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Manejo Clínico da Dengue e Sorotipos

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DENGUE

Chiara Durli Piccoli – 125111348648


Ingrid Souza de Oliveira - 125111361491
Kevyn Jhonattan Carvalho de Oliveira – 125111352235
Natalia Moreno Coelho de Sousa – 125111344098
Agente Etiológico
DENGUE
Flavivírus (RNA)
Sorotipos
Dengue 1, 2, 3 E 4
*INFECÇÃO SEQUENCIAL: MAIOR RISCO DE FORMAS GRAVES
Vetor
Aedes aegypti
Incubação
3 – 15 dias
TIPOS DE DENGUE
Caso Suspeito

Dengue com sinais de Alarme

Dengue grave
Caso suspeito de dengue
DEFINIÇÃO

Febre > 38°C de início súbito + ≥ 2:


Mialgia intensa e dor retro-orbital
Artralgia (leve)
Rash (início entre o 3º e 6º d)
Petéquias ou prova do laço + Vômitos
Leucopenia (linfocitose)

EVOLUÇÃO
Melhora da febre: 3º-4º dia (período mais vulnerável)
Dengue com sinais de alarme
DEFINIÇÃO
Caso suspeito + ≥ 1 sinal de alarme:

EXTRAVASAMENTO [Link] do hematócrito


[Link]ímia(hipotensão postural)
PLASMÁTICO
[Link], derrame pleural e pericárdico
[Link] abdominal intensa
DISFUNÇÃO 5.Vômitos persistentes
ORGÂNICA LEVE [Link] > 2 cm
[Link] / Irritabilidade

PLAQUETOPENIA [Link] de mucosas


Dengue Grave
DEFINIÇÃO
Caso suspeito + ≥ 1 sinal de GRAVIDADE:

Diminuição da PA / PA convergente (<20 mmHg)


CHOQUE
Pulso: fino e rápido
HIPOVOLÊMICO
Periferia: TEC > 2 seg, extremidades frias

Encefalite
FALÊNCIA
Miocardite
ORGÂNICA
Hepatite

SGTO. GRAVE TGI / SNC


Dengue Grave
Fatores de Risco
Idade Avançada
lactentes
Diabetes, HAS, DPOC,IC,DRC
Obesidade
Gestante
vulnerabilidade social
prova do laço + ou petéquias
Diagnóstico

VIREMIA (até o 5º dia)


•Isolamento viral •Antígeno NS1 (melhor até o 3º dia)

Após SOROCONVERSÂO (a partir do 6º dia)


• Sorologia: IgM

QUANDO SOLICITAR
EPIDEMIA: grupos C e D -
Sem Epidemia: todos
Diagnóstico
Prova do Laço
Diagnóstico
Prova do Laço
Quem?
• Caso suspeito de dengue sem
sangramento
Por quê?
• Avaliar risco de Sangramento (fragilidade capilar)

Como?
• Média da PA = (PAS + PAD) / 2
• 3 min (crianças) / 5 min (adultos)
POSITIVA
≥ 10 EM CRIANÇAS
2,5 cm de lado ≥ 20 EM ADULTOS
TRATAMENTO
Sintomáticos
• Paracetamol / Dipirona
• Não prescrever AINE/AAS

Suporte
• Grupos A, B, C e D
TRATAMENTO
SUPORTE: Grupos A, B, C e D

GRUPO A GRUPO B
< 2anos ou > 65anos, sangramento de pele,
Não é B / C / D
gestantes, Comorbidades/ Risco social

Tratamento ambulatorial HEMOGRAMA: Reclassificação

60mL/Kg/d VO (1/3 SRO + 2/3 líquidos) Hidratação = GRUPO A

Htnormal: GRUPO A
Sinais de alarme = Reavaliação
Htaumentando: GRUPO C
TRATAMENTO
SUPORTE: Grupos A, B, C e D

GRUPO C GRUPO D

Alarme GRAVE

Enfermaria Terapia Intensiva

20mL/Kg em 2 horas (até 3x) 20mL/Kg em 20 min (até 3x)

Não melhorou? Não melhorou?


GRUPO D NORA / ALBUMINA
DENGUE
Critérios para alta hospitalar
Os pacientes precisam atender a todos os critérios clínicos:

1. Estabilidade hemodinâmica durante 48 horas


2. Ausência de febre por 24 horas
3. Melhora visível do quadro clínico
4. Hematócrito normal e estável por 24 horas
5. Plaquetas em elevação
Lembrando

Dengue é uma doença de notificação COMPULSÓRIA.

Conforme dispõe a Portaria de Consolidação nº 4, de 28 de


setembro de 2017, dengue é doença de notificação compulsória.

As notificações de casos suspeitos de dengue devem ser


registradas na Ficha de Notificação/Investigação da dengue e
chikungunya e inseridas no Sistema de Informação de Agravos
de Notificação – Sinan.
Obrigado
FONTES
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Diretoria Técnica de Gestão.
Dengue : diagnóstico e manejo clínico: adulto e criança / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Diretoria Técnica de Gestão. – 4. ed. –
Brasília : Ministério da Saúde, 2013.

Silva LO, von Hellmann R, Maia IW, Brandão Neto RA, Schubert DU, Marchini J, Flato UA, et al. Diretrizes clínicas da ABRAMEDE para o manejo de
dengue em pacientes adultos na emergência. JBMEDE. 2024;4(1):e24018

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