CURSO DE BACHAREL EM DIREITO
Ana Luíza Maciel
Rayanne Cristina
Sebastião Roberto
Kyldery Hector
Lucas Ricardo
Kevillyn Larissa
João Lucas Gondim
Lio Célio
Davi Paiva
Hélton Gonçalves
APOSENTADORIA ESPECIAL DO TRABALHADOR RURAL
Rio Branco/AC
2024
1. INTRODUÇÃO
A seguridade social no Brasil busca garantir direitos essenciais a todos,
especialmente aos trabalhadores em situações de maior vulnerabilidade, como os
rurais. A legislação previdenciária brasileira adota princípios de solidariedade e
igualdade para assegurar que todos tenham direito à proteção social, preservando
sua dignidade e garantindo a cobertura contra riscos sociais que podem afetar suas
condições de vida e trabalho.
A situação dos trabalhadores rurais, em especial, é vista como uma questão
social, e não apenas individual. Isso significa que, embora esses trabalhadores não
consigam contribuir monetariamente de forma efetiva, a previdência brasileira
reconhece as desigualdades estruturais e oferece a possibilidade de tratamento
diferenciado, assegurando que essas pessoas também tenham acesso à seguridade
social. As atividades laborais desses trabalhadores são em grande parte, penosas,
exigindo força física considerável e exposição a condições adversas, como o
trabalho sob a incidência direta do sol. Comparado ao trabalhador urbano, esse
trabalhador rural pode ter condições de trabalho bem mais difíceis e,
consequentemente, enfrenta uma vulnerabilidade social mais acentuada.
2. Da aposentadoria para trabalhadores rurais
O trabalhador rural é dividido em empregado e empregador, sendo o primeiro,
uma pessoa física, que presta serviço não eventual ao empregador, em propriedade
rural ou prédio rústico. O empregador pode ser tanto pessoa física, como também
pessoa jurídica, proprietário ou não, que conta com auxílio direto de prepostos e
empregados, para exercer atividades agroeconômica, em caráter permanente ou
temporário. São regulamentados pela Lei nº 5.889/73, pelo Decreto nº 73.626/74 e
pelo artigo 7º da Constituição Federal/88.
a) Contexto Histórico
A primeira tentativa real de inclusão previdenciária da classe rurícola, só
ocorreu 40 anos depois, com o Estatuto do Trabalhador Rural, firmada pela Lei
4.214, de 02 de março de 1963. A lei estipulou normas gerais e específicas de
proteção do trabalhador rural, serviu como base para a criação da organização
sindical do campo brasileiro e garantiu alguns benefícios, como o auxílio doença,
aposentadoria por invalidez e velhice, assistência à maternidade, pensão em caso
de morte, assistência médica e auxílio-funeral.
Após tentativas fracassadas de inclusão, uma nova proposta de inserção
previdenciária dos ruralistas foi realizada, a Lei Complementar nº 11, de 25 de maio
de 1971, que garantiu um regime específico, voltado unicamente para os
trabalhadores rurais . Nesse segmento, efetivou o Programa de Assistência ao
Trabalhador Rural (PRORURAL), que consistia na prestação dos benefícios de
aposentadoria por velhice e por invalidez, pensão, auxílio- funeral, serviço de saúde
e serviço de social, bem como a criação do Fundo de Assistência ao Trabalhador
Rural, sendo este responsável pela arrecadação das contribuições e a efetiva
execução do PRORURAL. Dessa forma, a Previdência Social Rural era administrada
pelo FUNRURAL e voltada apenas para os trabalhadores do campo. Contudo, o
FUNRURAL tinha um alcance limitado, tendo em vista que o benefício somente era
disposto ao chefe da unidade familiar, sendo os demais membros da família
considerados dependentes daquele, mesmo que exercessem a mesma atividade
rural ficavam excluídos.
Com a Constituição Federal de 1988 (CF/88) as garantias do rurícola se
consolidaram e sua igualdade perante os trabalhadores urbanos foi finalmente
reconhecida. Deveras, as referidas garantias foram incluídas no art. 7° do texto
constitucional, vigorando os direitos sociais individuais dos trabalhadores e nos arts.
8° a 11 lista-se os direitos coletivos.
b) Jurisprudência e requisitos para a concessão do benefício
A Constituição Federal de 1988, em seu artigo 7º, estabelece direitos
trabalhistas fundamentais, incluindo a proteção ao trabalhador rural.
Especificamente, o artigo 201, § 7º, inciso II, da CF/88, estabelece a previsão da
aposentadoria rural, garantindo a inclusão do trabalhador rural no sistema de
seguridade social e a concessão de benefícios previdenciários, inclusive a
aposentadoria.
Além disso, a Lei nº 5.889/73, que regulamenta o trabalho rural, e o Decreto nº
73.626/74, que estabelece normas sobre a organização e fiscalização do trabalho
rural, são marcos importantes para o reconhecimento da relação de trabalho no
campo e dos direitos dos trabalhadores rurais. Esses dispositivos legislativos
reconhecem que o trabalhador rural muitas vezes não possui uma relação formal de
trabalho, o que torna mais desafiadora a comprovação do tempo de serviço.
Art. 201. A previdência social será organizada sob a forma do
Regime Geral de Previdência Social, de caráter contributivo e
de filiação obrigatória, observados critérios que preservem o
equilíbrio financeiro e atuarial, e atenderá, na forma da lei, a:
(Redação dada pela Emenda Constitucional nº 103, de 2019)
§ 7º É assegurada aposentadoria no regime geral de
previdência social, nos termos da lei, obedecidas as seguintes
condições: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20,
de 1998)
II - 60 (sessenta) anos de idade, se homem, e 55 (cinquenta e
cinco) anos de idade, se mulher, para os trabalhadores rurais e
para os que exerçam suas atividades em regime de economia
familiar, nestes incluídos o produtor rural, o garimpeiro e o
pescador artesanal. (Redação dada pela Emenda
Constitucional nº 103, de 2019)
Planos de Benefícios da Previdência Social e dá outras providências:
Art. 39. Para os segurados especiais, referidos no inciso VII do
caput do art. 11 desta Lei, fica garantida a concessão:
I - de aposentadoria por idade ou por invalidez, de
auxílio-doença, de auxílio-reclusão ou de pensão, no valor de 1
(um) salário mínimo, e de auxílio-acidente, conforme disposto
no art. 86 desta Lei, desde que comprovem o exercício de
atividade rural, ainda que de forma descontínua, no período
imediatamente anterior ao requerimento do benefício, igual ao
número de meses correspondentes à carência do benefício
requerido, observado o disposto nos arts. 38-A e 38-B desta
Lei;
Art. 48. A aposentadoria por idade será devida ao segurado
que, cumprida a carência exigida nesta Lei, completar 65
(sessenta e cinco) anos de idade, se homem, e 60 (sessenta),
se mulher.
§ 2o Para os efeitos do disposto no § 1o deste artigo, o
trabalhador rural deve comprovar o efetivo exercício de
atividade rural, ainda que de forma descontínua, no período
imediatamente anterior ao requerimento do benefício, por
tempo igual ao número de meses de contribuição
correspondente à carência do benefício pretendido, computado
o período a que se referem os incisos III a VIII do § 9o do art.
11 desta Lei.
Aposentadoria de trabalhadores rurais, art. 56 do Decreto 3.048/99;
Art. 56. A aposentadoria por idade do trabalhador rural, uma
vez cumprido o período de carência exigido, será devida aos
segurados a que se referem a alínea a do inciso I, a alínea j do
inciso V e os incisos VI e VII do caput do art. 9º e aos
segurados garimpeiros que trabalhem, comprovadamente, em
regime de economia familiar, conforme definido no § 5º do art.
9º, quando completarem cinquenta e cinco anos de idade, se
mulher, e sessenta anos de idade, se homem.
§ 1º Para fins do disposto no caput, o segurado a que se refere
o inciso VII do caput do art. 9º comprovará o efetivo exercício
de atividade rural, ainda que de forma descontínua, no período
imediatamente anterior ao requerimento do benefício ou,
conforme o caso, ao mês em que tiver cumprido o requisito
etário, por tempo igual ao número de meses de contribuição
correspondente à carência do benefício pretendido,
computados os períodos pelos quais o segurado especial tenha
recebido os rendimentos a que se referem os incisos III ao VIII
do § 8º do art. 9º.
O reconhecimento da aposentadoria rural no Brasil se baseia em princípios
constitucionais que garantem direitos aos trabalhadores em situação de
desigualdade. O art. 7º da Constituição Federal garante direitos trabalhistas ao
trabalhador rural, e o art. 201, § 7º, inciso II, assegura sua inclusão no sistema
previdenciário.
Além disso, a Constituição de 1988, ao tratar do sistema de seguridade social,
estabelece que é dever do Estado promover políticas públicas que incluam as
populações mais vulneráveis, como os trabalhadores rurais. O princípio da
igualdade material também é fundamental, pois busca reduzir as desigualdades
entre trabalhadores urbanos e rurais, permitindo que ambos tenham acesso aos
benefícios da seguridade social de forma equânime, mesmo quando suas condições
de trabalho e contribuições são diferentes.
3. Da aposentadoria do trabalhador rural em regime de economia familiar
Os trabalhadores rurais elegíveis para usufruir do benefício rural são divididos
nas seguintes categorias: segurado especial, empregado rural, trabalhador avulso
que preste serviço de natureza rural e contribuinte individual rural.
Entende-se como regime de economia familiar a atividade em que o trabalho
dos membros da família é indispensável à própria subsistência e ao
desenvolvimento socioeconômico do núcleo familiar e é exercido em condições de
mútua dependência e colaboração, sem a utilização de empregados permanentes.
Para o segurado especial (trabalhador rural: agricultor familiar, pescador
artesanal e indígena) ser beneficiado com a redução de idade no requerimento do
benefício de aposentadoria por idade do trabalhador rural, deverá estar exercendo a
atividade rural ou estar usufruindo do período de manutenção da qualidade de
segurado decorrente dessa atividade, na data de entrada do requerimento ou na
data em que implementou todas as condições exigidas para o benefício.
a) Como é feita a comprovação da atividade rural
A comprovação do trabalho rural será feita, através da autodeclaração
ratificada por entidades públicas executoras do Programa Nacional de Assistência
Técnica e Extensão Rural na Agricultura Familiar e na Reforma Agrária -
PRONATER credenciadas nos termos do art. 13 da Lei nº 12.188, de 11 de janeiro
de 2010, ou por outros órgãos públicos, e pelo cadastro dos segurados especiais no
Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS), ambos do art. 38-B Lei 8.213/91.
Existem ainda utilizados de comprovação, determinados pelo artigo 106 da Lei
de Benefícios, são eles:
I – contrato individual de trabalho ou Carteira de Trabalho e Previdência Social;
II – contrato de arrendamento, parceria ou comodato rural;
III – Declaração de Aptidão ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura
Familiar, de que trata o inciso II do caput do art. 2º da Lei nº 12.188, de 11 de janeiro
de 2010, ou por documento que a substitua;
IV – bloco de notas do produtor rural;
V – notas fiscais de entrada de mercadorias, de que trata o § 7o do art. 30 da Lei no
8.212, de 24 de julho de 1991, emitidas pela empresa adquirente da produção, com
indicação do nome do segurado como vendedor;
VI – documentos fiscais relativos a entrega de produção rural à cooperativa agrícola,
entreposto de pescado ou outros, com indicação do segurado como vendedor ou
consignante;
VII – comprovantes de recolhimento de contribuição à Previdência Social
decorrentes da comercialização da produção;
VIII – cópia da declaração de imposto de renda, com indicação de renda proveniente
da comercialização de produção rural; ou
IX – licença de ocupação ou permissão outorgada pelo Incra.
Atualmente, para solicitar a Aposentadoria por Idade do Trabalhador Rural e o
salário-maternidade rural, é possível utilizar a "Autodeclaração Rural Eletrônica".
Esse documento deve ser preenchido no aplicativo Meu INSS no momento do
requerimento ou até 30 dias depois de feito o pedido.
A partir de 1º de janeiro de 2023, a comprovação da condição de segurado
especial e do exercício da atividade rural passou a ser feita exclusivamente com
base nas informações registradas no cadastro do segurado especial, conforme
estabelecido pelo artigo 19-D do Regulamento da Previdência Social (RPS),
aprovado pelo Decreto nº 3.048, de 6 de maio de 1999.
b) Do Procedimento para a solicitação da aposentadoria rural
Para fazer o requerimento, a pessoa física, já preenchidos todos os requisitos
necessários, irá acessar o site do INSS ou pode baixar o aplicativo "Meu INSS”,
seguindo o passo a passo a seguir:
Acesso pelo aplicativo:
● Entrar no Meu INSS;
● Clique no botão“Novo Pedido”;
● Digite “aposentadoria por idade rural;
● Na lista, clique no nome do serviço/benefício;
● Leia o texto que aparece na tela e avance seguindo as instruções.
Acesso pelo site:
● Entrar no Meu INSS;
● Preencher os dados Gov para ter acesso;
● Na barra de busca, digitar “trabalhador rural”;
● Escolha a opção Novo Pedido;
● Opção Aposentadorias e CTC e Pecúlio;
● Aposentadoria por Idade Rural;
● Conferir os dados pessoais e avançar;
● Surgirá um questionário e local para colocar os documentos;
● Informar dados para buscar unidade e local onde deseja receber o
pagamento;
● Declarar que leu e concorda com as informações, clicar no botão Avançar;
● Pedido realizado.
4. Desafios para a garantia de direitos previdenciários aos trabalhadores rurais
Para obter a aposentadoria por idade, o trabalhador rural deve atender aos
requisitos legais e seguir os procedimentos necessários para garantir o acesso a
esse benefício previdenciário. O processo geralmente começa com o trabalhador
solicitando o benefício ao INSS, órgão competente da Administração Pública,
munido de documentação e informações exigidas. No entanto, muitos pedidos são
negados na esfera administrativa, em especial pela falta de comprovação do
exercício da atividade rural ou de algum requisito necessário. Quando isso acontece,
é comum que o trabalhador recorra ao Poder Judiciário para tentar obter o benefício,
buscando corrigir o que considera uma injustiça.
Segundo o art. 109, I, da Constituição Federal de 1988, a Justiça Federal é
responsável por julgar processos envolvendo a União, empresas públicas federais e
autarquias, como é o caso das ações contra o INSS. No âmbito judicial, cabe ao juiz
federal analisar todas as alegações e provas apresentadas, garantindo o devido
processo legal e observando os direitos fundamentais dos trabalhadores rurais, que
enfrentam dificuldades específicas devido à sua condição de vulnerabilidade.
A principal dificuldade para que esses trabalhadores acessem seus direitos
previdenciários é o ônus de comprovar a condição de segurado especial,
especialmente devido à hipossuficiência. Embora a legislação previdenciária
contenha normas que deveriam favorecer o trabalhador rural, o excesso de
regulamentações frequentemente restringe mais do que facilita o acesso aos direitos
dessa classe. Esse problema persiste, inclusive no Judiciário, onde decisões
jurisprudenciais vão além do que a legislação prevê, exigindo comprovações
rigorosas da atividade rural.
Essas exigências rigorosas surgem, em parte, pela necessidade de evitar
fraudes, já que o benefício de aposentadoria rural é concedido sem necessidade de
contribuições. Contudo, o Judiciário nem sempre considera as particularidades da
vida rural, como a informalidade do trabalho, a falta de acesso a conhecimentos
básicos e a sazonalidade da renda dos segurados, o que pode dificultar a obtenção
do benefício.
Além de documentação razoável, testemunhos são comumente utilizados para
comprovar a atividade rural. No entanto, testemunhas rurais muitas vezes ficam
nervosas ou intimidadas em audiências formais, dificultando a análise. Elas também
podem não estar devidamente orientadas sobre seu comportamento diante das
autoridades, o que, somado ao nervosismo, pode levar o Judiciário a desconsiderar
provas legítimas e prejudicar o trabalhador rural no processo.
5. CONCLUSÃO
A inclusão dos trabalhadores rurais na seguridade social e o acesso à
aposentadoria rural no Brasil refletem a busca pela justiça social e a equidade entre
trabalhadores urbanos e rurais, que, historicamente, enfrentam condições de
trabalho mais adversas. A legislação brasileira, especialmente a Constituição
Federal de 1988 e as leis complementares, reconhece a necessidade de um
tratamento diferenciado para esses trabalhadores, considerando suas dificuldades
específicas, como a informalidade no trabalho, a precariedade das provas de tempo
de serviço e as condições de vida no campo.
Embora as normativas garantam direitos importantes, como a aposentadoria
por idade, a realidade enfrentada pelos trabalhadores rurais ainda é repleta de
desafios. A principal dificuldade está na comprovação do tempo de serviço e das
condições de atividade rural, um obstáculo que muitas vezes resulta na negativa de
benefícios pelo INSS e exige o recurso ao Poder Judiciário, onde a informalidade do
trabalho rural nem sempre é compreendida adequadamente.
Além disso, o processo de solicitação de benefícios enfrenta obstáculos
burocráticos e exigências documentais que, embora justifiquem o combate a
fraudes, acabam prejudicando aqueles que não têm acesso fácil a documentos
formais ou não conseguem comprovar de maneira clara sua atividade rural. A
utilização de testemunhos e a necessidade de autodeclaração, embora instrumentos
importantes, nem sempre garantem uma análise justa, pois muitas vezes se
deparam com o desconhecimento do processo ou a insegurança dos próprios
trabalhadores e suas testemunhas.
Portanto, a garantia de direitos previdenciários para os trabalhadores rurais no
Brasil, embora amparada por uma legislação robusta, depende de um esforço
contínuo para superar as barreiras burocráticas, melhorar a compreensão do
Judiciário sobre a realidade do campo e promover políticas públicas que
efetivamente protejam essa população vulnerável. A ampliação da educação e
assistência jurídica para os trabalhadores rurais, além de uma maior flexibilidade nas
exigências de comprovação, são fundamentais para assegurar que esses direitos
sejam realmente acessíveis a quem mais precisa, mantendo a dignidade e a justiça
social como pilares da seguridade social brasileira.
6. Referências
[Link]
sso-a-passo_b41-[Link]
Aposentadoria por Idade Rural
Produzido em 07/2024
Diretoria de Tecnologia da Informação
Aposentadoria por idade do trabalhador rural
Publicado em 24/10/2023 11h29
[Link]
abalhador-rural
DE OLIVEIRA, Tamires Santana; SANTOS, Camila Regina. APOSENTADORIA POR IDADE RURAL.
TCC-Direito, 2016. Disponível em:
[Link] Acesso em:
18/11/2024.
PONTES, Pollyne Kermanny Lopes de. A Comprovação da qualidade de Segurado Especial
do Trabalhador Rural perante o Judiciário. Disponível em:
[Link]
Kermanny%20Lopes%20de%[Link]. Acesso em: 18/11/2024.
BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil.
Brasília, DF: Senado Federal: Centro Gráfico, 1988. Disponível
em:[Link]
BRASIL. Lei de Planos de Benefícios da Previdência Social e dá outras providências.
Lei nº 8.213, DE 24 DE JULHO DE 1991. Rio de Janeiro. Disponível
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BRASIL. Regulamento da Previdência Social. Decreto No 3.048, DE 6 DE MAIO DE 1999.
Rio de Janeiro. Disponível em: [Link]
BRASIL. PRONATER. Lei nº 12.188, de 11 de janeiro de 2010. Rio de Janeiro. Disponível
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