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Teoremas de Circuitos Elétricos EAD

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FÍSICA

Frente: Física III


EAD – ITA/IME
Professor(a): Marcos Haroldo

AULAS 31 A 34
Assunto: Circuitos II

RThRTh
Resumo Teórico A
A A A
Rede
Rede
linear
linear ii R i iR R
ativa
ativa εThεTh
BB B B
Teorema da reciprocidade
Exemplo de aplicação do Teorema de Thévenin. O circuito genérico
O Teorema da Reciprocidade admite o seguinte enunciado:
original (a) é substituído pelo seu “equivalente-Thévenin” com apenas
“Se uma fonte intercalada num ramo de um circuito linear uma malha (b).
passivo (por exemplo, um conjunto de resistências) produz como
resposta, em qualquer outro ramo do circuito, uma certa corrente, a De um ponto de vista experimental, a implementação do
mesma fonte, intercalada neste ramo, produzirá como resposta, no Teorema de Thévenin é extremamente simples.
primeiro ramo do circuito, a mesma corrente.”
1. Desligamos R do circuito.
Ao aplicarmos o Teorema da Reciprocidade, a fonte do primeiro
2. Medimos com um voltímetro a ddp entre os pontos A e (eTh).
ramo, ao ser intercambiada, deixa no seu lugar, a sua resistência
interna. 3. Substituímos todas as fontes por suas respectivas resistências
A figura abaixo ilustra a aplicação do teorema da reciprocidade. internas (as fontes de tensão por chaves fechadas e as de corrente
por chaves abertas).
(a) R1 4. Medimos com um ohmímetro a resistência equivalente entre os
pontos A e B (RTh).
r Circuito 5. Calculamos a corrente de carga no resistor R:
linear i R2
ε passivo ε Th
i=
R + R Th

(b) R1 Teorema de Norton


Apresentamos um possível enunciado para o Teorema de
r i Circuito Norton:
linear R2 “Uma rede ativa e linear contendo uma ou várias fontes de
passivo
tensão e/ou corrente pode ser substituída por uma única resistência.”
ε A corrente desta fonte é dita corrente equivalente de Norton
ou simplesmente corrente-Norton (iN) e a resistência é dita resistência-
Exemplo de aplicação do Teorema da Reciprocidade. Norton (RN).
A fonte de tensão do primeiro ramo (a) é levada para o segundo ramo (b), deixando
em seu lugar a resistência interna r. A A
Rede
Observação:
linear R iN RN R i
Os teoremas da superposição e da reciprocidade podem ser ativa
utilizados na resolução de um mesmo circuito. B
B
Exemplo de aplicação de teorema de Norton.

Teorema de Thévenin O circuito génerico original (a) é substituído pelo seu “equivalente-Norton” (b).
Experimentalmente, podemos aplicar o Teorema de Norton
Enunciaremos desta forma o Teorema de Thévenin: com o seguinte procedimento simples:
“Uma rede ativa e linear contendo uma ou várias fontes de 1. Desligamos R do circuito.
tensão e/ou corrente pode ser substituída por uma única fonte de 2. Colocamos os pontos A e B em curto-circuito e medimos a corrente
tensão em série com uma única resistência.” entre estes pontos com um amperímetro (iN).
A tensão desta fonte é dita tensão equivalente de Thévenin ou 3. Substituímos todas as fontes por suas resistências internas.
simplesmente tensão-Thévenin (eTh) e a resistência é dita resistência- 4. Medimos a resistência equivalente entre A e B com um
-Thévenin (RTh). ohmímetro (RN).

F B O [Link] 006.427-132390/18

//////////////////
5. Calculamos a corrente de carga do resistor R: Teorema de Millman
RN O teorema de Millman estabelece as regras de associação em
RN (iN − i) = Ri → i = i
RN + R N paralelo e em série de fontes de tensão e de corrente, respectivamente.
Considere-se agora as fontes de tensão associadas em paralelo.
É claro que se o circuito genérico apresentado anteriormente O teorema de Millman estabelece que o conjunto destas fontes pode
possui um equivalente-Thévenin e um equivalente-Norton, estes dois ser substituído por uma fonte de tensão com resistência interna, cujos
circuitos são equivalentes entre si. Isto significa que: parâmetros são dados pelas expressões:

RN = R Th r1 ε1

ε Th i1 r2
iN = ε2
R Th i
i2
A B
A
in rn εn
R3= 3 Ω

R1= 3 Ω R2= 6 Ω

1. Recortamos os pontos extremos A e B de um conjunto de geradores


em paralelos.
20 V
10 V B 2. Medimos com um ohmímetro a resistência equivalente entre os
pontos A e B (req).
Exemplo de circuito ao qual serão aplicados os teoremas 3. Encontramos eeq da seguinte maneira:
de Thevenin e Norton.

Com os terminais A e B em aberto, a corrente na malha será: eq n j



req j1 rj
20 + 10 10
i= = A
9 3 4. Em seguida, substituímos a associação por um gerador equivalente:
A tensão-Thévenin pode ser calculada, considerando que não
circula corrente no resistor R3: i
A B
req εeq
10
VTh = 20 − 3 ⋅ V Gerador equivalente
3
A resistência é obtida curto-circuitando as fontes conforme o
esquema abaixo. Método de Maxwell
A O Método de Maxwell consiste numa simplificação do Método
3Ω
de Kirchoff, com o objetivo de tornar o trabalho algébrico mais leve.
A ideia de Maxwell foi supor a existência de uma corrente circular em
3Ω 6Ω cada malha simples, com o objetivo de reduzir o número de correntes a
ser encontradas. Para achar todas as correntes que existem no circuito,
uma operação de soma nos ramos adjacentes é o suficiente.
B

De modo trivial, encontramos: Observe o seguinte exemplo:


No circuito abaixo, determine o valor de R para que a bateria de
RTh = 5 Ω
f.e.m. E1 e resistência interna r1 funcionem como receptor.
Como vimos, RN = RTh, e iN = εTh/RTh → RN = 5 Ω e iN = 2 A
Daí, os equivalentes Thévenin e Norton do circuito da figura
são apresentados a seguir:
ε1 = 27 V r 1= 1Ω
(a) A (b) A

5Ω
ε2 = 28 V r2= 1Ω
10 V 2A 5Ω

R
B B
Equivalentes
EquivalentesThévenin
Thévenin (a)
(a) ee Norton
Norton (b)
(B)do
docircuito
circuitoanterior.
anterior.

F B O [Link] 2 006.427-132390/18

//////////////////
Pelo método de Maxwell, devemos ter: Amperímetro
Como dissemos, a corrente de fundo de escala é pequena (de
r1=1Ω ordem de microampères). Então, como utilizamos o galvanômetro
ε1=27 V
i1 para medir correntes maiores que iG?
O procedimento é simples: associamos, em paralelo com o
r2=1Ω galvanômetro, um resistor denominado shunt ou derivador.
ε2=28 V i2 Adaptado desta maneira, o galvanômetro mais o shunt denomina-se
amperímetro (instrumento para medição de correntes elétricas).
i iG
R
G
28 – (i1 + i2) – Ri2 = 0
27 + (i1 + i2) + i1 – 28 = 0
iS
Calcula-se que:
(a)

27 − R RS
i1 =
2R + 1 i
A
Para que i1 > 0 (e1funcione como receptor) devemos ter (b)
R > 27 Ω ou R < – 0,5 Ω
Representação de um galvanômetro em paralelo com um
Não preciso nem comentar qual dos resultados devemos shunt (a) e representação de um amperímetro (b).
escolher!
Como shunt e o galvanômetro estão ligados em paralelo:
Medidas elétricas VG = RGiG = RSiS
RGiG = RS (i − iG )
Galvanômetro  R + RS 
i = iG  G 
Para a realização de medidas elétricas, o instrumento básico  RS 
é o galvanômetro, cujo funcionamento está relacionado aos efeitos Ou seja, o amperímetro pode medir uma corrente elétrica
magnéticos da corrente elétrica. (RG + RS)/RS vezes maior que o galvanômetro original. Por exemplo,
O galvanômetro consta de um ímã permanente, e de uma se a corrente de fundo da escala do galvanômetro for iG = 10 μA
bobina entre os polos do mesmo. Normalmente, a bobina é enrolada e quisermos medir uma corrente i = 10 mA, devemos associar ao
em torno de um núcleo de ferro, cujo objetivo (relacionado ao galvanômetro um shunt, tal que:
ferromagnetismo) é amplificar o efeito do campo magnético. Um  R + RS 
ponteiro é conectado ao eixo da bobina para indicar a deflexão da 10 · 10−3 = 10 · 10−6  G 
mesma. Além disso, molas de restituição garantem que a bobina  RS 
mantenha uma posição estacionária para um dado valor de corrente. 1000 RS = RG + RS → RS = RG /999

O esquema de galvanômetro é apresentado a seguir: Em geral, a resistência do shunt deve ser bem menor que a
resistência do galvanômetro.
Para que o amperímetro possa medir a corrente elétrica que
Ponteiro 0 escala passa sobre um determinado componente de um circuito, devemos
Ímã
associar o amperímetro em série com ele, de modo que ambos sejam
percorridos pela mesma corrente elétrica. Consideremos o exemplo
N S abaixo, em que desejamos medir sobre o resistor R.

núcleo bobina R
de ferro
ε A RA
Esquema de um galvanômetro

Quando nenhuma corrente atravessa o galvanômetro, ele Circuito simples,


Circuito simples, exemplificando
exemplificando oo uso
uso do
do amperímetro
amperímetro
permanece na posição representada pelo zero da escala. Para um
dado valor de corrente, denominado corrente de fundo de escala (iG),o Se quisermos que a presença do amperímetro não modifique
a corrente elétrica no circuito, devemos ter:
ponteiro indica o máximo valor da escala, correspondendo à máxima
deflexão da bobina. Em geral, esta corrente é muito pequena, que ε
i0 = = corrente elétrica original.
significa que o galvanômetro é muito sensível. R
Atribuindo ao galvanômetro uma resistência RG, decorre, da ε
i= = corrente elétrica após a introdução do amperímetro.
Lei de Ohm, que a tensão nos seus terminais ao ser percorrido pela R + RA
corrente de fundo da escala, é a tensão de fundo de escala (VG), tal i  i0 → RA = O
que: VG = RG iG O amperímetro ideal teria resistência nula. Observe que a
O galvanômetro pode ser adaptado e calibrado, de tal forma presença do shunt faz com que a resistência do amperímetro RA =
que ele possa medir correntes elétricas, diferenças de potencial e RGRS/(RG + RS) seja menor que a resistência original do galvanômetro,
resistências. o que é um resultado desejado.
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3 F B O N L I NE .C O M . B R
//////////////////
Voltímetro Ohmímetro
É o instrumento utilizado para medir resistências. Uma
A tensão de fundo de escala do galvanômetro é muito pequena. adaptação possível para um galvanômetro, tal que ele passa a ser
Portanto, se quisermos medir uma ddp maior, devemos adaptá-lo, usado como ohmímetro, consta de uma bateria e um reostato.
associando, em série com ele, um resistor, denominado multiplicador.
O conjunto, galvanômetro mais multiplicador, é denominado voltímetro Multímetro
(instrumento para medição de diferenças de potencial). O multímetro combina, num só instrumento, o amperímetro,
iG
o voltímetro e o ohmímetro. Por meio de uma chave, selecionamos o
G componente a ser associado com o galvanômetro.
RM
RG
VM VG (a) Ponte de fio
Na prática, a determinação experimental do valor de Rx é feita,
V em laboratórios, por intermédio da ponte de fio, em que substituímos
dois resistores por um único fio, homogêneo e de seção reta constante,
iG sobre o qual desliza um cursor.
V
R R
V (b) G

Na figura anterior, temos:


1 2
V  R + RG 
V = VM + VG → iG = → V = VG  M 
RM + RG  RG  R1 R2

Concluímos que o voltímetro pode medir uma ddp


(RM + RG)/RG vezes maior que o galvanômetro. Por exemplo, se a tensão Ponte
Ponte de fio
de fio
de fundo de escala for VG = 10 mV e quisermos medir uma tensão V
= 1 V, devemos associar ao galvanômetro um multiplicador, tal que: Da expressão para a ponte equilibrada:
 R + RG 
1 = 10 · 10−3  M  R · R2 = R XR1
 RG  ρ ρ 
100 RG = RM + RG → RM = 99 RG R 2 = RX 1 → RX = R · 2
A A 1

A resistência do voltímetro é sempre maior que a resistência


do galvanômetro.
Para medirmos a ddp nos terminais de um componente de Exercício Resolvido
um circuito, devemos associar o voltímetro em paralelo com ele, de
modo que os dois estejam submetidos à mesma ddp. Como exemplo,
façamos uma medida da ddp sobre o resistor R1. 01. O circuito abaixo consiste em quatro resistências ligadas por fios
R1 ideais. O sistema utiliza dissipa uma potência P se uma bateria
ideal é conectado tanto entre os pontos A e D quanto nos pontos
B e C. Se a bateria estiver ligada entre os pontos A e B ou C e D,
o circuito dissipa 2P. Qual seria a potência dissipada se a bateria
ε
fosse conectada nos pontos A e C?

A B
R2
Circuito simples, exemplificando o uso do voltímetro.

Queremos que a presença do voltímetro não altere a ddp sobre


R1 no circuito. Sejam:
ε
V0 = R1 = ddp original
R1 + R2
ε
V = Req = ddp após a introdução do voltímetro.
Req + R2
D C
Para que V ≈ V0 temos: Req ≈ R1
Como:
RR
(
A) 2 2 3 − 3 P)
Req  1 v , é preciso que Rv → ∞
R1  R v B) 2 (2 3 + 3) P

De fato, o voltímetro ideal deveria ter resistência infinita, o que C) 2 ( 3 − 3) P


é aproximado graças à presença do multiplicador, que faz com que D) (2 3 − 3) P
a resistência do voltímetro RV = RG + RM seja maior que a resistência
do galvanômetro. E) (2 3 + 3) P

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//////////////////
Solução: 02. Determine o valor da resistência R para que a potência nela seja
Pela simetria das potências dissipadas, devemos ter as resistências máxima.
entre AB e DC iguais a R1. Da mesma forma, temos R2 sendo as
resistências entre AD e BC. Assim, ao ligar a bateria entre A e D, R2
temos:
R2 (2R1 + R2 ) 2R1 + 2R2 2
R AD = →P = ε
2R1 + 2R2 R2 (2R1 + R2 ) ε0 R1 R3 R

Quando a bateria é ligada em A e B, devemos ter:


R1 (2R2 + R1) 2R1 + 2R2 2
R AB = → 2P = ε
2R1 + 2R2 R1 (2R2 + R1) A) R1 + R2 + R3

Substituindo, temos: R1  R2
B)
2R1 + 2R2 2R1 + 2R2 R1  R2  R3
2 = → 2R1 (2R2 + R1) = R2 (2R1 + R2 )
R2 (2R1 + R2 ) R1 (2R2 + R1)
R2  R3
C)
4R1R2 + 2R12 = 2R1R2 + R22 → R22 − 2R1R2 + R12 R2  R3
= (R2 − R1) = 3R12
2

R1R2 + R1R3 + R2R3


D)
R2 = ( )
3 + 1 R1 R1 + R2 + R3

R12 + R22 + R23


Dessa forma, quando a bateria é ligada em A e C, devemos ter: E)
R1 + R2 + R3

R AC =
( )
3 + 2 R1
→ P’ =
2R2 (2R1 + R2 )
P
2 ( )
3 + 2 R1 (2R1 + 2R2 ) 03. No circuito abaixo, determine a corrente no trecho AB.
B

P’ =
2 ( )( ( 3 +1 2+ 3 +1 )) P = 2 ( 3 + 1) ( 3+3 )P
( 3 + 2) (2 + 2 ( 3 + 1)) ( 3 + 2) (2 3 + 4) 6R
4R
6R


( ) P= 3
2
3 +1
) (− )
ε ε
( 2R 2R
2 2
P’ = 3 3 +1 3+2 P
( 3 + 2)
2
A

(
= 3 3+ 2 3 +1 4 − 4 3 + 3 P )( ) 5R
4R
5R

( )( )
P’ = 3 4 + 2 3 7 − 4 3 P = 3 4 − 2 3 P = 2 2 3 − 3 P ( ) ( )
Resposta: A
04. Um circuito elétrico é formado por baterias cujas f.e.m. são ε1, ε2
e εx. A uma das partes do circuito liga-se o voltímetro V de grande
resistência interna. Ache a f.e.m. εx com a qual a indicação do
Exercícios de Fixação voltímetro não varia após fechar o interruptor K (ε2 > ε1).

01. Determine o valor de R para que seja máxima a potência dissipada


nesse resistor. R2
V R1
10 V
A) 3 Ω ε2
B) 4 Ω
C) 7 Ω ε1
36 V
D) 9 Ω 6Ω
R3
E) n.r.a. R
εx
4Ω 8Ω 36 V
3Ω K

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5 F B O N L I NE .C O M . B R
//////////////////
05. N fontes com diferentes f.e.m. se conectam como mostra a figura. 08. A figura representa um circuito de corrente contínua, com os valores
As fem das fontes são proporcionais às suas resistências internas, das forças eletromotrizes das baterias, a força contraeletromotriz
ou seja, ε = αR, em que α é uma constante. Determine: do motor, assim como os valores das resistências presentes,
incluídas as resistências internas dos aparatos.
A
1Ω
A

10 V
1Ω 15 V 1Ω 5V
9Ω
5Ω
10 Ω
– 10 V
M
+ 1Ω
B
B
A) a corrente no circuito. Calcule:
B) a ddp entre os pontos A e B, que dividem o circuito em n e A) a diferença de potencial entre os pontos A e B.
N - n ramos. B) a energia dissipada na resistência de 5 Ω em 5 minutos.

06. (ITA) No circuito esquematizado, a corrente i através da resistência 09. Uma bateria descarregada é carregada através da conexão com
uma bateria carregada de outro carro com cabos de ligação direta.
R é dada por:
Determine a corrente no arranque e na bateria descarregada.
– +

R1 V2
i
1Ω 0,06 Ω
0,01 Ω
Arranque
+
V1

+ +
– 12 V
– 10 V
R R2

Bateria Bateria
carregada descarregada
R2V2  R1V1 R2V1 − R1V2
A) i  B) i =
R1R2  R1R  RR2 R1R2 + R1R + RR2 10. O circuito abaixo tem três baterias com voltagens 5 e, e e e, três
resistores de resistência R e uma lâmpada com resistência RB.
R1V2  R2V1 R1V2 + R2V1
C) i  D) i =
RR2  R1R  R1R2 RR2 + R1R + R1R2 R A

R1V1  R2V2
E) i 
R1R2  R1R  RR2 ε l2 ε

R
07. No circuito abaixo, as fem das fontes valem ε1 = 1,5 V, ε2 = 2,0 V
e ε3 = 2,5 V e as resistências R1 = 10 Ω, R2 = 20 Ω e R3 = 30 Ω. B
R
RB
As resistências internas das fontes são desprezíveis. Encontre:
A Determine a corrente I2 em termos de ε, R e RB.

A) I2 =
ε1
3R + 2RB
ε3
R2 3ε
B) I2 =
R + 2RB

R R2 2ε
ε2 C) I2 =
3R + 2RB

B 2ε
D) I2 =
R + 3RB

A) a corrente elétrica através da resistência R1. 5ε


E) I2 =
B) a ddp VA – VB. R + 3RB

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//////////////////
11. No circuito abaixo, determine o valor da corrente elétrica através 15. Suponha que um resistor R deja dependente da corrente que o
da resistência de 20 Ω. atravessa, tal que a sua resistência é dada por R = 2+ i. Esse resistor
A) 1 A é ligado ao circuito elétrico a seguir.
B) 2 A 2Ω
20 Ω 4Ω
C) 3 A
D) 4 A 24 V +
E) 5 A 2 V 8Ω 12 V

2Ω

4Ω 4V
+ 4Ω R
12. O circuito abaixo será usado para aquecer 360 g de água 44 V

(c = 1 cal/g °C) e, para isso, seu resistor Rx estará mergulhado
no líquido durante seu funcionamento. O valor de Rx deve ser
escolhido de tal forma que a água, inicialmente a 20 °C, atinja Assinale a alternativa que corresponde à corrente i que circula no
100 °C no menor tempo possível. Adotando que 1cal = 4 J e que resistor R.
não há desperdício de calor apreciável, o tempo necessário é de: A) i = 2A
B) i = 1A
A
30 Ω 60 Ω C)
Rx

40 Ω 40 Ω
D)
B
+ – E) n.r.a.
240 V

A) 5 min. B) 12 min.
C) 16 min. D) 24 min.
E) n.r.a.

13. Cada bateria é composta por uma f.e.m que vale e e uma
resistência interna r (não representada na figura). Se cada
resistência (mostrada na figura) vale 2r, determine a corrente de
curto da bateria equivalente.

3ε ε
A) icc = B) icc =
2r r
2ε 2ε
C) icc = D) icc =
3r r
ε
E) icc =
2r

14. No circuito abaixo, determine o valor da corrente elétrica, no


resistor de 4Ω.
8Ω
6Ω
2Ω 2Ω

+ 14 V 4Ω 5Ω ± 16 V

A) 1A
B) 2A
C) 3A
D) 4A
SUPERVISOR/DIRETOR: MARCELO PENA – AUTOR: MARCOS HAROLDO
E) 5A DIG.: Aníbal – REV.: AMÉLIA

006.427-132390/18
7 F B O N L I NE .C O M . B R
//////////////////
Física I – Aulas 31 a 34 iii) Na condição de máxima potência, a resistência externa a
bateria (R) é igual a resistência interna a bateria (Rth),
Gabarito logo:
1 2 3 4 5
C C - - - R = Rth =
R 2  R3
R 2 +R3
6 7 8 9 10
B - - - A
11 12 13 14 15 iv) Observe que, como apenas o valor de R é importante
A E B B C para resolver a questão e ele é obtido com Rth, não é
necessário calcular o valor de Eth.

Resposta correta: C
1.
i) Pelo método de Thévenin, temos que:
3.
i) Observe que há uma linha de simetria passando por A e
por B, logo temos o seguinte circuito:

ii) Calculando o Rth, temos que:

ii) Pela lei de Kirchoff, nas malhas, temos que:


 4   4R i1  3R i1  R i1 + i2    = 0
 
 4   4R i2  2, 5R i2  R i1 + i2    = 0
 4   7R i1  R i1 + i2    = 0 1

 4   6, 5R i2  R i1 + i2    = 0  2 
iii) Na condição de máxima potência dissipada, a resistência
externa a bateria (R) é igual a resistência interna a
bateria (Rth), logo R = Rth = 
iii) Subtraindo (1) de (2), temos:
iv) Observe que, como a questão pede apenas o valor de R
e ele é obtido com Rth, não é necessário calcular o valor  
4   6, 5R i2  R i1 + i2     4   7R i1 + R i1 + i2    0
de Eth.
 6, 5 R i2  7 R i1  0  7Ri1 = 6,5Ri2 
Resposta correta: C
 7   70 
 i2 =   i1  i2 =  i
 6,5   65  1
2.
i) Pelo método de Thévenin, temos que:
iv) Substituindo o valor de i2 em (1), temos que:

  
4   7R i1  R i1 + i2   = 0  4   7R i1  R  i1 +

70 
i1     0
65 
ii) Calculando o Rth, temos que:  135 
 3  7R i1 +  R
 65  i1

 590   195    39  
 3    R  i1    i1   
 65  i1  590  R  118  R

4.

F B O N L I N E . C O M . B R
//////////////////
i) Antes de fechar o interruptor K: Logo:

v = 1  R1i = 1  R1i '  1  R1i   1  R1i '  R 1i  R 1i ' 

 2 1  x 2  1
i = i'   
R1  R2  R3 R1  R2

 2  1 R1  R 2    x R1  R 2  
  2  1 R1  R 2    2  1  R3 
 2  1 R3

 x R1  R 2    2  1  R3  x 
R1  R2

5.
a) Pela lei de Kirchoff, temos que:

 2  R 2i   x  R 3i  1  R1i = 0

 2  1   x = R1  R2  R3  i
 2  1 + x
i=
R1  R2  R3 
1

ii) Após o fechamento do interruptor K:

1  R1i +  2  R 2i + 3  R 3i + ... + n  R ni = 0

1   2 
  3  ...  n  ...  R n  = 0
 R1 + R 2 + R 3
i

1   2  3  ...  n   R1 + R 2 + R 3  ...  R n 
i

  R  R1  R 2  ...  R n   R1 + R 2 + R 3  ...  R n 


i

  R1 + R 2 + R 3  ...  R n    R1 + R 2 + R 3  ...  R n 
i

i=

 2  R 2i '  1  R1i ' = 0

 2  1 = R1  R2  i ' b)


i) Na parte que contém n ramos, temos que:
 
i' = 2 1 ( 2)
R1  R 2 VA + 1  R1i +  2  R 2i + ... + n 1  R n 1i + n  R ni = VB

Devido a d.d.p zero, a resistência no fio liso é zero. VB  VA  1  2 ... n1  n   R1 R2 ...Rn1 Rn i 
Por isso a corrente i’ vai toda para o fio liso.
  R; i = 
iii) Devido a alta resistência de V, a corrente que passa
por ele tende a zero. Para que V permaneça VB  VA   
 R1  R2 ... Rn1  Rn  R1  R2 ... Rn 1  Rn
inalterado, necessitamos que
VB  VA   R1  R2 ... Rn1  Rn    R1  R2 ... Rn 1  Rn 
v = 1  R1i = 1  R1i ' .
VA  VB  0  VA  VB

F B O N L I N E . C O M . B R
//////////////////
ii) Na parte que contém N – n ramos, temos que:

VB + n+1  R n+1i + n+2  R n+2i + n  3i  ...  N 2  RN  2i  N 1  RN1i + N  RNi = VA

VA  VB  n+1  n+2  n+3 ... N 2  N1  N   Rn1  Rn 2  Rn 3  ...  RN 2  RN1  RN  i
  R; i = 

VA  VB Rn +1  Rn +2  Rn +3 ... RN 2  RN  1  RN   Rn+1  Rn +2  Rn  3 ... RN2  RN1  RN  
=

VA  VB =  Rn +1  Rn +2  Rn +3 ... RN 2  RN  1  RN    Rn +1  Rn +2  Rn +3 ... RN  2  RN  1  RN 

VA  VB  0  VA = VB

Portanto, para qualquer lado que você escolha, a d.d.p entre A e B é zero.

6.
i) Por lei de Kirchoff nas malhas, temos:

 V1  R1i1  R i1  i2  = 0 (1)



 V2  R 2i2  R i2  i1 = 0 (2)

 i = i1  i2 (3)

ii) Somando (1) e (2), temos:

V1  R1i1  R i1  i2  = 0 V1  R1i1  R i1  i2  = 0 V1  V2  R1i1


  V1  V2  R1i1  R 2i2 = 0  i2 =
 V2  R 2i2  R i2  i1 = 0  V2  R 2i2  R i1  i2  = 0
R2

iii) Substituindo o valor de i2 em (3):


V +V R i  V1 + V2  R 2i
i = i1  i2  i = i1   1 2
R2
11  R  R
 2i 2i1  V1 + V2    R1i1  i1 
  R1 + R 2

iv) Substituindo o valor de i1 em (3) e em (1), temos:

 V1 + V2  R 2i 
V1  R1i1  R  i1  i2  = 0  V1  R1i1  R i = 0  V1  R1    Ri = 0
 R1 + R 2 
R1 + R2  V1  R1  V1 + V2  R2i   R1 + R2  R i = 0  R1V
1
+ R 2 V1  R1V1  R1V2  R1R 2i  R1R i  R 2R i = 0

 R 2 V1  R1V2  R1R 2   
R1R +RR 2 i = 0  R 2 V1  R1V2 = R1R 2   R1R +RR 2 i 
R 2 V1  R1V2
i=
R1R 2 + R1R + RR 2

Resposta: B

F B O N L I N E . C O M . B R
//////////////////
7. A figura do enunciado está errada. A figura correta é:

a)
i) Supondo as correntes que rodam as malhas, por lei de Kirchoff, temos:

2  R 2 i  i'  1  R1i = 0 (1)



2  R 2 i  i' + 3  R 3i ' = 0 (2)

ii) Subtraindo (1) de (2), temos:


2  R 2 i  i'   3  R 3i '  2 + R 2 i + i' + 1+ R1i = 0  3  R 3i '  1 + R1i = 0

4 + 10i
 2, 5  30i' +1, 5 +10i = 0  i' = (3)
30

iii) Substituindo (3) em (1):


 i + 4 +10i   40i + 4 
 2  R 2 i + i'  1  R1i = 0  2  R 2
   1  R1i = 0  2  R 2   1  R1i = 0
 30   30 
 30 2  R 2  40i +4   301  30R1i = 0  30  2  20  40i +4   30  1, 5  30  10i = 0

 60  800i  80  45  300i = 0   65 = 1100i  i  0,06 A  i'  0,113 A

iv) Observe que o valor de i é menor que zero. Isso significa que o sentido da corrente i é contrário ao sentido suposto no
começo da questão.

Resposta correta: O valor da corrente que passa por R1 é 0,06A.

b)
i) De acordo com o item A, temos o seguinte circuito:

ii) No ramo AB, temos:


VB 
  2  R 2 i'  i  = VA  VB  2  20  0,113  0,06  = VA  VA  VB = 2  20  0, 053  VA  VB = 0, 94V

iii) O valor de VA – VB é 0,94V por causa das aproximações dos valores de i e i’.
Se utilizar uma calculadora com os valores reais de i e i’, obteremos VA – VB  0,9V

F B O N L I N E . C O M . B R
//////////////////
iv) Como nesse item B o sentido de i foi invertido para obter os verdadeiros sentidos das correntes no circuito, temos que o
valor de i é i = 0,06A.
Resposta correta: VA  VB  0, 94V

8. A figura do enunciado apresenta falhas. A figura correta é a seguinte:

a)
i) Supondo o sentido das correntes nas malhas, temos o seguinte circuito:

ii) Por lei de Kirchoff, temos:

 15  1i  1i1  10  9i1  1i  10  5i = 0  5  7i  10i1  0 (1)


 
 15  1i  1i2  5  10i2  1i  10  5i = 0  0  7i  11i2  0 (2)
 i = i +i 
 1 2 i  i1  i2 (3)

iii) Substituindo (3) em (2):

 
7i  11i2 = 0  7 i1  i2  11i2 = 0  7i1  18i2 = 0  i2 =  
 7
 i
 18  1
(4)

iv) Substituindo (3) e (4) em (1):

 7   11   11 
i = i1  i2  i =    i i  i2 =    i   5  7i  10i1 = 0  5  7   i  10i1 = 0
 18  1 1  18  1  18  1

90 35
 5  18  7  11i1  10  18i1 = 0  90  77i1  180i1  i1 =  A  i2 =  A
257 257

F B O N L I N E . C O M . B R
//////////////////
v) No ramo AB, temos: VB –1i –10 – 5i + 15 –1i = VA  VB + 5 – 7i = VA


 VB  5  7 i1  i2  = VA  VB  5  7  257
90 35 

 55 
 = VA  VB  5  7 
257 
 = VA
 257 

385 1670
 VB  5   VA  VA  VB  V  VA  VB  6, 5V
257 257

b)
90 35
i) No resistor de 5 , de acordo com a figura do item A, passa a corrente i = i 1 + i2, logo i =  ,
257 257
55
ou seja, i= A
257

2   55  2
ii) A potência dissipada no resistor de 5  é: Potdiss = Ri  Potdiss = 5    Potdiss  0, 229 W
 257 
iii) A energia dissipada é:

Joules 60 segundos
Ediss = 0, 229   5 minuto  Ediss  68, 7 J
segundos 1 minuto

Obs.: O valor negativo das correntes i e ii é para indicar que elas percorrem o sentido contrário ao que foi suposto no item a.

9.
i) Supondo o sentido das correntes no circuito, temos que:

ii) Por lei de Kirchoff, nas malhas, temos:

 12  0, 01i  1i1  10 = 0 (1)



 12  0, 01i  0, 06i2 = 0 (2)
 i = i +i (3)
 1 2

iii) Subtraindo (1) de (2):


12  0, 01i  0, 06i2  12 + 0, 01i + 1i1 +10 = 0  0, 06i2 +1i1 +10 = 0  6i2 +100 i1 +1000 = 0

1000+100i1
 6i2  100i1 = 1000  i2 = (4)
6

F B O N L I N E . C O M . B R
//////////////////
iv) Substituindo (3) e (4) em (2):
12  0, 01i  0, 06i2 = 0  12  0, 01(i1 + i2 )  0, 06 i2 = 0  12  0,1i1  0, 07i2 = 0
 1000 + 100i1 
 12  0, 01i1  0, 07   = 0  12  6  6  0, 01i1  0, 07 1000 + 100i1 = 0
 6 

 72  0, 06i1  70  7i1 = 0  2 = 7, 06 i1  i1  0, 283 A Corrente na bateria descarregada

v) Substituindo (5) em (4):


1000 + 100  0,283 
i2   i2  171, 4 A Corrente no arranque
6

10.
i) Supondo o sentido das correntes nas malhas do circuito, temos:

ii) Por lei de Kirchoff nas malhas, temos:


 5  R |    R |2 RB | = 0 (1)

 5  R |    R |1  RB | = 0 (2)
 |= | +| (3)
 1 2

iii) Subtraindo (1) de (2):


5  R|    R |2  RB |  5 + R|   + R |1 + RB | = 0  R |2  R |1= 0  R |1 = R |2  |1  |2 (4)

iv) Substituindo (3) e (4) em (1):

5  R |    R |2  RB | = 0  4   R +RB   R |2 = 0R +RB |1 + |2  R |2


 4 

 | 1 = | 2  4    R +R B   2 |2  R |2 = 0  4   3R |2  2R B |2 = 0  4  =  3R + 2R B  |2

4
 |2=
3R+2RB

Resposta correta: A

F B O N L I N E . C O M . B R
//////////////////
11.

i) Supondo o sentido das correntes nas correntes nas malhas do circuito, temos:

ii) Por lei de Kirchoff nas malhas, temos:


 24  2i  2i1 + 2  4i1 = 0 (1)

 24  2i  20i2 + 4 = 0 (2)
 i=i +i (3)
 1 2

iii) Subtraindo (2) de (1):


20i2  2
24  2 i  20i1 + 4  24 + 2 1 + 2i1  2 + 4i1 = 0  6i1  20i2 + 2 = 0  i1 = (4)
6

iv) Substituindo (3) e (4) em (2):

 
24  2i  20i2 + 4 = 0  28  2i  20 i2 = 0  28  2 i1  i2  20 i2 = 0

 20i2  2 
 28  2i1  22i2 = 0  28  2    22i2 = 0  6  28  40 i2 + 4  6  22 i2 = 0
 6 

 168  4  40i2  132i2 = 0  172 = 172i2  i2 = 1 A

Resposta correta: A

12.
i) Pelo método de Thévenin, temos que:

F B O N L I N E . C O M . B R
//////////////////
ii) Calculando o Rth, temos que:

iii) Foi demonstrado nas aulas e no módulo de estudos (Aulas 27 a 30) que na condição de máxima potência dissipada
(circunstâncias necessária para que a água seja aquecida no menor tempo possível), a resistência externa a bateria (Rx) é
igual a resistência interna a bateria, logo Rx = Rth =40 

iv) Calculando o th, temos que:

1 
240 = 90i1 i = 8/3 A

 
240 = 80i2
 i2 = 3A

v) Nos ramos AC e BC, temos que:

VC  30i1 = VA VC  80 = VA


 
  VA  VB = 40 V  th = 40 V
VC  40i2 = VB
 VC  120 = VB

vi) De acordo com o circuito resultante pelo método de Thévenin no passo i), temos:

th  Rx  i  Rth  i = 0  40  40i  40i  i = 0,5 A

2 2
vii) A potência dissipada por Rx: Pot = Rx ⋅ i  Pot = 40 ⋅ (0,5)  Pot =10W

viii) Energia necessária para aquecer a água: Q = 360 ⋅ 4 ⋅ (100 – 20)  Q = 115200 J

ix) Tempo para aquecer a água:


1segundo
t =  115200 Joule  t = 11520 segundos = 192 minutos
10 Joule

Resposta correta: E

F B O N L I N E . C O M . B R
//////////////////
13.
i) Como temos infinitas malhas, implica que, após um determinado número de células, a associação de f.e.m () e resistores
irão convergir para uma f.e.m equivalente (eq) e um resistor equivalente (Req). Portanto, baseado nisso, temos o seguinte
circuito:

ii) Pelo teorema de Millman, na malha CCBB, temos:

 eq'
Req'
 eq 0
 Req  2r  Req' =
2r  Req
2r  Req

 eq'  eq

Req' Req
  eq' =
 eq
Req
Req'  
  eq' =  
 eq 2r  Req

Req 2r  Req
  eq' =  2r
2r  Req 
 eq

iii) Substituindo o ramo CB resultante no circuito, temos:

iv) Na associação em série de resistores, temos que:

 2R
 eq =  eq'+   eq =  eq+  (1)
 2r  Req
 
Req = Req'+ R  2r  Req
Req = r (2)
 2r  Req

v) Resolvendo a equação (2):

2r  R eq 2r  R eq
Req = Req'+ r  Req =  r  Req  r =  Req  r   2r  Req  2r  Req
2r  Req 2r  Req
2 2 2 2 2 2
 2r R eq +Req  2r  RReq = 2r Req  Req  RReq  2r = 0    ( r )  4(1) (  2r )

2 2 2 r  3r Req = 2r
  = r + 8r = 9r  Req =  Req = 2r (3)
2 Req =  r ( Absurdo)

F B O N L I N E . C O M . B R
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vi) Substituindo (3) em (1):
 2r   2r   2r 
 eq =    eq     eq =  2r  2r   eq     eq =    eq     eq = 2 (4)
 2r  Req     4r 

vii) Baseados em (3) e (4), temos que VA – VB = UAB = eq – Req  i

viii) Na condição de corrente de curto, UAB = 0, logo:


 eq 2 
UAB =  eq  Reqi  0 =  eq  Reqi  icc  icc    icc 
Req 2r r

Resposta correta: B

14.
i) Pelo método de Thévenin, temos que:

ii) Calculando o Rth, temos que:

F B O N L I N E . C O M . B R
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iii) Calculando o th, temos que:

14  6  2  5 i + i  14  8  5 i + i  = 0 (1)


 i1 i1 1 2  i1 1 2
 
16  2i2  5 i1 + i2  16  2i2  5 i1 + i2  = 0 (2)
 

   
 Subtraindo (1) de (2): 16  2i2  5i1  5 i1 + i2  14 + 8i1 + 5 i1 + i2 = 0  2 + 8i1  2i2 = 0  i2 = 1+ 4i1 (3) ¨

 Substituindo (3) em (1):

 
14  8i2  5i1  5i2  0  14 13i1  5i2  0  14 13i1  5 1+ 4 i1  0  9  33i1  0   
i1 = 3 / 11 A

136
 Calculando a d.d.p entre A e B: VB + 14  6i1 = VA  VA  VB  th  V
11

iv) De acordo com o circuito de Thévenin do passo i), temos:

136 24 136  44 + 24 
th  4i - Rth  i = 0   4i  i= 0  = i  i = 2A
11 11 11 11

Resposta correta: B

15.

i) Associando os resistores, temos o seguinte circuito:

ii) Na malha ACDB podemos utilizar o teorema de Millman, pois, A = C e B = D, devido às propriedades do fio liso.

eq 44 12 12  4 eq 44 12
=   Req =  Req = 3   =   eq = 20 V
Req 12 4 12 + 4 3 12 4

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iii) De acordo com os resultados do passo ii), temos o seguinte circuito:

2
20  R i  3i = 0  R = 2 + i  20   2 + i i  3i = 0  20  2i  i  3i = 0
2 2 5  105
 i + 5i  20 = 0   = (5)  4  (1)  ( 20)   = 105  i =
2
i < 0 é absurdo, pois há apenas um f.e.m no circuito,
 105  5
  i=
logo a corrente segue o sentido negativo-positivo dessa f.e.m 2

Resposta correta: C

SUPERVISOR/DIRETOR: MARCELO PENA – AUTOR: MARCOS HAROLDO


DIG.: Zilmar – REV.: KARLLA

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