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Gota: Causas, Sintomas e Tratamentos

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Fisiopatologia – completo

Gota ou Artrite Gotosa é uma doença inflamatória causada pelo excesso de ácido úrico
no sangue, causando muitas dores nas articulações. Os sintomas incluem inchaço,
vermelhidão e dor ao movimentar uma articulação e, essa dor, é mais sentida no
dedão do pé, ao se movimentar e, a dor intensa dura geralmente entre 12 e 24h mas,
após a dor, o indivíduo pode sentir desconforto na articulação afetada, que pode durar
alguns dias e até semanas.
Crise de gota tem cura, o que se pode fazer é melhorar a alimentação para reduzir os
níveis de ácido úrico no sangue e o uso de medicamentos anti-inflamatórios para controlar
a dor e a inflamação.
Para controlar os níveis de ácido úrico no sangue, pode fazer uso de remédios que
bloqueiam a produção de ácido úrico ou remédios que ajudam os rins a eliminar este
ácido pela urina.
A gota é causado pelo excesso de ácido úrico no sangue que se acumula, formando
cristais de uratos no sangue e é eliminado pela urina, porém, quando o corpo produz
muito ácido úrico ou os rins eliminam pouco ácido úrico, pode acabar se acumulando nas
articulações, formando cristais que originam a gota.
Outras causas da gota também são a ingestão inadequada de medicamentos, uso
exagerado de diuréticos, abuso do álcool, consumo exagerado de alimentos ricos
em proteínas, diabetes, hipertensão arterial não controlada e arteriosclerose, além
disso, indivíduos com histórico familiar de gota tem mais chance de ter.

Ácido úrico é uma substância formada pelo organismo depois da ingestão das proteínas,
que formam uma substância chamada de purina, que depois dão origem aos cristais de
ácido úrico, que se acumulam nas articulações, causando grandes dores.
Normalmente o ácido úrico não causa problemas a saúde quando eliminado pelos rins,
porém, quando se tem um grande acumulo de ácido úrico, ele se acumula nas
articulações, causando a gota ou artrite gotosa.
Os exames de ácido úrico tem diferentes níveis em homem e mulher.
Sangue (Homem) = 3,4 a 7,0mg/dl
Urina (Homem) = 0,75g/dia
Sangue (Mulher) = 2,4 a 6,0/dl
Urina (Mulher) = 0,24g/dia
Os sintomas do ácido úrico elevado, que atinge principalmente os homens são dor,
inchaço e vermelhidão, dificuldade em movimentar uma articulação, especialmente
os dedos das mãos, o joelho, tornozelo, calcanhar e dedos dos pés e os cristais
acumulados podem ser vistos nas articulações gravemente afetados, gerando
deformações.

Doença renal crônica tem sido definida como um termo genérico de desordens
heterogêneas que afetam a estrutura e a função dos rins.
A hipertensão arterial e o diabete melito são duas principais causas de DRC no Brasil e
no mundo.
Os rins humanos são formados por um conjunto de néfrons contidos na mesma cápsula e
cada néfron é uma unidade funcional autônoma composta por um glomérulo, túbulos e
dutos coletores. O rim tem como função excretar a maior parte dos produtos finais do
metabolismo orgânico, controlar a concentração da maioria dos líquidos corporais,
manter a composição iônica do volume extracelular, participar da regulação do
equilíbrio acidobásico, além de sintetizar hormônios e enzimas como eritropoetina,
1,25 di-hidroxivitamina D, retina entre outros.
No curso da DRC, os pacientes apresentam elevações discretas, mas constantes, nas
concentrações séricas de ureia e creatinina e as concentrações plasmáticas de sódio,
potássio, cálcio e fósforo permanecem normais ou muito próximas do normal até os
estágios mais avançados da doença. O pH é mantido até fases mais avançadas da
doença, porém, com queda progressiva nos níveis de bicarbonato.
A redução da função renal contribui para o aparecimento de uma série de distúrbios
hidroeletrolíticos, hormonais e metabólicos que direta ou indiretamente contribuem para o
desenvolvimento de um quadro nutricional diverso, marcado pela depleção de reservas de
gordura e proteína, especialmente de tecido muscular, contudo, na última década, tem-se
observado o aumento da prevalência de sobrepeso e obesidade na DRC.
A avaliação e o monitoramento do estado nutricional são fundamentais para que
pacientes com DRC recebam orientação nutricional adequada às suas condições clínicas
e a avaliação do estado nutricional deve ser capaz de detectar, diagnosticar, classificar e
apontar os indivíduos em situações de risco nutricional.
Alguns cuidados devem ser tomados na avaliação nutricional de pacientes com DRC,
tanto na obtenção da medida quanto na sua interpretação e, em razão dos distúrbios
hídricos, o peso corporal deve ser analisado junto com uma avaliação da presença de
edema e/ou ascite, ou, ainda, em relação ao chamado “peso seco”, que se refere ao peso
corporal, especialmente em pacientes em diálise, nos quais há ausência de edema
periférico detectável e pressão arterial normal. Valores abaixo de 23Kgm² tem sido
apontados como indicativos de risco nutricional para essa população de pacientes por se
associarem com morbidade e mortalidade.
O tratamento da DRC compreendem duas fases distintas: fase não dialítica, também
conhecida como tratamento conservador, e a fase de terapia renal substitutiva, na
qual a HD ou a DP são empregadas.
Na fase não dialítica ou tratamento conservador, tem como principais objetivos retardar o
ritmo de progressão da disfunção renal, prevenir as complicações, tratar as comorbidades
e preparar o paciente para a terapia renal substitutiva.
Na terapia renal substitutiva (diálise) é uma terapia empregada para a remoção de solutos
urêmicos anormalmente acumulados e do excesso de água, além disso, permite o
restabelecimento do equilíbrio eletrolítico e acidobásico do organismo.
A HD ea DP constituem as terapias dialíticas empregadas para substituição da função
renal, quando não é possível ou até que seja possível a realização de transplante renal.

Doenças hepáticas, o fígado é considerado o órgão central do metabolismo, pesando


entre 1.200 e 1.500g, é perfundido com sangue venoso proveniente da circulação portal,
rico em nutrientes, e também com sangue proporcionalmente rico em oxigênio,
proveniente da artéria hepática.
O lóbulo hepático é considerado unidade funcional do fígado, possuí um formato cilíndrico
e é formado por lâminas hepatocelulares dispostas em torno da veia central, já os
hepatócitos possuem forma poligonal e são ricos em organelas como mitocôndrias,
dispostos em coluna única.
O fígado exerce funções metabólicas importantes do organismo humano, sendo
responsável por mais de 500 reações de síntese e degradação de moléculas. As
principais funções envolvem a formação da bile, glicogênese e glicogenólise,
gliconeogênese, síntese de ureia, metabolismo do colesterol, armazenamento de
ferro, vitaminas lipossolúveis e B12, síntese de proteínas plasmáticas, albumina,
globulina, transferrina, ceruloplasmina, fatores de coagulação e lipoproteínas.
O termo doença hepática crônica compreende hepatite, cirrose e insuficiência
hepática. A cirrose constitui a forma mais grave do dano hepático, sendo ocasionada
principalmente por infecção pelos vírus da hepatite B e C, pela ingestão excessiva de
etanol, de fármacos e doença autoimune.
As DHC podem ser caracterizadas por agressão e necrose celular, resposta imunológica
e regeneração nodular, que comprometem a estrutura hepática e a capacidade funcional
dos hepatócitos.
A doença hepática alcoólica é considerando que, alguns indivíduos são mais sensíveis
aos efeitos do etanol em relação a outros e que a quantidade dessa substância capaz de
ocasionar o dano hepático é bastante variável, o efeito tóxico do etanol provavelmente
está relacionado ao genótipo individual.
A doença hepática gordurosa ou esteatose hepática é o acúmulo de gordura dentro
dos hepatócitos. A morfologia e o tamanho das vasícolas caracterizam o acúmulo de
gordura como um processo agudo ou crônico.
Doença hepática gordurosa não alcoólica é um termo genérico para designar várias
anormalidades hepáticas relacionadas com o depósito de lipídios no citoplasma dos
hepatócitos em pacientes sem consumo excessivo de etanol, incluindo desde a esteatose
hepática até a esteato-hepatite não alcoólica.
Ascite, ou barriga d’água, é o nome dado ao acúmulo anormal de líquidos dentro da
cavidade peritoneal - um espaço entre os órgãos abdominais e os tecidos que revestem o
abdômen.
A ascite geralmente está relacionada à alguma doença hepática grave, causada pela alta
pressão nos vasos sanguíneos do fígado (num processo chamado hipertensão portal) e
baixos níveis da proteína albumina.
Problemas relacionados a ascite são cirrose, coágulos nas veias do fígado,
trombose, câncer de cólon, insuficiência cardíaca congestiva, pericardite
constritiva, hepatite B, hepatite C, infecções como tuberculose, câncer de
fígado, síndrome nefrótica, câncer de ovário, câncer endometrial, pancreatite,
câncer de pâncreas e enteropatia perdedora de proteínas.
O fator de risco da ascite é o uso excessivo de bebidas alcóolicas é o principal fator de
risco envolvido na ocorrência de ascite.
No início, a ascite é quase sempre assintomática. Com a evolução do quadro, no entanto,
dependendo do volume de líquido retido no abdômen, podem surgir os alguns sintomas,
como por exemplo ganho de peso sem razão aparente, inchaço, crescimento da
região da barriga e da cintura, dor abdominal, perda de apetite, náuseas e
vômitos e dificuldade para respirar.

Pancreatite aguda é a inflamação repentina do pâncreas e que geralmente dura por


poucos dias, no entanto exige cuidados médicos e internamento na maior parte dos casos.
A pancreatite acontece quando as enzimas digestivas produzidas no pâncreas são ativadas
no interior do órgão, causando danos. Durante a digestão normal, as enzimas
pancreáticas inativadas se movem por meio de ductos presentes no pâncreas e viajam
para o intestino delgado, onde são ativadas e ajudam na digestão e isso faz com que
essas enzimas causem irritação às células do pâncreas, causando inflamação e os sinais e
sintomas associados à pancreatite.
Várias causas podem levar à pancreatite como cálculo biliar, cirurgia abdominal,
complicações decorrentes de fibrose cística, hipercalcemia,
hiperparatireoidismo, hipertrigliceridemia, infecções virais como caxumba e
pneumonia, lesões no abdômen, câncer de pâncreas, doenças autoimunes,
doença de Kawasaki, síndroma de Reye.
Alguns fatores de risco são considerados por especialista, como histórico familiar da
doença, tabagismo, alcoolismo e uso de alguns medicamentos.
Os sintomas dessa doença pode variar de pessoa pra pessoa mas a causa mais comum é
a dor progressiva na parte superior do abdômen e também pode ser uma dor
irradiar para região das costas, piorar minutos após de comer ou beber, pior se
deitar de costas e outros sintomas como náuseas e vômitos, sensibilidade e
inchaço na região abdominal, gases, fezes com cor de argila, soluço, indigestão,
amarelamento brando da pele, icterícia, surgimento de erupções ou lesões na
pele.

Pancreatite crônica é uma inflamação no pâncreas que se repete, pacientes com essa
doença podem sofrer danos permanentes ao pâncreas. Pâncreas é uma glândula
localizada atrás do estômago no abdome superior, entre suas funções está fazer a
digestão das gorduras e carboidratos que ingerimos usando o suco pancreático,
substância que contém enzimas digestivas.
A principal causa de pancreatite crônica é a ingestão excessiva de álcool, doença
autoimune, canal pancreático estreito, bloqueio do ducto pancreático por um
cálculo biliar ou tumor, ingestão de certos medicamentes, desnutrição, fibrose
cística, herança genética e altos níveis de certas gorduras no sangue.
Algumas pessoas não apresentam nenhum sinal ou sintoma da doença mas, a principal, é
a dor abdominal superior, outros sintomas incluem náuseas e vômitos, perda de
peso não-intencional, diarreia, fezes oleosas ou gordurosas e fezes brancas ou
esbranquiçadas.

Colecistite é uma inflamação na vesícula biliar, que é uma pequena bolsa que fica em
contato com fígado e que armazena a bile, fluido que ajuda na digestão.
Essa doença provoca dor abdominal em cólica, náuseas, vômitos, febre e
sensibilidade à palpação do abdome.
Além disso, a vesícula inflamada pode acontecer de 2 formas: Colecistite litiásica ou
calculosa que é a principal causa e acontece em consequência de pedras na vesícula e
Colecistite alitiásica que é a inflamação da vesícula SEM cálculos, de causa ainda não
totalmente esclarecida.
Os principais sintomas da colecistite aguda são dor do tipo cólica na parte superior
direita do abdome, que persiste por mais de 6 horas, dor abdominal que irradia
para o ombro direito ou para as costas, sensibilidade no abdome durante a
palpação no exame médico, sendo que o sinal mais conhecido é chamado de
sinal de Murphy, náuseas e vômitos frequentes, febre e pode haver pele e olhos
amarelados.

Colecistite crônica é uma inflamação arrastada, de longa duração, e que normalmente


resulta em episódios anterior de colecistite aguda.
90% dos casos é causada por cálculos na vesícula, que causam a obstrução do fluxo da
bile no ducto cístico.

Enfisema pulmonar é uma doença respiratória grave que geralmente se desenvolve nos
pulmões de quem fumou cigarro por muitos anos.
Sintomas são dificuldade para respirar, respiração ofegante, tosse e sensação de
falta de ar, com o agravamento da doença.
O enfisema é caracterizado pela destruição de um grande número de alvéolos que são
pequenas estruturas dentro do pulmão, que são responsáveis pelas trocar gasosas e
entrada de oxigênio na corrente sanguínea. Quando o oxigênio não consegue entrar de
forma adequada no corpo e o sintoma de falta de ar aparece, os pulmões se enchem de
ar mas não se esvaziam completamente, para permitir a entrada de um novo ar.
Para evitar é basicamente NÃO FUMAR mas também evitar poluentes do ar,
ambientadores dentro de casa, cloro e outros produtos com cheiro forte,
emoções fortes como raiva, agressividade, ansiedade e estresse, permanecer
nos extremos de temperatura, tanto num local muito quente quanto muito frio,
próximo de fogueiras ou churrasqueiras por causa da fumaça.

Bronquite é um processo inflamatório dos brônquios, podendo causar tosse com


produção de muco e falta de ar.
Bronquite aguda é um processo inflamatório agudo, ou seja, pontual, associado a um
processo infeccioso viral ou bacteriano. Dura em torno de 1 semana a 10 dias, sem efeitos
duradouros, embora a tosse se estenda por semanas. Geralmente causada por vírus,
costuma estar acompanhada de outra infecção viral respiratória, como gripes e resfriados.
Bronquite crônica é secundário ao uso do tabaco ou processo alérgico, chamada bronquite
asmática, podendo durar meses ou anos. O fumo é o principal responsável mas poluição e
emissão de gases tóxicos no meio ambiente também estão entre as prováveis causas.
Os fatores de risco são fumo, imunidade baixa, idade, exposição a agentes
irritantes e refluxo gástrico.
Sintomas de bronquite são tosse com presença de muco, ronco ou chiado no peito,
fadiga, dificuldade para respirar e falta de ar, febre e calafrios, desconforto no
peito.

Fibrose cística é conhecida também como mucoviscidose, doença genética hereditária,


autossômica e recessiva, ou seja, passa de gerações. Principal característica é o acúmulo
de secreções mais densas e pegajosas nos pulmões, no trato digestivo e em outras áreas
do corpo.
A causa é um gene defeituoso que faz com que o corpo produza um líquida anormalmente
denso e pegajoso, conhecido como muco, que se acumula nas passagens respiratórias
dos pulmões e também no pâncreas.
O principal fator de risco é o histórico familiar.
Sintomas são entupimento do intestino, dificuldade para ganhar peso, tosse com
secreção, desidratação sem motivo aparente e, com o passar do ano, pode vir
perda de peso, desnutrição progressiva, tosse crônica com muita secreção,
sinusite crônica, formação de pólipos nasais, doença hepática, diabetes,
infecções respiratórias e infertilidade.

Neoplasias benignas e malignas – tumores benignos são de crescimento lento,


expansivo e são bem tolerados pelo organismo do hospedeiro. Os tumores malignos tem
crescimento rápido, de tipo infiltrativo, e produzem efeitos nocivos importantes, podendo
frequentemente levar a morte.

Efeitos sistêmicos da quimioterapia pode ser fadiga, perda de cabelo, hematomas e


hemorragias, infecção, anemia, náuseas e vômitos, perda de apetite, diarreia ou
constipação, inflamações na boca, problemas de deglutição, problemas neurológicos e
musculares, como dormência, formigamento e dor, alterações da pele e unhas, como pela
seca e alteração na cor, problemas renais, perda de peso, problemas de concentração,
alterações no humor e infertilidade.
HIV é a sigla inglês do VÍRUS DA IMUNODEFICIÊNCIA HUMANA e é uma infecção
sexualmente transmissível, que também pode ser contraída pelo contato com o sangue
infectado e de forma vertical, ou seja, mãe portadora passa para o bebê.
O HIV é transmitido principalmente por relações sexuais desprotegidas, isto é, sem o uso
do preservativo, e compartilhamento de seringas e agulhas contaminadas com sangue, o
que é frequente entre usuários de drogas ilícitas - que também podem contrair mais
doenças, como hepatites.
Os sintomas podem ser febre, mal-estar, manchas vermelhas pelo corpo, aumento
dos linfonodos ou ínguas, dores de cabeça, nos músculos, erupção cutânea,
calafrio, dor de gargante, úlceras orais ou genitais, dor nas articulações,
sudorese noturna, diarreia e tosse.

AIDS é a SÍNDROME DA IMUNODEFICIÊNCIA ADQUIRIDA e pode ser fatal. Ela


acontece quando a pessoa infectada pelo HIV vai tendo o seu sistema imunológico
danificado pelo vírus, interferindo na habilidade do organismo de lutar contra invasores
que causam a doença, além de deixar a pessoa suscetível a infecções oportunistas.
Os primeiros sintomas de HIV observáveis para AIDS são fraqueza, febre,
emagrecimento, diarréia prolongada sem causa aparente. Na criança que nasce
infectada, os efeitos mais comuns são problemas nos pulmões, diarreia e
dificuldades no desenvolvimento.

AVC isquêmico ou acidente vascular cerebral isquêmico se dá quando há uma


obstrução da artéria, impedindo a passagem de oxigênio para as células cerebrais, que
morrem - essa condição é chamada de isquemia.
AVC isquêmico lacunar: esse tipo de AVC isquêmico ocorre quando um trombo é
formado em um pequeno vaso, devido a uma inflamação chamada lipo-hialinólise. É
comum em pessoas que têm fatores de risco vasculares, como hipertensão.
AVC isquêmico aterotrombótico: a principal causa desse AVC isquêmico é a
aterosclerose, doença que causa a formação de placas nos vasos sanguíneos maiores,
levando à oclusão do vaso ou à formação de êmbolos . É ocasionado, assim como no
lacunar, pela presença de fatores de risco vasculares.

AVC isquêmico cardioembólico: esse tipo de AVC isquêmico ocorre quando o êmbolo
causador do derrame parte do coração, no geral decorrente de doenças cardiovasculares,
citadas abaixo.

Os fatores de risco são hipertensão, colesterol alto, obesidade, diabete tipo 2, uso de
drogas como cocaína, tabagismo, uso excessivo de álcool e idade avançada.

Paralisia cerebral é um conjunto de desordens permanentes que afetam o movimento e


postura. Os sintomas ocorrem devido a um distúrbio que acontece durante o
desenvolvimento do cérebro, na maioria das vezes antes do nascimento.

Paralisia cerebral espástica É caracterizada pela presença de rigidez muscular e


dificuldade de movimento. Ocasionada por uma lesão no sistema piramidal, a paralisia
cerebral espástica é consequente do nascimento prematuro.
Paralisia cerebral discinética se caracteriza por movimentos atípicos e involuntários. É
ocasionada por uma lesão do sistema extrapiramidal.

Paralisia cerebral atáxica se caracteriza por uma sensação de desequilíbrio e falta de


percepção de profundidade. É ocasionada por uma disfunção no cerebelo.

Causa da paralisia cerebral é resultado de uma desordem cerebral que ocorre durante o
desenvolvimento fetal ou, raramente por conta de uma lesão cerebral após o parto,
infecções durante a gravidez, icterícia grave na criança, fator RH incompatível
entre mãe e bebê.

Sintomas pode ser rigidez muscular e reflexos exagerados ou normais, falta de


coordenação muscular, tremores ou movimentos involuntários, movimentos
lentos e contorcidos, dificuldade para caminhar, babar ou ter problemas de
deglutição.

Alzheimer é uma doença neuro-degenerativa que provoca o declínio das funções


cognitivas, reduzindo as capacidades de trabalho e relação social e interferindo no
comportamento e na personalidade da pessoa.

Estágio inicial: O estágio inicial raramente é percebido. Parentes e amigos (e, às vezes,
os profissionais) veem isso como "velhice", apenas uma fase normal do processo do
envelhecimento. Como o começo da doença é gradual, é difícil ter certeza exatamente de
quando a doença começa

Estágio intermediário: Como a doença progride, as limitações ficam mais claras e mais
graves. A pessoa com demência tem dificuldade com a vida no dia a dia

Estágio avançado: O estágio avançado é o mais próximo da total dependência e da


inatividade. Distúrbios de memória são muito sérios e o lado físico da doença torna-se
mais óbvio.

Sobre as causas, pesquisadores acreditam que, para a maioria das pessoas, a doença de
Alzheimer é causada por uma combinação de fatores genéticos, de estilo de vida e
ambientais que afetam o cérebro ao longo do tempo.

Fatores pode ser idade, histórico familiar e genética, comprometimento cognitivo


leve, estilo de vida e saúde do coração.

Os sintomas podem ser memória, pensamento e raciocínio, planejando e executando


tarefas familiares, mudanças na personalidade e comportamento
Parkinson é uma doença progressiva do sistema neurológico que afeta principalmente o
cérebro. Este é um dos principais e mais comuns distúrbios nervosos da terceira idade e é
caracterizado, principalmente, por prejudicar a coordenação motora e provocar tremores e
dificuldades para caminhar e se movimentar. Não há formas de se prevenir o Parkinson.

A causa dessa doença é que as células nervosas usam uma substância química do
cérebro chamada dopamina para ajudar a controlar os movimentos musculares. O
Parkinson ocorre quando as células nervosas do cérebro que produzem dopamina são
destruídas lenta e progressivamente. Sem a dopamina, as células nervosas dessa parte do
cérebro não podem enviar mensagens corretamente. Isso leva à perda da função
muscular. O dano piora com o tempo.

Fatores de risco podem ser a idade, hereditariedade, gênero e exposição a toxinas.

Sintomas são tremores, lentidão dos movimentos, rigidez muscular, inclinação do


corpo para frente, passos mais curtos, redução do movimento dos braços ao andar.

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