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Crimes Rituais no Judaísmo: Talmud e Cabala

O crime ritual judaico
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Crimes Rituais no Judaísmo: Talmud e Cabala

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O Crime Ritual Judaico

Ramón Bau
Temos que falar sem medo de temas que já nos estão proibidos pela ditadura
demoliberal!

Durante os últimos dez anos não lembro de haver lido nada deste delicado tema,
que é absolutamente maldito, e sobre o qual ninguém deseja sequer falar, incluídas
as próprias revistas Nacional-Socialistas. Parte dessa prevenção sobre o tema se
deve ao pouco que se sabe sobre ele, mas também aquele que fala desse assunto
parece que está sonhando com fantasmas e contos da carochinha, como que se
duvidam da sua saúde mental, ou ao menos, de sua capacidade de ser sensato e
equilibrado em outros temas.

Mas este artigo é especial, e por isso não acredito que devemos deixar de abordar
um tema espinhoso muito pouco popular apenas por medo do “que dirão”. Desde já
não pretendo efetuar um estudo histórico sobre os principais casos de crimes rituais
que se conhecem (existem casos claramente documentados), não é isto que me
interessa difundir, mas o porquê, o espírito e a essência do problema é o que nos
deve interessar a esclarecer.

Na verdade o problema se baseia nos textos da chamada “Tradição” religiosa


judaica: O Talmud. O Talmud é uma recompilação de textos rabínicos escritos em
diversas épocas, que recorrem a “tradição” da escola rabínica judaica. Da mesma
forma que a Igreja Católica considera a “Tradição” como parte da “Palavra de Deus”,
e portanto, formando parte do conjunto doutrinal “sagrado” da Igreja (essa
“Tradição” vem dada entre os católicos fundamentalmente pelas Atas de Concílios e
documentos dos chamados “Pais da Igreja”), da mesma forma no judaísmo a
“Tradição” rabínica se concretizar em um texto realmente pouco conhecido que é o
Talmud.

Uma grande parte do “segredo” sobre os Crimes Rituais está baseado no segredo
que se tem na difusão do Talmud. Durante séculos a difusão do Talmud entre os
não-judeus era considerado um crime pela comunidade judaica. Até hoje não se
pode “comprar” o Talmud nas livrarias, é um texto que “está protegido” em segredo
devido ao enorme poder do sionismo.

Na Espanha publicamos um pequeno texto intitulado “Judaismo al Descubierto”


onde se reproduz uma parte substancial das piores e mais repulsivos referências
talmúdicas. Também existem diversos textos editados na Argentina que descobrem
também essas passagens talmúdicas, etc., são poucos os livros que falam disso,
mas existem e não são impossíveis de encontrar por um especialista. Mas desde já,
estão fora do alcance do público em geral. Jamais se produziu um filme ou livro
(após a Guerra) que dê a conhecer de forma popular os temas Talmúdicos.

Realmente, se um dia a Justiça for “justa” e não para o benefício do Sistema, as


atuais leis que proíbem o “ódio racial” deverão proibir o Talmud, e portanto, a

1
religião judaica (mesmo não condenando de forma clara, pública e notória ao
Talmud). A simples aplicação das leis “democráticas” permitiriam proibir o Judaísmo!

A razão é que o Talmud reflete de forma clara e sem dúvidas uma idéia: O
Goyim, o não-judeu (e decerto o ariano e o cristão), é um ser desprezível,
merecedor de todo ódio e desdém, mas sobretudo, é um objeto semelhante a
um animal. Esta ideia central é básica para entender a origem do crime ritual.

O Goyim é um animal, é comparado claramente com os bons e demais animais


de “gado”. Mas há que entender que de yro da tradição religiosa judaica (cristã) o
“animal” é um objeto semelhante valor e sem consideração. O judaísmo e o
cristianismo não atribuem ao animal o valor como “parte da Natureza”, e por isso,
parte do Cosmos e da própria essência da Vida, consideração claramente pagã e
ecologista que seguem os Nacional-Socialistas. Para o judaísmo o “animal” é um
objeto semelhante valor, ao puro serviço do homem, tal como expõe a Bíblia no
Gênesis: Tudo está criado por Jeová apenas para servir ao homem. Mas o homem
é, para o judaísmo talmúdico, apenas o Povo Eleito, os descendentes de Adão e
Eva, segundo o Pacto de Jeová com seu Povo, Israel. Por isso os Goyim são parte
dessa “criação” de objetos de Jeová a “serviço” do Povo Eleito. São pois animais de
gado, “criados” para serviço do “homem”, ou seja, do Povo Eleito.

Esta é muito sucintamente a base teológica rabínica que se reflete no Talmud e que
de alguma forma penetrou no espírito do inconsciente coletivo do judaísmo durante
séculos de ensino rabínico fechado e claustrofóbico.

Mas existe ainda outro tema a entender brevemente: A Cabala. Ou seja, a vertente
mágica e esotérica do judaísmo. Devido a esquizofrenia mental própria do judaísmo,
a sua história de miséria moral e sectarismo fechado, criou durante séculos, uma
visão esotérica e secreta, repleta de símbolos e ritos gerados dura te séculos de
obscurantismo, nas sinagogas e nas tenebrosa reuniões dos guetos… todo esse
conjunto de crenças formam a Cabala. Existe uma relação clara entre textos
“sagrados” religiosos do judaísmo e da Cabala, coisa que não é de se estranhar se
alguém já leu, por exemplo, textos como o Apocalipse de São João (que reflete o
estilo de outros vários Apocalipses judaicos). Textos místicos, de humor assustador,
cruéis e brutais, onde a Besta é o centro do ódio e a vitória judaica é sempre
sangrenta. A Besta no Apocalipse é sem dúvida Roma, o povo pagão, a “grande
prostituta”, e a sobremesa, o Goyim.

De textos assim, meditados em conselhos secretistas e fechados por rabinos,


dentro do ambiente de ódio e degradação do gueto, e sob o caldo de cultivo do ódio
imenso que sente a tradição talmúdica judaica sobre o cristianismo e o goyim, se
gerou a idéia do Crime Ritual.

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Temos já um primeiro antecedente moral no rito judaico, absolutamente vigente e
atual, de matar os animais do gado de forma especial, mediante um ritual repulsivo
e sangrento, que demonstra por si só uma falta de sentimentos e uma brutalidade
interior indecente. Os judeus mantêm a matança dos animais para sua alimentação
segundo um rito especial que se segue pontualmente ainda hoje nos matadouros,
efetuando esse rito rabínico.

O mero fato de fazer intervir “palavras” e ritos religiosos de forma premeditada nas
brutalidades que cometem com o gado, sangrando-o até secar, impedindo-o de
“adormecer” para evitar a dor, em suma, eliminando os poucos avanços anti-dor que
estão tentando introduzir nos matadouros, já demonstra um fundo cruel e sádico.
Muitas sociedades pró-animais reclamam que a tortura de animais em matadouros é
permitida sob a desculpa dos "ritos religiosos", mas evidentemente nunca foi
possível proibir práticas tão cruéis, mais uma vez protegidas pelo poder sionista.

Esse mesmo rito realizado ao gado - goyim, seria a base do Crime Ritual. Trata-se
de oferecer a Jeová, o gado - goyim mais desejável, ao goyim mais significativo, ou
melhor, para as crianças, como o sacrifício de bezerros ou cordeiros amamentados
de leite era o mais desejável nas ofertas de animais. Dado que em repetidos textos
talmúdicos o goyim nada mais é do que gado, na medida em que é uma mera
criatura a mais criada por Jeová para o gozo e uso do Povo Escolhido, esse rito de
sacrifício humano não é realmente "humano", mas apenas um reflexo de valor
idêntico ao secular sacrifício de gado no Templo de Jeová. Assim, o Crime Ritual
requer duas fases:

A escolha do goyim a ser sacrificado, que deve ser “digno” de ser oferecido, ou seja,
deve ser significativo ou ou melhor, “inocente”, limpo, no sentido em que se
sacrificava um leitão. Seguindo um ritual mínimo. Não se trata de um mero
assassinato, mas uma oferenda, por isso deve ser sangrado (dado que o rito judaico
exige que o sangue, um elemento impuro segundo a Bíblia, seja separado da
"carne" para ser oferecido). E requer também um ritual na oferenda, algumas
palavras, algumas leituras de oferendas.

É claro que uma parte do Judaísmo religioso separou-se da interpretação estrita do


Talmud. Como os protestantes se separaram da “Tradição” Conciliar. Mas outra
grande parte segue fielmente a tradição talmúdica. E não vamos esconder que
grande parte das autoridades rabínicas atuais condenam oficialmente não apenas o
Crime Ritual, mas também a interpretação “animal” dos goim, mesmo que aceitem o
Talmud.

Na realidade, a prática de Crimes Rituais normalmente requer ou exigiu a


intervenção de um componente esotérico, da Cabala. Tem sido sempre elementos
ortodoxos judaicos, influenciados grandemente devido às loucuras cabalísticas e ao
ódio excessivo daqueles que intervieram naqueles fatos. Isto não impede que

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eventos que sejam claramente crimes rituais ocorram periodicamente quase sempre
dissimulados pela imprensa, e mais ou menos ocultos em motivações do tipo
"vampírico” ou sob formas de "loucura" demoníaca. Quando se fala de um crime
cometido sob formas rituais, um véu escuro sempre é deixado sobre o tema, mesmo
quando se encontra o autor, e o condenam, mas sempre sem esclarecer o aspecto
ritualístico do crime.

Não é de estranhar que tenha ocorrido alguns casos entre crianças palestinas que
podem ser claramente crimes rituais, e é muito provável que vários outros casos
tenham ocorrido espalhados pelo mundo nos últimos anos. Textos clássicos foram
escritos sobre crimes rituais, e até recentemente pude ver um filme como "Quem era
a Dália Negra?" que expõe bem como poderia ser um crime ritual... realizado em
Hollywood, e onde apesar das evidências a polícia nunca considerou que poderia
ser um crime ritual judaico!

A brutalidade e a crueldade combinadas com inteligência é o que se necessita.


Requer uma certa capacidade em realizar o sangramento e o abate, os cortes,
etc.... mas ao mesmo tempo requer uma mente diabólica, cruel e sádica....

Contudo, acredito que o judaísmo como tal abandonou a figura do Crime Ritual na
sua concepção moderna. Isto é, sem dúvida ainda existirão seitas e núcleos
judaicos que seguirão as ideias arcaicas do talmudismo e do cabalismo, e que,
portanto, aceitariam o fato ritualístico. Mas a minha forma de ver produziu uma
mudança significativa neste tema: O sacrifício pessoal, individual e sangrento
corresponde a uma época fechada e sectária do judaísmo, típica dos guetos e seus
tempos. O judaísmo de hoje mudou o significado do sacrifício, mas não o do goyim.

O goyim ainda é um animal, um objeto, e de alguma forma o povo eleito ainda é


moralmente dono do destino, dono dos goyim. O que mudou foi a forma do
sacrifício. O judaísmo moderno está focado na dominação mundial e, nesta fase,
não faz sentido o sacrifício individual. É agora um sacrifício comunitário: o sacrifício
dos jovens e da comunidade gentia que se coloca ao serviço do Povo Eleito.

Os mesmos elementos que em outra época e sob condições do gueto teriam


sonhado o crime ritual agora atuam na degradação coletiva e sistemática dos
modos de vida dos goyim, ou seja em seu sacrifício no altar da concepção judaica
do mundo.

O novo Crime Ritual está se realizando em atos concretos e organizados de


corrupção global. Sem dúvida, a introdução de medicamentos ou a popularização
das formas degenerativas, a introdução sistemática dos modos de vida sionistas
como modos de vida "oficiais" da comunidade gentia, são a representação atual do
rito permanente de ódio e desprezo do Talmud para com a comunidade ariana.

4
“Eliminar a vida do cristão e matá-lo. É agradável à majestade divina como
quem oferece um presente de incenso." (Sepher Or Israel 177b, Talmud).

Tomamos este exemplo, entre tantos que existem, para lembrar algo que ninguém
quer denunciar. O Talmud, e portanto a chamada religião judaica, é ilegal e
criminosa e deveria ser proibida com base em leis que proíbem o ódio racial e
religioso. Essas leis não são feitas, pois estão ao serviço do sionismo político, não
da Justiça.

Breve comentário sobre crimes rituais judaicos

O antijudaísmo promovido pelo nosso Führer, Adolf Hitler, caracteriza-se por ser
orgânico, metódico e científico. Isto significa que não se baseia em preconceitos ou
interpretações religiosas, mas numa análise profunda de todos os aspectos da
questão. Um deles, que pode não ser muito conhecido pelos jovens camaradas, é o
das cerimônias hebraicas de sacrifício humano. Os judeus frequentemente zombam
dessa “crença” e a chamam de mentira ou farsa e esclarecem que "Está
completamente provado que isso é completamente falso."

Veremos: Antes de mais nada, vale destacar uma expressão judaica muito comum e
que já passou para a nossa cultura, isso é “bode expiatório” ou “bode expiatório”.
Isso tem sua origem na tradição de fazer sacrifícios com animais para obter a ajuda
de Jeová. Nem eles mesmos negam. Agora, pois bem, ao ler o Talmud encontramos
passagens como esta:
“Pois está dito: E nós, ovelhas de meu pasto, vocês são homens” (Ezequiel XXXIV,
31, nota 342 do capítulo VI), “eles te chamam homens, mas eles não chamam de
homens aos idólatras...” (Tratado Yebamoth, 61a, página 242).

Este: “A criatura que se encontra no ventre de uma escrava cananéia é a mesma


que o bebê que é encontrado na barriga de um animal."
(Kidushin, 69a, página 274).

Testemunhos moralizantes como o que foi dito acima é reiterado incansavelmente


em outras partes do Talmud e do Zohar, por exemplo: Borazot, 25b, página 161;
Ketuwot, 111a; páginas 443 - 444; Sinédrio, 74b, página 305; Yebamot 62a, página
246; etc. Nestas passagens é afirmado claramente que os não-judeus não são
seres humanos. Eles são, segundo a sua religião, animais em forma humana,
criados por Yahweh para servi-los…

Por exemplo, um grande impulsionador do sionismo, Joseph Agassi, admite que seu
povo não considera como pessoas os estrangeiros. Outros como Samuel Etinguer,
ou Isher Guinsburg o confirmam. A proibição mosaica de não matar se aplica

5
apenas ao próximo (o judeu). Existem elementos que nos permitem considerar com
mais seriedade o assunto. Conhecemos a origem semita do culto hebraico e assim
devemos saber que esse povos antigos praticavam sacrifícios humanos a Baal;
Hammam - Mellarth. Sabe-se que tinham seu lugar também no culto dos grandes
deuses da Babilônia, de Assur na Assíria, de Kamosch entre os Moabitas, de
Melech ou Moloch na bíblia, etc.

É o costume do Antigo Testamento designado por meio da expressão: “fazer passar


a seus filhos pelo fogo” da qual os Iaveistas Mosaistas (isto é, os judeus ortodoxos)
falam com horror. Os habitantes do reino de Judá se entregaram a estas práticas
sob os governo dos últimos reis da casa/raça de David, já era geral entre os
israelitas nos tempos anteriores (Revue de l’histoire de religions, tomo II, páginas
207-208).

Isto quer dizer que era uma prática comum das nações semitas e o que é mais
importante, que esse costume se extendeu aos judeus de forma definitiva. Autores
como o liberal Voltaire admitem isto como fato histórico quando admitem: “Ou
renunciem a seus livros, ou confessem que vossos pais ofereceram rios de sangue
humano a Deus, mais do que jamais nenhum outro povo tenha feito”, (Voltaire,
Dicionário Filosófico, artigo Judeus).

E até os mais céticos deverão render-se ao encontrarem no “livro santo”, a bíblia:


“Além disto, tomaste a teus filhos e tuas filhas, que me geraras, e lhos sacrificaste,
para serem devorados pelas chamas. E mataste meus filhos, e os entregaste a elas
para os fazerem passar pelo fogo.”. (Ezequiel, capítulo XVI, versículos 20-21). Os
exemplos documentados destes tipos de crimes são enormes. Duas vítimas foram
canonizadas e ainda figuram nos martirológios católicos. São Simão de Trento e
São Guilherme de Norwich. Sacrifícios deste tipo ocorrem também em Blos em
1171, Pontoise em 1179, Londres em 1181, Fulda em 1235, Londres em 1244,
Zaragoza em 1250, Northampton em 1279, Creus em 1293, Weissensee em 1303,
Praga em 1305, entre outros. Federico Rivanera Carlés expõe também o caso da
criança da Guarda (1490) realizado por marranos (judeus espanhóis).

Estes tipos de cerimônias nunca acabaram, já que até o início do século início do
século foram descobertos casos como o de Konitz em 1901, o de Nazareth (EUA)
em 1908, o de Bucareste em 1911, o de Tcherme em 1913, o de Kiev em
1911-1913, etc. Para a melhor compreensão do assunto realizaremos um guia de
perguntas e respostas.

1) Por que se realizam estes assassinatos rituais?

Os motivos poderiam ser buscados no ódio constante e furioso dos judeus aos
idólatras (gentios). Mas isto vai mais além. Em primeiro lugar, sabemos que
consideram aos não-judeus como animais e, o fato de que (até há cinquenta anos)

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haviam vivido em sociedades que não lhe eram submissas e até os reprimiam e os
segregavam, os levaram a buscar revanches mágicas por estes outros meios. As do
esoterismo , da Cabala, da numerologia, etc.; eram patrimônio original dos rabinos.

2) Como são os sacrifícios?

Ante a grande quantidade de casos é compreensível que se conheçam diferentes


métodos. Um bastante difundido, sobretudo durante a Idade Média, consistia na
crucificação. É comum a tortura com punhaladas, queimaduras e chicotadas durante
longas horas. Os pequenos judeus devem participar com um golpe simbólico. Em
quase todos os casos a vítima fica completamente nua. Finalmente fazem uma
ferida mortal no pescoço e então o corpo, sustentado por dois ajudantes, é colocado
de cabeça para que verta o sangue em uma vasilha cerimonial. É muito importante
que o sangue seja recolhido.

3) Por que o sangue?

Para o culto hebraico, o sangue é o veículo material da alma. Por isso não podem
comer carne que não seja kosher. As práticas mágicas com sangue os provê,
segundo alguns, de poderes que estão além do conhecimento humano. É provável
que isto seja apenas superstição, mas é uma superstição que eles crêem. Muitos
rituais se realizam com sangue, por exemplo, borrifam sobre o pênis dos bebês
destinados a algum futuro importante ao serem circuncidados, a transformam em
uma bebida junto a uma gota do mindinho esquerdo de um rabino para que a
bebam alguns jovens judeus, ou a misturam no preparo de pães ázimos (matzá).

4) Quando se realizam estes crimes?

Podem haver muitos momentos no ano, mas os mais especificados são próximos às
festas do purim e do pessach. Durante a primeira, celebram a morte de Aman e
seus filhos, e durante a segunda, a páscoa. O 09/07 (nove de julho) é um dia
propício, contudo para os mais religiosos/ortodoxos qualquer momento é bom para
oferecer um presente a Jeová.

5) Continuam sendo realizados?

Sim. Sem nenhuma dúvida. Muitos perguntam o que acontece com alguns menores
que desaparecem e nunca mais são encontrados. Talvez muitos deles tenham sido
usados para estes abomináveis atos.

6) Que provas há de que se realizam hoje e agora?

Podemos citar o caso do crime ritual do militante nacionalista Alfredo Guereño. Este
foi sequestrado em 09 de julho (dia da festa hebraica chamada Seida -

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Amaphesmeias) de 1987 por um grupo de homens que o levaram em um
automóvel. Seu corpo apareceu, dias depois, no poço de um elevador na rua
Gascón, a 600 km da cidade de Buenos Aires, Argentina. Apresentava queimaduras
feitas com cigarro e horríveis evidências de tortura. O braço foi encontrado em outra
parte (cortado) e haviam extraído o sangue do cadáver. Camaradas, isto nos
confirma novamente que nosso inimigo é o inimigo do mundo e sua maldade não
tem limites. Nossa luta, sob o luminoso sol da Suástica, é a luta da liza e assim,
nossa amada raça ariana, guiará aos povos para que ninguém volte a ser escravo
do judeu.

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Assassinato ritual judaico
Chicago 1955 - O caso das crianças Schuessler e Grimes

A comunidade judaica de Chicago, uma das mais ricas do mundo, sempre exerceu
um grau extremamente poderoso de influências na cena Windy City, uma influência
semelhante em alcance e poder (e nada mais) aos sindicatos do crime organizado
italiano, mais sinistros por serem muito menos visíveis.

Em outubro de 1955, quatro crianças brancas, dois meninos que eram irmãos e
duas irmãs adolescentes, foram sequestrados e assassinados de uma maneira que
sugeria um sacrifício ritual judaico, com o objetivo litúrgico de obter sangue gentio
para misturar com pão matzá, usado em várias cerimônias judaicas esotéricas e
religiosas, como Purim, Páscoa, Kol Nidre e Yom Kipur.

Os meninos tinham o sobrenome de Schuessler e as meninas, Grimes. Ambos os


casos foram oficialmente sem solução, apesar de centenas de horas - homens
investigando por detetives de Chicago. O caso Grimes, de fato, apareceu em um
episódio de Unsolved Mysteries, há vários anos, mas a amostra não foi muito longe.

Os casos partilhavam claramente características comuns. Ambos os meninos, seis e


oito anos de idade, respectivamente, e as meninas de treze e quinze anos, foram
encontradas nuas, embora não tenham sido agredidos sexualmente. De acordo com
relatórios do patologista, eles foram mantidos vivos algum tempo depois de terem
sido dados como desaparecidos, embora o clima frio que enfrentaram os corpos
tenha impedido determinar a hora exata das mortes. Os cadáveres mostravam
marcas de amarração nos pulsos e tornozelos, indicando que foram amarrados ou
imobilizados.(*)

Todas as vítimas foram torturadas principalmente com cortes pequenos, superficiais


e feridas perfurantes, nenhuma suficiente para causar a morte por conta própria. Foi
determinada que a perda de sangue foi a causa da morte oficial e do pânico devido
à perda de sangue e exposição; Os corpos das crianças estavam “sem sangue”,
conforme observado no local do crime.

As duas vítimas femininas foram torturadas com repetidas perfurações na parte


superior do tronco, coxas e nádegas, sugerindo um elemento sexual sádico nas
motivações dos assassinos, mas as duas jovens vítimas do sexo masculino foram
perfuradas pelas mãos, pulsos e pés com armas maiores, semelhantes a estiletes
ou punções de carpinteiro, que infligem feridas muito semelhantes às chamadas
estigmas, as feridas de Cristo.

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O interessante desses casos não é que os assassinatos não tenham solução, mas a
visão percebemos da magnitude das coisas que os supostos judeus farão para
encobrir os casos de assassinato ritual. Tendo em conta o grande interesse público
no caso, houve, naturalmente, muitos meios de comunicação informando sobre isso.
O Chicago Daily News publicou uma edição vespertina detalhando a natureza
ritualística das feridas infligidas aos meninos Schuessler, comparando-os com um
caso anterior em que um menino chamado Peterson foi encontrado morto com os
mesmos tipos de ferimentos, e especulou-se que membros de um "culto religioso"
poderiam estar envolvidos.

Dez minutos depois da edição chegar às ruas, caminhões foram enviados para
retirar a todos; retiraram das bancas todos exemplares e tomaram as placas de
impressão do edifício de notícias onde estavam, para serem queimados.

Oito exemplares desta edição foram obtidos por uma mulher chamada Sra. Lyle
Clarle dan Hyníng, que publicou um jornal conservador chamado Women's Verice,
quando o escritório do Daily News ligou perguntando por que o jornal havia sido
revocado, foi dito que haviam chegado muitas "reclamações" sobre ele e
provavelmente causaria "agitação racial".

A Sra. Van Hyning tinha suas próprias suspeitas e enviou ao pai dos dois meninos
assassinados, Arnold Schuessler, uma cópia do trabalho conclusivo de Arnold
Leese chamado Assassinato Ritual Judaico. Schuessler leu o livro e ficou surpreso
com o que aprendeu. Então, ele teve a decisão errada de ir à polícia e exigir que
investiguem a morte de seus filhos no ângulo de um possível assassinato ritual. O
xerife do condado naquela época era um judeu chamado Sam Lohman, e
imediatamente prendeu o Sr. Schuessler sob suspeita de ter assassinado seus
próprios filhos.

Um deputado judeu chamado Horowítz enviou um pelotão de homens à casa de


Schuessler; após ter saqueado a casa em busca de "evidências", Horowitz então
colocou a Sra. Schuessler e sua família em prisão domiciliar, proibindo-os de sair de
casa ou de falar com qualquer pessoa ao telefone para que não espalhassem
"rumores injustificados sobre os judeus".

O senhor Schuessler foi submetido ao teste do detector de mentiras, e passou


completamente e de forma satisfatória provando que tinha um álibi sobre os
assassinatos. Em vez de libertá-lo, as autoridades internaram Arnold Schuessler
numa clínica psiquiátrica privada em Des Plaines, Illinois, operada por um doutor
chamado Leon Steinfeld.

O Sr. Schuessler foi submetido às pressas a um eletrochoque, onde morreu naquela


mesma tarde em que chegou ao "sanatório", havendo suficiente conhecimento
público sobre a estranha morte do pai, ao ponto que foi desenvolvida uma

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investigação pública do caso de Schuessler e do médico, Steinfeld foi forçado a
testemunhar. Lá ele declarou que Arnold Schuessler sofria de “alucinações” e
“delírios de paranóia" que "pessoas certamente o estavam induzindo de fora”.

Em 1955, como resultado disso, surgiram alguns funcionários públicos honestos.


Um deles era o Coronel County, um velho irlandês chamado Dr. Thomas McCarron,
que também era psiquiatra qualificado. McCarron conhecia o Dr. Steinfeld há muito
tempo. Durante a Segunda Guerra Mundial, Steinfeld foi processado por dar
diversas drogas legais e ilegais a meninos judeus, que causou fibrilação cardíaca,
saturação de seus pulmões com líquido que simulava tuberculose, doenças de pele
prejudiciais, etc., para que pudessem evitar o serviço militar.

Steinfeld, afirmava que havia arrecadado US$ 2 milhões por cabeça por cada
Yiddish Mama’s Little Bubbeleh, que ele reunia enquanto lutava contra os
Nacional-Socialistas, como um grande líder.
(Quanto poderia ser dado por suas provas, como algumas bandeiras de uma velha
suástica comprada e pendurada na parede, junto com toda uma coleção de
medalhas falsas? - NT)

O Dr. MeCarron chamou Steinfeld de mentiroso e charlatão e entregou todos os


documentos do caso ao promotor público, recomendando que Steinfeld fosse
julgado por perjúrio e assassinato. Ele também denunciou Steinfeld aos jornais e
declarou publicamente sua impressão de que Arnold Schuessler havia sido
assassinado. Em resposta, ele recebeu uma ordem do oficial promotor público a não
fazer mais comentários públicos sobre o caso.

Várias noites depois, para enfatizar a gravidade da advertência, uma pequena


bomba explodiu na porta dianteira da casa de McCarron. Mas houve pelo menos
alguma justiça tardia. Vários dias após o encerramento da investigação, Leon
Steinfeld fugiu do país. Viajou para a Suíça para uma "cura de descanso" e foi
encontrado enforcado em seu hotel numa manhã, em um suposto suicídio.

O colunista de um jornal judeu Irv Kupcinet estabeleceu uma "simpatia consolidada"


e pouco Depois disso ele se apresentou à viúva de Arnold Schuessler, mãe das
crianças assassinadas, com cem milhões de dólares contribuídos pela comunidade
judaica de Chicago, uma imensa soma de dinheiro em 1955-56, valor facilmente
equivalente a alguns milhões hoje, e uma ação muito estranha de judeus a serem
dados a um gentio vítima de um crime, neste caso um alemão, a menos que
estivessem comprando o silêncio. Teria havido uma conexão final com este caso
horrível.

O autor britânico Arnold Leese forneceu enormes quantidades de recortes de


notícias e informações, até mesmo uma transcrição das investigações, feita por
seus correspondentes em Chicago, e ele estava trabalhando em um relato definitivo

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do caso Schuessler como um dos assassinatos rituais judaicos mais bem
documentados dos tempos modernos, quando ele morreu repentinamente na
primavera de 1956. Nenhum dos arquivos de Schuessler em que ele trabalhou e
mostrou a vários amigos e visitantes, foi encontrado em algum lugar em sua posse,
quando seus efeitos foram inventariados após sua morte.

A última ponta solta estava amarrada.

Hoje você olha para aquelas carinhas tristes nas caixas de leite, e não consegue
ajudar, apenas se surpreender…

(*) Nota: Os corpos dos meninos assassinados também apresentavam indícios


inegavelmente cabalístico que haviam sido impressos em suas costas quando ainda
estavam vivos. Isso sugere que eles foram colocados deitados sobre uma mesa
sobre a qual estavam gravados estes símbolos ficando estampados na pele antes
de serem sacrificados, provavelmente sobre estes mesmos móveis. Os símbolos
eram semelhantes aos que aparecem no Livro do Zohar que prescreve os sacrifícios
rituais, segundo as fotos dos expedientes do caso.

Comentários sobre alguns casos de crimes rituais judaicos no século XX

O sangue de um ser sem alma, sem energia vital, não serve ao judeu para o Purim
ou para os sacrifícios: Os criminosos, os assassinos, os degenerados e os
“vampiros” que de vez em quando aparecem entre os nascimentos de não-judeus
(porque a seleção natural não opera mais entre os seres humanos) e toda a escória
mais baixa de uma sociedade não lhes traz nenhum benefício; sim, são inocentes
que caem em suas mãos... É por isso que, onde quer que estejam no mundo, os
judeus fingem ser filantropos, defensores da vida, pacifistas e opositores à pena de
morte.

Apesar de tudo, na contemporaneidade alguns sacrifícios ainda são realizados de


forma isolada. Cerimônias de Purim no estilo daquelas realizadas nos tempos
antigos, com uma vítima que é sequestrada, torturada até a morte com práticas
incrivelmente sádicas e quase psicopáticas, onde é frequente o que poderíamos
chamar de "morte com marca no pescoço", seja por decapitação (como nos
assassinados em Nuremberg) ou por estrangulamento.

Em grande parte, os “horrores” inventados pelos fanáticos judeus em torno da


fantasia deo “Holocausto” é uma externalização do próprio subconsciente e do
inconsciente coletivo, sedento de sangue, horror e morte, pois além disso, muitas
das supostas "torturas" que descrevem como habituais dos “campos de extermínio”

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são práticas frequentes em seu Purim. O assassinato a sangue frio dos oficiais
poloneses nas florestas de Katyn foi um grande Purim executado pelos
comissários russos do Exército Vermelho, todos judeus, apesar de, durante
anos terem tentado culpar os alemães por este acontecimento horrível, até
que a verdade prevalecesse…

Hoje, ainda podemos ver exemplos desses sacrifícios Iaveistas. Na Polónia, por
exemplo, os judeus "chassidim" praticavam fanaticamente, desde tempos muito
antigos e com toda impunidade, o antiquado Purim, com sacrifício humano direto,
sendo muito provável que eles ainda façam isso de maneira semelhante. É assim
que explicamos por que o Papa polaco, João Paulo II, declarou que os cristãos
eram "irmãos mais novos dos judeus", certamente lacaios de muitos deles (o que
nos lembra uma lenda judaica medieval segundo a qual, um dia, chegaria à casa do
Vaticano um papa judeu, chamado "Elhanan") sem nunca ter levantado a sua voz
sacrossanta contra os massacres de árabes todos os anos pelos seus irmãos mais
velhos.

Em 5 de setembro de 1938, 59 jovens Nacional-Socialistas chilenos foram


assassinados em público no chamado “Massacre del Seguro Obrero”. O ato de
sangue, que envolveu o próprio presidente da república naquela época, foi realizada
por um grupo de policiais ligados à Maçonaria Chilena e dirigida ao local por um
estranho judeu chamado Francisco Droguett Raud. Tudo isso nos leva a suspeitar
que foi, em parte, um grande assassinato com conotações rituais.

E sobre os assassinatos individuais, ainda é lembrada a triste morte do filho do


coronel Charles Lindbergh, famoso por ter atravessado o Atlântico de um continente
a outro através do seu Avião "Spirit of Saint Louis", pela primeira vez na história.
Lindbergh era um defensor fervoroso do Nacional-Socialismo Alemão e declarou
seu antijudaísmo em diversas ocasiões. Da mesma forma, seu pai se opôs à criação
do Sistema Bancário da Reserva Federal, fundado pelos mesmos judeus que
financiaram a Revolução Russa.

Resumindo: o filho de Charles Lindbergh foi sequestrado em 1º de março de 1932, e


apareceu morto após o Purim daquele ano, celebrado no dia 22 do mesmo mês.
Lindbergh sempre suspeitou que a morte de seu filho havia sido perpetrada por
judeus, assim como a polícia acreditava, seguindo os passos para uma gangue de
mafiosos judeus liderada por alguém de sobrenome Fleischer. Contudo, de repente,
um certo Hauptmann, de origem alemã, apareceu como culpado, e foi executado
sem provas conclusivas da sua participação num crime que, pelas suas
características, seria impossível de ser perpetrado por um único homem.

Já antes e durante a Primeira Guerra, os judeus ingleses - os mesmos que


prepararam a transferência dos sionistas à Palestina - organizavam e dirigiam ações
criminosas onde os mortos se contavam aos montões. Em 1916, com o propósito de

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providenciar a morte dos gentios necessárias para o período do Purim, as altas
autoridades judaico-maçônicas do Império Britânico cometeram um dos seus atos
mais vis, do qual ainda hoje permanecem feridas abertas. Na Segunda-feira de
Páscoa daquele ano, os independentistas católicos irlandeses levantaram-se contra
a recusa do Governo britânico a cumprir a Lei do Governo Irlandês, aprovada há
dois anos, que lhes deu a autonomia desejada. Cerca de 500 pessoas morreram
nos tumultos provocados pela sangrenta repressão inglesa e 15 dos líderes
irlandeses foram executados... Sangue católico para preencher a sede dos judeus
de Albion.

Por causa dos historiadores desavergonhados dos nossos tempos, poucas pessoas
sabem que os altos oficiais judaico-maçônicos da Grã-Bretanha tinham sua própria
versão da KGB de seus colegas Soviéticos, chamados de "Black & Tans". Esta
milícia cometeu crimes horríveis e atrozes contra os católicos irlandeses, desde que
foram enviados para lá em 1920. Hoje, o conflito entre os católicos e protestantes
brancos continuam a ser liderados pelos poderosos judeus ingleses. A chamada
seita fundamentalista "protestante" denominada "Orangistas", que desfila pelos
bairros católicos na Irlanda todos os anos, celebrando provocativamente o
centenário do esmagamento dos católicos, está absolutamente infiltrada e dirigida
por judeus sionistas, alguns ligados à Maçonaria e à poderosa B'nai Brith, e seu
símbolo na própria Estrela de David, vestindo uniformes azuis de pedaços laranja.
Esta organização está relacionada com o grupo paramilitar "UVF", uma seita de
assassinos protestantes dedicados exclusivamente a matar católicos e a dirigir
ataques contra os seus bairros na Irlanda

Os meninos das derrotadas forças alemãs do Reich foram executados sem


julgamento, sem defesa nem ajuste às leis internacionais, no final da guerra.
Milhares de alemães foram mortos desta forma pelos aliados e, como nos
bombardeios, as ordens eram dadas por oficiais e políticos de origem judaica. Todas
essas imagens desapareceram da luz pública.

Homens, mulheres e crianças assassinados pelos aliados nos bombardeamentos


criminosos de bairros civis nas cidades alemãs, ordenados pelos líderes judeus
Roosevelt e Churchill. Por este Holocausto alemão, nunca houve julgamentos de
Nuremberg ou compensações. Milhares e milhares de civis alemães morreram nos
bombardeios de Berlim. Alguns “historiadores” tiveram a coragem e o sacrilégio de
expor algumas dessas imagens fingindo que eram "vítimas judias do holocausto".
No verdadeiro holocausto, aquele que ocorreu contra os alemães com a chegada
dos aliados, os judeus não foram precisamente as "vítimas"... Esse sim foi um
verdadeiro Holocausto, uma "queima ritual", com milhares e milhares de mortos por
bombas incendiárias. Um escândalo que permaneceu em absoluta impunidade.

No Chile, 59 jovens Nacional-Socialistas chilenos foram assassinados a sangue frio


durante uma tentativa do levante nacionalista, em setembro de 1938, no “Massacre

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del Seguro Obrero”, perpetrado por um grupo de oficiais maçônicos por ordem do
Presidente da República Arturo Alessandri (também maçom), mas liderado por um
estranho civil judeu chamado Francisco Droguett Raud, que chegou ao local para
dar ordens e instruções aos próprios policiais uniformizados.

Uma das bombas atômicas foi lançada sobre o Japão, sem necessidade de guerra
real e com o único propósito de testar seu poder destrutivo em áreas urbanas e
seus mecanismos de detonação. Portanto, a bomba de Hiroshima era diferente da
de Nagazaki. A ilha do Japão também apresentava as características de isolamento
continental ideais para uso sem prejudicar os países vizinhos, amigos dos aliados.
Do seu criador teórico, Albert Einstein, ao presidente dos Estados Unidos que
ordenou seu uso, Harry Truman, praticamente todos vinculados ao crime de
Hiroshima eram judeus. Ambas as bombas foram lançadas com inscrições que
diziam que eram "um beijo dos Estados Unidos para o Japão e Hiroito."

A Guerra do Vietnã também apresentou a altos funcionários do Pentágono, ligados


à judiaria, toda uma série de desculpas para testar o poder destrutivo de inúmeras
armas de guerra em áreas civis, como as bombas de Napalm. Tudo indica também
que a Guerra do Golfo Pérsico teria tido motivações muito semelhantes, para testar
armas de gases venenosos do Exército Norte-Americano. Assim a crueldade
criminosa se repete nas bombas da judia Madeleine Albright contra o Iraque, que
levavam zombarias e lemas rudes escritos em suas capas antes de serem lançadas
sobre civis inocentes.

Poderíamos continuar com as crianças japonesas queimadas no abraço ardente da


bomba atómica de Hiroshima e Nagazaki de 1945, utilizadas pelas altas autoridades
judaicas que naquela época dominavam os Estados Unidos. O criador intelectual da
bomba, Albert Einstein, o famoso cientista judeu que foi imortalizado com uma
imagem de caráter simpático e agradavelmente informal, insistiu em diversas
ocasiões para que a bomba fosse lançada em breve, embora freqüentemente se
faça acreditar no oposto. Einstein sempre concordou em usar a bomba atômica e
utilizá-la preferencialmente contra a Alemanha, alternativa que foi descartada por
colocar em risco os países aliados perto das fronteiras alemãs.

No que diz respeito aos casos de famosos assassinatos rituais individuais do século
XX, começamos com o "Caso Beiliss", ocorrido em 1911 em Kiev, Rússia. Naquele
ano, o corpo sangrento de uma criança foi encontrado dentro do terreno de uma
fábrica de tijolos à qual só os judeus tinham acesso e que tinha até uma própria
sinagoga. Seu proprietário, o judeu Mendel Beiliss, foi levado a julgamento, mas por
não ter conseguido chegar a uma decisão por unanimidade, foi libertado em 1913;
no entanto, o júri decidiu que o crime tinha sido tipo ritual e com muito sofrimento,
causado por inúmeras feridas pelo corpo. Os judeus de Kiev iniciaram
imediatamente uma campanha de desinformação sobre o caso, sendo repreendido
publicamente. Um fato muito obscuro é que dois irmãos mais novos, Genia e

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Valentine, que iriam testemunhar contra Beiliss, morreram misteriosamente depois
de comer alguns doces dados a eles por um policial judeu chamado Krassowsky.
Dois médicos judeus declararam que as crianças morreram de disenteria, mas
estranhamente, mais tarde retrataram este relatório, admitindo que foram
envenenados.

Também se supôs que os judeus ofereceram suborno à mãe deles para que ela se
culpasse pelo assassinato do garoto da fábrica. O cadáver do menino também tinha
treze facadas na têmpora direita e sete na esquerda, conforme prescrito pelo Livro
Zohar para realização de sacrifícios rituais, da seita de judeus chassidim. Mas
depois que a Revolução ocorreu judeus bolcheviques russos anulam os resultados
do julgamento de “assassinato ritual” trocando-o por um crime comum cometido,
supostamente, por um cristão. Beilis emigrou para os Estados Unidos e morreu em
1934, sendo sepultado pelos demais judeus como um completo herói. Na época, um
panfleto foi distribuído em Kiev, alertando os pais a cuidarem de suas crianças no
período da Páscoa judaica, mostrando a imagem do cadáver da criança
assassinada ritualmente na fábrica Beilis.

A horrível morte ritual do filho do coronel Charles Lindbergh é um assunto tabu hoje
porque é um dos escândalos mais graves que envolveram práticas de sacrifícios
humanos pelos judeus, apesar do poder secreto ter conseguido esconder a
realidade dos acontecimentos a nível judicial

Um dos massacres menos mencionados do século XX é o assassinato em massa


de famílias alemãs estabelecidas na Polônia em 1939. Sempre se presumiu que
seus autores eram terroristas ou policias polacos, o que é bem possível, mas a
presença de um inegável toque ritual neste crime sugere-nos que uma mão "extra"
deve ter dirigido este massacre, provavelmente das mesmas pessoas que
organizaram o Massacre da Floresta de Katyn, neste mesmo país, no ano seguinte.
Esses assassinatos, além de brutais, incluíam uma característica ritualística própria
dos sacrifícios rituais do Purim: todas as vítimas (incluindo mulheres e crianças)
tiveram extraídos os olhos com baionetas

Atualmente, os judeus dos Estados Unidos decidiram comemorar o 50º aniversário


das Nações Unidos com um ataque brutal aos restos da ex-Iugoslávia, sob o
pretexto de corrigir a grave situação política e social interna que abalou a Sérvia
naqueles dias e que foi causada pela própria judiaria esquerdista que controla o
governo sérvio de Milosevic.

Os culpados diretos deste atroz crime internacional são todos os judeus que se
escondem atrás do fantoche sexista de Bill Clinton, e os ataques fazem parte do
custo que deve pagar o mundo por culpa dos países poderosos que colocaram os
judeus em posições-chave no governo. Os judeus norte-americanos, assassinos
que lideraram esta sangrenta cruzada contra a Iugoslávia, foram: Madeleine Albright

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(Secretária de Estado) tão ativa nesta questão que foi chamada de "A Guerra de
Madeleine", William Cohen (Secretário de Defesa), Samuel Berger (Conselho de
Segurança Nacional), Stuart Eizenstat (Subsecretário de Estado), Doug Sosnik
(Conselheiro do Presidente), Steve Kessler (Conselheiro da Casa Branca) e Dan
Schifter (Diretor das Forças de Paz), entre muitos outros que não cabem neste
espaço.

As cenas arrepiantes dos ataques criminosos da OTAN à Sérvia foram dadas por
ordem dos judeus que controlam os Estados Unidos. Surpreendente a
agressividade e a violência com que esses gangsters agiram contra a Iugoslávia
neste caso, especialmente se o compararmos com a incrível indiferença e
passividade que eles próprios demonstraram durante os horrores da guerra civil
iugoslava que durou a maior parte daquela década, apesar dos então apelos da
comunidade internacional pedindo para parar o conflito.

Assassinatos rituais de kosovares na Iugoslávia?... Enquanto a OTAN atacava civis


iugoslavos e kosovares (sempre "devido a erros", que causaram mais de 170
vítimas entre os muçulmanos que pretendiam “salvar”) e também a Embaixada da
China, Israel oferecia asilo aos refugiados de Kosovo e os Estados Unidos
denunciavam a existência de "campos de Concentração" numa tremenda campanha
para associar o ditador pró-comunista e pró-judeu de Milosevic com Hitler e os
horrores do Holocausto. Estaremos na presença de uma guerra absolutamente
fabricada pela mídia e pelo alto comando do Pentágono e da Casa Branca em
cumplicidade com Israel? Passarão décadas até que o mundo possa compreender
(ou aceitar) realmente o que aconteceu entre sérvios e kosovares, e para que se
entenda perfeitamente quem esteve realmente por trás das atrocidades cometidas
pelos exércitos sérvios e pelos "salvadores" da OTAN.

Em algumas fotos você pode ver um bebê e um idoso kosovar assassinados por
soldados sérvios, mas com um estilo muito particular. O falecido tem o pescoço
cortado "ritualmente" (de orelha a orelha, como cordeiro). É costume os soldados
sérvios massacrarem ritualmente as suas vítimas? Não sabemos. Quem poderia ter
ordenado uma “execução ritual” como esta? Nós sabemos disso e você também.

No mesmo ano dos ataques norte-americanos à Iugoslávia, os judeus russos


fizeram o mesmo... Os ataques da Rússia à Chechênia repetem o mesmo estilo
criminoso dos antecedentes que nós mostramos. Os judeus russos do presidente
bêbado Boris Yeltsin e do então ministro do Interior Vladimir Putin, ex-KGB
descendente de judeus russos e mais tarde presidente da Rússia, tal como Stalin
fez antes, atacaram impiedosamente os rebeldes chechenos. E, aliás, também às
zonas envolventes: um mercado central e uma maternidade, onde se produziu a
maior parte das quase 150 ou mais mortes. A versão das agências de notícias e dos
judeus russos: "O exército russo bombardeou bases da guerrilha islâmica na
Chechênia".

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Na sequência dos ataques terroristas em Moscou, em setembro e outubro de 1999,
atribuídos aos chechenos, os judeus Yuri Luzhkov e Vladimir Putin, prefeito de
Moscou e então ministro do Interior russo respectivamente, se valeram disso para
desencadear uma perseguição contra o povo checheno prendendo-os em massa,
como pode ser visto em algumas imagens. Entre os dias 6 e 7 de outubro, as
agências mundiais informaram que os russos atacaram a cidade guerrilheira de
Shamil Bassaiev (guerrilheiro chechênio), na Chechênia, para reprimir os
terroristas... No entanto, mostram que os quase 40 mortos eram civis inocentes e
desarmados. Os massacres foram assim a tônica deste século que encerrou o
milênio, do começo ao fim.

Em 1932, mesmo ano da morte do filho de Lindbergh, um judeu chamado Moritz


Kaspar foi condenado a apenas 15 anos de prisão por confessar, diante de provas
contra ele, que havia assassinado ritualmente à cidadã Martha Kapar, como parte
de um Purim... Sessenta e cinco anos depois, em 1997, as coisas não mudaram: o
rapaz judeu de 19 anos Samuel Sheinbein, celebrou seu próprio Purim
sequestrando, assassinando e cortando um Aadolescente de Maryland, logo fugindo
da justiça para Israel; e só depois de dois anos de pressão das autoridades e
promotores dos Estados Unidos, o assassino judeu confessao recebeu pena de
apenas 24 anos com possibilidade de saída aos 16.

Sendo assim, há evidências em todos os lugares e ao longo da história.

Rudolf Hess é outro exemplo. O chamado “prisioneiro número sete” já era um


homem velho quando uma manhã ele saiu da cela, seguido por um gendarme, para
fazer seu passeio diário pelo pátio de Spandau, como vinha fazendo há 45 anos.
Hess foi o único capaz de revelar os detalhes da psicotortura e drogas usadas na
prisão, que ele já havia anunciado em parte anteriormente, e uma luz de liberdade
penetrou em sua cela, porque o chanceler Kohl havia enviado uma carta, pouco
antes, Margaret Thatcher, Ronald Reagan e Mikhail Gorbachev implorando pela
libertação do velho preso, além da insistência. Esperava-se então uma resposta…

Mas a Inglaterra tinha muito a perder, pois Hess também tinha os argumentos de um
sinistro segredo, que coloca o Reino Unido mais perto do Terceiro Reich do que dos
aliados, e como protagonista de uma tremenda traição. Qual foi esse segredo? Hess
levou consigo quando morreu de um Purim, naquele dia. Em um descuido, o guarda
o teria perdido de vista para encontrá-lo mais tarde pendurado por um cabo dentro
de um dos armazéns, com um nó no pescoço que suas já senis mãos nunca teriam
sido capazes de realizar. Ele também havia sido assassinado com a "marca no
pescoço", como as marcas de vampiros, há evidências de que ele acabou sendo
executado na ambulância que o levou ao hospital.

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Pouco depois, um cartaz apareceu nas ruas de Berlim dizendo: "Rudolf Hess está
morto... ele agora está livre!”

Outro detalhe importante na ritualidade judaica é a constante conotação de “perdão”


do resto das festas que celebram durante o ano: perdão de todos os seus pecados,
de todas as suas crueldades e de todos os seus assassinatos, expressos
principalmente no Dia da Expiação ou "Yom Kippur", em que, por paralisar as
atividades, fecham praticamente todas as lojas de departamentos e shopping
centers do mundo para que seus líderes judeus possam se retirar e pedir perdão a
Jeová durante o aniversário de uma de suas vitórias, no início de outubro de cada
ano.

No Yom Kippur, eles rezam em jejum os versículos da Torá e "transferem" todos os


seus pecados para algum animal que será posteriormente sacrificado por abate e
sangria, e então sendo queimado e oferecido como “holocausto”. Assim, o hipócrita
judeu é “purificado” de toda culpa em troca de um jejum inocente, e pronto para
reiniciar seus crimes anuais, expressos na plenitude o dia do Purim.

Assim, como Streicher gritou naquela tarde, a judiaria celebrou outra das suas
Festas de Purim em Nuremberg.

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