Crimes Rituais no Judaísmo: Talmud e Cabala
Crimes Rituais no Judaísmo: Talmud e Cabala
Ramón Bau
Temos que falar sem medo de temas que já nos estão proibidos pela ditadura
demoliberal!
Durante os últimos dez anos não lembro de haver lido nada deste delicado tema,
que é absolutamente maldito, e sobre o qual ninguém deseja sequer falar, incluídas
as próprias revistas Nacional-Socialistas. Parte dessa prevenção sobre o tema se
deve ao pouco que se sabe sobre ele, mas também aquele que fala desse assunto
parece que está sonhando com fantasmas e contos da carochinha, como que se
duvidam da sua saúde mental, ou ao menos, de sua capacidade de ser sensato e
equilibrado em outros temas.
Mas este artigo é especial, e por isso não acredito que devemos deixar de abordar
um tema espinhoso muito pouco popular apenas por medo do “que dirão”. Desde já
não pretendo efetuar um estudo histórico sobre os principais casos de crimes rituais
que se conhecem (existem casos claramente documentados), não é isto que me
interessa difundir, mas o porquê, o espírito e a essência do problema é o que nos
deve interessar a esclarecer.
Uma grande parte do “segredo” sobre os Crimes Rituais está baseado no segredo
que se tem na difusão do Talmud. Durante séculos a difusão do Talmud entre os
não-judeus era considerado um crime pela comunidade judaica. Até hoje não se
pode “comprar” o Talmud nas livrarias, é um texto que “está protegido” em segredo
devido ao enorme poder do sionismo.
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religião judaica (mesmo não condenando de forma clara, pública e notória ao
Talmud). A simples aplicação das leis “democráticas” permitiriam proibir o Judaísmo!
A razão é que o Talmud reflete de forma clara e sem dúvidas uma idéia: O
Goyim, o não-judeu (e decerto o ariano e o cristão), é um ser desprezível,
merecedor de todo ódio e desdém, mas sobretudo, é um objeto semelhante a
um animal. Esta ideia central é básica para entender a origem do crime ritual.
Esta é muito sucintamente a base teológica rabínica que se reflete no Talmud e que
de alguma forma penetrou no espírito do inconsciente coletivo do judaísmo durante
séculos de ensino rabínico fechado e claustrofóbico.
Mas existe ainda outro tema a entender brevemente: A Cabala. Ou seja, a vertente
mágica e esotérica do judaísmo. Devido a esquizofrenia mental própria do judaísmo,
a sua história de miséria moral e sectarismo fechado, criou durante séculos, uma
visão esotérica e secreta, repleta de símbolos e ritos gerados dura te séculos de
obscurantismo, nas sinagogas e nas tenebrosa reuniões dos guetos… todo esse
conjunto de crenças formam a Cabala. Existe uma relação clara entre textos
“sagrados” religiosos do judaísmo e da Cabala, coisa que não é de se estranhar se
alguém já leu, por exemplo, textos como o Apocalipse de São João (que reflete o
estilo de outros vários Apocalipses judaicos). Textos místicos, de humor assustador,
cruéis e brutais, onde a Besta é o centro do ódio e a vitória judaica é sempre
sangrenta. A Besta no Apocalipse é sem dúvida Roma, o povo pagão, a “grande
prostituta”, e a sobremesa, o Goyim.
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Temos já um primeiro antecedente moral no rito judaico, absolutamente vigente e
atual, de matar os animais do gado de forma especial, mediante um ritual repulsivo
e sangrento, que demonstra por si só uma falta de sentimentos e uma brutalidade
interior indecente. Os judeus mantêm a matança dos animais para sua alimentação
segundo um rito especial que se segue pontualmente ainda hoje nos matadouros,
efetuando esse rito rabínico.
O mero fato de fazer intervir “palavras” e ritos religiosos de forma premeditada nas
brutalidades que cometem com o gado, sangrando-o até secar, impedindo-o de
“adormecer” para evitar a dor, em suma, eliminando os poucos avanços anti-dor que
estão tentando introduzir nos matadouros, já demonstra um fundo cruel e sádico.
Muitas sociedades pró-animais reclamam que a tortura de animais em matadouros é
permitida sob a desculpa dos "ritos religiosos", mas evidentemente nunca foi
possível proibir práticas tão cruéis, mais uma vez protegidas pelo poder sionista.
Esse mesmo rito realizado ao gado - goyim, seria a base do Crime Ritual. Trata-se
de oferecer a Jeová, o gado - goyim mais desejável, ao goyim mais significativo, ou
melhor, para as crianças, como o sacrifício de bezerros ou cordeiros amamentados
de leite era o mais desejável nas ofertas de animais. Dado que em repetidos textos
talmúdicos o goyim nada mais é do que gado, na medida em que é uma mera
criatura a mais criada por Jeová para o gozo e uso do Povo Escolhido, esse rito de
sacrifício humano não é realmente "humano", mas apenas um reflexo de valor
idêntico ao secular sacrifício de gado no Templo de Jeová. Assim, o Crime Ritual
requer duas fases:
A escolha do goyim a ser sacrificado, que deve ser “digno” de ser oferecido, ou seja,
deve ser significativo ou ou melhor, “inocente”, limpo, no sentido em que se
sacrificava um leitão. Seguindo um ritual mínimo. Não se trata de um mero
assassinato, mas uma oferenda, por isso deve ser sangrado (dado que o rito judaico
exige que o sangue, um elemento impuro segundo a Bíblia, seja separado da
"carne" para ser oferecido). E requer também um ritual na oferenda, algumas
palavras, algumas leituras de oferendas.
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eventos que sejam claramente crimes rituais ocorram periodicamente quase sempre
dissimulados pela imprensa, e mais ou menos ocultos em motivações do tipo
"vampírico” ou sob formas de "loucura" demoníaca. Quando se fala de um crime
cometido sob formas rituais, um véu escuro sempre é deixado sobre o tema, mesmo
quando se encontra o autor, e o condenam, mas sempre sem esclarecer o aspecto
ritualístico do crime.
Não é de estranhar que tenha ocorrido alguns casos entre crianças palestinas que
podem ser claramente crimes rituais, e é muito provável que vários outros casos
tenham ocorrido espalhados pelo mundo nos últimos anos. Textos clássicos foram
escritos sobre crimes rituais, e até recentemente pude ver um filme como "Quem era
a Dália Negra?" que expõe bem como poderia ser um crime ritual... realizado em
Hollywood, e onde apesar das evidências a polícia nunca considerou que poderia
ser um crime ritual judaico!
Contudo, acredito que o judaísmo como tal abandonou a figura do Crime Ritual na
sua concepção moderna. Isto é, sem dúvida ainda existirão seitas e núcleos
judaicos que seguirão as ideias arcaicas do talmudismo e do cabalismo, e que,
portanto, aceitariam o fato ritualístico. Mas a minha forma de ver produziu uma
mudança significativa neste tema: O sacrifício pessoal, individual e sangrento
corresponde a uma época fechada e sectária do judaísmo, típica dos guetos e seus
tempos. O judaísmo de hoje mudou o significado do sacrifício, mas não o do goyim.
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“Eliminar a vida do cristão e matá-lo. É agradável à majestade divina como
quem oferece um presente de incenso." (Sepher Or Israel 177b, Talmud).
Tomamos este exemplo, entre tantos que existem, para lembrar algo que ninguém
quer denunciar. O Talmud, e portanto a chamada religião judaica, é ilegal e
criminosa e deveria ser proibida com base em leis que proíbem o ódio racial e
religioso. Essas leis não são feitas, pois estão ao serviço do sionismo político, não
da Justiça.
O antijudaísmo promovido pelo nosso Führer, Adolf Hitler, caracteriza-se por ser
orgânico, metódico e científico. Isto significa que não se baseia em preconceitos ou
interpretações religiosas, mas numa análise profunda de todos os aspectos da
questão. Um deles, que pode não ser muito conhecido pelos jovens camaradas, é o
das cerimônias hebraicas de sacrifício humano. Os judeus frequentemente zombam
dessa “crença” e a chamam de mentira ou farsa e esclarecem que "Está
completamente provado que isso é completamente falso."
Veremos: Antes de mais nada, vale destacar uma expressão judaica muito comum e
que já passou para a nossa cultura, isso é “bode expiatório” ou “bode expiatório”.
Isso tem sua origem na tradição de fazer sacrifícios com animais para obter a ajuda
de Jeová. Nem eles mesmos negam. Agora, pois bem, ao ler o Talmud encontramos
passagens como esta:
“Pois está dito: E nós, ovelhas de meu pasto, vocês são homens” (Ezequiel XXXIV,
31, nota 342 do capítulo VI), “eles te chamam homens, mas eles não chamam de
homens aos idólatras...” (Tratado Yebamoth, 61a, página 242).
Por exemplo, um grande impulsionador do sionismo, Joseph Agassi, admite que seu
povo não considera como pessoas os estrangeiros. Outros como Samuel Etinguer,
ou Isher Guinsburg o confirmam. A proibição mosaica de não matar se aplica
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apenas ao próximo (o judeu). Existem elementos que nos permitem considerar com
mais seriedade o assunto. Conhecemos a origem semita do culto hebraico e assim
devemos saber que esse povos antigos praticavam sacrifícios humanos a Baal;
Hammam - Mellarth. Sabe-se que tinham seu lugar também no culto dos grandes
deuses da Babilônia, de Assur na Assíria, de Kamosch entre os Moabitas, de
Melech ou Moloch na bíblia, etc.
Isto quer dizer que era uma prática comum das nações semitas e o que é mais
importante, que esse costume se extendeu aos judeus de forma definitiva. Autores
como o liberal Voltaire admitem isto como fato histórico quando admitem: “Ou
renunciem a seus livros, ou confessem que vossos pais ofereceram rios de sangue
humano a Deus, mais do que jamais nenhum outro povo tenha feito”, (Voltaire,
Dicionário Filosófico, artigo Judeus).
Estes tipos de cerimônias nunca acabaram, já que até o início do século início do
século foram descobertos casos como o de Konitz em 1901, o de Nazareth (EUA)
em 1908, o de Bucareste em 1911, o de Tcherme em 1913, o de Kiev em
1911-1913, etc. Para a melhor compreensão do assunto realizaremos um guia de
perguntas e respostas.
Os motivos poderiam ser buscados no ódio constante e furioso dos judeus aos
idólatras (gentios). Mas isto vai mais além. Em primeiro lugar, sabemos que
consideram aos não-judeus como animais e, o fato de que (até há cinquenta anos)
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haviam vivido em sociedades que não lhe eram submissas e até os reprimiam e os
segregavam, os levaram a buscar revanches mágicas por estes outros meios. As do
esoterismo , da Cabala, da numerologia, etc.; eram patrimônio original dos rabinos.
Para o culto hebraico, o sangue é o veículo material da alma. Por isso não podem
comer carne que não seja kosher. As práticas mágicas com sangue os provê,
segundo alguns, de poderes que estão além do conhecimento humano. É provável
que isto seja apenas superstição, mas é uma superstição que eles crêem. Muitos
rituais se realizam com sangue, por exemplo, borrifam sobre o pênis dos bebês
destinados a algum futuro importante ao serem circuncidados, a transformam em
uma bebida junto a uma gota do mindinho esquerdo de um rabino para que a
bebam alguns jovens judeus, ou a misturam no preparo de pães ázimos (matzá).
Podem haver muitos momentos no ano, mas os mais especificados são próximos às
festas do purim e do pessach. Durante a primeira, celebram a morte de Aman e
seus filhos, e durante a segunda, a páscoa. O 09/07 (nove de julho) é um dia
propício, contudo para os mais religiosos/ortodoxos qualquer momento é bom para
oferecer um presente a Jeová.
Sim. Sem nenhuma dúvida. Muitos perguntam o que acontece com alguns menores
que desaparecem e nunca mais são encontrados. Talvez muitos deles tenham sido
usados para estes abomináveis atos.
Podemos citar o caso do crime ritual do militante nacionalista Alfredo Guereño. Este
foi sequestrado em 09 de julho (dia da festa hebraica chamada Seida -
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Amaphesmeias) de 1987 por um grupo de homens que o levaram em um
automóvel. Seu corpo apareceu, dias depois, no poço de um elevador na rua
Gascón, a 600 km da cidade de Buenos Aires, Argentina. Apresentava queimaduras
feitas com cigarro e horríveis evidências de tortura. O braço foi encontrado em outra
parte (cortado) e haviam extraído o sangue do cadáver. Camaradas, isto nos
confirma novamente que nosso inimigo é o inimigo do mundo e sua maldade não
tem limites. Nossa luta, sob o luminoso sol da Suástica, é a luta da liza e assim,
nossa amada raça ariana, guiará aos povos para que ninguém volte a ser escravo
do judeu.
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Assassinato ritual judaico
Chicago 1955 - O caso das crianças Schuessler e Grimes
A comunidade judaica de Chicago, uma das mais ricas do mundo, sempre exerceu
um grau extremamente poderoso de influências na cena Windy City, uma influência
semelhante em alcance e poder (e nada mais) aos sindicatos do crime organizado
italiano, mais sinistros por serem muito menos visíveis.
Em outubro de 1955, quatro crianças brancas, dois meninos que eram irmãos e
duas irmãs adolescentes, foram sequestrados e assassinados de uma maneira que
sugeria um sacrifício ritual judaico, com o objetivo litúrgico de obter sangue gentio
para misturar com pão matzá, usado em várias cerimônias judaicas esotéricas e
religiosas, como Purim, Páscoa, Kol Nidre e Yom Kipur.
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O interessante desses casos não é que os assassinatos não tenham solução, mas a
visão percebemos da magnitude das coisas que os supostos judeus farão para
encobrir os casos de assassinato ritual. Tendo em conta o grande interesse público
no caso, houve, naturalmente, muitos meios de comunicação informando sobre isso.
O Chicago Daily News publicou uma edição vespertina detalhando a natureza
ritualística das feridas infligidas aos meninos Schuessler, comparando-os com um
caso anterior em que um menino chamado Peterson foi encontrado morto com os
mesmos tipos de ferimentos, e especulou-se que membros de um "culto religioso"
poderiam estar envolvidos.
Dez minutos depois da edição chegar às ruas, caminhões foram enviados para
retirar a todos; retiraram das bancas todos exemplares e tomaram as placas de
impressão do edifício de notícias onde estavam, para serem queimados.
Oito exemplares desta edição foram obtidos por uma mulher chamada Sra. Lyle
Clarle dan Hyníng, que publicou um jornal conservador chamado Women's Verice,
quando o escritório do Daily News ligou perguntando por que o jornal havia sido
revocado, foi dito que haviam chegado muitas "reclamações" sobre ele e
provavelmente causaria "agitação racial".
A Sra. Van Hyning tinha suas próprias suspeitas e enviou ao pai dos dois meninos
assassinados, Arnold Schuessler, uma cópia do trabalho conclusivo de Arnold
Leese chamado Assassinato Ritual Judaico. Schuessler leu o livro e ficou surpreso
com o que aprendeu. Então, ele teve a decisão errada de ir à polícia e exigir que
investiguem a morte de seus filhos no ângulo de um possível assassinato ritual. O
xerife do condado naquela época era um judeu chamado Sam Lohman, e
imediatamente prendeu o Sr. Schuessler sob suspeita de ter assassinado seus
próprios filhos.
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investigação pública do caso de Schuessler e do médico, Steinfeld foi forçado a
testemunhar. Lá ele declarou que Arnold Schuessler sofria de “alucinações” e
“delírios de paranóia" que "pessoas certamente o estavam induzindo de fora”.
Steinfeld, afirmava que havia arrecadado US$ 2 milhões por cabeça por cada
Yiddish Mama’s Little Bubbeleh, que ele reunia enquanto lutava contra os
Nacional-Socialistas, como um grande líder.
(Quanto poderia ser dado por suas provas, como algumas bandeiras de uma velha
suástica comprada e pendurada na parede, junto com toda uma coleção de
medalhas falsas? - NT)
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do caso Schuessler como um dos assassinatos rituais judaicos mais bem
documentados dos tempos modernos, quando ele morreu repentinamente na
primavera de 1956. Nenhum dos arquivos de Schuessler em que ele trabalhou e
mostrou a vários amigos e visitantes, foi encontrado em algum lugar em sua posse,
quando seus efeitos foram inventariados após sua morte.
Hoje você olha para aquelas carinhas tristes nas caixas de leite, e não consegue
ajudar, apenas se surpreender…
O sangue de um ser sem alma, sem energia vital, não serve ao judeu para o Purim
ou para os sacrifícios: Os criminosos, os assassinos, os degenerados e os
“vampiros” que de vez em quando aparecem entre os nascimentos de não-judeus
(porque a seleção natural não opera mais entre os seres humanos) e toda a escória
mais baixa de uma sociedade não lhes traz nenhum benefício; sim, são inocentes
que caem em suas mãos... É por isso que, onde quer que estejam no mundo, os
judeus fingem ser filantropos, defensores da vida, pacifistas e opositores à pena de
morte.
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são práticas frequentes em seu Purim. O assassinato a sangue frio dos oficiais
poloneses nas florestas de Katyn foi um grande Purim executado pelos
comissários russos do Exército Vermelho, todos judeus, apesar de, durante
anos terem tentado culpar os alemães por este acontecimento horrível, até
que a verdade prevalecesse…
Hoje, ainda podemos ver exemplos desses sacrifícios Iaveistas. Na Polónia, por
exemplo, os judeus "chassidim" praticavam fanaticamente, desde tempos muito
antigos e com toda impunidade, o antiquado Purim, com sacrifício humano direto,
sendo muito provável que eles ainda façam isso de maneira semelhante. É assim
que explicamos por que o Papa polaco, João Paulo II, declarou que os cristãos
eram "irmãos mais novos dos judeus", certamente lacaios de muitos deles (o que
nos lembra uma lenda judaica medieval segundo a qual, um dia, chegaria à casa do
Vaticano um papa judeu, chamado "Elhanan") sem nunca ter levantado a sua voz
sacrossanta contra os massacres de árabes todos os anos pelos seus irmãos mais
velhos.
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providenciar a morte dos gentios necessárias para o período do Purim, as altas
autoridades judaico-maçônicas do Império Britânico cometeram um dos seus atos
mais vis, do qual ainda hoje permanecem feridas abertas. Na Segunda-feira de
Páscoa daquele ano, os independentistas católicos irlandeses levantaram-se contra
a recusa do Governo britânico a cumprir a Lei do Governo Irlandês, aprovada há
dois anos, que lhes deu a autonomia desejada. Cerca de 500 pessoas morreram
nos tumultos provocados pela sangrenta repressão inglesa e 15 dos líderes
irlandeses foram executados... Sangue católico para preencher a sede dos judeus
de Albion.
Por causa dos historiadores desavergonhados dos nossos tempos, poucas pessoas
sabem que os altos oficiais judaico-maçônicos da Grã-Bretanha tinham sua própria
versão da KGB de seus colegas Soviéticos, chamados de "Black & Tans". Esta
milícia cometeu crimes horríveis e atrozes contra os católicos irlandeses, desde que
foram enviados para lá em 1920. Hoje, o conflito entre os católicos e protestantes
brancos continuam a ser liderados pelos poderosos judeus ingleses. A chamada
seita fundamentalista "protestante" denominada "Orangistas", que desfila pelos
bairros católicos na Irlanda todos os anos, celebrando provocativamente o
centenário do esmagamento dos católicos, está absolutamente infiltrada e dirigida
por judeus sionistas, alguns ligados à Maçonaria e à poderosa B'nai Brith, e seu
símbolo na própria Estrela de David, vestindo uniformes azuis de pedaços laranja.
Esta organização está relacionada com o grupo paramilitar "UVF", uma seita de
assassinos protestantes dedicados exclusivamente a matar católicos e a dirigir
ataques contra os seus bairros na Irlanda
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del Seguro Obrero”, perpetrado por um grupo de oficiais maçônicos por ordem do
Presidente da República Arturo Alessandri (também maçom), mas liderado por um
estranho civil judeu chamado Francisco Droguett Raud, que chegou ao local para
dar ordens e instruções aos próprios policiais uniformizados.
Uma das bombas atômicas foi lançada sobre o Japão, sem necessidade de guerra
real e com o único propósito de testar seu poder destrutivo em áreas urbanas e
seus mecanismos de detonação. Portanto, a bomba de Hiroshima era diferente da
de Nagazaki. A ilha do Japão também apresentava as características de isolamento
continental ideais para uso sem prejudicar os países vizinhos, amigos dos aliados.
Do seu criador teórico, Albert Einstein, ao presidente dos Estados Unidos que
ordenou seu uso, Harry Truman, praticamente todos vinculados ao crime de
Hiroshima eram judeus. Ambas as bombas foram lançadas com inscrições que
diziam que eram "um beijo dos Estados Unidos para o Japão e Hiroito."
No que diz respeito aos casos de famosos assassinatos rituais individuais do século
XX, começamos com o "Caso Beiliss", ocorrido em 1911 em Kiev, Rússia. Naquele
ano, o corpo sangrento de uma criança foi encontrado dentro do terreno de uma
fábrica de tijolos à qual só os judeus tinham acesso e que tinha até uma própria
sinagoga. Seu proprietário, o judeu Mendel Beiliss, foi levado a julgamento, mas por
não ter conseguido chegar a uma decisão por unanimidade, foi libertado em 1913;
no entanto, o júri decidiu que o crime tinha sido tipo ritual e com muito sofrimento,
causado por inúmeras feridas pelo corpo. Os judeus de Kiev iniciaram
imediatamente uma campanha de desinformação sobre o caso, sendo repreendido
publicamente. Um fato muito obscuro é que dois irmãos mais novos, Genia e
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Valentine, que iriam testemunhar contra Beiliss, morreram misteriosamente depois
de comer alguns doces dados a eles por um policial judeu chamado Krassowsky.
Dois médicos judeus declararam que as crianças morreram de disenteria, mas
estranhamente, mais tarde retrataram este relatório, admitindo que foram
envenenados.
Também se supôs que os judeus ofereceram suborno à mãe deles para que ela se
culpasse pelo assassinato do garoto da fábrica. O cadáver do menino também tinha
treze facadas na têmpora direita e sete na esquerda, conforme prescrito pelo Livro
Zohar para realização de sacrifícios rituais, da seita de judeus chassidim. Mas
depois que a Revolução ocorreu judeus bolcheviques russos anulam os resultados
do julgamento de “assassinato ritual” trocando-o por um crime comum cometido,
supostamente, por um cristão. Beilis emigrou para os Estados Unidos e morreu em
1934, sendo sepultado pelos demais judeus como um completo herói. Na época, um
panfleto foi distribuído em Kiev, alertando os pais a cuidarem de suas crianças no
período da Páscoa judaica, mostrando a imagem do cadáver da criança
assassinada ritualmente na fábrica Beilis.
A horrível morte ritual do filho do coronel Charles Lindbergh é um assunto tabu hoje
porque é um dos escândalos mais graves que envolveram práticas de sacrifícios
humanos pelos judeus, apesar do poder secreto ter conseguido esconder a
realidade dos acontecimentos a nível judicial
Os culpados diretos deste atroz crime internacional são todos os judeus que se
escondem atrás do fantoche sexista de Bill Clinton, e os ataques fazem parte do
custo que deve pagar o mundo por culpa dos países poderosos que colocaram os
judeus em posições-chave no governo. Os judeus norte-americanos, assassinos
que lideraram esta sangrenta cruzada contra a Iugoslávia, foram: Madeleine Albright
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(Secretária de Estado) tão ativa nesta questão que foi chamada de "A Guerra de
Madeleine", William Cohen (Secretário de Defesa), Samuel Berger (Conselho de
Segurança Nacional), Stuart Eizenstat (Subsecretário de Estado), Doug Sosnik
(Conselheiro do Presidente), Steve Kessler (Conselheiro da Casa Branca) e Dan
Schifter (Diretor das Forças de Paz), entre muitos outros que não cabem neste
espaço.
As cenas arrepiantes dos ataques criminosos da OTAN à Sérvia foram dadas por
ordem dos judeus que controlam os Estados Unidos. Surpreendente a
agressividade e a violência com que esses gangsters agiram contra a Iugoslávia
neste caso, especialmente se o compararmos com a incrível indiferença e
passividade que eles próprios demonstraram durante os horrores da guerra civil
iugoslava que durou a maior parte daquela década, apesar dos então apelos da
comunidade internacional pedindo para parar o conflito.
Em algumas fotos você pode ver um bebê e um idoso kosovar assassinados por
soldados sérvios, mas com um estilo muito particular. O falecido tem o pescoço
cortado "ritualmente" (de orelha a orelha, como cordeiro). É costume os soldados
sérvios massacrarem ritualmente as suas vítimas? Não sabemos. Quem poderia ter
ordenado uma “execução ritual” como esta? Nós sabemos disso e você também.
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Na sequência dos ataques terroristas em Moscou, em setembro e outubro de 1999,
atribuídos aos chechenos, os judeus Yuri Luzhkov e Vladimir Putin, prefeito de
Moscou e então ministro do Interior russo respectivamente, se valeram disso para
desencadear uma perseguição contra o povo checheno prendendo-os em massa,
como pode ser visto em algumas imagens. Entre os dias 6 e 7 de outubro, as
agências mundiais informaram que os russos atacaram a cidade guerrilheira de
Shamil Bassaiev (guerrilheiro chechênio), na Chechênia, para reprimir os
terroristas... No entanto, mostram que os quase 40 mortos eram civis inocentes e
desarmados. Os massacres foram assim a tônica deste século que encerrou o
milênio, do começo ao fim.
Mas a Inglaterra tinha muito a perder, pois Hess também tinha os argumentos de um
sinistro segredo, que coloca o Reino Unido mais perto do Terceiro Reich do que dos
aliados, e como protagonista de uma tremenda traição. Qual foi esse segredo? Hess
levou consigo quando morreu de um Purim, naquele dia. Em um descuido, o guarda
o teria perdido de vista para encontrá-lo mais tarde pendurado por um cabo dentro
de um dos armazéns, com um nó no pescoço que suas já senis mãos nunca teriam
sido capazes de realizar. Ele também havia sido assassinado com a "marca no
pescoço", como as marcas de vampiros, há evidências de que ele acabou sendo
executado na ambulância que o levou ao hospital.
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Pouco depois, um cartaz apareceu nas ruas de Berlim dizendo: "Rudolf Hess está
morto... ele agora está livre!”
Assim, como Streicher gritou naquela tarde, a judiaria celebrou outra das suas
Festas de Purim em Nuremberg.
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