1 RN i
R; i =
VA VB Rn +1 Rn +2 Rn +3 ... RN 2 RN 1 RN Rn+1 Rn +2 Rn 3 ... RN2 RN1 RN
=
VA VB 0 VA = VB
Portanto, para qualquer lado que você escolha, a d.d.p entre A e B é zero.
6.
i) Por lei de Kirchoff nas malhas, temos:
V1 + V2 R 2i
V1 R1i1 R i1 i2 = 0 V1 R1i1 R i = 0 V1 R1 Ri = 0
R1 + R 2
R1 + R2 V1 R1 V1 + V2 R2i R1 + R2 R i = 0 R1V
1
+ R 2 V1 R1V1 R1V2 R1R 2i R1R i R 2R i = 0
R 2 V1 R1V2 R1R 2
R1R +RR 2 i = 0 R 2 V1 R1V2 = R1R 2 R1R +RR 2 i
R 2 V1 R1V2
i=
R1R 2 + R1R + RR 2
Resposta: B
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//////////////////
7. A figura do enunciado está errada. A figura correta é:
a)
i) Supondo as correntes que rodam as malhas, por lei de Kirchoff, temos:
4 + 10i
2, 5 30i' +1, 5 +10i = 0 i' = (3)
30
iv) Observe que o valor de i é menor que zero. Isso significa que o sentido da corrente i é contrário ao sentido suposto no
começo da questão.
b)
i) De acordo com o item A, temos o seguinte circuito:
iii) O valor de VA – VB é 0,94V por causa das aproximações dos valores de i e i’.
Se utilizar uma calculadora com os valores reais de i e i’, obteremos VA – VB 0,9V
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iv) Como nesse item B o sentido de i foi invertido para obter os verdadeiros sentidos das correntes no circuito, temos que o
valor de i é i = 0,06A.
Resposta correta: VA VB 0, 94V
a)
i) Supondo o sentido das correntes nas malhas, temos o seguinte circuito:
7i 11i2 = 0 7 i1 i2 11i2 = 0 7i1 18i2 = 0 i2 =
7
i
18 1
(4)
7 11 11
i = i1 i2 i = i i i2 = i 5 7i 10i1 = 0 5 7 i 10i1 = 0
18 1 1 18 1 18 1
90 35
5 18 7 11i1 10 18i1 = 0 90 77i1 180i1 i1 = A i2 = A
257 257
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//////////////////
v) No ramo AB, temos: VB –1i –10 – 5i + 15 –1i = VA VB + 5 – 7i = VA
VB 5 7 i1 i2 = VA VB 5 7 257
90 35
55
= VA VB 5 7
257
= VA
257
385 1670
VB 5 VA VA VB V VA VB 6, 5V
257 257
b)
90 35
i) No resistor de 5 , de acordo com a figura do item A, passa a corrente i = i 1 + i2, logo i = ,
257 257
55
ou seja, i= A
257
2 55 2
ii) A potência dissipada no resistor de 5 é: Potdiss = Ri Potdiss = 5 Potdiss 0, 229 W
257
iii) A energia dissipada é:
Joules 60 segundos
Ediss = 0, 229 5 minuto Ediss 68, 7 J
segundos 1 minuto
Obs.: O valor negativo das correntes i e ii é para indicar que elas percorrem o sentido contrário ao que foi suposto no item a.
9.
i) Supondo o sentido das correntes no circuito, temos que:
1000+100i1
6i2 100i1 = 1000 i2 = (4)
6
F B O N L I N E . C O M . B R
//////////////////
iv) Substituindo (3) e (4) em (2):
12 0, 01i 0, 06i2 = 0 12 0, 01(i1 + i2 ) 0, 06 i2 = 0 12 0,1i1 0, 07i2 = 0
1000 + 100i1
12 0, 01i1 0, 07 = 0 12 6 6 0, 01i1 0, 07 1000 + 100i1 = 0
6
10.
i) Supondo o sentido das correntes nas malhas do circuito, temos:
| 1 = | 2 4 R +R B 2 |2 R |2 = 0 4 3R |2 2R B |2 = 0 4 = 3R + 2R B |2
4
|2=
3R+2RB
Resposta correta: A
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//////////////////
11.
i) Supondo o sentido das correntes nas correntes nas malhas do circuito, temos:
24 2i 20i2 + 4 = 0 28 2i 20 i2 = 0 28 2 i1 i2 20 i2 = 0
20i2 2
28 2i1 22i2 = 0 28 2 22i2 = 0 6 28 40 i2 + 4 6 22 i2 = 0
6
Resposta correta: A
12.
i) Pelo método de Thévenin, temos que:
F B O N L I N E . C O M . B R
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ii) Calculando o Rth, temos que:
iii) Foi demonstrado nas aulas e no módulo de estudos (Aulas 27 a 30) que na condição de máxima potência dissipada
(circunstâncias necessária para que a água seja aquecida no menor tempo possível), a resistência externa a bateria (Rx) é
igual a resistência interna a bateria, logo Rx = Rth =40
1
240 = 90i1 i = 8/3 A
240 = 80i2
i2 = 3A
vi) De acordo com o circuito resultante pelo método de Thévenin no passo i), temos:
2 2
vii) A potência dissipada por Rx: Pot = Rx ⋅ i Pot = 40 ⋅ (0,5) Pot =10W
viii) Energia necessária para aquecer a água: Q = 360 ⋅ 4 ⋅ (100 – 20) Q = 115200 J
Resposta correta: E
F B O N L I N E . C O M . B R
//////////////////
13.
i) Como temos infinitas malhas, implica que, após um determinado número de células, a associação de f.e.m () e resistores
irão convergir para uma f.e.m equivalente (eq) e um resistor equivalente (Req). Portanto, baseado nisso, temos o seguinte
circuito:
eq'
Req'
eq 0
Req 2r Req' =
2r Req
2r Req
eq' eq
Req' Req
eq' =
eq
Req
Req'
eq' =
eq 2r Req
Req 2r Req
eq' = 2r
2r Req
eq
2R
eq = eq'+ eq = eq+ (1)
2r Req
Req = Req'+ R 2r Req
Req = r (2)
2r Req
2r R eq 2r R eq
Req = Req'+ r Req = r Req r = Req r 2r Req 2r Req
2r Req 2r Req
2 2 2 2 2 2
2r R eq +Req 2r RReq = 2r Req Req RReq 2r = 0 ( r ) 4(1) ( 2r )
2 2 2 r 3r Req = 2r
= r + 8r = 9r Req = Req = 2r (3)
2 Req = r ( Absurdo)
F B O N L I N E . C O M . B R
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vi) Substituindo (3) em (1):
2r 2r 2r
eq = eq eq = 2r 2r eq eq = eq eq = 2 (4)
2r Req 4r
Resposta correta: B
14.
i) Pelo método de Thévenin, temos que:
F B O N L I N E . C O M . B R
//////////////////
iii) Calculando o th, temos que:
Subtraindo (1) de (2): 16 2i2 5i1 5 i1 + i2 14 + 8i1 + 5 i1 + i2 = 0 2 + 8i1 2i2 = 0 i2 = 1+ 4i1 (3) ¨
14 8i2 5i1 5i2 0 14 13i1 5i2 0 14 13i1 5 1+ 4 i1 0 9 33i1 0
i1 = 3 / 11 A
136
Calculando a d.d.p entre A e B: VB + 14 6i1 = VA VA VB th V
11
136 24 136 44 + 24
th 4i - Rth i = 0 4i i= 0 = i i = 2A
11 11 11 11
Resposta correta: B
15.
ii) Na malha ACDB podemos utilizar o teorema de Millman, pois, A = C e B = D, devido às propriedades do fio liso.
eq 44 12 12 4 eq 44 12
= Req = Req = 3 = eq = 20 V
Req 12 4 12 + 4 3 12 4
F B O N L I N E . C O M . B R
//////////////////
iii) De acordo com os resultados do passo ii), temos o seguinte circuito:
2
20 R i 3i = 0 R = 2 + i 20 2 + i i 3i = 0 20 2i i 3i = 0
2 2 5 105
i + 5i 20 = 0 = (5) 4 (1) ( 20) = 105 i =
2
i < 0 é absurdo, pois há apenas um f.e.m no circuito,
105 5
i=
logo a corrente segue o sentido negativo-positivo dessa f.e.m 2
Resposta correta: C
F B O N L I N E . C O M . B R
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